São beneficiadas com a isenção do IPI as amostras. de produtos para distribuição gratuita, de diminuto

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1 Boletim Manual de Procedimentos Federal IPI - Amostra grátis - Tratamento fiscal quantidade estritamente necessária a dar a conhecer a sua natureza, espécie e qualidade. (RIPI/2002, art. 51, III) 1. INTRODUÇÃO A distribuição de amostras grátis é um dos meios de proporcionar melhor conhecimento dos produtos oferecidos ao consumidor e, conseqüentemente, melhor penetração destes no mercado. Dessa forma, os estabelecimentos que visem tornar pública a qualidade de seus produtos poderão fazê-lo mediante a distribuição gratuita de pequenas porções, fragmentos ou partes de suas mercadorias, desde que observadas as condições e as normas constantes da legislação, as quais serão objeto deste texto. 2.1 Requisitos para fruição São beneficiadas com a isenção do IPI as amostras de produtos para distribuição gratuita, de diminuto ou nenhum valor comercial, assim considerados os fragmentos ou as partes de qualquer mercadoria, em quantidade estritamente necessária a dar a conhecer a sua natureza, espécie e qualidade As amostras de produtos para distribuição gratuita, para os efeitos de fruição do benefício da isenção do IPI, deverão atender às seguintes condições: a) indicação no produto e no seu envoltório da expressão Amostra Grátis, em caracteres com destaque; b) quantidade não excedente a 20% do conteúdo ou do número de unidades da menor embalagem de apresentação comercial do mesmo produto para venda ao consumidor. (RIPI/2002, arts. 51, III, a e b, e 213, 8 o ) 2. ISENÇÃO DO IPI São beneficiadas com a isenção do IPI as amostras de produtos para distribuição gratuita, de diminuto ou nenhum valor comercial, assim considerados os fragmentos ou partes de qualquer mercadoria, em 3. AMOSTRAS DE TECIDOS As amostras de tecidos para distribuição gratuita, para usufruírem a isenção do IPI, deverão conter a expressão Sem Valor Comercial impressa tipograficamente ou a carimbo, bem como observar as seguintes dimensões: Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 PR 1

2 Natureza Comprimento Largura Algodão estampado 0,45 m qualquer Demais tecidos 0,30 m qualquer Observe-se que a expressão Sem Valor Comercial não será necessária quando a amostra grátis de tecido tiver as seguintes dimensões: 6. AMOSTRA GRÁTIS TRIBUTADA O não-cumprimento de qualquer dos requisitos descritos neste texto importa na perda da isenção do IPI para a amostra grátis. Nessa hipótese, a saída dar-se-á a título de Amostra Grátis Tributada, e essa expressão deverá ser impressa em destaque no produto e no seu envoltório, ficando o produto sujeito ao IPI. (RIPI/2002, art. 213, 8 o, e Pareceres Normativos CST n o s 92/1971 e 451/1971) Natureza Comprimento Largura Algodão estampado 0,25 m qualquer Demais tecidos 0,15 m qualquer (RIPI/2002, art. 51, IV) 4. AMOSTRAS DE MEDICAMENTOS São isentas do IPI as amostras grátis de produtos da indústria farmacêutica, observado o descrito no item 2, quando distribuídas exclusivamente a médicos, veterinários, dentistas e estabelecimentos hospitalares. (RIPI/2002, art. 51, III, c ) 5. ROTULAGEM DAS AMOSTRAS A rotulagem ou a marcação da amostra deverá ser feita no produto e no seu recipiente, envoltório ou embalagem, antes da saída do estabelecimento, em cada unidade, em lugar visível, por processo de gravação, estampagem ou impressão com tinta indelével, ou por meio de etiquetas coladas, costuradas ou apensadas, conforme for mais apropriado à natureza do produto, com firmeza, para que não se desprendam do produto, podendo a Secretaria da Receita Federal do Brasil (RFB) expedir as instruções complementares que julgar convenientes. (RIPI/2002, art. 213, 1 o ) 7. MANUTENÇÃO DO CRÉDITO Poderá ser mantido na escrita fiscal do contribuinte o crédito do IPI escriturado na entrada de matérias-primas, produtos intermediários e material de embalagem utilizados na industrialização de produtos saídos do estabelecimento industrial com a isenção do imposto. (Lei n o 9.779/1999, art. 11; Instrução Normativa SRF n o 33/1999, e Ato Declaratório Interpretativo SRF n o 5/2006) 8. EMISSÃO DE NOTAS FISCAIS Nas saídas de amostras grátis, deverá ser emitida nota fiscal, cuja natureza da operação será 5.911/ Remessa de amostra grátis, na qual deverá constar, conforme o caso, uma das seguintes expressões: a) tecidos: Isenção do IPI - inciso IV do art. 51 do RIPI/2002 ; b) medicamentos: Isenção do IPI - alínea c do inciso III do art. 51 do RIPI/2002 ; e c) demais produtos: Isenção do IPI - inciso III do art. 51 do RIPI/2002. (RIPI/2002, art. 341, I) 8.1 Modelo A seguir reproduzimos modelo de nota fiscal cuja saída do estabelecimento tenha sido beneficiada com a isenção do IPI. 2 PR Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 - Boletim IOB

3 NOTA FISCAL Nº EMITENTE XX Ind. e Com. Prod. Higiene S/A X SAÍDA ENTRADA LOGOTIPO Rua Almirante Barroso, 980 Vitória FONE/FAX: Centro ES CEP: ª VIA CNPJ DESTINATÁRIO/ REMETENTE NATUREZA DA OPERAÇÃO Remessa de amostra grátis DESTINATÁRIO/REMETENTE NOME/RAZÃO SOCIAL RR Comercial Ltda. ENDEREÇO Rua do Cabro, 1250 MUNICÍPIO São Paulo FATURA CFOP INSC. ESTADUAL DO SUBSTITUTO TRIBUTÁRIO INSCRIÇÃO ESTADUAL DATA-LIMITE PARA EMISSÃO FONE/FAX BAIRRO/DISTRITO Freguesia do Ó UF SP CNPJ/CPF CEP INSCRIÇÃO ESTADUAL DATA DA EMISSÃO DATA DA SAÍDA/ENTRADA HORA DA SAÍDA 10h00 DADOS DO PRODUTO CÓDIGO PRODUTO DESCRIÇÃO DOS PRODUTOS CLASSIFICAÇÃO FISCAL SITUAÇÃO TRIBUTÁRIA UNIDADE QUANTIDADE VALOR UNITÁRIO VALOR ALÍQUOTAS TOTAL ICMS IPI VALOR DO IPI Amostra grátis de loção após barba YY - 5 ml Un ,50 500, CÁLCULO DO IMPOSTO BASE DE CÁLCULO DO ICMS VALOR DO ICMS BASE DE CÁLCULO ICMS SUBSTITUIÇÃO VALOR DO ICMS SUBSTITUIÇÃO VALOR TOTAL DOS PRODUTOS 500,00 VALOR DO FRETE VALOR DO SEGURO OUTRAS DESPESAS ACESSÓRIAS VALOR TOTAL DO IPI VALOR TOTAL DA NOTA 500,00 TRANSPORTADOR/VOLUMES TRANSPORTADOS NOME/RAZÃO SOCIAL FRETE POR CONTA PLACA DO VEÍCULO UF CNPJ/CPF 1. EMITENTE Remetente 2. DESTINATÁRIO SP MUNICÍPIO UF ENDEREÇO INSCRIÇÃO ESTADUAL SP QUANTIDADE ESPÉCIE MARCA NÚMERO PESO BRUTO PESO LÍQUIDO DADOS ADICIONAIS Isenção do IPI - inciso III do art. 51 do RIPI/2002 Produtos que seguem para distribuição gratuita, a título de amostra grátis. RESERVADO AO FISCO Nº DE CONTROLE DO FORMULÁRIO DADOS DA AIDF E DO IMPRESSOR RECEBEMOS DE (RAZÃO SOCIAL DO EMITENTE) OS PRODUTOS CONSTANTES DA NOTA FISCAL INDICADA AO LADO NOTA FISCAL DATA DO RECEBIMENTO IDENTIFICAÇÃO E ASSINATURA DO RECEBEDOR Nº CONSIDERAÇÕES QUANTO AO ICMS Nos termos do Convênio ICMS n o 29/1990, é isenta do imposto a saída, a título de distribuição gratuita, de amostra de produto de diminuto ou nenhum valor comercial, desde que em quantidade estritamente necessária para dar a conhecer a sua natureza, espécie e qualidade, atendidos os requisitos estabelecidos pelo Estado e pelo Distrito Federal. Dessa forma, o contribuinte deverá consultar a legislação da Unidade da Federação onde se realizar a operação, quanto aos requisitos previstos para a concessão da isenção do ICMS. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 PR 3

4 Estadual ICMS - Débito fiscal SUMÁRIO 1. Introdução 2. Imposto devido 3. Ramo de alimentação 4. Escrituração do imposto devido 5. Extinção do débito 6. Atualização Monetária 7. Juros de mora 8. Multas 9. Denúncia espontânea 10. Restituição do imposto 11. Penalidades 12. Jurisprudência 1. INTRODUÇÃO O montante do imposto é o valor que resultar entre o devido nas operações e nas prestações tributadas e o cobrado relativamente às operações ou às prestações anteriores. Salientamos que débito do imposto não é o mesmo que saldo devedor, sendo este o valor que resulta da apuração quando o montante dos débitos forem maiores que o dos créditos. Neste texto, abordaremos as disposições legais para determinar a constituição do débito do ICMS, com base no Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n o 1.980/ IMPOSTO DEVIDO Em regra, o ICMS será calculado aplicando-se a alíquota cabível sobre a base de cálculo prevista para operação ou prestação tributada, obtendo-se assim o imposto devido. Quando o imposto não vier destacado no documento fiscal ou seu destaque vier a menor do que o devido, o contribuinte emitirá documento fiscal complementar. Caso tal complementação seja feita em período posterior, a diferença deverá ser recolhida com os acréscimos legais (correção monetária, juros e multa), se o imposto for recolhido fora do prazo regulamentar. A diferença positiva do confronto entre o débito referente às operações com mercadorias ou às prestações de serviços e o crédito relativo ao ICMS cobrado nas operações ou nas prestações anteriores, no período considerado, resultará no montante do imposto a pagar. Contudo, quando o crédito for maior que o do débito do imposto, o saldo de ICMS verificado a favor do contribuinte (saldo credor) é transferível para o período ou períodos seguintes. Ressaltamos que a apuração do imposto deverá ser realizada em cada estabelecimento do sujeito passivo. 2.1 Valores que compõem o total do débito No total do débito, em cada período considerado, devem estar compreendidas as importâncias relativas a: a) saídas e prestações; b) outros débitos; c) estornos de créditos. 2.2 Valores que compõem o total do crédito Os valores que compõem o total do crédito se referem a: a) entradas e prestações; b) outros créditos; c) estornos de débitos; d) eventual saldo credor do período anterior. (RICMS-PR/2007, art. 24) 3. RAMO DE ALIMENTAÇÃO Em substituição ao regime normal de apuração do ICMS, o contribuinte do ramo de fornecimento de alimentação poderá, opcionalmente, calcular o imposto devido mensalmente mediante aplicação do percentual de 3,2% sobre a receita bruta auferida, desde que utilize equipamento Emissor de Cupom Fiscal (ECF). A opção pelo regime diferenciado: a) deverá ser comunicada expressamente à Agência da Receita Estadual (ARE) do domicílio tributário do contribuinte interessado; b) implicará sua fruição a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da comunicação; 4 PR Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 - Boletim IOB

5 c) poderá deixar de ser exercida a partir do primeiro dia do mês subseqüente ao da comunicação, à ARE, da opção pelo retorno ao regime normal de tributação Receita bruta Receita bruta auferida é o valor total das saídas de mercadorias e das prestações de serviço promovidas, excluídos os valores correspondentes a: a) prestações de serviços compreendidos na competência tributária dos municípios; b) descontos incondicionais concedidos; c) devoluções de mercadorias adquiridas; d) transferências em operações internas; e) saídas de mercadorias, com isenção e imunidade, sujeitas à substituição tributária. Será vedado efetuar qualquer outra exclusão para fins de aferição da receita bruta, além das mencionadas nas letras a a e. (RICMS-PR/2007, art. 25) 4. ESCRITURAÇÃO DO IMPOSTO DEVIDO O ICMS relativo ao período considerado será demonstrado mensalmente em livros e documentos fiscais próprios, aprovados em convênios. As regras para a escrituração dos livros Registro de Entradas, Registro de Saídas e Registro de Apuração do ICMS encontram-se previstas nos artigos 244, 245 e 253 do RICMS-PR/2007. (RICMS-PR/2007, arts. 26, 244, 245 e 253) 5. EXTINÇÃO DO DÉBITO O débito fiscal extingue-se pelo pagamento, podendo ser extinto também pelas demais modalidades previstas no Código Tributário Nacional (CTN). Mediante autorização do Governador do Estado, esses débitos poderão, ainda, ser liquidados: a) por compensação com créditos líquidos, certos e vencidos do contribuinte contra a Fazenda estadual; b) por dação em pagamento de bens livres de quaisquer ônus. (RICMS-PR/2007, art. 63) 6. ATUALIZAÇÃO MONETÁRIA Será utilizada a variação do Fator de Conversão e Atualização Monetária (FCA) para os casos em que se exigir atualização monetária. A Coordenação da Receita do Estado divulgará, periodicamente, os fatores de conversão e atualização. (RICMS-PR/2007, art. 72) 7. JUROS DE MORA O débito fiscal não integralmente pago no vencimento, inclusive o decorrente de multas, será acrescido de juros de mora, correspondentes ao somatório da taxa referencial do Sistema Especial de Liquidação e de Custódia (Selic), para títulos federais, ao mês ou fração, exceto quando garantido pelo depósito do seu montante integral, na forma da lei. Será de 1% (um por cento) ao mês ou fração o percentual de juros de mora relativo ao mês em que o pagamento estiver sendo efetuado. Nos casos de verificação fiscal, quando não for possível precisar a data da ocorrência do fato gerador, adotar-se-á a média aritmética das taxas do período verificado. A Coordenação da Receita do Estado divulgará, mensalmente, a taxa de juros para os recolhimentos em atraso. Os juros de mora serão contados a partir do mês em que expirar o prazo de pagamento. (RICMS-PR/2007, art. 73) 8. MULTAS A multa relativa à infração à legislação do ICMS será reduzida, do 1 o ao 30 o dia seguinte ao período em que tenha expirado o prazo do pagamento, para 0,33% (trinta e três décimos por cento) do valor do imposto declarado, por dia de atraso. As demais multas propostas em auto de infração serão reduzidas: a) em 75%, quando pagas até o 15 o dia subseqüente ao da ciência do auto de infração, juntamente com as demais quantias exigidas, ou quando estas, quitada a multa, sejam objeto de parcelamento; b) em 50%, quando pagas do 16 o ao 30 o dia subseqüente ao da ciência do auto de infração, Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 PR 5

6 juntamente com as demais quantias exigidas, ou quando estas, quitada a multa, sejam objeto de parcelamento. (RICMS-PR/2007, arts. 75 e 669, 1 o, I) 9. DENÚNCIA ESPONTÂNEA Terão excluída a imposição de penalidade os contribuintes que procurarem espontaneamente a repartição fazendária para denunciar a infração. A denúncia espontânea só ocorre quando não tiver sido iniciado formalmente qualquer procedimento administrativo ou outra medida de fiscalização em relação à infração praticada. Se a infração estiver relacionada ao pagamento do imposto, a exclusão da responsabilidade fica condicionada ao efetivo recolhimento do tributo, acrescido dos juros de mora devidos. Para a formalização da denúncia espontânea, o contribuinte deverá comunicar a infração tributária, descrevendo a natureza do fato, e apresentar o livro Registro de Utilização de Documentos Fiscais e Termos de Ocorrências para fins de lavratura de termo fiscal pela ARE do seu domicílio tributário. Quando a denúncia espontânea se referir a crédito fiscal escriturado indevidamente e ainda não utilizado, no comunicado da denúncia espontânea deverá estar consignado o número da nota fiscal emitida para fins do estorno. Quando houver ICMS a recolher no ato da denúncia espontânea, o sujeito passivo deverá consignar, no campo Informações Complementares da GR-PR, o número do protocolo da repartição fazendária e a respectiva data. Nos casos de denúncia espontânea de infração formal relativa à entrega da GIA/ICMS - Normal fora do prazo, será dispensada a comunicação da denúncia espontânea. (RICMS-PR/2007, art. 74) 10. RESTITUIÇÃO DO IMPOSTO As importâncias indevidamente recolhidas ou debitadas ao Estado serão restituídas, desde que o contribuinte ou responsável produza prova de que o respectivo valor não tenha sido recebido de terceiros. O Diretor da Coordenação da Receita do Estado (CRE) é a autoridade competente para autorizar a restituição do imposto. O terceiro, que faça prova de haver suportado o encargo financeiro do ICMS em relação ao contribuinte ou responsável, é o substituto no direito à devolução de tributo. A restituição do imposto poderá, ainda, ser solicitada pelo contribuinte ou responsável expressamente autorizado pelo terceiro a quem o encargo relativo ao imposto tiver sido transferido. A restituição poderá ser processada mediante autorização de crédito do respectivo valor em conta gráfica, caso em que será mencionado o número do respectivo protocolo nos livros e documentos fiscais. Os processos que envolvam restituição em espécie, após o despacho concessório, serão encaminhados à CRE, com vistas à Coordenação da Administração Financeira do Estado, para processamento da devolução. Após o decurso do prazo de 6 meses contados a partir do mês da protocolização do pedido de restituição, sem que seja o contribuinte cientificado da decisão ou sem que seja efetivamente recebida a importância a ser devolvida, poderá o interessado escriturar como crédito o respectivo valor, mencionando o número do protocolo correspondente. (RICMS-PR/2007, art. 80) 11. PENALIDADES A infração à legislação do ICMS implica ao contribuinte infrator penalidades previstas na legislação tributária, entre as quais destacamos a aplicação de multa equivalente a 60% do crédito indevidamente utilizado, sem prejuízo do respectivo estorno, ao contribuinte que creditar ICMS em desacordo com o disposto no Regulamento do Estado paranaense. (RICMS-PR/2007, art. 669, III, a ) 12. JURISPRUDÊNCIA A seguir, transcrevemos a íntegra do Acórdão n o 232/2008, extraído do site da Secretaria da Fazenda, cuja utilização como meio de defesa prescinde de busca do texto original publicado no Diário Oficial. ACÓRDÃO N o 232/08 RECURSO N o 931/07 6 PR Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 - Boletim IOB

7 RECORRENTE: (...) RECORRIDA: FAZENDA ESTADUAL (Proc. n o /07-1) PROCEDÊNCIA: TRIUNFO - RS DECISÃO DE 1 a INSTÂNCIA N o : AUTO DE LANÇAMENTO N o : EMENTA: ICMS. LANÇAMENTO TRIBUTÁRIO. CONFRONTAÇÃO DE NOTAS FISCAIS COM GUIA DE INFORMAÇÃO E APURAÇÃO DO ICMS (GIA). DECLARAÇÃO DE débito DE imposto A ME- NOR. LESÃO AO ERÁRIO. INFRAÇÃO TRIBUTÁRIA MATERIAL. CO-AUTORIA. Recurso Voluntário A recorrente deixou de declarar e recolher aos Cofres Públicos a totalidade do imposto incidente nas operações promovidas no mês de janeiro de 2007, constatação feita mediante o confronto das Notas Fiscais emitidas no período com o montante declarado como débito de ICMS na Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA). Caracterizada a relação entre as empresas ( ) e ( ). como não só de participação oculta da ( ) nos negócios da ( ), mas também de comando daquela em relação a esta, situação que coloca a empresa ( ) na condição de co-autora na infração tributária identificada. Negado provimento. Unânime. ACÓRDÃO Vistos, relatados e discutidos estes autos, ACORDAM os membros da Primeira Câmara do Tribunal Administrativo de Recursos Fiscais do Rio Grande do Sul, por UNANIMIDADE DE VOTOS, em negar provimento ao recurso voluntário. Participaram do julgamento, ainda, os Juízes Antônio José de Mello Widholzer, Nelson Reschke e Nielon José Meirelles Escouto. Presente o Defensor da Fazenda Roberto Camargo da Silva. Porto Alegre, 19 de março de IVORI JORGE DA ROSA MACHADO - JUIZ RELATOR EVA REGINA PEREIRA RAMÃO - PRESIDENTE DA CÂMA- RA RELATÓRIO Contra ( ), na qualidade de sujeito passivo, e ( ), na condição de responsável solidário, foi lavrado o Auto de Lançamento n o , exigindo R$ ,87 de ICMS e R$ ,35 de juros moratórios. O Fisco procedeu ao cotejo do débito de ICMS próprio destacado nas Notas Fiscais de saídas de mercadorias, emitidas pela ( ), mês de janeiro de 2007, com os valores declarados a débito na Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) relativa ao mesmo período, constatando a existência de valores não informados na GIA. A peça fiscal também descreve as razões de natureza fática e jurídica que configuram a participação da empresa ( ). nas operações realizadas com a documentação da ( ), vindo a caracterizá-la como co-autora na infração tributária identificada. No item V.b do Auto de Lançamento são abordados aspectos que denotam a subordinação da ( ) à empresa ( ), quais sejam, resumidamente: a) a pessoa de ( ), constituído procurador da empresa ( ), é funcionário da ( ) desde 15/02/2005, contratado como Auxiliar Administrativo, com salário de R$ 380,00. Naquela condição, assinou ficha de cadastramento para inscrição da ( ) no CGC/TE desta Secretaria e a abertura de livros fiscais, delegou poderes a funcionário da empresa para obter senha de acesso aos Serviços do Contribuinte, via Internet, oferecidos pela Secretaria da Fazenda aos contribuintes de tributos estaduais, tais como Autorização de Impressão de Documentos Fiscais, certidões de regularidade fiscal, etc; b) logo após a abertura da sua filial no Estado, a ( ) expede instruções ao Banco ( ), agência de Umuarama (PR), autorizando a ( ). a efetuar depósitos para terceiros com a utilização do seu CNPJ. Também autorizou débitos na sua conta corrente no Banco ( ), agência de Umuarama (PR), para crédito na conta da ( ) mantida no Banco ( ), que ultrapassaram a cifra de R$ ,00; c) apreendidos documentos na sede da ( ) e da ( ) que identificam instruções detalhadas emanadas desta última para a ( ), relativamente às operações de aquisição, transporte e venda de combustíveis. As Notas Fiscais emitidas pela ( ) retratam a fiel observância das orientações recebidas; d) a análise de Notas Fiscais de prestação de serviço de telecomunicação, pertinentes a telefones da ( ), demonstram a intensidade dos contatos com a sede da ( ), em Umuarama (PR). Inconforme com o lançamento tributário, a empresa ( ) apresenta impugnação. No pertinente a diferença de imposto não declarado na GIA, menciona que deve ser apurada mediante perícia contábil. Quanto à apontada solidariedade tributária existente entre ela e a empresa ( ), conforme definido pela Fiscalização, afirma não proceder. Esclarece que contratou a ( ) para execução de serviços de transporte de carga, sendo que o contrato social dessa empresa prevê tal tipo de atividade. Justifica as transferências bancárias de numerário e as ligações telefônicas entre as empresas exatamente em função da realização dos serviços de frete. Nega haver ingerência da ( ) no desenvolvimento das suas atividades mercantis. Postula a produção de prova pericial, a insubsistência do Auto de Lançamento e o afastamento da ( ) da relação jurídico tributária. O julgador de primeira instância indeferiu a efetivação da prova pericial por considerá-la prescindível à vista do contido na peça fiscal e nos documentos carreados aos autos. Considerou não merecedor de reparos o lançamento tributário, conforme demonstrado nas tabelas constantes dos itens III e IV do Anexo do Auto de Lançamento. Relativamente à figura da solidariedade tributária, ponderou que a descrição contida na peça fiscal, consubstanciada na documentação trazida ao processo, revela o envolvimento das duas empresas e o proveito obtido nas operações com álcool etílico hidratado carburante (AEHC) documentadas pela empresa ( ), cujas irregularidades determinaram a redução do imposto a pagar. Inconformado com o decisum, o contribuinte propôs o presente recurso voluntário, no qual, basicamente, reprisa a linha argumentativa expendida na inicial. Em seu parecer (fls. 09/10), a Defesa da Fazenda manifesta-se pelo desprovimento do apelo. Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 PR 7

8 VOTO A irregularidade praticada descrita no Anexo do Auto de Lançamento é de tal singeleza que inibiu maior argumentação por parte da recorrente, restringindo-se ela a genericamente propugnar por uma nova verificação. A peça fiscal relaciona as Notas Fiscais emitidas no mês de janeiro do ano de 2007, com indicação individualizada dos dados relativos ao valor total consignado em cada documento, a base de cálculo do imposto e o ICMS destacado. Passo seguinte, estabelece o confronto entre o somatório dos valores de ICMS indicados nos documentos fiscais (R$ ,25) com o montante declarado na Guia de Informação e Apuração do ICMS (GIA) daquele mês a título de débito fiscal (R$ ,38). A diferença resultante é expressiva (R$ ,87). O Fisco evidenciou de forma inconteste ter o contribuinte deixado de declarar e recolher aos Cofres Públicos a totalidade do imposto incidente nas operações promovidas no mês de janeiro de Nesse contexto, incumbiria à defendente demonstrar eventual equívoco incorrido pelos autores do procedimento fiscal no levantamento dos dados coletados ou incorreção material relativamente aos cálculos elaborados. Porém, desse mister não se desincumbiu. De outra parte, a recorrente postula a exclusão da empresa ( ). da relação jurídico tributária formalizada. Entretanto, deixa de oferecer elementos de índole probatória com o intuito de afastar a responsabilidade solidária daquela empresa. A fiscalização caracterizou a relação entre as duas empresas como não só de participação oculta da ( ). nos negócios da ( ), mas também de comando daquela em relação a esta. Para tanto, especificou as atividades de ( ), funcionário da ( ), na condição de procurador da recorrente, a utilização do nome da ( ) pela ( ) para realizar pagamentos a terceiros, transferências bancárias de numerário entre elas, instruções emanadas da ( ) para a realização de operações de compra e venda de combustíveis pela ( ). Para confrontar as evidências coligidas pela Fiscalização, a recorrente restringe-se a alegar que mantém contrato de prestação de serviços com a ( ) para que esta efetue o transporte de combustíveis. A despeito da avaliação dessa circunstância ser ou não suficiente para explicar a natureza e extensão do relacionamento entre as duas empresas, conforme detalhamento oferecido pela auditoria fiscal, prova alguma restou materializada nos autos sobre a existência da propalada prestação de serviços. Diante de tais condições, também nesse aspecto desmerece acolhida a reivindicação da empresa recorrente. Posto isso, nego provimento ao apelo voluntário. Ivori Jorge da Rosa Machado, Juiz Relator. IOB Setorial FEDERAL Setor de bebidas - IPI - Solicitação de enquadramento e reenquadramento de bebidas em classes de valores INTRODUÇÃO O valor do IPI a ser recolhido, como regra geral, é obtido pela aplicação da alíquota, descrita na Tabela de Incidência do IPI, aprovada pelo Decreto n o 6.006/2006, sobre a respectiva base de cálculo, prevista no Regulamento do IPI, aprovado pelo Decreto n o 4.544/2002. CLASSES DE VALORES Determinados produtos, dentre os quais as bebidas classificadas nas posições 22.04, 22.05, e da TIPI/2006, são sujeitos ao imposto por classes, cujo enquadramento e reenquadramento deverão observar as regras contidas na Instrução Normativa RFB n o 866/2008, que aprovou o Sistema IPI - Solicitação de Enquadramento de Bebidas (IPI-Enquad) - e fixou excepcionamente, no exercício de 2008, para o mês de setembro, o prazo para reenquadramento de que trata este ato. IPI-ENQUAD O IPI-Enquad, disponível no site da Secretaria da Receita Federal do Brasil na Internet (www.receita.fazenda.gov.br), deve ser utilizado para o envio das solicitações de enquadramento e reenquadramento de bebidas de produção nacional classificadas nas posições 22.04, 22.05, e da TIPI/2006, além das bebidas classificadas no código NCM , originárias de países do Mercosul. Os formulários de solicitação de enquadramento e reenquadramento de bebidas deverão ser enviados, exclusivamente, por meio da Internet. INDUSTRIALIZAÇÃO DE PRODUTOS SEMELHANTES POR ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS DISTINTOS No preenchimento dos formulários do IPI-Enquad, caso diferentes estabelecimentos industriais da mesma pessoa jurídica fabriquem produtos semelhantes, deverá ser informado, em cada uma das solicitações 8 PR Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 - Boletim IOB

9 para o enquadramento ou reenquadramento desse produto, o preço médio ponderado praticado por esses estabelecimentos, considerado em conjunto. São considerados produtos semelhantes os que apresentarem, cumulativamente, as seguintes características: a) mesma marca comercial; b) mesma classificação fiscal (NCM); c) mesmo tipo de recipiente; e d) mesma classe por capacidade do recipiente, de acordo com o disposto no art. 149 do RIPI/2002. ANÁLISE DAS SOLICITAÇÕES A análise das solicitações de enquadramento ou reenquadramento de bebidas compete à Delegacia da Receita Federal do Brasil (DRF) ou à Delegacia da Receita Federal do Brasil de Administração Tributária (Derat) com jurisdição fiscal sobre o estabelecimento solicitante, podendo o titular da repartição efetuar diligência para fins de confirmação das informações prestadas. O deferimento da solicitação, que não convalida a classificação fiscal (NCM) informada pelo contribuinte nem produz os efeitos próprios de solução de consulta sobre classificação de mercadorias, será efetivado por meio de Ato Declaratório Executivo (ADE), publicado no Diário Oficial da União. No caso de inobservância das instruções de preenchimento ou imprecisão nas informações prestadas, a solicitação será indeferida, descabendo pedido de reconsideração ou interposição de recurso de qualquer espécie, devendo o requerente ser comunicado para renovar o pedido, se desejar. INÍCIO DE COMERCIALIZAÇÃO Os produtos a serem lançados no mercado poderão ser comercializados a partir da data do envio da solicitação de enquadramento, desde que sejam cumpridas as normas relativas à comercialização e à fiscalização, especialmente quanto: a) ao registro especial e ao selo de controle, disciplinados pela Instrução Normativa SRF n o 504/2005; b) ao enquadramento provisório, a ser adotado até a edição do Ato Declaratório Executivo, nos termos do art. 150 do RIPI/2002; e c) ao registro do produto no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (Mapa). INÍCIO DE FABRICAÇÃO DE PRODUTOS SEMELHANTES POR ESTABELECIMENTOS INDUSTRIAIS DISTINTOS No caso de o estabelecimento iniciar a fabricação de produto semelhante a outro, para o qual já tenha sido deferido o enquadramento solicitado por estabelecimento distinto da mesma pessoa jurídica: a) o estabelecimento que iniciar a fabricação deverá solicitar o enquadramento do produto nas classes de valores; e b) o estabelecimento que já tiver produto semelhante enquadrado deverá solicitar o seu reenquadramento. Em ambos os casos, deverá ser utilizado o preço médio ponderado praticado pelos estabelecimentos. REENQUADRAMENTO ANUAL Deverá ser solicitado durante o mês de junho de cada ano o reenquadramento dos produtos já comercializados que tenham seus preços alterados, resultando em modificação na classe de valor do IPI em que se enquadram. Excepcionalmente, para o ano-calendário de 2008, o reenquadramento deverá ser solicitado durante o mês de setembro/2008, por todos os fabricantes dos produtos classificados nos códigos NBM 22.04, 22.05, 22.06, (inclusive os classificados no código NCM , originários do Mercosul), ainda que não tenha havido alteração de preços que possa resultar em modificação na classe de valor do IPI. Para os produtos cujo início de comercialização tenha se iniciado nesse período, deverá ser utilizada a média ponderada dos preços, apurada nos 12 meses anteriores ao do pedido, ou dos meses que tenha havido comercialização. ENQUADRAMENTO OU REENQUADRAMENTO DE OFÍCIO O contribuinte que não solicitar o enquadramento ou o reenquadramento, ou prestar informações de forma incompleta ou com incorreções, terá o seu produto enquadrado ou reenquadrado de ofício, sendo devida eventual diferença de imposto, acrescida dos encargos legais. (RIPI/2002, arts. 149 e 150; Decreto n o 6.501/2008, art. 2 o -A, e Instrução Normativa RFB n o 866/2008) Boletim IOB - Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 PR 9

10 IOB Perguntas e Respostas IPI - Industrialização por encomenda - Ferramental 1) Qual é o tratamento tributário na operação de fabricação de ferramental utilizado pelo próprio industrializador na fabricação de produtos encomendados? R.: Nessa operação, apesar de o ferramental não sair do estabelecimento industrializador, ocorre o fato gerador do IPI. O valor desse ferramental será debitado do comprador, sendo acrescido ao preço dos produtos fabricados como despesas acessórias. (Parecer Normativo CST n o 531/1970) ICMS/PR - Venda para entrega futura - Destaque do ICMS 2) Na venda para entrega futura, o ICMS deve ser destacado na nota de simples faturamento ou na nota emitida por ocasião da remessa de mercadoria? R.: Na venda para entrega futura, o imposto deverá ser destacado somente na nota fiscal emitida para acompanhar a remessa efetiva da mercadoria, sendo vedado pela legislação o destaque do ICMS na nota fiscal de simples faturamento. (RICMS-PR/2007, art. 293) ICMS/PR - Venda de mercadoria para Zona Franca de Manaus - Isenção 3) Existe isenção do ICMS na venda de mercadoria para Zona Franca de Manaus? R.: Sim. Existe a isenção do imposto na venda de mercadorias industrializadas de origem nacional para comercialização ou industrialização na Zona Franca de Manaus, exceto de armas e munições, automóveis de passageiros, bebidas alcoólicas, fumo e perfumes, desde que: a) o estabelecimento destinatário tenha domicílio nos Municípios de Manaus, Rio Preto da Eva ou Presidente Figueiredo; b) seja abatido do preço da mercadoria o valor equivalente ao imposto que seria devido se não houvesse a isenção, indicando-o expressamente na nota fiscal; c) haja comprovação da entrada efetiva dos produtos no estabelecimento destinatário. (RICMS-PR/2007, Anexo I, item 144, a e b ) ICMS/PR - Isenção na saída de mercadoria para Zona Franca de Manaus - Manutenção do crédito do imposto 4) Existe manutenção do crédito do ICMS na saída de mercadoria com isenção do imposto para Zona Franca de Manaus? R.: Sim. O RICMS-PR/2007 assegura, ao estabelecimento industrial que promover saída de mercadoria beneficiada pela isenção do imposto com destino à Zona Franca de Manaus, a manutenção dos créditos relativos às matérias-primas e aos materiais secundários e de embalagens utilizados na produção dos bens objetos de tais saídas. (RICMS-PR/2007, Anexo I, item 144, Nota 4) ICMS/PR - Saída de veículos para demonstração - Retenção do imposto 5) É devida a retenção do ICMS nas saídas de veículos para demonstração? R.: Não. O regime de substituição tributária não se aplica às operações com veículos que devem retornar ao estabelecimento remetente. (RICMS-PR/2007, art. 486, 2 o, b ) ICMS/PR - Serviço de monitoramento e rastreamento de veículo e carga - Redução de base de cálculo 6) Existe previsão de redução de base de cálculo para as prestações onerosas de serviços de comunicação na modalidade de monitoramento e rastreamento de veículo e carga no Paraná? R.: Sim. A legislação tributária do Paraná prevê redução de base de cálculo para as prestações onerosas de serviços de comunicação na espécie de monitoramento e rastreamento de veículo e carga, de forma que a carga tributária resulte no percentual de: a) 7% (sete por cento), de 1 o de janeiro de 2008 a 31 de dezembro de 2010; b) 12% (doze por cento) a partir de 1 o de janeiro de (RICMS-PR/2007, Anexo II, item 17) 10 PR Manual de Procedimentos - Set/ Fascículo 36 - Boletim IOB

11 Informativo Eletrônico IOB IOB Atualiza FEDERAL ICMS - Substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo - Margens de valor agregado - Alteração Ato Cotepe/MVA n o 3, de DOU 1 de Síntese Este ato altera as Tabelas I a XIII, anexas ao Ato Cotepe/ICMS n o 21/2008, o qual divulga as margens de valor agregado às quais se refere a Cláusula oitava do Convênio ICMS n o 110/2008, que dispõe sobre o regime de substituição tributária nas operações com combustíveis e lubrificantes, derivados ou não de petróleo, e com outros produtos. Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS - PMPF - Gasolina C, diesel, GLP, querosene de aviação, AEHC e gás natural - Valores em vigor a partir de 1 o Síntese Foi divulgado o preço médio ponderado a consumidor final (PMPF) de gasolina C, diesel, gás liquefeito de petróleo (GLP), querosene de aviação, álcool etílico hidratado combustível (AEHC) e gás natural, para as Unidades da Federação indicadas no referido Ato Cotepe, com aplicação a partir de 1 o Ato Cotepe/PMPF n o 16, de DOU 1 de Preço médio ponderado a consumidor final (PMPF) de combustíveis. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso de suas atribuições, considerando o disposto nos Convênios ICMS 138/2006 e 110/2007, de 15 de dezembro de 2006 e 28 de setembro de 2007, respectivamente, divulga que as unidades federadas indicadas na tabela abaixo, adotarão, a partir de 1 o de setembro de 2008, o seguinte preço médio ponderado a consumidor final (PMPF) para os combustíveis referidos nos convênios supra: PREÇO MÉDIO PONDERADO A CONSUMIDOR FINAL UNIDADE GASOLINA Gás DIESEL GLP QAV AEHC FEDERADA C Natural (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/kg) (R$/ litro) (R$/ litro) (R$/ m³) AC 2,9806 2,2640 2,9936 2,0000 2, AL 2,7810 2,0770 2,4907 1,8328 1, AM 2,4938 2,2598 2,7017-1, *AP 2,6000 2,2150 2,7531-2, BA , CE , *DF 2,5850 2,0750 2,8440-1,8830 1,7900 ES 2,6143 2,0650 2,5254 1,9866 1,7534 1,6665 GO 2,7751 2,0542 2,5961 1,7995 1, *MA 2,6320 2,0950 2,7376 1,9000 1, MT 2,9466 2,1269 3,0660 3,9272 1,5473 1,5900 MS 2,8314 2,1021 2,8718 3,1681 1,8760 1,5990 MG 2,6134 2,0144 2,5896 2,3000 1, PA 2,7000 2,0300 2,4401-2, PB 2,4497 2,0807 2,5910 2,0591 1, PE 2,6164 2,0836 2,5648-1, *PI 2,6731 2,1430 2,8745 2,8998 1, *RJ 2,6146 2,0920 2,6481 1,5960 1, RN , RO 2,6300 2,2500 2,6590-1, RR 2,7070 2,4930 2,9100 2,2000 2, *SC 2,5700 2,1400 2,8800-1, *SE 2,5400 2,1230 2,4341 2,4680 1,8780 1,7725 TO 2,7700 2,0680 2,8200 3,7300 1, * PMPF alterados pelo presente ATO COTEPE. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Nota O PMPF é utilizado pelas Unidades da Federação para o cálculo da margem de valor agregado nas operações com gasolina C, diesel, GLP, querosene de aviação, AEHC e gás natural, em substituição à aplicação dos percentuais previstos no Convênio ICMS n o 10/2007 (Convênio ICMS n o 110/2007, Cláusula nona). Informativo - Set/ N o 36 PR 1

12 Informativo Eletrônico IOB ICMS - Ratificação de Convênios Síntese Por meio deste ato, o Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) declarou ratificados os Convênios ICMS n o s 96, 98 e 99/2008. Ato Declaratório Confaz n o 11, de DOU 1 de Ratifica os Convênios ICMS 96/08, 98/08 e 99/08, de 30 de julho de O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso X, do art. 5 o, e pelo parágrafo único do art. 37 do Regimento desse Conselho, declara ratificados os Convênios ICMS a seguir identificados, celebrados na 125 a reunião extraordinária do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, realizada no dia 30 de julho de 2008, e publicados no Diário Oficial da União de 31 de julho de 2008: Convênio ICMS 96/08 - Prorroga o prazo previsto no inciso II da cláusula segunda do Convênio ICMS 137/07, que autoriza o Estado de Minas Gerais a dispensar débitos relativos ao ICMS devido das parcelas de subvenção que relaciona, em operações com energia elétrica. Protocolo ICMS n o 76/2008, o qual relacionava os contribuintes obrigados à Escrituração Fiscal Digital (EFD) a partir de 1 o Despacho SE n o 67, de DOU 1 de Torna sem efeito o Despacho do Secretário-Executivo n o 63/08. O Secretário Executivo do Conselho Nacional de Política Fazendária - CONFAZ, no uso das atribuições que lhe são conferidas pelo inciso IX, do art. 5 o do Regimento desse Conselho, torna sem efeito o Despacho do Secretário-Executivo n o 63, de 15 de agosto de 2008, que publicou o Protocolo ICMS 76/08, de 14 de agosto de 2008, que estabelece obrigatoriedade da Escrituração Fiscal Digital - EFD para os contribuintes mencionados, publicado no Diário Oficial da União do dia 18 de agosto de 2008, Seção 1, páginas 18 a 88. Nota da Redação MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA A síntese do Despacho SE n o 63/2008 foi divulgada no Informativo Eletrônico da Edição n o 35/2008, pág. 1. Convênio ICMS 98/08 - Autoriza o Estado do Rio de Janeiro a conceder isenção na importação de dois sistemas integrados de comando, tração, potência e comunicação para sistema de transporte teleférico de passageiros do Morro da Urca e do Pão de Açúcar. Convênio ICMS 99/08 - Altera o Convênio ICMS 11/08, que autoriza o Estado de Roraima a conceder isenção do ICMS relativo ao diferencial de alíquotas, na aquisição de ônibus, realizada com recursos do BNDES, para atender o Programa PROESCOLAR. MANUEL DOS ANJOS MARQUES TEIXEIRA Comentário editorial De acordo com o art. 37, I e parágrafo único, do Regimento Interno do Confaz, considera-se rejeitado o Convênio que não for, expressa ou tacitamente, ratificado pelo Poder Executivo de todos os Estados e do Distrito Federal, na hipótese de concessão de isenções, incentivos e benefícios fiscais, devendo a sua Secretaria Executiva providenciar a expedição e a publicação, no Diário Oficial da União, do Ato Declaratório da respectiva ratificação ou rejeição, no prazo de até dez dias depois de finalizado o prazo de ratificação pelos Estados e pelo Distrito Federal. Tributos federais - Aprovação da DCTF Semestral 1.3 Por meio da Instrução Normativa RFB n o 870/2008, foi aprovado o programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Semestral (DCTF Semestral), versão DCTF Semestral 1.3. Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. ICMS/IPI - Escrituração Fiscal Digital (EFD) - Divulgação da relação dos contribuintes obrigados a partir de 1 o Revogação Síntese Por meio deste ato, o Secretário Executivo do Confaz tornou sem efeito o Despacho SE n o 63/2008, que deu publicidade ao Tributos federais - Aprovação da DCTF Mensal 1.5 Por meio da Instrução Normativa RFB n o 871/2008, foi aprovado o programa gerador e as instruções para preenchimento da Declaração de Débitos e Créditos Tributários Federais Mensal (DCTF Mensal), versão DCTF Mensal 1.5. Clique aqui e veja a íntegra do referido ato legal no Site do Cliente IOB. 2 PR Informativo - Set/ N o 36

13 Informativo Eletrônico IOB ESTADUAL ICMS - Pauta de valores nas operações interestaduais com café Síntese Foi publicada a NPF n o 73/2008, que estabelece a tabela de valores de café cru em grão utilizada para cobrança do ICMS nas operações interestaduais, no período de 18 a Norma de Procedimento Fiscal n o 73, de DOE PR de O DIRETOR DA COORDENAÇÃO DA RECEITA DO ESTADO, no uso de suas atribuições legais, tendo em vista o contido no art. 548 do Regulamento do ICMS aprovado pelo Decreto n o 1.980, de 21 de dezembro de 2007, resolve expedir a seguinte Norma de Procedimento Fiscal. SÚMULA: Tabela de valores por saca de Café para cobrança de crédito do ICMS (operações interestaduais). Para fins de cobrança e crédito do ICMS em operações interestaduais, o valor por saca de café cru em grãos no período de 0 (zero) hora do dia 18 de agosto de 2008 até às 24:00 horas do dia 24 de agosto de 2008 será: Valor em dólar por saca de café (1) Valor do US$ Valor Base de Cálculo R$ ARÁBICA 162,5000 (2) (3) CONILLON138,5000 (1) Valor resultante da média ponderada nas exportações efetuadas do primeiro ao último dia útil da segunda semana imediatamente anterior, nos Portos de Santos, Rio de Janeiro, Vitória, Varginha e Paranaguá relativamente aos cafés arábica e conillon; (2) Deverá ser atualizada a taxa cambial do dólar dos Estados Unidos da América, divulgada pelo Banco Central do Brasil no fechamento do câmbio livre, do 2 o dia anterior ao da saída de mercadorias; (3) Valor base de cálculo convertido em reais, resultante do valor campo (1) multiplicado pelo campo (2). Esta Norma entrará em vigor na data de sua publicação, produzindo seus efeitos a partir do dia 18 de agosto de COORDENAÇÃO DA RECEITA DO ESTADO, Curitiba, 12 de agosto de VICENTE LUIS TEZZA Diretor Expediente IOB - Informações Objetivas Publicações Jurídicas Ltda. Presidente: Gilberto Fischel Diretor Editorial e de Produtos: Elton José Donato Diretor de Vendas e de Marketing: Claudio Della Nina Diretor Administrativo: Ricardo Mattos Diretora de Relacionamento: Otávia Fischel Gerente Editorial: Maria Liliana C. Vieira Polido Gerente da Consultoria: Eliane Beltramini Coordenadora de Produtos: Erika Schneider Conselho Técnico Área Imposto de Renda/Contábil/Societária: Edino Garcia e Valdir Amorim. Área ICMS/IPI e Outros: Adriana Manni, Cristina Almeida, Elza Lucki, Fernando Soares, Ivo Luiz Kersting, Karin Botelho, Raphael Werneck e Ricardo Santana. Área Trabalhista/Previdenciária: Glauco Marchezin, Milena Sanches, Paulo Pirolla, Silvio Senne e Sonia Aguiar. Equipe de Redação Coordenadores da Redação: Edino Garcia, Elza Lucki, Fernando Soares, Ivo Luiz Kersting e Milena Sanches. Áreas Imposto de Renda/Contábil/Societária: Aldenir Rodrigues, Aline Miguel, Cleber Busch, David Soares e William Toda. Área ICMS/IPI e Outros: Adriana Manni (Especialista), Adeilde Antunes, Benedito M. da Silva Filho, Carolina Oliveira, Cynthia Maciel, Inacio Coca Jr., Karin Botelho, Luciana Murcillo, Márcia Yamashita, Norberto Lednick, Paulo Lauriano, Paulo Nishitani, Paulo Roberto Salgado Caputo, Rafael Gonzalez Piccoli, Raphael Werneck, Renata Ferrari, Ricardo de Santana e Stenor Santos. Área Trabalhista/Previdenciária: Paulo Pirolla (Especialista), Clarice Saito, Mariza Machado, Rosangela Oliveira, Roseli Amaral, Silvio Senne e Sonia Aguiar. Coordenadores da Consultoria: Antonio Teixeira, Cíntia Gama, Drausilene Diniz, Ivo Viana, Meire Rustiguer e Ydileuse Martins. Site do Cliente: Aldenir Rodrigues Equipe de Editoração e Revisão Área de Editoração: Marli S. Monson (Coordenadora), Deise Canto de Moraes (Supervisora), Aline de Almeida Farias, Andrea Alves Pereira, Cristiane Lima Hernandes, Flávia Klovan, Guilherme Miranda da Silva, Juliano Gottlieb Martins, Max Jeison Prass e Reginaldo Santana Ferreira. Área de Revisão: Marli S. Monson (Coordenadora), Anália Caminha e Simone Fraga (Supervisoras), Ana Rachel Salgado, Greice Zenker Peixoto, Jamile Cezar Moraes, Janice Ribeiro de Souza, Joana Silva, Joice Conde Contes, Kátia Michelle Lopes Aires, Lorenzo Fernández de Azevedo, Michelle Santos Jeffman, Monique Fritscher e Taíse Meirelles. Consultoria São Paulo: (11) Outras Localidades: acesse o site (www.iob.com.br) Telefones Úteis IOB São Paulo Outras Localidades Atendimento ao Cliente: (11) Vendas: (11) Renovação: (11) Cobrança: (11) Cursos Presenciais: (11) Livraria: (11) Consulte nosso site Proibida a reprodução parcial ou total de qualquer matéria sem prévia autorização. Registro na Vara dos Registros Públicos e no 1 o Cartório de Títulos e Documentos de São Paulo - Nome e Marca Registrados no INPI. Informativo - Set/ N o 36 PR 3

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