Município da Samba - Província de Luanda

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "Município da Samba - Província de Luanda"

Transcrição

1 Ficha de Projecto Dezembro/2006 Designação Projecto Integrado para o Desenvolvimento Sociocomunitário na Missão da Corimba - Município da Samba (Província de Luanda) Missão da Corimba - Sede Localização Parceria Acordo de Parceiros de Município da Samba - Província de Luanda Gabinete para a Cooperação do Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social da de Portugal Instituto Português de Apoio ao Desenvolvimento do Ministério dos Negócios Estrangeiros Gabinete de Intercâmbio Internacional do Ministério da Assistência e Reinserção Social de Angola Direcção Nacional de Assistência e Promoção Social do Ministério da Assistência e Reinserção Social de Angola Direcção Nacional da Infância do Ministério da Assistência e Reinserção Social de Angola Direcção Provincial de Saúde de Luanda do Ministério da Saúde de Angola Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Congregação das Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus 1

2 Entidade coordenadora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Subprojecto 1 Este Projecto integra 6 Subprojectos que, no seu conjunto, têm como objectivo promover o desenvolvimento sociocomunitário na Corimba e a criação de uma rede social alargada e sustentada de apoio à comunidade abrangida pela Missão. População no Município da Samba Lar Bakhita Entidade executora Objectivo Ponto de situação Congregação das Escravas da Santíssima Eucaristia e da Mãe de Deus Promover o acolhimento e o desenvolvimento integral de crianças e jovens vulneráveis, particularmente órfãs ou abandonadas. Crianças e jovens vulneráveis Encontram-se a viver no lar 52 meninas (dos 5 aos 18 anos). As crianças frequentam o ensino formal sendo-lhes prestado acompanhamento diário recorrendo a dois explicadores. Tem-se igualmente dado continuidade ao processo, longo e difícil, de localização familiar, tendo-se, em 2006, localizado as famílias de 2 meninas, tendo sido bem recebidas pelas respectivas famílias que não viam desde

3 Tem vindo a ser desenvolvido, com sucesso, um processo de colocação das crianças, durante o período de férias escolares, em famílias de acolhimento. Foi já iniciado, em articulação com os serviços competentes do MINARS, o processo de integração de meninas em famílias de acolhimento, tendo, em 2006, sido integradas 3 meninas. Nos cursos de curta duração, ministrados em 2006, foram aprovadas 288 pessoas, assim distribuídas: Informática formandos Inglês formandos Culinária e pastelaria formandos Bordados... 5 formandos Pintura artística formandos Alguns destes cursos são praticamente autosustentáveis (as despesas com os vencimentos dos formadores dos cursos de inglês e de informática são realizadas por conta das mensalidades pagas pelos alunos externos) outros foram apoiados por ONG s. Sala de informática Foram iniciadas e desenvolvidas acções de alfabetização em instalações do Lar, tendo sido aprovados 22 alfabetizandos. Salas destinadas ao desenvolvimento de diversas actividades escolares e lúdicas e dormitório 3

4 Através de outros financiamentos a Congregação conseguiu adquirir o terreno e uma habitação existentes do lado esquerdo do Lar, encontrando-se ali a funcionar um Centro Infantil Madre Trindade, que, em 2006, acolheu 78 crianças, realçando-se que algumas funções são executadas por 10 raparigas internas do Lar (8 nas actividades com as crianças e 2 na cozinha) realça-se que este equipamento contribui para inserção na vida activa das jovens internas e para a sustentabilidade do Lar, registando-se que parte das receitas está já sendo canalizada para o Lar. Centro Infantil Madre Trindade Data de início Dezembro de 2000 Subprojecto 2 Escola de S. José Escola de S. José 4

5 Entidade executora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Melhorar o nível de instrução e de conhecimentos da população residente na área da Missão e estimular a formação profissional de jovens e de adultos. População residente na área da Missão Ponto de situação A funcionar desde 2001, faz já parte do quadro das escolas do ensino geral da Província de Luanda, sob o nº 130. Com cerca de 87 funcionários, é frequentada, em média, por 2000 alunos, distribuídos pelo ensino regular, ensino de adultos e cursos préuniversitários. A maioria dos salários dos funcionários é assegurada pelo Ministério da Educação, facto que tem vindo a contribuir para a sustentabilidade da Escola. As restantes despesas inerentes ao funcionamento são efectuadas por conta das propinas pagas pelos alunos. Assim, actualmente, embora com alguma dificuldade a Escola é autosuficiente. Por falta de condições económicas, 30% dos alunos não efectua regularmente o pagamento das mensalidades (5 USD/mês), sendo, em média, concedidas 50 bolsas de estudo por ano aos alunos mais carenciados. Têm sido realizados alguns trabalhos de manutenção e de beneficiação das instalações (pinturas, reparação de carteiras, etc) e foi construído um fontanário que permite aos alunos o acesso a água potável. O Posto de Transformação (PT) foi já colocado em 2005, permitindo que a Escola tenha energia eléctrica da rede pública e igualmente funcione em período nocturno. Data de início Março de 2000 Subprojecto 3 Centro Médico de S. José 5

6 Entidade executora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Ponto de situação C Complexo de S. José PT Melhorar a assistência médica e sanitária à população abrangida pela Missão da Corimba População residente na área da Missão O Centro Médico integra uma pequena farmácia e apoia, em média, cerca de 3 mil pessoas das comunidades envolventes, que vivem em situação de pobreza. O funcionamento é assegurado por 22 funcionários, que dão continuidade ao trabalho desenvolvido com consultas de medicina geral, de pediatria, obstetrícia, incluindo a execução de curativos, administração de vacinas e realização de análises clínicas. Desde Novembro de 2005 que o Centro recebe um KIT de medicamentos do Programa Nacional de Medicamentos Essenciais. Foram realizadas algumas obras com vista à melhoria das instalações. Os salários dos 22 funcionários do Centro Médico estão já a ser assegurados pelo Ministério da Saúde, facto que vai contribuindo para a sustentabilidade do Centro. Com o PT em funcionamento, o Centro Médico passou, igualmente, a ter energia eléctrica fornecida pela rede pública. Desde Junho de 2005 que as despesas com o funcionamento do Centro Médico não são financiadas pelo GC/MTSS. As receitas cobrem as despesas gerais; no entanto, já existe algum equipamento que precisa de ser renovado e o Centro não tem ainda capacidade financeira para o efeito. Apesar de o Ministério da Saúde, embora integrando a parceria, não se fazer habitualmente representar nas reuniões do Conselho de Parceiros, a Congregação dos Claretianos tem, ao longo dos anos, envidado esforços no sentido de estabelecer Parcerias visando uma melhor prestação dos cuidados de saúde primários à população carenciada e, por outro lado, encontrar medidas que contribuam para a sustentabilidade daquele Centro Médico. Data de início Março de

7 Subprojecto 4 Centro Comunitário Claret Centro Comunitário Claret Entidade executora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Ponto de situação Estimular o desenvolvimento, a participação e a integração da comunidade através da dinamização de actividades sociorecreativas e culturais População residente na área da Missão No Centro, de carácter polivalente, funcionam as seguintes actividades: cursos de informática, de música, de costura e bordados, prestação de cuidados de primários de saúde, biblioteca, livraria/papelaria. As verbas pagas pelos formandos que frequentam as acções de formação permitem assegurar o funcionamento das mesmas. O curso de informática inclui mais uma componente de formação na área da utilização da Internet, dispondo, para o efeito, de 3 computadores. 7

8 Centro Comunitário Claret Curso de Informática Encontra-se em estudo a criação de um ciber-espaço que será aberto à comunidade. Numa das salas foi instalada uma pequena livraria, para venda de livros, material escolar e serviço de fotocópias. Centro Comunitário Claret Sala de espera do Posto Médico Foi financiada a aquisição/colocação de um PT (Posto de Transformação), tendo o processo já sido iniciado. Foi financiado o funcionamento da biblioteca, incluindo a compra de livros. Acções de alfabetização Foram financiadas acções de alfabetização que tiveram início em Março/2006, abrangendo 102 alfabetizandos, distribuídos por 3 turmas, cada uma com seu alfabetizador. Infelizmente, a maioria foi desistindo por razões diversas e, no final do 1º semestre (Setembro) somente 50% continuava a frequentar as aulas. 8

9 Data de início Setembro de 2001 Subprojecto 5 Vila PROJOVEM Entidade executora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Promover a integração socioeconómica de 30 jovens, melhorando as suas condições habitacionais e apoiando as iniciativas conducentes ao desenvolvimento de actividades geradoras de rendimento. Ponto de situação 30 jovens apoiados pelo Programa Projovem, aos quais se procurou assegurar uma fase de transição para uma vida autónoma. Projecto encerrado. Todavia, mantém-se o financiamento da bolsa de estudos de um dos jovens, situação que vem sendo avaliada de forma positiva nas reuniões de Conselho de Parceiros, com base nos resultados/aproveitamento obtidos. Data de início Março de

10 Subprojecto 6 Inserção na Vida Activa Entidade executora Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Objectivo Ponto de situação Promover a integração socioeconómica de jovens, através do desenvolvimento de actividades de promoção de auto-emprego Jovens desempregados É ministrada formação de curta duração a 9 jovens nas seguintes áreas: - Mecânica auto (3 jovens) - Pintura auto (4 jovens) - Serralharia (2 jovens) São estabelecidos contactos com empresas com o objectivo de inserir os jovens no mercado de trabalho. Para melhorar a qualidade da formação ministrada, adquiriu-se equipamento diverso, incluindo Kits para os formandos. A actividade de produção e venda de blocos não teve o impacto que se esperava pelo que foi decidido interromper aquela actividade. Este facto deve-se à existência, na zona, de uma multiplicidade de máquinas iguais ou semelhantes e, assim, a oferta é superior à procura. 10

11 Assim, os Missionários Claretianos (entidade executora) propuseram que, uma vez que a máquina não está a ser rentável naquela zona, se indagasse junto das outras entidades executoras também apoiadas pelo MTSS/GC sobre o interesse em utilizar a referida máquina em trabalhos de construção e de formação. Inserção na Vida Activa Serralharia Data de início Fevereiro de Financiamentos do MTSS (milhares de euros) ,6 Total , (orçamento total do novo Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário em Comunidades Vulneráveis na Província de Luanda ) (Ver NOTA) 11

12 NOTA: Considerando os bons resultados que, com enquadramento no Programa de Cooperação entre o Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social de Portugal e o Ministério da Assistência e Reinserção Social da República de Angola, têm vindo a ser alcançados no âmbito dos Projectos em curso: Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário nos Municípios do Sambizanga, Cazenga e Viana, cuja execução está cometida à Congregação dos Salesianos de Dom Bosco e à Associação Obra de Caridade da Criança Santa Isabel; Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário nos Municípios das Ingombotas e da Samba (Comuna dos Ramiros), cuja execução está cometida à Associação de Direito Diocesano Comunidade Mamã Muxima; Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário na Missão da Corimba (Município da Samba), cuja execução está cometida à Congregação dos Missionários Claretianos em Angola, Província Portuguesa do Coração de Maria e à Congregação das Escravas da Santíssima Eucarístia e da Mãe de Deus; Considerando que os Projectos anteriormente referidos se desenvolvem em Municípios da Província de Luanda estando, de uma forma integrada, contribuindo para o desenvolvimento sociocomunitário da Província de Luanda; Considerando que, ao longo dos anos, aqueles Projectos têm vindo a integrar diversas Componentes que, no âmbito do combate à pobreza e à exclusão, contribuem, indubitavelmente, para a melhoria das condições de vida das comunidades, abrangendo o acesso à escolaridade básica (alfabetização) e apoio escolar, à formação profissional de curta duração, à melhoria da dieta alimentar, à melhoria habitacional, a cuidados básicos de saúde, bem como o apoio a actividades geradoras de rendimento e outras acções de inclusão social e de promoção de igualdade de oportunidades; Neste contexto, em reunião realizada em Maio de 2006, os membros dos Conselhos de Parceiros de cada um dos Projectos, decidiram no sentido de integrar os 3 Projectos em causa num único Projecto, que se designará, a partir de 2007, Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário em Comunidades Vulneráveis na Província de Luanda, o que implicará, a breve prazo, a celebração de um novo Acordo de Parceiros (incluindo a elaboração de Documento de Projecto), reunindo assim, num único documento, todos os compromissos envolvidos. O novo Projecto desenvolver-se-á através dos Subprojectos seguintes: Subprojecto 1. Apoio sociocomunitário a comunidades vulneráveis no Município do CAZENGA Subprojecto 2. Apoio sociocomunitário a comunidades vulneráveis no Município das INGOMBOTAS Subprojecto 3. Apoio sociocomunitário a comunidades vulneráveis no Município da SAMBA Subprojecto 4. Apoio sociocomunitário a comunidades vulneráveis no Município do SAMBIZANGA Subprojecto 5. Apoio sociocomunitário a comunidades vulneráveis no Município de VIANA 12

Plano de Acção 2006/2007. Rede Social Concelho da Lourinhã

Plano de Acção 2006/2007. Rede Social Concelho da Lourinhã Plano de Acção 2006/2007 Rede Social Concelho da Lourinhã E I X O I Intervenção Dirigida a Grupos Específicos EIXO I : INTERVENÇÃO DIRIGIDA A GRUPOS ESPECIFICOS OBJECTIVO GERAL: Até Dezembro de 2007 existem

Leia mais

Relatório de missão 17-24 Maio de 2011 Estudo de caso em Angola

Relatório de missão 17-24 Maio de 2011 Estudo de caso em Angola Relatório de missão 17-24 Maio de 2011 Estudo de caso em Angola Projecto Investigação «O papel das organizações da sociedade civil na educação e formação: o caso de Angola, Guiné-Bissau, Moçambique e São

Leia mais

PARCEIROS NACIONAIS DO PROJECTO ASPIRE

PARCEIROS NACIONAIS DO PROJECTO ASPIRE PARCEIROS NACIONAIS DO PROJECTO ASPIRE Conselho Português para os Refugiados (CPR) O CPR, associação de solidariedade social e organização não governamental para o desenvolvimento (ONGD), foi constituído

Leia mais

2008 Concelho de Ourique

2008 Concelho de Ourique Plano de Acção 2008 Concelho de Rede Social Programa Rede Social Conselho Local de Acção Social de Janeiro 2008 Ficha Técnica Título: Plano de Acção 2008 do Concelho de Autoria: Núcleo Executivo da Rede

Leia mais

Conselho Local de Ação Social

Conselho Local de Ação Social Conselho Local de Ação Social Índice Introdução... 6 Eixo I - Demografia... 7 Eixo II Educação/Nível de Instrução... 8 Eixo III Economia... 11 Eixo IV Grupos Vulneráveis... 13 Avaliação.26 2 Ficha Técnica

Leia mais

Municípios do Sambizanga, do Cazenga e de Viana Província de Luanda

Municípios do Sambizanga, do Cazenga e de Viana Província de Luanda Ficha de Projecto Dezembro/2006 Designação Projecto Integrado para o Desenvolvimento Sociocomunitário nos Municípios do Sambizanga, do Cazenga e de Viana (Província de Luanda) Localização Municípios do

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA

APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA APRESENTAÇÃO DO PROGRAMA AGENDA AS 5 MARCAS DO POPH I EIXOS PRIORITÁRIOS II ARRANQUE DO PROGRAMA III I AS 5 MARCAS DO POPH AS 5 MARCAS DO POPH 1 O MAIOR PROGRAMA OPERACIONAL DE SEMPRE 8,8 mil M 8,8 Mil

Leia mais

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO DE APOIO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA

REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO DE APOIO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA REGULAMENTO DO VOLUNTARIADO DE APOIO SOCIAL DO MUNICÍPIO DE VIDIGUEIRA Nota justificativa A Câmara Municipal de Vidigueira assume o papel de agente fundamental na aplicação de políticas de protecção social,

Leia mais

Projecto MIMAR O SOLAR

Projecto MIMAR O SOLAR Equipa Star Wars 1 Projecto MIMAR O SOLAR 2 Projecto Mimar o Solar Apresentação O Projecto MIMAR O SOLAR surge como iniciativa promovida pelo Solar do Mimo Centro de Acolhimento Temporário de Crianças

Leia mais

Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário nos Distritos de Baucau, Lautém, Manatuto e Viqueque

Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário nos Distritos de Baucau, Lautém, Manatuto e Viqueque Ficha de Projecto Abril/2007 Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário nos Distritos de Baucau, Lautém, Manatuto e Viqueque Localização Parceria Acordo de Parceiros de 16/12/2005,

Leia mais

Sustentabilidade transversal

Sustentabilidade transversal Galp Voluntária 1 Galp Voluntária A Galp Voluntária é o programa estruturado de voluntariado da Galp Energia que procura facilitar, concretizar e potenciar iniciativas de voluntariado empresarial destinadas

Leia mais

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013

RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013 RELATÓRIO DE ACTIVIDADES 2013 I. Introdução O ano de 2013 foi um ano marcado por grandes investimentos na Comunidade Terapêutica, por forma a criar condições estruturais que possibilitem a formação e integração

Leia mais

COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL

COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL COMBATE À POBREZA E EXCLUSÃO SOCIAL Na última década, o número de pessoas em situação de pobreza e exclusão social em Portugal tem vindo a aumentar significativamente. A este facto preocupante, acresce

Leia mais

Relatório de Atividades

Relatório de Atividades 1 Relatório de Atividades 2005 I- Introdução A Fundação Fé e Alegria do Brasil é uma sociedade civil de direito privado, de ação pública e sem fins lucrativos, com sede a Rua Rodrigo Lobato, 141 Bairro

Leia mais

A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO

A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO Comissão Europeia A ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL NO ENSINO BÁSICO PORTUGAL Ano lectivo 2008/09 O ensino básico em Portugal é obrigatório, universal, gratuito e compreende

Leia mais

REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO E CONCESSÃO TRANSPORTES ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA

REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO E CONCESSÃO TRANSPORTES ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA REGULAMENTO DA ORGANIZAÇÃO E CONCESSÃO TRANSPORTES ESCOLARES NOTA JUSTIFICATIVA Considerando - Que a Educação é um direito de todos, cabendo ao Estado promover a sua democratização, bem como as condições

Leia mais

Câmara Municipal de Mealhada

Câmara Municipal de Mealhada Câmara Municipal de Mealhada Normas de funcionamento dos serviços da Componente de Apoio à Família nos Estabelecimentos de Educação Pré-Escolar do Município da Mealhada NORMAS DE FUNCIONAMENTO DOS SERVIÇOS

Leia mais

Matriz estratégica do PEE

Matriz estratégica do PEE MEC02-000 MEC02-001 MEC02-002 MEC02-003 Matriz estratégica do PEE Ensino (Pré-) Primário MEC02 Ensino Primário Objectivo Geral Assegurar que todas as crianças tenham oportunidade de concluir uma educação

Leia mais

Projecto Educativo. de Escola

Projecto Educativo. de Escola Projecto Educativo de Escola 2006/2010 Nota Introdutória P.E.E. No seu primeiro ano de implementação 2006/07, com o objectivo de trabalhar os problemas seleccionados: dificuldades sentidas nas relações

Leia mais

Relatório Anual da Comissão de Acompanhamento e Monitorização das Medidas de Apoio Social

Relatório Anual da Comissão de Acompanhamento e Monitorização das Medidas de Apoio Social Relatório Anual da Comissão de Acompanhamento e Monitorização das Medidas de Apoio Social ANO 2010 MEDIDAS DE APOIO A ESTRATOS SOCIAIS MAIS DESFAVORECIDOS a) Apoio à actividade das Instituições de Solidariedade

Leia mais

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020

ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 ACORDO DE PARCERIA 2014-2020 PORTUGAL 2020 1 Portugal 2020, o Acordo de Parceria (AP) que Portugal irá submeter à Comissão Europeia estrutura as intervenções, os investimentos e as prioridades de financiamento

Leia mais

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO

GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO Manual de GUIA PRÁTICO RESPOSTAS SOCIAIS INFÂNCIA E JUVENTUDE CRIANÇAS E JOVENS EM SITUAÇÃO DE PERIGO INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P ISS, I.P. Departamento/Gabinete Pág. 1/11 FICHA TÉCNICA TÍTULO Guia

Leia mais

Capítulo I Disposições Gerais

Capítulo I Disposições Gerais Regulamento Municipal do Banco Local de Voluntariado de Marco de Canaveses Preâmbulo A Lei n.º 71/98, de 3 de Novembro, estabelece as bases do enquadramento jurídico do voluntariado, visando promover e

Leia mais

DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA

DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA REGULAMENTO PARA CONCESSÃO DE BOLSAS DO PROGRAMA INSTITUCIONAL DE BOLSAS DE GRADUAÇÃO E PÓS-GRADUAÇÃO PARA SERVIDORES TÉCNICO ADMINISTRATIVOS DA UFG PRO QUALIFICAR DOS OBJETIVOS DO PROGRAMA Art.1º. O Programa

Leia mais

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010

INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO. Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010 INTERCÂMBIO DE ESTUDANTES AO ABRIGO DE ACORDOS DE COOPERAÇÃO Candidaturas para o Ano Académico 2009/2010 Serviço de Cooperação com os Países Lusófonos e Latino-Americanos SCPLLA Endereço Reitoria da Universidade

Leia mais

Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas

Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas Luanda Bairro Cambamba I Um projecto de apoio a crianças e mulheres desfavorecidas Janeiro Dezembro 2012 Ano I Um Projecto de: SCALABRINIANAS Congregação das Irmãs Missionárias de S. Carlos Borromeu Um

Leia mais

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos

PRESIDÊNCIA DO CONSELHO DE MINISTROS. Proposta de Lei n.º 18/XII. Exposição de Motivos Proposta de Lei n.º 18/XII Exposição de Motivos Nos últimos anos, os serviços e órgãos da administração directa e indirecta do Estado, bem como as Regiões Autónomas e as autarquias locais, têm, no âmbito

Leia mais

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP) UMA FORMA ALTERNATIVA DE PENSAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM ANGOLA

PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP) UMA FORMA ALTERNATIVA DE PENSAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM ANGOLA PARCERIAS PÚBLICO-PRIVADAS (PPP) UMA FORMA ALTERNATIVA DE PENSAR A ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA EM ANGOLA ÍNDICE CONTEXTO ACTUAL A NOVA ADMINISTRAÇÃO PÚBLICA O QUE SÃO PPP? MODELOS DE CONTRATAÇÃO PÚBLICA QUAIS

Leia mais

Projecto de Actividades na Comunidade

Projecto de Actividades na Comunidade Projecto de Actividades na Comunidade Centro de Actividades Ocupacionais de Machico 1. Projecto de Prestação de Actividades na Comunidade O Centro de Actividades Ocupacionais de Machico, procura desenvolver

Leia mais

Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011

Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011 Programas Operacionais Regionais do Continente Deliberações CMC POR: 9/10/2007, 19/11/2008, 17/04/2009, 25/09/2009, 20/04/2010, 14/10/2010 e 4/04/2011 Requalificação da Rede Escolar do 1.º Ciclo do Entrada

Leia mais

Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei. ESECS - Leiria

Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei. ESECS - Leiria Cursos de Dupla Certificação - A Experiência do Cinform/Cercilei ESECS - Leiria 1 de Abril de 2017 Apresentação será dividida em 3 momentos: 1º - Enquadramento legal e Cronologia 2º - Modalidade de Formação

Leia mais

Liga Nacional Contra a Fome

Liga Nacional Contra a Fome Liga Nacional Contra a Fome IPSS de Utilidade Pública PLANO DE ATIVIDADES 2016-2019 E ORÇAMENTO 2016 NOVEMBRO 2015 Liga Nacional Contra a Fome IPSS de Utilidade Pública A Liga Nacional Contra a Fome é

Leia mais

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida;

Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Estimular o desenvolvimento de projectos de vida; São nossos objectivos: 1ª fase: Promover a inserção social de pessoas e grupos mais vulneráveis; Alargar e consolidar a rede de parcerias de forma a fomentar e a criar novos recursos, propiciando condições

Leia mais

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária.

PROGRAMA DE ACÇÃO SAÚDE. - Advocacia junto ao Ministério da Saúde para criação de mais centros de testagem voluntária. PROGRAMA DE ACÇÃO A diversidade e complexidade dos assuntos integrados no programa de acção da OMA permitirá obter soluções eficazes nos cuidados primários de saúde, particularmente na saúde reprodutiva

Leia mais

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020

Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Programa Operacional Regional Alentejo 2014/2020 Évora, 9 de setembro de 2015 Identidade, Competitividade, Responsabilidade Lezíria do Tejo Alto Alentejo Alentejo Central Alentejo Litoral Baixo Alentejo

Leia mais

PERA Programa Escolar de Reforço Alimentar

PERA Programa Escolar de Reforço Alimentar PERA Programa Escolar de Reforço Alimentar 2012/2013 e 2013/2014 COORDENAÇÃO NACIONAL Setembro de 2012 ÍNDICE INTRODUÇÃO 1. APRESENTAÇÃO DO PERA 2. ENQUADRAMENTO DO PROGRAMA. 3. QUESTÕES ORGANIZACIONAIS

Leia mais

Programa de Doutoramento em Gestão, Liderança e Políticas no Sector Agroalimentar

Programa de Doutoramento em Gestão, Liderança e Políticas no Sector Agroalimentar Programa de Doutoramento em Gestão, Liderança e Políticas no Sector Agroalimentar Workshop Colaboração entre Moçambique e Portugal nos Sectores Agrícola, Alimentar e Florestal, Maputo, 2 de Junho 2015

Leia mais

!"# $% A pressão para o Estado mínimo e direitos mínimos estão a marcar, na Europa e em Portugal, os caminhos sobre o futuro do modelo social.

!# $% A pressão para o Estado mínimo e direitos mínimos estão a marcar, na Europa e em Portugal, os caminhos sobre o futuro do modelo social. Grupo Parlamentar!"# $% O sistema público de segurança social, universal e solidário, está a ser fortemente questionado, pelas condições da intensa globalização neoliberal, das transformações operadas

Leia mais

Regulamento Interno. Centro Ocupacional de São Brás. Capítulo I. Objectivos do Regulamento

Regulamento Interno. Centro Ocupacional de São Brás. Capítulo I. Objectivos do Regulamento Regulamento Interno Centro Ocupacional de São Brás Capítulo I Objectivos do Regulamento 1) O presente regulamento visa definir as regras de organização e funcionamento do Espaço Educacional de São Brás,

Leia mais

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 95/VIII COMBATE À INSEGURANÇA E VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR

PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 95/VIII COMBATE À INSEGURANÇA E VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR PROJECTO DE RESOLUÇÃO N.º 95/VIII COMBATE À INSEGURANÇA E VIOLÊNCIA EM MEIO ESCOLAR A preocupação com o aumento e as características dos múltiplos episódios de violência vividos na e pela comunidade escolar

Leia mais

Revisão do regime de renda apoiada

Revisão do regime de renda apoiada Revisão do regime de renda apoiada Conselho Municipal de Habitação Lisboa, 24 de Setembro de 2012 Helena Roseta Enquadramento Durante 20 anos, a prioridade da política de habitação em Lisboa foi erradicação

Leia mais

NOVIDADES MULHERES EM ACÇÃO - CABINDA

NOVIDADES MULHERES EM ACÇÃO - CABINDA NOVIDADES MULHERES EM ACÇÃO - CABINDA JANEIRO 2011 - DEZEMBRO 2012 GOVERNO PROVINCIAL DE CABINDA INTRODUÇAO Financiado pela União Europeia Implementado pela ADPP Angola com o apoio do Governo Provincial

Leia mais

GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO

GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO GUIA PRÁTICO MEDIDAS ESPECÍFICAS E TRANSITÓRIAS DE APOIO E ESTÍMULO AO EMPREGO ISENÇÃO DO PAGAMENTO DE CONTRIBUIÇÕES APOIO À REDUÇÃO DA PRECARIEDADE NO EMPREGO DOS JOVENS INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL,

Leia mais

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Preâmbulo

REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO. Preâmbulo REGULAMENTO DE ATRIBUIÇÃO DE BOLSAS DE ESTUDO Preâmbulo Faz parte da missão do grupo Águas de Portugal (Grupo AdP) constituir-se como uma referência no setor do ambiente, de forma a promover a universalidade,

Leia mais

Lar das Criancinhas da Horta Instituição Particular de Solidariedade Social

Lar das Criancinhas da Horta Instituição Particular de Solidariedade Social PROGRAMA DE AÇÃO PARA 2015 Em cumprimento do estabelecido das alíneas b) do Artigo 34.º e c) do Artigo 38º dos Estatutos do Lar das Criancinhas da Horta, vem esta Direção apresentar à Assembleia Geral,

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REAL REGULAMENTO OFERTAS EDUCATIVAS ALTERNATIVAS AO ENSINO REGULAR ANEXO II

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE REAL REGULAMENTO OFERTAS EDUCATIVAS ALTERNATIVAS AO ENSINO REGULAR ANEXO II Ofertas Educativas Artigo 1.º Âmbito O presente regulamento estabelece as diretrizes essenciais ao funcionamento do curso vocacional, adequando, esclarecendo e integrando as normas legais presentes na

Leia mais

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO

MUNICIPIO DE MESÃO FRIO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO REGULAMENTO MUNICIPAL DO PROGRAMA SOCIAL DE APOIO À HABITAÇÃO DO MUNICIPIO DE MESÃO FRIO A, em conformidade com as atribuições e competências consignadas aos Municípios, nomeadamente

Leia mais

Ficha de Caracterização de Projecto. Mar de Oportunidades

Ficha de Caracterização de Projecto. Mar de Oportunidades Ficha de Caracterização de Projecto Mar de Oportunidades 2 A. IDENTIFICAÇÃO GERAL DA ENTIDADE Projecto(s) Mar de Oportunidades Promotor(es): Aporvela e Casa Pia de Lisboa Sigla Mar de Oportunidades Morada

Leia mais

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo

Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera. Plano. Estudos. Desenvolvimento. Currículo Agrupamento de Escolas Dr. Bissaya Barreto Castanheira de Pera Plano de Estudos e Desenvolvimento do Currículo Educação Pré Escolar A Educação Pré-Escolar afigura-se como a primeira etapa da educação básica

Leia mais

INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação

INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES. Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação INICIATIVA NOVAS OPORTUNIDADES Ministério do Trabalho e da Solidariedade Social Ministério da Educação INDICE 1. OBJECTIVO 2. PORQUÊ A INICIATIVA? 3. PARA OS JOVENS: UMA OPORTUNIDADE NOVA 4. PARA OS ADULTOS:

Leia mais

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA 2º ANO DE ESCOLARIDADE / FORMAÇÃO CÍVICA Educação para a Solidariedade e para os Direitos Humanos

AGRUPAMENTO DE ESCOLAS DE ESTARREJA 2º ANO DE ESCOLARIDADE / FORMAÇÃO CÍVICA Educação para a Solidariedade e para os Direitos Humanos EDUCAÇÃO PARA A SOLIDARIEDADE E PARA OS DIREITOS HUMANOS 1. CONTEXTUALIZAÇAO DO PROJECTO Ao abrigo do Despacho nº 19308/2008 1, no âmbito das ANC e no que diz respeito à Formação Cívica, a Coordenação

Leia mais

ANEXO 14 FICHAS DE AVALIAÇÃO SOCIAL

ANEXO 14 FICHAS DE AVALIAÇÃO SOCIAL ANEXO 14 FICHAS DE AVALIAÇÃO SOCIAL 1 - FICHAS SOCIAIS (Esta ficha deve ser aplicada para todos os subprojetos e contempla o levantamento e demanda da área social, inclusive os povos tradicionais e demais

Leia mais

ACORDO DE POLÍTICA DE RENDIMENTOS PARA 1992

ACORDO DE POLÍTICA DE RENDIMENTOS PARA 1992 CONSELHO PERMANENTE DE CONCERTAÇÃO SOCIAL ACORDO DE POLÍTICA DE RENDIMENTOS PARA 1992 LISBOA Em 15 de Fevereiro de 1992, culminando um processo gradual de concertação o Conselho Coordenador do Conselho

Leia mais

Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014

Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014 Regulamento das Bolsas PARSUK Xperience 2014 1. Parte 1 Objectivos, valor e designação das bolsas 1.1. O programa PARSUK Xperience pretende dar a oportunidade a alunos de licenciatura ou mestrado em Portugal

Leia mais

Qual emprego, qual trabalho para as pessoas com perturbação do espetro do autismo (PEA)? José Miguel Nogueira - FPDA

Qual emprego, qual trabalho para as pessoas com perturbação do espetro do autismo (PEA)? José Miguel Nogueira - FPDA Qual emprego, qual trabalho para as pessoas com perturbação do espetro do autismo (PEA)? José Miguel Nogueira - FPDA Estrutura: i) O direito ao emprego versus o direito a uma atividade socio-ocupacional

Leia mais

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID

Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola. Concessão de Bolsa de Iniciação à Docência - PIBID Programa 1448 Qualidade na Escola Ações Orçamentárias Número de Ações 16 0E530000 Apoio ao Transporte Escolar para a Educação Básica - Caminho da Escola Veículo adquirido Unidade de Medida: unidade UO:

Leia mais

PROGRAMA PARA A INCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO PROGRIDE

PROGRAMA PARA A INCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO PROGRIDE PROGRAMA PARA A INCLUSÃO E DESENVOLVIMENTO PROGRIDE RELATÓRIO ANUAL DE EXECUÇÃO MEDIDA / MEDIDA 009/00 INSTITUTO DA SEGURANÇA SOCIAL, I.P. Programa para a Inclusão e Desenvolvimento Relatório Anual de

Leia mais

GRUPO 4 MOBILIDADE E TRANSPORTES

GRUPO 4 MOBILIDADE E TRANSPORTES GRUPO 4 MOBILIDADE E TRANSPORTES Medidas Propostas Impacto no Município Plano de mobilidade sustentável para os funcionários da autarquia Formação em eco-condução para os gestores de frotas, motoristas

Leia mais

Educador Ambiental. Curso de Formação. Eng.ª Mariana Cruz Mariana.cruz@biorumo.com

Educador Ambiental. Curso de Formação. Eng.ª Mariana Cruz Mariana.cruz@biorumo.com 1 Curso de Formação Educador Ambiental 2009 Eng.ª Mariana Cruz Mariana.cruz@biorumo.com 2 Curso de Formação: Educador Ambiental Índice: 1 Apresentação da entidade formadora e de Coordenação do Curso 2

Leia mais

SALESIANOS DE DOM BOSCO. FAMILIA SALESIANA : Um vasto movimento de. EDUCAÇÃO dos jovens.

SALESIANOS DE DOM BOSCO. FAMILIA SALESIANA : Um vasto movimento de. EDUCAÇÃO dos jovens. SALESIANOS DE DOM BOSCO FAMILIA SALESIANA : Um vasto movimento de pessoas para a EDUCAÇÃO dos jovens. 1 ª CONFERÊNCIA SOBRE RESPONSABILIDADE SOCIAL EMPRESARIAL - ANGOLA SALESIANOS EM ANGOLA Salesianos

Leia mais

Programa BIP/ZIP 2015

Programa BIP/ZIP 2015 Programa BIP/ZIP 215 FICHA DE CANDIDATURA Refª: 35 Lavandaria solidária Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 11-6 Lisboa Telefone:

Leia mais

Projeto de Financiamento para Aquisição de Transporte

Projeto de Financiamento para Aquisição de Transporte Projeto de Financiamento para Aquisição de Transporte Objetivo Geral:Agilizar e dinamizar ações no atendimento às crianças/adolescentes e familiares, assistidos pela OSCIP/FEAS Fundação Educativa Albert

Leia mais

Pós-graduação Tecnologia Aeronáutica. Edital 2013/2014

Pós-graduação Tecnologia Aeronáutica. Edital 2013/2014 Pós-graduação Tecnologia Aeronáutica Edital 2013/2014 Setúbal, dezembro de 2012 ENQUADRAMENTO E OBJECTIVOS O curso de Pós-Graduação em Tecnologia Aeronáutica (PGTA) é uma realização da Escola Superior

Leia mais

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME. Ir buscar onde sobra para distribuir onde falta

BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME. Ir buscar onde sobra para distribuir onde falta BANCO ALIMENTAR CONTRA A FOME Ir buscar onde sobra para distribuir onde falta O direito à alimentação é um dos mais básicos direitos do Homem. A fome existe no nosso território, na nossa cidade, na nossa

Leia mais

Lisboa 2012 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2012 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2012 Refª: 047 Reajustar Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email - bip.zip@cm-lisboa.pt

Leia mais

Plano de Ação para 2012

Plano de Ação para 2012 Área da Ação Plano de Ação para 2012 CRONOGRAMA ÁREA DE INTERVENÇÃO ATIVIDADES 2012 Recursos Humanos Janeiro Fevereiro Março Abril Maio Junho Julho Agosto Setembro Outubro Novembro Dezembro O atendimento

Leia mais

Informação útil sobre Angola

Informação útil sobre Angola adso Comunicação Informação útil sobre Angola Este documento e o seu conteúdo são da responsabilidade do autor. A ADSO disponibiliza-o como suporte de informação às potencialidades do mercado angolano.

Leia mais

Introdução. Évora, 18 de outubro de 2014. A Direção da Associação

Introdução. Évora, 18 de outubro de 2014. A Direção da Associação Introdução A dos Amigos da Ludoteca, em parceria com a Câmara Municipal de Évora na promoção dos Direitos da Criança e da Família, pretende desenvolver em 2015 um Plano de Atividades que promova o Direito

Leia mais

Novas vestes da União Europeia? O papel do IVA. Clotilde Celorico Palma

Novas vestes da União Europeia? O papel do IVA. Clotilde Celorico Palma Europeia? O papel do IVA Clotilde Celorico Palma Europeia? O papel do IVA Temas a abordar: Estratégia recente da Comissão: - Relatório Monti - Comunicação de Outubro de 2010 - O IVA europeu - Livro verde

Leia mais

Programa BIP/ZIP 2014

Programa BIP/ZIP 2014 Programa BIP/ZIP 2014 FICHA DE CANDIDATURA Refª: 004 Lavandaria Social Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone:

Leia mais

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA

RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA RELATÓRIO DE CONCRETIZAÇÃO DO PROCESSO DE BOLONHA ANO LECTIVO 2009/2010 Universidade de Aveiro e Universidade do Porto Fernando Almeida (UA) Helena Sant Ovaia (UP) Geomateriais e Recursos Geológicos 1.

Leia mais

JOVEM AGRICULTOR/JOVEM EMPRESÁRIO RURAL

JOVEM AGRICULTOR/JOVEM EMPRESÁRIO RURAL JOVEM AGRICULTOR/JOVEM EMPRESÁRIO RURAL AJAP Associação dos Jovens Agricultores de Portugal José Firmino B. Cordeiro 21/01/11 Idanha-a-Nova Estrutura Jovens Agricultores / Jovens Empresários Rurais Considerações

Leia mais

PROJECTO INTEGRADO SOCIAL E SAÚDE DE SESIMBRA

PROJECTO INTEGRADO SOCIAL E SAÚDE DE SESIMBRA PROJECTO INTEGRADO SOCIAL E SAÚDE DE SESIMBRA PRESSUPOSTOS 1. INFRA-ESTRUTURAS E EQUIPAMENTOS Lares sem Condições. Edifício Deteriorado sem utilização. Centro de Dia e ATL sem condições. Inexistência de

Leia mais

ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO

ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO ELEIÇÕES 2012 DIRETRIZES DO PROGRAMA DE GOVERNO DO CANDIDATO JOSÉ SIMÃO DE SOUSA PARA A PREFEITURA DE MANAÍRA/PB ZÉ SIMÃO 45 - PREFEITO OBJETIVOS DO GOVERNO: Consolidar e aprofundar os projetos e ações

Leia mais

CURSO DECORAÇÃO DE INTERIORES

CURSO DECORAÇÃO DE INTERIORES CURSO DECORAÇÃO DE INTERIORES ONDE Sábados 2 Semanas Intensivo 2 Dias por Semana 2 Semanas Intensivo 2 Dias por Semana Livre PRINCIPAIS VANTAGENS > 75 horas presenciais > Predominantemente prático > Várias

Leia mais

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONDICIONADO N.

EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO PARA APRESENTAÇÃO DE CANDIDATURAS CONDICIONADO N. EIXO 3 CONECTIVIDADE E ARTICULAÇÃO TERRITORIAL REGULAMENTO ESPECÍFICO: Aviso n.º 1/REB/AC REQUALIFICAÇÃO DA REDE ESCOLAR DE 1.º CICLO DO ENSINO BÁSICO E DA EDUCAÇÃO PRÉ- ESCOLAR AVISO DE ABERTURA DE CONCURSO

Leia mais

BOLSAS SOCIAIS EPIS - ESCOLAS DE FUTURO Regulamento para atribuição de bolsas sociais a alunos do Ensino Secundário em 2011/2012

BOLSAS SOCIAIS EPIS - ESCOLAS DE FUTURO Regulamento para atribuição de bolsas sociais a alunos do Ensino Secundário em 2011/2012 BOLSAS SOCIAIS EPIS - ESCOLAS DE FUTURO Regulamento para atribuição de bolsas sociais a alunos do Ensino Secundário em 2011/2012 A Associação EPIS Empresários Pela Inclusão Social foi criada em 2006 por

Leia mais

Promoção da Inovação Empresarial

Promoção da Inovação Empresarial Promoção da Inovação Empresarial EMP-07: Centro de Assistência Técnica!! " $ # & % Entidade Executora: ISMAI Responsável do sub-projecto: Dr. José Sousa (jsousa@ismai.pt) Parceiros: santa Casa da Misericórdia

Leia mais

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALJEZUR

BOMBEIROS VOLUNTÁRIOS DE ALJEZUR ALJEZUR, 4 DE DEZEMBRO DE 7 INTRODUÇÃO Desde a sua criação até aos dias de hoje, a formação interna dos elementos que constituem o Corpo de Bombeiros Voluntários de Aljezur, tem sido uma constante, na

Leia mais

Plano de Articulação Curricular

Plano de Articulação Curricular Plano de Articulação Curricular 2014-2015 Agrupamento de Escolas Fernando Pessoa Índice 1.Introdução... 3 2 2.Prioridades... 4 3.Operacionalização do Plano de Articulação Curricular... 5 4.Monitorização

Leia mais

PROJECTO DE LEI N.º 447/X

PROJECTO DE LEI N.º 447/X Grupo Parlamentar PROJECTO DE LEI N.º 447/X ALTERA A LEI N.º 53-B/2006, DE 29 DE DEZEMBRO, QUE CRIA O INDEXANTE DOS APOIOS SOCIAIS E NOVAS REGRAS DE ACTUALIZAÇÃO DAS PENSÕES E OUTRAS PRESTAÇÕES SOCIAIS

Leia mais

REGULAMENTO DAS FÉRIAS DESPORTIVAS DA JUNTA DE FREGUESIA DE PARANHOS

REGULAMENTO DAS FÉRIAS DESPORTIVAS DA JUNTA DE FREGUESIA DE PARANHOS REGULAMENTO DAS FÉRIAS DESPORTIVAS DA JUNTA DE FREGUESIA DE PARANHOS PREÂMBULO No uso da competência prevista pelos artigos 112º, n.º. 8, e 241º da Constituição da República Portuguesa, e conferida pela

Leia mais

Acordo de Colaboração

Acordo de Colaboração Acordo de Colaboração Extensão de horário das actividades de animação e de apoio à família na educação Pré-escolar nos Jardins do Agrupamento de Escolas de Samora Correia Considerando que: A Educação Pré-escolar,

Leia mais

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA

Lisboa 2015 FICHA DE CANDIDATURA Lisboa 2015 Refª: 038 DE JOVEM A LIDER Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21 322 73 60 Email - bip.zip@cm-lisboa.pt

Leia mais

GESTÃO DO PROGRAMA DE BOLSAS LUSO-BRASILEIRAS SANTANDER UNIVERSIDADES

GESTÃO DO PROGRAMA DE BOLSAS LUSO-BRASILEIRAS SANTANDER UNIVERSIDADES Caro estudante, GESTÃO DO PROGRAMA DE BOLSAS ANEXO B RELATÓRIO DE ESTUDANTE ANO ACADÉMICO DE 2010/2011 O preenchimento deste Relatório é, como consta no seu Contrato, obrigatório. O seu Relatório concederá

Leia mais

Preâmbulo. Objetivos. Metodologia

Preâmbulo. Objetivos. Metodologia Preâmbulo Numa sociedade democrática é fundamental que existam mecanismos de participação que permitam aos jovens o desenvolvimento de competências de cidadania que lhes possibilitem a formulação de ideias

Leia mais

Resultados do Projeto de Melhoria 5ª Edição da Semana Aberta. Um Espaço Aberto à Comunidade

Resultados do Projeto de Melhoria 5ª Edição da Semana Aberta. Um Espaço Aberto à Comunidade Resultados do Projeto de Melhoria 5ª Edição da Semana Aberta Um Espaço Aberto à Comunidade Fevereiro / 2015 INDÍCE Semana Aberta Um Espaço Aberto à Comunidade Relatório Anual I. Introdução II. III. IV.

Leia mais

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FBL ADVOGADOS Em parceria: Portugal Angola. Portugal/Angola: Parceria Intemporal

Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FBL ADVOGADOS Em parceria: Portugal Angola. Portugal/Angola: Parceria Intemporal Our innovative solutions wherever you need us. ABREU ADVOGADOS FBL ADVOGADOS Em parceria: Portugal Angola Portugal/Angola: Parceria Intemporal Abreu Advogados FBL Advogados 2013 PORTUGAL ANGOLA Parceria

Leia mais

Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário em Cabo Verde (PIDS CV)

Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário em Cabo Verde (PIDS CV) Ficha de Projecto Dezembro/2006 Designação Projecto Integrado de Desenvolvimento Sociocomunitário em Cabo Verde (PIDS CV) Subprojecto 2.1 Desenvolvimento Sociocomunitário em Cabo Verde Ilha de Santiago

Leia mais

Clube da Proteção Civil

Clube da Proteção Civil Agrupamento de Escolas das Taipas Clube da Proteção Civil 1. Estrutura organizacional Coordenadora: Paula Ribeiro da Silva Grupo de Recrutamento: 620 Departamento: Expressões Composição do grupo de trabalho:

Leia mais

Projecto co-financiado pelo FSE

Projecto co-financiado pelo FSE CLAS DE MONDIM DE BASTO PLANO DE AÇÃO 2013 REDE SOCIAL DE MONDIM DE BASTO Projecto co-financiado pelo FSE ÍNDICE ÍNDICE DE TABELAS... 3 CAPÍTULO I... 4 INTRODUÇÃO... 4 CAPÍTULO II... 7 PLANO DE ACÇÃO 2013...

Leia mais

27 de junho de Domingos Lopes

27 de junho de Domingos Lopes 27 de junho de 2016 Domingos Lopes Objetivos Temáticos OT 8. Promover a sustentabilidade e a qualidade do emprego e apoiar a mobilidade dos trabalhadores assumindo como meta nacional, até 2020, o aumento

Leia mais

Ficha de Actividade. Conteúdos: Os diferentes processos e serviços do Arquivo Municipal.

Ficha de Actividade. Conteúdos: Os diferentes processos e serviços do Arquivo Municipal. Ficha de Actividade Tipo: Visitas de Estudo Tema: Faz de conta que somos de papel Público-alvo: Alunos Pré-escolar e 1º ciclo Equipa: Serviço Educativo Arquivo Municipal Calendarização: Todo o ano. Agendadas

Leia mais

Plano de Acção

Plano de Acção - 2 - Nota Prévia A Rede Social afirmou-se ao longo da sua criação como uma medida inovadora e com capacidade de produzir alterações positivas na intervenção social. Esta medida assumiu-se, desde início,

Leia mais

Programa 2013 FICHA DE CANDIDATURA. Refª: 107 Alvito para todos

Programa 2013 FICHA DE CANDIDATURA. Refª: 107 Alvito para todos Programa 2013 FICHA DE CANDIDATURA Refª: 107 Alvito para todos Grupo de Trabalho dos Bairros e Zonas de Intervenção Prioritária (BIP/ZIP) Rua Nova do Almada, nº 2-3º Andar 1100-060 Lisboa Telefone: 21

Leia mais

Acta da 28ª reunião plenária ordinária do Conselho Local de Acção Social do Seixal

Acta da 28ª reunião plenária ordinária do Conselho Local de Acção Social do Seixal Acta da 28ª reunião plenária ordinária do Conselho Local de Acção Social do Seixal Data: 19 de Março de 2010 Local: Rio Sul Shopping - Espaço coberto de estacionamento exterior Agenda de Trabalhos: 1-

Leia mais

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016.

EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. EDITAL N 034/2016 Referente ao Aviso N 046/2016, publicado no D.O.E. de 15/04/2016. O REITOR DA UNIVERSIDADE DO ESTADO DA BAHIA (UNEB), no uso de suas atribuições legais e regimentais, em conformidade

Leia mais

A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS

A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS A ALER E O SEU PAPEL NO APOIO À REGULAÇÃO DE ENERGIAS RENOVÁVEIS IX Conferência RELOP 5 de Dezembro de 2016 O QUE É E PARA QUE SERVE A ALER PROMOTORA A ALER é uma associação sem fins lucrativos que tem

Leia mais

ÓRGÃO: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA

ÓRGÃO: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA ÓRGÃO: PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA Programa: 0252 - CAPTAÇÃO E DIFUSÃO DE NOTÍCIAS Objetivo: Divulgar material jornalístico sobre os atos governamentais nos campos social, político, econômico, educativo,

Leia mais

PLANO DE FORMACÃO PARA A PRÁTICA DE VOLUNTARIADO

PLANO DE FORMACÃO PARA A PRÁTICA DE VOLUNTARIADO BANCO DE VOLUNTARIADO PLANO DE FORMACÃO PARA A PRÁTICA DE VOLUNTARIADO 1 ORGANIZAÇÃO FACULDADE DE PSICOLOGIA E DE CIÊNCIAS DA EDUCAÇÃO OBSERVATÓRIO DA CIDADANIA E INTERVENÇÃO SOCIAL 1 ABRIL 2014 10 JULHO

Leia mais