TODOS TÊM UM LADO DEVASSA, QUAL É O SEU?: ANÁLISE DISCURSIVA DAS PUBLICIDADES DA CERVEJA DEVASSA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "TODOS TÊM UM LADO DEVASSA, QUAL É O SEU?: ANÁLISE DISCURSIVA DAS PUBLICIDADES DA CERVEJA DEVASSA"

Transcrição

1 4 TODOS TÊM UM LADO DEVASSA, QUAL É O SEU?: ANÁLISE DISCURSIVA DAS PUBLICIDADES DA CERVEJA DEVASSA Alex Caldas Simões 1 Felipe José Fernandes Macedo 2 Resumo: Apoiados nos estudos da Gramática do Design Visual e nos estudos de ethos discursivo, analisaremos duas propostas comerciais da Devassa, uma com Paris Hilton e outra com Sandy Leah. Pretendemos em nossa exposição: (a) analisar os significados composicionais, em especial o valor informacional dado/novo das propagandas supracitadas; (b) investigar como ocorre a construção do ethos efetivo das celebridades da propaganda; e, por fim, (c) estabelecer relações entre as análises realizadas. De nossa pesquisa concluímos que os significados composicionais de dado/novo podem ser complementados pelos estudos do ethos depreendido das personalidades públicas presentes no objeto analisado. Essa tese parece se sustentar, ao menos em nossa análise: onde o ethos efetivo depreendido de Paris Hilton, por estar no plano do dado, é agregado à imagem da cerveja Devassa; já o ethos efetivo depreendido de Sandy, por estar no plano do novo, ainda não é agregado à imagem da cerveja Devassa. Palavras-chave: Cerveja. Ethos Discursivo. Multimodalidade. Abstract: Supported in studies of the Grammar of Visual Design and studies of discursive ethos, we analyze two proposed commercial profligate, one with Paris Hilton and "Sandy and another with Leah. We want exposure on our: (a) examine the compositional meanings, in particular the informational value given/new advertisements above, (b) investigate how does the construction of ethos of celebrity advertising effective, and, finally, (c) establish the relationship between the analysis performed. From our research we concluded that the compositional meanings of given / new can be complemented by studies of the ethos of public personalities inferred present in the analyzed object. This thesis seems to hold, at least in our analysis, where the ethos of effective of the Paris Hilton, for being in the plane of the given, is added to the image of beer Profligate; already deduced effective ethos of Sandy, for being in the new plan is still not added to the image of beer Profligate. Key-words: Beer. Ethos Discourse. Multimodality. Introdução As recentes pesquisas em torno da propaganda tem instigado diversos pesquisadores, assim como nós, a descrever seu funcionamento discursivo. Muito popular socialmente, a propaganda pode se caracterizar como um texto no qual as mensagens presentes nesta mídia não são produzidas a partir de apenas um modo 1 Mestre em Letras pela Universidade Federal de Viçosa (UFV CAPES/REUNI). Licenciado em Língua Portuguesa e Bacharel em Estudos Linguíticos pela Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP). 2 Mestrando em Letras pela Universidade Federal de Minas Gerais. Bacharel em Letras (Português) com ênfase em Estudos Linguísticos pela Universidade Federal de São João Del-Rei (2012).

2 5 semiótico, mas sim de uma complexa interação entre diferentes modos semióticos, o que caracteriza, portanto, um texto multimodal (Cf. HODGE, KRESS, 1988; KRESS, VAN LEEUWEN, 2006). A publicidade, portanto, é vista socialmente como um texto cheio de significados que requer do leitor uma habilidade de leitura particular. Motivados por essa demanda de pesquisa, pretendemos em nossa exposição investigar as publicidades da cerveja Devassa, a fim de entendermos um pouco melhor como os significados presentes nas mensagens produzidas por essa mídia são construídos, afinal, segundo Hodge e Kress (1988, p. 5), toda mensagem construída [...] tem direcionalidade ela tem uma origem e uma meta, um contexto social e um objetivo. Atualmente integrante do grupo Schincariol, a cerveja Devassa passou por reformulações de marketing que modificaram sua construção visual e conceitual. Criada em 2001, a cerveja Devassa se propôs a ser uma cerveja especial com alma brasileira e qualidade européia (Cf. DEVASSA, 2011, on line), uma cerveja ousada de sabor refinado (Cf. DEVASSA, 2011, on line). Dessa forma, a cerveja Devassa Bem Loura teve como garota propaganda a top internacional Paris Hilton em Devassa: bem devassa. Na época as propagandas da cerveja foram censuradas, o que favoreceu a divulgação da marca Devassa, ainda iniciante no mercado de bebidas nacional. Em 2011, a Devassa adotou como garota propaganda a cantora Sandy Leah em todo mundo tem um lado devassa. Este fato causou, e, ainda vem causando, muita discussão na mídia brasileira. Dessa forma, apoiados nos estudos da Gramática do Design Visual, proposta por Kress e Van Leeuwen (2006), e nos estudos de ethos discursivo de Maingueneau (2005, 2008), analisaremos duas propostas comerciais da Devassa, uma com Paris Hilton e outra com Sandy Leah (ver abaixo), a fim de: (a) identificar os significados composicionais presentes, em especial o valor informacional dado/novo das propagandas supracitadas; (b) investigar como ocorre a construção do ethos efetivo das celebridades da propaganda; e (c) estabelecer relações entre as análises realizadas.

3 6 (Figura 1 Corpus de análise Cerveja Devassa) Dividiremos a nossa exposição em dois momentos. No primeiro, apresentaremos os referenciais teóricos de ethos discursivo e nossa análise do ethos efetivo das celebridades Paris e Sandy. No segundo momento, apresentaremos os referenciais teóricos da gramática do design visual e a nossa análise das propagandas selecionadas. Ao termino desses dois momentos, realizaremos algumas considerações sobre as análises realizadas e apresentaremos nossas considerações finais sobre o assunto. Ethos efetivo: noções teóricas e metodológicas A noção teórica de ethos, desde Aristóteles, passou por algumas reformulações. Ela foi tratada pelo campo da argumentação, pelo campo da análise do discurso, entre outros. Em sua teorização, Maingueneau (2005, 2008) postula que todo discurso, oral ou escrito, pressupõe um ethos. Para o autor (2005) todo discurso é formado por uma vocalidade específica. Essa vocalidade específica do discurso evidência uma fonte enunciativa, [...] por meio de um tom que indica quem o disse [...] (2005, p. 72). Existindo uma vocalidade, portanto, segundo o autor (2005), também existe um corpo do enunciador. Com isso, queremos dizer que um orador qualquer ao enunciar constrói

4 7 um corpo de enunciador que por um tom específico evidência uma vocalidade também específica. Conforme indica Maingueneau (2005, p. 72), a noção tradicional de ethos recobre não só a dimensão vocal, mas também um conjunto de determinações físicas e psíquicas atribuídas pelas representações coletivas à personagem do orador. O corpo do enunciador, o fiador, é uma figura que o leitor deve construir com base em indícios textuais de diversas ordens (MAINGUENEAU, 2005, p. 72). O fiador, então, é composto por um: (a) caráter, que corresponde a um feixe de traços psicológicos (MAINGUENEAU, 2005, p. 72); e (b) corporalidade, que corresponde ao um estado de compleição corporal, a uma maneira de vestir-se e de mover-se no espaço social que se constroem com base em estereótipos sociais (Cf. MAINGUENEAU, 2005). Todo discurso é composto por uma cena de enunciação. A cena de enunciação é composta por 3 cenas: i) a cena englobante, que corresponde ao tipo de discurso (ex: político, religioso) (Maingueneau, 2005); a cena genérica, que corresponde a um contrato associado a um gênero discursivo (Maingueneau, 2005); e iii) a cenografia, que corresponde a uma construção própria daquele texto (Maingueneau, 2005). Dessa forma, ao considerarmos que todo discurso provém de uma cena de enunciação, temos, segundo Maingueneau (2005), que a figura do ethos não é somente um meio de persuasão, mas também é parte da cena enunciativa. Em resumo, então, podemos dizer que como o enunciador se dá pelo tom de um fiador associado a uma dinâmica corporal, o leitor não decodifica seu sentido, ele participa fisicamente do mesmo mundo do fiador. O co-enunciador captado pelo ethos, envolvente e invisível, de um discurso, faz mais do que decifrar conteúdos. Ele é implicado em sua cenografia, participa de uma esfera na qual pode reencontrar um enunciado que, pela vocalidade de sua fala, é construído como fiador do mundo representado (MAINGUENEAU, 2005, p. 90). Imagem 1). Com isso, o leitor é incorporado definitivamente na cena enunciativa (Cf.

5 8 (Imagem 1 Diagrama do ethos discursivo efetivo. In: MAINGUENEAU, 2008, p. 19 adaptado) É através de uma percepção complexa advindas do material lingüístico e do ambiente que se formula o ethos discursivo efetivo. Esse ethos, portanto, é o resultado de uma interação complexa entre vários elementos: o ethos pré-discursivo, o ethos discursivo mostrado e ethos discursivo dito. Vale salientar aqui que as diferenças entre ethos dito e o ethos mostrado, segundo Maingueneau (2008), são muito tênues e muitas vezes é impossível distingui-los. Análise do ethos das propagandas da Devassa: Paris Hilton A partir da análise da propaganda da devassa com Paris Hilton, podemos observar que a celebridade apresenta longos cabelos louros, salto alto, maquiagem, um vestido decotado e curto de cor preta e muitas jóias, anéis, brincos e cordão. Dessa imagem, depreendemos dois estereótipos: o de sociality e o de loura. O primeiro evidencia a construção de um ethos pré-discursivo de extravagância e riqueza; já o segundo evidencia a construção de um ethos pré-discusivo de beleza e baixo intelecto haja vista as piadas sobre louras existentes no Brasil: Loura Burra, eu? Burra não, gos-to-sa.... Pela construção da imagem da propaganda, ainda podemos perceber a construção de um ethos mostrado de sedução, onde a celebridade apresenta uma

6 9 pose e olhar de conquista aqui não nos referimos a categoria olhar presente na Gramática do Design Visual. O cabelo solto e longo também enfatiza a feminilidade da mulher, logo seu potencial de sedução. Da mesma forma, o vestido curto e decotado deixa a mostra o corpo da modelo, o que, assim como o cabelo longo, colabora para a construção de um ethos mostrado de mulher sedutora. O uso de jóias, além de evidenciar um ethos mostrado de riqueza, enfatiza o ethos mostrado de sedução. Ainda podemos observar um ethos dito de mulher formosa (bem gostosa) e devassa (bem devassa). Tal construção discursiva é depreendida da placa luminosa ao lado de Paris Hilton na parte superior da propaganda, haja vista a proximidade da modelo dos termos em destaque. Podemos dizer também que essa imagem se reforça com o texto Devassa. Bem devassa, localizado na parte inferior da publicidade, ou seja, Paris assume o ethos dito de devassa, mas não apenas de devassa, mas de bem devassa, o que a distingue de outras mulheres devassas. Pela disposição e construção lingüística, os termos bem gostosa/bem devassa e bem gelada/bem loura nos permite associar: (a) a construção de bem gostosa, o primeiro termo da associação superior, com bem gelada, o primeiro termo da associação inferior, mostrando as características de uma boa cerveja; e (b) bem devassa, o segundo termo da associação superior, com bem loura, o segundo termo da associação inferior, mostrando as características de uma boa mulher. Assim podemos construir discursivamente o seguinte silogismo: Paris é loura. A devassa é loura. Toda loura é gostosa, logo a devassa é gostosa. Dessa forma, podemos constatar que a escolha da personalidade pública Paris Hilton na propaganda da cerveja Devassa não foi aleatória e colabora para manutenção das imagens discursivas aqui apresentadas. Podemos dizer ainda que o texto Ela chegou, localizado na parte inferior da propaganda, indica que Paris ou a Devassa, tomadas aqui como sinônimos, não existiam ou não estavam no Brasil o que evidencia a construção de um ethos dito de forasteira(o). A cenografia escolhida para o ensaio fotográfico (cortinas vermelhas) indica que haverá uma estréia. Essa escolha reforça o ethos dito de forasteira(o), ou seja, Paris/Devassa não é daqui, mas está aqui, essa vai ser a sua estréia.

7 10 A partir das considerações realizadas até o momento, podemos construir o seguinte ethos efetivo de Paris Hilton (Figura2): (Figura 2 Ethos efetivo de Paris Hilton) Análise do ethos das propagandas da Devassa: Sandy Leah A partir da propaganda da cerveja Devassa que tem como garota propaganda a celebridade Sandy Leah, podemos observar que a cantora se apresenta maquiada, com unhas e batom vermelho. Observamos ainda que a cantora usa uma blusa decotada com brilho e anéis, localizados na mão esquerda. Da celebridade Sandy emerge um estereótipo de cantora pop/infanto-juvenil. Esse estereótipo, aliado a cenografia, colabora para construção de um ethos pré-discursivo de celebridade teen (moral e ético). Da propaganda, ainda podemos evidenciar a construção de um ethos dito de compromisso, ao observamos que no dedo anelar da mão esquerda da cantora há um anel, que nos parece ser de casamento. Outro ethos que se constrói, principalmente em relação a outras propagandas de cerveja, é um ethos mostrado de respeito e educação, onde a celebridade não aparece bebendo a cerveja, mesmo esta estando próxima de derramar.

8 11 A partir da frase intitulada todo mundo tem um lado devassa localizada no lado superior da propaganda da Devassa, entendemos que a cantora possui um lado devassa pois todos possuem um lado devassa o que constrói um ethos mostrado/dito de consumidora da cerveja Devassa (Loura). Dessa forma, construímos a seguinte mensagem publicitária: se Sandy tem um lado devassa (a de beber a cerveja Devassa Loura) você que também que é como a Sandy (moral e respeitosa) também pode ter um lado Devassa, então, escolha entre a loura, a ruiva, a negra, a índia ou a sarara 3. A construção dessa mensagem, portanto, abre espaço para futura divulgação de outros sabores da cerveja Devassa no mercado. Observamos que a escolha da personalidade pública Sandy para a propaganda da Devassa evidencia, aparentemente, uma contradição. De um lado temos a construção de um ethos pré-discursivo de moralidade e do outro a construção de um ethos dito/mostrado de imoralidade, ao considerarmos que a devassa se refere aos atos e não à cerveja. Entretanto, a construção do ethos de imoralidade não se sustenta, uma vez que a base da construção do ethos efetivo, os estereótipos, não permite. Ao ter como base um estereótipo de cantora por infantojuvenil e as imagens pré-discursivas de moralidade e ética, observamos que o lado Devassa de Sandy corresponde somente a sua escolha pela cerveja Devassa Loura. Outra construção ou interpretação, pelo menos do ponto de vista da cenografia, não se torna possível uma vez que os estereótipos criados não permitem que tal leitura se processe daí o estranhamento das pessoas na rua ao verem Sandy como devassa. A partir das considerações realizadas até o momento, podemos construir o seguinte ethos efetivo de Sandy Leah (Figura3): 3 A cerveja Devassa até o momento possui 5 tipos/sabores: a ruiva, a negra, a índia e a sarara.

9 12 (Figura 3 Ethos efetivo de Sandy Leah) Gramática do Design Visual A Gramática do Design Visual, apresentada por Kress e van Leeuwen (2006), propõe que as imagens também possuem sua própria sintaxe. Seus autores afirmam que, assim como as gramáticas da língua procuram descrever como palavras combinam em frases, sentenças e textos, a Gramática do Design Visual se propõe a descrever como, através da combinação da representação de elementos imagéticos, também é possível que se produzam sentenças, nesse caso as visuais. Assim, sua proposta surge da necessidade de ferramentas que sejam capazes de lerem criticamente textos nos quais o sentido não é produzido apenas a partir do verbal, mas principalmente das imagens. É importante ressaltarmos que a Gramática do Design Visual (doravante GDV), foi desenvolvida dentro da perspectiva da Semiótica Social, principalmente a partir dos estudos de M. A. K. Halliday (1978, dentre outros), e mais posteriormente, com o trabalho de Hodge e Kress (1988). No que concerne à GDV, seus autores afirmam que o uso de imagens nos textos não é inocente, assim como ocorre em um texto verbal, mas diretamente

10 13 ligado aos interesses de seus produtores. Nesse sentido, Kress e van Leeuwen (2006) afirmam que: Estruturas visuais não simplesmente reproduzem as estruturas da realidade. Pelo contrário, elas produzem imagens da realidade que estão conectadas aos interesses das instituições sociais dentro das quais as imagens são produzidas, circuladas e lidas. Elas são ideológicas. Estruturas visuais nunca são meramente formais: elas possuem uma dimensão semântica extremamente importante. (KRESS e VAN LEEUWEN, 2006: 47) A GDV foi desenvolvida com base nas metafunções da linguagem, apresentadas na Gramática Sistêmico-Funcional de Halliday (1985). As metafunções são divididas em três principais categorias: a primeira é chamada de metafunção Ideacional, em que temos as representações das experiências do mundo interior e exterior através da linguagem; a segunda é chamada de metafunção Interpessoal, que se preocupa com as relações entre os participantes; e, por último, a metafunção textual, na qual o interesse passa a ser o modo como o texto é organizado. Devido aos limites desse trabalho, e os objetivos do mesmo, nossa análise será pautada dentro de um princípio da categoria que advém da terceira metafunção, a textual. Em Kress e van Leeuwen (2006), esta metafunção passa a ser chamada de estrutura dos Significados Composicionais. Nesse caso a disposição, a organização, ou o destaque configurado a cada elemento, pode motivar diferentes significados. Investigaremos também, ainda dentro da GDV, algumas escolhas na produção da imagem em relação aos Significados Interativos. Segundo Kress e van Leeuwen (2006), esses significados são expressos pela forma como se estabelece a relação entre os participantes representados (PRs) da imagem, ou entre os produtores da imagem com seus participantes interativos (PIs). Essa interação pode ocorrer, segundo os autores da GDV. Para essa oportunidade, verificamos os conceitos de Contato e de Distância Social. O contato ocorre quando os participantes presentes nas imagens olham ou não para o observador, formando um vetor que direciona o olhar daqueles para este. Esse recurso pode ocorrer em dois níveis, chamado de Demanda ou Oferta. Em um contato de Demanda, o participante representado na imagem, ao direcionar o olhar para o observador, ou participante interativo, convida-o a uma interação, buscando agir sobre ele através de sua imagem. Já no caso de uma relação de Oferta, o

11 14 participante passa a ser representado apenas como itens de informação, objetos de contemplação, o que pode despertar no observador uma vontade e interesse em fazer parte do mundo desse PR, seduzindo-o. Ainda dentro dos Significados Interativos, o que determina a distância social entre PR e PI é o tipo de enquadramento utilizado na imagem, podendo este ocorrer de três modos distintos, chamados Plano Fechado (close shot), Médio (medium shot), ou Aberto (long shot). No primeiro caso, temos um enquadramento onde o PR é visto da imagem da cabeça até a altura dos ombros, sendo este representado como amigo e íntimo do observador, visto a proximidade com que o PR está na imagem. Já no segundo caso, o PR é representado da cintura para cima, e em relação ao observador eles não possuem uma relação muito próxima, não são desconhecidos, mas também não são amigos íntimos, como no caso do plano fechado. Por último, no plano aberto, temos o PR representado de corpo inteiro, sendo geralmente possível ver também o espaço onde ele está. Ainda nesse plano aberto, a distância que se estabelece entre os participantes é máxima, conferindo um caráter de impessoalidade, ou seja, os participantes além de não se conhecerem, também não estabelecem nenhum tipo de intimidade. No que concerne a categoria dos Significados Composicionais, os autores da GDV apresentam o princípio da estrutura Dado-Novo. Na estrutura Dado-Novo, a interpretação dada a essas posições é a de que o Dado vem primeiro, significando que o que é apresentado já é conhecido pelo observador, o senso comum, sendo esse o elemento posicionado à esquerda na imagem; o Novo, por sua vez, significa algo que ainda não é conhecido, e que o recebedor deve prestar atenção especial, sua posição já fica à direita da imagem. Segundo os autores da GDV, esse princípio está relacionado com a nossa convenção ocidental na qual a leitura parte da esquerda para a direita. Após essa breve explanação da Gramática do Design Visual e do princípio Dado-Novo, teremos na seção a seguir as análises pertinentes as perguntas de pesquisa.

12 15 Análises Nos Anexo 1 e 2 podemos observar, dentro dos Significados Interativos, a escolha por uma relação de Demanda. Essa escolha reforça o caráter persuasivo das publicidades, pois convida o observador a adquirir o produto, nesse caso a cerveja Devassa Loura. Temos assim, como efeitos de sentido, um convite para que se beba a cerveja, tanto pelas participantes Paris Hilton, quanto por Sandy. Ainda dentro dos Significados Interativos, no que se refere ao conceito de Distância Social, temos no Anexo 1 a escolha por um enquadramento do tipo aberto, o que caracteriza, segundo a GDV, uma relação de impessoalidade entre o participante representado, nesse caso Paris Hilton, para com o participante interativo, ou seja, o possível consumidor da cerveja. A escolha no Anexo 2 por um enquadramento do tipo médio pode ser entendida como um relação na qual os participantes se conhecem, mas não são íntimos. Ao configurar a personagem Sandy como já conhecida do público brasileiro, mas não íntima deste, temos uma publicidade que assume também um caráter persuasivo. Isso pode ser percebido no Anexo 1 e também no Anexo 2, dado que em nenhum dos casos se estabeleça uma relação de intimidade, que poderia ser percebida pela escolha de um enquadramento fechado, o que não ocorre. No que se refere aos Significados Composicionais, mais especificamente ao conceito de Dado-Novo, podemos observar no Anexo 1 a publicidade da cerveja Devassa Loura, com a representação a esquerda da personagem Paris Hilton, e mais a direita da imagem a própria cerveja, nesse caso em lata. Ao refletirmos sobre a escolha por essa disposição, entendemos que a personagem que representa Paris Hilton é o que se quer apresentar como a informação já conhecida pelo leitor, ficando então no domínio do Dado. Já a cerveja está posicionada mais a direita da imagem, domínio do Novo. Ao analisarmos a escolha pela disposição desses elementos dessa forma podemos questionar o porquê da disposição dos elementos não ser inversa, com Paris Hilton a direita e a cerveja a esquerda. Esse questionamento demonstra que existe sim uma escolha, não sendo essa uma escolha inocente, mas diretamente relacionada aos objetivos comunicativos dos idealizadores da publicidade.

13 16 A GDV com os princípios do Dado-Novo é perfeitamente aplicável em nossa análise nessa publicidade, dado Paris Hilton já ser conhecida pelos leitores por sua fama e relativo sucesso, e a cerveja a informação nova. No caso do anexo 2 podemos perceber que ocorre um processo inverso, agora a cerveja já é conhecida pelos leitores, o que se quer apresentar como informação nova é a personagem Sandy com seu lado devassa. A proposta é que a partir da cerveja, o possível consumidor também pode ter seu lado devassa revelado. Ainda em relação à publicidade com a personagem Sandy, não podemos negar que essa, ao ser apresentada como devassa, passa a ser uma informação nova, dado sua já conhecida fama de mulher correta, imagem essa construída ao longo de sua carreira como cantora infanto-juvenil. Ethos discursivo e Gramática do Design Visual: diálogos possíveis Acreditamos que as teorias discursivas de ethos, propostas por Maingueneau (2005; 2008), dialogam com a Gramática do Design Visual, proposta por Kress e Van Leeuwen (2006), na medida em que podemos perceber que os significados composicionais de dado/novo podem ser complementados pelos estudos do ethos depreendido das personalidades públicas presentes no objeto analisado, seja publicidade, capa de revista, postal, entre outros. Sendo assim, a nossa tese é que o dado corresponde à confirmação do ethos discursivo depreendido da personalidade pública no objeto analisado; já o novo corresponde à negação do ethos discursivo depreendido da personalidade pública no objeto analisado. Isso implica em dizer, por exemplo, que a escolha por uma determinada personalidade pública em uma propaganda, cartão postal ou capa de revista não é aleatória e está imbricada a construção de muitas imagens discursivas. Dessa forma, a construção do ethos discursivo de uma personalidade pública retratada em uma imagem pode agregar (ou não) valor ao produto anunciado. Se estiver no plano do dado as imagens discursivas (ethos efetivo) apresentadas pela personalidade pública são também parte do objeto analisado. Já se estiver no plano do novo, as imagens discursivas (ethos efetivo) apresentadas pela personalidade pública ainda não são parte do objeto analisado.

14 17 Essa tese parece se sustentar, ao menos em nossa análise: onde o ethos efetivo depreedido de Paris Hilton, por estar no plano do dado, é agregado à imagem da cerveja Devassa; já o ethos efetivo depreendido de Sandy, por estar no plano do novo, ainda não é agregado à imagem da cerveja Devassa. Conclusões Em nossa pesquisa analisamos duas propagandas da cerveja Devassa, uma que teve como garota propaganda a celebridade Paris Hilton e outra que teve como garota propaganda a cantora Sandy Leah. Evidenciamos, por meio da análise de textos, conforme do postula Maingueneau (2005; 2008) em sua teoria de ethos discursivo, e imagens, conforme postula Kress e Van Leeuwen (2006), que a escolha e disposição da celebridade na propaganda não é aleatória e está imbricada a construção de muitos significados. Nossa tese, como já dito, indica que os significados composicionais de dado/novo podem ser complementados pelos estudos do ethos depreendido das personalidades públicas presentes no objeto analisado. Aqui o dado corresponde à confirmação do ethos efetivo depreendido da personalidade pública no objeto analisado; já o novo corresponde à negação do ethos efetivo depreendido da personalidade pública no objeto analisado. Na propaganda com Paris Hilton, a cerveja estava no plano do novo e se apoiava no ethos discursivo mostrado de Paris, a saber: bela, rica, sedutora. Já nas publicidades com a cantora Sandy Leah, a cerveja está no plano do dado, ou seja, nesse caso a informação deixa de ser apresentada como algo novo, mas sim como uma informação já conhecida pelo leitor, e não se apóia, necessariamente, no ethos discursivo da celebridade a saber: compromissada e respeitosa/moral. Foi possível observar também, através de uma análise dos Significados Interativos, que os participantes Paris Hilton e Sandy Leah foram respectivamente representados em um enquadramento do tipo plano aberto e plano médio, além de ambos apresentarem um contato do tipo demanda. A escolha por essas configurações nos textos analisados reforça ainda mais o caráter persuasivo das propagandas. A partir dessa constatação, podemos dizer que o tipo de enquadramento (plano aberto/ plano médio) estabelece uma relação de

15 18 impessoalidade e de distanciamento social entre os participantes representados e os leitores. Já o contato entre os participantes representados e os leitores, sendo do tipo demanda, implica a necessidade de uma ação e/ou resposta efetiva por parte desses leitores, no caso específico da cerveja Devassa o seu consumo. Referências Bibliográficas DEVASSA. Devassa bem loura. : Disponível em: Acesso em: 13 Abr HODGE, R.; KRESS, G. Social semiotics. Ithaca, NY: Cornell University Press KRESS, G; VAN LEEUWEN, T. Reading images: the grammar of the design visual. London: Routledge, MAINGUENEAU, D. Ethos, cenografia e incorporação. In: AMOSSY, R. (Org.). Imagens de si no discurso: a construção do ethos. São Paulo: Contexto, p MAINGUENEAU, D. A propósito do ethos. In: MOTTA, A. R.; SALGADO, L. (Org.). Ethos discursivo. São Paulo: Contexto, p

UNIrevista - Vol. 1, n 3 : (julho 2006) ISSN 1809-4651

UNIrevista - Vol. 1, n 3 : (julho 2006) ISSN 1809-4651 ISSN 1809-4651 Imagens na publicidade: significações e persuasão Mestre em Estudos Lingüísticos jupetermann@yahoo.com.br UFSM, RS Resumo A publicidade, como uma prática social persuasiva, coloca em uma

Leia mais

ATIVIDADES DE LEITURA CRÍTICA DE TEXTOS MULTIMODAIS NAS AULAS DE INGLÊS

ATIVIDADES DE LEITURA CRÍTICA DE TEXTOS MULTIMODAIS NAS AULAS DE INGLÊS ATIVIDADES DE LEITURA CRÍTICA DE TEXTOS MULTIMODAIS NAS AULAS DE INGLÊS Carla Cristina de Souza (1); Elza Maria Duarte Alvarenga de Mello Ribeiro (2) (1) Pontifícia Universidade Católica do Rio de Janeiro

Leia mais

Interatividade em Mídias Tradicionais: Uma Análise do Percurso Gerativo de Sentido na Campanha Unimed O Plano Único 1

Interatividade em Mídias Tradicionais: Uma Análise do Percurso Gerativo de Sentido na Campanha Unimed O Plano Único 1 Interatividade em Mídias Tradicionais: Uma Análise do Percurso Gerativo de Sentido na Campanha Unimed O Plano Único 1 Amanda BORN 2 Igor Coutinho RIBEIRO 3 Magnos Cassiano CASAGRANDE 4 Juliana PETERMANN

Leia mais

A MULTIMODALIDADE NO DICIONÁRIO AURÉLIO ILUSTRADO 1

A MULTIMODALIDADE NO DICIONÁRIO AURÉLIO ILUSTRADO 1 A MULTIMODALIDADE NO DICIONÁRIO AURÉLIO ILUSTRADO 1 Francisco Iací do NASCIMENTO 2 Universidade Estadual do Ceará- UECE iacipalhano@gmail.com Antônio Luciano PONTES 3 Universidade Estadual do Ceará- UECE

Leia mais

A concepção de texto e discurso para semiótica social e o desdobramento de uma leitura multimodal

A concepção de texto e discurso para semiótica social e o desdobramento de uma leitura multimodal A concepção de texto e discurso para semiótica social e o desdobramento de uma leitura multimodal Záira Bomfante dos Santos 1 RESUMO: Este trabalho tem o objetivo refletir sobre a noção de texto e discurso

Leia mais

GÊNEROS MULTIMODAIS E MULTILETRAMENTOS: NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA NA SALA DE AULA

GÊNEROS MULTIMODAIS E MULTILETRAMENTOS: NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA NA SALA DE AULA GÊNEROS MULTIMODAIS E MULTILETRAMENTOS: NOVAS PRÁTICAS DE LEITURA NA SALA DE AULA Derli Machado de Oliveira (PROFLETRAS/UFS) 1 INTRODUÇÃO Este artigo faz parte dos trabalhos que temos desenvolvido na Universidade

Leia mais

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA

A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA A REDAÇÃO DO VESTIBULAR E A CONSTRUÇÃO DE UM ETHOS DISCURSIVO APOIADO NO HIPERENUNCIADOR JORNALISTA Gislane Kátia TESSAROLO AUTORA - MESTRANDA DO PROGRAMA DE PÓS- GRADUAÇÃO EM LETRAS E LINGUÍSTICA UFG

Leia mais

O MODO DE ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIDADES DA NOVA SCHIN 1

O MODO DE ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIDADES DA NOVA SCHIN 1 O MOO E ORGANIZAÇÃO ENUNCIATIVO NAS PUBLICIAES A NOVA SCHIN 1 Graciele Silva REZENE (UFMG) 2 Renato de MELLO (UFMG) 3 RESUMO: Neste artigo, analisamos como o anunciante utiliza o modo enunciativo nas publicidades

Leia mais

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas

Apresentação. Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa. Situação 4 HQ. Recomendada para 7a/8a ou EM. Tempo previsto: 4 aulas Práticas Pedagógicas Língua Portuguesa Situação 4 HQ Recomendada para 7a/8a ou EM Tempo previsto: 4 aulas Elaboração: Equipe Técnica da CENP Apresentação Histórias em quadrinhos (HQ), mangás e tirinhas

Leia mais

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV).

*Doutora em Lingüística (UNICAMP), Professora da Universidade Federal de Viçosa (UFV). PRÁTICAS DE LEITURA EM SALA DE AULA: O USO DE FILMES E DEMAIS PRODUÇÕES CINEMATOGRÁFICAS EM AULAS DE LÍNGUA - PORTUGUESA 52 - Adriana da Silva* adria.silva@ufv.br Alex Caldas Simões** axbr1@yahoo.com.br

Leia mais

6. Discussão sobre as análises

6. Discussão sobre as análises 6. Discussão sobre as análises Meu objetivo neste capítulo é rever as questões de pesquisa propostas no trabalho e procurar respondê-las com base nas análises dos textos dos aprendizes, associadas aos

Leia mais

O discurso de mídia em relação a mulher 1

O discurso de mídia em relação a mulher 1 O discurso de mídia em relação a mulher 1 GLÁUCIA PEREIRA DE SOUZA UNIVERSIDADE CATOLICA DE BRASILIA O objetivo desta comunicação é fazer uma primeira discussão sobre o discurso da mídia em relação à mulher,

Leia mais

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO

UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO UNIVERSIDADE PAULISTA CURSO DE LETRAS DIEGO LOPES MACEDO ELIANA ANTUNES DOS SANTOS GILMARA PEREIRA DE ALMEIDA RIBEIRO ANÁLISE DO DISCURSO DA PROPAGANDA MARLBORO SOROCABA 2014 1 Introdução O presente trabalho

Leia mais

Relações de gênero na publicidade: palavras e imagens constituindo identidades

Relações de gênero na publicidade: palavras e imagens constituindo identidades Anais do CELSUL 2008 Relações de gênero na publicidade: palavras e imagens constituindo identidades Graziela Frainer Knoll, Vera Lúcia Pires 1 1 PPGLetras Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) grazifk@yahoo.com.br,

Leia mais

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA

COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA COMPRE AQUI E MORE BEM : A LINGUAGEM PUBLICITÁRIA E OS DISCURSOS DA PROPAGANDA IMOBILIÁRIA Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: Os textos publicitários

Leia mais

Construção de Marcas - Caso It's¹ Bruna MELO² Marília DIÓGENES³ Ms. Maria Iglê de MEDEIROS 4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN

Construção de Marcas - Caso It's¹ Bruna MELO² Marília DIÓGENES³ Ms. Maria Iglê de MEDEIROS 4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN Construção de Marcas - Caso It's¹ Bruna MELO² Marília DIÓGENES³ Ms. Maria Iglê de MEDEIROS 4 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este estudo mostra o desenvolvimento da criação

Leia mais

6 Discussão: slides e percepções

6 Discussão: slides e percepções 6 Discussão: slides e percepções Este capítulo objetiva rever as questões de pesquisa propostas no trabalho, à luz da análise dos slides produzidos em Power Point por um grupo de aspirantes da Escola Naval

Leia mais

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema

1 Introdução. 1.1 Apresentação do tema 1 Introdução 1.1 Apresentação do tema Segundo Basílio (1987), as principais funções do léxico são a representação conceitual e o fornecimento de unidades básicas para a construção dos enunciados. Para

Leia mais

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa.

Palavras-chave: Representação. Homem. Publicidade. Semântica Argumentativa. REPRESENTAÇÃO MASCULINA NA PUBLICIDADE BRASILEIRA: UM ESTUDO SEMÂNTICO-ARGUMENTATIVO Maria Eliane Gomes Morais (PPGFP-UEPB) Linduarte Pereira Rodrigues (DLA/PPGFP-UEPB) Resumo: A publicidade, assim como

Leia mais

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa.

PALAVRAS-CHAVE: Leitura. Escrita. Perspectiva sócio-cognitiva e interativa. LEITURA E ESCRITA COMO PROCESSO: UMA PROPOSTA PEDAGÓGICA NA PERSPECTIVA SÓCIO-COGNITIVA E INTERATIVA Marta Oliveira Barros¹ Josias Silvano Barros² ORIENTADORA: Dra. Maria de Lourdes da Silva Leandro³ RESUMO

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS

ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E POSSIBILIDADES DE RESPOSTAS ATIVIDADES DISCURSIVAS 2 E NED Núcleo de Estudos Dirigidos ED 2/ED Comunicação e Expressão /2012/2 Prof. Cleuber Cristiano de Sousa ATIVIDADE DISCURSIVA 2 Habilidade: ED 2: Compreender e expressar Temáticas

Leia mais

A MULHER NAS CAPAS DE CDS DA BANDA AVIÕES DO FORRÓ: UMA ANÁLISE VISUAL DA REPRESENTAÇÃO FEMININA

A MULHER NAS CAPAS DE CDS DA BANDA AVIÕES DO FORRÓ: UMA ANÁLISE VISUAL DA REPRESENTAÇÃO FEMININA 746 A MULHER NAS CAPAS DE CDS DA BANDA AVIÕES DO FORRÓ: UMA ANÁLISE VISUAL DA REPRESENTAÇÃO FEMININA 0 Introdução Cláudia Caminha Lopes Rodrigues 1 - UFPB Danielle Barbosa Lins de Almeida 2 - UFPB Muito

Leia mais

Ilustrações para a campanha publicitária dos Irmãos Green. 1

Ilustrações para a campanha publicitária dos Irmãos Green. 1 Ilustrações para a campanha publicitária dos Irmãos Green. 1 Julia Camargo CALLEGARI 2 Gabriel Muller SPACH 3 Gabriela Antunes SCHETTERT 4 Juliana Beltrão VENERI 5 Pamela Raquel Bruch GROFF 6 Renato BUIATTI

Leia mais

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA?

COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? COMO A PROPAGANDA FUNCIONA? Definição: a manipulação planejada da comunicação visando, pela persuasão, promover comportamentos em benefício do anunciante que a utiliza. Funções: cabe a propaganda informar

Leia mais

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita.

O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS. Palavras-chave: texto, e-mail, linguagem, oralidade, escrita. Revista Eletrônica Novo Enfoque, ano 2013, v. 17, n. 17, p. 191 195 O E-TEXTO E A CRIAÇÃO DE NOVAS MODALIDADES EXPRESSIVAS MARQUES, Fernanda Vieira ANDRADE, Antonio Carlos Siqueira de Palavras-chave: texto,

Leia mais

ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA NEVES

ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA NEVES ANÁLISE DE VÍDEOS DOCUMENTAIS: PERSPECTIVAS PARA DISCUSSÕES ACERCA DO PROGRAMA ETNOMATEMÁTICA Rouseleyne Mendonça de Souza NEVES Mestrado em Educação em Ciências e Matemática - UFG Órgão financiador: CAPES

Leia mais

Design Web - Percepção. Elisa Maria Pivetta

Design Web - Percepção. Elisa Maria Pivetta Design Web - Percepção Elisa Maria Pivetta GESTALT Percepção Visual Elisa Maria Pivetta Percepção visual No sentido da psicologia e das ciências cognitivas é uma de várias formas de percepção associadas

Leia mais

O JULGAMENTO DE ESTIMA SOCIAL NOS DISCURSOS DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO CONTINUADA ASSIS-BRASIL, Angela Medeiros de 1

O JULGAMENTO DE ESTIMA SOCIAL NOS DISCURSOS DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO CONTINUADA ASSIS-BRASIL, Angela Medeiros de 1 O JULGAMENTO DE ESTIMA SOCIAL NOS DISCURSOS DE PROFESSORES EM FORMAÇÃO CONTINUADA ASSIS-BRASIL, Angela Medeiros de 1 Palavras-chave: Avaliatividade. Análise de discurso. Formação continuada de professores

Leia mais

LETRAMENTO VISUAL: A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NO AMBIENTE ESCOLAR

LETRAMENTO VISUAL: A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NO AMBIENTE ESCOLAR LETRAMENTO VISUAL: A FOTOGRAFIA DOCUMENTAL NO AMBIENTE ESCOLAR Cynthia Carlla A revolução tecnológica provocou intensas mudanças na sociedade contemporânea que refletiu também no sistema educacional. Com

Leia mais

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br

Programa de Pós Graduação em Educação da FCT/UNESP, Presidente Prudente, SP. depenna05@yahoo.com.br Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 18 a 22 de outubro, 2010 799 INTERVENÇÃO EM ARTE COM O AUXÍLIO DO SOFTWARE PHOTOSHOP Denise Penna Quintanilha Programa de Pós Graduação em

Leia mais

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970

CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Departamento de Comunicação Social CULTURA JOVEM E NARRATIVA PUBLICITÁRIA: UM ESTUDO SOBRE ANÚNCIOS DE CIGARRO DAS DÉCADAS DE 1960/1970 Aluno: Juliana Cintra Orientador: Everardo Rocha Introdução A publicidade

Leia mais

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO

O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO O USO DA LITERATURA NO PROCESSO DE LETRAMENTO NAS ESCOLAS DO CAMPO INTRODUÇÃO Francisca das Virgens Fonseca (UEFS) franciscafonseca@hotmail.com Nelmira Santos Moreira (orientador-uefs) Sabe-se que o uso

Leia mais

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXI Prêmio Expocom 2014 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação

Intercom Sociedade Brasileira de Estudos Interdisciplinares da Comunicação XXI Prêmio Expocom 2014 Exposição da Pesquisa Experimental em Comunicação Anúncio: Drogas não rimam com diversão 1 Bruno Mendes da Silva 2 Suelen Brandes Marques Valente 3 Universidade Católica de Brasília, Brasília, DF RESUMO Este trabalho foi desenvolvido para atender a um

Leia mais

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR.

ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. ANÁLISE DOS PONTOS DE VISTA IDEOLÓGICOS COMO REFERÊNCIA NA FORMAÇÃO DO PÚBLICO LEITOR. Autor: Wagner de Araújo Baldêz 1 - UFOP. Orientador: William Augusto Menezes 2 - UFOP. O objetivo desse artigo é relatar

Leia mais

IMAGENS DE SI DE TORCEDORAS DOS TIMES DE FUTEBOL BAHIA E VITÓRIA

IMAGENS DE SI DE TORCEDORAS DOS TIMES DE FUTEBOL BAHIA E VITÓRIA IMAGENS DE SI DE TORCEDORAS DOS TIMES DE FUTEBOL BAHIA E VITÓRIA Quezia dos Santos Lima 1 Um dos esportes mais populares no mundo, o futebol é praticado em vários países, especialmente no Brasil, onde

Leia mais

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER

O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER O HÁBITO DA LEITURA E O PRAZER DE LER ALVES, Ivanir da Costa¹ Universidade Estadual de Goiás Unidade Universitária de Iporá ¹acwania@gmail.com RESUMO A leitura é compreendida como uma ação que deve se

Leia mais

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho

Comunicação Empresarial e Processo Decisório. Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Prof. Ana Claudia Araujo Coelho Comunicar significa transmitir ideias, sentimentos ou experiências de uma pessoa para outra, tornar comum, participar, fazer saber, transmitir. ANDRADE (2008, p. 45) O resultado

Leia mais

RESPOSTA FÍSICA TOTAL

RESPOSTA FÍSICA TOTAL RESPOSTA FÍSICA TOTAL Valdelice Prudêncio Lima UEMS João Fábio Sanches Silva UEMS O método apresentado é baseado na coordenação da fala e da ação, desenvolvido por James Asher, professor de psicologia

Leia mais

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual

Palavras-chave: gêneros textuais, resenha crítica, ensino, leitura e produção textual RESENHA CRÍTICA NO ENSINO DE LÍNGUA PORTUGUESA: PRÁTICAS DE ANÁLISE E PRODUÇÃO DE TEXTOS Valdisnei Martins de CAMPOS Letras - CAC/UFG; valdis_martins@hotmail.com Erislane Rodrigues RIBEIRO Letras - CAC/UFG;

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA FARROUPILHA PRÓ-REITORIA DE EXTENSÃO ANEXO I. PROJETO DE CURTA DURAÇÃO 1. IDENTIFICAÇÃO 1.1 Título do

Leia mais

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA).

ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). ANÁLISE DE COMPREENSÃO DE TEXTO ESCRITO EM LÍNGUA INGLESA COM BASE EM GÊNEROS (BIOGRAFIA). Alinne da Silva Rios Universidade do Sagrado Coração, Bauru/SP e-mail: alinnerios@hotmail.com Profa. Ms. Leila

Leia mais

Lígia Pinto Rosso 1. Profª Especialista em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual da URI Campus de Santiago/RS (ligiarosso@ibest.com.br).

Lígia Pinto Rosso 1. Profª Especialista em Leitura, Produção, Análise e Reescritura Textual da URI Campus de Santiago/RS (ligiarosso@ibest.com.br). Relato de experiência sobre o ensino da língua inglesa no 9º semestre de letras da URI Santiago leituras e releituras na perspectiva da Análise Crítica do Discurso (ACD) 1 O presente trabalho é um relato

Leia mais

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA

O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA O TEXTO COMO ELEMENTO DE MEDIAÇÃO ENTRE OS SUJEITOS DA AÇÃO EDUCATIVA Maria Lúcia C. Neder Como já afirmamos anteriormente, no Texto-base, a produção, a seleção e a organização de textos para a EAD devem

Leia mais

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica

:: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica :: Cuidados na Elaboração de uma Redação Científica José Mauricio Santos Pinheiro em 21/04/2005 Os princípios indispensáveis à redação científica podem ser resumidos em quatro pontos fundamentais: clareza,

Leia mais

Corpo e Fala EMPRESAS

Corpo e Fala EMPRESAS Corpo e Fala EMPRESAS A Corpo e Fala Empresas é o braço de serviços voltado para o desenvolvimento das pessoas dentro das organizações. Embasado nos pilares institucionais do negócio, ele está estruturado

Leia mais

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR

ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR ALFABETIZAÇÃO DE ESTUDANTES SURDOS: UMA ANÁLISE DE ATIVIDADES DO ENSINO REGULAR INTRODUÇÃO Raquel de Oliveira Nascimento Susana Gakyia Caliatto Universidade do Vale do Sapucaí (UNIVÁS). E-mail: raquel.libras@hotmail.com

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS

AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS AS CONTRIBUIÇÕES DO SUJEITO PESQUISADOR NAS AULAS DE LEITURA: CONSTRUÇÃO DE SENTIDOS ATRAVÉS DAS IMAGENS INTRODUÇÃO Ângela Mª Leite Aires (UEPB) (angelamaryleite@gmail.com) Luciana Fernandes Nery (UEPB)

Leia mais

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação 56 4 Metodologia O objetivo desse trabalho é observar o uso de textos de multimodais na sala de aula de língua inglesa, assim como a escolha do professor no uso de este ou aquele texto multimodal, de modo

Leia mais

MECANISMOS DE DEFESA

MECANISMOS DE DEFESA 1 MECANISMOS DE DEFESA José Henrique Volpi O Ego protege a personalidade contra a ameaça ruim. Para isso, utilizase dos chamados mecanismos de defesa. Todos estes mecanismos podem ser encontrados em indivíduos

Leia mais

QUEM LÊ ALFA É O CARA: AS RELAÇÕES ARGUMENTATIVAS ESTABELECIDAS ENTRE ENUNCIADOR E ENUNCIATÁRIO

QUEM LÊ ALFA É O CARA: AS RELAÇÕES ARGUMENTATIVAS ESTABELECIDAS ENTRE ENUNCIADOR E ENUNCIATÁRIO QUEM LÊ ALFA É O CARA: AS RELAÇÕES ARGUMENTATIVAS ESTABELECIDAS ENTRE ENUNCIADOR E ENUNCIATÁRIO Ana Karla Pereira de MIRANDA Universidade Federal do Mato Grosso do Sul PPGMEL ak_miranda@hotmail.com Resumo:

Leia mais

RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE

RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE RECURSOS DA INTERNET PARA O USO PEDAGÓGICO NAS AULAS DE Resumo MATEMÁTICA Ana Paula R. Magalhães de Barros 1 / UNESP Rúbia Barcelos Amaral 2 /UNESP Devido ao aumento da oferta de recursos tecnológicos

Leia mais

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística)

GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) GUARDANAPO: UMA PROPOSTA DE SUPORTE PUBLICITÁRIO (Área temática: L4 Teoria e Análise Linguística) Luana Gerçossimo Oliveira 1 Universidade Federal de Viçosa (UFV) Este artigo traz uma breve discussão teórica

Leia mais

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO

PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO PIBID: UMA PONTE INTERDISCIPLINAR ENTRE O ENSINO SUPERIOR E O ENSINO MÉDIO Extensão, docência e investigação. Danielle Gomes Mendes Theciana Silva Silveira Orientadora: Prof.ª Dr.ª Marize Barros Rocha

Leia mais

Microsoft Powerpoint - Apresentações acessíveis

Microsoft Powerpoint - Apresentações acessíveis Microsoft Powerpoint - Apresentações acessíveis O Microsoft PowerPoint é uma ferramenta muito utilizada na Universidade por docentes, funcionários e estudantes para fazerem apresentações. Este documento

Leia mais

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA

ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA ANÁLISE CRÍTICA DE UMA PROPAGANDA DA SKY VEICULADA NA REVISTA VEJA Themis Rondão Barbosa 1 IFMS Resumo: Este trabalho tem por objetivo analisar um texto publicitário da SKY publicado na revista Veja (n.

Leia mais

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II

A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II 1 A ABORDAGEM DA GEOMETRIA COM CRIANÇAS NA PRÉ-ESCOLA: NÍVEL II Donizeth Henrique Aleluia Vieira 1 Paula Rodrigues de Souza 2 Suely Miranda Cavalcante Bastos 3 Resumo: Juntamente com o campo dos Números

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

Semiótica Funcionalista

Semiótica Funcionalista Semiótica Funcionalista Função objetivo, finalidade Funcionalismo oposto a formalismo entretanto, não há estruturas sem função e nem funções sem estrutura 2 Abordagens Básicas Signo função estrutural função

Leia mais

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários.

PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS. Palavras Chaves: Alfabetização, Letramento e Gêneros Literários. PROJETO A HORA DO CONTO: ALFABETIZANDO COM OS GÊNEROS LITERÁRIOS Zeni Aguiar do Nascimento Alves i Zênio Hélio Alves ii O SESC LER Zona Norte de Natal desenvolve atividades que evidenciam a questão da

Leia mais

USO DO LABORATÓRIO DE INFOMÁTICA NAS DE MATEMÁTICA

USO DO LABORATÓRIO DE INFOMÁTICA NAS DE MATEMÁTICA USO DO LABORATÓRIO DE INFOMÁTICA NAS DE MATEMÁTICA Resumo: Neste mini-curso os participantes terão a oportunidade de conhecer uma metodologia, bem como também construir e trabalhar com a mesma, na tentativa

Leia mais

Consulta)Pública)Nº.)006/2015) )Contribuições)Clarice)Lage)Gualberto) )Página)1/25)

Consulta)Pública)Nº.)006/2015) )Contribuições)Clarice)Lage)Gualberto) )Página)1/25) CLARICELAGEGUALBERTO DOUTORANDAPELAUFMG UNIVERSIDADEFEDERALDEMINASGERAIS FALE/POSLIN6FACULDADEDELETRAS/PÓS6GRADUAÇÃOEMESTUDOSLINGUÍSTICOS AGÊNCIANACIONALDEENERGIAELÉTRICA ANEEL ATOREGULATÓRIO:CONSULTAPÚBLICANº.006/2015

Leia mais

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA

LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO CRIATIVA LEITURA EM LÍNGUA ESPANHOLA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: COMPREENSÃO E EXPRESSÃO Instituto Federal Farroupilha Câmpus Santa Rosa ledomanski@gmail.com Introdução Ler no contexto mundial globalizado

Leia mais

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking.

Fase I - Contexto e Pesquisa - Alinhamento dos conceitos de Branding, análise do contexto atual e introdução ao Design Thinking. Os programas de Pós-Graduação oferecidos pela Faculdade de Tecnologia do Istituto Europeo di Design estão em conformidade legal e atendem as Resoluções CNE/CES nº 1, de 3 de abril de 2001 e nº 1, de 8

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO

EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO EMENTÁRIO DO CURO DE JORNALISMO LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de massa. Os tipos

Leia mais

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010

X Encontro Nacional de Educação Matemática Educação Matemática, Cultura e Diversidade Salvador BA, 7 a 9 de Julho de 2010 JOGOS COMPUTACIONAIS E A EDUCAÇÃO MATEMÁTICA: CONTRIBUIÇÕES DAS PESQUISAS E DAS PRÁTICAS PEDAGÓGICAS Regina Célia Grando Universidade São Francisco regina.grando@saofrancisco.edu.br Resumo: No presente

Leia mais

RESUMO: PALAVRAS-CHAVE: Mobilidade Urbana; Dia sem carro; Bicicleta; Automóvel. 1 INTRODUÇÃO

RESUMO: PALAVRAS-CHAVE: Mobilidade Urbana; Dia sem carro; Bicicleta; Automóvel. 1 INTRODUÇÃO A evolução está a uma pedalada de acontecer 1. Evandro Luiz Gomes 2 Fabiana Tarnowsky 3 Gisele Baumgarten Rosumek 4 Instituto Blumenauense de Ensino Superior IBES Sociesc RESUMO: A presente peça publicitária

Leia mais

Parte IV. discurso e língua portuguesa. Janaína de Aquino Ferraz. Regina Célia Pagliuchi da Silveira

Parte IV. discurso e língua portuguesa. Janaína de Aquino Ferraz. Regina Célia Pagliuchi da Silveira Parte IV discurso e língua portuguesa Janaína de Aquino Ferraz Regina Célia Pagliuchi da Silveira A multimodalidade e a formação dos sentidos em português como segunda língua Janaína de Aquino Ferraz*

Leia mais

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso

UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA. Trabalho de Conclusão de Curso UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA PRÓ-REITORIA ACADÊMICA Trabalho de Conclusão de Curso Brasília 1º semestre de 2015 UNIVERSIDADE CATÓLICA DE BRASÍLIA REITOR Prof. Dr. Gilberto Gonçalves Garcia PRÓ-REITOR

Leia mais

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA

A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA A ARTE NA FORMAÇÃO CONTÍNUA DE PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL: EM BUSCA DE UMA PRAXE TRANSFORMADORA Sumaya Mattar Moraes Mestranda na Área de Linguagem e Educação da FEUSP Esta pesquisa coloca em pauta

Leia mais

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1

O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 O Valor Ideológico na Propaganda de Cerveja 1 Nathália Sene GARIERI/ Licenciada em História Aline Rafaela Portílio LEMES Aline Aparecida SILVA Samuel Douglas Farias COSTA RESUMO A propaganda ocupa um largo

Leia mais

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS

ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS ORALIDADE E ESCRITA: ANÁLISE DE HISTÓRIA EM QUADRINHOS Ana Letícia Vaz Pereira 1 Natália Canuto do Nascimento 2 Orientador Prof. Ms. Artarxerxes Modesto RESUMO: Este trabalho tem como objetivo analisar

Leia mais

Marketing Pessoal. Manuel Joaquim de Sousa Pereira

Marketing Pessoal. Manuel Joaquim de Sousa Pereira Marketing Pessoal Manuel Joaquim de Sousa Pereira Índice Introdução Geral 1 Capítulo I Parte I Da massificação à individualização da comunicação 1 Introdução...................... 21 2 A comunicação....................

Leia mais

Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado

Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado Escola Secundária Dr. João Manuel da Costa Delgado Informação - Prova de Equivalência à Frequência Formação: Específica Inglês (cont.) 12º Ano Código 358 2015 1 - Introdução: O presente documento visa

Leia mais

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012

CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 CURSO DE ENFERMAGEM EDITAL DE CHAMADA PARA A V MOSTRA DE INICIAÇÃO CIENTÍFICA DO CURSO DE ENFERMAGEM Nº 05 /2012 A Coordenação do Curso de Enfermagem da Fanor- DeVry Brasil, no uso de suas atribuições,

Leia mais

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental

Ajuda ao SciEn-Produção 1. 1. O Artigo Científico da Pesquisa Experimental Ajuda ao SciEn-Produção 1 Este texto de ajuda contém três partes: a parte 1 indica em linhas gerais o que deve ser esclarecido em cada uma das seções da estrutura de um artigo cientifico relatando uma

Leia mais

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores)

Negociação: conceitos e aplicações práticas. Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) Negociação: conceitos e aplicações práticas Dante Pinheiro Martinelli Flávia Angeli Ghisi Nielsen Talita Mauad Martins (Organizadores) 2 a edição 2009 Comunicação na Negociação Comunicação, visão sistêmica

Leia mais

Estratégias em Propaganda e Comunicação

Estratégias em Propaganda e Comunicação Ferramentas Gráficas I Estratégias em Propaganda e Comunicação Tenho meu Briefing. E agora? Planejamento de Campanha Publicitária O QUE VOCÊ DEVE SABER NO INÍCIO O profissional responsável pelo planejamento

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1

CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 CORPO FEMININO E DETERMINAÇÕES DA INDÚSTRIA CULTURAL: CONTRIBUIÇÕES DA PSICOLOGIA SOCIAL Bruna Trevizoli Ferraz Lobo 1 (Orientador) Profa. Dra. Tatiana Machiavelli Carmo Souza 2 RESUMO O presente trabalho

Leia mais

SaferNet Contra a Pedofilia Virtual 1

SaferNet Contra a Pedofilia Virtual 1 SaferNet Contra a Pedofilia Virtual 1 Dayane Gonçalves FERREIRA 2 Jéssica Passos LOUREIRO 3 Kássya Dy Karly Lima ALVES 4 Ana Paula Nazaré de FREITAS 5 Universidade Federal do Pará, Belém, PA RESUMO A peça

Leia mais

ATIVIDADE WEBQUEST COMO ABORDAGEM DIDÁTICA

ATIVIDADE WEBQUEST COMO ABORDAGEM DIDÁTICA ATIVIDADE WEBQUEST COMO ABORDAGEM DIDÁTICA Renato dos Santos Diniz renatomatematica@hotmail.com Adelmo de Andrade Carneiro adelmomatematico@yahoo.com.br Wesklemyr Lacerda wesklemyr@hotmail.com Abigail

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA: Modelo Lingüístico-Discursivo para Análises de Narrativas de Falantes e Aprendizes de Língua Estrangeira

PROJETO DE PESQUISA: Modelo Lingüístico-Discursivo para Análises de Narrativas de Falantes e Aprendizes de Língua Estrangeira PROJETO DE PESQUISA: Modelo Lingüístico-Discursivo para Análises de Narrativas de Falantes e Aprendizes de Língua Estrangeira Adail Sebastião Rodrigues Júnior Universidade Federal de Ouro Preto Nature

Leia mais

UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA

UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA 1 UMA PROPOSTA PARA INTEGRAÇÃO DAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NAS LICENCIATURAS EM MATEMÁTICA Resumo. Este artigo apresenta os resultados de uma pesquisa realizada nas Instituições de Ensino

Leia mais

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário

Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Departamento de Letras Estudo de um Sistema de Gêneros em um Curso Universitário Aluna: Esther Ruth Oliveira da Silva Orientadora: Profª. Bárbara Jane Wilcox Hemais Introdução O presente projeto se insere

Leia mais

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS

EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS EMENTÁRIO LETRAS EaD INGLÊS 1ª FASE LLE 931 Introdução aos Estudos da Linguagem Total h/a Introdução aos conceitos de língua e língua(gem); características da língua(gem) humana; a complexidade da língua(gem)

Leia mais

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA

EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DO CURO DE PUBLICIDADE E PROPAGANDA LET 02630 LÍNGUA PORTUGUESA Noções gerais da língua portuguesa. Leitura e produção de diferentes tipos de textos, em especial os relativos à comunicação de

Leia mais

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte.

A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. A fotografia como testemunho material das reflexões de alunos do ensino médio na aula de arte. Doutorando: Laudo Rodrigues Sobrinho Universidade Metodista de Piracicaba-UNIMEP e-mail: laudinho@bol.com.br

Leia mais

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA

FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA FACULDADE ANHANGUERA DE ITAPECERICA DA SERRA Profº Paulo Barreto Paulo.santosi9@aedu.com www.paulobarretoi9consultoria.com.br 1 DO MARKETING À COMUNICAÇÃO Conceitualmente, Marketing é definido por Kotler

Leia mais

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva.

O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO. PALAVRAS-CHAVE: propaganda; argumentação; verbo no imperativo; sequência injuntiva. O USO DO IMPERATIVO NAS PROPAGANDAS DE CRÉDITO Diana de Oliveira MENDONÇA 1 Maíra Dévely Silva BORGES 2 Sunamita Sâmela Simplício da SILVA 3 Departamento de Línguas e Literaturas Estrangeiras Modernas/UFRN

Leia mais

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática.

LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i. Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. LUDENS 2011: jogos e brincadeiras na matemática i Palavras-chaves: lúdico na matemática, jogo, ensino da matemática. Justificativa A Matemática faz parte do cotidiano das pessoas. Nas diversas atividades

Leia mais

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário

Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Análise semiótica de campanha publicitária O Boticário Jacqueline Calisto Costa Raquel de Paula Pinto Soares RESUMO A abordagem semiótica entende o texto como uma unidade de sentido, independente da linguagem.

Leia mais

ICBA: Campanha Publicitária Vem falar com a gente 1

ICBA: Campanha Publicitária Vem falar com a gente 1 ICBA: Campanha Publicitária Vem falar com a gente 1 Alexandra Teixeira de ROSSO 2 Janildo TAVARES 3 Daniele VARGAS 4 Luciele Beatriz KESSLER 5 Danielle Aline CORRÊA 6 Lorena das Chagas CORREA 7 Fabrícia

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO

Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO Comunicação CONSTRUINDO CONHECIMENTOS ATRAVÉS DE IMAGENS CULTURAIS: A OBRA DE ARTE COMO FERRAMENTA DE ESTUDO NA EDUCAÇÃO Palavras-Chave: Arte, Educação e cultura. Carline Schröder Arend 1 Amarildo Luiz

Leia mais

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO

PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO 1 PROVINHA BRASIL E HABILIDADES DE LEITURA: ALGUMAS CONSIDERAÇÕES SOBRE OS NÍVEIS DE ALFABETIZAÇÃO E LETRAMENTO INTRODUÇÃO Solange dos Santos (UFS) A leitura tem sido por muito tempo um tema muito debatido

Leia mais

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO

A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO A INFORMAÇÃO E A FORMAÇÃO BECK, Eliane Maria Cabral (UNIOESTE)² PALAVRAS-CHAVE: interpretação, interlocutor, contexto. Resumo: Pretende-se, com este trabalho, analisar a transmissão de informação expressa

Leia mais