PROJETO DE LIVRO ALOCAÇÃO DE ATIVOS EM PRIVATE BANKING. Ney Roberto Ottoni de Brito (Organizador)

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1 PROJETO DE LIVRO ALOCAÇÃO DE ATIVOS EM PRIVATE BANKING Ney Roberto Ottoni de Brito (Organizador) Julho 2005

2 NEY ROBERTO OTTONI DE BRITO CURSOS: Ph. D. em Finanças, Graduate School of Business, Stanford University; M. Sc. Em Engenharia de Produção, COPPE, UFRJ; Engenheiro Mecânico, Escola de Engenharia da UFRJ. TÍTULOS: Professor Titular de Finanças da UFRJ; Editor Associado, Journal of Banking and Finance, 1976/1986; Editor Associado, Revista Brasileira de Finanças; Presidente do Instituto Brasileiro de Executivos em Finanças (IBEF) 1999/2001; Chairman do Comitê Técnico do IAFEI-International Association of Finance Executives Institute. EXPERIÊNCIA PROFISSIONAL: Sócio-Diretor da Ney O Brito & Associados (anteriormente AFI-Associados em Finanças e Investimentos). 1

3 INTRODUÇÃO GERAL Os modernos processos de gestão de investimentos de carteiras de grandes investidores envolve peculiaridades e práticas específicas. Estes processos abrangem as carteiras de grandes clientes pessoas físicas, usualmente atendidas em serviços de private banking ou de family office, as carteiras de fundos de pensão e de investidores institucionais e as carteiras associadas aos recursos proprietários de instituições financeiras e bancos. Os processos de gestão destas grandes carteiras envolve uma separação de decisões em dois estágios decisões de Alocação de Ativos e decisões de Seleção de Carteiras. Em um primeiro estágio são conduzidas as decisões de investimento em grandes classes de ativos. Por exemplo, considerando-se o mercado nacional, poderiam ser definidas como grandes classes de ativos: aplicações em Over à taxa Selic, títulos de renda fixa pré-fixada, títulos de renda fixa pós-fixada, Bolsa de Valores e dólar. Neste estágio, são decididas as proporções a serem investidas nessas grandes classes de ativos disponíveis no mercado. Por exemplo, decide-se aplicar 30% em Bolsa, 50% em renda fixa pré-fixada e 20% em operações compromissadas diárias indexadas à Selic. Em um segundo estágio, conduz-se a seleção de títulos dentro de cada grande classe de ativos e na proporção a ela alocada. Aqui, decide-se em que títulos investir respeitando-se a proporção de cada classe de ativos. Por exemplo, são decididas quais ações comprar dentro dos 30% que foram alocados para investimentos em Bolsa no estágio anterior. As decisões do primeiro estágio são as chamadas decisões de Alocação de Ativos (Asset Allocation) dos grandes investidores. Elas são decisões que envolvem um pequeno número de classe de ativos e representam as decisões estratégicas de investimento associadas às tendências de médio e longo prazo da Economia e dos mercados nacionais e internacionais. As decisões do segundo estágio representam decisões operacionais de analisar títulos e combinações de títulos dentro de cada classe de ativos. Estas são as 2

4 decisões de seleção de carteira do investidor (portfolio selection) e que não devem ser confundidas com as decisões de Alocação de Ativos do estágio anterior. Estudos recentes, discutidos na primeira parte deste livro, indicam que cerca de 85% do desempenho da carteira de um grande investidor está associado às decisões estratégicas de alocação nas grandes classes de ativos. Apenas 15% devem ser atribuídos à escolha de títulos dentro das classes de ativos, ou seja, é muito mais relevante avaliar quando e em quanto entrar em Bolsa do que escolher ações na Bolsa. Este livro foca-se nas decisões estratégicas em Alocação de Ativos de grandes investidores, em geral, e de grandes pessoas físicas, em particular, atendidas por serviços de private banking ou por seus family offices. A tomada de decisões estruturadas de Alocação de Ativos em áreas de private banking no Brasil é um fenômeno muito recente e é restrito a pouquíssimas instituições. A grande maioria de áreas de private banking no Brasil atua apenas em relacionamento comercial, apresentando fundos/produtos disponíveis na prateleira e discutindo desestruturadamente a sua combinação, considerando apenas a performance passada, para atender a demanda de grandes investidores pessoas físicas. Este livro discute os aspectos relevantes na estruturação de áreas de private banking, ao longo das práticas internacionais mais atuais de alocação de ativos. Ele procura atender a uma necessidade do mercado nacional. Este livro está organizado em cinco partes, cada uma cobrindo um tópico específico envolvido em decisões de Alocação de Ativos. Cada parte contém trabalhos relevantes dentro do tópico abordado. Estes trabalhos são discutidos e integrados em uma introdução inicial à parte. A Parte I deste livro discute as decisões envolvidas na estruturação de processos de gestão de Alocação de Ativos e alternativas de modelagem de apoio a decisões. As diferenças fundamentais entre a gestão de fundos de investimentos convencionais e a gestão de Alocação de Ativos também são explicitadas. 3

5 A parte II analisa um aspecto central na gestão de Alocação de Ativos nos mercados locais: as características de risco de nossos mercados. Risco pode acelerar muito rápido em nossos mercados, mas ainda assim a diversificação de risco é possível e precisa ser considerada em decisões de Alocação de Ativos. A Parte III analisa as decisões envolvendo taxas de juros e títulos de renda fixa que são relevantes em decisões de Alocação de Ativos nos mercados nacionais. Ela mostra que a taxa Selic é mais adequada do que a taxa do CDI como referência para análise de alocações futuras e para a avaliação de performance passada. Além disso, ela discute a seleção e os vértices de renda fixa pré-fixada para Alocação de Ativos e a seleção de expectativas de inflação para análise de operações entre títulos de renda fixa pré e pósfixados. A Parte IV desenvolve a utilização de fundos multimercados/hedge funds em carteiras de investidores e em Alocação de Ativos. Ela mostra que fundos multimercado diversificam risco ao preço de uma maior exposição a grandes perdas e eventos extremos. Ela também discute como avaliar e acompanhar fundos multimercado e como gerar expectativas de risco e retorno que permitam a sua integração às decisões e modelagem de Alocação de Ativos. A Parte V discute aspectos relevantes para o desenvolvimento de nosso mercados financeiros e de capitais que permitiriam obter uma maior eficiência alocativa em carteira de investidores. A importância de eficiência alocativa para o desenvolvimento econômico é destacada. Propostas são apresentadas sob a ótica fiscal e tributária e sob a ótica de desenvolver melhores instrumentos para a implantação de decisões de Alocação de Ativos. 4

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