H[HUFtFLRGH. 5HODWyULRGH*HVWmR H 3URSRVWDGHDSOLFDomRGRUHVXOWDGR. 5HODWyULRVREUHDVSUiWLFDVOLJDGDV DRJRYHUQRGD6RFLHGDGHHDSRLRDRLQYHVWLGRU

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "H[HUFtFLRGH. 5HODWyULRGH*HVWmR H 3URSRVWDGHDSOLFDomRGRUHVXOWDGR. 5HODWyULRVREUHDVSUiWLFDVOLJDGDV DRJRYHUQRGD6RFLHGDGHHDSRLRDRLQYHVWLGRU"

Transcrição

1 H[HUFtFLRGH 5HODWyULRGH*HVWmR H 3URSRVWDGHDSOLFDomRGRUHVXOWDGR 5HODWyULRVREUHDVSUiWLFDVOLJDGDV DRJRYHUQRGD6RFLHGDGHHDSRLRDRLQYHVWLGRU 'HPRQVWUDo}HVILQDQFHLUDV FRQWDVLQGLYLGXDLVHFRQVROLGDGDV *UXSR6RDUHVGD&RVWD6*366$ VRFLHGDGHDEHUWD Sede Social: Rua da Senhora do Porto, 930, Porto Capital social Euros NIPC Matriculada na CRC do Porto sob o nº

2 *UXSR6RDUHVGD&RVWD6*366$ VRFLHGDGHDEHUWD Sede Social: Rua da Senhora do Porto, 930, Porto Capital social Euros NIPC Matriculada na CRC do Porto sob o nº HQKRUHV$FFLRQLVWDV 6XEPHWHPRV j YRVVD DSUHFLDomR R 5HODWyULR GH *HVWmR RV %DODQoRV H GHPDLV 'HPRQVWUDo}HV )LQDQFHLUDV LQGLYLGXDLV H FRQVROLGDGRV UHIHUHQWHV DR H[HUFtFLR HQFHUUDGR HP GH'H]HPEUR GH EHP FRPR D SURSRVWD SDUD DSOLFDomR GR UHVXOWDGROtTXLGRUHJLVWDGRQRH[HUFtFLRDQWHVGDFRQVROLGDomRGHFRQWDV. Porto, 31 de Março de 2006 A Administração

3 *UXSR6RDUHVGD&RVWD6*366$ VRFLHGDGHDEHUWD Sede Social: Rua da Senhora do Porto, 930, Porto Capital social Euros NIPC Matriculada na CRC do Porto sob o nº CONTACTOS: Geral Comunicação social, Relações públicas Apoio ao investidor HODWyULRGH*HVWmRH3URSRVWDGH$SOLFDomRGH5HVXOWDGRV UHIHUHQWHDR([HUFtFLRGH 6,1236( Tal como o seu predecessor, o exercício de 2005 iniciou-se com um clima geral de pessimismo para a economia nacional e para o sector da construção, pessimismo que os episódios políticos - mas não só - justificavam e realçavam. A realidade veio confirmar a profundidade da recessão económica, agudizando as dificuldades já herdadas de anos sucessivos de crise no sector. Confirmou, também, o acerto da nossa política de valorização do mercado externo. Neste quadro, seria de recear que o exercício de 2005 viesse criar novos e maiores obstáculos ao processo de recuperação económica e financeira em que a Soares da Costa se empenhou ao longo dos últimos anos. Apraz-nos registar que, pelo contrário, o ano se traduziu por um significativo progresso nesta nossa campanha, quer em termos de recuperação e sustentabilidade quer na evolução interna para metas, orgânicas e metodologias do mais profundo alcance. Para o sector e para o Grupo, o segundo semestre de 2004 revelou-se bastante mais nefasto que o primeiro. Em 2005, sucedeu o inverso, pelo menos no contexto do Grupo. Assim, na nossa última Informação intercalar, divulgámos que a evolução do mercado e da actividade das nossas participadas apontava para que a segunda metade não permitisse recuperar a quebra do Volume de Negócios registada no primeiro semestre. Assim não foi, tendo o volume de negócios subido bastante no 2º. Semestre (EUR 290,6 milhões contra EUR 263,2 milhões no primeiro), fechando o exercício com (85PLOK}HVGHYROXPHGHQHJyFLRVFRQVROLGDGRvalor inferior ao de 2004 mas muito próximo das nossas metas orçamentais no início do ano. Salientamos, também, a UHGXomR GH (85 PLOK}HV QR HQGLYLGDPHQWR EDQFiULR (incluindo factoring), cuja estrutura corrente /não corrente passou de 60/40 %, em 31/12/2004, para 46/54 %, em Mais significativo ainda, o Grupo obteve o UHVXOWDGROtTXLGRFRQVROLGDGRGH(85PLOvalor modesto, mas que marca a viragem após um ciclo de prejuízos anuais.,1752'8d 2,QIRUPDomRVREUHRJRYHUQRGDVRFLHGDGHHGRJUXSRHDSRLRDRLQYHVWLGRU Como no nosso anterior relatório anual, por facilidade de consulta e tendo sobretudo em vista a consulta na internet, destacamos para um documento específico todas as informações que julgamos pertinentes para atender às prescrições e recomendações da CMVM sobre estas matérias. Este documento, sob o título Relatório sobre as práticas ligadas ao Governo da Sociedade e Apoio ao Investidor, que consideramos parte integrante do presente Relatório, é divulgado como seu anexo, na sua forma escrita, e na página da Soares da Costa na internet (cf. 1 de 35

4 $OWHUDomRGRQRUPDWLYRFRQWDELOtVWLFR As demonstrações financeiras que suportam e acompanham este relatório obedecem ao novo normativo contabilístico regulado pela aplicação das Normas Internacionais de Relato Financeiro (IAS/IFRS). Já anteriormente, nas demonstrações financeiras anexas à nossa Informação sobre a actividade no primeiro semestre de 2005, se tinha adoptado este modelo, mas estas são as primeiras contas anuais apresentadas segundo o novo normativo. A obrigatoriedade de aplicação do modelo internacional contempla, apenas, as contas consolidadas, enquanto a apresentação e divulgação das contas individuais da sociedade e suas participadas continuam a obedecer ao formato POC, o que pode resultar em aparentes discrepâncias devidas a critérios de classificação diferentes. Mantemos aqui esta dualidade, utilizando a nova terminologia nas referências a contas consolidadas e a terminologia do POC nas referências às contas individuais. No entanto, não podemos deixar de aqui registar a nossa perplexidade por, quanto a nós, terem sido menosprezados os inconvenientes desta dualidade e por se ter adoptado uma nova terminologia, resultante directa de tradução mecânica de expressões anglo-saxónicas, mesmo quando a coincidência do significado dos termos é total, por exemplo, inventários em vez do consagrado existências. $EUHYLDWXUDVHGHILQLomRGHFRQFHLWRV Neste Relatório utilizamos as seguintes abreviaturas e expressões: $%'5 Notas $nexas ao %alanço e à 'emonstraçãos dos 5esultados não consolidados 3& 1(F Doumento Políticas Contabilísticas e Notas Explicativas que integra as Demopnstrações Financeiras consolidadas. (%,7 5HVXOWDGR 2SHUDFLRQDO na demonstração de resultados no modelo IAS/IFRS, equivalente, no modelo POC, ao saldo de Proveitos Operacionais e Custos Operacionais mais (grosso modo) os Resultados Extraordinários (%,7'$ 0HLRV OLEHUWRV RSHUDFLRQDLV, igual ao resultado operacional (EBIT) acrescido do valor das Amortizações e Provisões do exercício; equivalente, no modelo POC, ao saldo de Proveitos operacionais e Custos Operacionais excluindo Amortizações do Exercício (POC 66) e Provisões do exercício (POC 67) 91 9ROXPH GH 1HJyFLRV, igual à soma de Vendas e Prestações de Serviços com Proveitos Suplementares (contas POC 71, 72 e 73) 25*$1,=$dÆ2 &RPSRVLomRGR*UXSR A composição do Grupo consta do mapa Perímetro e métodos de consolidação, que precede o Balanço Consolidado, e do organograma com os logótipos das empresas do Grupo, que figura em frontispício. A lista completa das empresas participadas, directa ou indirectamente e incluídas ou não na consolidação, consta das notas nº. 3, 4, 5 e 6 PC&NEc. Mantendo como actividade nuclear a construção, o Grupo está organizado, desde o final de 2002, em quatro áreas de negócio. A cada uma destas áreas corresponde uma sociedade instrumental cujo capital é inteiramente detido pela Grupo Soares da Costa, SGPS, S.A. : 6RDUHVGD&RVWD&RQVWUXomR6*366$. -construção e engenharia civil 6RDUHVGD&RVWD,QG~VWULD6*366$ - indústrias subsidiárias da construção ou altamente especializadas 6RDUHVGD&RVWD&RQFHVV}HV6*366$. - exploração de concessões de infra-estruturas ou serviços públicos 6RDUHVGD&RVWD,PRELOLiULD6*366$. - gestão e promoção imobiliária São estas quatro sociedades instrumentais, as VXEKROGLQJV, que detêm as participações directas nas empresas operacionais. Algumas destas (Soares da Costa Contractor, Inc., Soares da Costa America, Inc., Soarta, Clear e Somafel) detêm participações noutras empresas. Por outro lado, a Sociedade detém duas participação directas (Albino Caetano Duarte, Lda. e Founton, Lda.) tendo transferido para a Soares da Costa Construção, SGPS, S.A as restantes participações directas que detinha no início do exercício, como descrito abaixo. 1RYDVSDUWLFLSDo}HVHDOWHUDo}HVGXUDQWHRH[HUFtFLR Referem-se abaixo as alterações que ocorreram na composição do Grupo ou na percentagem das participações durante o exercício de de 35

5 1DiUHDGHQHJyFLRVGD³6RDUHVGD&RVWD&RQVWUXomR6*366$ Adquirida à Grupo Soares da Costa, SGPS, SA, a participação de 11,25% do capital da 96/±6LVWHPDV3RUWXJDO 6$, especialista de sistemas de pré-esforço para betão. Adquirida à Grupo Soares da Costa, SGPS, SA, a participação de 8,04% do capital da 9RUWDO ± &RPpUFLR (OHFWUyQLFR&RQVXOWDGRULDH0XOWLPpGLD6$, proprietária e gestora do portal de comércio electrónico do sector, HFRQVWURL. Constituída, com sede em Miami, a 6'&$PHULFD,QF, com capital detido inteiramente pela Soares da Costa Construção, SGPS; SA. Esta firma passará a desempenhar o papel de gestora das novas participações do Grupo naquele país, tendo sido transferidas para esta nova sociedade as participações, de 60% cada uma, da Soares da Costa Contractor, Inc. nas duas empresas operacionais anteriormente constituídas, a Soares da Costa Construction Services, Llc, empreiteiro geral, e a Porto Construction Group, Llc, vocacionada para a execução de estruturas de betão.. Constituída, com sede em Miami, a *DLD&RQWUDFWLQJ &RQVWUXFWLRQ0DQDJHPHQW6HUYLFHV/OF, de capital 100% detido pela Soares da Costa Contractor, Inc. a fim de prosseguir a actividade desta, agora restrita ao âmbito da gestão de projectos e contratos. Constituída a empresa de direito romeno *UXSXO3RUWXJKH]GH&RQVWUXFWLL, em parceria com a nossa congénere MonteAdriano e tendo em vista a execução de obras na Roménia; a Soares da Costa Construção, SGPS, SA, detém 50% do capital inicial. Consolida por equivalência patrimonial. Constituída na República de São Tomé e Príncipe a 6RDUHVGD&RVWD67RPpH3UtQFLSH&RQVWUXo}HV/GD., com o objecto imediato da construção do hotel e empreendimento turístico entretanto adjudicados; o capital social inicial é integralmente detido pela SDC Construção, SGPS, SA. Constituída a empresa de direito angolano &DUWD ± 5HVWDXUDomR H 6HUYLoRV /GD., com sede em Luanda e o capital social inicial de 1 milhão de kwanzas (app. USD ), sendo sócios a Carta Cantinas e Restauração, Soc. Unip., Lda, com a participação de 99%, e a Sociedade de Construções Soares da Costa, SA com 1% do capital. Constituída, para execução das obras da auto-estrada S.Jose /S. Ramon, a &RQVWUXWRUD 6DQ-RVp ± 6 5DPyQ 6$, com sede em S. José da Costa Rica, em que são accionistas os membros da nossa associada concessionária da exploração, detendo a SDC Construção, SGPS, SA a participação de 17%. Excluída da consolidação. 1DiUHDGH1HJyFLRVGD³6RDUHVGD&RVWD&21&(66 (66*366$ Constituída, a 6RDUHV GD &RVWD 6HUYLoRV 7pFQLFRV H GH *HVWmR 6$, com sede no Porto e capital detido inteiramente pela SDC Concessões, SGPS, SA, tendo por objecto a prestação de serviços de estudos e consultadoria no interior do Grupo e, eventualmente, no exterior. Reforço, de 14% para 28,57%, da participação na,qgitxd±,qg~vwuldh*hvwmrghèjxdv6$ ; esta operação processou-se em duas fases, a primeira no final do exercício anterior e a segunda nos primeiros dias de Alienação da totalidade da participação no capital da,qwhu$lusruwv6$, sociedade concessionária dos quatro aeroportos internacionais nas Honduras. Não se verificaram, durante o exercício, movimentos nas participações da Soares da Costa,1'Ò675,$SGPS, SA e da Soares da Costa,02%,/,È5,$SGPS, SA. 5HFXUVRV+XPDQRV *HVWmR5+ A Direcção de Recursos Humanos, na dependência directa da Administração da Sociedade, é responsável pela definição estratégica, orientação e coordenação da gestão (individualizada em cada empresa) dos recursos humanos em todas as empresas do Grupo onde a Sociedade detém posição de domínio, com particular incidência na área da formação. Exerce estas funções em regíme de serviços partilhados. (IHFWLYRVFI1RWDVQž$%'5HQž3& 1(F Continuou a verificar-se a redução de pessoal iniciada há alguns anos. Esta redução resulta em parte da redução da produção no mercado interno, mas também reflecte a continuada melhoria de procedimentos e de produtividade. Os efectivos da Sociedade baixaram de 77 elementos em 2003 para 74 em 2004 e para 68 em 2005tendo fechado este exercício com 62 pessoas ao serviço Parte das baixas correspondem a quadros transferidos para outras Empresas do Grupo, designadamente para a nova Soares da Costa Serviços Técnicos e de Gestão, SA.. 3 de 35

6 As quatro SGPS directamente detidas pela Sociedade VXEKROGLQJV continuam sem efectivos próprios. O conjunto das empresas do Grupo incluídas na consolidação empregou em média, durante o exercício, pessoas, com residência em Portugal, 131 menos que a média em 2004 (cf. Nota nº 23 PC&NEc). Embora o número de efectivos médios tenha baixado de em 2004 para em 2005, a Sociedade de Construções Soares da Costa, SA, continua a ser o principal empregador do Grupo. Como anteriormente, alguns quadros desta empresa estão destacados em serviço noutras empresas do grupo, em regime de cedência. Os efectivos médios das empresas consolidadas pelo método proporcional totalizaram 414 em 2005, menos 108 que em 2004 (tinham baixado 156 em 2004). (QFDUJRVFRPSHVVRDO No âmbito das FRQWDV QmR FRQVROLGDGDV da Sociedade, as despesas com pessoal constituíram a segunda maior componente dos custos totais (depois dos custos financeiros), totalizando EUR 4,266milhões, apenas EUR 42,2 mil mais que em As GHVSHVDVFRQVROLGDGDVWRWDLVFRPSHVVRDO acompanharam a inflação, tendo aumentado 3,6% (a preços correntes) relativamente ao exercício anterior, para se fixar em EUR 93,008milhões (EUR 89,747 milhões em 2004). Representaram 16,9% dos custos operacionais totais (16,4% em 2004) e 16,8% do volume de negócios (15,4% em 2004). )RUPDomR O número de acções de formação aumentou significativamente, de 149 em 2004 para 198 em 2005, como aumentou o número de formandos que em 2005 atingiu trabalhadores envolvendo horas de formação. Houve, contudo, uma economia razoável nos custos, que ficaram em EUR 353,6 mil. 6HJXUDQoDH0HGLFLQDQRWUDEDOKR Como oportunamente divulgado, numa óptica de lógica operacional face ao número de trabalhadores, estas duas vertentes de serviços estão concentradas na Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A., que presta serviço às restantes empresas do Grupo. O Grupo mantém o seu empenho na contínua melhoria das condições de segurança e de saúde dos trabalhadores, investindo em acções de formação e consciencialização dos trabalhadores e na introdução de medidas e meios de protecção e prevenção. A propósito de melhoria sustentada e contínua dos mecanismos de prevenção e segurança, cabe mencionar que, na sequência da análise feita a um acidente de estrada em que morreu um nosso condutor de camião, foi reequacionada a segurança nos estaleiros centrais, em S. Félix da Marinha, tento sido nomeada para o cargo de directora de segurança do estaleiro uma técnica que, após a licenciatura, frequentou um curso de especialização em segurança e higiene do trabalho, e a quem foram dadas competências e poderes pouco usuais no nosso meio. A nossa continuada actuação nesta área tem produzido os seus frutos, com progressiva redução dos indicadores de sinistralidade e de perda de horas de trabalho por doença ou acidente, como o reconhecem as muitas menções ou galardões que a Soares da Costa tem recebido. No campo estrito da medicina do trabalho, tem-se privilegiado a vertente preventiva, com exames médicos periódicos obrigatórios, realizados nos postos médicos permanentes e numa unidade móvel que se desloca às obras em todo o país. Como a idade média dos trabalhadores do Grupo é relativamente elevada, estabeleceram-se programas contínuos de despiste de algumas doenças. (surdez, silicose, ) ou não (tuberculose, alcoolismo, ). %DODQoRVVRFLDLV A Sociedade de Construções Soares da Costa, S.A., a Clear Instalações Electromecânicas, S.A., a Construções Metálicas Socometal, S.A., a Somafel Engenharia e Obras Ferroviárias, S.A., e a OFM Obras Públicas, Ferroviárias e Marítimas, S.A. apresentam Balanços Sociais referentes a 2005, ainda não disponíveis nesta data. Não foi ainda oficialmente regulada a forma de prestação de balanço social pelas empresas com menos de 100 empregados, prevista já para o exercício de ROtWLFDGHTXDOLGDGHHDPELHQWH Prosseguiram, no exercício, as diligências para obter a certificação de qualidade segundo a Norma NP EN ISO 9001:2000 em mais empresas do Grupo, ou, nas já habilitadas, para expandir o âmbito da certificação. No seguimento desta campanha, em Janeiro de 2005 a Sociedade de Construções Soares da Costa, SA, obteve a certificação, emitida pela CERTICON com o número , do seu Sistema de Gestão de Qualidade no âmbito da Execução de obras de Construção Civil e Obras Públicas em território português, designadamente as actividades de 4 de 35

7 preparação dos locais de construção, construção de edifícios (no todo ou em parte) e engenharia civil, instalações especiais e acabamentos e Realização de projectos de arquitectura, estruturas, redes de água e esgotos, térmica, acústica, redes de gás e segurança contra incêndios. Esta certificação habilita a empresa não só a implementar sistemas de qualidade em todas as empreitadas, capítulo em que já possui larga experiência, mas ainda a realizar auditorias internas de qualidade recorrendo aos seus próprios auditores de qualidade. A filosofia e normativo da Sociedade e do Grupo, relativamente a questões de protecção do ambiente, estão consagrados desde 2002 no manual Procedimentos de Ambiente. Muitas das empresas diligenciam actualmente a certificação de qualidade neste domínio. 3URFHGLPHQWRVDGPLQLVWUDWLYRVH6, Está em pleno funcionamento, desde 2004, todo o sistema de comunicações internas para voz e dados (em banda larga) ligando, por cabo ou satélite, as instalações fixas do Grupo e as obras mais importantes. Actualmente procede-se à homogeneização de plataformas, aplicações e procedimentos, visando o reforço da capacidade de comunicação interactiva no Grupo. Trata-se, contudo, de acções ainda de alcance restrito, havendo fundadas expectativas de que em 2006 poderemos avançar com um programa ambicioso neste domínio. 3URFHGLPHQWRVFRQWDELOtVWLFRV A contabilidade geral da Sociedade e das restantes empresas do Grupo está organizada segundo o modelo do Plano Oficial de Contas em vigor, sendo as demonstrações financeiras consolidadas da Sociedade estabelecidas e apresentadas de acordo com as prescrições e recomendações da Comissão do Mercado dos Valores Mobiliários. Em consequência e à semelhança das demonstrações que acompanham este relatório, todas as demonstrações financeiras consolidadas referentes à actividade da Sociedade e do Grupo divulgadas após 1 de Janeiro de 2005 à CMVM, Euronext/Lisboa ou ao público em geral são elaboradas e apresentadas na observância das normas internacionais de contabilidade (IAS/IFRS). 20(5&$'2 (QYROYHQWHPDFURHFRQyPLFD 8PDQRFRPSOH[RQDHFRQRPLDPXQGLDO No plano económico internacional, 2005 caracterizou-se por um ligeiro abrandamento do crescimento da economia americana, com a taxa de crescimento anual do PIB de 3,5% (foi 4,2% de 2003 a 2004), sendo de assinalar um muito mais forte abrandamento no terceiro trimestre. Na União Europeia o crescimento foi mais modesto, sem grandes oscilações trimestrais na E25 e com nítida aceleração na Zona-Euro no segundo semestre. A retoma induziu o crescente optimismo das entidades oficiais e dos agentes económicos, só esporadicamente perturbados pela evolução do mercado do petróleo e pelas sequelas, de sinais muitas vezes opostos, da expansão das economias emergentes. Em aparte e dada a sua importância estratégica para a Sociedade, cabe aqui referir que a economia angolana está a registar taxas de crescimento anual do PIB superiores a 20%, o dobro das registadas na R.P. da China. Na sua informação do Outono de 2005, a Comissão Europeia indiciava a aceleração do crescimento da economia da UE no 2º. Semestre do exercício, avançando com taxas de crescimento anual do PIB da ordem de 1,3% para 2005 e de 1,9% para Esta tendência foi confirmada pela Comissão em 21/2/06, com a revisão em alta daqueles valores para, respectivamente,1,5% em 2005 e 2,2% em A Comissão previa, ainda, uma ligeira descida da taxa de inflação média, de 2,3% em 2005 para 2,2% em 2006, pressupondo alguma contenção dos preços do petróleo. As taxas de desemprego na E25 e na Zona-Euro mantiveram a tendência de ligeira regressão que vinham registando desde o terceiro trimestre de 2004, situando-se, depois dos ajustes sazonais, em 8,4% (Zona-Euro) e 8,5% (E25) da população activa no final do ano, quase o dobro do desemprego nos EUA (4,9%). Ao contrário dos EUA, onde desde o Verão de 2004 a Reserva Federal tem procedido a frequentes aumentos da sua taxa de referência (hoje 4,5% p.a.), a Zona-Euro atravessou um longo período de taxas de juro baixas e estáveis. É de admitir, porém, que o ano de 2006 possa corresponder ao início de um novo ciclo de subida de taxas 1. De facto, já em Dezembro, quase dois anos e meio depois da última alteração (de menos 0,5 p.pc.) - o Banco Central Europeu decidiu 1 As recentes (fim Março) medidas do BCE confirmam esta tendência. 5 de 35

8 subir a taxa mínima de referência de 2,00% para 2,25%, o que inevitavelmente se traduzirá no regresso a taxas médias de juro superiores a 5 % para os empréstimos bancários às empresas. Durante o exercício, o dólar americano revalorizou-se gradualmente face ao euro. A taxa de câmbio USD/EUR subiu de 0,7404, em 3/01/2005, para 0,8477 em 30/12/2005, com a média anual de 0,8039 dólares por euro 2. Esta tendência inverteu-se em Dezembro, podendo ter-se iniciado uma nova fase de revalorização do euro (a taxa média mensal USD/EUR foi de 0,8435 em Dezembro e 0,8262 em Janeiro/ ). Segundo alguns analistas, o mercado antecipa uma ligeira valorização do euro ao longo de 2006, aproximando-se de 0,81 USD/EUR no final do ano. 3 Outras facetas da cena internacional merecem aqui menção, dadas suas incidências, já verificadas ou potenciais, na economia portuguesa ou na actividade da Sociedade. Por exemplo, retomando o tema das economias emergentes, a progressiva influência que elas têm tido no empobrecimento do tecido industrial português (e consequente aumento do desemprego e menor escoamento para a exportação) e na formação dos preços, quer dos produtos de consumo quer das matérias primas: o aumento do consumo de aço na República Popular da China forçou o aumento espectacular do preço de compra de aço para a construção. (FRQRPLDSRUWXJXHVDDUHWRPDTXHWDUGD A economia portuguesa não tem acompanhado a retoma europeia, parecendo, antes dela se afastar. O PIB SHUFDSLWD, em termos de percentagem da média dos 25 países (E25) que hoje constituem a EU, tem vindo a descer sistematicamente desde o seu valor máximo em 1999 (80,7%) prevendo a CE que tenha já baixado para 71,1%, em 2005, e que continue a descer até 68,9% em De 2001 a 2005, o PIB cresceu apenas 1,7%, valor a que corresponde a taxa média anual de 0,6%, quase 7 vezes menos que nos cinco anos precedentes, enquanto que, no mesmo período, o consumo privado cresceu 5,4%. Em compensação, o investimento global desceu 15,5%, com uma queda ainda mais grave, de 18,9%, do investimento na construção. A ANEOP 5 comparou recentemente a evolução destes indicadores em Portugal e Espanha (onde o PIB no mesmo período cresceu 21,9% e o investimento na construção aumentou 27,4%) apontando a construção como o motor do investimento e do crescimento económico daquele país. O nível de emprego tem-se deteriorado. A taxa de desemprego (corrigida sazonalmente) cresceu mensalmente, atingindo 7,5% da população activa em Dezembro de Já no início de 2006, foi praticamente atingida a média de 8,5% dos E25. Este fenómeno, em parte agravado pela globalização e deslocalização que em tempos fez a fortuna de muitas das nossas indústrias, apresenta distorções preocupantes, penalizando particularmente alguns extractos da população (jovens, mulheres, diplomados) e áreas geográficas. Independentemente de outras vantagens ou eventuais prejuízos, a inclusão de Portugal na Zona-Euro beneficiou dois aspectos da nossa economia: reduzida inflação e taxas de juro estáveis e baixas. Como já abordado acima, as taxas de juro de referência do BCE poderão crescer progressivamente em A taxa de inflação (medida pela variação homóloga do índice harmonizado de preços no consumidor) em 2005 evoluiu de 1,7%, no primeiro trimestre, para 2,4% no terceiro, baixando para 2,1% no último. Confrontados com esta fase de regressão económica, o Estado e seus responsáveis, ao longo dos últimos anos, não encontraram caminhos para a contrariar em tempo útil. É mesmo admissível que para ela tenham contribuído activamente, pelo menos no que respeita à gestão do dinheiro público, área onde o défice anual e o endividamento, interno e externo, atingiram níveis intoleráveis. Tradicionalmente, situações destas traduzem-se por forte agitação social e laboral, o que não se verificou, e grande instabilidade política. Quanto a esta, o primeiro semestre de 2005 foi bem menos fértil em peripécias do que o ano precedente. Tudo indica que, concorde-se ou discorde-se de algumas das posições e medidas adoptadas, o quadro parlamentar e governamental, que emergiu das eleições de Fevereiro de 2005, travou a instabilidade e criou as condições para enfrentar algumas das questões de fundo que perturbam a sociedade portuguesa e a sua economia. Como reagiram os agentes económicos ao novo quadro? Apelando aos indicadores de confiança divulgados pelo INE, os consumidores reagiram positivamente nos dois primeiros trimestres do ano, descendo o seu pessimismo de -38 (na segunda parte de 2004) para -34, mas reagiu à política oficial de contenção, com o índice de confiança a baixar para - 42, no terceiro trimestre e -41 no quarto. A confiança do comércio seguiu esta tendência, passando de -7 no primeiro semestre para -10,3 no segundo. Em natural contrapartida, o índice de confiança da indústria transformadora, manteve- 2 Fonte: Banco de Portugal (www.bportugal.pt) 3 Fonte: Millenium bcp investimento, Fev/2006 (www.milleniumbcp.pt) 4 Fonte: Eurostat in 5 in Cadernos da Construção, 2º. Semestre de de 35

9 se no anterior patamar dos -10/-11 até Setembro, passando a -8 no último trimestre. No sector da construção, preocupado com a crise mais profunda e duradoura em memória, assistiu-se a uma primeira reacção positiva, com o indicador de confiança a passar de -45 no último trimestre de 2005 para -42 no primeiro e -40 no segundo trimestres. No terceiro trimestre, apercebidas já as restrições a que iria estar sujeito o PIDDAC, o indicador regressou a -42 e, confirmadas aquelas restrições, desceu para -44 em Outubro, -47 em Novembro e -48 em Dezembro. 6 0HUFDGR,QWHUQR &RQVLGHUDo}HVJHUDLV À semelhança do exercício anterior, o ano de 2005 voltou a penalizar o sector da construção, acentuando ainda mais as graves dificuldades que o sector atravessa. A crise manifesta-se em praticamente todas as facetas da actividade das empresas, mas a imprensa especializada e as associações do sector destacam a contínua quebra da procura como o factor mais pernicioso para o sector. Confundindo, quanto a nós, as visões caricaturas (e demagógicas) da política do betão com uma correcta avaliação dos méritos que cabem ao nosso sector, o Estado e seus principais agentes continuam a ignorar o papel da indústria da construção como motor fundamental do desenvolvimento económico. Recordemos, por oposição, a já referida situação em Espanha. Paradoxalmente e sem abdicar da nossa discordância das opções dos últimos Governos em matéria de investimento público em infra-estruturas, admitimos que a falta de oportunidades em Portugal tem sido o maior estímulo à internacionalização das empresas do sector, seguindo um caminho em que a Soares da Costa foi pioneira há dezenas de anos. Talvez seja mesmo o único estímulo que o Estado lhes oferece. (YROXomRGD3URGXomR Manteve-se a redução ininterrupta, trimestre a trimestre, da actividade do sector iniciada no IV trimestre de Segundo dados da Comissão Europeia, o valor acumulado (a apreços constantes de 1995) do crescimento do sector deverá descer da base 100, em 2000, para 78,1 em 2006, ou seja, à taxa média anual de menos 3,5%. Nem mesmo o maduro mercado da Alemanha apresenta uma taxa de regressão tão acentuada ,%H)%&)QDFRQVWUXomR &RQIURQWR3RUWXJDO(VSDQKD PIB Espanha FBCF Espanha PIB Portugal FBCF Portugal Num primeiro balanço divulgado no seu relatório sobre o IV trimestre, baseado nos dados do INE para Setembro ou Outubro, a ANEOP estimava a que a produção no sector da construção e obras públicas teria tido uma quebra de 3,5% no ano de Esta estimativa baseava-se no pressuposto de que a queda da produção já não se verificaria no último trimestre, o que ainda não foi confirmado. O segmento das obras para habitação foi o mais afectado, com uma quebra da ordem de 5,95% até Novembro, seguido do segmento das obras de engenharia civil, com menos 4,0 %, tendo o segmento não residencial baixado apenas 1%. As mesmas fontes avançam quebras de 3,9% no volume de emprego no sector (que empregou cerca de 10% do total nacional) e de 4,6% no número de horas trabalhadas, só nos primeiros 11 meses do ano. 6 Fonte: INE, publicado pela DGEP do Ministério das Finanças in 7 de 35

10 A Formação Bruta de Capital Fixo em Construção, que em 2004tinha registado uma curva descendente menos abrupta que em 2003 (respectivamente -12,0% e -1,6%), voltou a descer, com uma variação real de menos 2,7%. De notar que a construção de auto-estradas em parcerias público-privado trouxeram uma forte contribuição para o investimento em obras públicas em 2005; contribuição cuja importância tenderá a descer significativamente em A produtividade (VAB / Emprego) do sector, que há dez anos se situava em cerca de 20% do valor nacional, mantevese, agora no patamar dos 40% típico dos últimos cinco anos, mas baixou cerca de 2,7% relativamente a %5$638%/,&$6ËQGLFDGRU$1(23GR 9DORUGRV7UDEDOKRV5HDOL]DGRV em milhões de euros, preços constantes base , , , ,1 823,7 850,7 895,7 910, Tri I 2004 Tri II 2004 Tri III 2004 Tri IV 2005 Tri I 2005 Tri II 2005 Tri III 2005 Tri IV O índice da ANEOP para o valor dos trabalhos realizados no segmento das obras públicas que tinha fechado o exercício de 2004 com uma taxa de variação homóloga real a 12 meses de menos 2,7%, consolidou no exercício a retoma já verificada no último trimestre do ano anterior, fechando o exercício com uma variação homóloga real, no ano, de 22,3 %. Também aqui é de realçar a relevância dos trabalhos em parceria com o Estado %5$638%/,&$6 9DORUGRVFRQFXUVRVSURPRYLGRV em milhões de euros, preços correntes Total Admin. Central Autarquias Outros Tri I 2004 Tri II 2004 Tri III 2004 Tri IV 2005 Tri I 2005 Tri II 2005 Tri III 2005 Tri IV O número de novos edifícios concluídos nos primeiros 9 meses do ano situou-se cerca de 12,3% abaixo do seu homólogo em A quebra no número de edifícios reabilitados foi maior, menos 18,2%. O INC (Índice de Custos na Construção; ANEOP) cresceu à taxa de variação homóloga real estimada em 4,0%, menor que em 2004 (7,8%), mas mesmo assim muito acima da inflação global. 8 de 35

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1

RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 COMUNICADO Página 1 / 9 RESULTADOS CONSOLIDADOS A 30 DE JUNHO DE 2005 1 09 de Setembro de 2005 (Os valores apresentados neste comunicado reportam-se ao primeiro semestre de 2005, a não ser quando especificado

Leia mais

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros

SUMÁRIO. 3º Trimestre 2009 RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA. Produção de seguro directo. Custos com sinistros SUMÁRIO Produção de seguro directo No terceiro trimestre de, seguindo a tendência evidenciada ao longo do ano, assistiu-se a uma contracção na produção de seguro directo das empresas de seguros sob a supervisão

Leia mais

ALVES RIBEIRO - INVESTIMENTOS FINANCEIROS, SGPS, S.A. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS INDIVIDUAIS EM 31 DE DEZEMBRO DE 2008 (Montantes em Euros, excepto quando expressamente indicado) 1. NOTA INTRODUTÓRIA

Leia mais

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho

Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Nota sobre as alterações do contexto socioeconómico e do mercado de trabalho Mudanças recentes na situação socioeconómica portuguesa A evolução recente da economia portuguesa têm-se caracterizado por um

Leia mais

Relatório de evolução da atividade seguradora

Relatório de evolução da atividade seguradora Relatório de evolução da atividade seguradora 1.º Semestre 214 I. Produção e custos com sinistros 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014

Comunicado à imprensa. Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em 2014 Comunicado à imprensa Os investimentos e a gestão da Reserva Financeira em A Autoridade Monetária de Macau (AMCM) torna público os valores totais dos activos da Reserva Financeira da Região Administrativa

Leia mais

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014)

SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) SINAIS POSITIVOS TOP 20 (atualizado a 10JUL2014) 1. Taxa de Desemprego O desemprego desceu para 14,3% em maio, o que representa um recuo de 2,6% em relação a maio de 2013. Esta é a segunda maior variação

Leia mais

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS

II.1.1. Síntese PRINCIPAIS INDICADORES ECONÓMICOS Angola Capítulo II II.1.1. Síntese 25 revelou-se como um ano de referência no comportamento da economia angolana: o produto interno bruto registou um crescimento real superior a 2% (um dos mais elevados

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos

Conjuntura da Construção n.º 36. Construção em 2009 verificou dois andamentos Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais da Construção Civil e Obras Públicas ANEOP Associação Nacional dos Empreiteiros

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

01 _ Enquadramento macroeconómico

01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico 01 _ Enquadramento macroeconómico O agravamento da crise do crédito hipotecário subprime transformou-se numa crise generalizada de confiança com repercursões nos mercados

Leia mais

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP

Nota introdutória. PME em Números 1 IAPMEI ICEP PME em Números PME em Números 1 Nota introdutória De acordo com o disposto na definição europeia 1, são classificadas como PME as empresas com menos de 250 trabalhadores cujo volume de negócios anual não

Leia mais

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro

Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Impacto da recente crise financeira internacional na riqueza das famílias em Portugal e na Área do Euro Clara Synek * Resumo O aumento da incerteza relativo às perspectivas económicas, do mercado de trabalho,

Leia mais

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009)

DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) Conferência de Imprensa em 14 de Abril de 2009 DECLARAÇÃO INICIAL DO GOVERNADOR DO BANCO DE PORTUGAL NA APRESENTAÇÃO DO BOLETIM ECONÓMICO DA PRIMAVERA (2009) No contexto da maior crise económica mundial

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010. I. Balança de Pagamentos

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010. I. Balança de Pagamentos RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DO INVESTIMENTO INTERNACIONAL ANO 2010 I. Balança de Pagamentos As contas externas mostram de forma resumida as relações económicas entre residentes e nãoresidentes

Leia mais

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011

Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais da Reditus aumentam 12% no primeiro semestre de 2011 Proveitos Operacionais de 55,8 milhões EBITDA de 3,1 milhões Margem EBITDA de 5,6% EBIT de 0,54 milhões Resultado Líquido negativo

Leia mais

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros

1.2 Situação patrimonial dos setores não financeiros .2 Situação patrimonial dos setores não financeiros No primeiro semestre de 203, prosseguiu o processo de ajustamento gradual dos desequilíbrios no balanço dos particulares 3 Nos primeiros seis meses de

Leia mais

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada

No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada Angola Setembro 2009 No rescaldo da crise, fase mais difícil parece ultrapassada I.- Evolução recente das reservas cambiais 1. O dado mais relevante a assinalar na evolução da conjuntura económica e financeira

Leia mais

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas

Município de Alcácer do Sal Relatório de prestação de contas consolidadas 1- INTRODUÇÃO A lei das Finanças Locais (Lei nº 2/2007, de 15 de Janeiros) veio determinar a obrigatoriedade da consolidação de contas para os Municípios que detenham serviços municipalizados e/ou a totalidade

Leia mais

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal

Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008. Micro, Pequenas. e Médias. Empresas. em Portugal Estudos sobre Estatísticas Estruturais das Empresas 2008 28 de Junho de 2010 Micro, Pequenas e Médias Empresas em Portugal Em 2008, existiam 349 756 micro, pequenas e médias empresas (PME) em Portugal,

Leia mais

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA)

ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) 30 de Junho de 2005 ALTRI, S.G.P.S., S.A. (SOCIEDADE ABERTA) Relatório do Conselho de Administração Altri, S.G.P.S., S.A. (Sociedade Aberta) Contas Individuais Rua General Norton de Matos, 68 4050-424

Leia mais

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001

BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 BANCO ESPIRITO SANTO RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 2 RESULTADOS DO PRIMEIRO TRIMESTRE DE 2001 ASPECTOS MAIS RELEVANTES: SIGNIFICATIVO CRESCIMENTO DA ACTIVIDADE DESIGNADAMENTE A CAPTAÇÃO DE RECURSOS

Leia mais

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS

8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS 8.2 NOTAS AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS As Demonstrações Financeiras anexas foram elaboradas de acordo com os princípios contabilísticos definidos pelo Plano Oficial de Contabilidade das Autarquias

Leia mais

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal

INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO. Janeiro de 2009. Resultados para Portugal INQUÉRITO AOS BANCOS SOBRE O MERCADO DE CRÉDITO Janeiro de 2009 Resultados para Portugal I. Apreciação Geral De acordo com os resultados do inquérito realizado em Janeiro de 2009, os cinco grupos bancários

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros Danos d. Automóvel II PROVISÕES TÉCNICAS E ATIVOS REPRESENTATIVOS

Leia mais

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM

Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM Serviços Autárquicos e Empresas Municipais Um Caso: Águas de Gaia, EM José Miranda de Sousa Maciel Presidente do Conselho de Administração de Águas de Gaia, EM Nos últimos anos, os principais regimes jurídicos

Leia mais

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS

5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 5 Análise Orçamental RELATÓRIO E CONTAS 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2010 2011 RECEITA Crescimento da Receita Total 19,8 3,7 Receitas Correntes / Receita Total 61 67,2 Crescimento das

Leia mais

Angola Boletim Económico - Junho 2009

Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola Boletim Económico - Junho 2009 Angola retira pé do acelerador na economia Tem sido notícia nas últimas semanas em Portugal uma mudança de clima em relação à economia angolana: de um ambiente de

Leia mais

07/01/2009 OJE Economia contrai 0,8% este ano e terá entrado em recessão em 2008 A crise financeira e a recessão mundial vão provocar este ano uma contracção de 0,8% na economia nacional, penalizada pela

Leia mais

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um

Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Chegamos ao final de mais um ano e, por isso, é oportuno, fazer-se um Sr. Vice-Governador do BNA; Srs. Membros do Conselho de Administração do BNA; Distintos Membros dos Órgãos Sociais da Banca Comercial; Sr Representante das Casas de Câmbios Srs. Directores e responsáveis

Leia mais

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014

LAKE FUND SGPS, SA. Demonstrações Financeiras Individuais. Exercício 2014 Exercício 2014 Índice Demonstrações financeiras individuais para o exercício findo em Balanço Individual em 5 Demonstração dos Resultados Individuais em 6 Demonstração dos Fluxos de Caixa Individuais em...7

Leia mais

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000

Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 Informação à Imprensa 8 de Março de 2001 Reestruturação da Sonae Indústria prosseguiu como planeado durante o exercício de 2000 As vendas da Sonae Indústria no exercício de 2000 ascenderam a Euro 1 294

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA SUMÁRIO No primeiro trimestre de, a produção de seguro directo, relativa à actividade em Portugal das empresas de seguros sob a supervisão do ISP, apresentou, em termos globais, uma quebra de 29,8% face

Leia mais

政 府 機 關 通 告 及 公 告 AVISOS E ANÚNCIOS OFICIAIS

政 府 機 關 通 告 及 公 告 AVISOS E ANÚNCIOS OFICIAIS N.º 12 27-3-2015 BOLETIM OFICIAL DA REGIÃO ADMINISTRATIVA ESPECIAL DE MACAU II SÉRIE 2.º SUPLEMENTO 5241 政 府 機 關 通 告 及 公 告 AVISOS E ANÚNCIOS OFICIAIS 澳 門 金 融 管 理 局 AUTORIDADE MONETÁRIA DE MACAU 通 告 澳 門

Leia mais

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007

BOLETIM ESTATÍSTICO MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO Nº7 - DEZEMBRO 2007 BOLETIM ESTATÍSTICO Nº7 - DEZEMBRO 2007 MAIS INFORMAÇÃO/MAIOR CONHECIMENTO/MELHOR DECISÃO EDITORIAL Com a publicação do número correspondente ao último quadrimestre do ano iniciamos também a edição, no

Leia mais

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011

Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 2011 Nota de Informação Estatística Lisboa, 21 de Abril de 211 Banco de Portugal divulga Contas Nacionais Financeiras para 21 O Banco de Portugal divulga hoje no Boletim Estatístico e no BPstat Estatísticas

Leia mais

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO

Conjuntura da Construção n.º 77 O SETOR CONTINUA EM CRISE MAS EMPRESÁRIOS ACREDITAM NA RECUPERAÇÃO FEPICOP - FEDERAÇÃO PORTUGUESA DA INDÚSTRIA DA CONSTRUÇÃO E OBRAS PÚBLICAS Associações Filiadas: AECOPS Associação de Empresas de Construção e Obras Públicas e Serviços AICCOPN Associação dos Industriais

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO

RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO RELATÓRIO E CONTAS BBVA MULTIFUNDO ALTERNATIVO FUNDO ESPECIAL DE INVESTIMENTO 30 JUNHO 20 1 BREVE ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO 1º semestre de 20 No contexto macroeconómico, o mais relevante no primeiro

Leia mais

MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. RELATÓRIO DE GESTÃO E INFORMAÇÃO FINANCEIRA INTERCALARES DO 1º TRIMESTRE DE 2006

MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. RELATÓRIO DE GESTÃO E INFORMAÇÃO FINANCEIRA INTERCALARES DO 1º TRIMESTRE DE 2006 MOTA-ENGIL, S.G.P.S., S.A. RELATÓRIO DE GESTÃO E INFORMAÇÃO FINANCEIRA INTERCALARES DO 1º TRIMESTRE DE 2006 MOTA-ENGIL, SGPS, S.A. EDIFÍCIO MOTA TEL: 351 22 5190300 SOCIEDADE ABERTA RUA DO REGO LAMEIRO,

Leia mais

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro.

Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos na União Europeia e diminuiu, 0.5 pontos, na Área Euro. Abr-04 Abr-05 Abr-06 Abr-07 Abr-08 Abr-09 Abr-10 Abr-11 Abr-12 Análise de Conjuntura Maio 2014 Indicador de Sentimento Económico Em Abril de 2014, o indicador de sentimento económico aumentou 0.9 pontos

Leia mais

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA

Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Dezembro de 2013 Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA Relatório Gestão Sumário Executivo 2 Síntese Financeira O Fundo de Pensões BESA OPÇÕES REFORMA apresenta em 31 de Dezembro de 2013, o valor de 402

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 04/SI/2010 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL (Não Auditada) Empresa: COFINA, SGPS, S.A. Sede: R. GENERAL NORTON DE MATOS, 68, PORTO NIPC: 502 293 225 Período de referência: Valores em Euros 1º Trimestre 3º Trimestre

Leia mais

ABC da Gestão Financeira

ABC da Gestão Financeira ABC da Gestão Financeira As demonstrações financeiras são instrumentos contabilísticos que reflectem a situação económico-financeira da empresa, evidenciando quantitativamente os respectivos pontos fortes

Leia mais

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria

ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria ASSOCIAÇÃO INDUSTRIAL PORTUGUESA CCI/Câmara de Comércio e Indústria Análise de Conjuntura Maio 2011 Indicador de Sentimento Económico Os indicadores de sentimento económico da União Europeia e da Área

Leia mais

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS

ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS ANTEPROJECTO DE COMUNICAÇÃO DA COMISSÃO EXEMPLO DE DECLARAÇÃO RELACIONADA COM AS INFORMAÇÕES RELATIVAS AO ESTATUTO DE PME DE UMA EMPRESA A presente comunicação tem por objectivo incentivar a aplicação

Leia mais

BUSINESS BRIEFING MAIO 2012 INTRODUÇÃO

BUSINESS BRIEFING MAIO 2012 INTRODUÇÃO BUSINESS BRIEFING Análise IPD 2011 MAIO 2012 INTRODUÇÃO O Investment Property Databank (IPD) é um índice que analisa o retorno do investimento institucional direto em ativos imobiliários, assumindo-se

Leia mais

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas

Situação Económico-Financeira Balanço e Contas II Situação Económico-Financeira Balanço e Contas Esta parte do Relatório respeita à situação económico-financeira da Instituição, através da publicação dos respectivos Balanço e Contas e do Relatório

Leia mais

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL

RELATÓRIO E CONTAS 2010 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 5 ANÁLISE ORÇAMENTAL 1 PRINCIPAIS DESTAQUES [Indicadores] Indicadores 2009 RECEITA Crescimento da Receita Total -18,8 19,8 Receitas Correntes / Receitas Totais 76,1 61 Crescimento das Receitas Correntes

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 13 INTERESSES EM EMPREENDIMENTOS CONJUNTOS E INVESTIMENTOS EM ASSOCIADAS Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base as Normas Internacionais

Leia mais

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual

COMISSÃO EUROPEIA Gabinete de Cooperação EuropeAid. América Latina Gestão financeira e contratual 1 Introdução ao sistema financeiro (custos elegíveis ) Custos directos elegíveis por natureza Custos não elegíveis Período de elegibilidade Repartição das despesas financeiras em conformidade com oanexo

Leia mais

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda.

Relatório de Gestão & Contas - Ano 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO. Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. RELATÓRIO DE GESTÃO Resende e Fernandes, Construção Civil, Lda. 2012 ÍNDICE DESTAQUES... 3 MENSAGEM DO GERENTE... 4 ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO... 5 Economia internacional... 5 Economia Nacional... 5

Leia mais

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos).

O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer na União Europeia (+2.0 pontos), quer na Área Euro (+1.4 pontos). Nov-02 Nov-03 Nov-04 Nov-05 Nov-06 Nov-07 Nov-08 Nov-09 Nov-10 Nov-12 Análise de Conjuntura Dezembro 2012 Indicador de Sentimento Económico O indicador de sentimento económico melhorou em Novembro, quer

Leia mais

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012

RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 RELATÓRIO DE GESTÃO 2012 NATURTEJO EMPRESA DE TURISMO - EIM MARÇO, CASTELO BRANCO 2013 Nos termos legais e estatutários, vimos submeter a apreciação da assembleia Geral o Relatório de Gestão, as contas,

Leia mais

METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA

METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA METALOMECÂNICA RELATÓRIO DE CONJUNTURA 1. Indicadores e Variáveis das Empresas A indústria metalomecânica engloba os sectores de fabricação de produtos metálicos, excepto máquinas e equipamento (CAE )

Leia mais

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO

NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO NORMA CONTABILÍSTICA E DE RELATO FINANCEIRO 15 INVESTIMENTOS EM SUBSIDIÁRIAS E CONSOLIDAÇÃO Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 27 Demonstrações

Leia mais

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE

RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE RELATÓRIO ACTIVIDADE SEGURADORA ANO-2008 BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ÍNDICE GERAL BANCO CENTRAL DE SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE ASSUNTO PÁGINA EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE SEGURADORA EM STP 1. ENQUADRAMENTO

Leia mais

RESULTADOS CONSOLIDADOS

RESULTADOS CONSOLIDADOS 2012 RESULTADOS CONSOLIDADOS Lisboa, 8 de Fevereiro de 2013 A presente informação anual não foi sujeita a auditoria. Processo de Recapitalização A 31 de Dezembro de 2012 foi anunciada a aprovação por parte

Leia mais

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO

PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO PORTUGAL PROGRAMA DE ESTABILIDADE E CRESCIMENTO Actualização para o período 2005-2007 Dezembro 2004 Programa de Estabilidade e Crescimento 2005-2007 ÍNDICE I. INTRODUÇÃO...1 II. ENQUADRAMENTO MACROECONÓMICO...2

Leia mais

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2

NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA. Objectivo ( 1) 2 Âmbito ( 2) 2 Definições ( 3 a 6) 2 NORMA CONTABILISTICA E DE RELATO FINANCEIRO 2 DEMONSTRAÇÃO DE FLUXOS DE CAIXA Esta Norma Contabilística e de Relato Financeiro tem por base a Norma Internacional de Contabilidade IAS 7 Demonstrações de

Leia mais

O Setor da Construção em Portugal 2011

O Setor da Construção em Portugal 2011 O Setor da Construção em Portugal 2011 1º semestre FEVEREIRO 2012 Ficha Técnica Título: Relatório Semestral do Setor da Construção em Portugal 1º Sem. 2011 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro

Leia mais

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição:

Em 31 de Dezembro do ano de 2011 e 31 de Dezembro de 2012, estas rubricas tinham a seguinte composição: 8.2 Notas ao Balanço e à Demonstração de Resultados As demonstrações financeiras relativas ao exercício de 2012, foram preparadas de acordo com os princípios contabilístico fundamentais previstos no POCAL

Leia mais

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011

RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 RELATÓRIO DA BALANÇA DE PAGAMENTOS E DA POSIÇÃO DE INVESTIMENTO INTERNACIONAL, 2011 I. BALANÇA DE PAGAMENTOS A estatística da Balança de Pagamentos regista as transacções económicas ocorridas, durante

Leia mais

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS

8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS 8. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS Nota Introdutória A Manuel Rodrigues Gouveia, S.A. ( MRG ou Empresa ) tem sede em Seia, foi constituída em 1977 e tem como actividade principal a Construção Civil

Leia mais

Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 6201-001 Covilhã

Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 6201-001 Covilhã Universidade da Beira Interior Contas Consolidadas Convento de Santo António 601-001 Covilhã RELATÓRIO DE GESTÃO CONSOLIDADO EM 1 DE DEZEMBRO DE 006 Covilhã, Abril de 007 I - NOTA INTRODUTÓRIA Para cumprimento

Leia mais

Quadro 1. Execução do Plano

Quadro 1. Execução do Plano Município de Condeixa-a-Nova - Relatório de Gestão 2008 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1. Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de

Leia mais

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007

Comunicado Reuters>bcp.Is Exchange>MCP Bloomberg>bcp pl ISIN PTBCP0AM00007 26 de Outubro de 2010 Actividade do Bank Millennium (Polónia) no 3º Trimestre de 2010 O Banco Comercial Português, S.A. informa que o Bank Millennium S.A. com sede em Varsóvia, Polónia, entidade na qual

Leia mais

Instrumentos de Gestão Previsional

Instrumentos de Gestão Previsional Instrumentos de Gestão Previsional Ano 2012 Relatório 1.Introdução Dando cumprimento ao artigo 40º da Lei 53-F/2006 de 29 de Dezembro, a Empresa Municipal, TEGEC Trancoso Eventos, EEM, vem apresentar os

Leia mais

! " # $%&' (") *+)( *+)* , " # - %. " / 012 $ )"* *+)( 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6! ! " '.! " 7 . % "' *+)( $%, % " ## *++* -. - ! $ ." )+#.

!  # $%&' () *+)( *+)* ,  # - %.  / 012 $ )* *+)( 012+4 # *+)( 012 55  6! !  '.!  7 . % ' *+)( $%, %  ## *++* -. - ! $ . )+#. !! " # $%&' (") *+)( *+)*, " # %. " / 012 $ )"* *+)( 3 012+"4 "# *+)( 012 5"5 " 6!! " '.! " 7. % "' *+)(!, $%, % " ## *++*. 7! $." )+#. *+)*!! 28" *+)(. "' $%981!5": *+)(*+);!)5) *++**++

Leia mais

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010

RELATÓRIO O SECTOR DA CONSTRUÇÃO EM PORTUGAL EM 2010 RELATÓRIO O Sector da Construção em Portugal em 2010 Setembro de 2011 Ficha Técnica Título: Relatório O Sector da Construção em Portugal em 2010 Autoria: Catarina Gil Coordenação Geral: Pedro Ministro

Leia mais

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira

Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra. Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira Oficinas E2 Poliempreende Instituto Politécnico de Coimbra Introdução ao Modelo de Análise Económico-Financeira 18 de Maio de 2011 1 Modelo de análise económico-financeira 2 Modelo de análise económico-financeira

Leia mais

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS

19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19. ANEXO ÀS DEMONSTRAÇÕES FINANCEIRAS CONSOLIDADAS 19.1. INFORMAÇÕES RELATIVAS ÀS ENTIDADES INCLUÍDAS NA CONSOLIDAÇÃO a) O perímetro de consolidação do Município de Pombal integra as seguintes entidades:

Leia mais

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008

PORTUGAL Economic Outlook. Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 PORTUGAL Economic Outlook Carlos Almeida Andrade Chief Economist Julho 2008 Portugal: Adaptação a um novo ambiente económico global A economia portuguesa enfrenta o impacto de um ambiente externo difícil,

Leia mais

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7

ORA newsletter. Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 Assuntos Resumo Fiscal/Legal Agosto de 2011 1 Contratos de Construção Enquadramento Contabilístico e Fiscal 2 Revisores e Auditores 7 LEGISLAÇÃO FISCAL/LEGAL AGOSTO DE 2011 Ministério das Finanças - Gabinete

Leia mais

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada)

INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) INFORMAÇÃO TRIMESTRAL INDIVIDUAL/CONSOLIDADA (Não Auditada) (aplicável às entidades sujeitas à disciplina normativa contabilística das IAS / IFRS) BANCO BPI, S.A. Sociedade com o capital aberto ao investimento

Leia mais

COFINA, S.G.P.S., S.A. Sociedade Aberta

COFINA, S.G.P.S., S.A. Sociedade Aberta COFINA, S.G.P.S., S.A. Sociedade Aberta Sede: Rua do General Norton de Matos, 68, r/c Porto Pessoa Colectiva Número 502 293 225 Capital Social: 25.641.459 Euros EVOLUÇÃO DA ACTIVIDADE NO ANO DE 2006 Após

Leia mais

Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico

Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico Síntese da Conjuntura do Sector Elétrico e Eletrónico 2º Trimestre de 2015 Recuperação sustentada do crescimento 1. Conjuntura Sectorial Nota: Os índices que se seguem resultam da média aritmética das

Leia mais

SOFINLOC, Instituição Financeira de Crédito, S. A. Sede: Rua General Firmino Miguel, N.5-14. - 1600 LISBOA NIPC 501 370 048 / C.R.C.

SOFINLOC, Instituição Financeira de Crédito, S. A. Sede: Rua General Firmino Miguel, N.5-14. - 1600 LISBOA NIPC 501 370 048 / C.R.C. SOFINLOC, Instituição Financeira de Crédito, S. A. Sede: Rua General Firmino Miguel, N.5-14. - 1600 LISBOA NIPC 501 370 048 / C.R.C. Lisboa nº 3 053 BALANÇO EM 31.12.2006 Valores em milhares de Euros Dez-06

Leia mais

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração

no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do Orçamento Estado 2010 no Sistema Financeiro Carlos David Duarte de Almeida Vice-Presidente do Conselho de Administração As consequências do OE 2010 no Sistema Financeiro Indice 1. O

Leia mais

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução

1. Do Plano Plurianual de Investimentos. 1.1.- Introdução Página 1 de 16 1. Do Plano Plurianual de Investimentos 1.1.- Introdução Pretende-se com o presente relatório complementar os documentos que constituem a Conta de Gerência relativa ao ano de 2006, elaborada

Leia mais

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009

Folha de cálculo para Plano de Negócios. 7 de Novembro 2009 Folha de cálculo para Plano de Negócios 7 de Novembro 2009 9 de Novembro de 2009 Modelo 9 de Novembro de 2009 2 Objectivos ferramenta Disponibilizar uma ferramenta que possibilite a um empreendedor efectuar

Leia mais

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO

RELATÓRIO DE EVOLUÇÃO ASF Autoridade de Supervisão de Seguros e Fundos de Pensões SUMÁRIO I PRODUÇÃO E CUSTOS COM SINISTROS 1. Análise global 2. Ramo Vida 3. Ramos Não Vida a. Acidentes de Trabalho b. Doença c. Incêndio e Outros

Leia mais

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009

CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 CONTAS CONSOLIDADAS I.A.S. 1º Trimestre 2009 Av. Vasco da Gama, 1410 4431-956 Telefone 22-7867000 Fax 22-7867215 Registada na C.R.C. de sob o nº 500239037 Capital Social: Euro 35.000.000 Sociedade Aberta

Leia mais

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO

Sistema de Incentivos à Inovação. Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Sistema de Incentivos à Inovação Inovação Produtiva CONDIÇÕES DE ENQUADRAMENTO Aviso para apresentação de candidaturas Nº 02/SI/2012 1 Índice Tipologias de Investimento... 3 Condições de Elegibilidade

Leia mais

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO

NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO NOTAS PRÉVIAS I - DE APRESENTAÇÃO 1. O presente estudo dá continuidade ao trabalho de natureza estatística relativo às declarações do Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas (Declaração de Rendimentos

Leia mais

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação;

a) Firma e sede das empresas associadas a empresas incluídas na consolidação; 14.5 - ANEXO AO BALANÇO E À DEMONSTRAÇÃO DE RESULTADOS CONSOLIDADOS I - Informações relativas às empresas incluídas na consolidação e a outras 1. Relativamente às empresas incluídas na consolidação a)

Leia mais

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES

NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES NEWSLETTER Nº 8 AGOSTO CONHECIMENTO INOVAÇÃO CRIATIVIDADE EFICIÊNCIA VALOR POTENCIAMOS O VALOR DAS ORGANIZAÇÕES Resultado da cimeira "particularmente positivo para Portugal" A cimeira europeia de quinta-feira

Leia mais

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010

Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado. Batalha, 8 Julho de 2010 Encontro Nacional de Instaladores da APIRAC-Associação Portuguesa da Indústria de Refrigeração e Ar Condicionado Batalha, 8 Julho de 2010 As vossas necessidades... O apoio aos Empreendedores e às PME s

Leia mais

Auditoria Tribunal de Contas

Auditoria Tribunal de Contas Auditoria Tribunal de Contas Situação económico Financeira do SNS 2006 www.acss.min-saude.pt Lisboa, 26 de Novembro de 2007 Auditoria Tribunal de contas nota prévia O Relatório do Tribunal de Contas (RTC)

Leia mais

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014

Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Resultado Líquido da Reditus aumenta 57,7% no 1º semestre de 2014 Proveitos Operacionais de 60,8 milhões de euros (+ 8,1%) EBITDA de 5,6 milhões de euros (+ 11,1%) Margem EBITDA 9,2% (vs. 8,9%) Resultado

Leia mais

. INFORMAÇÃO E EMITENTES MOBILIÁRIOS

. INFORMAÇÃO E EMITENTES MOBILIÁRIOS . INFORMAÇÃO 4.. I E EMITENTES DE VALORES MOBILIÁRIOS 4. Informação e Emitentes de Valores Mobiliários O QUE É PRECISO SABER PARA INVESTIR EM VALORES MOBILIÁRIOS? A informação desempenha um papel fundamental

Leia mais

2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES

2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES 2.4. EXECUÇÃO FÍSICA E FINANCEIRA E PROCESSO DE APROVAÇÕES Aceleração da execução A execução do QCAIII atingia, no final do 1.º semestre de 2001, uma taxa de execução acumulada de cerca de 29% face ao

Leia mais

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada

CONTABILIDADE FINANCEIRA II. 2ª Frequência. Responda a cada grupo em folha separada CONTABILIDADE FINANCEIRA II Equipa Docente: Data: 8 de Janeiro de 2008 Cristina Neto de Carvalho Duração: 2 horas Sofia Pereira 2ª Frequência Responda a cada grupo em folha separada A Ibersol tem como

Leia mais

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado

Mercados. informação de negócios. Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Mercados informação de negócios Angola Oportunidades e Dificuldades do Mercado Dezembro 2011 Índice 1. Oportunidades 03 1.1 Pontos Fortes 03 1.2 Áreas de Oportunidade 03 2. Dificuldades 04 2.1 Pontos Fracos

Leia mais

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012

Consórcio CGD/IHRU. Fundo de Desenvolvimento Urbano TEKTÓNICA. Iniciativa Comunitária JESSICA. 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Fundo de Desenvolvimento Urbano Consórcio CGD/IHRU TEKTÓNICA 9 de Maio 2012 Iniciativa Comunitária JESSICA Consórcio IHRU/GCGD 18 de Abril de 2012 1 Portugal Evolução de

Leia mais

Linha de Crédito PME Investe II

Linha de Crédito PME Investe II Linha de Crédito PME Investe II Condições e procedimentos I - CONDIÇÕES GERAIS DA LINHA DE CRÉDITO 1. Beneficiários: PME, tal como definido na Recomendação 2003/361CE da Comissão Europeia, certificadas

Leia mais

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22

MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA. Programa Formação PME Manual de Formação para Empresários 1/22 MANUAL FORMAÇÃO PME GESTÃO FINANCEIRA 1/22 INTRODUÇÃO... 3 ANÁLISE DA ACTIVIDADE DA EMPRESA... 4 ESTRUTURA DE CUSTOS... 7 VALOR ACRESCENTADO BRUTO... 7 ANÁLISE DOS FLUXOS DE TESOURARIA... 9 ANÁLISE DOS

Leia mais

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015

COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 COMUNICADO RESULTADOS TRIMESTRAIS (Não auditados) 28 de Maio de 2015 Sociedade Comercial Orey Antunes, S.A. Sociedade Aberta Rua Carlos Alberto da Mota Pinto, nº 17 6A, 1070-313 Lisboa Portugal Capital

Leia mais