CERNE ISSN: Universidade Federal de Lavras Brasil

Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CERNE ISSN: 0104-7760 cerne@dcf.ufla.br Universidade Federal de Lavras Brasil"

Transcrição

1 CERNE ISSN: Universidade Federal de Lavras Brasil Pereira Rezende, José Luiz; Túlio Jorge Padua, Cláudio; Donizee de Oliveira, Anônio; Soares Scolforo, José Robero Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo no Esado de Minas Gerais CERNE, vol. 2, núm. 3, julho-seembro, 26, pp Universidade Federal de Lavras Lavras, Brasil Disponível em: hp:// Como ciar ese arigo Número compleo Mais arigos Home da revisa no Redalyc Sisema de Informação Cienífica Rede de Revisas Cieníficas da América Laina, Caribe, Espanha e Porugal Projeo acadêmico sem fins lucraivos desenvolvido no âmbio da iniciaiva Acesso Abero

2 Análise econômica ANÁLISE de fomeno ECONÔMICA floresal com DE eucalipo... FOMENTO FLORESTAL COM EUCALIPTO NO ESTADO DE MINAS GERAIS 22 José Luiz Pereira Rezende, Cláudio Túlio Jorge Padua 2, Anônio Donizee de Oliveira, José Robero Soares Scolforo (recebido: 29 de março de 26; aceio: 3 de julho de 26) RESUMO: A análise econômica de projeos floresais é uma ferramena básica para deerminar se o invesimeno sob análise deve ou não ser implemenado. O objeivo dese rabalho foi levanar os cusos e receias da produção de madeira do programa de fomeno Asiflor-IEF, para verificar sua viabilidade econômica. Foi feia uma análise de sensibilidade nos resulados enconrados, variando os níveis das principais variáveis econômicas: Produividade, Cuso de ranspore e do produo. Para ano foi levanado odos os cusos e receias envolvidos na aividade e, para a análise econômica usou-se o Valor Presene Líquido (VPL) e a Taxa Inerna de Reorno (TIR). A venda da madeira em pé se mosrou economicamene viável para qualquer simulação e exigindo o maior subsídio, o cuso da lenha colocada no páio foi alamene influenciada pelo cuso de ranspore e a viabilidade da produção de carvão foi alamene influenciada pelo preço da madeira, porano, ambém, pela disância e pela produividade. Palavras-chave: Refloresameno, fomeno floresal, análise socioeconômica e ambienal. ECONOMIC ANALYSIS OF FOREST FOMENTATION WITH EUCALYPTUS IN THE STATE OF MINAS GERAIS ABSTRACT: The economic analysis of fores projecs is a basic ool o deermine if an invesmen should or no be underaken. The objecive of his work was o deermine coss and revenues of he producion of wood of he Asiflor-IEF fomenaion program and o verify is economic viabiliy. I was done a sensiiviy anbalysis of he resuls in relaion o he main economical variables: Land produciviy, ranspor cos and price of he produc. For achieving his purpose i was deermined he coss and revenues involved in he aciviy and, for he economical analysis he Ne Presen Value (VPL) and he Inernal Rae of Reurn (TIR) were used. The sale of he sanding imber was found economically viable for any simulaion and demanded he higher subsidy, he cos of he firewood, placed a he user yard, was highly influenced by he ranspor cos and he viabiliy of he producion of charcoal was highly influenced by ransporaion disances, by fire wood price and by land produciviy. Key words: Reforesaion, fores fomenaion, fores parnership, economic-environmenal analysis. INTRODUÇÃO O esabelecimeno de uma ferramena para a análise do programa de fomeno IEF/Asiflor adquire imporância ímpar, ano para angariar informação para fuuras análises comparaivas do efeio do programa de fomeno no desenvolvimeno humano das regiões conempladas, auxiliando desa forma a definição ou raificação de políicas adequadas e compromeidas com o aspeco social, bem como para orienar os próprios produores conemplados no senido de oferecer um grao subsídio para corroborar com a decisão de venda mais renável do produo floresal. Para Rezende & Oliveira (2), a análise econômica de um invesimeno envolve o uso de écnicas e criérios de análise que comparam os cusos e receias inerenes ao projeo, visando verificar se ese deve, ou não, ser implemenado. Muios faores são deerminanes e influenciam na análise de cuso, e devido ao fao de que o programa de fomeno cona com um universo de mais de 8 produores, de odas as classes de amanho, conemplados em uma região que abrange boa pare do Esado de Minas Gerais com enorme diversificação edafoclimáica, espera-se que eses faores enham peculiaridades regionais e específicas. Embora seja usual para empresas de refloresameno analisar economicamene seus projeos, ainda exise escassez de esudos nese senido para programas de fomeno floresal com erceiros. Professores do Deparameno de Ciências Floresais da Universidade Federal de Lavras/UFLA Cx. P Lavras, MG 2 Engenheiro Floresal, MS Insiuo Esadual de Floresas Perdões, MG Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

3 222 REZENDE, J. L. P. e al. O objeivo dese rabalho foi levanar os cusos e receias da produção de madeira do programa de fomeno Asiflor-IEF, para verificar sua viabilidade econômica. 2 MATERIAL E MÉTODOS Todos os faores componenes dos cusos de implanação (preparo do solo, aplicação de herbicidas, combae a formigas, planio, replanio, ec.) podem variar devido a peculiaridades locais e paricularidades de cada produor, apresenando efeio menos evidene na análise econômica. Assim, adoou-se um valor fixo para o efeio da análise levanado por empresas de silviculura na adoção de odos os raos silviculurais para um correo esabelecimeno e condução do povoameno floresal. 2. Avaliação econômica Os fluxos de caixa represenam as esimaivas de enradas (receias) e saídas (despesas) de recursos moneários em um deerminado projeo produivo, ao longo do empo. O resulado líquido desses fluxos pode ser calculado subraindo-se das receias as despesas. Usou-se, como referência, um único momeno no empo para o qual odos os valores são aualizados por meio de fórmulas financeiras de acumulação ou descono de juros (SANTOS & PAIVA, 22). Com o levanameno dos cusos de implanação e de manuenção da área refloresada com incenivo do programa de fomeno, bem como do preço de cuso de erras, de exploração e de ranspore procedeu-se uma análise econômica envolvendo a aividade. O esudo econômico envolveu o cálculo do Valor Presene Líquido (VPL) da aividade e da Taxa Inerna de Reorno (TIR), conforme as fórmulas especificadas a seguir. VPL = VPR - VPC em que: VPL: Valor Presene Líquido VPR: Valor Presene das Receias VPC: Valor Presene dos Cusos Por sua vez o VPC e o VPR são dados por: VPR n R i VPC n C i em que: n duração do projeo em anos ou em número de períodos de empo período de empo (anos) R receia no período de empo C cuso no período de empo i axa de juros ou de descono A Taxa Inerna de Reorno (TIR) é a axa de reorno anual do capial invesido. O criério da TIR esá associado a esudos de viabilidade econômica em que se busca verificar se a renabilidade do empreendimeno é superior, inferior ou igual ao cuso do capial que será uilizado para financiar o projeo. Algebricamene em-se: R n n C I I em que: I é a axa inerna de reorno (TIR) Foram consideradas rês possibilidades de venda da produção floresal, ou seja, venda da madeira em pé; venda de lenha no páio da empresa consumidora e a produção e venda de carvão para a siderurgia. Levaram-se em consideração duas roações com uma produividade esperada de 25 ms/ha no primeiro core e de 225 ms/ha no segundo core. Considerou-se o faor de conversão volumérica de lenha para carvão de dois para um (2:) em concordância com o que é proposo por Brio (99). Logo, a produividade esperada de carvão, no primeiro e segundo cores, são de 25 mdc e de 2,5 mdc por hecare, respecivamene. É comum o uso de axas de juros arbirariamene escolhidas na ampliude de 4 a 5% a.a. (LIMA JÚNIOR e al., 997). Nese esudo considerou-se uma axa de juros de 8,75% a.a., que é a de emprésimo de capial adoado pelo programa Propflora do Banco do Brasil para invesimeno e produção de floresas. Para Rezende & Oliveira (2), a axa de descono represena o que se deixa de ganhar pela não aplicação do capial em oura oporunidade de invesimeno, sendo seu uso decorrene da necessidade de comparar valores que ocorrem em diferenes ponos no empo. Para as siuações de venda de lenha no páio e produção de carvão, adoou-se uma disância de Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

4 Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo ranspore de 2 km enre o local de produção e o pólo consumidor. 2.2 Cenários de avaliações econômicas A produividade das floresas varia enre produores, devido a faores edáfico-climáicos, práicas diversas de implanação e condução da floresa, faores inrínsecos à produção de mudas oriundas de semenes, ec. Diane diso, os principais faores envolvidos foram simulados em limies inferiores e superiores para analisar os efeios na definição do valor final de cada finalidade de produção, para orienar o produor sobre a melhor alernaiva de venda de sua floresa. Além da análise econômica inicial, analisaramse níveis de produividade superior e inferior em 2% do valor médio adoado. Logo, foram considerados rês níveis de produção envolvendo rendimenos de 2, 25 e 3 ms/ha. Devido à fluuação consane de preços no mercado do seor floresal, foram realizadas análises envolvendo receias com ampliude superior e inferior de % do preço arbirado para a venda de lenha em pé. Simularam-se valores com ampliudes superior e inferior equivalenes a 4,285% do valor médio cenral, iso é, R$3,/ms e R$4,/ms para a venda de lenha no páio. Para a produção de carvão, foi adoada uma fluuação de preços da ordem de 25% apresenando uma ampliude inferior e superior de R$ 6,/ms e R$,/ms, respecivamene. Nos casos de venda de lenha no páio e de carvão, simulou-se ambém variações de 5% na disância de ranspore. Para cada cenário analisado verificou-se a paricipação efeiva do incenivo do fomeno em relação ao cuso oal de produção, a fim de idenificar em qual siuação ocorre uma a maior paricipação de incenivo no cuso de produção. 3 RESULTADOS E DISCUSSÃO 3. Levanameno de cusos 3.. Cusos comuns A aividade floresal, como qualquer aividade produiva, apresena uma gama de cusos de produção inrínseca à aividade. Os cusos de implanação, manuenção, e da erra ocorrem independenemene da finalidade da exploração e são chamados comuns. Eses cusos podem ser divididos em: - Implanação: envolvem o preparo do solo, que pode ser mecanizado ou não, combae a pragas, assisência écnica, conrole de ervas compeidoras, planio, adubação, aquisição de mudas e insumos (adubos, formicidas e herbicidas). A aquisição de mudas, insumos e a assisência écnica são subsidiados pelo programa de fomeno floresal. Eses cusos chegam a R$ 65, por hecare, sendo R$ 3, para mudas, R$ 5, para adubo, R$ 26, para formicidas e R$ 29, referenes à assisência écnica. Eses cusos variam de caso para caso, pois muias propriedades fazem uso da mão de obra familiar, reduzindo os cusos de implanação, pois o cuso de oporunidade dese faor, para o proprieário, pode ser menor que o praicado no mercado. Os cusos foram levanados nas empresas Asiflor, Floresa Consuloria Lda, Milenia Herbicidas e foram organizados de acordo com a planilha sugerida pela Embrapa Floresas. Subraindo-se, dos cusos oais, os cusos de mudas, insumos e acompanhameno écnico que foram fornecidos pelo programa de fomeno, o da implanação foi de R$ 9, por hecare, conforme a Tabela. - Manuenção: Enende-se como cuso de manuenção, a limpeza da área e a manuenção de aceiros. Eles foram levanados juno à Asiflor e à empresa Aa Capiguara como sendo R$ 55, por hecare/ano. - Cuso da Terra: Considerou-se como cuso da erra uma axa anual de arrendameno de R$2, por hecare. Ese valor foi levanado juno a produores rurais no município de Oliveira, MG em que o valor médio foi de R$, por hecare/ mês Cusos específicos Considerou-se como cusos específicos os dependenes direamene da finalidade de produção. Para a venda da floresa em pé o produor só incorrerá nos cusos comuns, não havendo cusos específicos. Para a venda da madeira no páio e para a venda do carvão ocorreram cusos adicionais de produção. Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

5 224 REZENDE, J. L. P. e al. Tabela Cusos comuns de produção do programa de fomeno IEF/Asiflor. Table Common coss of producion of he IEF/Asiflor fomenaion program. Especificação do cuso Mecanização () - Aração - Gradeação - Apl. Herbc. - Adubação Insumos (2) - Formicidas* - Mudas* - Herbicidas - N-P-K* Mão de obra (3) - Comb. formiga e 6 - Adubação - Planio - Capina manual - Roçada - Replanio - Desbroa 6 - Adm./assis* Manuenção (4) a 6 e 8 a 3 Cuso da erra (5) a 4 Em que: h hora raor e dia homem. Ano Unidade Cuso/unidade (R$/unidade) h h h h kg unid. kg/l kg u ha ha 8, 8, 8, 8, 4,33,5 4,,7 3, 3, 3, 3, 3, 3, 3,,43 55, 2, Quanidade/ha,5, Cuso (R$/ha) 2, 2, 6, 8, 26, 3, 7, 5, 6, 3, 9, 5, 3, 3, 3, 29, 66,.68, Levando-se em cona duas roações de 7 anos cada, com uma perda de produividade de % do segundo core em relação ao primeiro, em-se os seguines cusos adicionais: - Colheia: ese cuso ocorre para a venda de lenha no páio e para a venda de carvão para siderurgia. Foram considerados o cuso de core e de empilhameno da lenha, para as duas finalidade e o cuso de carvoejameno e invenário floresal para a venda do carvão. Eles foram obidos em empresas especializadas de exploração floresal e enre profissionais auônomos. Adoou-se um cuso médio de colheia, que depende da produividade da floresa de R$ 8,, por 3 ms empilhado (que corresponde ao dia de rabalho e à produividade média do moosserrisa) o que equivale a R$ 2,67 por ms. Para a produção de carvão, foi arbirado um valor, levanado com empresas carvoeiras em Pompeu e See Lagoas, de R$ 3, /MDC. Por se raar de povoamenos oriundos de reposição floresal a exploração dos mesmos fica condicionada a realização de invenário floresal da área. No mercado exisem diversas maneiras de cobrar pelo serviço de invenário: Cobrança por parcelas lançadas, por produividade em m 3 ou por área invenariada. O cuso de invenário foi considerado em relação ao preço por área invenariada e adoou-se o valor de R$, por hecare. Logo, o cuso de colheia varia com a produividade, quano maior a produividade menor será o cuso do invenário/m 3 ou ms. - Transpore: o valor levanado em carvoarias e caminhoneiros ransporadores de carvão foi o equivalene a um liro de óleo diesel por quilomero rodado. Nese esudo considerou-se o valor do free como sendo de R$ 2, por quilomero rodado. O volume de carvão ransporado em caminhão ruck é de cerca de 7 mdc, conforme declarado em noas fiscais de compra e venda. No caso da lenha, o caminhão ruck ranspora 3 ms por viagem (BERGER e al., 23). Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

6 Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo O cuso de ranspore é influenciado pela produividade, devido ao número maior de viagens previsas, e pela disância do pólo consumidor, conforme pode ser observado na Tabela Receias A produção floresal pode ser desinada para diferenes fins, sendo que o produor deve ser orienado a buscar a melhor opção de venda. Em Minas Gerais, a maior pare da produção de madeira é volada para produção de energia. O preço do carvão vegeal é função da demanda inernacional do guza. Em 25, o MDC variou de R$ 6, a aé mais do que R$ 2,, conforme esudo realizado por Rezende e al. (25). Informaivos do CEPEA (CEPEA, 25) aponam variação do valor do ms em pé de R$25, a R$ 7, em, São Paulo, para a produção de celulose. Adoou-se o valor de R$ 2, por mero esere (ms) para a venda de madeira em pé, que é o preço praicado por exploradores auônomos e empresas floresais no Esado de Minas Gerais. O preço médio adoado para a venda de lenha no páio de consumidoras foi de R$35,/ms. Ese preço é compaível com os praicados, durane o ano de 25, pelo pólo de calcinação do eixo Formiga-Arcos e da Fábrica de Balas Sana Ria, em Oliveira/MG. Para a remuneração do carvão vegeal usouse o valor ponderado praicado durane o ano de 25, em Minas Gerais, de R$ 8,/ms. 3.3 Fluxos de caixa Para a análise econômica e as respecivas simulações de preço, produividade e cuso de ranspore foram esabelecidos fluxos de caixa para odas as siuações, conforme mosram as Tabelas 3 e Análises Econômicas De posse dos valores de enrada e de desembolso de capial, para as diferenes finalidades de produção, foi realizada a análise econômica para cada uma delas. Tabela 2 Tabela de cusos variáveis para a venda de lenha no páio e venda de carvão vegeal. Table 2 Variable coss for firewood sale a he user yard and charcoal sale. Variável Unid Cuso (R$/Unidade) Colheia - Invenário - Colheia Transpore lenha - Transpore - Transpore 2 - Transpore 3 ha ms km km km, 2,66 2,66 2, 2, 2, Quan ,3.666,7 2.5 Ano 7 Ano 4 Cuso (R$/ha), 666,7.666, ,3 5., Quan Cuso (R$/ha) 6,.5, 3., 4.5, Transpore carvão - Transpore - Transpore 2 - Transpore 3 km km km 2, 2, 2, 78,57 357,4 535,7 357,4 74,28.7,42 6,7 32,42 482,4 32,42 642,84 964,28 Carvoejameno (3) - Produção mdc 3, 25 em que: Transpore km; Transpore 2 2 km;transpore 3 3 km 3.75, 2, , Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

7 226 REZENDE, J. L. P. e al. Tabela 3 Fluxo de caixa dos cusos considerando a produção da madeira em pé, madeira no páio e carvão vegeal para os valores básicos das variáveis consideradas. Table 3 Cash flow of coss for sanding imber, fire wood sale and charcoal, considering average ransporaion disance, produciviy and price levels. ano.3,.3,.3, a 5 75, 75, 75, 6p- 8, 3.48, 4.384,8 6p 8, 4.28, 5.4, 6p+ 8, 5.8, 6.437, 7 a 2 75, 75, 75, 3p- 2, 3.9, 3.94,3 3p 2, 3.8, 4.827,9 3p+ 2, 4.53, 5.75,4 Em que: p -: Produividade de 2 ms/hecare - mdc/hecare. p: Produividade de 25 ms/hecare - 25 mdc/hecare. p+ :Produividade de 3 ms/hecare - 5 mdc/hecare. Cuso para o ranspore a uma disância de 2 km para madeira no páio e carvão vegeal. Tabela 4 Fluxo de caixa das receias considerando a produção da madeira em pé (R$2,/ms), madeira no páio (R$ 35,/ms) e carvão vegeal (R$ 8,/ mdc). Table 4 Cash flow of sale price of sanding imber considering several produciviy and price levels. ano em pé em pé Cuso(R$/ha) no páio Receia (R$/ha) no páio Carvão vegeal Carvão vegeal 6p- 4., 7., 8., 6p 5., 8.75,., 6p+ 6.,.5, 2., 3p- 3.6, 6.3, 7.2, 3p 4.5, 7.875, 9., 3p+ 5.4, 9.45,.8, Em que: p-: Produividade de 2 ms/hecare - mdc/hecare. p: Produividade de 25 ms/hecare - 25 mdc/hecare. p+: Produividade de 3 ms/hecare - 5 mdc/hecare. Para a produividade de 25 ms/ha, a venda de madeira em pé se mosrou mais renável que a venda de lenha no páio e a venda de carvão, considerando-se o valor médio de remuneração de cada finalidade, iso é, R$ 2,/ms em pé, R$ 35,/ ms para venda de lenha no páio e de R$ 8,/MDC para ranspore de 2 km de disância, conforme Tabela 5. Tabela 5 VPL (R$/ha) e TIR (%) esperados para cada finalidade de produção com valores de cuso, preço e produividade médios. Table 5 Values of VPL (R$/ha) and expeced TIR (%) for each producion purpose considering medium cos, price and produciviy. Indicador Finalidade da Produção Econômico Em pé Lenha no páio Carvão VPL (R$/ha) 2.6,5.724,24.823,49 TIR (%) Nesa siuação, a venda de lenha em pé apresena reorno líquido 6,92% a mais se comparado à venda de lenha no páio de,56% em relação à venda de carvão. A paricipação do incenivo fornecido pelo programa IEF/Asiflor no cuso líquido de produção represena na venda de madeira em pé 3,8% do Valor Presene do Cuso (VPC),,66% dos cusos da produção de carvão e de 9,97% do cuso de produção para venda no páio, conforme ilusrado na Tabela Simulações de cenários Como a renabilidade líquida da floresa depende de faores oscilanes, como o preço, a finalidade da produção, a produividade da área, a disância de ranspore e o cuso, os efeios da variação deses faores foram ambém esudados, isoladamene e em conjuno Efeio da produividade Com uma produividade 2% inferior, a madeira vendida em pé represenou um reorno líquido Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

8 Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo ,84% maior do que a madeira vendida no páio e 6,88% maior que para a venda de carvão. Para a produividade de 2% a mais ese quadro se aenua e a renda da madeira vendida em pé represena apenas 3,25% a mais do que a venda de lenha no páio e 8,3% a mais da venda do carvão como pode ser observado na Tabela 7. Tabela 6 Relação enre incenivo pecuniário do programa de fomeno e o VPC (R$/ha). Table 6 Relaionship beween financial incenive of he fomenaion program and VPC (R$/ha). Finalidade da Produção Indicador Econômico Lenha no Em pé Carvão páio VPC (R$/ha) 2.53, ,4 6.56,7 Incenivo (%) 3,8,66 9,97 Tabela 7 Efeio da variação da produividade no VPL (R$/ha) para as várias finalidades de produção da floresa. Table 7 Effec of produciviy variaion on VPL (R$/ha) of producion for several purposes of planaion. Finalidade Níveis de Produividade/hecare da Produção 2 ms 25 ms 3 ms em pé.82,3 2.6,5 2.85,7 no páio 93,92.724, ,56 Carvão vegeal.,33.823, ,74 Viso que o cuso de produção, nos casos da venda de lenha no páio e de carvão devido à exploração e o ranspore, é afeado direamene pela produividade, a relação enre incenivo e cuso sofreu mudanças. Na venda de lenha a menor produividade apresena uma relação incenivo-cuso de 3,25% e na maior produividade de,4%. O carvão apresena na menor produividade uma relação de,48% e, na maior produividade, de 8,82% do cuso incenivado (Tabela 8) Efeio do preço Com o efeio da variação superior e inferior de % (R$ 2,) do valor da lenha em pé comparando-se às variações de preço de 4,285% (R$5,) da lenha vendida no páio e de 25% (R$2,) da variação de limies de ampliude de preço do carvão, observou-se que, para o preço mínimo dos produos, a lenha vendida em pé represena um reorno 34,57% maior se comparado à venda de lenha no páio e de 5,38% a mais do que para a venda de carvão. No enano, para o maior preço, a relação se invereu drasicamene e a venda de lenha em pé se mosrou menos renável que as demais finalidades de produção. A venda de lenha no páio foi 3,7% mais renável do que em pé e a venda de carvão 6,35% mais renável (Tabela 9). Como o preço pago ao produo final não influencia o cuso de produção, a relação enre o VPC e incenivo pecuniário maneve-se a mesma da realizada na análise econômica anerior. Tabela 8 Efeio na relação enre incenivo pecuniário do programa de fomeno e o VPC (R$/ha) devido a variação de produividade. Table 8 Effec in he relaionship beween financial incenive of he fomenaion program and VPC (R$/ha) due o land produciviy variaion. Indicador Econômico Finalidade da Produção Em pé Lenha no páio Carvão VPC mínimo (R$/ha) 2.53, ,2 5.66,82 VPC máximo (R$/ha) 2.53, , 7.372, Incenivo máximo (%) 3,8 3,25,48 Incenivo mínimo (%) 3,8,4 8,82 Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

9 228 REZENDE, J. L. P. e al. Tabela 9 Efeio da variação do preço dos vários produos no VPL (R$/ha). Table 9 Effec of produc price variaion on VPL (R$/ha). Finalidade da Produção Níveis de Variação do mínimo Efeio da disância de ranspore Para a venda da madeira em pé, os cusos de colheia e de ranspore não paricipam da composição dos cusos. Porano, apenas a venda de lenha no páio e de carvão sofre influência direa desas variáveis. Para uma disância 2% maior que a disância base (2 km), a venda de lenha em pé é 53,29% mais renável do que a venda de lenha no páio e 32,5% maior que a venda de carvão com ranspore de 3 km. A siuação se revere quando a disância é 2% menor que a disância base. A venda de carvão passa a ser 4,96% mais renável do que para a venda de lenha em pé e a venda de lenha no páio 35,26% mais renável do que a venda da floresa em pé, Tabela. Tabela Efeio da variação do cuso de ranspore no VPL (R$/ha) dos vários produos produzidos. Table Effec of ransporaion cos variaion on VPL (R$/ha) of several producs. Níveis de Variação da Disância do Finalidade Transpore da Produção mínimo médio médio máximo em pé.599,4 2.6, ,6 no páio 68,72.724, ,76 Carvão vegeal 26,56.823, ,53 máximo em pé 2.6,5 2.6,5 2.6,5 no páio 334,9.724,24 3.4,29 Carvão vegeal.525,66.823,49 2.2,4 O cuso do ranspore afea, direamene, o cuso de produção, fazendo a relação enre o cuso de produção e valor do incenivo variar. No caso da venda da floresa em pé, esa relação se maném consane já que não exise influência do cuso de ranspore no cuso de produção. Para uma disância de 3 km, a venda de carvão em 9,54% de seu cuso oriundo do incenivo e a venda de lenha no páio 9,33%. Para uma disância de km eses incenivos são mais expressivos, chegando a,45% e 5,54% respecivamene (Tabela ). Tabela Efeio na relação enre incenivo pecuniário do programa de fomeno e o VPC (R$/ha) devido à variação de produividade. Table Effec of produciviy variaion on he relaionship beween financial incenive of he fomenaion program and VPC (R$/ha). Indicador Finalidade da Produção Econômico Em pé Lenha no páio Carvão VPC mínimo 2.53, , ,78 VPC máximo 2.53, , ,53 Incenivo Máximo (%) 3,8 5,54,45 Incenivo Mínimo (%) 3,8 9,33 9, Análise mulivariada Os valores do VPL para cada finalidade de produção, considerando-se odas as variáveis envolvidas, poderão fornecer ao produor fomenado uma orienação écnica de grande valia. A finalidade dada ao produo pode ser deerminane na maximização do lucro do produor Venda da floresa em pé Para nenhuma possibilidade levanada a venda de madeira em pé apresenou um reorno negaivo. A pior TIR observada foi de 6% e a maior de 3%, represenando uma variação de aé 87,5% da TIR, conforme Tabela 2. Denre as finalidades de produção, a venda de madeira em pé foi a que apresenou a menor ampliude de diferença de TIR e de VPL. Iso deve-se ao fao Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

10 Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo de que esa finalidade produiva em baixa remuneração e a variação de preço esada é pequena, se comparado às ouras finalidades, e o cuso de produção é consane, pois não sofre influências da produividade e do cuso de ranspore Venda de lenha no páio Para a venda de lenha no páio, a menor TIR foi de -5% e a maior de 37%, represenando uma ampliude de diferença de aé 42 ponos percenuais na TIR (Tabela 3). As menores TIR e VPL ocorrem, conforme esperado, para as maiores disâncias de ranspore e, menores índices de produividade e preço do produo final escolhido Venda de carvão No caso da venda de carvão para siderúrgicas, a menor TIR foi de -3% e a maior de 37%, represenando uma variação de aé 4 ponos percenuais na TIR (Tabela 4). No enano, a viabilidade econômica do carvão é significaivamene afeada pelo cuso de carvoejameno, principalmene quando o carvão esá no limie inferior de remuneração esperada. Tabela 2 Simulação de VPL esperado da madeira vendida em pé para diferenes níveis de produividade e preço de compra. Table 2 Simulaion of expeced VPL of sanding imber sale for differen produciviy levels and purchase price. (R$/ms) Produividade (ms/ha) VPL (R$/ha) TIR (%) 2 848,52 6 8, , , ,3 8 2, , , , , , ,58 3 Tabela 3 Simulação de VPL esperado da madeira vendida no páio para diferenes níveis de produividade, preço de compra e cuso de ranspore. Table 3 Simulaion of expeced VPL of he wood sold a he paio for differen produciviy levels, purchase price and ransporion cos. 3, 35, 4, Disância (km) Produividade (ms/ha) VPL (R$/ha) TIR (%) 2.29, , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , , ,55 24 Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

11 23 REZENDE, J. L. P. e al. Tabela 4 Simulação de VPL esperado da madeira vendida como carvão para diferenes níveis de produividade, preço de compra e cuso de ranspore. Table 4 Simulaion of expeced VPL of charcoal for differen produciviy levels, purchase price and ranspor cos. Disância (km) Produividade (ms/ha) VPL (R$/ha) TIR(%) 2-48, , , ,7 6, , , , , , , , , ,33 7 8, , , , , , , , , ,36 27, , , , , , CONCLUSÕES A venda de lenha em pé, embora enha apresenado uma axa de reorno semelhane às das demais finalidades, se mosrou a mais indicada, pois apresena a melhor razão do cuso de invesimeno subsidiado. A venda da floresa em pé consiui-se em uma alernaiva renável para qualquer variação de preço e produividade aribuídas e simuladas. A venda de lenha no páio apresenou o segundo melhor reorno para a siuação específica mais favorável nesa finalidade de produção. A venda de lenha no páio apresenou o pior resulado avaliado para a siuação mais desfavorável, com a maior ampliude de variação de TIR. Essa siuação depreciaiva esá relacionada principalmene ao cuso de ranspore em relação ao mercado consumidor. Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

12 Análise econômica de fomeno floresal com eucalipo Na venda em forma de carvão foi idenificado a melhor opção de venda na siuação mais favorável a esa finalidade. Ao conrário do que aconece com a venda de lenha no páio, o que mais influenciou a depreciação e as condições econômicas que deerminam a indicação ou não desa finalidade de produção foi o preço final pago ao produor. 5 REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS BERGER, R.; TEIXEIRA JÚNIOR, R.; CARNIERI, C.; LACOWICS, P. G.; SOUZA JUNIOR, J.; BRASIL, A. A. Minimização de cusos de ranspore floresal com a uilização da programação linear. Floresa, Curiiba, v. 33, n., p , jan./abr. 23. BRITO, J. O. Princípios de produção e uilização de carvão vegeal de madeira. Documenos Floresais, Piracicaba, v. 9, p. -9, maio 99. CEPEA. Análise econômica de projeos floresais. Informaivo CEPEA, Piracicaba, n. 48, p. -4, dez. 25. LIMA JÚNIOR, V. B. L.; REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Deerminação da axa de descono a ser usada na análise econômica de projeos floresais. Revisa Cerne, Lavras, v. 3, n., p. 86, 997. REZENDE, J. L. P.; CARDOSO JÚNIOR, L. M. C.; OLIVEIRA, A. D.; SÁFADI, T. Análise dos preços de carvão vegeal em quaro regiões no esado de Minas Gerais. Cerne, Lavras, v., n. 3, p , jul./se. 25. REZENDE, J. L. P.; OLIVEIRA, A. D. Análise econômica e social de projeos floresais. Viçosa: UFV, p. SANTOS, M. J. C.; PAIVA, S. N. Os sisemas agrofloresais como alernaiva econômica em pequenas propriedades rurais: esudo de caso. Ciência Floresal, Sana Maria, v. 2, n., p. 35-4, jun. 22. Cerne, Lavras, v. 2, n. 3, p , jul./se. 26

TIR Taxa Interna de Retorno LCF Economia de Recursos Florestais 2009

TIR Taxa Interna de Retorno LCF Economia de Recursos Florestais 2009 TIR Taxa Inerna de Reorno LCF 685-Economia de Recursos Floresais 2009 TIR: Taxa Inerna de Reorno AT Taxa Inerna de Reorno (TIR)de um projeo é aquela que orna o valor presene das receias menos o valor presene

Leia mais

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1

Jovens no mercado de trabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Jovens no mercado de rabalho formal brasileiro: o que há de novo no ingresso dos ocupados? 1 Luís Abel da Silva Filho 2 Fábio José Ferreira da Silva 3 Silvana Nunes de Queiroz 4 Resumo: Nos anos 1990,

Leia mais

GERAÇÃO DE PREÇOS DE ATIVOS FINANCEIROS E SUA UTILIZAÇÃO PELO MODELO DE BLACK AND SCHOLES

GERAÇÃO DE PREÇOS DE ATIVOS FINANCEIROS E SUA UTILIZAÇÃO PELO MODELO DE BLACK AND SCHOLES XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 1 a15 de ouubro de

Leia mais

GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE INTERFERÊNCIAS, COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA E QUALIDADE DE ENERGIA - GCQ

GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE INTERFERÊNCIAS, COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA E QUALIDADE DE ENERGIA - GCQ SNPTEE SEMINÁRIO NACIONAL DE PRODUÇÃO E TRANSMISSÃO DE ENERGIA ELÉTRICA GCQ - 11 16 a 21 Ouubro de 2005 Curiiba - Paraná GRUPO XIII GRUPO DE ESTUDO DE INTERFERÊNCIAS, COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA E

Leia mais

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1

EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 ISSN 188-981X 18 18 EFEITO DA VARIAÇÃO DOS PREÇOS DA MANDIOCA EM ALAGOAS SOBRE O VALOR BRUTO DA PRODUÇÃO 1 Effec of cassava price variaion in Alagoas over producion gross value Manuel Albero Guiérrez CUENCA

Leia mais

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA

ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA ENGENHARIA ECONÔMICA AVANÇADA TÓPICOS AVANÇADOS MATERIAL DE APOIO ÁLVARO GEHLEN DE LEÃO gehleao@pucrs.br 55 5 Avaliação Econômica de Projeos de Invesimeno Nas próximas seções serão apresenados os principais

Leia mais

4 Modelagem e metodologia de pesquisa

4 Modelagem e metodologia de pesquisa 4 Modelagem e meodologia de pesquisa Nese capíulo será apresenada a meodologia adoada nese rabalho para a aplicação e desenvolvimeno de um modelo de programação maemáica linear misa, onde a função-objeivo,

Leia mais

Expectativas, consumo e investimento CAPÍTULO 16. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard

Expectativas, consumo e investimento CAPÍTULO 16. Olivier Blanchard Pearson Education Pearson Education Macroeconomia, 4/e Olivier Blanchard Expecaivas, consumo e Olivier Blanchard Pearson Educaion CAPÍTULO 16 16.1 Consumo A eoria do consumo foi desenvolvida na década de 1950 por Milon Friedman, que a chamou de eoria do consumo da renda permanene,

Leia mais

CRESCIMENTO ECONÔMICO E CONCENTRAÇÃO DE RENDA: SEUS EFEITOS NA POBREZA NO BRASIL

CRESCIMENTO ECONÔMICO E CONCENTRAÇÃO DE RENDA: SEUS EFEITOS NA POBREZA NO BRASIL SÉRIES WORKING PAPER BNDES/ANPEC PROGRAMA DE FOMENTO À PESQUISA EM DESENVOLVIMENTO ECONÔMICO - PDE CRESCIMENTO ECONÔMICO E CONCENTRAÇÃO DE RENDA: SEUS EFEITOS NA POBREZA NO BRASIL Emerson Marinho UFC/CAEN

Leia mais

Danilo Perretti Trofimoff EXPOSIÇÃO CAMBIAL ASSIMÉTRICA: EVIDÊNCIA SOBRE O BRASIL

Danilo Perretti Trofimoff EXPOSIÇÃO CAMBIAL ASSIMÉTRICA: EVIDÊNCIA SOBRE O BRASIL FACULDADE IBMEC SÃO PAULO Programa de Mesrado Profissional em Economia Danilo Perrei Trofimoff EXPOSIÇÃO CAMBIAL ASSIMÉTRICA: EVIDÊNCIA SOBRE O BRASIL São Paulo 2008 1 Livros Gráis hp://www.livrosgrais.com.br

Leia mais

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo

VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA. Antônio Carlos de Araújo 1 VALOR DA PRODUÇÃO DE CACAU E ANÁLISE DOS FATORES RESPONSÁVEIS PELA SUA VARIAÇÃO NO ESTADO DA BAHIA Anônio Carlos de Araújo CPF: 003.261.865-49 Cenro de Pesquisas do Cacau CEPLAC/CEPEC Faculdade de Tecnologia

Leia mais

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS

OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE GANHOS STC/ 08 17 à 22 de ouubro de 1999 Foz do Iguaçu Paraná - Brasil SESSÃO TÉCNICA ESPECIAL CONSERVAÇÃO DE ENERGIA ELÉTRICA (STC) OTIMIZAÇÃO ENERGÉTICA NA CETREL: DIAGNÓSTICO, IMPLEMENTAÇÃO E AVALIAÇÃO DE

Leia mais

Viabilidade econômica da cultura da soja na safra 2015/2016, em Mato Grosso do Sul

Viabilidade econômica da cultura da soja na safra 2015/2016, em Mato Grosso do Sul 202 ISSN 1679-0472 Julho, 2015 Dourados, MS Foos - lavoura: Nilon P. de Araújo; percevejo: Narciso Foo: Alceu da S. Richei Câmara Viabilidade econômica da culura da soja na safra 2015/2016, em Mao Grosso

Leia mais

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise

4 O Papel das Reservas no Custo da Crise 4 O Papel das Reservas no Cuso da Crise Nese capíulo buscamos analisar empiricamene o papel das reservas em miigar o cuso da crise uma vez que esa ocorre. Acrediamos que o produo seja a variável ideal

Leia mais

Reestruturação e Emprego

Reestruturação e Emprego 5 Reesruuração e Emprego O Impaco da Aberura Comercial sobre o Emprego: 1990-1997 Maurício Mesquia Moreira Sheila Najberg Os auores agradecem a Armando Caselar pelos comenários, a Marcelo Ikeda pela inesimável

Leia mais

AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM

AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM AULA 22 PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 163 22. PROCESSO DE TORNEAMENTO: CONDIÇÕES ECONÔMICAS DE USINAGEM 22.1. Inrodução Na Seção 9.2 foi falado sobre os Parâmeros de Core e

Leia mais

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens

Estudo comparativo de processo produtivo com esteira alimentadora em uma indústria de embalagens Esudo comparaivo de processo produivo com eseira alimenadora em uma indúsria de embalagens Ana Paula Aparecida Barboza (IMIH) anapbarboza@yahoo.com.br Leicia Neves de Almeida Gomes (IMIH) leyneves@homail.com

Leia mais

Circuitos Elétricos I EEL420

Circuitos Elétricos I EEL420 Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL420 Coneúdo 1 - Circuios de primeira ordem...1 1.1 - Equação diferencial ordinária de primeira ordem...1 1.1.1 - Caso linear, homogênea, com

Leia mais

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA III

UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACULDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA III UNIVERSIDADE DA BEIRA INTERIOR FACUDADE DE CIÊNCIAS SOCIAIS E HUMANAS DEPARTAMENTO DE GESTÃO E ECONOMIA MACROECONOMIA III icenciaura de Economia (ºAno/1ºS) Ano ecivo 007/008 Caderno de Exercícios Nº 1

Leia mais

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez

Universidade Federal de Pelotas UFPEL Departamento de Economia - DECON. Economia Ecológica. Professor Rodrigo Nobre Fernandez Universidade Federal de Peloas UFPEL Deparameno de Economia - DECON Economia Ecológica Professor Rodrigo Nobre Fernandez Capíulo 6 Conabilidade Ambienal Nacional Peloas, 2010 6.1 Inrodução O lado moneário

Leia mais

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias

Um modelo matemático para o ciclo de vida do mosquito Aedes aegypti e controle de epidemias Universidade Federal de Ouro Preo Modelagem e Simulação de Sisemas Terresres DECOM- prof. Tiago Garcia de Senna Carneiro Um modelo maemáico para o ciclo de vida do mosquio Aedes aegypi e conrole de epidemias

Leia mais

5 Metodologia Probabilística de Estimativa de Reservas Considerando o Efeito-Preço

5 Metodologia Probabilística de Estimativa de Reservas Considerando o Efeito-Preço 5 Meodologia Probabilísica de Esimaiva de Reservas Considerando o Efeio-Preço O principal objeivo desa pesquisa é propor uma meodologia de esimaiva de reservas que siga uma abordagem probabilísica e que

Leia mais

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney).

exercício e o preço do ativo são iguais, é dito que a opção está no dinheiro (at-themoney). 4. Mercado de Opções O mercado de opções é um mercado no qual o iular (comprador) de uma opção em o direio de exercer a mesma, mas não a obrigação, mediane o pagameno de um prêmio ao lançador da opção

Leia mais

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Dinâmicos

Análise de Projectos ESAPL / IPVC. Critérios de Valorização e Selecção de Investimentos. Métodos Dinâmicos Análise de Projecos ESAPL / IPVC Criérios de Valorização e Selecção de Invesimenos. Méodos Dinâmicos Criério do Valor Líquido Acualizado (VLA) O VLA de um invesimeno é a diferença enre os valores dos benefícios

Leia mais

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico

CAPÍTULO 9. y(t). y Medidor. Figura 9.1: Controlador Analógico 146 CAPÍULO 9 Inrodução ao Conrole Discreo 9.1 Inrodução Os sisemas de conrole esudados aé ese pono envolvem conroladores analógicos, que produzem sinais de conrole conínuos no empo a parir de sinais da

Leia mais

Utilização de modelos de holt-winters para a previsão de séries temporais de consumo de refrigerantes no Brasil

Utilização de modelos de holt-winters para a previsão de séries temporais de consumo de refrigerantes no Brasil XXVI ENEGEP - Foraleza, CE, Brasil, 9 a 11 de Ouubro de 2006 Uilização de modelos de hol-winers para a previsão de séries emporais de consumo de refrigeranes no Brasil Jean Carlos da ilva Albuquerque (UEPA)

Leia mais

Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco

Integração na criação de frangos de corte na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Inegração na criação de frangos de core na microrregião de Viçosa MG: viabilidade econômica e análise de risco Adelson Marins Figueiredo Pedro Anônio dos Sanos Robero Sanolin Brício dos Sanos Reis Resumo:

Leia mais

Calcule a área e o perímetro da superfície S. Calcule o volume do tronco de cone indicado na figura 1.

Calcule a área e o perímetro da superfície S. Calcule o volume do tronco de cone indicado na figura 1. 1. (Unesp 017) Um cone circular reo de gerariz medindo 1 cm e raio da base medindo 4 cm foi seccionado por um plano paralelo à sua base, gerando um ronco de cone, como mosra a figura 1. A figura mosra

Leia mais

4 O modelo econométrico

4 O modelo econométrico 4 O modelo economérico O objeivo desse capíulo é o de apresenar um modelo economérico para as variáveis financeiras que servem de enrada para o modelo esocásico de fluxo de caixa que será apresenado no

Leia mais

VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG

VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG VIABILIDADE ECONÔMICA DE CONTRATOS DE INTEGRAÇÃO NA CRIAÇÃO DE FRANGOS DE CORTE NA MICRORREGIÃO DE VIÇOSA MG ADELSON MARTINS FIGUEIREDO; PEDRO ANTÔNIO DOS SANTOS; ROBERTO SALVADOR SANTOLIN; BRÍCIO DOS

Leia mais

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012

Análise econômica dos benefícios advindos do uso de cartões de crédito e débito. Outubro de 2012 1 Análise econômica dos benefícios advindos do uso de carões de crédio e débio Ouubro de 2012 Inrodução 2 Premissas do Esudo: Maior uso de carões aumena a formalização da economia; e Maior uso de carões

Leia mais

Cálculo do valor em risco dos ativos financeiros da Petrobrás e da Vale via modelos ARMA-GARCH

Cálculo do valor em risco dos ativos financeiros da Petrobrás e da Vale via modelos ARMA-GARCH Cálculo do valor em risco dos aivos financeiros da Perobrás e da Vale via modelos ARMA-GARCH Bruno Dias de Casro 1 Thiago R. dos Sanos 23 1 Inrodução Os aivos financeiros das companhias Perobrás e Vale

Leia mais

12 Integral Indefinida

12 Integral Indefinida Inegral Indefinida Em muios problemas, a derivada de uma função é conhecida e o objeivo é enconrar a própria função. Por eemplo, se a aa de crescimeno de uma deerminada população é conhecida, pode-se desejar

Leia mais

NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho

NOTA TÉCNICA. Nota Sobre Evolução da Produtividade no Brasil. Fernando de Holanda Barbosa Filho NOTA TÉCNICA Noa Sobre Evolução da Produividade no Brasil Fernando de Holanda Barbosa Filho Fevereiro de 2014 1 Essa noa calcula a evolução da produividade no Brasil enre 2002 e 2013. Para ano uiliza duas

Leia mais

Universidade Federal do Rio de Janeiro

Universidade Federal do Rio de Janeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro Circuios Eléricos I EEL42 Coneúdo 8 - Inrodução aos Circuios Lineares e Invarianes...1 8.1 - Algumas definições e propriedades gerais...1 8.2 - Relação enre exciação

Leia mais

Notas Técnicas do Banco Central do Brasil

Notas Técnicas do Banco Central do Brasil ISSN 1519-7212 Noas Técnicas do Banco Cenral do Brasil Número 25 Julho de 2002 Há Razões para Duvidar de Que a Dívida Pública no Brasil é Susenável? Ilan Goldfajn ISSN 1519-7212 CGC 00.038.166/0001-05

Leia mais

ANÁLISE ECONÔMICA DE CAMPOS MARÍTIMOS DE PETRÓLEO CONSIDERANDO A OPÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO TEMPORÁRIA DE MÉTODO DE ELEVAÇÃO DE PETRÓLEO: UM ESTUDO DE CASO

ANÁLISE ECONÔMICA DE CAMPOS MARÍTIMOS DE PETRÓLEO CONSIDERANDO A OPÇÃO DE SUBSTITUIÇÃO TEMPORÁRIA DE MÉTODO DE ELEVAÇÃO DE PETRÓLEO: UM ESTUDO DE CASO Copyrigh 2004, Insiuo Brasileiro de Peróleo e Gás - IBP Ese rabalho écnico Cienífico foi preparado para apresenação no 3 Congresso Brasileiro de P&D em Peróleo e Gás, a ser realizado no período de 2 a

Leia mais

Modelos de Programação Linear

Modelos de Programação Linear EA 0 Planeameno e Análise de Sisemas de Produção Modelos de Programação Linear Tópicos -Inrodução -Modelos de alocação -Modelos de blending -Planeameno de operações 5-Modelos muli-eságios 6-Modelos linearizáveis

Leia mais

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL

METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL METODOLOGIA PROJEÇÃO DE DEMANDA POR TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL 1. Inrodução O presene documeno visa apresenar dealhes da meodologia uilizada nos desenvolvimenos de previsão de demanda aeroporuária no Brasil

Leia mais

Aplicações à Teoria da Confiabilidade

Aplicações à Teoria da Confiabilidade Aplicações à Teoria da ESQUEMA DO CAPÍTULO 11.1 CONCEITOS FUNDAMENTAIS 11.2 A LEI DE FALHA NORMAL 11.3 A LEI DE FALHA EXPONENCIAL 11.4 A LEI DE FALHA EXPONENCIAL E A DISTRIBUIÇÃO DE POISSON 11.5 A LEI

Leia mais

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1

O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 O EFEITO DIA DO VENCIMENTO DE OPÇÕES NA BOVESPA 1 Paulo J. Körbes 2 Marcelo Marins Paganoi 3 RESUMO O objeivo dese esudo foi verificar se exise influência de evenos de vencimeno de conraos de opções sobre

Leia mais

Lista de Exercícios nº 3 - Parte IV

Lista de Exercícios nº 3 - Parte IV DISCIPLINA: SE503 TEORIA MACROECONOMIA 01/09/011 Prof. João Basilio Pereima Neo E-mail: joaobasilio@ufpr.com.br Lisa de Exercícios nº 3 - Pare IV 1ª Quesão (...) ª Quesão Considere um modelo algébrico

Leia mais

APLICABILIDADE DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO PARA O PLANEJAMENTO DA DEMANDA DE SOBRESSALENTES DE UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR PRESTADORA DE SERVIÇOS

APLICABILIDADE DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO PARA O PLANEJAMENTO DA DEMANDA DE SOBRESSALENTES DE UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR PRESTADORA DE SERVIÇOS APLICABILIDADE DAS TÉCNICAS DE PREVISÃO PARA O PLANEJAMENTO DA DEMANDA DE SOBRESSALENTES DE UMA ORGANIZAÇÃO MILITAR PRESTADORA DE SERVIÇOS Manoel Alexandre da Rosa Neo Disseração de Mesrado apresenada

Leia mais

Cap. 6 - Análise de Investimentos em Situação de Risco

Cap. 6 - Análise de Investimentos em Situação de Risco Cap. 6 - Análise de Invesimenos em Siuação de Risco Fluxos de Caixa Independenes no Tempo Média e Variância do Presene Uso da Disribuição Bea Fluxos de Caixa Dependenes no Tempo Fluxos de caixa com Dependência

Leia mais

Exercícios sobre o Modelo Logístico Discreto

Exercícios sobre o Modelo Logístico Discreto Exercícios sobre o Modelo Logísico Discreo 1. Faça uma abela e o gráfico do modelo logísico discreo descrio pela equação abaixo para = 0, 1,..., 10, N N = 1,3 N 1, N 0 = 1. 10 Solução. Usando o Excel,

Leia mais

4 Metodologia R P. = cotação da ação i no final da semana t. 1 Maiores detalhes no ANEXO - 1

4 Metodologia R P. = cotação da ação i no final da semana t. 1 Maiores detalhes no ANEXO - 1 4 Meodologia Com o objeivo de se esar reornos anormais de curíssimo prao para o mercado de ações brasileiro (BOVESPA), ese rabalho foi dividido em rês eapas: Na primeira, usou-se a meodologia de De Bond

Leia mais

Modelos de Crescimento Endógeno de 1ªgeração

Modelos de Crescimento Endógeno de 1ªgeração Teorias do Crescimeno Económico Mesrado de Economia Modelos de Crescimeno Endógeno de 1ªgeração Inrodução A primeira geração de modelos de crescimeno endógeno ena endogeneiar a axa de crescimeno de SSG

Leia mais

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião

Curso de preparação para a prova de matemática do ENEM Professor Renato Tião Porcenagem As quaro primeiras noções que devem ser assimiladas a respeio do assuno são: I. Que porcenagem é fração e fração é a pare sobre o odo. II. Que o símbolo % indica que o denominador desa fração

Leia mais

CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA

CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA CINÉTICA QUÍMICA LEI DE VELOCIDADE - TEORIA Inrodução Ese arigo raa de um dos assunos mais recorrenes nas provas do IME e do ITA nos úlimos anos, que é a Cinéica Química. Aqui raamos principalmene dos

Leia mais

CINÉTICA RADIOATIVA. Introdução. Tempo de meia-vida (t 1/2 ou P) Atividade Radioativa

CINÉTICA RADIOATIVA. Introdução. Tempo de meia-vida (t 1/2 ou P) Atividade Radioativa CIÉTIC RDIOTIV Inrodução Ese arigo em como objeivo analisar a velocidade dos diferenes processos radioaivos, no que chamamos de cinéica radioaiva. ão deixe de anes esudar o arigo anerior sobre radioaividade

Leia mais

Análise de séries de tempo: modelos de decomposição

Análise de séries de tempo: modelos de decomposição Análise de séries de empo: modelos de decomposição Profa. Dra. Liane Werner Séries de emporais - Inrodução Uma série emporal é qualquer conjuno de observações ordenadas no empo. Dados adminisraivos, econômicos,

Leia mais

Contabilometria. Séries Temporais

Contabilometria. Séries Temporais Conabilomeria Séries Temporais Fone: Corrar, L. J.; Theóphilo, C. R. Pesquisa Operacional para Decisão em Conabilidade e Adminisração, Ediora Alas, São Paulo, 2010 Cap. 4 Séries Temporais O que é? Um conjuno

Leia mais

Interbits SuperPro Web

Interbits SuperPro Web Inerbis SuperPro Web 1. O lucro de uma empresa é dado pela expressão maemáica L R C, onde L é o lucro, o cuso da produção e R a receia do produo. Uma fábrica de raores produziu n unidades e verificou que

Leia mais

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro

Luciano Jorge de Carvalho Junior. Rosemarie Bröker Bone. Eduardo Pontual Ribeiro. Universidade Federal do Rio de Janeiro Análise do preço e produção de peróleo sobre a lucraividade das empresas perolíferas Luciano Jorge de Carvalho Junior Rosemarie Bröker Bone Eduardo Ponual Ribeiro Universidade Federal do Rio de Janeiro

Leia mais

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios

O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios O Fluxo de Caixa Livre para a Empresa e o Fluxo de Caixa Livre para os Sócios! Principais diferenças! Como uilizar! Vanagens e desvanagens Francisco Cavalcane (francisco@fcavalcane.com.br) Sócio-Direor

Leia mais

Planejamento e Controle da Capacidade PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1

Planejamento e Controle da Capacidade PUC. Prof. Dr. Marcos Georges. Adm Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 Planejameno e Conrole da Capacidade PUC CAMPINAS Prof. Dr. Marcos Georges Adm Produção II Prof. Dr. Marcos Georges 1 Planejameno Fornecimeno de produos e serviços Planejameno e Conrole da Capacidade Produiva

Leia mais

F B d E) F A. Considere:

F B d E) F A. Considere: 5. Dois corpos, e B, de massas m e m, respecivamene, enconram-se num deerminado insane separados por uma disância d em uma região do espaço em que a ineração ocorre apenas enre eles. onsidere F o módulo

Leia mais

3 Retorno, Marcação a Mercado e Estimadores de Volatilidade

3 Retorno, Marcação a Mercado e Estimadores de Volatilidade eorno, Marcação a Mercado e Esimadores de Volailidade 3 3 eorno, Marcação a Mercado e Esimadores de Volailidade 3.. eorno de um Aivo Grande pare dos esudos envolve reorno ao invés de preços. Denre as principais

Leia mais

2 PREVISÃO DA DEMANDA

2 PREVISÃO DA DEMANDA PREVISÃO DA DEMANDA Abandonando um pouco a visão românica do ermo previsão, milhares de anos após as grandes civilizações da nossa hisória, a previsão do fuuro vola a omar a sua posição de imporância no

Leia mais

110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS

110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS 110INFLUÊNCIA DA MECANIZAÇÃO DA COLHEITA NA VIABILIDADE LANNA, G. B. ECONÔMICO- M. & REIS, R. P. FINANCEIRA DA CAFEICULTURA NO SUL DE MINAS GERAIS Giovani Blasi Marino Lanna 1 ; Ricardo Pereira Reis 2

Leia mais

Políticas anticíclicas na indústria automobilística: uma análise de co-integração dos impactos da redução do IPI sobre as vendas de veículos 1

Políticas anticíclicas na indústria automobilística: uma análise de co-integração dos impactos da redução do IPI sobre as vendas de veículos 1 Políicas anicíclicas na indúsria auomobilísica: uma análise de co-inegração dos impacos da redução do IPI sobre as vendas de veículos Gusavo Varela Alvarenga, Parick Franco Alves, Carolina Fernandes dos

Leia mais

Desenvolvimento de um sistema instrumentado para ensaios de filtração em batelada

Desenvolvimento de um sistema instrumentado para ensaios de filtração em batelada Desenvolvimeno de um sisema insrumenado para ensaios de ilração em baelada Pedro Tersiguel de Oliveira Bolsisa de Iniciação Cieníica, Engenharia ecânica, UFRJ Claudio L. Schneider Orienador, Engenheiro

Leia mais

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS

UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS UMA APLICAÇÃO DO TESTE DE RAIZ UNITÁRIA PARA DADOS EM SÉRIES TEMPORAIS DO CONSUMO AGREGADO DAS FAMÍLIAS BRASILEIRAS VIEIRA, Douglas Tadeu. TCC, Ciências Econômicas, Fecilcam, vieira.douglas@gmail.com PONTILI,

Leia mais

TAXA DE CÂMBIO E PREÇOS DE EXPORTAÇÃO DA CARNE DE FRANGO EM

TAXA DE CÂMBIO E PREÇOS DE EXPORTAÇÃO DA CARNE DE FRANGO EM TAXA DE CÂMBIO E PREÇOS DE EXPORTAÇÃO DA CARNE DE FRANGO EM Área Temáica: 9. Méodos Quaniaivos Resumo SANTA CATARINA Eliane Pinheiro de Sousa 1 Airon Lopes Amorim 2 Daniel Arruda Coronel 3 Ese arigo buscou

Leia mais

A entropia de uma tabela de vida em previdência social *

A entropia de uma tabela de vida em previdência social * A enropia de uma abela de vida em previdência social Renao Marins Assunção Leícia Gonijo Diniz Vicorino Palavras-chave: Enropia; Curva de sobrevivência; Anuidades; Previdência Resumo A enropia de uma abela

Leia mais

UM MÉTODO RÁPIDO PARA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DO ENROLAMENTO DO ESTATOR DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DO TIPO GAIOLA

UM MÉTODO RÁPIDO PARA ANÁLISE DO COMPORTAMENTO TÉRMICO DO ENROLAMENTO DO ESTATOR DE MOTORES DE INDUÇÃO TRIFÁSICOS DO TIPO GAIOLA ART643-07 - CD 262-07 - PÁG.: 1 UM MÉTD RÁPID PARA ANÁLISE D CMPRTAMENT TÉRMIC D ENRLAMENT D ESTATR DE MTRES DE INDUÇÃ TRIFÁSICS D TIP GAILA 1 - RESUM Jocélio de Sá; João Robero Cogo; Hécor Arango. objeivo

Leia mais

Viabilidade econômica da cultura do milho safrinha, 2015, em Mato Grosso do Sul

Viabilidade econômica da cultura do milho safrinha, 2015, em Mato Grosso do Sul 196 ISSN 1679-0472 Novembro, 2014 Dourados, MS Foos - lavoura: Nilon P. de Araújo; percevejo: Narciso Foo: Alceu da S. Richei Câmara Viabilidade econômica da culura do milho safrinha, 2015, em Mao Grosso

Leia mais

4. SINAL E CONDICIONAMENTO DE SINAL

4. SINAL E CONDICIONAMENTO DE SINAL 4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL Sumário 4. SINAL E CONDICIONAMENO DE SINAL 4. CARACERÍSICAS DOS SINAIS 4.. Período e frequência 4..2 alor médio, valor eficaz e valor máximo 4.2 FILRAGEM 4.2. Circuio

Leia mais

Valor do Trabalho Realizado 16.

Valor do Trabalho Realizado 16. Anonio Vicorino Avila Anonio Edésio Jungles Planejameno e Conrole de Obras 16.2 Definições. 16.1 Objeivo. Valor do Trabalho Realizado 16. Parindo do conceio de Curva S, foi desenvolvida pelo Deparameno

Leia mais

Fluxos de Caixa Independentes no Tempo Média e Variância do Valor Presente Uso da Distribuição Beta Fluxos de Caixa Dependentes no Tempo Fluxos de

Fluxos de Caixa Independentes no Tempo Média e Variância do Valor Presente Uso da Distribuição Beta Fluxos de Caixa Dependentes no Tempo Fluxos de Cap. 6 - Análise de Invesimenos em Siuação de Risco Fluxos de Caixa Independenes no Tempo Média e Variância do Valor Presene Uso da Disribuição Bea Fluxos de Caixa Dependenes no Tempo Fluxos de caixa com

Leia mais

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2

METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS. Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 IV SEMEAD METODOLOGIAS ALTERNATIVAS DE GERAÇÃO DE CENÁRIOS NA APURAÇÃO DO V@R DE INSTRUMETOS NACIONAIS Alexandre Jorge Chaia 1 Fábio da Paz Ferreira 2 RESUMO Uma das ferramenas de gesão do risco de mercado

Leia mais

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO SEGUNDA LISTA DE EXERCÍCIOS

MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO SEGUNDA LISTA DE EXERCÍCIOS MACROECONOMIA II PROFESSOR JOSE LUIS OREIRO SEGUNDA LISTA DE EXERCÍCIOS 1 Quesão: Suponha que um governo de direia decida reduzir de forma permanene o nível do seguro desemprego. Pede-se: a) Quais seriam

Leia mais

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias **

CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** CHOQUES DE PRODUTIVIDADE E FLUXOS DE INVESTIMENTOS ESTRANGEIROS PARA O BRASIL * Prof a Dr a Maria Helena Ambrosio Dias ** Resumo O inuio é invesigar como e em que grau um choque de produividade ocorrido

Leia mais

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB

Influência de Variáveis Meteorológicas sobre a Incidência de Meningite em Campina Grande PB Revisa Fafibe On Line n.3 ago. 007 ISSN 808-6993 www.fafibe.br/revisaonline Faculdades Inegradas Fafibe Bebedouro SP Influência de Variáveis Meeorológicas sobre a Incidência de Meningie em Campina Grande

Leia mais

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI

Espaço SENAI. Missão do Sistema SENAI Sumário Inrodução 5 Gerador de funções 6 Caracerísicas de geradores de funções 6 Tipos de sinal fornecidos 6 Faixa de freqüência 7 Tensão máxima de pico a pico na saída 7 Impedância de saída 7 Disposiivos

Leia mais

CORREIOS. Prof. Sérgio Altenfelder

CORREIOS. Prof. Sérgio Altenfelder 15. Uma pessoa preende medir a alura de um edifício baseado no amanho de sua sombra projeada ao solo. Sabendo-se que a pessoa em 1,70m de alura e as sombras do edifício e da pessoa medem 20m e 20cm respecivamene,

Leia mais

O gráfico que é uma reta

O gráfico que é uma reta O gráfico que é uma rea A UUL AL A Agora que já conhecemos melhor o plano caresiano e o gráfico de algumas relações enre e, volemos ao eemplo da aula 8, onde = + e cujo gráfico é uma rea. Queremos saber

Leia mais

IMPACTO DA CAPTAÇÃO D ÁGUA NUM LAGO: O CASO DA LAGOA DO BONFIM, RN - BRASIL

IMPACTO DA CAPTAÇÃO D ÁGUA NUM LAGO: O CASO DA LAGOA DO BONFIM, RN - BRASIL IMPACTO DA CAPTAÇÃO D ÁGUA NUM LAGO: O CASO DA LAGOA DO BONFIM, RN - BRASIL Robero Pereira 1 ; João Abner Guimarães Junior 2 ; Gerson Cardoso da Silva Junior 3 & Arhur Maos 4 Resumo - O presene esudo compreende

Leia mais

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA

DEMANDA BRASILEIRA DE CANA DE AÇÚCAR, AÇÚCAR E ETANOL REVISITADA XXX ENCONTRO NACIONAL DE ENGENHARIA DE PRODUÇÃO Mauridade e desafios da Engenharia de Produção: compeiividade das empresas, condições de rabalho, meio ambiene. São Carlos, SP, Brasil, 12 a15 de ouubro

Leia mais

4 Cenários de estresse

4 Cenários de estresse 4 Cenários de esresse Os cenários de esresse são simulações para avaliar a adequação de capial ao limie de Basiléia numa deerminada daa. Sua finalidade é medir a capacidade de o PR das insiuições bancárias

Leia mais

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica

Taxa de Juros e Desempenho da Agricultura Uma Análise Macroeconômica Taxa de Juros e Desempenho da Agriculura Uma Análise Macroeconômica Humbero Francisco Silva Spolador Geraldo San Ana de Camargo Barros Resumo: Ese rabalho em como obeivo mensurar os efeios das axas de

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ GUILHERME RICARDO DOS SANTOS SOUZA E SILVA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ GUILHERME RICARDO DOS SANTOS SOUZA E SILVA UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARANÁ GUILHERME RICARDO DOS SANTOS SOUZA E SILVA ESTUDO DAS VARIAÇÕES CAMBIAIS NO BRASIL: UMA ANÁLISE BASEADA EM EVIDÊNCIAS EMPÍRICAS RECENTES CURITIBA 2008 GUILHERME RICARDO DOS

Leia mais

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal.

Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos testes de sustentabilidade da política fiscal. IPES Texo para Discussão Publicação do Insiuo de Pesquisas Econômicas e Sociais Uma revisão da dinâmica macroeconômica da dívida pública e dos eses de susenabilidade da políica fiscal. Luís Anônio Sleimann

Leia mais

RASCUNHO. a) 120º10 b) 95º10 c) 120º d) 95º e) 110º50

RASCUNHO. a) 120º10 b) 95º10 c) 120º d) 95º e) 110º50 ª QUESTÃO Uma deerminada cidade organizou uma olimpíada de maemáica e física, para os alunos do º ano do ensino médio local. Inscreveramse 6 alunos. No dia da aplicação das provas, consaouse que alunos

Leia mais

4 Modelo teórico Avaliação tradicional

4 Modelo teórico Avaliação tradicional 4 Modelo eórico 4.1. Avaliação radicional Em economia define-se invesimeno como sendo o ao de incorrer em um cuso imediao na expecaiva de fuuros reornos (DIXIT e PINDYCK, 1994). Nesse senido as empresas

Leia mais

Cap. 5 - Tiristores 1

Cap. 5 - Tiristores 1 Cap. 5 - Tirisores 1 Tirisor é a designação genérica para disposiivos que êm a caracerísica esacionária ensão- -correne com duas zonas no 1º quadrane. Numa primeira zona (zona 1) as correnes são baixas,

Leia mais

Viabilidade econômica da cultura da soja na safra 2014/2015, em Mato Grosso do Sul

Viabilidade econômica da cultura da soja na safra 2014/2015, em Mato Grosso do Sul 194 ISSN 1679-0472 Julho, 2014 Dourados, MS Foos - lavoura: Nilon P. de Araújo; percevejo: Narciso Foo: Alceu da S. Richei Câmara Viabilidade econômica da culura da soja na safra 2014/2015, em Mao Grosso

Leia mais

DFB 2006 Economia para Advogados: Microeconomia. Lista de exercícios sobre peso morto do imposto e de barreiras comerciais.

DFB 2006 Economia para Advogados: Microeconomia. Lista de exercícios sobre peso morto do imposto e de barreiras comerciais. FB 2006 Economia para Advogas: Microeconomia. Lisa de exercícios sobre peso moro imposo e de barreiras comerciais. Robero Guena de Oliveira 12 de junho de 2011 1. O merca de pizza se caraceriza por uma

Leia mais

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006

Análise da competitividade do algodão e da soja de Mato Grosso entre 1990 e 2006 189 Análise da compeiividade do algodão e da soja de Mao Grosso enre 1990 e 2006 Resumo Sonia Sueli Serafim de Souza e Sandra Crisina de Moura Bonjour Ese arigo eve como objeivo fazer uma análise da compeiividade

Leia mais

Contrato Futuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lastro em Títulos Públicos Federais

Contrato Futuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lastro em Títulos Públicos Federais Conrao Fuuro de Taxa Média das Operações Compromissadas de Um Dia (OC1) com Lasro em Tíulos Públicos Federais Especificações 1. Definições Conrao Fuuro de OC1: Taxa Média das Operações Compromissadas de

Leia mais

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16

Equações Simultâneas. Aula 16. Gujarati, 2011 Capítulos 18 a 20 Wooldridge, 2011 Capítulo 16 Equações Simulâneas Aula 16 Gujarai, 011 Capíulos 18 a 0 Wooldridge, 011 Capíulo 16 Inrodução Durane boa pare do desenvolvimeno dos coneúdos desa disciplina, nós nos preocupamos apenas com modelos de regressão

Leia mais

ANÁLISE DO VALOR DA PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DO MERCADO DE GRÃOS BRASILEIRO

ANÁLISE DO VALOR DA PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DO MERCADO DE GRÃOS BRASILEIRO ANÁLISE DO VALOR DA PRODUÇÃO E COMPOSIÇÃO DO MERCADO DE GRÃOS BRASILEIRO carlos.caldarelli@gmail.com APRESENTACAO ORAL-Evolução e esruura da agropecuária no Brasil CARLOS EDUARDO CALDARELLI 1 ; WALDEMAR

Leia mais

Porto Alegre, 14 de novembro de 2002

Porto Alegre, 14 de novembro de 2002 Poro Alegre, 14 de novembro de 2002 Aula 6 de Relaividade e Cosmologia Horácio Doori 1.12- O paradoo dos gêmeos 1.12.1- Sisemas Inerciais (observadores) com velocidades diversas vêem a disância emporal

Leia mais

Séries temporais Modelos de suavização exponencial. Séries de temporais Modelos de suavização exponencial

Séries temporais Modelos de suavização exponencial. Séries de temporais Modelos de suavização exponencial Programa de Pós-graduação em Engenharia de Produção Análise de séries de empo: modelos de suavização exponencial Profa. Dra. Liane Werner Séries emporais A maioria dos méodos de previsão se baseiam na

Leia mais

ONDAS ELETROMAGNÉTICAS

ONDAS ELETROMAGNÉTICAS LTROMAGNTISMO II 3 ONDAS LTROMAGNÉTICAS A propagação de ondas eleromagnéicas ocorre quando um campo elérico variane no empo produ um campo magnéico ambém variane no empo, que por sua ve produ um campo

Leia mais

A Economia Não Registada em Portugal

A Economia Não Registada em Portugal A Economia Não Regisada em Porugal por Nuno Miguel Vilarinho Gonçalves Tese de Mesrado em Economia Orienada por: Professor Douor Óscar Afonso 2010 Dedicado aos meus pais e à Deolinda. Agradecimenos Quero

Leia mais

Função definida por várias sentenças

Função definida por várias sentenças Ese caderno didáico em por objeivo o esudo de função definida por várias senenças. Nese maerial você erá disponível: Uma siuação que descreve várias senenças maemáicas que compõem a função. Diversas aividades

Leia mais

3 A Formação de Preços dos Futuros Agropecuários

3 A Formação de Preços dos Futuros Agropecuários 3 A ormação de Preços dos uuros Agropecuários Para avaliar a formação de preços nos mercados fuuros agropecuários é necessária uma base de comparação Para al base, esa disseração usa os preços que, em

Leia mais

*UiILFRGH&RQWUROH(:0$

*UiILFRGH&RQWUROH(:0$ *UiILFRGH&RQWUROH(:$ A EWMA (de ([SRQHQWLDOO\:HLJKWHGRYLQJ$YHUDJH) é uma esaísica usada para vários fins: é largamene usada em méodos de esimação e previsão de séries emporais, e é uilizada em gráficos

Leia mais

MACROECONOMIA DO DESENVOLVIMENTO PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE QUESTÕES PARA DISCUSSÃO

MACROECONOMIA DO DESENVOLVIMENTO PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE QUESTÕES PARA DISCUSSÃO MACROECONOMIA DO DESENVOLVIMENTO PROFESSOR JOSÉ LUIS OREIRO PRIMEIRA LISTA DE QUESTÕES PARA DISCUSSÃO 1 Quesão: Um fao esilizado sobre a dinâmica do crescimeno econômico mundial é a ocorrência de divergências

Leia mais