AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO

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1 ÍNDICE 1. NOTA PRÉVIA ABERTURA DA FICHA DE REGISTO PELA PRIMEIRA VEZ No Excel No Excel ESTRUTURA GERAL FOLHAS CULTURA Identificação (produtor e local das parcelas) Cultura Textura Fertilidade do solo Valores de referência e avaliação média Observações Introdução de fertilizantes Introdução de informação de fertilização (parcelas, localização em ZV, datas e quantidades de adubo/ fertilizante Azoto incorporado com a água de rega Avaliação da fertilização aplicada por parcela ANIMAIS E EFLUENTES RESUMO Pag. 1 de 15

2 AJUDA PREENCHIMENTO DA FICHA DE REGISTO DE FERTILIZAÇÃO 1. NOTA PRÉVIA Tendo em vista apoiar os produtores agrícolas no cumprimento das disposições legais relativas à manutenção de registos da fertilização aplicada às culturas (Zona Vulnerável Esposende Vila do Conde, n.º 8 do artigo 7, da Portaria n.º 83/2010, de 10 de Fevereiro e Portaria n.º 631/2009, de 9 de Junho, reguladora do regime do exercício da actividade pecuária (REAP), n.º 11 do artigo 9º e Anexo V), a Direcção Regional de Agricultura e Pescas do Norte (DRAP-Norte) elaborou um modelo de Ficha de Registo de Fertilização em formato digital. Para além da ajuda no cumprimento dos preceitos legais mencionados, considera-se que esta ferramenta poderá constituir uma auxiliar de planeamento das explorações agrícolas, para todos os que a venham a utilizar com o intuito da utilização racional dos fertilizantes, quer na perspectiva da redução dos custos de produção da exploração, quer da protecção ambiental onde esta se insere. O modelo digital da Ficha de Registo de Fertilização foi baseado nas tabelas constantes do "Assistente de Boas Práticas de Fertilização", disponível na página Web da DRAP-Norte, excepto no que respeita às necessidades de fertilização das culturas protegidas. O cálculo das necessidades das culturas em nutrientes, de acordo com a produtividade esperada, apoia-se no "Manual de Fertilização das Culturas" do LQARS; A composição dos efluentes é baseada na tabela do Anexo II do Código de Boas Práticas Agrícolas, utilizada para efeito do REAP, sempre que a referida tabela apresenta valores para a categoria de efluente mencionada, com excepção do chorume de bovino que, por aquela tabela não conter a composição para as suas fracções líquida e sólida, se optou por considerar outra fonte baseada nos dados experimentais recolhidos na região pelo Prof. Henrique Trindade e outros; 2. ABERTURA DA FICHA DE REGISTO PELA PRIMEIRA VEZ Pag. 2 de 15

3 A Ficha de Registo de Fertilização digital foi construída em formato Excel e possui macros de automatização de alguns procedimentos. Por esta razão deverão ser tidas em atenção as considerações seguintes No Excel 2003 Quando se abre pela primeira vez no Excel 2003 é mostrada uma janela de aviso, solicitando a alteração do nível de segurança da abertura deste ficheiro. Deverá ser efectuado o seguinte procedimento: 1 - Seleccionar Ferramentas / Macro e em seguida Segurança. 2 Escolher o nível Média na janela que se abre e aceitar com OK. 3 Sempre que o ficheiro for aberto no futuro será accionada a mensagem de aviso de segurança indicada em baixo, devendo ser escolhida a opção Activar macros. Pag. 3 de 15

4 2.2. No Excel 2007 Depois de abrir o ficheiro, no Excel 2007, deverá ser seleccionada a caixa opções em Aviso de segurança e, de seguida, escolhida a opção Activar este conteúdo. 3. ESTRUTURA GERAL O ficheiro Ficha de fertilização é constituído por oito folhas separadoras. - Cultura 1, Cultura 2 Cultura 6 Cada uma destas folhas constitui uma ficha de registo que pode ser impressa, sendo, portanto, possível inserir até seis culturas diferentes. - Animais e Efluentes Nesta folha podem ser calculados o n.º de cabeças normais (CN), a produção de efluentes por espécie animal e tipo de efluente, sendo apresentados os respectivos valores fertilizantes em azoto (total e disponível), em fósforo e em potássio. - RESUMO Neste separador é produzido o total de áreas e de fertilizantes utilizados por cultura e, se forem conseguidos os respectivos preços unitários, calculado o seu custo aproximado. Pag. 4 de 15

5 4. FOLHAS CULTURA Cada folha comporta a seguinte informação: Uma cultura; Até 35 parcelas; Até 4 fertilizantes; O azoto disponível na água de rega disponibilizada parcela a parcela. A folha relativa à Cultura 1 apresenta, ainda três botões, destinados a permitir a limpeza automática total ou parcial de todas as folhas (pode ser mantida a informação relativa às parcelas para evitar a repetição da sua digitação em simulações sucessivas) e ao acesso a este ficheiro de ajuda Identificação (produtor e local das parcelas) O nome do produtor e o ano apenas deverão ser inseridos na folha da Cultura 1. O Concelho e Freguesia são escolhidos na caixa de selecção a que se acede posicionando o cursor nas células respectivas. Pag. 5 de 15

6 4.2. Cultura A cultura a inserir é escolhida na caixa própria apresentada na célula. As culturas estão ordenadas por ordem alfabética. Para além do nome, para cada cultura é indicada a produção esperada e a forma de exploração (ar livre ou em estufa). São referenciadas com um asterisco os valores considerados normais de produção Textura Estão disponíveis quatro tipos de textura Areia Ligeira Média e Pesada. Apesar de esta informação só interferir com as validações das culturas em estufa deverá ser sempre preenchido este campo, por selecção na caixa respectiva Fertilidade do solo Este indicador é fornecido nos boletins de análise de terra e caracteriza os níveis em azoto, em fósforo e em potássio do solo. Para as culturas ao ar livre o valor de azoto não é normalmente determinado, pelo que, nesse campo, apenas é possível seleccionar a opção Sem valor. Para o Fósforo e para o Potássio é possível escolher valores dos escalões constantes da tabela seguinte. Escalões de Fósforo (P 2O 5 e potássio K 2O - Culturas ao ar livre 1 ( 25 ppm) 2 (25-50 ppm) 3 (51-80 ppm) 4 ( ppm) 5 ( ppm) 6 ( ppm) 6a ( ppm) Areia/ arenitos 7 (> 200 ppm) Para as culturas em estufa deverá primeiramente ser seleccionada a textura do solo e, só depois, os valores de fertilidade. Pag. 6 de 15

7 Os escalões em Azoto, Fósforo e Potássio, a utilizar são os seguintes. Azoto mineral Culturas protegidas Muito baixa ( 5 ppm) Baixa (6-29 ppm) Média (30-50 ppm) Alta (51-75 ppm) Muito Alta (> 75 ppm) Fósforo Culturas protegidas Muito baixa ( 10 ppm) Baixa (11-20 ppm) Média (21-30 ppm) Alta (31-60 ppm) Muito Alta (> 60 ppm) Potássio Culturas protegidas Muito baixa ( 20 ppm) Baixa (21-59 ppm) Média ( ppm) Alta ( ppm) Muito Alta (> 150 ppm) A inserção de valores é feita, para cada nutriente como se mostra na imagem seguinte. A escolha do nível de fertilidade do solo faz variar os valores de referência dos nutrientes a aplicar à cultura e condiciona a avaliação das quantidades de nutrientes aplicados Valores de referência e avaliação média Depois de seleccionada a cultura, a textura e o nível de fertilidade do solo, são mostrados nas duas primeiras linhas deste quadro, os valores máximos de azoto a aplicar em Zona Vulnerável (Portaria n.º 83/2010, de 10 de Fevereiro) e de recomendação de fertilização ( Manual de Fertilização das Culturas). Na terceira linha podem ser introduzidos os valores de recomendação de análise (caso existam). Pag. 7 de 15

8 À medida que vão sendo inseridas as quantidades de adubos/ fertilizantes vai sendo disponibilizada, na quarta e quinta linhas, a informação média de avaliação, por comparação com os valores de referência. A comparação é feita do seguinte modo: Em Zona Vulnerável: São comparados os valores médios aplicados (kg/ha) com o menor dos valores de máximo legal, recomendação técnica ou recomendação por análise do solo; Fora de Zona Vulnerável: São comparados os valores médios aplicados (kg/ha) com o menor dos valores de recomendação técnica ou recomendação por análise do solo. Para o azoto orgânico é comparado o valor médio aplicado por hectare com o máximo de 170 kg/ha. Quando as quantidades de referência são ultrapassadas, os valores são apresentados a negrito e em tom rosa para azoto e para o fósforo e em fundo amarelo para potássio. Nas últimas três linhas do quadro de avaliação é apresentado um detalhe da fertilização recomendada em fundo e em cobertura (só disponível para culturas protegidas). Pag. 8 de 15

9 4.6. Observações Neste espaço é possível inserir observações consideradas importantes ou legalmente previstas Introdução de fertilizantes Podem ser inseridos até quatro fertilizantes por cultura, por selecção da lista disponibilizada na primeira linha, sendo os valores de equilibrio em azoto, fósforo e potássio apresentados automáticamente. Caso o adubo/ fertilizante não exista na tabela ou o equilibrio em NPK não seja o pretendido (caso de chorume ou estrume da exploração com a análise do produtor), poderá ser inserido o seu nome e o valor em azoto, fóforo e potássio, expressos em percentagem. Pag. 9 de 15

10 Quando é seleccionado um fertilizante é inserida automáticamente uma trama sombreando a segunda alterantiva. Caso sejam inadevertidamente inseridos valores duplicados para o mesmo fertilizante é mostrada uma mensagem de erro e os caractéres são apresentados em cor vermelha, como se indica na imagem seguinte. NOTA Na eventualidade de o produtor possuir uma análise dos efluentes produzidos na exploração e pretender utilizar esses valores em vez dos existentes na tabela disponibilizada, é obrigatório seleccionar o nome do efluente da lista mostrada para chorumes ou estrumes e depois inserir o equilibrio em azoto fóforo e potássio pretendidos, como se indica nas imagens Introdução de informação de fertilização (parcelas, localização em ZV, datas e quantidades de adubo/ fertilizante Em cada folha deverão ser relacionadas as parcelas homogéneas (n.º de parcelário e nome da parcela) onde determinada cultura foi instalada. Para cada uma delas deverá ser indicada: integração em zona vulnerável; data de sementeira; data de colheita; data de aplicação dos fertilizantes; quantidades de fertilizantes aplicados. Pag. 10 de 15

11 Os campos Data/ N.º de aplicações, podem assumir o valor da data em que os adubos/ fertilizantes foram aplicados ou, no caso de ter sido efectuada mais do que uma aplicação, seleccionada a opção que contém o n.º de aplicações realizadas, como é vulgar suceder em estufa, quando existem várias datas de aplicação de um mesmo fertilizante. Pag. 11 de 15

12 4.9. Azoto incorporado com a água de rega O cálculo da quantidade de azoto fornecida à cultura com a água de rega é feito por introdução de: um método de rega; N.º de regas; Tempo de duração de cada rega ( em horas); N.º de bicos de rega/ aspersores/ nebulizadores/ microaspersores; Quantidade de nitratos existentes na água (valor de análise em mg/ l de NO 3 )) Estão disponíveis para selecção os seguintes métodos de rega: São calculados automáticamente a dotação da rega (m 3 / ha) e o valor de azoto total aplicado em kg/ ha. Para efeitos de cálculo são utilizados os seguintes coeficientes de eficiência de rega: Pag. 12 de 15

13 È disponibilizado um auxiliar de cálculo para determinação do n.º de gotejadores/ aspersores e de cálculo do tempo em horas (transforma minutos em horas), Avaliação da fertilização aplicada por parcela É disponibilizada parcela a parcela a avaliação da fertilização aplicada, por nutriente (kg/ ha), relativamente aos valores de referência para a cultura, pela forma indicada no ponto 3.5. Os valores são igualmente apresentados a negrito e em fundo rosa (azoto e fósforo) ou amarelo (potássio) sempre que sejam excedidos os valores de referência. Pag. 13 de 15

14 5. ANIMAIS E EFLUENTES Seleccionar a espécie, a categoria e o efluente das listas disponíveis. Introduzir o n.º de animais existentes por cada uma das categorias escolhidas. Este quadro permite inserir percentagens de separação do chorume em fracções (sólida e líquida), e/ ou considerar animais em pastoreio recalculando automáticamente as quantidades de efluentes produzidas por tipo de efluente. Só é permitido o fraccionamento de chorume de bovino. Para além da informação relativa ao n.º total de Cn e das quantidades de efluente produzido por tipo, este quadro gera a informação da quantidade de nutrientes orgânicos produzidos (azoto total, azoto dísponível, fósforo e potássio em kg/ ano). Pag. 14 de 15

15 6. RESUMO Este quadro totaliza as culturas, as áreas por cultura e os adubos/ fertilizantes aplicados de forma automática, bastando para isso, em qualquer momento, accionar o botão de actualização existente no canto superior direito. Efectua, ainda, o balanço dos fertilizantes orgânicos da exploração, contabilizando o diferencial entre a produção e a valorização própria na exploração. Permite, finalmente, efectuar o cálculo do custo dos adubos/ fertilizantes a adquirir bastando para isso saber o seu custo por unidade, como se pode ver na imagem seguinte (todos os valores indicados nos exemplos, incluindo o preço unitário, são fictícios). Pag. 15 de 15

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