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1 Publicação dos Despachos da Junta Comercial do Estado do Rio de Janeiro PÁGINAS 4 e 5 1ª FASE 1875 A ª FASE ANO II EDIÇÃO Nº 368 Câmbio (R$) Dólar / BC Compra Venda Paralelo 1,65 1,76 Comercial 1,581 1,582 Turismo 1,54 1,65 Euro / BC 2,303 2,305 Ouro (R$) Grama 78,600 Variação - 1,50% Blue Chips % BMF Bovespa ON + 0,36 Bradesco PN - 0,19 Gerdau PN - 1,09 Itaú Unibanco PN - 0,70 Petrobras PN + 0,87 Sid Nacional PN -10,36 Vale PNA - 0,02 Economia A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) anunciou que vai alterar o edital do trembala para permitir que a empresa que receberá a tecnologia do consórcio vencedor seja escolhida em comum acordo entre o governo e os empresários. PÁGINA 3 QUINTA-FEIRA, 9 DE JUNHO DE 2011 R$ 1,00 Banco Central mantém o aperto monetário para tentar trazer a inflação de volta à meta Beto Barata / AE CASA CIVIL Como já estava previsto pelo mercado financeiro, o Comitê de Política Monetária (Copom) decidiu ontem elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, para 12,25% ao ano. Com o movimento, o Banco Central dá sequência ao processo de aperto monetário que tem por objetivo reverter a tendência da inflação em 12 meses e colocar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de volta à meta de 4,5% em No comunicado ao final do encontro, o BC manteve o teor do texto da decisão de abril: Considerando o balanço de riscos para a inflação, o ritmo ainda incerto de moderação da atividade doméstica, bem como a complexidade que envolve o ambiente internacional, o Comitê entende que a implementação de ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado continua sendo a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta em O ex-diretor do BC e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, disse que, diante da sinalização dada em abril, o Copom não tinha alternativa a não ser subir o juro em 0,25 ponto. Segundo ele, as condições da economia, com desaceleração do crescimento e redução nos índices de preços, até permitiriam manter a Selic, mas diante da mensagem passada pelo BC e das expectativas para 2012 ainda acima do centro da meta, a alta do juro básico é uma questão de coerência. Em nota à imprensa, o presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse que o aumento da Selic foi muito mal recebido pelo setor produtivo, uma vez que a economia já mostra sinais de desaceleração. O líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP), também divulgou nota criticando a decisão do Copom, e afirmando que a taxa de juros, hoje em 12,25%, continua sendo uma das mais altas praticadas no mundo. PÁGINA 2 Fabio Rodrigues Pozzebom / ABr José Geraldo da Fonseca Direitos e Deveres Se, na separação do casal, o cônjuge responsável pelo contrato de trabalho não quer ou não pode continuar pagando os seus salários, não há nenhum óbice a que dispense o empregado, desde que pague as verbas rescisórias. PÁGINA 8 Justiça Depois de quatro anos preso no Brasil, o exativista italiano Cesare Battisti será libertado. O STF entendeu, pelo placar de 6 votos a 3, que Battisti deve ser solto porque a decisão do ex-presidente Lula, que negou a extradição, é legal. PÁGINA 8 Para Bonilha, é um momento histórico É mais um momento histórico da Telebrás, afirmou o presidente da estatal, Caio Bonilha, depois de assinar, ontem, o primeiro contrato com um provedor de internet para a oferta de banda larga de 1 mega a R$ 35, nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga. Bonilha assumiu o cargo há uma semana O contrato foi assinado com a Sadnet, provedor de Santo Antônio do Descoberto (GO). Bonilha disse que a Telebrás vai monitorar a oferta da banda larga a R$ 35. PÁGINA 3 A Suzano Papel e Celulose anunciou ontem a intenção de investir R$ 3,5 bilhões neste ano, valor que poderá saltar para R$ 9,7 bilhões quando somados os aportes previstos para 2012 e Mas, para viabilizar esse plano de crescimento, a companhia precisará recorrer a parcerias e venda de ativos. O presidente da Suzano, Antonio Maciel Neto, disse que o aporte de R$ 3,5 bilhões este ano coloca a empresa entre os cinco maiores investidores de PÁGINA 6 Gleisi diz que seguirá o exemplo da presidente Dilma e atuará de forma técnica A nova ministra-chefe da Casa Civil, senadora Gleisi Hoffmann (PT- PR), disse ontem que vai atuar de forma técnica, seguindo o exemplo da presidente Dilma Rousseff. Em seu discurso de posse, Gleisi lembrou que foi na Casa Civil, no governo do ex-presidente Lula, que Dilma pôde mostrar sua capacidade como gestora. Gleisi assume o cargo em substituição a Antonio Palocci, que se demitiu terça-feira. PÁGINA 7 FRANKLIN DE FREITAS / AE 35 DIAS DE GREVE - Os 3,1 mil metalúrgicos da fábrica da Volkswagen instalada em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, decidiram em assembleia ontem à tarde continuar a paralisação que já completou 35 dias com vistas a conseguir melhorias nos valores de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). PÁGINA 2

2 ECONOMIA 2 Quinta-feira, 9 de junho de 2011 Taxa básica de juros passa de 12% para 12,25% ao ano, conforme estava previsto pelos analistas do mercado financeiro Fabio Graner O Comitê de Política Monetária (Copom) seguiu exatamente o roteiro previsto pelo mercado financeiro e decidiu ontem elevar a taxa básica de juros (Selic) em 0,25 ponto percentual, para 12,25% ao ano. Com o movimento, o colegiado do Banco Central dá sequência ao processo de aperto monetário que tem por objetivo reverter a tendência dos indicadores de preços em 12 meses e colocar o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de volta à meta de 4,5% em Ao anunciar a decisão, o BC manteve o teor do comunicado da decisão de abril. Considerando o balanço de riscos para a inflação, o ritmo ainda incerto de moderação da atividade doméstica, bem como a complexidade que envolve o ambiente internacional, o Comitê entende que a implementação de ajustes das condições monetárias por um período suficientemente prolongado continua sendo a estratégia mais adequada para garantir a convergência da inflação para a meta em 2012, disse o colegiado no comunicado de ontem. A elevação da taxa de juros busca conter o ímpeto da demanda de bens e serviços na economia Fabrício de Castro A alta de 0,25 ponto percentual da taxa básica de juros da economia (Selic) terá um efeito reduzido nas operações de crédito. A avaliação é da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), que projetou o impacto da elevação da Selic, de 12% para 12,25% ao ano, sobre as taxas cobradas de consumidores e empresas. De acordo com a Anefac, o efeito será pequeno porque existe um deslocamento muito grande entre a taxa Selic e as taxas cobradas ao consumidor que, na média da pessoa física, atingem 121,96% ao ano. A diferença entre a Selic e o que é brasileira, que tem sido apontado como um dos fatores por trás da escalada dos preços no País. Com juros mais altos, não só o crédito fica mais caro (especialmente em um ambiente no qual medidas adotadas pelo governo restringem o alongamento de prazos) para os consumidores, mas também se cria um incentivo para as pessoas guardarem dinheiro ao invés de efetivamente cobrado das empresas também é grande. Pelas projeções da Anefac, a alta da Selic para 12,25% ao ano fará os juros cobrados no comércio subirem de 95,15% para 95,60% ao ano. A taxa média do cartão de crédito passará de 238,30% para 239,03% ao ano. No caso do cheque especial, a alta da Selic fará a taxa de juros subir de 155,20% para 155,76% ao ano. As operações de crédito em bancos e financeiras também ficarão um pouco mais caras para o consumidor. A taxa de juros média do crédito direto ao consumidor (CDC) oferecido por bancos para a compra de automóveis subirá de 33,23% para 33,55% ao ano. Já o empréstimo pessoal realizado em aproveitarem seus ganhos de renda para gastar mais. CNC - O ex-diretor do BC e economista-chefe da Confederação Nacional do Comércio (CNC), Carlos Thadeu de Freitas, explicou que, diante da sinalização dada em abril, o Copom não tinha alternativa a não ser subir o juro em 0,25 ponto percentual. Segundo o economista, bancos passará de 74,52% para 74,92% ao ano. Nas financeiras, os juros médios dos empréstimos pessoais passarão de 196,50% para 197,15% ao ano. Na prática, as altas projetadas indicam pequenos aumentos, em reais, para o consumidor. De acordo com Miguel José Ribeiro de Oliveira, vice-presidente da Anefac, com a Selic em 12,25% ao ano, o consumidor que for financiar a compra de uma geladeira de R$ 1,5 mil (preço à vista) em 12 vezes (zero de entrada mais 12 prestações) pagará parcelas mensais de R$ 176,47 (juros de 5,75% ao mês ou 95,60% ao ano). Antes da mudança, com a Selic em 12% ao ano, as prestações eram de R$ 176,28 (5,73% ao mês ou 95,15% ao ano). as condições da economia, com desaceleração do crescimento e redução nos índices de preços, até permitiriam manter a Selic, mas diante da mensagem passada pelo BC e das expectativas para 2012 ainda acima do centro da meta, a alta do juro básico é uma questão de coerência. Para Freitas, o aperto monetário de 0,25 ponto agora tem O presidente da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Paulo Skaf, disse, em nota distribuída ontem à noite, que o aumento de 0,25 ponto percentual na taxa Selic foi muito mal recebido pelo setor produtivo, uma vez que a economia já mostra sinais de desaceleração. Depois de cinco semanas de queda consecutiva na expectativa de inflação, da queda de 3,8% na produção da indústria paulista e de 2,1% da (produção) brasileira de abril ante março, eu gostaria de saber por que os juros ainda subiram, afirmou. Skaf questionou os motivos que levaram o Copom a elevar os juros mais uma vez e afirmou que a decisão prejudica as contas públicas, atrai capital estrangeiro especulativo, sobrevaloriza a moeda e diminui a competitividade da indústria nacional. Tenho certeza que a sociedade Evandro Fadel Os 3,1 mil metalúrgicos da fábrica da Volkswagen instalada em São José dos Pinhais, na região metropolitana de Curitiba, decidiram em assembleia ontem à tarde continuar a paralisação que já completou 35 dias com vistas a conseguir melhorias nos valores de Participação nos Lucros e Resultados (PLR). De acordo com o Sindicato dos Metalúrgicos da Grande Curitiba, na reunião realizada pela manhã com diretores da Volkswagen nenhuma nova proposta foi apresentada. O sindicato tem pedido R$ 12 mil de PLR, com a primeira brasileira também não compreendeu as razões desse aumento inadequado e inoportuno, que prejudica todo o País, afirmou. Lojistas - O presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), Roque Pellizzaro Junior, lamentou a decisão do Copom. Em nota, ele criticou o excesso de cautela do Banco Central. A nossa posição é que se poderia ter mantido a Selic como estava, em 12%, uma vez que os efeitos dos juros altos já se mostraram eficientes sobre a desaceleração da demanda, afirmou Pellizzaro. Segundo o exwecutivo, embora o aumento da Selic seja eficiente para conter a expansão do crédito e do consumo de produtos de maior valor agregado, os juros não conseguem combater as pressões causadas pelo aumento do preço das commodities e dos serviços, os maiores vilões parcela, de R$ 6 mil, a ser paga imediatamente. A empresa tinha chegado a oferecer R$ 5,2 mil, deixando a segunda parcela para ser discutida posteriormente. Em razão do tempo de duração do movimento e de os trabalhadores não terem recebido salário integral no mês passado, o sindicato pede, agora, que novas cláusulas sejam colocadas na mesa de negociações que será instalada novamente amanhã pela manhã. Nestes 35 dias, pela primeira vez sentimos disposição por parte da empresa em discutir uma proposta, disse o presidente do sindicato, Sérgio Butka. Esperamos que até o fim de semana seja possível fechar da inflação. O efeito imediato dos juros maiores se dá na tomada de crédito, o que atinge imediatamente a indústria e os investimentos, e isso vai na contramão do que o País necessita no momento, criticou. Na avaliação de Pellizzaro, os efeitos da decisão serão duramente sentidos no mercado de trabalho, uma vez que o resultado mais recente da produção industrial apontou queda de 2,1%, o pior desde a crise. O próximo passo para as indústrias que deixaram de vender e agora reduzem turnos de produção é demitir parte da força de trabalho, e isso é algo que a sociedade precisa avaliar se é o mais sensato a se fazer neste momento. ACSP - O presidente da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), Abram Szajman, considerou a decisão um bom acordo para os trabalhadores. A entidade trabalhista apresentou duas alternativas a serem apreciadas pela diretoria da Volkswagen. Na primeira propõe a discussão do valor da PLR atrelado a um acordo sobre o pagamento dos dias parados. A segunda alternativa é um pacotão, incorporando PLR, data base, reajuste na tabela salarial e abono salarial de fim de ano. Nos 35 dias de greve, deixaram de ser fabricados na unidade de São José dos Pinhais mais de 20 mil veículos Fox, Cross- Fox e Golf. Com prazo médio líquido da R$ 40 mil, a empresa já teria deixado de faturar mais de R$ 800 milhões. do Copom uma ação exageradamente conservadora. Em nota, ele afirmou que há uma clara tendência de desaceleração da economia e da inflação. O comportamento do governo federal, aliado às atitudes conservadoras do Banco Central, só faz atrair capital especulativo em demasia, afirmou Szajman, na nota. Apenas com uma forte dose de vontade política o País vai se livrar dos tempos de taxas de juros extremamente elevadas e, ao mesmo tempo, manter a economia crescendo a um ritmo adequado e a inflação dentro da meta. Szajman também disse que o excesso de gasto público canibaliza os efeitos de uma taxa de juros elevada. Isso é preocupante, pois não percebemos esforços para aumentar a eficiência da máquina pública, nem ao menos reduzir seus gastos, afirmou o dirigente. Entre as pessoas jurídicas, o impacto do aumento da Selic também será pequeno. Nos cálculos da Anefac, a taxa média de juros em operações de capital de giro subirá de 44,92% para 45,26% ao ano. Os juros das linhas de desconto de duplicatas passarão de 45,93% para 46,27% ao ano. No caso da conta garantida, a taxa subirá de 95,38% para 95,82% ao ano. Em uma operação de capital de giro no valor de R$ 50 mil com prazo de 90 dias, exemplifica a Anefac, uma empresa pagará, após o aumento da Selic, R$ 4.891,36 de juros (taxa de 3,16% ao mês ou 45,26% ao ano). Com a Selic anterior, o encargo era de R$ 4 859,44 (3,14% ao mês ou 44,92% ao ano). maior potência do que vinha ocorrendo. Isso porque a taxa de juros real, que desconta a inflação, a partir de agora deve ser maior, já que o País entrou em uma fase de surpresas deflacionárias, depois de um início de ano em que a inflação ficou acima do que todo mundo esperava. O juro real maior pode levar o BC a repensar novos aumentos da Selic, disse o economista, para quem uma sinalização mais clara deverá ser dada na ata do Copom na semana que vem ou no relatório de inflação no final deste mês. Se expectativas de inflação continuarem caindo, não há motivo para o juro subir mais, completou. Sincredi - Para o economista-chefe do banco cooperativo Sicredi, Alexandre Barbosa, a situação da economia brasileira exige juros maiores, pois a inflação não decorre só de choques de oferta (como a alta de preços de alimentos), mas também de um excesso de demanda por bens e serviços. Ele espera pelo menos mais uma alta de 0,25 ponto percentual em julho na Selic. E avalia que a economia precisa crescer menos de 4% por algum tempo para que a inflação seja colocada de volta na meta. Barbosa recordou que a inflação é difícil de ser reduzida no Brasil. Em 2009, por exemplo, ano de recessão, o índice oficial de preços ficou em 4,3%, ante 5,9% em Ou seja, em um ano muito ruim para a economia, a inflação foi colocada no centro da meta. O economista explica que não é necessário produzir uma recessão para trazer o IPCA de volta à meta, mas é preciso crescer em ritmo menos intenso do que no início do ano, quando a taxa anualizada de expansão do País ficou acima de 5%. Alessandra Saraiva A inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor - Semanal (IPC-S) perdeu força, segundo dados divulgados hoje pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O índice registrou alta de preços de 0,36% até a quadrissemana encerrada em 7 de junho (primeira prévia do mês), o que indica uma desaceleração ante a taxa de 0,51% apurada na prévia imediatamente anterior, de até 31 de maio. O resultado anunciado ontem representou o menor número para o índice desde a segunda medição de setembro de 2010, quando houve alta de 0,31%. A liderança do PSDB na Câmara divulgou nota criticando a decisão do Copom de elevar a taxa Selic em 0,25 ponto percentual. O índice, hoje em 12,25%, continua sendo um dos mais altos do mundo. E como serve de referência para o custo dos empréstimos aos consumidores e empresas, mais uma vez quem vai pagar essa conta é a população brasileira, afirmou o líder do PSDB na Câmara, deputado Duarte Nogueira (SP) na nota. Para o líder, o aumento é uma má notícia para o País porque inibe investimentos e freia a economia, impactando diretamente no bolso do cidadão. Ele apontou ainda o que chamou de gastança em 2010 para eleger a presidente Dilma Rousseff, a desorganização das contas públicas e a falta de planejamento do governo como as Segundo a FGV, a taxa de 0,36% foi a menor para o índice desde a segunda quadrissemana de setembro de 2010, quando o IPC-S apontou alta de preços de 0,31%. Quatro das sete classes de despesa usadas para cálculo do IPC-S apresentaram desaceleração ou queda de preços entre a quarta quadrissemana de maio e a primeira prévia de junho. Entre os destaques estão as movimentações de preços dos grupos Alimentação (de 0,47% para 0,25%) e Transportes (de 0,01% para -0,48%). Estas duas classes de despesad foram beneficiadas por desacelerações e taxas negativas de preços em itens de peso no cálculo da inflação do varejo. É causas que levaram o Banco Central a utilizar o aumento da Selic como um amargo remédio contra a inflação. A expectativa é sobre qual postura o governo adotará de agora em diante. Se segue criando ministérios e secretarias desnecessários, apenas para criar cargos e aumentando a gastança, ou se fecha a torneira para evitar novas medidas dessa natureza nas próximas reuniões do Copom. Essa é a única solução para permitir a redução da taxa Selic: diminuir os gastos públicos, disse. Força - O presidente da Força Sindical, deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), o Paulinho, também criticou a decisão do Copom. Em nota, ele classificou a medida como um grande equívoco, uma vez que a inflação tem dado sinais de desaceleração. aumento dos juros. o caso de hortaliças e legumes (de 3,08% para 1,92%) e gasolina (de 0,75% para -1,26%), respectivamente. Os outros grupos que também apresentaram decréscimo em sua taxa de variação de preços, da última quadrissemana de maio para a primeira prévia de junho, foram Habitação (de 0,83% para 0,75%) e Vestuário (de 0,71% para 0,58%). Aceleração de preços - Por ouro lado, dois grupos apresentaram aceleração de preços no mesmo período: Educação, Leitura e Recreação (de 0,19% para 0,33%) e Despesas Diversas (de 0,19% para 0,21%). Já o grupo Saúde e Cuidados Pessoais manteve a mesma taxa de elevação de preços no período (0,60%). Publicação da empresa JGN Editora Ltda. Departamento Comercial e Administração Rua Debret, 23 Sobreloja 116 e 117 Centro - Rio de Janeiro CEP Diretora Geral Elizabeth Campos Comercial: PABX (21) Conselho Editorial: Des. José Geraldo da Fonseca Des. José Lisboa da Gama Malcher Mônica de Cavalcanti Gusmão Redação: (21) Projeto Gráfico:dtiriba design gráfico Impressão: Gráfica Monitor Mercantil Rua Marcílio Dias, 26 - Centro - RJ Editor- chefe: Jorge Chaves Subeditora: Rafaela Pereira Diagramação: Felipe Ribeiro Rodrigo Gurski Artigos & Colunas: Filiado à Preços de Assinatura Trimestral...R$ 60,00 Semestral...R$ 110,00 Anual...R$ 210,00 Serviço Noticioso Agências Brasil e Estado As matérias e artigos são de responsabilidade dos autores e não representam, necessariamente, a opinião deste jornal

3 Daniela Amorim A produção industrial caiu em nove das 14 regiões pesquisadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na passagem de março para abril, na série com ajuste sazonal. Na média nacional, houve recuo de 2,1%. Ceará (-6,9%), Goiás (-5,1%), São Paulo (-3,8%) e Santa Catarina (-2,6%) registraram as quedas mais acentuadas, acima da média nacional. Pernambuco (-2%), Paraná (-1,9%), região Nordeste (-1,7%), Rio Grande do Sul (-1,5%) e Minas Gerais (-1,1%) também tiveram recuo. Por outro lado, aumentaram a produção o Pará (8,4%), recuperando parte da perda de 13,1% observada nos três últimos meses, e Amazonas (5,8%), após apontar recuo de 8,8% em março último, além de Rio de Janeiro (2,5%), Espírito Santo (1,8%) e Bahia (0,4%). No confronto com abril de 2010, oito dos 14 locais mostraram queda na produção, influenciados tanto pelo menor ritmo da atividade industrial em abril quanto pelo efeito calendário, já que o mês teve um dia útil a menos em As reduções mais intensas foram registradas no Ceará (-16,2%), devido a uma paralisação para manutenção no setor de refino de petróleo e produção de álcool, além da menor produção de alimentos e de calçados e artigos de couro, e em Goiás (-11,1%), que teve recuo em todos os setores investigados no Estado. As demais taxas negativas ocorreram em Santa Catarina (-7,7%), Pernambuco (-7,4%), região Nordeste (-6,3%), Bahia (-4,1%), São Paulo (-2,3%) e Minas Gerais (-1,7%). No entanto, registraram avanço na produção: Espírito Santo (14,2%), Rio de Janeiro (7,3%), Amazonas (1,9%), Paraná (1,4%), Rio Grande do Sul (0,6%) e Pará (0,1%). Fabio Graner O fluxo cambial encerrou o mês de maio com saldo positivo de US$ 5,256 bilhões, de acordo com dados divulgados ontem pelo Banco Central. O saldo no segmento financeiro no mês passado foi negativo em US$ 2,007 bilhões, resultado de entradas de US$ 29,86 bilhões e saídas de US$ 31,867 bilhões. Já o comercial teve forte resultado positivo, com as exportações de US$ 24,313 bilhões superando as importações (de US$ 17,05 bilhões) em um montante de US$ 7,263 bilhões. Nos três primeiros dias de junho, o fluxo cambial foi positivo em US$ 261 milhões. No período, o segmento financeiro registrou superávit de US$ 449 milhões, com entradas de US$ 5,056 bilhões e saídas de US$ 4,607 bilhões. No comercial, houve déficit de US$ 189 milhões, resultado de exportações de US$ 2,154 bilhões e importações de US$ 2,342 bilhões. Tomas Okuda e Daniela Amorim A Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) revisou mais uma vez a previsão para a produção de grãos na safra 2010/2011, que deverá alcançar 161,5 milhões de toneladas - um volume recorde. Os dados foram divulgados ontem e fazem parte da nona pesquisa da safra da Conab. A previsão representa aumento de 8,2% - ou cerca de 12,2 milhões de toneladas a mais - ante a safra anterior, que foi de 149,2 milhões de toneladas. Segundo a Conab, a projeção divulgada ontem apontou alta de 1,25%, ou o equivalente a 2 milhões de toneladas, ante o mais recente levantamento, realizado em maio. A área cultivada também deve apresentar crescimento na safra 2010/2011, com aumento de 3,8%, atingindo 49,2 milhões de hectares, ou 1,82 milhão de hectares a mais em relação ao período 2009/10 (47,4 milhões de hectares). Os técnicos da estatal explicam em comunicado que o aumento das áreas de cultivo do algodão, do feijão de primeira e segunda safra, da soja e do arroz foi o principal responsável pelo crescimento, além da boa influência do clima sobre o desenvolvimento das lavouras. IBGE - Em outra projeção divulgada ontem, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) projeta safra agrícola de 161,2 milhões de toneladas em 2011, com aumento de 1,6% ante o levantamento de abril. Se confirmada, a produção será 7,8% superior à do ano passado, quando foi de 149,7 milhões de toneladas. Unificação - O governo estuda a possibilidade de acabar com a divulgação paralela de estimativas de safra por diferentes órgãos ligados ao governo. Atualmente, a tarefa é realizada tanto pela Conab como pelo IBGE. A unificação dos trabalhos, resultado na divulgação de um só estudo, está sendo avaliada pelas equipes de ambos os órgãos, informou ontem o diretor de Política Agrícola e Informações da Conab, Sílvio Porto. (Colaborou Ayr Aliski) Karla Mendes A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) vai alterar o edital do trem-bala para permitir que a empresa que receberá a tecnologia do consórcio vencedor seja escolhida em comum acordo entre o governo e os empresários. Já está definido. Fizemos uma reunião técnica e faremos essa alteração. O que muda é o fato de a escolha da empresa não mais ser de livre arbítrio do governo, afirmou Bernardo Figueiredo, diretor-geral da ANTT. O Trem de Alta Velocidade (TAV) vai ligar São Paulo, Campinas e Rio de Janeiro. Segundo Figueiredo, essa alteração do edital só não foi publicada ainda no Diário Oficial da União porque a ANTT aguarda a análise das mudanças de outros itens, a exemplo a flexibilização do traçado. Em São Paulo, a proposta em análise é a retirada do texto final do edital a citação do Campo de Marte, na zona norte de São Paulo, como o local da estação na capital paulista. A prefeitura defende que seja na Barra Funda, na Zona Oeste, porque tem um projeto de revitalização para o local. Segunda estação - O edital fixa o Campo de Marte e abrimos a possibilidade de uma segunda estação. Estamos discutindo se vamos deixar em aberto, deixando como livre escolha do empreendedor fazer uma só ECONOMIAQuinta-feira, 9 de junho de Acordo assinado com provedor de internet prevê oferta de um mega ao custo de R$ 35 Karla Mendes A Telebrás assinou ontem o primeiro contrato com um provedor de internet para a oferta de banda larga de um mega a R$ 35, nos moldes do Plano Nacional de Banda Larga (PNBL). O contrato foi assinado com a Sadnet, provedor de Santo Antônio do Descoberto (GO), que pretende começar a comercializar o plano em cerca de 30 dias. É mais um momento histórico da Telebrás, afirmou o presidente da estatal, Caio Bonilha, que assumiu o cargo há exatamente uma semana. Por razões de confidencialidade, Bonilha disse que o valor do contrato não pode ser revelado. Ele informou, porém, que a Sadnet contratou um link de 100 megabits (MB) com preço abaixo de R$ 200 por MB. Segundo o executivo, atualmente, a Sadnet paga mais de R$ 500 para comprar o link de outras empresas. Bonilha explicou que a Telebrás vai monitorar a oferta de banda larga de 1 mega a R$ 35. Segundo ele, a Sadnet terá que registrar, no mínimo, cinco usuários por MB do link adquirido, o que representa um mínimo de 500 usuários atendidos. É mandatório. Isso nós estação e no lugar mais adequado, explicou. O diretor-geral ponderou que, como o prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, já manifestou o interesse de mudar o local da estação, essa alteração deverá ser acatada. Essa e outras alterações, como a flexibilização do porcentual de conteúdo nacional no empreendimento, serão tema de uma reunião na ANTT semana que vem, quando serão apresentadas as conclusões do grupo de trabalho responsável por essas questões. O grupo é constituído, entre outros, por representantes do Ministério da Ciência e da Tecnologia e o Ministério de vamos monitorar, disse. Está previsto no contrato que a Sadnet poderá usar a logomarca da Telebrás como parceira no lançamento do produto. Junto com a logo, porém, estará explícito o número do call center da estatal por meio do qual os usuários poderão registrar reclamações em relação ao serviço ofertado. Segundo o diretor administrativo da Sadnet, Luiz Tomaz, a empresa atende mais de mil clientes em Santo Antônio do Descoberto e espera dobrar essa base nos próximos seis meses, a partir do contrato com a Telebrás. A grande vantagem do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Depois dessa reunião, as alterações serão publicadas no Diário Oficial. Figueiredo considera razoável que as mudanças ocorram até 30 dias antes da entrega das propostas, ou seja, 11 de junho. Mas segundo ele, a lei permite que esse tipo de alteração, que não implica mudança no modelo do projeto, possa ser feita até 15 dias antes. A data para a entrega das propostas é dia 11 de julho, e a abertura dos envelopes para a definição do vencedor será em 29 de julho. Modelo - O diretor-geral da ANTT já adiantou, porém, que PNBL para a gente é o valor do link, afirmou. Segundo Tomaz, hoje, mais de 76% da receita da empresa provêm das assinaturas de banda larga com velocidade de até 300 Kbps, voltadas para a baixa renda. A partir do contrato com a Telebrás, porém, ele explicou que esses clientes terão acesso a um serviço de maior velocidade por um preço menor. Hoje, a empresa oferece planos de 100 Kbps a R$ 29,90 e de 200 Kbps a R$ 39,90. A Sadnet tem contratação de link com a Embratel e a Unotel que, segundo Tomaz, serão cancelados. Sandra Manfrini A Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) informou que o leilão de transmissão, que será realizado amanhã, atraiu o interesse de nove empresas e um consórcio. A Chesf é a única subsidiária do grupo Eletrobras que participará do leilão. Ela está na disputa sozinha e também integra o consórcio Extremoz junto com a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista. Os demais participantes são: Abengoa Concessões Brasil Holding SA; Alupar Investimentos SA; CME; Cobra Instalaciones Y Servicios; Elecnor Transmissão de Energia SA; FR Incorporadora; Neoenergia e Orteng Energia. As empresas vão disputar três lotes compostos por subestações e linhas de transmissão com extensão total de 440 quilômetros. Segundo a Aneel, a construção dos empreendimentos deve demandar investimentos da ordem de R$ 750 milhões, com uma geração de 4,5 mil empregos diretos. A soma das Receitas Anuais Permitidas (RAP), que é o teto de remuneração das empresas vencedoras, é de R$ 93,6 milhões. O leilão, que está marcado para às 10h de amanhã, na sede da BM&Bovespa, em São Paulo, visa a contratação de concessões de empreendimentos que vão integrar a Rede Básica do Sistema Interligado Nacional (SIN), em conjunto com instalações de transmissão de interesse exclusivo de Centrais de Geração para Conexão Compartilhada (ICG). As ICG, segundo a Aneel, são necessárias para escoamento da energia eólica comercializada nos leilões de fontes alternativas e de energia de reserva realizados no ano passado. Valter Campanato / ABr Figueiredo: governo não aceitará proposta que mude modelo e economia do projeto o governo não aceitará nenhuma proposta que altere o modelo e a economia do projeto. Não há argumento, por exemplo, para mudar a tarifa teto, afirmou. Nas últimas semanas, empresas interessadas na licitação começaram a defender que a tarifa teto seja definida no leilão por meio de lances livres. O texto do edital estabelece que o valor máximo que pode ser cobrado para os passageiros da classe econômica é de R$ 0,49 por quilômetro, o que limita o preço da passagem entre Rio e São Paulo, por exemplo, a cerca de R$ 200. Ou seja, vencerá o leilão quem oferecer a menor tarifa teto.

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