PRINCIPAL ETIOLOGIA DE AMPUTAÇÃO TRANSFEMORAL EM PACIENTES ATENDIDOS NO CENTRO DE REABILITAÇÃO FAG

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1 PRINCIPAL ETIOLOGIA DE AMPUTAÇÃO TRANSFEMORAL EM PACIENTES ATENDIDOS NO CENTRO DE REABILITAÇÃO FAG INTRODUÇÃO MUHLEN,CAMILA SCAPINI.¹ TAGLIETTI, MARCELO.² Faculdade Assis Gurgacz-FAG, Cascavel-PR, Brasil Carvalho (1999) define: que amputação significa retirada, geralmente cirúrgica, total ou parcial de um membro. A palavra amputação, de acordo com Santos et al (), é uma palavra do latim, com o seguinte significado: ambi = ao redor de/ em volta de e putatio = podar/retirar. No Brasil, estima-se que a incidência de amputações seja de 13,9 por. habitantes/ano. (SANTOS et al, ). A amputação freqüentemente ocorre após todas as tentativas possíveis para se salvar uma extremidade acometida e deve ser concebida pelo paciente como início de uma nova fase, deve ficar claro que os procedimentos para a amputação de MMII é um ato de restauração de um órgão enfermo e não uma mutilação. (PIRES, S.R.; & SANDOVAL, ) Ainda segundo Carvalho (1999) A amputação Transfemoral refere-se a toda amputação realizada entre a desarticulação de joelho e a de quadril. Onde pode ser dividida em três níveis, ou seja, amputação transfemoral em terço proximal, médio e distal. Na transfemoral em terço distal se preserva mais de 6% do comprimento femoral, na transfemoral em terço médio se mantém entre 35 a 6% do comprimento femoral, e na transfemoral em terço proximal se preserva menos de 35% do comprimento femoral. Para Bocolini () Existem três causas de amputações, sendo elas: as congênitas, nas quais o paciente já nasce com a ausência de um membro ou parte dele. Aquelas conseqüentes de traumas violentos onde a amputação pode ocorrer no local do acidente ou logo após no hospital, e ainda aquelas decorrentes de moléstias circulatórias, tumorais ou infecciosa nas quais, mesmo sabendo ser um fato irremediável, sempre há a esperança de fuga que na realidade não existe. E Carvalho (1999) verificou a existência das seguintes causas de amputações de membros inferiores, quais sejam: causas vasculares, traumáticas, tumorais, infecciosas e congênitas. No que diz respeito às causas vasculares, Carvalho (1999) afirma que: atinge principalmente pacientes com idade mais avançada, pois estão mais suscetíveis a doenças degenerativas, sendo esta a causa que prevalece em relação às outras. Custon (1996) concorda dizendo que a maioria dos pacientes submetidos à amputação de causa vascular é de idosos, e esse número está aumentando em função do envelhecimento populacional e da prevalência de doenças vasculares periféricas. Para Bocolini () as amputações traumáticas acometem principalmente pacientes adolescentes e adultos jovens, os quais estão mais expostos a acidentes de trabalhos e acidentes por meio de transporte, frutos da tecnologia moderna. Baseado neste contexto, o presente estudo busca verificar as etiologias das amputações transfemorais nos pacientes atendidos no Centro de Reabilitação FAG, em Cascavel PR. MATERIAIS E MÉTODOS Trata-se de um estudo de campo, com caráter epidemiológico, de corte transversal e quantitativo. A população foi composta por indivíduos amputados de membro inferior que recebem atendimento no Centro de Reabilitação FAG no período de fevereiro à abril de 11.

2 Porcentagem A amostra foi composta pelos 3 primeiros indivíduos pois para PASQUALI (3) amostra compostas por 3 ou mais indivíduos são consideradas grandes e são indicadas para a validade de face - amputados que contemplaram os critérios de inclusão dessa pesquisa, a seleção foi realizada de forma aleatória. Sendo os critérios de inclusão: ser amputados de membro inferior transfemoral, aceitar participar da pesquisa e assinar o Termo de Consentimento, realizar ou já ter realizado atendimento no Centro de Reabilitação FAG no período de fevereiro à abril de 11, maiores de 18 anos e com cognitivo preservado. Os critérios de exclusão são: ser amputados que não foram de membro inferior transfemoral, não realizar atendimento no Centro de Reabilitação FAG no período de fevereiro à abril de 11, não aceitar participar da pesquisa e/ou não assinar o Termo de Consentimento, menores de 18 anos de idade e com comprometimento cognitivo. Foi aprovado pelo comitê de ética da faculdade Assis Gurgacz com o protocolo número 177/. A coleta de dados foi através de uma entrevista com o indivíduo amputado, de modo individual em uma sala. A entrevista foi composta de 7 questões fechadas. Ao final da coleta os dados foram tabulados e analisados no programa SPSS 15.. RESULTADOS E DISCUSSÃO Com base na pesquisa realizada verificou-se que a faixa etária dos indivíduos que participaram da pesquisa varia de 19 á 81 anos. Tendo uma media de idade de 57,8 ± 17,4 anos. Sendo que a média de faixa etária no período em que foi realizado a amputação é de 49 ± anos. No que se infere ao sexo dos 3 indivíduos entrevistados ouve predominância no sexo masculino, onde: 73,3% foram do sexo masculino e 26,7% do sexo feminino. Nissen (1992) cita o predomínio do sexo masculino nos seus estudos. Para Moura & Silva (5) (em seu livro publicado sob a base do projeto da AACD), a amputação ocorre mais freqüentemente no sexo masculino 68% e somente 32% no sexo feminino conforme os achados nesta pesquisa. Verificando o lado da amputação 43,7% foram do lado direito e 56,7% do lado esquerdo. Quanto a utilização ou não de prótese 73,3% fazem uso de prótese, e 26,7% não fazem uso de prótese. Quanto ao nível de amputação transfemoral, obtivemos maior incidência de nível medial como mostra o gráfico Número 1, proximal 9 casos (3%), medial 13 casos (43,3%), e por fim 8 casos de nível distal (26,7%). GRÁFICO 1 Níveis de amputação transfemoral encontrados nos entrevistados na pesquisa: 5 Niveis de amputação 3 nivel Com relação a etiologia das amputações foi possível verificar que 46,7% foram de causas vasculares, 43,3% de causa traumática, 6,7% tumoral, e 3,3% de causa congênita, totalizando % dos entrevistados como mostra o gráfico Número 2. Proximal Medial Distal

3 Porcentagem Porcentagem GRÁFICO 2 Etiologia das amputações Transfemorais: 5 Etiologia 3 Doença vascular Traumatismo Os resultados encontrados nesta pesquisa foram os mesmos verificados por Cassefo (3), onde a distribuição observada quanto à etiologia da amputação foi: 59,2% vascular; 24% traumática; 5,3% tumoral; 5% infecciosa; 3,1% congênita; 1,1% outras e 2,3% não referida. Jumes () também obteve os mesmos resultados com relação a etiologia das amputações transfemorais em seus estudos, sendo eles: 54,8% dos entrevistados apresentaram amputação de causa vascular, 29% traumática, 6,5% tumoral, 3,2% infecciosa, 3,2% neuropática e 3,2% congênita. Lianza (1), também concorda que a doença vascular é considerada a principal causadora de amputação de extremidades, como os membros inferiores. Oliveira (7), obteve resultados diferentes, sendo que a principal etiologia encontrada foi causa traumática, e como segunda etiologia causas vasculares, porém neste estudo englobou pacientes com amputações de membros superiores e de membros inferiores. diferente deste estudo que analisou apenas amputados de membros inferiores com nível transfemoral. Com relação ao tempo de amputação dos entrevistados 33,3% realizou de zero a dois anos, 3% de dois a quatro anos, 3,3% de quatro a seis anos, e 33,3% realizaram a amputação a mais de seis anos como mostra o gráfico a seguir. Etiologia GRÁFICO 3 Tempo de amputação dos amputados transfemorais: Tumor Congenito Tempo de amputação 3 á 2 anos 2 á 4 anos 4 á 6 anos Tempo de amputação mais de 6 anos CONCLUSÃO

4 Pode-se concluir com este trabalho que a principal etiologia de amputação transfemoral no centro de Reabilitação FAG é a etiologia vascular seguida de etiologias traumáticas, causas tumorais e por fim etiologias congênitas. Bem como a maioria dos amputados são do sexo masculino e o nível de amputação transfemoral mais encontrado é o nível medial. Quando ao lado dos membros inferiores a ser realizado este tipo de amputação é o esquerdo. REFERENCIAS BIBLIOGRAFICAS BOCOLINI, F. Reabilitação: Amputados, Amputações, Próteses. 2 edição, Ed.: Guanabara, São Paulo SP,. CARVALHO, J. A. Amputações de membros inferiores: em busca da plena reabilitação. 1 edição. Ed: Manole Ltda, São Paulo SP Brasil, CASSEFO, V. N., D.C., C. T.R. Perfil epidemiológico dos pacientes amputados do Lar Escola São Francisco estudo comparativo de 3 períodos diferentes. Acta Fisiátrica, 3. CUSTON, T. M. B. DR. Rehabilitation of the older lower limb amputee: a brief review. J Am Geriatr Soc 1996; 44(11): JUMES, A. K. G.; BOZZA. L. O. Estudo Epidemiológico: Incidência e complicações da amputação transfemoral de causa traumática. FIEP BULLETIN,, Disponível em: < a=trabalho_ler.asp&id= 521&ido=p. > Acesso em 6/ 6/11. LIANZA, S. Medicina de Reabilitação. 3ª ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1. MOURA & SILVA, Fisioterapia: Aspectos clínicos e práticos da reabilitação AACD, Artes Médicas, São Paulo SP, 5. NISSEN, S. J, N, W. P. Factors influencing reintegration to normal living after amputation. Arch Phys Med Rehabil 1992; 73: OLIVEIRA, R. G. P. Estudo epidemiológico de pacientes amputados atendidos no centro de reabilitação FAG. Disponível em: < c/7/fisioterapia/estudoepidemiologico_dos_pacientes_amputados_atendidos_no_centro_de _reabilitacao_fag.pdf. > Acesso em 6/6/11. PASQUALI, L. Psicometria: Teoria dos testes na psicologia e na educação. Petrópolis: Editora Vozes, 3. PIRES, S.R.; & SANDOVAL, R.A. Perfil de diabéticos amputados de membro inferior atendido no serviço de fisioterapia o centro de reabilitação e readaptação Dr. Henrique Santillo Crer. Pontifícia Universidade Católica de Goiás, PUC-Goiás, Goiânia, Brasil, TRANCES. Revista de Transmisión del Conocimiento Educativo y de la Salud, ; 2(4): Disponível em: < Acesso em: 12/6/11. SANTOS, L. F. dos, et al, Perfil das amputações de membros inferiores de pacientes cadastrados na Associação de Deficientes Físicos de Apucarana. Revista Saúde e Pesquisa, v. 3, n. 1, p , jan./abr. - ISSN Disponível em: < > Acesso em: 12/6/11.

5 Autora correspondente: Camila Scapini Von Muhlen Rua: Avenida Iguaçu, 27 centro CEP: Capitão Leônidas Marques/PR Telefone: (45) (45)

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