O SISREG III COMO FERRAMENTA DE GESTÃO CONTRIBUINDO

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1 O SISREG III COMO FERRAMENTA DE GESTÃO CONTRIBUINDO PARA UM OLHAR SOBRE O TERRITÓRIO: UMA EXPERIÊNCIA DA DIRETORIA GERAL DE REGULAÇÃO DO SISTEMA (DGRS) NO MUNICÍPIO DO RECIFE (PE) Autores: Michelle da Silva de Araújo Ana Catarina Leite Véras Medeiros Maria Clara Rodrigues de Freitas Renata Fernandez F. Aragão JUSTIFICATIVA A rede ambulatorial de saúde na cidade do Recife é composta por Unidades de Saúde da Família (USF) e Unidades Básicas Tradicionais (Centros de Saúde), que representam a principal porta de entrada do sistema e a rede especializada, tanto própria como complementar. A Rede Complementar é composta por instituições privadas e filantrópicas que prestam serviços a rede municipal por meio de contratos e convênios firmados. A Diretoria de Regulação do Sistema (DGRS) da Secretaria Municipal de Saúde, na perspectiva de funcionamento dos serviços de saúde em rede, tem como uma de suas metas o melhor acesso dos usuários a procedimentos diagnósticos e a consultas com especialistas, por meio do cuidado ordenador e coordenador da Atenção Básica. Para tal, traz-se a perspectiva do monitoramento de dados através da produção de informações úteis para a gestão e de tomada de decisões, utilizando o Sistema Nacional de Regulação - SISREG III, sistema online disponibilizado pelo DATASUS. De acordo com a Portaria GM nº de 1º de agosto de 2008, em seu Art. 4º, item XII,que institui a Política Nacional de Regulação do SUS, a utilização de sistemas de informação que subsidiam os cadastros, a produção e a regulação do acesso é uma das ações propostas para a Regulação da Atenção à Saúde. Utilizado pela DGRS desde agosto de 2010, o SISREG III é um sistema de marcação online, que pode ser útil para o gerenciamento de todo complexo regulatório indo da rede básica à internação hospitalar, visando à humanização dos serviços, maior controle do fluxo da rede de saúde e otimização na utilização dos recursos. O uso dos Sistemas de Informação em Saúde se apresenta como instrumento potencial para facilitar a análise dos dados, contribuindo para a avaliação permanente dos serviços de saúde, favorecendo o planejamento e a execução e avaliação das ações de saúde. No que diz respeito a maior governabilidade do fluxo dos serviços de saúde e eficiência dos recursos, os dados disponíveis no SISREG III podem fornecer a gestão um aspecto geral de como os distritos e as unidades estão utilizando seus procedimentos, servindo de importante instrumento de monitoramento e gerenciamento dos serviços da rede. A necessidade de monitoramento das marcações dos procedimentos, em especial nos Distritos Sanitários, e de levantamento sobre a resolutividade do sistema, atreladas a inexistência na Gerência de um instrumento prévio com finalidade, levou a Gerência de Fluxos Assistenciais da DGRS a desenvolver uma proposta metodológica de monitoramento de utilização que servirá de modelo para o provimento de informações que respaldam a readequação e mudança de paradigmas

2 nos processos de trabalho da rede de saúde. Desta forma, este estudo pretende avaliar a partir do SISREG III o percentual de utilização das cotas do Distrito Sanitário V (DS V), a fim de garantir o melhor acesso, a partir de elementos que contribuam para um monitoramento ideal trazendo ganhos salutares ao usuário do Sistema Único de Saúde. METODOLOGIA A pesquisa teve como local de estudo um distrito sanitário do município do Recife, capital do Estado de Pernambuco. Com uma composição territorial diversificada, a cidade está dividida em 94 bairros aglutinados em 6 regiões político-administrativas (RPA). Para o setor saúde, cada RPA corresponde a um Distrito Sanitário (DS). O estudo foi desenvolvido no Distrito Sanitário V, com uma população de habitantes (IBGE, 2010), que corresponde a 16% da população recifense. Optou-se por este distrito devido ao seu caráter pioneiro no processo de descentralização da regulação e informatização que se encontrava neste território. Para a coleta de dados utilizou-se o SISREG III e a partir deste foi realizada a análise da utilização de cotas no período de janeiro a junho de Para análise dos dados foram calculados os percentuais de marcação por distrito, por unidade de saúde e por procedimentos e realizada uma média percentual dos seis meses. Tais percentuais apresentaram como base a cota quantitativo de procedimentos segundo a capacidade instalada (=[marcação] / [capacidade de atendimento dos profissionais] x 100); entretanto, como critério de confirmação dos dados, adotou-se a oferta quantitativo real de procedimentos ofertados por profissionais (= [cota] [férias, licenças, afastamentos dos profissionais] x 100), visto que por meio desta última variável pode-se representar melhor a realidade, ao passo que concebe a fidedignidade da dinâmica do serviço assistencial à saúde. Também foi incluído para análise nesse estudo o percentual de confirmação de consulta número de consultas com confirmação de atendimento baseados na oferta real (=[número de consultas com confirmação] / [oferta] x 100), pelo qual podia se confirmar quanto das marcações foram de fato usadas. Vale ressaltar que as informações sobre capacidade instalada, bloqueios, oferta real e confirmações, não estavam disponíveis na planilha de dados do SISREG III (Figura 1) utilizada em nosso estudo, o que nos obrigou a buscá-las em outras fontes. Da Rede de Saúde Própria (pública municipal) essas informações foram extraídas dos relatórios de acompanhamento mensais, elaborados pelo apoio descentralizado da DGRS no distrito sanitário, pois estes estão inseridos no território, consequentemente mais próximos às demandas dos serviços de saúde. No entanto, para Rede de Saúde Complementar (estabelecimentos filantrópicos e privados) não foram encontradas fontes para esses dados, justificado pela ausência de um apoio descentralizado desta diretoria. Após a obtenção dos percentuais de marcação e confirmação, os mesmos foram classificados categoricamente em muito baixo/vermelho, baixo/laranja, regular/amarelo, adequado/verde e excedido/azul claro (Figura 1 e Figura 2).

3 Figura 1 - Classificação dos percentuais de utilização de consultas, Recife, Classificação dos percentuais de marcação/confirmação PERCENTUAL Muito baixa 0-25 Baixa Regular Adequada Excedida >100 CATEGORIZAÇÃO POR COR Figura 2 - Planilha de dados fornecida pelo SISREG III utilizada como instrumento de análise e construção do relatório do Distrito Sanitário V, Recife, DS CNES UNIDADE DE SAUDE MES PROCEDIMENTO Cota Uso Saldo % de utilização Classificação US 158 PAM CEASA GRUPO - ENDOSCOPIAS DIGESTIVAS US 159 POLICLINICA AGAMENON MAGALHAES GRUPO - ENDOSCOPIAS DIGESTIVAS US 177 PSF CHICO MENDES GRUPO - ENDOSCOPIAS DIGESTIVAS US 142 CS BIDU KRAUSE GRUPO - CONSULTAS EM DERMATOLOGIA US 117 CS GASPAR REGUEIRA COSTA GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 158 PAM CEASA GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 159 POLICLINICA AGAMENON MAGALHAES GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 161 CS PROF ROMERO MARQUES GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 165 MATERNIDADE BANDEIRA FILHO GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 284 PSF VILA SAO MIGUEL MARROM GLACE GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA US 303 CAPS AD ESPACO TRAVESSIA RENE RIBEIRO GRUPO - CONSULTAS EM OFTALMOLOGIA Para sistematização e análise dos dados, foi utilizado o programa Microsoft Office Excel 2007, sendo os resultados obtidos, estratificados por Distrito (percentual de utilização geral), Unidades de Saúde, Procedimentos da Rede Própria e Procedimentos da Rede Complementar. RESULTADOS Nos seis meses avaliados, contando os procedimentos da rede básica e complementar, o DS V obteve uma média de marcação de 17%, percentual considerado muito baixo/vermelho de acordo com classificação do estudo (0 a 25%), variando de muito baixo/vermelho a baixo/laranja Os meses de janeiro, fevereiro e março apresentaram os menores percentuais de marcação com 8%, 8% e 10% ( muito baixos/vermelho ), respectivamente. Nos meses seguintes, observou-se um comportamento crescente, com 22% no mês de abril e 27% em maio e junho (Gráfico 1).

4 Gráfico 1 Percentuais de marcação¹ no DS V, Recife, Janeiro a Junho de % 27% 27% 8% 8% 10% jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 ¹Baseados na cota. Quando analisados os percentuais de marcação do DS V para rede própria e complementar, separadamente, pode-se observar o mesmo comportamento crescente, em ambas, a partir do mês de abril (com exceção do mês de junho em que a própria apresentou leve redução). Entretanto, ao longo dos meses, a rede complementar apresentou percentuais de marcação superiores, variando de 9% ( muito baixo/vermelho ) a 42% ( baixo/laranja ), enquanto que a rede própria manteve-se com índices muito baixos/vermelhos, variando de 9% a 20% (Gráfico 2). Como médias gerais dos seis meses, as redes própria e complementar apresentam 10% e 24%, respectivamente. Gráfico 2 - Percentuais de marcação¹ do DS V (Rede própria e rede complementar), Recife, Janeiro a Junho de % 42% 35% 9% 9% 11% 16% 20% 15% Rede Complementar (cota) Rede Própria (cota) 2% 3% 3% jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 ¹Baseados na cota.

5 Com os dados disponíveis sobre a oferta real da rede própria, foi possível se estabelecer um comparativo entre os percentuais de marcação para rede própria baseados na cota e na oferta. Diante disso, quando comparados os percentuais puderam ser observadas diferenças significativas. Enquanto os percentuais de marcação com base na cota apresentaram uma média geral de 10% ( muito baixa/vermelha ), quando comparadas essa mesmas marcações com a oferta real no período, a média geral de marcação passou a ser bem superior (41%; baixa/laranja ), com meses variando de baixa a regular (Gráfico 3). Dessa forma, considerando a oferta real, o % geral de marcação da rede própria no DS V não foi muito baixo/vermelho, e sim, baixo/laranja. Gráfico 3 - Comparativo dos percentuais de marcação para rede própria com base na cota e na oferta, DS V, Recife, Janeiro a Junho de % 41% 35% 31% 40% 16% 46% 20% 15% Rede Própria (cota) Rede Própria (oferta) 2% 3% 3% jan/12 fev/12 mar/12 abr/12 mai/12 jun/12 Essa variação deveu-se ao fato de que a oferta real dos procedimentos da rede própria no DS V é inferior (menor que 50%) ao valor estabelecido pela cota no SISREG. Diante disso, o número de marcações não estaria tão abaixo do que estava sendo ofertado naquele período para o DS V. Entretanto, deve-se salientar que ainda assim, o percentual de marcação geral do DS V foi considerado baixo/laranja (41%). Nas análises dos percentuais por unidade, das 26 unidades de saúde do DS V, 65% (9 unidades) obtiveram percentual de marcação geral (rede própria e complementar) classificado como muito baixo/vermelho, e 35% (17 unidades) como baixo/laranja (Tabela 1).

6 Tabela 1 - Distribuição das unidades de saúde do DS V quanto ao percentual de marcação, Recife, Janeiro a Junho de UNIDADE DE SAÚDE PERCENTUAL DE MARCAÇÃO US P. A. M. 40% US P. A. M. C 33% US J. U. 29% US B. K 27% US C. M. 29% US P. M. II 28% US B./B. I 26% US G.R. 26% C USF. G. 26% US R.R. 24% CS R. M. 24% US P. M. I 23% US M. II 22% V. S.M./M. G 21% US B. F. 21% US G. B. C./ S. M 21% US J. I e II 21% US I. 19% US F.F. 19% US M. 18% US G. L. 10% US M. I 10% US C. I e II 8% US V. T./ B. 7% US C.G 0% US C. I. 0% CLASSIFICAÇÃO 35% 71%

7 Na Tabela 2 apresentam-se procedimentos da rede própria e suas respectivas classificações referentes aos percentuais de marcação (cota), percentuais de marcação (oferta) e percentual de confirmação. Tabela 2 - Classificação dos percentuais de marcação (segundo cota e oferta) e confirmação dos procedimentos da rede própria. DS V, Recife, Janeiro a junho de MÉDIA SEMESTRAL PROCEDIMENTOS Percentual de marcação sobre a COTA Percentual de marcação sobre a OFERTA Percentual de confirmação sobre a OFERTA Colposcopia 12% 59% 20% Consulta em Alergia e Imunologia - Geral 21% 52% 24% Consulta em Cardiologia - Adulto 16% 101% 46% Consulta em Clínica Geral 85% 86% 54% Consulta em Dermatologia - Geral 55% 71% 32% Consulta em Endocrinologia - Pediatria 17% 40% 27% Consulta em Endocrinologia e Metabologia - Adulto 55% 59% 33% Consulta em Gastroenterologia 4% 42% 27% Consulta em Ginecologia 39% 33% 20% Consulta em Ginecologia - Climatério 100% 60% 40% Consulta em Hematologia - Geral 2% 22% 9% Consulta em Infectologia - Geral 1% 1,5% 1% Consulta em Neurologia - Geral 47% 67% 42% Consulta em Pediatria 4% 14% 9% Consulta em Pneumologia Infantil 2% 4% 2% Comparando-se os valores correspondentes ao percentual de marcação pela cota e pela oferta, pode-se observar que alguns procedimentos melhoraram sua classificação (endocrinologiapediatria, colposcopia, alergologia, endocrinologia infantil, gastroenterologia e cardiologia); Outros procedimentos mantiveram a mesma classificação (de ginecologia, infecto, hematologia, pediatria, pneumologia infantil e clínica geral). E um procedimento apresentou classificação inferior (ginecologia-climatério). Vale salientar que a melhora dessas classificações não justifica a baixa oferta real dos procedimentos da rede própria observada (inferior a 50% da cota), sendo oportuna sua discussão. Entretanto, quando comparados os percentuais de marcação (oferta), com os de confirmação (oferta), observou-se que todos os procedimentos apresentaram classificação inferior. Levando-se a considerar o número muito baixo de confirmações. Esse estudo traz contribuições e permite o levantamento de hipóteses sobre o problema identificado. Em relação aos problemas identificados na rede própria, podemos apontar alguns

8 fatores que poderiam estar ocasionando reduções na oferta, como as férias, licenças, faltas ou compensações de escala dos profissionais; bem como outros fatores que poderiam estar influenciando as marcações como dificuldades na marcação pelas unidades e pouca demanda de pacientes; e relação às confirmações poderia ser justificada através do absenteísmo dos usuários. Em relação aos resultados da rede própria, algumas hipóteses podem ser levantadas, tais como problemas que interfeririam na oferta (férias, bloqueios e compensações de escala dos profissionais), na marcação (demandas, dificuldades na marcação) e nas confirmações (absenteísmo ou não confirmação das consultas às unidades), sendo, para tanto necessária uma investigação mais apurada junto às gerências de território do DS V, afim de, compreender as reais razões que justifiquem a ocorrência dos baixos percentuais de marcação observados. Em relação aos procedimentos da Rede Complementar, a maioria (40%) obteve média de marcação considerada adequada/amarelo, 35% muito baixa/vermelha, 15% baixa/laranja e 5% como adequados/verdes ou excedidos/azul. Vale ressaltar que, devido à ausência de maiores informações sobre a oferta real desses procedimentos, utilizou-se a cota como base para o cálculo dos percentuais de marcação. A relação dos procedimentos e seus respectivos percentuais podem ser conferidos abaixo, na Tabela 3. Tabela 3 - Classificação das médias dos percentuais de utilização dos procedimentos da rede complementar no DS V, Recife, de Janeiro a junho de PROCEDIMENTOS REDE COMPLEMENTAR PERCENTUAL DE MARCAÇÃO MÉDIA CLASSIFICAÇÃO Densitometria 118% 5% Diagnose em Neurologia 79% 5% Eletroneuromigrafia 75% Endoscopias Digestivas 64% Consultas em Cardiologia 62% Consulta em Urologia 60% Diagnose em Cardiologia 58% 40% Consulta em Dermatologia 57% Consulta em Traumato-Ortopedia 57% Consulta em Otorrinolaringologia 55% Atendimento Fisioterapêutico 50% Consulta em Cirurgia Vascular 48% 15% Consultas em Pneumologia 33% Consultas em Oftalmologia 18% Consulta em Alergia e Imunologia 10% Cirurgia Boco-Maxilo/Diagnóstico Oral 9% Mamografia Bilateral para rastreamento 5% 35% Consultas em Cirurgia Geral 4% Consultas em Cirurgia Pediátrica 2% Consultas em Cirurgia Plástica 2% ¹Baseados na cota.

9 CONCLUSÃO A partir deste estudo, pôde-se traçar um perfil da utilização dos procedimentos para o território do DS V, tanto da rede própria ou complementar, conhecendo suas necessidades e trazendo o desafio por respostas para a situação encontrada. Além de proporcionar a construção e aplicação de um modelo de análise metodológico que servirá de base para construção de outros relatórios na DGRS e para a análise dos demais distritos sanitários do Recife. A inclusão da análise dos percentuais de marcação com base na oferta real, mesmo que apenas para a rede própria, representou um diferencial da metodologia de análise adotada, que garantiu uma avaliação muito mais próxima da realidade do território, paulatinamente nos sinalizou as deficiências reais na oferta, possibilidades estas, que uma análise com base só em cotas não nos forneceria. Salientamos a grande dificuldade que representou a obtenção desse tipo de informação, principalmente por não estar contida ainda nas planilhas de dados do SISREG, sendo necessário o levantamento de dados de outras fontes (apoio descentralizado DGRS). Outra importância deste estudo foi permitir o levantamento de hipóteses que justificariam os achados encontrados como a baixa oferta de procedimentos, problemas na marcação de consultas, elevado absenteísmo ou até mesmo numa baixa procura da população por esses serviços. Essas questões trazem à tona a importância de um monitoramento constante dos dados do SISREG III e a necessidade da investigação e aprofundamento no que diz respeito às razões das situações encontradas. Essa busca exige a participação de vários atores envolvidos na gestão e na atenção dentro do território do DS V confirmando as hipóteses colocadas neste estudo ou buscando outras respostas para as dificuldades encontradas. Isso fortalece o uso do SISREG III como um instrumento de apoio à gestão e à tomada de decisão, tornando-o importante para o planejamento, organização e monitoramento da rede. Por fim, os resultados deste estudo demonstram a importância da realização de levantamentos, de modo periódico, de modo particular para a DGRS, para que se possa ter um maior conhecimento sobre o processo de utilização de cotas nos distritos sanitários, suas necessidades e dificuldades, podendo desenvolver, dessa forma, estratégias que facilitem esse processo e permitam aos usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) um acesso qualificado aos serviços de saúde da rede.

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