SISTEMA AUTOMÁTICO DE ILUMINAÇÃO E ALARME

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "SISTEMA AUTOMÁTICO DE ILUMINAÇÃO E ALARME"

Transcrição

1 CENTRO UNIVERSITÁRIO DE BRASÍLIA -UniCEUB CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Roberta Neder de Araujo SISTEMA AUTOMÁTICO DE ILUMINAÇÃO E ALARME Orientador: Maria Marony Sousa Farias BRASÍLIA / DF 1º SEMESTRE DE 2011

2 II ROBERTA NEDER DE ARAÚJO SISTEMA AUTOMÁTICO DE ILUMINAÇÃO E ALARME Monografia apresentada ao Curso de Engenharia da Computação, como requisito parcial para obtenção do grau de Engenheiro de Computação. Orientador: Maria Marony Sousa Farias BRASÍLIA / DF 1º SEMESTRE DE 2011

3 III Roberta Neder de Araujo SISTEMA AUTOMÁTICO DE ILUMINAÇÃO E ALARME Trabalho apresentado ao Centro Universitário de Brasília (UniCEUB) como pré-requisito para a obtenção de Certificado de Conclusão de Curso de Engenharia de Computação. Orientador: Maria Marony Sousa Farias Este Trabalho foi julgado adequado para a obtenção do Título de Engenheiro de Computação, e aprovado em sua forma final pela Faculdade de Tecnologia e Ciências Sociais Aplicadas -FATECS. Prof. Abiezer Amarilia Fernandez Coordenador do Curso Banca Examinadora: Prof. Maria Marony Sousa Farias, M.C. Engenharia Elétrica Orientador Prof. Luis Cláudio Lopes de Araujo, Mestre em matemática. Instituição Prof. José Julimá Bezerra Junior, M.C. Engenharia. Instituição

4 IV

5 V Resumo O presente trabalho mostra a solução que foi adotada para automação dos sistemas de iluminação e alarme de um ambiente comercial. O foco foi desenvolver um modelo, software e hardware, onde as lâmpadas deste ambiente acendem e apagam automaticamente na hora programada e o acionamento do alarme envia um de alerta para a caixa de entrada cadastrada. O modelo foi constituído por um hardware que simula num ambiente comercial o sistema de iluminação e alarme, e um software que acende ou apaga as luzes do recinto e recebe as informações do sensor do alarme para envio do . A comunicação entre o software e o hardware é feita via porta paralela. Como esperado, o protótipo obtido demonstrou ser um sistema simples, que permite, de forma automática ou programada, acionar e desligar as luzes do ambiente e enviar de alerta. Palavras-Chave: Iluminação, alarme, porta paralela.

6 VI Abstract This study shows witch solution was adopted for the automation of lighting systems and alarm of a commercial environment. The focus was to develop a model, software and hardware, where the lamps of this place turn on and off automatically at scheduled time and the activation of the alarm sends an alert to registered mailbox. The model consisted of simulating a hardware system in a commercial lighting and alarm systems and a software that turns on and off the lights in the room and receives information from the alarm sensor to send the . The communication between software and hardware is done via the parallel port. As expected, the prototype obtained proved to be a simple system that allows an automated or scheduled, and throw off the room lights and alert. Keywords: lighting, alarm, parallel port.

7 II Dedico esta monografia ao meu marido, Sócrates Barbosa Alves, por todo o amor e dedicação para comigo e por ser parte fundamental para que eu tenha me tornado a pessoa que sou hoje. E à minha mãe, Marcia Regina Neder de Araujo, pelo carinho e apoio dispensados em todos os momentos que precisei.

8 III Agradecimentos A Deus por ter me dado forças e iluminando meu caminho para que pudesse concluir mais uma etapa da minha vida; Aos meus filhos, Maria Luiza e João Pedro, por serem muito mais do que sonhei e pedi a Deus; À minha irmã, Paula Neder, pelo amor incondicional e apoio sempre demonstrado; Ao meu amigo Daniel Neto e sua esposa, Priscila, que me que me deram todo o suporte que precisei para terminar meu curso.

9 IV Sumário 1 INTRODUÇÃO Contextualização do Trabalho Objetivo Proposto Resultados Esperados Estrutura do Trabalho APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA Iluminação Importância de uma boa iluminação Como a iluminação reflete nas vendas Objetivos de uma boa iluminação Alarme Sensoreamento BASE METODOLÓGICAS PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA DESCRIÇÃO DO HARDWARE Porta Paralela Relé Reguladores de Tensão Capacitores Opto acoplador SOFTWARE Tecnologia Utilizada Fluxograma Funcionamento MODELO PROPOSTO Descrição do Modelo Montagem da placa Função dos conectores Esquema elétrico do hardware Descrição da Implementação APLICAÇÃO E IMPLEMENTAÇÃO DO MODELO PROPOSTO Apresentação da área de Aplicação do modelo Descrição da Aplicação do Modelo... 45

10 V 5.3 Avaliação Global do Modelo CONCLUSÃO Conclusões Sugestões para Trabalhos Futuros REFERÊNCIAS ANEXOS ANEXO I DATASHEET RELE ANEXO II DATASHEET OPTACOPLADOR ANEXO III DATASHEET REGULADOR DE TENSÃO APÊNDICES CÓDIGO FONTE DO SOFTWARE... 75

11 VI Índice de Figuras Figura 2.1 Vitrine iluminada Figura 2.2 Corredores iluminados Figura 2.3 Manequins iluminados Figura 3.4 Transmissão paralela Figura 3.5 Transmissão em série Figura 3.6 Conector DB25 macho e fêmea Figura 3.7 Conector DB25 identificação dos pinos Figura 3.8 Circuito do relé Figura 3.9 Diagrama do LM Figura 3.10 Diagrama do LM Figura 3.11 Diagrama de bloco Opto acoplador Figura 3.15 Fluxograma da Lâmpada Figura 3.16 Fluxograma do Alarme Figura 4.17 Circuito impresso da placa Figura 4.18 Placa de fenolite limpa Figura 4.19 Placa do modelo proposto pronta Figura 4.20 Cabo de porta paralela adaptado Figura 4.21 Fonte de 12V Figura 4.22 Protótipo do modelo proposto Figura 4.23 Conector para o alarme Figura 4.24 Conector para a lâmpada Figura 4.25 Esquema elétrico do hardware completo Figura 4.26 Interface do software Figura 4.27 LED da lâmpada aceso Figura 4.28 Lâmpada virtual acesa Figura 4.29 LED da lâmpada apagado Figura 4.30 Lâmpada virtual apagada Figura 5.31 Sensor infravermelho Passivo Figura 5.32 Sensor infravermelho Ativo Figura Sensor Magnético com fio Figura Sensor Magnético sem fio

12 VII Figura 5.35 Demonstrativo de um sensor de Vibração Figura 5.36 Detector de fumaça fotoelétrico... 50

13 VIII Índice de Tabelas Tabela 3.1 Pinagem do conector DB

14 9 1 INTRODUÇÃO 1.1 Contextualização do Trabalho Um dos principais fatores para o sucesso de uma instalação comercial é a iluminação. Em qualquer loja, seja qual for a atividade, a iluminação vai determinar o ambiente, os destaques, as cores e os pontos de maior interesse. Uma das idéias desse projeto é sistematizar o acendimento e o desligamento da iluminação de um ambiente comercial através de um timer. Um ambiente comercial deve possuir sistema de alarme a fim de dar segurança e tranqüilidade aos proprietários do estabelecimento. A outra idéia deste projeto é simular um alarme, que quando acionado, emite um de alerta. O sistema de iluminação de um ambiente comercial, normalmente se faz de forma manual, com intervenção totalmente humana. Muitas vezes essa ação humana falha e este projeto veio com a intenção de automatizar os processos e facilitar o cotidiano. Será montado um protótipo simulando um sistema de iluminação que estará conectado a uma porta paralela que fará integração com um timer a ser desenvolvido em Delphi. O sistema de alarme normalmente emite sinal sonoro ou luminoso, porém não avisa ao responsável da necessidade de intervenção. O levantamento da necessidade de eventual interferência humana fez com que fosse inserido no projeto uma comunicação do sistema de alarme já existente com o dono do estabelecimento. Para isso, caso o sistema identifique invasão, será encaminhado e- mail para a caixa de entrada com o intuito de estabelecer contato com o responsável.

15 Objetivo Proposto O principal objetivo deste projeto é desenvolver protótipo, com a implementação de hardware e software, que tem como desígnio automatizar o acendimento/desligamento de uma lâmpada e emitir um de alerta quando recebido o sinal do alarme. O modelo desenvolvido possibilita ainda: O controle do horário de acendimento e desligamento das luzes do ambiente comercial, protegendo o meio ambiente e reduzindo os custos; A iluminação correta da loja, iluminando no momento certo os pontos que devem ser destacados com o intuito de melhorar as vendas; A utilização de tecnologias a favor do homem como um facilitador do trabalho; O aumento da segurança da loja e tranqüilidade do proprietário. 1.3 Resultados Esperados Desenvolvimento de protótipo com interface de porta paralela contendo uma saída em relê acionado por software desenvolvido em delphi 5 com função de timer para ligar e desligar uma lâmpada e uma entrada para sensor do tipo contato seco com função de alarme e emissão de por software. O projeto contempla a montagem de protótipo funcional do circuito feito a mão, interface de porta paralela e software para interação com o usuário. 1.4 Estrutura do Trabalho Além deste capítulo introdutório e da conclusão, o trabalho está estruturado em mais quatro capítulos, a seguir descritos:

16 11 No capítulo 2 Apresentação do Problema é explicitado a necessidade da aplicação de técnicas de iluminação para melhoramento das vendas em um ambiente comercial e da necessidade de um alarme com interação online. No capítulo 3 Bases metodológicas para resolução do problema - são descritos os componentes eletrônicos utilizados e a tecnologia utilizada. No capítulo 4 Modelo proposto são apresentados a descrição do modelo proposto e a descrição das etapas de construção do modelo e da implementação. No capítulo 5 Aplicação e implementação do modelo proposto são descritas as áreas de aplicação do modelo e feita a avaliação geral do projeto.

17 12 2 APRESENTAÇÃO DO PROBLEMA Os principais problemas a serem abordados neste trabalho referem-se à falta que faz uma boa iluminação associada à questão da falta de segurança em ambientes comerciais. A seguir serão expostos vários aspectos sobre segurança, problemas e impactos, tecnologia e o que está sendo mais utilizado atualmente. 2.1 Iluminação A iluminação tem muita importância em uma instalação comercial, tornandose um dos principais fatores para o sucesso do negócio. Em qualquer loja, independentemente da atividade, a iluminação determina o ambiente, dando destaque aos objetos, às cores e aos pontos de maior interesse, fazendo com que seu produto não seja depreciado por falta de boa iluminação Importância de uma boa iluminação Quando usamos a iluminação de forma racional, ela nos apresenta uma série de benefícios, entre os quais podemos citar: proteção à visão humana e influências benéficas sobre o sistema nervoso vegetativo, que comanda o metabolismo e as funções do corpo. Dessa forma, uma boa iluminação faz com que se eleve o rendimento do trabalho na qual se realiza e a diminuição dos erros e acidentes, contribuindo para maior conforto, bem-estar e segurança. Uma boa iluminação comercial deve atender as seguintes necessidades: Chamar a atenção; Gerar interesse; Criar uma atmosfera agradável; Integrar-se a arquitetura e identidade da loja; Ser flexível.

18 13 O tipo de iluminação provoca sensações no usuário do ambiente, mesmo que inconscientes; por exemplo, as redes de fast-foods costumam ter uma iluminação "mais fria", o que faz com que o público faça refeições mais rapidamente, o que já não ocorre em restaurantes convencionais. A palavra chave quando se fala de iluminação externa para ambientes comerciais é Realçar (a iluminação tem função de realçar os produtos do interior da edificação para que se tornem visíveis aos que se encontram na rua, ou no corredor, enfim, fora do estabelecimento), como por exemplo na figura 2.1, que mostra um vitrine iluminada. Figura 2.1 Vitrine iluminada. Revitalizar, criar novos ambientes, cenários, contrastes... Enfim, efeitos de luz. A iluminação deve ainda informar, demarcar caminhos, delimitar espaços do público e dos funcionários, ambientes de permanência longa ou de passagem. Como na figura 2.2, que demarca os corredores iluminando-os. A luz num ambiente comercial, em especial a iluminação externa está intimamente ligada à imagem de conservação do ambiente e também a segurança do mesmo.

19 14 Figura 2.2 Corredores iluminados Como a iluminação reflete nas vendas A iluminação de uma loja influencia nas vendas tanto quanto as promoções, a sinalização e os vendedores. Bem integrada à estratégia do lojista, a iluminação se torna uma poderosa e indispensável ferramenta de mercadologia, seja numa seção convidativa de padaria, seja em um supermercado ou numa elegante e exclusiva seção de roupa de noite em uma loja de departamento. Uma boa iluminação ajuda a atrair os olhares dos clientes para uma mercadoria, e oferece um clima confortável para a realização da compra, podendo conduzir os clientes pela loja, para as exibições programadas e para os caixas. Pode ser visualizado na figura 2.3, chamando a atenção para a vitrine com manequins iluminados.

20 15 Figura 2.3 Manequins iluminados. A iluminação de uma loja deve estar diretamente relacionada à sua arquitetura e à estratégia de vendas. Sem a iluminação correta, a mercadoria não ganha a atenção, desperta pouco interesse e simplesmente não vende. Com uma boa iluminação, a mercadoria se torna mais desejável e vende com maior facilidade, sendo assim, a iluminação é um fator fundamental na comercialização. A iluminação também é um artefato indispensável como fator de diferenciação perante a concorrência Objetivos de uma boa iluminação Chamar a atenção dos clientes Uma mercadoria deve se destacar entre uma multidão de imagens em ruas ou shoppings. A vitrine e o interior da loja devem distinguir e destacar sua mercadoria diante da concorrência. Gerar interesse

21 16 A vitrine e o interior da loja devem exibir a mercadoria de forma que os potenciais compradores parem, olhem e entrem na loja. Criar uma atmosfera agradável O ambiente geral da loja influencia o comportamento do comprador, que deve se sentir à vontade e confortável para realizar a compra. Integrar-se à arquitetura e à identidade da loja É essencial entender a estratégia de vendas. A identidade de uma loja é o que a diferencia de sua concorrência e atrai o consumidor com o perfil desejado. Tudo na loja deve refletir esta identidade, principalmente a iluminação. Ser flexível As estratégias e tendências mudam rapidamente. O projeto, portanto deve possibilitar uma rápida e prática adequação da iluminação. Por verificar a necessidade da iluminação em uma loja e a necessidade da diminuição da interferência humana para o acendimento das luzes, será desenvolvido neste projeto um modelo inteligente, com a implementação de hardware e software, com vistas a automatizar os procedimentos para iluminação de ambientes comerciais. Hoje em dia, o acendimento das luzes em um ambiente comercial de pequeno porte, na maioria das vezes, é feito por alguma pessoa, ou seja, depende da perceptividade de algum funcionário em notar a necessidade da iluminação do local. Quando a loja não se encontra dentro de um shopping ou ambiente fechado, algumas luzes só serão acesas no entardecer do dia, e se a perceptividade do funcionário não tiver vindo à tona, e as luzes não tiverem sido acessas no momento necessário, isso poderá acarretar na queda das vendas.

22 17 Como esse assunto provoca um forte interesse em utilizar os conhecimentos e a tecnologia para se produzir um sistema prático, automatizado, de fácil utilização, de baixo custo, que possa ser adotado em um sistema de iluminação de ambientes comerciais, este projeto vem para minimizar os problemas que temos hoje em lojas no que diz respeito à falta de iluminação por não acendimento das luzes do local. O modelo produzido poderá ser aplicável e útil para milhares de pessoas que necessitam e usam algum sistema de iluminação de pequeno porte, trazendo melhorias no que diz respeito à necessidade da iluminação em horários específicos. A sustentabilidade tem se tornado muito visada em qualquer projeto de iluminação. Não se pode mais ignorar a necessidade de reduzir o consumo de luz, seja em projetos residenciais ou comerciais. Analisando também a necessidade de desligamento das luzes deste ambiente comercial, o modelo proposto também tem a função de apagar tudo no momento do fechamento da loja. 2.2 Alarme Os estabelecimentos comerciais e lojas esperam que a segurança pública cumpra seu papel, mas hoje este item deixa muito a desejar. Obviamente, que a aplicação da tecnologia torna-se necessária na vigilância continua de ambientes internos e externos. O que observamos cada vez mais é a procura dos donos de lojas e estabelecimentos comerciais por soluções particulares, personalizadas, que atendam o mínimo de segurança para seus negócios. Em uma sociedade que a cada dia tem mais medo de seus próprios membros e se enclausura em carros blindados, casas gradeadas, cercas elétricas e tantos outros itens de segurança, faz-se imprescindível a utilização de sistemas cada vez mais sofisticados e funcionais de alarmes e segurança pessoal.

23 18 Tendo em vista essa necessidade, este trabalho também propõe um sistema de alarme de baixo custo, simples utilização ou funcional. Hoje em dia existe uma grande variedade de sistemas de alarme no mercado, que se diferenciam pela sofisticação e preço. É possível optar por modelos simples que podem ser encontrados em hipermercados, ou por sistemas que oferecem monitoramento 24 horas, mais caros, oferecidos por empresas especializadas. A maioria dos alarmes existentes no mercado tem as seguintes funcionalidades: Várias zonas programáveis; Informação visual por Display; Sirene auto-alimentada; Possibilidade de ligação de Controles Remotos; Comunicação telefônica; Sistemas de anti-violação. Estes sistemas não são monitorados por empresas especializadas. No caso da comunicação telefônica, alguns utilizam a rede de telefonia fixa existente (sem custo adicional), outros utilizam uma linha GSM dedicada, o que os torna imunes ao corte das linhas do telefone fixo, mas também os torna mais caros na medida em que representam um custo mensal ao cliente. Outros sistemas mais sofisticados, muito utilizados em condomínios residenciais, edifícios comerciais e bancos oferecem o sistema de câmeras, que tanto podem gravar um período de algumas horas em um computador local, como também podem enviar as imagens diretamente a uma central de monitoramento 24 horas. Algumas dessas centrais, além de ativar o policiamento local no caso de algum sinistro, também possuem veículos com seguranças armados prontos para atuar em caso de emergência. Neste caso, quanto maior o grau de segurança e sofisticação, maior será o valor pago mensalmente pelo serviço.

24 19 Havendo ou não o monitoramento via câmeras, existe uma central de monitoramento (muito utilizado em pontos comerciais), que verifica o horário de trabalho normal do estabelecimento. Caso haja a abertura do local - mesmo por senha - fora do horário usual, sem o aviso prévio do gerente ou dono, a polícia também será acionada. Esse tipo de serviço é utilizado para o caso de seqüestro. Em muitos casos, a central propriamente dita fica em algum local bem escondido, somente a interface é instalada em local de fácil acesso Sensoreamento Os sensores mais utilizados atualmente em residências e estabelecimentos comerciais são: Sensores Infravermelhos Ativos e Passivos; Sensores Magnéticos; Sensores de Impacto; Sensores Capacitivos. Para demonstrar a função de alarme neste projeto, temos uma entrada para sensor do tipo contato seco, onde na estrutura real, pode ser acoplado qualquer um desses tipos de sensores mencionados acima. Como ambientes comerciais nem sempre possuem monitoramento durante as 24 horas do dia, quando do acionamento do alarme, o software implementado enviará um de alerta para um endereço eletrônico cadastrado. No próximo capítulo serão apresentados mais detalhes sobre tecnologia e componentes que serão utilizados no projeto.

25 20 3 BASE METODOLÓGICAS PARA RESOLUÇÃO DO PROBLEMA Neste capítulo são descritos os componentes eletrônicos utilizados e suas características e como cada um deles é utilizado dentro do modelo proposto, e da tecnologia do software de controle, bem como o funcionamento do modelo proposto. 3.1 DESCRIÇÃO DO HARDWARE São utilizados para a construção desse projeto os seguintes componentes: porta paralela, relé, regulador de tensão, resistores, capacitores, circuitos integrados, opto acoplador, diodos e LED s Porta Paralela A porta paralela é uma interface presente nos computadores. Sua utilização permite realizar a comunicação entre o computador e outros periféricos. A porta paralela adota o padrão Transistor Transistor Logic (TTL) nos seus pinos, de forma que um pino esteja em nível lógico baixo (0) quando sua tensão elétrica estiver entre 0 e 0,4 V ou esteja em nível lógico alto (1) quando a tensão estiver entre 3,1 e 5 V. Neste projeto, a porta paralela faz a comunicação entre o hardware simulador de um ambiente comercial com o computador. A seguir são tratados aspectos relativos a transmissão paralela de dados, conector DB25, inerentes ao funcionamento da porta paralela Transmissão Paralela A transmissão em paralelo, ao contrário da transmissão em série, precisa de vários fios para transportar a informação. Esta informação pode ser enviada em palavras de 4, 8, 16, 32 ou 64 bits simultaneamente ao receptor por várias vias, entre as quais pinos, fios ou outros meios físicos.

26 21 Neste tipo de transmissão, a grande vantagem é a sua velocidade de transmissão. Em vez de enviar bit a bit os dados, transmite-se uma quantidade de bits ao mesmo tempo, como na figura 3.4 a seguir. Figura 3.4 Transmissão paralela. A figura 3.5 mostra a transmissão em série para comparação com a transmissão em paralelo. Figura 3.5 Transmissão em série.

27 Conector DB25 A conexão de qualquer equipamento à porta paralela é feita através do Conector DB25. Esse conector é universal e contém 25 pinos. É através desse conector que se estabelece a comunicação da porta paralela com interfaces ligadas a ela. Na figura 3.6 estão apresentados os ditos conectores (em cima o macho e em baixo o lado fêmea). Figura 3.6 Conector DB25 macho e fêmea Tal como se vê pela figura 3.7, a porta paralela é formada por 17 linhas de comunicação e 8 linhas que se ligam à massa. Figura 3.7 Conector DB25 identificação dos pinos

28 23 paralela. Os pinos 2 a 9, são pinos de DADOS. Sua função é enviar os dados via porta Os pinos 10,11,12,13 e 15 são pinos de STATUS. São responsáveis pela troca de mensagens fornecendo o respectivo status. Os pinos 1,14,16 e 17 são pinos de CONTROLE. São usados para fazer a interface e a troca de mensagens entre o computador e o dispositivo ligado a porta paralela. Os pinos 18 a 25 são pinos usados para o aterramento. É de notar que existem pinos na Porta Paralela que trabalham com lógica invertida. Ou seja, para ativar estes pinos é preciso enviar um sinal lógico 0 e para desativar, mandar um sinal lógico 1. O quadro a seguir apresenta de forma resumida as funções de cada pino em conjunto com o que foi dito. Tabela 3.1 Pinagem do conector DB25 Pin Nº (DB25) Nome I/O Tipo Registro Invertido? 1 Strobe Out Controlo-0 Sim 2 Data0 In/Out Data-0 Não 3 Data1 In/Out Data-1 Não 4 Data2 In/Out Data-2 Não 5 Data3 In/Out Data-3 Não 6 Data4 In/Out Data-4 Não 7 Data5 In/Out Data-5 Não 8 Data6 In/Out Data-6 Não 9 Data7 In/Out Data-7 Não 10 Ack In Status-6 Não

29 24 11 Busy In Status-7 Sim 12 Paper-Out In Status-5 Não 13 Select In Status-4 Não 14 Linefeed Out Controlo-1 Sim 15 Error In Status-3 Não 16 Initialize Out Controlo-2 Não 17 Select-Printer Out Controlo-3 Sim Ground Fonte: A porta paralela tem 3 endereços que são normalmente usados como endereço Base. Sendo que um é usado para portas paralelas incorporadas em placas de vídeo mais antigas, e os outros dois nem sempre se aplicam, podendo muitas vezes estar noutras posições, dependendo das especificações do fabricante. A primeira versão da porta paralela não era bidirecional, apresentando apenas 3 grupos de registros: o registro de Dados, o registro de Status e o registro de Controle. Dados: Estando este registro situado no endereço base, é utilizado normalmente para enviar um byte para os pinos 2 a 9 da porta série. Normalmente se ler desta localização o valor obtido é igual ao último valor escrito, no entanto, se a porta for bidirecional também é possível receber dados através deste endereço. Status: O Status é um registro do qual apenas se pode ler. Quaisquer dados escritos neste endereço são ignorados. A porta de Status é composta por 5 linhas de input vindas do exterior (pinos 10,11,12,13 e 15), um Bit de IRQ e dois bits reservados. O bit 7 desta porta é invertido por hardware, isto significa que se este bit estiver a low é porque o pino correspondente na porta está a high. Para a utilização deste registo são geralmente usados os 4 bits mais significativos, embora seja possível utilizar o quinto.

30 25 Controle: Este registro está situado no endereço base + 2, sendo limitado a escrita. São usados 4 bits menos significativos do registro é necessário o valor de 3 destes para que o output seja o esperado. Com o passar do tempo tornou-se necessário que a porta paralela tivesse outras funcionalidades, como a bidirecionalidade, e a capacidade de enviar dados com 16 ou 32 bits. Foi assim criada a EPP (Extended Parallel Port). Esta apresenta para além dos 3 registros iniciais, que são comuns à SPP (Standard Parallel Port), mais 5 endereços: endereço, dados 2, transferência de 16/32 bits e dois de transferência de 32 bits. Endereço: Este registro está especializado no envio de endereços, usa os mesmos pinos que os registros de Dados. Caso seja usado este registro, o dispositivo irá encarregar-se de gerir a transferência de dados. Usando para isso os pinos de Write, Address Strobe, Wait e Data. Dados 2: Este registro bidirecional foi acrescentado com a EPP de modo a que fosse possível ler dados usando os pinos 2 a 9 da porta paralela. Para controlar a bidirecionalidade deste registro deve-se fazer Set, ou Reset ao Bit 2 do registro de Controlo (Por exemplo, deve ser colocado no registro de Controlo XXXX0100 para inicialização). Transferências: Os registros com o endereço base + 5, base +6 e base +7 servem para enviar blocos de dados de 16 ou 32 bits. O hardware divide estes bits em blocos com o tamanho de um byte, e envia-os usando um protocolo de transferência de dados Relé Trata-se de um interruptor que possui um circuito interno que quando acionado um eletroímã (a) por uma corrente (b), altera a posição do par de contatos (c) ligados a outro circuito, deixando fluir a corrente elétrica (d), funcionando assim como ponte entre circuitos muito diferentes.

31 26 Figura 3.8 Circuito do relé. No projeto, o relé foi responsável pela ação de ligar e desligar a lâmpada conectada ao hardware desenvolvido Reguladores de Tensão São dispositivos formados por semicondutores e circuitos integrados reguladores de tensão. Sua função principal é manter uma tensão constante na saída (5V) ao se ter uma tensão maior de entrada (12V). Figura 3.9 Diagrama do LM No projeto, esse componente foi utilizado para reduzir a tensão de entrada de 12 volts entregando 5 volts para o circuito impresso Capacitores São componentes eletrônicos que acumulam e armazenam cargas elétricas quando ligados a uma tensão. Podem ser utilizados para muitas finalidades na eletrônica, porém uma característica principal á a filtragem.

32 27 Figura 3.10 Diagrama do LM No projeto, utilizou-se esse componente para diminuir a interferência no circuito impresso diminuindo o ruído causado pela corrente elétrica Opto acoplador Um componente muito utilizado em circuitos de acionamento e controle é o opto acoplador. O componente é composto basicamente de uma fonte emissora de luz (um led) e uma fonte receptora de luz (um foto transistor) em um invólucro hermético ou não. O esquema abaixo ilustra o circuito de um opto acoplador. Figura 3.11 Diagrama de bloco Opto acoplador. O funcionamento desse dispositivo é muito simples: - Quando o LED é polarizado e emite luz, o transistor, que tem sua pastilha exposta ao LED, recebe a energia luminosa fornecida e passa a conduzir quando polarizado convenientemente, operando como uma chave. Esse tipo de circuito é muito utilizado quando se deseja um isolamento elétrico entre duas partes de um

33 28 circuito (no caso dos opto acopladores fechados), ou como um detector no sensoriamento de objetos móveis que possam se colocar entre o feixe luminoso do LED e o transistor (no caso dos opto acopladores abertos). No projeto, este componente foi utilizado para transportar o sinal elétrico através da luz, provendo segurança ao circuito eletrônico e sendo responsável pelo isolamento físico de sinais elétricos, ou seja, realiza uma interface óptica de sinais. 3.2 SOFTWARE Neste tópico são descritos o funcionamento do software, bem como a tecnologia utilizada para o seu desenvolvimento Tecnologia Utilizada Para este trabalho é utilizado o produto Delphi 5 como plataforma de desenvolvimento. O Delphi é um ambiente de desenvolvimento de softwares que possui algumas particularidades, como a orientação a objeto e a compilação que aceleram tanto o desenvolvimento com a execução dos aplicativos Fluxograma Fluxograma é a representação gráfica que permite esquematizar e visualizar os sistemas de forma racional, clara e concisa facilitando o seu entendimento geral por todos os envolvidos. Um fluxograma representa com racionalidade, lógica, clareza e síntese rotina ou procedimentos que estejam envolvidas informações processadas e recebidas, bem como seus respectivos responsáveis. Ele representa através de símbolos previamente definidos o fluxo ou a seqüência normal de trabalho.

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL

Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL 1 Universidade do Vale do Paraíba Faculdade de Engenharias Urbanismo e Arquitetura Curso de Engenharia Elétrica/Eletrônica JANELA SENSORIAL BRUNO AUGUSTO CAETANO FERNANDO ALMEIDA SALGADO Relatório do Trabalho

Leia mais

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela

Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Desenvolvimento de Módulo Wireless para Acionamento de Cargas via Porta Paralela Pedro H. M. Araújo 1, Renan P. Figueiredo 1, Douglas L. Dias 1, Sandro C. S. Jucá 1 1 Área da Telemática Instituto Federal

Leia mais

Central de Alarme de Oito Zonas

Central de Alarme de Oito Zonas Central de Alarme de Oito Zonas R02 ÍNDICE CARACTERÍSTICAS GERAIS:... 3 CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS:... 3 CONHECENDO A CENTRAL:... 4 COMO A CENTRAL FUNCIONA:... 4 COMO APAGAR A MEMÓRIA DA CENTRAL:... 4 COMO

Leia mais

Viggia Manual de instruções

Viggia Manual de instruções Viggia Manual de instruções INDICE 1. INTRODUÇÃO...1 1.1. O QUE É O VIGGIA?...1 1.2. QUAIS AS APLICAÇÕES DO LEITOR VIGGIA?...2 2. KIT VIGGIA...3 3. CONFIGURAÇÃO DO LEITOR VIGGIA...4 3.1. TOP RONDA...4

Leia mais

Attack 1.35. Software de controle e Monitoração de amplificadores

Attack 1.35. Software de controle e Monitoração de amplificadores Attack 1.35 Software de controle e Monitoração de amplificadores 1 Índice 1 Hardware necessário:... 3 1.1 Requisitos do computador:... 3 1.2 Cabos e conectores:... 3 1.3 Adaptadores RS-232 USB:... 4 1.4

Leia mais

Hera Indústria de Equipamentos Eletrônicos LTDA. Manual de Instalação e Operação. Discadora por Celular HERA HR2048.

Hera Indústria de Equipamentos Eletrônicos LTDA. Manual de Instalação e Operação. Discadora por Celular HERA HR2048. Discadora por Celular HERA HR2048 Manual do Usuário Índice: Paginas: 1. Introdução 03 1.1 Visão Geral 03 2. Características 04 3. Funcionamento 04, 05 e 06 3.1 Mensagens 06 e 07 4. Instalação da Discadora

Leia mais

Global Security Network GSN Brasil. 1

Global Security Network GSN Brasil. 1 Global Security Network GSN Brasil. 1 Operação Básica O teclado Spectra 1689 e o Teclado 1641 (cristal liquido) funcionam da mesma maneira, Mas não oferecem a mesma visualização. Nesta seção veremos suas

Leia mais

CURSO OPERACIONAL TOPOLOGIA SISTEMA SIGMA 485-E

CURSO OPERACIONAL TOPOLOGIA SISTEMA SIGMA 485-E SIGMA Sistema Integrado de Combate a Incêndio CURSO OPERACIONAL TOPOLOGIA SISTEMA SIGMA 485-E CABO BLINDADO (SHIELD) 4 VIAS 2X2,50 MM + 2X0,75 MM IHM Possibilidade de até 95 loops. LOOP LOOP LOOP CABO

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Ultrassom. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Ultrassom Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 1.0 REVISÃO 1211.13 Sensor Smart Ultrassom 1. Introdução Os sensores de ultrassom ou ultrassônicos são sensores que detectam

Leia mais

1 Introdução. 2 REDES sem fio de comunicações

1 Introdução. 2 REDES sem fio de comunicações 1 Introdução Neste manual serão apresentados os procedimentos de instalação e configuração do sistema de detecção e prevenção de incêndio GALBA V251, além de dicas que certamente agilizarão os trabalhos

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...8 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas......8 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 é um rastreador desenvolvido com os mais rígidos padrões de qualidade

Leia mais

PAINEL DE ALARME GUIA DE INSTALAÇÃO

PAINEL DE ALARME GUIA DE INSTALAÇÃO PAINEL DE ALARME GUIA DE INSTALAÇÃO Active 20 GPRS Rev00 23/04/2009 1- CARACTERÍSTICAS GERAIS 8 Zonas duplas programáveis, mais 1 zona por teclado; 4 Teclados endereçáveis com programações independentes;

Leia mais

ST 160 ST 160 0 # Manual de Referência e Instalação

ST 160 ST 160 0 # Manual de Referência e Instalação ST 160 ST 160 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 # Manual de Referência e Instalação Descrições 1 1 2 3 4 5 6 7 8 9 0 # 3 2 Número Descrição 1 Indicador de modo 2 Antena 3 Matriz do Teclado 4 Parafuso Especificações

Leia mais

Automação industrial Sensores

Automação industrial Sensores Automação industrial Sensores Análise de Circuitos Sensores Aula 01 Prof. Luiz Fernando Laguardia Campos 3 Modulo Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina Cora Coralina O que são sensores?

Leia mais

MANUAL DO USUÁRIO CENTRAL MC 4D

MANUAL DO USUÁRIO CENTRAL MC 4D 12 Manual do Usuário Intrusos podem entrar em zonas sem proteção, ou ter sofisticação para isolar um sensor ou desconectar dispositivos de aviso de alarme; Central, detectores, sensores só funcionam quando

Leia mais

Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais

Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais Luiz Bertini - 1 - - 2 - Apostila Básica sobre Alarmes Residenciais O objetivo desta apostila é apresentar alguns conhecimentos para quem já conhece um pouco

Leia mais

SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL

SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL SISTEMA DE MONITORAMENTO DIGITAL Módulos para automação Características gerais - Processamento independente - Possui alerta sonoro e luminoso de falta de conexão - Não precisa ser configurado (Plug and

Leia mais

Sumário. Aviso. Para evitar risco de incêndio ou choque elétrico, não exponha este PRODUTO à chuva ou à umidade.

Sumário. Aviso. Para evitar risco de incêndio ou choque elétrico, não exponha este PRODUTO à chuva ou à umidade. Sumário Este símbolo destina-se a alertar o usuário quanto à presença de tensão perigosa não isolada dentro do gabinete do produto, a qual pode ser de magnitude suficiente para constituir risco de choque

Leia mais

GT COFRE VIA GSM GT COFRE VIA SATÉLITE ABERTURA E TRAVAMENTO DE PORTAS E COFRES

GT COFRE VIA GSM GT COFRE VIA SATÉLITE ABERTURA E TRAVAMENTO DE PORTAS E COFRES GT COFRE VIA GSM GT COFRE VIA SATÉLITE ABERTURA E TRAVAMENTO DE PORTAS E COFRES O GT COFRE é um equipamento wireless com transmissão via satélite e GSM, que executa a função de recepção e transmissão de

Leia mais

Alarme Automotivo com mensagem para móvel utilizando Arduino

Alarme Automotivo com mensagem para móvel utilizando Arduino Alarme Automotivo com mensagem para móvel utilizando Arduino Maycon Cirilo dos Santos¹, Wyllian Fressatti¹ ¹Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí PR Brasil mayconsi2012@gmail.com, wyllian@unipar.br

Leia mais

LENDO SINAIS. O computador poderá tomar uma ou várias decisões ao mesmo tempo, conforme o dado lido através de sensores específicos.

LENDO SINAIS. O computador poderá tomar uma ou várias decisões ao mesmo tempo, conforme o dado lido através de sensores específicos. LENDO SINAIS Poderemos desenvolver interfaces de diversos tipos, e conectá-las à Porta Paralela para adquirirmos dados do mudo real, onde poderemos processá-los, armazená-los e depois converte-los em informações

Leia mais

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006

Entradas Digitais. PdP. Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Entradas Digitais Autores: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 27/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

CENTRAL DE ALARME BRISA 8 VOZ / BRISA 8 SINAL

CENTRAL DE ALARME BRISA 8 VOZ / BRISA 8 SINAL CENTRAL DE ALARME BRISA 8 VOZ / BRISA 8 SINAL CARACTERÍSTICAS BÁSICAS 8 Zonas programáveis sendo 4 mistas, ou seja, com fio e sem fio e 4 com fio; 1 senha mestre; 1 senha de usuário; Entrada para teclado

Leia mais

Hamtronix CONTROLE REMOTO DTMF. CRD200 - Manual de Instalação e Operação. Software V 2.0 Hardware Revisão B

Hamtronix CONTROLE REMOTO DTMF. CRD200 - Manual de Instalação e Operação. Software V 2.0 Hardware Revisão B Hamtronix CRD200 - Manual de Instalação e Operação Software V 2.0 Hardware Revisão B INTRODUÇÃO Índice...01 Suporte On-line...01 Termo de Garantia...01 Em Caso de Problemas (RESET)...01 Descrição do Produto...02

Leia mais

www.n7tecnologia.com.br e-mail: comercial@n7tecnologia.com.br

www.n7tecnologia.com.br e-mail: comercial@n7tecnologia.com.br SAFECELL INSTALAÇÃO E FUNCIONAMENTO Antes da instalação do equipamento, é importante que: 1) Seja verificado se o SIM CARD que será usado está habilitado e permite a realização de chamadas e também o envio

Leia mais

Controle de acesso FINGER

Controle de acesso FINGER Controle de acesso FINGER MANUAL DE INSTRUÇÕES Sobre esse Guia Esse guia fornece somente instruções de instalação. Para obter informações sobre instruções de uso, favor ler o Manual do usuário.. ÍNDICE

Leia mais

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I

Estado do Rio Grande do Sul PREFEITURA MUNICIPAL DE PELOTAS S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I S.A.F.- DEPARTAMENTO DE ADMINISTRAÇÃO DE MATERIAIS E PATRIMÔNIO 1/5 ANEXO I MEMORIAL TÉCNICO DESCRITIVO CENTRAIS DE ALARMES O presente memorial tem por objetivo descrever as instalações do sistema de proteção

Leia mais

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas

IW10. Rev.: 02. Especificações Técnicas IW10 Rev.: 02 Especificações Técnicas Sumário 1. INTRODUÇÃO... 1 2. COMPOSIÇÃO DO IW10... 2 2.1 Placa Principal... 2 2.2 Módulos de Sensores... 5 3. APLICAÇÕES... 6 3.1 Monitoramento Local... 7 3.2 Monitoramento

Leia mais

Manual; Módulo de Alarme com Sirene Piezo Elétrica Dedicada; Dois Transmissores com Bateria; Chicote de Potência.

Manual; Módulo de Alarme com Sirene Piezo Elétrica Dedicada; Dois Transmissores com Bateria; Chicote de Potência. COMPOSIÇÃO DO SISTEMA DE ALARME Manual; Módulo de Alarme com Sirene Piezo Elétrica Dedicada; Dois Transmissores com Bateria; Chicote de Potência. INFORMAÇÕES AO PROPRIETÁRIO 1. OPERAÇÕES BÁSICAS DO ALARME

Leia mais

CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final)

CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final) 1 - INTRODUÇÃO: CENTRAL DE ALARME DE INCÊNDIO MULTIPLEX Série AIM48 (Final) Trata-se de uma sistema de alarme de incêndio para utilização onde há somente acionadores manuais e sirenes convencionais, não

Leia mais

MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC. Manual de Instruções

MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC. Manual de Instruções MÓDULOS GAVETEIROS MGI-20/MGI-40 AC MGI 2000 AC Manual de Instruções Leia com Atenção Cód. Menno: 833020001 Rev.: 7 1. Apresentação A linha tradicional de módulos gaveteiros da MENNO sempre foi direcionada

Leia mais

AUXILIAR AUXILIAR AUXILIAR. Depende onde o fio cinza estiver ligado, pode abrir porta malas, baixar vidros, fechar retrovisores...

AUXILIAR AUXILIAR AUXILIAR. Depende onde o fio cinza estiver ligado, pode abrir porta malas, baixar vidros, fechar retrovisores... AUXILIAR ** AUXILIAR AUXILIAR ** AUXILIAR por 3 s Ativa a saída auxiliar Depende onde o fio cinza estiver ligado, pode abrir porta malas, baixar vidros, fechar retrovisores...* AUXILIAR ** Quando estiver

Leia mais

PAINEL DE ALARME VERSÃO 01

PAINEL DE ALARME VERSÃO 01 PAINEL DE ALARME VERSÃO 01 1. CARACTERÍSTICAS GERAIS 8 Zonas duplas programáveis, mais 1 zona por teclado; 4 Teclados endereçáveis com programações independentes; 95 usuários, 3 usuários temporários, além

Leia mais

Características... 3. Identificando a placa... 3. Esquema de ligação... 3. Parâmetros programados no painel de alarme... 4

Características... 3. Identificando a placa... 3. Esquema de ligação... 3. Parâmetros programados no painel de alarme... 4 P18640 - Rev. 0 Índice Características... 3 Identificando a placa... 3 Esquema de ligação... 3 Parâmetros programados no painel de alarme... 4 Instalação do software programador... 4 Instalação do cabo

Leia mais

MANUAL DO PRODUTO MANUAL DO PRODUTO MODELO DFOL

MANUAL DO PRODUTO MANUAL DO PRODUTO MODELO DFOL DETECTOR DE FUMAÇA ÓTICO LINEAR MODELO DFOL PARA MÉDIOS E GRANDES SISTEMAS IDEAL PARA GALPÕES ALCANCE DE 20 A 100 METROS ÁREA DE COBERTURA MÁXIMA 14x100M² ECONOMIA NA INSTALAÇÃO EM GRANDES ÁREAS ONDE SE

Leia mais

TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES

TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES TÍTULO: JANELA AUTOMATIZADA QUE OPERA A PARTIR DE DADOS METEOROLÓGICOS OBTIDOS POR SENSORES CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: ENGENHARIAS E ARQUITETURA SUBÁREA: ENGENHARIAS INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE SANTA CECÍLIA

Leia mais

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação

Controle de Acesso. Automático de Veículos. saiba mais. automação Controle de Acesso Automático de Veículos Este trabalho tem como objetivo desenvolver uma solução tecnológica que permita o controle dos portões automáticos remotamente através da internet. Aplicando-se

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Mini Sirene Eletrônica Audiovisual Um Toque Iluminação a LED - Para Pequenas e Médias Áreas - Código: AFMSF A sirene audiovisual de alarme código AFMSF é um equipamento que deve ser instalado no teto ou

Leia mais

Manual do instalador Box Input Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Input.

Manual do instalador Box Input Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Input. Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para detecção de acionamentos e monitoração de sensores. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. Possui seis entradas digitais optoacopladas com indicação de

Leia mais

Guia de utilização do software. universal GPRS M-300.

Guia de utilização do software. universal GPRS M-300. Guia de utilização do software Programador do módulo universal GPRS M-300. JFL Equipamentos Eletrônicos Ind. e Com. Ltda. Rua: João Mota, 471 - Bairro: Jardim das Palmeiras Santa Rita do Sapucaí - MG CEP:

Leia mais

Manual. Rev 2 - junho/07

Manual. Rev 2 - junho/07 Manual 1.Desbloquear o software ------------------------------------------------------------------02 2.Botões do programa- --------------------------------------------------------------------- 02 3. Configurações

Leia mais

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN

INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN INTRODUÇÃO À TECNOLOGIA TOUCH SCREEN Eduardo Reis Tomiassi¹, Wyllian Fressatti 2 1 Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí -Paraná- Brasil tomiassi88@hotmail.com, wyllian@unipar.br Resumo: Neste trabalho

Leia mais

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006

PdP. Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006 TUTORIAL Servo-motor Autor: Luís Fernando Patsko e Tiago Lone Nível: Intermediário Criação: 26/12/2005 Última versão: 18/12/2006 PdP Pesquisa e Desenvolvimento de Produtos http://www.maxwellbohr.com.br

Leia mais

CENTRAL DE ALARME DE incêndio MODELO NGSG101. Versão 1.03, Agosto 2006 ERP:30303964

CENTRAL DE ALARME DE incêndio MODELO NGSG101. Versão 1.03, Agosto 2006 ERP:30303964 1 CENTRALNGSG101.DOC CENTRAL DE ALARME DE incêndio MODELO NGSG101 Manual de Instalação e de Operação INDICE 1. Generalidades 2. Especificações técnicas 3. Estrutura e configuração 3.1 Aspecto exterior

Leia mais

RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO

RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO RECONHECIMENTO DE VOZ UTILIZANDO ARDUINO Jessica Garcia Luz, Wyllian Fressatti Universidade Paranaense (Unipar) Paranavaí - PR - Brasil jessica.garcia.luz@gmail.com wyllian@unipar.br Resumo. Este artigo

Leia mais

ACENDENDO AS LUZES. Capitulo 2 - Aula 1 Livro: Arduino básico Tutor: Wivissom Fayvre

ACENDENDO AS LUZES. Capitulo 2 - Aula 1 Livro: Arduino básico Tutor: Wivissom Fayvre ACENDENDO AS LUZES Capitulo 2 - Aula 1 Livro: Arduino básico Tutor: Wivissom Fayvre Projeto 1 LED piscante Neste capitulo, todos os projetos utilizam luzes LED s de diversas formas. Em relação ao hardware,

Leia mais

Projetos de Eletrônica Básica II

Projetos de Eletrônica Básica II Projetos de Eletrônica Básica II MUITO CUIDADO NA MONTAGEM DOS CIRCUITOS, JÁ QUE SE ESTÁ TRABALHANDO COM A REDE ELÉTRICA. Projete um sistema para uma casa inteligente, com as seguintes características:

Leia mais

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI

Comm5 Tecnologia Manual de utilização da família MI. Manual de Utilização. Família MI Manual de Utilização Família MI ÍNDICE 1.0 COMO LIGAR O MÓDULO... pág 03 e 04 2.0 OBJETIVO... pág 05 3.0 COMO CONFIGURAR O MÓDULO MI... pág 06, 07, 08 e 09 4.0 COMO TESTAR A REDE... pág 10 5.0 COMO CONFIGURAR

Leia mais

Cabeamento Estruturado

Cabeamento Estruturado Cabeamento Estruturado Definição Cabeamento para uso integrado em comunicações de voz, dados e imagem preparado de maneira a atender diversos layouts de instalações, por um longo período de tempo, sem

Leia mais

Fechadura Segura e Inteligente para portas a prova de arrombamento

Fechadura Segura e Inteligente para portas a prova de arrombamento Fechadura Segura e Inteligente para portas a prova de arrombamento Instruções APROVADO PELA ISO 9001:2000 Bem vindo ao uso Obrigado por escolher o Sistema Inteligente de segurança no reconhecimento da

Leia mais

MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO

MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO 2015 MANUAL SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO SUSPENSÃO MECÂNICA SENSOR DE ÂNGULO Passo 1: O primeiro passo é determinar qual versão do Sensor de Ângulo foi incluído no seu kit. Existe uma versão Direita

Leia mais

Hera Indústria de Equipamentos Eletrônicos LTDA Manual de Instalação e Operação DISCADORA VIA CELULAR. HERA HR 2050. Cel.

Hera Indústria de Equipamentos Eletrônicos LTDA Manual de Instalação e Operação DISCADORA VIA CELULAR. HERA HR 2050. Cel. DISCADORA VIA CELULAR HERA HR 2050. Cel Manual do Usuário ÍNDICE 1 Introdução 03 1.1 Visão Geral 03 1.2 Descrição 03 1.3 Funcionamento 04 1.4 Instalação do Receptor Acionador via cel. 05, 06 e 07 1.5 Configurando

Leia mais

Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f

Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro. Manual do Usuário Versão 3.9f Monitor de Rede Elétrica Som Maior Pro Manual do Usuário Versão 3.9f 2 ÍNDICE PÁG. 1 APRESENTAÇÃO...03 2 DESCRIÇÃO DO EQUIPAMENTO...04 2.1 ROTINA INICIAL DE AVALIAÇÃO DA REDE ELÉTRICA...04 2.2 TROCA DE

Leia mais

GPRS Universal. Manual do Instalador. C209994 - Rev 0

GPRS Universal. Manual do Instalador. C209994 - Rev 0 GPRS Universal Manual do Instalador C209994 - Rev 0 » Introdução: Antes da instalação deste produto, recomendamos a leitura deste manual, que contém todas as informações necessárias para a correta instalação

Leia mais

Manual do instalador Box Output DC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output DC.

Manual do instalador Box Output DC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output DC. Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente contínua. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas

Leia mais

Placa Acessório Modem Impacta

Placa Acessório Modem Impacta manual do usuário Placa Acessório Modem Impacta Parabéns, você acaba de adquirir um produto com a qualidade e segurança Intelbras. A Placa Modem é um acessório que poderá ser utilizado em todas as centrais

Leia mais

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 -

TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - TopPendrive Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 1 - Índice Manual de Instruções TopPendrive - MP07301-01 Rev 06-03/05/2010 PG - 2 - ÍNDICE 1 APRESENTAÇÃO... 3 1.1 ACESSÓRIOS

Leia mais

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda.

Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. Manual do equipamento Henry Equipamentos Eletrônicos e Sistemas Ltda. +55 41 3661-0100 Rua Rio Piquiri, 400 - Jardim Weissópolis - Pinhais/PR - Brasil CEP: 83322-010 CNPJ: 01.245.055/0001-24 Inscrição

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DO PARANÁ CENTRO DE CIÊNCIAS EXATAS E DE TECNOLOGIA CCET CURSO DE ENGENHARIA DE COMPUTAÇÃO Henrique Soares Hinke José Eduardo da Silva Rodrigues Matheus Augusto de Queiroz

Leia mais

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO

CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO 2. SOFTWARE DE CONFIGURAÇÃO 3. COMUNICAÇÃO CDE4000 MANUAL 1. INTRODUÇÃO O controlador CDE4000 é um equipamento para controle de demanda e fator de potência. Este controle é feito em sincronismo com a medição da concessionária, através dos dados

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Temporizador Automático / Relógio Programador de Horário Para Acionamento Automático de Sirenes e Outros Equipamentos Código: AFKITPROG 2 O REGISTRADOR ELETRÔNICO DE PONTO REP O Relógio Acionador Automático

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

Vectra L1 / L2. Manual de instruções

Vectra L1 / L2. Manual de instruções Vectra L1 / L2 Manual de instruções Versão 05. 2004 1 Índice Introdução...3 Instalação...3 Setup...5 Display...7 Acionando o módulo de impressora...8 Mensagens de sistema...8 Atualizações...9 Programação

Leia mais

Manual do instalador Box Output AC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output AC.

Manual do instalador Box Output AC Rev. 0.01.000. Figura 01 Apresentação do Box Output AC. Pág. 1/10 Apresentação Equipamento para acionamento de cargas em corrente alternada 110/220V. Comunicação com outros dispositivos por rede CAN. 6 entradas digitais para acionamento local ou remoto. 6 entradas/saídas

Leia mais

Manual de Usuário da Impressora Sethi3D AiP A3

Manual de Usuário da Impressora Sethi3D AiP A3 Manual de Usuário da Impressora Sethi3D AiP A3 Versão 1.00 Sumário Geral... 3 Características da Impressora:... 3 Características técnicas:... 3 Suporte do rolo de filamento... 4 Colocando o filamento

Leia mais

INFORMATIVO DE PRODUTO

INFORMATIVO DE PRODUTO Detector / Sensor de Fumaça Autônomo Rede AC e Bateria - Com Saída Rele NA/NF - Código: AFDFAR. O detector de Fumaça código AFDFAR é um equipamento que deve ser instalado no teto ou na parede das edificações

Leia mais

P á g i n a 2. Avisos Importantes

P á g i n a 2. Avisos Importantes P á g i n a 1 P á g i n a 2 Avisos Importantes Todas as instruções contidas neste manual devem ser seguidas, caso contrário o produto perderá a garantia. Faça primeiro as conexões dos cabos de alimentação

Leia mais

Discador Celular D-Cell

Discador Celular D-Cell Discador Celular D-Cell Guia rápido de programação Introdução O discador celular D-Cell fornece um sistema seguro de comunicação entre o seu equipamento de alarme e você. Utiliza a infraestrutura de telefonia

Leia mais

Central de Detecção de Incêndio 4 Zonas Manual de Instalação

Central de Detecção de Incêndio 4 Zonas Manual de Instalação Central de Detecção de Incêndio 4 Zonas Manual de Instalação Características Quatro zonas com capacidade de teste/isolamento. Dois circuitos de alarme com possibilidade de isolamento. Fonte de alimentação

Leia mais

MANUAL DE INSTRUÇÃO KIT ALARM. www.kitfrigor.com.br Fone: 0XX11 5033-5656

MANUAL DE INSTRUÇÃO KIT ALARM. www.kitfrigor.com.br Fone: 0XX11 5033-5656 MANUAL DE INSTRUÇÃO KIT ALARM www.kitfrigor.com.br Fone: 0XX11 5033-5656 ÍNDICE 1 - INTRODUÇÃO... 3 2 - CARACTERÍSTICAS TÉCNICAS... 4 3 INSTALAÇÃO... 5 4 - OPERAÇÃO... 6 5 SIMBOLOGIA... 7 6 LIMPEZA...

Leia mais

Práticas de laboratório de Eletrônica Digital

Práticas de laboratório de Eletrônica Digital Universidade Federal de Uberlândia Práticas de laboratório de Eletrônica Digital Prof. Dr. Alan Petrônio Pinheiro Faculdade de Engenharia Elétrica Curso de Engenharia Eletrônica e de Telecomunicações (campus

Leia mais

NETALARM GATEWAY Manual Usuário

NETALARM GATEWAY Manual Usuário NETALARM GATEWAY Manual Usuário 1 Índice 1. Introdução... 3 2. Requisitos de Instalação... 3 3. Instalação... 3 4. Iniciando o programa... 5 4.1. Aba Serial... 5 4.2. Aba TCP... 6 4.3. Aba Protocolo...

Leia mais

Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer

Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer Conjunto Sensor IR Para quem tem fome de vencer Introdução: Muito obrigado por adquirir este produto. Ele foi projetado de forma a oferecer a melhor performance possível dentro de sua aplicação. Fornecemos

Leia mais

DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA

DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA DISCADORA DISC CELL 5 ULTRA 1- FUNCIONAMENTO: A discadora DiscCell5 Ultra é um aparelho eletrônico que disca para até 5 números, cada chamada dura aproximadamente 1 minuto. Uma vez discado o número uma

Leia mais

CENTRAL DE ALARME BRISA-4

CENTRAL DE ALARME BRISA-4 CENTRAL DE ALARME BRISA-4 PRINCIPAIS CARACTERÍSTICAS -4 zonas mistas programáveis -disca para até 4 telefones -pânico pelo controle remoto -dupla tecnologia hopping code e rolling code em 4,9mhz -indica

Leia mais

Índice. Mamut Gravador Telefônico Digital MGC Manual de Instalação Procedimento de Instalação do Gravador Digital Mamut. V 1.0

Índice. Mamut Gravador Telefônico Digital MGC Manual de Instalação Procedimento de Instalação do Gravador Digital Mamut. V 1.0 Procedimento de Instalação do Gravador Digital Mamut. V 1.0 Índice 1- Preparação da CPU para o funcionamento do Gravador Digital Mamut 1.1 - Preparação da CPU 1.2 - Instalação do Firebird 2 - Instalação

Leia mais

FingerTech Importação e Comércio de produtos tecnológicos LTDA

FingerTech Importação e Comércio de produtos tecnológicos LTDA FingerTech Importação e Comércio de produtos tecnológicos LTDA Avenida Tiradentes, 501 - Torre 2 5 Andar - Sala 502 Jardim Shangrilá A - 86070-565 Londrina - PR Sumário 1. Introdução...4 1.1 Características...4

Leia mais

Minicurso de Arduino

Minicurso de Arduino Minicurso de Arduino Gabriel Vasiljević Wanderson Ricardo August 28, 2015 Gabriel Vasiljević Wanderson Ricardo Minicurso de Arduino August 28, 2015 1 / 45 Roteiro do curso O que é o Arduino (especificações,

Leia mais

Central de alarme Ventura GSM

Central de alarme Ventura GSM Central de alarme Ventura GSM Manual do Usuário 1 Índice: 1 Aplicação:... 3 2 Características:... 3 3 Características de funcionamento... 3 4- Apresentação da Central... 4 4.1 Parte externa... 4 4.2 Parte

Leia mais

TECNOLOGIA EM SEGURANÇA SOLUÇÕES EM ELETRÔNICA

TECNOLOGIA EM SEGURANÇA SOLUÇÕES EM ELETRÔNICA TECNOLOGIA EM SEGURANÇA SOLUÇÕES EM ELETRÔNICA 3. CARACTERÍSTICAS 3.1 Central de alarme microprocessada com 1 setor; 3.2 Acompanha dois transmissores (mod. TSN); 3.3 Freqüência de transmissão: 433MHz;

Leia mais

DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO Basicamente o ANTRON II-s recebe sinais provenientes da atuação de contatos elétricos externos, associados a equipamentos

DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO Basicamente o ANTRON II-s recebe sinais provenientes da atuação de contatos elétricos externos, associados a equipamentos DESCRIÇÃO DO FUNCIONAMENTO Basicamente o ANTRON II-s recebe sinais provenientes da atuação de contatos elétricos externos, associados a equipamentos ou sistemas que se queiram supervisionar, via contatos

Leia mais

Microsoft Office PowerPoint 2007

Microsoft Office PowerPoint 2007 INTRODUÇÃO AO MICROSOFT POWERPOINT 2007 O Microsoft Office PowerPoint 2007 é um programa destinado à criação de apresentação através de Slides. A apresentação é um conjunto de Sides que são exibidos em

Leia mais

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Central de Alarme Particionada AP4/AP4 D

MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO. Central de Alarme Particionada AP4/AP4 D MANUAL DE INSTALAÇÃO E OPERAÇÃO Central de Alarme Particionada AP/AP D Índice 1.Apresentação... 2.Características... 3.Características Técnicas... 5.Status de Bips... 5 5.Status dos Led s... 5 6.Conhecendo

Leia mais

Manual de Instalação. GPRS Universal

Manual de Instalação. GPRS Universal Manual de Instalação GPRS Universal INTRODUÇÃO O módulo GPRS Universal Pináculo é um conversor de comunicação que se conecta a qualquer painel de alarme monitorado que utilize o protocolo de comunicação

Leia mais

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9

Apresentação...3. Vantagens...3. Instalação...4. Informações Técnicas...5. Especificações Técnicas...9 1 ÍNDICE Apresentação...3 Vantagens...3 Instalação...4 Informações Técnicas...5 Especificações Técnicas...9 2 APRESENTAÇÃO: O SS100 Moto é um rastreador exclusivo para Motos desenvolvido com os mais rígidos

Leia mais

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br

R O B Ó T I C A. Sensor Smart. Seguidor de Linha. Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19. www.robouno.com.br R O B Ó T I C A Sensor Smart Seguidor de Linha Versão Hardware: 1.0 Versão Firmware: 2.0 REVISÃO 1211.19 Sensor Smart Seguidor de Linha 1. Introdução Os sensores seguidores de linha são sensores que detectam

Leia mais

Ambientes Inteligentes

Ambientes Inteligentes Ambientes Inteligentes APRESENTAÇÃO Com a grande inovação tecnológica e a evidente demanda por segurança e comodidade, o gerenciamento de todos os processos e máquinas que nos rodeia torna-se indispensável.

Leia mais

Manual de Instalação e Utilização

Manual de Instalação e Utilização Manual de Instalação e Utilização SUMÁRIO: 1. Introdução 2. Funcionamento 3. Sinalização 4. Programação 5. Controlando o equipamento via ligação de voz 6. Exemplos de programação 7. Especificações 8. Certificado

Leia mais

PAINEL DE ALARME ACTIVE 10 E 10 LITE

PAINEL DE ALARME ACTIVE 10 E 10 LITE PAINEL DE ALARME ACTIVE 0 E 0 LITE - FUNÇÕES BÁSICAS. VISUALIZAÇÃO DOS PROBLEMAS NO SISTEMA Para visualizar os problemas, pressione a tecla P por segundos. O led SISTEMA começa a piscar, continue pressionando

Leia mais

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme

SISTEMAS PREDIAIS II. Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme PCC-2466 SISTEMAS PREDIAIS II Segurança contra Incêndio - Detecção e Alarme Sistema de Detecção e Alarme de Incêndio Definição da Norma NBR 9441/98 Sistema constituído pelo conjunto de elementos planejadamente

Leia mais

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador.

O programa Mysql acompanha o pacote de instalação padrão e será instalado juntamente com a execução do instalador. INTRODUÇÃO O Programa pode ser instalado em qualquer equipamento que utilize o sistema operacional Windows 95 ou superior, e seu banco de dados foi desenvolvido em MySQL, sendo necessário sua pré-instalação

Leia mais

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008

PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 PORTARIA Nº 102, DE 30 DE OUTUBRO DE 2008 O DIRETOR DO DEPARTAMENTO NACIONAL DE TRÂNSITO - DENATRAN, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 19, inciso I, da Lei nº 9.503, de 23 de setembro

Leia mais

Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP.

Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP. Comparativo entre câmeras analógicas e Câmeras IP. VANTAGENS DAS SOLUÇÕES DE VIGILÂNCIA DIGITAL IP É verdade que o custo de aquisição das câmeras digitais IP, é maior que o custo de aquisição das câmeras

Leia mais

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro.

Introdução. Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Um transdutor é um componente que transforma um tipo de energia em outro. SENSORES Introdução Criar um sistema capaz de interagir com o ambiente. Num circuito eletrônico o sensor é o componente que sente diretamente alguma característica física do meio em que esta inserido,

Leia mais

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia.

Prime IHC. Intelligent Home Control. Automação residencial com estilo, segurança e economia de energia. Intelligent Home Control com estilo, segurança e economia de energia. Projetos inteligentes exigem um sistema de automação completo. Funcionamento do sistema. O funciona com entradas e saídas, controlando

Leia mais

1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides

1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides 1.3 Conectando a rede de alimentação das válvulas solenóides CONTROLE DE FLUSHING AUTOMÁTICO LCF 12 Modo Periódico e Horário www.lubing.com.br (19) 3583-6929 DESCALVADO SP 1. Instalação O equipamento deve

Leia mais

Atividade 1. Dispositivo que transforma alguma modalidade de energia em energia potencial elétrica.

Atividade 1. Dispositivo que transforma alguma modalidade de energia em energia potencial elétrica. Atividade 1 1) PROBLEMATIZAÇÃO: Se observarmos uma lanterna, um rádio ou alguns tipos de brinquedos, perceberemos que estes aparelhos só funcionam enquanto estão sendo alimentados por uma fonte de energia

Leia mais

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem

Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Param. Mensagem Minha habitação Aplicação para telemóvel Manual de instalação e utilização PT Alarme Aquecimento Quarto Sala Cozinha Garagem Presente Mensagem Índice 1- Apresentação...............................................3

Leia mais

CENTRAL DE ALARME COM FIO AW-201

CENTRAL DE ALARME COM FIO AW-201 CENTRAL DE ALARME COM FIO AW201 CARACTERÍSTICAS DO APARELHO Central de alarme de 1 setor com fio; Caixa plástica com alojamento para bateria selada de 7 A/H; Carregador de bateria incorporado; Tempo de

Leia mais