Save this PDF as:
 WORD  PNG  TXT  JPG

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download ""

Transcrição

1 TECNOBIO BIOPROCESSOS AMBIENTAIS

2 PROGRAMA DE TRATAMENTO E MONITORAMENTO DA AREIA DA PRAIA

3 Histórico Os microorganismos representam um componente significativo da areia de praia (NESTOR et al, 1984; CODINACHS et al, 1988; MENDES et al, 1997, apud WHO,2003). Uma variedade de seres vivos que habitam tanto a superfície quanto o interior de suas camadas compõem a chamada fauna intersticial ou meio fauna (SMAC, 2000). A proliferação de microorganismos em areia de praia é limitada pela disponibilidade de matéria orgânica (KHIYAMA & MAKEMSON, 1973 apud WHO, 2003).

4 PRAIAS As areias das praias dos Municípios são sujeitas à poluição e contaminação freqüente por microorganismos patogênicos provenientes de diversas fontes como lixo, animais domésticos, pombos e línguas negras (BOUKAI, 2000), e que colocam em risco a saúde dos banhistas, podendo causar doenças como hepatite, distúrbios gastrintestinais, verminoses e micoses (CAMPOS, 2003).

5 POLUIÇÃO A Poluição pode ser definida como a introdução no meio ambiente de qualquer matéria ou energia que venha a alterar as propriedades físicas ou químicas ou biológicas desse meio, afetando, ou podendo afetar, por isso, a "saúde" das espécies animais ou vegetais que dependem ou tenham contato com ele, ou que nele venham a provocar modificações físico-químicas nas espécies minerais presentes.

6 TIPOS DE RISCOS RESÍDUOS A freqüência nas praias pela população local e pelos turistas contribui para o acúmulo de resíduos nas areias, favorecendo o aparecimento de vetores de doenças, como ratos e pombos. Animais Domésticos Um dos principais riscos microbiológicos para a saúde humana em areias de praia é o proveniente do contato com fezes de animais, principalmente cachorros (WHO, 2003). Pombos Têm preferência por grãos e sementes. Entretanto, comem também restos de alimentos, pão e até lixo. Dependendo do clima e das condições de alimentação, podem colocar de 1 a 2 ovos por ninhada e ter 5-6 ninhadas ao ano. Nos centros urbanos, o tempo de vida é de 3 a 5 anos. Os gaviões são seus predadores naturais, mas, como não se encontram em grande número nos ambientes urbanos, o controle do crescimento da população torna-se difícil (BONINI,2004).

7 LÍNGUAS NEGRAS As línguas negras são causadas pelas galerias de águas pluviais que desembocam nas areias das praias, quando suas águas são contaminadas por esgoto sanitário, lixo, fezes de animais e outros poluentes. A formação das línguas negras ocorre principalmente quando há contribuição de esgoto clandestino ou após fortes chuvas, quando o lixo, fezes de animais e todo tipo de resíduos dos logradouros públicos são carreados pelas águas da chuva inicial de lavagem para as galerias de águas pluviais (BOUKAI, 2000).

8 LITERATURA Existe um consenso de que a areia de praia também pode atuar como fonte ou vetor de doenças, apesar do contágio por este meio não ter sido demonstrado em estudos epidemiológicos. Bactérias, fungos, parasitas e vírus têm sido observados em areias de praias, e vários gêneros e espécies destes microorganismos são potencialmente patogênicos mediante contato (WHO,2003).

9 DOENÇAS NORMALMENTE ENCONTRADAS EM AREIA CONTAMINADA Larva Migrans Cutânea (Bicho Geográfico) Verminose que se instala na camada inferior da pele (epiderme) do ser humano, causando coceira e erupções localizadas. Transmissão: fezes de cães e gatos. Conseqüências: se não combatida, perfura a camada muscular tornando-se hospedeira nas vísceras. Larva Migrans Visceral Verminose que se instala na corrente sangüínea do ser humano, atingindo as vísceras e às vezes até o cérebro. Transmissão: fezes de cães e gatos. Conseqüências: altamente perigosa, se não tratada em tempo hábil, pode levar ao óbito. Hepatite Vírus que se instala no fígado do ser humano. Transmissão: urina de cães, gatos e outros. Conseqüências: se não tratada com eficácia, pode levar ao óbito. Toxoplasmose Bactéria que causa complicações no sistema neurológico, causando paralisia e cegueira. Transmissão: fezes e urina de cães e gatos. Conseqüências: em gestantes, pode provocar a perda do feto.

10 COLETAS

11 PROCEDIMENTOS

12 CONCENTRAÇÃO DE COLIFORMES ENCONTRADOS

13 LAUDOS

14 REMEDIAÇÃO A idéia do uso de bactérias cultivadas para remediação a partir da utilização de microorganismos na remediação de derramamentos de petróleo mediante degradação da parafina por bactérias selecionadas. Posteriormente, foram desenvolvidas bactérias específicas para controlar a parafina no processo produtivo de petróleo visando o aumento da produção. A Remediação é regulamentada pelo IBAMA Resolução 314/02 e posteriormente pela NORMATIVA 05/10

15 MODO DE ATUAÇÃO Nossos microrganismos atuam de duas maneiras em relação a esta minimização de enterobactérias: 1.1) Competição; competindo (alimento) há redução de enterobactérias. por substrato colônias de 1.2) Exclusão; excluindo algumas colônias de enterobactérias entre elas (BRS), pois, em seu metabolismo produz alguns antibióticos que atuam diretamente na membrana destes microorganismos.

16 AMOSTRA COM USO DE REMEDIADORES

17 LAUDOS

18 COMPARATIVOS ENTRE AS AMOSTRAS COM USO E SEM USO DE REMEDIADOR

19 DISCUSSÃO A partir das análises laboratoriais e de posse da Resolução 357/05, podemos discutir os resultados. As análises iniciais mostram contagem total de COLIFORMES na casa de 106 indicam uma concentração 1000 (mil) vezes superior ao permitido pela legislação que indicam para para esta localização o máximo permitido na ordem de 103.

20 PROGRAMA PARA TRATAMENTO E MONITORAMENTO Para um programa efetivo pelo que acompanhamos devem ser seguidos os seguintes passos: 1) Revolvimento periódico da areia, radiação ajuda no controle de patogênicos com dosagem de remediador. 2) A dosagem de remediador específico do solo nacional composto de microorganismos conhecidos com autorização do IBAMA. 3) Acompanhamento com coleta por laboratório terceiro para analises dos dados com periodicidades não maior que 15 (quinze) dias.

21 As areias das praias podem causar graves problemas dermatológicos. É necessário monitorar com maior frequencia as areias de nossas praias. A Remediação Biológica com produtos comerciais REGISTRADOS para esta finalidade se mostra eficiente para o tratamento das areias em apenas 24h hove redução de 50% de COLIFORMES e 80% de metéria orgânica. Seriam necessários mais ensaios para comprovar os resultados.

PROJETO DE LEI N.º 1.416-A, DE 2015 (Do Sr. Goulart)

PROJETO DE LEI N.º 1.416-A, DE 2015 (Do Sr. Goulart) *C0054577A* C0054577A CÂMARA DOS DEPUTADOS PROJETO DE LEI N.º 1.416-A, DE 2015 (Do Sr. Goulart) Dispõe sobre a obrigatoriedade de tratamento e assepsia da areia contida nos tanques destinados ao lazer

Leia mais

Revisão para o teste de Ciências 3º trimestre. Professora: Daniela Freu

Revisão para o teste de Ciências 3º trimestre. Professora: Daniela Freu Revisão para o teste de Ciências 3º trimestre Professora: Daniela Freu Solo e a saúde O lixo depositado de forma irregular e muitos esgotos sem tratamento lançados diretamente no solo podem atrair organismos

Leia mais

RISCOS DA AREIA CONTAMINADA

RISCOS DA AREIA CONTAMINADA RISCOS DA AREIA CONTAMINADA CONHEÇA OS RISCOS QUE CORREMOS A areia que vemos disposta em locais de recreação como Creches, Parques, Praças, Escolas e Condomínios está naturalmente exposta à contaminação

Leia mais

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): Ano: 6º Nº Professor: Sonali Componente Curricular: Ciências

COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): Ano: 6º Nº Professor: Sonali Componente Curricular: Ciências COLÉGIO MARISTA DE BRASÍLIA Educação Infantil e Ensino Fundamental Aluno(a): Ano: 6º Nº Professor: Sonali Componente Curricular: Ciências Quantos reinos de seres vivos há na natureza? Essa pergunta já

Leia mais

Biologia 1ª série. Profª Reisila Mendes

Biologia 1ª série. Profª Reisila Mendes Biologia 1ª série Profª Reisila Mendes Conceito e estrutura Os vírus são fragmentos não vivos de genoma, que evoluíram tanto a partir de bactérias como de eucariontes. Os vírus são os únicos organismos

Leia mais

TENÍASE Homem: Boi ou porco: Contaminação: Sintomas: Tratamento: Profilaxia:

TENÍASE Homem: Boi ou porco: Contaminação: Sintomas: Tratamento: Profilaxia: TENÍASE Homem: hospedeiro definitivo. Boi ou porco: hospedeiro intermediário. Contaminação: ingestão de carne mal passada contaminada com cisticercos; autoinfecção. Sintomas: distúrbios intestinais, dores

Leia mais

Lixo Eletrônico x Aedes Aegypti

Lixo Eletrônico x Aedes Aegypti Lixo Eletrônico x Aedes Aegypti Aedes Aegypti Informações Importantes - O Aedes Aegypti é um mosquito que transmite várias doenças perigosas como, por exemplo, dengue e febre amarela urbana. O Aedes Aegypti

Leia mais

sumário O que é Zika Vírus? causas sintomas tratamento e cuidados Complicações possíveis Prevenção identificação bibliografia

sumário O que é Zika Vírus? causas sintomas tratamento e cuidados Complicações possíveis Prevenção identificação bibliografia sumário O que é Zika Vírus? causas sintomas tratamento e cuidados Complicações possíveis Prevenção identificação bibliografia o que é zika virus? Zika Vírus é uma infecção causada pelo vírus ZIKV, transmitida

Leia mais

Características gerais

Características gerais Características gerais Já foram denominados Aschelminthes. São vermes de corpo cilíndrico e com pontas afinadas. Podem ser aquáticos, terrestres ou parasitas. Possuem tubo digestivo completo. São triblásticos

Leia mais

3º TRIMESTRE REVISÃO DE CIÊNCIAS PARA O TESTE

3º TRIMESTRE REVISÃO DE CIÊNCIAS PARA O TESTE 3º TRIMESTRE REVISÃO DE CIÊNCIAS PARA O TESTE Daniela Freu DOENÇAS DISSEMINADAS PELO SOLO Tétano doença grave causada pela bactéria Clostridium tetani, encontrada no solo ou em materiais enferrujados.

Leia mais

Microbiologia ambiental Água necessidade para microrganismos uso na produção e processamento alimentos fonte de contaminações análise e tratamento de

Microbiologia ambiental Água necessidade para microrganismos uso na produção e processamento alimentos fonte de contaminações análise e tratamento de Microbiologia ambiental Água necessidade para microrganismos uso na produção e processamento alimentos fonte de contaminações análise e tratamento de água Microbiologia ambiental Água desuniformidade microrganismos

Leia mais

Colégio São Paulo-Teresópolis/RJ

Colégio São Paulo-Teresópolis/RJ Colégio São Paulo-Teresópolis/RJ Disciplina: Ciências Data: /09/2015 Prof: Carolina série/ano: 6 o Ensino: Fundamental II 3 a Etapa Exercícios ( ) Prova:( ) ESTUDO DIRIGIDO P1 3 a ETAPA - GABARITO 1 Analise

Leia mais

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 27 REINO MONERA

BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 27 REINO MONERA BIOLOGIA - 1 o ANO MÓDULO 27 REINO MONERA Enzimas relacionadas à respiração e que estão ligadas à face interna da membrana plasmática Como pode cair no enem? (ENEM) O uso prolongado de lentes de contato,

Leia mais

Biologia Professor Vianna 2ª série / 1º trimestre

Biologia Professor Vianna 2ª série / 1º trimestre Biologia Professor Vianna 2ª série / 1º trimestre Módulo 3 PLATELMINTOS E NEMATELMINTOS 1 Ao abrir o envelope com o resultado de seu exame parasitológico de fezes, Jequinha leu Positivo para ovos de Ascaris

Leia mais

SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA

SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA SAÚDE AMBIENTAL E VIGILÂNCIA SANITÁRIA CONTEÚDO 8: Esgoto: Importância do Saneamento básico para o processo saúde/doença, dados atuais do IBGE, Agentes poluidores da água, agentes poluidores de água pelo

Leia mais

Cartilha. Doenças e. Complicações de Verão. Queimaduras solares. Desconforto Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas.

Cartilha. Doenças e. Complicações de Verão. Queimaduras solares. Desconforto Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Cartilha Doenças e Complicações de Verão Queimaduras solares. Desconforto Micoses. Coceira. Desidratação. Fungos. Infecções. Ardência. Manchas. Devido às condições climáticas, diversas são as doenças e

Leia mais

SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA

SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA INTRODUÇÃO SEGURANÇA ALIMENTAR NA AVICULTURA Nos dias de hoje, é indiscutível a necessidade do controle da presença de microrganismos nas rações de aves, devido principalmente às mudanças recentes nas

Leia mais

Cadeia epidemiológica

Cadeia epidemiológica Cadeia epidemiológica As doenças infeciosas transmitem-se através de uma cadeia Agente causal ou invasor Reservatório Saída do reservatório (ou porta de saída) Modo de contágio Entrada no hospedeiro (ou

Leia mais

Toxoplasma gondii. Ciclo de vida e patogênese com foco para imunodeprimidos

Toxoplasma gondii. Ciclo de vida e patogênese com foco para imunodeprimidos Toxoplasma gondii Ciclo de vida e patogênese com foco para imunodeprimidos INTRODUÇÃO O Toxoplasma gondii é um protozoário intracelular obrigatório, para que seu ciclo de vida esteja completo, precisa

Leia mais

Vírus. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA

Vírus. Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Vírus Leonardo Rodrigues EEEFM GRAÇA ARANHA Virologia Virologia. Ramo da Biologia que estuda os vírus e suas propriedades. Vírus é totalmente inerte fora da sua célula hospedeira; Dependem totalmente da

Leia mais

FONTES DE ENERGIA. Energia. [Do gr. energéia, pelo lat. energia]. 1. Maneira como se

FONTES DE ENERGIA. Energia. [Do gr. energéia, pelo lat. energia]. 1. Maneira como se Energia. [Do gr. energéia, pelo lat. energia]. 1. Maneira como se exerce uma força. 2. Força moral; firmeza. 3. Vigor, força. 4. Filos. Segundo Aristóteles, o exercício mesmo da atividade, em oposição

Leia mais

ANÁLISES CLÍNICAS. conhecimento que trabalha com o estudo de. alguma substância de forma a coletar dados e

ANÁLISES CLÍNICAS. conhecimento que trabalha com o estudo de. alguma substância de forma a coletar dados e ANÁLISES CLÍNICAS ANÁLISES CLÍNICAS A análise clínica é o ramo de conhecimento que trabalha com o estudo de alguma substância de forma a coletar dados e apontar diagnósticos a respeito da saúde do paciente.

Leia mais

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos

FISPQ Ficha de Informação de Segurança de Produtos Químicos revisão: 01 Identificação do produto e da Empresa Nome do Natureza Química: Desinfetante de uso geral Autorização de Funcionamento / MS Nº: 3.04500.8 Produto Registrado na ANVISA/MS Nº: 3.0453434.6 Publicação

Leia mais

EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1

EBI 123 de Pedome. Diana Dinis Nº7. Inês Marques Nº9. Sónia Nunes Nº20. Vera Oliveira Nº23 8ºB 1 Poluição do Solo Trabalho elaborado por: Diana Dinis Nº7 Inês Marques Nº9 Sónia Nunes Nº20 Vera Oliveira Nº23 Turma: Disciplina: Ciências Naturais Professora: Raquel Soares 1 Índice Poluição do Solo...

Leia mais

RUMO PRÉ VESTIBULAR Apostila 1 Biologia B. Ecologia. Prof.ª Carol

RUMO PRÉ VESTIBULAR Apostila 1 Biologia B. Ecologia. Prof.ª Carol RUMO PRÉ VESTIBULAR Apostila 1 Biologia B Ecologia Prof.ª Carol Aula 2 Ambiente e energia Dentro de um ecossistema, as espécies se comportam como produtoras, consumidoras ou decompositoras. PRODUTORES:

Leia mais

AS MOLÉCULAS DA VIDA. COMPOSIÇÃO DOS SERES VIVOS De que são formados os seres vivos? ELEMENTOS QUÍMICOS QUE COMPÕEM OS

AS MOLÉCULAS DA VIDA. COMPOSIÇÃO DOS SERES VIVOS De que são formados os seres vivos? ELEMENTOS QUÍMICOS QUE COMPÕEM OS AS MOLÉCULAS DA VIDA COMPOSIÇÃO DOS SERES VIVOS De que são formados os seres vivos? ELEMENTOS QUÍMICOS QUE COMPÕEM OS SERES VIVOS CERCA DE TRINTA ELEMENTOS CONSTITUEM AS CÉLULAS QUE COMPÕEM OS SERES VIVOS.

Leia mais

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares

ECOLOGIA. Conceitos fundamentais e relações alimentares ECOLOGIA Conceitos fundamentais e relações alimentares A ECOLOGIA estuda as relações dos seres vivos entre si e deles com o ambiente onde vivem. Assunto da atualidade: crescimento exagerado da população

Leia mais

ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013

ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013 ESCOLA ESTADUAL EDGAR BARBOSA OFICINA: QUÍMICA AMBIENTAL E RECICLAGEM NATAL/RN 2013 LIXO 2º ENCONTRO OBJETIVO: Relatar a composição química do lixo e os prováveis danos causados, além de discutir principais

Leia mais

Exercitando Ciências Tema: Solos. Esta lista de exercícios aborda o conteúdo curricular Solos Origem e Tipos de solos.

Exercitando Ciências Tema: Solos. Esta lista de exercícios aborda o conteúdo curricular Solos Origem e Tipos de solos. Exercitando Ciências Tema: Solos Esta lista de exercícios aborda o conteúdo curricular Solos Origem e Tipos de solos. 1. O solo é um componente terrestre essencial para os seres vivos e também para a realização

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) VANTAGE LIMPA CARPETES E TAPETES

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) VANTAGE LIMPA CARPETES E TAPETES Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: Código interno: 7519 (12/500 ml) Aplicação: Limpar Carpetes e Tapetes. Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110

Leia mais

Curso Técnico Subsequente em Meio Ambiente MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Subsequente em Meio Ambiente MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Subsequente em Meio Ambiente CÂMPUS Florianópolis MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Unidade Curricular C/H Semestral Pré-Requisito Códigos e Linguagens 40 Estudos

Leia mais

PROJETO DE LEI N o 4137, DE 2004

PROJETO DE LEI N o 4137, DE 2004 PROJETO DE LEI N o 4137, DE 2004 (Do Sr. Julio Lopes) Estabelece normas gerais para utilização e disposição de biossólidos gerados por estações de tratamento de esgotos e de lixo, e dá outras providências.

Leia mais

THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA. 50 mg/g

THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA. 50 mg/g THIABENA UCI-FARMA INDÚSTRIA FARMACÊUTICA LTDA. POMADA DERMATOLÓGICA 50 mg/g I) IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Thiabena tiabendazol FORMA FARMACÊUTICA E APRESENTAÇÃO THIABENA POMADA DERMATOLÓGICA: Embalagem

Leia mais

Materiais: Folhas secas de serapilheira ou serragem; Resíduos orgânicos devidamente triturados; Regador; Termômetro digital (opcional).

Materiais: Folhas secas de serapilheira ou serragem; Resíduos orgânicos devidamente triturados; Regador; Termômetro digital (opcional). A compostagem é um processo de decomposição da matéria orgânica pela ação de fungos, bactérias e outros microrganismos que, em condições ótimas de umidade, temperatura e aeração, são capazes de transformar

Leia mais

Manejo. Broca. Rizoma. Manejo. Bananeira. da broca do rizoma da

Manejo. Broca. Rizoma. Manejo. Bananeira. da broca do rizoma da Manejo Manejo da broca do rizoma da Bananeira Broca Rizoma Broca-do-rizoma Adulto e Larvas Broca-do-rizoma Cosmopolites sordidus (Germ.) (Coleoptera: Curculionidae) Foto: Nilton F. Sanches Adulto: besouro

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) DETERGENTE LIMPOL (Neutro, Cristal, Limão, Coco, Maçã, Chá Verde, Laranja e Caribe)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) DETERGENTE LIMPOL (Neutro, Cristal, Limão, Coco, Maçã, Chá Verde, Laranja e Caribe) Página 1 de 7 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome: Detergente Limpol Códigos internos: Neutro: 5004 (500ml) / 19008 (5L) Cristal: 5002 (500ml) Limão: 5003 (500ml) Coco: 5006 (500ml) Maçã: 5005

Leia mais

1) Conceitos e definições:

1) Conceitos e definições: SANEAMENTO: A EDUCAÇÃO AMBIENTAL E A MELHORIA DAS CONDIÇÕES DE VIDA - COLETA E TRATAMENTO DE ESGOTOS 1) Conceitos e definições: 1.1) Esgoto: É um sistema destinado a escoar e tratar os dejetos dos diversos

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 7 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome do produto: PRATICE LIMPADOR Códigos internos: Pratice Limpador Cerâmica e Porcelanato - 07175 Pratice Limpador Laminados - 07176 Pratice Limpador

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ÓLEO PARA MÓVEIS Q BRILHO

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) ÓLEO PARA MÓVEIS Q BRILHO Página 1 de 5 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: ÓLEO PARA MÓVEIS Q BRILHO Códigos internos: 12/200 ml: 7570 Aplicação: Proteger, dar brilho e revitalizar a madeira. Empresa: BOMBRIL

Leia mais

Foto: Juçara Bordin Local: Chile, Parque Nacional Torres del Paine. Curso: Água: gotas de conscientização

Foto: Juçara Bordin Local: Chile, Parque Nacional Torres del Paine. Curso: Água: gotas de conscientização Foto: Juçara Bordin Local: Chile, Parque Nacional Torres del Paine Curso: Água: gotas de conscientização Água nos seres vivos SOMOS FEITOS DE ÁGUA! Um recém nascido pesa cerca de 3 quilos. Você poderia

Leia mais

Palestrante: Arno E. Henn Administrador e Gestor Ambiental

Palestrante: Arno E. Henn Administrador e Gestor Ambiental Palestrante: Arno E. Henn Administrador e Gestor Ambiental Missão Promover qualidade de vida ao ser humano e preservação da biodiversidade através de soluções em saneamento ambiental Linha Cristal, s/nº

Leia mais

Classificação das Vitaminas

Classificação das Vitaminas Vitaminas Vitaminas As vitaminas são encontradas em plantas, sementes, grãos, frutas (produz vitaminas durante a fotossíntese) e carne de animais que consumiram esses alimentos. Classificação das Vitaminas

Leia mais

Bacterioses: Aula Programada Biologia. Prof. : Chico Pires

Bacterioses: Aula Programada Biologia. Prof. : Chico Pires : Aula Programada Biologia Prof. : Chico Pires Difteria (crupe) Agente Etiológico: Corynebacterium diphtheriae Forma de transmissão: Pelo ar contaminado e pela saliva Sintomas: Inflamação das tonsilas

Leia mais

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1

25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 25 a 28 de Outubro de 2011 ISBN 978-85-8084-055-1 ANÁLISE DA QUALIDADE MICROBIOLÓGICA DA ÁGUA, AO LONGO DA CADEIA PRODUTIVA DE TILÁPIA DO NILO (Oreochromis niloticus), NA REGIÃO NORTE DO ESTADO DO PARANÁ

Leia mais

APRESENTAÇÃO DA ASSEPTEC AMBIENTAL

APRESENTAÇÃO DA ASSEPTEC AMBIENTAL APRESENTAÇÃO DA ASSEPTEC AMBIENTAL Sirvo-me do presente para apresentar a V.sa., a empresa ASSEP TEC AMBIENTAL LTDA ME e via de consequência a prestação de serviços de descontaminação e assepsia completa

Leia mais

Dengue. Zika vírus. A dengue é uma doença causada por um vírus e transmitida pela picada de um mosquito, o Aedes Aegypti.

Dengue. Zika vírus. A dengue é uma doença causada por um vírus e transmitida pela picada de um mosquito, o Aedes Aegypti. Alguns sintomas da Dengue A dengue é uma doença causada por um vírus e transmitida pela picada de um mosquito, o Aedes Aegypti. Zika vírus O mosquito que já transmitia a dengue agora pode transmitir também

Leia mais

Insetos e Microrganismos. BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot. Insetos e Microrganismos TIPOS DE MICRORGANISMOS

Insetos e Microrganismos. BAN 160 Entomologia Geral Insetos e Microrganismos. Sam Elliot. Insetos e Microrganismos TIPOS DE MICRORGANISMOS BAN 160 Entomologia Geral Fenótipo Extendido e Teias Alimentares Exemplos Sam Elliot Vírus TIPOS DE MICRORGANISMOS Bactérias Protozoários 1 Vírus Eucariota (ex. Protozoário, Levedura) Fungos (incl. Leveduras)

Leia mais

Biologia. Rubens Oda e Alexandre Bandeira (Hélio Fresta) Ecologia

Biologia. Rubens Oda e Alexandre Bandeira (Hélio Fresta) Ecologia Ecologia Ecologia 1. Uma pequena quantidade da levedura Saccharomyces cerevisae foi inoculada em um tubo de ensaio, contendo meio apropriado. O desenvolvimento dessa cultura está representado no gráfico

Leia mais

Aluno (a): Professor:

Aluno (a): Professor: 2º BIM P2 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS 6º ANO Aluno (a): Professor: Turma: Turno:... Data: / / Unidade: ( ) Asa Norte ( ) Águas Lindas ( )Ceilândia ( ) Gama ( )Guará ( ) Pistão

Leia mais

É a superfície coberta por água o que corresponde a 70% da mesma; Encontrada em: - Oceanos; - Mares; - Águas continentais (rios, lagos e geleiras);

É a superfície coberta por água o que corresponde a 70% da mesma; Encontrada em: - Oceanos; - Mares; - Águas continentais (rios, lagos e geleiras); É a superfície coberta por água o que corresponde a 70% da mesma; Encontrada em: - Oceanos; - Mares; - Águas continentais (rios, lagos e geleiras); - 97,5% é água salgada - 2,5% apenas é água doce Distribuição:

Leia mais

FISPQ. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. LAVA ROUPA MALTEX (Tradicional, Coco)

FISPQ. Ficha de Informação de Segurança de Produto Químico. LAVA ROUPA MALTEX (Tradicional, Coco) Página 1 de 5 LAVA ROUPA MALTEX (Tradicional, Coco) 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA 1.1. Nome do produto:lava Roupa Maltex 1.2. Aplicação:Lava sem deixar resíduos e com mais maciez, é a solução

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 5 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: Sabão de Coco em Pó Mon Bijou (500g) Códigos interno: 16002 Empresa: BOMBRIL S/A Telefone de Emergência: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES

Leia mais

Platelmintos. Principais Verminoses: Esquistossomose ou Barriga d`água. Teníase. Cisticercose

Platelmintos. Principais Verminoses: Esquistossomose ou Barriga d`água. Teníase. Cisticercose Platelmintos Principais Verminoses: Esquistossomose ou Barriga d`água. Teníase. Cisticercose Esquistossomose ou Barriga d`água Agente Etiológico: Schistosoma mansoni. Hospedeiro Intermediário: Biomphlaria

Leia mais

ECOSSISTEMA : = = UNIDADE DE ESTUDO DA ECOLOGIA SISTEMA DE RELAÇÕES ENTRE SERES VIVOS E FATORES FÍSICOS E QUÍMICOS DO MEIO

ECOSSISTEMA : = = UNIDADE DE ESTUDO DA ECOLOGIA SISTEMA DE RELAÇÕES ENTRE SERES VIVOS E FATORES FÍSICOS E QUÍMICOS DO MEIO ECOLOGIA INTRODUÇÃO ECOSSISTEMA : UNIDADE DE ESTUDO DA ECOLOGIA SISTEMA DE RELAÇÕES ENTRE SERES VIVOS E FATORES FÍSICOS E QUÍMICOS DO MEIO FATORES BIÓTICOS = = FATORES ABIÓTICOS Os ecossistemas são formados

Leia mais

Pamella Vale Valdicleia

Pamella Vale Valdicleia Orientadores: Maria Clara Santos Sálvio Macedo Orientandos: Ana Cláudia Jéssica Moraes Pamella Vale Valdicleia INDICADORES AMBIENTAIS O IBGE (2008) define indicador como uma ferramenta constituída por

Leia mais

Avaliação e monitoramento do rebanho de capivaras de vida livre no campus do IFMG Bambuí

Avaliação e monitoramento do rebanho de capivaras de vida livre no campus do IFMG Bambuí Avaliação e monitoramento do rebanho de capivaras de vida livre no campus do IFMG Bambuí Dirlei Ribeiro de SOUZA¹; André Luiz da Costa PAIVA²; Marcelo José de PAULA³. 1 Estudante de Zootecnia. Instituto

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos)

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) Página 1 de 7 1 - IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA: Nome: Sabão em Barra Limpol com Amaciante Código interno: 15503 Empresa: BOMBRIL S/A TELEFONE DE EMERGÊNCIA: 0800 014 8110 2 - COMPOSIÇÃO E INFORMAÇÕES

Leia mais

Relatório de Vistoria Técnica realizada nos dias 21 e 22/10/2008 nas praias da Região Metropolitana do Natal - RN.

Relatório de Vistoria Técnica realizada nos dias 21 e 22/10/2008 nas praias da Região Metropolitana do Natal - RN. MONITORAMENTO DAS CONDIÇÕES DE BALNEABILIDADE DAS PRAIAS DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE Relatório de Vistoria Técnica realizada nos dias 21 e 22/10/2008 nas praias da Região Metropolitana do Natal -

Leia mais

Biodiversidade e prosperidade económica

Biodiversidade e prosperidade económica Biodiversidade e prosperidade económica Helena Castro e Helena Freitas Centro de Ecologia Funcional Universidade de Coimbra O que é a biodiversidade? Biodiversidade é a variedade de seres vivos. Aqui se

Leia mais

O USO DE FUNGOS NEMATÓFAGOS NO CONTROLE BIOLÓGICO DE NEMATÓIDES PARASITAS: REVISÃO DE LITERATURA

O USO DE FUNGOS NEMATÓFAGOS NO CONTROLE BIOLÓGICO DE NEMATÓIDES PARASITAS: REVISÃO DE LITERATURA O USO DE FUNGOS NEMATÓFAGOS NO CONTROLE BIOLÓGICO DE NEMATÓIDES PARASITAS: REVISÃO DE LITERATURA GIROTTO, Marcos José AQUINO, Luiz Fernando B. PEREZ, Renato Belei Discentes do Curso de Medicina Veterinária

Leia mais

MAPEAMENTO DE RISCO O MAPA DE RISCOS

MAPEAMENTO DE RISCO O MAPA DE RISCOS Professor: Eng. Alexandre Dezem Bertozzi MAPEAMENTO DE RISCO Percebeu-se, na década de 70, a necessidade de se criar uma nova metodologia que mapeasse os riscos ambientais dos locais de trabalho. Esse

Leia mais

O lixo. Média de lixo produzida por dia. Disposição final do lixo

O lixo. Média de lixo produzida por dia. Disposição final do lixo O lixo Lixo é tudo aquilo que não tem mais utilidade. Não podemos dizer que é lixo é aquilo que não tem mais valor, pois o que não tem valor para mim pode ter para outra pessoa. Média de lixo produzida

Leia mais

Prof. Marcelo Langer. Curso de Biologia. Aula 30 Ecologia

Prof. Marcelo Langer. Curso de Biologia. Aula 30 Ecologia Prof. Marcelo Langer Curso de Biologia Aula 30 Ecologia RELAÇÃO ENTRE SERES VIVOS RELAÇÕES INTERESPECÍFICAS HARMÔNICAS Comensalismo entre indivíduos de espécies diferentes, um se alimenta das sobras ou

Leia mais

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo

Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo SOLO CONSERVAÇÃO Erosão Alguns processos erosivos que contribuem para o empobrecimento do solo Assoreamento: Depósito de acúmulo de sedimentos nos cursos d água, geralmente provocada, principalmente, pela

Leia mais

FISPQ ISOPREN BRANCO Ver Pag.1 /5

FISPQ ISOPREN BRANCO Ver Pag.1 /5 FISPQ ISOPREN BRANCO Ver. 2017 Pag.1 /5 1. Identificação do produto e da empresa Nome do produto: ISOPREN BRANCO Empresa: CITIMAT IMPERMEABILIZANTES LTDA Endereço: RUA COMENDADOR SOUSA 72 A 94 Telefone:

Leia mais

Fluxo de Energia e Circulação de Matéria nos Ecossistemas. Ciências Naturais 8º ano

Fluxo de Energia e Circulação de Matéria nos Ecossistemas. Ciências Naturais 8º ano Fluxo de Energia e Circulação de Matéria nos Ecossistemas Qual é a principal fonte de energia nos ecossistemas? A principal fonte de energia é o Sol. Como é que a energia solar é captada pelos seres vivos?

Leia mais

Poluição da Água. a) Petróleo

Poluição da Água. a) Petróleo Poluição da Água a) Petróleo Causa: derramamento na água. Características: não miscível com a água; mancha se espalha por quilômetros. Consequências: - Tóxico para as espécies aquáticas;. - A mancha impede

Leia mais

Cortifar Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Creme dermatológico 0,64 mg/g de dipropionato de betametasona

Cortifar Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Creme dermatológico 0,64 mg/g de dipropionato de betametasona Cortifar Laboratório Farmacêutico Elofar Ltda. Creme dermatológico 0,64 mg/g de dipropionato de betametasona I- IDENTIFICAÇÃO DO MEDICAMENTO Cortifar dipropionato de betametasona MEDICAMENTO SIMILAR EQUIVALENTE

Leia mais

FILO NEMATODA. Protostômios Pseudocelomados. Simetria bilateral Triblásticos. Ametaméricos

FILO NEMATODA. Protostômios Pseudocelomados. Simetria bilateral Triblásticos. Ametaméricos FILOS ANIMAIS FILO NEMATODA São encontrados em grande diversidade de ambientes, com representantes no mar, em água doce, entre os grãos de sedimento do solo, além de formas parasitas de plantas e de animais,

Leia mais

www.drapriscilaalves.com.br [CINOMOSE]

www.drapriscilaalves.com.br [CINOMOSE] www.drapriscilaalves.com.br [CINOMOSE] 2 cinomose A cinomose é uma doença viral altamente contagiosa que afeta os cães e todos os animais da família Canidae (Dingo, raposa, coiote, lobo), da família Mustelidae

Leia mais

COLÉGIO EQUIPE DE JUIZ DE FORA

COLÉGIO EQUIPE DE JUIZ DE FORA 1) Quais substâncias conferem aos ossos, respectivamente, dureza e flexibilidade? 2) Diferencie hemácias e leucócitos quanto à função no organismo. 3) Sobre o tecido nervoso, responda: a) Quais são os

Leia mais

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) LUSTRA MÓVEIS Q BRILHO

FISPQ (Ficha de Informações de Segurança de Produtos Químicos) LUSTRA MÓVEIS Q BRILHO Página 1 de 6 1. IDENTIFICAÇÃO DO PRODUTO E DA EMPRESA Nome do Produto: LUSTRA MÓVEIS Q BRILHO Códigos internos: Flor de Lavanda 12/200 ml: 7560 12/500 ml: 7561 Flor de Laranjeira 12/200 ml: 7564 12/500

Leia mais

ROTEIRO DE ESTUDO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 2.º ANO/EF

ROTEIRO DE ESTUDO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 2.º ANO/EF SOCIEDADE MINEIRA DE CULTURA MANTENEDORA DA PUC Minas E DO COLÉGIO SANTA MARIA ROTEIRO DE ESTUDO III ETAPA LETIVA CIÊNCIAS 2.º ANO/EF 2015 Caro(a) aluno(a), É tempo de conferir os conteúdos estudados na

Leia mais

2- DESCREVA a função de cada um dos TIPOS de alimentos da questão anterior.

2- DESCREVA a função de cada um dos TIPOS de alimentos da questão anterior. Atividade de Estudo - Ciências 4º ano Nome: 1- A alimentação é muito importante para manter o corpo forte e saudável. Os alimentos podem ser classificados em 3 tipos: construtores, reguladores e energéticos.

Leia mais

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA

EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA EFEITO DO PRODUTO DIFLY S3 NO CONTROLE DO CARRAPATO BOOPHILUS MICROPLUS EM BOVINOS DA RAÇA GIR, MESTIÇA E HOLANDESA Cláudia Santos Silva (1), Américo Iorio Ciociola Júnor (2), José Mauro Valente Paes (2),

Leia mais

As quatro formas que as pulgas assumem em seu ciclo de vida

As quatro formas que as pulgas assumem em seu ciclo de vida São insetos que parasitam externamente aves e mamíferos. Possuem hábitos cosmopolitas, isto é, adaptam-se em qualquer local, inclusive aqueles com pouca exigência de condições ambientais. No ambiente urbano,

Leia mais

II-173 A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO COMO ORIGEM DA POLUIÇÃO DOS CORPOS RECEPTORES: UM ESTUDO DE CASO.

II-173 A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO COMO ORIGEM DA POLUIÇÃO DOS CORPOS RECEPTORES: UM ESTUDO DE CASO. II-173 A FALTA DE SANEAMENTO BÁSICO COMO ORIGEM DA POLUIÇÃO DOS CORPOS RECEPTORES: UM ESTUDO DE CASO. Anaxsandra da Costa Lima (1) Graduanda em Engenheira Civil pela Escola Universidade Federal do Rio

Leia mais

A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico

A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico A experiência da Embrapa Milho e Sorgo com análises de solo cultivado com milho transgênico Francisco Adriano de Souza Embrapa Milho e Sorgo - CNPMS Porque nos devemos zelar pela saúde do solo? 1. Nos

Leia mais

PROJETO PARA IMPLANTAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM RESTAURANTES COMERCIAIS DAS PRINCIPAIS CIDADES TURÍSTICAS DO ESTADO DE GOIÁS.

PROJETO PARA IMPLANTAÇÃO DAS BOAS PRÁTICAS DE FABRICAÇÃO EM RESTAURANTES COMERCIAIS DAS PRINCIPAIS CIDADES TURÍSTICAS DO ESTADO DE GOIÁS. SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE SECRETARIA DE ESTADO DA SAÚDE SUPERINTENDÊNCIA DE VIGILÂNCIA SANITÁRIA GERÊNCIA DE DESENVOLVIMENTO TÉCNICO EM PRODUTOS COORDENADORIA DE ALIMENTOS PROJETO PARA IMPLANTAÇÃO DAS BOAS

Leia mais

Fixação 2ª etapa 4ª ano/2014 CIÊNCIAS

Fixação 2ª etapa 4ª ano/2014 CIÊNCIAS Fixação 2ª etapa 4ª ano/2014 CIÊNCIAS A VIDA SOB O MICROSCÓPIO Micro: pequeno / scopio: ato de ver O estudo de seres microscópicos só foi possível devido a descoberta e aperfeiçoamento do microscópio,

Leia mais

ZOONOSES VIRAIS HELTON FERNANDES DOS SANTOS. Méd. Veterinário (UFRGS / IPVDF)

ZOONOSES VIRAIS HELTON FERNANDES DOS SANTOS. Méd. Veterinário (UFRGS / IPVDF) ZOONOSES VIRAIS HELTON FERNANDES DOS SANTOS Méd. Veterinário (UFRGS / IPVDF) Doenças X Animais Desde a antiguidade o homem relacionou o surgimento de certas doenças com a presença de animais. Peste Negra

Leia mais

Estudo para o Exame Final-2012 Disciplina: Ciências Naturais Professor: Ana Elisa Lopes

Estudo para o Exame Final-2012 Disciplina: Ciências Naturais Professor: Ana Elisa Lopes Estudo para o Exame Final-2012 Disciplina: Ciências Naturais Professor: Ana Elisa Lopes Q u e r i d o s a l u n o s, c h e g o u a h o r a d e e s t u d a r m a i s u m p o u c o p a r a a t i n g i r

Leia mais

Coordenador: Prof. Dr. Paolo Alfredini Professor Livre-Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e-mail: alfredin@usp.

Coordenador: Prof. Dr. Paolo Alfredini Professor Livre-Docente da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo e-mail: alfredin@usp. DIAGNÓSTICO SOBRE OS EFEITOS DA ELEVAÇÃO DO NÍVEL DO MAR DECORRENTE DO AQUECIMENTO GLOBAL DA ATMOSFERA NOS ECOSSISTEMAS COSTEIROS BRASILEIROS SUB-REGIÃO DO LITORAL DAS REGIÕES SUDESTE E SUL ESTUDO DE CASO

Leia mais

3. (1,0) Podemos afirmar que o inseto Jesus participa de uma teia alimentar. Por quê?

3. (1,0) Podemos afirmar que o inseto Jesus participa de uma teia alimentar. Por quê? QiD 2 6º ANO PARTE 4 CIÊNCIAS 1. (1,0) Leia o texto abaixo e identifique a que palavras correspondem os números 1 e 2. Os componentes bióticos de um ecossistema formam a 1 desse lugar, que é representada

Leia mais

SAIBA COMO SE PREVENIR CONTRA A TOXOPLASMOSE

SAIBA COMO SE PREVENIR CONTRA A TOXOPLASMOSE SAIBA COMO SE PREVENIR CONTRA A TOXOPLASMOSE Antônio Marcos Guimarães* Do Woong Kim** Gizela Melina Galindo** Maria de Lourdes Oliveira Souza*** Milton Carlos Grim Costa** Miriam Aparecida dos Santos**

Leia mais

EQUIPE DE QUALIDADE E GESTÃO AMBIENTAL (DQGA)

EQUIPE DE QUALIDADE E GESTÃO AMBIENTAL (DQGA) EQUIPE DE QUALIDADE E GESTÃO AMBIENTAL (DQGA) - DIRETORIA DE QUALIDADE E GESTÃO AMBIENTAL (DQGA) - FEAM - QUADRO DE INDICADORES E METAS DA DIRETORIA DE QUALIDADE E GESTÃO AMBIENTAL (DQGA) FEAM CÓD OBJETIVO

Leia mais

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO

CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS BIOLÓGICAS E SAÚDE SUBÁREA: MEDICINA VETERINÁRIA INSTITUIÇÃO: UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO TÍTULO: AVALIAÇÃO DO NÍVEL DE CONHECIMENTO SOBRE ZOONOSES DE PROPRIETÁRIOS DE PEQUENOS ANIMAIS ATENDIDOS NO HOSPITAL VETERINÁRIO DA UNIVERSIDADE ANHANGUERA DE SÃO PAULO (UNIAN) EM SÃO BERNARDO DO CAMPO

Leia mais

TRATAMENTO DO EFLUENTES

TRATAMENTO DO EFLUENTES TRATAMENTO DO EFLUENTES Para que serve tratamento de efluente? Remover as impurezas físicas, químicas, biológicas e organismos patogênicos do EFLUENTE AQUELE QUE FLUI Resíduos (impurezas) proveniente das

Leia mais

Discussão sobre os efeitos da Portaria MMA nº 445, de 17.12.2014

Discussão sobre os efeitos da Portaria MMA nº 445, de 17.12.2014 Audiência Pública Câmara dos Deputados Discussão sobre os efeitos da Portaria MMA nº 445, de 17.12.2014 Brasília, 31 de março de 2015 Lista de espécies ameaçadas Portaria MMA 445/2014 Art. 1º Reconhecer

Leia mais

PLANO DE AULA DOSCENTE

PLANO DE AULA DOSCENTE PLANO DE AULA DOSCENTE CIÊNCIAS NATURAIS 2º Ano Professora: Mariangela Morais Miguel Período: Aproximadamente dias 4. Superfície da Terra (interior/exterior noções de dentro e fora): 4.1. Terra superfície

Leia mais

OS TRANSGÊNICOS E OS IMPACTOS À MICROBIOTA DO SOLO

OS TRANSGÊNICOS E OS IMPACTOS À MICROBIOTA DO SOLO OS TRANSGÊNICOS E OS IMPACTOS À MICROBIOTA DO SOLO Adolf Hitler Cardoso de Araújo (1) Universidade Estadual da Paraíba, adolf_araujo@hotmail.com INTRODUÇÃO A engenharia genética é uma das inovações da

Leia mais

O USO RACIONAL DE COSMÉTICOS E O SEU DESCARTE CONSCIENTE E APELO DO USO POR PRODUTOS DE ORIGENS ORGÂNICA E NATURAL

O USO RACIONAL DE COSMÉTICOS E O SEU DESCARTE CONSCIENTE E APELO DO USO POR PRODUTOS DE ORIGENS ORGÂNICA E NATURAL O USO RACIONAL DE COSMÉTICOS E O SEU DESCARTE CONSCIENTE E APELO DO USO POR PRODUTOS DE ORIGENS ORGÂNICA E NATURAL THE RATIONAL USE OF COSMETICS AND ITS DISPOSAL AND AWARE OF APPEAL FOR USE PRODUCTS ORGANIC

Leia mais

Facyl 500 (tinidazol) Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Comprimido revestido 500 mg

Facyl 500 (tinidazol) Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Comprimido revestido 500 mg Facyl 500 (tinidazol) Medley Indústria Farmacêutica Ltda. Comprimido revestido 500 mg FACYL 500 tinidazol APRESENTAÇÕES Comprimidos revestidos de 500 mg: embalagens com 4 ou 8 comprimidos. USO ORAL USO

Leia mais

FOLDA. Modelo de Bula. tiabendazol. Pomada IDE TIFICAÇÃO DO MEDICAME TO. FORMA FARMACÊUTICA E APRESE TAÇÃO: Pomada 50mg/g: bisnaga com 45 g.

FOLDA. Modelo de Bula. tiabendazol. Pomada IDE TIFICAÇÃO DO MEDICAME TO. FORMA FARMACÊUTICA E APRESE TAÇÃO: Pomada 50mg/g: bisnaga com 45 g. Modelo de Bula FOLDA tiabendazol Pomada IDE TIFICAÇÃO DO MEDICAME TO FORMA FARMACÊUTICA E APRESE TAÇÃO: Pomada 50mg/g: bisnaga com 45 g. USO TÓPICO USO ADULTO E PEDIÁTRICO COMPOSIÇÃO: Cada g contém: tiabendazol...

Leia mais

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS

LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS LISTA DE EXERCÍCIOS CIÊNCIAS P1-3º BIMESTRE 6º ANO FUNDAMENTAL II Aluno (a): Turno: Turma: Unidade Data: / /2016 HABILIDADES E COMPETÊNCIAS Compreender o conceito de solo e sua formação; Identificar as

Leia mais