BOLETIM BANCÁRIO E FINANCEIRO

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1 1. DESTAQUE REGIME GERAL DAS INSTITUIÇÕES DE CRÉDITO E SOCIEDADES FINANCEIRAS O Regime Geral das Instituições de Crédito e Sociedades Financeiras ( RGICSF ) foi recentemente alterado pelo Decreto-Lei n.º 157/2014, de 24 de outubro, sobretudo com vista a transpor para a ordem jurídica interna a Diretiva n.º 2013/36/EU, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho de 2013, relativa ao acesso à atividade das instituições de crédito e à supervisão prudencial das instituições de crédito e empresas de investimento (CRD IV Capital Requirements Directive), e a implementar o Regulamento (UE) n.º 575/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho, relativo ao quadro regulamentar prudencial Basileia III. De entre as alterações introduzidas, salientam-se as seguintes: a) Ajustamento das entidades abrangidas pelas definições de instituição de crédito e de sociedade financeira, com o objetivo de harmonizar o conceito de instituição de crédito a nível europeu. O número de entidades classificadas como instituição de crédito foi reduzido, quer pela revogação de tipos de entidades sem acolhimento prático, quer pela reclassificação das demais como sociedades financeiras, designadamente as sociedades financeiras de crédito ; sociedades de investimento ; sociedades de locação financeira ; sociedades de factoring ; e as sociedades de garantia mútua. Este ajustamento permite às sociedades agora reclassificadas beneficiarem da redução de custos de contexto, dado que deixam de estar sujeitas ao conjunto das normas prudenciais a que as instituições de crédito estão sujeitas, decorrente da Diretiva n.º 2013/36/EU e do Regulamento (UE) n.º 575/2013. Contudo, as sociedades financeiras deixam de poder usufruir das vantagens do pas- saporte comunitário, o qual só lhes é permitido em casos restritos. b) A alteração em sede de governo societário, em especial no que se refere ao exercício de funções de administração e fiscalização, reforçando-se as exigências qualitativas em matéria de idoneidade, qualificação, experiência profissional, independência e disponibilidade, que serão complementadas por orientações da Autoridade Bancária Europeia ( European Banking Authority EBA ). Destaca-se que cabe, em primeira linha, às instituições de crédito verificar que todos os membros dos órgãos de administração e fiscalização possuem os requisitos adequados necessários para o exercício das respetivas funções. Ao Banco de Portugal ( BdP ) competirá, entre outros, avaliar a respetiva idoneidade tendo em conta o modo como a pessoa gere habitualmente os negócios, profissionais ou pessoais, ou exerce a profissão, em especial nos aspetos que revelem a sua capacidade para decidir de forma ponderada e criteriosa, ou a sua tendência para cumprir pontualmente as suas obrigações ou para ter comportamentos compatíveis com a preservação da confiança do mercado, tomando em consideração todas as circunstâncias que permitam avaliar o comportamento profissional para as funções em causa. c) Alteração quanto às políticas remuneratórias, com o objetivo de reforçar a promoção de uma gestão de riscos sã e não incentivar a assunção de riscos em níveis desadequados por parte dos colaboradores cuja atividade profissional tenha um impacto significativo no perfil de risco das instituições. Neste contexto, foram introduzidas novas regras quanto à estrutura e composição das remunerações, em especial da sua componente variável. d) Reformulação do sistema sancionatório, sendo de destacar o aumento do limite do valor das coimas, que podem chegar até 10% do valor pág. 1

2 total do volume de negócios anual líquido da instituição; a criação de uma nova causa de suspensão da prescrição; a previsão expressa de um regime de segredo de justiça; a limitação do número de testemunhas que podem ser indicadas; a expansão da aplicabilidade do processo sumaríssimo; a expressa previsão de que é possível aproveitar, na fase judicial, a prova produzida durante a fase administrativa, e a possibilidade de tomar declarações de qualquer interveniente processual com recurso a gravação áudio ou audiovisual, sem necessidade de transcrição. concessão de garantias) e da gestão de fundos de investimento e de outros patrimónios autónomos suportados por fundos públicos de apoio à economia. O capital da IFD é inteiramente detido pelo Estado Português e enquanto sociedade financeira está sujeita à supervisão do BdP. REGULAÇÃO BANCÁRIA O Decreto-Lei n.º 157/2014, de 24 de Outubro, veio proceder à alteração, entre outros, do RGICSF e é objeto do Destaque deste Boletim. e) Foram também estabelecidas reservas adicionais de fundos próprios, com vista a mitigar os riscos de cariz sistémico. 3. NORMAS REGULAMENTARES O referido Decreto-Lei procede, ainda, à alteração de diversos diplomas, nomeadamente: o Código dos Valores Mobiliários; a Lei n.º 25/2008, de 5 de Junho, que estabelece as medidas de natureza preventiva e repressiva de combate ao branqueamento de vantagens de proveniência ilícita e ao financiamento do terrorismo; o Regime Jurídico das Sociedades de Investimento; o Regime Jurídico dos Serviços de Pagamento e da Moeda Eletrónica; e o Regime Jurídico das Contrapartes Centrais. AVISOS 2. LEGISLAÇÃO NACIONAL IFD INSTITUIÇÃO FINANCEIRA DE DESENVOLVIMENTO, S.A. Através do Decreto-Lei n.º 155/2014, de 21 de Outubro, foi criada a IDF Instituição Financeira de Desenvolvimento, S.A. ( IFD ), cujo objeto consiste na realização de operações que visem colmatar as insuficiências do mercado financeiro de pequenas e médias empresas de cariz não financeiro e que sejam viáveis através, nomeadamente, da realização de operações de crédito (incluindo BANCO DE PORTUGAL Regulamento (UE) n.º 575/2013 (Aviso do BdP n.º 5/2014) O Aviso n.º 5/2014 veio regulamentar a dispensa das caixas de crédito agrícola mútuo pertencentes ao sistema integrado do crédito agrícola mútuo ( SICAM ) da aplicação de determinados requisitos estabelecidos nas Partes II a VIII do Regulamento (UE) n.º 575/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho de 2013, ao abrigo da faculdade prevista no n.º 1 do artigo 10.º do referido Regulamento. Fundo de Garantia de Depósitos, Fundo de Garantia de Crédito Agrícola Mútuo e Fundo de Resolução (Avisos do BdP n.ºs 6/2014, 7/2014 e 8/2014) Os Avisos do BdP n.ºs 6/2014, 7/2014 e 8/2014 vieram estabelecer que as taxas contributivas de base a aplicar em cada ano para o Fundo de Garantia de Depósitos, o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo e o Fundo de Resolução, respetivamente, serão fixadas até 15 de dezembro do ano anterior. pág. 2

3 Regulamento (UE) n.º 575/2013 (Avisos do BdP n.ºs 9/2014 e 11/2014) Pelo Aviso do BdP n.º 9/2014 foram regulamentadas as opções previstas no Regulamento (UE) n.º 575/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de junho de 2013, relativo aos requisitos prudenciais para as instituições de crédito e para as empresas de investimento, cujo exercício é atribuído às autoridades competentes. Por seu turno, o Aviso do BdP n.º 11/2014 regulamentou a aplicação dos requisitos prudenciais definidos no referido Regulamento às sociedades financeiras de crédito; sociedades de investimento; sociedades de locação financeira; sociedades de factoring; sociedades de garantia mútua e à IFD - Instituição Financeira de Desenvolvimento, S. A. Informação Financeira (Aviso do BdP n.º 10/2014) O Aviso do BdP n.º 10/2014 veio estabelecer os deveres mínimos de informação a observar durante a vigência dos contratos de crédito ao consumo e aos consumidores celebrados no âmbito dos Decretos-leis n.ºs 359/91 e 133/2009, de 21 de Setembro e 2 de Junho, respetivamente. Contribuição Anual (Aviso do BdP n.ºs 12/2014, 13/2014 e 14/2014) Os Avisos do BdP n.ºs 12/2014, 13/2014 e 14/2014 alteraram o método de apuramento do fator de ajustamento utilizado no cálculo da contribuição periódica para o Fundo de Garantia de Depósitos, para o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo e para o Fundo de Resolução, respetivamente. INSTRUÇÕES Mercado de Operações de Intervenção (Instruções do BdP n.º 22/2014 e 27/2014) A Instrução do BdP n.º 7/12, relativa ao Mercado de Operações de Intervenção ( M.O.I. ) - Medidas adicionais temporárias foi alterada pelas Instruções do BdP n.º 22/2014 e n.º 27/2014. Por força destas alterações, passaram a ser admitidos como ativos de garantia para as operações de crédito do Eurosistema determinados instrumentos de dívida de curto prazo que cumpram os requisitos nela previstos, tendo sido igualmente revistas as margens de avaliação relativas a instrumentos de dívida transacionáveis emitidos ou totalmente garantidos pelo Estado Grego. Sistema de Compensação Interbancária (Instrução do BdP n.º 23/2014) A Instrução do BdP n.º 23/2014 veio alterar a Instrução do BdP n.º 3/2009, que regulamenta o Sistema de Compensação Interbancária ( SICOI ), nomeadamente quanto aos horários a que devem obedecer o fecho das sessões de compensação e a liquidação financeira do subsistema de Débitos Diretos (vertentes SEPA CORE e SEPA B2B). Reporte de informação financeira (Instrução do BdP n.º 24/2014) A Instrução do BdP n.º 24/2014 veio estabelecer a obrigatoriedade das instituições de crédito e das empresas de investimento remeterem ao BdP, com uma periodicidade trimestral, a informação financeira e contabilista em base individual FINREP - tendo presente os elementos anexos à referida Instrução e sem prejuízo do reporte da situação analítica nos termos da Instrução do BdP n.º 23/2004. Reporte de Informação Estatística (Instrução do BdP n.º 25/2014) Através da Instrução n.º 25/2014, o BdP regulamentou o reporte de informação estatística com vista à compilação de estatísticas de balanço e de taxas de juro das instituições financeiras monetárias, tendo revogado a Instrução do BdP n.º pág. 3

4 12/2010. A referida Instrução inclui um anexo com a informação a reportar ao BdP pelas Instituições de Crédito. Taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores (Instrução do BdP n.º 26/2014) A Instrução do BdP n.º 26/2014 veio definir as taxas máximas aplicáveis aos contratos de crédito aos consumidores para o primeiro trimestre de 2015, nomeadamente para o crédito pessoal e para o crédito automóvel. Divulgação de Informação (Instrução do BdP n.º 28/2014) A Instrução do BdP n.º 28/2014 veio estabelecer o cumprimento das orientações relativas à publicação de informação sobre ativos onerados e não onerados, estabelecidas pela EBA tendo aprovado um modelo de publicação para o efeito, anexo à referida Instrução. Normas Prudenciais (Instrução do BdP n.º 29/2014) Através da Instrução do BdP n.º 29/2014, o BdP veio determinar o cumprimento pelas Instituições de Crédito da Recomendação B do Comité Europeu de Risco Sistémico relativa à gestão de risco de oneração dos ativos. Fundo de Garantia de Depósitos, Fundo de Garantia de Crédito Agrícola Mútuo e Fundo de Resolução (Instruções do BdP n.ºs 30/2014, 31/2014, 32/2014 e 33/2014) As Instruções do BdP n.ºs 30/2014, 32/2014 e 33/2014 vieram estabelecer as taxas contributivas para 2015 para o Fundo de Garantia do Crédito Agrícola Mútuo, o Fundo de Garantia de Depósitos e o Fundo de Resolução, as quais foram fixadas em 0,015%, 0,005% e 0,015%, respetivamente. Relativamente ao Fundo de Garantia de Depósitos o BdP veio, ainda, determinar, através da Instrução n.º 31/014, que as instituições de crédito participantes, em 2015, não podem substituir a sua contribuição neste Fundo por compromissos irrevogáveis de pagamento. Fundo de Resolução (Instrução do BdP n.º 34/2014) A Instrução do BdP n.º 34/2014 veio alterar a Instrução do BdP n.º 6/2013, na sequência da introdução do conceito de fundos próprios principais de nível 1 ( Common Equity Tier 1 ) pelo Regulamento (UE) n.º 575/2013, relativo aos requisitos prudenciais para instituições de crédito e para as empresas de investimento. COMISSÃO DO MERCADO DE VALORES MOBILIÁRIOS REGULAMENTOS Papel Comercial (Regulamento da Comissão do Mercado de Valores Mobiliários ( CMVM ) n.º 2/2014) O regime regulamentar aplicável ao papel comercial foi revisto pelo Regulamento da CMVM n.º 2/2014, concretizando o regime legal previsto no DecretoLei n.º 69/2004, de 25 de março. 4. JURISPRUDÊNCIA REVOGAÇÃO DE CHEQUES DURANTE O PRAZO DE PAGAMENTO Pelo Acórdão de 14 de outubro de 2014, o Supremo Tribunal e Justiça ( STJ ), entendeu que um banco não está obrigado a indemnizar o portador de cheques, ao abrigo da responsabilidade civil, pelo fato desse banco ter aceite um pedido injustificado pág. 4

5 de revogação dos cheques pelo respetivo sacador, durante o prazo legal de pagamento, dado que a conta sobre a qual os cheques haviam sido emitidos não dispunha, no momento da apresentação dos cheques a pagamento, de fundos que permitissem o pagamento dos mesmos, não havendo, pois, nexo de causalidade entre o fato ilícito (a revogação e a devolução ilegítima dos cheques) e o dano (prejuízo patrimonial). obteve o cumprimento do negócio por parte do administrador da insolvência, goza do direito de retenção nos termos do estatuído no artigo 755º, n.º 1, alínea f), do Código Civil. GARANTIA BANCÁRIA O Regulamento de Execução (UE) n.º 964/2014, da Comissão, de 11 de setembro, veio estabelecer as regras de execução do Regulamento (UE) n.º 1303/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, no que diz respeito às normas e condições para os instrumentos financeiros. No acórdão de 13 de novembro de 2014, o STJ considerou que, se num contrato de garantia ficou acordado que o banco só efetuaria o respetivo pagamento após produção de prova do incumprimento do seu cliente, por meio de um mapa de conta corrente pelo mesmo validado, e não tendo esta prova sido oferecida pelo beneficiário da garantia, o banco tem o direito de recusar o pagamento enquanto o beneficiário não demonstrar, através do meio de prova acordado, o incumprimento contratual do contrato-base por parte do ordenante da garantia. DIREITO DE RETENÇÃO DO PROMITENTE-COMPRADOR CONSUMIDOR Em 25 de novembro de 2014, o STJ proferiu um Acórdão nos termos do qual considerou que o Acórdão de Uniformização de Jurisprudência ( AUJ ) do STJ n.º 4/2014, a seguir transcrito, se refere ao promitente-comprador que é simultaneamente consumidor em sentido estrito, ou seja, correspondente à pessoa que adquire um bem ou serviço para uso privado, de modo a satisfazer as necessidades pessoais e familiares, não incluindo quem obtém ou utiliza bens e serviços para satisfação das necessidades da sua profissão ou empresa. Diz o mencionado AUJ que: No âmbito da graduação de créditos em insolvência o consumidor promitente comprador em contrato, ainda que com eficácia meramente obrigacional com traditio, devidamente sinalizado, que não 5. LEGISLAÇÃO COMUNITÁRIA INSTRUMENTOS FINANCEIROS RETIFICAÇÃO DO REGULAMENTO (UE) N.º 469/2014 O Regulamento (UE) n.º 469/2014 foi retificado nos termos publicados no Jornal Oficial da União Europeia de 6 de setembro RETIFICAÇÃO DA DIRETIVA 2014/49/UE A Diretiva 2014/49/EU, do Parlamento Europeu e do Conselho, de 16 de abril de 2014, relativa aos sistemas de garantia de depósitos, foi retificada nos termos publicados no Jornal Oficial da União Europeia de 30 de outubro de NORMAS TÉCNICAS DE REGULAMENTAÇÃO SOBRE AS INFORMAÇÕES A NOTIFICAR NO EXERCÍCIO DO DIREITO DE ESTABELECIMENTO E DA LIBERDADE DE PRESTAÇÃO DE SERVIÇOS Pelo Regulamento Delegado (UE) n. 1151/2014, da Comissão, de 4 de junho de 2014, foi complementada a Diretiva 2013/36/UE, do Parlamento Europeu e do Conselho, no que diz respeito às normas técnicas de regulamentação sobre as informações a notificar no exercício do direito de estabelecimento e da liberdade de prestação de serviços. pág. 5

6 TAXAS DE SUPERVISÃO Pelo Regulamento (EU) n.º 1163/2014 do BCE, de 22 de outubro de 2014, foram estabelecidas, nomeadamente, as disposições para o cálculo do montante total das taxas de supervisão anuais a cobrar relativamente às entidades e grupos supervisionados; a metodologia e os critérios para o cálculo das taxas de supervisão anual a serem suportadas por cada entidade e por cada grupo supervisionados; e o procedimento para a cobrança das taxas de supervisão anuais pelo BCE. NORMAS TÉCNICAS SOBRE RISCO O Regulamento Delegado (UE) n.º 1187/2014, da Comissão, de 2 de outubro, veio complementar o Regulamento (UE) n.º 575/2013, do Parlamento Europeu e do Conselho, no que se refere às normas técnicas de regulamentação relativas à determinação do risco global sobre um cliente ou grupo de clientes ligados entre si no que diz respeito às operações com ativos subjacentes. PERÍODOS DE TRANSIÇÃO RELACIONADOS COM OS REQUISITOS DE FUNDOS PRÓPRIOS Pelo Regulamento de Execução (UE) N.º 1317/2014, da Comissão, de 11 de dezembro de 2014, foram prorrogados os períodos de transição relacionados com os requisitos de fundos próprios para posições em risco sobre contrapartes centrais, previstos nos Regulamentos (UE) n.º 575/2013 e (UE) n.º 648/2012, do Parlamento Europeu e do Conselho. ESTATÍSTICAS DE MERCADOS MONETÁRIOS Através do Regulamento (UE) n.º 1333/2014 do BCE, de 26 de Novembro, foi estabelecido o procedimento de prestação ao BCE de informação estatística pelos bancos centrais nacionais, caso decidam recolher essa informação ou, caso contrário pelas Instituições Financeiras Monetárias, pág. 6 elencando os prazos dessa informação e, bem assim, detalhando os dados requisitados para esse efeito. BALANÇO CONSOLIDADO O Regulamento (UE) n.º 1375/2014 BCE, de 10 de dezembro, veio alterar o Regulamento (UE) n.º 1071/2013 relativo ao balanço consolidado do setor das instituições financeiras monetárias. RESERVAS MÍNIMAS O Regulamento (CE) n.º 1745/2003, relativo à aplicação do regime das reservas mínimas (BCE/2003/9), foi alterado pelo Regulamento (UE) n.º 1376/2014, de 10 de Dezembro do BCE. 6. CONSULTAS PÚBLICAS AVALIAÇÃO DE SOLVABILIDADE E TRATAMENTO DE SITUAÇÕES DE INCUMPRIMENTO A EBA colocou em consulta pública até ao dia 12 de fevereiro de 2015, Orientações sobre a avaliação de solvabilidade de clientes bancários e sobre o tratamento de situações de incumprimento, no âmbito dos trabalhos preparatórios da implementação da Diretiva do Crédito Hipotecário. Esta Diretiva, em fase de transposição, estabelece a obrigação de as instituições de crédito fazerem uma avaliação detalhada da situação financeira dos clientes, garantindo que estes são capazes de cumprir as obrigações decorrentes do contrato de crédito. A Diretiva define também os procedimentos a seguir pelas instituições no acompanhamento de clientes em risco de incumprimento ou em incumprimento.

7 PROCEDIMENTOS INTERNOS QUE AS INSTITUIÇÕES DEVERÃO SEGUIR NA CRIAÇÃO E COMERCIALIZAÇÃO DE PRODUTOS BANCÁRIOS DE RETALHO A EBA colocou em consulta pública, até ao dia 10 de fevereiro de 2015, os procedimentos internos que as instituições de crédito devem seguir na criação, aprovação e comercialização de produtos bancários de retalho. Estes procedimentos também terão de ser adotados por outros intervenientes na comercialização destes produtos, como os intermediários de crédito. Estas orientações deverão ser publicadas durante o segundo trimestre de 2015 e entrar em vigor a 1 de abril de NORMAS TÉCNICAS REGULAMENTARES E DE EXECUÇÃO RELATIVAS À IMPLEMENTAÇÃO DA DIRETIVA E REGULAMENTO DOS MERCADOS DE INSTRUMENTOS FINANCEIROS (DMIF II / RMIF) A Autoridade Europeia dos Valores Mobiliários e dos Mercados ( ESMA ) colocou em consulta pública, até ao dia 2 de março de 2015, os projetos de normas técnicas regulamentares e de execução relativos à implementação da Diretiva e Regulamento dos Mercados de Instrumentos Financeiros (DMIF II / RMIF). Os comentários podem ser remetidos à ESMA através do respetivo website (www.esma. europa.eu) na área Your input/consultations. RELATÓRIO SOBRE REGULAÇÃO TRANSFRONTEIRA A Organização Internacional de Comissões de Valores ( IOSCO ) colocou em consulta pública um relatório sobre regulação transfronteira. A consulta pública decorre até ao dia 23 de fevereiro de pág. 7 DOCUMENTO DE DISCUSSÃO SOBRE A INFORMAÇÃO FUNDAMENTAL AO INVESTIDOR PARA OS PACOTES DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO DE RETALHO E DE PRODUTOS DE INVESTIMENTO COM BASE EM SEGUROS A ESMA, a EBA e a Autoridade Europeia dos Seguros e Pensões Complementares de Reforma ( EIOPA ) submeteram a consulta pública um documento de discussão sobre a informação fundamental ao investidor ( IFI ) para pacotes de produtos de investimento de retalho e de produtos de investimento com base em seguros ( PRIIPs ). A consulta decorre até ao dia 17 de fevereiro de 2015.

8 MIRANDA CORREIA AMENDOEIRA & ASSOCIADOS - SOCIEDADE DE ADVOGADOS, RL Para mais informações acerca do conteúdo deste Boletim Bancário e Financeiro, por favor contacte: Av. Eng. Duarte Pacheco, Lisboa Telefone: Fax: Mafalda Monteiro Miranda Correia Amendoeira & Associados, A reprodução total ou parcial desta obra é autorizada desde que seja mencionada a sociedade titular do respetivo direito de autor. GRUPO DE PRÁTICA BANCÁRIO E FINANCEIRO Aviso: Os textos desta comunicação têm informação de natureza geral e não têm por objetivo ser fonte de publicidade, oferta de serviços ou aconselhamento jurídico; assim, o leitor não deverá basear-se apenas na informação aqui consignada, cuidando sempre de aconselhar-se com advogado. Diogo Xavier da Cunha Mafalda Monteiro Alberto Galhardo Simões Para além do Boletim Bancário e Financeiro, a Miranda emite regularmente um Boletim Fiscal, um Boletim Direito Público e um Boletim Laboral. Nuno Cabeçadas Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim Fiscal, por favor envie um para: Bruno Sampaio Santos Nuno Galinha Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim de Direito Público, por favor, envie um para: Rodrigo Costeira Saul Fonseca Caso queira conhecer e receber o nosso Boletim Laboral, por favor envie um para Este boletim é distribuído gratuitamente aos nossos clientes, colegas e amigos. Caso pretenda deixar de o receber, por favor responda a este . MEMBROS PORTUGAL ANGOLA BRASIL CABO VERDE CAMARÕES FRANÇA GABÃO GUINÉ-BISSAU GUINÉ EQUATORIAL MACAU (CHINA) MOÇAMBIQUE REPÚBLICA DEMOCRÁTICA DO CONGO REPÚBLICA DO CONGO SÃO TOMÉ E PRÍNCIPE TIMOR-LESTE ESCRITÓRIOS DE LIGAÇÃO EUA (HOUSTON) REINO UNIDO (LONDRES) pág. 8

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