POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM"

Transcrição

1 ANEXO À PD.CA/BAK-37/2010 POLÍTICA DE INVESTIMENTOS DA BRASKEM Aprovada pelo Conselho de Administração da Braskem S.A. em 29 de Novembro de XX/XX/10 RAE Inventimentos LE Braskem Revisão Data da Revisão Responsável Proponente Número do Documento No. Páginas XXXXXX -XX 12

2 Sumário 1 INTRODUÇÃO AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO INVESTIMENTO ANÁLISE EMPRESARIAL AVALIAÇÃO QUALITATIVA SELEÇÃO DE INVESTIMENTOS APROVAÇÃO DE INVESTIMENTOS ATRIBUIÇÕES GERENCIAMENTO DE INVESTIMENTOS ACOMPANHAMENTO DE INVESTIMENTOS ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO DE INVESTIMENTOS ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO DE INVESTIMENTOS Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 2

3 1 INTRODUÇÃO A Política de Investimentos da Braskem define a metodologia adotada para a avaliação, seleção, aprovação, gerenciamento e acompanhamento de seus investimentos. Tem por objetivo estabelecer uma gestão de investimentos capaz de produzir uma carteira de projetos que: crie valor para seus acionistas, esteja alinhada com os objetivos estratégicos da companhia e seja robusta em distintos cenários. A metodologia descrita nesta Política é complementada por procedimentos, que trazem as orientações a serem seguidas na condução dos processos relacionados aos investimentos e servem de referência aos profissionais encarregados da sua execução. São definidas, para fins desta Política, as seguintes classes de investimento: operacionais, abrangendo, em categorias, todos os investimentos necessários à continuidade das atividades operacionais da companhia, tecnologia e inovação e estratégicos, que considera a implantação de novos projetos e aquisições. 2 AVALIAÇÃO DE INVESTIMENTOS A avaliação de um investimento, para fins de aprovação final, deve ser executada quando o projeto básico correspondente já estiver concluído. O processo de avaliação de investimentos operacionais deve ser conduzido conforme as diretrizes do sistema de avaliação de investimentos da companhia, que estabelece: critérios e mecanismos de avaliação técnica e econômica e cadastro individual de cada investimento. Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 3

4 A metodologia de avaliação dos investimentos em tecnologia e inovação deve ser definida em procedimento específico. Por fim, os investimentos estratégicos, além dos projetos cuja aprovação esteja no limite de alçada do Líder Empresarial (LE) ou do Conselho de Administração (CA), deverão ser objeto de uma avaliação individual, apresentada em um Relatório de Avaliação do Investimento. 2.1 RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO INVESTIMENTO (RAI) O RAI é o documento a ser submetido pelo Vice-presidente Executivo (VPE) ou Responsável pelo Apoio ao Empresariamento (RAE) ao LE para a aprovação de um investimento estratégico. O RAI é composto de uma análise empresarial e de uma avaliação qualitativa. Tanto a análise empresarial quanto a avaliação qualitativa devem ser realizadas empregando as premissas, os cenários de referência e os procedimentos corporativos. O RAE Investimentos deverá apoiar o VPE ou o RAE responsável pelo investimento na elaboração do RAI, de forma a assegurar a sua aderência aos procedimentos corporativos ANÁLISE EMPRESARIAL A análise empresarial de um investimento deve ser composta por u m E s t u d o de V i a b i l i d a d e T é c n i c a e E con ô m i c a ( E V T E ), e m q u e s e j a m calculados o Valor Presente Líquido (VPL), utilizando a metodologia do fluxo de caixa descontado, a T a x a I n t e r n a d e R e t o r n o ( T I R ), o tempo de retorno do investimento (payback) e a relação VPL / VPI (Valor Presente Líquido / Valor Presente do Investimento), conforme detalhado em procedimento. Quando o investimento apresentar um alto grau de incerteza devem ser utilizados também outros métodos de avaliação como a Teoria de Opções Reais. Em projetos com risco de perda dos investimentos iniciais, situação incomum em projetos industriais, pode-se adotar o cálculo do Valor Monetário Esperado Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 4

5 (VME), que determina o valor esperado de um investimento empregando probabilidades associadas a seus possíveis resultados. A metodologia de análise do Valor da Informação pode ser utilizada no caso de investimento que tenha como objetivo produzir informações que diminuam a incerteza técnica de um projeto. Consiste em obter o valor líquido da informação a partir do cálculo do seu valor e custo de obtenção. Na análise empresarial, além do cálculo de viabilidade técnica e econômica, devem ser também apresentadas análises de sensibilidade e cenarização. A análise de sensibilidade considera o impacto de uma variável no investimento, enquanto a cenarização avalia o reflexo de um cenário distinto, composto de mais de uma variável. Adicionalmente, poderá ser realizada uma análise de risco, utilizando o método de Monte Carlo (construção de funções de probabilidade dos indicadores econômicos das principais variáveis do investimento), a abordagem por árvores de decisão e de probabilidades ou uma avaliação de riscos de processos e de engenharia de confiabilidade. Por fim, para concluir a análise empresarial, o investimento deve ser submetido a uma avaliação que considere seus impactos no conjunto de investimentos da companhia, produzindo uma visão integrada da B r a skem AVALIAÇÃO QUALITATIVA Além da análise empresarial, os investimentos estratégicos devem ser submetidos a uma avaliação qualitativa que contemple os aspectos: estratégicos, tecnológicos, de financiamento, fiscais, legais, organizacionais e de recursos humanos, ambientais e de sustentabilidade e Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 5

6 sócio-econômicos. A avaliação qualitativa deverá incluir ainda uma análise das debilidades, ameaças, fortalezas e oportunidades (DAFO). 3 SELEÇÃO DE INVESTIMENTOS O processo de seleção de novos investimentos deve ser realizado anualmente. O montante total a ser destinado a novos investimentos será definido durante o ciclo de planejamento em função dos indicadores econômicos e financeiros obtidos no cenário de referência da companhia. Respeitando as necessidades de manutenção da capacidade produtiva dos ativos e as políticas de segurança e meio-ambiente, a distribuição dos recursos entre as diferentes classes de investimentos (operacionais, tecnologia e inovação e estratégicos) será feita buscando maximizar os investimentos que gerem valor para a companhia. Os valores definidos para os investimentos operacionais deverão ser suficientes para manter a capacidade produtiva da companhia, minimizar os riscos e atender os requisitos legais e as políticas de meio-ambiente e segurança. Para essa classe de investimento, a seleção será conduzida da seguinte maneira: os projetos serão cadastrados no sistema de gestão dentro de suas respectivas categorias e avaliados segundo critérios padronizados, o montante total de recursos será distribuído entre as diferentes categorias utilizando benchmarks, sempre que possível, respeitando os orçamentos estabelecidos, a seleção será feita dentro de cada categoria segundo os critérios técnicos e econômicos definidos. No caso dos investimentos que busquem geração de valor, o universo de seleção será o conjunto de projetos da Braskem. Os projetos de tecnologia e inovação, respeitando os limites orçamentários estabelecidos, devem ser selecionados de acordo com metodologia específica, definida em procedimento. Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 6

7 Os investimentos estratégicos e os projetos cuja aprovação esteja no limite de alçada do LE ou CA serão selecionados em função do seu desempenho técnico, econômico e financeiro, respeitando o montante estabelecido para esta classe de investimento. 4 APROVAÇÃO DE INVESTIMENTOS Os investimentos que tiverem passado pelos processos de avaliação e seleção devem ser submetidos a aprovação, respeitando os limites de alçada definidos em procedimento específico, de acordo com a figura a seguir. Aprovação de Projetos de Investimentos APROVAÇÃO DE INVESTIMENTOS PROJETO BÁSICO CONCLUÍDO ALÇADA GERENTE ALÇADA VPE/RAE ALÇADA LE ALÇADA CA PROCEDIMENTOS DE APROVAÇÃO PARA UNIDADES DE NEGÓCIO/APOIO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO INVESTIMENTO RELATÓRIO DE AVALIAÇÃO DO INVESTIMENTO APROVAÇÃO PELO GERENTE RESPONSÁVEL APROVAÇÃO PELO VP/RAE DA UNIDADE DE NEGÓCIO/APOIO APROVAÇÃO PELO LE INFORMAÇÃO AO COMITÊ DE FINANÇAS E INVESTIMENTOS APROVAÇÃO PELO CA Novos investimentos operacionais somente poderão ser aprovados pelos VPEs e RAEs, dentro do seu limite de alçada, se não houver alteração no valor total dos investimentos aprovados para a Unidade correspondente e o conjunto das alterações não ultrapassar 10% (dez por cento) do valor total Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 7

8 dos investimentos aprovados para a Unidade no exercício. Novos investimentos estratégicos deverão ser avaliados como definido no item 2 e submetidos a aprovação pelo órgão de administração competente. Na apreciação de um investimento, as seguintes recomendações deverão ser seguidas: o VPL deve ser positivo, ou seja, a TIR deve ser superior ao Custo Médio Ponderado de Capital (WACC), no cenário de referência da companhia, no caso de investimentos que envolvam tecnologia específica, deve ser assegurado o domínio da tecnologia de forma própria ou através de associação com parceiros que a detenham e sem prejuízo dos índices de higidez financeira, todo investimento deve buscar uma estrutura de capital que maximize o retorno para os acionistas e aumente o potencial de criação de valor. 4.1 ATRIBUIÇÕES A aprovação de investimentos na Braskem segue o processo de governança existente, que estabelece as atribuições dos diferentes órgãos de administração da companhia, a saber: Conselho de Administração. Aprova: o Plano de Ação (PA) e os projetos de investimento conforme determinado no Acordo de Acionistas e no Estatuto Social. Comitê de Finanças e Investimentos. Toma conhecimento: dos procedimentos decorrentes desta Política, dos Relatórios de Avaliação do Investimento submetidos ao CA e dos Relatórios de Acompanhamento de Investimentos descritos no item 6. Líder Empresarial. Aprova: Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 8

9 os critérios de seleção e priorização de investimentos, metas e indicadores de gestão, a alocação de recursos financeiros e investimentos dentro dos seus limites de alçada e as ações para otimização dos investimentos em ativos e projetos. O RAE Investimentos: analisa, prioriza e acompanha todos os investimentos e desinvestimentos, assegurando a adoção das melhores práticas, a manutenção da higidez financeira e a otimizaçao na implementação, elabora estudos econômicos e análises do ambiente competitivo, participa na elaboração do PA, analisa o desempenho e a execução orçamentária dos investimentos, conduz o processo de governança dos investimentos a serem propostos ao LE e na interface com o CA, representando quando possível na governança externa, prospecta e conduz oportunidades de novos negócios, em alinhamento com o LE ou com o executivo a quem tenha sido delegado o assunto, propõe e gerencia, em alinhamento com o LE, a política de investimentos e os procedimentos de análise e aprovação de projetos, gerencia a engenharia, o acompanhamento físico e financeiro dos grandes projetos e a contratação de equipamentos e serviços, envolvendo-se diretamente na sua implementação (exceto quando, na forma estabelecida na governança da companhia, a responsabilidade final do projeto estiver a cargo do Líder da Unidade de Negócio. Neste caso, a implementação será de competência do Líder da Unidade de Negócio, em alinhamento com o RAE Investimentos), interage, em alinhamento com o RAE Finanças, com as receitas estaduais e federal na negociação, manutenção e otimização de incentivos fiscais para investimentos a realizar e já implementados, interage, em alinhamento com o RAE Finanças, com o mercado de capitais e financeiro no Brasil e no exterior, em apoio à estruturaçao financeira de grandes projetos, interage, em alinhamento com o RAE Finanças, com o BNDES para aprovação de linhas de financiamento para investimentos no Brasil e no exterior, interage, em alinhamento com o RAE Finanças, com agências de fomento internacionais em apoio a linhas de financiamento para investimentos. Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 9

10 O RAE Finanças é o responsável por propor os indicadores e índices financeiros. Os VPEs e os RAEs são responsáveis por propor a carteira de investimentos de suas áreas e aprovar os investimentos constantes do PA, dentro dos respectivos limites de alçada. 5 GERENCIAMENTO DE INVESTIMENTOS Em complemento ao processo de seleção de projetos, deve ser realizada anualmente pelo RAE Investimentos, com o apoio dos demais RAEs e VPEs, uma avaliação integral do conjunto de ativos e investimentos estratégicos da Braskem. A avaliação integral, composta de uma análise empresarial e de uma avaliação qualitativa, tem como objetivo testar, em cenários alternativos ao de referência da companhia, o comportamento tanto dos ativos existentes quanto dos investimentos aprovados pelo LE ou CA. A análise empresarial será conduzida de forma probabilística. O desempenho dos ativos existentes e investimentos aprovados será estudado em diferentes cenários, permitindo calcular o seu Valor Esperado, seu Valor a Risco e seu Upside potencial. A avaliação qualitativa buscará identificar características, sejam vantagens estratégicas ou riscos, dificilmente quantificáveis em avaliações econômicas. Deverá também incluir avaliações do potencial de crescimento, do impacto em outros ativos e das debilidades, ameaças, fortalezas e oportunidades (DAFO) dos investimentos. A partir destas análises, deve-se identificar os investimentos ou ativos mais suscetíveis a variações de cenário. Ativos e investimentos que não atinjam os critérios mínimos de robustez, ou que revelem um elevado potencial de upside, devem ser objeto de uma avaliação mais detalhada. A aplicação de uma sistemática probabilística complementar permite otimizar o processo de seleção de investimentos, apoiando a elaboração do planejamento estratégico e melhorando o processo de definição do conjunto alvo de investimentos e ativos da companhia no longo prazo. Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 10

11 6 ACOMPANHAMENTO DE INVESTIMENTOS A implantação e o desempenho dos investimentos devem ser permanentemente acompanhados. Os investimentos em fase de implantação devem ser objeto de um acompanhamento contínuo que permita a adoção de medidas corretivas em tempo hábil. Os investimentos já concluídos devem ter o desempenho real comparado com o previsto na época de sua aprovação (Pós-EVTE), gerando subsídios para a melhoria da sistemática de aprovação e implantação de investimentos na Braskem. 6.1 ACOMPANHAMENTO DA IMPLANTAÇÃO DE INVESTIMENTOS O acompanhamento da implantação dos investimentos é responsabilidade dos VPEs com o apoio do RAE Investimentos, devendo: ser contínuo, durante todo o período de implantação do investimento, identificar eventuais desvios e causas, impactos e tendências, propor medidas preventivas e/ou corretivas a serem adotadas. No caso de investimentos que continuem recebendo recursos após sua entrada em operação, o processo de monitoramento deverá seguir até o desembolso final, quando só então haverá o encerramento. Os responsáveis por investimentos devem enviar trimestralmente um informe para o RAE Investimentos que elaborará um Relatório de Implantação de Investimentos, consolidando todos os investimentos em implantação da companhia. Este relatório tem como objetivo monitorar a eficácia dos investimentos em implantação, fornecendo subsídios para o LE e demais órgãos de governança, conforme disposições específicas. 6.2 ACOMPANHAMENTO DO DESEMPENHO DE INVESTIMENTOS Com o objetivo de avaliar o desempenho dos investimentos já concluídos, comparando o desempenho real com o previsto na época de sua aprovação, Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 11

12 devem ser realizados acompanhamentos de desempenho dos investimentos (Pós-EVTE), selecionados de acordo com procedimento específico. Este acompanhamento possibilita a aprendizagem organizacional na medida em que sejam identificados desvios e ações preventivas e corretivas. Sob responsabilidade do RAE Investimentos deverá ser elaborado semestralmente, para apresentação ao LE e demais órgãos de governança pertinentes, um Relatório de Desempenho de Investimentos, contendo as análises de Pós-EVTE conduzidas no período. Política de Investimentos da Braskem XXXXXX -XX 1 12

Rabobank International Brazil

Rabobank International Brazil Rabobank International Brazil Política de Gerenciamento de Capital Resolução 3.988/2011 Conteúdo 1. Introdução... 3 Patrimônio de Referência Exigido (PRE)... 3 2. Princípios... 4 3. Papéis e Responsabilidades...

Leia mais

Risco de Liquidez. Um Investimentos S/A CTVM. Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14. Resolução nº 4090/12

Risco de Liquidez. Um Investimentos S/A CTVM. Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14. Resolução nº 4090/12 Risco de Liquidez Resolução nº 4090/12 Fev/2010 Atualização Set/ 13 Atualização Fev/14 Um Investimentos S/A CTVM Objetivo Estabelecer as diretrizes para o gerenciamento dos riscos de liquidez a assegurar

Leia mais

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC

Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC Política de Gestão Estratégica de Riscos e Controles Internos CELESC SUMÁRIO SUMÁRIO... 1 INTRODUÇÃO... 2 OBJETIVOS... 3 CONCEITOS...

Leia mais

Enterprise Risk Management (ERM) Gestão de Riscos Corporativos Pesquisa sobre o estágio atual em empresas brasileiras

Enterprise Risk Management (ERM) Gestão de Riscos Corporativos Pesquisa sobre o estágio atual em empresas brasileiras KPMG Risk & Compliance Enterprise Risk Management (ERM) Gestão de Riscos Corporativos Pesquisa sobre o estágio atual em empresas brasileiras Conteúdo 1. Contexto geral 6. Estrutura e funcionamento do Conselho

Leia mais

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL)

PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DAS ORGANIZAÇÕES (ASPECTO AMBIENTAL) EVOLUÇÃO DA ORGANIZAÇÃO ONTEM (MERCADO FECHADO E PROTEGIDO): CUSTOS + LUCRO = PREÇO DE VENDA A PROTEÇÃO AMBIENTAL é vista como um fator de

Leia mais

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE CONTROLES INTERNOS Informação Pública 13/5/2016 ÍNDICE 1 OBJETIVO... 3 2 ABRANGÊNCIA... 3 3 PRINCÍPIOS... 3 4 REFERÊNCIAS... 4 5 CONCEITOS... 4 6 PRERROGATIVAS... 4 7 DIRETRIZES... 5 8 RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon

Metodologias de PETI. Prof. Marlon Marcon Metodologias de PETI Prof. Marlon Marcon PETI O PETI é composto de: Planejamento Estratégico da organização, que combina os objetivos e recursos da organização com seus mercados em processo de transformação

Leia mais

Business Case (Caso de Negócio)

Business Case (Caso de Negócio) Terceiro Módulo: Parte 5 Business Case (Caso de Negócio) AN V 3.0 [54] Rildo F Santos (@rildosan) rildo.santos@etecnologia.com.br www.etecnologia.com.br http://etecnologia.ning.com 1 Business Case: Duas

Leia mais

Políticas Organizacionais

Políticas Organizacionais Políticas Organizacionais Versão 1.4 Histórico de Revisões Data Versão Descrição Autor 11/10/2012 1.0 Revisão das políticas EPG 26/11/2012 1.1 Revisão do Item de customização EPG 24/10/2013 1.2 Revisão

Leia mais

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.)

Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Gerenciamento dos Riscos do Projeto (PMBoK 5ª ed.) Esta é uma área essencial para aumentar as taxas de sucesso dos projetos, pois todos eles possuem riscos e precisam ser gerenciados, ou seja, saber o

Leia mais

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO

GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO GLOSSÁRIO PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO AÇÕES ESTRATÉGICAS Ações que objetivam, basicamente, o aproveitamento das oportunidades, e potencialidades, bem como a minimização do impacto das ameaças e fragilidades.

Leia mais

Estrutura de gerenciamento do risco de mercado

Estrutura de gerenciamento do risco de mercado 1. Sistema Sicoob Estrutura de gerenciamento do risco de mercado A estrutura de gerenciamento do risco de mercado das cooperativas do Sicoob é composta da seguinte forma: 2. Principais competências dos

Leia mais

Odebrecht Serviços e Participações S.A. CNPJ/MF n. 10.904.193/0001-69. Companhia Fechada FATO RELEVANTE

Odebrecht Serviços e Participações S.A. CNPJ/MF n. 10.904.193/0001-69. Companhia Fechada FATO RELEVANTE Odebrecht S.A. CNPJ/MF n. 11.105.588/0001-15 Companhia Fechada Petróleo Brasileiro S.A. Petrobras CNPJ/MF n. 33.000.167/0001-01 Companhia Aberta Braskem S.A. CNPJ/MF n. 42.150.391/0001-70 Companhia Aberta

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Resolução 3.988/2011. Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL Área Responsável: Risco de Crédito e Capital Gerência de Capital Sumário RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE CAPITAL... 3 1. INTRODUÇÃO... 3

Leia mais

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016

Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 Política de Controles Internos Código: MSFC-P-004 Versão: 05 Emissão: 10/2011 Última Atualização em: 02/2016 OBJETIVO Garantir a aplicação dos princípios e boas práticas da Governança Corporativa, e que

Leia mais

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL

ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DO RISCO OPERACIONAL I. INTRODUÇÃO: O Risco Operacional pode ser entendido como a possibilidade de ocorrência de perdas resultantes de falhas, deficiência ou inadequação de processos

Leia mais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais

Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Sustentabilidade nas instituições financeiras Uma visão sobre a gestão de riscos socioambientais Como as instituições financeiras devem tratar a gestão de riscos socioambientais? O crescente processo de

Leia mais

MANUAL DE GESTÃO DE RISCOS

MANUAL DE GESTÃO DE RISCOS MANUAL DE GESTÃO DE RISCOS DA JUNHO 2016 ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 1.1. Objetivo... 3 2. POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS... 3 2.1. Diretrizes... 3 3. RISCO DE MERCADO... 4 4. RISCO DE LIQUIDEZ... 5 4.1. Introdução...

Leia mais

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno

Regimento Interno da Auditoria Interna Regimento Interno da Auditoria Interna da Auditoria Interna Versão 1.0 Data de criação 08/06/2015 Data de modificação N/A Tipo de documento Índice 1. Objetivo... 4 2. Atuação... 4 3. Missão da Auditoria Interna... 4 4.

Leia mais

Código: MINV-P-003 Versão: 03 Vigência: 03/2011 Última Atualização: 02/2016

Código: MINV-P-003 Versão: 03 Vigência: 03/2011 Última Atualização: 02/2016 POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL Gerência de Riscos e Compliance Página 1 Índice 1. Objetivo... 3 2. Abrangência... 3 3. Vigência... 3 4. Conceito... 3 5. Etapas da Gestão de Risco Operacional... 4 6. Estrutura

Leia mais

Definir e padronizar os procedimentos para o processo de cadastrar e acompanhar Programas Sociais.

Definir e padronizar os procedimentos para o processo de cadastrar e acompanhar Programas Sociais. Código: MAP-SEPSO-001 Versão: 00 Data de Emissão: 01/01/2013 Elaboração: Secretaria de Programas Sociais Aprovação: Presidência 1 OBJETIVO Definir e padronizar os procedimentos para o processo de cadastrar

Leia mais

Universidade Federal do Rio Grande do Norte ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ Colegiado do Curso de Agronomia. Resolução No.04 de 30 de julho de 2014

Universidade Federal do Rio Grande do Norte ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ Colegiado do Curso de Agronomia. Resolução No.04 de 30 de julho de 2014 Universidade Federal do Rio Grande do Norte ESCOLA AGRÍCOLA DE JUNDIAÍ Colegiado do Curso de Agronomia Resolução No.04 de 30 de julho de 2014 Dispõe sobre os critérios e funcionamento das atividades integradoras

Leia mais

POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011. Vitória, 26 de agosto de 2009.

POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011. Vitória, 26 de agosto de 2009. POLÍTICA DE INVESTIMENTO PEIXE PILOTO PARA CLUBES DE INVESTIMENTOS 2009-2011 Vitória, 26 de agosto de 2009. ÍNDICE 1. OBJETIVO.... 3 2. ORIENTAÇÃO DA GESTÃO DOS INVESTIMENTOS E PRÁTICAS DE GOVERNANÇA....

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

Minuta Circular Normativa

Minuta Circular Normativa Minuta Circular Normativa 1. INTRODUÇÃO 1.1. Objetivo a) Estabelecer princípios e diretrizes para orientar as ações de natureza socioambiental nos negócios da Desenbahia e no seu relacionamento com clientes

Leia mais

Comitê Científico do Enangrad

Comitê Científico do Enangrad Comitê Científico do Enangrad Administração Pública Empreendedorismo e Governança Corporativa Ensino, Pesquisa e Formação Docente em Administração Finanças Gestão da Sustentabilidade Gestão de Informações

Leia mais

Gestão da Tecnologia da Informação

Gestão da Tecnologia da Informação TLCne-051027-P0 Gestão da Tecnologia da Informação Disciplina: Governança de TI São Paulo, Novembro de 2012 0 Sumário TLCne-051027-P1 Conteúdo desta Aula Finalizar o conteúdo da Disciplina Governança de

Leia mais

Categoria: Inovação Tecnológica

Categoria: Inovação Tecnológica Prêmio Nacional de Inovação Edição 2014/2015 Anexo III Categoria: Inovação Tecnológica Prêmio Nacional de Inovação - Ciclo 2014/2015 Questões para a Autoavaliação na categoria Inovação Tecnológica Dimensão

Leia mais

AVALIAÇÃO DO FUNDO CLIMA. REUNIÃO DE PARES 29 de março de 2016

AVALIAÇÃO DO FUNDO CLIMA. REUNIÃO DE PARES 29 de março de 2016 AVALIAÇÃO DO FUNDO CLIMA REUNIÃO DE PARES 29 de março de 2016 Lei 12.114/2009 Lei 12.114/2009 Art. 5º Os recursos do FNMC serão aplicados: I - em apoio financeiro reembolsável mediante concessão de empréstimo,

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI 1.1. A PREVI, para o cumprimento adequado de sua missão administrar planos de benefícios, com gerenciamento eficaz dos recursos aportados, buscando melhores soluções para assegurar os benefícios previdenciários,

Leia mais

Plano de Manejo Parque Natural Municipal Doutor Tancredo de Almeida Neves. Encarte 6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO. IVB-2012 Página 1

Plano de Manejo Parque Natural Municipal Doutor Tancredo de Almeida Neves. Encarte 6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO. IVB-2012 Página 1 Encarte 6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO IVB-2012 Página 1 CONTEÚDO 6 MONITORAMENTO E AVALIAÇÃO 6.1 Monitoramento e avaliação anual da implementação do Plano 6.2 Monitoramento e avaliação da efetividade do

Leia mais

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015

PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 PLANO ESTRATÉGICO 2015 2018 REVISÃO 4.0 DE 09/09/2015 Líderes : Autores do Futuro Ser líder de um movimento de transformação organizacional é um projeto pessoal. Cada um de nós pode escolher ser... Espectador,

Leia mais

BIC AMAZÔNIA S.A. RELATÓRIO DE DESEMPENHO SOCIAL JANEIRO DE 2016 I - APRESENTAÇÃO

BIC AMAZÔNIA S.A. RELATÓRIO DE DESEMPENHO SOCIAL JANEIRO DE 2016 I - APRESENTAÇÃO BIC AMAZÔNIA S.A. RELATÓRIO DE DESEMPENHO SOCIAL JANEIRO DE 2016 I - APRESENTAÇÃO A unidade BIC Amazônia está localizada na cidade de Manaus, no Estado do Amazonas, onde são produzidos canetas, lápis,

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DE TI

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DE TI MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇAO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE RONDÔNIA COMISSÃO DE ELABORAÇÃO DO PLANO ESTRATÉGICO DE TI Plano de Trabalho Elaboração do Plano Estratégico de Tecnologia

Leia mais

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI

POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI POLÍTICA DE RISCO OPERACIONAL DOS FUNDOS E CARTEIRAS GERIDOS PELO SICREDI Versão: outubro/2016 1. OBJETIVO Em concordância com as diretrizes da Política de Gerenciamento de Riscos dos Fundos e Carteiras

Leia mais

2014 RJ Gestão de riscos como geração de valor e defesa contra crises

2014 RJ Gestão de riscos como geração de valor e defesa contra crises 2014 RJ Gestão de riscos como geração de valor e defesa contra crises Visão do Financiador e Investidor Institucional Renê Sanda Membro do Conselho de Administração da CPFL e do FGC Comunidade de Conselheiros

Leia mais

O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde

O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde O SUS LEGAL A partir das leis que ainda não foram cumpridas e que determinam a estrutura e funcionamento do SUS: Propostas do ministério da saúde Brasília, 25/01/2017 Lei 141 Art. 30. Os planos plurianuais,

Leia mais

Capítulo I DO PROGRAMA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL

Capítulo I DO PROGRAMA MUNICIPAL DE HABITAÇÃO DE INTERESSE SOCIAL LEI Nº 2.598 DE 21 DE MAIO DE 2015. Dispõe sobre o Programa Municipal de Habitação de Interesse Social PMHIS, cria o Fundo Municipal e Habitação de Interesse Social FMHIS, revoga a Lei Municipal n 2.235,

Leia mais

Vídeo 24/9/2012. Curso: Logística. Organizar Processos. Organizações e métodos Processos e planejamento de benchmarking. Profa. Ms.

Vídeo 24/9/2012. Curso: Logística. Organizar Processos. Organizações e métodos Processos e planejamento de benchmarking. Profa. Ms. Curso: Logística Profa. Ms. Edilene Garcia Organizações e métodos Processos e planejamento de benchmarking Vídeo O desorganizado. Duração: 2 30 http://www.youtube.com/watch?v= PMoINjIgE3o&feature=related

Leia mais

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco Operacional -

Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015. - Risco Operacional - Descrição da Estrutura de Gerenciamento 2015 - Risco Operacional - Sumário 1. Introdução:... 3 2. Abrangência:... 3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:... 3 3. Responsabilidades:... 4 Comitê

Leia mais

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA

Auditoria de Meio Ambiente da SAE/DS sobre CCSA 1 / 8 1 OBJETIVO: Este procedimento visa sistematizar a realização de auditorias de Meio Ambiente por parte da SANTO ANTÔNIO ENERGIA SAE / Diretoria de Sustentabilidade DS, sobre as obras executadas no

Leia mais

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras

Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Política de Sustentabilidade das Empresas Eletrobras Declaração Nós, das empresas Eletrobras, comprometemo-nos a contribuir efetivamente para o desenvolvimento sustentável das áreas onde atuamos e das

Leia mais

Segurança e Auditoria de Sistemas

Segurança e Auditoria de Sistemas Segurança e Auditoria de Sistemas ABNT NBR ISO/IEC 27002 0. Introdução 1 Roteiro Definição Justificativa Fontes de Requisitos Análise/Avaliação de Riscos Seleção de Controles Ponto de Partida Fatores Críticos

Leia mais

Aluno do Curso de Gerenciamentos de Projetos - FIJ/Rio de Janeiro. Na atualidade competitiva profissional em Gestão de Projetos, exige-se

Aluno do Curso de Gerenciamentos de Projetos - FIJ/Rio de Janeiro. Na atualidade competitiva profissional em Gestão de Projetos, exige-se PLANEJAMENTO DE PROJETOS Mauro Lúcio Batista Cazarotti Aluno do Curso de Gerenciamentos de Projetos - FIJ/Rio de Janeiro Na atualidade competitiva profissional em Gestão de Projetos, exige-se dos profissionais

Leia mais

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101

NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS NORMATIVOS - NOR 101 ASSUNTO: Elaboração de Instrumentos Normativos MANUAL DE ORGANIZAÇÃO APROVAÇÃO: Deliberação DIREX nº 25, de 12/05/2016 COD. VIGÊNCIA: 100 12/05/2016 NORMA DE ELABORAÇÃO DE INSTRUMENTOS 1/10 SUMÁRIO 1 FINALIDADE...

Leia mais

ANEXO III DA RESOLUÇÃO 009/09/DPR GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DE EXPANSÃO - GPLAN

ANEXO III DA RESOLUÇÃO 009/09/DPR GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DE EXPANSÃO - GPLAN ANEXO III DA RESOLUÇÃO 009/09/DPR GERÊNCIA DE PLANEJAMENTO DE EXPANSÃO - GPLAN 1.0 Objetivo Promover o planejamento físico-financeiro, acompanhamento e controle das ações de implantação, ampliação e melhoria

Leia mais

Em sua estrutura de gerenciamento de risco, o Banco Ford atende aos requerimentos da Resolução 3.988/2012, com:

Em sua estrutura de gerenciamento de risco, o Banco Ford atende aos requerimentos da Resolução 3.988/2012, com: POLÍTICA DE GESTÃO DE CAPITAL 1 - Conceito O gerenciamento de capital é definido pela Resolução CMN nº 3.988, de 30 de junho de 2011 como o processo contínuo de: I- monitoramento e controle do capital

Leia mais

Q U E R O - Q U E R O F I N A N C I A D O R A S /A

Q U E R O - Q U E R O F I N A N C I A D O R A S /A Q U E R O - Q U E R O F I N A N C I A D O R A S /A GESTÃO DE RISCOS S A N T O C R I S T O, R S G E S T Ã O D E R I S C O S DEFINIÇÃO DA ESTRUTURA DE GERENCI AMENTO DE RISCOS OPE RACIONAIS, DE CRÉDITO E

Leia mais

3) Qual é o foco da Governança de TI?

3) Qual é o foco da Governança de TI? 1) O que é Governança em TI? Governança de TI é um conjunto de práticas, padrões e relacionamentos estruturados, assumidos por executivos, gestores, técnicos e usuários de TI de uma organização, com a

Leia mais

Modelo de documentação Universidade de Brasília

Modelo de documentação Universidade de Brasília 1 OBJETIVO Assegurar o bom andamento de um projeto e desenvolvimento, conforme diretrizes regais de qualidade. 2 DEFINIÇÕES 2.1 WBS Work Breakdown Structure. Com base na técnica de decomposição que se

Leia mais

Introdução a Gerencia de Projetos

Introdução a Gerencia de Projetos MBA EM GERENCIA DE PROJETOS Introdução a Gerencia de Projetos Rogério Santos Gonçalves 1 Agenda 1. Introdução ao Curso de Gerencia de Projetos 2. Conceitos Básicos sobre Gerenciamento de Projetos. 1. O

Leia mais

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável

Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Os trechos em destaque encontram-se no Glossário. Dimensão Geral Critério I - Compromissos com o Desenvolvimento Sustentável Indicador 1 - Compromisso Fundamental 1. A empresa, por meio de sua alta administração,

Leia mais

PSP: Personal Software Process. PSP- Personal Software Process. PSP: Personal Software Process. PSP: Personal Software Process

PSP: Personal Software Process. PSP- Personal Software Process. PSP: Personal Software Process. PSP: Personal Software Process PSP- Personal Software Process Maria Cláudia F. P. Emer PSP: Personal Software Process z Já foram vistas ISO/IEC 9126 foco no produto ISO 9001 e CMM foco no processo de desenvolvimento z Critica a essas

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS ASPECTOS GERAIS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS ASPECTOS GERAIS 1. OBJETIVO Definir a Política de Gerenciamento do Capital - PGC para as empresas que compõem o conglomerado Fator, em cumprimento às disposições da Resolução do CMN Nº 3988/2011. 2. CANCELAMENTO / SUBSTITUIÇÃO

Leia mais

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza

Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza Institui, na forma do art. 43 da Constituição Federal, a Superintendência de Desenvolvimento da Amazônia SUDAM, estabelece a sua composição, natureza jurídica, objetivos, área de competência e instrumentos

Leia mais

Público Alvo: Critérios de admissão para o curso: Investimento:

Público Alvo: Critérios de admissão para o curso: Investimento: Com carga horária de 420 horas o curso de MBA em Gestão de Projetos é desenvolvido em sistema modular, com 01 encontro por bimestre (total de encontros no curso: 04) para avaliação nos diversos pólos,

Leia mais

Política de Auditoria Interna

Política de Auditoria Interna Política de Auditoria Interna 22 de outubro 2013 Define a missão, a independência, a objetividade, as responsabilidades e regulamenta a função da auditoria interna. ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. PÚBLICO ALVO...

Leia mais

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS

VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS VIX LOGÍSTICA S/A COMITÊ DE GOVERNANÇA CORPORATIVA E GESTÃO DE PESSOAS 1. Objetivo O Comitê de Governança Corporativa e Gestão de Pessoas é um órgão acessório ao Conselho de Administração (CAD) da VIX

Leia mais

Como calcular a viabilidade de um projeto utilizando técnicas de análise de investimento: Payback Simples, VPL e TIR

Como calcular a viabilidade de um projeto utilizando técnicas de análise de investimento: Payback Simples, VPL e TIR Como calcular a viabilidade de um projeto utilizando técnicas de análise de investimento: Payback Simples, VPL e TIR Executamos projetos por diversos motivos: pessoais e organizacionais. Do ponto de vista

Leia mais

Gerenciamento de Riscos Corporativos

Gerenciamento de Riscos Corporativos Gerenciamento de Riscos Corporativos Cristiano Correa de Barros Superintendência de Gestão de Finanças Corporativas Apresentador: Jorge Luiz Carvalho Brandão Belo Horizonte, maio/06 1 Gerenciamento de

Leia mais

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS

POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS POLÍTICA DE GESTÃO DE RISCOS E CONTROLES INTERNOS ÍNDICE 1. Objetivo... 3 2. Metodologias Adotadas... 4 2.1. Metodologia para Estruturar o Processo... 4 2.2. Metodologia para Definir como Identificar os

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito

Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Risco de Crédito Estrutura de Gerenciamento de Risco de Crédito Conforme a resolução 3.721 do Banco Central do Brasil, define-se risco de crédito como a possibilidade de ocorrência de perdas associadas

Leia mais

Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob)

Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de Capital do Sistema de Cooperativas de Crédito do Brasil (Sicoob) Relatório da Estrutura de Gerenciamento Centralizado de Riscos e de

Leia mais

Gestão da Qualidade Total para a Sustentabilidade 2013

Gestão da Qualidade Total para a Sustentabilidade 2013 Gestão da Qualidade Total para a Sustentabilidade 2013 Há três dimensões que apoiam a construção de conhecimento aplicável para empresas e seus gestores formando a base para o desenvolvimento de ferramentas

Leia mais

ROTARY INTERNACIONAL ORGANIZAÇÃO MULTIDISTRITAL DE INFORMAÇÕES DE ROTARACT CLUBS - BRASIL EQUIPE DE PROJETOS GUIA BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS

ROTARY INTERNACIONAL ORGANIZAÇÃO MULTIDISTRITAL DE INFORMAÇÕES DE ROTARACT CLUBS - BRASIL EQUIPE DE PROJETOS GUIA BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS ROTARY INTERNACIONAL ORGANIZAÇÃO MULTIDISTRITAL DE INFORMAÇÕES DE ROTARACT CLUBS - BRASIL EQUIPE DE PROJETOS GUIA BÁSICO PARA ELABORAÇÃO DE PROJETOS 1 INTRODUÇÃO O documento apresenta de forma objetiva

Leia mais

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos

7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA. Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 7 CONGRESSO BRASILEIRO DE GOVERNANÇA CORPORATIVA Eduarda La Rocque O Papel do Conselho na Gestão de Riscos 1 Introdução Sub-Comitê de Gestão de Riscos (nov 2004) Motivação: O fortalecimento do Conselho

Leia mais

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998

Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Senado Federal Subsecretaria de Informações DECRETO Nº 2.794, DE 1º DE OUTUBRO DE 1998 Institui a Política Nacional de Capacitação dos Servidores para a Administração Pública Federal direta, autárquica

Leia mais

3 Metodologia de pesquisa

3 Metodologia de pesquisa 3 Metodologia de pesquisa Esta pesquisa foi concebida com o intuito de identificar como a interação entre o gerenciamento de projetos e o planejamento estratégico estava ocorrendo nas empresas do grupo

Leia mais

Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013

Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013 Conselho Municipal de Meio Ambiente CONSEMAC Câmara Setorial Permanente de Educação Ambiental CSPEA Parecer 03/2013 Março 2013 I. OBJETO Regulamentação da Lei n o 4.791 de 02/04/2008, que dispõe sobre

Leia mais

Normas ISO:

Normas ISO: Universidade Católica de Pelotas Tecnólogo em Análise e Desenvolvimento de Sistemas Disciplina de Qualidade de Software Normas ISO: 12207 15504 Prof. Luthiano Venecian 1 ISO 12207 Conceito Processos Fundamentais

Leia mais

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA

POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL DO BANCO DA AMAZÔNIA A Socioambiental (PRSA) substitui a Política Corporativa pela Sustentabilidade (2011), e incorpora a contribuição das partes interessadas

Leia mais

MODELAGENS. Modelagem Estratégica

MODELAGENS. Modelagem Estratégica Material adicional: MODELAGENS livro Modelagem de Negócio... Modelagem Estratégica A modelagem estratégica destina-se à compreensão do cenário empresarial desde o entendimento da razão de ser da organização

Leia mais

Política formal de decisão de investimentos e de seleção e alocação de ativos

Política formal de decisão de investimentos e de seleção e alocação de ativos Política formal de decisão de investimentos e de seleção e alocação de ativos CTM Investimentos Ltda. Curitiba PR Junho 2016 1. INTRODUÇÃO Esta Política Formal de Decisão de Investimento e de Seleção e

Leia mais

Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino

Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino 17 Seminário Brasileiro Industrial 27/10/2016 Engenharia de Processos Oscar F. T Paulino Engenharia de Processos - Conceitos Campo de atividades que utiliza os conhecimentos das Ciências básicas (Matemática,

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A.

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE 35300010230 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO GESTÃO INTEGRADA DE RISCO OPERACIONAL, CONTROLES INTERNOS E COMPLIANCE Objetivo Este documento

Leia mais

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO

4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO 4.6. ATENDIMENTO ÀS METAS DO PLANO/PROGRAMA/PROJETO A planilha de atendimento às metas do projeto é apresentada na sequência. Metas Proporcionar os elementos necessários para que seja definido o processo

Leia mais

Política de Hedge Financeiro da Eletrobras

Política de Hedge Financeiro da Eletrobras Política de Hedge Financeiro da Eletrobras outubro 2009 Política de Hedge Financeiro da Eletrobras Sumário 1. Escopo e Objetivos 2. Premissas 3. Diretrizes 4. Atribuições 5. Considerações Finais 7 8 8

Leia mais

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex.

Os processos de segurança da informação devem assegurar a integridade, a disponibilidade e a confidencialidade dos ativos de informação da Apex. 1 POLÍTICA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Disposições Gerais Os sistemas de informação, a infraestrutura tecnológica, os arquivos de dados e as informações internas ou externas, são considerados importantes

Leia mais

Em atendimento à Audiência Pública supra citada, vimos pela presente apresentar nossas considerações sobre a minuta disponibilizada.

Em atendimento à Audiência Pública supra citada, vimos pela presente apresentar nossas considerações sobre a minuta disponibilizada. Curitiba, 15 de janeiro de 2008 Sr. José Augusto da Silva Superintendente de Mediação Administrativa Setorial Agência Nacional de Energia Elétrica - ANEEL SGAN - Quadra 603 - Módulo I 70830-030 Brasília

Leia mais

Gestão de Projetos Mestrado UFRGS. Istefani Carísio de Paula

Gestão de Projetos Mestrado UFRGS. Istefani Carísio de Paula Gestão de Projetos Mestrado UFRGS Istefani Carísio de Paula Programa 07/03 - Conceitos, definições e método de GP 14/03 Gestão de Portfólio 21/03-Iniciação e Planejamento do projeto 28/03 Planejamento

Leia mais

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO

REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO REUNIÃO NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15 DE AGOSTO DE 2012 NÚCLEO DE PLANEJAMENTO E MODERNIZAÇÃO DA GESTÃO 15/08/12 PAUTA 1. AGENDA PLANEJAMENTO II SEMESTRE 2012 2. ESCRITÓRIO DE PROJETOS

Leia mais

COPASA Day 2010 GESTÃO DE ENERGIA

COPASA Day 2010 GESTÃO DE ENERGIA GESTÃO DE ENERGIA AQUISIÇÃO DA ENERGIA Autoprodução e Mercado de Energia Abastecimento de Água Esgotamento Sanitário Resíduos Sólidos USO DA ENERGIA Eficiência Energética 1 EFICIÊNCIA ENERGÉTICA 2 PROGRAMA

Leia mais

Evolução do Orçamento Público

Evolução do Orçamento Público Evolução do Público Evolução do Público Clássico ou Tradicional Desempenho ou Realizações Programa Pode-se dizer que foi na Inglaterra em 1217 que começou a surgir o orçamento público. Desde então as técnicas

Leia mais

Lei nº 9.991 de 24 de julho de 2000.

Lei nº 9.991 de 24 de julho de 2000. Lei nº 9.991 de 24 de julho de 2000. Estabelece que as concessionárias de Serviços públicos de Distribuição, Transmissão ou Geração de energia elétrica, devem aplicar, anualmente, um percentual mínimo

Leia mais

#pública. Risco Operacional

#pública. Risco Operacional #pública Risco Operacional Estrutura de Gerenciamento 2015 SUMÁRIO 1. Objetivo 3 2. Estrutura Organizacional 3 3. Governança para a Gestão do Risco Operacional 4 3.1 Conselho de Administração 4 3.2 Diretoria

Leia mais

IMPLANTAÇÃO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS E SIMULADORES DE RISCOS EM PROJETOS CONSULTORIA

IMPLANTAÇÃO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS E SIMULADORES DE RISCOS EM PROJETOS CONSULTORIA IMPLANTAÇÃO DE MÉTODOS QUANTITATIVOS E SIMULADORES DE RISCOS EM PROJETOS CONSULTORIA SOBRE A CONSULTORIA Aumente a confiabilidade dos resultados de suas previsões através dos mais modernos simuladores

Leia mais

CAPÍTULO III DO FINANCIAMENTO

CAPÍTULO III DO FINANCIAMENTO PROJETO DE LEI Institui o Plano Estadual de Cultura da Bahia e dá outras providências. O GOVERNADOR DO ESTADO DA BAHIA, faço saber que a Assembléia Legislativa decreta e eu sanciono a seguinte Lei: CAPÍTULO

Leia mais

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas

7.1 Contribuições para a teoria de administração de empresas 7 Conclusões Esta tese teve por objetivo propor e testar um modelo analítico que identificasse como os mecanismos de controle e as dimensões da confiança em relacionamentos interorganizacionais influenciam

Leia mais

MENOS DE 10% DAS ESTRATÉGIAS EFETIVAMENTE SÃO EFICIENTEMENTES EXECUTADAS. NA MAIORIA DAS FALHAS O PROBLEMA NÃO É ESTRATÉGIA RUIM, É EXECUÇÃO RUIM

MENOS DE 10% DAS ESTRATÉGIAS EFETIVAMENTE SÃO EFICIENTEMENTES EXECUTADAS. NA MAIORIA DAS FALHAS O PROBLEMA NÃO É ESTRATÉGIA RUIM, É EXECUÇÃO RUIM Revista Fortune 2006 MENOS DE 10% DAS ESTRATÉGIAS EFETIVAMENTE SÃO EFICIENTEMENTES EXECUTADAS. NA MAIORIA DAS FALHAS O PROBLEMA NÃO É ESTRATÉGIA RUIM, É EXECUÇÃO RUIM LEGISLAÇÃO Comitê Basiléia: O risco

Leia mais

RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE DE XXXX

RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE DE XXXX RELATÓRIO DETALHADO DO QUADRIMESTRE DE XXXX XX QUADRIMESTRE Secretaria Municipal de Saúde de xxxxxx Mês e Ano de elaboração Modelo Elaborado pela Gerência de Programação em Saúde (Deplan/Susam) para apoio

Leia mais

Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA PÚBLICA

Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA PÚBLICA Serviço Público Federal MINISTÉRIO DO DESENVOLVIMENTO, INDÚSTRIA E COMÉRCIO EXTERIOR INSTITUTO NACIONAL DE METROLOGIA, QUALIDADE E TECNOLOGIA-INMETRO Portaria n.º 106, de 25 de fevereiro de 2015. CONSULTA

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional - CPBofAML

Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional - CPBofAML Estrutura de Gerenciamento de Risco Operacional - CPBofAML Dezembro 2016 1 Ouvidoria Telefone: 0800-8862000 e-mail: ouvidoria_bamlbrasil@baml.com Endereço: Avenida Brigadeiro Faria Lima, 3400-18º Andar

Leia mais

Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto

Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto Conceito sobre plano de gestão da adaptação Reunião de divulgação de resultados do projeto AdaPT AC:T Hotéis parceiros do projeto Lisboa, LNEC, 25 de maio de 2016 Divulgação Alterações climáticas Definição

Leia mais

LEI MUNICIPAL Nº. 679/2013 28 DE NOVEMBRO 2013

LEI MUNICIPAL Nº. 679/2013 28 DE NOVEMBRO 2013 LEI MUNICIPAL Nº. 679/2013 28 DE NOVEMBRO 2013 DISPÕE SOBRE O PLANO PLURIANUAL DO MUNICÍPIO DE GOVERNADOR JORGE TEIXEIRA-RO, PARA O QUADRIÊNIO (2014 A 2017), E CONTÉM OUTRAS PROVIDÊNCIAS. A PREFEITA MUNICIPAL

Leia mais

Política institucional de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez

Política institucional de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez 1. Esta Política institucional de gerenciamento de riscos de mercado e de liquidez: a) é elaborada por proposta da área responsável pelo gerenciamento dos riscos de mercado e de liquidez do Banco Cooperativo

Leia mais

CAPÍTULO XI FINANÇAS

CAPÍTULO XI FINANÇAS CAPÍTULO XI FINANÇAS A. INVESTIMENTO DOS FUNDOS DA ASSOCIAÇÃO As decisões referentes aos investimentos da associação deverão tomar como base as declarações sobre normas de investimentos para o Fundo Geral

Leia mais

Política de Gerenciamento de Capital Outubro Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público

Política de Gerenciamento de Capital Outubro Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público Política de Gerenciamento de Capital Outubro 2015 Elaboração: Risco Aprovação: COMEX Classificação do Documento: Público ÍNDICE 1. OBJETIVO... 3 2. ABRANGÊNCIA... 3 3. DEFINIÇÕES... 3 4. RESPONSABILIDADES...

Leia mais

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Sandra Terumi Yoshino 1 1. Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pós graduada em Enfermagem em

Leia mais

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Aula 5

CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO. Aula 5 CIÊNCIA DA COMPUTAÇÃO ENGENHARIA DE SOFTWARE Aula 5 1 AGENDA GERENCIAMENTO DE PROJETOS Tecnicas e conhecimentos (PMI) Processo Praxis 3.0 (Baseado em PMI) Visão Geral Atividades Bibliografia 2 Questões

Leia mais