Guia Intel de monitoramento de programas de elearning: introdução

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Guia Intel de monitoramento de programas de elearning: introdução"

Transcrição

1

2 Introdução Guia Intel de monitoramento de programas de elearning: introdução A pesquisa de transformação da educação da Intel é conduzida em diversas regiões geográficas e por meio de uma gama de programas de integração de elearning para pesquisar os sucessos, desafios e implicações políticas para integrações tecnológicas operadas pela Intel em locais de elearning em todo o mundo. Este documento apresenta uma visão geral do Kit de ferramentas e projeto de pesquisa padrão, traçando os contornos amplos das atividades de pesquisa sugeridas que têm por fim: Identifique os principais fatores de sucesso e desafios ou fatores limitantes para a integração tecnológica educacional das soluções com base na tecnologia da Intel Recomende melhores práticas, revisões de curso e abordagens para aprimorar a integração tecnológica da educação Confirme as recomendações políticas para implementações e integrações tecnológicas 1:1 em ampla escala. Índice Guia Intel de monitoramento de programas de elearning: introdução Visão geral do projeto Tabela de resumo do kit de ferramentas Formulário do contexto de integração Protocolo de entrevista de histórico da integração Esboço de relatório do programa Diretrizes de adaptação da pesquisa Protocolo de entrevista de líder escolar Protocolo de entrevista do coordenador de tecnologia da informação Protocolo de entrevista da equipe do centro de aprendizagem comunitário Protocolo de entrevistas de professores Protocolo de observação da sala de aula Protocolo de entrevista de estudantes Protocolo de entrevista de uso domiciliar Matrizes de triangulação de dados Modelo de relatório qualitativo

3 Visão geral do projeto Este kit de ferramentas e projeto de pesquisa de integração padrão deve ser adaptável a diversas situações, níveis de esforços e capacidades das equipes de pesquisa. As atividades de pesquisa sugeridas estão nas etapas seguintes (Anexo 1): Definição da conjuntura, que se concentra em coletar informações básicas sobre os aspectos e o contexto de lançamento. Adaptação da pesquisa de integração, pelo qual os pesquisadores locais se baseiam no kit de ferramentas e projeto de pesquisa de integração padrão para selecionar atividades de levantamento de dados e modificar os instrumentos de coleta de dados. Recrutamento de participantes, feito com o emprego de técnicas coerentes com o tamanho e a finalidade da pesquisa de integração em qualquer conjuntura. Coleta de dados, que envolve atividades de pesquisa (principalmente entrevistas com participantes e observações de uso de tecnologia) para melhor entendimento do que a integração representa e as alterações que resultam na política e na prática. Análise e relatórios, para os quais os pesquisadores locais usam uma variedade de modelos analíticos e de produção, identificam fatores críticos de sucesso e correções de curso, além de estabelecer conexões entre representação e mudança; esta etapa parte de descobertas intermediárias informadas para a Intel e podem incluir também uma operação comparativa global., que envolve reiteração do kit de ferramentas. Embora algumas atividades de pesquisa sejam comuns a todas as situações de integração de tecnologia educacional, outras são aplicáveis a situações selecionadas, justificadas pela natureza da integração ou outros parâmetros da pesquisa de integração (com os recursos disponíveis e as capacidades dos pesquisadores locais). O Anexo 1 indica as atividades essenciais; as atividades adequadas para alguns contextos, conforme determinado pelo tamanho e o nível de esforços da integração tecnológica; além de atividades de maior profundidade, em geral para serem buscadas em situações nas quais estão disponíveis maiores recursos e apoio internacional à pesquisa. As seções seguintes descrevem em detalhe as atividades essenciais de pesquisa; as sugestões para atividades opcionais estão destacadas na barra lateral. Visão geral do projeto 3

4 CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DE PESQUISA DO KIT DE FERRAMENTAS DE PESQUISA DE TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO DA INTEL Etapa Definição da conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Visão geral do projeto Atividades essenciais Coletar informações históricas da conjuntura Identificar características do lançamento Entrevistar equipe da Intel Entrevistar interessados de alto nível Adaptar plano de pesquisa para a conjuntura e as características dos esforços de integração Recrutar interessados de alto nível Selecionar escolas ou instituições da comunidade para estudo em profundidade Selecionar participantes entre professores ou equipe e estudantes Entrevistar líderes da escola e da comunidade Entrevistar professores ou equipe da instituição da comunidade Observar aulas ou atividades Entrevistar estudantes Compilar e informar descobertas qualitativas Triangular descobertas Sintetizar as conclusões principais Refletir sobre os sucessos do estudo Reiterar kit de ferramentas Atividades para alguns contextos Pesquisa anterior a iniciativas de TIC na conjuntura Iniciar rastreamento de menções na mídia Entrevistar coordenadores de TI (onde existe o cargo) Analisar menções na mídia Atividades para maior aprofundamento Entrevistas de acompanhamento Fazer comparações entre as integrações Anexo 1. Cronograma das atividades de pesquisa da transformação da educação A estrutura conceitual 1 subjacente às atividades de pesquisa de integração enfatiza três componentes distintos: O contexto de integração tecnológica A natureza dos esforços de integração tecnológica, ou seja, as características do lançamento A implementação, isto é, a representação da integração tecnológica da educação na prática e as mudanças resultantes. Entre as atividades de pesquisa propostas, as duas etapas voltadas para a coleta de informações associam-se à estrutura conceitual da seguinte forma: a determinação da etapa de conjuntura lida com os detalhes de remoção sobre o contexto e as características do lançamento, e a etapa de coleta de dados mais convencionais responde à implementação, inclusive as atividades projetadas para descrever representação e mudança. O projeto de pesquisa de integração de tecnologia enfatiza os métodos qualitativos e a orientação etnográfica para a pesquisa. Os protocolos e as ferramentas de relatório são estruturados com flexibilidade suficiente para permitir que os temas surjam de forma indutiva a partir dos dados na maior extensão possível. Os pesquisadores locais que conduzem a pesquisa de integração podem vir de uma variedade de disciplinas e históricos. Em condições ideais, a experiência das equipes de pesquisa locais deveria incluir a familiaridade com a estrutura de educação local e o contexto político e, também, como apoio nos métodos de entrevista etnográfica (por exemplo, técnicas de entrevista semiestruturada que permitem a emersão clara de prioridades e preocupações dos entrevistados) e abordagens indutivas e analíticas, de baixo para cima. Se necessário, será dado treinamento para os pesquisadores locais para ajudá-los a desenvolver as habilidades de coleta e análise de dados adequadas para o trabalho com dados qualitativos das entrevistas e das observações. A Intel Research está disponível para ajudar a preparar os pesquisadores locais na condução desse trabalho. Para obter mais informações sobre o treinamento, entre em contato com Suzanne Thomas ou Lara Tilmanis 4

5 Visão geral do projeto Etapa Definição da conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Definição da Etapa 1: Definição da conjuntura ANÁLISE Etapa DA COBERTURA conjuntura DA MÍDIA Adaptação Líderes educacionais Recrutamento e políticos de Coleta todo o de dados elas estão de a estrutura, relatórios as características, Se o orçamento de pesquisa e as mundo reconhecem a necessidade as orientações e as capacidades do urgente de preparar a juventude para as sistema educacional existente; políticas capacidades dos pesquisadores exigências do século XXI. Esta preparação nacionais e regionais; culturas e locais permitirem, Definição Etapa recomendamos Adaptação inclui o uso de tecnologia Recrutamento em apoio Coleta à de dados capacidades profissionais específicas conjuntura que os avaliadores locais sintetizem aprendizagem, à inovação e à da escola; e outros fatores sociais, as informações de impressos atuais participação ativa no desenvolvimento institucionais, culturais e econômicos que e fontes de mídia visual Definição sobre as da social e econômico. Esses líderes transcendem Análise as e produção fronteiras da escola. Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados compartilham o entendimento de que a questões, sensibilidades, posições meta de equipar a juventude com Descrições do contexto de integração comumente ocupadas e instâncias habilidades do século XXI envolve a Coletar informações históricas sobre a retóricas relacionadas com a solução transformação dos sistemas educacionais conjuntura na qual a integração ocorrerá com base Definição da Etapa na tecnologia Intel no conjuntura Adaptação formais e informais Recrutamento e as oportunidades Coleta de dados constituirá de os relatórios fundamentos para a pauta ambiente de integração. disponíveis por seu intermédio, de pesquisa de integração que busca frequentemente com a integração de explorar como a reforma educacional Embora mencionemos aqui como uma soluções de tecnologia a novas está (e pode ser) apoiada por soluções Definição da atividade Etapa para os primeiros conjuntura estágios da Adaptação abordagens de ensino Recrutamento e aprendizagem. Coleta de dados específicas de tecnologia em todas as pesquisa de integração, o processo de rastreamento e análise da mídia poderia ter continuidade durante toda a pesquisa de integração. Nos estágios posteriores da pesquisa de integração, a análise da cobertura da mídia dará destaque a atitudes prevalecentes e à opinião pública sobre integração tecnológica e sua influência, se houver, sobre a implementação. Em muitos países, esta meta exige reforma abrangente dos sistemas educacionais. Em todos os países que promovem reformas desta natureza, a mudança educacional acontece em e, portanto, dele toma a forma um ecossistema local de influências. Entre diversas situações. Os fundamentos importantes incluem informações sobre o contexto em geral, com ênfase particular em questões da política e da prática da educação, bem como os detalhes sobre as estratégias de integração tecnológica. 5

6 Visão geral do projeto O Formulário de contexto de integração, projetado para tratar da visão geral em mudança educacional e social, será preenchido pelos pesquisadores do país em cada conjuntura de integração. Como fonte principal para a coleta inicial de dados sobre o contexto de integração, o Formulário de contexto de integração fornecerá aos pesquisadores informações de base importantes para a compreensão e a análise das diversas facetas da integração tecnológica. Os componentes principais do Formulário do contexto de integração são: A estrutura, as características e as capacidades dos sistemas educacional e social afetados pela integração tecnológica O contexto político de inclusão educacional, econômica e digital As capacidades atuais do sistema escolar, especialmente no que se refere ao uso de tecnologia pelos professores para apoiar o ensino Política e infraestrutura da TIC Embora o Formulário do contexto de integração consista em detalhes com os quais os pesquisadores locais podem estar familiarizados, o formulário e as instruções que o acompanham estimularão os pesquisadores a consultar e citar outras fontes (sites do governo na web, literatura publicada, etc.) para assegurar que as informações sejam atuais, equilibradas e precisas. Entrevistas de histórico de integração As informações sobre as características do lançamento serão obtidas da Entrevista de histórico da integração com interessados na implementação. Entre eles estão indivíduos responsáveis pela tomada de decisão sobre o tamanho e a natureza da integração, como os representantes do governo, pesquisadores universitários e membros da equipe de vendas da Intel. Se possível, a Intel prestará informações sobre as características do lançamento, inclusive o tamanho do lançamento, mecanismos e estratégias de distribuição e recursos concomitantes, como workshops de desenvolvimento profissional e opções para apoio técnico. As entrevistas iniciais com a equipe da Intel podem ajudar também a identificar outros interessados na implementação, percebidos como as forças impulsionadoras por trás da integração, e revelar a natureza da compreensão compartilhada entre os estrategistas políticos e a Intel no que se refere ao sentido e à finalidade da integração. Os interessados na implementação informarão os pesquisadores sobre metas do lançamento, o alinhamento entre as metas da integração e as metas das iniciativas de reforma social ou educacional, os critérios para a determinação dos diversos aspectos do lançamento e os resultados esperados. ACOMPANHAMENTO DAS ENTREVISTAS DE INTERESSADOS Se o âmbito da pesquisa de integração permitir, os interessados de alto nível serão entrevistados novamente no fim da pesquisa de integração. A segunda rodada de entrevista dará oportunidade para revisitar os tópicos da primeira, mas de uma perspectiva da implementação, e para discutir as diferenças entre projeto e representação, adaptações locais e outras mudanças emergentes, elementos bem-sucedidos da integração e as lições aprendidas. Além disso, a segunda entrevista tratará da visibilidade da integração na mídia, as questões relacionadas com o controle das expectativas do público e a extensão na qual a opinião pública influencia e é influenciada pela integração. O Formulário do contexto de integração será analisado pelo membro da equipe Intel (e por pesquisadores internacionais nos casos em que o apoio estiver disponível) e revisado pelos pesquisadores locais para tratar das dúvidas e comentários gerados durante o processo de análise. 6

7 Entre os tópicos específicos a serem cobertos pelas entrevistas estão: Contexto político educacional, social e econômico Descrição das iniciativas estratégicas educacionais, sociais e econômicas atuais Posição da integração tecnológica/ solução tecnológica no contexto sócio-político Indicadores previstos para um esforço de integração bem-sucedido Desafios e estratégias para lidar com eles. estágio de compreensão do contexto político educacional e social, a extensão na qual as metas da solução tecnológica se alinham com a orientação da reforma educacional ou social no contexto da integração e as medidas e métricas a serem usadas para avaliar a solução tecnológica. Todos os esforços de pesquisa de integração devem incluir pelo menos uma rodada de entrevistas com a equipe de vendas da Intel e os interessados de alto nível no início da pesquisa de integração, preferencialmente antes ou durante as Metas para a solução tecnológica Os dados coletados desta forma específica a ser implantada indicarão as características projetadas do lançamento, o desenvolvimento As opções (escola vs. casa ou profissional planejado e o apoio comunidade, níveis de ensino, disciplinas técnico e a forma pela qual a solução etc.) para a integração da Intel baseada na tecnologia atende Visão da integração às necessidades da conjuntura de etapas iniciais da integração. Etapa Definição da Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura integração. Esses dados definirão o Visão geral do projeto Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Etapa 2: Adaptação do processo de Definição da pesquisa Etapa Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura Os avaliadores locais são estimulados integração e na entrevista de histórico Durante a etapa de adaptação, os a delinear o plano de pesquisa, da integração para modificar o projeto pesquisadores são estimulados a que envolverá a adaptação Definição do da de pesquisa e as atividades de coleta trabalhar Análise com e a produção Intel ou uma equipe Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados kit de ferramentas e projeto de de dados para torná-los relevantes internacional de apoio à pesquisa (se pesquisa padrão apresentado aqui para o contexto de integração local. apropriado) para desenvolver o plano de para o contexto de integração Além de apresentar o esquema para a comunicações que leve em conta a específico (inclusive identificação dos pesquisa de integração, as diretrizes de retroalimentação formativa relacionada Definição da participantes Etapa na pesquisa, conjuntura estratégias Adaptação Recrutamento Coleta de dados com fatores de críticos relatóriosde sucesso e a de recrutamento, atividades de possível necessidade de correção do coleta de dados e abordagens de curso. Os elementos do plano de análise e produção ). Definição da seja tornar os instrumentos de coleta comunicações Coleta de dados Análise e incluirão produção a frequência das Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento reuniões e a especificação do processo Este processo é fundamentado nas Diretrizes de adaptação da pesquisa do kit de ferramentas. Essas diretrizes apoiam os avaliadores locais no uso do conhecimento histórico do esforço de integração e das informações coletadas no Formulário do contexto de adaptação ajudam também na seleção e adaptação dos instrumentos de coleta de dados. Embora a meta de adaptação de dados, especialmente as perguntas das entrevistas, relevantes para as situações específicas, os pesquisadores locais são estimulados a manter as metas globais e as categorias de alto nível dos instrumentos de modo que a pesquisa de integração permaneça comparável entre os diferentes contextos. que permitirá aos avaliadores locais discutir considerações e descobertas intermediárias com a Intel. 7

8 Visão geral do projeto Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Definição da Etapa Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura Etapa 3: Recrutamento Definição de da conjuntura participantes Etapa Adaptação Recrutamento Coleta de dados para a quantidade correta de diversidade de contribuições e raciocínio deve ser recrutado um grupo maior e mais diversificado de participantes na Etapa Identificar os interessados de alto nível pesquisa. Adaptação Recrutamento Coleta de dados Identificar os participantes da pesquisa Seleção de interessados de alto nível A seleção do grupo de participantes dependerá em parte das características planejadas para o lançamento. Definição Por da exemplo, uma integração conjuntura que tenha por enfoque as escolas incluirá professores e alunos, mas pode não incluir os coordenadores Definição dos centros da conjuntura de aprendizagem da comunidade ou os indivíduos envolvidos com o uso domiciliar. Uma integração que tenha por enfoque o aprimoramento da aprendizagem através das situações, entretanto, provavelmente terá entrevistas para uso domiciliar e com os coordenadores dos centros de aprendizagem da comunidade. Em especial, alguns grupos de participantes (como os interessados na implementação) farão parte da pesquisa de integração em todas as situações, independentemente dos parâmetros específicos. Desenvolver estratégia para Os interessados de alto nível (em Etapa recrutamento dos participantes da geral, líderes nacionais e regionais Coleta de dados Adaptação Recrutamento pesquisa adequados para o contexto de que têm papel chave na seleção e na integração e para as metas específicas implementação da solução de tecnologia da pesquisa de integração. Intel) constituem o primeiro grupo de participantes, depois da equipe As considerações locais, como o tamanho da Intel, a ser entrevistado como do projeto de pesquisa de integração parte das atividades da pesquisa de e as finalidades da pesquisa, vão integração. Na maior parte dos casos, os moldar a abordagem para a seleção participantes interessados de alto nível e recrutamento dos participantes na serão recrutados por meio do processo pesquisa. Os pesquisadores no campo de amostragem de bola de neve: as usarão o entendimento das categorias entrevistas têm início com um ou dois relevantes de participação para estrategistas políticos profundamente desenvolver os critérios de identificação envolvidos na integração tecnológica; de grupos de participantes e os será pedido a cada estrategista, por As informações sobre os fatores indivíduos específicos que participarão sua vez que, faça recomendações de contextuais do país e as características da pesquisa. Em condições ideais, os indivíduos a serem entrevistados. O do lançamento, juntamente com as participantes terão condições de destacar número total de interessados de alto considerações para controle da pesquisa, a gama de experiências comuns com a nível entrevistados para a pesquisa de podem ser usadas para: solução de tecnologia Intel; nos casos em integração não deve exceder a cinco. que o esforço de integração tecnológica Determinar os tipos de amostragem, abranja uma gama ampla de contextos recrutamento e seleção que conduzirão ou um número maior de indivíduos, 8

9 Seleção da escola ou da instituição da comunidade Se a integração envolver a distribuição de dispositivos em situações escolares, as escolas podem ser selecionadas como os centros institucionais para a coleta de dados. Se outras instituições, como os centros comunitários ou casas, forem centrais para o esforço de integração tecnológica, os locais devem ser recrutados entre essas instituições. Na extensão possível, 2 a amostra global de escolas, centros comunitários ou casas deve representar a gama de situações, condições econômicas, idiomas, grupos culturais e quaisquer outras características que provavelmente ilustrem as experiências comuns com a solução tecnológica Intel. Na pesquisa, os participantes serão agrupados por nicho, significando que os estudantes serão selecionados de classes cujos professores sejam participantes das escolas selecionadas ou de grupos de participantes em outras situações. Como a seleção da escola ou do centro comunitário definirá as oportunidades para recrutamento de professores e estudantes, portanto devem ser levadas em consideração as características de professores e estudantes. Também, o líder da escola e/ou o coordenador de TI deve ficar disponível para entrevistas em todas as escolas. Seleção de professores e de estudantes Os pesquisadores solicitarão aos líderes das escolas e dos centros comunitários ou coordenadores de TI a identificação de professores ou equipe candidatos para entrevistas. Igualmente, será pedido aos professores e equipe que apoiem os pesquisadores na identificação dos participantes estudantes para serem entrevistados. As entrevistas para uso domiciliar, se aplicáveis, serão conduzidas com esses estudantes. Se os pesquisadores pretendem levar a cabo entrevistas domiciliares, uma condição para a seleção de estudantes para entrevista é a concordância da família em participar de visitas domiciliares. Isto permitirá que os entrevistadores entrevistem os mesmos alunos em conjuntura domiciliar e escolar. Resumindo, se a integração tiver por enfoque a escola, a comunidade ou as situações domiciliares, o recrutamento visará uma gama representativa de participantes na extensão possível. Visão geral do projeto 9

10 Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Guia Intel de monitoramento de programas de elearning Definição da Etapa Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Visão geral do projeto Etapa 4: Coleta de dados A etapa 4 inclui uma variedade de atividades voltadas para a coleta de informações que ajudem os pesquisadores a compreender Definição da a representação Etapa da integração conjuntura no local e as Adaptação mudanças em atitudes, Recrutamento comportamentos Coleta de ensino dados e de aprendizagem, ambiente de aprendizagem e política resultantes. O anexo 2 apresenta o mapeamento detalhado dos principais elementos conceituais da pesquisa para as atividades de coleta de dados essenciais. Definição da Coleta de dados Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Formulário de contexto de integração Entrevistas de histórico de integração Entrevistas de líder da escola Entrevistas de coordenador de TI Entrevistas da equipe de aprendizagem da comunidade Entrevistas de professor Observações na sala de aula Entrevistas de estudantes Entrevistas de uso domiciliar CONTEXTO País Contexto institucional Idioma Sócio-economia Níveis de alfabetização Clima político Organização e estrutura Metas Características Capacidades Histórico de política Iniciativas de reforma educacional INTEGRAÇÃO Características do lançamento Tamanho Distribuição Recursos (DP e suporte) Estratégias IMPLEMENTAÇÃO Representação Alteração Desenvolvimento profissional Suporte técnico e outros Padrões de uso Atitudes Comportamentos de ensino e aprendizagem Ambiente de aprendizagem Políticas Anexo 2. Fontes de dados necessários para pesquisa de integração de tecnologia da educação 10

11 Os pesquisadores devem planejar a sintetização dos detalhes das entrevistas que conduzirem o mais rápido possível depois de cada entrevista, trabalhando sobre as notas detalhadas e as áreas de notações para explorar temas amplos na entrevista. Se as entrevistas forem gravadas, os pesquisadores podem considerar a transcrição de partes selecionadas para inclusão posterior como citações nos documentos para divulgação de informações. Entrevistas com líderes das escolas e de centros comunitários 3 Os pesquisadores usarão o Protocolo de entrevista de líder escolar para entrevistar os administradores nos locais selecionados para o estudo. O mesmo protocolo pode ser usado, com algumas modificações, para entrevistar também administradores em situações não escolares. Esses líderes escolares ou comunitários ou de centros de aprendizagem da comunidade fornecerão aos pesquisadores as informações sobre o local da escola ou do centro comunitário, professores e alunos, além do apoio disponível para usuários de tecnologia. Sua experiência pode revelar como as demandas e as expectativas no nível político interagem com as necessidades de professores ou equipe e dos no nível local. Como os líderes escolares e dos centros têm contato com professores, equipe, estudantes e famílias, bem como com funcionários, e instituições de educação local e regional, seus comentários podem revelar incoerências, se houver, entre necessidades, metas e capacidades e as políticas nacionais e regionais. Há probabilidade também de os líderes das escolas e dos centros se encontrarem em situação para comparar os esforços de integração tecnológica educacional da Intel com esforços anteriores de reforma e desenvolvimento. No fim da entrevista, será pedido a eles que identifiquem professores candidatos para participação nas entrevistas. Qualquer informação histórica que fornecerem sobre os professores recomendados ajudará a contextualizar as observações e entrevistas que os pesquisadores conduzirão na conjuntura escolar mais ampla. Entrevistas com coordenadores de tecnologia da informação Nas situações de escolas e de centros comunitários (escolas, órgão educacionais locais, centros comunitários de aprendizagem, etc.) que tenham coordenadores de tecnologia, o Protocolo de entrevista do coordenador de tecnologia da informação apoia a coleta de informações descritivas sobre o uso da tecnologia na conjuntura antes e depois da integração da tecnologia da Intel, os desafios encontrados com o dispositivo e a integração, o apoio técnico disponível para os profissionais de tecnologia da informação e a natureza de apoio que os coordenadores de tecnologia da informação proporcionam a professores e equipe. Sua perspectiva contribuirá para a compreensão do grau em que o uso de tecnologia está integrado com as metas globais da organização e o nível de apoio necessário e oferecido para o uso da tecnologia. Entrevistas com professores e equipe O Protocolo de entrevistas de professores apoia a coleta de dados em situações escolares que caracterizem o uso de tecnologia, a situa no contexto das práticas comuns em sala de aula e constrói o entendimento de como o uso da tecnologia e as práticas em sala de aula mudaram durante a integração Intel. Para integrações fora da escola, o protocolo projetado para a equipe de centro comunitário tem por objetivo coletar os mesmos tipos de informação. Nessas entrevistas, professores e equipe serão consultados, em linhas gerais, sobre os desafios e os interesses para definir a extensão em que o uso da tecnologia combina com as necessidades gerais de trabalho. Os professores e a equipe serão consultados também sobre o uso do dispositivo pelos estudantes e seus comentários sobre as mudanças que observaram e implementaram. Em condições ideais, as observações em sala de aula ocorrerão também para os mesmos professores que são entrevistados. Neste caso, as entrevistas dos professores prepararão também os pesquisadores para as observações em sala da aula: os pesquisadores perguntarão aos professores sobre a aula planejada para o período de observação, as metas de aprendizagem das atividades e a conexão com as aulas anteriores e subsequentes. Visão geral do projeto 11

12 Visão geral do projeto Entrevistas com estudantes Usando o Protocolo de entrevista de estudantes, os pesquisadores perguntarão aos estudantes sobre a natureza do uso do dispositivo em todas as situações e sondarão a forma como o uso evoluiu. Se possível, as entrevistas incluirão um componente com o qual os estudantes demonstram os padrões normais de uso do dispositivo para os pesquisadores. As perguntas terão também por enfoque o papel dos pais, outros membros da família e amigos no apoio aos estudantes no uso da tecnologia. Os pesquisadores perguntarão aos estudantes sobre o uso relacionado com a escola (se apropriado) bem como sobre outros usos informais da tecnologia. Observações na sala de aula Nas integrações baseadas na escola ou em centros comunitários, os pesquisadores conduzirão observações em sala de aula (ou situações de atividade) dos mesmos professores ou equipe que participaram das entrevistas. Os pesquisadores abordarão as observações na sala de aula com a meta de obter descrições elaboradas de como o dispositivo está sendo usado e de como está integrado nas atividades em sala de aula. O protocolo livremente estruturado inclui narrativas, bem como itens de respostas fechadas para permitir que os pesquisadores concentrem a atenção em captar os eventos da sala de aula em detalhe, ao mesmo tempo em que asseguram que as informações quantitativas essenciais relacionadas com atividades e participação também sejam documentadas. O mesmo protocolo pode ser usado em diversas etapas da coleta de dados. Entrevistas de uso domiciliar Nas integrações em que os estudantes levam os dispositivos para suas casas no fim do dia, serão conduzidas entrevistas de uso domiciliar para que se saiba mais sobre o uso do dispositivo nas casas. A entrevista de uso domiciliar será conduzida com os estudantes participantes e seus familiares. Será pedido aos professores e coordenadores de centros comunitários que recomendem participantes para as entrevistas de uso domiciliar. A meta das entrevistas de uso domiciliar é conhecer os padrões de uso dos dispositivos no contexto da casa, tendo em vista compreender se e como os padrões de uso variam em todas as situações e como os dispositivos podem influenciar a aprendizagem do aluno em casa. 12

13 Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Etapa Definição da conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Etapa Definição da Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura Visão geral do projeto Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados COMPARAÇÕES DE INTEGRAÇÃO CRUZADA Se orçamento, capacidade de pesquisa e dados estiverem disponíveis, os pesquisadores podem usar os formatos estruturados dos modelos de relatório para explorar as comparações das descobertas desta integração específica com outras integrações estudadas anteriormente. Isso pode ser útil na descoberta das características da integração local que podem não estar evidentes, dadas as perspectivas internas do país. O processo de comparação será mais útil também nas políticas e práticas de ligação com informações sobre sucessos e desafios. Etapa 5: de relatórios Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Relatórios qualitativos Para informar dados qualitativos, os pesquisadores receberão o Modelo de relatório qualitativo, organizado de forma temática para captar dados de observação e de entrevista em todos os locais e com todos os participantes. Será importante destacar descobertas relacionadas com políticas, desafios e sucessos da integração, uso dos dispositivos, apoios, capacidade e mudança. Essas informações capacitarão os entrevistadores a estabelecer contrastes, também dentro dos modelos, entre novos usos da tecnologia e o que já era possível e/ou estava acontecendo; projeto e implementação da integração; mudança pretendida e mudança emergente; posições e representações oficiais com dados empíricos; e discurso no nível político e experiências dos atores locais e compreensão dos fenômenos. Triangulação das descobertas Como ocorre com todas as pesquisas qualitativas, as descobertas da pesquisa de integração em todos os instrumentos e fontes de dados serão necessárias para fortalecer a validade das afirmações individuais. As Matrizes de triangulação de dados foram projetadas para ajudar a estruturar este processo e para identificar as convergências e as divergências nas informações coletadas de diferentes fontes de dados sobre temas chave. Este processo de triangulação visa ajudar os pesquisadores a montar com rigor e validade um estudo de caso que conte a história da implementação. Sintetização das descobertas Outra parte importante do processo de pesquisa será sintetizar as descobertas chave a partir dos dados. Para este fim, será pedido aos pesquisadores que considerem as perguntas como as abaixo para ajudá-los a fazer recomendações de lições aprendidas, fatores de sucesso e correções de curso para dar forma a futuras integrações; situar as descobertas no contexto; ligar as mudanças observadas às características da implementação e caracterizar o grau em que as mudanças são sistemáticas e potencialmente transformadoras. 13

14 Visão geral do projeto Contexto: Quais são algumas das Sucessos e desafios: De que modo os Percepções: Como os interessados condições e aspectos organizacionais esforços de integração apresentaram e beneficiários se sentem sobre a anteriores mais importantes sucesso mais consistente? Quais foram integração tecnológica? Consideram-na da integração que afetaram a alguns dos desafios mais surpreendentes um sucesso? Valiosa? Existem modos implementação? De que modo particular e difíceis? Que desafios poderiam ter nos quais eles estão desapontados? Há os fatores contextuais específicos sido evitados mais prontamente? Quais resultados positivos inesperados? Como afetaram os esforços de integração eram insuperáveis? Quais são algumas os interessados e os beneficiários veem a tecnológica? Como a integração tratou das lições principais desta implementação integração de formas que diferem de uma estrategicamente das necessidades sobre as melhores práticas? perspectiva mais pública? inerentes no contexto? Mudanças: Como os beneficiários Outros: Que outras questões ou Metas: Como as metas de integração pretendidos (escolas, comunidades, características da integração você pensa se tornaram Definição da Etapa mais refinadas ou se conjuntura Adaptação famílias ou indivíduos) Recrutamento mudaram com Coleta de dados serem importantes para consideração? Para quais interessados ou beneficiários? deslocaram no curso da implementação? a integração? Houve formas em que Como as características particulares foi esperada mudança e não houve? da integração afetam essas Definição metas da e Houve mudanças inesperadas? Como as Etapa Adaptação Recrutamento conjuntura Coleta de dados vice-versa? Houve contradições ou mudanças estão ligadas às características conformidades especiais entre as metas da integração? Como as mudanças e as práticas reais de implementação que resultantes do esforço de integração se afetaram a integração Definição tecnológica? da agregam (isto é, correlacionam-se entre Etapa Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura elas)? Uso: Quais são alguns dos aspectos mais importantes ou interessantes de como as soluções tecnológicas 1:1 e outros Definição da elementos Etapado pacote foram conjuntura usados nesta Adaptação Recrutamento Coleta de dados conjuntura? Definição da Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Coleta de dados Definição da Coleta de dados Etapa conjuntura Adaptação Recrutamento Etapa 6: Depois da pesquisa sobre esforços para integração tecnológica, a equipe de pesquisa local e a Intel devem se reunir para analisar e reiterar o kit de ferramentas de pesquisa. Essa reunião será usada para analisar o valor do kit de ferramentas e identificar as recomendações para modificação do kit conforme necessário. 14

15 Visão geral do projeto 15

16 Tabela de resumo de kit de ferramentas Etapa Instrumento/recursos DEFINIÇÃO DA CONJUNTURA Formulário de contexto de integração Entrevista de histórico da integração ADAPTAÇÃO Diretrizes de adaptação da pesquisa RECRUTAMENTO Protocolo de entrevista de líder escolar Tabela de resumo de kit de ferramentas COLETA DE DADOS Protocolo de entrevista de coordenador de tecnologia da informação Protocolo da equipe do centro de aprendizagem comunitário* Protocolo de entrevistas de professores Protocolo de observação da sala de aula Protocolo de entrevista de estudantes Protocolo de entrevista de uso domiciliar* ANÁLISE E PRODUÇÃO DE RELATÓRIOS Matrizes de triangulação de dados Modelo de relatório qualitativo PÓS-ANÁLISE *Atividades opcionais 16

17 Formulário de contexto de integração Instruções A finalidade deste formulário é coletar informações para ajudar os pesquisadores locais a melhor compreender o contexto da integração e para informar a adaptação do projeto de pesquisa e os instrumentos de coleta de dados do kit de ferramentas. Este formulário exige informações básicas sobre as políticas relacionadas com educação, desenvolvimento econômico e infraestrutura de TIC na conjuntura particular de integração. Concentre sua atenção nas prioridades selecionadas na pergunta 1. Por exemplo, se o desenvolvimento econômico for um maior foco neste esforço de integração tecnológica do que a melhoria educacional, reserve mais tempo para as perguntas desta seção. Além disso, muitas das perguntas abaixo se referem a contexto nacional tanto quanto regional. Embora os dois sejam frequentemente relevantes, enfatize a conjuntura da integração enquanto faz as perguntas. Em outras palavras, se o esforço de integração for uma ação nacional, enfoque o contexto nacional; se for regional ou local, dê atenção ao contexto regional ou local. Você pode já conhecer a maioria das informações solicitadas neste formulário. Para qualquer informação que desconheça, consulte as fontes básicas e autênticas (por exemplo, sites do governo na web) para preencher o formulário. Se consultar outros recursos, anote a fonte. Prioridades de integração 1. Quais são as metas políticas gerais desta integração tecnológica da educação? (Marque todas que se aplicarem.) Para melhorar a educação Para estimular o crescimento econômico Para ampliar o acesso a TIC Outros Política da educação 2. Qual é a estrutura ou organização básica do sistema de educação nacional e regional? Qual é o nome do órgão de educação nacional? Quais são os órgãos de educação regional e local que supervisionam a educação e quais são suas responsabilidades principais? 3. Qual é o modelo de financiamento básico para o sistema de educação nacional e regional? Onde as escolas obtêm financiamento? O que determina a quantidade de dinheiro que as escolas recebem (por exemplo, todas as escolas recebem a mesma quantia ou ela varia pelo número de crianças)? 4. É exigido dos estudantes que passem por avaliações nacionais padronizadas? Todos os estudantes do país são testados? Se forem, em que séries? Em quais assuntos? 5. Quais são as iniciativas educacionais estratégicas mais importantes que estão sendo implementadas atualmente na conjuntura de integração? Relacione, resumidamente, as principais atividades e metas de cada medida. 6. A conjuntura já tem programas focados especificamente na tecnologia educacional? Descreva as principais atividades e metas de programas de tecnologia educacional existentes nas seguintes áreas: Acesso à TIC Ensino e aprendizagem Capacitações técnicas Ensino à distância Currículo e avaliação 7. Existe plano ou política geral em torno de expansão de uso da TIC no nível nacional ou regional? Se houver, quais são os componentes principais? Quem sofre seu impacto? Quais são as metas? Como este plano ou política de TIC nacional ou regional se relaciona com a política de TIC para a educação? Formulário de contexto de integração 17

18 8. O contexto de integração tem um plano ou política de TIC nacional ou regional para a educação? Se tiver, quais são os componentes principais da política ou das políticas? Quais são as principais políticas ou metas de TIC preparativo dos sistemas de educação nacional e regional? Quais são as áreas sustentadas ou contestadas da política educacional que podem estar relacionadas com a integração? 9. O sistema educacional está centralizado ou descentralizado em que grau? Em que extensão o governo nacional controla a educação nos níveis regional, local e da escola? Qual é o nível de autonomia que as regiões e escolas têm para tomar decisões educacionais como: Alocação de fundos no orçamento escolar Seleção de currículo Desenvolvimento e implementação de avaliações e exames dos alunos Determinação da abordagem pedagógica usada nas salas de aula Decisão sobre o âmbito e a orientação das iniciativas de reforma educacional 10. Quais são as exigências de certificação para professores? Qual é o nível de educação e treinamento exigido para ser um professor nesta conjuntura? Isto varia por região? A maioria dos professores do país possui certificação? 11. Os professores comumente usam tecnologia no ensino? Em geral, os professores se sentem à vontade com o uso da tecnologia na prática de ensino? 12. Qual é a condição do sistema e serviços de educação em cada uma das áreas seguintes? Descreva, também, a extensão em que a qualidade varia entre as diferentes regiões. Formulário de contexto de integração Instalações (As escolas, em geral, estão em boas condições?) Equipamento e recursos (Quais são os itens básicos necessários para as escolas operarem com eficiência? A maioria das escolas tem os equipamentos e recursos necessários?) Infraestrutura tecnológica (É comum as escolas terem computadores e acesso à Internet? Existem computadores nas salas de aula? Ou os alunos têm acesso a laboratório de computação? Existe assistência técnica, como um administrador de TI, disponível para escolas e professores?) 13. Qual é o ano letivo? Quando começa e termina o ano letivo? Quando são os principais períodos de férias? 14. Quantos dias da semana as escolas funcionam normalmente e quantas horas por dia? Desenvolvimento econômico 15. A conjuntura de integração tem um plano nacional ou regional para desenvolvimento econômico? Se tiver, quais são os componentes principais da política ou das políticas? Em que extensão a política é controversa ou debatida? 16. Em que extensão o desenvolvimento de TIC se relaciona com o plano de desenvolvimento nacional ou regional? Em que áreas a política de desenvolvimento se relaciona com esta integração? 17. Qual é o modelo de financiamento básico para o desenvolvimento econômico nacional e regional? Como os governos nacional e local planejam o financiamento do crescimento econômico? O que determina a quantidade de apoio que os diversos interessados recebem? 18. Em que grau o plano de desenvolvimento econômico é centralizado ou descentralizado? Em que extensão o governo nacional controla o planejamento das iniciativas de desenvolvimento nos níveis regional e local? Quanta autonomia as empresas locais e as regiões têm para tomar decisões econômicas? 19. Em que grau o desenvolvimento econômico nacional está alinhado com outras prioridades políticas selecionadas na pergunta 1? 18

19 Política de TIC 20. A conjuntura de integração tem plano nacional ou regional para a expansão do acesso à TIC e/ou o desenvolvimento da infraestrutura de TIC? Se tiver, quais são os componentes principais da política ou das políticas? Que organismos governamentais estão encarregados do desenvolvimento ou estão executando a política? Que áreas do plano de TIC podem estar relacionadas com esta integração? 21. Qual é o modelo de financiamento básico para o plano de TIC? O que determina o montante de dinheiro dedicado ao plano? Como esse dinheiro é alocado? 22. Em que grau o plano de TIC é centralizado ou descentralizado? Em que extensão o governo nacional controla a política de TIC nos níveis regional, local e da escola? Qual é o nível de autonomia que as regiões e as autoridades locais têm para tomar decisões educacionais como: Alocação de fundos no plano Seleção da tecnologia a ser distribuída Monitoramento do progresso Decisão sobre o âmbito e a orientação das iniciativas de inclusão digital 23. Em que grau a política de TIC está alinhada com outras prioridades políticas selecionadas na pergunta 1? Esforços de integração tecnológica anteriores 24. Descreva os esforços de integração tecnológica anteriores que ocorreram nesta área geográfica. 25. Houve a condução de pesquisa ou avaliação sobre essas medidas tecnológicas? Alguma parte dessa pesquisa ou avaliação foi conduzida por pesquisadores terceirizados? 26. Se os esforços de integração tecnológica foram avaliados, quais foram as principais descobertas e conclusões? 27. Existem relatórios e recursos de lançamentos anteriores disponíveis para os tomadores de decisão? Em que extensão essas descobertas informam sobre a visão e o planejamento para a integração atual? Outras políticas e planos relevantes 28. Descreva outras políticas e planos que possam oferecer contexto relevante para a compreensão da integração. Outras informações 29. Descreva outras informações importantes sobre a conjuntura da integração. Formulário de contexto de integração 19

20 Protocolo de entrevista de histórico da integração Instruções A finalidade desta entrevista é coletar informações de interessados na implementação sobre a integração, especificamente o papel da solução com base na tecnologia no panorama mais amplo da mudança educacional, do desenvolvimento econômico e da inclusão digital na conjuntura da integração. Esta entrevista deve levar aproximadamente uma hora. Para cada parte da entrevista, comece com a pergunta aberta inicial. Os tópicos listados na coluna do lado esquerdo visam orientar a discussão. Para cada tópico, as sondagens de amostra listadas à direita visam iniciar a conversa e obter informações. Observe que as sondagens incluídas aqui são sugestões para obter informações sobre o tópico. Você não é obrigado a fazer todas as perguntas listadas; você pode fazer outras sondagens que possam ser adequadas e relevantes. Entretanto, sinalizamos algumas sondagens com dois asteriscos ( ** ) para indicar seu alto nível de importância. As sondagens com um asterisco ( * ) também são importantes, mas menos. Perguntas Parte 1: Estabeleça relação de afinidade e obtenha informações históricas Conte-nos um pouco sobre você. 1. Conte-nos sobre você e seu papel. Fundamentos 2. Há quanto tempo está neste cargo? 3. Quais são as áreas de enfoque principal para você? Quais são algumas metas que procura atingir nestas áreas de enfoque? Parte 2: Contexto político Conte-nos um pouco sobre o contexto mais amplo no qual a solução baseada em tecnologia está ou será implantada. Estamos realmente interessados em compreender como a integração se encaixa nas outras medidas de mudança educacional, desenvolvimento e inclusão. Histórico da integração Protocolo de entrevista Contexto político geral Política de TIC 4. Conte-nos sobre a conjuntura na qual a solução baseada em tecnologia está sendo ou será implantada.** 5. Quais são os esforços estratégicos educacionais, sociais ou econômicas de importância atual neste contexto? 6. Existem áreas de política contenciosas ou de disputa que sejam relevantes para este esforço de integração? 7. Qual é o papel da tecnologia na reforma educacional importante ou nas medidas de desenvolvimento econômico?** 8. Existe política ou plano de TIC relevante para a conjuntura de integração? Quais são os componentes principais? Qual é o modelo de financiamento básico para o plano de TIC? 9. Existe um plano de desenvolvimento econômico relevante para a conjuntura da integração? 10. Em que extensão o plano de desenvolvimento econômico se relaciona com a política de TIC para a educação? 20

Guia de monitoramento de programas de elearning KIT DE FERRAMENTAS E PROJETO DE PESQUISA PADRÃO DE TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO DA INTEL

Guia de monitoramento de programas de elearning KIT DE FERRAMENTAS E PROJETO DE PESQUISA PADRÃO DE TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO DA INTEL Guia de monitoramento de programas de elearning KIT DE FERRAMENTAS E PROJETO DE PESQUISA PADRÃO DE TRANSFORMAÇÕES NA EDUCAÇÃO DA INTEL Introdução Guia Intel de monitoramento de programas de elearning:

Leia mais

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo

Ministério da Educação. Primavera 2014. Atualização do Redesenho do Currículo Ministério da Educação Primavera 2014 Atualização do Redesenho do Currículo Em 2010, o Ministério da Educação começou a transformar o sistema educacional de British Columbia, Canadá, Ensino Infantil Médio

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido

Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Ensino Vocacional, Técnico e Tecnológico no Reino Unido Apoiar a empregabilidade pela melhora da qualidade do ensino profissionalizante UK Skills Seminar Series 2014 15 British Council UK Skills Seminar

Leia mais

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA

PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PLANO DE AÇÃO FÓRUM DO MUNICÍPIO QUE EDUCA PROPOSTA DE AÇÃO Criar um fórum permanente onde representantes dos vários segmentos do poder público e da sociedade civil atuem juntos em busca de uma educação

Leia mais

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA

ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA ANEXO II DOS TERMOS DE REFERÊNCIA GLOSSÁRIO DE TERMOS DO MARCO ANALÍTICO Avaliação de Projetos de Cooperação Sul-Sul: exercício fundamental que pretende (i ) aferir a eficácia, a eficiência e o potencial

Leia mais

AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos

AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos 1 AULA 11 Desenhos, recursos e obstáculos Ernesto F. L. Amaral 15 de abril de 2010 Metodologia (DCP 033) Fonte: Flick, Uwe. 2009. Desenho da pesquisa qualitativa. Porto Alegre: Artmed. pp.57-73 & 75-85.

Leia mais

ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente

ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente ISO Revisio ISO Revisions Latest update New ISO 9001:2015 Avaliações de Transição Manual do Cliente ISO 9001:2015 - Transition Assessments ISO Revisions Introdução Como um cliente certificado do BSI, você

Leia mais

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes

Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Symantec University para Parceiros Perguntas freqüentes Sumário INFORMAÇÕES GERAIS... 1 SYMANTEC UNIVERSITY PARA PARCEIROS... 1 TREINAMENTO... 2 SERVIÇO DE INFORMAÇÕES... 4 COLABORAÇÃO... 5 Informações

Leia mais

Gerenciamento de Projetos

Gerenciamento de Projetos Gerenciamento de Projetos PMI, PMP e PMBOK PMI (Project Management Institute) Estabelecido em 1969 e sediado na Filadélfia, Pensilvânia EUA, o PMI é a principal associação mundial, sem fins lucrativos,

Leia mais

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO

CONSELHO DE CLASSE DICIONÁRIO CONSELHO DE CLASSE O Conselho de Classe é um órgão colegiado, de cunho decisório, presente no interior da organização escolar, responsável pelo processo de avaliação do desempenho pedagógico do aluno.

Leia mais

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP

Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP Módulo 3 Procedimento e processo de gerenciamento de riscos, PDCA e MASP 6. Procedimento de gerenciamento de risco O fabricante ou prestador de serviço deve estabelecer e manter um processo para identificar

Leia mais

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro:

Teoria e Prática. Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009. Rosaldo de Jesus Nocêra, PMP, PMI-SP, MCTS. do PMBOK do PMI. Acompanha o livro: Gerenciamento de Projetos Teoria e Prática Totalmente de acordo com a 4 a Edição/2009 do PMBOK do PMI Acompanha o livro: l CD com mais de 70 formulários exemplos indicados pelo PMI e outros desenvolvidos

Leia mais

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9

PR 2 PROCEDIMENTO. Auditoria Interna. Revisão - 2 Página: 1 de 9 Página: 1 de 9 1. OBJETIVO Estabelecer sistemática de funcionamento e aplicação das Auditorias Internas da Qualidade, fornecendo diretrizes para instruir, planejar, executar e documentar as mesmas. Este

Leia mais

Modelo de Plano de Ação

Modelo de Plano de Ação Modelo de Plano de Ação Para a implementação da Estratégia Multimodal da OMS para a Melhoria da Higiene das Mãos Introdução O Modelo de Plano de Ação é proposto para ajudar os representantes de estabelecimentos

Leia mais

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem

Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem Seção 2/E Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem www.bettercotton.org Orientação Text to go here O documento Monitoramento, Avaliação e Aprendizagem da BCI proporciona uma estrutura para medir as mudanças

Leia mais

Seminário Telecentros Brasil

Seminário Telecentros Brasil Seminário Telecentros Brasil Inclusão Digital e Sustentabilidade A Capacitação dos Operadores de Telecentros Brasília, 14 de maio de 2009 TELECENTROS DE INFORMAÇÃO E NEGÓCIOS COMO VEÍCULO DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA

Leia mais

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA

GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA GUIA DE SUGESTÕES DE AÇÕES PARA IMPLEMENTAÇÃO E ACOMPANHAMENTO DO PROGRAMA DE INTERVENÇÃO PEDAGÓGICA ALFABETIZAÇÃO NO TEMPO CERTO NAs REDES MUNICIPAIS DE ENSINO SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO DE MINAS

Leia mais

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional.

2.1 Os projetos que demonstrarem resultados (quádrupla meta) serão compartilhados na Convenção Nacional. O Prêmio Inova+Saúde é uma iniciativa da SEGUROS UNIMED que visa reconhecer as estratégias de melhoria e da qualidade e segurança dos cuidados com a saúde dos pacientes e ao mesmo tempo contribua com a

Leia mais

Métodos qualitativos:

Métodos qualitativos: Métodos AULA 11 qualitativos: Pesquisa-Ação Quando iniciou-se a pesquisa-ação? Para Susman e Evered (1978), o termo pesquisa-ação foi introduzido por Kurt Lewin em 1946 para denotar uma abordagem pioneira

Leia mais

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI)

Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) Domínios, Competências e Padrões de Desempenho do Design Instrucional (DI) (The Instructional Design (ID) Domains, Competencies and Performance Statements) International Board of Standards for Training,

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS QUALIDADE DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ SABER Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO

PESQUISA-AÇÃO DICIONÁRIO PESQUISA-AÇÃO Forma de pesquisa interativa que visa compreender as causas de uma situação e produzir mudanças. O foco está em resolver algum problema encontrado por indivíduos ou por grupos, sejam eles

Leia mais

A compra de TI e as redes sociais

A compra de TI e as redes sociais Solicitada por A compra de TI e as redes sociais Como as redes sociais transformaram o processo de compras B2B e as melhores práticas para adaptar as suas estratégias de marketing à nova realidade BRASIL

Leia mais

Seminário Sobre Reunir Registros

Seminário Sobre Reunir Registros Seminário Sobre Reunir Registros Esta lição e seus recursos de aprendizado podem ser usados para preparar um seminário de três a quatro horas sobre preparar, reunir, processar e entregar os registros a

Leia mais

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427

7.1 Introdução. Monitoramento e Avaliação 427 7.1 Introdução O processo de monitoramento e avaliação constitui um instrumento para assegurar a interação entre o planejamento e a execução, possibilitando a correção de desvios e a retroalimentação permanente

Leia mais

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência

Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial. Sistema de Gestão Estratégica. Documento de Referência Ministério do Desenvolvimento Agrário Secretaria de Desenvolvimento Territorial Sistema de Gestão Estratégica Brasília - 2010 SUMÁRIO I. APRESENTAÇÃO 3 II. OBJETIVOS DO SGE 4 III. MARCO DO SGE 4 IV. ATORES

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Avaliando o Cenário Político para Advocacia

Avaliando o Cenário Político para Advocacia Avaliando o Cenário Político para Advocacia Tomando em consideração os limites de tempo e recursos dos implementadores, as ferramentas da série Straight to the Point (Directo ao Ponto), da Pathfinder International,

Leia mais

Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA Solicitação de Propostas

Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA Solicitação de Propostas Grupo de Coordenação da Transição da Administração da IANA Solicitação de Propostas 8 de setembro de 2014 Introdução De acordo com o regulamento do Grupo de 1 Coordenação da Transição da Administração

Leia mais

4. Tendências em Gestão de Pessoas

4. Tendências em Gestão de Pessoas 4. Tendências em Gestão de Pessoas Em 2012, Gerenciar Talentos continuará sendo uma das prioridades da maioria das empresas. Mudanças nas estratégias, necessidades de novas competências, pressões nos custos

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO FUNDO NACIONAL DE DESENVOLVIMENTO DA EDUCAÇÃO TERMO DE REFERÊNCIA PARA AVALIAÇÃO EXTERNA DO PROJETO EDUCANDO COM A HORTA ESCOLAR 1. Breve Histórico do Projeto de Cooperação Técnica

Leia mais

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico

Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola. Projeto Básico Secretaria de Educação a Distância Departamento de Planejamento em EAD Coordenação Geral de Planejamento de EAD Programa TV Escola Projeto de Gestão Compartilhada para o Programa TV Escola Projeto Básico

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 10 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 10 de Outubro de 2013. Revisão aula anterior Documento de Requisitos Estrutura Padrões Template Descoberta

Leia mais

Estratégias de Pesquisa

Estratégias de Pesquisa Estratégias de Pesquisa Ricardo de Almeida Falbo Metodologia de Pesquisa Departamento de Informática Universidade Federal do Espírito Santo Agenda Survey Design e Criação Estudo de Caso Pesquisa Ação Experimento

Leia mais

Oficina de Gestão de Portifólio

Oficina de Gestão de Portifólio Oficina de Gestão de Portifólio Alinhando ESTRATÉGIAS com PROJETOS através da GESTÃO DE PORTFÓLIO Gestão de portfólio de projetos pode ser definida como a arte e a ciência de aplicar um conjunto de conhecimentos,

Leia mais

Métodos qualitativos: Pesquisa-Ação

Métodos qualitativos: Pesquisa-Ação Métodos AULA 12 qualitativos: Pesquisa-Ação O que é a pesquisa-ação? É uma abordagem da pesquisa social aplicada na qual o pesquisador e o cliente colaboram no desenvolvimento de um diagnóstico e para

Leia mais

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12

Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Rodrigo Rennó Questões CESPE para o MPU 12 Questões sobre o tópico Desenvolvimento e treinamento de pessoal: levantamento de necessidades, programação, execução e avaliação. Olá Pessoal, hoje veremos outro

Leia mais

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação

Estratégia de TI. Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Estratégia de TI Posicionamento Estratégico da TI: como atingir o alinhamento com o negócio 2011 Bridge Consulting Apresentação

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador

Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Padrões de Competências para o Cargo de Professor Alfabetizador Alfabetização de Crianças O Professor Alfabetizador é o profissional responsável por planejar e implementar ações pedagógicas que propiciem,

Leia mais

Informações para alunos, pais e responsáveis Avaliação de Aptitudes Básicas (FSA Foundation Skills Assessment): Perguntas e Respostas

Informações para alunos, pais e responsáveis Avaliação de Aptitudes Básicas (FSA Foundation Skills Assessment): Perguntas e Respostas Informações para alunos, pais e responsáveis Avaliação de Aptitudes Básicas (FSA Foundation Skills Assessment): Perguntas e Respostas 1 Pergunta O que é a Avaliação de aptitudes básicas (FSA)? Resposta

Leia mais

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução

Introdução. Módulo 1: Necessidade de Informação, introdução 1 Introdução Objetivo Este módulo ajudará os gerentes a identificarem as necessidades de informação, a definirem prioridades, e a determinarem que módulos do PAG APS serão mais úteis para eles. A planilha

Leia mais

3 Gerenciamento de Projetos

3 Gerenciamento de Projetos 34 3 Gerenciamento de Projetos Neste capítulo, será abordado o tema de gerenciamento de projetos, iniciando na seção 3.1 um estudo de bibliografia sobre a definição do tema e a origem deste estudo. Na

Leia mais

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos

Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Gerenciamento de Projetos Modulo VIII Riscos Prof. Walter Cunha falecomigo@waltercunha.com http://waltercunha.com Bibliografia* Project Management Institute. Conjunto de Conhecimentos em Gerenciamento

Leia mais

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS

Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS Comunidade de Prática Internacional para apoiar o fortalecimento e liderança da BIREME OPAS/OMS Fortalecimento institucional da BIREME OPAS/OMS TERMOS DE REFERÊNCIA Versão 17/07/2012 No âmbito de um processo

Leia mais

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação

O Valor da TI. Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação. Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação Conhecimento em Tecnologia da Informação O Valor da TI Introduzindo os conceitos do Val IT para mensuração do valor de Tecnologia da Informação 2010 Bridge Consulting

Leia mais

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos

Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos Gerenciamento de Riscos do Projeto Eventos Adversos 11. Gerenciamento de riscos do projeto PMBOK 2000 PMBOK 2004 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos 11.1 Planejamento de gerenciamento de riscos

Leia mais

Centros de Autossuficiência da Estaca. Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca

Centros de Autossuficiência da Estaca. Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca Centros de Autossuficiência da Estaca Guia para Líderes do Sacerdócio que Desejam Estabelecer um Centro de Autossuficiência em Sua Estaca Visão Geral Centros de Autossuficiência Metropolitano Sob a direção

Leia mais

SIMULADO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS

SIMULADO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS SIMULADO DE GERENCIAMENTO DE PROJETOS 1) O que é o processo de um projeto? a) A criação de um produto ou serviço. b) A elaboração progressiva resultando em um produto. c) Uma série de ações que geram um

Leia mais

Projeto Acelerando o Saber

Projeto Acelerando o Saber Projeto Acelerando o Saber Tema: Valorizando o Ser e o Aprender Lema: Ensinar pra Valer Público Alvo: Alunos do Ensino Fundamental da Rede Municipal de Ensino contemplando o 3º ano a 7ª série. Coordenadoras:

Leia mais

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT

MASTER IN PROJECT MANAGEMENT MASTER IN PROJECT MANAGEMENT PROJETOS E COMUNICAÇÃO PROF. RICARDO SCHWACH MBA, PMP, COBIT, ITIL Atividade 1 Que modelos em gestão de projetos estão sendo adotados como referência nas organizações? Como

Leia mais

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO

A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO A CARTA DE BANGKOK PARA A PROMOÇÃO DA SAÚDE EM UM MUNDO GLOBALIZADO Introdução Escopo A Carta de Bangkok identifica ações, compromissos e promessas necessários para abordar os determinantes da saúde em

Leia mais

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder

Orientações e dicas para montar um projeto de extensão Ricardo T. Neder Universidade de Brasília Faculdade de Planaltina FUP Disciplina: PESQUISA E EXTENSÃO Curso: Agronegócio. Nível: graduação (02 créditos) Horário: SEXTA-FEIRA: 14H.-16H. Professor: Paulo Henrique da S. Santarém

Leia mais

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO

Valorizando ideias e experiências participativas que promovam o direito humano à educação REGULAMENTO REGULAMENTO 1. O RECONHECIMENTO PÚBLICO DE OLHO NOS PLANOS 1.1. O Reconhecimento Público é uma ação da iniciativa De Olho nos Planos, composta pelos seguintes parceiros: Ação Educativa, UNICEF, Campanha

Leia mais

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL

49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL ORGANIZAÇÃO PAN-AMERICANA DA SAÚDE ORGANIZAÇÃO MUNDIAL DA SAÚDE 49 o CONSELHO DIRETOR 61 a SESSÃO DO COMITÊ REGIONAL Washington, D.C., EUA, 28 de setembro a 2 de outubro de 2009 CD49.R10 (Port.) ORIGINAL:

Leia mais

Engenharia de Software

Engenharia de Software Engenharia de Software Introdução à Melhoria de Processos de Software baseado no MPS.BR Prof. Maxwell Anderson www.maxwellanderson.com.br Agenda Introdução MPS.BR MR-MPS Detalhando o MPS.BR nível G Introdução

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR

OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR OS PRINCÍPIOS DA ESSILOR Cada um de nós, na vida profissional, divide com a Essilor a sua responsabilidade e a sua reputação. Portanto, devemos conhecer e respeitar os princípios que se aplicam a todos.

Leia mais

Sistema de Gestão da Qualidade

Sistema de Gestão da Qualidade Sistema de Gestão da Qualidade Coordenadora Responsável Mara Luck Mendes, Jaguariúna, SP, mara@cnpma.embrapa.br RESUMO Em abril de 2003 foi lançado oficialmente pela Chefia da Embrapa Meio Ambiente o Cronograma

Leia mais

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS

Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Administração de Pessoas por COMPETÊNCIAS Adm.Walter Lerner 1.Gestão,Competência e Liderança 1.1.Competências de Gestão Competências Humanas e Empresariais são Essenciais Todas as pessoas estão, indistintamente,

Leia mais

Implementação e avaliação

Implementação e avaliação Seção 3 Implementação e avaliação ESTUDO BÍBLICO Respondendo às mudanças No início de Neemias 4, vemos que algumas pessoas se opuseram ao projeto. Qual foi a resposta de Neemias? (versículo 9) Como Neemias

Leia mais

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME)

NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) NÚCLEO DE APOIO DIDÁTICO E METODOLÓGICO (NADIME) Palmas 2010 1. Apresentação O Núcleo de Apoio Didático e Metodológico NADIME é o órgão da Faculdade Católica do Tocantins responsável pela efetivação da

Leia mais

Fundamentos de Teste de Software

Fundamentos de Teste de Software Núcleo de Excelência em Testes de Sistemas Fundamentos de Teste de Software Módulo 2- Teste Estático e Teste Dinâmico Aula 3 Teste Estático SUMÁRIO INTRODUÇÃO... 3 1. Definição... 3 2. Custo Versus Benefício...

Leia mais

6 Considerações Finais

6 Considerações Finais 6 Considerações Finais Este capítulo apresenta as conclusões deste estudo, as recomendações gerenciais e as recomendações para futuras pesquisas, buscadas a partir da análise dos casos das empresas A e

Leia mais

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI

Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Pós-Graduação em Gerenciamento de Projetos práticas do PMI Planejamento do Gerenciamento das Comunicações (10) e das Partes Interessadas (13) PLANEJAMENTO 2 PLANEJAMENTO Sem 1 Sem 2 Sem 3 Sem 4 Sem 5 ABRIL

Leia mais

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos

Roteiro SENAC. Análise de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos. Monitoramento e Controle de Riscos SENAC Pós-Graduação em Segurança da Informação: Análise de Parte 8 Leandro Loss, Dr. loss@gsigma.ufsc.br http://www.gsigma.ufsc.br/~loss Roteiro Análise de Quantitativa Qualitativa Medidas de tratamento

Leia mais

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE

TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE TERMOS DE REFERÊNCIA PARA A CONTRATAÇÃO DE UM CONSULTOR PARA PRESTAR APOIO ÀS ACTIVIDADES ELEITORAIS EM MOÇAMBIQUE Local de trabalho: Maputo, Moçambique Duração do contrato: Três (3) meses: Novembro 2011

Leia mais

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Recursos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Gerenciamento de Projeto: Planejando os Recursos. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Gerenciamento de Projeto: Planejando os Recursos Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Planejar as Aquisições Desenvolver o Plano de Recursos Humanos Planejar as Aquisições É o

Leia mais

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br

Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo. Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Engenharia de Software II: Criando a Declaração de Escopo Prof. Msc Ricardo Britto DIE-UFPI rbritto@ufpi.edu.br Sumário Desenvolvendo o Plano de Gerenciamento do Projeto. Coletando Requisitos. Declarando

Leia mais

Anexo F: Ratificação de compromissos

Anexo F: Ratificação de compromissos Anexo F: Ratificação de compromissos 1. Este documento constitui uma Ratificação de compromissos (Ratificação) do Departamento de Comércio dos Estados Unidos ("DOC") e da Corporação da Internet para Atribuição

Leia mais

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report

Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Perfil Caliper de Especialistas The Inner Potential Report Avaliação de: Sr. Antônio Modelo Preparada por: Consultor Caliper exemplo@caliper.com.br Data: Página 1 Perfil Caliper de Especialistas The Inner

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO

UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA CENTRO DE TECNOLOGIA AULA 06 PROFª BRUNO CALEGARO Santa Maria, 27 de Setembro de 2013. Revisão aula anterior Desenvolvimento Ágil de Software Desenvolvimento e entrega

Leia mais

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos.

2015 Manual de Parceiro de Educação. Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. 2015 Manual de Parceiro de Educação Suas soluções. Nossa tecnologia. Mais inteligentes juntos. Prêmios Reais, a Partir de Agora Bem-vindo ao Intel Technology Provider O Intel Technology Provider é um programa

Leia mais

COMO FAZER A TRANSIÇÃO

COMO FAZER A TRANSIÇÃO ISO 9001:2015 COMO FAZER A TRANSIÇÃO Um guia para empresas certificadas Antes de começar A ISO 9001 mudou! A versão brasileira da norma foi publicada no dia 30/09/2015 e a partir desse dia, as empresas

Leia mais

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng.

Marcos Antonio Lima de Oliveira, MSc Quality Engineer ASQ/USA Diretor da ISOQUALITAS www.qualitas.eng.br qualitas@qualitas.eng. 01. O QUE SIGNIFICA A SIGLA ISO? É a federação mundial dos organismos de normalização, fundada em 1947 e contanto atualmente com 156 países membros. A ABNT é representante oficial da ISO no Brasil e participou

Leia mais

Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades

Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades Aula 2 Governança do projeto Papéis e Responsabilidades Objetivos da Aula: Nesta aula, iremos conhecer os diversos papéis e responsabilidades das pessoas ou grupos de pessoas envolvidas na realização de

Leia mais

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor

Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Título: Pensando estrategicamente em inovação tecnológica de impacto social Categoria: Projeto Externo Temática: Segundo Setor Resumo: A finalidade desse documento é apresentar o projeto de planejamento

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave

ISO 14004:2004. ISO14004 uma diretriz. Os princípios-chave ISO14004. Os princípios-chave ISO14004 uma diretriz ISO 14004:2004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Prof.Dr.Daniel Bertoli Gonçalves FACENS 1 Seu propósito geral é auxiliar as

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO

14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO 14 de dezembro de 2012 MONITORAMENTO DO PROGRAMA APRENDIZ LEGAL/ FUNDAÇÃO ROBERTO MARINHO 1. APRESENTAÇÃO A presente proposta de projeto refere-se ao Monitoramento do Programa Aprendiz Legal idealizado

Leia mais

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions

ISO 9001 Relatórios. A importância do risco em gestao da qualidade. Abordando a mudança. ISO Revisions. ISO Revisions ISO 9001 Relatórios A importância do risco em gestao da qualidade Abordando a mudança BSI Group BSI/UK/532/SC/1114/en/BLD Contexto e resumo da revisão da ISO 9001:2015 Como uma Norma internacional, a ISO

Leia mais

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O

ACTION LEARNING. O que é Action Learning? FUN D A MEN T OS D O C L E O W O L F F O que é Action Learning? Um processo que envolve um pequeno grupo/equipe refletindo e trabalhando em problemas reais, agindo e aprendendo enquanto atuam. FUN D A MEN T OS D O ACTION LEARNING

Leia mais

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA!

QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! QUANDO TODO MUNDO JOGA JUNTO, TODO MUNDO GANHA! NOSSA VISÃO Um mundo mais justo, onde todas as crianças e todos os adolescentes brincam, praticam esportes e se divertem de forma segura e inclusiva. NOSSO

Leia mais

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA

INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA AGÊNCIA BRASILEIRA DE COOPERAÇÃO - ABC INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA - IICA INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E

Leia mais

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA

TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA INSTITUTO INTERAMERICANO DE COOPERAÇÃO PARA A AGRICULTURA TERMO DE REFERÊNCIA (TR) GAUD 4.6.8 01 VAGA 1 IDENTIFICAÇÃO DA CONSULTORIA Contratação de consultoria pessoa física para serviços de preparação

Leia mais

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem?

Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? SAIBA TUDO SOBRE O ENEM 2009 Qual a principal diferença entre o Enem tradicional e o novo Enem? Até 2008, o Enem era uma prova clássica com 63 questões interdisciplinares, sem articulação direta com os

Leia mais

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350

POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 MANUAL DE GESTÃO DE PESSOAS COD. 300 ASSUNTO: POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA APROVAÇÃO: Resolução DIREX nº 462, de 10/09/2012. VIGÊNCIA: 10/09/2012 POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO CORPORATIVA - NOR 350 1/6 ÍNDICE

Leia mais

Rumo a novos patamares

Rumo a novos patamares 10Minutos Auditoria Estudo sobre a Situação da Profissão de Auditoria Interna Rumo a novos patamares Destaques Os stakeholders estão menos satisfeitos com a contribuição da auditoria interna em áreas de

Leia mais

EDITAL CHAMADA DE CASOS

EDITAL CHAMADA DE CASOS EDITAL CHAMADA DE CASOS INICIATIVAS INOVADORAS EM MONITORAMENTO DO DESENVOLVIMENTO LOCAL E AVALIAÇÃO DE IMPACTO O Centro de Estudos em Sustentabilidade da Fundação Getulio Vargas (GVces) e as empresas

Leia mais

ISO 14001:2015 Revisão Perguntas Frequentes

ISO 14001:2015 Revisão Perguntas Frequentes Latest update New and revised ISO 14001:2015 Revisão Perguntas Frequentes Introdução A ISO 14001 Sistemas de Gestão Ambiental, a primeira norma ambiental internacional do mundo tem ajudado milhares de

Leia mais

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE

IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE IMAGEM E REPUTAÇÃO NAS INSTITUIÇÕES DE ENSINO: A PESQUISA E RESULTADOS NO IMAGE E MARKET SHARE GEduc 2012 - Novos Rumos para a Gestão Educacional Pág 1 Temas Pressupostos teórico-metodológicos As necessidades

Leia mais

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL

GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL GERENCIANDO SERVIÇOS DE MENSAGENS OTT PARA UM PROVEDOR DE TELECOM GLOBAL A Sytel Reply foi comissionada por uma grande operadora global de Telecom para o fornecimento de um Service Assurance de qualidade.

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio

NORMA ISO 14004. Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio Página 1 NORMA ISO 14004 Sistemas de Gestão Ambiental, Diretrizes Gerais, Princípios, Sistema e Técnicas de Apoio (votação 10/02/96. Rev.1) 0. INTRODUÇÃO 0.1 Resumo geral 0.2 Benefícios de se ter um Sistema

Leia mais

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2

Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Visão Geral sobre Gestão de Projetos e Iniciação de Projetos Aula 2 Miriam Regina Xavier de Barros, PMP mxbarros@uol.com.br Agenda Bibliografia e Avaliação 1. Visão Geral sobre o PMI e o PMBOK 2. Introdução

Leia mais

Liderança, Cultura e Segurança

Liderança, Cultura e Segurança Liderança, Cultura e Segurança Uma Introdução à Abordagem Liderando Com Segurança (LWS ) da BST A obtenção de melhores resultados em segurança está associada à capacidade da organização de conectar as

Leia mais

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação

Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Educação Especial Informe de Assistência Técnica SPED 2009-2: Observação dos programas de educação pelos pais, e pessoas designadas pelos mesmos, com o Propósito de Avaliação Para: Superintendentes, diretores,

Leia mais

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS

OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS OIT DESENVOLVIMENTO DE EMPRESA SOCIAL: UMA LISTA DE FERRAMENTAS E RECURSOS FERRAMENTA A QUEM É DESTINADA? O QUE É O QUE FAZ OBJETIVOS Guia de finanças para as empresas sociais na África do Sul Guia Jurídico

Leia mais