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1 tnscnto KPMG & Associados - Oticlais do Contas, SA. Editicic Monumental Av Pnaa da Vitno A, Ltsboa Purtuga Sociedado do Revisores fl0 Telelorie 35; 2G11OGQO Fax: C 110 nternet 12 wwwkpmgpt Exnio. Senhor, Professor Pedro Duarte Neves Vice Governador do Banco de Portugal R. do t ornërcio,148 I Lisboa Lisbon, 7 de Fevereiro de E (l. tl I Serve a prcsente carla para aprosentar as nossas consideraçoes sobre as matérias referidas na Vossa carta corn a referéncia CR1f2O14 OOOO452O, de 4 d feverciro de 2014 e cujo conteüdo rnereceu a nossa meihor atençäo. Na referida carta, V. Exas. solicitam a etnissat de opiniao por parte da KPMG sobre o impacto da situaçäo financeira da EspIrilo Santo international, S.A ( ESI ) nas cotnas das entidades que integram o Grupo Espirito Santo Fitianciat Group, S.A. ( ESFG ), designadamente: a) Montante de irnparidade/provisiio a registar nas contas de 2013; b) Entidade(s) em que essa imparidade/provisão deverá ser reflectida, corn indicaçao da imparidade/provisao a imputar a cada entidade, se aplicável, e justiflcação para tat repartiçäo; c) Adequação, no caso de estar prevista a afëctação da iniparidade/provisäo exciusivarnente as contas da ESfG, dos mecanismos a impternentar corn vista a transferir para esta entidade as perdas subjacentes aos riscos reputaeionais irnputáveis ao BES. Adicionatmente, pedern V. Exas. informaçäo sobre o teor da opinio a ernitir pela KPMG sobre as demonstraçoes financeiras individuals e consolidadas da ESFO e do BES referentes a Dezembro de de KPMG & Asstciicos dh KAvOti Mnds Coini, S A.?rrna p1jtl4uesa m&flw KPMt3. co1t:os1a pur trn.a rdepitithnes abkad da KPtvlCt neerna1iqflai Coupe t.e K?MG niemtionar. urn andd ;ocdav di KPMG & Asocados- S H 0 C S A Capiti StinI: Euiu - Pessoa CDlechva N PT ne 0 B O.C N 189 Incrao n C MV M N Mat;uada ri Corvatna do regicto Come,cta do List,a 33b C N F15O

2 .. Fag. 2 a) Montante Ut irnparidade/provisio a registar ;ias contas do cxcrcicio (IC 2013 Na sequência do pedido do Bunco de Portugal, etëctuado através de carta dirigida ao Conseiho de Administração da Espfrito Santo Financial Group, S.A. ( ESfG ), datada de 29 dc Novembro de 2013 e con a referëncia 4804/13/[)SPDS, para que fcssem preparadas dernonstraçoes financeiras consolidadas pro-forma da Espirito Santo International, S.A ( ES I ) e que as mesmas tbssem ohject de análise por urn auditor extcrno, fomos contactados pelo Conseiho de Administração da ESFG. no sentido de efeciuar uma revisão lirnitada de tinalidade especial retativarnente as demonsiraçoes linanceiras consolidadas prö-forrna da ES!. preparadas corn refërëncia a 30 de Setembro de 2013 e 31 & [)ezembro de Em confbrrnidade corn os termos e condiçöes da Engagement Letter assinada entre a KPMG e a ESI, a qual confirma o ãnihiio do trahaiho a eiectuar pela KPMG no contexto desta solicitação do Banco de Portugal, a nossa reviso lirnitada de tinalidade especial sobre as demonstraçoes financeiras consolidadas pró-forma deverá contemplar duas fases: I) fase 1, já terminada, consistiu nurna revisão lirnitada de tinalidade especial sobrc as dernonslraçoes financeiras consolidadas pro-forrna da ES! retèrentes ao periodo de 9 meses findo em 30 de Setembro de 2013, as quals incluern pelo método integral as actividades das diversas subsidiárias detidas pelo Grupo, excepto quanto a Rio Forte, ESfG c Opway; e ii) a fase 2 do nosso trabalho, encontra se por iniciar a presente data e compreenderã a revisäo limitada do finalidade cspecial das demonstraçöes financeiras consolidadas pro-forma da 1SI referentes ao ano findo em 3 1 de Dezembro de , sendo expectávet que a mesma esteja concluida ate ao dia 3 1 do Marco de Siluação J)CltflfflOtiiUl do &rujn) ISI Decorrente da revisäo timitada efectuada sobre as demonstraçôes financeiras consolidadas profornia da ES1 referentes a 30 de Setenibro de 2013, fol identificado urn conjunto de ajustamentos aos capifais proprios consolidados pro-forma da ESI, os quals são apresentados no parágrafo 2. 1 do nosso RelaiOrio sobre a Fase I do nosso trabaiho, rernetido ao Banco de Portugal. a ESFG e ao BES em 3 1 de Janeiro de Urna copia deste Relatório é Inc luida COfliC) anexo a esta tafta. 0 valor dos capitals próprios consolidados pro-foffna, incluindo os ajustarnentos propostos, é negativo em cerca de milhocs de euros. 0 total do activo consolidado pro-forma em 30 de Setembro de 2013, apos ajustamentos, ascende a cerca de milboes de euros e os passivos consolidados pro-forma a cerca de milhoes de euros.

3 Pdg.3 Deste montantc de passivos Cm 30 de Setembru de 2013, cerca de milhöes de curos (31 do Dezembro do 2013: mithocs do aims) correspondem a instrumentos do divida quc fomm intermodiados pelas instituiçoes financoiras do Grupo ESFO junto dos seus cliontes, dos quais I.562 mithoes do turns subscritos por clientes do retaiho em Portugal, milhocs do ouros subscñtos pot dilentes pafticularos (private banking) do oufls inaituiçocs financeims do Grupo ESFG faa do Portugal o 1474 milhues de ouros subscritos por cuentos institucionais (31 do Dezembro do 2013: miih&s do oums por clientes do rotaiho em Portugal, rnithôes do aims por cliontos particularos (private banking) do outras institiiçoos flnanccims do Grupo ESFG fora do Portugal e milhoes do curos por cliontos insikucionais), tendo uma patio subancial voncimento no pram do urn ano. Charnamos tarnbérn a atoncio pars os assunlos ainda pendontos a data do nosso Robtôrio, doscritos no parigrafo 1.5, os quals podorlo tot urn irnpacto significativo na posiclo financeñ da ESI corn rofritncia a 3 I do Dozernbro do EMit ostes, deacarnos os invostirnentos efectuadus nit Eumfin, no rnontanto do 856 mithôes do ouws, o roladvarnento sos quals ao osm data, do acordo corn a inforrnaçfto rocebida, forarn roornbolsados cotta do 187 rnillioes do ouros. Do refodr quo 0 Grupo ESI pwpamu urn piano do roorganizacio intuna e do dosalavancagern dos seus activos corn o objoctivo do consoguir moquilibrnr a sua situacllo financoira o procoder ao nernbolso do scu passivo. Os ofeitos des modidas provistas noste piano onconfrarn-so vortidos no piano do nogôcios e its dernonstracao do fluxos do cain projootados da PSI pan os aims do 2013 a 2023, os quais fonrn objocto do revislo pula PWC e polo Banco do Portugal no Arnbito do Exorciclo Transvonai do Rovislo da Jrnparidado da Carteim do Crtdfto retricfl. 0 piano do negócios o a dernonstmçao do flaws do cairn projocados refloctorn a oxpectativa do Grupo ESI polo quo Mo assumirnos quaiquer irspunsablildado pch razoablildade dos rnesrnos. Do ontro as rnodidas provisas destacarnos (I) a OPAIOFf sobro a ESFG cujo irnpacto, do acordo corn a estirnativa do rnwwgemeni da ESI, corrobomda poia ESFO o polo BBS, podom ascender a urn valor do at 1,5 rnu rniiboos do citrus orn tennos do vaiorinclo da skuacio patdrnoniai do Grupo ESi; (ii) S ernisslo do VMOC s poia Rio Font nina valor ate II rniihöos do turns; (iii) aurnentos do capital na ESI nurn total quo poderá atingir 250 rniihcos do eums; o (iv) aquisiçlo de torronos ern Angola corn potonciai do vaiorimcäo.

4 fl:.. P44 Evposicdo da ESFG ao Grupv ESJ e impuridade/provisdo a regin A exposiçao disecta, corn referenda a 3 1 de Dezembro de 2013, dii ESFO A ESI e a Espfrho Santo Resources ( ESR ) ascende a cerca de e 220 mithoes de euros, respectivarnente, a qual enconfra-so cobefta (I) pelas acçocs cia Rio Forte itcebidas em colateral, e cujo valor estirnado palo meiagemeni da ESI corn base tin demonstraçôes financeims individuals audhadas pela Ernst It Young (be&y) corn refcitncia a 31 de Dezernbro de 2012, ascende a I.231 rnilhoes de euros; c (ii) pela garantia do ES Pin cujo valor de avaliaçio efectuada pela Garen ern Dezembro de ascende a cerca de 155 milhoes de euros. De notar que tuna vez que as demonstraçoes financeiras individuals da Rio Forte apreseflrn as subsidlirias e associadas mglstadas pelo justo valor, o respectivo capital próprio ieflectirá wna aproximaclo razoivel do respeclivo valor de inercadu. Anirn, entendernos quc a exposlcio dhtcta poderi ser considemda nmavelmente colateraliada. No enanto, tendo presente o valor dos capitals préprios negadvos apresentados pelo Grupo ESI, apes ajustarnentos. e as incerlezas associadas a capacidade de implementacao integral do piano de reorganincio interim e de desalavancagern dos activos, consideramos existir urn risco asscoiado a intermediaçao efectuada pelo Grope ESFO, incluindo o BES, de instrumentos de divida do Ompo RSI que se poderi materlalizar num risco reputacional. de conccntraclo e fiduciáñojunto dos scus ciientes. Nessa base, mcomendarnos que seja constitulda uma provislo, as demonsnçoes fmanceiras do (irupo ESFG, num valor nb inferior a 700 milbocs de euros pan cobenura do evontuals ñn de incumprimento da ESI perante os clientes do Grope ESFG, o qual mpresena cuca de 22% do valor dos insflrnentos de divida do Grupo ESI detidos pelos clienta de retalho e pafticulares (private banking) das diferentes instkuicoes flnanceins do Grope ESFG em 31 de Dezembro de Earn provislo destina-se a cobeftura espedliuca do risco de crtdito da ESI enquanto holding do Gmpo, per considcrannos que a respectiva divide tern tuna natuma subordinada em nlaçlo I das entidades operacionais geradoras de cash flow, devendo a mama ser navaliada cm cada data de balanço e devidarnente ajustada em ftsnçio da capacidade de irnplementaclo do piano de reorganiaçio intema e d.c desalavancagem.

5 I- t.w. Pdg.5 Pus a determinaclo deste montante. tivemos em consideracio as anãlises de sensiblildade ao valor dos capitals própños da ESI, partindo do respectivo valor ajustado a 30 de Scwmbro de 2013 confrnme admit divulgadu e tossiando em consideraçao os impactos possiveis decorrenws das medidas previsas no piano de reorganizaçao intema e do desalavancagem acima descrilas. como segue:. Cenádo bat em quc são assumidos os seguintes pitsauposlos (I) valor de avaliaçlo da ESFG determinada pelo BESI em 30 de Junho de 2013, a qual fol objecto de revido pela E&Y, e que atibul I ESFO valor de milhoes de euros (ii) a OPWOPT sobre a ESFO corn um impacto. de acordo com a estirnativa do mwrngemenl die ES1 cormborada pda ESFG e pelo BES, qirn poderi ascender a um valor de at 15 mu milhces de eums em tcrmos de valorinçlo da situacio patrimonial do Grupo corn base no valor de avaliaçko do BESI; (ii) a emisslo de VMOC s pela Rio Forte nurn valor ate IJ rnilhöes de euros; (iii) aurnentos de capital na ESI mini total tic 184 milhocs du curog e (iv) aquisiclo de termnos em Angola corn potencial de vaiorinçao. Nun óptica de pmdincia e pan este efeito considerámos a Mo itcuperabilidade dc 450 milhoes tie curtis pam os saldos da Eumfin, tondo em conta as expectativas de rccuperacio dos invcsdrnentos apresentadas na demonstraclo de fluxos de caixa projectados & PSI pm 0 pubdo de a 2023, analisada no ãmbito do ETRICC; e. c_qi. o quai apresenta como variaçoes em relaçio ao cenário base acima descrko, (I) um hair cut tic 30% em relaçio ao impacto da OPWOPT da ESFG estimado peb mwragemenl cia PSI: e (ii) um hair cut de 30% do valor estimado da emisslo de VMOC s pela Rio Forte.. Cenário 2. o qual apnsenta como variacoes em relaclo ao cenário base acima descrito, (i) um hair cut de 1W. em relacio ao valor da ESFO detenninado com base na avaliacio ptparada pelo BES1 e objecto de mvido pela E&Y, isto ê, considera-se pan a FSFG um valor de milhoes de eums; (I) urn hair cut de 15% em mlaçio ao impacto da opmon. a ESFO estirnado pelo mwiagemenl da ESI; e (ii) urn hair cut de 15% do valor estimado da emisslo de VMOC s pela Rio Forte.. Cenfrio 3. 0 qual apmsenta corno variacao em relaçlo ao cenário base acima descrito, (i) urn hair cut de 20% em,elaçlo ao valor da HSFG deterrninado corn base na avaliaçio prepnda palo BESI e objecto de revislo pela E&Y, km 6. consider&se pm a ESFO urn valor de milhoes de eunis.

6 . I.. P46 Os resultados destes cenários apreseutam-se como segue: -... Lcnanu ban S!!aL fr4onsemadhdest&wunsas Ccnano 2 Centric, 3 MEda Capita popnos ajustados cm 30 dt Sclcseibiv tic 2013 Q3t0) (2366) (2.56*) (2770) Ccnanus scnstthdade Piuvswnaanto adamnal dub nwus da Luiurw (43U (450) (450 (450) Tnmnos ft Anpb compotencaldc Iurnçae OPA OfldaESFG(poleRcaldcnlonaciut I I ) Aumeato de caplialde acebusas VbiOCSdsRaFonc (697) j!? I74_ j710). exiubidu U cenbria base Deve refedr-sc ainda que pam cfeitos da nossa conclusko, tomámos em considemcfto as infonnacoes e as discussöes havidas cntn a PWC, a ESFG, o BES e o Banco de Portugal no Imbito do ETRICC, na sequencia da revislo das dcmonsncces de fluxos de cain previsionais C dos pianos do negócios do Grupo KSI. 0 nbatho efectuado sobre a adequacio da imparidade individual associada a qualquer cxposiçio credk(cia, tern um significalivo grau do subjectividade envolvido. Por outro lado, deve ser também salientado que a aderência das nossas conclusoes a evolucio futum cbs perdas associadas a exposicio ao Grupo LiSt, est totalmente dependent. cia capacidade de implementaçlo do piano de desalavancagem dos activos, do apoio dos sets accionistas e da respectiva capacidade pars a obtencao ou renovaçio de lithas de crtdito e ainda do eventual apoio que possa vir a ser necess&io pa pafte do Grupo ESFG e BBS. Dean forn qualquer pmjeccio des conclusces apresentadas nnia cfl pm pedodos finns está sujeita ao risco de que os pressupostos utilindos se poasam icr tornado inadequados, devido a akemc&s diversas, pelo que consideramos necessirio assegurar a execuclo de procedimentos que garantam uma adequada monitorizaçlo e reavaliaçio dos niveis de imparidadwpmvislo, nun base trimestral, tomando em consideracio eventuais dcsvios que venham a verificarse no piano definido pelo Grupo ESFO. Scm prejuizo cia necessidade de constituicio da pmvislo ark referida, 6 nosso entendimento que as ComissOes F.zecuflvas dos Conseihos de Adminisnçb da ESFO e do BES consideram que 0 reembolso dos insnmcntos de divida intennediados pelas instkuicöes financcims do Grupo ESFO junto dos seus clientes, será possivel atravts da implementaçio do piano de desalavancagem dos activos, do apoio dos seus accionistas e da respecdva capacidade pan a obtençlo ou nnovaçko dc linhas de crtdito e ainda do eventual apoio que possa vir a ser necessário por pane do Grupo ESFU c TiES.

7 4 1!SI! P47 b) hnparldade/provldo a imputar a cada eutidade, se apiicini, e justificaøo pan #1 npaftiøo; c) Adquacio, no caso de ear prevbta a afectacio da lmparidade/provbb exciusivamente is contas da ESFO, dos mecanismos a Implementar corn vista a tnnafcrir pan cute eaddade as penlas subjacentea nos rise.. nputadoná imputivds a BES. De acordo corn as discussoes havidas corn as CornissOes Executivas dos Conseihos de AdrninistmcIo cia ESFG e do BbS, é nosso entendirnento que 6 intençlo do Grupo ESFG assurnir 0 risco associado a cxposiçao ao Grupo ES! resuhante da interrnediacao de instmrnentos de divida junto dos clientes de mtalho e particulares (private banking) das difrrentes entidades do Grupu RSFG. Neste conteflo, os mecanismos que visarn garantir a efectiva nnsfeitncia de risco pam a ESFG C que ernos ainda a analisar são as scguintes:. Detiberaçlo pelo Conseiho de Adrninistrack da ESFO que detennina a apmvaclo do registo do tuna pmvisio do 700 rnilhoes de eums nsa mspectivas demonstracces financeiras, pan fazer face ao potencial incumprirnento. pelo Ompo 51, no reembolso dos instrurnentos de divida intermediados pclas difcrentes instkuicöes financeims do Grupo ESFO junto dos seus clientes de retaiho e particulares (private banking);. Cornpmmisso irrevogivel dii ESFG de nnsferir os rnontantes necessáhos pan fner face no eventual incumprirnento dos instmrncntos de dmda inwnnediados pelas difeienws instituiçôes financeims do Grupo ESPO junto dos seus clientes de mtalho e pafticulams (private banking), no mornento ern quc se vedficar a ocowincia de default att no Ilmite de urns peida incorrida acurnulada de 700 milboes de cums;. Pam a boa execucio do cornpromisso, referido no pofflo anterior 0 4XflStItUiçIO de escrow acanwi no BES de montante equivalente a 10% cia exposiclo, determinada ern cada mornento relativa sos instrurnentos do dmda emitidos palo Grupo ESI e intermediados por aquela instituiçlo financeirajunto don sass clienteç. 0 atnbuiçio no BUS, pain ESEG, de rnandato inevogavel de venda dan acçoes da Tranquilidade pam far face no potencial incumprirnento, palo Grupo ESI, no reernbolso dos instrumentos & divida intennediados palo Grupo BBS junto dos sam clientes de retaiho, no mornento em que se verificar a ocorrencia de defauh;e 0 flo quc Sc rekre aos instrurnentos de divida intennediados por outran instiwiçoes financeims do Grupo ESFG junto dos scus clientes do retaiho e pafticulams (privme banking), a ESFG utilizaxi outma activos em cafteim, caso Se venha a verificar urn evento de defazdi no pagarnento pelo Grupo PSI, desses insthamentos de divida.

8 Pág. 8 Inforrnamt)s que nesta data ainda nào tivemos acesso a documentaço final, devidamente assinada. pelo que SOliCitaflK)5. para efeitos da avaliaçäo da adequaçäo dos refeildos mecanismos a seguinfe informação:. I)eliberação do Consetho de Administraçäo da ESFG devidamente assinada;. Declaraçäo da Cornissrio Executiva do BES atestando que os mecanismos propostos pela ESFG são suficientes para a adequada transferéncia dos riscos;. Deiiberação do Conseiho de Administraç1o do BES sobre os mecanismos prupostos peta ESFG para efeitos da transfèrëneia dos riscos;. Parecer juridico que ateste que a reftrida Deiiberação do Conseiho de Adrninistraçâo da ESFU e válida ejuridicarnente vinculaliva e irrevoaável: e a Contrato de mandato de enda assinado entre a ESfG e o I3ES relativo as acçöes da Tranqui1idade Näo obstante o risco reputacional e fiduciário ser atribuivel a cada urna das instituiçoes que intermediararn os instrurnentos de divida emitidos peto Grupo ESI, desde que os procedimentos acirna referidos possarn transferir de tbrma vinculativa e irrevogável o referido risco para a ESFG, nada obsta a que o registo da provisäo de 700 irilihoes de euros possa ser efectuado ao nivel da ESFG (I) Relatório dos auditores Assurnindo que (1) a provisäo do 700 mithöes de euros ë contabilizada no Grupo ESFU em de Dczernbro de 2013 e (ii) que são cumpridas as condiçoes referidas no ponto acirna pam efèitos da transferéncia de risco do DES pam a ESfG. nao existern a presente data etementos que impecarn que 0 Relatorio dos Auditores sobre as demonstraçoes financeiras do BES referentes a 3 1 de Dezembro de os vir a ser emitido scm reservas. Fornando em consideração os aspectos relefldos nesta carta, não exciulmos a possibilidade de incluir no referido Relatörio urna ãnfase no pressuposto de que ë efectuada uma divuigaço detaihada dos nscos associados a cotocação dos instrurnentos de dividajunto dos clientes, mis demonstraçoes finaticeiras do Giupo ESFG e BES referentes a 31 de Dezembro de No que se refere a opiniäo sobre as dcmonstraçoes financeiras consolidadas da ESFG referentes a 3 1 de Dezembro de 20 13, no podemos nesta data apresentar ao Banco de Portugal qualqucr expectativa quanto ao Relatôrio dos Auditores a ernitir, na medida em qtie o mesmo será assinado pela KPMG do Luxemburgo após urn processo de revisäo e de sisternatização das conctusöes de auditoria efeettiadas as várias tinidades do Grupo inctuindo ii BES. a ESFIL, o BPrivée. 0 ES Bank Panama e o BES Vénétie. Estando estas audilorias ainda cm curso e tendo a KPMG do Luxemburgo de conctuir o sen trabaiho, näo podeinos a esta data anwcipar o tipo de Relatório dos Auditores que será emitido sobre as demonstraçocs financeiras da ESFG reportadas a 3 1 de [)ezembro de 2t) I 3.

9 l Jág. 9 e) ConsidcraçOes finals Esta carta C 0 RclatOrio em anexo SAt) cniitidos someiite para inforrnaçäo do ( onseiho de Mrninistraçäo da ESFG. do tonseiho de Administraçäo do Banco Espirito Santo, SA. e apresentaçäo a V. Exas., pelo que näo podern ser utilizados para qualquer outra finalidade nem set distribuidos a terceiros scm a nossa prévia autorizaçao pot escrito. Corn Os meihores curnpnrnentos, De V. Exa. AvLSdCd KPMG & Associados, Sociedade de Revisores Olicials tic Contas, S.A. Representada POT: Sikander Sattar Senior Partner

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