Pesquisa: Doutor(a), qual sua opinião em relação ao posicionamento adotado pelo Conselho. Q1 Idade

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1 Q1 Idade Respondidas: 877 Ignoradas: 0 Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos De 61 a 70 anos Mais de 71 anos 0% 20% 40% 60% 80% 100% Opções de resposta Até 30 anos De 31 a 40 anos De 41 a 50 anos De 51 a 60 anos De 61 a 70 anos Mais de 71 anos Respostas 10,72% 94 30,67% ,50% ,17% ,11% 115 1,82% 16 Total / 27

2 Q2 Sexo Respondidas: 877 Ignoradas: 0 Feminino Masculino Opções de resposta Feminino Masculino Respostas 35,01% ,99% 570 Total / 27

3 Q3 Região (ões) onde trabalha Respondidas: 877 Ignoradas: 0 Litoral (principais cidades:... Meio Oeste (principais cidades:... Nordeste (principais cidades:... Planalto Norte (principai... Planalto Serrano/Serra Catarinens... Oeste/Extremo Oeste (principai... Sul (principais cidades:... Vale do Itajaí (principai... 0% 20% 40% 60% 80% 100% Opções de resposta Litoral (principais cidades: Florianópolis, São José, Palhoça, Laguna, Itajaí, Navegantes, Balneário Camboriú, Itapema,Bombinhas e Porto Belo) Meio Oeste (principais cidades: Joaçaba, Caçador, Videira, Fraiburgo e Campos Novos, Treze Tílias e Piratuba) Nordeste (principais cidades: Joinville, Jaraguá do Sul e São Francisco do Sul) Planalto Norte (principais cidades: São Bento do Sul, Rio Negrinho, Canoinhas, Corupá, Mafra, Três Barras e Porto União) Planalto Serrano/Serra Catarinense (principais cidades: Lages, Curitibanos, São Joaquim, Urubici e Bom Jardim da Serra) Oeste/Extremo Oeste (principais cidades: Chapecó, Xaxim, Xanxerê, Concórdia, São Miguel do Oeste e Itapiranga) Sul (principais cidades: Criciúma, Içara, Tubarão, Laguna, Imbituba, Araranguá,Urussanga, Orleans e Braço do Norte) Vale do Itajaí (principais cidades: Itajaí, Blumenau, Gaspar, Pomerode, Indaial, Brusque, Guabiruba e Rio do Sul) Respostas 55,42% 486 3,31% 29 8,10% 71 2,96% 26 3,19% 28 7,75% 68 6,73% 59 14,37% 126 Total de questionados: / 27

4 Q4 Especialidade Médica Respondidas: 864 Ignoradas: 13 Sem especialidade / RQE 88 ACUPUNTURA 19 ALERGIA E IMUNOLOGIA 3 ANESTESIOLOGI A 29 ANGIOLOGIA 2 CANCEROLOGIA 10 CARDIOLOGIA 45 CIRURGIA CARDIOVASCULA R 5 CIRURGIA DE MÃO CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO 2 2 CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO 7 CIRURGIA GERAL 40 CIRURGIA PEDIÁTRICA 5 CIRURGIA PLÁSTICA 15 CIRURGIA TORÁCICA 1 CIRURGIA VASCULAR 6 CLÍNICA MÉDICA 89 COLOPROCTOLOG IA 5 DERMATOLOGIA 24 ENDOCRINOLOGI A E METABOLOGIA 10 ENDOSCOPIA 8 GASTROENTEROL OGIA 14 GENÉTICA MÉDICA 1 GERIATRIA 10 GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA / 27

5 HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA 14 HOMEOPATIA 19 INFECTOLOGIA 13 MASTOLOGIA 3 MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE 57 MEDICINA DO TRABALHO 65 MEDICINA DO TRÁFEGO 10 MEDICINA ESPORTIVA MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO 3 2 MEDICINA INTENSIVA 22 MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MEDICINA NUCLEAR 1 MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL 6 NEFROLOGIA 8 NEUROCIRURGIA 10 NEUROLOGIA 20 NUTROLOGIA 2 OFTALMOLOGIA 17 ORTOPEDIA e TRAUMATOLOGIA 30 OTORRINOLARIN GOLOGIA 14 PATOLOGIA 5 PEDIATRIA 86 PNEUMOLOGIA 7 PSIQUIATRIA 32 RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM 16 RADIOTERAPIA REUMATOLOGIA 5 5 / 27

6 UROLOGIA Opções de resposta Sem especialidade / RQE ACUPUNTURA ALERGIA E IMUNOLOGIA ANESTESIOLOGIA ANGIOLOGIA CANCEROLOGIA CARDIOLOGIA CIRURGIA CARDIOVASCULAR CIRURGIA DE MÃO CIRURGIA DE CABEÇA E PESCOÇO CIRURGIA DO APARELHO DIGESTIVO CIRURGIA GERAL CIRURGIA PEDIÁTRICA CIRURGIA PLÁSTICA CIRURGIA TORÁCICA CIRURGIA VASCULAR CLÍNICA MÉDICA COLOPROCTOLOGIA DERMATOLOGIA ENDOCRINOLOGIA E METABOLOGIA ENDOSCOPIA GASTROENTEROLOGIA GENÉTICA MÉDICA GERIATRIA GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA HEMATOLOGIA E HEMOTERAPIA HOMEOPATIA INFECTOLOGIA MASTOLOGIA MEDICINA DE FAMÍLIA E COMUNIDADE MEDICINA DO TRABALHO MEDICINA DO TRÁFEGO MEDICINA ESPORTIVA MEDICINA FÍSICA E REABILITAÇÃO MEDICINA INTENSIVA MEDICINA LEGAL E PERÍCIA MÉDICA Respostas 10,19% 88 2,20% 19 0,35% 3 3,36% 29 0,23% 2 1,16% 10 5,21% 45 0,58% 5 0,23% 2 0,23% 2 0,81% 7 4,63% 40 0,58% 5 1,74% 15 0,12% 1 0,69% 6 10,30% 89 0,58% 5 2,78% 24 1,16% 10 0,93% 8 1,62% 14 0,12% 1 1,16% 10 14,70% 127 1,62% 14 2,20% 19 1,50% 13 0,35% 3 6,60% 57 7,52% 65 1,16% 10 0,35% 3 0,23% 2 2,55% 22 1,74% 15 6 / 27

7 MEDICINA NUCLEAR 0,12% 1 MEDICINA PREVENTIVA E SOCIAL NEFROLOGIA NEUROCIRURGIA NEUROLOGIA NUTROLOGIA OFTALMOLOGIA ORTOPEDIA e TRAUMATOLOGIA OTORRINOLARINGOLOGIA PATOLOGIA PEDIATRIA PNEUMOLOGIA PSIQUIATRIA RADIOLOGIA E DIAGNÓSTICO POR IMAGEM RADIOTERAPIA REUMATOLOGIA UROLOGIA 0,69% 6 0,93% 8 1,16% 10 2,31% 20 0,23% 2 1,97% 17 3,47% 30 1,62% 14 0,58% 5 9,95% 86 0,81% 7 3,70% 32 1,85% 16 0% 0 0,58% 5 1,62% 14 Total de questionados: / 27

8 Q5 Doutor(a), qual sua opinião em relação ao posicionamento adotado pelo Conselho Federal de Medicina referente ao assunto: "interrupção da gravidez"? - abaixo material divulgado pelo CFM em 21/03/2013 CFM esclarece posição a favor da autonomia da mulher no caso de interrupção da gestação Somos a favor da vida, mas queremos respeitar a autonomia da mulher que, até a 12ª semana, já tomou a decisão de praticar a interrupção da gravidez, afirmou o presidente do Conselho Federal de Medicina (CFM), Roberto Luiz d Avila, que esclareceu a posição tomada pelo CFM e pelos 27 conselhos regionais de medicina (CRMs), tomada por maioria durante o I Encontro Nacional de Conselhos de Medicina 2013, acerca de ampliação dos excludentes de ilicitudes penais em caso de interrupção de aborto. Essa posição será enviada para a comissão de 15 juristas que está analisando a Reforma do Código Penal Brasileiro (PLS ), atualmente em tramitação no Congresso Nacional. Quem vai decidir a descriminalização do aborto é a sociedade brasileira, por meio do legislativo, o que nós fizemos foi encaminhar a nossa posição, enfatizou. Por maioria, os Conselhos de Medicina concordaram que a Reforma do Código Penal, em processo de discussão, deve afastar a ilicitude da interrupção da gestação em uma das seguintes situações: a) quando houver risco à vida ou à saúde da gestante ; b) se a gravidez resultar de violação da dignidade sexual, ou do emprego não consentido de técnica de reprodução assistida ; c) se for comprovada a anencefalia ou quando o feto padecer de graves e incuráveis anomalias que inviabilizem a vida independente, em ambos os casos atestado por dois médicos ; e d) se por vontade da gestante até a 12º semana de gestação. O presidente do CFM também esclareceu que o limite de 12 semanas para que possa haver a interrupção de gravidez se deve ao fato de que, segundo a experiência médica, a partir desse tempo há um risco maior para a mãe. O outro fator é que a partir de então o sistema nervoso central já estará 8 / 27

9 Abstenho-me de opinar sobre a decisão do CFM formado, explicou. Roberto d Avila enfatizou que até a sociedade brasileira tomar a decisão sobre a descriminalização do aborto, o CFM continuará a julgar os médicos que praticam o ato. Um dos fatores que levou o CFM a defender mudanças no Código Penal diz respeito ao princípio da justiça, já que as mulheres de classe média e alta conseguem interromper suas gravidezes com segurança, enquanto as pobres se arriscam e sofrem as consequências de abortos mal feitos, afirmou. Atualmente, abortos são a quinta causa de mortalidade materna. E assim como defendemos a autonomia da vontade do paciente nos casos de ortotanásia e, estamos trabalhando nesse mesmo sentido em relação às Testemunhas de Jeová, também defendemos que a mulher tenha autonomia sobre seu corpo até um determinado tempo da gestação. Mas, em nenhum momento, seremos favoráveis ao uso do aborto como método contraceptivo, defendeu o presidente do CFM. fonte: Respondidas: 838 Ignoradas: 39 Não concordo com a posição do CFM Concordo com a posição do CFM Opções de resposta Concordo com a posição do CFM Não concordo com a posição do CFM Abstenho-me de opinar sobre a decisão do CFM Respostas 61,81% ,70% 274 5,49% 46 Total / 27

10 Q6 Gostaria de acrescentar algo ao debate? Gostaríamos muito de saber quais são suas considerações adicionais a respeito desse assunto. Respondidas: 263 Ignoradas: 614 # Respostas Data 1 LEGALIZAÇÃO DO ABORTO COM CERTEZA DIMINUIRA AS OCORRENCIAS DE ABORTOS CLANDESTINOS E COM ISSO AS COMPLICAÇOES E RISCOS A SAUDE DA MULHER. 2 Tenho posição muito def inida em relação à def esa da v ida e considero que, a partir da concepção, há uma v ida em curso. Assim não concordo com a posição do CFM em relação à possibilidade da mulher interromper a gestação por sua liv re v ontade até a 12ª semana de gestação. Considero que ela está deliberando sobre outro indiv íduo, gerando uma pena de morte a esse indiv íduo. Sendo eu contrária à pena de morte também sou contrária a interrupção da gestação neste caso. Quanto às outras possibilidades como grav idez gerada por v iolência, estupro, procedimentos não consentidos ou grav íssima má f ormação f etal sou a f av or de que a mulher possa deliberar até a 12ªsemana. Quanto ao argumento de que é inv iáv el a penalização do aborto porque as mulheres o praticam, considero que esse argumento não é suf iciente. Dev e hav er um empenho bem maior na prev enção da grav idez indesejada e penalidades alternativ as, sócio educativ as para as mulheres nos casos de aborto deliberado e pagamento de multas para os prof issionais que inf ringirem a lei. 3 Gostaria de acrescentar que dev eria hav er registro em uma espécie de cadastro único.assim, se uma mulher realiza aborto f ica registrado e esse registro pode ser acessado por médicos, de maneira que, se ela ultrapassar um determinado número de abortos a laqueadura seja obrigatória. Digo isso pois, se não f or f eito um tipo de controle, o aborto v ai ser usado como método contraceptiv o por mulheres irresponsáv eis que não querem usar nenhum método. Por exemplo, o aborto passa a ser permitido mas se a mulher f izer 2 abortos e quiser f azer o terceiro, então v ai ter que f azer laqueadura. O médico dev e registrar e se não o f izer dev e sof rer algum tipo de punição. Se não v ai f icar muito f ácil e a gurizada v ai começar a dizer '' Não tem problema, qualquer coisa é só abortar...'' e lá se v ão os esf orços para f azê-los usar camisinha... Obrigado e abraço. 4 Não concordo, porque aos 3 meses de gestação o nov o ser concebido já está com todos os seus órgãos f ormandos,quando dai em diante começa a desenv olv er-se. Creio que uma nov a v ida acontece quando há a conjugação dos gametas masculino + f eminino(fecundação).logo,considero a interrupção da grav ides um inf anticídio. 5 Só não concordo totalmente com a indicação da mulher poder escolher até 12 semanas; porém dependendo das condições sociais da mulher, se f or usuária de drogas, se não f ará o pré natal adequadamente e com isso of erecendo riscos a criança, ou que não dará nenhuma assistência a essa criança, é pref erív el que seja realizado o aborto precocemente. As outras indicações sou de total acordo. 6 Possuimos div ersas f ormas de ev itar uma grav idez indesejada, inclusiv e pela rede publica. Incentiv ar mais esse tipo de inconsequencia nas pessoas? Nao concordo! Dev emos educar as pessoas, homens e mulheres sobre sua sexualidade e metodos e tirar essa ideia de engrav idou por " acidente ". Engrav idou pois nao utilizou corretamente os metodos contraceptiv os. Aborto apenas em casos de estupro. Aborto por simples desejo da mulher a bel prazer é algo criminoso, inconsequente e dev e ser sempre combatido, principalmente pela classe medica! 7 O aparelho repressor do Estado ( politicos, midia, igreja, e policia) dif icilmente deixará passar uma atitude como esta. Mas se f or concretizada, a "minoria" ( na v erdade a MAIORIA) sairá ganhando. 8 não conheço nenhuma maneira de transf ormar o aborto num ato digno e a f av or da v ida. def endo todos os métodos anticoncepcionais, inclusiv e a pílula do dia seguinte e o DIU, def endo a gratuidade desses métodos e a div ulgação e f acilitação ao acesso dos mesmos, mas em hipótese nenhuma v ou concordar com a morte de f etos f ormados em qualquer idade gestacional. a liberalização gradual do aborto que v em ocorrendo nas últimas décadas não v em ajudando em nada a diminuir os riscos dos abortos clandestinos e criminosos, pelo contrário, só v em aumentando o número de abortos"legais". 14/06/ :45 12/06/ :31 11/06/ :51 11/06/ :34 11/06/ :19 10/06/ :03 10/06/ :10 10/06/ :05 9 NAO,OBRIGADO 10/06/ :54 10 Concordo com a posição do CFM, exceto no ultimo ponto onde não há nenhuma indicação para o aborto e a mulher pode interromper a grav idez somente por v ontade antes das 12 semanas. Acredito que neste ponto a interrupção esteja sendo usada como método contraceptiv o, o que o CFM alega não concordar. 11 Acho um tema muito polêmico. Sou a f av or do aborto quando a grav idez impõem risco de morte à gestante. No caso de gestação indesejada acho que temos que trabalhar com inf ormação e disseminar os métodos anticoncepcionais e o acesso a eles, para todas as mulheres, de todas as classes sociais. Assim o aborto não seria uma necessidade!!! O que é mais barato: educar e f ornecer métodos anticoncepcionais ou pagar pelo aborto? Na medida que não educamos continuaremos a ter um contingente de mulheres que passarão a f azer de rotina o aborto...pois as gestações continuarão a ocorrer...como lidaremos com isso??? 10/06/ :22 10/06/ :25 12 É preciso acabar com a interf erência da Igreja em assuntos científ icos e de interesse médico. 10/06/ :38 13 Necessito ler mais sobre o asunto para opinar melhor pois o tema é muito sério e polêmico. Nem sempre o que nós médicos pensamos ou decidimos é o melhor para o paciente. Dev eria de ser pelo código de ética médica, mas na prática a situação torna-se muitas v ezes dif ícil de opinar e decidir. Necessito de mais análise/conv ersa/estudo/escalrecimentso sobre a temática. att Marlete R. Macedo 09/06/ :32 10 / 27

11 14 NAO CONCORDO ITEM 12º SEMANA. 09/06/ :22 15 ACHO QUE A MULHER TEM O DIREITO DENTRO DAS CONDIÇÕES IMPOSTAS PELO CFM DE INTERROMPER A GESTAÇÃO ATÉ A 12 SEMANA. É UM DIREITO QUE DEVE SER ASEGURADO 09/06/ :53 16 Os medicos sempre dev eriam ser consultados em qualquer questao que env olv e saude no.brasil. 09/06/ :44 17 A interrupção da gestação acontece, independente dos conselhos parmitirem ou não. O que acontece, nesses casos são interrupções inseguras e que colocam a v ida da mulher em risco. 18 Não matarás é uma lei de Deus. Uma v ez aprov ada a lei que dá direito ao aborto, quem f ará o procedimento? Eu me negaria. Entendo perf eitamente da problemática da mortalidade materna, para isso o país tem que inv estir mais em educação e na prev ençãi da grav idez, dispondo de métodos de f ácil acesso nos postos de saúde, o que hoje não ocorre. 19 Finalmente um Conselho se posiciona de f orma leiga e civ ilizada sobre uma questão que está f ora da alçada apenas prof issional ou masculina, e que pode inf luenciar de f orma decisiv a no grav e e numeroso problema de saúde pública que é a mortalidade f eminina oriunda desta causa. 20 o CFM dev eria ter sido elegante e ter se inteirado da opinião dos médicos pra emitir um parecer. Dev eria tratar de PRINCIPALMENTE de assunto de interesse médico, como honorários, pois esse dev e partir de nós. O tea em questão dev e ser abordado por toda a sociedade. 21 A v ida tem o seu início incontestáv el na concepção: há v ida humana, é uma pessoa. Argumentos técnicos e artimanhas hermenêuticas não conseguem modif icar a v erdade tão simples da existência sobrenatural de todos nós. Portanto, não v ejo motiv os para nos desgastarmos tanto com o óbv io que não pode ser alterado em lugar de nos atermos à carência de saúde que sente o nosso pov o. Por tudo isso tenho sentido v ergonha de ter nascido nesse país. CRM SC 22 Não concordo apenas o ítem d por entender que f av orece o uso do aborto como método contraceptiv o. Mesmo entendendo a situaçao dif ícil em que muitas mulheres se v êem diante de uma gestaçao não desejada, não planejada, num coxtexto social desf av oráv el, entendo que o ítem d libera para a pática do aborto que culminará como f orma de contracepção indiscriminada. Parabenizo pela discussão. Raquel 09/06/ :33 09/06/ :31 09/06/ :40 09/06/ :00 09/06/ :38 09/06/ :16 23 Sou contra o aborto mas acho que se o procedimento f osse legalizado teremos menor numero de obitos. 09/06/ :08 24 O f ato do aborto ser ilegal cria um mercado paralelo em que médicos têm muito lucro f azendo as coisas de modo clandestino. Legalizar o aborto seria criar condições para todas as pessoas terem acesso e para que os médicos possam f azer isso como f azem os outros procedimentos, acima de tudo que as pessoas de baixa renda não f izessem o aborto em condições precárias que as lev assem à morte. Acredito que ninguém deixa de f azer aborto porque é ilegal, nem pobres, nem ricos. É uma questão de consciência e educação. Por isso, não é o melhor inv estir na criminalização e sim na conscientização e na educação das pessoas para que saibam se prev enir de uma grav idez indesejada e não precisem chegar nesse ponto de ter que f azer um aborto, que em qq circunstância, não é uma boa experiência de ser v iv ida pelas mulheres. 25 Estou a f av or, respeitar a v ontade da mulher mas dar oportunidade para interromper a gestação nos caso especiais, estupro, anencef alia e outras patologias, menos usar como método contracetiv o. João Pedro Bazzo. CRM/SC /06/ :58 09/06/ :54 26 Não 09/06/ :52 27 ANTES DE ACEITAR A AUTONOMIA DO PACIENTE DEVEMOS DEFENDER A AUTONOMIA DO MÉDICO. PORISSO NÃO SE PODE COLOCAR EM LEI UM DIREITO QUE "OBRIGUE" AO MÉDICO EXECUTAR ATO QUE SEJA CONTRÁRIO AOS DITAMES DE SUA CONSCIÊNCIA. 28 Gostaria de parabenizar o CFM num assunto de extrema relev ância, dif iculdade e pontos div ergentes entre os div ersos setores da sociedade. Apesar de concordar com o atual posicionamento do CFM, preocupa-me o real cumprimento desta decisão, especialmente no atendimento público pois aí é que se encontra o maior problema; assim como uma maior discussão sobre o tema com outros setores da sociedade. Atenciosamente, Raf ael José Silv eira 29 É necessário def inição rígida dos exames necessários para a certeza da idade gestacional. Incluir além dos dados clínicos, dados de exames radiologicos. Controle rígido do CRM/CFM também é necessário. Talv ez até pensar em autorizar este procedimento apenas em clinicas cadastradas, com protocolos estabelecidos. 09/06/ :13 09/06/ :55 08/06/ :47 30 Não concordo com o item "D" 08/06/ :02 31 Nao tenho comentario a acrescentar, v isto acho que o assunto esta bem conduzido, e bem administrado tecnicamente pelos orgaos competentes. 08/06/ :01 11 / 27

12 32 Ao exercer a prof issão de médico, que tanto amo, tento me abster de minhas opiniões pessoais o máximo possív el. Mas diante de um tema de tal relev ância, e tendo sida pedida a minha opinião, sinto-me no dev er de expressar o que eu penso. Antecipo que, antes de mais nada, como homem e como médico eu creio em Deus, e portanto minha opinião ref lete a minha f é. Para mim, não existe aborto. Esta palav ra é desnecessária. O que chamamos aborto é um cruel e cov arde assasinato de um ser humano completamente indef eso. Na minha opinião como médico, o f ato de o f eto/embrião ter menos de 12 semanas não o torna menos humano. É um ser humano, como nós médicos bem sabemos, com sua própria constituição genética, e já com praticamente todos os órgãos e sistemas em f uncionamento. Respeito a autonomia da mulher, mas nunca def enderei o direito dela ou de qualquer outra pessoa de tirar uma v ida. O direito da mulher sobre o seu corpo não lhe dá o direito de tirar a v ida de outro ser humano, ainda mais sendo o seu próprio f ilho. Entendo que sequer temos o direito de interromper nossa própria v ida, quem dirá a v ida de outra pessoa. Penso que se a mulher não deseja a maternidade, que gere a criança, e que lhe seja assegurado o direito de disponibilizá-la para adoção ao nascimento da mesma. A partir do momento que legalizamos o aborto, que nada mais é do que o assasinato de um ser totalmente indef eso, que nunca f ez mal a qualquer pessoa, qualquer discussão sobre pena de morte e sobre o v alor da v ida humana se torna redundante. Não sei se há pessoas mais ou menos importantes diante de Deus. Mas se houv er, com certeza qualquer um desses seres humanos ainda não nascidos, inocentes e sem maldade, é muito melhor do que qualquer um de nós, tão corrompidos por malícias e mentiras, e cheios da nossa própria arrogância. Sinceramente, Tenho muito receio do rumo que estamos tomando. Gostaria que, ao ev oluirmos científ ica e tecnologicamente, tiv éssemos, em consequência, um respeito cada v ez maior à v ida humana - af inal, quanto mais aprendemos sobre o milagre da v ida, mais constatamos o quanto ela é preciosa. No entanto, cada v ez nos julgamos mais detentores da v ida e da morte. Penso que nos equiv ocamos quando julgamos que temos este poder, e o f ato de estarmos passando deste limite me dá muito medo do que está porv ir. Não apregoo religião ou religiosidade. Mas como homem e como médico, creio em Deus, e creio que Ele nos deu a v ida, e apenas Ele tem o direito de tirá-la. Tendo sido pedida a minha opinião, aqui está ela. Dr. Anderson Estev es "Tu criaste o íntimo do meu ser e me teceste no v entre de minha mãe. Eu te louv o porque me f izeste de modo especial e admiráv el. Tuas obras são marav ilhosas! Digo isso com conv icção. Meus ossos não estav am escondidos de ti quando em secreto f ui f ormado e entretecido como nas prof undezas da terra. Os teus olhos v iram o meu embrião; todos os dias determinados para mim f oram escritos no teu liv ro antes de qualquer deles existir." Salmos 139:13-16 "O SENHOR é o que tira a v ida e a dá; f az descer à sepultura e f az tornar a subir dela." 1 Samuel 2:6 08/06/ :49 33 Nao concordo apenas com a ultima opcao: por v ontade da gestante ate a 12 semana. 08/06/ :04 34 Não concordo com o aborto no caso de v ontade da gestante. Na minha opinião, em muitos casos, será sim usado como método anticoncepcional. 35 Muito intrigante, extremamente preocupante, esta pesquisa aos médicos APÓS a tomada de posição do CFM e dos CRMs. Alguém poderia me explicar o que signif ica esta pesquisa? Com que objetiv o está sendo realizada APÓS tomada de posição? Por que não f izeram a pesquisa ANTES da tomada de posição? Repito: muito intrigante, extremamente preocupante! 08/06/ :50 05/06/ :02 36 Nihil 02/06/ :05 37 Necessito de maior embasamento, de melhores estudos para def inir opinião. 01/06/ :54 38 Interessante os legisladores se preocuparem com a autonomia das mulheres diante de um ser e. Formação e não f azer uma pesquisa da pena de morte e diminuição da idade penal para crimes he hediondos que ocupam nossos noticiários diuturnamente. Precisamos sim de mudanças n código penal, mas mudanças de impacto não de mudanças que v enham f av orecer classes de melhor poder aquisitiv o que irão se benef iciar com o direito a autonomia de liv rar-se de um ser em f ormação. Mulheres pobres continuaram a morrer f azendo aborto clandestinamente, ou t acredita que as classes menos abastadas serão atendidas por este sistema de saúde f alido que possuímos. 39 Não é possív el cogitar a prática do aborto sob qualquer circunstância tendo como premissa a def esa da autonomia da mulher sobre o seu corpo. O discurso apoiado nesta ideia é pernicioso. A mulher certamente dev e ter autonomia sobre seu corpo. Todo ser humano dev e ter este direito. Entretanto, o concepto, em qualquer f ase da gestação, não é parte do corpo da mulher. Ela tão somente está a gestá-lo, carregá-lo, nutrí-lo. É outro ente! Outra inf ormação genética, que se desenv olv e de modo indiv idual. Se não houv er mudança substancial no aporte de nutrientes para o bebê, mesmo condições patológicas do corpo materno podem não af etá-lo. A criança, de modo mais f undamental, é produto da união de dois gametas. Já por aí começa a cair por terra a ideia de propriedade da mulher. Caso f osse propriedade, seria no mínimo em parte também do homem. Mesmo que não f osse 50%, pelo f ato da mulher carregá-lo, por desgastar-se pela gestação, ainda assim não seria herança somente da parte f eminina da "sociedade". Mas esta argumentação, semelhante a da instituição de uma sociedade, em que dois indiv íduos entram com partes iguais ou dif erentes para f ormar uma entidade em que ambos tem direitos proporcionais, não pode ser aplicada à gestação. Vida humana é v ida humana sob qualquer circunstância. Se ponderamos eliminá-la sob alegações do tipo "é muito f rágil, é doente, malf ormado, traz risco para a mãe, etc.", corremos o seriíssimo risco de em pouco tempo v er a extrapolação para desta conduta para o seres humanos de v ida extrauterina, de qualquer idade. Se, por outro lado, ponderamos f azê-lo porque simplesmente o desejo da mulher dev e ser "respeitado", declaramos a coisif icação da v ida intrauterina, a qual estará sempre submetida sobretudo ao desejo da mulher, tal como um objeto disposto em um estante, que ao bel prazer de seu dono, e trocado de lugar ou descartado no lixo. E há ainda muitos outros aspectos que poderiam ser explanados para ref utar a proposta de liberação do aborto. Questões f ilosóf icas, sociológicas, políticas, econômicas, entre tantas. 01/06/ :38 28/05/ :32 12 / 27

13 40 Não concordei com o projeto com relação ao que f ala que seria liberado o aborto em gestações até 12 semanas se f osse desejo da gestante não ter o f ilho. Isso retrata a que nossa sociedade se encaminha, com uma mentalidade não prev entiv a mas que depois quer consertar seus erros ou equív ocos. Então que se proponha um bloqueio hormonal a todas as mulheres em idade f értil de f orma sistemática. No momento em que essa pessoa desejar engrav idar ela relata isso e interrompe o método contraceptiv o a que estav a submetida. Outra questão seria que os obstetras v irariam mais médico de aborto do que médico de parto, uma v ez que pelo menos no início a prática seria bem habitual. Não é uma situação boa de se imaginar. Mais uma v ez, não é porque os de classe média e alta tem acesso a uma prática, que essa dev a ser generalizada ao de baixa renda. Se o aborto até 2 semanas que são realizados somente por v ontade da gestante nas classes mais abastadas é uma prática que ocorre mas não dev ia ocorrer, esta dev eria ser repreendida e não generalizada. Hoje temos números crescentes de pessoas que tentam se "liv rar" de seus f ilhos, jogando recém-nascidos no lixo, na lagoa, f ilhos pela janela e essa proposta de aborto legalizado até 12 semanas é um estímulo a essa prática. Qual a dif erença de se liv rar do f ilho antes de 12 semanas de gestação e em qualquer outro momento de sua v ida? E aquelas que se resolv em def initiv amente somente após 12 semanas? Não v ai continuar a tentativ a clandestina ou o "jeitinho" de encaixar ilegalmente essas gestações com mais de 12 semanas como se f ossem com menos de 12 semanas? O bloqueio hormonal sistematizado com métodos contraceptiv os injetáv eis de 3 em 3 meses assim que se chega a uma determinada idade puberal como condição obrigatória para f requentar escola ou trabalhar, ou outras questões. 26/05/ :02 41 Inoportuna e inadequada. A autonomia da mulher tem limites. O f eto, mesmo abaixo de 12 semanas tem assegurado seu direito à v ida pela constituição f ederal. Portanto, a v ida do f eto limita a autonomia da mulher em decidir pela sua interrupção. Além do mais, somos médicos e as pessoas conf iam na nossa prof issáo porque def endemos a v ida e o sigilo prof issional. O CFM emitiu parecer sem consultar os médicos e equiv ocadamente solucionou o insolucionáv el: quando a v ida tem início. Ao declarar seu apoio a descriminilização do abortamento até 12 semanas assumiu que até esta idade gestacional o f eto não é pessoa, é coisa descartáv el. O motiv o alegado pelo CFM (mortes maternas e número de mulheres que abortam) são deriv ados de estudos mentirosos que buscam a legalização do abortamento (basta consultar o datasus). 42 Em uma epoca que temos inúmeros métodos contraceptiv os disponív eis, por que não pensar em aumentar a of erta ou seja, of erecer para as mulheres de menor renda os mesmos métodos que as mulheres de classes sociais mais elev adas podem utilizar?? E f azer isso associando à inf ormação, se utilizando de v eículos como a TV, que div ulga tantas inf ormações desnecessárias.as nossas mulheres precisam de inf ormação e métodos contraceptiv os melhores e disponiv eis na rede do SUS (Centros de saúde, f armáciapopular) como o DIU com hormônio,contraceptiv os orais com doses mais seguras e menos ef eitos colaterais, o adesiv o, a capsula subepidermica entre outros e não de um av al para abortarem com a mesma segurança que as ricas f azem. 43 O Conselho dev e ter uma conduta técnica. Pessoalmente não concordo com a interrupção por v ontade da mãe 44 Estav a mais do que na hora do CFM exercer seu papel a respeito deste assunto e deixar de f azer de conta que o problema não existe. Parabéns a atual diretoria do CFM por sair de cima do muro. 45 Este é um assunto relev ante que sempre gerou muita polemica. Entendo os motiv os que lev aram a reav aliação da legislação e com certeza estão sendo discutidas para melhorar condições de saúde e qualidade de v ida da população. Tenho prof undo respeito e admiração pelo presidente do conselho por sua autenticidade, real interesse e env olv imento nas causas da classe, com dinamismo e coragem. No entanto tenho como princípio que por mais adv ersas que sejam as circunstâncias não temos o poder de decidir sobre a interrupção ou não da v ida. Não somos os donos da v ida! Portanto a gestante não pode optar por interromper uma grav idez, em qualquer que seja a f ase de ev olução. Seu liv re arbítrio neste aspecto termina no momento em que ocorre a concepção. Estou ciente no entanto de que a posição contrária possa em muitos casos f acilitar a resolução de problemas sociais e indiv iduais. Sou totalmente f av oráv el a ampliação de métodos anticoncepcionais e politicas educativ as ef icazes para prev enção da grav idez indesejada. 46 Em caso de aprov ação do projeto, gostaria de ressaltar a importância de preparar o SUS para a realização do aborto em tempo hábil (<12sem) nas pacientes que não têm condições de recorrer ao serv iço priv ado. É conhecida a dif iculdade do sistema público de saúde em atender todas as demandas. A execução do aborto no primeiro trimestre será mais uma e é preciso assegurar alguma f orma que essas pacientes possam ser atendidas no dev ido tempo. Será preciso esf orços para ampliação e construção de hospitais, ampliação e treinamento das equipes para absorv er essa nov a necessidade. Pois, no caso de uma paciente que optou pelo aborto precoce o SUS, pela sobrecarga, não deu conta de realizá-lo, quem será o responsáv el por uma gestação que ultrapassou as primeiras 12 semanas e que não poderá mais ser interrompida? A mãe será obrigada a lev ar a grav idez adiante? O Estado v ai se responsabilizar em educar e sustentar essa criança que a mãe já sabia de antemão que não conseguiria (caso contrário, não teria optado pelo aborto!)? Em contrapartida, é preciso ev itar que o aborto se torne um método contraceptiv o. Hav erá um limite de abortos realizados por paciente? O que f azer com a mulher imprudente que tem mais de uma grav idez indesejada e que desejará abortar nov amente? O Estado bancará indef inidamente a irresponsabilidade de quem não aprendeu com o primeiro erro? O assunto é polêmico, mesmo assim ainda concordo que a opção da interrupção da gestação até 12 semanas dev e ser assegurada. Mas é preciso debater e prev er f ormas de que isso de f ato seja assegurado a quem tomou essa decisão com responsabilidade. 25/05/ :24 24/05/ :56 24/05/ :28 24/05/ :03 24/05/ :51 24/05/ :16 47 A questão maior êh educação, saúde, trabalho digno. Cada decide seu destino. 24/05/ : /05/ :38 13 / 27

14 49 Penso que a maneira como f oi div ulgada a proposta do CFM f oi ruim. Nossa f alha (CFM)? ou da imprensa que interpretou e div ulgou de maneira a meu v er tbém equiv ocada. Cabe lembrar que o Conselho não é f av oráv el ao Aborto é contra a criminalização do aborto. O CFM procurou colaborar e orientar a postura dos que na realidade irão realizar o aborto, v isto que se ref ere aos incisos III incluiu a palav ra independente e IV quando retirou um elenco de razões que repercutiriam na atuação do médico. O inciso I já libera o aborto de maneira ampla e irrestrita. É muito importante a ref lexão, pena que a discussão tenha f icado restrita ao Senado e após o CFM. Existe o v iés religioso, v álido que dev e ser respeitado, mas com o cuidado de não ser ou sentir-se superior a opinião dos outros. A autonomia dentre os quatro pilares da Bioética é o mais importante quando os outros não se suplantam entre si. 23/05/ :42 50 Que a posição do CFM não representa a posição dos médicos que dev eriam ser consultados antes dos dirigentes emitirem opiniões controv ersas! 51 Af inal somos médicos da v ida ou da morte?partir dos 14 anos a mulher pode decidir com quem ter relacão sexual,então porque ela não pode prev cenir a gestacão? Acho que o beb~e não culpa da insanidade dos adultos. Como MÉDICO def endo a v ida em toda a sua pletude,desde a concepcõ até a morte. Quero dormir tranquilo e com dev er cumprido:defender VIDA SEMPRE! 23/05/ :59 23/05/ :54 52 Apenas excluíria o ítem se por v ontade da gestante até a 12º semana de gestação. 23/05/ :49 53 Como Radiologista Vejo Nas Usg De 1 Trimestre v italidade Embrionária. Isso é Emocionante E Lev a A Ref letir Mto A Respeito Dessa Questão. Entretanto Temos Q Agir De Maneira Racional, Lev ando Em Consideração Todos Os Pormenores Env olv idos Nessa Questão. Desta Forma Me Mantenho A Fav or Do Posicionamento Do Cf m. 54 Pergunto: Qual a punição que um menor recebe por tirar a v ida de uma, duas ou uma centena de pessoas? Querem proibir a mulher de interromper a gestação (inv iáv el) de até 12 semanas sob que argumento? Vão puní-la? Por que se no exemplo anterior não há punição condizente e não era o executor responsáv el pela v ida que tirou? Nada mais a considerar. 55 Sou totalmente contra o aborto na minha v ida pessoal, mas considero que a mulher tenha o direito de decidir continuar ou não uma grav idez, numa das condições citadas. De qualquer f orma é uma situação muito delicada, que gera grande sof rimento para os env olv idos (não só para quem aconselha, mas principalmente para a mulher e para a f amília - quando esta lhe dá suporte). O pior de tudo é o aborto na clandestinidade, sem quaisquer segurança para a mulher. No entanto, tenho receio que, sendo legalizado e descriminalizado passe a ser uma prática corriqueira e "natural" por alguns prof issionais inescrupulosos Então todo o médico ginecologista que trabalha pelo SUS em plantões será obrigado a f azer aborto?, e f icará o mesmo responsáv el pelas complicações decorrentes das curetagens uterinas(perf urações uterinas, sangramentos, inf ecções e outras), também estará suscetív el a f azer histerectomia em paciente jov em, primigesta e processos por erros médicos nestes casos, sim, porque pessoas leigas conf undem complicações decorrentes de procedimentos médicos com erros médicos. 57 Apresento duv idas na questão d. Apenas por v ontade própria da gestante hav eria interrupção da grav idez? Se f or este o caso, eu discordo. 58 Não concordo com a interrupção da grav idez por v ontade da gestante sem que haja indicação clinica para tal. Neste aspecto penso que o CFM está a f av or da legalização do aborto o que não concordo. 59 O aborto, como todos já sabem, é uma questão de saúde pública. Dev e-se incentiv ar as mulheres a usarem os métodos contraceptiv os adequados desde jov ens, orientando-se inclusiv e nas escolas pois se sabe que as meninas estão iniciando cada v ez mais cedo sua v ida sexual (v árias aos 13/14 anos). Dizer que não há abortos no Brasil é uma utopia, independente de ser legal ou não quem já f ez plantão em serv iços de ginecologia/obstetrícia sabe que diariamente chegam mulheres e adolescentes com complicações de abortos mal f eitos. As mulheres dev em poder ter a opção de interromper uma gestação não desejada/planejada sem se expor a colocar em risco sua integridade f ísica. 60 A VIDA DO SER HUMANO COMEÇA NA CONCEPÇÃO COM A FORMAÇÃO DO OVO OU ZUGOTO. PORTANTO, NEGAR ESTE FATO CIENTIFICO É ASSASSINATO INTRA UTERINO. 23/05/ :42 22/05/ :38 22/05/ :13 22/05/ :05 22/05/ :05 22/05/ :00 22/05/ :53 22/05/ :56 61 A legislação dev e ref letir a decisão da maioria(sociedade em geral). 22/05/ :02 62 Não concordo com ítem d) se por v ontade da gestante até a 12º semana de gestação 22/05/ :15 63 Não pois sou totalmente a f av or da v ida desde a sua concepção. 22/05/ :13 64 Há muito cinismo f rente a esta questão. Enquanto sociedade, f abricamos armas cada v ez mais ef icientes para matar, benzemos os canhões antes da matança, matamos todos os dias outros seres humanos com nossos carros, etc, mas penalizamos a mulher quando ela não quer/pode/etc procriar mais um ser humano. 22/05/ :05 65 Concordo plenamente, inclusiv e a f av or de pesquisa sobre embriões, clonagens, células-tronco, etc... 22/05/ :07 66 Um dos passos mais importantes para o (re)desenv olv imento desta nação é, além da descriminilização do aborto, f azer um amplo reconceito de planejamento f amiliar e controle de natalidade. Minha opinião é de que, por exemplo, uma mulher (ou um casal) não possa ter mais f ilhos do que possa sustentar! 67 Existem metodos seguros de anticoncepcao.depois de concebido sou contra o Aborto v oluntario.a NÃO ser nas condicoes ja prev istas em lei,como estupro,anecef alia ou outro def eito congenito grav e,risco de v ida da mae,etc.. 22/05/ :34 22/05/ :07 14 / 27

15 68 Não posso concordar, principalmente, com a autonomia da mulher em interromper a grav idez desde que até a 12 sem de gestação, mas não concordo com toda a atitude que interf ira negativ amente no curso normal, natural, da natureza e ninguém pode ter tamanha autonomia de tirar a v ida de alguém ou de impedir que ela se desenv olv a; A mulher dev e ter a autonomia de não querer engrav idar e para isso existem v ários métodos, mas a partir do momento que ela assume o risco de engrav idar, não dá pra aceitar que ela corrija a sua atitude prejudicando a autonomia de outrem. Quem def enderá a autonomia do f eto? Eu quero ter esse direito! Qual a dif erença em matar o concepto com 13 semanas, por exemplo, ou com 9 meses ou nos primeiros dias de v ida ou quando criança ou adulto? Se não interf eríssemos na natureza este f eto não sobrev iv eria?!!! Isto é muito dif erente da ortotanásia, onde não interf erimos na natureza, deixando-a a agir, cercando-se de cuidados para se ev itar o sof rimento, mas não interf erimos no processo natural da v ida que está lev ando o indiv íduo à morte - muito dif erente da eutanásia que é o que se está f azendo quando se realiza o aborto. Quero cumprimentar o CREMESC pela corajosa iniciativ a de ouv ir a todos e acredito que, principalmente em temas tão polêmicos, tal prática dev eria ser a norteadora das decisões. Lamento que o CFM tenha tomado uma decisão tão importante e polêmica em nome de todos, sem promov er qualquer discussão e/ou consulta prév ia. Como entusiasta e estudioso da bioética estimulo e v alorizo a ampla discussão, pois possibilita a oportunidade de ref lexão, de amadurecimento e tomada de decisões mais maturas e conscientes. 22/05/ :16 69 Permitir o aborto até a 12ª semana de gestação, com a premissa de of erecer "autonomia" à mulher é abrir espaço para que o procedimento aconteça de maneira desenf reada e, por que não, irresponsáv el. O CFM def ende que o ato não dev e ocorrer como método contraceptiv o, mas é ev idente que, ev entualmente, isso acabará acontecendo. Não se pode ainda, inf elizmente, esperar que a nossa sociedade haja com bom senso e conseqüência. Nossa sociedade não tem maturidade o suf iciente para gerenciar essa suposta "autonomia". 22/05/ :25 70 Educação em primeiro lugar 22/05/ :38 71 Não concordo apenas no item D, no que diz que a paciente até 12 semanas de idade gestacional pode optar pela interrupção de gestação. Sou f av oráv el à interrupção somente nos itens a, b,c. 22/05/ :12 72 Sou f av oráv el aos itens A;B; e C. Tenho dúv ida em relação ao D. 22/05/ :10 73 Primeiro: Gostaria de interrogar porque estão perguntando algo para nós médicos AGORA, após o CFM já ter dado o parecer dele perante a justiça??? Sinto-me injustiçado por não ter dado a minha opinião antes de ser f eito este parecer of icial do CFM! Segundo: Eu como Ginecologista e Obstetra NUNCA f ui interrogado pelo CFM se essa é uma opção nossa! Pois cabe ao Ginecologista e Obstetra esse ato inf ame de "exterminar" com a v ida! Algo que v ocês decidiram sem nossa opinião! Se chegar no meu plantão Obstétrico um dia um parecer da justiça eu me negarei! E ligarei para o primeiro representante do CFM ou do CREMESC para ir lá ele próprio f azer este ato imoral! Terceiro: E acho que o mais importante de todos! Isso f ere o nosso juramento de Hipócrates! "Aplicarei os regimes para o bem do doente segundo o meu poder e entendimento, nunca para causar dano ou mal a alguém. A ninguém darei por comprazer, nem remédio mortal nem um conselho que induza a perda. Do mesmo modo não darei a nenhuma mulher uma substância abortiv a." Se autorizarem isso, joguem o juramento pela janela! Da mesma f orma que se v ierem 6000 médicos cubanos para cá sem CRM sem prov a de Rev alidação... Joguemos nosso CRM no lixo! Pra que pagar CRM então??? Ninguém é Deus para saber quando um ser humano gerado e f ormado pode ter terminação nerv osa f uncionante! Se o coração já f unciona a base de impulso nerv oso, quem dirá que já não está sendo f ormado ali uma consciência?? Não joguem para nós Gineco/Obstetras a responsabilidade da inef iciência de v ocês do CFM e CREMESC em combater os "aborteiros", a inef iciência de v ocês e do Gov erno Federal e Ministério da Educação e Saúde em incentiv ar e ensinar a prev enção de DST's e de grav idez junto as adolescentes, a incapacidade de v ocês e Ministério da Segurança em promov er denúncias mais ef etiv as e penas mais rígidas para estupradores, a incapacidade de amparar essas mulheres v ítimas dessa v iolência que é comum em nossa sociedade e poder dar assistência já nas primeiras horas do estupro e dar o quanto antes o contraceptiv o de emergência! Onde está a Medicina Prev entiv a que aprendi durante anos a f io na f aculdade? Agora v amos instituir a Medicina Reparativ a que é muito mais onerosa para o sistema do que a Medicina Prev entiv a? Quanto se gasta para dar um anticoncepcional para uma adolescente ou uma camisinha?? E quanto é o gasto em internação, risco de perf uração uterina, sangramentos, inf ecção? A segunda opção gasta bem mais! Outra coisa, sobre o poder de decisão da mulher? Sejamos claros, se alguém beber e sair dirigindo e matar alguém é considerado um homicídio doloso, pois assumiu o risco de matar! Se alguém mantém relação sexual, engrav ida e aborta seria o mesmo pensamento. Assumiu o risco de engrav idar! Portanto use camisinha ou DIU ou Condom ou qualquer método ef etiv o para não engrav idar mesmo sabendo que não é 100% conf iáv el! E se engrav idar assuma os riscos! Se quiserem mais idéias sobre o que decidir estou a disposição para ajudar! Abraços Eduardo Caldeira Nichele CRM/SC CRM/PR /05/ :00 74 as 3 primeiras justif icativ as do CFM eu concordo. 21/05/ :35 75 Sobre este assunto já existe uma jurisprudência univ ersal : o direito de um v ai até onde começa o direito do outro! O f eto eh o outro!! Gostaria muito de v er ações deste egrégio conselho com relação a pratica da BOA MEDICINA! Mário Celso Schmitt CRMSC estamos f alando apenas da descriminalização do aborto ou deste procedimento entrar para as listas dos of erecidos pelo SUS? 77 Dizer ser a f av or da autonomia da mulher em interromper a grav idez é uma maneira hipócrita de dizer ser a f av or do aborto. Pergunto: e quem irá def ender o direito a v ida deste nov o ser ( embrião )? Sou a f av or em def ender a v ida, sou af av or em inv estir mais em saúde, educação e segurança. Assinado : Laércio Cadore. 21/05/ :59 21/05/ :52 21/05/ :31 78 Moramos e trabalhamos num pais nada serio e precisamos amadurecer essa idéia. 21/05/ :10 79 A saúde da mulher diz respeito à mulher e sua opinião dev e ser sempre respeitada. 21/05/ :17 80 Considero a geração de uma nov a v ida a partir da f ertilizaçao.aos 3(três) meses de gestação,todos os órgãos do nov o ser, já estão f ormados. Daí em diante v ão apenas desenv olv er-se,crescer.uma nov a v ida,já, estará f ormada.considero a interrupção da grav idez,desde o momento da concepção como INFANTICÍDIO. 21/05/ :38 15 / 27

16 81 Eu def endo que a posição pela v ida é suprema em detrimento as demais situações. Dar legalidade a essa prática, especialmente em relação a autonomia da mãe até 12 semanas (CFM), permitiria uma irresponsabilidade em relação aos métodos contraceptiv os. É v erdade que muitas mães menos priv ilegiadas economicamente são v ítimas dev ido a abortos praticados na clandestinidade. Agora, aprov ar o assassinato de f etos não é conv eniente para resolv er esse problema. Sem f alar no estrago psicológico àqueles que praticam este ato, independente da legalidade. Eu acredito que a v ida já começou no momento da f ecundação. Jamais uma irresponsabilidade poderia legitimar um assassinato. Pode parecer pouco moderno ou muito conserv ador pensar desta f orma. Porém, quando f alamos em preserv ar a v ida, ou lutar pela v ida, estamos f alando de um princípio. Esse é um princípio, que como médicos, lutamos por ele todos os dias. Vou continuar na def esa pela v ida! 21/05/ :35 82 sou totalmente contra o aborto. 21/05/ :25 83 Gostaria de parabenizar o CFM pelo seu posicionamento e a COSEMESC em realizar pesquisa, porque na minha experiência como ginecologista, entendo que a mulher que deseja realizar o aborto v ai realiza-lo de qualquer f orma, o que coloca em risco o seu f uturo reprodutiv o e a sua v ida, porque não f oi uma nem outra paciente que eu v i chegar na emergência com aborto inf ectado em estado séptico, que necessitou ser submetida à cirurgia de histerectomia de urgência e que quase morreu na UTI. Deste modo, pode-se v islumbrar que o aborto clandestino traz marcar prof undas tanto do ponto de v ista f ísico quanto psicológico anos em sala de Parto (5 anos como acadêmica) me mostram que a SAÚDE EMOCIONAL da mulher que pratica o aborto é SERIAMENTE danif icada. Mesmo sem considerarmos os riscos imediatos e tardios e as complicações orgânicas, mesmo sem considerarmos que existe um Deus que é o Senhor da v ida e da morte, este prejuízo emocional sev ero que se sucede ao aborto prov ocado me obriga a uma posição de ser RADICALMENTE CONTRA a interrupção da grav idez como está sendo def endida, isto é, f ora do já estabelecido pelas lei e pela ética médica. Vejo, com tristeza, inúmeras pacientes que dizem: "doutora, nunca contei isto para ninguém" carregando, por anos e anos, um f ardo emocional desgastante, af litiv o, sequestrador de toda alegria do v iv er, inclusiv e esmaecendo ou anulando o prazer sexual delas. E com isto, comprometendo a f elicidade conjugal e f amiliar como um todo. Muitas estão há anos em tratamento para depressão sem nunca terem f alado nada da dor que tem em cada aniv ersário daquele f ilho abortado. Em cada etapa de progredir da v ida daquele f ilho, na escolaridade, na aquisição de uma carteira de motorista, casamento,... coisas que ela mesma matou. E este sof rimento é tão dolorosamente progressiv o que tenho pacientes que f izeram aborto há mais de 40 anos e que v ão, ano a ano, na consulta, na mesma data, só para chorar,,, E mais: as grav idezes indesejadas, quer de pessoas com maior cultura e patamar econômico mais elev ado, quer de pessoas menos f av orecidas, acabarão em aborto clandestino. Para esconder de si mesma, de sua f amília, de seus amigos, de sua sociedade, o f ato de terem uma v ida sexual ativ a. Há necessidade, sim, de maior e mais f ácil acesso à anticoncepção regular e ao entendimento da sexualidade como ato que exige responsabilidade. Inclusiv e a responsabilidade da anticoncepção. Uma morte não pode encobrir um erro, especialmente se ela sepulta a ALEGRIA DE VIDA. 21/05/ :11 21/05/ :56 85 Sou a f av or da interrupção somente quando há risco de v ida à parturiente. 21/05/ :44 86 Considerando que na clandestinidade o aborto, que desde sempre acontece, é um assunto necessário de ser discutido pela sociedade.principalmente para a mulher carente de recursos, seja intelectual, social ou f inanceiro, legalizando e normatizando a interrupção da grav idez, quando não desejada ou quando existir risco de v ida para a mãe e/ou para o f eto, será uma f orma de contribuir para diminuir esse índice, pois todas as mulheres, nessa situação, terão acesso a serv iços adequados, inclusiv e pelo SUS. 87 Concordo com os tres primeiros ítens. O ítem d) "Por v ontade da gestante, até a 12ª semana,, acho descabida. O casal dev e ser educado e inf ormado sobre métodos anticoncepcionais e serem responsáv eis por gerarem f ilhos não desejados e não simplesmente descartar o produto indesejado, que é uma v ida humana. 88 Apenas discordo do acréscimo do nov o item autorizando a mulher a praticar o aborto até 12 semanas sem um motiv o relativ o a segurança e saúde da mulher e da criança! A f alta de capacidade de se prev enir de maneira adequada nao justif ica uma autorização de assassinato. Murilo Dalponte 89 Parabenizo as autoridades pelo lançamento da discussão, a meu v er bastante propícia, e que dev e ser conduzida de f orma absolutamente laica. 90 Esta questão dev e ser encarada de f orma pragmática considerando, é claro, aspectos indiv iduais, mas também do ponto de v ista da saúde pública. Descriminalizado ou não, o aborto continuará sendo f eito, em clínicas clandestinas ou no quardo de dormir, com agulhas de tricô ou o que quer que seja, com ou sem o apoio do estado, dos f amiliares ou do pastor ou do padre. A descriminalização redizirá o morbimortalidade f eminina e as chances de problemas nos bebês que sobrev iv em a tentativ as malogradas de aborto doméstico, como já pude testemunhar no caso do misoprostol. Eugenio Grillo E quanto à autonomia da nov a v ida f ormada? Há questões de crenças que não auf erem a relev ância necessária nas discussões, pois o homem adota uma posição de detentor do poder sobre a v ida e a morte, que com certeza abrirá precedentes para aumentar o número de abortos com f ins meramente contraceptiv os. É f undamental inv estir-se na educação para contracepção dos mais desf av orecidos, onde a taxa de f ecundidade ainda é maior. Quanto às situações em que a v ida é inv iabilizada, como na anencef alia, acredito que é mais traumático para mãe saber que consentiu a eliminação de seu f ilho, que poder participar de um luto real como é o natural para o amadurecimento humano. Ademais, há médicos que adotam as mais div ersas condutas conf orme seu caráter, podendo hav er, e certamente hav erá, aqueles colegas que unir-se-ão para f av orecer situações de abortamento pelo simples f ato de uma criança v iáv el - a exemplo, os sindrômicos de Down -, não ser a mais desejada pelos pais. 92 Situação pontual, na qual a gestação traz risco de morte para a mãe, tem a clara permissão de todos para a interrupção da grav idez. Na quase totalidade de outras situações, a prev enção dev e ser o f oco; uso de preserv ativ os e/ou anticoncepcionais, planejamento f amiliar com todos os comemorativ os em torno de uma grav idez programada, etc. Nov amente, a atuação dev e pautar a prev enção. 93 Não concordo com o item da v ontade da gestante sem ser pelos motiv os anteriores, dev e f azer o cuidado para ev itar a concepção se tiv er suas relações sexuais... 21/05/ :11 21/05/ :29 21/05/ :20 21/05/ :13 21/05/ :07 21/05/ :31 21/05/ :21 21/05/ :13 16 / 27

17 94 O DEBATE, ATÉ AQUI, LIMITOU-SE APENAS À ANÁLISE FRIA DA CIÊNCIA, ATÉ MESMO DEIXANDO DE LADO ASPECTOS "ÉTICOS DA VIDA", QUE NOS LEVA A PROFUNDOS QUESTIONAMENTOS, INALIENÁVEIS, SOBRE O "SER", OBJETO DO NOSSO ESTUDO. ONDE COMEÇA A VIDA? A QUEM PERTENCE A VIDA QUE ESTÁ NO ÚTERO DA MÃE? QUEM PODERIA DEFENDER O "SER" QUE ESTÁ PRESTES A SER "EXTRAÍDO" DO SEU ACONCHEGO? NÃO TEM ELE DIREITOS? É PRECISO, IMPERIOSAMENTE, SENHORES, DISCUTIR TUD ISSO, E, CERTAMENTE MUITO MAIS. 21/05/ :01 95 Sou contrário a interrupção da grav idez pelo simples desejo da mãe sem justif icativ a médica ou legal pra tal ato, haja v isto a f acilidade ao acesso aos métodos anticoncepcionais. Não concordo com a posição do CRM em hipótese alguma e também não concordo como a posição f oi tomada, sem consulta a classe médica. 96 sou a f av or do aborto por escolha da mulher e com acompanhamento do médico desde o tempo de univ ersitário, achando um crime proibi-lo e deixa-lo a mercê de curandeiras. 97 Sou f av oráv el a autonomia do paciente, porém em relação ao aborto pensoque não pode seruma decisão única e exclusiv a da gestante em casos de gestação normal onde houv e sexo consensual. O concepto f oi gerado por duas pessoas e as duas pessoas dev em ter o direito de decidir juntas o f uturodo concepto. A opiniãodo pai dev e ser ouv ida antes que seja tomada qualquer atitude pela equipe médica. 98 Atualmente trabalho na Australia, onde grav idez eh interrompida por aborto, legalmente, tranquilamente, desde que haja uma solicitacao assinada por medico. 99 Não critério objetiv o para determinar idade do ser humano em que ele "passa a existir", senão na concepção. Especialmente porque o desenv olv imento de cada ser humano é única e indiv idual. Se alguém quer sugerir uma idade para que o indiv íoduo passe a ter "Dignidade Humana" - v ou sugerir que se siga o Código Penal Brasileiro, que determina quando indiv íduo passa a ser responsáv cel pelos seus atos. Antes disso, os pais (a mãe) teria autonomia sobre ele. Donde se conclui que a mãe pode matar o f ilho até completar 16 anos, se f or da v ontade da mãe. 100 Porém seria interessante que o médico ginecologista que trabalha em hospital público de ref erência não seja obrigado a realizar o procedimento. Que estes sejam f eitos por prof issionais que aceitem v oluntariamente a f unção. Obrigado pela oportunidade. 101 Vetar o item D ("v ontade da gestante"); O aborto só poderá ser f eito até a 12a. semana (p. ex. aborto), salv o se anencef alia. 21/05/ :01 21/05/ :31 21/05/ :17 21/05/ :06 21/05/ :28 21/05/ :26 21/05/ : semanas de gestacao, me deixou indecisa...no posicionamente... Obrigada! 21/05/ : As indicações clínicas para a interrupção da grav idez, se respaldadas por Lei, trarão incontestáv el av anço para a população e para a prática médica. Contudo, a interrupção da gestação por mero desejo da mulher precisa ser melhor debatida com a sociedade e com as entidades médicas, pelo receio de que a prática abortiv a torne-se praxe para "corrigir" os não usos de métodos anticoncepcionais e preserv ativ os. 104 É uma contradição considerar uma bactéria como v ida e o início da v ida humana, antes da f ormação do SNC, não. 105 ESTA PESQUISA DEVERIA TER SIDO FEITA ANTES AOS MEDICOS DE TODO O BRASIL, PARA ENTAO O CFM TER TOMADO UMA POSIÇAO. AS PACIENTES DEVERIAM PENSAR ANTES DE ENGRAVIDAR, JA QUE NAO QUEREM ASSUMIR UMA GRAVIDEZ. 106 Será sim método contraceptiv o em muitos casos! Terá "erros" de calculo da idade gestacional propositais para a ef etiv ação do aborto após 12semanas, nosso país não tem condições culturais para tal procedimento! 107 Acho importante o posicionamento claro do CFM em relação a esse tema tão complexo, particularmente em um país católico como o nosso. Não é mais possív el ignorar as mortes de mulheres que se submetem a abortos clandestinos nem o estigma que essa decisão acarreta. A decisão de interromper uma grav idez indesejada ou de um f eto com anomalias grav es dev e ser prerrogativ a da mulher, que dev e ser atendida com dignidade em ambiente hospitalar, com toda a segurança, independente de sua condição social. Parabéns ao CFM pela posição f irme. 108 Diante da "barbárie of icializada", não concordo! A banalização da morte intra-útero e os 1001 motiv os que v irão para justif icar tal ato, serão v ergonhosos e catastróf icos, lamentav elmente!!!! Métodos anticoncepcionais disponív eis, políticas de planejamento f amiliar e educação sexual, certamente são impossív eis de se adotar e por isso, interrupção da gestação é mais f actív el!!! RCLP. 109 Concordo com quase tudo, casos de risco de v ida, anencef alia, estupro... menos com a parte de que a mãe pode f azer apenas por v ontade propria. 110 Interrupcao da grav idez somente por risco a mãe, v iolencia sexual ou mal f ormacao f etal incompativ el com a v ida, independente da idade gestacional Não v ejo porque os médicos,cujo compromisso é com a v ida,tenham que dar ref erendo à PLS 236/2012,em seu item "d".os outros itens já tem motiv os médicos claros na legislação v igente e nos parece suf iciente. A medida v ai reabilitar todo e qualquer aborteiro do passado cujas licenças f oram cassadas pelos CRMs e CFM? Penso que os médicos não dev eriam assumir essa posição, embora entenda os problemas do aborto clandestino no País.Cabe ao gov erno encontrar a solução para esse problema que tem uma origem socioeconomica,educacional,etc.o gov erno v em sistemáticamente resolv endo(?) os problemas,liberando ou proibindo-os sem atacar as v erdadeiras causas dos mesmos. A legalização do aborto f oi e é uma promessa politica do atual gov erno,como tantas outras que v em sendo aprov adas(cotas raciais,casamento gay,medicos cubanos,etc) e querem o ref erendo dos médicos,para maior conv encimento da proposta. As razões médicas já estão contempladas nas resoluções desse Conselho. Essa minha opinião,smj Diogo Nei Ribeiro CRM/SC /05/ :54 21/05/ :12 20/05/ :52 20/05/ :42 20/05/ :33 20/05/ :14 20/05/ :08 20/05/ :52 20/05/ :28 17 / 27

18 112 Não concordo com a interrupção da gestação por manif estação materna, tendo em v ista todos os métodos contraceptiv os disponív eis atualmente inclusiv e para as pacientes de baixa renda. 20/05/ : Acredito que o desejo da f utura mae tenho seu respaldo salv o situações de risco e aqui não se exclui a v iolencia sexual doméstica muito presente e constante. 114 Não sou a f av or do item d, em que a gestante tem opção do aborto mesmo excluindo risco de v ida materno, f etal ou abuso sexual. 115 acho desnecessário, estando no sec XXI debater questões que há muito deixaram de ser importantes no contexto mundial, e mais ainda, deixar de dar v alor religioso a questões medicas concretas Não concordo com a realização do abortamento, somente por v ontade da paciente, sem o f eto e ou a paciente tiv er uma indicação, como anencef alia A autonomia de uma mulher sobre seu corpo limita-se ao seu próprio corpo. A partir do momento em que há outro corpo (outra pessoa, outra v ida) dentro do seu, a mulher terá de respeitá-lo. As pessoas tem total autonomia sobre o uso de métodos anticoncepcionais; nos dias de hoje, com toda a inf ormação disponív el na mídia, e com os div ersos métodos anticoncepcionais disponibilizados gratuitamente, é inadmissív el que as pessoas engrav idem "sem querer". No caso de isso ocorrer, o mínimo que se pede é que a pessoa assuma as consequências de seu ato, sem precisar tirar a v ida de ninguém. Não podemos banalizar o abortamento. Não pode ser uma simples escolha, pois corremos o risco de, num f uturo próximo, o aborto tornar-se corriqueiro. 118 Penso que a mulher gestante não precisa de 12 semanas para decidir se quiser interromper uma grav idez não desejada. Na minha opinião a questão da contracepção de emergência dev e ser melhor orientada e of erecida às mulheres - a pílula do dia seguinte. 119 Estou de acordo com o CFM até o penúltimo item das razões para interromper-se a gestação até apenas a 4º semana de grav idez, uma v ez que o BetaHCG é um teste precoce e pode-se, muito bem e ef icazmente, f azer-se uma CTG com tempo de sobra para tomar-se a decisão. Por que esperar-se até a 12ª? Quanto ao último item, sou absolutamente contra porque toda mulher sabe se está em período f értil e dev e, por obrigação, proteger-se contra uma grav idez indesejada. SE A MODA PEGA!!! Concordo com a liberdade da mãe para escolher o que quer f azer - Também concordo com o médico ser liberado para que possa auxiliá-la nesta decisão - Contudo, não concordo que nenhum médico seja obrigado a prestar este tipo de atendimento, uma v ez que poderá estar em desacordo com as suas crenças religiosas ou f ilosóf icas - Não concordo com a realização de abortos, mas isto é uma v isão pessoal - Ao mesmo tempo que eu não concordo e, como médico, não compactuaria com isso, acredito que a mulher dev e ser liv re para tomar a decisão que o seu conjunto de crenças f ilosóf ico-ético-religiosas def inir e que o médico que se considerar apto para auxiliá-la, se não tiv er nenhum conf lito ético-moral com a realização do aborto, que a auxilie - até mesmo como uma f orma de ev itar que algo pior possa acontecer à mãe, caso a mesma procure uma solução "clandestina" 121 É uma decisão única da mulher e dev e ser of erecida dentro de condições técnicas adequadas que resultem em menor risco 122 Concordo com o CFM, mas é lastimáv el,pois sempre sera um assassinato, mesmo que legalizado! creio que o importante mesmo é um despertar v erdadeiro das consciências para uma v erdadeira anticoncepção e proteção. Muito há ser tratado nas escolas, e nas univ ersidades em geral, cursos técnicos... enf im colocar o assunto da concepção para jov ens homens e mulheres massiv amente, despertar neles essa consciência. Esse cuidado com as próprias v idas e dos outros, especialmente desse ser que é impedido de chegar a v ida terrena. Atenciosamente. 20/05/ :42 20/05/ :14 20/05/ :47 20/05/ :21 20/05/ :19 20/05/ :03 20/05/ :48 19/05/ :39 19/05/ :47 19/05/ : Não. O texto f eito pelo CFM já está adequado. 19/05/ : av aliação psicológica e psiquiátrica da gestante antes da decisão antes da 12ª semana. 19/05/ : Existem muitas alternativ as seguras e baratas para ev itar uma grav idez indesejada. Necessário é aumentar a dif usão da inf ormação e a responsabilidade do homem e da mulher sobre seus próprios atos. 19/05/ : Não concordo com o item d da resolução do cf m apenas, esse item, restante sou f av orav el 19/05/ : O médico dev e def ender incondicionalmente a v ida; é v ergonhoso que a entidade máxima dos médicos tome posição diametralmente oposta. 128 se concordarmos com a possibilidade de interromper ate a 12semana por v ontade da mulher, pq nao concordarmos que a crianca seja morta ate o primeiro ano de v ida, 1 ano ou 3 meses em uma v ida de 80anos é algo mto semelhante, entao nao temos o direito de escolha da v ida ou da morte a nao ser pelos itens anteriores os quais concordo, 129 Não concordo a Colocaçao de tudo num mesmo 'pacote' : as possibilidades a,b e c já estão regulamentadas em lei. Quanto ä interrupçao somente por opção materna- sou totalmente contra, e creio que dev eríamos pensar em lutar pela v ida de nossos pacientes, tenham eles semanas ou muitos anos de v ida. Nossa luta dev eria ser a de f acilitar o acesso das pacientes aos métodos contraceptiv os, cobrando também do poder público programas com esta f inalidade. 130 Inev itav elmente, isso acarretará um "nov o" método contraceptiv o. O SUS será procurado por mulheres que nao usaram os métodos contraceptiv os pré-concepção, com a simples justif icativ a: "eu nao quero ter o bebê e tenho direito de tirá-lo", ou coisas do tipo. 131 Sou da opinião de que se dev eria manter a posição até então adotada, isto é: f av orav el nos ítens A e B, e contra nos ítens C e D. 132 O meu maior temor,mesmo sem querer ser hipócrita quanto ao aborto indiscriminado entrev as classe mais f av orecidas,sera a substituição dos métodos contraceptiv os em f unção da retaguarda do aborto legal. Um trabalho paralelo de nossa classe dev era ser f eito com maior empenho. 19/05/ :43 19/05/ :33 19/05/ :14 19/05/ :29 19/05/ :20 18/05/ :10 18 / 27

19 133 Com base nas hipóteses apresentadas pelo CFM, a decisão materna dev e ser primordial. Concordo com o CFM. 18/05/ : nada a acrescentar. 18/05/ : É imperativ o adotar políticas de conscientização para a grav idez planejada e o uso de métodos contraceptiv os adequados. Não é coerente achar que liberando o aborto a v ontade da mãe este não se tornará um método contraceptiv o. Comparar esta situação a ortotanásia é inadequado, v isto a decisão da gestante ser ref erente a v ida de outra pessoa, não a sua, ainda que no momento habite o seu v entre. 136 Concordo em parte. Desde q nenhum medico seja obrigado direta ou indiretamente a f azer parte do ato de abortar. Acho q os ginecos é que dev em ser ouv idos nesse caso especif ico! 137 Sou contra o aborto, pois a v ida se inicia na concepção! Interrupção da grav idez é assassinato! O site v otopelav ida.com desde o ano de 2006 dedica-se a of erecer inf ormação sobre o posicionamento, em cada ciclo eleitoral do país, dos candidatos mais signif icativ os em relação ao tema do direito à v ida nascitura. A iniciativ a pretende denunciar o modo pelo qual o aborto e a Cultura da Morte estão sendo silenciosamente introduzidos nos países ibero-americanos. Traz links com o texto Contextualização da def esa pela v ida, o relatório sobre a promoção do aborto no Brasil pela Fundação MacArthur, a criação da Estratégia dos Direitos Reprodutiv os pela Fundação Ford e um texto intitulado Assalto e Destruição : a aposta da ONU na promoção do Aborto na América Latina. Em 27/04/2011 f oi reinstalada a Frente Parlamentar em Def esa da Vida- Contra o Aborto, criada inicialmente em Uma das principais v itórias do grupo f oi o arquiv amento def initiv o do Projeto de Lei 1135/91, que descriminalizaria o aborto. O grupo conta com a adesão de 205 deputados e senadores. Entre as prioridades para este ano está a aprov ação do Estatuto do Nascituro (Projeto de Lei 478/07), que estabelece o momento da concepção como o início da v ida. A Comissão de Seguridade Social e Família da Câmara dos Deputados aprov ou em 19/5/10 o Projeto de Lei 478/07, que atualmente aguarda apreciação do plenário na Comissão de Finanças e Tributação. O Estatuto do Nascituro, ao contrário do atual gov erno brasileiro que decidiu aliar-se às grandes Fundações Internacionais que promov em o aborto irrestrito em todo o mundo, segue a linha dos principais tratados e conv enções internacionais de direitos humanos assinados pelo Brasil que tem reconhecido cada v ez mais claramente a personalidade e o direito à v ida antes do nascimento. O Estatuto elenca todos os direitos inerentes à criança por nascer, tornando integral a proteção ao nascituro, sobretudo no que se ref ere aos direitos de personalidade, e "VEDA AO ESTADO OU A PARTICULARES CAUSAR DANO AO NASCITURO EM RAZÃO DE ATO COMETIDO POR QUALQUER DE SEUS GENITORES". 18/05/ :41 18/05/ :00 18/05/ : só sou contra a interupção no 12 mes da grav idez 18/05/ : Na minha opnião isto ev itaria a clandestinidade de médicos que realizam tal procedimento; ev itaria a realização também por pessoas não habilitadas (não médicos); seguramente diminuiria a mortalidade materna decorrente de procedimentos deste porte sem as condições adequadas. Cabe lembrar ainda, da não obrigatoriedade do médico realizar tal procedimento, f icando a cargo de sua índole sua realização ou não, mas retirando a imputabilidade de crime como tal. Grato. 140 concordo que a mulher tenha automia sobre seu corpo, entao que pense bem antes de ter relação sem preseserv ativ o se nao tem intenção de engrav idar. sou medica e gestante de 11 semanas e meu bebe esta perf eito, completinho, nao teria coragem de acabar com a v ida dele mesmo que ele nao f osse planejado. em algumas ocasioes eu ate concordo, nos casos de v iolencia sexual, risco para mae e f eto com mal f ormação 141 Acredito que o direito de um ser humano termina onde se inicia o do outro. A mãe é e sempre será dona de seu corpo mas ao ocorrer a f ecundação geramos outra v ida e outro corpo que dev e ser respeitado e def endido. A mãe que não quer engrav idar dev e se preocupar com a realização de contracepção ef icaz e responsáv el. Se o problema é grav idez não planejada v amos inv estir em contracepção e educação sexual, v amos inv estir em uso de preserv ativ o masculino e f eminino porque assim também estaremos prev enindo as DSTs. Concordo com o aborto em grav idezes decorrentes estupro ou aquelas que põe em risco a v ida materna. 142 Nosso direito se extende até onde inicia o direito do outro. O direito de autonomia sobre meu corpo não dev e impedir o direito à v ida do outro. 143 Inf elizmente o CFM v ai de encontro ao posicionamento de uma minoria barulhenta da sociedade brasileira que quer f azer v aler sua opinião de qualquer f orma. Fazem esta pressão junto ao STF. Até aquela Corte Superior está jogando para a "torcida" quando autoriza o aborto em f etos anencef álicos - alguém tem dúv idas de que aquele era o primeira passo para esta barbaridade que o CFM propôs? - ou quando, ao arrepio da Constituição, autoriza casamento "gay ". Se querem se casar, sem problema. Que o parlamento mude a constituição e não desta f orma, com um judiciário que teima em querer legislar. Voltando ao assunto, o CFM perde a chance de f icar com a boca calada quando emite opinião tosca, indev ida e inoportuna que NÃO REPRESENTA O QUE PENSAM OS MÉDICOS BRASILEIROS. Não imaginem que os médicos brasileiros v ão se transf ormar em aborteiros, Srs. 18/05/ :20 18/05/ :08 18/05/ :16 18/05/ :26 18/05/ : Dev e ser disponibilizado à gestante aconselhamento psicológica. 18/05/ : Excelente a discussão do Dr Roberto D'av illa, sou completamente a f av or da opinião do CFM. 18/05/ : Apenas nao concordo com o item D que diz que " por v ontade própria a gestante pode interromper até a 12a semana." Quase respondi que nao concordo com o CFM por causa deste item. Sugiro nao colocar este item, pois e o que gera mais polemica. E acho que assim as mulheres usariam o aborto como metodo anticoncepcional, se dor apenas por v ontade propria. Os demais estou totalmente de acordo. 18/05/ : Somente as mulheres dev em decidir 18/05/ :51 19 / 27

20 148 CONTIDAS NO TEXTO O PROCESSO DE GRAVIDEZ INDESEJADA É DE CONSEQUENCIAS GERALMENTE DRÁSTICAS PARA A GESTANTE E O CONCEPTO, DURANTE A GESTAÇÃO E APÓS O PARTO. A INTERRUPÇÃO EMBORA TENHA CURTO ESPAÇO DE TEMPO, 12 SEMANAS, PARA SE REALIZAR, HÁ CONDIÇÕES DE AVALIAÇÃO DO CASO PELA EQUIPE MÉDICA E INTERVENÇÕES NECESSÁRIAS PARA SER OU NÃOREALIZADA A INTERRUPÇÃO 18/05/ : Temos muitos métodos anticoncepcionais, para todos os gostos e necessidades. As mulheres dev eriam ter acesso a esses métodos e à educação para ev itar toda a grav idez indesejada e não ter a sua interrupção f acilitada. 150 enquanto a sociedade não assumir concretamente suporte social para criação decente dos f rutos de gestação indesejada, não posso concordar com a cômoda e hipócrita posição de criminalizar gestantes em desespero e prof issionais q se v ejam env olv idos nos seus casos. 151 Este assunto dev erá ser mto bem debatido!!!cfm não é o representante dos Medicos e não pode f alar por eles!!!! 152 Sou contra toda f orma de abrev iação da v ida de terceiros para pagar por uma imprudência ou inconsequência de jov ens imaturos. Dev em sim existir políticas no sentido do esclarecimento e educação à cerca das consequências da ativ idade sexual como a grav idez precoce na adolescência e as DST. 153 Acredito que não podemos prejudicar a v ida existente por alguma que ainda não exista ou está em f ormação. Pensando sobre isso v em o questionamento: mas quando é que começa a v ida? Acredito que a v ida só exista quando há possibilidade de autonomia, de sustentação e manutenção da v ida por si. Isso ocorre após 20 semanas de gestação. Ponderando sobre a f ormação do sistema nerv oso e o risco materno, penso que 12 semanas para aborto está coerente e possibilitando dignidade para as mulheres. A v erdade é que se homens gestassem, prov av elmente o abroto nunca tiv esse sido proibido. Sociedade: deixemos a hipocrisia! 154 Acredito mais na educação a respeito dos métodos para ev itar a grav idez, inclusiv e nas classes socais mais baixas. Neste aspecto que dev eria ser pensado. E a atitude de deixar de ser crime iria prov av elmente reduzir os cuidados f rente a isso dev ido a f acilidade na interrupção da grav idez, que ocorreria com as mudanças na Lei. Podendo inclusiv e aumentar a ocorrências das DSTs. Forte abraço aos colegas. E dev emos pensar em Planos de Carreira para o SUS, e nos impor contra a importação de medicos para o nosso País. A luta continua! 18/05/ :38 18/05/ :34 18/05/ :19 18/05/ :59 18/05/ :29 18/05/ : Não concordo com o item D acho que não podemos exterminar uma v ida sem def esa. 18/05/ : Na v erdade concordo com os três primeiros itens. O quarto que f ala sobre a decisão única e exclusiv a da paciente não concordo. Acho que dev e ser melhor debatido para que algumas mulheres não usem o aborto como meio anticonceptiv o. Nos outros três casos sou a f av or da descriminalização. 157 Importante ressaltar a dif erença entre a exclusão de ilicitude e o "direito ao aborto", que da a muitas pessoas uma noção equiv ocada do tema. O próprio CREMESC div ulgou nota onde o equív oco não f oi sanado. 158 Parabéns ao CFM pela posição de liberação do aborto no Brasil acompanhando mais de 37 países que já f izeram o mesmo. 18/05/ :45 18/05/ :17 18/05/ : CONCORDO COM AS EXPOSIÇÕES DO CFM. 17/05/ : A idade gestacional em que um f eto passa a ser considerado uma pessoa é arbitrária. Dev emos respeitar as div ersas considerações religiosas, inclusiv e o direito de não ter religião e considerar o f eto como um conjunto de células humanas que ainda não possui direitos como ser humano. Considero o limite de 12 semanas bastante razoáv el. 161 nao concordo que a sociedade decida sobre o aborto v isto que a escolaridade e o grau de inf ormação da maioria do nosso pov o estaria por decidir equiv ocadamente 162 Não concordo com a interrupção da gestação até 12sem por v ontade materna,pois atualmente elas estão totalmente esclarecidas quanto aos metodos anticoncepcionais.também como obstetra e plantonista já imagino que com esta liberação legal da interrupção da gestação v ai sobrar pra nós realizar curetagens em muito maior numero,inclusiv e com suas complicaçoões clinicas e cirurgicas e quem sabe até processos por v alores irrisorios como os pagos pelo SUS e pelos conv enios.acho que a mulher tem que ser responsav el pelo seu ato e pela prev enção da gestação.sou contra o abortamento a não ser pelas outras causas descritas que env olv em v iolencia,sude materna e f etal. 163 Trata-se de um assunto relacionado com v ários temas, inclusiv e cultural e social.na minha opinião o conselho poderia abster-se deste posicionamento.na própria f ala do Presidente: Medicina em def esa da v ida, há praticamente uma ironia em se def ender o aborto até 12 semanas.até hoje não entendemos embriologicamente em que ponto se começa de v erdade a v ida humana.def endo que até que não tenhamos totalmente este entendimento não estamos aptos a def ender o aborto e muito menos até quando se pode ou não realiza-lo.nossa def esa é a def esa da v ida, seja ela tanto da mãe como do f eto, portanto acho desnecessário este posicionamento do CFM que representa todos os médicos brasileiros e portanto, a opinião de todos os colegas independente de suas opiniões, religião, credo ou posicionamentos.isto v em de cada médico, que antes mesmo de ser médico é ser humano com particularidades e opiniões únicas. 164 considero importante respeitar a v ontade da mulher,desde que esteja ela bem ciente das implicações de seu ato e considere que essa era a melhor solução.vejo também que o posicionamento da C F M está bem postado,coerente na linha de racionalidade que todos nós prof issionais almejmoa atingir. 17/05/ :18 17/05/ :45 17/05/ :09 17/05/ :16 17/05/ :47 20 / 27

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