Para uma análise mais aprofundada do regime jurídico aplicável convirá, ainda, efectuar a consulta dos seguintes artigos:

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Para uma análise mais aprofundada do regime jurídico aplicável convirá, ainda, efectuar a consulta dos seguintes artigos:"

Transcrição

1 Regras Gerais Contrato de Mútuo Referimo-nos apenas ao mútuo bancário. O mútuo bancário consiste num contrato mediante o qual uma das partes, um banco, também designado por mutuante, empresta à outra, ao seu cliente, habitualmente designado por mutuário dinheiro (a definição legal contida no artigo 1142.º do Código Civil é mais ampla; tendo em conta que nos iremos apenas referir ao mútuo bancário e por uma razão de exposição, optou-se por efectuar a apresentação de uma definição com conteúdo simplificado), constituindo-se esta no dever de o restituir. Como se pode verificar da noção que acima se deu, o contrato de mútuo pressupõe que o mutuante realize uma efectiva entrega de dinheiro ao mutuário (confronte-se, a este propósito a definição contida no artigo 1142.º do Código Civil), não bastando pois o mero acordo de vontade das partes para que o contrato se considere formado e a propriedade sobre a quantia mutuada seja transferida para o mutuário. A característica da entrega "efectiva" de dinheiro constitui um elemento essencial do contrato de mútuo: sem que o dinheiro seja emprestado, mediante entrega efectiva ao mutuário, não pode haver contrato de mútuo. Estamos, assim, perante um contrato real quanto à sua constituição (quoad constitutionem). Relativamente a este assunto, veja-se o Prof. Mário Júlio de Almeida Costa, in Direito das Obrigações, 9.ª Edição, 2006, Almedina, Coimbra. Nos termos do artigo 1143.º do Código Civil, com a redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 263-A/2007, de 23 de Julho, sem prejuízo do disposto em lei especial, o contrato de mútuo de valor superior a (euro) só é válido se for celebrado por escritura pública ou por documento particular autenticado e o de valor superior a (euro) 2500 se o for por documento assinado pelo mutuário.. O mútuo bancário está sujeito à observância de certas regras próprias, nomeadamente quanto aos prazos de vencimento (Confronte-se o Decreto-Lei n.º 344/78, de 17 de Novembro, actualizado com as alterações introduzidas pelo Decretos-Lei n.º 429/79, de 25 de Outubro, n.º 83/86, de 6 de Maio e n.º 204/87, de 16 de Maio) e quanto aos juros (veja-se o Aviso 3/93, de 20 de Maio, do Banco de Portugal actualmente a sua taxa-base é determinada pelo Banco Central Europeu) Ressalve-se que a taxa de juro, livremente negociada entre a instituição de crédito e o cliente bancário, é apenas uma

2 das componentes do preço a pagar pela obtenção do empréstimo. Como o cliente tem de suportar, em geral, outros encargos e despesas deve comparar as várias propostas com base na taxa anual efectiva TAE que traduz o verdadeira custo do crédito. As instituições de crédito estão obrigadas a calcular e a divulgar a TAE aquando a apresentação de uma proposta de crédito. A este respeito importa chamar a atenção para duas regras importantes: A primeira reporta-se ao prazo no mútuo bancário (necessariamente oneroso). Por norma, os prazos de pagamento diferidos são estabelecidos em favor do devedor; por exemplo, no caso do pagamento a prestações, os prazos estabelecidos para o pagamento das diferentes e sucessivas prestações têm como beneficiário único o devedor, não podendo o credor exigir a sua antecipação. No caso do mútuo oneroso, o prazo é estabelecido, não apenas em favor do mutuário (devedor), mas também do mutuante (credor). Assim, se o mutuário pretender efectuar o pagamento da quantia mutuada antes da data prevista, terá de pagar integralmente os juros que se venceriam se o contrato vigorasse até à data prevista. A segunda regra refere-se à capitalização dos juros. Os juros emergentes da celebração de contratos de mútuo bancário podem ser capitalizados (isto é "integrar" o montante mutuado sobre o qual se vão vencer novos juros) a cada três meses. Para uma análise mais aprofundada do regime jurídico aplicável convirá, ainda, efectuar a consulta dos seguintes artigos: Artigos 394.º a 396.º do Código Comercial; Artigos 1142.º a 1151.º do Código Civil; Mútuo Bancário Ac. Tribunal da Relação do Porto de I O mútuo bancário, para além de ter de ser celebrado por um banqueiro para se qualificar como tal, tem um regime específico no que respeita à forma, a taxas de juros e a prazos. II Para além disso, é também um contrato de escopo, na medida em que mutuário pode ficar adstrito a dar determinado destino à importância recebida.

3 III Mas nenhuma das suas particularidades retira ao contrato de mútuo bancário as características marcantes do contrato de mútuo na sua expressão civilista. IV Tendo o banco dado o seu acordo a um pedido de empréstimo, o contrato só se torna perfeito com a efectiva entrega do dinheiro, ou seja, com a possibilidade real de, após o lançamento na conta do cliente, este poder efectivamente dispor dele. V Face ao disposto no citado artigo 815.º, n.º 1, a compensação pode ser invocada pelo executado na petição inicial dos embargos, desde que seja possível invocá-la como excepção, isto é, desde que o crédito do executado seja inferior ao crédito exequendo. VI Se for superior, a compensação teria de ser deduzida em reconvenção, que os embargos de executado não admitem. Informamos, ainda, de alguma doutrina portuguesa com interesse para consulta: Código Civil Anotado, Pires de Lima e Antunes Varela, 2.º Volume, Coimbra Editora, Coimbra. Parecer do Prof. António Menezes Cordeiro O Direito, 1995, 463 "Empréstimos "cristal": natureza e regime". Manual de Direito Bancário, António Menezes Cordeiro, Almedina, Coimbra, 3.ª Edição, Copyright Dashöfer Holding Ltd. e Verlag Dashöfer, Edições Profissionais Sociedade Unipessoal, Lda.

4 Regras Gerais Contrato de Abertura de Crédito O contrato de abertura de crédito é um contrato mediante o qual um banco (habitualmente designado por creditante) se obriga, por um período de tempo determinado, a ter uma quantia em dinheiro à disposição do cliente (creditado) constituindo-se este na obrigação de reembolsar o banco de pagar e pagar os juros em função das utilizações efectivas do crédito utilizado, bem como a pagar as respectivas comissões. Como se viu, no que respeita ao mútuo, para que o contrato se considere concluído, torna-se necessário que o banco proceda à entrega efectiva dos fundos mutuados. A partir dessa entrega inicia-se a contagem dos juros. Ora, acontece que, muitas vezes, na prática comercial, um mutuário sabe quais as reais necessidades de fundos que vai ter, desconhecendo porém, com precisão quando se vão verificar essas necessidades. Uma empresa que, nestas circunstâncias, recorresse ao crédito bancário por via da celebração de um contrato de mútuo, ver-se-ia assim constrangida a pagar juros desde logo (porque o mesmo lhe seria creditado na conta, por exemplo), ainda que não necessitasse do dinheiro senão numa data futura. Por isso, na actividade bancária, surgiu uma outra forma de financiamento da actividade das empresas denominada por abertura de crédito. A empresa mencionada no parágrafo anterior, em vez de incorrer na obrigação do pagamento de juros por causa da celebração do contrato de mútuo, celebra um contrato em que o banco se obriga, durante um determinado período, a ter à disponibilidade do cliente e quando este assim o exigir, uma quantia em dinheiro até um determinado montante (que pode ser sacada de uma só vez ou em várias tranches). Note-se, no entanto, que o banco não cobra juros pelo montante que se ofereceu a disponibilizar mas que ainda não foi utilizado pelo cliente. O banco terá de estar preparado para, a pedido do cliente, efectuar-lhe a entrega do dinheiro numa data futura. Implica isto que o banco tenha fundos imobilizados que não pode aplicar (leia-se, emprestar onerosamente), sendo, por isso, normal que os bancos cobrem uma comissão sobre os fundos que têm à disponibilidade de um cliente (mas, porque este ainda deles não necessitou, não pode sobre eles cobrar juros): é a chamada comissão de imobilização.

5 Embora exista uma breve referência a esta operação bancária no artigo 362.º do Código Comercial, não existe qualquer regulamentação legal específica relativamente a este tipo de contrato, sendo este contrato uma das muitas manifestações da liberdade contratual prevista no artigo 405.º do Código Civil. Não existe, igualmente, nenhuma exigência de forma para a sua celebração, pelo que vigora o princípio da liberdade de forma. Refira-se, no entanto, que a banca tem sempre, por uma questão de segurança da sua actividade, procurado documentar a celebração deste tipo de contratos. A abertura de crédito pode revestir várias modalidades de que se destacam as mais frequentemente utilizadas: Abertura de crédito simples situação em que é colocada à disposição de um cliente uma determinada quantia em dinheiro que poderá utilizar de uma só vez ou parcelarmente. Caso o cliente opte pela utilização parcelar, os reembolsos que o cliente efectue das quantias utilizadas, não lhe permitem reutilizações, pelo que atingindo o limite que lhe foi concedido não poderá efectuar mais saques ao abrigo do contrato. Abertura de crédito em contra corrente situação em que é colocada à disposição do cliente uma determinada quantia que ele poderá utilizar até ao montante máximo, sendo que sempre que efectuar um reembolso do montante utilizado (total ou parcialmente) poderá reutilizar, novamente, a disponibilidade até ao montante máximo concedido. Abertura de Crédito Ac. do Tribunal da Relação do Porto de I O contrato de abertura de crédito é um contrato consensual por via do qual um estabelecimento bancário se obriga a ter à disposição do cliente uma soma de dinheiro que este tem possibilidade de utilizar, mediante uma ou mais operações bancárias. II Este contrato, só por si, não é título executivo; os actos subsequentes à abertura de crédito e complementares desta é que titulam o direito de crédito do exequente, na medida do desembolso que este tenha efectuado.

6 Desconto Bancário Ac. S.T.J. de 12/04/ O contrato de mútuo bancário na modalidade de abertura de crédito em conta corrente é aquele por via do qual a instituição de crédito se vincula a colocar à disposição do seu cliente determinada quantia em dinheiro e este se obriga a restituir-lha, em montante idêntico, com juros remuneratórios, podendo o último operar, por aquela forma, uma pluralidade de levantamentos de depósitos de parcelas do crédito. 2. O significado da expressão renovação do contrato de abertura de crédito em conta corrente é o de celebração de novo contrato idêntico a outro anterior que vigorou entre as mesmas partes e que se extinguiu, realidade diversa da renovação do financiamento no âmbito do mesmo contrato. 3. O débito do mutuário decorrente da referida renovação, no âmbito do referido contrato continuado de crédito, vincula o fiador que renunciou ao benefício da excussão prévia perante o credor nos mesmos termos do mutuário. Aconselhamos, ainda, a leitura da seguinte doutrina e legislação portuguesa: Manual de Direito Bancário, António Menezes Cordeiro, Almedina, Coimbra, 3.ª Edição, Copyright Dashöfer Holding Ltd. e Verlag Dashöfer, Edições Profissionais Sociedade Unipessoal, Lda.

7 Regras Gerais Contrato de Locação Financeira (Mobiliária e Imobiliária) A locação financeira, consiste num contrato pelo qual uma das partes se obriga, mediante retribuição, a ceder à outra o gozo temporário de uma coisa, móvel ou imóvel, adquirida ou construída por indicação desta, e que o locatário poderá comprar decorrido o período acordado, por um preço nela determinado ou determinável mediante simples aplicação dos critérios nele fixados, segundo o disposto no artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 149/95 de 24 de Junho. Desta forma, é possível adquirir um bem sem recorrer ao instituto da compra e venda, bastando para tal, o locatário (cliente e/ou utilizador do bem) convencionar com o locador (empresa de leasing), que este o adquira ou construa por sua indicação, comprometendo-se posteriormente, a lhe ceder o respectivo uso, por um certo prazo, contra o pagamento de uma renda, podendo o primeiro optar pela compra do bem no término do contrato. O objecto do contrato de locação financeira é diferenciado podendo ser qualquer bem móvel, como um veículo automóvel ou material informático, ou bem imóvel como um estabelecimento comercial. A nível da forma, os contratos de locação financeira podem ser celebrados por documento particular. Relativamente a bens imóveis as assinaturas das partes devem ser presencialmente reconhecidas, salvo se efectuadas na presença de funcionário dos serviços do registo, aquando da apresentação do pedido de registo. Igualmente, os bens imóveis ou móveis sujeitos a registo deverão ser inscritos na conservatória competente, segundo redacção do Decreto-lei n.º 30/2008, de 25 de Fevereiro. Os destinatários deste tipo de contrato podem ser qualquer entidade pública ou privada. As rendas são definidas por contrato e geralmente têm uma periodicidade definida por acordo em termos mensais, trimestrais, semestrais ou anuais, mas nunca excedendo um ano, sob uma taxa de juro que poderá ser fixa ou variável (Euribor).

8 No fim do contrato existe a possibilidade do locatário exercer o seu direito de compra, no caso de pretender ficar na posse do bem, de acordo com o artigo 9.º, n.º 1, alínea c) do Decreto-Lei 149/95 de 24 de Junho. Por último, importa realçar que a locação financeira distingue-se da locação simples explanada nos artigos 1022.º e seguintes do Código Civil. Legislação aplicável: Decreto-Lei n.º 135/79, de 18 de Maio, sobre as sociedades de locação financeira, foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 72/95, de 15 de Abril. Decreto-Lei n.º 171/79, de 6 de Junho, sobre o contrato de locação financeira foi alterado pelo Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho. Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, sofreu alterações de determinados artigos com a entrada em vigor do Decreto-Lei n.º 265/97, de 2 de Outubro, rectificado pela Declaração de rectificação n.º 17-B/97, de 31 de Outubro, pelo Decreto-Lei n.º 285/2001, de 3 de Novembro e por último pela redacção do Decreto-lei n.º 30/2008, de 25 de Fevereiro. Locação financeira Ac. do STJ de (P. 494/98) Bol. do Min. da Just., 477, 489 Não pode abstractamente considerar-se nula por «desproporcionada ao dano a ressarcir», nos termos dos artigos 12.º e 19.º, alínea c), do Decreto-Lei n.º 446/85, de 25 de Outubro, a cláusula penal inscrita em contrato de locação financeira, por força da qual a resolução do contrato com fundamento na falta de pagamento da renda confere ao locador, nomeadamente além da restituição do equipamento locado, das rendas vencidas, pagas e não pagas, acrescidas dos juros, o direito a uma indemnização igual a 20% da soma das rendas vincendas com o valor residual dos bens. Locação financeira Ac. do STJ de (P. 440/99) Col. de Jur., 1999, 3, 97

9 I. O artigo 1.º do Decreto-Lei n.º 171/79, de 6 de Junho, prevê a existência, como elemento indispensável do contrato de locação financeira, de um valor determinado ou determinável correspondente ao preço que o locatário, finda a locação, deverá pagar ao locador, se quiser comprar-lhe o bem locado, e que deveria corresponder, nos termos do n.º 3 do artigo 10.º, ao presumível valor residual do bem no termo do contrato. II. Não constando do documento escrito que titula o contrato, o valor residual é indeterminado e indeterminável, pelo que, nos termos do artigo 280.º, n.º 1, do Código Civil, o contrato é totalmente nulo, visto que afectado por falta de um elemento indispensável. III. A nulidade, de conhecimento oficioso (artigo 286.º do Código Civil), tem como consequência a obrigação de restituição do que for prestado; o locatário deve restituir o bem recebido em locação, mas não é de ordenar a restituição, pelo locador, das prestações recebidas, porque isso envolveria enriquecimento sem causa. Locação financeira Ac. da Rel. de Lisboa de (R. 1938/99) Col. de Jur., 1999, 3, 107 I. O cerne do contrato de locação financeira reside na concessão do gozo da coisa locada, e esta obrigação não se mostra cumprida quando a locadora, à data da entrega do veículo tractor e dos semi-reboques locados, não era proprietária dos mesmos, estando eles registados a favor de outra locadora financeira e não do fornecedor dos mesmos, não tendo o locatário acesso à documentação necessária à circulação dos mesmos. II. A locadora não se poderá eximir das suas obrigações, fazendo revertê-las para o fornecedor do equipamento, quando este nenhuma relação contratual assumiu com o locatário. III. É nula a cláusula do contrato de locação financeira que estabelece a renúncia do locatário ao exercício de um eventual direito de indemnização contra a locadora, no caso de o fornecedor do equipamento não proceder à entrega da documentação necessária a actos de registo, matrícula e licenciamento.

10 Locação financeira Ac. da Rel. do Porto de (R ) Bol. do Min. da Just., 475, 773 No contrato de locação financeira, é válida a cláusula que, no caso de resolução contratual, permite ao locador exigir, além das rendas vencidas, dos respectivos juros e da restituição da coisa locada, uma quantia a título de indemnização por perdas e danos correspondente a 20% do montante das rendas vincendas e do valor residual. Locação financeira Ac. da Rel. do Porto de (R ) Bol. do Min. da Just.,475, 772 I. No contrato de locação financeira, não é nula a estipulação expressa de que incumprimento definitivo por parte do locatário faculta ao locador o direito de resolver o contrato ou, em alternativa, desencadear vencimento imediato de todas as rendas vincendas. II. A cláusula de antecipação do vencimento das rendas, embora possa, na prática, conduzir ao cumprimento antecipado do contrato por parte do locatário, tem natureza sancionatória. Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 5 de Julho de 2001 Contrato de locação financeira I A exigência legal, imposta pelo art.º 2, do DL n.º 171/79, de 06-06, de a locação financeira mobiliária dizer sempre respeito a bens de equipamento, não visava a realização de qualquer princípio fundamental subjacente ao sistema jurídico, daqueles em que o Estado e a sociedade estão substancialmente interessados em que prevaleçam, nem sequer se pode considerar regra fundamental da organização económica. II Assim, ainda que se conclua que o objecto de contrato de locação financeira se revela contrário à lei, por não respeitar a bens de equipamento, daí não resulta que se esteja em presença de um daqueles casos mais graves de ofensa à ordem pública, prevenida no art.º 280.º, n.º 2, do CC.

11 (...) V O contrato de seguro-caução é um contrato a favor de terceiro, o beneficiário. VI Neste tipo de contrato, o beneficiário não é parte no contrato, nem mesmo depois de a ele aderir. Mediante a adesão, o terceiro não se torna contraente, mas apenas titular definitivo do direito que o contrato lhe confere, pois que a adesão preclude a possibilidade de o promissário revogar a promessa. Ac. da Rel. do Porto de 4 de Maio de 2001 Contrato de locação financeira I O art.º 16.º do DL 149/95 consagrava um termo para o incumprimento de uma prestação de renda, ou seja, um termo essencial. Uma vez findo aquele termo, emergia uma situação de incumprimento definitivo, não sendo necessário obedecer ao condicionalismo do art.º 808.º do CC. II O art.º 16.º do DL 149/95 foi revogado pelo DL 285/01, pelo que a resolução do contrato de locação financeira, com fundamento no incumprimento das respectivas obrigações por qualquer das partes passou a seguir o regime geral, com exclusão das normas especiais relativas ao contrato de locação. É o que resulta do disposto no art.º 17.º do DL 149/95. III A mora no pagamento das rendas deixou assim de beneficiar do regime especial contemplado no art.º 16.º e ficou submetida também ao regime geral. Ac. da Rel. de Lisboa de 5 de Junho de 2003 Contrato de locação financeira 1. O contrato de locação financeira não é uma compra e venda porque a propriedade não se transfere por mero efeito do contrato mas também não é uma locação típica, pois o locatário tem o direito de acabar por adquirir o respectivo bem. 2. Assim, a renda a cujo pagamento o locatário fica vinculado não corresponde ao valor locativo do bem, que não é a contrapartida da sua utilização, pois deve permitir, dentro do período da vigência, a

12 amortização do bem locado e cobrir os encargos e a margem de lucro do locador por forma a facultar ao locatário, findo o prazo do contrato, a aquisição do bem pelo seu valor residual. 3. Além disso, na locação as rendas são prestações periódicas correspondentes a períodos sucessivos, dependentes da duração do contrato, em termos de, desaparecido o bem, desaparecer a obrigação; pelo contrário, na locação financeira há (economicamente) uma obrigação única do devedor, correspondente ao custo do bem, encargos e margem de lucro, com prestações fraccionadas no tempo. 4. Logo as rendas de locação financeira não têm, portanto, a natureza das rendas locatícias, razão por que o prazo quinquenal da prescrição estabelecido no artigo 310.º, n.º 1, al. b) do CC não é aplicável às rendas emergentes do contrato de locação financeira, às quais se aplica antes o prazo ordinário da prescrição (20 anos) estabelecido no artigo 309.º do mesmo Código. Acórdão do Supremo Tribunal de Justiça, de 10 de Julho de 2008 Locação financeira 1. A legitimidade do executado, demandado por alegadamente ser responsável pelo pagamento das despesas comuns do condomínio, só está assegurada se na acta da assembleia do condomínio, constar o seu nome. 2. Por via do regime-regra consagrado no artigo 1424.º do Código Civil é ao locatário financeiro que compete o pagamento da quota-parte devida pela fracção que ocupa, em homenagem ao preceituado no artigo 10.º, n.º 1, alínea b) do Decreto-Lei n.º 149/95, de 24 de Junho, na redacção dada pelo Decreto-Lei n.º 265/97, de 2 de Outubro. Destaca-se, ainda, a seguinte relevante doutrina portuguesa: - Manual de Direito Bancário, António Menezes Cordeiro, Almedina, Coimbra, 3.ª Edição, 2006; - Manual de Locação Financeira, Fernando de Gravato Morais, Almedina, Coimbra, Copyright Dashöfer Holding Ltd. e Verlag Dashöfer, Edições Profissionais Sociedade Unipessoal, Lda.

13 Regras Gerais Contrato de Factoring Decreto-Lei n.º 171/95, de 18 de Julho Altera o regime jurídico das sociedades e do contrato de factoring revoga o Decreto-Lei n.º 56/86, de 18 de Março. O contrato de factoring (ou por alguns também designado de cessão financeira) é um contrato mediante o qual uma das partes (habitualmente denominada por factor) se compromete perante outra (conhecida por aderente) a adquirir-lhe créditos a curto prazo (e que, para o efeito, lhe são cedidos), que esta detenha sobre terceiros derivados do desenvolvimento da sua actividade económica (nomeadamente da venda de produtos ou da prestação de serviços). Para o efeito, a entidade que presta os serviços de factoring obriga-se a cobrar os créditos cedidos podendo, além do mais, efectuar a prestação de serviços complementares. O contrato deverá ser celebrado por escrito devendo, além do mais a transmissão dos créditos cedidos ser acompanhada pela entrega à sociedade de factoring das facturas, de outros documentos relevantes e das garantias associadas. O factoring poderá revestir duas modalidades principais: com recurso ou com direito de regresso e sem recurso ou sem direito de regresso, consoante a sociedade de factoring ao adquirir os créditos ao aderente se reserve o direito ou não de, na eventualidade do cliente do aderente não pagar no prazo, exigir deste o reembolso das quantias adiantadas em função das facturas não pagas. Os contratos habitualmente celebrados em Portugal tendem a descrever a mecânica do funcionamento do factoring, compreendendo a descrição de um conjunto de deveres, instrumentais que impendem sobre o aderente: modo de efectuar a facturação; forma de envio da facturação para o factor; escolha criteriosa dos clientes, etc.

14 Contrato de Factoring Ac. do S.T.J de O contrato de factoring é realizado entre o aderente o factor. 2. À triangulação para alcançar o devedor, é aplicável o regime de cessão de créditos previsto no n.º 1 do artigo 583.º do Código Civil. 3. Assim, tal cessão só produz efeitos em relação ao devedor desde que lhe seja notificada, ainda que extrajudicialmente, ou desde que ele a aceite. 4. A vinculação do devedor a pagar ao factor assume os contornos próprios da notificação ou da aceitação. 5. Se o contrato tinha uma cláusula segundo a qual as facturas a apresentar a pagamento haviam de conter determinados dizeres e assim foi notificado à devedora, constituía dever acessório de conduta, a impender sobre o credor/factor, a aposição de tais dizeres. 6. Apresentadas as facturas sem eles, a manutenção ou não da obrigação de pagamento deve ser aferida tendo em conta as regras da boa-fé ética. A doutrina portuguesa mais importante a este respeito é a seguinte: Manual de Direito Bancário, António Menezes Cordeiro, Almedina, Coimbra, 3.ª Edição, 2006; O Contrato de Factoring em Portugal, Mafalda Oliveira Monteiro, Elcla Editora, Porto, Dos Contratos de Cessão Financeira (Factoring), Luís Miguel D. P. Pestana de Vasconcelos, Coimbra Editora, Coimbra, O Contrato de Factoring, Sónia A. Mota de Carvalho, Universidade Católica Editora, Copyright Dashöfer Holding Ltd. e Verlag Dashöfer, Edições Profissionais Sociedade Unipessoal, Lda.

Contratos financeiros

Contratos financeiros Contratos financeiros Dos vários contratos financeiros existentes, dois merecem especial destaque: o leasing e o factoring. LEASING OU LOCAÇÃO FINANCEIRA O leasing, ou a locação financeira, é o contrato

Leia mais

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro

AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro AVISO N.º 15/2011 de 19 de Dezembro Havendo a necessidade de se estabelecer os termos e condições que devem obedecer a celebração dos contratos de factoring, de harmonia com o regulamentado no Decreto

Leia mais

Preçário GE CONSUMER FINANCE, I.F.I.C., INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, SA. Instituição Financeira de Crédito

Preçário GE CONSUMER FINANCE, I.F.I.C., INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, SA. Instituição Financeira de Crédito Preçário GE CONSUMER FINANCE, I.F.I.C., INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO, SA Instituição Financeira de Crédito Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de O Preçário completo da GE Consumer Finance,

Leia mais

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto

Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Decreto-Lei nº 220/94, de 23 de Agosto Enquanto o mercado dos produtos e serviços financeiros foi regulado de forma administrativa, a procura que lhes era dirigida defrontava condições do lado da oferta

Leia mais

CRÉDITO PESSOAL. (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) Praça D. João I, 28 4000-295 Porto

CRÉDITO PESSOAL. (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) Praça D. João I, 28 4000-295 Porto CRÉDITO PESSOAL FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação da instituição

Leia mais

CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO A CURTO PRAZO NA MODALIDADE DE CONTA CORRENTE

CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO A CURTO PRAZO NA MODALIDADE DE CONTA CORRENTE CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO A CURTO PRAZO NA MODALIDADE DE CONTA CORRENTE Entre: 1º BANCO SANTANDER TOTTA, S.A., com sede na Rua Áurea, nº 88, 1100-063 Lisboa e com o Capital Social de 656.723.284,00,

Leia mais

Preçário. Banco Cofidis, S.A.

Preçário. Banco Cofidis, S.A. Preçário Banco Cofidis, S.A. BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto e Despesas: 05-out-2015 Data de Entrada em vigor do

Leia mais

Preçário BANCO CREDIBOM, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO CREDIBOM, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO CREDIBOM, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do Banco Credibom, S.A., contém o Folheto de e Despesas (que

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010

Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 Aviso do Banco de Portugal n.º 2/2010 A Instrução n.º 27/2003 consagrou no ordenamento jurídico nacional os procedimentos mais relevantes da Recomendação da Comissão n.º 2001/193/CE, de 1 de Março de 2001,

Leia mais

CRÉDITO À HABITAÇÃO. Banco de Cabo Verde

CRÉDITO À HABITAÇÃO. Banco de Cabo Verde S DO BANCO DE CABO VERDE CRÉDITO À HABITAÇÃO Banco de Cabo Verde Banco de Cabo Verde Crédito à Habitação Banco de Cabo Verde Cidade da Praia 013 Ficha Técnica Título: Crédito à Habitação Autor: Banco de

Leia mais

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL

FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL (ao abrigo do artigo 6.º do Decreto-Lei n.º 133/2009, de 2 de Junho) A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemático e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

Simulação de Crédito Pessoal

Simulação de Crédito Pessoal Simulação de Crédito Pessoal Data de Impressão: 22-10-2013 14:13 Número de Simulação: 13901487 Resumo Multifinalidades Prestação Comissão de Processamento (mensal) (Acresce Imposto do Selo à Taxa em vigor)

Leia mais

Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro

Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro Decreto-Lei nº 222/2009, de 11 de Setembro No nosso país, é generalizada a prática de as instituições de crédito exigirem, como condição sine qua non da concessão de crédito à habitação, a contratação,

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do BANCO PRIMUS, SA, contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do BANCO PRIMUS, SA, contém o Folheto de e Despesas (que incorpora

Leia mais

Simulação de Crédito Pessoal

Simulação de Crédito Pessoal Simulação de Crédito Pessoal Data de Impressão: 22-10-2013 13:38 Número de Simulação: 13901487 Resumo Multifinalidades Prestação Comissão de Processamento (mensal) (Acresce Imposto do Selo à Taxa em vigor)

Leia mais

Decreto-Lei n.º 59/2006, de 20 de Março

Decreto-Lei n.º 59/2006, de 20 de Março Não dispensa a consulta do diploma publicado em Diário da República. Decreto-Lei n.º 59/2006, de 20 de Março O Decreto-Lei n.º 125/90, de 16 de Abril, veio regular pela primeira vez, na nossa ordem jurídica,

Leia mais

Preçário BANCO BNP PARIBAS PERSONAL FINANCE, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO BNP PARIBAS PERSONAL FINANCE, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO BNP PARIBAS PERSONAL FINANCE, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 08jun2015 O Preçário completo do Banco BNP

Leia mais

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008,

DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DECRETO-LEI N.º 51/2007, DE 7 DE MARÇO, ALTERADO PELO DECRETO-LEI N.º 88/2008, DE 29 DE MAIO E PELO DECRETO-LEI N.º 192/2009, DE 17 DE AGOSTO Regula as práticas comerciais das instituições de crédito no

Leia mais

( DR N.º 172, Série I 4 Setembro 2009 4 Setembro 2009 )

( DR N.º 172, Série I 4 Setembro 2009 4 Setembro 2009 ) LEGISLAÇÃO Portaria n.º 985/2009, de 4 de Setembro, Aprova a criação do Programa de Apoio ao Empreendimento e à Criação do Próprio Emprego (PAECPE), a promover e executar pelo Instituto do Emprego e Formação

Leia mais

Preçário MERCEDES-BENZ FINANCIAL SERVICES PORTUGAL - INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO

Preçário MERCEDES-BENZ FINANCIAL SERVICES PORTUGAL - INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO Preçário MERCEDESBENZ FINANCIAL SERVICES PORTUGAL INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Leia mais

CONTRATO DE MÚTUO. * Celebram o presente Contrato de Mútuo que se rege pelas Cláusulas seguintes:--------------------------

CONTRATO DE MÚTUO. * Celebram o presente Contrato de Mútuo que se rege pelas Cláusulas seguintes:-------------------------- CONTRATO DE MÚTUO Primeira Contraente: --------------------------------------------------------------------------------------------------- CAIXA DE CRÉDITO AGRÍCOLA MÚTUO DA COSTA AZUL, C. R. L., com sede

Leia mais

CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO COM PENHOR

CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO COM PENHOR CONTRATO DE ABERTURA DE CRÉDITO COM PENHOR Entre: 1. BANCO DE INVESTIMENTO GLOBAL, S.A., com sede em Lisboa, na Av. 24 de Julho nº 74 a 76, com o capital social de EUR 104.000.000 (cento e quatro milhões

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo do BANCO PRIMUS, SA, contém o Folheto de Comissões e Despesas

Leia mais

Preçário. CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Instituição Financeira de Crédito

Preçário. CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Instituição Financeira de Crédito Preçário CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A Instituição Financeira de Crédito Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo

Leia mais

Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral. Informação pré-contratual

Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral. Informação pré-contratual A. Elementos de Identificação 1. Identificação da instituição de crédito Ficha de Informação Normalizada em Matéria de Crédito aos Consumidores, em Caso de Contratação à Distância - Geral Informação pré-contratual

Leia mais

Preçário BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCACAO FINANCEIRA, SA SOCIEDADES DE LOCAÇÃO FINANCEIRA

Preçário BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCACAO FINANCEIRA, SA SOCIEDADES DE LOCAÇÃO FINANCEIRA Preçário BBVA LEASIMO - SOCIEDADE DE LOCACAO FINANCEIRA, SA SOCIEDADES DE LOCAÇÃO FINANCEIRA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto

Leia mais

Preçário FORTIS LEASE PORTUGAL, INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO

Preçário FORTIS LEASE PORTUGAL, INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO Preçário FORTIS LEASE PORTUGAL, INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada

Leia mais

Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 11-09-2014

Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 11-09-2014 Preçário INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de Entrada em vigor: 11-09-2014 Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 03-08-2015 O Preçário

Leia mais

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal

Publicado na revista TOC. Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal Publicado na revista TOC Fiscalidade no imobiliário Contrato de locação financeira imobiliária Enquadramento fiscal O regime jurídico do contrato de locação financeira, vem consagrado no DL nº 149/95,

Leia mais

Empréstimos Bancários e seu Enquadramento na Ordem Jurídica Cabo-Verdiana

Empréstimos Bancários e seu Enquadramento na Ordem Jurídica Cabo-Verdiana 8º Encontro de Juristas Bancários de Expressão Oficial Portuguesa Empréstimos Bancários e seu Enquadramento na Ordem Jurídica Cabo-Verdiana Célio Quaresma Afonso Caixa Econômica de Cabo Verde 159 160 8º

Leia mais

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de Comissões e Despesas: 09-Nov-2015

Leia mais

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 1 do artº 4º. Assunto:

FICHA DOUTRINÁRIA. Diploma: CIVA. Artigo: nº 1 do artº 4º. Assunto: FICHA DOUTRINÁRIA Diploma: Artigo: Assunto: CIVA nº 1 do artº 4º Indemnizações - Revogação antecipada de contrato locação seja por parte do locador seja por parte do locatário. Processo: nº 2611, despacho

Leia mais

1 Redacção introduzida pelo Decreto-Lei n.º 192/2009, de 17 de Agosto.

1 Redacção introduzida pelo Decreto-Lei n.º 192/2009, de 17 de Agosto. MINISTÉRIO DA ECONOMIA E DA INOVAÇÃO Decreto-Lei n.º 51/2007 de 7 de Março (Alterado pelo Decreto-Lei n.º 88/2008, de 29 de Maio, e pelo Decreto-Lei n.º 192/2009, de 17 de Agosto) Artigo 1.º 1 Objecto

Leia mais

Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro

Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro Decreto n.º 63/99, de 2 de Novembro Cria um instrumento financeiro denominado obrigações hipotecárias. B.O. n.º 40 - I Série Decreto n.º 63/99 de 2 de Novembro O presente diploma, dando sequência à reforma

Leia mais

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de Comissões e Despesas: 08-Abr-2014

Leia mais

Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril. Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril

Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril. Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril Publicado no Diário da República, I série nº 79, de 28 de Abril Decreto Presidencial N.º 95/11 de 28 de Abril O quadro jurídico-legal Geral das Instituições Financeiras, aprovado pela Lei n.º 13/05, de

Leia mais

Decreto-Lei nº 58/2013, de 8 de maio

Decreto-Lei nº 58/2013, de 8 de maio Decreto-Lei nº 58/2013, de 8 de maio Através do presente diploma, procede-se à revisão e atualização de diversos aspetos do regime aplicável à classificação dos prazos das operações de crédito, aos juros

Leia mais

CONTRATO DE UTILIZADOR

CONTRATO DE UTILIZADOR CONTRATO DE UTILIZADOR Entre: a) Ecopilhas Sociedade Gestora de Resíduos de Pilhas e Acumuladores, Lda., sociedade comercial por quotas, com sede na Praça Nuno Rodrigues dos Santos, n.º 7, 1.º andar sala

Leia mais

Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora

Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora . Teoria e Prática 1ª edição (2004) ISBN 978-972-592-176-3 2ª edição (2007) ISBN 978-972-592-210-1 3ª edição (2009) ISBN 978-972-592-243-9. Exercícios Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-233-0.

Leia mais

Comissões IVA. Acresce Imposto. Valor Com Imposto IS Cont. Mad. Aç. Cont. Mad. Aç. Comissões Iniciais -- -- 23% 22% 18% 24,60 24,40 23,60

Comissões IVA. Acresce Imposto. Valor Com Imposto IS Cont. Mad. Aç. Cont. Mad. Aç. Comissões Iniciais -- -- 23% 22% 18% 24,60 24,40 23,60 2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (CLIENTES PARTICULARES) - FOLHETO DE COMSÕES E DESPESAS Entrada em vigor: 17-agosto-2015 2.1. Crédito à Habitação e Contratos Conexos - Crédito Habitação para Residentes [2.1.20150922.18]

Leia mais

Preçário. CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Instituição Financeira de Crédito

Preçário. CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A. Instituição Financeira de Crédito Preçário CrediAgora, Instituição Financeira de Crédito, S.A Instituição Financeira de Crédito Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de O Preçário completo

Leia mais

Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 01-Jan-2014 O Preçário completo do Banque

Leia mais

ACÓRDÃO N.º 113/2009-12.Mai.2009-1ª S/SS. (Processo n.º 524/09)

ACÓRDÃO N.º 113/2009-12.Mai.2009-1ª S/SS. (Processo n.º 524/09) ACÓRDÃO N.º 113/2009-12.Mai.2009-1ª S/SS (Processo n.º 524/09) DESCRITORES: Alteração do Resultado Financeiro por Ilegalidade / Apresentação das Propostas / Avaliação das Propostas / Concurso Internacional

Leia mais

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BMW BANK GMBH, SUCURSAL PORTUGUESA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO O Preçário completo da BMW Bank GMBH, Sucursal Portuguesa, contém o Folheto

Leia mais

Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANQUE PSA FINANCE (SUCURSAL EM PORTUGAL) SUCURSAL Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 02-fev-2015 O Preçário completo do Banque

Leia mais

RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 ÍNDICES

RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 ÍNDICES RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 9 RAU-I:RAU-I.qxd 08-09-2011 16:21 Página 11 ÍNDICE GERAL Prefácio..................................................... 5 Nota do Autor................................................

Leia mais

Endereço Internet: www.millenniumbcp.pt. Cartão de crédito.

Endereço Internet: www.millenniumbcp.pt. Cartão de crédito. FICHA DE INFORMAÇÃO NORMALIZADA EM MATÉRIA DE CRÉDITO AOS CONSUMIDORES GERAL INFORMAÇÃO PRÉ-CONTRATUAL Cartões de Crédito Gémeos TAP Gold VISA/American Express A. ELEMENTOS DE IDENTIFICAÇÃO 1. Identificação

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de e Despesas: 01-set-2015 Data de Entrada em vigor do

Leia mais

Contabilidade Financeira II 2008/2009

Contabilidade Financeira II 2008/2009 Contabilidade Financeira II 2008/2009 Locações Locações Formas de Financiamento Noções de Leasing Leasing Financeiro vs Leasing Operacional Lançamentos: Leasing Financeiro Contrato Pagamento das rendas

Leia mais

Decreto-Lei n.º 359/91 de 21 de Setembro

Decreto-Lei n.º 359/91 de 21 de Setembro Decreto-Lei n.º 359/91 de 21 de Setembro Tem-se registado nos últimos anos um significativo desenvolvimento do fenómeno do crédito ao consumo, a que correspondem um crescimento notório da oferta e a adopção

Leia mais

Assim: Nos termos da alínea a), do n. 1, do artigo 198. da Constituição, o Governo decreta o seguinte:

Assim: Nos termos da alínea a), do n. 1, do artigo 198. da Constituição, o Governo decreta o seguinte: Foram ouvidos o Conselho Superior da Magistratura, o Conselho Superior do Ministério Público, a Ordem dos Advogados, a Câmara dos Solicitadores, o Conselho dos Oficiais de justiça, o Instituto de Seguros

Leia mais

10 de Setembro 2013 Contencioso de Cobrança

10 de Setembro 2013 Contencioso de Cobrança DAS OPERAÇÕES DE CRÉDITOS, JUROS REMUNERATÓRIOS, CAPITALIZAÇÃO DE JUROS E MORA DO DEVEDOR O Decreto-Lei n.º 58/2013, de 8 de Maio estabelece as novas normas aplicáveis à classificação e contagem dos prazos

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO À HABITAÇÃO Índice Finalidades do crédito à habitação Avaliação da capacidade financeira Ficha de Informação Normalizada (FIN) Prazo Modalidades de reembolso

Leia mais

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001

Acordo Quadro para Transacções Financeiras. Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Acordo Quadro para Transacções Financeiras Anexo de Produto para Empréstimos de Valores Mobiliários Edição de Janeiro de 2001 Este Anexo complementa as Condições Gerais que fazem parte de qualquer Acordo

Leia mais

Preçário DEUTSCHE LEASING IBÉRICA, E.F.C., SAU. - SUCURSAL EM PORTUGAL SUCURSAL

Preçário DEUTSCHE LEASING IBÉRICA, E.F.C., SAU. - SUCURSAL EM PORTUGAL SUCURSAL Preçário DEUTSCHE LEASING IBÉRICA, E.F.C., SAU. SUCURSAL EM SUCURSAL Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 01Fev2015 O Preçário completo

Leia mais

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) SUPERVISÃO Supervisão Comportamental INSTRUÇÃO N.º 44/2012 - (BO N.º 12, 17.12.2012) Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental ASSUNTO: Comunicação de informação relativa a contratos de crédito abrangidos pelos procedimentos previstos no

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemática e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E DO PORTO, I.P. Aluguer Operacional de Viaturas CADERNO DE ENCARGOS Capítulo I Disposições gerais Clausula 1.

INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E DO PORTO, I.P. Aluguer Operacional de Viaturas CADERNO DE ENCARGOS Capítulo I Disposições gerais Clausula 1. INSTITUTO DOS VINHOS DO DOURO E DO PORTO, I.P. Aluguer Operacional de Viaturas CADERNO DE ENCARGOS Capítulo I Disposições gerais Clausula 1.ª Objecto O presente Caderno de Encargos compreende as cláusulas

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de e Despesas: 20-abr-2015 Data de Entrada em vigor do

Leia mais

PROTOCOLO FINANCEIRO ENTRE A CGD E O ICAM A FAVOR DO SECTOR DO CINEMA

PROTOCOLO FINANCEIRO ENTRE A CGD E O ICAM A FAVOR DO SECTOR DO CINEMA PROTOCOLO FINANCEIRO ENTRE A CGD E O ICAM A FAVOR DO SECTOR DO CINEMA Considerando: A importância do sector do Cinema como vector de dinamização das expressões artísticas e de contribuição para o desenvolvimento

Leia mais

Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA

Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto das Comissões

Leia mais

5º Workshop da Plataforma do Empreendedor

5º Workshop da Plataforma do Empreendedor 5º Workshop da Plataforma do Empreendedor Lisboa, AIP-CE 27 de Maio de 2010 EMPREENDEDORISMO Da ideia à actividade. O Montepio apoia a criação de negócios independentemente da sua dimensão e está disponível

Leia mais

Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA

Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA Preçário COFIDIS SUCURSAL DE INSTITUIÇÃO DE CRÉDITO COM SEDE NA UNIÃO EUROPEIA Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto das Comissões

Leia mais

CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS

CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS Anexo à Instrução nº 4/96 CLASSE 9 CONTAS EXTRAPATRIMONIAIS As contas desta classe registam as responsabilidades ou compromissos assumidos pela instituição ou por terceiros perante esta e que não estão

Leia mais

ANÚNCIO PRELIMINAR DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES REPRESENTATIVAS DO CAPITAL SOCIAL DA PORTUGAL TELECOM, SGPS, SA.

ANÚNCIO PRELIMINAR DE LANÇAMENTO DE OFERTA PÚBLICA GERAL DE AQUISIÇÃO DE ACÇÕES REPRESENTATIVAS DO CAPITAL SOCIAL DA PORTUGAL TELECOM, SGPS, SA. SONAECOM, S.G.P.S., S.A. Sociedade Aberta Sede: Lugar do Espido, Via Norte, Maia Pessoa Colectiva nº 502 028 351 Matriculada na Conservatória de Registo Comercial da Maia sob o nº 45 466 Capital Social

Leia mais

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO

Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Preçário BANCO PRIMUS, SA BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto de e Despesas: 01-set-2015 Data de Entrada em vigor do

Leia mais

INSTRUÇÕES PEDIDO DE CRÉDITO PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO INFORMÁTICO AO ABRIGO DA CAMPANHA A_UNIVERSIDADE_ELECTRÓNICA

INSTRUÇÕES PEDIDO DE CRÉDITO PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO INFORMÁTICO AO ABRIGO DA CAMPANHA A_UNIVERSIDADE_ELECTRÓNICA INSTRUÇÕES PEDIDO DE CRÉDITO PARA AQUISIÇÃO DE EQUIPAMENTO INFORMÁTICO AO ABRIGO DA CAMPANHA A_UNIVERSIDADE_ELECTRÓNICA Os impressos que se seguem são parte integrante do processo de pedido de financiamento

Leia mais

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) (ÍNDICE)

2. OPERAÇÕES DE CRÉDITO (PARTICULARES) (ÍNDICE) 2.1. Crédito à habitação e contratos conexos Crédito Habitação Para Aquisição, Construção, Obras e Aquisição de Terreno para Habitação Própria, Secundária ou Arrendamento, Crédito Sinal, Transferências;

Leia mais

Preçário. Banco Cofidis, S.A.

Preçário. Banco Cofidis, S.A. Preçário Banco Cofidis, S.A. BANCOS Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor do Folheto e Despesas: 0-out-01 Data de Entrada em vigor do Folheto

Leia mais

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto

Acórdão do Tribunal da Relação do Porto Acórdão do Tribunal da Relação do Porto Processo: 0452592 Nº Convencional: JTRP00036870 Relator: CAIMOTO JÁCOME Data do Acórdão: 17-05-2004 Sumário: I Constitui título executivo o documento representativo

Leia mais

EXEMPLAR CONTRATO DE CRÉDITO AUTO 133 STANDARD

EXEMPLAR CONTRATO DE CRÉDITO AUTO 133 STANDARD EXEMPLAR CONTRATO DE CRÉDITO AUTO 133 STANDARD CONTRATO DE CRÉDITO Proposta N.º Contrato N.º Entre: MONTEPIO CRÉDITO - INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE CRÉDITO S.A., com sede na RUA JÚLIO DINIS 158-160 2º ANDAR,

Leia mais

Preçário SOFINLOC - INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS

Preçário SOFINLOC - INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO. Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Preçário SOFINLOC - INSTITUICAO FINANCEIRA DE CREDITO, SA INSTITUIÇÕES FINANCEIRAS DE CRÉDITO Consulte o FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Consulte o FOLHETO DE TAXAS DE JURO Entrada em vigor: 1-out-2015

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO RESPONSABILIDADES DE CRÉDITO

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO RESPONSABILIDADES DE CRÉDITO ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO RESPONSABILIDADES DE CRÉDITO Índice Conceito de responsabilidade de crédito Central de Responsabilidades de crédito (CRC) O que é a CRC? Para que serve a CRC? Mapa de

Leia mais

Ficha de Informação Geral

Ficha de Informação Geral Objectivo da Ficha de Informação Geral Oferecer aos Clientes informação de carácter geral sobre o crédito à habitação, o mais transparente, sistemático e rigorosamente possível, antes da formalização de

Leia mais

Preçário FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 23-10-2013 FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-07-2014

Preçário FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS. Data de Entrada em vigor: 23-10-2013 FOLHETO DE TAXAS DE JURO. Data de Entrada em vigor: 01-07-2014 Preçário FOLHETO DE COMISSÕES E DESPESAS Data de Entrada em vigor: 23-10-2013 FOLHETO DE TAXAS DE JURO Data de Entrada em vigor: 01-07-2014 O Preçário completo da Orey Financial, Instituição Financeira

Leia mais

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA

CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA CONTRATO PROMESSA DE COMPRA E VENDA Entre: ESTAMO PARTICIPAÇÕES IMOBILIÁRIAS, S.A., pessoa colectiva número 503152544, matriculada na Conservatória do Registo Comercial de Lisboa, com sede na Av. Defensores

Leia mais

Crédito ao consumo. Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora

Crédito ao consumo. Cálculo Financeiro. . Casos Reais Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-234-7 Escolar Editora . Teoria e Prática 1ª edição (2004) ISBN 978-972-592-176-3 2ª edição (2007) ISBN 978-972-592-210-1 3ª edição (2009) ISBN 978-972-592-243-9. Exercícios Resolvidos e Explicados (2008) ISBN 978-972-592-233-0.

Leia mais

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental

SUPERVISÃO Supervisão Comportamental Banco de Portugal EUROSISTEMA INSTRUÇÃO N.º 10/2010 Temas SUPERVISÃO Supervisão Comportamental Folha 1 ASSUNTO: Ficha de Informação Normalizada de Crédito à Habitação e de Crédito Conexo O Banco de Portugal

Leia mais

LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN. Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação -

LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN. Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação - LINHA DE CRÉDITO INVESTE QREN Condições Gerais da Linha - Documento de Divulgação - A - Condições Gerais 1. Montante Global e Linhas Específicas: (Milhões de Euros) Montante Global da Linha 1.000 Linhas

Leia mais

Documentação de apoio aos livros de Rogério Matias Escolar Editora

Documentação de apoio aos livros de Rogério Matias Escolar Editora Escolar Editora Decreto-Lei nº 149/95, de 24 de Junho (atualizado com as alterações introduzidas pelo DL nº 265/97, de 2 de outubro, DL nº 285/2001, de 3 de novembro e DL nº 30/2008, de 25 de fevereiro)

Leia mais

AVISO Nº 02/2014 de 20 de Março

AVISO Nº 02/2014 de 20 de Março Publicado no Diário da República, I Série, nº 60, de 28 de Março AVISO Nº 02/2014 de 20 de Março ASSUNTO: DEVERES GERAIS DE INFORMAÇÃO NA PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS E PRODUTOS FINANCEIROS Considerando a necessidade

Leia mais

Introdução às Finanças

Introdução às Finanças Introdução às Finanças Aula Teórica 3 Esta informação é restrita ou confidencial, não podendo ser duplicada, publicada ou fornecida total ou parcialmente a terceiros sem o prévio consentimento dos autores.

Leia mais

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR

PRÉVOIR PPR NOVA VERSÃO INFORMAÇÕES PRÉ-CONTRATUAIS ANEXO À PROPOSTA PRÉVOIR PPR Este documento apresenta-se como um resumo das Condições Gerais e Especiais do seguro Prévoir PPR e não dispensa a consulta integral das mesmas. SEGURADOR FINALIDADE SEGMENTO-ALVO CONDIÇÕES DE SUBSCRIÇÃO

Leia mais

Novas regras na habitação

Novas regras na habitação Novas regras na habitação PUBLICADO NA EDIÇÃO IMPRESSA SEGUNDA-FEIRA, 7 DE JANEIRO DE 2013 POR JM A lei n.º 59/2012, de novembro, cria salvaguardas para os mutuários de crédito à habitação e altera o decreto-lei

Leia mais

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social Legislação Decreto-Lei n.º 411/91, de 17 de Outubro Publicado no D.R. n.º 239, série I-A, de 17 de Outubro de 1991 SUMÁRIO : Estabelece o novo regime jurídico de regularização das dívidas à segurança social

Leia mais

CIRCULAR. Assunto: ORIENTAÇÃO DE GESTÃO DIRIGIDA A PROJECTOS APOIADOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE INCENTIVOS QREN

CIRCULAR. Assunto: ORIENTAÇÃO DE GESTÃO DIRIGIDA A PROJECTOS APOIADOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE INCENTIVOS QREN CIRCULAR N/REFª: 37/11 DATA: 07 Abril 2011 Assunto: ORIENTAÇÃO DE GESTÃO DIRIGIDA A PROJECTOS APOIADOS NO ÂMBITO DO SISTEMA DE INCENTIVOS QREN Exmos. Senhores, Vimos informar que se encontra disponível

Leia mais

ASTELLAS FARMA, LDA. TERMOS E CONDIÇÕES DE AQUISIÇÃO. Astellas Farma, Lda. Termos e condições gerais para a aquisição de bens e serviços

ASTELLAS FARMA, LDA. TERMOS E CONDIÇÕES DE AQUISIÇÃO. Astellas Farma, Lda. Termos e condições gerais para a aquisição de bens e serviços Astellas Farma, Lda. Termos e condições gerais para a aquisição de bens e serviços 1. INTERPRETAÇÃO 1.1 A presente cláusula consagra as definições e regras de interpretação aplicáveis aos presentes termos

Leia mais

Concurso público para a aquisição de redes remotas por links wireless para o Município do Funchal

Concurso público para a aquisição de redes remotas por links wireless para o Município do Funchal Concurso público para a aquisição de redes remotas por links wireless para o Município do Funchal CADERNO DE ENCARGOS - 1 - Índice Cláusula 1ª - Objecto... Cláusula 2ª - Contrato... Cláusula 3ª - Prazo...

Leia mais

Índice Artigo 1.º Objecto... 3. Artigo 2.º Contrato... 3. Artigo 3.º Obrigações principais do adjudicatário... 4. Artigo 4.º Prazo...

Índice Artigo 1.º Objecto... 3. Artigo 2.º Contrato... 3. Artigo 3.º Obrigações principais do adjudicatário... 4. Artigo 4.º Prazo... Concurso Público para a elaboração do Inventário de Referência das Emissões de CO2 e elaboração do Plano de Acção para a Energia Sustentável do Município do Funchal CADERNO DE ENCARGOS Índice Artigo 1.º

Leia mais

Condições Gerais + POUPANÇA. Produto comercializado por: IMGV71 (CAP_POU/12/2012)

Condições Gerais + POUPANÇA. Produto comercializado por: IMGV71 (CAP_POU/12/2012) Condições Gerais + POUPANÇA Produto comercializado por: IMGV71 (CAP_POU/12/2012) Generali Vida S.A. Sede: Rua Duque de Palmela, n.º 11 I 1269-270 Lisboa Tel. 213 112 800 I Fax. 213 563 067 I Email: generali@generali.pt

Leia mais

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL

ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL ÁREA DE FORMAÇÃO: CONTRAIR CRÉDITO CRÉDITO PESSOAL Índice Finalidades do crédito pessoal Ficha de Informação Normalizada (FIN) Montante e prazo Modalidades de reembolso Garantias Custos do crédito Taxa

Leia mais

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio

Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Diploma consolidado Decreto-Lei nº 103/2009, de 12 de Maio Perante a actual conjuntura económica e o respectivo reflexo no mercado do emprego, revela-se ser de toda a conveniência a flexibilização das

Leia mais

Linha de Crédito PME Investe III

Linha de Crédito PME Investe III Linha de Crédito PME Investe III Condições e Procedimentos I - CONDIÇÕES GERAIS DA LINHA DE CRÉDITO 1. Beneficiários: empresas localizadas nas regiões do Continente, salvo quanto à Linha Específica para

Leia mais

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo?

Quais as principais diferenças entre um seguro de vida individual e um seguro de vida de grupo? SEGURO VIDA Que tipo de seguros são explorados no ramo vida? A actividade do ramo Vida consiste na exploração dos seguintes seguros e operações: Seguro de Vida, Seguro de Nupcialidade /Natalidade, Seguro

Leia mais