Quando eles tinham a minha idade

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1 NOITE E NEVOEIRO: a partir de 1942, os deportados políticos eram assim designados. Morriam, sem deixar rasto, nos campos de extermínio alemães. Em 1942, realizou se em segredo a Conferência de Wannsee, na qual se deu o aval à solução final, ou seja, à deportação e eliminação sistemática de judeus. Eram presos e transportados em vagões de animais. Quando chegavam aos campos, fazia se uma triagem. Os que estavam aptos para o trabalho iam para as fábricas. As crianças, os velhos e as mulheres grávidas iam directamente para as câmaras de gás. Quase três milhões de seres humanos foram massacrados nestas fábricas de morte entre 1941 e PÉTAIN, Marechal: nascido em 1856, foi militar de carreira. Conseguiu parar a ofensiva alemã em Verdun, na Primeira Guerra Mundial. Foi nomeado Marechal de França em Quando foi chamado para o governo em 1940, resolveu negociar o armistício com Hitler e entrar numa política colaboracionista com os Alemães. Depois da Libertação, foi julgado e condenado à morte, mas de Gaulle comutou a sentença em prisão perpétua. Morreu na ilha de Yeu em 1951, após seis anos de cativeiro. RAF: Royal Air Force, aviação britânica. RUSGA DO VELÓDROMO DE INVERNO: a 16 e 17 de Julho de 1942, mais de judeus foram presos pelas autoridades francesas, a pedido dos Alemães. Homens, mulheres e crianças, as mais pequenas com menos de dois anos de idade, foram atirados para autocarros e transportados para este velódromo, de onde foram deportados para Auschwitz Birkenau. Dos judeus deportados de França, só sobreviveram. RESISTENTES: homens e mulheres que lutam contra os ocupantes dos seus países. SCHOLL, Sophie: aluna de Biologia e Filosofia na Universidade de Munique, fundou com o irmão e alguns amigos da resistência anti nazi, o movimento da Rosa Branca. Foi presa e executada em Fevereiro de Tinha 22 anos. SS: organização paramilitar e policial nazi, criada em 1925 para servir de guarda pessoal a Hitler. A partir de 1933 impuseram o terror. Foram encarregados de controlar os países ocupados e de guardar os campos de concentração. Distinguiram se pela sua crueldade, barbárie e selvajaria. TOMMIES (singular Tommy): nome dado pelos Alemães aos soldados britânicos. WEHRMACHT: exércitos de mar, terra e ar alemães. Desde 1940 que os Franceses utilizam erradamente a palavra para designar apenas o exército de terra. Gilles Bonotaux ; Hélène Lasserre Quand ils avaient mon âge: Londres, Paris, Berlin Paris, Autrement Jeunesse, 2003 (Tradução e adaptação) Quando eles tinham a minha idade pássaros negros rasgavam o céu Em 1918 termina a Primeira Guerra Mundial: a Alemanha é derrotada. Um ano mais tarde, o Tratado de Versalhes dita as condições da derrota, que humilham profundamente o povo alemão. Considerado responsável pelo conflito, este é obrigado a pagar avultadas somas de dinheiro aos países vencedores, como reparação dos prejuízos de guerra. A Europa é atingida por uma grave crise económica, que tem origem nos Estados Unidos da América em A Alemanha é duramente afectada. Mais de 6 milhões de pessoas estão no desemprego. A população, descontente, busca soluções, ora no comunismo, o sistema

2 político vigente na URSS desde Outubro de 1917, ora no Partido Nacional Socialista, o partido nazi, cujo líder é Adolf Hitler*. Em 1933, Hitler é eleito chanceler, ou seja, chefe do governo. Entra em vigor um sistema policial, alicerçado nas SS* e na Gestapo*, que aterroriza a população. O nazismo é um regime fascista e racista: é uma ditadura*. As crianças e os adolescentes são doutrinados pelas Juventudes Hitlerianas, no seio das quais aprendem os valores do novo regime: o ódio aos comunistas, aos ciganos e aos judeus. Estes são considerados uma raça inferior e nefasta. Em 1935 publicam se as Leis de Nuremberga, que excluem os judeus da sociedade: não podem trabalhar, ir ao cinema, andar de autocarro ou ter um aparelho de rádio. Em 1936, Hitler sonha devolver à Alemanha a sua grandeza de outrora. Para tal, reorganiza o exército e prepara se para a guerra. A França é também atingida pela crise económica, situação que faz emergir partidos de extrema direita. As forças de esquerda unem se e formam o governo da Frente Popular, que ganha as eleições de A Frente Popular institui férias para todos, mas não consegue resolver o problema do desemprego. A crise económica arrasta se e gera descontentamento generalizado entre a população. Em 1938, Hitler decide que a Áustria faz parte da Alemanha e anexa a (Anschluss). A França e a Inglaterra ignoram este gesto a fim de evitar a guerra. Um ano mais tarde, em 1939, Hitler invade a Checoslováquia e ameaça a Polónia, que é um país aliado da França e da Inglaterra. A 1 de Setembro, o exército alemão invade a Polónia. Dois dias depois, a França e a Inglaterra declaram guerra à Alemanha. aquando da libertação de Paris em GASOGÉNIO: durante a Ocupação, a gasolina era racionada e poucos podiam andar de carro. Os que precisavam de o fazer impreterivelmente equipavam a viatura com um gasogénio, uma espécie de máquina que transformava o carvão em gás. GESTAPO: abreviatura da expressão alemã Gehemeine Staatspolizei, Polícia Secreta do Estado. A Gestapo era a polícia política da Alemanha nazi. Organizada na década de 30, esteve presente nos países ocupados durante a guerra. Prendia, torturava, matava ou internava em campos de concentração todos os suspeitos de se oporem ao regime. Participou activamente no envio de judeus para os campos de concentração. GOEBBELS: político alemão nascido em Doutorado em Filosofia, foi nomeado Ministro da Propaganda e da Informação em Rapidamente controlou a imprensa, o cinema, o teatro e a rádio. Disseminava mensagens de ódio e mentira e teve uma enorme influência sobre o povo alemão. Suicidou se a 1 de Maio de 1945, um dia depois de Hitler. GUERRA FALSA (Grã Bretanha), GUERRA ESTRANHA (França), GUERRA SENTADA (Alemanha): designações dadas ao período entre Setembro de 1939 e 10 de Maio de A guerra tinha sido declarada, mas não havia ainda combates. HITLER: nascido em 1889, tornou se chefe do partido nazi em 1919 e chanceler da Alemanha em Suicidou se no seu bunker a 30 de Abril de 1945, depois de ter conduzido o país à ruína. KOMMANDANTUR: termo alemão que designa o escritório do comandante militar alemão durante a Segunda Guerra Mundial. Havia Kommandanturs em todas as grandes cidades ocupadas. Em Paris, situava se na rue de Rivoli. LINHA SIEGFRIED: linha de fortificação construída pelos Alemães entre 1936 e 1940 para dissuadir qualquer ataque inimigo. Do lado francês chamava se Linha Maginot. LUFTWAFFE: aviação alemã. MERCADO NEGRO: comércio clandestino praticado sob a ocupação por pessoas pouco escrupulosas (merceeiros, leiteiros, camponeses), que se aproveitavam da situação de penúria em que se encontrava a França para enriquecer. Quando faltava de tudo comida, roupa, carvão as pessoas podiam abastecer se no mercado negro, com a condição de pagarem. NOITE DE CRISTAL: noite de 9 de Novembro de 1938, na qual os judeus foram alvo do ódio nazi. Foram incendiadas sinagogas, destruídas e pilhadas casas, e todas as janelas de lojas pertencentes a judeus foram partidas. Muitos judeus foram mortos e muitos outros enviados para campos de concentração. Face a esta violência e a este ódio, houve judeus que se suicidaram ou fugiram.

3 durante a Segunda Guerra Mundial. CONFRATERNIZAR COM O INIMIGO: depois da guerra, a vontade de punir aqueles que tinham colaborado com o invasor tomou rapidamente a forma de vinganças pessoais. Houve pessoas que foram executadas sem julgamento, e as mulheres acusadas de se terem relacionado com Alemães foram tonsuradas. Quando vigorou de novo um estado de direito, as execuções foram interrompidas. COUVES GALEGAS E BATATAS CARVALHAS: era muito difícil para as pessoas alimentarem se durante a ocupação. Como havia pouca manteiga, carne, azeite e pão, e o chocolate e o café tinham desaparecido completamente, as pessoas sujeitavam se a adquirir no mercado uns tubérculos insípidos, que nem eram alimentícios nem sabiam bem. Ainda hoje é possível encontrá los, mas as pessoas que viveram nesse período da história não têm vontade de os comer. DESEMBARQUE: na noite de 5 para 6 de Junho de 1944, a frota aliada composta por Americanos, Britânicos, Canadianos, Franceses e Polacos desembarcou nas costas da Normandia. Às 6 horas e 30 minutos, as primeiras tropas pisaram as praias de Juno, Gold e Sword, designações em código adoptadas pelos Britânicos, e de Utah e Omaha, designações dos locais onde os Americanos desembarcaram. No fim do dia mais longo tinham desembarcado dez divisões. A libertação da França começara. DIAS SEM : expressão utilizada para designar os dias em que a carne, a manteiga, o álcool e o açúcar não podiam ser vendidos. DITADURA: sistema político no qual o poder está nas mãos de uma só pessoa ou onde vigora o regime de partido único. O poder é exercido de forma autoritária. ESTRELA AMARELA: pedaço de tecido amarelo em forma de estrela de seis pontas em alusão à estrela de David, símbolo do judaísmo que todos os judeus com mais de seis anos tinham de usar no lado esquerdo da roupa, na França ocupada, a partir de Junho de Tratava se de uma lei vexatória e humilhante. Isto acontecia nas zonas ocupadas. Nas zonas não ocupadas, a menção judeu aparecia nos bilhetes de identidade e nos cartões de racionamento. Na Alemanha, o uso da estrela amarela tornou se obrigatório em Setembro de FASCISMO: palavra italiana que designa o sistema político criado em Itália por Mussolini em Toda a vida política, económica e social se desenrola sob a autoridade do estado. Este sistema estendeu se a outros países como a Alemanha e a Espanha. FÜHRER: palavra alemã que significa guia. Foi o epíteto dado a Hitler desde GAULLE, Charles de ( ): foi para Inglaterra em 1940, quando Pétain pediu o armistício a Hitler. A 18 de Junho de 1940 lança um apelo aos Franceses a partir de Londres, encorajando os a continuar a combater e a aliarem se a ele. Organiza a Resistência e torna se o Chefe da França livre. Está ao lado dos Aliados Em Dezembro de 1939, Mary vive em Londres, Suzanne em Paris e Heidi em Berlim. Têm oito anos e festejam o Natal com a família. Há já três meses que a guerra começou. Para Mary trata se de uma guerra falsa *; para Suzanne é uma guerra estranha, e para Heidi é uma guerra sentada. Vive se a calma antes da tempestade

4 Londres, Natal de 1939 Mary tinha muita pena de que a boneca que lhe tinham oferecido pelo Natal não pudesse provar o suculento pudim próprio da quadra. Paciência! Pussy, o gato da família, encarregar se ia disso com gosto! Toda a família estava reunida: Betty, a filha mais velha, cujo marido já estava na frente; William, o rapaz mais velho, que gozava uma última licença antes de partir para França; e Peter, que tinha catorze anos e esperava vir a ser ainda um herói de guerra! Os habitantes de Londres estavam preparados para resistir aos bombardeamentos da aviação alemã e aos ataques de gás. Desde Setembro que o pai de Mary tinha instalado no jardim um abrigo Anderson*, enquanto a mãe tentava alegrar os cortinados negros do black out* com cretone florido. Apesar da guerra, Mary estava feliz por estar em casa, depois de três meses de penoso exílio. No dia 1 de Setembro, Mary e todas as crianças da sua escola tinham sido enviadas para o campo, para longe de Londres e de eventuais bombardeamentos. Mas isso significava também estar longe dos pais. Mantenham se calmos, determinados e unidos, tinha pedido o rei Jorge VI na rádio. Unidos! Era tudo o que Mary queria. Ficar com a família para ajudar os pais e o país no esforço de guerra Tinha de pôr a máscara de gás Mickey, manter se bem informada, não falar impensadamente para o caso de Hitler estar à escuta, alimentar os porcos, confiar nos balões de observação que impediam os aviões inimigos de voarem a baixa altitude sobre Londres, e não acreditar em Lord Haw Haw, um célebre apresentador britânico. Este traidor vivia na Alemanha e fazia propaganda Viena, Ilse em Praga, Song em Pequim, Karita em Helsínquia, Lisbeth em Copenhaga, Sophia em Atenas, Sena em Belgrado, Louise em Bruxelas, Anne em Amesterdão, Gabriela em Varsóvia, Iléana em Bucareste, Kriztina em Budapeste, Sen em Tóquio. GLOSSÁRIO: ABRIGOS ANDERSON: espécie de cabanas em aço ondulado enterradas no solo, que protegiam as pessoas em caso de bombardeamento. Assim chamadas devido ao nome do Ministro do Interior britânico da altura. AMIES (singular AMY): nome dado pelos Alemães aos soldados americanos. ARMISTÍCIO: acordo firmado por países que estão em guerra para cessar os combates. ARIANA: adjectivo que, para os nazis, designa a raça pura branca e nórdica ou seja, homens e mulheres de cabelo loiro e olhos claros. Os nazis acreditavam que esta raça conduziria os destinos da humanidade. Decidiram eliminar todos os que consideravam membros de raças inferiores, que consideravam sub humanos: homossexuais, doentes mentais, judeus, ciganos, eslavos. Nesta época, os seres humanos eram classificados de acordo com a raça a que pertenciam, o que era absurdo do ponto de vista científico, e abominável segundo a perspectiva dos Direitos do Homem. BARATA GASTADORA : personagem humorística que representava Hitler sob a forma de barata, criada com a intenção de prevenir o desperdício. BLACK OUT: termo inglês que significa escurecimento. A fim de evitar que os aviões inimigos vissem as cidades, as populações deviam calafetar todas as janelas para impedir a luz de passar para o exterior. Nas ruas, havia também uma escuridão total. BLITZ: termo alemão que significa relâmpago e que tem a ver com a palavra Blitzkrieg, ou seja, guerra relâmpago. Dá se este nome ao período de bombardeamentos da aviação alemã sobre a Grã Bretanha entre Setembro de 1940 e Maio de BOCHES: nome pejorativo usado pelos Franceses para designar os Alemães durante a Segunda Guerra Mundial. CHURCHILL, Winston ( ): político britânico que se tornou Primeiro Ministro em Homem determinado, simboliza o heroísmo da Grã Bretanha

5 Londres, Natal de 1945 O primeiro Natal de paz desde há seis anos. Havia ainda falta de tudo, o que aborrecia Pussy Cat, que tinha envelhecido mais do que engordado. Mas estavam todos em casa. Com o pouco de que dispunha, a mãe de Mary tinha, mesmo assim, conseguido fazer o pudim de Natal Paris, Natal de 1945 Os avós já não precisavam de autorização para vir visitar a família e trazer lhe as coisas que ainda faltavam. Durante a guerra, o divertido tio de Suzanne tinha feito mais do que pendurar a roupa na Linha Siegfried. Prisioneiro em 1940, tinha se evadido para Londres e juntado ao General de Gaulle. Aos catorze anos, Suzanne aprendia o rock n roll. Berlim, Natal de 1945 Apesar de haver um pinheiro decorado e encomendas da Cruz Vermelha, Heidi já conhecera Natais mais alegres. Helmut era prisioneiro dos Russos, e o pai, dos Franceses. Berlim tinha sido dividida em quatro zonas de ocupação: francesa, britânica, americana e russa. Heidi teria ainda de esperar até reencontrar os seus e reconstruir o seu país. Mary, Suzanne e Heidi não viveram a grande aventura da guerra da mesma maneira. Essa aventura foi também diferente, melhor ou pior, para: Clara em Roma, Larissa em Moscovo, Ingrid em Oslo, Helga em nazi na rádio. Os seus discursos inquietavam os ouvintes, mas a sua voz snobe divertia os muito. Paris, Natal de 1939 Havemos de pendurar a nossa roupa na Linha Siegfried *. Suzanne achava esta canção muito engraçada. Era o tio François que a cantava. François tinha tido uma licença de 3 dias e contava divertir se em Paname (Paris) antes de regressar à sua guerra estranha. Suzanne e a sua irmãzinha, Yvonne, tinham descoberto de manhã, aos pés da chaminé, brinquedos de meninas: loucinha de jantar, uma boneca e um carrinho de bebé. O seu irmão, Maurice, já se via general de um exército de soldadinhos de chumbo, cuja inércia o aborrecia. Achava muito mais engraçado que esses soldados fossem de carne e osso para se poderem matar a sério Era incrível que todas as pessoas achassem a guerra estranha Todas excepto a avó, que tinha chorado, a 3 de Setembro, ao ouvir o rebate dos sinos a anunciar a guerra e a mobilização geral. A avó tinha perdido o marido e um irmão na guerra de Mas parecia um ano igual aos outros: Suzanne ia à escola, ensinava Yvonne a ler, brincava com bolas de neve, suportava com valentia os dias sem * e o início dos racionamentos. Constatava que a vida não tinha mudado muito e Maurice tinha pena de que a guerra fosse algo de banal e sem suspense!

6 Berlim, Natal de 1939 Para a família de Heidi, este Natal trazia boas notícias: o exército alemão estava a vencer todas as batalhas e esperava se que a França e a Inglaterra capitulassem em breve. Graças ao Führer*, Adolf Hitler, que tinha chamado a si os destinos da nação, a Alemanha tinha recuperado a grandeza de outrora. Hans, que acabava de fazer 15 anos, sentia se orgulhoso do seu uniforme da Juventude Hitleriana: os desfiles e os exercícios militares enchiam no de entusiasmo Ainda bem, porque eram obrigatórios! Acompanhados pela mãe ao piano, Heidi, Hans e Helmut cantavam diante do pinheiro iluminado, enquanto olhavam os presentes com impaciência. Pensavam com satisfação no jantar de Natal que iam saborear, rico e variado apesar das restrições. Doce noite, santa noite Mas nem todas as noites eram iguais. Um ano antes, em Novembro de 1938, tinha havido a Noite de Cristal *. Heidi lembrava se de ter passado diante da loja destruída do vendedor de brinquedos, um homem que ela achava muito delicado. Não percebia por que lhe queriam mal. Heidi tinha tido medo das SA e das SS, membros do partido nazi e fiéis a Hitler Mas todos tinham de ser fiéis. O Führer tinha feito grandes coisas pela Alemanha: havia trabalho para todos; os carros do povo tinham aparecido; as pessoas realizavam cruzeiros maravilhosos a preços imbatíveis, graças ao programa A força pela alegria. Os aparelhos de rádio custavam pouco e eram suficientemente potentes para todos ouvi Berlim, Maio de 1945 Depois de ter ocupado quase toda a Europa, e acumulado vitória sobre vitória, o grande exército alemão tinha batido em retirada e perdido o seu próprio território. A Alemanha era agora invadida: a oeste, pelas tropas francesas, americanas, canadianas e britânicas, a este, pelas russas. Os civis, em pânico, tentavam fugir dos ocupantes. Não se dizia que os Russos queimavam aldeias, degolavam e massacravam as populações? Que os Ingleses largavam deliberadamente bombas sobre inocentes? Hitler, sabendo se perdido, preocupava se cada vez menos com o seu povo. Quem iria cuidar de Heidi? No dia 1 de Maio, os Russos ergueram a bandeira vermelha no telhado do Parlamento Alguns dias antes, Hitler tinha mandado inundar o metro para impedir os Russos de avançar em Berlim. Velhos e jovens sacrificavam a vida num combate perdido de antemão. Helmut teve a sorte de ser feito prisioneiro. A 8 de Maio de 1945, a Alemanha capitulava. O mundo descobria o horror. Aos 14 anos, sem ter conhecido outro regime que não o nazismo, Heidi endossava, enquanto Alemã, uma culpabilidade que não era sua. A 6 de Agosto de 1945, os Americanos lançaram a primeira bomba atómica sobre Hiroshima. Três dias mais tarde, era a vez de Nagasaki. O Japão, aliado dos Alemães, capitulou a 2 de Setembro de A Segunda Guerra Mundial tinha acabado definitivamente. Houve cinquenta e cinco milhões de mortos, dos quais trinta milhões de civis. Seis milhões eram judeus.

7 até já conseguia fazer balões com a pastilha elástica. dias de Ocupação, Paris festejava a sua liberdade reencontrada. Suzanne soldado americano hoje do que um alemão ontem. Depois de 4 anos e 46 despudoradamente um soldado americano. Mas era melhor beijar um Alemães. Quando os Aliados chegaram, até a filha do notário beijou barricadas em todos os bairros e combatido nas ruas até à rendição dos Dez dias antes, eclodira a insurreição geral. Tinham se erguido populações? Alemães pilhavam as aldeias, queimavam as casas e massacravam as sobre a França e corriam rumores disparatados. Não se dizia que os Paris e o governo francês partia para Bordéus. Sopravam ventos de pânico literalmente os exércitos francês e belga! Um mês mais tarde, chegavam a Maio de 1940, os Alemães tinham lançado uma grande ofensiva, e varrido Salve se quem puder! Paris foi declarada cidade aberta. A 10 de Paris, Junho de 1940 que não havia ninguém que se opusesse a Hitler! microfones da BBC: o General Charles de Gaulle. Era fácil vê lo porque era insuficientes para captar a pérfida propaganda inglesa. Era por tudo isto finalmente, o rosto daquele que tinham ouvido vezes sem conta aos muito alto. rem os discursos inflamados do Dr. Goebbels*, embora fossem chegavam da Normandia. Nos Campos Elísios, os Franceses podiam ver,

8 Era o descalabro! Os Parisienses fugiam rapidamente da capital: alguns iam de comboio, outros de carro. Os mais pobres iam de bicicleta ou a pé, a puxar carroças nas quais se acumulava o bricabraque indispensável. Suzanne tinha partido, com toda a família, na camioneta da empresa onde trabalhava o pai. Por causa dos engarrafamentos nas estradas, tinha sido muito difícil sair de Paris e encontrar alojamento para passar a noite. Para Suzanne, Maurice e Yvonne, era como se estivessem em férias: dormiam em celeiros e a mãe já não exigia que lavassem as mãos antes das refeições. Uma noite, Suzanne teve um pesadelo horrível, tornado infelizmente realidade para muita gente. A 17 de Junho, o Marechal Pétain, que tinha feito dom da sua pessoa à França, pedia o armistício. Muitos o tinham ouvido na rádio. Raros haviam escutado o apelo à resistência que um general desconhecido, Charles de Gaulle*, fizera aos Franceses a partir de Londres. A guerra terminara por ora. Já se podia voltar para casa! Londres, Setembro de 1940 O Blitz* começara há já três semanas. Todas as noites, aviões da Luftwaffe* bombardeavam Londres, sem que as salsichas voadoras pudessem impedi los. Todas as manhãs, ao sair dos abrigos, as pessoas deparavam se com o mesmo espectáculo desolador: ruínas fumegantes e canalizações rotas. Havia gente a varrer bocados de vidro partido e outros a recuperar o que restava das suas casas desfeitas. Os voluntários da Londres, Junho de 1944 Os longos soluços dos violinos do Outono Estes versos de Paul Verlaine, difundidos pela BBC a 1 de Junho, anunciavam à Resistência Francesa o desembarque iminente dos Aliados na Normandia. No dia 5, os versos seguintes do poema ferem o meu coração monótono lançavam a operação Overlord. Do sul de Inglaterra partia uma gigantesca frota de guerra, enquanto os resistentes franceses destruíam as linhas de comunicação e as vias férreas para preparar o maior desembarque da história. Peter que, cinco anos antes, sonhava tornar se um herói, tinha agora plena consciência do que era a guerra, enquanto desembarcava na Gold Beach*, com a 50ª Divisão Britânica. Nesse mesmo momento, William marchava sobre Roma. Uma semana mais tarde, Mary e os pais voltavam aos abrigos. Havia bombas telecomandadas, a última arma secreta de Hitler, a explodirem sobre Londres. Ao contrário do que acontecera aquando dos bombardeamentos do Blitz, não era possível alertar as populações civis, que se sentiam muito desencorajadas perante este inimigo imprevisto. Paris, Agosto de 1944 A 26 de Agosto, já não eram os sinos a rebate que se ouviam em Notre Dame. Nesse dia, os carrilhões tocavam alegremente para festejar a libertação de Paris. Suzanne e a família estavam entre a multidão que aclamava as tropas do General Leclerc e os soldados americanos que

9 trabalhar na fábrica, apesar do elevado número de trabalhadores estrangeiros voluntários. Os bombardeamentos ingleses tinham se intensificado. Os Tommies* e os Amies* visavam agora as populações civis. Todos desconfiavam de todos. Todos a oposição era implacavelmente esmagada, como aconteceu com os irmãos Sophie e Hans Scholl*, jovens resistentes alemães, ligados ao movimento da Rosa Branca. O medo mais terrível relacionava se com os campos. Os que voltavam não ousavam falar e havia muitos que nem sequer voltavam. Sobre eles tinham caído a noite e o nevoeiro*. Berlim, Primavera de 1944 Tudo ia de mal a pior Berlim parecia um enorme formigueiro perturbado por um gigante. Os civis tentavam fugir das bombas. Uns diziam que a culpa era dos judeus, outros criticavam os Ingleses por não terem escrúpulos em atacar inocentes. Outros, ainda, atribuíam a culpa a Hitler. Heidi e a mãe tinham tentado fugir para o campo, mas os bombardeamentos tinham alterado as partidas dos comboios. Regressaram à cave que as abrigava, já que o seu apartamento tinha sido totalmente destruído. Todos os homens válidos tinham partido para a guerra e só se viam mulheres, velhos e crianças em Berlim. Heidi e a mãe sabiam que o pai estava em Paris, que Helmut servia em Berlim, na defesa antiaérea, e que Hans não voltaria mais. defesa passiva retiravam mortos e feridos dos escombros. Todas as noites se assistia ao desenrolar do mesmo ritual: as janelas das casas eram calafetadas para impedir a luz de passar e, nas ruas, peões e viaturas circulavam às escuras, o que provocava numerosos acidentes. As sirenes soavam para avisar os Londrinos de um ataque aéreo iminente. Mary descia para o abrigo. Churchill bem prometera sangue e lágrimas. Mas as pessoas habituavam se a tudo e tentavam organizar se como podiam: colocavam adesivos nos vidros para evitar serem feridas pelos estilhaços; verificavam o funcionamento das bombas de água, indispensáveis em caso de incêndio; cultivavam legumes para suprir carências alimentares; ouviam os conselhos do Dr. Cenoura, o melhor amigo das crianças ; evitavam ter rolos na cabeça, o que as impediria de pôr a máscara de gás. E, muito especialmente, esforçavam se por manter o moral elevado. Londres, Abril de 1941 Hitler bem podia ameaçar, Goebbels vociferar discursos de propaganda, e a Luftwaffe de Göring largar as suas bombas A segunda feira continuava a ser o dia da barrela, como dizia a mãe de Mary. E Churchill não a contradizia. Ficava com os filhos das vizinhas, que faziam serviço voluntário de defesa civil, e tentava alimentá los o melhor que podia num período de tantas restrições. Para fazer torradas deliciosas de batata doce com chocolate, desfazia as batatas em puré, juntava cacau, uma colher de sopa de açúcar e extracto de baunilha ou amêndoa, caso o

10 tivesse. Esta mistura, barrada em fatias de pão, fazia as vezes de compota. Todas as donas de casa tinham de pôr à prova a sua imaginação, os seus talento culinário e civismo. As crianças também participavam: Mary aprendia a cozinhar e Peter apanhava papéis velhos. A barata esbanjadora *, esse pequeno sabotador a soldo de Hitler, ficava furiosa. Além da jornada de trabalho que tinham de cumprir, todos os membros da família faziam ainda outras coisas: Betty trabalhava no metro como voluntária e o pai de Mary era bombeiro auxiliar. Longe dali, William combatia na Líbia a defender Tobrouk das tropas alemãs do Marechal Rommel, e o marido de Betty estava preso algures na Alemanha. A vitória ainda estava longe. Berlim, Maio de 1941 Heil Hitler! Todas as manhãs, Heidi e as colegas tinham de saudar assim a professora. Esta ensinava lhes a geografia e a história da Alemanha, cujo território, graças ao valoroso exército alemão, se estendia agora do Atlântico às fronteiras da URSS. Mas a Grã Bretanha continuava obstinadamente a recusar as propostas de paz e de prosperidade que o Führer fazia. Não interessa! Esse país decadente acabará por ceder à determinação da grande nação alemã. Quando a professora falava da pátria, lançava se num discurso inflamado que parecia não ter fim. Infelizmente, a lista de países conquistados não parava de aumentar. Heidi tinha dificuldade em situar a Bulgária, a Jugoslávia e a Grécia no mapa da através de senhas de racionamento. Tudo era feito em função do esforço de guerra, mesmo a literatura para a juventude. O Blitz terminara há já dois anos e podia se passar agora a noite tranquilamente na sala de estar. Era a vez dos Alemães serem bombardeados. Berlim, Maio de 1943 Os bons tempos que Hitler prometera tinham acabado. Iam longe os dias em que ainda se acreditava no Reich de mil anos e na prosperidade do povo alemão. A vida em Berlim, como no resto do país, aliás, era cada vez mais difícil. A Wehrmacht* tinha esbarrado com a resistência do Exército Vermelho e tinha capitulado em Estalinegrado, em Fevereiro. O General Inverno tinha vencido, com a ajuda dos soldados soviéticos, e a mãe de Heidi não tinha notícias do filho, Hans, que lutava nessa frente. Operários e empregados tinham gritado de alegria aquando do apelo de Goebbels à guerra total. Seriam assim tão numerosos os que ainda acreditavam na vitória alemã? O pai de Heidi, de visita a Berlim, não estava muito optimista: o exército alemão perdia terreno na África do Norte. Como vinha de França, conseguira trazer meias de vidro e um perfume para a mulher, uma pequena Torre Eiffel para Helmut, um corpete para Heidi e especialidades culinárias para toda a família: vinho de Bordéus, presunto de Baiona, carne de porco de Mans, e bolo de amêndoas de Aix. Estes presentes eram bem vindos devido às restrições. O Reich tinha cada vez mais necessidade de mão de obra. A mãe de Heidi era obrigada a

11 Para alguns restava sempre o mercado negro*. Para todos, restava esperar que os Alemães partissem. É que, agora, além das privações e das restrições, havia os bombardeamentos ingleses. Só que estes davam esperança. Apesar de ser proibido e de haver muitas interferências, as pessoas escutavam a Rádio Londres e as mensagens codificadas que eram dirigidas aos resistentes. Londres, Abril de 1943 Em Londres, vivia se sob a invasão amiga. Nos passeios de Piccadilly Circus amontoavam se refugiados vindos de todos os lados, sobretudo de países que tinham sido ocupados por nazis ou fascistas: Itália, Polónia, Checoslováquia, Áustria, Bélgica, etc. Havia também Alemães. Viam se correspondentes de guerra de todas as nacionalidades: ouviam se línguas e pronúncias de todo o mundo. Uniformes franceses e americanos também eram uma constante. Desde o ataque japonês a Pearl Harbor, a 7 de Dezembro de 1941, que os Estados Unidos tinham entrado na guerra. Mary sentia se muito orgulhosa de passear com os dois irmãos: William, que estava de folga, e Peter, que era um jovem recruta. Admirava os uniformes dos homens prontos a dar a vida pela pátria e das mulheres que serviam no Exército Britânico. Por ora, porém, o único uniforme que podia usar era o da escola. Entre as muitas coisas estranhas que vinham de fora havia ovos em pó, que vinham dos Estados Unidos. De proveniência nacional, havia manteiga, leite, e roupa prática, económica e resistente, que se obtinha Europa. Mas como o Reich iria durar mil anos (Hitler tinha o prometido), haveria tempo para decorar tudo. Um povo, um país, uma vitória: a educação não estaria completa sem as canções patrióticas e a economia doméstica. A mulher alemã devia ser esposa dedicada, mãe de família numerosa, disciplinada, sadia, desportiva e, obviamente, de raça ariana*, a raça superior. Quando via desenhos de pessoas que eram tidas como representando raças inferiores, Heidi considerava se uma pessoa com sorte. Um jovem Alemão devia, sem hesitar, denunciar as pessoas com ideias e propósitos hostis ao partido nazi mesmo que se tratasse dos seus próprios pais. Heidi perguntava se se seria capaz de o fazer. Paris, Maio de 1942 Marechal, eis nos ao teu dispor, salvador da França Na sala de aula, um retrato do Marechal Pétain, herói da Guerra de , um velho de ar majestoso e olhar doce e compassivo, parecia velar por Suzanne e pela juventude francesa. Quem era mais patriota do que ele? Os terroristas do General de Gaulle? Os assassinos bolcheviques? Aqueles que não queriam a República, cuja imoralidade e ociosidade afundavam a pátria? Desde Junho de 1940 que o Marechal tinha chamado a si a chefia do Estado Francês e tinha decidido colaborar com os Alemães. O Governo de Vichy (era lá que se encontrava o Marechal) tinha varrido a velha divisa Liberdade, Igualdade, Fraternidade e tinha a substituído por Trabalho, Família, Pátria. A professora dizia que se tratava da revolução nacional.

12 Nesta França nova, uma Francesa devia ser: económica; estudiosa; obediente; corajosa como Joana de Arc, que tinha expulsado os Ingleses de França ; caridosa com os presos, futura mãe de família numerosa; e boa católica. Para os mais dignos, estavam previstas recompensas e condecorações. Suzanne perguntava se o que Sarah e Françoise, duas meninas da sua sala, teriam feito para merecer a estrela amarela* que traziam ao peito. Paris, Julho de 1942 Uma manhã, quando ia para a leitaria, Suzanne presenciou uma prisão: dois homens vestidos de negro empurravam um outro para dentro de um carro. Aconteceu tudo muito depressa. Suzanne e Yvonne tinham ficado muito assustadas. Os homens de negro eram da Gestapo. Quem seria o preso? Teria sido denunciado à Kommandantur*? Suzanne não percebia por que razão havia Franceses a denunciar Franceses à polícia alemã, já que ninguém parecia gostar dos boches *. A Gestapo era uma polícia alemã, mas havia Franceses nas suas fileiras Tinha sido a polícia francesa que havia prendido homens, mulheres e crianças judias aquando da rusga no velódromo de Hiver* a 16 de Julho de A família de Suzanne tinha previsto que todos iriam de férias para casa dos avós, que moravam numa zona não ocupada. Mas era difícil obter as licenças de saída (Ausweis) que permitiam atravessar a linha de demarcação. Antes de provar as batatas da horta dos avós, tinham de enfrentar os escaravelhos das batatas, um dos nomes pelos quais os soldados alemães eram conhecidos. Os nomes faziam rir e só muito mais tarde é que Suzanne se apercebeu dos horrores da Ocupação nazi. Paris, Inverno de Gosto do barulho das solas de madeira. Dá me vontade de entrar na brincadeira. De certeza que Maurice Chevalier, que cantava na rádio esta canção, não andava com solas de madeira. Eram muito desconfortáveis e faziam bolhas nos pés. Além deste barulho, que pelos vistos o entusiasmava bastante, havia muitos outros. Desde o início da guerra que se ouvia de tudo em Paris: o canto dos pássaros, as campainhas das bicicletas, as conversas dos porteiros, a plaina do carpinteiro, o martelo do sapateiro e as botas dos soldados alemães. Isto porque quase não circulavam carros, à excepção dos dos ocupantes e de algumas viaturas a gasogénio*. Como havia menos barulho e menos cheiro a gasolina, parecia que se estava em pleno campo. Infelizmente, não era o caso. Não havia hortas nem galinheiros, mas filas intermináveis para se obter, a custo, uma pequena ração de carne, manteiga ou açúcar. Só restavam as infames couves galegas ou as batatas carvalhas* raquíticas. Suzanne iria de bom grado para a fila comprar ameixas se as houvesse. Quando as senhas de racionamento não chegavam, utilizava se o sistema D. Nada de meias de vidro para as senhoras: usava se chá ou licor de noz para desenhar um traço a fingir de costura. Nada de carne: criava se um coelho na varanda. Nada de gás: usa se um fogareiro e pasta de papel.

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