MBA Financiamento, Negócios e Empreendimentos Imobiliários Início: março [+] Mais detalhes

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1 Usuário, você está recebendo as novidades da ABECIP Terça-Feira, 17 de Janeiro de 2012 MBA Financiamento, Negócios e Empreendimentos Imobiliários Início: março Conceitos e aspectos operacionais do financiamento para aquisição de imóveis Data: 13/02 e 14/02 das 9h00 às 18h00 Local: Al. Casa Branca, 35-4º Andar (Estação Metro Trianon MASP) Objetivo(s) Analisar detalhadamente as atividades e requisitos envolvidos na concessão de financiamentos para aquisição de imóveis pelo Sistema Financeiro; Fazer breve revisão dos conceitos de matemática financeira, indispensáveis para o entendimento destas operações, possibilitando tomadas de decisões na melhor escolha do produto; Analisar os elementos financeiros envolvidos que influenciam na forma de pagamento do financiamento pelo comprador do imóvel; Comparar as diversas alternativas disponíveis no mercado que viabilizam a compra de um imóvel. Corpo Docente Mauricio Antonio Rosa é Pós-graduado em Real Estate - Economia Setorial e Mercados pela Escola Politécnica da USP, em Banking pela Universidade Presbiteriana Mackenzie, em Finanças pela Universidade São Francisco e graduado em Direito pela FMU - Faculdades Metropolitanas Unidas. É especialista no mercado imobiliário onde atua há mais de 25 anos. Como executivo no Banco Nossa Caixa exerceu a função de Gerente de Departamento de Negócios Imobiliários, sendo responsável por todas as áreas relacionadas ao processo de Crédito Imobiliário. Na ABECIP atuou como Superintendente Técnico respondendo por todas as áreas técnicas relacionadas ao mercado imobiliário. Foi também membro titular dos Conselhos Deliberativo e Fiscal da entidade. Nessa Associação, teve significativa participação como Diretor Setorial nas seguintes comissões técnicas: CONASEG - Comissão Nacional de Seguros, CONAFE - Comissão Nacional de Estudos Econômicos e Financeiros e da COMPLAC - Comissão de Planejamento e Controle Foi conselheiro suplente no Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço - CCFGTS e no Conselho das Cidades. Atualmente é consultor imobiliário. Conteúdo Programático I. O NEGÓCIO AQUISIÇÃO E OS SEGMENTOS ENVOLVIDOS Industria Imobiliária; Mercado Imobiliário;

2 Sistema de Consórcio; Sistema Financeiro ( SFH, SFI e Modalidades de Financiamento). II. FINANCIAMENTO PARA AQUISIÇÃO Natureza e características; Operações no SFH ( Enquadramento); O que é contratado: Compra e venda, Garantias, Seguros e outros e Financiamento. III. FLUXO OPERACIONAL DA FORMALIZAÇÃO Captação do negócio; Análise do crédito: conceitos, análise objetiva (credit score), análise subjetiva e cadastro positivo; Avaliação do imóvel; Análise jurídica: conceitos, elementos de análise e o que deve ser analisado; Análise do FGTS: modalidades de utilização, caracterísitcas e enquadramento; Emissão e assinatura do contrato; Registro do contrato e liberação dos recursos. IV. MATEMÁTICA FINANCEIRA Conceito de juros e taxa de juros Valor presente e Valor futuro Regime de capitalização Juros simples e compostos Fator de capitalização e descapitalização Taxas equivalentes Taxas nominais e efetivas Fluxo de caixa Séries de pagamentos ( antecipadas e postecipadas) Tabela Price Sistema de Amortização Constante - SAC Valor presente líquido Taxa interna de retorno V. ELEMENTOS DO FINANCIAMENTO Avaliação do imóvel e valor da compra e venda Percentual máximo financiado Prazo e tarifas Taxa de juros Sistema de amortização (TP, SACRE) Tarifas e CET Comprometimento de renda e atualização da prestação e dívida VI. ANÁLISE DE SENSIBILIDADE DOS ELEMENTOS DO FINANCIAMENTO Percentual máximo a ser financiado ( Garantia X Saldo Devedor) Prazo da operação X Valor da 1ª Prestação Taxa de juros X Valor da 1ª Prestação Tarifas X CET Sistema de amortização ( SAC X Tabela Price) Atualização e saldo devedor ( Geração de resíduo )

3 VII. ANÁLISE COMPARATIVA ENTRE: FINANCIAMENTO, CONSÓRCIO E FINANCIAMENTO DIRETO PELA CONSTRUTORA Natureza Formalização Custo formalização ( Tarifas e taxas) Indexação Condições e riscos Análise financeira ( Total pago, VPL, TIR etc.) VIII. A ESCOLHA DA MELHOR OPÇÃO PARA COMPRAR UM IMÓVEL Carga Horária 16 horas Taxa de Inscrição INVESTIMENTO: Associados: R$800,00 Não-associados: R$900,00 * No valor das inscrições estão inclusos os custos do material didático, certificado de participação e coffee break. Formas de pagamento 1.Boleto bancário: Será gerado automaticamente aos associados após a realização do curso 2.Depósito em conta corrente: Deverá ser efetuado pelos candidatos não associados até o último dia útil anterior a data prevista para a realização do curso. Os comprovantes de pagamento devem ser enviados aos cuidados de Depto. Financeiro para o FAX 0xx(11) ou por meio do Dados do Instituto: IBRAFI - Instituto Brasileiro de Estudos Financeiros e Imobiliários CNPJ: / Isento de: Imposto de Renda, Pis e Cofins Dados Bancários: Banco Bradesco Agência: Conta Corrente: Importante 1.A confirmação da realização do curso será feita por na semana em que ele será ministrado; 2.Em caso de não recebimento do de confirmação, favor entrar em contato com a Área de Educação Corporativa (11)

4 3.Após o envio do de confirmação de realização do curso, não será aceito cancelamento de inscrição, somente a substituição do participante, desde que comunicada pelo Patrimônio de Afetação de Incorporações Imobiliárias: segurança e garantia para todos Data: 13 a 16 de fevereiro das18h00 às 22h00 Local: Al. Casa Branca, 35-4º Andar (Estação Metro Trianon MASP) Objetivo(s) Gerais: Propiciar conhecimentos práticos e teóricos sobre o Patrimônio de Afetação, suas garantias e métodos de ágil cobrança e efetiva recuperação dos créditos inadimplidos, além das ferramentas que garantem a efetiva conclusão das obras e pagamento dos credores. Para tanto, serão revistas as já conhecidas, e apresentadas as modernas garantias contratuais, focando, especificamente, no patrimônio de afetação, respectivos procedimentos de cobrança, tanto no âmbito judicial quanto extrajudicial, e nos seus mecanismos garantidores de conclusão das obras e pagamento dos credores. Com o objetivo de atender uma forte demanda do mercado atual, o curso abordará de forma descomplicada e pragmática, o patrimônio de afetação e todos os seus benefícios, além apresentar os novos mecanismos expropriatórios do Código de Processo Civil aplicáveis ao caso. Específicos: Proporcionar compreensão dos contratos de financiamento imobiliário para produção de unidades habitacionais, focando especialmente naqueles garantidos por patrimônio de afetação. Com a utilização do PA, diminuir as perdas com a inadimplência, aumentando o êxito da cobrança, além de garantir a conclusão das obras. Minimizar os prejuízos que decorrem de ações adversas e da paralisação das obras no Plano Empresário. Proporcionar, nas execuções judiciais, (quando propostas) alternativas ágeis e eficazes na recuperação do crédito. Público-Alvo Os profissionais que atuam nas áreas de crédito, contratação, formalização de garantias, monitoramento de evolução de obras, cobrança, escritórios de advocacia, incorporadoras, construtoras, imobiliárias, serão especialmente beneficiados com informações técnicas sobre as novas tendências no financiamento para produção imobiliária. No entanto, este curso não exige formação específica do aluno, nem o prévio conhecimento dos temas, sendo destinado a todos que têm interesse em aprender, atualizar ou aprofundar seus conhecimentos a respeito das operações de financiamento imobiliário, especialmente naquelas garantidas por Patrimônio de Afetação, com seus instrumentos modernos para a redução da inadimplência e para a garantia da conclusão das obras. Corpo Docente Elton Eiras Tavares, Advogado do Itaú Unibanco - Área de Crédito Imobiliário, especialista em direito imobiliário e pós-graduado em Direito Processual Civil pela PUC/SP - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo. É Professor Assistente de Direito Processual Civil da PUC/SP

5 - Pontifícia Universidade Católica de São Paulo e pesquisador com mais de 10 anos de experiência profissional em instituição financeira de grande porte, essencialmente nas áreas de Consultoria e Contencioso de Crédito Imobiliário e de Direito Tributário. Conteúdo Programático I. O contrato de financiamento para produção imobiliária - Plano Empresário 1.1. Classificação, finalidade e legislação aplicável 1.2. O Sistema Financeiro da Habitação. Lei 4.380, de 21/08/ O Sistema de Financiamento Imobiliário. Lei 9.514, de 20/11/ Incorporações Imobiliárias. Lei 4.591, de 16/12/ O Patrimônio de Afetação. Lei , de 02/08/ Conceito, objetivos, princípios e constituição das garantias: Hipoteca; Patrimônio de Afetação; Cessão fiduciária de créditos imobiliários Garantia Adicional I. Incorporações Imobiliárias 1.1. Conceito 1.2. Definição de Incorporador 1.3. Obrigações do Incorporador Na constituição da incorporação Na comercialização das unidades Após a conclusão das obras II. O Patrimônio de Afetação - Lei / Surgimento e evolução histórica do Patrimônio d e Afetação 2.2. O sucesso do Patrimônio de Afetação na Europa e sua influência na América Latina 2.3. O caso Encol e a necessidade de garantir a efetiva conclusão dos empreendimentos adquiridos na planta 2.4. Princípios Gerais 2.5. Conceito, Constituição e Objeto do PA 2.6. Figuras do Patrimônio de Afetação 2.7. Como e quando afetar o empreendimento 2.8. Obrigações do Incorporador, Comissão de Representantes e da Instituição Financeira 2.9. A importância da fiscalização da obra no Patrimônio de Afetação Monitoramento - A chave para o sucesso de um empreendimento afetado Extinção do patrimônio de afetação Cumprimento das obrigações pelo Incorporador Revogação em razão de denúncia da Incorporação Outras formas previstas em lei Liquidação deliberada pela Assembléia Geral Recebimento do crédito pela Instituição Financeira e conclusão da obra III. Instrumentos de eficácia do Patrimônio de Afetação na impontualidade do Incorporador 3.1. Procedimento em caso de falência do incorporador ou interrupção das obras Assembléia Geral dos condôminos e suas deliberações: Ratificação do mandato da Comissão de Representantes; Continuidade das obras e assunção do empreendimento pelos condôminos adquirentes; Liquidação do patrimônio de afetação. Leilão das unidades não comercializadas, pagamento dos débitos fiscais, do financiamento, do preço do terreno e entrega do excedente à massa falida Recuperação do crédito pela Instituição Financeira e conclusão da obra

6 IV. RET - Regime Especial de Tributação 4.1. Constituição 4.2. Forma de requerimento 4.3. Vantagens do RET 4.4. Planejamento Tributário 4.5. Requisitos para efetivação do RET 4.6. Problemáticas do Regime Especial de Tributação Necessária autonomia da inscrição no CNPJ Instrução Normativa da Receita Federal - INRF n 1.005/2010 V. A Sociedade de Propósito Específico - SPE 5.1. Princípios Gerais 5.2. Conceito, Constituição e Objeto da SPE "Special Purpose Entity", "Special Purpose Company" ou SPE 5.3. Figuras da SPE 5.4. Como e quando segregar o empreendimento por Sociedade de Propósito Específico 5.5. Semelhanças e principais diferenças entre a SPE e o Patrimônio de Afetação 5.6. Qual a melhor opção para a segregação? SPE ou PA? VI. Cobrança Judicial dos Contratos garantidos por PA 6.1. Segregação dos ativos e destinação específica - pagamento do Credor 6.2. Código de Processo Civil. Inovações legislativas - Leis /2005 e / Rito processual e as modernas ferramentas de expropriação dos bens penhorados Penhora "on line" Penhora de faturamento da empresa Penhora de ativos na bolsa de valores Possível responsabilização criminal do Incorporador por desvio de finalidade da incorporação Leilão por iniciativa particular de bens penhorados 6.4. Breves comentários sobre o Novo Código de Processo Civil- PL 166/2010 VII. Ações contra a cobrança - Maior segurança dos Credores 7.1. Inexistência de relação de consumo 7.2. Impossibilidade de paralisação das obras 7.3. Efetividade do foro de eleição 7.4. Arbitragem - Importância da cláusula arbitral 7.5. O mecanismo dos artigos 49 e 50 da Lei / Pagamento do incontroverso e depósito judicial do valor controvertido Revogação de liminares impeditivas da cobrança Carga Horária 16 horas Taxa de Inscrição INVESTIMENTO: Associados: R$800,00 Não-associados: R$900,00 No valor das inscrições estão inclusos os custos do material didático, certificado de participação

7 e coffee break. OBS: Valores válidos para os inscritos a partir de 1º março de Formas de pagamento 1. Boleto bancário: Será gerado automaticamente aos associados após a realização do curso. 2. Depósito em conta corrente: Deverá ser efetuado pelos candidatos não associados até o último dia útil anterior a data prevista para a realização do curso. Os comprovantes de pagamento devem ser enviados aos cuidados de Depto. Financeiro para o FAX 0xx(11) ou por meio do Dados do Instituto: IBRAFI - Instituto Brasileiro de Estudos Financeiros e Imobiliários CNPJ: / Isento de: Imposto de Renda, Pis e Cofins Dados Bancários: Banco Bradesco Agência: Conta Corrente: Importante 1. A confirmação da realização do curso será feita por na semana em que ele será ministrado. 2. Em caso de não recebimento do de confirmação, favor entrar em contato com a Área de Educação Corporativa (11) Após o envio do de confirmação de realização do curso, não será aceito cancelamento de inscrição, somente a substituição do participante, desde que comunicada pelo ABECIP NA MÍDIA Autorregulação dará maior transparência ao segmento (Brasil Econômico - São Paulo/SP - Finanças - P /01/2012) Securitizadoras defendem regras mais claras, aperfeiçoamento do perfil de riscos e exigência de capital mínimo para atrair mais investidores Mesmo com crescimento expressivo em % no total de CRIs emitidos - as empresas de securitização acreditam que é possível aperfeiçoar as regras do setos e fazer com que ele seja capaz de suportar a expansão do crédito imobiliário esperada para os próximos anos. Entre as demandas, está a de criar uma autorregulamentação para o segmento. O diretor presidente da Cibrasec, Fernando Brasileiro, explica que há uma expectativa de simplificação das regras e de oferecer maior clareza aos investidores. O executivo é vice-presidente da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) e afirma que a entidade estuda dar uma maior transparência para as securitizadoras, com procedimentos a serem adotados em relação à serviços terceirizados pelas empresas, distribuição dos títulos, melhor informação ao mercado e o aprimoramento da análise do perfil do investidor (suitability). Além disso, defende também o estabelecimento de um nível de capital mínimo para as securitizadoras, ou seja, o volume de operações dependeria dos recursos próprios. Atualmente, essas empresas são reguladas diretamente pela Comissão de Valores Mobiliários (CVM), que não tem exigência em relação ao patrimônio de uma candidata a securitizadora. "Considero um erro não ter capital mínimo. Isso é importante para mostrar a fortaleza financeira da empresa ou mesmo do ponto de vista trágico, para ela ter condições de comprar parte dos títulos emitidos para depois revender", explica.

8 O diretor da Brazilian Securities, Fernando Cruz, possui a mesma avaliação. Segundo ele, o fato da empresa ter recursos e contar também com linhas de crédito específico no Banco Interamericano de Desenvolvimento (BID) ajudam na estruturação e posterior distribuição das operações. Para Marcelo Michaluá, da RB Capital, ter recursos próprios mostra aos investidores que a empresa tem robustez financeira, mesmo que esse capital não possa ser utilizado para cobrir eventuais inadimplências nos créditos que fazem parte de um CRI, por exemplo. "Não tem direito de regresso, ou seja, o emissor não tem co-obrigação a honrar, mas ainda assim um capital mínimo serve para das tranquilidade", diz. A única visão discordante é a da Gaia Securitizadora. Para o sócio e diretor João Paulo Pacifico, o mercado de capitais é suficiente para dar liquidez para a empresa, que opta por operações casadas - faz a emissão quando já tem um investidor. "Até porque se o papel que vendemos não pagar (ao investidor) não podemos utilizar nosso capital próprio", defende. Ele explica que a securitizadora funciona quase como uma gestora de recursos e o capital existente está contabilizado nas outras empresas do grupo - uma empresa de esportes, uma de serviços e uma voltada a gestão de ativos de florestas, entre outras. COMUNICADOS COMUNICADO ABECIP Nº RESOLUÇÃO CGFNHIS Nº 48: ADIA PRAZO PARA APRESENTAÇÃO DOS PLANOS HABITACIONAIS DE INTERESSE SOCIAL. Foi divulgada no Diário Oficial da União de a Resolução nº 48, de , que dá nova redação ao art. 2º da Resolução nº 30, de , no que se refere ao prazo para apresentação dos Planos Habitacionais de Interesse Social, e outras providências. RESOLUÇÃO Nº 48, DE 6 DE DEZEMBRO DE 2011 (*) Dá nova redação ao art. 2º da Resolução nº 30, de 16 de dezembro de 2009, no que se refere ao prazo para apresentação dos Planos Habitacionais de Interesse Social, e outras providências. O CONSELHO GESTOR DO FUNDO NACIONAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL - FNHIS, no uso das atribuições que lhe conferem o art. 15 da Lei nº , de 16 de junho de 2005, o art. 6º do Decreto nº 5.796, de 6 de junho de 2006, e Considerando que, até a presente data, considerável número de entes federados ainda não logrou êxito em apresentar seus Planos Habitacionais de Interesse Social, Considerando que a apresentação dos Planos Habitacionais de Interesse Social constitui-se, após 31 de dezembro de 2011, em condição indispensável à participação dos entes federados em novos processos de seleção de propostas de repasse de recursos do FNHIS, e à realização de desembolsos em favor de contratos de repasse ou termos de compromissos já assinados, resolve Art. 1º O art. 2º da Resolução nº 30, de 16 de dezembro de 2009, do Conselho Gestor do Fundo Nacional de Habitação de Interesse Social - FNHIS, publicada no Diário Oficial da União, em 21 de dezembro de 2009, Seção 1, página 142, que dispõe sobre novos prazos e condições para adesão ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social - SNHIS, passa a vigorar com a seguinte redação: "Art. 2º É facultado aos entes federados: I - que tenham assinado Termo de Adesão ao Sistema Nacional de Habitação de Interesse Social - SNHIS, até 31 de dezembro de 2009, e que não se enquadrem nas situações previstas nos incisos I e II do caput do art. 1º, apresentarem, a qualquer tempo, a Lei de criação de conselho e fundo de habitação de interesse social e, até 31 de dezembro de 2012, o Plano Habitacional de Interesse Social, salvo os casos previstos pelo inciso II, do 3º, do art. 2º da Resolução nº 2, de 24 de agosto de 2006, cujo prazo finaliza-se em 30 de junho de 2012; ou II - firmarem Termo de Adesão ao SNHIS, após 31 de dezembro de 2009, ficando a assinatura do aludido Termo condicionada à simultânea apresentação da Lei de criação de conselho e fundo de habitação de interesse social e à apresentação até 31 de dezembro de 2012, do

9 Plano Habitacional de Interesse Social, salvo os casos previstos pelo inciso II, do 3º, do art. 2º da Resolução nº 2, de 24 de agosto de 2006, cujo prazo finaliza-se em 30 de junho de 2012 (...)" Art. 2º Esta Resolução entra em vigor a partir da data de sua publicação. Art. 3º Fica revogado o art. 2º da Resolução nº 37, de 8 de dezembro de 2010, do Conselho Gestor do FNHIS, publicada no Diário Oficial da União, em 16 de dezembro de 2010, Seção 1, página 80. MÁRIO NEGROMONTE Presidente do Conselho (*) Republicada por ter saído, no DOU de , Seção 1, pág. 86, com incorreção no original. NOTICIÁRIO DE IMPRENSA NACIONAL Preço não deve cair, afirmam especialistas (Folha de S. Paulo - São Paulo/SP - MERCADO - P. B8-17/01/2012) DE SÃO PAULO A queda nas vendas de residências novas em São Paulo não deve se traduzir em redução de preços, na avaliação de sindicatos, imobiliárias e consultores ouvidos pela Folha. De acordo com os especialistas, haverá uma estabilização dos valores, que passarão a acompanhar os índices de inflação. Mas uma desvalorização é improvável, principalmente em razão da escassez e dos altos custos de terrenos na cidade. "Além disso, as incorporadoras estão cada vez mais atentas ao potencial de venda ao decidir por um lançamento, controlando a oferta", afirma Eduardo Zaidan, do SindusCon. Fátima Rodrigues, diretora-geral de vendas da imobiliária Coelho da Fonseca, diz que 2012 começa em São Paulo com um estoque de imóveis novos maior que o do início de 2011, em razão do grande número de lançamentos no bimestre passado. "Mas esses imóveis que entram têm um preço mais elevado; portanto, não puxam valores para baixo", diz Rodrigues. (CM) Cyrela deve revisar para baixo metas para 2012 (Valor Econômico - São Paulo/SP - ÍNDICE GERAL - P. D3-17/01/2012) Chiara Quintão São Paulo A Cyrela Brazil Realty deve revisar para baixo, até o fim do mês, suas metas de lançamentos e vendas para "É muito provável que isso ocorra", afirma o vice-presidente financeiro da Cyrela, José Florencio Rodrigues. Não se trata de medida em decorrência de retração de demanda, conforme o executivo, mas de resultado da diretriz adotada pela companhia de crescer de forma mais orgânica para ter melhor controle de custos. Menos terceirização nos canteiros de obra leva a crescimento menor, o que contribui para a geração de caixa, segundo Rodrigues. As projeções ainda em vigor para 2012 são de lançamentos de R$ 8,7 bilhões a R$ 9,8 bilhões

10 e de vendas entre R$ 8 bilhões a R$ 8,9 bilhões. Em 2011, a Cyrela vendeu R$ 6,49 bilhões, valor 5,3% superior ao registrado em 2010, mas não cumpriu sua meta, que ia de R$ 6,9 bilhões a R$ 7,7 bilhões. A Cyrela lançou o total de R$ 7,91 bilhões, dentro da faixa projetada de R$ 7,6 bilhões a R$ 8,5 bilhões, e 3,9% acima do de No quarto trimestre, a Cyrela lançou R$ 3,34 bilhões e vendeu R$ 2,38 bilhões. Segundo Rodrigues, os lançamentos foram concentrados na segunda metade do trimestre. "Não houve tempo hábil para vendermos na velocidade que imaginávamos", diz o executivo. O comportamento mais seletivo dos clientes na decisão de comprar um imóvel também contribuiu para as vendas anuais ficarem aquém do ponto mínimo projetado para o ano. Em 2011, a velocidade de comercialização medida pelo indicador vendas sobre oferta (VSO) foi de 51%, abaixo dos 55% de "A VSO está bastante adequada às nossas metas", afirma. No ano, os preços dos imóveis Cyrela de mesmo padrão dos comercializados em 2010 tiveram alta de 20%. Se o valor de venda do total dos imóveis for comparado ao dos comercializados em 2010, a alta chega a 35%, devido à mudança de mix de produtos. "Em 2012, os preços devem subir pelo menos acima da inflação do setor, medida pelo INCC", diz. A Cyrela era uma das empresas das quais o mercado tinha dúvida se alcançaria as respectivas metas. Em meados de dezembro, Rodrigues informou ao Valor que a empresa atingiria as projeções ou ficaria próxima à parte inferior das metas de lançamentos e vendas. Ontem, o executivo reiterou a expectativa que os estouros de orçamentos de obras referentes a lançamentos de 2008 e 2009 deixem de ter efeito nos seus resultados a partir do terceiro trimestre. A margem bruta da companhia para o ano deve ser de 32%. Estrangeiro reforça posição em imóveis e construção (DCI - São Paulo/SP - RESUMO - 17/01/2012) Juliana Estigarríbia São Paulo - Para atender a demanda de estrangeiros de olho na compra de imóveis no Brasil, região sem crise financeira internacional batendo à porta, empresas como Bamberg Imóveis, Coelho da Fonseca, Judice & Araújo e Ópus têm de ampliar os serviços. "Este é o momento de formar corretores fluentes em pelo menos três línguas, disponibilizar site em inglês e espanhol, além de pensar em montar escritórios fora do País", diz a professora de Engenharia da Universidade de Campinas (Unicamp), Sandra Mulloc. De acordo com a agência de investimentos Adit Invest, a movimentação financeira na venda de imóveis a estrangeiros cresceu na casa de 50% ano passado, e este ritmo deverá se manter nos próximos anos. É o que espera a imobiliária carioca Judice & Araújo, na qual esse tipo de transação compõe 30% dos negócios e a média do valor dos imóveis adquiridos por estrangeiros é R$ 2 milhões. Em São Paulo, o presidente da empresa que leva seu nome, Michael Bamberg, diz que os clientes compram casas para investir. "Aqui se consegue rendimento de até 12%; na Alemanha, o máximo é 6%." É da mesma opinião o presidente do Sindicato da Habitação de São Paulo, João Crestana. "Em Londres, um apartamento de classe média vale R$ 15 mil por metro quadrado, mais que qualquer coisa no Brasil." No caso da imobiliária paraense Ópus, que iniciou este mês as suas operações de vendas internacionais, Victor Mensini, diretor de Novos Negócios da empresa projeta comercializar, apenas em 2012, cerca de US$ 500 milhões em espaços para investidores externos. "Fizemos um replanejamento da imobiliária e até abrimos um escritório em Miami (EUA), onde estaremos mais perto dos compradores", disse. Com a forte demanda de capital externo nos imóveis nacionais, a coreana Hyundai e a chinesa Zoomlion anunciaram, inclusive, a construção de fábricas para a produção de equipamentos

11 para a construção civil no País, ainda em "Optamos por focar no atendimento para ganhar um mercado que, no Brasil, ainda é muito concentrado", afirmou o presidente da Brasil Máquinas de Construção (BMC), Felipe Cavalieri. A empresa fechou uma joint venture com a Hyundai para começar a fabricar equipamentos no País. No primeiro ano de operação, a empresa brasileira importou 858 máquinas e faturou cerca de R$ 343 milhões. A previsão para 2012, segundo Cavalieri, é de a BMC comercializar cerca de 3,3 mil equipamentos, o que pode gerar receita de até R$ 1,32 bilhão, quando a BMC terá aumentado ainda mais a carteira de clientes. As empresas internacionais que estão com projetos de aumentar sua presença no País têm um termômetro a seu favor. Segundo a Associação Brasileira de Tecnologia para Equipamentos e Manutenção (Sobratema), 60% das vendas mundiais de equipamentos para construção civil acontecerão na China, Índia e Brasil em Por isso, algumas asiáticas já traçam planos para fincar sua bandeira aqui. Os bairros com aluguéis mais caros de Rio e São Paulo (Portal Exame - São Paulo/SP - SEU DINHEIRO - 17/01/2012) Julia Wiltgen Os bairros onde o locatário pagou mais pelo metro quadrado nos contratos firmados em 2011 São Paulo - Alugar um apartamento no Rio ou em São Paulo anda impossível, dizem aqueles que buscam um canto para chamar de seu. Tanto melhor para os proprietários, que vêm passando por uma fase de bonança, com procura em alta e oferta em baixa. No Rio, onde o aluguel do metro quadrado já chega aos 50 reais mensais, a alta nos contratos novos de aluguel foi de 16% em 2011, ainda assim menor que a alta de 29% registrada em Já em São Paulo, onde os aluguéis ainda estão bem abaixo dos preços cariocas, a alta de 2011 deve fechar em 20%, acima dos 13% registrados em Quem investe em imóveis, porém, deve sempre atentar para o fato de que esse tipo de valorização tem um teto muito claro: a renda dos locatários. Se os aluguéis atingirem um patamar irreal, os aluguéis serão novamente forçados para baixo. Veja a seguir os bairros cariocas e paulistanos com o metro quadrado mais caro em contratos novos de aluguel firmados em Os dados são dos sindicatos regionais da habitação, o Secovi-Rio e o Secovi- SP. Note que apenas foram levados em conta os bairros onde houve número significativo de novos contratos. Ipanema e Leblon, RJ Os dois bairros são contabilizados separadamente pelo Secovi-Rio, mas têm características bem semelhantes. Os valores médios do aluguel do metro quadrado também são próximos: 57,44 reais em Ipanema e 56,34 reais no Leblon. Isso quer dizer que um apartamento de 50 metros quadrados na região custaria, ao locatário, mais ou menos reais por mês. Imóveis de um dormitório são atualmente anunciados em sites de classificados por preços em torno de e reais; os de dois quartos ficam entre e reais; e os de três quartos facilmente ultrapassam os reais. Segundo o último índice FipeZap, Ipanema e Leblon seguem como os bairros mais caros do Rio - e do Brasil - também para compra e venda, com metro quadrado de, respectivamente, reais e reais em dezembro de Lagoa, RJ

12 A Lagoa não fica muito atrás, com aluguel médio do metro quadrado fechando 2011 aos 50,51 reais. Isso significa um aluguel de cerca de reais por um apartamento de 50 metros quadrados. No bairro que fica espremido entre a lagoa e a montanha, um apartamento de um quarto pode chegar a custar mais de reais por mês, o mesmo que muitos imóveis de dois quartos na região. Mas é possível achar apartamentos de três quartos a partir dos reais, embora alguns também ultrapassem os reais de aluguel. A Lagoa é também o terceiro bairro mais caro do Rio para compra e venda, segundo o índice FipeZap, com metro quadrado de reais em dezembro. Jardim Botânico, RJ Em seguida vem o Jardim Botânico, com aluguel médio de 40,36 reais para o metro quadrado. Um imóvel de 50 metros quadrados custa, portanto, cerca de 2000 reais por mês ao locatário. Apartamentos de dois e três quartos estão sendo anunciados por preços a partir de reais por mês, mas há aqueles cujo aluguel ultrapassa os reais. O Jardim Botânico teve uma alta de 44,68% nos contratos novos de aluguel no ano passado, uma das maiores altas da cidade. O bairro da Zona Sul é o quinto mais caro do Rio para compra e venda, de acordo com o índice FipeZap. O metro quadrado custava, em média, reais em dezembro. Gávea, RJ O metro quadrado no bairro contíguo ao Jardim Botânico é apenas ligeiramente mais barato que o do vizinho, custando, em média, 39,99 reais por mês. Um imóvel de 50 metros quadrados custaria, ao locador, cerca de reais por mês, mas em se tratando de Gávea, essa metragem quase sempre corresponde a um imóvel de um dormitório. Lá os apartamentos costumam ser espaçosos e escassos, uma vez que o bairro ainda conta com uma boa quantidade de casas. Os apartamentos de dois e três quartos vêm sendo anunciados por mais de reais por mês. A Gávea é o quarto bairro mais caro do Rio para compra e venda, com metro quadrado custando, em média, reais, segundo o índice FipeZap de dezembro. A Gávea receberá uma estação de metrô, prevista para 2015, que fará a ligação do bairro com a linha que vai para a Barra da Tijuca. Botafogo, RJ Botafogo fecha o ranking carioca, com aluguel médio do metro quadrado de 37,66 reais mensais, cerca de reais para um apartamento de 50 metros quadrados. Com apartamentos de metragem reduzida, o bairro conta com imóveis de um quarto na faixa dos reais, de dois quartos acima de reais e de três quartos em torno de reais, segundo anúncios atuais em sites de classificados. Botafogo é um bairro central da Zona Sul carioca, com grande concentração de comércio e serviços, estação de metrô e transporte de integração para bairros como Jardim Botânico, Gávea e Urca. Jardins, SP Na capital paulista, os preços dos aluguéis nos bairros mais caros estão bem menores que os do Rio. A região dos Jardins está no topo do ranking. O valor do metro quadrado custa entre 27,54 e 31,52 reais para os imóveis de um quarto, 28,20 e 31,34 reais para os de dois quartos e 24,98 e 27,30 reais para os de três quartos. Ou seja, o aluguel de um apartamento de dois

13 quartos, com 50 metros quadrados, custou, em 2011, algo entre e reais. Os preços na região localizada na Zona Oeste podem variar bastante, e os imóveis costumam ser bem espaçosos. Entre os apartamentos anunciados atualmente, os de um quarto não chegam a custar reais, e os de dois quartos normalmente ficam entre e reais por mês no bairro Jardim Paulista. Os de três dormitórios facilmente superam os reais de aluguel, podendo ultrapassar os reais. O Jardim Paulista é, segundo o índice FipeZap, o bairro mais caro de São Paulo para compra e venda, com metro quadrado valendo, em média, reais. Perdizes, SP O segundo aluguel mais caro também pode ser encontrado na Zona Oeste paulistana, no bairro de Perdizes. Lá, o aluguel do metro quadrado em 2011 custou, em média, entre 27,09 e 30,89 reais nos imóveis de um quarto; entre 22,82 e 25,42 reais nos de dois quartos; e entre 21,27 e 23,30 reais os de três quartos. O valor do aluguel de um imóvel de um quarto com 50 metros quadrados teria ficado, portanto, entre e reais, aproximadamente. Segundo os anúncios atuais de imóveis para alugar na região, os apartamentos de um quarto costumam mesmo ficar nessa faixa, mas ainda é possível encontrar imóveis de dois e até três dormitórios que custam entre e reais por mês. Com grande oferta de imóveis residenciais para aluguel, o bairro de Perdizes não figura entre um dos mais caros para compra e venda, segundo o índice FipeZap. Até abril de 2011, porém, Perdizes foi o bairro paulistano cujo metro quadrado mais valorizou para compra e venda num período de 12 meses, segundo pesquisa do IBOPE Inteligência. Bela Vista, SP O terceiro bairro com aluguel mais caro de São Paulo é a Bela Vista, bem localizada entre a região da Paulista e o Centro. O aluguel do metro quadrado dos imóveis de um quarto no bairro custou entre 26,70 e 28,76 reais, enquanto que, para os imóveis de dois quartos, custou entre 21,29 e 25 reais. Isso quer dizer que um imóvel de um quarto com 50 metros quadrados sairia por algo entre e reais aproximadamente. Não há dados disponíveis em relação a imóveis de três dormitórios. A partir de uma busca rápida em sites de classificados, é possível perceber que apartamentos de um quarto costumam custar entre e reais por mês, e os de dois quartos, de a reais. Centro, SP O Centro de São Paulo tem sido redescoberto por incorporadoras e comportado uma série de lançamentos imobiliários. A região também vem sendo "revitalizada" pelo governo de São Paulo, que recentemente também empreendeu uma polêmica ação para debelar o consumo de drogas na região apelidada de Cracolândia, localizada no bairro da Luz. Os aluguéis no Centro ficaram, em 2011, entre 22,39 e 26,30 reais o metro quadrado para os imóveis de um quarto; 22,23 e 23,83 reais para os de dois quartos; e entre 18,41 e 20,51 reais para os de três quartos. Na designação do Secovi-SP, o Centro engloba os bairros da Barra Funda, Bom Retiro, Cambuci, Liberdade, Pari, Santa Cecília e as imediações da Sé. No bairro de Santa Cecília, por exemplo, onde atualmente há grande oferta de imóveis para aluguel, apartamentos de um quarto costumam custar entre e reais por mês, embora alguns ultrapassem este valor. Já os de dois dormitórios são anunciados por valores na faixa entre e reais, enquanto que os de três dormitórios custam a partir de reais, podendo até ultrapassar os reais mensais. Vila Mariana, SP

14 A segunda colocação, considerando os dados de janeiro a novembro, é da Cibrasec, com R$ A Vila Mariana, bairro da Zona Sul, fecha a lista paulistana. O aluguel do metro quadrado custou, em 2011, de 22,13 a 26,71 reais nos imóveis de um quarto, de 18,34 a 21,68 reais nos de dois quartos, e de 18,45 a 21,18 nos de três quartos. Em sites de classificados, os apartamentos de um quarto estão sendo anunciados por preços que variam de a reais por mês. Os aluguéis dos imóveis de dois quartos ficam entre e reais e os preços dos imóveis de três quartos ficam entre e reais, variando bastante, portanto. Regra do BC e Caixa estimulam venda de créditos imobiliários (Brasil Econômico - São Paulo/SP - Finanças - P /01/2012) Mudança em contabilização e a securitização de parte da carteira do banco público alteram o perfil de CRIs Ana Paula Ribeiro Mudanças em regras de contabilização definidas pelo Banco Central e a participação da Caixa Econômica Federal foram suficientes para elevar o mercado de títulos lastreados em crédito de imóveis residenciais e a expectativa é de continuidade dessa expansão. No ano passado, o crescimento desse mercado foi de 367,6%, segundo levantamento realizado pela consultoria Uqbar a pedido do Brasil Econômico. Em 2010, o volume de certificados de recebíveis imobiliários (CRIs) lastreados em crédito imobiliários residenciais foi de R$ 1,07 bilhão. Isso significa dizer que esse montante de financiamento foi transformado em títulos negociáveis no mercado de capitais, saindo da carteira de crédito dos bancos ou incorporadoras. Um ano depois, o total chegou a R$ 4,99 bilhões. Com isso, as operações residenciais elevaram participação no total de CRIs emitidos de 12,5% para 37,1% - a outra fatia é composta por CRIs de operações corporativas (shoppings, galpões). "O corporativo é o mais representativo, mas o residencial vai continuar crescendo em valores absolutos", diz o sócio diretor da Uqbar, Pedro Junqueira. Ele atribuiu essa mudança a uma flexibilidade dada pelo Banco Central aos bancos detentores dos créditos imobiliários. Desde março do ano passado, as instituições podem ceder as operações para a securitização sem correr o risco de ficarem desenquadradas na regra que exige que 65% dos recursos captados em poupança sejam destinados para o financiamento da compra da casa própria. Isso porque, antes, o que era cedido era abatido dessa exibilidade. Agora, isso é feito gradualmente, em 36 meses. Outro fator importante para a maior participação dos CRIs residenciais no total emitido pelas securitizadoras é o fato da Caixa Econômica Federal, a maior agente de crédito imobiliário no país, ter iniciado a securitização de parte de seu estoque de empréstimos. Só no ano passado foram R$ 2,4 bilhões, sendo que R$ 300 milhões foram distribuídos para investidores na rede de agências do banco público. E tambpem foi a Caixa a responsável por determinar o ranking das maiores securitizadoras do país em A Gaia Securitizadora, que foi a principal emissora dessa operação bilionária, alcançou o primeiro lugar, ultrapassando empresas tradicionais nessa área, como Brazilian Securities - do Grupo BFRE, que está em processo de venda para o banco Panamericano e BTG Pactual -, RB Capital e Cibrasec. Com base nos dados da Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (Anbima), até novembro a emissão de CRIs com lastro em operações residenciais e corporativas chegou a R$ 12,48 bilhões. Só a Gaia foi responsável por 24,45% do total (ou R$ 3,05 bilhões). "Tivemos um crescimento rápido em Estamos animados para este ano. Vemos espaço para ampliar a base de investidores", avalia o sócio e diretor da Gaia, João Paulo Pacifico.

15 2,67 bilhões. "Nós temos operações bem diversificadas (de diferentes cedentes). Avaliamos o risco de cada operação para que nosso investidor possa comprar algo com um balanço entre retorno e risco adequado", explica o diretor presidente da empresa, Fernando Brasileiro. Eduardo Zaidan, vice-presidente de economia do SindusCon-SP (sindicato da construção), afirma que "é muito natural" que o mercado imobiliário cresça a um ritmo menor. "A expansão dos últimos anos era insustentável. Estamos passando por uma acomodação", diz ele. No entanto, operações concluídas no último mês de 2011 podem alterar ou promover um empate nesse ranking. Pacifico, da Gaia, acredita que terminará o ano com um total de R$ 3,6 bilhões em CRIs emitidos. Já a Cibrasec terá o seu total elevado em R$ 1 bilhão referente a uma operação que teve como cedentes dos créditos o Santander e o Itaú - e que foram vendidas para o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Com isso, as duas empresas podem terminar 2011 com R$ 3,6 bilhões em emissões. Venda de casa nova é a menor em 5 anos (Folha de S. Paulo - São Paulo/SP - MERCADO - P. B8-17/01/2012) Residências comercializadas em SP em 2011 chegarão a 31 mil, soma mais baixa desde 2006, afirma sindicato Até novembro de 2011, foram negociadas 24,5 mil unidades, total 20,8% menor que o de igual período de 2010 CAROLINA MATOS DE SÃO PAULO A venda de residências novas na capital paulista em 2011 foi a menor em cinco anos. Foram comercializadas cerca de 31 mil unidades, segundo estimativa do Secovi-SP (Sindicato da Habitação). O número não era tão baixo desde 2006, quando foram negociados 28,3 mil imóveis. De janeiro a novembro do ano passado, as vendas somaram 24,5 mil unidades, de acordo com levantamento da instituição que vai ser divulgado hoje. Esse total é 20,8% menor que o do mesmo período de O estudo considera imóveis com três anos no máximo. A velocidade de venda também diminuiu. O percentual de residências comercializadas sobre o total oferecido caiu de 22,7%, em média, nos primeiros 11 meses de 2010 para 13,9% em A perda de ritmo do mercado imobiliário residencial também é percebida na região metropolitana de São Paulo, em que foram vendidas, de janeiro a novembro de 2011, 45,1 mil unidades -22,3% menos que no mesmo período do ano anterior. "O resultado de 2011 refletiu a desaceleração da economia do país e a demora do governo federal em liberar as novas regras para o programa Minha Casa, Minha Vida, segmento em que as vendas são mais fortes", diz Celso Petrucci, economista-chefe do Secovi-SP. A regulamentação, que foi publicada em agosto, aumentou o valor máximo dos imóveis incluídos no programa em São Paulo, no Rio e no Distrito Federal para R$ 170 mil. "Além disso, a recuperação dos preços [dos imóveis] entre 2009 e 2011 também contribuiu para a redução do ritmo das vendas."

16 Zaidan destaca que consumidores e construtoras estão se planejando melhor. "O setor imobiliário crescerá menos em 2012, mas ainda acima do PIB (Produto Interno Bruto) do país", diz Alexandra Almawi, economista da Lerosa Investimentos. LANÇAMENTOS Os dados do Secovi-SP mostram que, em relação aos lançamentos de imóveis residenciais na capital paulista, a quantidade entre janeiro e novembro de 2011 foi praticamente a mesma observada em igual período de 2010, com ligeiro aumento de 1,3% (para 30,6 mil unidades). A previsão é que o número fique entre 36 mil e 38 mil no fechamento de 2011, incluindo o mês de dezembro -em 2010, foram 38,2 mil-, e em 38 mil em NOTICIÁRIO DE IMPRENSA REGIONAL Aluguel de imóveis deve crescer 30% (Jornal O Estado - Fortaleza/CE - ECONOMIA - 17/01/2012) Janeiro é o melhor mês do ano para o segmento de locação de imóveis e deve permanecer até a primeira quinzena de fevereiro Ano novo, vida nova. Essa é a filosofia de muitas pessoas que desejam iniciar o ano com mudanças que trarão algum impacto positivo para a sua vida. Entre essas mudanças, está a mudança de casa. Famílias que querem mudar de endereço ou um imóvel mais amplo, casais que estão iniciando a vida a dois e estudantes que mudarão de cidades estão entre o público que costuma alugar imóveis no início do ano, fazendo com que o mês de janeiro seja um dos melhores para o setor. De acordo com o diretor administrativo da imobiliária A Predial, João Henrique Gondim, os contratos de aluguel oficializados em janeiro são cerca de 30% superiores aos oficializados nos demais meses do ano. "Janeiro é, sem dúvida, o melhor mês do ano para o setor de locação de imóveis. Isso porque é um mês onde as pessoas estão de férias e têm mais tempo para procurar e visitar imóveis. Além disso, no início do ano, as pessoas estão fazendo planos de mudar de casa, estudantes passam a morar sozinhos etc.", afirma, acrescentando que o aquecimento no setor de aluguel de imóveis deve permanecer até a primeira quinzena de fevereiro. Gondim explica que bairros como Aldeota, Meireles, Água Fria e Cocó continuam entre os mais procurados. No entanto, existe uma procura crescente pelos bairros da região Sul de Fortaleza, como Cidade dos Funcionários e Messejana, que ainda não dispõem de imóveis para aluguel em quantidade suficiente para atender à demanda. "A ofertas nesses bairros, assim como no Cocó, ainda é pequena para a demanda. Isso é uma oportunidade para os investidores, que podem adquirir imóveis nessas regiões e colocá-los para alugar", diz. Com relação ao valor médio dos alugueis em Fortaleza, o diretor administrativo da imobiliária A Predial afirma que os preços variam de acordo com a região onde se encontra o imóvel. No entanto, o valor médio dos imóveis locados pela imobiliária gira em torno de R$ 800,00. Já com relação ao tipo de imóvel mais procurado, João Henrique Gondim afirma que os mais procurados são os apartamentos de dois ou três quartos. Ele destaca que também existe uma grande demanda por casas em condomínio, sobretudo na região Sul da cidade, e que a oferta deste tipo de imóvel ainda é pequena para a demanda. SETOR AQUECIDO Além do mês de janeiro, João Henrique Gondim afirma que o setor de locação de imóveis deve permanecer em ascensão ao longo do ano. "Em 2011, o primeiro semestre foi mais devagar, mas o setor começou a aquecer no segundo semestre. Isso pode ser explicado porque o

17 número de pessoas comprando imóveis diminuiu, devido aos altos preços de venda, o que tornou a locação de imóvel uma opção melhor. Para este ano, acreditamos que o setor continuará aquecido", diz. O ano passado também foi positivo para a Apsa, empresa especializada em administração de condomínios, locação e compra e venda de imóveis, que encerrou 2011 com um crescimento de 10% no número de locações, com relação a Segundo a gerente regional da Apsa em Fortaleza, Micheline Aires, o maior número de locações foi possível graças à maior disponibilidade de imóveis. "Intensificamos na captação para oferecermos ainda mais opções de imóveis aos clientes que nos procuram. Também estamos investindo na qualidade do nosso atendimento e serviços", afirma, acrescentando que, aliado a isso, outro atrativo é a elevação da renda da família, de profissionais liberais e de pessoas que saíram de casa para morar só ou dividir espaço com alguém. "Para 2012, nossa expectativa é que o crescimento seja ainda maior", completa. SAIBA MAIS ANTES DE ALUGAR Quem está pensando em alugar um imóvel deve ficar atento a alguns pontos importantes. Nos dias de hoje, quase todas as imobiliárias disponibilizam em seus sites informações e fotos dos imóveis disponíveis. Contudo, essas informações não dispensam a visita ao imóvel. De acordo com especialistas, é recomendado que a pessoa visite o imóvel mais de uma vez e em horários diferentes, a fim de perceber melhor as características do lugar. É importante conversar com os vizinhos sobre problemas do edifício ou da região e certificar-se sobre os valores do condomínio e do IPTU, que, em alguns casos, podem ter reajustes. "O ideal é que os gastos com aluguel e condomínio, ou mesmo com a prestação do financiamento do imóvel não ultrapasse 30% dos rendimentos da família", alerta João Henrique Gondim, ressaltando que é importante alugar ou comprar imóveis por meio de imobiliárias especializadas, que darão o suporte necessário. POUPANÇA Poupança diária Clique aqui para visualizar o saldo diário CURSOS Inscrições abertas para o curso: Prática Jurídica em Contratos Imobiliários Dias: 12/12/2011 e 15/12/2011 Horário: 18:30 à 22:00 [+] Inscreva-se Inscrições abertas para o curso:

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