TÍTULO: AUTORES: ÁREA TEMÁTICA: Objetivo

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TÍTULO: AUTORES: - - - - - ÁREA TEMÁTICA: Objetivo"

Transcrição

1 TÍTULO: TECNOLOGIA E PRÁTICAS EDUCATIVAS NA PREVENÇÃO DO HIV/AIDS EM MULHERES AUTORES: Luciana Patrícia Zucco - Núcleo de Estudos e Ações em Saúde Reprodutiva e Trabalho Feminino da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro Ludmila Fontenele Cavalcanti - Núcleo de Estudos e Ações em Saúde Reprodutiva e Trabalho Feminino da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro Ruth Floresta Mesquita - CEPIA Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação - Adriana Valle Mota - CEPIA Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação - Jeanne de Souza Lima - CEPIA Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação - ÁREA TEMÁTICA: SAÚDE O projeto Reprodução de vídeos educativos/ informativos, desenvolvido no período de maio de 2001 a abril de 2002, surgiu da constatação do aumento da incidência da AIDS entre mulheres para 11,8/ano, num total de mulheres soropositivas, tornando a proporção homem/ mulher de 25/1 (1985) para 1/1 (2000). Esse aumento da morbimortalidade feminina caracteriza-se pelo crescimento da AIDS em mulheres em idade reprodutiva com parceiros sexuais fixos em relações monogâmicas. Objetivo O presente trabalho tem por objetivo apresentar a experiência do Núcleo de Estudos e Ações em Saúde Reprodutiva e Trabalho Feminino da Escola de Serviço Social da Universidade Federal do Rio de Janeiro, através do projeto Reprodução de vídeos educativos/ informativos (Projeto 914/BRA/59 UNESCO) do Ministério da Saúde (CNDST/AIDS) e da CEPIA Cidadania, Estudo, Pesquisa, Informação e Ação. O Projeto visou contribuir para o aumento da percepção, por parte das mulheres, em especial aquelas casadas ou em uniões estáveis, sobre a necessidade do uso do preservativo nas relações sexuais. O projeto se desenvolve junto às usuárias das unidades de saúde da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (Centro Municipal de Saúde Marcolino Candau, Centro Municipal de Saúde Milton Fontes Magarão, Hospital Maternidade Alexander Fleming, Hospital Maternidade Carmela

2 Dutra, Hospital Raphael de Paula e Souza, Instituto Municipal da Mulher Fernando Magalhães, Posto de Assistência Médica Carlos Alberto Nascimento e Posto de Saúde Dr. Pedro Nava). Metodologia A metodologia proposta consiste na realização de grupos de sala de espera voltados para a discussão da temática da feminização da AIDS, a partir da exibição de vídeos já produzidos pela CEPIA, como parte da atividade de estágio curricular obrigatória na formação profissional dos Assistentes Sociais. As etapas previstas nesse trabalho foram: 1) articulação das instituições parceiras, através de contatos, reuniões, e formulação de termos de cooperação; 2) reprodução do material educativo, através da copiagem dos vídeos; 3) seleção e treinamento da equipe envolvida na execução (15 estagiárias de Serviço Social), através de capacitação, acompanhada de leituras e realização de oficina; 4) realização das atividades nas unidades de saúde, ou seja, exibição dos vídeos, desenvolvimento das salas de espera e registro das informações coletadas; 5) monitoramento e avaliação, por meio de reuniões mensais de acompanhamento com as coordenadoras e com as professoras de Serviço Social e por meio de disciplina de graduação denominada Metodologia Aplicada ao Serviço Social (acompanhamento aos campos de estágio) 6) construção de instrumento de coleta de informações e de banco de dados. Resultados O projeto tornou-se um espaço educativo de construção da cidadania feminina 1 através da divulgação, informação e promoção de práticas de prevenção em DST/AIDS, onde são abordados temas dos cotidianos das mulheres. 1 Esta é entendida como um processo exigente e contínuo, porque implica em envolver-se no debate público e compartilhar a responsabilidade do auto-governo.

3 Após o primeiro ano de desenvolvimento do projeto pode-se observar a institucionalização de novas atividades educativas em algumas unidades de saúde, que passaram a incorporar as salas de espera como um espaço educativo estratégico. Nesse sentido, as ações de prevenção ao HIV/AIDS dirigidas às mulheres não se limitaram à prevenção da transmissão perinatal, que acaba tratando a mulher como meio, mas demonstraram o entendimento de que esta é o sujeito e a finalidade da assistência. Profissionais de saúde que, inicialmente, desconheciam e apresentavam dificuldade de incorporação da sala de espera ao cotidiano dos ambulatórios, passaram a participar ativamente. Como desdobramento, teve-se a inclusão dos familiares das usuárias internadas nas maternidades, com o aproveitamento do horário de visitação da unidade, na realização dessa prática educativa. Outro resultado observado foi a otimização da utilização de material educativo, sistematicamente exibido junto ao público alvo e solicitado por outras instituições, que tomaram conhecimento do projeto através das unidades onde o projeto foi desenvolvido. O aumento da demanda 2 pelo preservativo masculino, resultante do interesse das mulheres pelo seu uso, implicou num maior fornecimento pela Secretaria Municipal de Saúde às unidades envolvidas, ora através do Programa da Mulher (Ação do Planejamento Familiar), ora através do Programa de DST/ AIDS. Nesse sentido, podese inferir que houve um processo de sensibilização da população feminina para a prevenção das DST/AIDS, do mesmo modo que o projeto pode ter possibilitado uma ampliação da cobertura no que se refere à prevenção da AIDS. Isso exigiu, ainda, o reconhecimento e a abordagem, pelos profissionais de saúde e estagiários, do diferencial de poder existente entre homens e mulheres como fator determinante da transmissão do HIV/AIDS. Também foi observada a otimização do tempo de espera das usuárias no momento da utilização dos serviços nas unidades, assim como uma maior procura por alguns serviços das unidades, como por exemplo, o Planejamento Familiar; o que se 2 Cabe ressaltar, aqui, que a quantificação de preservativos masculinos distribuídos, bem como o número de salas de espera realizadas é uma alternativa para avaliar as ações desenvolvidas na prevenção do HIV/AIDS. No entanto, apesar da sua importância, outros indicadores devem ser utilizados, dadas as limitações que os números impõem.

4 entende como possibilidade de acesso das mulheres às ações do Programa de Assistência Integral à Saúde da Mulher (PAISM) e, conseqüentemente, a informações sobre direitos sexuais e reprodutivos. A contribuição para a formação profissional dos assistentes sociais é um dos resultados relevantes, uma vez que o estagiário teve a oportunidade de vivenciar em seu campo de estágio curricular o aprendizado de prática educativa 3, através da coordenação de grupos, a superação das dificuldades institucionais, a construção de práticas interdisciplinares, a sistematização da prática (dimensão investigativa), e a avaliação permanente das ações desenvolvidas. A participação dos assistentes sociais supervisores de estágio ocorreu no momento de implementação do projeto e no acompanhamento aos alunos nas unidades de saúde, garantindo a orientação necessária para a efetivação da atividade. Além das unidades de saúde, foram realizados grupos com adolescentes e pré-vestibulandos das escolas nas Áreas Programáticas das unidades de saúde que se interessaram pelo Projeto, bem com em empresas com quadro predominantemente feminino. Diante da demanda colocada pelo Projeto Cidadania das Mulheres, implementado na Comunidade da Maré, e, também, sob a coordenação da CEPIA, por capacitação acerca da temática da feminização da AIDS, foi realizada capacitação com a sua equipe e elaborada uma cartilha com o objetivo de sistematizar conteúdos para a capacitação de futuros multiplicadores. A Cartilha de Orientação para Multiplicadores(as) - Conhecendo e orientando sobre Mulher e AIDS - possibilita a ampliação das práticas educativas voltadas para a construção da cidadania feminina. O desenvolvimento do projeto implicou numa articulação de outras ações do PAISM (assistência pré-natal, ao parto e ao puerpério) com o Programa de DST/AIDS no âmbito da unidade de saúde. O escopo do projeto contribuiu para a articulação de diferentes instâncias do Sistema Único de Saúde (execução e planejamento), para a prática da intersetorialidade, 3 A prática educativa é entendida como ação conjunta transformadora nas instituições. Ação que, orientada pela busca de maior independência e autonomia das pessoas, possa transcender o plano das normas comportamentais para encontrar na saúde, como expressão da qualidade de vida, o seu sentido principal.(assis, 1998: 25).

5 integrando as áreas de saúde e educação, com a incorporação da visão ampliada de saúde e das dimensões fundamentais de uma universidade pública, quais sejam: pesquisa, ensino, extensão e assistência. Esse projeto configurou-se numa possibilidade de alteração no quadro de morbi-mortalidade da população feminina pelo vírus do HIV através de alternativa de baixo custo, que foi amplamente visibilizada através de apresentações e exposições em diferentes tipos de eventos locais, nacionais e internacionais. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ASSIS, M., Educação em Saúde e qualidade de vida: para além dos modelos, a busca da comunicação. In: Estudos em Saúde Coletiva. Rio de Janeiro: IMS/UERJ, n o 169, nov. BURIOLLA, M. A. F Supervisão em Serviço Social: o supervisor, sua relação e seus papéis. São Paulo: Cortez. BRASIL, Ministério da Saúde Política Nacional de DST/AIDS. Princípios, diretrizes e estratégias. Brasília. PARKER, R., et. al Saúde, Desenvolvimento e Política: respostas frente à AIDS no Brasil. Rio de Janeiro: Editora 34, ABIA.

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS SERGIPE METAS ATIVIDADES PARCERIAS EXECUSSÃO CRONOGRAMA - Articular, mediante a criação de uma rede via internet

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Justificativa

TERMO DE REFERÊNCIA. 1. Justificativa MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO CONTINUADA, ALFABETIZAÇÃO, DIVERSIDADE E INCLUSÃO DIRETORIA DE POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO EM DIREITOS HUMANOS E CIDADANIA COORDENAÇÃO GERAL DE DIREITOS HUMANOS

Leia mais

Horário de atendimento Segunda a Sexta-feira das 7h às 19h.

Horário de atendimento Segunda a Sexta-feira das 7h às 19h. CENTRO DE REFERÊNCIA DE DST/AIDS PENHA Endereço: Praça Nossa Senhora da Penha, 55 (subsolo) Penha CEP 03632-060 Telefones: 2092-4020 / 2295-0391 Supervisão Técnica de Saúde Penha Coordenadoria Regional

Leia mais

4 Ano Curso Bacharelado e Licenciatura em Enfermagem

4 Ano Curso Bacharelado e Licenciatura em Enfermagem ESTÁGIO CURRICULAR SUPERVISIONADO: PROMOÇÃO DA SAÚDE NA EDUCAÇÃO BÁSICA e METODOLOGIA DO ENSINO DE ENFERMAGEM I 4 Ano Curso Bacharelado e Licenciatura em Enfermagem ESTÁGIO Lei 6494/77 regulamentada pelo

Leia mais

PREVENÇÃO DO HIV/AIDS NO INÍCIO DA RELAÇÃO SEXUAL: CONDUTA DOS ADOLESCENTES FRENTE À TEMÁTICA

PREVENÇÃO DO HIV/AIDS NO INÍCIO DA RELAÇÃO SEXUAL: CONDUTA DOS ADOLESCENTES FRENTE À TEMÁTICA 11. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( )COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( x ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA PREVENÇÃO

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica. AUDIÊNCIA PÚBLICA Avaliação dos Programas Federais de Respeito à Diversidade Sexual nas Escolas

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica. AUDIÊNCIA PÚBLICA Avaliação dos Programas Federais de Respeito à Diversidade Sexual nas Escolas MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Secretaria de Educação Básica AUDIÊNCIA PÚBLICA Avaliação dos Programas Federais de Respeito à Diversidade Sexual nas Escolas MINISTÉRIO PÚBLICO FEDERAL Procuradoria Geral da República

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ALAGOAS

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ALAGOAS PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS ALAGOAS OBJETIVOS ATIVIDADES RESPONSÁVEIS E PARCERIAS CRONOGRAMA MONITORAMEN TO INDICADOR 1. Incluir anualmente,

Leia mais

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I

Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I CURSO DE ENFERMAGEM Reconhecido pela Portaria nº 270 de 13/12/12 DOU Nº 242 de 17/12/12 Seção 1. Pág. 20 Componente Curricular: ENFERMAGEM EM ATENÇÃO À SAÚDE DA MULHER E DO HOMEM I Código: ENF- 209 Pré-requisito:

Leia mais

O mundo inteiro vai ver o seu município com bons olhos!

O mundo inteiro vai ver o seu município com bons olhos! O mundo inteiro vai ver o seu município com bons olhos! Metodologia do Selo UNICEF Município Aprovado 2009-2012 Realização Parcerias O Selo UNICEF Município Aprovado O QUE O SELO UNICEF REPRESENTA PARA

Leia mais

ANALOGIAS E METÁFORAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: APLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO SEXUAL COM MULHERES NEGRAS 1

ANALOGIAS E METÁFORAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: APLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO SEXUAL COM MULHERES NEGRAS 1 IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN ANALOGIAS E METÁFORAS NO ENSINO DE CIÊNCIAS: APLICAÇÕES NA EDUCAÇÃO SEXUAL COM

Leia mais

CONVERSANDO SOBRE SEXO - EDUCAÇÃO SEXUAL PARA ADOLESCENTES DE ENSINO FUNDAMENTAL

CONVERSANDO SOBRE SEXO - EDUCAÇÃO SEXUAL PARA ADOLESCENTES DE ENSINO FUNDAMENTAL CONVERSANDO SOBRE SEXO - EDUCAÇÃO SEXUAL PARA ADOLESCENTES DE ENSINO FUNDAMENTAL Andrea da Silva Santos (1) ; Flaviany Aparecida Piccoli Fontoura (2) ; Discente do Curso de Enfermagem da UEMS, Unidade

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS E OUTRAS DST NO ESTADO DO PARANÁ

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS E OUTRAS DST NO ESTADO DO PARANÁ PLANO DE ENFRENTAMENTO DA FEMINIZAÇÃO DA AIDS E OUTRAS DST NO ESTADO DO PARANÁ SVS/DECA/DVDST-Aids POR QUE MULHERES? 50% de pessoas com AIDS no mundo são mulheres. Na nossa sociedade, as relações entre

Leia mais

DESENVOLVIMENTO SOCIAL

DESENVOLVIMENTO SOCIAL ENCONTRO DE GESTORES PÚBLICOS MUNICIPAIS DA PARAÍBA FORTALECIMENTO DA GESTÃO MUNICIPAL PARA O DESENVOLVIMENTO SOCIAL João Pessoa PB / 18, 19, 21 e 22 de março O PNUD reconhece a capacidade do TCE-PB de

Leia mais

A Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul,através do. Departamento de Ações em Saúde(DAS), convida para participar

A Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul,através do. Departamento de Ações em Saúde(DAS), convida para participar A Secretaria da Saúde do Estado do Rio Grande do Sul,através do Departamento de Ações em Saúde(DAS), convida para participar da programação do stand institucional, que desenvolver-se-á durante a 59ª Feira

Leia mais

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE PESSOAL, ENSINO, SAÚDE E DESPORTO - SEPESD DEPARTAMENTO DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - DESAS COPRECOS-BRASIL

MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE PESSOAL, ENSINO, SAÚDE E DESPORTO - SEPESD DEPARTAMENTO DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - DESAS COPRECOS-BRASIL MINISTÉRIO DA DEFESA SECRETARIA DE PESSOAL, ENSINO, SAÚDE E DESPORTO - SEPESD DEPARTAMENTO DE SAÚDE E ASSISTÊNCIA SOCIAL - DESAS COPRECOS-BRASIL ANDERSON BERENGUER Ten Cel Farm (EB) Gerente-Geral do Programa

Leia mais

COGESPA 2016 PREVENÇÃO. Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo

COGESPA 2016 PREVENÇÃO. Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo COGESPA 2016 PREVENÇÃO Eixo II - Enfrentamento da Epidemia das DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo DST/Aids entre mulheres no Estado de São Paulo Diminuir a incidência de HIV/Aids entre as mulheres

Leia mais

Prevenção as DST/AIDS e Envelhecimento. Paula de Oliveira e Sousa

Prevenção as DST/AIDS e Envelhecimento. Paula de Oliveira e Sousa Prevenção as DST/AIDS e Envelhecimento Paula de Oliveira e Sousa Dados do Boletim de 2012 No Estado de São Paulo de 1980 a 2012 são 217.367 casos de AIDS Queda de 33,7% de 2000 a 2010 A taxa de incidência

Leia mais

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS

FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS FORMULÁRIO PARA APRESENTAÇÃO DE PROJETOS SOCIAIS DADOS DA ORGANIZAÇÃO PROPONENTE Razão Social CNPJ Inscrição Endereço Completo Telefone Email Representante Legal Endereço Completo RG Telefone CPF Email

Leia mais

Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP

Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP Título: A ATUAÇÃO DO CTA NO MUNICÍPIO DE JUNDIAÍ/SP Autores: Milena Luckesi de Souza¹, Grace do Prado Dan¹, Heloísa de Oliveira¹, Maria de Lurdes Munhoz¹ Serviço de Saúde: 1 - CTA - Centro de Testagem

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ.

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2017.1 CURSO PARA GESTANTES NASCER FELIZ CAMPUS MOSSORÓ. A Universidade Potiguar UnP, através da Direção da Escola da Saúde, torna público

Leia mais

Linha de Cuidado do Adulto: Atenção Integral à Saúde da Mulher

Linha de Cuidado do Adulto: Atenção Integral à Saúde da Mulher Secretaria Municipal de Saúde e Defesa Civil Sub- Secretaria de Promoção, Atenção Primária e Vigilância em Saúde Superintendência de Atenção Primária Coordenação de Linhas de Cuidado e Programas Especiais

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FISIOTERAPIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Fisioterapeuta, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva, capacitado

Leia mais

Avaliando o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) de Juazeiro - BA

Avaliando o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) de Juazeiro - BA Universidade Federal Do Vale Do São Francisco Avaliando o Programa Saúde e Prevenção nas Escolas (SPE) de Juazeiro - BA Trabalho de Conclusão de Curso Bruno Klécius Andrade Teles Orientador: Angelo A.

Leia mais

UMA PARCERIA DE AGENCIAS EM UM SÓ ESPAÇO GEOGRAFICO.

UMA PARCERIA DE AGENCIAS EM UM SÓ ESPAÇO GEOGRAFICO. Projeto Segurança Humana: São Paulo UMA PARCERIA DE AGENCIAS EM UM SÓ ESPAÇO GEOGRAFICO. SETEMBRO 2009 ANÁLISE DO PROJETO PROJETO SEGURANÇA A HUMANA NO MUNICÍPIO DE SÃO PAULO: Agências envolvidas: OPAS/OMS

Leia mais

Mostra de Projetos 2011. "Ser Gestante"

Mostra de Projetos 2011. Ser Gestante Mostra de Projetos 2011 "Ser Gestante" Mostra Local de: Guarapuava Categoria do projeto: Projetos em implantação, com resultados parciais. Cidade: Guarapuava Contato: (42) 3677 3379 / craspinhao@yahoo.com.br

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS

TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO CONSULTOR NACIONAL OPAS/OMS 1. Objetivo geral: 1.1 Apoiar tecnicamente a gestão e a implementação das atividades da Unidade de Saúde Familiar e Ciclo de Vida, especialmente

Leia mais

Programas Saúde na Escola e Mais Educação: O Compromisso da Educação com o PNAE

Programas Saúde na Escola e Mais Educação: O Compromisso da Educação com o PNAE V ENCONTRO NACIONAL DO PROGRAMA NACIONAL DE ALIMENTAÇÃO ESCOLAR - 2010 Programas Saúde na Escola e Mais Educação: O Compromisso da Educação com o PNAE Intersetorialidade para a implementação da Lei nº

Leia mais

QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO DIREÇÃO DE ENSINO E PESQUISA QUADRO DE VAGAS 2017/2 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA LOCAL VAGAS MODALIDADE DE ESTÁGIO Data

Leia mais

Programa Estadual de Educação ambiental do Rio de Janeiro. Processo de construção coletiva

Programa Estadual de Educação ambiental do Rio de Janeiro. Processo de construção coletiva Programa Estadual de Educação ambiental do Rio de Janeiro Processo de construção coletiva ProEEA A presente versão foi objeto de Consulta Pública que envolveu educadores ambientais dos 92 municípios fluminenses,

Leia mais

CNPJ: / Rua: 19 de Novembro nº 4158 Bairro: Real Copagre Teresina/PI CEP:

CNPJ: / Rua: 19 de Novembro nº 4158 Bairro: Real Copagre Teresina/PI CEP: Relatório de Atividades Ano de 2012 Janeiro Realização da atividade de prevenção a IST/HIV/AIDS, com ato na praça João Luis Ferreira no Centro de Teresina, ação alusiva ao 29 de Janeiro Dia Nacional de

Leia mais

DST/Aids, Direitos Sexuais e Reprodutivos: Revisitando as Tecnologias Disponíveis. Daniela Knauth Depto Medicina Social UFRGS

DST/Aids, Direitos Sexuais e Reprodutivos: Revisitando as Tecnologias Disponíveis. Daniela Knauth Depto Medicina Social UFRGS DST/Aids, Direitos Sexuais e Reprodutivos: Revisitando as Tecnologias Disponíveis Daniela Knauth Depto Medicina Social UFRGS Avanços? Nem tanto Avanços no manejo da epidemia: aumento da sobrevida das pessoas

Leia mais

NUTRIÇÃO NA FAMÍLIA: O papel p da nutrição na Estratégia de Saúde da

NUTRIÇÃO NA FAMÍLIA: O papel p da nutrição na Estratégia de Saúde da NUTRIÇÃO NA FAMÍLIA: O papel p da nutrição na Estratégia de Saúde da Família Neila Maria Viçosa Machado Profa. Do Departamento t de Nutrição/UFSC Coordenadora de Educação em Serviço do Curso de Especialização

Leia mais

REQUERIMENTO (Do Sr. Dr. UBIALI)

REQUERIMENTO (Do Sr. Dr. UBIALI) REQUERIMENTO (Do Sr. Dr. UBIALI) Requer o envio de Indicação ao Poder Executivo, relativa à inserção do Cooperativismo como Tema Transversal nos currículos escolares do ensino Senhor Presidente: Nos termos

Leia mais

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Faculdade de Direito de Alta Floresta - FADAF

REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA. Faculdade de Direito de Alta Floresta - FADAF REGULAMENTO DO PROGRAMA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA Faculdade de Direito de Alta Floresta - FADAF 2010 SUMÁRIO TITULO I... 3 DA CONCEITUAÇÃO DO PROGRAMA... 3 CAPÍTULO I... 3 DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA... 3

Leia mais

QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA ESTADO DO RIO GRANDE DO SUL SECRETARIA DA SAÚDE HOSPITAL PSIQUIÁTRICO SÃO PEDRO DIREÇÃO DE ENSINO E PESQUISA QUADRO DE VAGAS ESTÁGIO CURRICULAR 2018/1 QUADRO DE VAGAS 2018/1 ESTÁGIO CURRICULAR PSICOLOGIA

Leia mais

II SEMINÁRIO ESTADUAL sobre Política Municipal de Habitação - PLANO CATARINENSE DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PCHIS

II SEMINÁRIO ESTADUAL sobre Política Municipal de Habitação - PLANO CATARINENSE DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PCHIS II SEMINÁRIO ESTADUAL sobre Política Municipal de Habitação - PLANO CATARINENSE DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - PCHIS Plano Catarinense de Habitação de Interesse Social PCHIS ADESÃO AO SNHIS (Lei Federal

Leia mais

PAM REVISADO/FECHADO PELO ESTADO

PAM REVISADO/FECHADO PELO ESTADO Atual condição de Gestão do SUS: Gestão Plena de Sistema IDENTIFICAÇÃO DO GESTOR PÚBLICO DO SUS Situação do estado quanto a elaboração de Plano Diretor de Regionalização conforme a NOAS 2002: micro regional

Leia mais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais

ANAIS DO II SEMINÁRIO SOBRE GÊNERO: Os 10 anos da lei Maria da Penha e os desafios das políticas públicas transversais CONHECIMENTO DE ADOLESCENTES SOBRE SEXUALIDADE Maria Vitoria Gomes Elias (Bolsista PIBIC-Jr-Colégio Estadual Rainha da Paz) Micaias Mozzer de Oliveira (Bolsista PIBIC-Jr-Colégio Estadual Rainha da Paz)

Leia mais

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral

Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular. Semestral Curso Técnico Subsequente em Curso Técnico em Enfermagem Nome do Curso - Curso Técnico em Enfermagem CÂMPUS Florianópolis/SC MATRIZ CURRICULAR Módulo 1 / Semestre 1 Carga horária total: 390ch Unidade Curricular

Leia mais

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica (1996) é a Lei maior, com valor Constitucional, nenhuma outra lei ou regulamentação pode contrariá-la.

Lei de Diretrizes e Bases da Educação Básica (1996) é a Lei maior, com valor Constitucional, nenhuma outra lei ou regulamentação pode contrariá-la. A Equipe Gestora Central definirá quem, entre seus membros, será o responsável por esta frente de trabalho. O responsável elaborará um plano de trabalho que inclua todos os demais membros da Equipe em

Leia mais

A INCIDÊNCIA DE CASOS NOVOS DE AIDS EM CRIANÇA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA/RS/BRASIL 1

A INCIDÊNCIA DE CASOS NOVOS DE AIDS EM CRIANÇA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA/RS/BRASIL 1 A INCIDÊNCIA DE CASOS NOVOS DE AIDS EM CRIANÇA NO MUNICÍPIO DE SANTA MARIA/RS/BRASIL 1 Brum. C. N. ; Zuge. S. S. ; Ribeiro, A. C. ; Tronco, C. S. ; Tolentino, L. C. ; Santos, É. É. P. ;Padoin, S. M. M.

Leia mais

REDE CEGONHA NO ESTADO DE SÃO PAULO

REDE CEGONHA NO ESTADO DE SÃO PAULO Coordenadoria de Planejamento de Saúde REDE CEGONHA NO ESTADO DE SÃO PAULO Área Técnica da Saúde da Mulher SES/SP Karina Calife kcalife@saude.sp.gov.br Antonio Carlos Vazquez Vazquez acvazquez@saude.sp.gov.br

Leia mais

IMPLEMENTANDO CULTURA DE PAZ. Palavras-chave: Educação, Direitos Humanos, Cultura de paz, Cidadania.

IMPLEMENTANDO CULTURA DE PAZ. Palavras-chave: Educação, Direitos Humanos, Cultura de paz, Cidadania. IMPLEMENTANDO CULTURA DE PAZ Área temática: Direitos Humanos e Justiça Adriana Hartemink Cantini 1 Elisângela Maia Pessôa 2 Simone Barros de Oliveira 3 Elaine Santos da Rosa 4 Alexia Dorneles 5 Raphaela

Leia mais

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social 1988: Constituição Federal do Brasil Carta Cidadã do Brasil. Art. 194 - A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes

Leia mais

SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA: o vínculo e o diálogo necessários

SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA: o vínculo e o diálogo necessários SAÚDE MENTAL NA ATENÇÃO BÁSICA: o vínculo e o diálogo necessários II Mostra Nacional de Saúde Família 01º a 03 de junho de 2004 Diretrizes da política de saúde mental do MS Redução Progressiva dos Leitos

Leia mais

Objetivo: propor recomendações para o trabalho efetivo dos NDE

Objetivo: propor recomendações para o trabalho efetivo dos NDE PROIAC Estudo sobre Núcleo Docente Estruturante (NDE) Objetivo: propor recomendações para o trabalho efetivo dos NDE Claudia Marcia Borges Barreto claudiamarcia@id.uff.br O que é NDE? Comissão de acompanhamento

Leia mais

METODOLOGIA RESULTADOS

METODOLOGIA RESULTADOS Popularização de Kefir no Recôncavo da Bahia: um Relato de Experiência Edleuza Oliveira Silva, i Adna de Oliveira Barbosa, Carla Alves Barbosa ii, Ferlando Lima Santos iii, INTRODUÇÃO Embora o kefir seja

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO DO SUL

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO DO SUL PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS MATO GROSSO DO SUL Introdução O desafio de um plano de enfrentamento da epidemia da aids em população específica,

Leia mais

PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA

PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA PRIMEIROS RESULTADOS DA ANÁLISE DA LINHA DE BASE DA PESQUISA DE AVALIAÇÃO DE IMPACTO DO PROGRAMA BOLSA FAMÍLIA Instituição Executora: Centro de Desenvolvimento e Planejamento Regional CEDEPLAR / UFMG Ministério

Leia mais

Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República

Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Secretaria de Políticas para as Mulheres Presidência da República Apresentação de propostas e formalização de Convênios com a SPM - PR Vitória, maio de 2011 Secretaria de Políticas para as Mulheres Criada

Leia mais

HOSPITAL REGIONAL DE DIVINOLÂNDIA CONDERG-CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DE GOVERNO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA

HOSPITAL REGIONAL DE DIVINOLÂNDIA CONDERG-CONSÓRCIO DE DESENVOLVIMENTO DA REGIÃO DE GOVERNO DE SÃO JOÃO DA BOA VISTA 1. Apresentação O Projeto de Educação em Saúde nasceu na CCIH do Hospital Regional, estimulado pelo dito popular que diz que:... prevenir é melhor do que remediar. A intenção inicial foi de desenvolver

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS PARA HIV E SÍFILIS NA ASSISTÊNCIA AO PRE-NATAL NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICIPIO DE IGUATU

IMPLANTAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS PARA HIV E SÍFILIS NA ASSISTÊNCIA AO PRE-NATAL NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICIPIO DE IGUATU XV CONGRESSO DO COSEMS JUNHO/2016 MOSTRA ESTADUAL Município: Iguatu IMPLANTAÇÃO DOS TESTES RÁPIDOS PARA HIV E SÍFILIS NA ASSISTÊNCIA AO PRE-NATAL NA ATENÇÃO BÁSICA DO MUNICIPIO DE IGUATU Autores: José

Leia mais

Defender interesses difusos e coletivos, defender o regime democrático e a implementação de políticas constitucionais.

Defender interesses difusos e coletivos, defender o regime democrático e a implementação de políticas constitucionais. 1. Escopo ou finalidade do projeto Ampliar a efetividade do velamento que o Ministério Público exerce sobre as Fundações Privadas, de forma a garantir que este patrimônio social seja efetivamente aplicado

Leia mais

Título: Prevenção x Vulnerabilidades: a atuação do CTA junto à população HSH e Profissionais do Sexo

Título: Prevenção x Vulnerabilidades: a atuação do CTA junto à população HSH e Profissionais do Sexo Título: Prevenção x Vulnerabilidades: a atuação do CTA junto à população HSH e Profissionais do Sexo Autores: Grace do Prado Dan¹; Heloisa de Oliveira¹; Maria de Lurdes Magalhães de Almeida Munhoz¹; Milena

Leia mais

MARÇO Boletim Nº COMO ESTÃO O PORTAL DE TRANSPARÊNCIA E O SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO DA CÂMARA DE VEREADORES?

MARÇO Boletim Nº COMO ESTÃO O PORTAL DE TRANSPARÊNCIA E O SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO DA CÂMARA DE VEREADORES? Boletim Nº www.observatoriopiracicaba.org.br MARÇO 2017 COMO ESTÃO O PORTAL DE TRANSPARÊNCIA E O SERVIÇO DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO DA CÂMARA DE VEREADORES? A transparência é o acesso aos documentos e às

Leia mais

AUDITORIA. Conceito de auditoria

AUDITORIA. Conceito de auditoria AUDITORIA Conceito de auditoria A Auditoria é uma atividade de avaliação independente e de assessoria da administração, voltada para o exame e avaliação da adequação, eficiência e eficácia dos sistemas

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOCENTE: ALESSANDRA ASSIS DISCENTE: SILVIA ELAINE ALMEIDA LIMA DISCIPLINA: ESTÁGIO 2 QUARTO SEMESTRE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOCENTE: ALESSANDRA ASSIS DISCENTE: SILVIA ELAINE ALMEIDA LIMA DISCIPLINA: ESTÁGIO 2 QUARTO SEMESTRE PEDAGOGIA UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA DOCENTE: ALESSANDRA ASSIS DISCENTE: SILVIA ELAINE ALMEIDA LIMA DISCIPLINA: ESTÁGIO 2 QUARTO SEMESTRE PEDAGOGIA A leitura de mundo precede a leitura da palavra Paulo Freire

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ INSTITUTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS FACULDADE DE ADMINISTRAÇÃO CURSO DE BACHARELADO EM ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA Roberto Antonio dos Reis Gomes Shâmara Coelho dos Reis Victor

Leia mais

As políticas de Educação em Sexualidade no Brasil 2003 a 2008

As políticas de Educação em Sexualidade no Brasil 2003 a 2008 As políticas de Educação em Sexualidade no Brasil 2003 a 2008 Coordenação Sandra Unbehaum Sylvia Cavasin Equipe de Pesquisa Sandra Unbehaum Paulo Neves ECOS A ECOS - Comunicação em Sexualidade é uma organização

Leia mais

ANTICONCEPÇÃO: CONHECIMENTO E USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS

ANTICONCEPÇÃO: CONHECIMENTO E USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS ANTICONCEPÇÃO: CONHECIMENTO E USO DE MÉTODOS ANTICONCEPCIONAIS MARIA ANDREZA QUINDERÉ FECHINE (AUTORA E RELATORA) PAOLA COLARES DE BORBA JULIANA FECHINE BRAZ DE OLIVEIRA PROBLEMATIZAÇÃO SAÚDE REPRODUTIVA

Leia mais

PORTARIA MS Nº 1.262, DE 16 DE JUNHO DE 2006 - DOU 19.06.2006

PORTARIA MS Nº 1.262, DE 16 DE JUNHO DE 2006 - DOU 19.06.2006 PORTARIA MS Nº 1.262, DE 16 DE JUNHO DE 2006 - DOU 19.06.2006 Aprova o Regulamento Técnico para estabelecer as atribuições, deveres e indicadores de eficiência e do potencial de doação de órgãos e tecidos

Leia mais

O QUE ORIENTA O PROGRAMA

O QUE ORIENTA O PROGRAMA O QUE ORIENTA O PROGRAMA A Secretaria Especial de Políticas para as Mulheres estabeleceu um diálogo permanente com as mulheres brasileiras por meio de conferências nacionais que constituíram um marco na

Leia mais

ALIANDO A TEORIA E A PRÁTICA DOCENTE NO COTIDIANO DA ESCOLA ATRAVÉS DO PIBID

ALIANDO A TEORIA E A PRÁTICA DOCENTE NO COTIDIANO DA ESCOLA ATRAVÉS DO PIBID ALIANDO A TEORIA E A PRÁTICA DOCENTE NO COTIDIANO DA ESCOLA ATRAVÉS DO PIBID 2 ALIANDO A TEORIA E A PRÁTICA DOCENTE NO COTIDIANO DA ESCOLA ATRAVÉS DO PIBID BORGES Maria Jesus da Cunha 1 MORAES Adriana

Leia mais

Projeto: Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS COLETIVO MS Ministério da Saúde Secretaria Executiva

Projeto: Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS COLETIVO MS Ministério da Saúde Secretaria Executiva Valorização do Trabalho e dos Trabalhadores do MS 2011 2014 Ministério da Saúde Secretaria Executiva O Coletivo MS é um grupo de trabalhadores do Ministério da Saúde, coordenado pela Secretaria Executiva,

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL

TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL TERMO DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE SERVIÇOS DE CONSULTORIA VISANDO A ELABORAÇÃO DE JOGO AMBIENTAL 1. IDENTIFICAÇÃO DO TERMO DE REFERÊNCIA NÚMERO: 08/2010 2. IDENTIFICAÇÃO DO CONTRATANTE CONTRATANTE:

Leia mais

Caderneta da Gestante

Caderneta da Gestante MINISTÉRIO DA SAÚDE SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE DEPARTAMENTO DE AÇÕES PROGRAMÁTICAS ESTRATÉGICAS COORDENAÇÃO GERAL DE SAÚDE DAS MULHERES Caderneta da Gestante * A assistência pré-natal se constitui em

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA

POLÍTICA DE SEGURANÇA A EMPRESA A Sartori Serviços foi fundada em fevereiro do ano 2000 pelo Sr. José das Graças Sartori, que visualizou inicialmente, o segmento de prestação de serviços na área de montagem, manutenção mecânica

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE PALMAS - ULBRA

CENTRO UNIVERSITÁRIO LUTERANO DE PALMAS - ULBRA PARECER CONSUBSTANCIADO DO CEP DADOS DO PROJETO DE PESQUISA Título da Pesquisa: Planejamento Familiar - uma base de dados Pesquisador: Jaqueline Miranda Barros Silva Área Temática: Versão: 2 CAAE: 44903715.1.0000.5516

Leia mais

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP UMA CONTRIBUIÇÃO DO RESIDENTE DE ENFERMAGEM NO CAMPO DE PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP UMA CONTRIBUIÇÃO DO RESIDENTE DE ENFERMAGEM NO CAMPO DE PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA 4 RESUMO DOS 120 ANOS DA EEAP UMA CONTRIBUIÇÃO DO RESIDENTE DE ENFERMAGEM NO CAMPO DE PRÁTICA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Ana Carolina Albino de Oliveira 1, Márcia Pereira Gomes 2, Maria Tereza Tavares 3 RESUMO

Leia mais

AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE PRÉ-NATAL NA UBS VILA MUNICIPAL EM PELOTAS

AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE PRÉ-NATAL NA UBS VILA MUNICIPAL EM PELOTAS AVALIAÇÃO DO MONITORAMENTO DO PROGRAMA DE PRÉ-NATAL NA UBS VILA MUNICIPAL EM PELOTAS André Paiva Salaberry, Alessandra Mendes de Barros, Ana Carolina Dias Campos, Daniela Mezzomo, Eduardo Jannke, Elisabete

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Plano Municipal de Saúde 2014-2017

Plano Municipal de Saúde 2014-2017 Plano Municipal de Saúde 2014-2017 Plano Municipal de Saúde - PMS O instrumento que, a partir de uma análise situacional, apresenta as intenções e os resultados a serem buscados no período de quatro anos,

Leia mais

Cuidados com a Saúde do Homem experiência de Petrolândia - SC. Rosimeri Geremias Farias

Cuidados com a Saúde do Homem experiência de Petrolândia - SC. Rosimeri Geremias Farias Cuidados com a Saúde do Homem experiência de Petrolândia - SC Rosimeri Geremias Farias Petrolândia Município de Petrolândia Alto Vale do Itajaí. Duas Equipes de Saúde da Família com Saúde Bucal. NASF Pólo

Leia mais

RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO

RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO RELATO DE EXPERIÊNCIA AVALIAÇÃO PARA MELHORIA DA QUALIDADE DA ESTRATÉGIA SAÚDE DA FAMÍLIA: A EXPERIÊNCIA DO MUNICÍPIO DE TERESINA Ayla Maria Calixto de Carvalho Alba Alves Costa Marques Telma Maria Evangelista

Leia mais

Palavras-chave: formação de professores; profissão docente; profissionalização docente.

Palavras-chave: formação de professores; profissão docente; profissionalização docente. A PRODUÇÃO ACADÊMICA SOBRE A PROFISSIONALIZAÇÃO DOCENTE NA REGIÃO CENTRO-OESTE RELATOS DE UM ANO DE INICIAÇÃO CIENTIFICA (PIBIC) Jackeline Império Soares 1 Resumo Este trabalho tem como objetivo relatar

Leia mais

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE OSASCO

PREFEITURA DO MUNICÍPIO DE OSASCO Projeto de melhoria da estrutura de equipamentos públicos e programas de saúde existentes A Cidade de Osasco constitui-se em importante polo de desenvolvimento da Região Oeste Metropolitana de São Paulo

Leia mais

Perfil dos nascidos vivos de mães residentes na área programática 2.2 no Município do Rio de Janeiro

Perfil dos nascidos vivos de mães residentes na área programática 2.2 no Município do Rio de Janeiro Perfil dos nascidos vivos de mães residentes na área programática 2.2 no Município do Rio de Janeiro Ana Lucia A. de Toledo Carla R. Fernandes 1 Ana Claudia S. Amaral -NESC/UFRJ-SMS/RJ) Vania da S. Cardoso

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2007/1 MODALIDADE: EXTENSÃO

ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2007/1 MODALIDADE: EXTENSÃO ATIVIDADES COMPLEMENTARES 2007/1 MODALIDADE: EXTENSÃO 1. Auto - estima e retorno ao trabalho Local: Clínica Psicológica, UBS Pestano/Fátima 1. Professora Responsável: Rosane Pinheiro Kruger Feijó 2. Tempo

Leia mais

Prêmio Nacional de Inovação

Prêmio Nacional de Inovação Prêmio Nacional de Inovação 2013 Caderno de Avaliação Categoria EMPRESA: Agentes Locais de Inovação Método: Esta dimensão visa facilitar o entendimento de como estão sendo utilizados sistemas, métodos

Leia mais

Profa. Neila Maria Viçosa Machado

Profa. Neila Maria Viçosa Machado SAÚDE E EDUCAÇÃO: uma perspectiva de integração a partir da Atenção Básica pelos Programa Saúde na Escola (PSE) e Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Profa. Neila Maria Viçosa Machado SAÚDE

Leia mais

O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais

O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais O Curso de Avaliação Econômica de Projetos Sociais Betânia Peixoto Brasília, Junho de 2013 Público Alvo e Requisitos Exigidos Gestores / Coordenadores de ONGs ou OSCIPs; Secretários ou técnicos de secretarias

Leia mais

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO

PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO BÁSICA PACTO NACIONAL PELO FORTALECIMENTO DO ENSINO MÉDIO Secretaria de Educação Básica Diretoria de Apoio à Gestão 1 Educacional Objetivo do Pacto do Ensino

Leia mais

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES E NÃO CURRICULARES DOS CURSOS DIURNO E NOTURNO DE ODONTOLOGIA. CAPÍTULO I Da caracterização

REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES E NÃO CURRICULARES DOS CURSOS DIURNO E NOTURNO DE ODONTOLOGIA. CAPÍTULO I Da caracterização REGULAMENTO DOS ESTÁGIOS CURRICULARES E NÃO CURRICULARES DOS CURSOS DIURNO E NOTURNO DE ODONTOLOGIA. CAPÍTULO I Da caracterização Art. 1º Estágio curricular obrigatório é aquele definido como tal no projeto

Leia mais

CURSO: MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS

CURSO: MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS CURSOS DE PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU CURSO: MBA EM DESENVOLVIMENTO DE PESSOAS COM ÊNFASE EM COMPETÊNCIAS ANO 15/1 : UNIDADE BUENO - SÁBADOS QUINZENAIS DISCIPLINA CARGA HORÁRIA COORDENADOR: Profa Carmen Rizzotto

Leia mais

Natália de Oliveira Fontoura. Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília, março de 2014

Natália de Oliveira Fontoura. Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada. Brasília, março de 2014 Natália de Oliveira Fontoura Diretoria de Estudos e Políticas Sociais Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada Brasília, março de 2014 Apesar das conquistas das mulheres, são ainda observadas muitas desigualdades

Leia mais

Categoria Embarcador/ Transportador. Tema Avanços nas ações integradas realizadas em parceria entre embarcadores e transportadoras

Categoria Embarcador/ Transportador. Tema Avanços nas ações integradas realizadas em parceria entre embarcadores e transportadoras Categoria Embarcador/ Transportador Tema Avanços nas ações integradas realizadas em parceria entre embarcadores e transportadoras Grupo Boticário Introdução Ação: Patrocínio de treinamentos de Pontos Focais

Leia mais

OFERTAS E FERRAMENTAS DE APOIO AO CUIDADO DAB/SAS/MS

OFERTAS E FERRAMENTAS DE APOIO AO CUIDADO DAB/SAS/MS OFERTAS E FERRAMENTAS DE APOIO AO CUIDADO DAB/SAS/MS http://dab.saude.gov.br/portaldab/index.php PAB Saúde das Mulheres PAB Saúde das Mulheres Enfoque clínico e de gestão do cuidado; Cuidado da mulher

Leia mais

Centro de Ciências da Saúde

Centro de Ciências da Saúde Regulamento do estágio supervisionado curricular obrigatório e nãoobrigatório do curso de graduação em Terapia Ocupacional Título I - Dos Estágios Supervisionados Art. 1º. Os estágios supervisionados são

Leia mais

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL PROJETO DE ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE.

PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL PROJETO DE ASSISTÊNCIA INTERPROFISSIONAL A GESTANTE. PROGRAMA INSTITUCIONAL DE APOIO À EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDITAL 2017.2. CAMPUS NATAL A Universidade Potiguar UnP, através da Direção da Escola da Saúde, torna público o presente Edital e convida o seu

Leia mais

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO Organização dos Estados Ibero-americanos Para a Educação, a Ciência e a Cultura MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA CONTRATAÇÃO DE PESSOA FÍSICA

Leia mais

UNIFESP Diadema. Profa. Dra. Luciana Chagas Caperuto Presidente da Comissão Permanente de Espaço Físico

UNIFESP Diadema. Profa. Dra. Luciana Chagas Caperuto Presidente da Comissão Permanente de Espaço Físico Universidade Federal de São Paulo Instituto de Ciências Ambientais, Químicas e Farmacêuticas UNIFESP Diadema Comissão Permanente de Espaço Físico MEMORANDO 17/2013 CPEF Diadema, 01 de junho de 2013 À Profa.

Leia mais

FOME ZERO. VI Encontro Nacional dos Coordenadores Estaduais e Centros Colaboradores em Alimentaçã. ção CGPAN/MS/Brasília

FOME ZERO. VI Encontro Nacional dos Coordenadores Estaduais e Centros Colaboradores em Alimentaçã. ção CGPAN/MS/Brasília FOME ZERO VI Encontro Nacional dos Coordenadores Estaduais e Centros Colaboradores em Alimentaçã ção e Nutriçã ção CGPAN/MS/Brasília lia-df Ministério do Desenvolvimento Social e Combate à Fome Abril/2006

Leia mais

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 UNFPA FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS

COPATROCINADOR UNAIDS 2015 UNFPA FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS COPATROCINADOR UNAIDS 2015 UNFPA FUNDO DE POPULAÇÃO DAS NAÇÕES UNIDAS COPATROCINADORES UNAIDS 2015 UNFPA O QUE É O UNFPA? O Fundo de População das Nações Unidas (UNFPA) se esforça para oferecer um mundo

Leia mais

Seminário Internacional Trabalho Social em Habitação: Desafios do Direito à Cidade. Mesa 2: AGENTES PÚBLICOS, NORMATIVOS E DIREÇÃO DO TRABALHO SOCIAL

Seminário Internacional Trabalho Social em Habitação: Desafios do Direito à Cidade. Mesa 2: AGENTES PÚBLICOS, NORMATIVOS E DIREÇÃO DO TRABALHO SOCIAL Seminário Internacional Trabalho Social em Habitação: Desafios do Direito à Cidade Mesa 2: AGENTES PÚBLICOS, NORMATIVOS E DIREÇÃO DO TRABALHO SOCIAL Elzira Leão Trabalho Social/DHAB/DUAP/SNH Ministério

Leia mais

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS BAHIA

PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS BAHIA PLANO DE ENFRENTAMENTO DA EPIDEMIA DE AIDS E DAS DST ENTRE A POPULAÇÃO DE GAYS, HSH E TRAVESTIS BAHIA OBJETIVO GERAL Promover ações integradas para o enfrentamento da epidemia de HIV/AIDS e outras DST

Leia mais

SERVIÇO SOCIAL E A MEDICINA PREVENTIVA

SERVIÇO SOCIAL E A MEDICINA PREVENTIVA SERVIÇO SOCIAL E A MEDICINA PREVENTIVA NOSSA CASA A importância do Trabalho em Equipe Multidisciplinar Assistente Social Enfermeira Técnicos de enfermagem Fisioterapeuta Nutricionista Médico Psicólogo

Leia mais

PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹

PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹ PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹ HENRIQUE, Helen de Oliveira²; BIZERRA, Adais Alves³; SILVA, Laiana Luiza da⁴; LIMA, Lorrany

Leia mais