UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO DE RISCO PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA NO BRASIL. Por: Bruno Souza de Medeiros Machado Orientador Prof. Jorge Tadeu Vieira Lourenço Rio de Janeiro Abril/2011

2 2 UNIVERSIDADE CANDIDO MENDES PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU INSTITUTO A VEZ DO MESTRE A IMPORTÂNCIA DO GERENCIAMENTO DE RISCO PARA O TRANSPORTE RODOVIÁRIO DE CARGA NO BRASIL. Monografia apresentada em cumprimento às exigências para obtenção de grau no curso de pósgraduação lato sensu de especialização em Gestão de Logística Empresarial. Por: Bruno Souza de Medeiros Machado

3 3 AGRADECIMENTOS A todos Durante a jornada desse curso, amigos e professores que dividiram comigo um pouco das suas energias, seus conhecimentos e das suas vidas. E com a ajuda dessas pessoas cheguei até aqui. Agradeço a Deus por ter me beneficiado através do contato com essas pessoas.

4 4 DEDICATÓRIA À minha família pelo apoio moral e financeiro e pela confiança depositada em mim, que proporcionou força, possibilidade e determinação para conclusão desse objetivo.

5 5 RESUMO Este estudo procura abordar sobre o roubo de carga no transporte rodoviário e de logística, checando as causas e as principais medidas preventivas empregadas no combate através do gerenciamento de risco. A função do gerenciamento de risco está relacionada a um conjunto de técnicas e medidas preventivas que permitem identificar, avaliar, evitar ou minimizar os efeitos de perdas ou danos que possam ocorrer no transporte de uma mercadoria, desde sua origem até o destino, incluindo o período de armazenagem. Dessa forma, faz com que as atividades da empresa sejam percebidas como eficientes pelos clientes, ao mesmo tempo em que diminui os prejuízos, pois são vários os custos associados ao transporte rodoviário de carga e logística que impacta diretamente na lucratividade das empresas, dentre outros fatores, foi realizado uma pesquisa bibliográfica objetivando relatar o cenário atual analisado por estes autores com relação ao roubo de carga. As conclusões apontam que o gerenciamento de risco é de fundamental importância não só para o setor de transporte de cargas e de logística, mais para toda a sociedade brasileira..

6 6 METODOLOGIA A pesquisa a ser apresentada, quanto aos objetivos que se propõe, será do tipo: bibliográfica e descritiva sobre o tema a importância do gerenciamento de risco para o transporte rodoviário de cargas no Brasil. Pois o desenvolvimento do trabalho será embasado nas informações contidas em livros, Sites, artigos e trabalhos acadêmicos disponibilizados na biblioteca da FUNENSEG (Escola Nacional de Seguros) e na Biblioteca Nacional. E descritiva, por respeitar as determinações de redação da monografia, conforme as regras estabelecidas pela ABNT (Associação Brasileira de Normas Técnicas) e pela Universidade Candido Mendes (através do manual de nosso Trabalho de Conclusão de Curso).

7 7 SUMÁRIO INTRODUÇÃO 08 CAPÍTULO I - Gerenciamento de Risco 10 CAPÍTULO II - Estratégia do Gerenciamento de Risco 19 CAPÍTULO III Impacto de Um Bom Gerenciamento de Risco 32 CONCLUSÃO 38 BIBLIOGRAFIA 39 ÍNDICE 42 ÍNDICE DE FIGURA 44

8 8 INTRODUÇÃO Este estudo tem por objetivo estabelecer a importância do gerenciamento de risco para o transporte rodoviário de cargas, já que com ferrovias precário, pouco incentivo para o transporte pluvial e os custos elevados de serviço aéreo, a opção mais utilizada para o escoamento da produção nacional é o transporte rodoviário que atualmente representa 61,5% do transporte de carga no Brasil, desempenhando um importante papel no cenário econômico de países desenvolvidos e em desenvolvimento, pois o transporte é fundamental para realização da distribuição de mercadorias. O Brasil é um país com características particulares, por apresentar uma diversidade de climas, vegetação e riquezas naturais. A região Sudeste é a mais desenvolvida economicamente devido a grande concentração de industrias que geram autos níveis de empregos para a população, com isso atraindo pessoas de outras regiões em busca de trabalho e oportunidades profissionais. De acordo com o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a população brasileira atual é de, aproximadamente 191 milhões de habitantes, sendo 40% desse total concentrado na região sudeste, representando um valor aproximado de 76 milhões de habitantes. Em algumas capitais do país, como São Paulo, Rio de Janeiro, Recife, Porto Alegre e Belo Horizonte, têm vivido nestes últimos anos um progressivo crescimento dos roubos e furtos de cargas em geral, somado ao péssimo estado da conservação da malha rodoviária brasileira que contribui bastante para a formação de um cenário nacional propício para o roubo, extravio, avarias, atrasos na entrega, quebra de contrato, desvalorização da marca e entre outros eventos imprevisíveis que possam ocorrer durante o trajeto da mercadoria. A falta de infra-estrutura, que atinge o modo de transporte rodoviário no Brasil, engloba uma série de fatores como balanças inoperantes, o envelhecimento de frota, a falta de sinalização e o próprio traçado das principais rodovias, que foram construídas a mais de

9 9 trinta anos quando a movimentação de mercadoria era muito inferior aos dias atuais. Com esse volume tão grande de produtos, muitas vezes de alto valor agregado circulando pelas rodovias nas caçambas dos caminhões, o roubo de carga se tornou crime comum. Para se ter idéia do impacto econômico dessa atividade criminosa, em 2008 foram registradas, segundo números apresentados pela FETCESP (Federação das empresas de transporte de carga de São Paulo e Região), ocorrências de roubos, um aumento de 2,46% em relação ao ano anterior, para o transportador rodoviário de cargas que opera seus serviços em um ambiente desfavorável, devido aos problemas apresentados no parágrafo anterior, a continuidade dos trabalhos está condicionada a adoção de medidas estratégicas em termos de gerenciamento do risco visando à redução dos custos dos riscos que impacta diretamente no lucro financeiro da empresa. Este trabalho tem como objetivo principal apresentar soluções para gestão e integração dos processos logísticos de forma a obter a máxima eficiência e eficácia no gerenciamento de risco de uma empresa. O primeiro capítulo é dedicado à importância e a política do gerenciamento de risco. O segundo capítulo apresenta a estratégia e a estrutura do gerenciamento de risco. O terceiro capítulo configura o impacto de um bom gerenciamento de risco, como por exemplo, à redução dos custos e a otimização de processos através da ajuda de algumas ferramentas como: indicadores e medidas de desempenho.

10 10 CAPÍTULO I GERENCIAMENTO DE RISCO... É o processo de melhor lidar com a incerteza quanto à ocorrência ou não das perdas. Um risco pode se tornar aceitável através de seu gerenciamento. Ser capaz de gerenciar, neste caso significa tentar evitar perdas, tentar diminuir a freqüência ou severidade de perdas ou poder pagar as perdas que ocorrem apesar de todos os esforços em contrário. (HOPE, 2002, p. 04). O conceito de gerenciamento de risco pode ser traduzido justamente como um conjunto de técnicas e medidas que visa identificar, avaliar, evitar ou minimizar perdas que uma empresa pode sofrer no transporte de mercadoria, sem falar na possibilidade de perda de vidas. Embora, o termo risco significa incerteza sobre a ocorrência ou não de uma perda ou prejuízo, tendo como base a identificação dos eventos indesejáveis, aspectos que pressupõem alguma forma de tentar compreender a regularidade dos fenômenos e a outra linha refere-se à esfera dos valores, em que risco pressupõe colocar em jogo algo que é valorizado. Atualmente, um planejamento de uma política preventiva ajuda a diminui a ocorrência de eventos, como avarias, roubos de carga armazenada e assaltos nos diversos trajetos, para isso, contamos com normas rigorosas que direcionam, por exemplo, locais de paradas obrigatórias que os motoristas devem respeitar ao longo do percurso, aliado a contratação de empresa de segurança patrimonial, que tem dificultado bastante as ações dos meliantes. O processo de gerenciamento de risco, no transporte de cargas, tem inicio no recebimento da mercadoria pelo embarcador e estende-se até a chegada da mercadoria no destino, conforme o contrato firmado. Sendo o transportador o responsável pela carga enquanto esta estiver no seu poder (na coleta, armazenagem, transferência e na entrega).

11 11 Historicamente o gerenciamento de risco é visto como uma das atividades fundamental da logística, utilizando-se de algumas ferramentas para coibir a previsibilidade nos trajetos percorridos. Criando assim, medidas preventivas a fim de minimizar os riscos que a carga transportada está exposta. Porém, sendo administradas de forma integrada. Através de identificação, dimensionamento e controle dos riscos, que é o ponto fundamental do método de gerenciamento de risco, fazendo com que se torne uma atividade altamente especializada que exige profissionais capacitados, aliados a uma tecnologia de ultima geração. Através da analise do risco é que podemos definir os pontos de maiores riscos e os de menores riscos e levar as empresas gerenciadoras ao tratamento adequado a cada etapa do processo. Logística é o processo de gerenciamento estratégico de compra, do transporte e da armazenagem de matérias-primas, partes e produtos acabados (além dos fluxos de informação relacionados) por parte da organização e de seus canais de marketing, de tal modo que a lucratividade atual e futura seja maximizada mediante a entrega de encomendas com o menor custo associado. (CHRISTOPHER, 2007, p.03). Atualmente o gerenciamento de risco é efetivamente integrado a logística, o seu objetivo é disponibilizar o material certo, no local de produção ou consumo certo, no momento certo e em condição utilizável ao custo mínimo para a plena satisfação do cliente Importância do gerenciamento de risco O estudo da importância do gerenciamento de risco é uma atividade fundamental no processo logístico, por meio de métodos preventivos, que visam minimizar perdas materiais, financeiras e humanas. Com o auxílio de ferramentas corretas para apuração de possíveis adversidades no transporte, consistindo no planejamento das ações de prevenção de riscos operacionais relacionados à segurança das cargas transportadas, objetivando minimizar os

12 12 índices de prejuízos, garantindo a qualidade dos serviços prestados e o cumprimento dos prazos de entrega contratados. Segundo Moura (2004), o gerenciamento de risco permite que a empresa tenha um sistema de rastreamento instalado, oferecendo para seus clientes a mais ampla cobertura securitária, na forma da legislação vigente, assim como a administração da movimentação da frota. Esta movimentação é feita pelo sistema de rastreamento, que possibilita o acompanhamento ou rastreamento de cada veículo durante todo o percurso de transporte. O gerenciamento de risco é visto como um recurso produtivo que em conjunto com a logística agrega valor para o cliente, sendo vários os motivos para uma empresa manter de forma constante em suas operações de deslocamentos de cargas. Em 2006, de acordo com a estimativa da assessoria de segurança da associação nacional do transporte de carga e logística (NTC & LOGÍSTICA). O transporte nacional de cargas movimenta cerca de 70% do produto interno bruto, e que o Brasil possui mais de 1,5 milhão de veículos de carga e a segunda maior malha rodoviária do mundo, com 1,7 milhão de quilômetros, podemos dimensionar claramente a importância que as atividades de gerenciamento de risco têm para o transporte e nos concentrando em sua vertente mais flagrante que é roubo de carga, que causa anualmente cerca de Um bilhão em prejuízos para a economia nacional. Embora o tema da pesquisa esteja voltado para o transporte rodoviário de carga. No Brasil, a matriz de transporte está dividida da seguinte forma, em relação aos modos: Modo rodoviário: Representa 60,49% do total transportado, em termos de peso e volume. Modo ferroviário: Representa 20,86%, sendo a grande maioria o transporte de minério em geral. Modo aquaviário: Representa 13,86%. Alguns portos como o de Santos SP, Suape PE, Vitória ES, Rio de Janeiro - RJ e São Luiz MA, são de grande relevância para o setor, possuindo uma estrutura que proporciona maior operacionalidade.

13 13 Modo dutoviário: Representa 4,46%. Petróleo, derivado e gás natural. Modo aeroviário: Representa 0,33%. Destaca-se que, apesar de pouco peso e volume, o valor comercial transportado é bastante representativo, pois normalmente são embarcados volumes contendo, por exemplo, jóias, medicamentos e cosméticos importados. A figura 1 ilustra a representatividade de cada modo de transporte na matriz de transporte de carga no Brasil: Figura 1. Composição Percentual das Cargas (extraída ATC, 2006, p.100) Vale ressaltar que, o modal rodoviário é o principal responsável por escoar a produção do país e o motivo por manter o gerenciamento de risco está relacionado com eventos indesejáveis durante o percurso da mercadoria, por isso é necessário manter determinados níveis de serviços que possam atender as necessidades dos clientes, bem como minimizar os custos da movimentação Tipos de gerenciamento de risco Como os riscos constituem parcela considerável no resultado das empresas, eles recebem atualmente um tratamento diferenciado principalmente pelo aumento na incidência do roubo de carga. Podendo ser classificado por diversas maneiras, os mais usuais são:

14 14 Consultoria de segurança para avaliação dos riscos: Utilizada para o conhecimento profundo das operações logísticas e de transportes. Buscando normalizar e detectar falhas na segurança e nas operações de transportes. Cadastro: Este trabalho é o responsável em detectar indivíduo ligado as operações de transportes que possuem qualquer tipo de limitações cadastrais que possam a vir comprometer a operação do transporte de carga. Manutenção preventiva: Providência tomada pelo transportador visando detectar problemas mecânicos no veículo transportador. Roterização: Mapeamento e pesquisa das principais rodovias no território nacional, com o objetivo de conhecer as condições das estradas, rastreada pelo GPS dos Postos Fiscais, Policias Rodoviárias, bases de abastecimentos que possuam e boa estrutura para a parada de veículos de carga. Rastreamento / Monitoramento: Busca a localização dos veículos de transporte de carga pelo GPS, transmitindo informações aos operadores, em escala de intervalos regulares, onde e como o veículo se encontra. Capaz de detectar várias situações como abertura de portas, velocidade, desengate de carretas e corte de combustível, possibilitando a tomada de medidas preventivas ou corretivas a partir da central de monitoramento. Escolta: Utilizadas como complemento do rastreamento para acompanhar o trânsito dos veículos, quando a mercadoria transportada for de alto valor agregado ou quando a mercadoria for visada para roubo. São utilizadas uma ou mais viaturas de escolta que acompanham o veículo transportador. Esse acompanhamento é realizado por empresas legalmente constituídas, especializadas e autorizadas pelo Ministério da Justiça. Podem ser ostensivas, quando os veículos de escolta são expressamente identificados e os funcionários uniformizados, ou veladas, quando são efetuadas por veículos que não possuem identificação.

15 15 Treinamento: Todas as pessoas ligadas à operação de transporte são submetidas a treinamentos de forma constante, sobre o manuseio dos equipamentos de rastreamento e monitoramento e sobre as normas de segurança da empresa. Sempre que possível, os conhecimentos de motoristas são reciclados em cursos de segurança, direção defensiva e operação dos equipamentos de Gerenciamento de Risco colocado nos veículos transportadores. Estes instrumentos são de muita importância no Gerenciamento de Riscos, pois trabalha diretamente com a conscientização de pessoas ligada a operação de transporte, das quais depende o sucesso de qualquer operação de Gerenciamento de Riscos. Desconcentração de risco: Devido aos altos índices de roubos de cargas, detectamos quais são as mercadorias mais visadas pelas quadrilhas. Cientes destes fatos, os transportadores não devem concentrar mercadorias de alto valor agregada ou visada de roubo num mesmo veículo, evitando ao máximo o transporte de mercadorias em comboios (dois ou mais veículos transportadores). Este método pode também ser aplicado na armazenagem em depósitos intermediários utilizados pelos transportadores. Segurança em depósito: O crime organizado em relação ao roubo de cargas possui dinamismo próprio significando em dizer que quando os envolvidos nas operações de transportes passaram a investir na segurança durante o deslocamento da carga, as quadrilhas começaram a desenvolver uma nova tática de furto especializada nos depósitos, armazéns utilizados pelas transportadoras e operadores logísticos. A lógica usada pelos meliantes é simples e têm como alvos as operações mais vulneráveis. Neste sentido, os investimentos em segurança em depósito encontram-se no rol das medidas de gerenciamento de riscos mais importantes atualmente.

16 Custos associados ao gerenciamento de risco Com o crescimento dos problemas, até aqui abordado, as atenções dos tomadores de serviços e das companhias seguradoras, se voltaram para as exigências quanto ao investimento em segurança. As empresas buscam sistemas e opções para prevenir, ou em alguns casos, reagir contra os problemas, contratando procedimentos de comunicação entre o caminhão e suas sedes operacionais que permitem hoje com o avanço da tecnologia que seus motoristas comuniquem fatos suspeitos durante o trajeto. Segundo Souza (2006), as empresas gastam em média de 12% a 15% do seu faturamento com medidas de segurança, algumas empresas de grande porte nas quais esse valor pode chega em torno de 17% deste total, o que inclui os custos com apólices de seguros e as atividades preventivas propriamente ditas, recomendando que a cobrança individualizada seja de 0,30% sobre o valor da mercadoria. Em face ao capital disponibilizado pelas empresas para este tipo de operações, não é a toa que algumas empresas estão montando sistemas próprios para tentar reduzir esses custos, sem comprometer a qualidade da operação e a satisfação de seus clientes e conseqüentemente aumentando o lucro sobre o capital investido A política de prevenção de perdas no gerenciamento de risco A função da política de prevenção de perdas é planejar as atividades desenvolvidas pelo gerenciamento de risco. Os níveis de risco precisam ser estipulados para atender as necessidades dos clientes, sem empatar capital desnecessário. Para isso é preciso que o planejamento do risco tema as informações atualizadas de forma constantes para que a análise do risco seja feita. Para o desenvolvimento do estudo desta política de prevenção de perdas, elaboramos uma pesquisa de campo com o apoio da Companhia de Seguros Generali do Brasil, que segundo o gerenciador de risco Fernando

17 17 Pacheco (2009), o departamento de prevenção de perdas, possui as seguintes responsabilidades: Análise do Gerenciamento de Risco: Os seguros de transporte cujo gerenciamento de risco é obrigatório são analisados pelo Departamento de Prevenção de Perdas. Neste processo são verificadas as operações logísticas do segurado, os procedimentos operacionais e os de gerenciamento e controle de riscos. Neste momento são efetuadas recomendações de melhoria (quando necessário) para adequação dos quesitos mínimos de segurança e gerenciamento de risco. Referência de Empresas de Gerenciamento de Risco: todas as empresas de gerenciamento de risco passam por um rigoroso processo de homologação. Este processo consiste na visita técnica à matriz da empresa onde são avaliados os sistemas operacionais, de cadastro e consulta de motoristas, ajudantes, veículos, as centrais de rastreamento, os sistemas de segurança de acesso, os sistemas de segurança de informação, procedimentos operacionais, capacitação técnica de seus funcionários e contingências, redundâncias de seus sistemas e processos. Referência de Equipamentos de Rastreamento: as homologações dos equipamentos de rastreamento para as operações de transporte são efetuadas em parceira com empresas de gerenciamento de risco. Neste processo são verificadas as especificações técnicas do equipamento, bem como o hardware e software de rastreamento. Após esta verificação, são efetuados testes nos equipamentos para medição da confiabilidade, durabilidade e eficiência tanto do próprio equipamento como do sistema de rastreamento durante um prazo mínimo de 30 dias. Projetos de Gerenciamento de Risco: O Departamento de Prevenção de Perdas elabora, juntamente com seus parceiros gerenciadores de risco, projetos de gerenciamento de risco para os segurados que necessitam deste tipo de serviço. São analisados as operações logísticas e procedimentos operacionais para que o projeto possa ser

18 18 implantado de forma a não dificultar as operações cotidianas, porém também garantindo a segurança necessária para a operação. Análise de Modelos de Acompanhamento: Conforme os valores transportados, mercadoria transportada e local de trânsito é possível desenhar modelos de acompanhamento para uma garantia maior na segurança nas operações de transporte. Estão disponíveis os seguintes modelos: a. Escolta armada. b. Escolta velada. c. Patrulhamento. Estudo de Rotas: estes estudos podem ser realizados visando à redução do risco de roubo e / ou acidentes rodoviários. São efetuados principalmente nas operações de transferência de mercadorias devido ao alto valor transportado e do tipo de mercadoria transportado. Os critérios utilizados nos estudos de rotas variam de acordo com o tipo de mercadoria. Benchmark em Prevenção de Perdas: Troca de informações a respeito de novas tecnologias e metodologias de prevenção de perdas e controle de riscos com os Departamentos de Prevenção de outras Seguradoras. Através de reuniões periódicas são debatidas informações relativas ao mercado das gerenciadoras e empresas de rastreamento, além de experiências em projetos de gerenciamento de riscos e operações logísticas.

19 19 CAPÍTULO II Estratégia do Gerenciamento de Risco Para definirmos a estratégia do gerenciamento de risco, antes devemos ter como parâmetro qual a dimensão do problema e certamente como queremos eliminá-lo. Para tal, Devemos criar a estratégia. Segundo Oliveira (2007), estratégia é a ação ou caminho mais adequado a ser executado para alcançar o objetivo, desafio e a meta. É importante procurar substabelecer estratégias alternativas para facilitar as alterações dos caminhos ou ações de acordo com as necessidades. As estratégias podem ser estabelecidas por área funcional da empresa. A partir das estratégias, devem ser desenvolvidos os projetos, os quais são consolidados através de plano de ação, estabelecendo a melhor direção a ser seguido pela empresa. Para desenvolvermos a estratégia de gerenciamento de riscos faz-se necessária à nomeação de um gestor para o projeto, que deverá ter habilidade para conduzir um processo de integração entre os departamentos da sua empresa, como também, ter habilidade para desenvolver atividades que determinem mudanças de procedimentos dentro da logística de transporte de carga da empresa. Neste padrão, o projeto inicia-se pelo estudo do histórico sobre a empresa enquanto produtora de bens e, em paralelo, sobre o histórico de sinistros registrados ao longo dos anos. Segundo Silva (2003), o período histórico a ser pesquisado varia de acordo com a disponibilidade de informações, com a diversificação de problemas detectados ou mesmo com o nível de comprometimento que se queira impor ao Programa de Gerenciamento de Riscos, podemos ter um caso em que as ocorrências de acidentes no trânsito que tem como causa tombamentos, colisões e outras, são acumuladas durante anos e sazonalmente, tornam-se significativas em determinados períodos do ano. Em outros casos podemos ter ocorrências de roubos seqüenciais e de quantidade intensa em apenas dois meses, durante o ano, após longo período de ausência deste tipo de ocorrência.

20 20 Ao realizarmos uma pesquisa, conforme o perfil das ocorrências, e restringirmos ao máximo o período de análise, que estarão abrangendo informações significativas como, por exemplo, aquelas que nos digam que em um determinado momento da história, a empresa decidiu trocar os prestadores de serviços ou o tipo de transporte adotado, deixando de contratar transportadoras com veículos de frota própria, passando ao sistema de terceirização de veículos e mão-de-obra, através dos prestadores de serviços de transportes ou vice-versa. Considerarmos que um determinado transportador apresenta índices expressivos de ocorrência em um período restrito da sua história, e que, por uma associação de fatos e análise dos seus efeitos venhamos a concluir sobre o surgimento de uma organização voltada para expropriar seus bens, uma análise de longo período histórico de anos anteriores não será significativa para a descoberta da estratégia adequada à contenção das ocorrências. Esta servirá apenas para a confirmação de que os fatos são restritos ao período recente Métodos de Análise de Riscos As ocorrências com eventos indesejáveis durante o deslocamento da mercadoria devem ser interpretadas como um fator de desconformidade no processo logístico. Para analisarmos os fatores de vulnerabilidade devemos utilizar um método que possa explorar o processo de forma a conhecer seus fundamentos e os fatores diretos e indiretos que contribuam para a distorção dos resultados pretendidos. Para analisarmos e definirmos a estratégia a serem empregadas no gerenciamento de risco algumas ferramentas desenvolvidas pelo Dr. Ishikawa, podem ser usadas no levantamento dos sintomas ou causas que promovem os efeitos indesejados durante o deslocamento da mercadoria, dentre elas podemos destacar o Diagrama de Causa e Efeito e o ciclo de PDCA.

21 21 Figura 2. Diagrama de Causas e Efeitos (extraída de ISHIKAWA, 1995, p.165). O Diagrama de Causas e Efeitos é largamente utilizado desde a década de 60, em ambientes industriais para a localização de causas da dispersão da qualidade no produto e no processo de produção. Este diagrama permite uma análise dos problemas organizacionais genéricos utiliza este método para a identificação de direcionadores que potencialmente levam a efeitos indesejáveis do processo. Ao aplicarmos o diagrama de causas e efeitos devemos explorar ao máximo todos os fatores previstos no processo operacional buscando o efeito satisfatório, definido, em nosso caso, pela garantia da entrega do produto transportado, dentro do prazo previsto e com os padrões de qualidade definido no processo de gerenciamento de risco. Considerando o fato de conhecer o processo e detectar as causas da quebra da segurança que traz como efeito o não atendimento do cliente no prazo e nas condições desejadas, devemos detectar a vulnerabilidade que quantifica o fator risco existente e que sujeitará a empresa aos problemas relacionados ao bem-estar do consumidor final. Segundo Silva (2003), a resposta está na consciência sobre o que esperamos obter com a análise do processo e sobre as críticas para encontrar

22 22 as vulnerabilidades. Não devendo confundir os meios com os objetivos e com o intuito de não obter reações negativas de prevenção para identificar o problema e propor o algo a mais. Para atingir a prevenção desejada é necessário reconhecer que, na pior das hipóteses, haverá necessidade de promover uma mudança radical sobre as liberdades existentes, mesmo que esta possa atingir o mais alto escalão do departamento envolvido no problema. Para isso devemos especificar a forma de desenvolver a mesma atividade, mas com controles que permitam agregar fatores de segurança nunca antes praticados. Confirmada esta consciência sobre a necessidade de mudanças, iniciase então, a aplicação do método P.D.C.A, onde faremos o planejamento do programa de gerenciamento de riscos abordando no primeiro passo a análise sobre o problema com suas causas e efeitos. Ainda na fase do planejamento estaremos estabelecendo as metas que desejamos atingir e os métodos que utilizaremos para essa finalidade. Este será o segundo passo e aqui estará envolvido todo o esforço para atingir a mudança e alcançar os objetivos. Na fase da execução (do) o terceiro passo será a aplicação do planejamento. Neste ato será desenvolvido o treinamento, os controles, a mudança da infra-estrutura ou a aplicação de novos métodos operacionais definidos aprovados na fase 2, a partir das análises realizadas na fase 1. A fase seguinte será a da verificação (check). Esta fase reúne as características de gestão plena sobre o processo conduzindo uma constante análise por indução ou dedução sobre a validade do programa proposto. Quer por interferência por amostragem ou por participação permanente em algumas das fases é nesta etapa que procedem aos testes sobre os conceitos planejados e na reformulação necessária. Finalmente, o programa se cumpre com as atividades dos passos 5 e 6 na fase da ação (action). Esta fase determina a agilidade para reformular os procedimentos inválidos detectados na fase anterior e, definitivamente, padronizar os processos que comprovadamente oferecem garantias para evitar os prejuízos indesejáveis. Esta padronização deve ser clara e mantida no ciclo operacional com permanente aferição sobre o seu cumprimento.

23 23 Figura 3. Ciclo de P.D.C.A (extraída de ISHIKAWA, 1995, p.143) A eficácia do programa proposto será atingida através da análise preliminar, elaborando um sistema que neutralize as causas fundamentais do risco e não apenas os seus sintomas. Para isso o programa de gerenciamento de riscos deverá contar com a participação incondicional de todos os envolvidos. Do patrocinador aos executores na mais simples atividades, todos deverão entender o seu papel e a sua importância no sistema preventivo Estrutura do Gerenciamento de Risco Conhecidas as premissas que devem ser utilizadas para a análise e elaboração do programa adequado ao gerenciamento de riscos, passamos agora para o entendimento sobre a infra-estrutura normalmente requerida para o controle e condução do projeto. Segundo Silva (2003), um projeto de gerenciamento de risco passa por determinadas fases, conforme ilustrado na figura 4.

24 24 Setor De Cadastro Setor de Desenvolvimento Tecnológico Setor de Controle Operacional Projeto de Setor De Planejamento Gerenciamento de Risco Setor de Apoio Operacional Setor De Averiguações Setor de Análise de Informações Figura 4. Matriz de Infra-estrutura aplica ao gerenciamento de risco (adaptação própria) Setor de Planejamento O Setor de Planejamento é o responsável pela aplicação das técnicas previstas na etapa inicial do projeto. Este é o setor que interage com o cliente em busca das informações que ofereçam possibilidade de detecção da causa sobre os prejuízos que se pretende eliminar.

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS

TRANSQUALIT GERENCIAMENTO DE RISCOS TRANSQUALIT Transqualit GRIS GERENCIAMENTO DE RISCOS INTRODUÇÃO Organizações de todos os tipos estão cada vez mais preocupadas em atingir e demonstrar um desempenho em termos de gerenciamento dos riscos

Leia mais

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva

Unidade IV GERENCIAMENTO DE. Prof. Altair da Silva Unidade IV GERENCIAMENTO DE TRANSPORTE Prof. Altair da Silva Transporte em area urbana Perceba o volume de caminhões que circulam nas áreas urbanas em nosso país. Quais são os resultados para as empresas

Leia mais

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima

Auditoria de Sistemas. UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria de Sistemas UNIPAC Ipatinga Segurança e Auditoria de Sistemas Prof. Thiago Lopes Lima Auditoria É uma atividade que engloba o exame das operações, processos, sistemas e responsabilidades gerenciais

Leia mais

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA.

DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. DEFINIÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS E DOS DESAFIOS DO TRANSPORTE URBANO DE CARGA. Caro participante, Agradecemos a sua presença no III Megacity Logistics Workshop. Você é parte importante para o aprimoramento

Leia mais

CONHEÇA A VALECARD TODA ESSA ESTRUTURA EXISTE PRA VOCÊ: Reduzir custos. Ganhar tempo. Organizar processos.

CONHEÇA A VALECARD TODA ESSA ESTRUTURA EXISTE PRA VOCÊ: Reduzir custos. Ganhar tempo. Organizar processos. CONHEÇA A VALECARD Soluções completas e integradas para a gestão de benefícios, gestão financeira e de frotas. Cartões aceitos em todo território nacional, por meio da Redecard, Cielo e ValeNet, o que

Leia mais

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE

Leia mais

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com

TMS e Roteirizadores. Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com TMS e Roteirizadores Breno Amorim brenoamorim@hotmail.com Definição TMS (Transportation Management System) é um produto para melhoria da qualidade e produtividade de todo o processo de distribuição. Este

Leia mais

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO POR SATÉLITE PARA MELHOR EFICIÊNCIA DA GESTÃO LOGÍSTICA - ESTUDO DE CASO

GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE RASTREAMENTO POR SATÉLITE PARA MELHOR EFICIÊNCIA DA GESTÃO LOGÍSTICA - ESTUDO DE CASO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& GESTÃO DA INOVAÇÃO - UTILIZAÇÃO DA TECNOLOGIA DE

Leia mais

Scania Serviços. Serviços Scania.

Scania Serviços. Serviços Scania. Serviços Scania Scania Serviços. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar Tudo bem do o que seu o Scania, você precisa em um para só lugar. cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS

Leia mais

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL

A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL A GAMA TECNOLOGIA E SEGURANÇA PATRIMONIAL, entendendo a necessidade do mercado em serviços relacionados a segurança e proteção do patrimônio, reúne as melhores tecnologias em soluções de segurança e geolocalização.

Leia mais

Grupo Security Forçan

Grupo Security Forçan 1 - APRESENTAÇÃO DA EMPRESA O Grupo Forçan é uma das empresas com maior aceitação no mercado de terceirização de serviços atuando de forma eficaz e oferecendo serviços de alta qualidade através de mão

Leia mais

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM.

DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. DEFINIÇÃO DE UMA ESTRATÉGIA DE PREÇO DE FRETE DE CARGA FRACIONADA PARA UMA TRANSPORTADORA DA REGIÃO METROPOLITANA DO MUNICÍPIO DE BELÉM. Leonardo Silva Figueredo (UNAMA) leonardosfigueredo@hotmail.com

Leia mais

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança

Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br. Manual de Segurança Tel. (11) 5592-5592 / www.fortknox.com.br Transporte de Carga Vol. IX Manual de Segurança Apresentação A tualmente, cerca de 63% das cargas que circulam pelo País são transportadas por vias rodoviárias.

Leia mais

Categoria: Case: PAMTAX

Categoria: Case: PAMTAX PRÊMIO ANSP 2005 Categoria: Empresas de Prestação de Serviços Case: PAMTAX 2 Í N D I C E SINOPSE Pág. 4 PROBLEMA Pág. 5 A situação das seguradoras Pág. 6 A situação das transportadoras Pág. 8 SOLUÇÃO Pág.

Leia mais

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar.

Serviços Scania. Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. Serviços Scania Serviços Scania. Tudo o que o você precisa para cuidar bem do seu Scania, em um só lugar. SERVIÇOS SCANIA Serviços Scania. Máxima disponibilidade do seu veículo para o melhor desempenho

Leia mais

6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos

6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos 6 Benefícios operacionais e financeiros atingidos após implantação do roteirizador de veículos 6.1 Introdução Esse capítulo tem o objetivo de descrever todos os ganhos observados após a implantação do

Leia mais

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.

A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2. A Aon Global Risk Consulting (AGRC), líder mundial em consultoria de gestão de riscos, está presente em mais de 120 países. São mais de 2.000 consultores que se dedicam de forma integral à gestão de riscos

Leia mais

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar.

Localização e Inteligência Móvel. Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. Localização e Inteligência Móvel Com a iguard todos os caminhos levam sua empresa onde ela precisa chegar. 1 2 Localização e Inteligência Móvel Todos os dias sua empresa enfrenta grandes desafios para

Leia mais

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial.

visão, missão e visão valores corporativos Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. visão, missão e valores corporativos visão Ser uma empresa siderúrgica internacional, de classe mundial. MISSÃO O Grupo Gerdau é uma Organização empresarial focada em siderurgia, com a missão de satisfazer

Leia mais

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.

TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008. Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov. TREINAMENTO ITAIM INTERPRETAÇÃO DA NORMA NBR ABNT ISO 9001:2008 Maria das Graças Ferreira mgferreira@prefeitura.sp.gov.br 11 3104-0988 Este treinamento tem por objetivo capacitar os participantes para

Leia mais

ALGUNS DIFERENCIAIS. Operadores a Diretoria.

ALGUNS DIFERENCIAIS. Operadores a Diretoria. A EMPRESA Desde nossa fundação em 1987, nos especializamos em Sistemas de Segurança. Ao longo destes anos de atuação no mercado, acumulamos experiência também em várias áreas como: Monitoramento, Logística,

Leia mais

Visões sobre a padronização mínima de "PGR s" - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso

Visões sobre a padronização mínima de PGR s - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso Visões sobre a padronização mínima de "PGR s" - Planos de Gerenciamento de Riscos e DDR s Declaração de Dispensa de Direito de Regresso Gostaria de iniciar com algumas definições sobre os riscos da atividade

Leia mais

O que você encontrará nesse e-book? Sumário

O que você encontrará nesse e-book? Sumário Sumário O que você encontrará nesse e-book? O que é Telemetria...03 Telemetria e Rastreamento...09 De que maneira a Telemetria contribui para a gestão a frota?...11 Cuidados ao escolher um sistema de telemetria...21

Leia mais

O que você encontrará nesse e-book? Sumário

O que você encontrará nesse e-book? Sumário [ E-BOOK] Sumário O que você encontrará nesse e-book? Lei N.º 13.103/15 Lei dos Motoristas...03 Como fazer controle de jornada...07 Controle de Jornada...09 Portaria Nº 373...17 Conclusão...20 Material

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE ALTA TAXAS CADA

Leia mais

Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas

Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas Custeio do Transporte Rodoviário de Cargas SUMÁRIO 1. Link Aula Anterior; 2. Gestão de Custos X Gastos; 3. Custo Direto, Indireto, Fixo e Variável; 4. Custo Marginal, Histórico, Orçado. 5. Etapas do Custeio;

Leia mais

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS

O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS 190 O PAPEL DA LOGÍSTICA NAS ORGANIZAÇÕES: UM ESTUDO DE CASO EM UMA DISTRIBUIDORA DE ALIMENTOS Douglas Fernandes, Josélia Galiciano Pedro, Daryane dos Santos Coutinho, Diego Trevisan de Vasconcelos, Regiane

Leia mais

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS

COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS COMO A TECNOLOGIA PODE AJUDAR UM ATACADISTA DISTRIBUIDOR A REDUZIR CUSTOS 1 ÍNDICE 1. Introdução... 2. Por que preciso investir em tecnologia?... 3. Cinco passos para usar a tecnologia a meu favor... 4.

Leia mais

Gerencie adequadamente os custos da sua frota

Gerencie adequadamente os custos da sua frota Gerencie adequadamente os custos da sua frota O que é gestão de Frota? De acordo com definição encontrada no livro Gerenciamento de Transporte e Frota, o termo gestão de frota representa a atividade de

Leia mais

Política de Segurança da Informação

Política de Segurança da Informação Política de Segurança da Informação 29 de janeiro 2014 Define, em nível estratégico, diretivas do Programa de Gestão de Segurança da Informação. ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 PÚBLICO ALVO... 3 3 RESPONSABILIDADES

Leia mais

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA.

EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA. EDITAL CONCORRÊNCIA 02/2015 ANEXO VI - ESPECIFICAÇÃO DO SISTEMA DE MONITORAMENTO DA FROTA. 1. Sistema de Monitoramento da Frota O Sistema de Monitoramento da Frota será implantado pela concessionária para

Leia mais

PRODUTOS PARA VOCÊ TRADIÇÃO E QUALIDADE EM SERVIÇOS!

PRODUTOS PARA VOCÊ TRADIÇÃO E QUALIDADE EM SERVIÇOS! PRODUTOS PARA VOCÊ TRADIÇÃO E QUALIDADE EM SERVIÇOS! sdfgdfhfdgfsgfdgfsdg sdfgsdgsfdgfd PRODUTOS PARA VOCÊ PRODUTOS PARA VOCÊ Simples e econômico: com apenas uma apólice, toda sua frota fica segurada.

Leia mais

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas

Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Matriz para avaliação do sistema de Distribuição de produtos do setor de bebidas Isabel Marcia Rodrigues (UTFPR) imarcia.r@hotmail.com João Carlos Colmenero (UTFPR) colmenero@utfpr.edu.br Luiz Alberto

Leia mais

Transporte Rodoviário de Cargas. Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas

Transporte Rodoviário de Cargas. Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas Transporte Rodoviário de Cargas Panorama do Setor Eficiência Energética e Metodologia de Avaliação de Empresas Panorama do Segmento de Transporte Rodoviário de Carga Brasileiro Panorama TRC Infraestrutura

Leia mais

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências.

Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. PORTARIA No- 192, DE 12 DE FEVEREIRO DE 2010 Institui a Política de Segurança da Informação da Advocacia-Geral da União, e dá outras providências. O ADVOGADO-GERAL DA UNIÃO, no uso de suas atribuições

Leia mais

DECLARAÇÃO. Quando as mercadorias forem usadas, as coberturas do seguro ficam automaticamente reduzidas para a COBERTURA BÁSICA RESTRITA C nº 01.

DECLARAÇÃO. Quando as mercadorias forem usadas, as coberturas do seguro ficam automaticamente reduzidas para a COBERTURA BÁSICA RESTRITA C nº 01. São Paulo, 31 de outubro de 2014. À RODOBORGES EXPRESS LOG INTEGRAD LTDA EPP CNPJ: 01.375.753/0003-06 CNPJ: 01.375.753/0004-97 DECLARAÇÃO Declara-se para todos os fins e efeitos que, a partir das 24 horas

Leia mais

Planilha Referencial de Custo de Transporte Rodoviário com Equipamento Silo ( Granéis Sólidos )

Planilha Referencial de Custo de Transporte Rodoviário com Equipamento Silo ( Granéis Sólidos ) Planilha Referencial de Custo de Transporte Rodoviário com Equipamento Silo ( Granéis Sólidos ) DECOPE/NTC A planilha referencial de granéis sólidos foi elaborada pelo DECOPE/NTC&LOGÍSTICA sob supervisão

Leia mais

APLICABILIDADE DA ESPECIFICAÇÃO PAS 99:2006 COMO MODELO INTEGRADO DE GESTÃO - UM ESTUDO DE CASO

APLICABILIDADE DA ESPECIFICAÇÃO PAS 99:2006 COMO MODELO INTEGRADO DE GESTÃO - UM ESTUDO DE CASO ! "#$ " %'&)(*&)+,.- /10.2*&4365879&4/1:.+58;.2*=?5.@A2*3B;.- C)D 5.,.5FE)5.G.+ &4- (IHJ&?,.+ /?=)5.KA:.+5MLN&OHJ5F&4E)2*EOHJ&)(IHJ/)G.- D - ;./);.& APLICABILIDADE DA ESPECIFICAÇÃO PAS 99:2006 COMO

Leia mais

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento

índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento índice A Empresa Nossa Infra Estrutura Porque utilizar Simulação Benefícios do Treinamento Metodologia de Ensino Simuladores Sistema de Treinamento Modalidades de Treinamento Avaliação Profissional Nossos

Leia mais

APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas

APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas APÓLICE COLETIVA DE SEGURO DE TRANSPORTE Coletânea de Perguntas e Respostas 1. A quem se destina a apólice? R.: Destina-se às empresas associadas ao SICEPOT-MG, sendo extensivo às empresas do mesmo grupo

Leia mais

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol

Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos. Profª Caroline Pauletto Spanhol Logística e Gerenciamento da Cadeia de Suprimentos Profª Caroline Pauletto Spanhol Cadeia de Abastecimento Conceitos e Definições Elementos Principais Entendendo a Cadeia de Abastecimento Integrada Importância

Leia mais

Indicadores Gestão da Ética

Indicadores Gestão da Ética Indicadores Gestão da Ética Identificação Segmento: Diversos Resultados Sua Pontuação: 0 Sua Avaliação: INICIANTE Descrição: A empresa utiliza muito pouco ou praticamente nenhuma ferramenta de gestão de

Leia mais

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo

LOGÍSTICA & BRASIL Artigo O artigo aborda relações entre logística, formação profissional e infra-estrutura do país. São debatidas questões sobre a evolução da logística no Brasil, a preparação educacional do profissional de logística

Leia mais

CONTROLE ESTRATÉGICO

CONTROLE ESTRATÉGICO CONTROLE ESTRATÉGICO RESUMO Em organizações controlar significa monitorar, avaliar e melhorar as diversas atividades que ocorrem dentro de uma organização. Controle é fazer com que algo aconteça como foi

Leia mais

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO

RIO GRANDE DO SUL CONTROLE INTERNO 1/17 1 - DOS OBJETIVOS a) Regulamentar procedimentos de controle da frota de veículos leves e pesados da Prefeitura, visando otimizar o uso dos mesmos e reduzir custos de manutenção. 2- DOS ASPECTOS CONCEITUAIS

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 785, DE 2011 (Apenso o Projeto de Lei nº 910, de 2011)

PROJETO DE LEI N o 785, DE 2011 (Apenso o Projeto de Lei nº 910, de 2011) COMISSÃO DE VIAÇÃO E TRANSPORTES PROJETO DE LEI N o 785, DE 2011 (Apenso o Projeto de Lei nº 910, de 2011) Dispõe sobre a obrigatoriedade de existência de Pontos de Apoio nas rodovias e dá outras providências.

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL

A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL A IMPORTÂNCIA DA CONTABILIDADE GERENCIAL NA GESTÃO EMPRESARIAL Aldemar Dias de Almeida Filho Discente do 4º ano do Curso de Ciências Contábeis Faculdades Integradas de Três Lagoas AEMS Élica Cristina da

Leia mais

Líder em consultoria no agronegócio

Líder em consultoria no agronegócio MPRADO COOPERATIVAS mprado.com.br COOPERATIVAS 15 ANOS 70 Consultores 25 Estados 300 cidade s 500 clientes Líder em consultoria no agronegócio 1. Comercial e Marketing 1.1 Neurovendas Objetivo: Entender

Leia mais

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA

LOGÍSTICA. Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA Curso: Gestão Comercial Prof. Daniel Rossi LOGÍSTICA 1.0 UMA FUNÇÃO ESSENCIAL NA EMPRESA O conceito de Logística sempre envolve um fluxo de materiais de uma origem ou destino e, no outro sentido, um fluxo

Leia mais

Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista

Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista Lei 12 619 Regulamentação Profissão Motorista 1. Introdução Este documento tem por objetivo apresentar a solução de software e serviço que atenderá a Lei nº 12.619 de 30 de abril de 2012,publicada no Diário

Leia mais

PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS

PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS PROGRAMAS MANTIDOS RESULTADOS ALCANÇADOS OBJETIVO DOS PROGRAMAS PREVENIR ATITUDES INSEGURAS NO TRANSPORTE POR MEIO DA CONSCIENTIZAÇÃO DOS MOTORISTAS. META ATINGIR O NÍVEL ZERO EM ACIDENTES SÉRIOS. PRINCIPAL

Leia mais

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema

Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Mais de 100 mil km percorridos Maior parte da extensão de rodovias avaliadas tem problema Estudo da CNT mostra que 57,3% têm alguma deficiência no estado geral; 86,5% dos trechos são de pista simples e

Leia mais

REGULAMENTO ACE ASSISTÊNCIA 24 HORAS VANS, MOTOS, CARROS, CAMINHÕES LIGUE PARA: 0800-601-4055

REGULAMENTO ACE ASSISTÊNCIA 24 HORAS VANS, MOTOS, CARROS, CAMINHÕES LIGUE PARA: 0800-601-4055 REGULAMENTO ACE ASSISTÊNCIA 24 HORAS VANS, MOTOS, CARROS, CAMINHÕES LIGUE PARA: 0800-601-4055 Somente quando estiver com documento do veículo em mãos, para fornecer ao atendente a placa e o chassi do veículo.

Leia mais

Qualidade de Software

Qualidade de Software Rafael D. Ribeiro, M.Sc. rafaeldiasribeiro@gmail.com http://www.rafaeldiasribeiro.com.br A expressão ISO 9000 (International Organization for Standardization) designa um grupo de normas técnicas que estabelecem

Leia mais

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004)

PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) PERGUNTAS MAIS FREQÜENTES SOBRE A TRANSIÇÃO (NBR ISO 14001: 2004) Ao longo dos últimos anos, a Fundação Carlos Alberto Vanzolini vem trabalhando com a Certificação ISO 14000 e, com o atual processo de

Leia mais

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005):

Surgimento da ISO 9000 Introdução ISO 9000 ISO 9001 serviços 1. ABNT NBR ISO 9000:2000 (já na versão 2005): Surgimento da ISO 9000 Com o final do conflito, em 1946 representantes de 25 países reuniram-se em Londres e decidiram criar uma nova organização internacional, com o objetivo de "facilitar a coordenação

Leia mais

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO

P á g i n a 3 INTRODUÇÃO P á g i n a 3 INTRODUÇÃO A Administração de Materiais compreende as decisões e o controle sobre o planejamento, programação, compra, armazenamento e distribuição dos materiais indispensáveis à produção

Leia mais

GERENCIAMENTO DE RISCOS

GERENCIAMENTO DE RISCOS GERENCIAMENTO DE RISCOS Desde nossa fundação em 1987, nos especializamos em Sistemas de Segurança. Ao longo destes anos de atuação no mercado, acumulamos experiência também em várias áreas como: Monitoramento,

Leia mais

TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA SINTESE DAS ATIVIDADES TOTAL DE VAGAS REQUISITO

TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA SINTESE DAS ATIVIDADES TOTAL DE VAGAS REQUISITO TABELA DE CARGOS CARGOS DE NÍVEL MÉDIO CARGO Assistente Operacional Assistente Administrativo PRÉ- REQUISITO completo completo TOTAL DE VAGAS VENCIMENTO BASE CARGA HORÁRIA 01 R$ 1.813,45 40 horas 02 R$

Leia mais

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1

ISO 14000. ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 MÓDULO C REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001 ISO 14000 Edição Junho / 2006 - Rev.0 C-1 REQUISITOS DA NORMA AMBIENTAL ISO 14001/04 Sumário A.) A Organização ISO...3 B.) Considerações sobre a elaboração

Leia mais

NORMA DE PROCEDIMENTOS Utilização de meios de transporte

NORMA DE PROCEDIMENTOS Utilização de meios de transporte pág.: 1/6 1 Objetivo Estabelecer critérios e procedimentos a serem adotados para a utilização dos meios de transporte na COPASA MG. 2 Referências Para aplicação desta norma, poderá ser necessário consultar:

Leia mais

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos

SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO. Uma responsabilidade de todos SEGURANÇA VIÁRIA NO TRABALHO Uma responsabilidade de todos QUEM SOMOS A FUNDACIÓN MAPFRE, instituição criada em 1975 pela MAPFRE, desenvolve atividades de interesse geral na Espanha e em outros países

Leia mais

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. PORTARIA nº 456, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2010.

INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA. PORTARIA nº 456, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2010. INSTITUTO DE PESQUISA ECONÔMICA APLICADA PORTARIA nº 456, DE 04 DE NOVEMBRO DE 2010. Institui a Política de Segurança da Informação e Comunicações POSIC, no âmbito do IPEA. O PRESIDENTE DO INSTITUTO DE

Leia mais

DA RELAÇÃO SEGURO/ROUBO DE CARGA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO

DA RELAÇÃO SEGURO/ROUBO DE CARGA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO DA RELAÇÃO SEGURO/ROUBO DE CARGA NO TRANSPORTE RODOVIÁRIO 1. Até a década de 70 não eram reconhecidos os crimes contra o patrimônio como risco a ser efetivamente protegido no transporte rodoviário de cargas,

Leia mais

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada

Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Manual do SGI Sistema de Gestão Integrada Revisão 02 Manual MN-01.00.00 Requisito Norma ISO 14.001 / OHSAS 18001 / ISO 9001 4.4.4 Página 1 de 14 Índice 1. Objetivo e Abrangência 2. Documentos Referenciados

Leia mais

QUEM SOMOS NOSSO NEGÓCIO

QUEM SOMOS NOSSO NEGÓCIO QUEM SOMOS Somos uma empresa brasileira dedicada a construir e prover soluções que empregam tecnologias inovadoras, combinadas com a identificação por rádio frequência (RFID), análise de imagens (imagens

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Manutenção preventiva

Manutenção preventiva A UU L AL A Manutenção preventiva Consideremos o motor de um automóvel. De tempos em tempos o usuário deverá trocar o óleo do cárter. Não realizando essa operação periódica, estaria correndo o risco de

Leia mais

MUNICÍPIO DE GUARANIAÇU Estado do Paraná CNPJ 76.208.818/0001-66

MUNICÍPIO DE GUARANIAÇU Estado do Paraná CNPJ 76.208.818/0001-66 LEI N.º 809/2014 SÚMULA: Disciplina procedimentos de controle da frota e transporte municipal e da outras providências. aprovou, e eu, Prefeito Municipal sanciono a seguinte A Câmara Municipal de Guaraniaçu,,

Leia mais

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE

GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE GUIA ATS INFORMÁTICA: GESTÃO DE ESTOQUE SUMÁRIO O que é gestão de estoque...3 Primeiros passos para uma gestão de estoque eficiente...7 Como montar um estoque...12 Otimize a gestão do seu estoque...16

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br

Corporativo. Transformar dados em informações claras e objetivas que. Star Soft. www.starsoft.com.br Corporativo Transformar dados em informações claras e objetivas que possibilitem às empresas tomarem decisões em direção ao sucesso. Com essa filosofia a Star Soft Indústria de Software e Soluções vem

Leia mais

Universidade São Judas Tadeu

Universidade São Judas Tadeu Universidade São Judas Tadeu Anna Karoline Diniz Fortaleza Camila Moura Favaro Fernando dos Anjos Reinaldo Francisco Carvalho Tiago Souza Tecnologia da Informação no Transporte São Paulo 2013 1 Tecnologia

Leia mais

A TECNOLOGIA NA MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS ADICIONADOS AO TRANSPORTE PELA NOVA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DOS MOTORISTAS

A TECNOLOGIA NA MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS ADICIONADOS AO TRANSPORTE PELA NOVA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DOS MOTORISTAS A TECNOLOGIA NA MINIMIZAÇÃO DE CUSTOS ADICIONADOS AO TRANSPORTE PELA NOVA CARGA HORÁRIA DE TRABALHO DOS MOTORISTAS Wagner Fonseca NETZ Engenharia Automotiva Fundada em 1.996 por profissionais oriundos

Leia mais

Grande parte dos planejadores

Grande parte dos planejadores ARTIGO Fotos: Divulgação Decidindo com o apoio integrado de simulação e otimização Oscar Porto e Marcelo Moretti Fioroni O processo de tomada de decisão Grande parte dos planejadores das empresas ainda

Leia mais

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19).

Art. 1º Aprovar as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). PORTARIA Nº 483, DE 20 DE SETEMBRO DE 2001. Aprova as Instruções Gerais de Segurança da Informação para o Exército Brasileiro (IG 20-19). O COMANDANTE DO EXÉRCITO, no uso da competência que lhe é conferida

Leia mais

NORMA NBR ISO 9001:2008

NORMA NBR ISO 9001:2008 NORMA NBR ISO 9001:2008 Introdução 0.1 Generalidades Convém que a adoção de um sistema de gestão da qualidade seja uma decisão estratégica de uma organização. O projeto e a implementação de um sistema

Leia mais

Excelência. locações e transporte Ltda. www.excelenciaguindastes.com.br

Excelência. locações e transporte Ltda. www.excelenciaguindastes.com.br www.excelenciaguindastes.com.br A Guindastes e uma empresa de Goiânia Goiás QUEM SOMOS que presta serviço em todo território nacional no segmento de Locação de Guindastes, Locação de Munck, Grupo Geradores,

Leia mais

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS

AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA AULA 05 FILIPE S. MARTINS AUTOMAÇÃO LOGÍSTICA ROTEIRO TMS GESTÃO DE TRANSPORTES PRA QUE SERVE? NÍVEIS DE DECISÃO QUAL A UTILIDADE? BENEFÍCIOS MODELOS EXERCÍCIO GESTÃO DE TRANSPORTE

Leia mais

COOPERATIVA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE AGRONOMIA LTDA.

COOPERATIVA DE TRABALHO DOS PROFISSIONAIS DE AGRONOMIA LTDA. Manual de Uso de Veículo Respeito a Vida! TERMO DE RECEBIMENTO R ecebi da Cooperativa de Trabalho dos P r o f i s s i o n a i s d e A g r o n o m i a L t d a. UNICAMPO, o MANUAL DE USO DO VEÍCULO e após

Leia mais

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual

Evolução da Disciplina. Logística Empresarial. Aula 1. O Papel dos Sistemas Logísticos. Contextualização. O Mundo Atual Logística Empresarial Evolução da Disciplina Aula 1 Aula 1 O papel da Logística empresarial Aula 2 A flexibilidade e a Resposta Rápida (RR) Operadores logísticos: conceitos e funções Aula 3 Prof. Me. John

Leia mais

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES

Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 1 Ângelo Monteiro GERENCIAMENTO DE RISCOS EM TRANSPORTES 2 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL 3 SEGURO DE TRANSPORTES NO BRASIL POUCAS SEGURADORAS OPERANDO POUCOS CORRETORES ESPECIALIZADOS SINISTRALIDADE

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER

PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTO DE TRANSPORTE DE CONTÊINER PLANILHA REFERENCIAL DE CUSTOS PARA O TRANSPORTE DE CONTÊINER julho-11 Percurso de ida e volta Contêiner até 25 t Contêiner acima de 25 t até 30

Leia mais

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha

Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS. Prof. Léo Noronha Unidade II PROCESSOS ORGANIZACIONAIS Prof. Léo Noronha Macroprocesso Referência: sistema de gestão da qualidade pela NBR ISO 9011:2008. Macroprocesso Para a realização do produto, necessitase da integração

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Outubro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Abordar o domínio Adquirir e Implementar e todos

Leia mais

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI

SUMÁRIO. Apresentação... IX Prefácio... XI SUMÁRIO Apresentação... IX Prefácio... XI 1. INTRODUÇÃO À GESTÃO DE FROTAS... 1 1.1. Introdução... 1 1.2. Considerações sobre a Estrutura do Transporte Rodoviário no Brasil... 2 1.3. A Estrutura Organizacional

Leia mais

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS

Tecnologia e Comércio de Equipamentos Eletrônicos LTDA PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS PORTAL DE TELEMETRIA SYSTEMTEK PARA GERENCIAMENTO DE FROTAS Características Design inovador Controle de acesso Permite criar usuários com senhas podendo-se definir no sistema quais as funcionalidades cada

Leia mais

TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA-BRASIL S.A

TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIA-BRASIL S.A TRANSPORTADORA BRASILEIRA GASODUTO BOLÍVIABRASIL S.A. TBG PROCESSO SELETIVO PÚBLICO PARA FORMAÇÃO DE CADASTRO DE RESERVA EM CARGOS DE NÍVEL SUPERIOR E NÍVEL MÉDIO Edital PSPGEPE01/2007 De 16/10/2007 A

Leia mais

PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014.

PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014. PORTARIA Nº 076 DE 21 DE JANEIRO DE 2014. Dispõe sobre aprovação da Política de Segurança da Informação do IFMG. O REITOR DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE MINAS GERAIS, no uso

Leia mais

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína

Departamento de Água e Esgoto Sanitário de Juína 1) DOS OBJETIVOS: 1.1) Disciplinar e normatizar os procedimentos do Setor de Frotas (Transportes); 1.2) Proteger o Patrimônio Público contra o uso indevido, bem como atender a legislação em vigor e evitar

Leia mais

A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE

A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE TRANSPORTE ESCOLAR A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE A Realidade Encontrada Imagens do Portal do Cidadão do TCE-PE A Realidade Encontrada Resumo -Alunos sendo transportados

Leia mais

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA

GR SOLUÇÕES EMPRESARIAIS IMPULSIONANDO A COMPETITIVIDADE DE SUA EMPRESA Quem Somos: A GR Soluções Empresarias é uma empresa provedora de soluções corporativas e serviços personalizados em Advocacia, Contabilidade e Tecnologia da Informação, orientada pelos interesses das empresas

Leia mais

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013

Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 Pesquisa sobre Logística no E-commerce Brasileiro 2013 www.brazilpanels.com.br www.abcomm.com.br www.ecommerceschool.com.br Apoio: INTRODUÇÃO A Logística foi escolhida para ser o tema do primeiro estudo

Leia mais

SISTEMAS BRASILEIRO EM INFORMÁTICA CNPJ:

SISTEMAS BRASILEIRO EM INFORMÁTICA CNPJ: Dados da Empresa Dados da SYSTEMBRAS SISTEMAS BRASILEIRO EM INFORMÁTICA CNPJ: 00.000.000/0001-00 Rua Paramoti, 04 Vila Antonieta SP Cep: 03475-030 Contato: (11) 3569-2224 A Empresa A SYSTEMBRAS tem como

Leia mais

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico

Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico Padrões de Competências para o Cargo de Coordenador Pedagógico O Coordenador Pedagógico é o profissional que, na Escola, possui o importante papel de desenvolver e articular ações pedagógicas que viabilizem

Leia mais

Sistemas de Informação

Sistemas de Informação Sistemas de Informação Segurança da Informação Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Norma: ISO/IEC NBR 27001 e ISO/IEC NBR 27002 Histórico O BSi (British Standard Institute) criou a norma BS 7799,

Leia mais

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

MARKETING EMPRESARIAL MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO E SUSTENTABILIDADE Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações

Leia mais

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA

COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA COMO APURAR OS CUSTOS DA QUALIDADE DE FORMA A AUMENTAR A LUCRATIVIDADE DA EMPRESA Prof. Ms. Sidney E. Santana 1. Identificando os custos da qualidade Controlar a origem das receitas, produto da venda de

Leia mais

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE

Marketing Empresarial MARCO ANTONIO LIMA GESTÃO EMPRESARIAL E SUSTENTABILIDADE Marketing Empresarial Capítulo 1 Marketing: uma introdução Introdução ao Marketing O que é Marketing Marketing é a área do conhecimento que engloba todas as atividades concernentes às relações de troca,

Leia mais