Brasil, qual é o teu negócio? Palavras-chave: identidade cultural, modernidade, identidade brasileira.

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1 Brasil, qual é o teu negócio? Alita Tortello CAIUBY 1 Resumo Procurando explorar a questão da identidade no momento atual, este artigo traz uma breve seleção de textos hinos, poemas e letras de música que mostram como a construção da imagem da identidade cultural brasileira, iniciada principalmente na nossa geração Romântica, foi se alterando ao longo dos anos. A proposta tem como base o texto de Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, em que o autor avalia se existe uma crise de identidade cultural na modernidade tardia, além de examinar aspectos contraditórios do conceito de descentração do sujeito e de seu lugar no mundo social e cultural. Palavras-chave: identidade cultural, modernidade, identidade brasileira. Abstract Trying to explore the issue of identity in the present moment, this article provides a brief selection of texts hymns, poems and lyrics that show how the construction of the image of the Brazilian cultural identity initiated mainly in our Romantic generation is changing over the years. The proposal is based on the text of Stuart Hall, The question of cultural identity, in which the author assesses whether there is a crisis of cultural identity in late modernity, while examining contradictory aspects of the concept of decentering of the subject and its place in the social and cultural world. Keywords: cultural identity, modernity, Brazilian identity. 1 Mestre em Teoria e História Literária pela Unicamp e Doutoranda em Literatura Brasileira na Universidade Federal do Rio de Janeiro, , Rio de Janeiro, RJ,

2 1. Introdução Os dilemas da contemporaneidade. O homem e sua relação com o mundo. Nossas letras nacionais têm muito a dizer sobre isso. Vivemos intensas e rápidas mudanças, e a sociedade passa por um processo de reestruturação de comportamento e de pensamento, os quais tentam insistentemente se estruturar num terreno movediço. Uma das questões mais caras atualmente é a da identidade. Dessa forma, o livro de Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade (2002), irá guiar prioritariamente nosso caminho, mas algumas considerações de outros autores como Gilles Lipovetsky, Zigmunt Bauman e Benjamin Abdalla aparecerão para contribuir com essa reflexão. Nosso objetivo é aproximar as considerações de Hall da realidade nacional, mostrando como elas aparecem nas produções literárias e como a construção de uma imagem da identidade cultural iniciada principalmente no Romantismo brasileiro foi se transmutando até chegar aos tempos atuais. Para isso, fizemos uma enxuta seleção de textos hinos, poemas e letras de música que irão ilustrar, ao longo do artigo, algumas das percepções do caso brasileiro. De início, apresentaremos uma compreensão geral do texto de Hall, pois nos interessa trazer à tona os conceitos de identidade abordados por ele. Em seguida, dividiremos nosso trabalho em duas etapas. Na primeira, nos deteremos sobre o Capítulo 3 As culturas nacionais como comunidades imaginadas, que trata do conceito de nação. Traçaremos um paralelo entre as considerações aí estabelecidas e alguns textos brasileiros que confirmariam as articulações propostas. Em outra parte, iremos associar o Capítulo 4 Globalização, a uma noção de identidade brasileira mais contemporânea, vinculada aos acontecimentos principalmente advindos do processo de globalização. Neste tópico, além de texto, mostraremos letras de música nacionais. Veremos, por fim, que a noção de comunidade imaginada, elucidada por Hall, perdura e dialoga constantemente com os processos da modernidade e contemporaneidade.

3 2. Sobre a Identidade Em seu livro A identidade cultural na pós-modernidade (2002), Stuart Hall começa explicando que a questão da identidade está sendo cada vez mais discutida, pois vivemos uma época de crise de identidade. O que antes era tido como unificado, próprio do sujeito integrado, agora se mostra fragmentado, ou descentrado. Como ele mesmo sugere, a identidade é um tema abordado pelo motivo óbvio de que se apresenta em crise. Esse conceito, assinala Hall, é demasiado complexo, sendo, portanto, impossível fazer afirmações conclusivas a esse respeito. Compete-nos mostrar as três concepções de identidade cultural apontadas, ou seja, sujeito do Iluminismo, sujeito sociológico e sujeito pós-moderno. O primeiro seria o sujeito totalmente centrado e unificado, o segundo começa a mostrar a complexidade do mundo moderno e a consciência da necessidade de relação com outras pessoas. Mas os outros mundos culturais e as identidades que eles oferecem acabam por desestruturar esse sujeito, fragmentando-o, constituindo, enfim, neste último sujeito, o qual não tem uma identidade fixa, essencial ou permanente. A esta última identidade lembramos que a noção de incompletude e descontentamento faz-se presente. Temos essa relação bastante discutida por Lipovetsky, em Felicidade Paradoxal (2007). Na linha de pensamento de que o homem nasce para ser livre e feliz (2007, p. 285), seu homo felix está constantemente em busca dessa felicidade e o consumismo vem contribuir com esse processo. Um consumismo, aliás, mediado pela interação entre as diferentes identidades culturais, constituídas pela globalização. Produzimos e consumimos cada vez mais, mas isso não nos torna mais felizes (2007, p. 287), afirma Lipovetsky. Já Bauman, ao dissertar sobre o homo sexualis, em Amor Líquido (2004), reitera a necessidade de se relacionar do homem, já que este se sente sempre incompleto e insatisfeito. O autor aponta ainda para as formas de que o indivíduo se utiliza para acabar com essa insatisfação, tão inerente ao modo de vida contemporâneo. Do sexo ao celular, Bauman assinala também o gasto descomedido em uma compreensão mais ampla de que trata Lipovetsky. O sexo descompromissado e o consumo desenfreado

4 são aproximados, mostrando serem recursos dos quais os homens se aproveitariam nessa busca incansável pela completude. Ou seja, a fragmentação a que se refere Hall mostra-se coerente com esses outros dois autores. Este sujeito pós-moderno assumiria diferentes identidades em momentos diversos, a depender de suas necessidades. Dessa forma, o esforço de Hall para tratar da identidade na pós-modernidade tem laços estreitos com as reflexões apontadas por Bauman e Lipovetsky na medida em que discutem os elementos que acabam por contribuir com essa fragmentação e desestruturação que constituem o homem da contemporaneidade. O passo seguinte para Stuart Hall é delinear os estágios a que ele se referiu para apresentar os diferentes conceitos de sujeito. Ou seja, de como o sujeito passa de um ser unificado para uma definição mais interativa e, posteriormente, descentrado na modernidade tardia. Nesse caminho, o autor passa por Descartes, Locke, Adam Smith até chegar ao surgimento do Modernismo com Baudelaire, Walter Benjamin e Kafka. Neste ponto, basta dizer que Stuart Hall explica essa descentração, em cinco partes, mostrando como quatro autores Marx, Freud, Saussure, Michel Foulcault e, por fim, o movimento feminista, contribuem para formar as identidades abertas, contraditórias, inacabadas, fragmentadas, do sujeito pós-moderno. Passamos mais rapidamente sobre esses temas, pois queremos tratar especificamente do conceito seguinte, o da comunidade imaginada. 3. Comunidades imaginadas A proposta do autor é inserir esse sujeito fragmentado nos termos das identidades culturais. Primeiramente, é preciso entender que a identidade é fortemente influenciada pela cultura. Como explica o filósofo Roger Scruton: A condição de homem (sic) exige que o indivíduo, embora exista e aja como um ser autônomo, faça isso somente porque ele pode primeiramente identificar a si mesmo como algo mais amplo como um membro de uma sociedade, grupo, classe, estado ou nação, de

5 algum arranjo, ao qual ele pode até não dar um nome, mas que ele reconhece institivamente como seu lar. 2 Ou seja, o homem necessita fazer parte de algo, ter raízes e exaltar sua nação, mesmo que este grupo ou estado advenha de uma elaboração mais ou menos artificial. A partir disso, devemos entender que a identidade cultural é uma representação criada, ou seja, a vida da nação constitui-se em grande parte da imaginação. Isso quer dizer que a ideia de nação faz-se como um sistema de representação cultural. Como esclarece Hall, essa concepção de nação tenta se passar como uma unidade homogênea que é inventada a partir de uma identidade nacional idealizada, ou seja, uma comunidade imaginada. Seguindo esse conceito de Hall, podemos identificar alguns textos em nossa literatura que procuram construir essa narrativa da cultura nacional. O primeiro deles refere-se à narrativa da nação as histórias nacionais que são contadas e recontadas, passando por gerações, mostrando as batalhas, os ganhos e as perdas da pátria, trazendo significado à vida, como se esse instinto nacional sempre tivesse existido e perdurasse. Neste sentido, cabe ressaltar uma característica intrínseca aos hinos: o canto pátrio tem por objetivo justamente glorificar e honrar um povo. Nosso Hino Nacional, com letra de Joaquim Osório Duque Estrada, de 1823, trata precisamente de recontar a história gloriosa de nossa nação. Veja-se que os dois primeiros versos já fazem alusão à declaração de independência clamada por Dom Pedro: Ouviram do Ipiranga as margens plácidas/ De um povo heroico o brado retumbante (...) (1823). Mostra ainda que nossa igualdade foi conquistada com braço forte, querendo evidenciar que somos um povo de honra Se o penhor dessa igualdade/ Conseguimos conquistar com braço forte (...) (1823), fazendo alusão às supostas batalhas vencidas. Também o Hino à Bandeira Nacional (1906) escrito por Olavo Bilac rememora nosso caminho de triunfos e percalços. 2 Esta citação está no capítulo 3 do livro de Stuart Hall, A identidade cultural na pós-modernidade, trad. Tomaz Tadeu da Silva, Guaracira Lopes Louro, Rio de Janeiro: DP&A, 2002, p. 48.

6 Sobre a imensa Nação Brasileira, Nos momentos de festa ou de dor, Paira sempre, sagrada bandeira, Pavilhão da Justiça e do Amor! (1906) A imagem que se constrói lembra um compromisso do brasileiro, firmado aqui com a pátria. Algo como o famoso dito na saúde e na doença, celebrado nos matrimônios, em que as partes estariam juntas, nesse caso, para lutar por justiça e amor. Está selada a união permanente da pátria e seus cidadãos. Nosso hino nacional também serve de exemplo para a formação do segundo elemento de que trata Hall: a ênfase nas origens, na continuidade, na tradição e na intemporalidade. Veremos compor-se, então, a ideia de um povo guerreiro, que acredita na paz e na igualdade, que luta pela justiça em nome de um dever: defender a pátria. (...) Em teu seio, ó liberdade, Desafia o nosso peito a própria morte! (...) (...) E diga o verde-louro dessa flâmula - "Paz no futuro e glória no passado." Mas, se ergues da justiça a clava forte, Verás que um filho teu não foge à luta, Nem teme, quem te adora, a própria morte. (1823) E mais uma vez, o Hino à bandeira nacional também apresenta essas características: Contemplando o teu vulto sagrado, Compreendemos o nosso dever;

7 E o Brasil, por seus filhos amado, Poderoso e feliz há de ser. Ou seja, independentemente das mudanças e instabilidades da história, os elementos essenciais do caráter nacional permaneceriam inalterados, os brasileiros continuariam sendo este povo heroico e guerreiro que defende sua pátria, pois compreendem sua grandeza. Está lá desde o nascimento, unificado e contínuo, imutável ao longo de todas as mudanças, eterno (HALL, 2007, p. 53). Também esse elemento de origem e tradição se encontra nos nossos textos românticos. Remontam a mata virgem de Iracema. Centram-se em nossas terras, na beleza selvagem, na floresta intacta, no paraíso, no lugar da liberdade e do prazer. Vale ressaltar que a estética romântica no Brasil teve como engrenagem a tomada de consciência nacional e uma vontade de exprimir na literatura os sentimentos da nação que acabava de conquistar sua independência, em Os dois grandes representantes desse período são José de Alencar e Gonçalves Dias. O conhecido poema Canção do Exílio apresenta esse aspecto. Já nas primeiras estrofes, a glorificação à natureza constrói-se comparativamente opondo o local em que se encontra o poeta àquele que ele gostaria de estar, ou seja, o Brasil. Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá; As aves, que aqui gorjeiam, Não gorjeiam como lá. Nosso céu tem mais estrelas, Nossas várzeas têm mais flores, Nossos bosques têm mais vida, Nossa vida mais amores.

8 Em cismar, sozinho, à noite, Mais prazer eu encontro lá; Minha terra tem palmeiras, Onde canta o Sabiá. Seu desejo assinala uma idealização, um lugar de fauna e flora perfeito em que há palmeiras, estrelas, flores, sabiá. Como se esses elementos só existissem aqui, assumindo um caráter único, especial, raro. Como em: Minha terra tem primores, Que tais não encontro eu cá; Na última estrofe, o eu lírico chega a pedir a Deus para não morrer antes de voltar a sua terra natal. Não permita Deus que eu morra, Sem que eu volte para lá; Sem que disfrute os primores Que não encontro por cá; Sem qu'inda aviste as palmeiras, Onde canta o Sabiá. (1843) Antonio Candido, ao comentar sobre esse período, afirma: Esta determinação da paisagem, aproximando-a da sensibilidade pessoal, reforça de algum modo a velha tendência de celebração nativista, que daí a pouco dará lugar a uma das manifestações centrais da literatura romântica: a paisagem como estímulo e expressão do nacionalismo. (1964, p. 209).

9 Com um poema de elaboração simples e a presença constante de comparações nas estrofes, Gonçalves Dias inaugura na literatura brasileira uma tradição a ideia de que não há nenhum país tão acolhedor como o Brasil. Ele servirá de inspiração para outros tantos versos. Podemos citar, por exemplo, a conhecida paráfrase no Hino Nacional Teus risonhos, lindos campos têm mais flores;/ "Nossos bosques têm mais vida",/ "Nossa vida" no teu seio "mais amores". A intertextualidade reforça a imagem de país tropical e agradável. Mas o aspecto mais importante dessa construção é que, por se tratar de um hino, as características do país tornam-se atemporais, sem necessidade de serem situadas num tempo preciso, como comenta Hall. Outro poema romântico aborda os encantos das terras brasileiras também dialogando abertamente com Canção do Exílio. Trata-se do poema Eu nasci além dos mares, de Casimiro de Abreu. Segue um trecho: Eu nasci além dos mares: Os meus lares, Meus amores ficam lá! Onde canta nos retiros Seus suspiros, Suspiros o sabiá! Oh que céu, que terra aquela, Rica e bela Como o céu de claro anil! Que seiva, que luz, que galas, Não exalas Não exalas, meu Brasil! Oh! que saudades tamanhas

10 Das montanhas, Daqueles campos natais! Daquele céu de safira Que se mira, Que se mira nos cristais! Não amo a terra do exílio, Sou bom filho, Quero a pátria, o meu país, Quero a terra das mangueiras E as palmeiras, E as palmeiras tão gentis! Como a ave dos palmares Pelos ares Fugindo do caçador; Eu vivo longe do ninho, Sem carinho; Sem carinho e sem amor! (1859) Novamente é nítida a exaltação da pátria, em que o poeta utiliza os mesmos elementos de Gonçalves Dias para identificá-la sabiás, palmeiras, aves, céu. Mais uma vez, verificamos a construção de um espírito nacional. Os poetas românticos, quer influenciados pelo movimento da independência quer legitimamente intimidados pela natureza do país, acabaram por construir versos que contribuíam de forma efetiva para um discurso que enfatiza a origem e a intemporalidade. Como sabemos, o impacto de Canção do Exílio foi tão grande que repercutiu por décadas em versos (parodiados ou não) de outros poetas. Para citar alguns temos

11 Juó Bananére, Oswald de Andrade, Carlos Drummond de Andrade, Murilo Mendes, José Paulo Paes e Chico Buarque 3. Mais adiante, Hall aponta para outros dois elementos: o mito fundacional e a ideia de um povo original. Expliquemos melhor. No primeiro caso, tenta-se localizar a origem da nação em um passado tão distante que ele se perde no que o autor chama de tempo mítico. Pensando mais uma vez no Brasil, poderíamos citar o carnaval. Ironicamente, muitos acreditam que nós criamos a tradição carnavalesca. A festa, no entanto, tem suas raízes na Grécia, sendo posteriormente recuperada pelo cristianismo em países europeus. Tornou-se um ícone para nosso povo somente mais tarde quando já estávamos colonizados. O carnaval, todavia, é tratado como se fizesse parte genuína de nossa história cultural, sendo, na verdade, mais um dos costumes importados de uma cultura hegemônica ocidental. Quanto ao povo original, ou seja, um povo também vinculado a uma temporalidade esquecida, Hall ressalta que é raramente esse povo primordial que persiste ou que exercita o poder (2002, p. 56). Neste caso, a letra de Aquarela do Brasil, de Ary Barroso é um bom exemplo para mostrar esse aspecto e o do mito fundacional. O texto retrata um Brasil que é creditado especialmente pela cultura do carnaval e que cria, por consequência, o nosso povo. É dele que surge o gingado, a manha, o mulato inzoneiro, o bamboleio, a moreninha sestrosa. Selecionamos os versos em que essas características aparecem: Brasil, meu Brasil Brasileiro, Meu mulato inzoneiro, Vou cantar-te nos meus versos: O Brasil, samba que dá 3 Existem ainda outros textos que tratam da Canção do exílio, de Gonçalves Dias. Neste trecho, no entanto, referimo-nos aos poemas Migna terra tê parmeras (Juó Bananére), Canto de regresso à pátria (Oswald de Andrade), Europa, França e Bahia e Nova canção do exílio (Carlos Drummond de Andrade), Canção do Exílio (Murilo Mendes), Canção do exílio facilitada (José Paulo Paes) e Sabiá (Chico Buarque).

12 Bamboleio, que faz gingar; O Brasil do meu amor, Terra de Nosso Senhor. Brasil!... Brasil!... Prá mim!... Prá mim!... (...) Brasil, terra boa e gostosa Da moreninha sestrosa De olhar indiferente. (...) Ô! Esse Brasil lindo e trigueiro É o meu Brasil Brasileiro, Terra de samba e pandeiro. Brasil!... Brasil! (1939) É importante atentar para a descrição desse povo, que aparece feliz e em clima de festa, vivendo na terra do samba e do pandeiro. Esse olhar otimista é pouco ou quase nada molestado pelo certo tom melancólico existente em um trecho da música. A parte a que nos referimos relembra os tempos difíceis, pedindo que o trovador cante de novo, deixando subentender a ideia de uma interrupção, em alguma ocasião de um passado tortuoso: Ô, abre a cortina do passado; Tira a mãe preta do cerrado; Bota o rei congo no congado. Brasil!... Brasil!... Deixa cantar de novo o trovador À merencória à luz da lua Toda canção do meu amor.

13 Quero ver essa Dona caminhando Pelos salões, arrastando O seu vestido rendado. Brasil!... Brasil! Prá mim... Prá mim!... (1959) E a música acaba no conhecido discurso, denotando novamente as belezas naturais do país: O Brasil, verde que dá Para o mundo admirar. O Brasil do meu amor, Terra de Nosso Senhor. Brasil!... Brasil! Prá mim... Prá mim!... Esse coqueiro que dá coco, Onde eu amarro a minha rede Nas noites claras de luar. Ô! Estas fontes murmurantes Onde eu mato a minha sede E onde a lua vem brincar. (1959) O que se percebe, enfim, é a construção da imagem de um povo sempre contente, superando as adversidades, já que se sente abençoado e, mais ainda, parte de um povo original, um grupo, uma nação. Sabemos que esse povo da dança, da festa, da boemia não é de fato detentor do poder em nosso país. A rigor, as festividades no Brasil apenas contribuem para uma maior alienação política e social. E isso não é um fenômeno recente. A mesma manifestação é exposta nos versos de Jorge Ben Jor em País Tropical. Neste caso, ele faz uma ressalva com relação a seus bens materiais, mas a

14 expressão de felicidade por fazer parte deste povo supera essa condição. Segue um trecho: Moro num país tropical, abençoado por Deus E bonito por natureza, mas que beleza Em fevereiro (em fevereiro) Tem carnaval (tem carnaval) Tenho um fusca e um violão Sou Flamengo Tenho uma nêga Chamada Tereza Sambaby Sambaby Sou um menino de mentalidade mediana Pois é, mas assim mesmo sou feliz da vida Pois eu não devo nada a ninguém Pois é, pois eu sou feliz Muito feliz comigo mesmo (1969) As músicas e poemas são apenas alguns dos exemplos que podemos trazer para mostrar, principalmente no que se refere à cultura, como nosso país também está relacionado a este processo de unificação cultural de que trata Hall. Por meio de intervenções culturais, vai se construindo um universalismo, em que a nação responde como um grupo idealizado. Ocorre, entretanto, que cada indivíduo tenta também inserir seu estilo único, autêntico, reinventar as diferenças, sendo, portanto, impossível a existência de um particularismo universal. Está aí o paradoxo da identidade cultural.

15 Para Hall, as comunidades imaginadas constituem-se de três conceitos: as memórias do passado, o desejo por viver em conjunto e a perpetuação da esperança (2002, p. 58). Esses elementos é que impulsionam para uma unificação, tentando fazer desaparecer as diferenças dos seus membros que podem ser de classe, gênero ou raça diversos, mas que respondem a uma mesma identidade cultural. Porém, com o advento da globalização todos esses elementos de construção da identidade cultural são colocados à prova. Aqui cabe lembrar-se de Benjamin Abdala, no que concerne às culturas hegemônicas. A imposição de uma cultura politicamente mais forte é um instrumento que tenta anular e subordinar as diferenças culturais. Portanto, lembra Hall, as nações modernas são, todas, híbridos culturais (2002, p. 62). Entramos no dilema de um povo sem o conceito de nação. Muitos da população trabalhadora circulam por vários países, numa perspectiva multiidentitária, por ter aquele sentimento, já citado, de que falta alguma coisa. Abdala elucida essa questão afirmando que (...) essa perspectiva de fronteiras múltiplas (o homem dividido ou integralizado em pelo menos duas fronteiras), onde ele se desenraiza de sua terra de origem sem se enraizar na terra de origem de outros, coexistindo com grupos sociais migrantes de outras culturas, pode constituir um hábito crítico. Através desses contatos e ausências, próprios de uma população nômade, em constante circulação e deslocamentos, a identidade afirma-se ainda mais como um constante vir-a-ser, sem um porto de chegada. (ABDALA, 2002, p.19) A razão desse deslocamento é novamente o sentimento de incompletude. O homem sente necessidade de ser cidadão de vários países, pois já não consegue identificar-se. A partir daqui, podemos começar a discutir o próximo capítulo da obra de Hall. 4. União e quebra No capítulo 4, Globalização, Hall explica como esse processo acabou por desconstruir as representações culturais que tentavam ir em direção da unidade. Para ele, há três consequências possíveis: as identidades nacionais se desintegram face ao

16 crescimento da homogeneização cultural; identidades nacionais e locais são reforçadas pela resistência a globalização; novas identidades híbridas tomam o lugar da identidade nacional. Essas duas primeiras são mais facilmente observáveis no caso brasileiro. Hall alerta que a globalização não é um fenômeno recente. Na verdade, ela é inerente à modernidade. Basta retomar a tradição instaurada por Gonçalves Dias que será revisitada pelo modernista Murilo Mendes em sentido diverso. A poesia, também intitulada Canção do Exílio, irá tocar justamente na consequência relacionada à homogeneização cultural de que trata Hall. Minha terra tem macieiras da Califórnia onde cantam gaturamos de Veneza. Os poetas da minha terra são pretos que vivem em torres de ametista, os sargentos do exército são monistas, cubistas, os filósofos são polacos vendendo a prestações. A gente não pode dormir com os oradores e os pernilongos. Os sururus em família têm por testemunha a Gioconda. Eu morro sufocado em terra estrangeira. Nossas flores são mais bonitas nossas frutas mais gostosas mas custam cem mil réis a dúzia. Ai quem me dera chupar uma carambola de verdade e ouvir um sabiá com certidão de idade! (1930) As interferências de outras nações aparecem claramente no texto Califórnia, Veneza, Gioconda. Mas notamos também o descompasso do eu lírico com o país

17 em que habita. Ele se sente em terra estrangeira, impotente perante o domínio capitalista desigual que o impede de comprar as gostosas frutas, pois custam mil réis a dúzia. Não há mais carambola de verdade, nem sabiá, como assentia Gonçalves Dias. Murilo Mendes, como poeta modernista, reflete também um segundo momento de nossa literatura, e das artes em geral, em que a identidade brasileira é colocada em xeque, tornando-se tema central. Sentindo-se sufocados para fazer referência ao poema nossos artistas começam a procurar outros recursos em busca de uma identidade. O incômodo da dominância cultural externa passa, portanto, a fazer parte de nossas discussões. A música Brasil Pandeiro, de Assis Valente, também retoma essa condição. No entanto, revela outro traço mencionado por Hall: a resistência à globalização fortalecendo a identidade nacional. Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor Eu fui na Penha, fui pedir ao Padroeiro para me ajudar Salve o Morro do Vintém, pendura a saia eu quero ver Eu quero ver o tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato Vai entrar no cuscuz, acarajé e abará. Na Casa Branca já dançou a batucada de ioiô, iaiá Brasil, esquentai vossos pandeiros Iluminai os terreiros que nós queremos sambar Há quem sambe diferente noutras terras, noutra gente Num batuque de matar

18 Batucada, batucada, reunir nossos valores Pastorinhas e cantores Expressão que não tem par, ó meu Brasil Brasil, esquentai vossos pandeiros Iluminai os terreiros que nós queremos sambar Ô, ô, sambar, iêiê, sambar... Queremos sambar, ioiô, queremos sambar, iaiá (1940) É nítido o orgulho em ser brasileiro, mas a música traz também outro elemento. O fato de não querer se curvar perante a cultura americana. Versos como Eu quero ver o tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar/ O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada/ Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato procuram justamente sugerir o oposto, ou seja, uma submissão dos americanos a nossa brasilidade. Há até um questionamento do poder cultural hegemônico, enquanto chama o povo para mostrar que temos uma identidade: Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor. Tal identidade é relembrada pelo samba, pandeiro, batucada, comidas típicas temos enfim, nossos valores e uma expressão que não encontramos em nenhum outro lugar. Não muito mais tarde, esse questionamento vira insatisfação. O povo brasileiro parece ter sofrido as consequências da desintegração da identidade mencionado por Hall e em muitos momentos nossos representantes culturais não sentem mais orgulho de sua nação. Um exemplo claro aparece na música Brasil, do cantor e compositor carioca Cazuza. Ele questiona quais são, de fato, nossos valores. Retiramos o trecho mais significativo:

19 Brasil! Mostra a tua cara Quero ver quem paga Pra gente ficar assim Brasil! Qual é o teu negócio? O nome do teu sócio? Confia em mim... Grande pátria Desimportante Em nenhum instante Eu vou te trair Não, não vou te trair... (1987) O poeta está perdido em meio à sua própria identidade nacional Qual é o teu negócio?/ O nome do teu sócio?, mas quer continuar a se sentir ligado a ela Em nenhum instante/ Eu vou te trair/ Não, não vou te trair. O que vemos é um processo de desestruturação da unidade, mas que ao mesmo tempo volta-se para o próprio imaginário da pátria originária na busca por uma saída. É um movimento interessante, pois revela que a condição de comunidade imaginada deixa resquícios, ainda persiste de alguma maneira. Já na letra Que país é esse?, de Renato Russo, do grupo Legião Urbana, esta solução parece não ser mais encontrada: Nas favelas, no Senado Sujeira pra todo lado Ninguém respeita a Constituição Mas todos acreditam no futuro da nação Que país é esse?

20 Que país é esse? Que país é esse? No Amazonas, no Araguaia iá, iá, Na baixada fluminense Mato grosso, Minas Gerais e no Nordeste tudo em paz Na morte o meu descanso, mas o Sangue anda solto Manchando os papeis e documentos fieis Ao descanso do patrão Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Terceiro mundo, se foi Piada no exterior Mas o Brasil vai ficar rico Vamos faturar um milhão Quando vendermos todas as almas Dos nossos índios num leilão Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? Que país é esse? (1978) As intervenções estrangeiras, a corrupção, a desigualdade social acabam minando o orgulho do povo, provocam raiva e grande insatisfação. A letra indica que não adianta ter as riquezas naturais se não respeitamos nossos próprios concidadãos, ou

21 seja, os índios. Curiosamente, o mesmo símbolo eleito de nosso Romantismo para representação e exaltação da pátria. A identidade cultural nacional está agora se esfacelando. Não há aqui qualquer assimilação com a comunidade imaginada constituída no início do Romantismo. Nossa noção de identidade nacional está, de fato, sendo questionada, pois os indivíduos parecem não mais se identificar com os rumos que o país está tomando. Como sobreviver a essa crise? 5. Conclusão No jogo das identidades, o advento da globalização é determinante em especial a partir da década de Para Hall, a facilidade e rapidez de comunicação entre grandes distâncias têm influência direta na interação entre as diferentes identidades culturais. Isso porque o tempo e o espaço têm seus significados alterados na pós-modernidade. As barreiras estão todas líquidas se quisermos usar a analogia de Bauman. Além disso, o consumismo tem também papel importante no contexto da globalização, na medida em que cria a possibilidade para as identidades partilhadas. Ou seja, os produtos não são pensados para um povo ou uma nação específica, mas antes para um grupo de consumidores que estão espalhados por todo o planeta e consomem os mesmos bens. Os aparelhos eletrônicos, peças de vestuário, cosméticos e outros tantos produtos podem ser direcionados a uma classe global específica contribuindo para a formação do que Hall chama de homogeneização global. Há ao mesmo tempo uma tensão entre o global e o local. Essa dialética perdura e mostra mais uma vez que estamos definitivamente passando por um processo de mudança. Podemos retornar às raízes ou incorporar finalmente uma identidade multifacetada, deslocada, nômade. A resposta à crise das identidades não está pronta, continua acontecendo. Enfim, nossa proposta foi mostrar como ao longo da história brasileira alguns textos trazem os aspectos indicados por Hall. Fica claro que nossa seleção é ínfima perante um corpus tão vasto. Ao que podemos concluir que nossa intenção era de elucidar a questão, contribuindo para um olhar diferente diante de nossas produções nas

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