DISRAFISMO ESPINHAL OCULTO NA PRESENÇA DE RARO ESTIGMA CUTÂNEO RELATO DE CASO, ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "DISRAFISMO ESPINHAL OCULTO NA PRESENÇA DE RARO ESTIGMA CUTÂNEO RELATO DE CASO, ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS"

Transcrição

1 DISRAFISMO ESPINHAL OCULTO NA PRESENÇA DE RARO ESTIGMA CUTÂNEO RELATO DE CASO, ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS

2 DISRAFISMO ESPINHAL OCULTO NA PRESENÇA DE RARO ESTIGMA CUTÂNEO RELATO DE CASO, ACHADOS ULTRASSONOGRÁFICOS Autores: Jane Marília Matos de Medeiros Márcia Brunoro Sabine Olaio Riscalli Adriano Czapkowski Sebastião Marques Zanforlin Filho Claudio Rodrigues Pires Instituição: CETRUS Centro de Ensino em Tomografia, Ressonância e Ultrassonografia Introdução Disrafismos espinhais designa um grupo de distúrbios caracterizados pela fusão incompleta ou ausente de estruturas da linha média durante a 4ª semana da embriogênese (MARILYN J. SIEGEL, 2003). A incidência destes defeitos mostra variação geográfica significativa (0,5 a 5 casos a cada 1000 nascimentos) e acometem menos frequentemente negros. Sua prevalência é maior em classes sociais menos favorecidas (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). Com base nos achados físicos, os casos de disrafismos espinhais podem ser agrupados em duas categorias: espinha bífida aberta (protrusão de tecido neural posterior através de um defeito na vértebra que resulta em uma lesão não coberta de pele, tais como meningomielocele), e disrafismo espinhal oculto (DEO) (E., F. e G., 1991) (D., 1993). Os disrafismos espinhais ocultos são definidos como o grupo de disrafismos que existem abaixo de uma cobertura intacta de derme e epiderme e, portanto de maior dificuldade de diagnóstico no ultrassom (US) ante natal (Rumack). Os DEO podem ser suspeitados em recém -nascidos assintomáticos, pois geralmente vem associados a alguma anormalidade da pele adjacente, tais como estigmas cutâneos, hemangiomas, tufo de pêlos, apêndices cutâneos, fossetas sacrococcígeas, massas subcutâneas, particularmente na região lombossacra (B., A. e M., 1991). Podem ser incluídas como DEOs as seguintes alterações: seio dérmico dorsal, medula ancorada com lipoma, lipomielomeningocele, diastematomielia e filo terminal espessado (HOLLY E. KORSVIK e MARC S. KELLER, 1992). Seio dérmico dorsal é um trajeto fistuloso epitelizado, que conecta a superfície da pele com o canal medular. São geralmente encontrados na linha média, mas podem estar presentes na linha paramediana. (HOLLY E. KORSVIK e MARC S. KELLER, 1992). O seio dérmico origina-se de uma área focal de não disjunção do ectoderma cutâneo em relação ao ectoderma neural durante a fase de neurulação. A ecografia pode demonstrar o trato, hipoecóico ou hiperecóico, estendendo-se da superfície da pele até os tecidos moles subcutâneos (MARILYN J. SIEGEL, 2003). Lipomielomeningocele é um disrafismo espinhal em que o lipoma invade o saco dural, podendo envolver as raízes nervosas e o cone medular (Siegel). Nesta anormalidade a medula é baixa e ancorada pelo lipoma (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). Diastematomielia constitui uma forma de disrafismo na qual a medula ou filo é dividido em duas unidades, separados por um septo fibroso ou ósseo. Marcadores cutâneos na região lombossacra estão presentes em 3% dos recém-nascidos e destes, 3 a 8% apresentam DEO. Múltiplos marcadores em combinação são mais comumente associados com DEO (4). Algumas lesões são claramente associadas com DEO: lipomas, sinus dermóide e apêndice

3 semelhante a uma cauda. Um apêndice de pele semelhante a uma cauda é uma condição muito rara e usualmente consiste em um lipoma ou lipomielomeningocele oculta (SINGH, BASANT KUMAR e BAGARIA, 2008). A ultrassonografia (USG) tem sido utilizada na avaliação do canal espinhal desde a década de 1980 (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). Entre as indicações deste método diagnóstico incluem-se lesões medulares traumáticas (P., P, et al., 1994); uso intra -operatório em cirurgias do trauma e tumores medulares ( (F., G., et al., 2000); uso pré-operatório e evolutivo em pacientes com disrafismos espinhais (J., M. e E, 1996); diagnósticos dos DEO ao nascimento. A ossificação incompleta dos elementos posteriores das vértebras mais caudais em crianças de até 5 ou 6 meses de idade, oferece uma boa janela acústica para a visibilização do conteúdo do canal vertebral e estruturas ósseas (HOLLY E. KORSVIK e MARC S. KELLER, 1992). A ecografia é considerada um método efetivo, não invasivo, de baixo custo e desempenha um papel crítico no diagnóstico ou na exclusão de DEO ao nascimento (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004) A anatomia normal da medula espinhal no exame ecográfico, apresenta-se hipoecogênica, levemente mais ecogênica que o liquor que a cerca, sendo sua superfície bem delimitada em todo o seu trajeto (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). O cone medular é normalmente encontrado entre T12 e L2-3; quando o cone medular atinge o corpo de L3 considera-se de nível baixo (HOLLY E. KORSVIK e MARC S. KELLER, 1992). A cauda equina é reconhecida como um emaranhado de linhas ecogênicas que partem da superfície ventral e dorsal do cone medular e tendem a assumir a posição mais ventral; o filo terminal pode ser diferenciado destas fibras (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). Achados ecográficos sugestivos de DEO incluem posição baixa do cone medular, cone medular bulboso, filo terminal espesso, fixação dorsal da medula, e perda do movimento de pulsatilidade cardiorrespiratória da medula (ROBINSON, RUSSELL e RIMMER, 2005). (Figura 1) Figura 1: Canal medular com aspecto ecográfico normal. Observa-se o cone medular afilado e a cauda equina (linhas ecogênicas).

4 PACIENTE E MÉTODO Recém-nascido I.O.J., 5 dias, sexo feminino, encaminhado para realização de USG transfontanelar e de coluna, em decorrência de estigma cutâneo na região lombar. Ao exame físico recém nascido apresentava na linha média, em região lombossacral, apêndice de pele semelhante a uma cauda de aproximadamente 2 cm de comprimento associada a mácula cutânea violácea, polidactilia em mãos e pés e não apresentava alterações no exame neurológico prévio (Fig. 2 e 3). Figura 2: Estigmas cutâneos: Apêndice de pele semelhante a uma cauda e mácula violácea Figura 3 : Polidactilia em mãos e pés

5 O exame ultrassonográfico foi realizado com equipamento Medison modelo X8, com transdutor linear multifrequencial (5-12MHz). Foram obtidas imagens nos modos B e Doppler. Inicialmente paciente foi posicionado no colo materno para realização do USG transfontanelar e posteriormente posicionado em decúbito ventral para realização da USG de coluna. Realizaram-se varreduras nos planos longitudinal e transversal, com objetivo de avaliar minuciosamente a contiguidade com o canal medular, avaliação do contorno e posição da medula espinhal bem como da musculatura para espinhal e pele sobrejacente. Os achados ecográficos A ultrassonografia transfontanelar não constatou nenhuma alteração. Ultrassom de Coluna (Fig. 4, 5, 6, e 7 ): Descontinuidade dos folhetos ósseos posteriores na projeção de L5 e S1 com formação sólida intracanal, de margens não circunscritas e interior hiperrefrigente heterogêneo, aderida ao segmento distal do cone medular. Cone medular estendendo-se além de corpo de L3. O exame foi concluído com as seguintes hipóteses: Defeito do Canal Medular na região do estigma cutâneo, medula ancorada, formação sólida intra-canal medular com aparente invasão periférica contínua com a medula (lipoma?). Figura 4: Cone medular estendendo-se até as vértebras sacrais com dilatação distal (lipoma)

6 Figura 5: Formação solida hipoecóica no interior do canal medular A B Figura 6: Imagens ultrassonográficas obtidas em cortes transversais da coluna lombar alta (imagem A) e baixa (imagem B). Observa-se descontinuidade dos folhetos ósseos posteriores na figura B (seta ). L 5 Figura 7: Cone medular espessado e situado em plano baixo ancorado

7 Paciente prosseguiu investigação com realização da Ressonância Magnética (RM) da Coluna Lombossacra (fig. 9), com a seguinte resultado: Defeito de fusão posterior da coluna sacral, notando herniação com menos de 1 cm de extensão posterior com conteúdo de meninge, líquor bem como estruturas nervosas ao nível de S1 (mielomeningocele), que se comunica com fino pertuito de cerca de 1,5 cm de extensão até o nível da pele. Este achado é compatível com sinus dermóide; sinais de medula presa com cone medular baixo, até o nível de S1, associado a imagem posterior apresentando hipersinal em T1 e T2, compatível com lipoma, que também apresenta herniação junto à mielomeningocele referida; nota-se ainda hidromielia cental ao nível de L3 e L4; corpos vertebrais alinhados, com morfologias, contornos, alturas e sinais preservados; discos intervertebrais com alturas e sinal preservados, sem evidências de hérias, protusões ou abaulamentos; forames de conjugação com amplitudes conservadas. Figura 9: Ressonância Magnética da coluna lombossacra : As setas indicam defeito aberto do canal medular na região lombossacra. DISCUSSÃO Os casos de disrafismo espinhal são raros, mesmos naqueles recém-nascidos com estigmas cutâneos. Em três estudos prospectivos encontrados na literatura a maior incidência relatada, em uma população avaliada de 2010 pacientes, foi de 7,2% (144) recém nascidos que apresentavam estigmas cutâneos e destes somente 5,5% (8) foram diagnosticados com DEO (HENRIQUE, FILHO, et al., 2004). Alguns estigmas têm comprovadamente maior risco para DEO como fossetas sacrococcígeas profundas ou atípicas, hemagiomas, aplasia cutânea, massas subcutâneas e lesões cutâneas exofíticas como caudas e tufos de pelos. Outro grupo de risco é a presença de múltiplos estigmas (KRISS e DESAI, 1998). O caso relatado apresentava grande probabilidade de apresentar DEO.

8 Outras associações descritas também estão presentes neste caso como uma maior incidência no sexo feminino e a etnia caucasiana. O diagnóstico precoce dos disrafismos espinhais é muito importante para minimizar as sequelas que ocorrem naqueles pacientes não diagnosticados antes do estirão de crescimento que poderão sofrer distúrbios neurais pela isquemia medular e a USG constitui o principal método de rastreamento. A USG é um exame rápido, seguro, não invasivo e de baixo custo que apresenta boa correspondência com os achados de RM. Este método deve ser realizado em todos os pacientes com resultado positivo ou inconclusivo na ecografia para confirmação do diagnóstico e planejamento cirúrgico, como relatado neste caso em que os achados ultrassonográfico foram plenamente confirmados pela RM. A USG também pode avaliar no mesmo tempo outras alterações do sistema nervoso central, como ventriculomegalia através do exame transfontanelar. CONCLUSÃO O diagnóstico precoce dos Disrafismos Espinhais Ocultos previne a disfunção neurológica progressiva decorrentes destes, contudo sua detecção em neonatos é difícil pois os sinais neurológicos nos mesmos não são aparentes. Devido a possibilidade de sequelas irreversíveis com a demora do diagnóstico, um método de rastreamento para pacientes com alto risco de DEO faz-se necessário (KRISS e DESAI, 1998). A USG de alta resolução constitui rápido e acurado método para triagem de lesões disráficas ocultas. A instabilidade térmica, a necessidade de sedação e o seu custo alto contribuem para a impraticabilidade do rastreamento pela RM, reservando para esta a constatação de achados anormais, achados equivocados ou quando a maturação normal do esqueleto limita a visibilização do canal medular (HOLLY E. KORSVIK e MARC S. KELLER, 1992). O uso da USG de medula e coluna vertebral serviu como exame de rastreamento para disrafismo espinhal oculto e a RM foi o método utilizado para a confirmação diagnóstica. A USG deve ser realizada em pacientes com achados físicos suspeitos (estigmas cutâneos, anormalidades congênitas ou alterações neurológicas), com o objetivo de triar DEO, e evitar os diagnósticos tardios. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS B., A. G.; A., F. M.; M., M. G. Meningomyelocele and related disorders. Neonatology, Philadelphia, n. 4ª, p , B.N., R. et al. The tethered spinal cord: diagnosis by high-resolution real-time ultrasound. Radiology, n. 149, p , D., A. Congenital Malformations of the spine. Top Magn Reson Imaging, n. 5, p , DAVID GUGGISBERG, MD; SMAIL HADJ-RABIA, MD; CAROLINE VINEY, MD; CHRISTINE BODEMER, MD, PHD; FRANCIS BRUNELLE, MD; MICHEL ZERAH, MD, PHD; ALAIN PIERRE-KAHN, MD; YVES DE PROST, MD; DOMINIQUE HAMEL-TEILLAC, MD. Skin Markers of Occult Spinal Dysraphism in Children. ARCH DERMATOL, n. 140, p , SEP E., B. S.; F., D. C.; G., M. D. Developmental disorders of the pediatric spine. Radiol Clin North Am, n. 29, p , E., M. S.; H., G. F. Intraoperative sonography of cervical spinal cord injury : results in 30 patients. Am J Neuroradiol, n. 11, p , 1990.

9 F., M. et al. Intraoperative sonography for spinal tumors correlations with MR findings and surgery. Neurosurg Sci, v , n. 44, HENRIQUE, J. G. D. B. et al. Uso da Ultrassonografia na Triagem de Disrafismos Espinhais Ocultos. Arq Neuropsiquiatr, v. 3A, n. 62, p , março HOLLY E. KORSVIK, M.; MARC S. KELLER, M. Sonography of Occult Dysraphsim in Neonates and Infants with MR Imaging Correlation. RadioGraphics, n. 12, p , J., B. A. et al. The wedge-shaped cord terminus: a radiographic sign of caudal regression. AJNR, n. 10, p , J., C. S.; M., A. S.; E, F. J. Functional motor outcome in chidren with myelomeningocele: correlation with anatomic level on prenatal ultrasound. Dev Med Child Neurol, n. 38, p , KANGARLOO, H. et al. High-resolution spinal sonography in infants. AJNR, n. 5, p , KRISS, V. M.; DESAI, N. S. Occult Spinal Dysraphism in Neonates: Assessment of High Risk Cutaneous Stigmata on Sonography. AJR, n. 171, p , December M., M. B. et al. Intraoperative sonography in spinal trauma. Radiology, n. 153, p , MARILYN J. SIEGEL, M. Ultrassonografia Pediátrica. 3ª. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, P., F. et al. Sonographic evaluation of traumatic spinal cord lesions in the newborn infant. Pediatr Radiol, n. 24, p , ROBINSON, A. J.; RUSSELL, S.; RIMMER, S. The Value of Ultrasonic examination of the lumbar spine in infants with specific reference to cutaneous markers of occult spinal dysraphism. Clinical Radiology, n. 60, p , RUMACK, C. M.; WILSON, S. R.; CHARBONEAU, J. W. Tratado de Ultrassonografia Diagnóstica. 3ª. ed. Rio de Janeiros: Elsevier Editora Ltda, v. II, S., S. T. et al. Pre-natal diagnosis of occult spinal dysraphism by ultrasonography and post-natal evaluation by. Eur J Pediatr Surg, n. 8, p , SELDEN, N. R. Spinal Dysraphism: Hidden Meanings and Cutaneous Markers. Pediatric Neurosurgery, n. 44, p , August SINGH, D. K.; BASANT KUMAR, V. D. S.; BAGARIA, H. R. The human tail : rare lesion with occult spinal dysraphism - a case report. Journal of Pediatric Surgery (2008), n. 43, p. E41-E43, april W., S.; H.E., J.; LEOPOLD G. R., H. S. V. W. Occult spinal Dysraphism in infants screenning with highresolution real time ultrasound. Radiology, n. 146, p , 1983.

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR

Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Diretrizes Assistenciais TRAUMA RAQUIMEDULAR Versão eletrônica atualizada em fev/2012 Março - 2009 1. Conceito, Etiologia e Epidemiologia 1. Trauma raquimedular é a lesão da medula espinhal que provoca

Leia mais

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2

Londrina, 29 a 31 de outubro de 2007 ISBN 978-85-99643-11-2 QUANTIFICAÇÃO DE CRIANÇAS NASCIDAS COM MIELOMENINGOCELE NO PERÍODO DE 1999 A JUNHO DE 2006 NA CIDADE DE MARÍLIA SP Adriana Garcia Gonçalves Camila Florido Baldino Departamento de Educação Especial UNESP

Leia mais

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VII Edição 60 Janeiro 2015

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VII Edição 60 Janeiro 2015 NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VII Edição 60 Janeiro 2015 Relato de Caso: Disrafismo espinhal oculto na presença de raro estigma cutâneo em neonato: Importância da ultrassonografia e ressonância magnética Relato

Leia mais

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna

12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna 12º Imagem da Semana: Ressonância Magnética de Coluna Enunciado Paciente do sexo feminino, 34 anos, G1P1A0, hígida, está no terceiro mês pós-parto vaginal sob analgesia peridural, que transcorreu sem intercorrências.

Leia mais

Reunião de casos clínicos

Reunião de casos clínicos Reunião de casos clínicos RM Dr Ênio Tadashi Setogutti Dr Gustavo Jardim Dalle Grave Março 2013 CASO CLINICO - 1 Paciente sexo feminino, 52 anos, HIV +, com dor intensa em região lombar, dificuldade para

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM)

Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem da Semana: Radiografia e Ressonância Magnética (RM) Imagem 01. Radiografia anteroposterior do terço proximal da perna esquerda. Imagem 02. Ressonância magnética do mesmo paciente, no plano coronal

Leia mais

Introdução. Graduanda do Curso de Medicina Veterinária UNIVIÇOSA. E-mail: isapvet@hotmail.com. 2

Introdução. Graduanda do Curso de Medicina Veterinária UNIVIÇOSA. E-mail: isapvet@hotmail.com. 2 HEMIVÉRTEBRA EM CÃES - REVISÃO Isabella de Paula Valeriano 1, Ronaldo Oliveira Silveira 2, João Paulo Machado 3, Waleska de Melo Ferreira Dantas 4, Paula Piccolo Miatan 5 Resumo: A hemivértebra é uma malformação,

Leia mais

Estrutura e Função da Medula Espinhal

Estrutura e Função da Medula Espinhal FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Estrutura e Função da Medula Espinhal Prof. Gerardo Cristino Aula disponível em: www.gerardocristino.com.br Objetivos de

Leia mais

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015

Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015. Amélia Estevão 10.05.2015 Radiology: Volume 274: Number 2 February 2015 Amélia Estevão 10.05.2015 Objetivo: Investigar a vantagem da utilização da RM nos diferentes tipos de lesões diagnosticadas na mamografia e ecografia classificadas

Leia mais

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos

TRAUMA RAQUIMEDULAR. Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m. Sexo : preferencialmente masculino. Faixa etária : entre 15 e 40 anos TRAUMA RAQUIMEDULAR Dr Antonio Eulalio TRAUMA RAQUIMEDULAR Epidemiologia: Incidência : de 32 a 52 casos/m Nº casos/ano : 8.000 Sexo : preferencialmente masculino Faixa etária : entre 15 e 40 anos Custo

Leia mais

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER

COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER COLUNA VERTEBRAL RAUL KRAEMER ANATOMIA E RADIOLOGIA SIMPLES RAIOS-X RAIOS-X RAIOS-X Coluna Cervical Indicações: trauma, cervicalgia, incapacidade funcional, tumores... Solicitação: - Raios-X

Leia mais

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA

ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA ESTUDO RETROSPECTIVO DE CIRURGIAS DESCOMPRESSIVAS DA COLUNA TORACOLOMBAR REALIZADAS APÓS RESSONÂNCIA MAGNÉTICA JULIANY G. QUITZAN¹, NATÁLIA LEONEL FERREIRA¹, EMERSON GONÇALVES MARTINS SIQUEIRA¹, ISADORA

Leia mais

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB

Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? SELMA DE PACE BAUAB Exames que geram dúvidas - o que fazer? Como ter certeza que é BI-RADS 3? Quando não confiar na biópsia percutânea? O que fazer com resultados

Leia mais

REUNIÃO DE CASOS. Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2) RAPHAEL SALGADO PEDROSO. www.digimaxdiagnostico.com.br

REUNIÃO DE CASOS. Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2) RAPHAEL SALGADO PEDROSO. www.digimaxdiagnostico.com.br REUNIÃO DE CASOS www.digimaxdiagnostico.com.br RAPHAEL SALGADO PEDROSO Aperfeiçoando de RDI da DIGIMAX (A2) Nome: I. G. A. B.; Idade: 28 anos; Sexo: Feminino; CASO Queixa: Atraso menstrual há 45 dias.

Leia mais

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA

UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA UM ESTUDO DA COLUNA VERTEBRAL: POSICIONAMENTO E ANATOMIA EMERSON LUIS DA MATA COSTA¹ DIEMERSON ANTUNES DE OLIVEIRA¹ CAMILA ALVES REZENDE LOPRETO² ¹Acadêmico do Curso Tecnólogo em Radiologia da Faculdades

Leia mais

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/

5ª Reunião de Casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ 5ª Reunião de Casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ Caso 1 Paciente J.M., 81 anos, sexo masculino. TC sem contraste TC com contraste Diagnóstico Aneurisma roto da aorta abdominal, parcialmente trombosado,

Leia mais

Mielomeningocele. Libia Ribas Moraes, Daniela Rosa Cristiane Ferreira. Introdução

Mielomeningocele. Libia Ribas Moraes, Daniela Rosa Cristiane Ferreira. Introdução Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Mielomeningocele Libia Ribas Moraes, Daniela Rosa Cristiane Ferreira Introdução Disrafismo Espinal

Leia mais

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES.

LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. LESÕES DA COLUNA VERTEBRAL NOS ESPORTES. Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade Física Adaptada e Saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira Lesões da coluna vertebral de causas diversas são observadas

Leia mais

Esqueleto. Axial. Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I. Objetivos da Aula. Conhecer a constituição do Esqueleto Axial

Esqueleto. Axial. Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I. Objetivos da Aula. Conhecer a constituição do Esqueleto Axial Universidade Federal do Acre Curso de Medicina Veterinária Esqueleto Axial Prof. Adj. Dr. Yuri Karaccas de Carvalho Anatomia Descritiva Animal I Objetivos da Aula Definir Esqueleto Axial Conhecer a constituição

Leia mais

LESÕES TRAUMÁTICAS DA COLUNA VERTEBRAL LESÃO MEDULAR (CHOQUE MEDULAR)

LESÕES TRAUMÁTICAS DA COLUNA VERTEBRAL LESÃO MEDULAR (CHOQUE MEDULAR) LESÕES TRAUMÁTICAS DA COLUNA VERTEBRAL E LESÃO MEDULAR (CHOQUE MEDULAR) Prof. Dr. Gabriel Paulo Skroch SUMÁRIO I Avaliação inicial e tratamento de emergência 1- Incidência, Etiologia e Demografia 2- Anatomia

Leia mais

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VI Edição 59 Outubro 2014. O novo BI-RADS Ultrassonográfico (Edição 2013) - O que há de novo?

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VI Edição 59 Outubro 2014. O novo BI-RADS Ultrassonográfico (Edição 2013) - O que há de novo? NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano VI Edição 59 Outubro 2014 O novo BI-RADS Ultrassonográfico (Edição 2013) - O que há de novo? O novo BI-RADS Ultrassonográfico (Edição 2013) - O que há de novo? AUTORA Dra. Patrícia

Leia mais

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011

Agenda. Nódulo da Tireóide. Medicina Nuclear. Medicina Nuclear em Cardiologia 17/10/2011 Agenda Medicina Nuclear Endocrinologia Walmor Cardoso Godoi, M.Sc. http://www.walmorgodoi.com O objetivo desta aula é abordar a Medicina nuclear em endocrinologia (notadamente aplicações Câncer de Tireóide).

Leia mais

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA

INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA INTRODUÇÃO À RADIOLOGIA MUSCULO-ESQUELÉTICA Prof. Rodrigo Aguiar O sistema músculo-esquelético é formado por ossos, articulações, músculos, tendões, nervos periféricos e partes moles adjacentes. Em grande

Leia mais

Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC

Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS HEPÁTICOS BENIGNOS Prof. Dr. Jorge Eduardo F. Matias Cirurgia do Aparelho Digestivo Departamento de Cirurgia UFPR - HC DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS HEPÁTICOS

Leia mais

Cavernomas: O Diagnóstico em Imagens

Cavernomas: O Diagnóstico em Imagens Cavernomas: O Diagnóstico em Imagens Prof. Dr. Emerson L. Gasparetto Professor Adjunto de Radiologia da UFRJ Dr. Diogo Goulart Correa Mestrando em Radiologia pela UFRJ Julho, 2014 Conhecendo o Cavernoma

Leia mais

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade.

COLUNA. A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. COLUNA A coluna é o pilar de sustentação do corpo, responsável, ao mesmo tempo por suportar enormes cargas, e conservar grande flexibilidade. Na coluna convivem 3 tipos de estruturas: uma parte óssea,

Leia mais

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR

TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR TOMOGRAFIA COMPUTADORIZADA DA COLUNA LOMBAR ANALISE DE TRES CASOS DE METASTASE GUILBERTO MINGUΕΤTI, PhD* MARLUS VINICIUS COSTA FERREIRA** Foram selecionados três casos de metástase na coluna lombar como

Leia mais

EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR

EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR EXPERIÊNCIA COM O EFEITO DINÂMICO DA COMPRESSÃO AXIAL NO CANAL ESPINHAL LOMBAR Enio Cesar Vieira Pereira Med Imagem - Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo INTRODUÇÃO. A dor e os sintomas neurológicos

Leia mais

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para :

Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : JOELHO JOELHO RM do Joelho Possibilita excelente avaliação e análise morfológica, com diferenciação espontânea para : ligamentos, meniscos e tendões músculos, vasos e tecido adiposo osso cortical ( hipointenso

Leia mais

Princípios da Ultrassonografia

Princípios da Ultrassonografia Princípios da Ultrassonografia Ana Paula Araujo Costa Es pecialista em Residênica Médico-Veterinária (Diagnóstico por Imagem) Mes tranda em Ciência Animal Conceitos Gerais Exame altamente interativo Interpretação

Leia mais

Cirurgia lombar falhada

Cirurgia lombar falhada II ENCONTRO DO GRUPO DE ESTUDO ME DICO LEGAL DA SOCIEDADE PORTUGUESA DE ORTOPEDIA E TRAUMATOLOGIA Centro Hospitalar de S. João Faculdade de Medicina Serviço de Ortopedia e Traumatologia Porto Cirurgia

Leia mais

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO

Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO Desenvolvimento do SISTEMA NERVOSO INTRODUÇÃO divisões do sistema nervoso DIVISÕES DO SISTEMA NEVOSO Sistema Nervoso Central (SNC): DERIVADO DO TUBO NEURAL consiste em encéfalo e medula espinhal Sistema

Leia mais

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc

TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM. Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc TRAUMATISMO RAQUIMEDULAR TRM Prof. Fernando Ramos Gonçalves-Msc 1 TRM Traumatismo Raqui- Medular Lesão Traumática da raqui(coluna) e medula espinal resultando algum grau de comprometimento temporário ou

Leia mais

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza

Protocolos coluna. Profº. Claudio Souza Protocolos coluna Profº. Claudio Souza Coluna vertebral A coluna vertebral é composta por 33 vértebras, e eventualmente por 32 ou 34, estas são classificadas como ossos irregulares. A coluna vertebral

Leia mais

Maria da Conceição M. Ribeiro

Maria da Conceição M. Ribeiro Maria da Conceição M. Ribeiro Segundo dados do IBGE, a hérnia de disco atinge 5,4 milhões de brasileiros. O problema é consequência do desgaste da estrutura entre as vértebras que, na prática, funcionam

Leia mais

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2).

2. ANATOMIA. Fig.2.1 Coluna Vertebral (SOBOTTA, 1999, p.2). 1. INTRODUÇÃO A hérnia discal lombar afeta episodicamente cerca de 75% da população na maioria dos países industrializados (TOSCANO, 2001). As doenças que afetam o sistema músculo esquelético, nos Estados

Leia mais

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO!

PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! Dr. Euclides José Martins Amaral PREVINA AS DEFORMIDADES DA COLUNA VERTEBRAL DO SEU FILHO! : A importância da detecção precoce das deformidades da coluna na infância e adolescência, deve-se principalmente

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Existem 2 tipos de artic. encontradas

Leia mais

30/05/2016 DISTORÇÃO ARQUITETURAL DISTORÇÃO ARQUITETURAL. DÚVIDAS DO DIA-A-DIA DISTORÇÃO ARQUITETURAL e ASSIMETRIAS Como vencer este desafio?

30/05/2016 DISTORÇÃO ARQUITETURAL DISTORÇÃO ARQUITETURAL. DÚVIDAS DO DIA-A-DIA DISTORÇÃO ARQUITETURAL e ASSIMETRIAS Como vencer este desafio? finas linhas ou espículas irradiando-se de um ponto DÚVIDAS DO DIA-A-DIA e ASSIMETRIAS Como vencer este desafio? retração focal, distorção ou retificação da porção anterior ou posterior do parênquima BI-RADS

Leia mais

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoes.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 A hérnia de disco se apresenta como sendo uma extrusão, isto é, um deslocamento da massa discal para fora do contorno vertebral, geralmente em direção a medula. Isso ocorre pela ruptura do anel

Leia mais

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar

Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Avaliação Fisioterapêutica da Coluna Lombar Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Disciplina: MFT-0377 Métodos de Avaliação Clínica e Funcional Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional

Leia mais

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO

COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO COMPRESSÃO DO NERVO MEDIANO NO PUNHO (SÍNDROME DO TÚNEL DO CARPO) Roberto Sergio Martins A síndrome do túnel do carpo (STC) é a neuropatia de origem compressiva mais frequente, incidindo em cerca de 1%

Leia mais

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO

LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO LOMBALGIAS: MECANISMO ANÁTOMO-FUNCIONAL E TRATAMENTO Alessandra Vascelai #, Ft, Titulacão: Especialista em Fisioterapia em Traumatologia do Adulto Reeducação Postural Global (RPG) Acupuntura. Resumo: Lombalgia

Leia mais

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL

ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL ABORDAGEM E DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DE PROBLEMAS NA COLUNA VERTEBRAL E MEDULA ESPINHAL Ronaldo Casimiro da Costa, MV, MSc, PhD Diplomado ACVIM Neurologia College of Veterinary Medicine The Ohio State University,

Leia mais

Imagem da Semana: Ressonância Magnética

Imagem da Semana: Ressonância Magnética Imagem da Semana: Ressonância Magnética Imagem 01. Ressonância magnética da coluna lombossacral, corte sagital, ponderada em T2. Imagem 02. Ressonância magnética da coluna lombossacral, corte axial, ponderada

Leia mais

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.;

Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; VALOR DO 99m Tc-SESTAMIBI EM PACIENTES COM MELANOMA MALIGNO Gomes,Gustavo V.; Abreu,Daniel D.G.; Magalhães,Gustavo S.C.; Calapodopulos,George H.; Braga, Helton M.; Moraes, Renata F.; Rezende,Marta O.;

Leia mais

NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM

NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM NOVO CONSENSO BRASILEIRO DE RASTREAMENTO DO CÂNCER DE MAMA POR MÉTODOS DE IMAGEM DR. HEVERTON AMORIM Qual é a situação do câncer de mama? Pode ser prevenido? Como prevenir? Qual o papel da mamografia?

Leia mais

HIDROCEFALIA ASSOCIADA À CISTO ARACNÓIDE DA CISTERNA QUADRIGEMINAL EM CÃO RELATO DE CASO

HIDROCEFALIA ASSOCIADA À CISTO ARACNÓIDE DA CISTERNA QUADRIGEMINAL EM CÃO RELATO DE CASO 1 HIDROCEFALIA ASSOCIADA À CISTO ARACNÓIDE DA CISTERNA QUADRIGEMINAL EM CÃO RELATO DE CASO KAREN CRISTINA DE OLIVEIRA BASTOS 1, ADILSON DONIZETI DAMASCENO¹. 1 Programa de Pós-graduação em Ciência Animal

Leia mais

19/10/2010. Breve revisão anatômica. Síndromes medulares. Breve revisão anatômica. Breve revisão anatômica. Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho

19/10/2010. Breve revisão anatômica. Síndromes medulares. Breve revisão anatômica. Breve revisão anatômica. Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho Síndromes medulares Profa. Patrícia da Silva Sousa Carvalho UFMA 4º período Medula espinhal cervical Medula espinhal torácica Medula espinhal lombar 1 Substância cinzenta anteriores posteriores parte intermedia

Leia mais

AUTORES: ¹ Gabriel Aguiar Carvalho, ² Luiz Fernando Rossilho de Figueiredo Filho,³ Bruno Busch Cameschi, ⁴ Lucas Boreli Bovo

AUTORES: ¹ Gabriel Aguiar Carvalho, ² Luiz Fernando Rossilho de Figueiredo Filho,³ Bruno Busch Cameschi, ⁴ Lucas Boreli Bovo NÚMERO: 21 TÍTULO: Síndrome de Horner na Infância após cirurgia de tumor no Mediastino Relato de caso / Horner s Síndrome in Childhood Neuroblastoma in post mediastinum - Case Report AUTORES: ¹ Gabriel

Leia mais

Dr. Adriano Czapkowski. Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010

Dr. Adriano Czapkowski. Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010 NEWS artigos CETRUS Ano 2 - Edição 13 - Setembro/2010 Importância da Artéria Epigástrica Inferior Dr. Adriano Czapkowski Graduado pela Faculdade de Medicina de Jundiaí Médico coordenador do curso de 2

Leia mais

Data: 13/11/2012. Medicamento Material Procedimento X Cobertura. Nota técnica 16/2012 Solicitante Juiz de Direito Dr.

Data: 13/11/2012. Medicamento Material Procedimento X Cobertura. Nota técnica 16/2012 Solicitante Juiz de Direito Dr. Data: 13/11/2012 Nota técnica 16/2012 Solicitante Juiz de Direito Dr. Renato Dresch Medicamento Material Procedimento X Cobertura Tema: Informações técnicas sobre monitorização medular para acompanhamento

Leia mais

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João

Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional. Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João Avaliação Fisioterapêutica do Quadril Departamento de Fisioterapia, Fonoaudiologia e Terapia Ocupacional Profa. Dra. Sílvia Maria Amado João 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação

Leia mais

Disciplina: Patologia Oral PARTE. Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos

Disciplina: Patologia Oral PARTE. Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos Graduação em Odontologia Disciplina: Patologia Oral PATOLOGIA ÓSSEA { 4 a PARTE Curso: Odontologia 4º e 5º Períodos h t t p : / / l u c i n e i. w i k i s p a c e s. c o m Prof.Dr. Lucinei Roberto de Oliveira

Leia mais

CLÍNICA UNIVERSITÁRIA DE RADIOLOGIA HOSPITAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DIRECTOR: PROF. DOUTOR FILIPE CASEIRO ALVES

CLÍNICA UNIVERSITÁRIA DE RADIOLOGIA HOSPITAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DIRECTOR: PROF. DOUTOR FILIPE CASEIRO ALVES CLÍNICA UNIVERSITÁRIA DE RADIOLOGIA HOSPITAIS DA UNIVERSIDADE DE COIMBRA DIRECTOR: PROF. DOUTOR FILIPE CASEIRO ALVES Moderadora: Dr.ª Cristina Marques Catarina Fontes Ruivo 2 de Fevereiro de 2011 Massas

Leia mais

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário

Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Exames Radiográficos de Coluna: Abordagem, Incidências e Posicionamentos do Usuário Marinei do Rocio Pacheco dos Santos 1 1 Considerações Iniciais As radiografias da coluna são realizadas para diagnosticar

Leia mais

CEPEM News. Revisitando o Sistema BI-RADS de Mamografia e Ultrassonografia: As novas considerações das próximas edições (2012)

CEPEM News. Revisitando o Sistema BI-RADS de Mamografia e Ultrassonografia: As novas considerações das próximas edições (2012) Revisitando o Sistema BI-RADS de Mamografia e Ultrassonografia: As novas considerações das próximas edições (2012) Prezados Colegas No final de 1992, voltávamos de curso de imagenologia mamária ministrado

Leia mais

Huber RIZZO; Rodolfo Santos ROSSI; Enoch Brandão de Souza MEIRA JUNIOR; Natalia de Paula RAMALHO; Bruno Leonardo Mendonça RIBEIRO; Lilian GREGORY*

Huber RIZZO; Rodolfo Santos ROSSI; Enoch Brandão de Souza MEIRA JUNIOR; Natalia de Paula RAMALHO; Bruno Leonardo Mendonça RIBEIRO; Lilian GREGORY* USO DO ULTRASSOM EM BOVINOS COM ENFERMIDADES GÁSTRICAS (Ultrasound of Bovines Gastric Disorders) Huber RIZZO; Rodolfo Santos ROSSI; Enoch Brandão de Souza MEIRA JUNIOR; Natalia de Paula RAMALHO; Bruno

Leia mais

A causa exata é determinada em apenas 12-15% dos pacientes extensamente investigados

A causa exata é determinada em apenas 12-15% dos pacientes extensamente investigados LOMBALGIA Prof. Jefferson Soares Leal Turma: Fisioterapia e Terapia Ocupacional Faculdade de Medicina da UFMG Aula e bibliografia recomendada estarão disponíveis para os alunos para donwload no site www.portalvertebra.com.br

Leia mais

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais)

SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO. DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) Anatomia e Fisiologia Humana SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO DEMONSTRAÇÃO (páginas iniciais) 1ª edição novembro/2006-1 - SISTEMA NERVOSO CENTRAL E SISTEMA NERVOSO PERIFÉRICO SUMÁRIO

Leia mais

I Curso Internacional Pre -Congresso de Imaginologia Mama ria. 1st International Breast Imaging Pre-conference Course. 15 de maio de 2014

I Curso Internacional Pre -Congresso de Imaginologia Mama ria. 1st International Breast Imaging Pre-conference Course. 15 de maio de 2014 I Curso Internacional Pre -Congresso de Imaginologia Mama ria 1st International Breast Imaging Pre-conference Course 15 de maio de 2014 Declaração de conflitos de interesse Resolução RDC n.º 96/08 Nunca

Leia mais

FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA. Simone Tortato

FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA. Simone Tortato FRATURAS TORACO-LOMBARES POR OSTEOPOROSE VERTEBROPLASTIA Simone Tortato OSTEOPOROSE n Distúrbio osteometabólico mais comum, caracterizado pela diminuição da densidade mineral óssea, sendo que as principais

Leia mais

Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado

Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado Exame Fisico do Quadril Celso HF Picado Introdução A cintura pélvica é composta pela articulação sacro-ilíaca, pela sínfise púbica e pela articulação coxo-femoral. Esta última corresponde à articulação

Leia mais

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL

DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL Texto de apoio ao curso de Especialização Atividade física adaptada e saúde Prof. Dr. Luzimar Teixeira DOENÇAS DA COLUNA CERVICAL A coluna cervical é o elo flexível entre a plataforma sensorial do crânio

Leia mais

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano V Edição 50 Outubro 2013 ÍNDICE DE RESISTIVIDADE NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS MAMÁRIOS

NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano V Edição 50 Outubro 2013 ÍNDICE DE RESISTIVIDADE NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS MAMÁRIOS NEWS: ARTIGOS CETRUS Ano V Edição 50 Outubro 2013 ÍNDICE DE RESISTIVIDADE NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS MAMÁRIOS ÍNDICE DE RESISTIVIDADE NO DIAGNÓSTICO DIFERENCIAL DOS NÓDULOS MAMÁRIOS AUTOR Dr.

Leia mais

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL

ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL ANATOMIA RADIOLÓGICA DA REGIÃO CERVICAL INTRODUÇÃO A Anatomia da região cervical, divide-se em duas partes, coluna vertebral segmento cervical e ou pescoço. Esta região pode ser bem estudada pelos métodos

Leia mais

AVALIAÇÃO DO QUADRIL

AVALIAÇÃO DO QUADRIL AVALIAÇÃO DO QUADRIL 1. Anatomia Aplicada Articulação do Quadril: É uma articulação sinovial esferóidea com 3 graus de liberdade; Posição de repouso: 30 de flexão, 30 de abdução, ligeira rotação lateral;

Leia mais

Anatomia da Medula Vertebral

Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Medula Vertebral Anatomia da Vértebra Disco Intervertebral Anatomia da Coluna Vertebral Características Gerais: Corpo Vertebral Foramens Vertebrais: Forame Medular: Medula Vertebral Forames

Leia mais

CORE BIÓPSIA DE LINFONODOS AXILARES ATÍPICOS

CORE BIÓPSIA DE LINFONODOS AXILARES ATÍPICOS CORE BIÓPSIA DE LINFONODOS AXILARES ATÍPICOS CORE BIOPSIA DE LINFONODOS AXILARES ATÍPICOS LINFONODOS NORMAIS OU TÍPICOS DE NÍVEL 1 FACILMENTE RECONHECIDOS AO ESTUDO ECOGRÁFICO FORMA ELÍPTICA CORTEX HIPOECÓICA

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia. Imagem: Radiografia simples tóraco-abdominal em incidência ântero-posterior

Imagem da Semana: Radiografia. Imagem: Radiografia simples tóraco-abdominal em incidência ântero-posterior Imagem da Semana: Radiografia Imagem: Radiografia simples tóraco-abdominal em incidência ântero-posterior Imagem: Radiografia contrastada de esôfago, estômago e duodeno (REED) em incidência ântero-posterior.

Leia mais

Data: 01/02/2013. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12.

Data: 01/02/2013. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12. NTRR10/2013 Solicitante: Ilmo Dr Alyrio Ramos Desembargador da 8ª Câm. Cível - TJMG Numeração: 1.0693.12.007900-1/001 Data: 01/02/2013 Medicamento X Material Procedimento Cobertura TEMA: ESCOLIOSE IDIOPÁTICA

Leia mais

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH

ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL. Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH ANATOMIA e SEMIOLOGIA DA COLUNA VERTEBRAL Prof. Dr. GABRIEL PAULO SKROCH - COMPOSIÇÃO: 24 Corpos Vertebrais 5 Fusionadas Sacro 4 Cóccix 23 Discos Intervertebrais - FUNÇÕES 1. Postura 2. Movimento e Locomoção

Leia mais

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada

Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem da Semana: Radiografia, Tomografia Computadorizada Imagem 01. Radiografia em perfil da coluna lombossacral Paciente masculino, 45 anos, apresenta dor lombar há 4 meses e limitação dos movimentos

Leia mais

Declaro não haver nenhum conflito de interesse

Declaro não haver nenhum conflito de interesse Declaro não haver nenhum conflito de interesse Universidade Federal de Uberlândia Departamento de Ginecologia e Obstetrícia Serviços de Mastologia e Ultrassonografia Avaliação pelo Ultrassom Doppler da

Leia mais

NEWS artigos CETRUS. Dr. Sebastião Zanforlin Filho. - Mestrado pela Escola Paulista de Medicina pela Universidade Federal de São Paulo.

NEWS artigos CETRUS. Dr. Sebastião Zanforlin Filho. - Mestrado pela Escola Paulista de Medicina pela Universidade Federal de São Paulo. NEWS artigos CETRUS Ultra-Som em Ginecologia Parte 2 Apresentação Os órgãos do aparelho reprodutor feminino apresentam complexas modifi cações fi siológicas durante o ciclo menstrual, muitas delas apresentando

Leia mais

Diagnóstico de endometriose

Diagnóstico de endometriose Diagnóstico de endometriose Endometriose se caracteriza pelo achado de glândulas e/ou estroma endometrial em locais anormais. Acomete aproximadamente 15% das mulheres em idade fértil tornando-se uma doença

Leia mais

3.2 A coluna vertebral

3.2 A coluna vertebral 73 3.2 A coluna vertebral De acordo com COUTO (1995), o corpo é dividido em cabeça, tronco e membros; unindo porção superior e a porção inferior do corpo temos o tronco, e no tronco, a única estrutura

Leia mais

BREAST IMAGING REPORTING AND DATA SYSTEM NOVO BI-RADS EM MAMOGRAFIA

BREAST IMAGING REPORTING AND DATA SYSTEM NOVO BI-RADS EM MAMOGRAFIA BREAST IMAGING REPORTING AND DATA SYSTEM NOVO BI-RADS EM MAMOGRAFIA Breast Imaging Reporting and Data System Dr Marconi Luna Doutor em Medicina UFRJ Ex-Presidente da SBM Breast Imaging Reporting and Data

Leia mais

Reunião de casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1)

Reunião de casos. www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1) Reunião de casos www.digimaxdiagnostico.com.br/ LUCAS MERTEN Residente de RDI da DIGIMAX (R1) CASO 1 História Clínica Identificação: RN de E. B., 2º dia de vida História fisiológica: RNAT; AIG; cesareana

Leia mais

Colégio Brasileiro de Radiologia Critérios de Adequação do ACR TRAUMA DE COLUNA

Colégio Brasileiro de Radiologia Critérios de Adequação do ACR TRAUMA DE COLUNA Colégio Brasileiro de Radiologia Critérios de Adequação do ACR TRAUMA DE COLUNA Painel de Especialistas em Imagem Neurológica: Robert E. Anderson, Médico 1 ; Burton P. Drayer, Médico 2 ; Bruce Braffman

Leia mais

Hysterosalpingography: A Reemerging Study

Hysterosalpingography: A Reemerging Study Hysterosalpingography: A Reemerging Study William L. Simpson,, Laura G. Beitia, Jolinda Mester RadioGraphics 2006 Andrea a Canelas 31-05 05-2006 HSG - Introdução HSG avaliação radiológica do útero e trompas

Leia mais

Doença do Neurônio Motor

Doença do Neurônio Motor FACULDADE DE MEDICINA/UFC-SOBRAL MÓDULO SISTEMA NERVOSO NEUROANATOMIA FUNCIONAL Doença do Neurônio Motor Acd. Mauro Rios w w w. s c n s. c o m. b r Relato de Caso Paciente M.V., sexo masculino, 62 anos,

Leia mais

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um

podem desenvolver-se até atingirem um tamanho considerável antes dos sintomas se manifestarem. Por outro lado, em outras partes do cérebro, mesmo um Um tumor é uma massa anormal em qualquer parte do corpo. Ainda que tecnicamente ele possa ser um foco de infecção (um abcesso) ou de inflamação; o termo habitualmente significa um novo crescimento anormal

Leia mais

Cirurgia Radical para Metástases em Coluna. Dr Marcos Maldaun

Cirurgia Radical para Metástases em Coluna. Dr Marcos Maldaun Cirurgia Radical para Metástases em Coluna Dr Marcos Maldaun metástases a coluna é local mais frequente de metástases ósseas 90% pacientes com câncer metastases espinhais em autópsias 30% pacientes com

Leia mais

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1

www.josegoe s.com.br Prof. Ms. José Góes Página 1 Página 1 01. Ossos da coluna vertebral A coluna vertebral é formada por um número de 33 ossos chamados vértebras. Estas se diferenciam pela sua forma e função. Vértebras semelhantes se agrupam em regiões

Leia mais

ORTOPEDIA. Aula Nº 9 10.12.2007

ORTOPEDIA. Aula Nº 9 10.12.2007 ORTOPEDIA Aula Nº 9 10.12.2007 PATOLOGIA TRAUMÁTICA DA COLUNA VERTEBRAL DOCENTE que leccionou: Dr. Paulo Rego DISCENTE que realizou: Sílvia Sofia Silva FISCALIZADOR: Andreia Luís BIBLIOGRAFIA extra: o

Leia mais

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos

ANATOMIA HUMANA I. Acidentes Ósseos. Prof. Me. Fabio Milioni. Características Anatômicas de Superfície dos Ossos ANATOMIA HUMANA I Acidentes Ósseos Prof. Me. Fabio Milioni Características Anatômicas de Superfície dos Ossos As superfícies dos ossos possuem várias características estruturais adaptadas a funções específicas.

Leia mais

Posições Oficiais ISCD 2007

Posições Oficiais ISCD 2007 342 North Main Street West Hartford, CT 06117 PH: 860.586.7563 Fax: 860.586.7550 www.iscd.org Posições Oficiais ISCD 2007 A Sociedade Internacional de Densitometria Clínica (ISCD) é uma instituição multidisciplinar,

Leia mais

EXAMES MÉDICOS / ESPECIAL SAÚDE

EXAMES MÉDICOS / ESPECIAL SAÚDE EXAMES MÉDICOS / ESPECIAL SAÚDE Tomografia Axial Computorizada A Tomografia Axial Computorizada (TAC) define com nitidez os contornos dos órgãos, a sua densidade e a sua vascularização. Permite o diagnóstico

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME:

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 1) O

Leia mais

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL:

PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: PROGRAMA DE INTEGRAÇÃO E EDUCAÇÃO CONTINUADA DA SBOT-RJ ORTOCURSO SBOT-RJ/COLUNA CURSO PREPARATÓRIO PARA O TEOT 22 de Agosto de 2015 NOME: HOSPITAL: ( ) R1 ( ) R2 ( ) R3 ( ) R4 ( ) Não Residentes 03 -

Leia mais

Diretrizes Assistenciais

Diretrizes Assistenciais Diretrizes Assistenciais Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Versão eletrônica atualizada em Novembro 2008 Manuseio da Meningite Bacteriana Aguda Introdução A meningite bacteriana aguda é um processo

Leia mais

www.estrategiaconcursos.com.br

www.estrategiaconcursos.com.br 01. Sabe-se que a esteatose hepática é resultante de depósito intracelular de triglicerídeo no hepatócitos e seu aspecto ultra-sonográfico já é bastante conhecido. Qual das questões abaixo é a mais correta

Leia mais

DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR

DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR DISCIPLINA DE RADIOLOGIA UFPR MÓDULO ABDOME AULA 2 AVALIAÇÃO INTESTINAL POR TC E RM Prof. Mauricio Zapparoli Neste texto abordaremos protocolos de imagem dedicados para avaliação do intestino delgado através

Leia mais

Imagens de Ressonância Magnética

Imagens de Ressonância Magnética Imagens de Ressonância Magnética Prof. Emery Lins emery.lins@ufabc.edu.br Curso de Bioengenharia CECS, Universidade Federal do ABC Ressonância Magnética: Princípios físicos Definições e histórico Fundamentos

Leia mais

Meningites são processos agudos que comprometem as leptomeninges (pia-aracnóide), ocasionando reação inflamatória do espaço subaracnóide e das

Meningites são processos agudos que comprometem as leptomeninges (pia-aracnóide), ocasionando reação inflamatória do espaço subaracnóide e das Meningite M.Sc. Prof.ª Viviane Marques Fonoaudióloga, Neurofisiologista e Mestre em Fonoaudiologia Coordenadora da Pós-graduação em Fonoaudiologia Hospitalar Chefe da Equipe de Fonoaudiologia do Hospital

Leia mais

Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem

Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem Patologias do sistema musculoesquelético: achados de imagem Neysa Aparecida Tinoco Regattieri 1 Rainer Guilherme Haetinger 2 1 INTRODUÇÃO As modalidades diagnósticas utilizadas para o estudo do sistema

Leia mais

Médico Neurocirurgia da Coluna

Médico Neurocirurgia da Coluna Médico Neurocirurgia da Coluna Caderno de Questões Prova Discursiva 2015 01 Um homem de 55 anos de idade foi internado. Tinha histórico de câncer de pulmão operado, vinha apresentando uma dor constante

Leia mais

Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA

Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA Cintilografia Cerebral LARYSSA MARINNA RESIDENTE DE ENFERMAGEM EM NEONATOLOGIA A cintilografia tomográfica da perfusão cerebral (SPECT) detecta alterações da perfusão sanguínea cerebral inclusive na ausência

Leia mais

Fratura do Sacro no Adulto Jovem

Fratura do Sacro no Adulto Jovem Fratura do Sacro no Adulto Jovem Autoria: Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia Colégio Brasileiro de Radiologia Elaboração Final: 23 de janeiro de 2008 Participantes: Façanha Filho FAM, Defino

Leia mais