MERCADOS, INSTRUMENTOS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU

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1 MERCADOS, INSTRUMENTOS E INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS ANÁLISE INSTITUCIONAL DO MERCADO DE TÍTULOS 1 ENQUADRAMENTO DO MERCADO DE TÍTULOS 2 ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU CEE TRATADO DE ROMA (1957) UNIÃO ADUANEIRA LIVRE CIRCULAÇÃO BENS/SERVIÇOS PESSOAS CAPITAIS PORTUGAL APÓS S 1973/74 CRISES ECONÓMICAS POLÍTICAS MONETÁRIAS RESTRITIVAS PROTECCIONISMO POLÍTICA CAMBIAL 3 1

2 ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU PORTUGAL NA DÉCADA D DE 80 REDUÇÃO DO DESEQUILÍBRIO DAS CONTAS EXTERNAS INFLAÇÃO ADESÃO DE PORTUGAL À CEE 1986 SME MARÇO O 1979 (ADESÃO DE PORTUGAL 1992) MOEDA-CABAZ CABAZ: : ECU MECANISMO DAS TAXAS DE CÂMBIO (MARGEM DE FLUTUAÇÃO) CONJUNTO DE APOIOS FINANCEIROS 4 ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU ACTO ÚNICO EUROPEU (1987) RETOMA DO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DO MERCADO ÚNICO OBJECTIVO: UNIÃO ECONÓMICA E MONETÁRIA UEM CIMEIRA DE MAASTRICHT (1992) LIVRE CIRCULAÇÃO BENS/SERVIÇOS PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS FINANCEIROS UNIÃO MONETÁRIA MOEDA ÚNICA (EURO) POLÍTICA MONETÁRIA COMUM 5 ESPAÇO O FINANCEIRO EUROPEU BANCO CENTRAL EUROPEU + BANCOS CENTRAIS NACIONAIS SISTEMA EUROPEU DE BANCOS CENTRAIS (SEBC) GARANTIR A ESTABILIDADE DOS PREÇOS APOIAR AS POLÍTICAS ECONÓMICAS GERAIS DA UE DEFINIR E EXECUTAR A POLÍTICA MONETÁRIA COMUM REALIZAR OPERAÇÕES CAMBIAS ELIMINAÇÃO DA POLÍTICA CAMBIAL ENTRE ESTADOS MEMBROS DETER E GERIR PARTE DAS RESERVAS CAMBIAIS OFICIAIS DOS ESTADO MEMBROS ELIMINAR POLÍTICAS RESTRITIVAS CONFERIR ESTABILIDADE ÀS S MOEDAS 6 2

3 BANCO DE PORTUGAL MISSÃO PRINCIPAL: GARANTIR A ESTABILIDADE DOS PREÇOS CONDIÇÃO NECESSÁRIA AO CRESCIMENTO SUSTENTADO E DURADOURO CONDUÇÃO DA POLÍTICA MONETÁRIA E CAMBIAL SUPERVISÃO DAS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS RESPONSABILIDADE PELO SISTEMA DE PAGAMENTOS (EMISSÃO DE NOTAS; COMPENSAÇÃO) ESTATÍSTICAS STICAS (MONETÁRIAS, FINANCEIRAS, CAMBIAIS E BALANÇA A DE PAGAMENTOS) 7 INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E SOCIEDADES FINANCEIRAS (REGIME GERAL DEC-LEI 298/92) INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO - IC (art 2º) EMPRESAS CUJA ACTIVIDADE CONSISTE EM RECEBER DO PÚBLICO P DEPÓSITOS OU OUTROS FUNDOS REEMBOLSÁVEIS, A FIM DE OS APLICAREM POR CONTA PRÓPRIA PRIA MEDIANTE CONCESSÃO DE CRÉDITO DITO EMPRESAS QUE TENHAM POR OBJECTO A EMISSÃO DE MEIOS DE PAGAMENTO SOB A FORMA DE MOEDA ELECTRÓNICA NICA ACTIVIDADES DAS IC (art( 4º) (PAG 17) 8 INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E SOCIEDADES FINANCEIRAS (REGIME GERAL DEC-LEI 298/92) ESPÉCIES DE INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO (art 3º) BANCOS INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO (ART 13º,, nº4) n SOCIEDADES DE INVESTIMENTO SOCIEDADES DE LOCAÇÃO FINANCEIRA SOCIEDADES DE FACTORING SOCIEDADES FINANCEIRAS DE AQUISIÇÕES A CRÉDITO SOCIEDADES DE GARANTIA MÚTUAM INSTITUIÇÕES DE MOEDA ELECTRÓNICA OUTRAS 9 3

4 INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E SOCIEDADES FINANCEIRAS (REGIME GERAL DEC-LEI 298/92) SOCIEDADES FINANCEIRAS - SF SF (art 5º) AS EMPRESAS QUE NÃO SEJAM INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E CUJA ACTIVIDADE PRINCIPAL CONSISTA EM EXERCER UMA OU MAIS DAS ACTIVIDADES REFERIDAS NAS ALÍNEAS b) A i) DO ARTIGO ANTERIOR, EXCEPTO LOCAÇÃO FINANCEIRA E FACTORING ACTIVIDADE DAS SOCIEDADES FINANCEIRAS (art 7º) AS SOCIEDADES FINANCEIRAS SÓS PODEM EFECTUAR AS OPERAÇÕES PERMITIDAS PELAS NORMAS LEGAIS E REGULAMENTARES QUE REGEM A RESPECTIVA ACTIVIDADE. 10 INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E SOCIEDADES FINANCEIRAS (REGIME GERAL DEC-LEI 298/92) ESPÉCIES DE SF SF DE CORRETAGEM SOC CORRETORAS SOC MEDIADORAS DOS MERCADOS MONETÁRIOS E DE CÂMBIOS SOC GESTORAS DE FI SOC EMITENTES OU GESTORAS DE CARTÕES DE CRÉDITO SOC GESTORAS DE PATRIMÓNIOS SOC DESENVOLVIMENTO REGIONAL AGÊNCIAS DE CÂMBIOS SOC GESTORAS DE FUNDOS DE TITULARIZAÇÃO DE CRÉDITOS OUTRAS 11 CAPACIDADE DE CRIAÇÃO DE MOEDA INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO M = C + DT M = MASSA MONETÁRIA C = CIRCULAÇÃO MONETÁRIA DT = MOEDA ESCRITURAL (DO + DP) CRÉDITO DO M 12 4

5 INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA, NO CONTEXTO DE FINANCIAMENTO DA ECONOMIA PNB = C + G + I + (E-M) POUPANÇA A (S) = PNB (C+G) S - I = E - M S I INTERMEDIAÇÃO FINANCEIRA 13 MERCADOS MONETÁRIOS MERCADO MONETÁRIO INTERBANCÁRIO RIO (MMI) INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO, SUJEITAS AO REGIME DE RESERVAS MÍNIMAS M (2%) VISA CONTRIBUIR PARA EQUILIBRAR OS EXCEDENTES E AS NECESSIDADES DE MOEDA PRIMÁRIA RIA 14 MERCADOS MONETÁRIOS MERCADO MONETÁRIO INTERBANCÁRIO RIO (MMI) OPERAÇÕES SEM GARANTIA NEGOCIAÇÃO: LIVRE ENTRE IC MONTANTE: MÚLTIPLOS M DE MILHAR EUROS TAXA: CENTÉSIMOS DE PONTO PERCENTUAL PRAZO: 1dia a 1 ano DATA-VALOR: ATÉ 2º DIA ÚTIL COMUNICAÇÃO AO BP LIQUIDAÇÃO DAS CONTAS E DOS JUROS 15 5

6 MERCADOS MONETÁRIOS MERCADO MONETÁRIO INTERBANCÁRIO RIO (MMI) OPERAÇÕES COM GARANTIA TRANSACÇÕES DEFINITIVAS OU COM ACORDO DE RECOMPRA TÍTULOS TULOS REGISTADOS TÍTULOS TULOS DE DEPÓSITO (BP) TESOURO (BT S) CERTIFICADOS DE DÍVIDA D (BCE) OUTROS, RECONHECIDOS 16 MERCADOS MONETÁRIOS OPERAÇÕES DE MERCADO ABERTO (BCE) ORIENTAR AS TAXAS DE JURO GERIR A LIQUIDEZ DO MERCADO SINALIZAR A ORIENTAÇÃO DE POLÍTICA MONETÁRIA 17 MERCADOS MONETÁRIOS OPERAÇÕES DE MERCADO ABERTO (BCE) OPERAÇÕES REVERSÍVEIS VEIS DE CEDÊNCIA DE LIQUIDEZ (MAIS IMPORTANTES) FREQUÊNCIA: SEMANAL PRAZO: DUAS SEMANAS LEILÕES NORMAIS OBJECTIVO: ENVIAR SINAIS AO MERCADO OPERAÇÕES DE REFINANCIAMENTO DE PRAZO ALARGADO OPERAÇÕES REVERSÍVEIS VEIS DE CEDÊNCIA DE LIQUIDEZ FREQUÊNCIA: MENSAL PRAZO: TRÊS MESES LEILÕES NORMAIS OBJECTIVO: TOMADOR DE TAXA 18 6

7 MERCADOS MONETÁRIOS OPERAÇÕES DE MERCADO ABERTO (BCE) OPERAÇÕES OCASIONAIS DE REGULARIZAÇÃO (FINE-TUNING) BASE AH-HOC HOC OBJECTIVO: GERIR LIQUIDEZ ORIENTAR TAXAS DE JURO LEILÕES RÁPIDOS R OU PROCEDIMENTOS BILATERAIS CERTIFICADOS DE DIVIDA OPERAÇÕES ESTRUTURAIS OBJECTIVO: ALTERAR A POSIÇÃO ESTRUTURAL DO SEBC REVERSÍVEIS VEIS (LEILÕES NORMAIS) OU TRANSACÇÕES DEFINITIVAS (PROCEDIMENTOS BILATERAIS) 19 ANÁLISE INSTITUCIONAL DO MERCADO DE TÍTULOS OU DE CAPITAIS 20 MERCADO DE TÍTULOST TULOS FUNÇÕES PRINCIPAIS FACILITAR A TRANSFERÊNCIA DE RECURSOS E A CONVERSÃO DE ACTIVOS LÍQUIDOS EM INVESTIMENTO CANALIZAÇÃO DAS POUPANÇAS AS PARA INVESTIMENTO PRODUTIVO VANTAGEM: NÃO GERA MASSA MONETÁRIA 21 7

8 MERCADO DE TÍTULOST TULOS SEGMENTO DO SISTEMA FINANCEIRO QUE TRABALHA, SOBRETUDO, COM INSTRUMENTOS DE MLP É UM MERCADO DE VALORES (VM) 22 MONTAGEM DE UMA OPERAÇÃO PREPARAÇÃO E COLOCAÇÃO DA EMISSÃO JUNTO DOS INVESTIDORES, PELA ENTIDADE EMITENTE OU CONTRATO COM OS INTERMEDIÁRIOS RIOS FINANCEIROS TOMADA FIRME GARANTIA TOTAL OU PARCIAL DE COLOCAÇÃO TOMADA DOS TÍTULOS T TULOS QUE NÃO FOREM SUBSCRITOS PELOS INVESTIDORES MERA COLOCAÇÃO 23 MONTAGEM DE UMA OPERAÇÃO SINDICAÇÃO DA TOMADA FIRME E COLOCAÇÃO CONSÓRCIO DE INTERMEDIÁRIOS RIOS FINANCEIROS LÍDER OU LÍDERES L DO CONSÓRCIO DIREITOS E OBRIGAÇÕES DE CADA PARTICIPANTE REGRAS DE FUNCIONAMENTO RELAÇÕES COM A ENTIDADE EMITENTE RELAÇÕES COM A CMVM 24 8

9 SUBSCRIÇÃO DIRECTA OFERTA DOS VALORES DIRECTAMENTE PELA EMPRESA EMITENTE, COM OU SEM APOIO DE INTERMEDIÁRIOS RIOS FINANCEIROS SUBSCRIÇÃO INDIRECTA TOMADA POR UM OU MAIS INTERMEDIÁRIOS RIOS FINANCEIROS, COM A OBRIGAÇÃO DE A OFERECEREM AOS INVESTIDORES, NAS CONDIÇÕES ACORDADAS COM A ENTIDADE EMITENTE 25 ENQUADRAMENTO LEGAL CÓDIGO DOS VALORES (www.cmvm.pt) DEC LEI nº n 486/99 de 13 de Novembro TÍTULO TULO I DISPOSIÇÕES GERAIS TÍTULO TULO II VALORES TÍTULO TULO III OFERTAS PÚBLICASP TÍTULO TULO IV - MERCADOS TÍTULO TULO V SISTEMAS DE LIQUIDAÇÃO TÍTULO TULO VI - INTERMEDIAÇÃO TÍTULO TULO VII SUPERVISÃO E REGULAÇÃO TÍTULO TULO VIII CRIMES E ILÍCITOS DE MERA ORDENAÇÃO SOCIAL 26 CÓDIGO DOS VALORES VALORES (VM( VM) ) (art( 1º) a) ACÇÕES b) OBRIGAÇÕES c) TÍTULOS TULOS DE PARTICIPAÇÃO d) UNIDADES DE PARTICIPAÇÃO e) WARRANTS AUTÓNOMOS f) DIREITOS AUTÓNOMOS, PREVISTOS NA EMISSÃO 27 9

10 CÓDIGO DOS VALORES REGISTO DE EMISSÃO (art( 43º e segs) a) IDENTIFICAÇÃO DO EMITENTE b) CARACTERÍSTICAS DO VM c) QUANTIDADE DA EMISSÃO d) MONTANTE, DATA DOS PAGAMENTOS e) ALTERAÇÕES POSTERIORES f) DATA DA PRIMEIRA INSCRIÇÃO g) NÚMERO DE ORDEM DOS VM 28 CÓDIGO DOS VALORES FORMAS DE REPRESENTAÇÃO (art 46º) ESCRITURAIS REPRESENTADOS POR REGISTOS EM CONTA TITULADOS (TÍTULOS) TULOS) REPRESENTADOS POR DOCUMENTOS EM PAPEL VM NOMINATIVO OU AO PORTADOR (art 52º) NOMINATIVOS (POR DEFEITO): FACULDADE DE CONHECER SEMPRE A IDENTIDADE DOS TITULARES 29 CÓDIGO DOS VALORES PRINCIPAIS TIPOS DE EMISSÕES OFERTA PÚBLICA P - OP (art 109º) COMERCIALIZAÇÃO AO PÚBLICO P EM GERAL NÃO EXISTE PREVIA IDENTIFICAÇÃO DOS SUBSCRITORES DIRIGIDA A PESSOAS OFERTA PRIVADA OU PARTICULAR (ART( 110º) SE OS TÍTULOS T TULOS SE DESTINAM EXCLUSIVAMENTE A SER ADQUIRIDOS POR UM NÚMERO N PRÉ- DETERMINADO DE PESSOAS, SINGULARES OU COLECTIVAS (EX( EX: : INSTITUCIONAIS, SOCIEDADES COM CAPITAL FECHADO) 30 10

11 CÓDIGO DOS VALORES AS OP ESTÃO SUJEITAS: INTERMEDIAÇÃO OBRIGATÓRIA RIA (art( 113º) A REGISTO PRÉVIO NA CMVM (art 114º e 115º) PUBLICIDADE (art( 121º) ANÚNCIO NCIO DE LANÇAMENTO AMENTO (art( 123º) PROSPECTO (art( 134 e segs) TIPOS DE OP DE SUBSCRIÇÃO, PARA CONSTITUIÇÃO DE SOCIEDADE DE VENDA DE AQUISIÇÃO DE TROCA 31 CÓDIGO DOS VALORES MERCADO DE VM (art 198º) QUALQUER ESPAÇO O OU ORGANIZAÇÃO EM QUE ADMITE A NEGOCIAÇÃO DE VM POR UM CONJUNTO INDETERMINADO DE PESSOAS ACTUANDO POR CONTA PRÓPRIA PRIA OU ATRAVÉS S DE MANDATÁRIO RIO MERCADOS PERMITIDOS (art( 199º) MERCADOS DE BOLSA OUTROS MERCADOS REGULAMENTADOS (art( 200º) MERCADOS ORGANIZADOS COM REGRAS LIVREMENTE ESTABELECIDAS PELA RESPECTIVA ENTIDADE GESTORA 32 CÓDIGO DOS VALORES OBJECTO DAS OPERAÇÕES (art( 204º) VM FUNGÍVEIS LIVREMENTE TRANSMISSÍVEIS INTEGRALMENTE LIBERADOS SEM ONÚS INSTRUMENTOS FINANCEIROS DERIVADOS ADMISSÃO À NEGOCIAÇÃO (art( 205º) 33 11

12 CÓDIGO DOS VALORES MERCADOS DE BOLSA (art( 213º) MERCADOS REGULAMENTADOS EM QUE A EMISSÃO DAS OFERTAS E A CONCLUSÃO DAS OPERAÇÕES SÃO CENTRALIZADAS NUM SÓS ESPAÇO O OU SISTEMA DE NEGOCIAÇÃO ÃO 34 MERCADOS DE BOLSA FORMAÇÃO DOS PREÇOS DOS VM CANALIZAÇÃO DA POUPANÇA PARA O MERCADO PRIMÁRIO RIO AVALIAÇÃO DOS VM ASSEGURAR E PROPORCIONAR LIQUIDEZ DOS TÍTULOST TULOS 35 12

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