Relatório & Contas. Consolidadas Mota-Engil. Um Mundo de Inspiração

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1 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Mota-Engil. Um Mundo de Inspiração

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3 Designação comercial: Mota-Engil, SGPS, S.A. Sociedade Aberta Escritórios Porto Rua do Rego Lameiro, n.º Porto Tel.: Fax: Capital Social: euros Mat. na C.R.C. do Porto com o n.º NIF:

4 4 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Construímos um futuro melhor Há 67 anos a contribuir para um mundo mais moderno Mais de 200 empresas trabalham todos os dias para garantir o conforto e qualidade de vida das comunidades em 20 países, o desenvolvimento do comércio ou o avanço da indústria. Engenharia de infraestruturas essenciais, vias rodoviárias, hospitais, ferrovias, portos e logística, transportes, serviços urbanos de tratamento de águas e resíduos, energia e mineração ao serviço do progresso, na construção de um futuro melhor. América Latina Um Novo Mundo em crescimento 4 PAÍSES 20 EMPRESAS M CARTEIRA DE ENCOMENDAS 426 M VOLUME DE NEGÓCIOS 35 M EBITDA

5 No mundo 5 Europa Projetos que impulsionam o futuro 7 PAÍSES 170 EMPRESAS 905 M CARTEIRA DE ENCOMENDAS 911 M VOLUME DE NEGÓCIOS 85 M EBITDA África Ao ritmo da vida e do progresso 9 PAÍSES 38 EMPRESAS M CARTEIRA DE ENCOMENDAS M VOLUME DE NEGÓCIOS 244 M EBITDA

6 6 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Destaques 2013 Resultado líquido do Grupo cresce 24% para 50,5 milhões de euros Atividade internacional do Grupo representa 74% (2012: 65%) África e América com taxas de crescimento superiores a 35% Volume de negócios cresce cerca de 3,1%, ultrapassando milhões de euros EBITDA aumenta 26% e EBIT cerca de 42%, com margens de 16% e 11%, respetivamente Carteira de encomendas de 3,9 mil milhões de euros (81% em mercados externos) Significativo aumento da maturidade da dívida, com transferência de curto prazo para médio e longo prazo

7 Destaques 7 VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS GRUPO (MILHÕES DE EUROS) EBITDA GRUPO (MILHÕES DE EUROS) ATIVIDADE PORTUGAL ATIVIDADE EXTERNA ATIVIDADE PORTUGAL ATIVIDADE EXTERNA MILHARES DE EUROS 2013 % VPS D 2012 % VPS 4T13 % VPS D 4T12 (*) % VPS (auditado) (auditado) (não auditado) (não auditado) VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS ,1% ,2% Europa (26,0%) (41,7%) África ,4% ,2% América Latina ,8% ,6% Outros & Intragrupo (32.463) (31.418) (9.720) EBITDA ,7% 26,2% ,8% ,9% 12,5% ,9% EBIT ,5% 41,9% ,6% ,2% 51,8% ,1% Resultados financeiros ( ) (4,6%) (28,8%) (82.483) (3,7%) (28.468) (4,4%) (25,7%) (22.641) (3,7%) Ganhos/perdas em empresas associadas (1.451) (0,1%) (106,5%) ,0% (210) (0,0%) (101,7%) ,0% Resultados antes de impostos ,8% 21,7% ,0% ,8% 12,9% ,4% Resultado líquido consolidado ,8% 19,5% ,3% ,0% 19,3% ,6% Atribuível: a interesses que não controlam ,6% 14,1% ,5% ,1% 680,3% 886 0,1% ao Grupo ,2% 24,0% ,8% ,9% (18,6%) ,5% EBITDA = Resultado operacional + amortizações + provisões e perdas de imparidade; Endividamento líquido = Endividamento caixa e seus equivalentes; (*) 4T12: Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua

8 8 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Índice Relatório & Contas Consolidadas 2013

9 Índice Relatório de Gestão Consolidado 02. Informação Financeira Consolidada Mota-Engil no mundo 04 Destaques Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 10 Mensagem do Presidente da Comissão Executiva 12 Enquadramento macroeconómico 16 Análise da performance económico-financeira 18 Análise por áreas de negócio 24 Mota-Engil na bolsa 40 Gestão de risco 42 Gestão do capital humano do Grupo 47 Atividade desenvolvida pelos membros não executivos do Conselho de Administração 48 Proposta de aplicação de resultados 49 Perspetivas para Factos relevantes após o termo do exercício 50 Nota final 53 Demonstração dos resultados consolidados separada 57 Demonstração do rendimento consolidado integral 58 Demonstração da posição financeira consolidada 59 Demonstração consolidada das alterações nos capitais próprios 60 Demonstração consolidada dos fluxos de caixa 62 Notas às demonstrações financeiras consolidadas 63 Apêndice A Relatório sobre as Práticas de Governo Societário Relatórios de Fiscalização Caderno de Sustentabilidade 250 Informação sobre estrutura acionista, organização e governo da sociedade 182 Avaliação do governo societário 222 Appendix 225 Certificação legal das contas 244 Relatório e parecer do Conselho Fiscal 246 Relatório de auditoria 248 Nota prévia 252 Âmbito do relatório 253 Compromissos com iniciativas externas e relacionamento com stakeholders 255 Responsabilidade social 257 Investigação, desenvolvimento e inovação 312 Desempenho 314

10 10 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Mensagem do Presidente do Conselho de Administração Teremos um Grupo ainda mais forte, mais competitivo e com capacidade de continuar a vencer

11 Mensagem do Presidente do Conselho de Administração 11 Exmos. Senhores Acionistas, Submetemos hoje à aprovação dos Senhores Acionistas as contas do exercício de 2013, que consideramos excecionais para o mundo difícil em que vivemos. Os resultados obtidos em 2013 são o resultado de uma política de internacionalização e diversificação que fomos construindo ao longo dos tempos e que nos tem permitido ultrapassar com sucesso a crise que o mundo viveu nos últimos anos. À atual e anterior gestão executiva deixo uma palavra de agradecimento profundo pelo sucesso que temos obtido. O que fizemos nos últimos anos impõe-nos novos desafios e é isso que já iniciámos, com duas importantes decisões já aprovadas, uma implementada e outra em fase de implementação: O aumento de free-float da nossa empresa A cotação do nosso negócio África numa bolsa europeia É na minha opinião uma decisão que, para além de potenciar o reconhecimento da Mota-Engil, SGPS, irá permitir uma ainda maior aposta na estratégia que o Grupo decidiu e que vem implementando. Para responder a este novo desafio, o Grupo irá adaptar o seu modelo de governação, com uma maior autonomia de gestão nas regiões onde atuamos, ao mesmo tempo que reforça o espírito de Grupo que sempre foi apanágio da Mota-Engil, com a proposta que iremos apresentar aos Senhores Acionistas para que os CEO de cada região passem a ter assento no Conselho de Administração. É minha opinião que teremos um Grupo ainda mais forte, mais competitivo e com capacidade de continuar a vencer num mundo em que é cada vez mais importante sermos uma empresa reconhecida em cada um dos mercados em que atuamos. Terminando este ano o mandato do Conselho de Administração do Grupo e dos membros da Assembleia Geral, quero deixar o meu agradecimento pelo enorme trabalho que desenvolveram. Por último, uma palavra de agradecimento aos nossos colaboradores pelo esforço que têm vindo a desenvolver, estando certo do seu apoio em mais uma nova fase do Grupo. António Mota Presidente do Conselho de Administração

12 12 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Mensagem do Presidente da Comissão Executiva O Grupo voltou a ter um comportamento muito sólido, tendo obtido o melhor desempenho operacional de sempre

13 Mensagem do Presidente da Comissão Executiva 13 Exmos. Senhores Acionistas, Terminado mais um exercício, volto aos Senhores Acionistas para, em cumprimento das obrigações estatuárias e de governance, dar conta do andamento dos negócios da sociedade. Vimos assistindo a uma melhoria constante, talvez ainda não sustentada, da atividade e contexto económicos com que todos nos regozijamos mas que, per se, não traduz ainda a garantia de resolução da, talvez, maior crise económica do último século. Todavia, são sinais animadores que importa registar com adequada precaução, expressos nas estatísticas macroeconómicas do país, nos indicadores avançados da economia, na melhoria das condições de liquidez do sistema financeiro, no aumento da expetativa dos agentes económicos e no desempenho do mercado de capitais. Não obstante os sinais ténues de recuperação, que muito nos apraz verificar, o Grupo voltou a ter um comportamento muito sólido, tendo, inclusive, obtido o seu melhor desempenho operacional de sempre. Resiliência notável, nos mercados ainda em decréscimo acentuado, como o português, forte crescimento nos mercados de potencial, com melhoria das margens que, assinale-se, estão ao nível das best in class a nível global da indústria da construção. Mas o mais reconfortante é que este fortíssimo desempenho operacional traduz conhecimento, experiência, recursos eficientes e eficazes, equipas motivadas e uma organização com orientação estratégica. E isso renova a nossa confiança no futuro. O Grupo prosseguiu, assim, o seu trajeto em concordância com o planeamento estratégico aprovado, no sentido de um crescimento sustentável, maior rentabilidade e reforço do seu balanço, maior capacitação dos seus quadros, renovado investimento nos seus meios de produção, maior proatividade na sua atividade comercial, aprofundamento da sua diversificação e presença nos mercados onde se encontra. Este desempenho operacional do Grupo, expresso nos resultados de 2013 agora apresentados, não passa despercebido ao mercado de capitais, onde o Grupo tem preconizado um reconhecimento constante e sustentado do seu valor, traduzido na mais expressiva valorização do principal índice (PSI 20) do mercado português e um dos melhores da Europa, tendo o título valorizado em 2013 mais de 175%. E esse inusitado mas plenamente justificado interesse de acionistas é motivo de orgulho para a empresa, mas de ainda maior responsabilidade. Atenta a essa realidade, a gestão, juntamente com os acionistas, tomou duas relevantes decisões que irão mudar a dimensão e perspetivas da presença do Grupo no mercado de capitais: A decisão, entretanto já concretizada, de, juntamente com o acionista de referência, incrementar o free-float do papel para cerca de 44%, o que, além do sucesso da operação per se, causou já um expressivo aumento da liquidez do título; A de proceder à cotação em mercado europeu regulamentado da nossa subsidiária que congrega os ativos e atividades em África, movimento que vai ao encontro do crescente interesse da comunidade de investidores nesta região continental, na qual se prevê um fortíssimo crescimento para as próximas décadas, mantendo o Grupo uma posição de forte controlo acionista. Intensifica-se, desta forma, a credibilidade do Grupo na comunidade global de investidores. Mas a crescente exposição do Grupo a novos mercados e à atividade internacional, que no ano passado, com tendência crescente, atingiu já um impressionante número de 74%, obriga a reformar a organização. É este o processo em curso e o grande objetivo para Uma organização com uma holding mais presente na estratégia, na definição das grandes políticas, na alocação dos recursos financeiros, na garantia da representatividade acionista e na união e coesão do Grupo, mas deixando para as unidades operacionais a execução dessas diretrizes em contextos tão heterogéneos, como aqueles em que hoje desenvolvemos a nossa atividade. Para tal, é necessário reforçar as valências e competências mobilizando-as para os vários mercados. Só assim garantiremos uma organização una na sua estratégia, coesa nos seus padrões corporativos e operacionais, mas flexível apesar da dimensão, e capacitada onde carece de tais capacitações para atender, com cada vez melhor desempenho, aos compromissos e necessidades dos nossos clientes. Termino renovando os meus agradecimentos ao empenho pessoal e profissional dos nossos colaboradores, ao compromisso dos nossos acionistas, à fidelidade dos nossos clientes e ao apoio do sistema financeiro e dos nossos fornecedores. Gonçalo Moura Martins Presidente da Comissão Executiva

14 14 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Exploramos novas fronteiras de negócio A engenharia será sempre a base sólida das fundações da Mota-Engil. Mas a nossa capacidade de execução e sentido inovador vai muito além deste setor, compondo um portefólio de atividades cada vez mais amplo e diversificado. Mota-Engil. A construir um futuro melhor. América Latina Peru México Brasil Colômbia África Angola Malawi Moçambique África do Sul Cabo Verde São Tomé e Príncipe Zâmbia Zimbabué Gana

15 RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO Europa Portugal Polónia Espanha Irlanda República Checa Eslováquia Hungria Portugal / Porto de Lisboa

16 16 Relatório & Contas Consolidadas Enquadramento Macroeconómico Após um crescimento de 5,1% em 2010, de 3,9% em 2011 e de 3,2% em 2012, a economia mundial apresentou um crescimento de apenas 2,1% em 2013, continuando um processo de desaceleração iniciado na sequência da crise financeira global. Apesar de o crescimento evidenciado em 2013 ter sido abaixo do ocorrido nos últimos anos, emergiram no quarto trimestre de 2013 alguns sinais que permitem acalentar fundadas expetativas de inversão desta tendência decrescente, para 2014 e De facto, as economias emergentes, incluindo a China, estancaram a fase de progressivo decréscimo no ritmo de crescimento, conseguindo encontrar novas oportunidades nos seus mercados domésticos e internacionais. Por outro lado, as economias da Zona Euro voltaram a apresentar crescimento, enquanto os Estados Unidos da América continuam a recuperar da crise económico-financeira que enfrentam. As previsões da Nações Unidas apontam para um crescimento do PIB mundial de 3% para 2014 e 3,3% para Os sinais acima referidos, ainda que muito positivos, não evitaram que 2013 fosse ainda um ano de profunda recessão, nomeadamente em Portugal e Polónia, economias nas quais a Mota- Engil concentra a sua atividade na Europa, afetando fortemente o volume de adjudicações e de construção de infraestruturas. Portugal em particular, após o pedido de assistência financeira em 2011, na sequência do encerramento dos mercados financeiros à sua economia, começa a dar mostras de recuperação, tendo conseguido equilibrar a sua balança comercial e diminuído a sua dependência do financiamento do exterior. Em consequência, os dois últimos trimestres do ano apresentaram já crescimentos em cadeia, fazendo acreditar que 2014 será o ano da retoma económica, e que ela permitirá um impulso decisivo no investimento privado. Em África, nomeadamente na Southern African Development Community (SADC), zona onde a Mota-Engil está presente, o produto interno bruto manteve-se estável sendo a estimativa de crescimento de 3,6%. Os mercados de Angola e Moçambique continuam a beneficiar da atividade de mineração e de oil & gas. No entanto, a África do Sul, principal país fornecedor de matérias-primas e equipamentos da região, foi fortemente afetada pela crise das moedas dos países emergentes, sofrendo uma forte desvalorização da sua moeda. O produto interno bruto em África, teve um crescimento acima dos 6%, evidenciado nas regiões da África Ocidental e da África Oriental. Ao nível do emprego, a Zona Euro mantém taxas de desemprego bastante elevadas, sendo o principal desafio destas economias para os próximos anos. Em posição de aproveitar este desemprego estrutural na Europa, estão os países africanos com elevados recursos naturais, pois podem aproveitar a mão-de-obra qualificada disponível para melhor suportar o seu desenvolvimento. Países como Angola e Moçambique deverão direcionar o seu investimento não só para as infraestruturas básicas mas também para se industrializarem, diminuindo com isso a sua dependência do exterior. Destaque ainda para o crescimento, acima dos 6%, do produto interno bruto evidenciado nas regiões da África Ocidental e da África Oriental, que estão classificadas pelo Grupo como estratégicas para o desenvolvimento do negócio em África. A atividade económica na América Latina apresentou uma desaceleração em 2013, muito embora as suas maiores economias tenham tido um comportamento diferenciado. Se por um lado o Brasil inverteu o ciclo de desaceleração voltando a crescer acima dos 2%, já o México, após o crescimento de 3,9% em 2012, desacelerou estimativamente para 1,9% em Para 2014 e 2015, as Nações Unidas estimam que o crescimento do produto interno bruto da região e destes países em concreto volte a situar-se em cerca de 4%. Também estas economias sofreram com a crise das moedas dos países emergentes, sendo que o real brasileiro desvalorizou 20%, enquanto o novo sol peruano e o peso colombiano desvalorizaram

17 Relatório de Gestão Consolidado 17 cerca de 14% durante À parte desta tendência ficou o peso mexicano, beneficiando da ligação da economia mexicana aos Estados Unidos da América. Durante 2013, mantiveram-se as discussões sobre as necessidades de financiamento de longo prazo, que permitam aos estados investir em áreas críticas como as de infraestruturas de saúde, educação e redes de saneamento nos países mais carenciados, pois serão estes que permitirão um crescimento sustentado da economia global. As taxas de juro de referência na Zona Euro, EUA e Japão mantiveram-se durante o ano em níveis historicamente baixos, sem contudo atingirem o objetivo de dinamizarem o investimento privado. O contínuo crescimento do comércio internacional, apesar de mais moderado em 2013, no futuro permitirá ao Grupo oportunidades de crescimento, quer pela absoluta necessidade de construção de corredores logísticos nos países emergentes, quer pelo seu know-how e posicionamento estratégico para a gestão dessas mesmas infraestruturas. Fundamental neste aspeto particular revela-se o preço das commodities, que, em 2013, teve um comportamento inconstante, apesar do ligeiro decréscimo do preço dos produtos alimentares. Para o biénio , as Nações Unidas preveem que o preço das commodities se manterá relativamente estável. O enquadramento macroeconómico para 2014 permite pensar que estão criadas as condições para o incremento do investimento em infraestruturas. Em conclusão, o enquadramento macroeconómico para 2014 permite pensar que estão criadas as condições para o incremento do investimento em infraestruturas, nomeadamente na Europa, e a manutenção do nível atingido este ano, nas regiões da América Latina e de África Moçambique - Ampliação linha férrea do Sena 02. Portugal - Barragem Venda Nova 03. Brasil - Barragem de rejeitos em Minas Gerais

18 18 Relatório & Contas Consolidadas VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS GRUPO (MILHÕES DE EUROS) POR REGIÕES (PERCENTAGEM) Análise da performance económicofinanceira % 24% 14% 44% : Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua AMÉRICA LATINA EUROPA - E&C EUROPA - A&S ÁFRICA Volume de Negócios DO GRUPO EM M Representou um crescimento de 3,1% face ao volume de negócios de Com crescimentos na ordem dos 38% e 36% nos mercados de África e América Latina, respetivamente, o volume de negócios do Grupo atingiu em 2013 o montante de milhões de euros, o que representou um crescimento de 3,1% face aos milhões de euros de volume de negócios de Estes dois mercados têm subido de importância na faturação do Grupo, representando agora mais de 62% (2012: 46%) do total do volume de negócios consolidado. A manutenção de níveis elevados de carteira nestes dois mercados e o alargamento a novos países da atividade em África permitem perspetivar uma evolução sustentada da atividade internacional do Grupo. Mais uma vez se reforça que este comportamento está em linha com os objetivos estratégicos delineados no Plano Estratégico do Grupo Ambição 2.0, embora as condições dos mercados conduzam à alteração do mix previsto, com redução do peso da Europa e maior contribuição das restantes regiões. VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS MERCADO INTERNO (MILHÕES DE EUROS) MERCADO EXTERNO (MILHÕES DE EUROS) : Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua

19 Relatório de Gestão Consolidado 19 Esta evolução foi possível devido à boa performance verificada nos mercados externos, com um crescimento de cerca de 17%, e dos negócios da área de Ambiente e Serviços. O peso relativo da atividade externa do Grupo atingiu, em 2013, um valor próximo de 74% (2012: 65%). A par desta evolução do volume de atividade, também a carteira internacional de encomendas tem vindo a reforçar o seu peso no Grupo. Destaque especial a este nível para a evolução registada nas empresas da região América Latina. Este crescimento da importância dos mercados externos é o resultado da aposta em vários países com crescimento sustentado, nomeadamente nas economias emergentes de África e da América Latina, que, a par com o novo modelo organizacional, veio a ser reforçada com o Plano Estratégico do Grupo Ambição 2.0. EBITDA GRUPO (MILHÕES DE EUROS) POR REGIÕES (PERCENTAGEM) 17% 277,4 287,5 362,8 6% 10% 67% : Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua AMÉRICA LATINA EUROPA - E&C EUROPA - A&S ÁFRICA Também do ponto de vista da rentabilidade operacional, o ano de 2013 apresentou uma excelente performance, com o EBITDA a registar um crescimento de mais de 26%, ou seja mais 75,4 milhões de euros face ao ano passado, e um crescimento de mais de 12% no 4º trimestre de 2013 (4T12: dados pró-forma). Este comportamento ficou, de novo, a dever-se essencialmente ao mercado africano (margem EBITDA de mais de 24% em 2013 e de mais de 26% no 4º trimestre). Fruto deste comportamento, os mercados de África aumentaram a sua contribuição para a rentabilidade operacional do Grupo, que é agora de 67% (2012: 47%). O crescimento da margem EBITDA consolidada para mais de 15% em 2013, que compara com 12,8% em 2012, é fruto desta alteração do mix de volume de negócios e margens, mas também resultado, como referido anteriormente, dos esforços de melhoria na eficiência operacional, capacidade de utilizar de forma transversal o know-how, as melhores práticas e a qualidade desenvolvida nos mercados mais maduros. Resulta por fim de uma conjugação de projetos nas diversas regiões que permitem atingir valores máximos das margens da grande maioria dos países onde operamos, também fruto da normal sazonalidade no negócio da construção. EBITDA DO GRUPO EM ,4 M Margem EBITDA de mais de 26,2% em 2013.

20 20 Relatório & Contas Consolidadas 2013 É também de destacar a boa performance no mercado nacional na área de Ambiente e Serviços, principalmente no segmento da logística, com margens à volta de 18% e crescimento em termos absolutos de 5,3 milhões de euros. INVESTIMENTO EVOLUÇÃO INVESTIMENTO GRUPO (PERCENTAGEM) (MILHÕES DE EUROS) % 10% % 21 60% AMÉRICA LATINA EUROPA - E&C EUROPA - A&S ÁFRICA ÁFRICA E AMÉRICA LATINA EUROPA - E&C EUROPA - A&S Investimento LÍQUIDO CONSOLIDADO 166 M Destaque para o investimento nos mercados de África e América Latina, no montante total de 119 milhões de euros. Em 2013, o investimento líquido consolidado atingiu 166 milhões de euros (2012: 145 milhões de euros), com destaque para o investimento nos mercados de África e América Latina, no montante total de 119 milhões de euros (2012: 93 milhões de euros). Analisando o investimento total pela sua natureza, verificamos que o investimento de manutenção totalizou 61 milhões de euros e que o investimento de expansão ascendeu a aproximadamente 105 milhões de euros. EVOLUÇÃO ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO TOTAL (MILHÕES DE EUROS) EVOLUÇÃO MATURIDADE ENDIVIDAMENTO LÍQUIDO TOTAL (MILHÕES DE EUROS) T 2T 3T 4T a 1 ano a 2 anos entre 3 a 5 anos mais de 5 anos DEZEMBRO 2012 DEZEMBRO : Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua 2011: Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua

21 Relatório de Gestão Consolidado 21 O endividamento líquido total ascendeu a 972 milhões de euros (2012: 850 milhões de euros). Deste montante, cerca de 562 milhões de euros encontravam-se alocados à atividade operacional do Grupo, correspondendo o restante valor (410 milhões de euros) a investimento em associadas, que não contribuem para o EBITDA, e a ativos não estratégicos. A estratégia de aumento da maturidade da dívida do Grupo, com grande peso do curto prazo em anos anteriores, já conduziu ao reescalonamento para médio e longo prazo de uma parte substancial do total consolidado, sendo que para este facto contribuiu o sucesso da emissão, durante o primeiro trimestre de 2013, de um empréstimo obrigacionista no montante de 175 milhões de euros, com vencimento em 2016, de um outro empréstimo obrigacionista colocado junto de investidores internacionais no montante de 50 milhões de dólares americanos, também com vencimento em 2016, e da contratação de outros financiamentos de médio prazo no montante total de cerca de 80 milhões de euros. Assim, considerando o total da dívida líquida incluindo leasing e factoring, tinham vencimento a mais de um ano em 31 de dezembro de 2013 cerca de 68%, ou seja, aproximadamente 807 milhões de euros. RESULTADO FINANCEIRO GRUPO (MILHÕES DE EUROS) RESULTADO LÍQUIDO GRUPO (MILHÕES DE EUROS) 106,2 69,5 82,5 33,4 40,7 50, : Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua 2011: Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua Angola - Rodovia Dundo

22 22 Relatório & Contas Consolidadas 2013 Os resultados financeiros contribuíram para o resultado líquido total no montante negativo de 106,2 milhões de euros (2012: negativo em 82,5 milhões de euros), fruto de um aumento de cerca de 23,8 milhões de euros (28,8%), face a 2012, dos encargos financeiros líquidos. Esta performance resultou, essencialmente, do aumento de cerca de 16 milhões de euros nos juros líquidos suportados. COMPOSIÇÃO RESULTADO LÍQUIDO GRUPO (MILHÕES DE EUROS) GRUPO (MILHÕES DE EUROS) EBIT FINANCEIROS MEP IRC IM RL EBIT FINANCEIROS MEP IRC IM RL Em 2013, a rubrica Ganhos e perdas em empresas associadas (MEP no gráfico) contribuiu negativamente para o resultado com 1,5 milhões de euros (2012: positivo em 22,3 milhões de euros). O valor de 2013 é composto, essencialmente, pelos seguintes efeitos: pela parte do Grupo nos resultados do grupo Martifer, no montante negativo de 25 milhões de euros (2012: negativo em 21 milhões de euros); e pela parte do Grupo nos resultados do grupo Ascendi, no montante positivo de 19,8 milhões de euros (2012: 25 milhões de euros). Peru - Preminado em Carachugo

23 Relatório de Gestão Consolidado 23 Fruto desta performance operacional e financeira, o resultado antes de impostos cresceu para 135 milhões de euros (2012: 111 milhões euros) e o resultado líquido consolidado subiu para 88 milhões de euros (2012: 74 milhões de euros), sendo a parcela de 50,5 milhões de euros atribuível ao Grupo (2012: 40,7 milhões de euros), representando um crescimento de cerca de 24%. EVOLUÇÃO DA CARTEIRA DE ENCOMENDAS (MILHÕES DE EUROS) CARTEIRA DE ENCOMENDAS 31 DEZEMBRO % 15% 8% 42% AMÉRICA LATINA EUROPA - E&C EUROPA - A&S ÁFRICA A carteira de encomendas, no final de dezembro de 2013, ascendia a cerca de 3,9 mil milhões de euros, dos quais 3,1 mil milhões de euros em mercados externos (2012: 2,6 mil milhões de euros), representando cerca de 81% (2012: 77%) do total da carteira de encomendas. Como habitualmente, a carteira dos negócios fora da construção contempla apenas os contratos de prestação de serviços nos segmentos de resíduos e manutenção. O Grupo não considera na carteira de encomendas as receitas previsíveis decorrentes da exploração de terminais portuários. Malawi - Corredor de Nacala

24 24 Relatório & Contas Consolidadas Análise por áreas de negócio EUROPA VENDAS E PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS (MILHÕES DE EUROS) EBITDA (MILHÕES DE EUROS) , , , E&C A&S E&C A&S 2011: Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua 2011: Dados pró-forma considerando a utilização do método de equivalência patrimonial no reconhecimento dos interesses detidos nas empresas do subgrupo Indaqua A área de negócios Europa inclui os negócios e empresas de Engenharia e Construção e de Ambiente e Serviços que o Grupo tem em Portugal e na Europa Central ou que são geridos pela estrutura de gestão desta região. No domínio do Ambiente e Serviços são desenvolvidas atividades nos setores de logística, resíduos, água e energia e manutenção. O volume de negócios do Grupo Mota-Engil na Europa atingiu, em 2013, o montante de 911 milhões de euros (2012: milhões de euros), traduzindo-se numa redução de 26% face a Para esta redução contribuiu a descida no volume de negócios no segmento de Engenharia e Construção (-36,5%), que não foi compensada pelo aumento verificado no volume de negócios de Ambiente e Serviços (3,7%). Globalmente, os segmentos de ambiente e serviços obtiveram um volume de negócios consolidado de 328 milhões de euros (2012: 316 milhões de euros). Polónia - Viaduto Stalowa wola

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