Maio/2014 Comissão dos Aprovados do Banco Central do Brasil

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1 Estudo do quadro funcional dos bancos centrais após a crise financeira de 2008 e do Banco Central do Brasil no período Maio/2014 Comissão dos Aprovados do Banco Central do Brasil

2 RESUMO A grande maioria dos bancos centrais mundiais tem seguido recomendações das principais instituições multilaterais no sentido de incrementar seu quadro funcional após a crise financeira de 2008, e vem, com isso, fortalecendo seus agentes supervisores e aumentando seu poder regulatório sobre o sistema financeiro. Em contrapartida, o Banco Central do Brasil (BCB) vem mostrando decréscimo do seu capital humano, apresentando perda de aproximadamente 20% do seu efetivo desde a crise de 2008 até os dias atuais, expondo-o, assim, a uma iminente crise operacional. Atualmente, a autarquia tem um déficit de aproximadamente 39% da sua capacidade total de acordo com a Lei 9.650/98, de tal forma que a necessidade de reposição do quadro funcional é imediata para assegurar o cumprimento de sua missão institucional.

3 SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO OBJETIVO ANÁLISE E RECOMENDAÇÕES DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS PÓS- CRISE DE EFETIVO DOS PRINCIPAIS BANCOS CENTRAIS NOVAS ATRIBUIÇÕES DO BANCO CENTRAL DO BRASIL EFETIVO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL NO PERÍODO EVOLUÇÃO DO QUADRO FUNCIONAL DO BANCO CENTRAL NO PERÍODO SAÍDA DE SERVIDORES NO PRÓXIMO TRIÊNIO ( ) CENÁRIOS COM NOMEAÇÕES NO BANCO CENTRAL DO BRASIL CONCLUSÃO ANEXOS ANEXO I EFETIVO DOS BANCOS CENTRAIS PARA CADA 100 MIL HABITANTES ANEXO II VARIAÇÃO DO EFETIVO DOS BANCOS CENTRAIS DE 2008 A REFERÊNCIAS... 42

4 GRÁFICOS E QUADROS GRÁFICOS Gráfico 1: Variação percentual da força de trabalho dos principais bancos centrais mundiais entre o período de 2008 a Gráfico 2: força de trabalho no FED entre 1995 e Gráfico 3: força de trabalho nos bancos centrais para cada habitantes Gráfico 4: evolução da força de trabalho entre 1995 e Gráfico 5: evolução da quantidade de cargos vagos no BCB entre 1995 e Gráfico 6: comparação da força de trabalho no FED (EUA) x no BCB no período Gráfico 7: força de trabalho e projeções para os 4 cenários QUADROS Quadro 1: variação percentual da força de trabalho dos bancos centrais mundiais entre o período de 2008 a Quadro 2: comparação da força de trabalho quantitativa dos principais bancos centrais mundiais, a população de cada região e a força de trabalho para cada habitantes Quadro 3: dados referentes ao Banco Central do Brasil quanto à quantidade e posição no ranking da força de trabalho/ habitantes e a variação do efetivo entre 2008 e Quadro 4: evolução da força de trabalho no BCB entre 1995 e Quadro 5: detalhamento das projeções de aposentadorias no triênio Quadro 6: saídas do BCB entre 2009 e 2013 e projeção para o triênio Quadro 7: detalhamento da projeção com a nomeação de 500 especialistas e 15 procuradores no concurso de Quadro 8: detalhamento da projeção com a nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores no concurso de Quadro 9: evolução da força de trabalho do BCB e projeção com a nomeação dos 2 concursos (a) Nomeação de 500 especialistas e 15 procuradores (b) Nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores Quadro 10: detalhamento da projeção com a nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados no concurso de Quadro 11: detalhamento da projeção com a nomeação de 1035 especialistas e 48 procuradores no concurso de 2014 e realização de concurso com nomeação de 686 especialistas e procuradores em Quadro 12: evolução da força de trabalho do BCB e projeção com nomeações dos 2 concursos (a) nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados no concurso de (b) nomeação de todos os 1035 especialistas aprovados no concurso de 2014 e realização de novo concurso com a nomeação de 686 especialistas em

5 1. INTRODUÇÃO Após a crise financeira mundial de 2008, conhecida como crise dos subprimes, evidenciou-se a frágil capacidade das instituições financeiras em absorverem choques e perdas, colocando em risco o sistema financeiro como um todo e, consequentemente, a economia dos países. Assim sendo, estabeleceu-se a necessidade de novas propostas de regulação bancária, motivo pelo qual o Basel Committee on Banking Supervision (BCBS) editou o Basiléia III, com recomendações relativas à estrutura de capital de instituições financeiras, dentre outras medidas, e que foi adotado pela maioria dos Estados nacionais, incluindo o Brasil. Nesse sentido, os bancos centrais têm investido no fortalecimento dos seus quadros funcionais como forma de combater crises e de se prevenir contra novas ondas de desregulamentação e supervisões financeiras precárias, revigorando a estabilidade financeira e a promoção do crescimento econômico sustentável. Em consonância com essa visão, análises do Fundo Monetário Internacional (FMI), Basel Committee on Banking Supervision (BCBS), Banco Central Europeu (BCE), Federal Reserve (FED), Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e demais organismos internacionais demonstram a preocupação em fortalecer os bancos centrais a fim de que novas crises sistêmicas sejam evitadas. Dessa forma, o aumento do quadro funcional efetivo dos organismos supervisores foi elencado como uma das principais frentes no processo de fortalecimento da estabilidade do sistema financeiro e no combate à crise. Logo, verificou-se grande ênfase no investimento em recursos humanos, em decorrência do aumento da complexidade na atuação dos bancos centrais. Concomitantemente à recomendação dos organismos internacionais de reforço no quadro efetivo funcional dos bancos centrais, as atribuições do Banco Central do Brasil (BCB) aumentam com a complexidade crescente do sistema financeiro nacional, necessitando, portanto, também de maior efetivo para fazer frente às novas atribuições. Dentre essas, destacam-se: modificações na regulação e na supervisão dos arranjos de pagamentos; inclusão financeira com o aumento consistente dos correspondentes bancários; e na promoção de programas de educação financeira da população. Em decorrência do advento da globalização da economia, os sistemas financeiros nacional e internacional têm mudado frequentemente, tornando-se, cada vez mais, interdependentes e conectados. Portanto fortalecer os bancos centrais se tornou fundamental nos próximos anos. 1

6 De acordo com o Central Bank Directory de , a crise financeira mudou a forma de atuação dos bancos centrais. Uma das frentes de atuação tem sido na área de estabilidade financeira, com os bancos centrais recebendo maior autonomia na política macroprudencial e, em alguns casos, uma responsabilidade mais abrangente na supervisão direta do sistema financeiro. Isto significa a necessidade de mais pessoal nos bancos centrais. Talvez o exemplo mais óbvio disso seja em Frankfurt, onde o Banco Central Europeu, pronto para mudar-se para seus novos escritórios, anunciou que vai continuar a locar o velho Eurotower para abrigar a nova equipe de supervisão. Necessidades do póscrise devem exceder planos da pré-crise. De fato, depois de vários anos de declínio, o quantitativo de pessoal dos bancos centrais está em ascensão. 2. OBJETIVO O estudo tem a finalidade de demonstrar que as recomendações das instituições multilaterais são no sentido de reforçar os efetivos de pessoal dos bancos centrais, fato que vem sendo acompanhado pelas autoridades monetárias ao longo desses anos pós-crise. Já, no panorama brasileiro, o estudo objetiva revelar que, em oposição às recomendações e à tendência ao fortalecimento do quadro funcional dos bancos centrais, vem ocorrendo um cenário de enfraquecimento de recursos humanos no Banco Central do Brasil no período entre 2008 e 2014, expondo uma iminente crise institucional se não houver reposição adequada de pessoal. 1 HORÁKOVÁ, M., JORDAN, A., Central Bank Directory. p. xv 2

7 Análise e Recomendações dos Organismos Internacionais Pós-crise de 2008

8 3. ANÁLISE E RECOMENDAÇÕES DOS ORGANISMOS INTERNACIONAIS PÓS-CRISE DE 2008 Desde a eclosão da crise de 2008, diversas análises foram feitas a respeito dos motivos que levaram à instabilidade do sistema financeiro mundial, apontando a flexibilidade nas regras de supervisão como a principal causa. Esse fato ocasionou a elaboração de novos mecanismos por instituições financeiras - aumentando o grau de alavancagem destas -, sendo que esses instrumentos não estavam no âmbito legal dos órgãos supervisores. Logo, tal feito proporcionou aumento do risco sistêmico, ocasionando consequências desastrosas na economia americana e sua disseminação para outras economias mundiais. Uma dessas análises foi realizada pelo FMI no documento Financial Stability Frameworks and the Role of Central Banks: Lessons from the Crisis de , o qual chegou à conclusão de que o sucesso da política de estabilidade financeira não depende apenas do quadro nacional de política. Outros fatores importantes são: clareza institucional sobre a forma como os mercados financeiros respondem às ações políticas regulatórias e monetárias; a qualidade da liderança dos bancos centrais e das agências de supervisão; e os recursos humanos disponibilizados para essas agências. Ainda segundo o Report do FMI, se a um banco central é dado um papel mais forte na estabilidade financeira, incluindo maior influência sobre a regulamentação prudencial das instituições individuais, bem como um papel mais bem definido na sua resolução, esses poderes têm de ser complementados por mecanismos robustos que garantam a transparência e independente prestação de contas das ações do banco central na salvaguarda da estabilidade financeira. No tocante a tais mecanismos, o documento Core Principles for Effective Banking Supervision, emitido pelo BCBS, comitê responsável por estabelecer recomendações prudenciais de supervisão bancária - conhecido como Acordo de Basileia formado por membros de diversos países, incluindo o Brasil, ligado ao Bank for International Settlements (BIS), ampliou em o quantitativo de princípios para uma supervisão bancária efetiva, estabelecendo 29 no total. Nesse contexto, no seu segundo princípio, cita a necessidade do supervisor possuir independência operacional, transparência nos 2 FMI, Financial Stability Frameworks and the Role of Central Banks: Lessons from the Crisis, p. 54 e BIS, Core Principles for Effective Banking Supervision, p. 10 e 23 4

9 processos, boa governança, processos orçamentários que não prejudiquem sua autonomia e seus recursos e ser responsável pela execução dos seus deveres e do uso de seus recursos. Neste princípio, o documento emanado pelo BCBS elenca nove critérios essenciais para a conduta de supervisão bancária efetiva e, no sexto, é indicada a importância de haver um quadro funcional adequado para a realização de suas atribuições: um orçamento que provenha pessoal (staff) em quantidade suficiente e com habilidade adequada ao perfil de risco e importância sistêmica dos bancos e grupos bancários supervisionados. Mais uma vez, assim como concluiu o FMI, verifica-se a necessidade de um quadro funcional em número apropriado para supervisionar efetivamente instituições bancárias e as demais instituições do sistema financeiro. A falta de recursos humanos compromete essa vital atribuição de garantir a estabilidade de todo o sistema financeiro e o combate a crises financeiras. Além disso, visão semelhante da importância em reforçar o quadro de funcionários dos órgãos supervisores é percebida no documento The Financial Crisis Reform and Exit Strategies de , da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) que, no tópico sobre fortalecer o cenário regulamentar, dentre as três medidas elencadas, apresenta no item regras prudenciais e conduta de negócios duas necessidades para potencializar o número de funcionários: supervisão e regulamentação. Em relação à supervisão bancária, segundo a OCDE, relativamente poucos recursos, medidos pela quantidade de funcionários, têm sido destinados à supervisão financeira nos últimos anos. O estudo considera não ser possível avaliar se esses recursos foram adequados ou suficientes sem que haja análise da gestão, mas adverte que eles têm sido pequenos em comparação com o tamanho das instituições supervisionadas. A organização finaliza afirmando que sem aumentos substanciais, apenas ambições relativamente modestas na supervisão poderão ser verificadas. Sobre a regulamentação, a ênfase principal deve ser dada ao processo de regras prudenciais e regras de conduta de negócios, as quais formam o cenário regulatório e que fazem provisões para aplicá-las. De acordo com a análise, essas regras influenciam no comportamento dos agentes econômicos e, se bem projetadas, podem e devem alinhar os incentivos para gerar resultados de mercado que reflitam em um equilíbrio prudente entre risco e busca de retorno. Tal utilização, ainda segundo a OCDE, é essencial, uma vez que regras não aplicadas provavelmente serão ignoradas, podendo abrir lacunas a fraudes e 4 OCDE, The Financial Crisis Reform and Exit Strategies, p. 32 e 33 5

10 outros abusos. Isso aponta para a necessidade de assegurar que recursos humanos, financiamento e processos devam estar presentes para que essas regras sejam efetivamente aplicadas. Por fim, percebe-se que, em grande parte das análises sobre a crise de 2008, os órgãos integrantes do Sistema Financeiro Internacional e demais autoridades monetárias nacionais sinalizaram que uma das frentes a seguir no período pós-crise é o fortalecimento dos efetivos nos bancos centrais. Dessa forma, os resultados esperados seriam: prevenir crises futuras, através do reforço das instituições supervisoras, com o objetivo de garantir a fiscalização eficaz do mercado; e regular, de forma mais contundente, os agentes financeiros. 6

11 Efetivo dos Principais Bancos Centrais

12 4. EFETIVO DOS PRINCIPAIS BANCOS CENTRAIS Seguindo as análises e recomendações dos organismos multilaterais, os bancos centrais têm intensificado a conduta de reforçar seus quadros funcionais. Exemplos dessa tendência podem ser vistos principalmente no Federal Reserve System (FED) e no Banco Central Europeu (BCE). De acordo com o Annual Report: Budget Review do FED, o orçamento da instituição aumentou em 428 milhões de dólares em comparação com o ano de Esse fato decorre, principalmente: do planejamento adicional de pessoal na função de supervisão relacionada ao crescimento do portfólio; maior carga de trabalho de supervisão; e requisitos previstos no Dodd-Frank Act, lei que representa a mais abrangente reforma de regulamentação financeira desde a Grande Depressão. Recentemente, em 2014, o BCE 6 iniciou a contratação de 800 funcionários para incrementar o Single Supervisor Mechanism (SSM), novo órgão da União Europeia que será único supervisor europeu para os bancos da Zona do Euro e para qualquer outro Estado-Membro que desejar participar. O objetivo da instituição é ser um supervisor robusto e eficaz, contribuindo para a segurança e solidez dos bancos em sua área de atuação. Tal tendência de reforçar o quadro funcional dos bancos centrais desde a crise financeira de 2008 (gráfico 1) tem sido vista, principalmente, a partir de 2010, no BCE, no FED e demais bancos centrais dos países do G7. Em contrapartida, o Banco Central do Brasil, desde a crise, perdeu aproximadamente 20% do seu efetivo, comportamento oposto aos principais bancos centrais dos países desenvolvidos, demonstrando a necessidade de reforçar seu quadro funcional de forma a garantir o cumprimento eficaz de sua missão institucional - assegurar a estabilidade do poder de compra da moeda e um sistema financeiro sólido e eficiente. Ressalta-se que as áreas de atuação dos bancos centrais podem, grosso modo, ser sintetizadas em 2 grandes grupos: política monetária e fiscalização. Porém, cada banco central ou grupo de bancos centrais tem sua própria divisão de tarefas. 5 6 Board of Governors do Federal Reserve System, Annual Report: Budget Review. p. 10 BCE, Toward the European Banking Union: achievements and challenges. 8

13 Salienta advertir também que esse estudo objetiva apresentar a variação percentual do quadro funcional de cada banco central ou de cada grupo de bancos centrais, em comparação com seus próprios quadros funcionais nos anos pós-crise. Posteriormente, a análise compara a variação percentual entre os efetivos dessas instituições. Gráfico 1 - Variação percentual da força de trabalho dos principais bancos centrais mundiais entre o período de 2008 a 2013 Fontes: Central Bank Directory / Annual Report:Budget Review 2013 do FED 5 / Relatório anual de 2013 do BCE 7 / Relatório RH em números do BCB (edições de Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 A partir da conjuntura exposta, percebe-se que o Banco Central do Brasil contraria a tendência mundial em relação ao fortalecimento do seu quadro funcional. Concluindo-se que, em um momento de maior necessidade de reforço funcional, o quadro de servidores da autoridade monetária brasileira reduziu vertiginosamente, colocando em risco a 7 BCE, Relatório Anual BCB, 2011, 2012, 2013, Relatório RH em Números do BCB. Edições de Março/2014, Dezembro/2014, Dezembro/2012 e Dezembro/2011 9

14 estabilidade do sistema financeiro nacional e, por conseguinte, a própria economia brasileira. O quadro 1, apresentado a seguir, mostra a variação percentual exata da força de trabalho entre o período de 2008 a 2013 nos bancos centrais dos principais agentes econômicos mundiais, tendo como referência o quantitativo do ano de Quadro 1: variação percentual da força de trabalho dos bancos centrais mundiais entre o período de 2008 a 2013 Fontes: Central Bank Directory / Annual Report:Budget Review 2013 do FED 5 / Relatório anual de 2013 do BCE 7 / Relatório RH em números do BCB (edições de Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O quadro apresentado revela que o BCB liderou, em quase todos os anos exibidos, as maiores variações negativas da força de trabalho. De tal forma, a autoridade acumulou, ao longo dos anos pós-crise, uma redução percentual de 20,26%, bem acima da média apresentada pelos BRICS, que expôs uma diminuição de 4,51%, sendo esse grupo o responsável pela segunda maior variação negativa e pelo G20, que expôs uma diminuição de 3,13%, terceira maior variação negativa. O gráfico 2 apresenta a força de trabalho do FED no período entre 1995 e Nos EUA, onde a desregulamentação e falhas de supervisão bancária estiveram presentes de forma mais intensa, ocorreram as consequências diretas e mais desastrosas da crise de 2008, alastrando a instabilidade econômico-financeira para outros países. 10

15 Gráfico 2: força de trabalho no FED entre 1995 e 2013 Fonte: Central Bank Directory O gráfico mostra que o quantitativo de pessoal estava em declínio e, após a crise, se fortaleceu a partir de 2010, voltando ao efetivo da pré-crise em A tendência nos próximos anos é o fortalecimento ainda maior do órgão-chave da economia americana e mundial. A força de trabalho dos bancos centrais para cada habitantes no ano de 2013 é representada no gráfico 3 a seguir. A região econômica que apresenta a melhor relação é a Zona do Euro com 14,67 funcionários para cada habitantes, seguida pelos números da região do G7 e dos EUA. Ressalta-se que, mesmo os bancos centrais do G7 e dos EUA apresentando uma boa relação entre força de trabalho para cada habitantes, o fortalecimento no quadro funcional de tais instituições tem sido feito a partir de 2010, demonstrando a real preocupação com a estabilidade do sistema financeiro. 10

16 Gráfico 3: força de trabalho nos bancos centrais para cada habitantes Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edição de Dezembro/2013) 8 / World Economic Outlook Database do FMI 9 Nesse cenário exposto, que representa os principais agentes econômicos mundiais, o Banco Central brasileiro apresenta apenas 2,02 funcionários para cada habitantes, número bastante inferior aos bancos centrais dos países desenvolvidos e também aos demais bancos centrais dos países da América Latina, do G20 e dos BRICS. Tal fato revela o enfraquecimento da instituição econômica nacional frente às suas funções rotineiras e às novas atribuições de arranjos de pagamentos, aplicação das medidas recomendadas dos fóruns e comitês internacionais e inclusão e educação financeira, estas últimas responsáveis diretas por melhorias econômicas e sociais para a população brasileira. O quadro 2 compara a força de trabalho em 2013 nos bancos centrais dos principais agentes econômicos mundiais. É mostrada também a população de cada região e a força de trabalho para cada habitantes, conforme se observa a seguir. 9 FMI, Abril/2014. World Economic Outlook Database do FMI 11

17 Quadro 2: comparação da força de trabalho quantitativa dos principais bancos centrais mundiais, a população de cada região e a força de trabalho para cada habitantes Fontes: Central Bank Directory / Annual Annual Report:Budget Review 2013 do FED 5 / Relatório RH em números do BCB (edição Dezembro/2013) 8 / World Economic Outlook Database do FMI 9 Em um estudo comparativo do Central Bank Directory 1 de 2014 (Anexos I e II) envolvendo 176 países, o Banco Central do Brasil é o 171º colocado em quantidade de servidores para cada habitantes (2,02) e o 173º colocado em variação do efetivo de 2008 a 2013, com redução de 20,26% da sua força de trabalho. Desses 176 países estudados, somente 34% tiveram redução no quadro neste período. O quadro 3 apresenta os dados do Banco Central do Brasil relativos à quantidade e à posição no ranking de força de trabalho para cada habitantes e à variação do efetivo de 2008 a 2013 com sua respectiva classificação no ranking. Quadro 3: dados referentes ao Banco Central do Brasil quanto à quantidade e posição no ranking da força de trabalho/ habitantes e à variação do efetivo entre 2008 e 2013 Fontes: Central Bank Directory / Annual Annual Report:Budget Review 2013 do FED 5 / Relatório anual de 2013 do BCE 7 / Relatório RH em números do BCB (edição Dezembro/2013) 8 / World Economic Outlook Database do FMI 9 12

18 Tal panorama apresenta, mais uma vez, a negligência na reposição de pessoal no quadro da autarquia brasileira. Ressalta-se que esse rumo crítico de recursos humanos pode vir a impactar desastrosamente a estabilidade do sistema financeiro nacional, o controle da inflação e o crescimento da economia brasileira. 13

19 Novas Atribuições do Banco Central do Brasil

20 5. NOVAS ATRIBUIÇÕES DO BANCO CENTRAL DO BRASIL A situação de risco operacional, ou risco de recursos humanos, tende a se agravar, pois as atribuições do Banco Central do Brasil foram incrementadas e ganharam maior complexidade. Além da necessidade de reforço no quadro funcional do Banco Central do Brasil (BCB) em decorrência de recomendações dos organismos internacionais - aumentando a supervisão e regulamentação do setor financeiro como forma de combater eventuais crises e tornar estável o sistema financeiro -, outras atividades estão sendo incluídas nas atribuições da autarquia e que também necessitam de maior quantidade de pessoal qualificado para serem exercidas. Atividades como a educação e a inclusão financeira da população e os arranjos de pagamentos já se fazem presentes nas atribuições a serem exercidas pelo Banco e novas surgem com a dinamização constante da economia. A inclusão financeira de brasileiros aos benefícios bancários, segundo o documento Moeda, Sistema Financeiro e Banco Central 10, teve marco importante no final do ano 2002, quando a quantidade de municípios que não dispunham de correspondentes bancários foi zerada. Desde esse período, essa política vem se consolidando no cenário nacional como importante canal de acesso da sociedade a estes serviços e das instituições financeiras a mercados específicos. De acordo com a Parceria Nacional para Inclusão Financeira 11, o BCB vem atuando em conjunto com outros atores públicos e privados para ampliar e melhorar o acesso da população por meio de três frentes principais: (i) expansão e fortalecimento dos canais de acesso a serviços financeiros, (ii) criação de instrumentos para melhor adequação dos serviços aos segmentos de menor renda, (iii) garantia da qualidade na provisão de serviços financeiros. Além dessas ações, o BCB tem participado também de debates internacionais sobre o assunto, com destaque, em 2010, para a coliderança a respeito dos trabalhos sobre os Princípios para Inclusão Financeira Inovadora do G-20. Fica clara a importância da atuação do BCB na inclusão financeira e seu importante papel para a melhoria da saúde econômica da sociedade como um todo, enfatizando, ainda mais, a necessidade de reforço no quadro de servidores do BCB para que essas tarefas 10 BCB, Moeda, Sistema Financeiro e Banco Central Uma Abordagem Prática e Teórica sobre o Funcionamento de uma Autoridade Monetária no Mundo e no Brasil. p BCB, Plano de Ação para o Fortalecimento do Ambiente Institucional. 15

21 possam ser executadas a contento. O próprio Plano de Ação para Fortalecimento do Ambiente Institucional 11 determina o fortalecimento da instituição para que a promoção da inclusão financeira da população brasileira se efetive de forma adequada. Tais ações são continuamente monitoradas através dos Fóruns Banco Central sobre Inclusão Financeira. A educação financeira, juntamente com a inclusão financeira da população, torna-se cada vez mais importante à medida que o número de pessoas com acesso aos serviços financeiros aumenta e que estas são orientadas para utilizarem estes serviços de maneira consciente. Um crescimento desordenado e descoordenado pode por em risco o equilíbrio econômico, uma vez que mais pessoas passarão a utilizar créditos e outros serviços, o que demandaria uma população financeiramente educada para que não se aumente a inadimplência. Como todos os setores da economia estão interligados de certa maneira, um desequilíbrio pode gerar consequências desastrosas em todo o sistema. Dessa forma, um enfraquecimento do BCB por conta de insuficientes recursos humanos põe em risco o desempenho dessas novas atividades, que em tão pouco tempo cresceram muito em importância para a sociedade. No ano de 2013, diversas novas atribuições sobre arranjos de pagamentos foram conferidas à autarquia. O conteúdo regulatório deste marco legal consiste na promulgação da Lei , e das resoluções e e circulares 3.680, 3.681, e 3.683, estas de competência do Banco Central do Brasil. De acordo com o BCB 12, os arranjos e instituições de pagamento podem ser entendidos como as regras e as instituições que permitem ao cidadão realizar transações de pagamentos sem a necessidade de intermediação de uma instituição financeira. Ou seja, as normas disciplinam, por exemplo, operações com cartões de crédito, cartões pré-pagos, moedas eletrônicas e operações de pagamentos eletrônicos. O crescimento do setor implica a assunção de riscos que precisam ser mitigados mediante ação regulatória proporcional e fiscalização, com vistas à promoção da solidez e do regular funcionamento dos arranjos e das instituições de pagamento, citou a instituição. De acordo com a ABECS 13 (Associação Brasileira de Empresas de Cartão de Crédito e Serviços), somente o movimento financeiro do setor de cartões deve alcançar R$ 846 bilhões em 2014, com 9,1 bilhões de transações e crescimento de 16,9% em relação ao ano anterior. Em alguns segmentos, como no caso do e-commerce, o crescimento em 2013 foi de 29% em relação a 2012, movimentando R$ 31 bilhões, conforme levantamento da 12 BCB, CMN regula arranjo de pagamentos. 13 ABECS, Projeções para o mercado brasileiro de pagamentos em

22 ABComm (Associação Brasileira de Comércio Eletrônico). São 53 milhões de brasileiros que utilizam a internet para realizar compras atualmente. Os analistas da ABECS esperam em 2014 um crescimento do negócio de pagamentos por cartões similar ao registrado em 2013: na ordem de 17%. Sobre o tema, em 2012, a Diretoria de Administração do BCB, através da Nota Técnica n o 2 14, já mensurava o impacto da atribuição aos quadros de servidores do BCB, em seu item 15, alínea XV, que destaca: A possibilidade, decorrente de estudos governamentais em andamento, de ser atribuída ao Banco Central competência para proceder à autorização, regulação e supervisão dos arranjos de cartões de pagamento (cartões de crédito e de débito, por exemplo) e aos pagamentos móveis ou mobile payment (pagamentos por meio de dispositivos móveis), fato que terá como consequência imediata a necessidade de servidores para atuar especificamente nessas atividades. Com efeito, o rápido crescimento dos meios eletrônicos de pagamentos, que tem papel fundamental na inclusão financeira da população e na eficiência do sistema de pagamentos brasileiro, também vem impondo relevante impacto nas atividades do Banco Central, especialmente no que diz respeito a esses arranjos. Ademais, o BCB está ampliando cada vez mais a sua participação em fóruns e comitês internacionais, o que implicará, posteriormente, em um comprometimento na aplicação das medidas recomendadas, demandando maior disponibilidade de pessoal. Uma atribuição bastante relevante é a que dispõe o Projeto de Lei 3.615/2000 sobre o fomento mercantil especial de exportações ou factoring de exportação. Caso prossiga para sanção presidencial, a responsabilidade pela supervisão e fiscalização desse mercado recairá sobre o BCB. Dessa maneira, com o contingente atual, não haverá força de trabalho suficiente nem para dar início a tais atividades, uma vez que elas demandariam, no mínimo, mais 250 servidores, segundo a Nota Técnica N Logo, é presumível que a instituição possa ter suas atividades fundamentais prejudicadas caso não ocorra uma reposição rápida e em grande escala do seu quadro. Outra nova função que tem se mostrado como uma tendência mundial é a supervisão pelos bancos centrais dos chamados Shadow Banks, instituições financeiras que agem como bancos, emprestando e tomando empréstimos, mas não são supervisionadas como tais, ficando, parcial ou totalmente, à margem do sistema de regulação bancário. 14 BCB, Nota Técnica DEPES/Geap/02 17

23 Essas instituições estão sendo monitoradas anualmente pelo Financial Stability Board (FSB), o qual afirma no documento Global Shadow Banking Monitory Report de que, em termos de risco de crédito para os bancos, Brasil, Indonésia, Índia e Arábia Saudita tiveram crescimento na exposição dos seus sistemas bancários aos Shadow Banks, embora a partir de uma base pequena (o Brasil apresentava no final de 2012, por exemplo, 2% da divisão de ativos de intermediários financeiros não-bancários considerando 20 jurisdições e a Zona do Euro). Ainda segundo o FSB, o Brasil apresentou um aumento modesto de exposição ao risco de financiamento para bancos ou quando os bancos são dependentes de entidades Shadow Banks, em comparação com os outros três países, mas apresenta uma base significativamente maior de ativos. Esse novo quadro de intermediações de crédito fora do sistema bancário de regulação tem ganhado importância nos últimos anos. O Brasil, como uma das maiores economias mundiais, deve se resguardar de possíveis ameaças a suas instituições. O cenário nacional exige que o Banco Central seja capaz de proporcionar estabilidade financeira e o pleno desenvolvimento da economia. Investir no fortalecimento da instituição é garantir a saúde econômica brasileira no curto, médio e longo prazo. 15 FSB, Global Shadow Banking Monitoring Report. p. 10, 22 e 23 18

24 Efetivo do Banco Central do Brasil no período

25 6. EFETIVO DO BANCO CENTRAL DO BRASIL NO PERÍODO EVOLUÇÃO DO QUADRO FUNCIONAL DO BANCO CENTRAL NO PERÍODO O panorama mundial e doméstico viveu grandes mudanças desde a crise financeira de 2008 que afetou direta ou indiretamente as principais economias mundiais. Desde esse episódio, a convergência tem sido de fortalecimento do potencial humano dos principais bancos centrais. Focando no cenário brasileiro, o BCB tem recebido novas atribuições com a inclusão e educação financeira e os novos arranjos de pagamentos que se modificam e são incrementados constantemente, assim como novas atribuições podem ser incorporadas com a aprovação do Projeto de Lei sobre o fomento mercantil. Analisando a projeção interna do quadro funcional do Banco Central do Brasil, a autarquia apresenta um cenário de déficit agudo de recursos humanos. O gráfico 4 apresenta a evolução da força de trabalho entre 1995 e Desde a crise de 2008, é possível verificar o decréscimo de recursos humanos, amenizado apenas com a nomeação dos aprovados do concurso de 2009, realizado em Gráfico 4: evolução da força de trabalho entre 1995 e 2014 Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 20

26 Segundo o gráfico acima, o BCB conta, hoje, com apenas 3941 servidores para realizar suas funções, um déficit de 2529 de um quantitativo total de representando déficit de 39% de servidores. Esse quantitativo total engloba analistas, técnicos e procuradores de acordo com as Leis 9.650/98 e /2010, que dispõem sobre o plano de carreira dos servidores da autarquia. No presente estudo, no ano de 2014, considera-se o efetivo em 31 de março. Ressalta-se também que o espaço temporal utilizado compreende os anos após o Plano Real, programa responsável por estabilizar a economia brasileira. O gráfico 5 apresenta a evolução da quantidade de cargos vagos entre 1995 e 2014 em números exatos. Tal gráfico assevera a perda de capital humano sofrida pelo BCB nos últimos anos. Gráfico 5: evolução da quantidade de cargos vagos no BCB entre 1995 e 2014 Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 Percebe-se do gráfico que, desde 2006, o efetivo do BCB tem diminuído consistentemente. Após a crise de 2008, período mais crítico para a economia mundial, é possível ver o pequeno aumento no número de servidores no ano de 2010 em decorrência das nomeações do concurso do ano anterior e, após isso, entre o fim de 2010 até o presente 21

27 momento em 2014, o quantitativo tem decrescido consideravelmente - há uma diminuição de 941 cargos no período, quase 15% do efetivo total de 6470 servidores. Considerando o período , a perda relativa do efetivo é de aproximadamente 20%, situando o BCB na 173º colocação em variação do efetivo na comparação com 176 países (Anexo II). Tal cenário expõe, mais uma vez, o enfraquecimento de uma instituição vital para a manutenção de uma economia forte. Do mesmo modo, o quadro 4 apresenta a evolução da força de trabalho e o número de cargos vagos no período , mostrando, em cores, o quantitativo exato em cada ano. Quadro 4: evolução da força de trabalho no BCB entre 1995 e 2014 Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O gráfico 6 traz a comparação da força de trabalho no FED dos EUA e no Banco Central do Brasil no período compreendido entre 1995 e 2013, a seguir. 22

28 Gráfico 6: comparação da força de trabalho no FED (EUA) x no BCB no período Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 Conforme se observa a partir do gráfico, os dois países apresentaram comportamentos antagônicos. Enquanto ocorreu um esvaziamento de recursos humanos no Banco Central do Brasil, nos Estados Unidos o comportamento foi de reforço no efetivo do FED, mesmo com os problemas fiscais que o país vem enfrentado, o que demonstra a importância dessa política de reposição do quadro funcional. Não se deve, portanto, combater a piora fiscal de um país colocando o sistema financeiro e a respectiva economia em risco. Ressalta-se, novamente, que as recomendações das instituições multilaterais tem sido de aumento do potencial humano como forma de se evitar novas crises e consolidar a estabilidade financeira mundial. Segundo o documento The Regulatory Responses to the Global Financial Crisis: Some Uncomfortable Questions 16 de 2014 do FMI, é importante ressaltar a necessidade de combater a síndrome do dessa vez é diferente, que se baseia na crença de que crises 16 Questions. p. 30 FMI, The Regulatory Responses to the Global Financial Crisis: Some Uncomfortable 23

29 financeiras são coisas que acontecem com outras pessoas em outros países em outros momentos; crises não acontecem conosco, aqui e agora. Estamos fazendo as coisas de forma melhor, nós somos mais inteligentes, aprendemos com os erros do passado. 6.2 SAÍDA DE SERVIDORES NO PRÓXIMO TRIÊNIO ( ) Além do quadro deficitário atualmente encontrado no Banco Central do Brasil, a projeção de aposentadorias que estão planejadas para os anos de 2014 a 2016 prejudicará o quadro já enfraquecido de servidores e aumentará a possibilidade de uma crise institucional na autarquia. O quadro 5 mostra tais projeções. Quadro 5: detalhamento das projeções de aposentadorias no triênio Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 Em 2014, 671 servidores terão direito a se aposentar, em 2015 mais 103 adquirirão o direito e, em 2016, mais 88. Portanto, nesses 3 anos, 862 de um total de 4003 (quantitativo em 31/12/2013) poderão se aposentar. Admitindo-se uma média de 38% de efetivação de aposentadoria para 2014 (de acordo com os últimos 2 anos) serão 255 servidores que deixarão seus postos vagos somente nesse ano e que, somados aos atuais 2467 cargas vagos (quantitativo em 31/12/2013), levarão a um déficit de 2722 servidores, aproximadamente 42% do efetivo legal ao final do ano 2014, expondo novamente uma situação alarmante de crise de RH no Banco Central do Brasil. Além de aposentadorias, poderão ocorrer outras formas de saídas dos servidores do Banco, como exoneração, demissão, falecimento, vacância e outras que contribuirão ainda mais para a redução do quadro. Tomando como base os quadros 5 e 6, assim como as 24

30 médias de efetivação de aposentadorias e de outras saídas nos últimos anos, estima-se um quantitativo de 752 postos vagos nesses próximos 3 anos. Quadro 6: saídas do BCB entre 2009 e 2013 e projeção para o triênio Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 A partir da análise do quadro acima, é possível concluir que em 2014 esse número pode chegar a 302 que, somado ao atual número de 2467 cargos vagos (quantitativo em 31/12/2013), representará um déficit de 2769 servidores, aproximadamente 43% do efetivo total ao final do ano de Ressalta-se que os números apresentados acima são os cenários prováveis (projeções), que foram calculadas utilizando o comportamento histórico das aposentadorias e vacâncias. Tal quadro funcional será ainda pior se houver uma maior taxa de efetivação de aposentadorias ou ocorrer um maior quantitativo de outras saídas. 6.3 CENÁRIOS COM NOMEAÇÕES NO BANCO CENTRAL DO BRASIL Nesse cenário de risco iminente, é evidente, portanto, a necessidade urgente de recomposição do quadro funcional do Banco Central do Brasil para que a instituição se fortaleça, não venha a correr riscos de ter suas funções ainda mais prejudicadas e para que esse risco iminente de RH não venha a comprometer a economia do País. 25

31 Esse quadro foi tema do Relatório de Auditoria Anual de Contas da Controladoria Geral da União (CGU) 17 de 2012 realizado no BCB, apresentando no item Avaliação da Gestão de Recursos Humanos, subitem Análise da suficiência da força de trabalho, a seguinte conclusão: dado o número atual de servidores e mantido o ritmo de aposentadorias hoje existente, a instituição poderá vir a enfrentar dificuldades para cumprir sua missão institucional, caso não obtenha autorização do MP (Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão) para a realização de novos concursos e a admissão de novos servidores. Conforme Nota Técnica Nº 2, enviada em 24 de agosto de 2012 pelo Banco Central do Brasil ao Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão (MPOG), a instituição informa dificuldades para cumprir sua missão institucional com a qualidade e a presteza que se impõem e que o mercado e a sociedade brasileira exigem. Nessa Nota, o BCB expõe os motivos para o pedido de preenchimento de vagas de Analistas, Técnicos e Procuradores, alertando ainda que esse seria um quantitativo mínimo para afastar o risco operacional ao qual a Autarquia está sujeita. Mesmo assim, o Ministério autorizou apenas 500 vagas. No mês de fevereiro de 2014 foi concluída a última etapa do processo seletivo 18 do Banco Central, com vista ao preenchimento de 400 vagas para o cargo de analista e de 100 vagas para o cargo de técnico, carreiras que compõem o cargo de especialista, com 1035 candidatos aprovados e já capacitados em curso de formação, preparados para serem nomeados. Está ainda em andamento concurso 19 com vista ao o preenchimento de 15 vagas para o cargo de procurador do BCB, o qual contará com 48 aprovados. Ressalta-se que ambos os concursos seguiram definições do Decreto N o de 2009, que prevê curso de formação eliminatório e classificatório para todos os aprovados no concurso, até os limites estipulados nos editais ou no Decreto. A seguir são analisados 4 cenários de recomposição de pessoal no Banco. O primeiro é a nomeação das 500 vagas de especialistas e 15 vagas de procuradores conforme autorizado em 2012 pelo MPOG; o segundo é o da nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores, o que representa a nomeação de 150% dos aprovados, ainda na competência desse Ministério. O terceiro cenário é a nomeação dos especialistas e 48 procuradores, representando todos os aprovados nos concursos, cuja 17 CGU [Controladoria-Geral da União], Relatório de Auditoria Anual. p. 15 e CESPE/UNB, CESPE/UNB, Decreto N o 6.944,

32 competência de nomeação se dá por despacho no âmbito da Presidência da República. O último cenário é a nomeação de todos os aprovados e ainda um novo pedido de mais 686 especialistas e procuradores - quantitativo necessário para retorno, no mínimo, ao efetivo de no ano de Tais panoramas podem ser verificados no gráfico 7. Gráfico 7: força de trabalho e projeções para os 4 cenários Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O quadro 7 apresenta o primeiro cenário exposto anteriormente, com nomeação de 500 especialistas, considerando metade destes em 2014 e a outra metade em 2015, e 15 procuradores em No quadro, aposentadorias e outras saídas foram consideradas. 27

33 Quadro 7: detalhamento da projeção com a nomeação de 500 especialistas e 15 procuradores no concurso de 2014 Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O quadro 8, mais abaixo, apresenta o segundo cenário, com nomeação de 750 especialistas, considerando 500 ainda em 2014 e 250 em 2015, e 22 procuradores, considerando 15 em 2014 e 7 em No quadro, aposentadorias e outras saídas foram também consideradas. Quadro 8: detalhamento da projeção com a nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores no concurso de 2014 Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O quadro 9 apresenta a evolução da força de trabalho no BCB levando em consideração a nomeação dos especialistas e procuradores. No cenário (a) o quadro funcional terá aproximadamente 39% de cargos vagos ao final dos anos 2014 e 2015 e de 42% ao final de 2016, enquanto que no cenário (b) o quadro terá aproximadamente 35% de vacâncias ao final dos anos 2014 e 2015 e de 38% ao final do ano No quadro, aposentadorias e outras saídas foram novamente consideradas. Mesmo com a nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores, o capital humano do BCB ainda estará aquém do seu efetivo completo, apresentando um déficit de mais de 35% em qualquer um dos cenários acima analisados. 28

34 Quadro 9: evolução da força de trabalho do BCB e projeção com a nomeação dos 2 concursos (a) Nomeação de 500 especialistas e 15 procuradores (b) Nomeação de 750 especialistas e 22 procuradores Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 É assente a necessidade de que a força de trabalho seja fortalecida. Mesmo com o cenário (b) se concretizando, ainda restarão - de um total de 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados candidatos especialistas já capacitados, após terem frequentado o curso de formação, e 26 procuradores, que estarão devidamente capacitados após o curso, para preencherem os postos vagos no BCB. Dados os números acima e o cenário atual, o quadro 10 apresenta a solução urgente de reposição do quadro do BCB com a nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores, ainda no ano de 2014, de forma a mitigar o risco que a economia do país está exposta. O quadro 11 apresenta o quarto cenário - este ideal e atendendo às recomendações internacionais -, com nomeação imediata de todos os aprovados e a realização de novo concurso que permita a nomeação de mais 686 especialistas e procuradores em Ressalta-se que, devido ao quadro crítico de pessoal, mesmo com essa solução apresentada como ideal, ainda não será atingido um número de nomeações suficiente para suprir a 29

35 capacidade total de 6470 servidores; essa solução visa apenas o retorno ao quadro de pessoal do pré-crise com 5020 servidores, representando ainda déficit de 22% em relação ao efetivo completo. Nos dois quadros, aposentadorias e outras saídas foram, mais uma vez, consideradas. Quadro 10: detalhamento da projeção com a nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados no concurso de 2014 Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 Quadro 11: detalhamento da projeção com a nomeação de 1035 especialistas e 48 procuradores no concurso de 2014 e realização de concurso com nomeação de 686 especialistas e procuradores em 2016 Fonte: Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 O quadro 12 apresenta a evolução da força de trabalho no BCB levando em consideração a nomeação dos especialistas e procuradores. No cenário (a) o quadro funcional terá aproximadamente 26% de cargos vagos em 2014, 30% em 2015 e 33% em 2016, enquanto que no cenário (b) o quadro terá aproximadamente 26% em 2014, 30% em 2015 e 22% em 2016, em que este último apresenta quantitativo bastante inferior aos apresentados nos anos anteriores, mas, ainda assim, muito aquém da capacidade total. São consideradas aposentadorias e outras saídas nos quadros. 30

36 Quadro 12: evolução da força de trabalho do BCB e projeção com nomeações dos 2 concursos (a) Nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados no concurso de 2014 (b) Nomeação de todos os 1035 especialistas e 48 procuradores aprovados no concurso de 2014 e realização de novo concurso com a nomeação de 686 em 2016 Fontes: Central Bank Directory / Relatório RH em números do BCB (edições Março/2014, Dezembro/2013, Dezembro/2012 e Dezembro/2011) 8 Com todos os motivos apontados anteriormente, a autorização para nomeação de todos os 1035 aprovados significará mera reposição de vacâncias, o que não resultará na total correção do déficit atual de aproximadamente 39% dos cargos autorizados em lei. É importante ressaltar que mesmo com a nomeação imediata de todos os aprovados e capacitados no atual concurso, tal medida não será suficiente para retornar ao efetivo précrise, fato que reforça a importância da nomeação de todos os aprovados no atual concurso, ainda em A nomeação de todos os aprovados e abertura de novo concurso se torna questão chave na manutenção do nível de excelência apresentado pelo Banco Central do Brasil ao longo de sua história. Investir no capital humano do Banco é investir na longevidade sustentável da instituição. 31

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