ESCOLA & UNIVERSIDADE:

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1 ESCOLA & UNIVERSIDADE: PARCERIA DE PROFISSIONAIS HARACEMIV, Sônia Maria Chaves Universidade Federal do Paraná - Brasil CASTRO, Ana Paula Pádua Pires de Universidade Federal do Paraná - Brasil WALGER, Américo Agostinho Rodrigues Universidade Federal do Paraná - Brasil RESUMO O presente trabalho visa apresentar a proposta de qualificação dos profissionais da educação pertencentes à carreira pública do município de Curitiba, consolidada no Projeto Escola & Universidade que visa a mediação entre a pesquisa educacional, a educação por projetos nas escolas e a ação reflexiva docente. Este projeto é desenvolvido através da parceria da Secretaria Municipal da Educação e diversas Instituições de Ensino Superior sediadas na cidade de Curitiba (PR), entre elas a Universidade Federal do Paraná, articulando a realidade das escolas municipais e a orientação de projetos propostos pelos professores da Rede Municipal de Ensino, oferecendo-lhes o devido apoio teórico-metodológico. A iniciativa permite oportunidades de análise e intervenção pedagógica de ambas as partes: aos profissionais de ensino municipais competem refletir sobre sua prática, buscando formas de solucionar problemas e melhorar a qualidade da educação ofertada na unidade escolar onde trabalha; aos professores parceiros e orientadores, o Projeto enseja a transformação qualitativa da educação em Curitiba, por mobilizar teorias e metodologias estudas e discutidas no meio acadêmico. PALAVRAS-CHAVE Formação Continuada do Educador; Projetos Educacionais; Parceria. Introdução O Projeto Escola & Universidade reflete a experiência direta vivida pela equipe da Universidade Federal do Paraná, no aprimoramento do trabalho docente dos profissionais da educação da Rede Municipal de Ensino da cidade de Curitiba, Estado

2 do Paraná, e o contato direto com a realidade escolar, aproximando a pesquisa educacional realizada na Universidade com a prática da sala de aula. Quando se trata de pesquisa educacional, Charlot (2005) em suas reflexões anuncia certo afastamento da pesquisa e as práticas escolares, por justamente essa não conseguir abranger a totalidade da situação educacional e oferecer inteligibilidade para todas as atividades docentes exercidas em sala de aula. Com isso, o Projeto Escola & Universidade objetivou as parcerias com as Instituições de Ensino Superior, a qualificação continuada e assessoramento acadêmico-científico, instrumentalizando o professor para a ação profissional fundamentada e consistente e a busca pela superação deste distanciamento entre a teoria e a prática. Ao intercambiar saberes e experiências, temos a partir do chão da escola, o aprofundamento teórico-metodológico no desenvolvimento de projetos pedagógicos propostos em conformidade com o currículo, com o contexto social, político, econômico e familiar da comunidade e que atendessem a unidade escolar em suas necessidades educativas para solução de problemas da prática cotidiana. O Projeto foi desenvolvido com intuito de atingir os seguintes objetivos específicos: Incentivar a busca contínua da melhoria da qualidade de ensino da Rede Pública de Ensino Municipal de Curitiba; Refletir em parceria, escola & universidade, a relação concreta teoria e prática docente com professores em serviço; Orientar os projetos elaborados pelos Profissionais da escola, visando o aperfeiçoamento pedagógico permanente; Estimular o trabalho cooperativo e interdependente da escola fundamental e universidade no desenvolvimento de projetos na linha de pesquisa-ação. A Rede Municipal da Educação de Curitiba conta alunos atendidos em 172 Unidades Escolares Escolas de Ensino Fundamental, 8 Centros Municipais de Atendimento Especializado (CMAEs), 162 Centros Municipais de Educação Infantil e anexos como os Faróis do Saber, que são bibliotecas e espaços de contra-turno escolar. Para participar do Projeto, no início do ano letivo, professores e pedagogos de uma Unidade Escolar reuniram-se em grupo de dois ou três profissionais e elaboraram 2

3 um projeto pedagógico dentro de uma área temática. Estes projetos pedagógicos deviam conter: Identificação com título do projeto pedagógico contendo: nome da unidade escolar e do Núcleo Regional ao qual pertence, endereço e nome dos participantes (grupo); Introdução e Formulação do Problema, indicando a área de interesse a ser investigada; Justificativa apresentando as contribuições que este estudo irá proporcionar à escola e aos alunos; Objetivos: geral e específico; Referencial teórico; Procedimentos metodológicos, delimitando bem o universo em que se pretende desenvolver o projeto; Recursos materiais e humanos; Cronograma com a descriminação do tempo a ser despendido com cada etapa do projeto proposto; Referências que foram utilizadas na elaboração da proposta. Os projetos pedagógicos elaborados foram aprovados pela Equipe pedagógico-administrativa (EPAs) das Unidades Escolares e pelos Conselhos de Escola, e encaminhados em duas vias, uma impressa e outra em CD, juntamente com uma ficha de inscrição, aos Núcleos Regionais de Ensino correspondente à área de localização da escola, para validar a proposta. Somente após este percurso, os projetos inscritos e aceitos foram remetidos à Secretaria Municipal da Educação. Nem todos os profissionais da educação da Rede Municipal participaram, pois não há obrigação de trabalharem nas escolas mediante a execução de projetos. Para aqueles profissionais que se inscreveram e participaram houve o incentivo no soldo salarial de uma bolsa-auxílio, referente a R$ 1.200,00 (mil e duzentos reais) pagas em 5 parcelas de R$ 240,00 (duzentos e quarenta) reais, no período de agosto a dezembro. Em função do Projeto Escola & Universidade não ser compulsório, pode-se destacar em 2007, num universo de profissionais de ensino (professores e pedagogos), inscritos e projetos inscritos. Destes, foram aprovados

4 projetos e participaram profissionais de ensino, denominados pela Secretaria Municipal da Educação como bolsistas. A seleção dos projetos pelas EPAs, pelos Conselhos Escolares e pelos Núcleos Regionais seguiu os critérios de Inovação Pedagógica da proposta, Criatividade, Relevância para escola, Coerência teórica-prática e conformidade com as Diretrizes Curriculares da Secretaria Municipal da Educação. Além desses fatores, foi observado também o número de bolsas disponíveis para pagamento dos participantes. Nas Instituições de Ensino Superior, os critérios utilizados pelos avaliadores, para classificação dos projetos propostos, requereram a observação de: formatação na padronização indicada; coerência entre título, objetivos e justificativa definidos em relação ás estratégias propostas; embasamento teórico; proposição inovadora para a melhoria da qualidade do ensino; e, por fim, a coerência com a área de atuação dos proponentes. Os profissionais escolhidos das Instituições de Ensino Superior, para serem avaliadores e pareceristas na classificação dos projetos, geralmente são os mesmos que posteriormente orientaram os projetos. Os professores-orientadores escolheram seus projetos pela área de conhecimento, obedecendo a critérios internos de cada IES, com relação à quantidade e distribuição dos projetos a serem orientados. As áreas de conhecimento, indicadas pelos proponentes dos projetos pedagógicos, foram assim definidas: EDUCAÇÃO INFANTIL Inclusão; Jogos e brincadeiras; Infância e natureza; Ação educativa compartilhada com as famílias; Organização dos espaços e tempo; Linguagem artística; Linguagem corporal; Oralidade/leitura/escrita; Pensamento lógico-matemático; Avaliação na Educação Infantil; Educação e diversidade Étnico-Racial; Criança Saudável e Nutrição Infantil, Segurança, Higiene e Sinais de Alerta. ENSINO FUNDAMENTAL E EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS (EJA) Gestão escolar; Organização do trabalho pedagógico; Educação para a sustentabilidade; Educação pela filosofia; Avaliação da aprendizagem; Educação inclusiva; Tecnologias da informação e comunicação aplicadas à educação; Relação escola e comunidade; Currículo e organização escolar; Metodologias de ensino: Língua Portuguesa, 4

5 Matemática, História, Geografia, Ciências, Língua Estrangeira Moderna, Educação Física, Ensino Religioso, Artes; Prevenção: drogas, doenças sexualmente transmissíveis, gravidez na adolescência; Educação e diversidade Étnico-Racial; Educação inclusiva e não sexista; Alfabetização; Educação em tempo integral; Xadrez. EDUCAÇÃO ESPECIAL Psicomotricidade; Inclusão de alunos com necessidades especiais no ensino regular; Desenvolvimento infantil; Habilidades cognitivas; Consciência fonológica; Educação física adaptada; Tecnologias de apoio à aprendizagem; Artes; Família; Parceria com a comunidade; Adaptações curriculares para alunos com necessidades educacionais especiais; Inclusão e o mercado de trabalho para pessoas com necessidades educacionais especiais; Alfabetização para pessoas com necessidades educacionais especiais. Além dos procedimentos acima dispostos, sobre a classificação dos projetos, vale mencionar quais as competências das Instituições de Ensino Superior conveniadas com a Secretaria Municipal da Educação. Nesse sentido, destaca-se a responsabilidade pela efetivação do Convênio e indicação dos professores para a prestação de serviços de análise, seleção, classificação e orientação dos projetos. Cada IES deve ainda escolher entre os professores integrantes de seu quadro funcional, um coordenador e vice (opcional) para acompanhamento da execução do Projeto. A Coordenação escolhida pela IES teve a responsabilidade: Indicar professores do corpo docente efetivo da instituição, com titulação de mestrado e doutorado, e também professores substitutos que possuem vínculo de contrato temporário, para a orientação dos projetos; Se responsabilizar pelos relatórios, informações e cumprimento dos prazos estabelecidos no convênio com a Secretaria Municipal da Educação (SME); Coordenar o processo de análise, seleção e classificação dos projetos recebidos, de acordo com a quantidade de bolsas-auxílio disponibilizadas pela SME; Organizar os procedimentos necessários para que seja efetuado o pagamento aos orientadores pelo serviço prestado; 5

6 Oferecer orientação para a elaboração do relatório final e da síntese do projeto; Incentivar os professores executantes dos projetos a se instrumentalizarem teoricamente e a divulgarem seus trabalhos, seja por meio de participação em seminários/congressos e/ou escrevendo artigos destinados a serem publicados em revistas científicas; Organizar o Seminário Final. Com relação às competências dos professores-orientadores destaca-se: A análise, seleção e classificação criteriosa dos projetos, realizada em julho; Orientação pedagógica mensal dos bolsistas para o desenvolvimento qualitativo dos projetos, no período de agosto a novembro; Orientação teórico-metodológica para a fundamentação dos projetos; Orientação bibliográfica; Disponibilidade de horário para um encontro mensal com os bolsistas, sendo que dos quatro encontros previstos, o primeiro e o último devem obrigatoriamente ocorrer na unidade escolar; Definição juntamente com os bolsistas de cronograma para orientação pedagógica com os horários de atendimento; Participação no Seminário Final, realizado no mês de dezembro. Sobre o desenvolvimento do Projeto Escola & Universidade em 2007, registramos a participação de 10 Instituições de Ensino Superior na constituição da parceria prevista para orientação e qualificação da Rede Municipal de Ensino. Dentre as 10 IES, tivemos 2 Universidades privadas, 5 Faculdades privadas, 1 Faculdade pública estadual e 2 Universidades Federais, sendo uma delas a Universidade Federal do Paraná UFPR. Na UFPR, participaram 40 professores do Setor de Educação como orientadores e 2 professores na Coordenação. Foram selecionados 166 projetos e orientados 460 profissionais de ensino da Rede Municipal. Entre os projetos selecionados houve a distribuição nas seguintes áreas: 26 projetos de língua portuguesa 23 de jogos e brincadeiras 6

7 20 de educação pela filosofia 17 de ciências 17 de educação para a sustentabilidade 12 de xadrez 9 de educação e diversidade étnico-racial 7 de alfabetização 6 de educação inclusiva 5 de geografia 4 de história 4 de linguagem corporal 3 de língua estrangeira moderna 2 de habilidades cognitivas 1 de inclusão 1 de psicomotricidade 1 de inclusão e o mercado de trabalho para pessoas com necessidades educacionais especiais 1 de prevenção drogas 1 de inclusão de alunos com necessidades educacionais especiais no ensino regular 1 de criança saudável e nutrição infantil, segurança, higiene e sinais de alerta 1 de educação inclusiva 1 de relação escola e comunidade 1 de desenvolvimento infantil 1 de tecnologias da informação e comunicação aplicadas à educação No Seminário Final foi socializada a produção do conhecimento gerado pela execução destes projetos pedagógicos, tendo em vista que os bolsistas, por serem de diversas escolas, não possuiam oportunidades de se encontrarem durante o tempo em que receberam a orientação dos professores da UFPR. Essa dinâmica dos encontros realizados entre orientadores e bolsistas, ficou determinada por cada orientador, sem haver qualquer ingerência por parte da Coordenação do Projeto. Contudo, três professores-orientadores realizaram encontros coletivos com todos os bolsistas, permitindo a troca de experiências entre projetos com temas correlatos, porém executadas em escolas distintas. 7

8 Registra-se ainda que dos 40 orientadores da UFPR, 18 realizaram os quatro encontros mensais nas Escolas, independente da determinação colocada pela Secretaria Municipal da Educação, do primeiro e último encontro serem nas Escolas e os outros dois, em local previamente combinado com os bolsistas. A média de orientação, em horas dispensadas nos encontros pelos 40 orientadores, também superou as expectativas, ultrapassando às 2 horas previstas e geralmente aplicadas pelas outras IES no processo de acompanhamento dos projetos desenvolvidos nas escolas. Estes dados indicam o interesse do corpo docente da carreira de magistério superior, em acompanhar as práticas existentes nas escolas e ampliar o conhecimento na área educacional, o que proporciona novos olhares sobre o que foi orientado e observado e futuras pesquisas. REPENSANDO A PARCERIA... É necessário repensar alguns itens para a aplicação do Projeto Escola & Universidade, versão 2008, ou até mesmo para continuidade da proposta de qualificação por projetos. A evolução da sociedade em nível social, cultural e tecnológico exige, por parte dos professores, o exercício de tarefas cada vez mais diversificadas. A escola é pressionada a se adequar às novas demandas de construção ou transmissão do conhecimento, bem como necessita reorganizar-se frente às questões sociais postas pela globalização da economia, da cultura e das novas tecnologias da comunicação e informação. A formação de professores é a área de conhecimentos, investigação e de propostas teóricas e práticas que no âmbito da Didática e da Organização Escolar, estuda os processos através dos quais os professores em formação ou em exercício se implicam individualmente ou em equipa, em experiências de aprendizagem através das quais adquirem ou melhoram os seus conhecimentos, competências e disposições, e que lhes permite intervir profissionalmente no desenvolvimento do seu ensino, do currículo e da escola, com o objetivo de melhorar a qualidade da educação que os alunos recebem (GARCIA, 1999, p.26). Deste modo, a formação contínua dos professores, se faz necessária para garantir sua atualização a fim de atuarem com competência frente a estas exigências. No caso do Brasil, onde a demanda ainda é grande para os cursos de formação de professores, surge como uma cultura docente e discente, inserindo-se no processo de formação do educador em serviço, de forma continuada e permanente. No 8

9 trabalho em parceria, o espaço e o tempo passam a serem transformados adquirindo uma nova forma de processo de aprendizagem onde a relação professor orientador e professor-aluno transpõem o conceito de espaço e tempo. A educação superior rompe as barreiras tempo espaciais, as psicológicas e sociológicas e se propõem chegar a todos, facilitando a aprendizagem autônoma (CASTRO, 2001, p. 167). Sabendo que a práxis educativa caracteriza-se pela ação intencional e reflexiva sobre a prática escolar, temos que apontar questões para superar no chão de escola o saber-fazer prático-intuitivo pelo sabe-fazer científico e intencional. Para tanto é preciso repensar: A formação dos orientadores das IES segundo as orientações da SME para que haja o conhecimento atualizado da Rede Municipal de Ensino; Orientação antecipada em Metodologia Científica, para os profissionais de ensino que venham elaborar os projetos e se inscreverem no início de cada ano letivo, dando oportunidades àqueles que possuem dificuldades em redigir suas propostas; Aprofundamento em Pedagogia de Projetos; Maior integração entre a SME, Coordenação e professores-orientadores na resolução dos conflitos de orientação; Intercâmbio entre as IESs conveniadas e participantes da Escola & Universidade para discussão do atendimento ao Projeto; Ampliação no quantitativo de projetos classificados, permitindo maior abrangência de atendimento da Rede Municipal de Ensino; Acompanhamento pela Secretaria Municipal da Educação e as IESs conveniadas, dos projetos pedagógicos já executados em anos anteriores, para verificação da melhoria no ensino e continuidade de aplicação das propostas, independente do auxílio-bolsa ofertado aos profissionais participantes. Essas sugestões visam cientifizar a prática educativa, para que o professor e o pedagogo que atuam na Educação Infantil e no Ensino Fundamental venham objetivála, compreendê-la e dessa forma, transformá-la, num processo de reapropriação da responsabilidade social docente e do compromisso profissional com a melhoria da educação no município e no país. Muito se fala sobre o pensamento dialético e a práxis pedagógica no âmbito educacional, mas esta aproximação da Universidade e seu corpo docente escola da 9

10 realidade, num olhar fenomenológico que implique em atitudes problematizadoras e contextutalizadoras das circunstâncias sociais, políticas, econômicas e culturais presentes na prática educativa. A postura fenomenológica é essencial para que o professor-orientador efetivamente reconheça e domine as situações educativas, percebendo as exigências de cada realidade educacional e o papel ativo do professor da Rede Municipal que, por meio da orientação e da reflexão, adquirirá conhecimento crítico de sua ação docente. Bibliografia CASTRO, A. D. (org.) (2001). Ensinar a Ensinar: didática para escola fundamental e média. São Paulo, SP: Pioneira Thomson Learning. CHARLOT, Bernard (2005). Formação de professores: a pesquisa e a política educacional. In Selma Garrido PIMENTA & Evandro GHEDIN (orgs.). Professor Reflexivo no Brasil: gênese e crítica de um conceito. 3. Ed. São Paulo: Cortez. GARCIA, C. M. (1999). Formação de Professores: para uma mudança educativa. Porto: Porto Editora. CURITIBA (2007). Manual de Orientação Escola & Universidade. Secretaria Municipal da Educação. CURITIBA (2007). Plano de Trabalho Escola & Universidade. Universidade Federal do Paraná. 10

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