RELATÓRIO E CONTAS I

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1 RELATÓRIO E CONTAS I

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3 RELATÓRIO E CONTAS

4 Informação Corporativa 10 Relatório de Gestão 16 A Conduril 04

5 Relatório e Parecer do Conselho Fiscal 56 Demonstrações Financeiras e Anexos 24 Certificação Legal das Contas 60

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7 A Conduril

8 CONDURIL A Conduril Angola - Ponte N Zeto Não há ventos favoráveis para quem não conhece o seu rumo Séneca Conservatória do Registo Comercial de Valongo Capital Social: euros NIF: Alvará nº 568 6

9 A Conduril CONDURIL Visão A Conduril desenvolve toda a sua atividade no domínio da Engenharia Civil e o seu objetivo principal, quer em termos técnicos quer em termos económicos, é ser (e ser reconhecida pelo mercado como tal) uma das melhores empresas portuguesas de engenharia com, simultaneamente, as seguintes características: Missão Temos por missão a criação duradoura de riqueza para os nossos acionistas e a sustentabilidade das melhores condições de trabalho para os nossos colaboradores - e a sua satisfação como primeiro vetor da nossa responsabilidade social. Ser uma grande empresa à escala nacional em termos técnicos e económicos, capaz de dar resposta a qualquer obra de engenharia civil quer no mercado nacional quer no estrangeiro. Ser, em termos do número total de pessoas no ativo, a nível nacional, uma média empresa, flexível, capaz de responder às diversas solicitações do mercado, e com uma grande capacidade técnica capaz de, além do mais, ter uma sólida base de apoio à sua atuação no estrangeiro. Valores Acreditamos que só podemos criar valor e riqueza, isto é, vencer, da forma certa ou seja: com franqueza, confiança e responsabilização alicerçada numa cultura de Integridade que significa: Honestidade, Transparência, Justiça e uma rigorosa adesão às regras e aos regulamentos; são estes os nossos valores. 7

10 CONDURIL A Conduril Conduril no Mundo Espanha Portugal Cabo Verde Senegal Angola Botswana 8

11 A Conduril CONDURIL Zâmbia Malawi Moçambique 9

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13 Informação Corporativa

14 CONDURIL Informação Corporativa A Conduril - Engenharia, S.A. é uma sociedade anónima - gerida por uma Comissão Executiva eleita nos termos legais - cujos órgãos sociais têm a seguinte composição: Angola - Paenal Mesa da Assembleia Geral João Baqueiro Oliveira (Presidente) Amadeu Augusto Vinhas António Emanuel Lemos Catarino Conselho de Administração António Luís Amorim Martins (Chairman) Maria Benedita Andrade de Amorim Martins Maria Luísa Andrade Amorim Martins Mendes Ademar Américo Soares Paiva Álvaro Duarte Neves Vaz António Baraças Andrade Miragaia Carlos António Soares de Noronha Dias Ricardo Nuno Araújo Abreu Vaz Guimarães Comissão Executiva Maria Benedita Andrade de Amorim Martins (CEO) Maria Luísa Andrade Amorim Martins Mendes (Vice- Presidente) Ademar Américo Soares Paiva Álvaro Duarte Neves Vaz António Baraças Andrade Miragaia Carlos António Soares de Noronha Dias Ricardo Nuno Araújo Abreu Vaz Guimarães Conselho Fiscal Crisóstomo Aquino de Barros (Presidente) Daniela Brás Vigário Silva José Tiago Sapage Meireles de Amorim José Álvaro Fonseca Moura (Suplente) Revisor Oficial de Contas Horwath & Associados, SROC, Lda. Representada por Ana Raquel B. L. Esperança Sismeiro Sónia Bulhões Costa Matos Lourosa (Suplente) 12

15 Informação Corporativa CONDURIL Comissão de Remunerações CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO (CHAIRMAN) Conselho Fiscal Comissão de Auditoria Interna (Unidade de Controle) COMISSÃO EXECUTIVA (CEO) Controle Operacional Áreas Geográficas Malawi Senegal Botswana Angola Portugal Moçambique Cabo Verde Espanha Zâmbia Áreas Funcionais Vias H. e A. C.C. Ilhas Qualidade Informática Ambiente e Segurança Inovação Laboratório Recursos Humanos Compras e Tesouraria Gabinete Jurídico Serviços Admin. e Financeiros Gabinete Economia Gabinete Estudos Parque e Instalações Fixas Serralharia e Carpintaria OBS a dentro da C.E. há um substituo designado para cada elemento incluindo um vice-presidente b serão atribuídas várias áreas funcionais a cada um dos elementos da C.E. Comissões Especializadas Finanças e Tesouraria Aquisição de Imobilizado Análise de Contratos Comité de Carreiras Mercado e Marketing Controle Interno NOTA Cada área geográfica adota uma estrutura organizacional com a filosofia da de Portugal mas terá em consideração as circunstâncias locais próprias quer em dimensão, quer em especificidade 13

16 CONDURIL Informação Corporativa Zâmbia - Central de Britagem 14

17 Informação Corporativa CONDURIL CONDURIL - Engenharia, S.A. Sucursais Subsidiárias ACE Outras Nó Carregado ANGOLA Planestrada MOÇAMBIQUE BOTSWANA CABO VERDE Alcántara - Garrovillas Marestrada SÉNÉGAL ZAMBIA GESTÃO DE CONCESSÕES DE INFRAESTRUTURAS, S.A. MALAWI CONDURIL ENGENHARIA - AÇORES, S.A. 15

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19 Relatório de Gestão

20 CONDURIL Relatório de Gestão O Conselho de Administração da Conduril - Engenharia, S.A., no cumprimento dos estatutos e disposições legais aplicáveis nomeadamente nos termos dos artigos 65º e 66º do Código das Sociedades Comerciais, apresenta e submete à apreciação da Assembleia Geral de Acionistas, o relatório de gestão, as contas do período e demais documentos de prestação de contas, referentes ao exercício findo em 31 de dezembro de. 1 Sob uma conjuntura nacional continuadamente desfavorável, o foco da atuação da gestão da Conduril centrou-se na consolidação da sua estratégia de internacionalização. Atento aos riscos que essa dinâmica pode acarretar, o governo societário da Conduril, consubstanciado no Conselho de Administração, na Comissão Executiva e nas várias Comissões Especializadas, assegura uma política de firme monitorização, avaliação e controlo dos mesmos, sejam estes potenciais ou efetivos. Esta vertente assume uma importância primordial perante o ambiente económico de incerteza que tem caracterizado os principais blocos económicos mundiais, com dinâmicas divergentes e ritmos de crescimento em geral fracos, onde Portugal não é exceção, sendo especialmente penalizadora para a Conduril a tendência de queda que o setor da construção tem apresentado nos últimos cinco anos. A Conduril consolidou a sua presença nos mercados de Portugal, Angola, Moçambique, Botswana, Espanha, Cabo Verde, Senegal, Zâmbia e Malawi, países em relação aos quais se destacam alguns factos macroeconómicos: a Em Portugal, o ano de foi marcado pela saída do programa de assistência financeira e por uma ténue recuperação económica, pelo que não será de esperar uma inversão ao nível da passividade orçamental interna, mantendo-se muito dependente dos desenvolvimentos na Zona Euro e do preço internacional do petróleo; b No conjunto da África Subsariana, assistiu-se a uma expansão moderada em resultado da diminuição da procura mundial, dos baixos preços das matérias-primas, do fraco investimento direto estrangeiro, das deficientes infraestruturas, a que se junta a epidemia do Ébola e a abrupta descida do preço do petróleo. Em particular: com atrasos em alguns dos investimentos planeados. Mantêm-se as medidas para garantir a estabilidade de preços e atenuar o aumento da inflação, a qual foi ainda mais pressionada com a entrada em vigor, em, da nova pauta aduaneira com consequências nos preços dos produtos importados e também dos produtos produzidos localmente. Estes efeitos, a par com a diminuição do preço do petróleo têm pressionado o kwanza no sentido da desvalorização face à sua principal moeda de referência, o dólar americano; Moçambique foi o único país lusófono que cresceu acima da média nesta zona. Num ano marcado pela descoberta e pelo início da exploração de grandes reservas de carvão mineral, estima-se que os campos de gás natural em águas profundas tenham reservas superiores às dos dois maiores produtores de petróleo nesta zona (Angola e Nigéria); Perante o lema de produzir mais e melhor, o Senegal conheceu em um crescimento que não se verificava há quase uma década. Para tal, tem apostado em políticas de redução do défice orçamental, com esforços de racionalização dos gastos públicos, trabalhando com investidores estrangeiros para aumentar a sua produção; Por sua vez, a Zâmbia apresenta perspetivas de crescimento condicionadas ao excessivo endividamento público e às pressões políticas para reduzir a carga fiscal. É o segundo maior produtor de cobre em África, pelo que sofreu um grande impacto com a queda do seu preço, e consequentemente, uma forte depreciação do kwacha e pressões inflacionárias, tendo mesmo solicitado ajuda ao Fundo Monetário Internacional para tentar ancorar a sua estabilidade económica. Face ao peso muito relevante do setor petrolífero na economia angolana e à descida do preço que esta commodity sofreu, as suas finanças públicas deverão ser afetadas 18

21 Relatório de Gestão CONDURIL Espanha - Linha de Alta Velocidade Madrid-Estremadura 2 A globalização da Conduril tem-se centrado sobretudo em mercados extracomunitários, nomeadamente nos países africanos. Com efeito, em o volume de negócios atingiu os 200 milhões de euros, sendo que 93% resultam da sua atividade internacional. No mercado de Angola, a Conduril tem presença constante há mais de duas décadas e assume-se como o mercado estratégico primacial. Com estruturas locais bem dimensionadas e autonomizadas, o nível de atividade exercida e os seus resultados foram muito satisfatórios. Em Moçambique, onde a operação está solidamente instalada, cumpriram-se os objetivos programados. No Botswana, apesar do reduzido peso na atividade global, a Conduril mantém-se atenta às oportunidades que este mercado oferece. Dinâmica semelhante é também sentida ao nível dos mercados do Senegal, da Zâmbia e do Malawi. expressivos de investimento, que ascenderam a mais de 19 milhões de euros em. Mais de 90% do investimento efetuado foi canalizado para o mercado externo, destacando-se a aquisição de equipamento de pavimentação e movimentação de terras, a conclusão da fábrica da empresa metalomecânica Urano, Lda. e o início do processo de construção do novo edifício dos serviços centrais em Angola. Ao nível da gestão administrativa e financeira foi dada continuidade ao processo de centralização dos serviços de contabilidade em Portugal e ao desenvolvimento de sistemas de gestão integrada transversais a todas as unidades de negócio do Grupo. Este esforço de capitalização é fomentado pela solidez económica e financeira da Conduril e alicerçado na orientação estratégica de um contínuo aumento de eficiência e produtividade, procurando acautelar a sua sustentabilidade e perenidade. Por sua vez, em Cabo Verde, destaca-se a conclusão da maior barragem deste país, que se prevê revolucionar o setor agrícola no norte da ilha de Santiago e, em Espanha, os trabalhos para a construção da Linha de Alta Velocidade no troço Alcántara-Garrovillas apresentam a evolução esperada. Apostando também na diversificação geográfica, a Conduril continua à procura de novos mercados e oportunidades, em especial na América Latina. 3 A estratégia de modernização e expansão dos meios técnicos e equipamentos que se tem firmado para enfrentar adequada e eficazmente as necessidades das obras em curso e as exigências do mercado, continua a materializar-se em valores Portugal - Edifício EDP 19

22 CONDURIL Relatório de Gestão 4 A solidez da Conduril poderá ser demonstrada pelos seguintes indicadores de performance da atividade: Volume de Negócios Resultado Líquido do Período M % 19% % 93% 7% 7% 2013 M mercado interno mercado externo EBITDA EBITDA / Volume de Negócios M % Capital Próprio Dívida Líquida M M Liquidez Geral Autonomia Financeira % %

23 Relatório de Gestão CONDURIL Portugal - Drenagem do Viaduto da Pipa O ano de manteve um volume de negócios equivalente ao do ano anterior, em que os resultados continuam a refletir a solidez e o equilíbrio financeiro da Conduril, bem como a estratégia de autofinanciamento e de consolidação dos capitais próprios seguida. Este compromisso da Conduril foi, uma vez mais, distinguido por entidades externas, com a atribuição de alguns prémios: 1.ª Melhor Empresa do Setor (Exame); 5.ª Maior Exportadora do Setor e 27.ª Maior Exportadora Portuguesa (Diário Económico); 7.ª Maior Empresa do Setor (Expresso). 5 Alinhado com a estratégia global da Conduril e assumindo um papel fundamental na sua execução, encontra-se todo o seu capital humano. Contando com cerca de 2100 colaboradores ao longo de, dos quais 1800 se encontram dispersos pelas várias unidades no exterior, a Conduril enfrenta o ambiente económico desafiante atual com a contínua aposta no desenvolvimento dos seus colaboradores, proporcionando formação e procurando identificar talentos, bem como exigindo o melhor de cada um. Neste sentido, a formação profissional continuou a constituir um eixo fundamental da gestão dos recursos humanos, o que em se traduziu na participação de 1200 colaboradores em ações de formação, representando um total de horas de formação. Um dos reflexos da promoção da aprendizagem contínua dos seus colaboradores está patente no centro de formação profissional criado há 5 anos em Angola a Conduril Academy. Devidamente reconhecido pelas entidades locais (INEFOP Instituto Nacional de Emprego e Formação Profissional), pretende garantir a formação profissional e elevar os níveis educativos dos colaboradores em todas as províncias onde a Conduril opera, sobretudo nos locais mais remotos. Desde a sua fundação, esta academia já emitiu 1211 certificados, no âmbito do processo de reconhecimento, validação e certificação de competências profissionais, formação contínua e através do seu programa de alfabetização e aceleração escolar, que ao todo corresponderam a horas de formação. A preocupação constante com a satisfação do seu capital humano é evidente pela aposta no Fundo de Pensões Conduril, totalmente suportado pela empresa, através do qual as responsabilidades por serviços passados se encontram totalmente financiadas, sendo o seu valor, a 31 de dezembro de, de 8,2 milhões de euros. 21

24 CONDURIL Relatório de Gestão 6 As normas e códigos de conduta adotados e amplamente difundidos internamente são basilares na orientação da atuação da empresa, na garantia de satisfação dos stakeholders envolvidos e na preservação de todo o meio envolvente às áreas onde se encontra instalada. A este nível, também o Sistema Integrado de Gestão assume particular relevância, patente: na revalidação das certificações do sistema de gestão da qualidade em Portugal, na Sucursal de Angola e na Métis, e na sua extensão à Delegação de Moçambique, ENOP e Urano, segundo a NP EN ISO 9001:2008, pela APCER; Moçambique - Regadio de Chimunda na revalidação das certificações no âmbito da segurança em Portugal, Sucursal de Angola e na Métis, e na sua obtenção na Urano, de acordo com as normas OHSAS 18001:2007 e NP 4397:2008, pela APCER; na revalidação da certificação do sistema de gestão ambiental em Portugal, segundo a norma NP EN ISO 14001:2012, pela APCER; na renovação da acreditação, pelo IPAC, ao Laboratório Central de Portugal, de acordo com a norma NP EN ISO/ IEC 17025; e, na obtenção da marcação CE para as estruturas metálicas produzidas no Polo Industrial de Portugal, pela APCER, segundo a norma EN : A1:2011. Cabo Verde - Barragem da Figueira Gorda 7 A fragilidade que as projeções globais acarretam atualmente deixa inferir que o ano de 2015 colocará, de novo, a todos os agentes económicos, e à Conduril em particular, desafios acrescidos na prossecução dos seus objetivos. Contudo, a aposta para o próximo ano passará, necessariamente, pelo continuar da estratégia de internacionalização do negócio da Conduril, quer pela consolidação da presença em países onde já opera, quer pelo possível posicionamento em novos mercados geográficos, centrando a sua atenção nas áreas em que apresenta vantagens competitivas. Senegal - Adutores do Alto Delta Não obstante os desafios que se preveem, o volume de obras que a empresa tem em carteira para realizar - cerca de 450 milhões de euros, onde o contributo externo é superior a 90% - em conjunto com o esforço contínuo na melhoria da eficiência operacional e a aproximação a novos mercados geográficos, permite à Conduril, neste momento, encarar o futuro próximo confortavelmente. 22

25 Relatório de Gestão CONDURIL 8 Outras informações anexas: a A Conduril detém sucursais em Angola, Moçambique, Botswana, Cabo Verde, Senegal, Zâmbia, Malawi e Marrocos; b Não existem dívidas em mora perante o Estado ou quaisquer outras entidades públicas, incluindo a Segurança Social; c O capital social, integralmente subscrito e realizado, é composto por de ações ordinárias com valor nominal de 5 euros cada. As ações próprias detidas, que ascendem a , não foram objeto de qualquer transação no ano. Os valores mobiliários emitidos pela Conduril - Engenharia, S.A. detidos por titulares de órgãos sociais mantiveram-se face ao exercício transato; d A Conduril não teve conhecimento de acionistas que tenham deixado de ser titulares das participações qualificadas mencionadas em relatórios de anos anteriores. 9 No prosseguimento da política de justa remuneração do capital investido, propõe-se que o resultado líquido do período no valor de euros tenha a seguinte aplicação: Dividendos: euros, que correspondem a 2 euros por ação; Resultados Transitados: euros; Reservas Livres: euros. 10 O Conselho de Administração gostaria de agradecer aos clientes, fornecedores, instituições financeiras e outros parceiros de negócio da empresa, pelo seu envolvimento constante e pela confiança que, uma vez mais, demonstraram em relação à organização. De igual forma, gostaria de agradecer a todos os seus colaboradores o esforço, empenho e dedicação demonstrados ao longo do ano. Portugal - Canal do Roxo Ermesinde, 16 de fevereiro de 2015 O Conselho de Administração 23

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27 Demonstrações Financeiras e Anexos

28 CONDURIL Demonstrações Financeiras Balanço Em 31 de dezembro de e 2013 Montantes expressos em euro Notas 2013 ATIVO ATIVO NÃO CORRENTE Ativos fixos tangíveis 3; Ativos intangíveis 3; Participações financeiras (método de equivalência patrimonial) 3; Participações financeiras (outros métodos) 3; Outros ativos financeiros 3; Ativos por impostos diferidos 3; Subtotal ATIVO CORRENTE Inventários 3; Clientes 3; Clientes c/retenções de garantias 3; Adiantamentos a fornecedores Estado e outros entes públicos Outras contas a receber Diferimentos 3; Ativos financeiros detidos para negociação 3; Outros ativos financeiros Caixa e depósitos bancários 3; Subtotal Total do ativo CAPITAL PRÓPRIO E PASSIVO CAPITAL PRÓPRIO Capital realizado Ações próprias 3 ( ) ( ) Reservas legais Outras reservas Resultados transitados ( ) ( ) Ajustamentos em ativos financeiros Excedentes de revalorização Outras variações de capital próprio ( ) ( ) Subtotal Resultado líquido do exercício Total do capital próprio PASSIVO PASSIVO NÃO CORRENTE Provisões 3; Financiamentos obtidos 3; Passivo por impostos diferidos 3; Subtotal PASSIVO CORRENTE Fornecedores Adiantamentos de clientes Estado e outros entes públicos Financiamentos obtidos 3; Outras contas a pagar Diferimentos 3;11; Outros passivos financeiros 3; Subtotal Total do passivo Total do capital próprio e do passivo

29 Demonstrações Financeiras CONDURIL Demonstração dos resultados por natureza Em 31 de dezembro de e 2013 Montantes expressos em euro RENDIMENTOS E GASTOS Notas 2013 Vendas e serviços prestados 3;12; Subsídios à exploração - - Ganhos/Perdas imputados de subsidiárias, associadas e empreendimentos conjuntos 3; Variação de inventários na produção 3;10 ( ) ( ) Trabalhos para a própria entidade Custo das mercadorias vendidas e das matérias consumidas 10 ( ) ( ) Fornecimentos e serviços externos ( ) ( ) Gastos com pessoal 3;19;20 ( ) ( ) Imparidade de inventários (perdas/reversões) 3;10 (10.243) Imparidade de dívidas a receber (perdas/reversões) 3;18 ( ) Provisões (aumentos/reduções) 3;13 ( ) ( ) Imparidade de ativos não depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) - - Aumentos/Reduções de justo valor 3; Outros rendimentos e ganhos 14; Outros gastos e perdas 14;20 ( ) ( ) Resultado antes de depreciações, gastos de financiamento e impostos Gastos/reversões de depreciação e de amortização 3;6;7 ( ) ( ) Imparidade de ativos depreciáveis/amortizáveis (perdas/reversões) - - Resultado operacional (antes de gastos de financiamento e impostos) Juros e rendimentos similares obtidos - - Juros e gastos similares suportados 3;20 ( ) ( ) Resultado antes de impostos Impostos sobre o rendimento do período 3;17 ( ) ( ) Resultado líquido do período Resultado das atividades descontinuadas (líquido de impostos) inc. no resultado líquido do período - - Resultado líquido do período atribuível: Detentores do capital da casa mãe Interesses minoritários - - Subtotal Resultado por ação básico 16,39 20,32 27

30 CONDURIL Demonstrações Financeiras Demonstração de fluxos de caixa Em 31 de dezembro de e 2013 Montantes expressos em euro RUBRICAS Notas 2013 FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES OPERACIONAIS Recebimentos de clientes Pagamentos a fornecedores ( ) ( ) Pagamentos ao pessoal ( ) ( ) Caixa gerada pelas operações ( ) Pagamento/recebimento do imposto sobre o rendimento ( ) ( ) Outros recebimentos/pagamentos relativos à atividade operacional ( ) Fluxos de caixa das atividades operacionais (1) ( ) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE INVESTIMENTO PAGAMENTOS RESPEITANTES A: Ativos fixos tangíveis ( ) ( ) Ativos intangíveis (27.691) (89.137) Investimentos financeiros ( ) ( ) Outros ativos (1.218) - RECEBIMENTOS PROVENIENTES DE: Ativos fixos tangíveis Outros ativos Juros e rendimentos similares Dividendos Fluxos de caixa das atividades de investimento (2) ( ) ( ) FLUXOS DE CAIXA DAS ATIVIDADES DE FINANCIAMENTO RECEBIMENTOS PROVENIENTES DE: Financiamentos obtidos Realizações de capital e de outros instrumentos de capital próprio - - Outras operações de financiamento - - PAGAMENTOS RESPEITANTES A: Financiamentos obtidos ( ) ( ) Financiamentos leasings ( ) ( ) Juros e gastos similares ( ) ( ) Dividendos ( ) ( ) Outras operações de financiamento (20.290) (21.904) Fluxos de caixa de atividades de financiamento (3) ( ) Variação de caixa e seus equivalentes ( ) ( ) ( ) Efeitos das diferenças de câmbio ( ) Caixa e seus equivalentes no início do período Caixa e seus equivalentes no fim do período

31 Demonstração das alterações no capital próprio no período de Montantes expressos em euro Capital próprio atribuído aos detentores do capital da empresa-mãe Total do capital próprio Interesses minoritários Total Resultado líquido do período Outras variações no capital próprio Excedentes de revalorização Ajustamentos em ativos financeiros Resultados transitados Outras reservas Reservas legais Ações (quotas próprias) Capital realizado Notas Posição em 01 de janeiro de ( ) ( ) ( ) Aplicação do resultado do período ( ) - - Posição em 01 de janeiro de após aplicação de resultados ( ) ( ) ALTERAÇÕES NO PERÍODO: - - Primeira adoção de novo referencial contabilístico Alterações de políticas contabilísticas Diferenças de conversão de demonstrações financeiras - - Realização do excedente de revalorização de ativos fixos tangíveis e intangíveis Variações dos excedentes de revalorização de ativos fixos tangíveis e intangíveis ( ) - - Ajustamentos por impostos diferidos - - Aplicação do método da equivalência patrimonial Outras alterações reconhecidas no capital próprio ( ) ( ) ( ) RESULTADO LÍQUIDO DO PERÍODO Resultado integral Demonstrações Financeiras OPERAÇÕES COM DETENTORES DE CAPITAL NO PERÍODO Realizações de capital - - Realizações de prémios de emissão - - Distribuições ( ) ( ) ( ) Entradas para cobertura de perdas - - Outras operações ( ) ( ) - ( ) Posição no fim do período de ( ) ( ) ( ) CONDURIL 29

32 CONDURIL Anexos às Demonstrações Financeiras Anexo às demonstrações financeiras em 31 de dezembro de 1 Nota introdutória A CONDURIL Engenharia, S.A. ( CONDURIL ou Empresa ) é uma sociedade fundada em 1959 e transformada em sociedade anónima em 1976, com sede social na Av. Eng.º Duarte Pacheco, Ermesinde Valongo, tendo como atividade principal empreitadas de obras públicas e todos os trabalhos que se prendam com o exercício dessa atividade. Entendemos que estas demonstrações financeiras refletem de forma verdadeira e apropriada as operações da Empresa, bem como a sua posição e desempenho financeiros e fluxos de caixa. Todos os montantes expressos nestas notas são apresentados em euros com arredondamento à unidade. 2 Referencial contabilístico de preparação das demonstrações financeiras 2.1 As presentes demonstrações financeiras foram preparadas no pressuposto da continuidade de operações, a partir dos registos contabilísticos da Empresa e de acordo com as normas do Sistema de Normalização Contabilística, regulado pelos seguintes diplomas legais: Decreto-lei n.º 158/2009, de 13 de julho (Sistema de Normalização Contabilística); Portaria n.º 986/2009, de 7 de setembro (Modelos de Demonstrações Financeiras); Aviso n.º 15652/2009, de 7 de setembro (Estrutura Conceptual); Aviso n.º 15655/2009, de 7 de setembro (Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro); Portaria n.º 1011/2009, de 9 de setembro (Código de Contas). Estas demonstrações financeiras refletem apenas as contas individuais da Empresa, preparadas nos termos legais. Embora os investimentos financeiros tenham sido registados pelo método da equivalência patrimonial, o que está de acordo com os princípios de contabilidade geralmente aceites, estas demonstrações financeiras não incluem o efeito da consolidação integral ao nível de ativos, passivos, rendimentos e gastos. A Empresa prepara e apresenta demonstrações financeiras consolidadas, em separado. 2.2 Indicação e comentário das contas do balanço e da demonstração dos resultados cujos conteúdos não sejam comparáveis com os do exercício anterior: As quantias apresentadas para efeitos comparativos são comparáveis e estão apresentadas em conformidade com o modelo resultante das alterações introduzidas pelos diplomas legais referidos no ponto anterior. 3 Principais políticas contabilísticas As principais políticas contabilísticas adotadas na preparação das demonstrações financeiras anexas são as seguintes: 3.1 Bases de mensuração usadas na preparação das demonstrações financeiras As demonstrações financeiras anexas foram preparadas no pressuposto da continuidade das operações, a partir dos livros e registos contabilísticos da Empresa, mantidos de acordo com as Normas Contabilísticas e de Relato Financeiro. a Ativos intangíveis Os ativos intangíveis, que compreendem essencialmente programas de computador, encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido de eventuais perdas de imparidade e das amortizações acumuladas. Estes ativos são amortizados a partir do momento em que os ativos subjacentes estejam concluídos ou em utilização, pelo método da linha reta, durante um período de 3 anos. Os ativos intangíveis apenas são reconhecidos quando for provável que deles advenham benefícios económicos futuros para a Empresa, sejam controláveis pela Empresa e que os mesmos possam ser mensurados com fiabilidade. As despesas de desenvolvimento para as quais a Empresa demonstre capacidade para completar o seu desenvolvi- 30

33 Anexos às Demonstrações Financeiras CONDURIL mento e iniciar a sua comercialização e/ou uso e relativamente às quais seja provável que o seu ativo criado venha a gerar benefícios económicos futuros, são capitalizadas. As despesas de desenvolvimento que não cumpram estes critérios são registadas como gasto no período em que são incorridas. As mais ou menos valias resultantes da venda ou abate destes ativos são determinadas como a diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data de alienação/abate, sendo registadas pelo valor líquido na demonstração dos resultados, como Outros rendimentos e ganhos ou Outros gastos e perdas. b Ativos fixos tangíveis Os ativos fixos tangíveis adquiridos até 01 de janeiro de 2009, encontram-se registados ao seu custo considerado, o qual corresponde ao custo de aquisição ou ao custo de aquisição reavaliado de acordo com os princípios geralmente aceites em Portugal até àquela data, deduzido das depreciações acumuladas e de perdas por imparidade. Os ativos fixos tangíveis adquiridos após aquela data, encontram-se registados ao custo de aquisição, deduzido das correspondentes depreciações e de perdas por imparidade acumuladas. As depreciações são calculadas, após o início de utilização dos bens, pelo método da linha reta, numa base anual, de acordo com as seguintes vidas úteis estimadas: Os gastos com a manutenção e reparação que não aumentam a vida útil destes ativos fixos são registados como gastos do período em que ocorrem. Os gastos com grandes reparações e remodelações são incluídos no valor contabilístico do ativo sempre que se perspetive que estes originem benefícios económicos futuros adicionais. Os ativos fixos tangíveis em curso representam ativos ainda em fase de construção, encontrando-se registados ao custo de aquisição deduzido de eventuais perdas de imparidade. Estes ativos são depreciados a partir do momento em que estejam em estado de uso. As mais ou menos valias resultantes da venda ou abate destes ativos são determinadas como a diferença entre o preço de venda e o valor líquido contabilístico na data de alienação/abate, sendo registadas pelo valor líquido na demonstração dos resultados, como Outros rendimentos e ganhos ou Outros gastos e perdas. c Goodwill Anos Edifícios e outras construções Equipamento básico 3 16 Equipamento de transporte 3 8 Equipamento administrativo 3 12 Outros ativos fixos tangíveis 3 10 O goodwill representa o excesso do custo de aquisição sobre o justo valor dos ativos, passivos e passivos contingentes identificáveis das subsidiárias à data da aquisição. As diferenças entre o custo de aquisição dos investimentos em subsidiárias e associadas e o justo valor dos ativos e passivos identificáveis dessas empresas à data da sua aquisição, quando negativas, são reconhecidas como rendimentos na data de aquisição, após reconfirmação do justo valor dos ativos e passivos identificáveis. À data do balanço, é efetuada uma avaliação quanto à recuperabilidade do valor líquido do goodwill, sendo reconhecida uma perda por imparidade sempre que o valor contabilístico do goodwill exceda o seu valor recuperável. O ganho ou perda na alienação de uma entidade inclui o valor contabilístico do goodwill relativo a essa entidade, exceto quando o negócio a que esse goodwill está associado se mantenha a gerar benefícios para a Empresa. As perdas de imparidade relativas ao goodwill não são reversíveis. d Locações A classificação das locações em financeiras ou operacionais é feita em função da substância e não da forma do contrato. Os contratos de locação em que a Empresa age como locatário são classificados como locações financeiras, se através deles forem transferidos substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse, e como locações operacionais, quando através deles não forem transferidos substancialmente todos os riscos e vantagens inerentes à posse. De acordo com o método financeiro, o custo do ativo é registado como um ativo, a correspondente responsabilidade é registada no passivo, na rubrica Financiamentos obtidos, e os juros incluídos no valor das rendas e a reintegração do ativo são registados como gasto na demonstração dos resultados do período a que respeitam. Nas locações consideradas como operacionais, as rendas devidas são reconhecidas como gasto na demonstração dos resultados, numa base linear, durante o período do contrato de locação. e Investimentos financeiros Os investimentos financeiros em subsidiárias, associadas e entidades conjuntamente controladas são registados pelo método de equivalência patrimonial, sendo as participações inicialmente contabilizadas pelo custo de aquisição, o qual foi acrescido ou reduzido ao valor proporcional à participação nos capitais próprios dessas empresas, reportado à data de aquisição ou da primeira aplicação do método da equivalência patrimonial. De acordo com o método da equivalência patrimonial, as participações financeiras são ajustadas anualmente pelo valor correspondente à participação nos resultados líquidos das subsidiárias e associadas por contrapartida de rendimentos ou gastos do período. As participações são ainda ajustadas pelo valor correspondente à participação noutras variações nos capitais próprios dessas empresas, por contrapartida da rubrica Ajustamentos em ativos 31

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