ADIFE NOTÍCIAS. Entrevista com Luísa Salazar. Nesta Edição

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1 ADIFE NOTÍCIAS Associação de Diplomados da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve Ano XII N.º 14 Entrevista com Luísa Salazar A ADIFE entrevista a Dra. Luísa Helena Bernardo Salazar d Eça, diplomada pela Faculdade de Economia da Universidade do Algarve em Economia. A nossa entrevistada é actualmente Directora Financeira, Administrativa, de Recursos Humanos e de TI do VALE DO LOBO Resort Turístico de Luxo, S.A. (Cont. página 3) Empregabilidade dos MBA da FEUA Conclusões do estudo realizado sobre a inserção profissional e a carreira dos antigos alunos de mestrado da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve no período de 1992 a 2006 (Página 6) Artigo de Opinião! Ainda neste número uma informação actualizada sobre as alterações significativas nos apoios comunitários do Quadro Comunitário de Apoio para o Quadro de Referência Estratégico Nacional (Página 11) Nesta Edição Editorial... Entrevista... Investigação... Empregabilidade dos MBA... Acontecimentos/Novidades... Websites que recomendamos.. Onde é que eles estão e o que fazem?... Artigo de opinião

2 FORMAÇÃO NOVIDADES NOVO MESTRADO Economia da Inovação e Empreendedorismo CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM SOCIOLOGIA - MOBILIDADES E IDENTIDADES CURSO AVANÇADO DE GESTÃO E LIDERANÇA PARA FARMACÊUTICOS 2

3 ENTREVISTA A ADIFE entrevista a Dra. Luísa Helena Bernardo Salazar d Eça. Licenciou-se em Economia pela Faculdade de Economia da Universidade do Algarve no ano lectivo de com a média de 14 valores. Tem 31 anos e é actualmente Directora Financeira, Administrativa, de Recursos Humanos e de Tecnologias da Informação do VALE DO LOBO Resort Turístico de Luxo, S.A. ADIFE: Vamos começar esta entrevista pelo curso. A Luísa licenciou-se em Economia em Porquê o curso de Economia? E porquê a Faculdade de Economia da Universidade do Algarve? LUÍSA SALAZAR: Escolhi Economia por sentir que me ira dar uma visão macro da sociedade e das empresas, visão essa que não conseguiria obter unicamente de uma vivência profissional. A Universidade do Algarve foi a minha primeira opção. Embora tivesse média para frequentar qualquer outra Universidade do país escolhi esta por alguns factores, nomeadamente: monetários, localização, boas condições da Universidade e pelo facto do curso ser já de algum renome. Voltei para o Algarve, onde passei por uma sociedade de Revisores Oficiais de Contas e por um Gabinete de Contabilidade. Posteriormente, fui trabalhar para uma Farmácia e um Laboratório de Análises Clínicas. Surgiu, então, uma possibilidade de concorrer para Técnico Oficial de Contas da Euroscut (Empresa responsável pela Concessão da Via do Infante). Concorri e não fui seleccionada para TOC, mas sim para Directora Financeira. A Ferrovial Agromam da qual a Euroscut é uma das empresas filiadas sofreu uma reestruturação em 2003 e os directores financeiros presentes nas concessionárias foram despedidos. O mesmo aconteceu comigo. Fiquei sem emprego Foi até à data o momento mais difícil da minha vida profissional. Passados três meses fui recrutada para Vale do Lobo, como Directora Adjunta Financeira. Um ano depois fui promovida a Directora Financeira. Em 2004 passou para a minha responsabilidade a Direcção do Departamento de Tecnologias de Informação e este ano passou para a minha responsabilidade a Direcção do Departamento de Recursos Humanos. ADIFE: Logo após concluir a sua licenciatura, recorda-se de que dificuldades sentiu no primeiro confronto com o mercado de trabalho? LUÍSA SALAZAR: Antes de concluir o curso já tinha o meu primeiro emprego. Era na KPMG, em Lisboa. Não senti muita dificuldade em integrarme, senti mais dificuldade por pensar que até à conclusão do curso tinha seguido um caminho que estava previamente definido e por etapas. A conclusão do curso foi o finalizar de uma etapa, que por sinal era a última. Lembro-me de pensar muitas vezes como conseguiria encontrar o meu próximo emprego ADIFE: Pode falar-nos um pouco do seu percurso profissional até à actualidade?... E porquê o sector do Turismo? Foi escolha ou vocação pessoal? LUÍSA SALAZAR: A primeira experiência profissional foi através de um estágio do PEJENE no Banco Espírito Santo. E o meu primeiro emprego, como referi, foi na KPMG, mas não me sentia muito identificada com o tipo de trabalho, nem com a cultura da empresa. Foto tirada num dos locais mais fotografados de Vale do Lobo: o Buraco 16 do Royal Golfe

4 O Core Business de Vale do Lobo é a promoção imobiliária, através da venda de lotes e construção de moradias e apartamentos de Luxo. Desenvolvemos também a actividade turística através do arrendamento para férias de moradias e apartamentos, exploramos dois campos de golfe, temos cerca de 30 cessionários que exploram lojas e restaurantes no Resort. Tudo isto numa fantástica localização! Esta foi uma oportunidade que surgiu e, na realidade, é fascinante, porque o meu dia a dia é extremamente variado. A palavra monotonia não faz parte do dicionário das pessoas que trabalham em Vale do Lobo! ADIFE: No contexto das suas funções e actividades na instituição em que trabalha, pode referir os desafios e constrangimentos enfrentados quer por si, quer pela instituição? LUÍSA SALAZAR: Vale do Lobo tem diversas actividades, todas interligadas entre si. Esta é a primeira dificuldade! Temos de ter noção que as nossas decisões provocam efeitos em toda a empresa e não só na nossa área de responsabilidade. Por ser uma empresa com cerca de 40 anos, tem muita história, por vezes sendo um pouco resistente à mudança, mas nada que não se consiga transpor pelas fantásticas pessoas que trabalham afincadamente para que tudo corra bem. Como as direcções que sou responsável estão interligadas com todas as áreas da empresa por vezes surgem alguns conflitos que é necessário gerir Mas, também sinto que ao nível dos Directores há uma grande inter ajuda, fazendo com que tudo corra pelo melhor! Depois existem todos os condicionalismos externos à empresa. O principal entrave à actividade são os organismos públicos, com demoras na obtenção de respostas, pedidos de licenciamento, etc. Se os nossos organismos públicos funcionassem com mais rapidez, à semelhança do que já acontece com as Finanças, por exemplo, traria muito mais riqueza e investimento para o país. ADIFE: Em que medida é que a licenciatura a tem ajudado no exercício da sua actividade profissional? LUÍSA SALAZAR: A licenciatura é uma ferramenta que nos permite adquirir os conceitos e ideias gerais que um dia mais tarde (ou talvez não ) iremos aplicar no mercado de trabalho. É óbvio que disciplinas técnicas como é o caso da contabilidade, fiscalidade, analítica, direito, entre outras utilizo-as numa base diária, porque estão directamente ligadas à minha actividade profissional. Todas as outras ajudaram e muito para desenvolver o meu raciocínio lógico e para adquirir conhecimentos noutras áreas. Tudo o que aprendemos no curso está de certa forma interligado e cabe-nos a nós, estudantes, e depois profissionais, fazer essas ligações rapidamente na expectativa de resolver os problemas prementes e encontrar as melhores soluções. Temos que ser nós a criar e a inovar! Esta é a nossa mais valia! ADIFE: Fala-se cada vez mais na necessidade de realizar formação ao longo da vida. Desde que concluiu o seu Curso de licenciatura voltou a estudar? Porque razões? LUÍSA SALAZAR: Adoro estudar e aprender matérias novas. Desde que terminei o curso fiz na Universidade do Algarve um MBA em Gestão Empresarial (1999) e uma Pós-graduação em Fiscalidade (2003). No ano passado efectuei um dos Módulos do Corporate Finance Modular Program na London Business School em Londres. Foi uma experiência muito gratificante! ADIFE: Que recomendações faria aos actuais finalistas e recém-licenciados da Faculdade de Economia que pretendem dar início à sua carreira profissional? LUÍSA SALAZAR: Na vida profissional vamos encontrar muitas pessoas licenciadas na mesma área do que nós, mas temos que marcar a diferença pela pro-actividade, pensamento lógico, responsabilidade, dedicação, competência e pelo trabalho. No principio da vida profissional (eu sinto que ainda estou no princípio) é sempre mais complicado, temos que aprender a fazer de tudo um pouco para que possamos conhecer todos os In & Out da nossa função, só assim é que um dia poderemos saber guiar e coordenar uma equipa de trabalho. Desejo a todos o maior sucesso! 4

5 INVESTIGAÇÃO A perspectiva estratégica da Análise Conjunta no aperfeiçoamento do processo da tomada de decisão No âmbito da investigação que realizei com vista à obtenção do meu Doutoramento tive a oportunidade de, entre outras, desenvolver a metodologia da Análise Conjunta (AC). A metodologia da AC, constitui um dos níveis mais complexos da Teoria da Decisão. Dentro das técnicas de estatística multivariada a AC ocupa, como técnica de dependência, um espaço exclusivo. Procura prever a escolha de um indivíduo face a várias alternativas de produtos ou de serviços, tendo por base regras de compensação através da medição do efeito conjunto de variáveis independentes (atributos), geralmente nominais, sobre uma variável explicada ordinal (preferência). O incremento das aplicações da AC na investigação de mercados, elucida bem as novas tendências da investigação em Gestão Estratégica; isto, com o objectivo de apoiar cada vez mais cientificamente os processos de tomada de decisão. Actualmente, verifica-se uma crescente aplicabilidade desta metodologia em espaços cada vez menos tradicionais. Tem-se vindo a observar uma necessidade cada vez maior de encontrar reforços de informação conducentes ao desenvolvimento de estratégias de mercado mais eficazes, apoiadas, nomeadamente, conceito de vantagem competitiva. Contudo, a utilização tradicional dos métodos não métricos em AC para a estimar as preferências, não tem tido em conta os efeitos de interacção, sendo estes cada vez mais indispensáveis em áreas onde as opiniões pessoais são sensíveis e importantes. No trabalho que desenvolvi procurei precisamente realçar, recorrendo, à metodologia de qualidade de Taguchi, o papel dos efeitos de interacção nas estimativas de dados não métricos, procedentes da Análise Conjunta. Pretende-se assim, demonstrar como é que os efeitos de interacção podem contribuir para a melhoria da qualidade dos modernos processos de tomada de decisão e consequente implementação estratégica. Actualmente tenho estado envolvido em projectos de pesquisa na vertente da aplicabilidade da análise multivariada de dados em diversas áreas. Nomeadamente, na área da Gestão, na área do Turismo e, mais recentemente, na área da Saúde. Com efeito, tem-se vindo a observar um crescente interesse na investigação aplicada a domínios que simultaneamente integrem um melhor conhecimento dos mercados, em sentido lato e uma perspectiva de auxílio ao processo da tomada de decisão. Esta temática tem-se revelado extremamente útil na prossecução da eficiência em produtos, serviços ou processos, sobretudo, em contextos de aperfeiçoamento ou melhoria da qualidade. Qualquer esclarecimento adicional poderá ser obtido utilizando os seguintes contactos: Guilherme Castela Faculdade de Economia Universidade do Algarve Campus de Gambelas Faro Tel Ext Fax:

6 Estudo EMPREGABILIDADE DOS MBA da FEUA Inserção profissional e carreira dos antigos alunos de mestrado da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve 1992 a 2006 Conclusões de um estudo 1 Os primeiros alunos de mestrado da FEUALG concluíram os seus cursos há mais de dez anos, tornando-se indispensável um estudo sobre a sua inserção profissional e progressão na carreira. Adoptou-se uma metodologia semelhante à já empregue anteriormente em estudos realizados junto de licenciados, essencialmente descritiva e baseada num inquérito através do correio tradicional. O alvo estabelecido foi a população dos 742 antigos alunos de cursos de mestrado, tendose obtido uma amostra de 17% do total, tamanho considerado normal em estudos por inquérito. A análise dos dados recolhidos permitiu chegar a diversas conclusões que resumimos adiante, mas que só sob reservas poderão ser extrapoladas para a população, dada a imperfeita representatividade da amostra. Assim, após a frequência do mestrado, verifica-se que: a taxa de desemprego dos respondentes é de 1,6% (2 pessoas desempregadas, mas ainda sem o mestrado concluído). Nenhum dos antigos alunos da amostra com a dissertação de mestrado concluída se encontrava desempregado; o tempo médio de espera até à obtenção do primeiro emprego é praticamente nulo, pois a grande maioria (83%) dos doze mestrandos desempregados, à data do início do curso, conseguiu emprego antes de concluir a dissertação (25%) ou mesmo 1 A versão completa do estudo será oportunamente divulgada na página da Internet da ADIFE em 6 antes de terminar a parte escolar (58%); 32% dos inquiridos mudaram de emprego e fizeram-no, sobretudo, motivados pela procura de maior realização profissional, aquisição de novas competências, mudança de ramo de actividade ou melhoria de salário; os três principais sectores de actividade dos respondentes são (1) a administração pública, defesa e segurança social, (2) a educação e (3) as actividades financeiras. Estes três sectores reúnem mais de metade dos respondentes empregados; aumentou em cerca de 7 pontos percentuais o número de respondentes pertencentes aos quadros e diminuiu em cerca de 3 pontos percentuais a percentagem de profissionais a recibo verde ou a efectuar um estágio profissional (consideraram-se apenas os antigos alunos que estavam a trabalhar antes do ingresso); não se alterou o número de empresários ou de profissionais liberais. Infelizmente, os mestrados oferecidos não parecem ter ainda conseguido dar um contributo significativo para o aumento do empreendedorismo dos mestrandos, pelo que apenas o intrapreneurship poderá ter melhorado; cerca de 38% dos antigos alunos desempenhavam funções de chefia ou de assessoria, 42% funções técnicas e 8% funções administrativas ou comerciais; registou-se um aumento de 16 pontos percentuais na proporção de pessoas com funções de chefia ou de assessoria, tendo diminuído a de pessoas em funções técnicas; 75% de inquiridos estavam satisfeitos ou muito satisfeitos com a relação entre as funções desempenhadas e a formação

7 académica. Esta percentagem era de apenas 59% à data de ingresso no curso; o salário líquido médio mensal registou um aumento real de 17%, passando de 1302 euros no início do mestrado, já com o efeito da inflação incluído, para 1527 euros no ano de 2006, o que corresponde a um aumento médio real muito assinalável de 2,7% ao ano; mais de 50% dos respondentes que estavam empregados antes do ingresso melhoraram a sua satisfação com a principal actividade profissional em termos das funções desempenhadas, da possibilidade de liderar projectos ou pessoas, das oportunidades de promoção e, naturalmente, das remunerações auferidas; é entre os respondentes que concluíram a dissertação de mestrado cerca de 23% da amostra que se regista a maior proporção de trabalhadores pertencentes aos quadros ou com contrato a termo certo: 92% contra 84% dos que não concluíram; é igualmente entre os antigos alunos que concluíram a dissertação que se encontram as avaliações mais positivas da relação entre a formação obtida e as funções desempenhadas (84% consideram a relação como boa ou muito boa, sendo a correspondente percentagem de 75% entre os que não concluíram a dissertação); as vantagens do término da dissertação estendem-se ainda, e de forma bastante assinalável, ao valor dos salários recebidos. Quem concluiu a dissertação aufere um vencimento médio mensal líquido de 1692 euros, mais 225 euros do que os mestrandos que a não concluíram. Em conformidade, a percentagem de respondentes que concluíram e têm vencimentos mensais líquidos superiores a 2000 euros excede em 18 pontos percentuais a correspondente percentagem dos que não concluíram; dos respondentes que conseguiram emprego após o início do mestrado, 70% têm agora uma situação profissional relativamente estável, 70% referem que se encontram a desempenhar tarefas que se ajustam à sua formação académica e 30% indicam auferir um vencimento líquido mensal superior a 1000 euros. Estas percentagens são, contudo, bastante inferiores às que se registam para os respondentes empregados à data do ingresso (86%, 93% e 82%, respectivamente). Os dados obtidos permitiram, assim, retirar diversas conclusões relevantes para os actuais e para os futuros mestres, bem como para a própria Faculdade de Economia. Em geral, as conclusões são positivas e sugerem que, apesar do contexto económico desfavorável de alguns dos anos do período em estudo, a inserção profissional e a progressão na carreira são satisfatórias ou mesmo muito satisfatórias. Carlos J. F. Cândido e Patrícia Oom do Valle ADIFE / Faculdade de Economia Universidade do Algarve Campus de Gambelas Faro s: Tel Fax:

8 ACONTECIMENTOS/NOVIDADES COMISSÃO ALUMNI O endereço aprovado pelo Senhor Reitor, relativo à inscrição dos antigos alunos na Comissão Alumni é: Pretende-se que o modelo de concepção da aplicação informática Alumni seja dinâmico, com actualização permanente de dados e com um processo de alimentação automático. Pretende-se que sejam os próprios utilizadores (antigos alunos) a efectuar o seu registo para assim possibilitar a actualização da informação e facilitar a interacção com os diplomados da Universidade. As várias funcionalidades da aplicação Alumni contemplam para além dos dados pessoais e profissionais e de expectativas de regresso à Universidade, um link a informações de interesse. Alumni da Universidade do Algarve Versão UALG Reconhecimento pela CTOC As novas estruturas curriculares dos cursos de Economia e Gestão de Empresas da Faculdade de Economia, que derivaram do chamado Processo de Bolonha, foram recentemente reconhecidos pela CTOC (Câmara de Técnicos Oficiais de Contas) como satisfazendo os critérios académicos definidos por esta Câmara. Assim, os cursos serão em breve inseridos na listagem própria mantida pela CTOC. Os diplomados nestes cursos devem comprovar a frequência com aproveitamento nas unidades curriculares expressas nos critérios da CTOC. No caso de Gestão de Empresas essas unidades curriculares são obrigatórias. No curso de Economia, os actuais alunos que pretendam vir a inscrever-se na CTOC devem escolher as unidades opcionais adequadas ao efeito. Quanto aos diplomados em Economia que não têm todas as disciplinas necessárias, a CTOC tem admitido a inscrição desde que os interessados se inscrevam e obtenham aprovação nas disciplinas em falta. Conferências internacionais na FEUAlg Próximas conferências a decorrer na Faculdade: - Multivariate Volatility Models Conference 26 e 27 Outubro The body of knowledge in Tourism using and contributing to IT 2 de Novembro, FEUA (no âmbito do Doutoramento em Turismo) - EC2 Conference 14 e 15 Dezembro CONFERÊNCIAS EXTERNAS - Conferência Internacional sobre Finanças Sustentáveis (ligação Banca e Seguros) Será lançado Guia dos riscos ambientais/sociais na concessão de crédito, validado pela Associação Portuguesa de Bancos, Associação Industrial Portuguesa, Fundação Luso Americana e Quercus 5 e 6 de Novembro Inscrição no Site:http://www.sustentare.pt/sustainablefinan ce.html - Ordem dos Economistas com a Ernst & Young apresentam o "Ernst & Young Portuguese Attractiveness Survey" (atractividade da Economia Portuguesa à captação de investimento directo estrangeiro) 14 de Novembro Hotel Ritz, em Lisboa Inscrições até 9/ º Congresso do Algarve RACAL-CLUBE 15 a 17 de Novembro Formação Avançada na FEUAlg Análise Avançada de Dados: 14 a 19 de Janeiro 2008 Inscrições em: 8

9 Concurso Fomento do Empreendedorismo A COTEC organizou, em associação com a Fundação Calouste Gulbenkian e a Fundação Luso- Americana para o Desenvolvimento, com o patrocínio da OPTIMUS e o apoio do Jornal Expresso, o Concurso sobre Fomento do Empreendedorismo. De acordo com o calendário previamente anunciado, a Sessão de Divulgação Pública do projecto vencedor deste concurso, teve lugar a 19 de Outubro, nas instalações da Fundação Luso-Americana para o Desenvolvimento em Lisboa (www.cotec.pt/empreender/empreendedorismo.htm). WEB SITES QUE RECOMENDAMOS O ADIFE NOTÍCIAS convida todos os leitores a participar envindo sugestões de sites da Internet úteis.. Para tal, pode enviar o endereço do site que recomenda, junto com uma breve explicação sobre o motivo da sua escolha para o endereço de Trata-se de uma equipa multidisciplinar que pretende intervir na sociedade algarvia quer pela via da opinião escrita, quer pela realização de estudos e debates, mesas redondas e outros eventos que permitam reunir ideias e gerar massa crítica numa região com carência de interventores e "agitadores" de opinião. Este é o site do Diário da República online. Permite, entre outras funções, uma pesquisa avançada de informação diversa (concursos, editais, etc.) nas séries do DR, com respectivo envio por diariamente. Contém a Constituição e outros serviços e links de interesse gratuitos. Site com artigos diários de cultura geral e assuntos variados sobre: organizações, recursos humanos, sistemas de informação, inovação, educação, ética, marketing, finanças, empreendedorismo, estudos de caso, etc. (coluna Connectis). E também acede aí aos vários número da revista electrónica Rede2020 cuja caracterização e objectivos se encontram descritos abaixo. A Rede2020 é uma publicação vocacionada para a partilha de ideias e recursos de investigação e ensino em gestão, estratégia e marketing. A Rede2020 contempla ainda temas de outras áreas como por exemplo economia, sociologia, tecnologia, geografia, história, e ciência política. Está interessada na discussão de outras formas de expressão e entretenimento como a literatura, arquitectura, música, cinema, vídeo e fotografia. Inicialmente, a Rede2020 assumiu a forma duma lista de correio electrónico para partilha de informação entre um pequeno grupo de investigadores. O projecto foi reformulado em Setembro de 2005, passando a assumir a forma duma publicação electrónica e a partir de 2006 assumiu uma periodicidade bimestral. Para receber esta publicação poderá enviar um em branco para: De seguida receberá um de confirmação ao qual é suficiente responder também em branco. 9

10 ONDE É QUE ELES ESTÃO E O QUE FAZEM? A ADIFE convida a partilhar notícias, trabalhos e sucessos de âmbito pessoal e profissional. Envie-nos as suas experiências e os seus dados para Carta de Susana Gonçalves, Antiga aluna da Faculdade de Economia Gostava que a UAL tivesse conhecimento que existem casos como o meu, e espero que se orgulhem disso, que temos tido muito sucesso (muita sorte também) em carreiras internacionais, e que de certa forma levamos o nome da nossa universidade lá para fora. Por motivos da natureza do meu trabalho, o meu CV passa centenas de vezes por ano por dirigentes de grandes empresas mundiais, e claro está a Universidade do Algarve é citada na primeira página. Muito sucintamente, hoje em dia sou consultora de gestão freelance com especialização em sistemas de gestão integrada (SAP) sobretudo na área financeira. Comecei em 1997 como consultora na PriceWaterHouseCoopers, e trabalhei sempre no mercado europeu (já trabalhei para muito grandes empresas do mundo em diversos sectores como a General Electric, a Xerox, a Philips, a Fiat, a General Motors, a Burberry e recentemente a Estee Lauder) em quase todos os países da Europa e US. Imagino que haja outros casos internacionais como o meu (sei pelo menos de um) mas não quero com isto dizer que tenho mais sucesso do que outros que ficaram em Portugal, nada disso, até porque isto foi uma opção de vida. É só curioso e achei que a Universidade ia gostar de saber... Alguns dos meus antigos professores, por exemplo a Profª. Teresa Vaz nem acreditaria se se lembrasse de mim... eu não era propriamente uma aluna de 18, nem nada que se parecesse...mas da Universidade retirei o melhor que me poderia preparar para a vida profissional (a minha): a capacidade de trabalhar em equipa, por exemplo... a capacidade de reacção e adaptação a situações menos frequentes como as orais ou a apresentação de trabalhos de grupo, o convívio com muitas pessoas diferentes... isso tudo conta muito... e tive muita sorte felizmente... Já agora os meus cumprimentos ao Prof. Efigénio. Não sei se o Prof. Efigénio se lembra de mim, mas deve lembrar, porque eu era uma razoável má aluna e um dia fui-lhe pedir para anular a minha nota de 11 num exame porque queria repetir. Lembro-me da cara do Prof. Efigénio que pensava para os seus botões não é possível... já teve a sorte de passar... ahaha...e assim repeti o exame e fiz Econometria com Era uma questão de honra pessoal fazer a cadeira mais difícil com boa nota... o resto não interessava tanto... Já há 10 anos que não vivo em Portugal, e perdi o contacto total com a Universidade, mas fiquei muito contente com esta iniciativa e espero reatar esse laço. Os melhores cumprimentos e a continuação de sucesso da UAL e dos alunos que por lá passam! Susana Gonçalves Mário Moreira, Economia (1994/98), exerce funções de Area Developer na Neorelva (www.neorelva.pt), solteiro. Ana Belguinha, Gestão de Empresas (2002/06). Actualmente finaliza estágio na empresa de revenda de bebidas Emprodalbe, Lda. Tiago Revés, Economia (1995/99) e MBA em Finanças Empresariais (2000/01). Exerce funções de Gestor de Cliente no BANIF. Casado, tem duas filhas (Susana com 2 anos e Joana com 3 meses). 10

11 ARTIGO DE OPINIÃO O Algarve e o QREN Os apoios comunitários sofrem alterações muito significativas do Quadro Comunitário de Apoio (QCAIII) para o Quadro de Referência Estratégico Nacional (QREN), nomeadamente face à regra de programação mono-objectivo e porque os programas operacionais temáticos têm uma abrangência territorial limitada, i.e., o Algarve está, no QREN, fora do objectivo denominado convergência, visto que a sua riqueza já convergiu, ainda que estatisticamente. O chamado phasing out estatístico significa que a região é agora rica, o que ocorre apenas porque a adesão dos países de Leste fez descer o PIB médio da UE, sendo agora a riqueza gerada na região comparativamente superior. No QREN, o termo de comparação é a UE25. No QCAIII era a UE15. No entanto, existe um reconhecimento oficial da UE para a situação peculiar de phasing out estatístico. Assim, não se percepcionam consequências completamente gravosas para o Algarve, em termos de perda de apoios públicos comunitários. Face às possibilidades excepcionais existentes e tendo em conta a consagração quer da prioridade estratégica relativa à qualificação dos portugueses [ ], quer do princípio orientador respeitante à concentração das intervenções, é adoptado um único Programa Operacional Temático [ ] para enquadramento dos investimentos e acções de desenvolvimento a realizar na região de Lisboa e na região do Algarve, com dotações financeiras rígidas). Na prática, para além de mirrar o dinheiro para obras de betão no Algarve, espera-se, em todo o país, uma maior exigência na análise e aprovação de candidaturas. Ainda que o Algarve possa perder apoios significativos para as chamadas obras de betão, a perda deverá ser menor no caso dos fundos para a qualificação de activos (FSE). A este propósito, cite-se o próprio QREN, em duas passagens significativas: Das NUTS II portuguesas abrangidas pelo Objectivo 1 no período (QCA III) ocorrerão alterações parciais de elegibilidade [na] região do Algarve [devido ao] phasing-out (regiões que, por razões estatísticas, deixaram de ser elegíveis) do Objectivo Convergência ; Ilustração: O QREN e a sua aplicação territorial (NUTS III) 11

12 Embora a formação profissional (Programa Operacional Temático Potencial Humano - FSE) continue generoso, exigirá o reforço da competitividade e de promoção da qualidade do emprego. Mais concretamente, procura-se uma maior valorização da formação profissional enquanto elemento de suporte à qualificação das práticas de gestão [e o] desenvolvimento organizacional. Conclui-se assim que os projectos de formação serão valorizados quando integrados em processos de mudança organizacional tendentes a uma maior eficiência produtiva, o que eleva os patamares de exigência no desenho e fundamentação dos projectos a candidatar. Existe ainda um objectivo mais ligado a questões de cidadania e que se prende com um incremento genérico das qualificações profissionais dos portugueses. O Programa Operacional Temático Potencial Humano (FSE) identifica dez eixos prioritários, sendo um deles o Eixo Prioritário 8 Algarve. Citando, a região do Algarve, para o período de programação , integra as regiões elegíveis para financiamento pelos Fundos Estruturais a título do Objectivo da Convergência, ao abrigo do regime de apoio transitório e específico [ ]. Num quadro de restrição financeira, tanto maior é a responsabilidade e a pressão para uma selectividade estratégica da aplicação das políticas públicas em ambas as dimensões, a das tipologias de intervenção a seleccionar, por um lado, e a do esforço e intensidade de intervenção das mesmas, por outro lado. Assinados muito recentemente os diversos PO, aguarda-se para breve a abertura de concursos para candidaturas. Para começar, há muito que ler em E, para as empresas, sugerese a consulta de Nova Classificação de Actividades Económicas Revisão 3" Renato N. Pereira (As opiniões expressas nos artigos de opinião são da inteira responsabilidade dos seus autores e não constituem manifestação do ponto de vista da ADIFE, nem dos membros dos seus órgãos sociais.) No dia 1 de Janeiro de 2008 o País vai ter uma nova Classificação de Actividades Económicas (CAE-Rev3) em substituição da CAE-Rev.2.1 As profundas alterações entre as duas classificações justificam uma análise de algumas questões importantes, entre as quais se salientam:. O novo código da CAE-Rev.3 versus o código da CAE-Rev.2.1?. Porque vai mudar o código de actividade?. Como gerir a passagem do código actual para o novo código?. O que é o código de actividade principal? Como se determina? Para que serve?. Como obter o seu código de acordo com a CAE- Rev.3?. O que devem as empresas fazer?. Qual o papel do INE?. O que deve a DGCI fazer?. O que deve o IRN/RNPC fazer? Para a análise destas questões, decorreu em 23 de Outubro um seminário dedicado ao tema da Classificação de Actividades Económicas. Todas as comunicações apresentadas nesse seminário podem ser consultadas em: FICHA TÉCNICA ADIFE NOTÍCIAS: Propriedade da Associação de Diplomados da Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. COORDENAÇÃO: Carlos J. F. Cândido. COORDENAÇÃO DE EDIÇÃO: Sílvia Brito Fernandes. REDACÇÃO E EDIÇÃO: Ana Marrachinho, Anabela Teresa, Carla Amado, Jorge Andraz, José Gordinho, José Glória, Nuno Rosa, Patrícia do Valle, Pedro Pintassilgo, Renato Pereira e Sérgio Santos. APOIO TÉCNICO: Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. ADMINISTRAÇÃO E REDACÇÃO: ADIFE Campus de Gambelas, Faro; Tel: ; Telefax: ; Internet: IMPRESSÃO: Faculdade de Economia da Universidade do Algarve. 12

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