ERP ECO SUSTAINABILITY AWARD 13

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1 ERP ECO SUSTAINABILITY AWARD 13 No caminho da sustentabilidade: projeto e planeamento de uma rede de recolha sustentável para os REEE Equipa: Profª Doutora Ana Paula Barbosa-Póvoa Bruna Mota Sónia Cardoso Instituto Superior Técnico Universidade Técnica de Lisboa 17 de Junho de 2013

2 SUMÁRIO No âmbito da candidatura ao Prémio ERP Eco Sustainability Award 13, propõe-se o desenvolvimento do projeto intitulado No caminho da sustentabilidade: projeto e planeamento de uma rede de recolha sustentável para os REEE. Este projeto tem como principal objectivo o desenvolvimento de um modelo matemático que permita o planeamento da rede de recolha dos Resíduos de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (REEE) de um modo sustentável, tendo em conta preocupações a nível económico, ambiental e social. A aplicação deste modelo permitirá à ERP Portugal reduzir custos, reduzir impactos ambientais, e potencialmente aumentar benefícios sociais associados à sua rede logística. Este passo evidenciará a preocupação da ERP com o meio ambiente e com a população, podendo servir, numa segunda fase deste projecto, como uma plataforma para a diferenciação da empresa relativamente à sua competidora, servindo inclusivamente como vantagem competitiva. Neste relatório é esquematizado o modelo proposto, com os dados necessários ao seu funcionamento e o tipo de outputs esperados. É igualmente definido um plano de implementação, sendo também discutidos os esperados benefícios para a ERP e para a sociedade portuguesa. 1

3 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO DEFINIÇÃO DO PROBLEMA OBJECTIVOS DO PROJECTO METODOLOGIA PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO CONCLUSÕES REFERÊNCIAS

4 1. INTRODUÇÃO O programa comunitário de política e ação relacionado com o ambiente e desenvolvimento sustentável refere que um desenvolvimento sustentável exige alterações significativas nos atuais padrões de desenvolvimento, produção, consumo e comportamento. O programa salienta ainda a necessidade de reduzir o consumo desnecessário de recursos naturais e a prevenção da poluição. No que se refere aos resíduos de equipamentos elétricos e eletrónicos (REEE), o referido programa apresenta-os como um dos domínios alvo a regular, com vista à aplicação dos princípios de prevenção, valorização e eliminação segura de resíduos (Parlamento Europeu e Conselho da União Europeia, 2012). A preocupação com a gestão dos vários fluxos de resíduos produzidos pela sociedade tem constituído uma preocupação ao nível europeu desde há vários anos. Neste sentido, foi apresentada legislação específica para os REEE na Diretiva 2002/96/CE (Parlamento Europeu e do Conselho, 2003). Ao longo destes últimos anos foi sentida a necessidade de fazer face ao crescimento acentuado do mercado de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (EEE), o qual continua em expansão e com ciclos de inovação cada vez mais curtos. Como resultado, a substituição dos equipamentos tem vindo a aumentar de forma significativa, levando a que os EEE sejam uma fonte resíduos em crescimento. Apesar dos muitos esforços já desenvolvidos para ir de encontro aos objetivos impostos, no sentido de reduzir a quantidade de substâncias químicas incorporadas nos EEE (substâncias estas muito nocivas para o ambiente e para a saúde humana), muitas destas substâncias estarão ainda presentes nos EEE, e consequentemente nos REEE, por muitos anos. Quer pelo crescimento esperado, quer pelo seu grau de perigosidade para o ambiente, fatores sobre o qual existe menor controlo, é indispensável que se sensibilize os consumidores a não procederem à eliminação dos REEE como resíduos urbanos não triados e para a sua separação. Esta sensibilização é essencial à criação de um bom sistema de gestão de REEE. De entre muitos outros objetivos a alcançar em matéria de proteção ambiental, o projeto que se apresenta concentra-se na necessidade de garantir a definição de uma rede eficiente de recolha e tratamento de REEE, de forma a alcançar os melhores resultados em termos de sustentabilidade ambiental. Neste contexto, pretende-se que a rede constituída pelos diferentes pontos de recolha e de tratamento dos REEE tenha um bom desempenho em termos económicos, ambientais e sociais. A recolha seletiva é uma condição prévia para alcançar o objetivo de proteção ambiental. Cabe às entidades gestoras dos REEE potenciar a atividade dos consumidores, incentivando-os a proceder 3

5 à entrega dos REEE. Para tal, a definição da rede de recolha deve proporcionar aos consumidores instalações adequadas para entrega dos seus REEE. Relativamente ao tratamento específico destes resíduos, este deverá ocorrer em unidades que procedam ao seu tratamento, valorização e reciclagem, utilizando as melhores técnicas disponíveis. Na definição das referidas unidades, deverão ser contempladas as capacidades e localizações que tenham em consideração o impacto associado nas operações de armazenamento e de transporte. Ou seja, deverá proceder-se à otimização das operações de transporte, quer a montante das unidades de tratamento (isto é, dos pontos de recolha), quer a jusante das unidades de tratamento (ou seja, para as várias entidades recetoras dos materiais resultantes das operações tratamento). A ERP Portugal, Entidade Gestora de Resíduos, que integra a European Recycling Platform, foi licenciada para desenvolvimento da sua atividade em Portugal (Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação, 2006), e poderá encontrar benefícios indiscutíveis com a implementação de uma rede adequada para satisfazer os objetivos económicos, ambientais e sociais de todos os seus stakeholders. A ERP Portugal apresenta a grande vantagem de estar integrada na Plataforma Europeia, European Recycling Platform, criada em Esta foi a primeira plataforma Europeia de reciclagem desenvolvida tendo em vista a implementação da Diretiva Europeia 2002/96/CE (Parlamento Europeu e Conselho, 2003). Estando integrada nesta plataforma, a ERP Portugal encontra suporte para o desenvolvimento das suas atividades, nomeadamente para o cumprimento da sua missão, que passa por assegurar a implementação de modelos de custo eficientes para o cumprimento da referida diretiva. Contudo, salienta-se a necessidade de trabalhar ativamente no sentido de alcançar objetivos mais abrangentes em matéria de sustentabilidade, introduzidos pela recente legislação nesta matéria(parlamento Europeu e Conselho da União Europeia, 2012), assim como garantir uma posição competitiva relativamente à entidade concorrente no sector em Portugal, a Amb3e. De acordo com o Relatório Anual de Atividade da ERP Portugal de 2010 (ERP Portugal, 2010), foram alcançados resultados bastante positivos. Estes resultados são demonstrados pelas 11, toneladas de REEE recolhidos, valor este que cumpre e ultrapassa os objetivos impostos. Contudo, durante este ano estavam associados à ERP Portugal 466 produtores de EEE, os quais representam 30% dos produtores registados na Associação Nacional para o Registo de Equipamentos Elétricos e Eletrónicos (ANREEE); e este facto poderá revelar uma fragilidade da ERP 4

6 Portugal face à sua concorrente. Adicionalmente, quando em comparação com a sua concorrente Amb3e, as 11, toneladas de REEE recolhidos pela ERP Portugal representam apenas cerca de 31% do total de recolhas da Amb3e (a qual recolheu 35, toneladas (Amb3e, 2010)). Neste contexto, a proposta apresentada no âmbito deste projeto pretende recorrer a um modelo de programação matemática multi-objetivo, que permitirá reprojetar a rede de recolha e tratamento dos REEE. Este modelo considera preocupações económicas (muito comum na literatura) adicionando a estas as preocupações ambientais e sociais. Desta forma pretende-se apoiar a ERP Portugal a assegurar a gestão sustentável dos REEE, através um sistema logístico adequado. 2. DEFINIÇÃO DO PROBLEMA Atualmente a ERP possui uma rede de recolha que compreende 413 depositrões e 59 centros de recepção distribuídos por Portugal continental e Ilhas da Madeira e dos Açores. Na Figura 1 podemos perceber como funciona esta rede. Posso trocá-lo gratuitamente na aquisição de um novo equivalente As ONG podem reaproveitar velhos REEE para distribuir aos mais carenciados O meu velho equipamento (REEE) Posso depositar gratuitamente os meus pequenos REEE no Depositrão Posso entregá-lo, gratuitamente, num centro de recepção Os REEE vão para um centro de consolidação para triagem Os REEE são transportados Os REEE são valorizados e/ou reciclados Os materiais reciclados são separados em novas matériasprimas Figura 1. Diagrama representativo da rede de recolha da ERP Portugal. Existem 3 pontos possíveis de entrega dos REEE, com características diferentes: Pontos de venda; Depositrões, para os pequenos REEE; Centros de recepção. De seguida os REEE são recolhidos para um centro de consolidação, onde é feita uma triagem. Parte dos equipamentos pode ser enviada para ONGs que os podem 5

7 reaproveitar e distribuir pelos mais carenciados. Caso contrário, são transportados para centros de reciclagem, sendo depois separados em novas matérias primas. Tendo em conta esta rede de recolha, identificamos vários possíveis pontos de melhoria, quer a nível económico, quer a nível ambiental e social. O transporte, a título de exemplo, é fonte de grandes impactos ambientais, principalmente devido às elevadas emissões de CO 2. Os custos associados podem também ser significativos, principalmente se a rede não estiver optimizada de modo a minimizar esta actividade. Estes assuntos estão já amplamente descritos na literatura, como referido anteriormente, no entanto, raramente são integrados em torno de uma mesma solução. Uma grave lacuna é também encontrada na análise da componente social, que é constantemente ignorada por ser de tão difícil análise. No entanto, as empresas estão agora a perceber que sendo pioneiras em assuntos de sustentabilidade, têm a possibilidade de adquirir uma significativa vantagem competitiva, não só ao estarem elas próprias mais preparadas para o futuro, mas também devido à criação de uma marca que as associa a preocupações sustentáveis e como tal cria a preferência dos consumidores. Mais importante ainda é que estes conceitos sejam incorporados por todos os actuantes da cadeia de abastecimento, dado que mais do que nunca a imagem da empresa é facilmente acoplada à imagem de todos aqueles que com ela ou para ela trabalham. 3. OBJECTIVOS DO PROJECTO Com este projecto procuramos responder às seguintes questões: Estarão os depositrões, centros de recepção, centros de consolidação e centros de reciclagem localizados na melhor disposição possível tendo em conta o fluxo de materiais? Estarão também estes centros localizados de modo a obter o mínimo custo possível, quer a nível de transportes, quer a nível de instalação destes mesmos centros? Estará esta rede definida de modo ambientalmente sustentável, nomeadamente tendo em conta as emissões de CO 2 provenientes do transporte destes equipamentos? Será possível contribuir para um desenvolvimento socialmente mais sustentável do país, através de pequenas alterações na rede de recolha? 6

8 Com este projecto pretendemos construir uma plataforma, baseada num modelo de programação matemática multi-objectivo, que permita rapidamente responder a todas as estas questões, de uma forma integrada, de modo a obter uma solução que tornará a ERP mais sustentável e preparada para o futuro, e que ajudará a empresa a dar passos pioneiros que contribuirão também para a sustentabilidade do nosso país. 4. METODOLOGIA O projeto de redes de recolha e recuperação de REEE tem atraído o interesse de muitos investigadores. Os trabalhos desenvolvidos propõem modelos matemáticos para o projeto de redes de recolha e recuperação de REEE, tipicamente modelos de alocação localização, e otimização das rotas de veículos de recolha de modo a minimizar a distância total percorrida. A maior parte dos trabalhos desenvolvidos dedicam-se ao projeto de redes tendo em consideração a minimização de custos. Neste domínio Gomes et al. (2011) e Grunow et al. (2009) são alguns dos exemplos de trabalhos que procedem ao projeto de redes com o objetivo de minimizar os custos de instalação e funcionamento da rede de recolha. Abordagens integradas que associem o planeamento e análise do impacto ambiental são escassas na literatura. Gamberini et al. (2010) propõe um modelo onde é contemplada uma abordagem integrada, que permite a seleção da melhor opção em termos técnicos e ambientais. Face à necessidade de alcançar resultados mais atrativos em termos de sustentabilidade, que permitam definir redes de recolha e tratamento de REEE com um bom desempenho em termos económicos, ambientais e sociais, o projeto que se apresenta introduz aspetos inovadores, através da inclusão de um modelo multi-objetivo, que integra todos estes aspectos numa única solução. A avaliação do impacto ambiental é feita através de uma metodologia de análise do ciclo de vida (LCA Life cycle analysis) que permite averiguar não só as emissões de CO 2 mas também todos os outros impactos associados às actividades em questão, como por exemplo, a utilização de água, utilização de solo e utilização de recursos naturais. A introdução da avaliação do impacto social é o segundo grande ponto de inovação deste projecto dado que não existe na literatura qualquer trabalho que analise quantitativamente o impacto social de uma cadeia de abastecimento. O que se pretende é ter um indicador que prefira a localização das instalações da ERP em regiões menos desenvolvidas do nosso país, de modo a contribuir para a criação de emprego nestas regiões e assim para o desenvolvimento destas. Esta criação de emprego estender-se-á não só aos empregos criados pela ERP (e 7

9 por outras empresas que apostem na mesma abordagem) mas também aos empregos criados devido ao movimento de população para estas zonas, como por exemplo, com a criação de estabelecimentos de serviços públicos, como escolas, farmácias, entre outros. Ao mesmo tempo estaremos a contribuir, nas regiões mais populadas, para uma redução do impacto ambiental assim como para uma melhoria do acesso aos serviços públicos. O modelo proposto apresenta-se esquematizado na Figura 2. 8

10 INPUTS: - Possíveis localizações dos depositrões, centros de recolha, centros de consolidação e centros de reciclagem - Distâncias entre todas as instalações intervenientes - Capacidades máximas e mínimas quer das instalções como dos meios de transporte - Volume de produtos a serem recolhidos em cada ponto - Metas de recolha definidas pela legislação Económicos: - Custos de investimento - Custos com salários - Custos de transporte - Custos da não recolha de equipamentos - Custos de processamento e armazenamento Ambientais: - Impacto ambiental de cada instalação - Impacto ambiental dos meios de transporte Sociais: - Benefício social associado a cada instalação MODELO MATEMÁTICO DE PROGAMAÇÃO LINEAR MULTI-OBJECTIVO OUTPUTS: - Localização de todas as instalações da ERP - Fluxos entre os centros de recolha e os centros de consolidação, e entre os centros de consolidação e os centros de reciclagem - Volumes de armazenamento nos centros de consolidação e de reciclagem SOLUÇÃO ÓPTIMA MULTI-OBJECTIVO: - Mínimo custo - Mínimo impacto ambiental - Máximo benefício social Figura 2. Representação esquemática do modelo proposto. 9

11 5. PLANO DE IMPLEMENTAÇÃO Para a implementação deste projecto, o primeiro passo passará pela recolha dos dados necessários como inputs do modelo junto da ERP, assim como de outras entidades que nos permitarão determinar os impactos resultantes de todas as actividades da empresa no âmbito da referida rede de recolha. Será também importante discutir a existência de dados não contemplados no modelo e que seriam importantes para empresa, de modo a que possam vir a ser incluídos. O passo seguinte passará pela aplicação do modelo e análise de resultados. Dado que se trata de uma metodologia multi-objectivo, não obteremos uma única solução óptima. Obteremos sim várias opções que estarão disponíveis para aplicação de acordo com a estratégia da ERP e que podem incidir mais fortemente na redução de custos, ou mais na redução do impacto ambiental ou social, ou, idealmente, numa solução intermédia. Resultados preliminares mostram no entanto que é até possível obter uma solução melhor em todos os três objectivos. 6. CONCLUSÕES O tema da sustentabilidade é um tema cada vez mais pertinente. A escassez de recursos no nosso planeta, assim como as condições de trabalho em algumas regiões de que tanto ouvimos falar preocupam os consumidores e por isso estas preocupações sustentáveis começam a ocupar também um lugar de destaque na estratégia seguida pelas empresas. No entanto, e resultante da era de globalização em que vivemos, a sustentabilidade de uma dada empresa, e consequentemente a sua imagem, ultrapassam as suas fronteiras para abranger toda a cadeia de abastecimento. É por isso importante ajudá-las nesta missão e neste aspecto a ERP tem um papel preponderante em apoiar as empresas com quem trabalha. Este projecto pretende então apoiar a ERP a assegurar vantagens competitivas para si e para os seus clientes, ao contribuir com soluções sustentáveis para a própria empresa, para os seus clientes e para o país. 10

12 7. REFERÊNCIAS Parlamento Europeu e Conselho da União Europeia (2012) Directiva 2012/19/EU do Parlamento Europeu e do Conselho de 4 de Julho de 2012 relativa aos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE). Parlamento Europeu e Conselho da União Europeia (2003) Directiva 2002/96/CE do Parlamento Europeu e do Conselho de 27 de Janeiro de 2003 relativa aos resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE). ERP Portugal (2010) Relatório Anual de Actividade, European Recycling Platform - Portugal. Disponível via URL: Acedido em 16 Junho 2013 Amb3e (2010) Relatório e Contas Amb3e. Disponível via URL: Acedido em 16 Junho 2013 Gamberini, R., Gebennini, E., Manzini, R., & Ziveri, A. (2010). On the integration of planning and environmental impact assessment for a WEEE transportation network A case study. Resources, Conservation and Recycling, 54(11), Gomes, M. I., Barbosa-Povoa, A. P., & Novais, A. Q. (2011). Modelling a recovery network for WEEE: A case study in Portugal. Waste Management, 31(7), Grunow, M., & Gobbi, C. (2009). Designing the reverse network for WEEE in Denmark. CIRP Annals - Manufacturing Technology, 58(1), Ministérios do Ambiente, do Ordenamento do Território e do Desenvolvimento Regional e da Economia e da Inovação, (2006) Despacho conjunto n. 353/2006. Licença de licenciamento de uma entidade gestora do sistema integrado de gestão de resíduos de equipamentos eléctricos e electrónicos (REEE), nos termos do Decreto-Lei n.o 230/2004, de 10 de Dezembro ERP Portugal Associação Gestora de R. E. E. E. 11

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