Indemnizações a acidentados forçam aumento dos prémios

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Indemnizações a acidentados forçam aumento dos prémios"

Transcrição

1 Nº 1253 / 13 Junho de 2008 / Semanal / Portugal Continental 2,20 DIRECTOR João Peixoto de Sousa trabalho Trabalhadores e empresas devem reforçar capacidade de adaptação Queremos que as empresas, a economia e os trabalhadores reforcem a sua capacidade de adaptação a uma realidade que é cada vez mais exigente e que está a mudar muito rapidamente, afirma Vieira da Silva. Recusando falar de recuo e de cedências, o ministro do Trabalho e da Solidariedade Social disse valorizar a negociação com os parceiros e recusou que a proposta do Governo facilite os despedimentos. Pág. 6 SUPLEMENTO FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO Franchising de consultoria financeira entre o crescimento e a saturação SUPLEMENTO TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO Microsoft lidera aquisições e fusões BANCA A nossa análise Caixa é a melhor solução com euribor a subir Pág. 41 Indemnizações a acidentados forçam aumento dos prémios As empresas vão ter de subir o preço das apólices para suportar o aumento em 9% dos custos com a indemnização de lesados em sinistros automóvel. Mas a concorrência agressiva do mercado não deixa. As indemnizações que as seguradoras terão de pagar às vítimas de acidentes rodoviários deverão aumentar 9%, com a entrada em vigor do novo modelo de indemnização. O cálculo foi anunciado no XII Encontro de Resseguros. Embora seja este o aumento médio esperado pelo sector, a Caixa Seguros, operador com maior quota de mercado no ramo automóvel, tem uma previsão de aumento de 15% no custo médio das indemnizações. De acordo com Maria João Sales Luís, directora coordenadora de sinistros automóvel da Caixa Seguros, o custo médio de indemnização por morte subiu 300%, em menos de 10 anos, e prepara-se para disparar nos tempos Serafim Fernandes, administrador delegado da BNP Paribas Factor, considera Factoring de exportação é uma prioridade de mercado A crise de liquidez no mercado financeiro internacional é uma janela de oportunidade para o factoring. Esta é a opinião de Serafim Fernandes, administrador delegado do BPN Paribas Factor. A necessidade que as instituições financeiras têm de saber cada vez melhor que empresas financiam e para quê leva Serafim Fernandes a acreditar numa forte expansão do factoring. Com um crecimento de dois dígitos no primeiro semestre de 2008, depois de em 2007 não ter ultrapassado os 4%, o factoring apresenta um forte potencial de crescimento, sobretudo nas áreas de confirming e internacional. Quebrada a rotina dos anos 70 e 80, marcada por uma mais próximos. Com o custo médio das indemnizações a vítimas de sinistros automóvel a aumentar, as seguradoras vêem-se a braços com um aumento significativo das despesas. Mas, face à concorrência cada vez mais agressiva, é impensável para a maioria das seguradoras aumentar o prémio de seguro. Pág. 5 forte apetência dos bancos pelo desconto das remessas de exportação, as empresas exportadoras estão hoje mais abertas à noção de risco e à evidência de ser mais vantajoso no negócio internacional tratar com um só interlocutor que, simultaneamente, faça o full service. O BNP Paribas Factor tem em Portugal uma quota global de 7,3% no mercado de factoring, tendo atingido os 17,5% no factoring internacional. Pág. 40 Factoring de exportação cresce 29% no primeiro trimestre de 2008 QREN AFECTA 4,6 milhões à valorização do território Pág. 29 Petróleo arrasta subida das taxas de juro Pág. 39 AIP defende reforço da garantia mútua para as PME Pág. 5 Trabalho Temporário Observatório arranca em Outubro Pag

2 2 ACTUALIDADE Abertura CAUSAS DO DIA-A-DIA NESTA EDIÇÃO O DIA DA RAÇA ANTÓNIO VILAR ADVOGADO EDITOR E PROPRIETÁRIO Vida Económica Editorial, SA DIRECTOR João Peixoto de Sousa COOR- DENADORES EDIÇÃO João Luís de Sousa e Albano Melo REDACÇÃO Virgílio Ferreira (Chefe de Redacção), Adérito Bandeira, Alexandra Costa, Ana Santos Gomes, Aquiles Pinto, Fátima Ferrão, Guilherme Osswald, Martim Porto, Rute Barreira, Sandra Ribeiro e Susana Marvão; PAGINAÇÃO Célia César, Flávia Leitão, José Barbosa e Mário Almeida; PUBLICIDADE PORTO Rua Gonçalo Cristóvão, 111, 6º Esq Porto - Tel Fax PUBLICIDADE LISBOA Campo Pequeno, 50-4º Esq Lisboa Tel Fax ASSINATURAS Tel IMPRESSÃO Naveprinter, SA - Porto DISTRIBUIÇÃO VASP, SA - Cacém Tel Fax EMPRESA CERTIFICADA Há-de ser com raça, com vontade inabalável, que ultrapassaremos a nossa dimensão de país semiperiférico É um facto histórico que foi o ideário prosseguido pelo salazarismo, inspirado, de resto, em correntes de pensamento que, na época, estavam muito em voga Gustave Le Bon, leitura assídua de Salazar, escreveu, a propósito, que a raça é a pedra angular sobre a qual repousa o equilíbrio das nações. Ela representa o que há de mais estável na vida dum povo que deu vida à ideia de raça como algo de antropológica e politicamente relevante no segundo quartel do século passado. Dessa ideia decorreram políticas que passaram quer pelo revivalismo e endeusamento da História de Portugal, quer pela defesa do Império Colonial português. Não me consta, porém, que, entre nós, alguma vez tenha sido promovido o ódio racial como doutrina de Estado. Ora no passado 10 de Junho, Dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, o Presidente da República fez uma referência pública ao dia da raça : Hoje eu tenho de sublinhar, acima de tudo, a raça. O dia da raça, o dia de Portugal, de Camões e das Comunidades Portuguesas, a qual suscitou, na sociedade do espectáculo em que vivemos, acesa indignação de certos detentores da verdade universal, zeladores incansáveis dos conceitos e das palavras do seu politicamente correcto. Pois, por mim, estou muito tranquilo e até saúdo tal expressão no contexto actual, republicano e democrático, entendida raça no sentido da vontade constante e firme e da determinação de tornar Portugal, pelo esforço dos portugueses vivendo cá dentro ou na diáspora um país melhor, mais justo e decente. Para tal é preciso raça e por falta de raça é que caímos em depressões sucessivas.é claro que não convém esquecer, mesmo que seja para as criticar, as teses de Samuel Huntigton sobre o choque das culturas ou a guerra das culturas, que poderão expressar bem mais do que uma profecia, e, por isso, não se podem tolerar quaisquer derrapagens ideológicas. Nada, porém, leva a crer, mesmo longinquamente, que o Presidente português quisesse tomar, então, um posição sequer sobre a temática do multiculturalismo. Há-de ser, pois, com raça, com vontade inabalável, que ultrapassaremos a nossa dimensão de país semiperiférico, entre o emergente e o desenvolvido, tal como tem sido com raça que alguns portugueses são hoje, já, dos melhores do mundo em múltiplos aspectos ainda que, muitas vezes, ao serviço de outras majestades, noutros mundos. Viajando, há dias, pela Europa, pude sentir a portugalidade afirmada, a propósito do Euro 2008, de milhares de portugueses espalhados pelo Luxemburgo, pela Suíça e pela Alemanha. E não trouxe dúvidas de que, se nos conseguíssemos unir noutros desígnios como estamos unidos naquela expectativa futebolística, tudo seria diferente e melhor. Como povo, não se configura no horizonte uma qualquer possibilidade de afirmarmos um qualquer imperialismo cultural contra a diversidade humana, a democracia, o multiculturalismo e a cidadania e, por isso, não colhemos a inveja de outros povos. Mas, sendo o que somos, com um pouco mais de sonho, um pouco mais de sacrifício, um pouco mais de raça, talvez tenhamos ainda muito de bom a trazer ao nosso tempo global. O desafio passa por acreditar que podemos! BREVE HORÁRIO DE TRABALHO PODE IR ATÉ ÀS 65 HORAS SEMANAIS Os ministros do Trabalho da União Europeia aprovaram um acordo que prevê a possibilidade de ser ultrapassado o actual limite do horário de trabalho semanal, podendo chegar às 65 horas, em casos excepcionais. Portugal não fez parte da maioria qualificada que aprovou o projecto de lei. O número de horas poderá aumentar, desde que os trabalhadores aceitem ou em caso de acordo colectivo. O ministro português, Vieira da Silva, considera que não haverá alterações na organização do tempo de trabalho no nosso país e que a legislação nacional não sofrerá alterações. MEMBRO DA EUROPEAN BUSINESS PRESS TIRAGEM CONTROLADA PELA: TIRAGEM DESTA EDIÇÃO: Município (Porto) TAXA PAGA Registo na D G C S nº Depósito Legal nº /89 ISSN Registo do ICS nº INTERNACIONAL PME TURISMO EMPRESAS CITADAS Sonae Distribuição Semapa Inditex Victoria Seguros Vinhos Messias APDL Saeco Portugal Telecom Grupo Vila Sol Disney MGM Fox BPI EDP Renováveis Vodafone Teleperformance Optimus SAS Pág. 11 Pág. 15 MERCADO GLOBAL DE SOLUÇÕES ECOLÓGICAS ESTÁ EM CONSTRUÇÃO HUMOR ECONÓMICO Grupo Accor Sociedade da Água de Monchique Grupo Jerónimo Martins Martifer BES C. Santos VP Renault General Motors Seat SUPLEMENTO FRANCHISING E EMPREENDEDORISMO Vivafit...II Fiducial... IV Tormo & Associados....VI Veigas Imobiliária... VII Onebiz....VII BREVE APROVADA PRIMEIRA FASE DA PLATAFORMA LOGÍSTICA DE LEIXÕES Pág. 32 O aquecimento global é um desafio, mas não é menos verdade que abre novas oportunidades de negócios. Há já a circular fluxos de capital na área ambiental, ainda não está é decidido qual a energia preferida para os investidores. Certo é que os investidores estão bastante atentos. INTERMODALIDADE RODOVIÁRIA E MARÍTIMA REDUZ CUSTOS DE TRANSPORTES A Administração dos Portos do Douro e Leixões (APDL) apresentou o seu plano estratégico. Consiste num conjunto de acções para aumentar a competitividade, por via da consolidação e da promoção da marca Porto de Leixões. Os custos operacionais também serão consideravelmente reduzidos. TURISMO DE VINHOS REFORÇA NOTORIEDADE DAS MARCAS E REGIÕES Uma grande oportunidade comercial. Esta é a grande valia do enoturismo, que está a obter uma forte visibilidade nas marcas e nos produtos a nível internacional. A conclusão foi retirada do Wine & Tourism Marketing, evento de grande fôlego que teve lugar nas Caves Calém e na Quinta do Crasto. A Administração dos Portos de Douro e Leixões (APDL) aprovou o lançamento do concurso para a primeira fase da obra da plataforma logística portuária. A obra implica um investimento de cerca de quatro milhões de euros. Trata-se da execução do acesso rodoviário a um dos dois pólos que constituem a plataforma logística e que vai ser construído a partir da Via Interna de Ligação ao Porto de Leixões (VILPL). A construção do acesso tem início em Outubro, altura em que a APDL apresenta todo o projecto da plataforma logística, bem como o respectivo modelo de negócio e exploração.

3

4 4 Actualidade 271 mil milhões de euros Investimento das petrolíferas até meados do século 60 mil milhões de euros Valor de aquisição do ETSA por parte da Semapa 5% Aumento de passageiros na Portela até Maio ECONÓMETRO tendências Nuno Jordão O responsável da Sonae Distribuição acaba por ser o primeiro a dar o pontapé de saída, pelo que é de esperar que os outros grupos sigam esta estratégia. Os produtos de marca branca estão a dar cartas nos centros comerciais da Sonae. Sem colocar em causa a qualidade dos seus produtos, os consumidores, em época de recessão, agradecem. Naturalmente, sem esquecer os produtos para aqueles que têm a carteira mais recheada. Teixeira dos Santos O ministro das Finanças, que até não se tem saído mal na governação Sócrates, começa a dar sinais negativos. Primeiro, recusou-se a comentar as últimas previsões económicas, nada abonatórias, para o país por parte de entidades nacionais. Parece que há algo a esconder dos portugueses, quando o seu papel é exactamente o contrário, esclarecer, com objectividade, o que se está a passar. Depois, apesar da defesa constante da DGCI, afinal as coisas não são o que parecem. A Sonae tem ganho a quase totalidade dos processos que tem com o fisco. Só que o grupo tem meios, o contribuinte comum é que não. Alberto Costa O ministro da Justiça acabará por ter uma passagem quase inóma pelo Governo. É verdade que houve algumas reformas, mas a realidade é apenas uma. A justiça continua pelas ruas da amargura e desgraçado daquele que cair nas suas malhas. A morosidade é a mesma e a confiança dos cidadãos no sistema judicial continua em baixa. Quanto a tudo o resto, Alberto Costa limita-se a não entrar em conflito com as classes profissionais, o que quer dizer deixar tudo como está Fonte Fonte Défice orçamental vai continuar a descer PEC Défice da balança comercial com países terceiros agrava-se (importações em milhões de euros) INE Jan./07 Fev./07 Mar./07 Abr./07 Mai./07 Jun./07 Jul./07 Ago./07 Set./07 Out./07 Nov./07 Dez./07 Jan./08 Fev./08 Mar./08 Abr./ Conferência Em parceria com a Câmara dos Solicitadores Junho ORADORES REFORMA DA ACÇÃO EXECUTIVA A DIVULGAÇÃO E O DEBATE OBRIGATÓRIOS Mestre João Tiago da Silveira - Secretário de Estado da Justiça António Gomes da Cunha - Presidente da Câmara dos Solicitadores Virgílio da Costa Ribeiro - Ju ízos de Execução do Porto Sérgio Rebelo - Juízos de Execução do Porto Membro a designar do Ministério Público DESTINATÁRIOS Debate alargado a todos os Solicitadores, Advogados, Magistrados e Juristas Local: Hotel Ipanema Park - Rua de Serralves 124, Porto Dia/Hora: 21 Junho - 10h00 às 12h30 e das 14h30 às 17h00 Pedidos de informação e pré-inscrição para: Grupo Editorial Vida Económica (Drª Cláudia Figueiredo) Telf Fax: endereço electrónico: Organização Preços: euros - Solicitadores, Advogados, Magistrados, Juristas - 60 euros - Solicitadores Estagiários e Advogados Estagiários APOIO:

5 Actualidade 5 Indemnizações a acidentados na estrada vão subir 9% O novo modelo de indemnização de lesados em sinistros automóvel, previsto na portaria que entrou em vigor há duas semanas, deverá aumentar em 9% o custo médio de indemnização para as seguradoras. Mas a concorrência agressiva do mercado de seguro automóvel não deixa as companhias pensar em subir os preços das apólices. Até quando? ANA SANTOS GOMES As indemnizações que as seguradoras terão de pagar às vítimas de acidentes rodoviários deverão aumentar 9% com a entrada em vigor do novo modelo de indemnização previsto no Decreto-Lei 291/2007 e agora regulamentado pela Portaria 377/2008, publicada a 26 de Maio. O cálculo foi anunciado no XII Encontro de Resseguros, promovido na semana passada pela Associação Portuguesa de Seguradores. Maria João Sales Luís, directora coordenadora de sinistros automóvel da Caixa Seguros, confirmou aos participantes no congresso que este é o aumento médio esperado pelo sector, embora a Caixa Seguros, operador com maior quota de mercado no ramo automóvel, tenha uma previsão de aumento de 15% no custo médio das indemnizações. De acordo com Maria João Sales Luís, o custo médio de indemnização por morte subiu 300% em menos de 10 anos e prepara-se para disparar nos tempos mais próximos. É a Portaria 377/2008, publicada há poucas semanas, que vem fixar os critérios e valores orientadores para a formulação da chamada proposta razoável que as seguradoras são obrigadas a apresentar aos lesados por acidente automóvel, no âmbito do Decreto-Lei 291/2007. Em caso de morte, o pagamento de despesas e salários e a indemnização a título de direito à vida não sofrem alterações, mas a indemnização devida por danos morais é agora majorada, enquanto o cálculo de danos patrimoniais passa a diferenciar o peso do rendimento do sinistrado no orçamento familiar. Em caso de invalidez, é introduzido o conceito de dano biológico, correspondente a um valor de indemnização pelo direito à integridade física do sinistrado, que é calculado de acordo com a Tabela Indicativa para Avaliação do Dano Corporal em Direito Civil, publicada no final do ano passado, ponderando a gravidade das sequelas e idade do lesado. Além do dano biológico, o sinistrado inválido deverá ser indemnizado por danos morais complementares, onde se incluem os danos estéticos, a dor sofrida e a incapacidade com repercussão laboral, entre outros. As seguradoras são igualmente obrigadas a suportar as despesas incorridas e comprovadas, além de eventual assistência vitalícia futura. Novidade nos novos modelos de indemnização das vítimas de acidentes rodoviários é o facto de os danos patrimoniais passarem a ser calculados com base nos rendimentos provados fiscalmente. Preços não sobem Com o custo médio das indemnizações a vítimas de sinistros automóvel a aumentar, as seguradoras vêem-se a braços com um aumento significativo das despesas, acreditando que começará de imediato a ser prática corrente nos tribunais o aumento gradual do valor das indemnizações sentenciadas. Ainda assim, será difícil que as seguradoras consigam reflectir esse aumento de custos nos preço do prémio do seguro automóvel, que tem continuado a baixar, de forma geral, no mercado português. Para este fenómeno contribui em grande escala o aparecimento de novos operadores de venda directa de seguros, que baseiam o seu modelo de negócio em estruturas de custo reduzido e comercializam apólices a preços baixos, naquilo a que o mercado já chama de seguradoras low-cost. Com a concorrência cada vez mais agressiva, é impensável para a maioria das seguradoras aumentar o prémio de seguro e o que se tem verificado é mesmo o inverso, ou seja, o prémio médio do seguro automóvel baixa generalizadamente no mercado. Além do aparecimento de novos operadores, não é indiferente a este fenómeno a entrada em vigor da Lei das Cobranças, que dispensa o consumidor de avisar antecipadamente a sua seguradora da intenção de anular a apólice. Basta que não pague a sua renovação que a apólice é imediatamente anulada. Daí que grande parte dos consumidores reaja ao aparecimento do aviso de pagamento da renovação do seguro com uma consulta ao tarifário do mercado e mude para a seguradora que estiver com o preço mais barato nessa altura. É também por isso que a generalidade das seguradoras procura ter o preço mais apetecível, sabendo que esse é, para muitos portugueses, o principal factor de decisão na hora de subscrever o seguro automóvel, sobretudo para quem procura uma apólice com o seguro mínimo obrigatório de responsabilidade civil. E mesmo quando os capitais mínimos deste seguro aumentaram, por força da 5ª directiva do seguro automóvel, que entrou em vigor em Outubro, os prémios não sofreram aumentos na generalidade das companhias. Em 2007, o resultado deste fenómeno foi bem visível. O ramo automóvel registou uma quebra de 2,9% e a taxa de volatilidade das carteiras rondou em muitas companhias os 30%. Com o poder de compra dos portugueses em baixa e a massa segurável sem grande crescimento, a disputa pelos segurados da concorrência acentua-se. Os capitais mínimos já subiram e voltam a subir no próximo ano. Os custos com indemnizações tendem a aumentar. Resta saber até quando as seguradoras conseguirão fazer face a estes aumentos sem aumentar preços. Confederação do Comércio contesta estudo sobre liberalização dos horários É mais um episódio na velha polémica da liberalização dos horários dos estabelecimentos comerciais ao domingo. A Associação Portuguesa das Empresas de Distribuição (APED) apresentou um estudo que concluiu que as receitas adicionais e o número de empregos iam crescer significativamente, caso o comércio abrisse portas aos domingos à tarde. A Confederação do Comércio e Serviços de Portugal (CCP) diz que o estudo se baseia em falsos pressupostos e projecções especulativas. Pensando a procura comercial em função do rendimento das famílias, dos seus níveis de poupança e da sua capacidade de endividamento, não é admissível prever, para a próxima década, um crescimento destes indicadores que permita acomodar os aumentos nas vendas apresentados, alerta, em comunicado, a estrutura patronal. A CCP não duvida que os efeitos mais graves do alargamento de horários seriam sobre o pequeno comércio, cuja quota de mercado, em especial no segmento alimentar, tem descido de forma drástica e que, em muitos casos, não dispõe de meios para poder abrir as suas lojas ao domingo. As projecções calculam as vendas com base nos resultados do período de Natal em que o efeito sazonal não é um exercício credível. Em relação aos oito mil postos de trabalho a criar até 2017, a CCP também não acredita nas conclusões da APED: O alargamento dos horários por mais algumas horas, ao domingo, não irá traduzir-se em novas contratações de pessoal, mas apenas numa nova gestão dos recursos humanos. AIP defende reforço da garantia mútua A Associação Industrial Portuguesa-Confederação Empresarial (AIP-CE) defende o reforço e a dinamização da garantia mútua, como uma das principais medidas para melhorar o financiamento das pequenas e médias empresas (PME) num quadro que se apresenta de crise a nível nacional e internacional. Esta e outras medidas fazem surgem integradas na Carta Magna da Competitividade de Nesse sentido, a AIP-CE propõe cinco medidas para o financiamento das PME: - Desenvolver esforços junto da banca no sentido da promoção de acções conjuntas para a melhoria das condições de acesso das PME ao financiamento bancário, bem como actuar no sentido da mobilização do sistema financeiro para a garantia de objectivos quantificados a nível global de financiamento para PME. Objectivo: garantir que o crédito a empresas atinja 50% do crédito total, sendo que o crédito a empresas de pequena dimensão deve atingir, em 2009, 15% do total do crédito a empresas e o crédito abaixo dos seis milhões de euros deve atingir os 65% da totalidade do crédito a empresas, no mesmo ano. - O Estado e as Autarquias, para além dos objectivos que se pretendem atingir com o Programa Pagar a Tempo e Horas, deveriam assegurar a confirmação Rocha de Matos, presidente da AIP. imediata das suas facturas, permitindo que fossem descontadas sem custos de capital para os bancos e com a correspondente baixa de spreads. Objectivo: criar as condições necessárias para que os credores do Estado possam realizar os seus créditos através de mecanismos normais de mercado, como seja, por exemplo, através do factoring. - Proporcionar uma maior participação das PME no mercado de compras públicas, nomeadamente através de medidas de discriminação positiva deste tipo de empresas. Objectivo: atingir um volume de compras públicas a PME nunca inferior a 25% do total das compras públicas, até Melhorar e dinamizar a utilização do capital de risco, nas suas várias vertentes. Objectivo: aumentar a capacidade de investimento de muitas PME e compensar falhas de mercado notórias em áreas como a reestruturação e redimensionamento de PME; investimento em activos imateriais; start-ups, transmissão de empresas Reforçar e dinamizar a actividade de garantia mútua, com o objectivo de ultrapassar a vulnerabilidade de muitas PME relativamente à prestação de garantias colaterais. Palmira Simões

6 6 Actualidade Vieira da Silva participou num debate no Porto e ouviu muitas críticas dos católicos Ministro do Trabalho incentiva a uma maior adaptabilidade de todos Queremos que as empresas, a economia e os trabalhadores reforcem a sua capacidade de adaptação a uma realidade que é cada vez mais exigente e que está a mudar muito rapidamente, disse o ministro Vieira da Silva. é função da Igreja Católica fazer justiça social; esse é o Não papel da política. A frase é do bispo do Porto, D. Manuel Clemente, e foi proferida a semana passada, durante um debate sobre O Novo Código do Trabalho e a Situação Sócio-Económica do Porto, promovida pela Comissão Diocesana Justiça e Paz e que teve como convidado principal o Ministro do Trabalho e da Solidariedade Social, António Vieira da Silva. E não se revelou fácil a tarefa de Vieira da Silva neste encontro, não vão os leitores imaginar o contrário, pois teve de ouvir não só algumas frases incómodas de D. Manuel Clemente falou do importante papel dos sindicatos, da ineficiência dos sistemas de segurança social e da necessidade de olhar para as pessoas como o parâmetro da dignidade do trabalho, como também foi forçado a escutar intervenções inflamadas de vários católicos, como a de uma ex-dirigente sindical do sector têxtil, a de um militante do Partido Socialista desde 1974 e advogado de alguns sindicatos da UGT e a de um estudante universitário e dirigente estudantil. Abordado pelos jornalistas à margem do encontro, Vieira da Silva desvalorizou os números da recente manifestação da CGTP e frisou a necessidade da apresentação de propostas construtivas pelos parceiros sociais. É bom que as propostas vindas dos diferentes quadrantes sejam apresentadas e debatidas e que não sejam apenas propostas de negação das propostas dos outros, nomeadamente das propostas do Governo. É que não é o facto de elas serem apresentadas num quadro de mobilização [sindical] que as transforma em algo de diferente, disse o ministro aos jornalistas. Ministro recusa ter apresentado apenas princípios Questionado pela Vida Económica sobre a crítica do ex-autor do Código do Trabalho, Pedro Romano Martinez, que questionou, na edição passada da VE, o facto de o Governo apenas apresentar princípios aos parceiros sociais e de um eventual consenso nos princípios poder não significar consenso quanto à letra da lei, o ministro discordou. O Governo não apresentou apenas princípios; apresentou linhas de orientação com propostas muito concretas, disse. Quando nós propomos que a duração dos contratos a termo se reduza de um máximo de 6 anos para 3 anos, não estamos a falar de princípios, estamos a falar de propostas; quando propomos que haja uma diferente taxa contributiva quando se tem um contrato com termo e um contrato TERESA SILVEIRA sem termo para as entidades empregadoras não estamos a falar de princípios, estamos a falar de propostas, exemplificou. Nós queremos que as empresas, a economia e os trabalhadores reforcem a sua capacidade de adaptação a uma realidade que é cada vez mais exigente e que está a mudar muito rapidamente, disse o ministro, salientando a vontade de reforçar o papel da contratação colectiva e da negociação entre as partes na vida das relações laborais. Recusando falar de recuo e de cedências, Vieira da Silva disse valorizar a negociação com os parceiros, que é sempre uma tentativa de aproximação de posições. E também recusou que a proposta do Governo facilite os despedimentos. Não há na proposta do Governo nenhuma facilitação dos despedimentos nem nenhuma via aberta para os despedimentos, afirmou peremptório. Questionado ainda pela Vida Económica sobre uma maior facilitação dos despedimentos por inadaptação e o facto de vários juristas defenderem que a proposta do Governo pode pôr em causa o princípio constitucional da segurança no emprego, o ministro voltou a negar. Há juristas que defendem todas as posições. É por isso que este é um debate interessante. Certo é que o despedimento por inadaptação já está previsto na nossa legislação desde Agora, o que o Governo pretende é incentivar a capacidade de adaptação de todos. Precisamos de mudar no sentido de uma maior capacidade de adaptabilidade de todos e de caminhar no sentido de uma maior resposta às mudanças do mundo. Bruxelas considera que tributação automóvel favorece produção nacional A Comissão Europeia (CE) incitou Portugal a alterar a tributação automóvel. Na base da decisão está o facto de, segundo Bruxelas, haver diferença de tratamento entre operadores registados e operadores reconhecidos que conduz a uma discriminação em relação aos veículos produzidos nos outros Estados membros. Se a legislação nacional não for alterada de modo a dar cumprimento ao parecer fundamentado, a CE pode decidir instaurar uma acção no Tribunal de Justiça das Comunidades Europeias. O Código do Imposto Sobre Veículos (ISV) português refere que um operador registado (sujeito passivo que se dedica habitualmente à produção, admissão ou importação de veículos tributáveis) pode deter um veículo em suspensão de imposto durante um período máximo de três anos, ao passo que um operador reconhecido (sujeito passivo que, não reunindo as condições para se constituir como operador registado, se dedica habitualmente ao comércio de veículos tributáveis) pode detê-lo nesse regime por um período de seis meses. ACAP refere que esta é uma não questão A Associação Automóvel de Portugal (ACAP), que representa a fábrica nacionais, acusa da CE de estar a levantar um problema sem expressão. Em declarações à Vida Económica, o secretário-geral da entidade afirmou que a Comissão deveria era preocupar-se com questões mais importantes, como por exemplo a dupla tributação de IVA sobre o ISV, essa sim uma questão vital. Hélder Pedro não tem dúvidas de que esta é uma não questão, até porque não há veículos a saírem matriculados sem estarem pagos. Além disso, dos automóveis produzidos em Portugal, apenas cerca de 4% se destinam ao mercado nacional, o que é um volume perfeitamente residual, acrescenta o dirigente da ACAP. Aquiles Pinto Marcelo Rebelo de Sousa é orador convidado da ACEGE A Associação Cristã de Empresários e Gestores de Empresas (ACEGE) realiza, no próximo dia 18 de Junho, às 13 horas, um almoço-debate subordinado ao tema genérico RSE: A responsabilidade do Estado no potenciar de uma cultura de responsabilidade, que terá como orador convidado Marcelo Rebelo de Sousa, professor catedrático da Faculdade de Direito da Universidade Nova de Lisboa, Senhor jornalista Virgilio Ferreira, chefe de redacção da Vida Económica Tendo lido alguns artigos seus, resolvi escrever este mail para lhe solicitar que fizesse um artigo devidamente investigado sobre a grande distribuição que, penso eu, a curto prazo, iremos ter um grande Vale do Ave de dimensão nacional na grande distribuição com desemprego e até mesmo fecho de algumas UCDR Unidades Comerciais de Dimensão Relevante. Bastará solicitar à DGE, antiga DGCC, quantos projectos autorizados foram cancelados, quantos pedidos de ampliação com autorizações pagas foram abandonadas e é um licenciamento nada barato, tem uma validade de dois anos para apresentação de projecto e respectivo licenciamento camarário de execução e mais um ano de prorrogação. No passado mês de Abril um hipermercado recentemente instalado no concelho de Torre Vedras consta que terá despedido 100 funcionários. Quantos supermercados e hipermercados irão encerrar até ao final do ano de 2008 e durante o ano de 2009 das diferentes insígnias? Compras de insígnias como as do Carrefour, Plus e Marrachino, mais não são do que balões de oxigénio e jurista, opinion maker e dirigente político. Este almoço-debate integra-se num ciclo promovido pela ACEGE que visa contribuir, de forma consistente, para a análise da vital importância da responsabilidade social das empresas na construção de uma sociedade mais justa e solidária. O encontro tem lugar na Rua dos Douradores, 57, em Lisboa COLUNA DO LEITOR Um Vale do Ave na grande distribuição pura engenharia financeira das insígnias compradoras. PS - Já agora, aproveito para lhe colocar outra questão: por que será que hoje, , e após duas ou três descidas do barril do petróleo sem a correspondente diminuição do preço litro nos postos nomeadamente da Galp, à semelhança do que vinha acontecendo quando o barril subia, o litro nesses postos tambem subia, nenhuma imprensa escrita deste país falou no assunto? Será que se trata de um silêncio pago? Veja todos os jornais diários de hoje, incluindo os desportivos, encontrará neles uma página inteira de publicidade da Galp ao cartão Fast Galp com cinco cêntimos de desconto. Quanto pagou a Galp por este silêncio? Peço-lhe desculpa por ocupar o seu tempo, e gostaria de ver este tema tratado no seu jornal. Aníbal José Lopes Rodrigues Nota de Redacção: Agradecemos a sugestão do nosso leitor. Iremos procurar abordar o assunto numa das próximas edições.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica.

No entanto, antes de ser financeira, a crise tem uma natureza económica. INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NA CONFERÊNCIA «O QUE FAZER POR PORTUGAL? MEDIDAS PARA ULTRAPASSAR A CRISE», SOB O TEMA «AS PESSOAS E AS EMPRESAS

Leia mais

6º Congresso Nacional da Administração Pública

6º Congresso Nacional da Administração Pública 6º Congresso Nacional da Administração Pública João Proença 30/10/08 Desenvolvimento e Competitividade: O Papel da Administração Pública A competitividade é um factor-chave para a melhoria das condições

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL

PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL PROPOSTAS DE ALGUMAS MEDIDAS CONCRETAS PARA A COMPETITIVIDADE EMPRESARIAL 1 São muitas e variadas as soluções e medidas de apoio à competitividade empresarial. Na intervenção de abertura o Presidente da

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA

MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA MENSAGEM DE ANO NOVO DE SUA EXCELÊNCIA O PRESIDENTE DA REPÚBLICA --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00 HORAS DE 01.01.13 --- Palácio de Belém, 1 de janeiro de 2013 --- EMBARGO DE DIVULGAÇÃO ATÉ ÀS 21:00

Leia mais

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO

SOBRE OS PRESSUPOSTOS SUBJACENTES AO PLANO No âmbito do procedimento de consulta pública do Plano Estratégico de Transportes 2008-2020 (PET), vem a Quercus - Associação Nacional de Conservação da Natureza apresentar o seu parecer. SOBRE OS PRESSUPOSTOS

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

Resumo de Imprensa. Terça-feira, 28 de Outubro de 2008

Resumo de Imprensa. Terça-feira, 28 de Outubro de 2008 Resumo de Imprensa Terça-feira, 28 de Outubro de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO 1. Euribor deve cair para 3,5% em Janeiro (págs. 1, 4 a 10) Mercados apostam que a taxa de referência dos empréstimos da casa vai

Leia mais

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Sem figuras nem imagens, Entrelinha 1,5. Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 12 Páginas Sem figuras nem imagens, Entrelinha

Leia mais

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT

12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT 12ª AVALIAÇÃO DO PROGRAMA DE AJUSTAMENTO ECONÓMICO E FINANCEIRO POSIÇÃO DA UGT Estando a chegar ao fim o Programa de Ajustamento Económico e Financeiro (PAEF) e, consequentemente, as avaliações regulares

Leia mais

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI

O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal. por Hossein Samiei. Conselheiro, Departamento Europeu do FMI O Papel Central das Reformas Estruturais no Programa Economico do Portugal por Hossein Samiei Conselheiro, Departamento Europeu do FMI Conferência Sobre Reformas Estruturais no Contexto do Programa de

Leia mais

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril

Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril Decreto-Lei n.º 72-A/2003 de 14 de Abril A Directiva n.º 2000/26/CE, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de Maio, relativa à aproximação das legislações dos Estados membros respeitantes ao seguro

Leia mais

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS

COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS COMENTÁRIOS DA CIP À PROPOSTA DE ORÇAMENTO DO ESTADO PARA 2015 E ÀS REFORMAS FISCAIS A CIP lamenta que a dificuldade em reduzir sustentadamente a despesa pública tenha impedido que o Orçamento do Estado

Leia mais

Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal

Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal Aese Orçamento do Estado 2016 Uma Perspectiva Pessoal Quando o Fórum para a Competitividade me convidou para esta intervenção, na qualidade de empresário, já se sabia que não haveria Orçamento de Estado

Leia mais

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco

A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco IP/98/305 Bruxelas, 31 de Março de 1998 A Comissão promove os Mercados Europeus de Capital de Risco A Comissão Europeia lançou uma vasta iniciativa para promover o desenvolvimento de um importante mercado

Leia mais

O governo ainda não compreendeu nem a gravidade nem a provável duração da crise Pág. 1

O governo ainda não compreendeu nem a gravidade nem a provável duração da crise Pág. 1 O governo ainda não compreendeu nem a gravidade nem a provável duração da crise Pág. 1 O GOVERNO NÃO COMPREENDEU NEM A GRAVIDADE NEM A PROVÁVEL DURAÇÃO DA CRISE, INVESTE POUCO E OCULTA MEDIDAS INSUFICINTES

Leia mais

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES Resultado da cimeira "particularmente positivo para Portugal" A cimeira europeia de quinta-feira

Leia mais

Várias Publicações. LusaTV: Aumento da carga fiscal melhorou qualidade da Segurança Social - Sec. Estado

Várias Publicações. LusaTV: Aumento da carga fiscal melhorou qualidade da Segurança Social - Sec. Estado 17-03-2006 13:11:00. Fonte LUSA. Notícia SIR-7829164 Temas: economia portugal finanças sociedade LusaTV: Aumento da carga fiscal melhorou qualidade da Segurança Social - Sec. Estado DATA:. ASSUNTO: Conferência

Leia mais

Resumo de Imprensa. Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008

Resumo de Imprensa. Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008 Resumo de Imprensa Quinta-feira, 13 de Novembro de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO 1. Governo reforça poderes do Banco de Portugal (págs. 1, 4 a 10) O Ministério das Finanças e o PS estão a alterar as leis para

Leia mais

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007

POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP. 11 Setembro 2007 POLÍTICA DE PME's Debate promovido pela AIP 11 Setembro 2007 Durante o 1º trimestre de 2007, o PIB cresceu 2,0% Crescimento do PIB 2,5% 2,0% 1,5% 1,5% 1,7% 2,0% 1,0% 1,1% 1,0% 0,9% 0,5% 0,5% 0,5% 0,0%

Leia mais

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços

Gestão Empresarial. Comércio e Serviços Curso de Gestão Empresarial para Comércio e Serviços PROMOÇÃO: COLABORAÇÃO DE: EXECUÇÃO: APRESENTAÇÃO: > A aposta na qualificação dos nossos recursos humanos constitui uma prioridade absoluta para a Confederação

Leia mais

RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015

RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015 RESOLUÇÃO SECRETARIADO NACIONAL DE 29 DE JANEIRO DE 2015 O ano de 2015 é o primeiro em que nos encontramos integralmente fora da alçada da Troika e no qual o Governo poderia ter operado uma real mudança

Leia mais

O princípio da afirmação da sociedade civil.

O princípio da afirmação da sociedade civil. Dois dos Valores do PSD O Princípio do Estado de Direito, respeitante da eminente dignidade da pessoa humana - fundamento de toda a ordem jurídica baseado na nossa convicção de que o Estado deve estar

Leia mais

RESUMO DE IMPRENSA. Quinta-feira, 31 de Julho de 2008

RESUMO DE IMPRENSA. Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 RESUMO DE IMPRENSA Quinta-feira, 31 de Julho de 2008 JORNAL DE NEGÓCIOS 1. Queda nos lucros da banca retira 80 milhões ao Fisco. Resultados dos quatro maiores bancos privados caíram mais de 40% no primeiro

Leia mais

2 1,2 1,3 2,5 2 3,2 3 0,5-4,2 1,8 1,3% 1,9 0,9 0,8 2,2 1,7 3,1 2,9 0,4-4,1 1,8 1,16%

2 1,2 1,3 2,5 2 3,2 3 0,5-4,2 1,8 1,3% 1,9 0,9 0,8 2,2 1,7 3,1 2,9 0,4-4,1 1,8 1,16% A SITUAÇÃO ACTUAL É MAIS GRAVE DO QUE EM 1977/78 E EM 1983/84 POR PORTUGAL PERTENCER À ZONA EURO E NESTA DOMINAR UMA POLITICA NEOLIBERAL DE SUBMISSÃO AOS MERCADOS. Um erro grave é confundir a situação

Leia mais

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461

MINISTÉRIO DA SAÚDE. Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461 Diário da República, 1.ª série N.º 82 28 de Abril de 2010 1461 Através do Decreto -Lei n.º 212/2006, de 27 de Outubro (Lei Orgânica do Ministério da Saúde), e do Decreto -Lei n.º 221/2007, de 29 de Maio,

Leia mais

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas

Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Programas Operacionais e Sistemas de Incentivos às Empresas Da União Europeia vão chegar até 2020 mais de 20 mil milhões de euros a Portugal. Uma pipa de massa, nas palavras do ex-presidente da Comissão

Leia mais

Seminário. Orçamento do Estado 2016. 3 de Dezembro de 2015. Auditório da AESE. Discurso de abertura

Seminário. Orçamento do Estado 2016. 3 de Dezembro de 2015. Auditório da AESE. Discurso de abertura Seminário Orçamento do Estado 2016 3 de Dezembro de 2015 Auditório da AESE Discurso de abertura 1. Gostaria de dar as boas vindas a todos os presentes e de agradecer à AESE, na pessoa do seu Presidente,

Leia mais

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP ****

INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** INTERVENÇÃO Dr. José Vital Morgado Administrador Executivo da AICEP **** Gostaria de começar por agradecer o amável convite da CIP para participarmos nesta conferência sobre um tema determinante para o

Leia mais

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal?

José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição. Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? José António Rousseau, professor de Marketing e Distribuição Que balanço faz destes 19 anos da moderna distribuição em Portugal? A realidade comercial que podemos designar por Distribuição Moderna começou

Leia mais

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise?

Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? Na minha opinião como estão as empresas a atravessar a crise? O sector empresarial sente a crise como está a sentir a restante sociedade. A elevada taxa de desemprego de 12,3% traduz bem o drama social

Leia mais

Inscrições e pedido de informações: acege@acege.pt ou 217 941 323

Inscrições e pedido de informações: acege@acege.pt ou 217 941 323 Portugal tem futuro! Liderar com responsabilidade Introdução: A ACEGE em parceria com a CIP e o IAPMEI está a desenvolver o programa Liderar com Responsabilidade, que quer potenciar a acção dos líderes

Leia mais

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas

Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Seminário Inverno demográfico - o problema. Que respostas?, Associação Portuguesa de Famílias Numerosas Painel: Desafio Demográfico na Europa (11h45-13h00) Auditório da Assembleia da República, Lisboa,

Leia mais

Resumo de Imprensa. Quarta-feira, 23 de Abril de 2008

Resumo de Imprensa. Quarta-feira, 23 de Abril de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO Resumo de Imprensa Quarta-feira, 23 de Abril de 2008 1. BCE ameaça subir juros para controlar preços (págs. 1 e 16) Com a subida dos preços, há uma viragem nas expectativas: em vez de

Leia mais

Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector

Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector MEDIA: Agência Lusa Data publicação: 23Out Página: Jornalista: Data Recolha: 23Out Data Evento: 23 Out Têxteis: Pinho enaltece recuperação competitiva do sector 23 de Outubro de 20, 17:15 Famalicão, 23

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. Na folha de respostas, indique, de forma legível, a versão da prova. Exame Nacional do Ensino Secundário Decreto-Lei n.º 74/2004, de 26 de Março Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 8 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011

GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 GRANDES OPÇÕES DO PLANO E ORÇAMENTO 2011 DA CIM ALTO MINHO RELATÓRIO DE PROGRESSO 31 MARÇO 2011 Versão Preliminar Este relatório tem por objectivo da conta do que de mais relevante foi realizado no cumprimento

Leia mais

IISEMANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA

IISEMANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA INSTITUTO DA CONSTRUÇÃO E DO IMOBILIÁRIO IISEMANA DARE- ABILITAÇÃO ASSIMFOI URBANA 13 DE ABRIL / 15H00 SESSÃO DE ABERTURA DA SEMANA DA REABILITAÇÃO URBANA DE LISBOA C o n f e r ê n c i a s E x p o s i

Leia mais

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO

PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO PROJECTO - FRANCHISING SOCIAL POTENCIADO PELO MARKETING SOCIAL DESENVOLVIDO PELA CÁRITAS EM PARCERIA COM A IPI CONSULTING NETWORK PORTUGAL As virtualidades da interação entre a economia social e o empreendedorismo

Leia mais

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP

2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS. Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015. Sessão de Abertura. António Saraiva, Presidente da CIP 2º CONGRESSO DAS EMPRESAS E DAS ATIVIDADES ECONÓMICAS Lisboa, 9 e 10 de julho de 2015 Sessão de Abertura António Saraiva, Presidente da CIP Bom Dia, Senhoras e Senhores Embaixadores, Senhores Representantes

Leia mais

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas?

10º Fórum da Indústria Têxtil. Que Private Label na Era das Marcas? Que Private Label na Era das Marcas? Vila Nova de Famalicão, 26 de Novembro de 2008 Manuel Sousa Lopes Teixeira 1 2 INTELIGÊNCIA TÊXTIL O Sector Têxtil e Vestuário Português e o seu enquadramento na Economia

Leia mais

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO

PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO PORTUGAL 2020: EMPREENDEDORISMO E CAPITAL DE RISCO A noção de Empreendedorismo, como uma competência transversal fundamental para o desenvolvimento humano, social e económico, tem vindo a ser reconhecida

Leia mais

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015

CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA. 22 de junho de 2015 CONCLUSÕES DA REUNIÃO EMPRESARIAL PORTUGAL - ESPANHA UMA UNIÃO EUROPEIA MAIS FORTE 22 de junho de 2015 A União Europeia deve contar com um quadro institucional estável e eficaz que lhe permita concentrar-se

Leia mais

Resumo de Imprensa. Segunda-feira, 14 de Abril de 2008

Resumo de Imprensa. Segunda-feira, 14 de Abril de 2008 Resumo de Imprensa Segunda-feira, 14 de Abril de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO 1. Crise custa 860 milhões aos bancos portugueses (págs. 1, 4 a 6) Quase mil milhões. É este o custo da crise internacional para os

Leia mais

3.ª CONFERÊNCIA MOBILIDADE URBANA. Das Novas Tecnologias à Eficiência dos Sistemas. 18 de Setembro MUDE Museu do Design e da Moda, Lisboa PARCERIA

3.ª CONFERÊNCIA MOBILIDADE URBANA. Das Novas Tecnologias à Eficiência dos Sistemas. 18 de Setembro MUDE Museu do Design e da Moda, Lisboa PARCERIA 3.ª CONFERÊNCIA MOBILIDADE URBANA ORGANIZAÇÃO PARCERIA UMA PUBLICAÇÃO Das Novas Tecnologias à Eficiência dos Sistemas 18 de Setembro MUDE Museu do Design e da Moda, Lisboa APRESENTAÇÃO Depois de duas edições,

Leia mais

Criamos. valor à sua empresa

Criamos. valor à sua empresa Criamos valor à sua empresa ORGANIZAÇÃO Somos o que fazemos repetidamente. Então, a excelência não é um acto isolado, mas sim um hábito. Aristóteles Compromisso A FISCOSEGUR é uma organização que presta

Leia mais

CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE"

CICLO DE CONFERÊNCIAS 25 ANOS DE PORTUGAL NA UE Boletim Informativo n.º 19 Abril 2011 CICLO DE CONFERÊNCIAS "25 ANOS DE PORTUGAL NA UE" A Câmara Municipal de Lamego no âmbito de atuação do Centro de Informação Europe Direct de Lamego está a promover

Leia mais

Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1

Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1 Semelhanças entre os Hospitais SA e os Hospitais EPE Pág. 1 A TRANSFORMAÇÃO DOS HOSPITAIS SA EM HOSPITAIS EPE, A PRIVATIZAÇÃO DA SAÚDE EM PORTUGAL E O PROGRAMA DO GOVERNO PS PARA A ÁREA DA SAÚDE RESUMO

Leia mais

Promoção Imobiliária: que futuro para Lisboa?

Promoção Imobiliária: que futuro para Lisboa? REPORTAGEM AUTÁRQUICAS ALMOÇOS APPII reúne se com os candidatos à CML Promoção Imobiliária: que futuro para Lisboa? Antes do sufrágio que decidirá quem liderará os destinos da capital portuguesa durante

Leia mais

RESUMO DE IMPRENSA. Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008

RESUMO DE IMPRENSA. Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008 RESUMO DE IMPRENSA Quarta-feira, 10 de Setembro de 2008 JORNAL DE NEGÓCIOS 1. Funcionários públicos antecipam reforma usando a mobilidade. Redução de trabalhadores à espera de decisão do ministro (págs.

Leia mais

Soluções CA para a Agricultura, Agro-Indústria Floresta e Mar

Soluções CA para a Agricultura, Agro-Indústria Floresta e Mar Soluções CA para a Agricultura, Agro-Indústria Floresta e Mar Quem somos O Grupo Crédito Agrícola é um Grupo Financeiro de âmbito nacional, integrado por um vasto número de bancos locais Caixas Agrícolas

Leia mais

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO

PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO PROPOSTA DE PROGRAMA E DE TEMAS PARA DISCUSSÃO 2. INOVAÇÃO E INTERNACIONALIZAÇÃO O objectivo está adquirido, como está adquirida a consciência da sua importância. O que não está adquirido é a forma de

Leia mais

ORÇAMENTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS

ORÇAMENTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS ORÇAMENTO DA ORDEM DOS ADVOGADOS PARA 2009 MENSAGEM DO BASTONÁRIO O orçamento da Ordem dos Advogados para 2009 e que agora se divulga é um orçamento de rigor, de contenção e de responsabilidade que assenta

Leia mais

Política Tarifária nos Sistemas de Transporte Público

Política Tarifária nos Sistemas de Transporte Público Grupo Parlamentar PROJECTO-LEI N.º /X Política Tarifária nos Sistemas de Transporte Público Exposição de Motivos Nas sociedades actuais a mobilidade das populações é cada vez maior. A política de transportes

Leia mais

NOTA CURRICULAR. Fundadora e membro da Direcção do ICA Instituto de Conciliação e Arbitragem (1990/2005).

NOTA CURRICULAR. Fundadora e membro da Direcção do ICA Instituto de Conciliação e Arbitragem (1990/2005). NOTA CURRICULAR Iva Carla Vieira Angolana Advogada Foi Directora Técnica de uma IPSS, com escopo Assistencial de Menores, entre 1977 e1984. No âmbito da Formação Profissional, exerceu o cargo de membro

Leia mais

22 e 23 de Setembro de 2014 Funchal

22 e 23 de Setembro de 2014 Funchal 22 e 23 de Setembro de 2014 Funchal Apoios Instituto de Direito do Trabalho da Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa (IDT) Empresa de Electricidade da Madeira ACIF - Associação Comercial e Industrial

Leia mais

mais PAIXÃO mais ACÇÃO mais ENERGIA mais VANTAGENS mais ACP

mais PAIXÃO mais ACÇÃO mais ENERGIA mais VANTAGENS mais ACP PAIXÃO mais ACÇÃO mais ENERGIA mais VANTAGENS mais ACP VOTE CARLOS BARBOSA 2011/2015 ÓRGÃOS SOCIAIS DIRECÇÃO PRESIDENTE Carlos de Alpoim Vieira Barbosa, sócio 14294 Miguel António Igrejas Horta e Costa

Leia mais

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação

Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Executive Revolution Programs Competitive intelligence e inovação Neste curso serão abordadas as melhores práticas que permitem gerir estrategicamente a informação, tendo em vista a criação de valor para

Leia mais

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org

1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA. JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org 1º FÓRUM UNIÃO DE EXPORTADORES CPLP 26 E 27 DE JUNHO DE 2015 CENTRO DE CONGRESSOS DE LISBOA JUNTOS IREMOS LONGE www.uecplp.org CONCEITO Realização do 1º Fórum União de Exportadores CPLP (UE-CPLP) que integra:

Leia mais

RESUMO DE IMPRENSA. Sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008

RESUMO DE IMPRENSA. Sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO RESUMO DE IMPRENSA Sexta-feira, dia 9 de Maio de 2008 1. Sonangol avalia entrada na Portucel (pág. 1, 14 e 15) O braço financeiro de Luanda quer ajuda da papeleira de Queiroz Pereira para

Leia mais

intra Perfil do Gestor

intra Perfil do Gestor Perfil do Gestor 35 Entrevista Dinah J. Kamiske, Autoeuropa A internacionalização economia obriga as empresas a tornarem-se mais competitivas. Entrevista de José Branco Dados publicados recentemente prevêem

Leia mais

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente

REGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORES ASSEMBLEIA LEGISLATIVA REGIONAL Gabinete do Presidente Diário da Sessão n.º 008 de 25/01/01 Vamos passar ao ponto nº 4 da nossa ordem do dia, ou seja, à Proposta de Resolução Medidas de Combate à Leptospirose. Tem a palavra o Sr. Deputado Bento Barcelos. Deputado

Leia mais

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt

Tendências. Membro. ECOPROGRESSO, SA tel + 351 21 798 12 10 fax +351 21 798 12 19 geral@ecotrade.pt www.ecotrade.pt 30 27 Evolução do Preço CO2 Jan 06 - Fev 07 Spot Price Powernext Carbon Jan de 2006 a Fev 2007 Spot CO2 (30/01/07) Preço Δ Mensal 2,30-64.50% 2007 2,35-64,4% 2008 15.30-16,16% Futuro Dez 2009 2010 15.85

Leia mais

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR

POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR POLÍTICAS DE COMPETITIVIDADE PARA O SECTOR AGRO-ALIMENTAR Prioridades Estratégicas Indústria Portuguesa Agro-Alimentar Federação das Indústrias Portuguesas Agro-Alimentares XI LEGISLATURA 2009-2013 XVIII

Leia mais

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas.

Agradeço muito o convite que me foi endereçado para encerrar este XI Congresso da Ordem dos Revisores Oficias de Contas. Senhor Bastonário da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas, Dr. José Azevedo Rodrigues; Senhor Vice-Presidente do Conselho Diretivo da Ordem dos Revisores Oficiais de Contas e Presidente da Comissão Organizadora

Leia mais

No seu programa de 2000, no

No seu programa de 2000, no O Pacote IVA novas regras de localização das prestações de serviços P o r C l o t i l d e C e l o r i c o P a l m a Foram estabelecidas a nível comunitário novas regras de localização das prestações de

Leia mais

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL

Índice de Risco de 2011 PORTUGAL Índice de Risco de PORTUGAL Índice de Pagamentos Índice de Risco Explicação dos valores do Índice de Risco 190 180 170 160 150 140 130 120 110 100 2004 2005 2006 2007 2008 100 Nenhuns riscos de pagamento,

Leia mais

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008

MENSAGEM DE ANO NOVO. Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 MENSAGEM DE ANO NOVO Palácio de Belém, 1 de Janeiro de 2008 Portugueses No primeiro dia deste Novo Ano, quero dirigir a todos uma saudação amiga e votos de boa saúde e prosperidade. Penso especialmente

Leia mais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais

Encontro na Ordem. Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Reforma do Direito das Sociedades Comerciais Encontro na Ordem Realizou-se no passado dia 15 de Março mais um Encontro na Ordem, desta vez subordinado ao tema Reforma do Direito das Sociedades Simplificação

Leia mais

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com

Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Ciência na Cidade de Guimarãeswww.ciencianacidade.com Cidade de Guimarães Faixas Etárias do Concelho 65 ou mais 24-64 anos 15-24 anos 0-14 anos 0 20000 40000 60000 80000 100000 População do Concelho 159.576

Leia mais

A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA.

A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA. Exchange A EXCHANGE Quem somos A Exchange é uma marca da empresa Changebiz Rede de Consultores Financeiros, SA. Resulta de uma Parceria de Sucesso entre o Grupo Onebiz, referência no desenvolvimento de

Leia mais

Resumo de Imprensa. Dos dias, 20 e 21 de Junho de 2009

Resumo de Imprensa. Dos dias, 20 e 21 de Junho de 2009 Resumo de Imprensa Dos dias, 20 e 21 de Junho de 2009 JORNAL DE NOTÍCIAS (dia 21) 1. Turistas low-cost podem gerar mais emprego (pág. 32) Estudo indicam que por cada passageiro nos cruzeiros turísticos

Leia mais

RESUMO DE IMPRENSA. Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009

RESUMO DE IMPRENSA. Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009 RESUMO DE IMPRENSA Quinta-feira, 22 de Janeiro de 2009 JORNAL DE NEGÓCIOS 1. Banca está a subir spreads a quem renegoceia crédito à habitação. Quer prorrogar o prazo do contrato? Pode custar-lhe mais.

Leia mais

Resumo de Imprensa. Quinta-feira, 19 de Junho de 2008

Resumo de Imprensa. Quinta-feira, 19 de Junho de 2008 Resumo de Imprensa Quinta-feira, 19 de Junho de 2008 DIÁRIO ECONÓMICO 1. Setenta respostas sobre as mudanças na função pública. Últimas medidas arrancam em Janeiro (págs. 1, 14 a 21) Aumentos, reformas,

Leia mais

XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011)

XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011) XV CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM DIREITO DOS VALORES MOBILIÁRIOS (ANO LECTIVO 2010/2011) Out. 26 Interesse social, dever de lealdade e responsabilidade dos sócios por deliberações abusivas Prof. Doutor Manuel

Leia mais

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PROMOÇÃO DA SAÚDE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA REDUÇÃO DE DANOS E REINSERÇÃO

GUIA PARA O PREENCHIMENTO DO FORMULÁRIO PROMOÇÃO DA SAÚDE PREVENÇÃO E TRATAMENTO DA DOENÇA REDUÇÃO DE DANOS E REINSERÇÃO Para efectuar o projecto a que se propõe elaborar deve ler o Regulamento de Programa de Apoio Financeiro ao abrigo da Portaria n.º 1418/2007, de 30 de Outubro, bem como o aviso de abertura do concurso.

Leia mais

O pacote de austeridade que Paulo Portas e Maria Luísa Albuquerque esconderam aos portugueses

O pacote de austeridade que Paulo Portas e Maria Luísa Albuquerque esconderam aos portugueses Federação Nacional dos Professores www.fenprof.pt O pacote de austeridade que Paulo Portas e Maria Luísa Albuquerque esconderam aos portugueses A conferência de imprensa realizada por Paulo Portas e pela

Leia mais

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA

REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA 1 REUNIÃO EXTRAORDINÁRIA DA CÂMARA MUNICIPAL DE S. JOÃO DA MADEIRA ACTA Nº 26/2006 - DEZEMBRO --- DATA DA REUNIÃO: Sete de Dezembro de dois mil e seis. ------------------------- --- LOCAL DA REUNIÃO: Sala

Leia mais

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012

NOS@EUROPE. O Desafio da Recuperação Económica e Financeira. Prova de Texto. Nome da Equipa GMR2012 NOS@EUROPE O Desafio da Recuperação Económica e Financeira Prova de Texto Nome da Equipa GMR2012 Alexandre Sousa Diogo Vicente José Silva Diana Almeida Dezembro de 2011 1 A crise vista pelos nossos avós

Leia mais

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE

NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE NEWSLETTER Nº 13 JANEIRO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES EM DESTAQUE A LINK THINK AVANÇA COM PROGRAMA DE FORMAÇÃO PROFISSONAL PARA 2012 A LINK THINK,

Leia mais

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal

SAÚDEGLOBAL. AON Portugal SAÚDEGLOBAL AON Portugal Breve Apresentação do Negócio DADOS DE CARACTERIZAÇÃO Designação Comercial Saúdeglobal N.º Colaboradores N.º de Estabelecimentos Dispersão Geográfica Nacional Facturação em 2010

Leia mais

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE

Manual do Revisor Oficial de Contas. Directriz de Revisão/Auditoria 310 ÍNDICE Directriz de Revisão/Auditoria 310 CONHECIMENTO DO NEGÓCIO Outubro de 1999 ÍNDICE Parágrafos Introdução 1-7 Obtenção do Conhecimento 8-13 Uso do Conhecimento 14-18 Apêndice Matérias a Considerar no Conhecimento

Leia mais

Os seguros na crise financeira

Os seguros na crise financeira Os seguros na crise financeira Intervenção do Presidente do ISP, Professor Doutor José Figueiredo Almaça, na Conferência Os seguros em Portugal, organizada pelo Jornal de Negócios Lisboa, 13 maio 2014

Leia mais

REABILITAÇÃO URBANA E ARRENDAMENTO: OPORTUNIDADES DO NOVO REGIME JURÍDICO. Conferência na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa

REABILITAÇÃO URBANA E ARRENDAMENTO: OPORTUNIDADES DO NOVO REGIME JURÍDICO. Conferência na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa REABILITAÇÃO URBANA E ARRENDAMENTO: OPORTUNIDADES DO NOVO REGIME JURÍDICO Conferência na Faculdade de Direito da Universidade de Lisboa 18 de maio de 2012 Intervenção do Presidente da CIP Minhas Senhoras

Leia mais

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva

Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva centro tecnológico da cerâmica e do vidro coimbra portugal Mecanismos e modelos de apoio à Comunidade Associativa e Empresarial da Indústria Extractiva Victor Francisco CTCV Responsável Unidade Gestão

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

Assim, a dívida externa bruta é hoje já superior a 200% do PIB!

Assim, a dívida externa bruta é hoje já superior a 200% do PIB! INTERVENÇÃO DO PRESIDENTE DA AEP - ASSOCIAÇÃO EMPRESARIAL DE PORTUGAL, JOSÉ ANTÓNIO BARROS, NO SEMINÁRIO «COMO EXPORTAR NO CENÁRIO GLOBAL» NO AUDITÓRIO DA BIBLIOTECA DA CÂMARA MUNICIPAL DE SANTA MARIA

Leia mais

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau

Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau Boletim Informativo do CEPA Edição de Dezembro de 2004 Número 7 Publicação da Direcção de Serviços de Economia de Macau Índice: 1. Assinatura do Suplemento ao CEPA com maior liberalização 2. Conferência

Leia mais

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos.

Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância: 30 minutos. EXAME NACIONAL DO ENSINO SECUNDÁRIO Decreto-Lei n.º 139/2012, de 5 de julho Prova Escrita de Economia A 10.º e 11.º Anos de Escolaridade Prova 712/2.ª Fase 14 Páginas Duração da Prova: 120 minutos. Tolerância:

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência

Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência. Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência Discurso do Presidente da Autoridade da Concorrência Abertura do 3.º Curso de Formação para Juízes em Direito Europeu da Concorrência 7 de maio de 2014 Senhores Coordenadores do Curso de Formação para

Leia mais

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014

Boletim de Janeiro Atractividade. Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 Boletim de Janeiro Atractividade Na competição global pela atracção de capital Janeiro 2014 13 de Fevereiro de 2014 A missãocrescimento As entidades promotoras: O Conselho Geral: Esmeralda DOURADO Rui

Leia mais

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School

Seminário. Investimento e Financiamento às Empresas. Uma Ideia para Mudar Portugal. 16 de Junho de 2015. Porto Business School Seminário Investimento e Financiamento às Empresas Uma Ideia para Mudar Portugal 16 de Junho de 2015 Porto Business School Novas soluções para incentivar o IDE em Portugal A possibilidade de desenvolver

Leia mais

RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR

RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR RESOLUÇÃO PROPOSTA DE LEI DO CÓDIGO DE TRABALHO CONTINUA INACEITÁVEL NEGOCIAÇÃO DEVE PROSSEGUIR 1. Desde que em Julho passado o Governo anunciou a apresentação de um projecto de Código Laboral, decorreram

Leia mais

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da

Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio. internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da Moção relativa à próxima negociação sobre o comércio internacional de produtos do sector têxtil e da

Leia mais

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO

Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Informações Fundamentais ao Investidor PRODUTO FINANCEIRO COMPLEXO Um investimento responsável exige que conheça as suas implicações e que esteja disposto a aceitá-las. Designação: VICTORIA PPR Acções

Leia mais

N E W S L E T T E R A P A O M A

N E W S L E T T E R A P A O M A A P A O M A E D I Ç Ã O 4 F I S C A L I D A D E N E W S L E T T E R A P A O M A O U T U B R O 2 0 1 0 A G R A D E C I M E N TO N E S T A E D I Ç Ã O : A G R A D E C I M E N T O F I S C A L I D A D E P

Leia mais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais

Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Exmo Senhor Presidente da Associação Angolana de Bancos Sr. Amílcar Silva Dignos Presidentes dos Conselhos de Administração e das Comissões Executivas dos bancos comerciais Estimados Bancários Minhas Senhoras

Leia mais

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira

XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011. Diogo Gaspar Ferreira XXXVII Congresso Nacional APAVT - Turismo: Prioridade Nacional Viseu, 01 a 04 de Dezembro de 2011 Diogo Gaspar Ferreira 1. PONTOS FRACOS E FORTES DO TURISMO RESIDENCIAL PORTUGUÊS 2. PLANO ESTRATÉGICO A

Leia mais