ORGANIZAÇÃO TECNOLÓGICA DO TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE DE UMA UNIDADE HOSPITALAR DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS *

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "ORGANIZAÇÃO TECNOLÓGICA DO TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE DE UMA UNIDADE HOSPITALAR DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS *"

Transcrição

1 ORGANIZAÇÃO TECNOLÓGICA DO TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE DE UMA UNIDADE HOSPITALAR DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS * Estela Regina Garlet 1 José Luís Guedes dos Santos 2 Maria Alice Dias da Silva Lima 3 Introdução: O trabalho na unidade de emergência contém uma especificidade que a distingue dos demais serviços de saúde: a assistência deve ser realizada de forma imediata, além de eficiente e integrada. Esse local caracteriza-se pela exigência de amplo conhecimento técnico por parte dos trabalhadores, habilidade profissional e emprego de recursos tecnológicos (DESLANDES, 2002). Sendo assim, a unidade de emergência é o local do hospital preparado para o atendimento de pacientes criticamente enfermos, com potencial risco à vida (MAGNAGO, 2002). Nesse sentido, acredita-se que o sucesso da assistência prestada em unidades de emergência tenha relação direta com a interação entre os recursos humanos e tecnológicos, aliado à organização do processo de trabalho empregado para a sua realização. Vários estudos já realizados a respeito das unidades de emergência no Brasil (LUDWIG, 2000; ROSA, 2001; MAGNAGO, 2002; VIEIRA, 2005; LIMA e ERDMANN, 2006) apontam que o processo de trabalho nessas unidades está organizado mais para suportar as conseqüências da demanda do que propriamente produzir a finalidade do seu trabalho. Objetivo: Esta pesquisa tem como objetivo analisar a organização tecnológica do trabalho da equipe de saúde de uma unidade hospitalar de atendimento às urgências e emergências um hospital público do * Nota prévia do Projeto de dissertação intitulado Organização tecnológica do trabalho da equipe de saúde de uma unidade hospitalar de atendimento às urgências e emergências de um hospital público do interior do estado do Rio Grande do Sul. 1 Autora/Relatora. Enfermeira. Mestranda em Enfermagem pelo Programa de Pós-Graduação em Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Membro do Grupo de Estudo em Saúde Coletiva (GESC)/UFRGS. Avenida Integração, 2290, Pinhal Grande, , Fone: (55) e Enfermeiro. Mestrando em Enfermagem pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS). Membro do Grupo de Estudos em Saúde Coletiva (GESC). 3 Doutora em Enfermagem. Professora Associada da Escola de Enfermagem da UFRGS. Pesquisadora do GESC/UFRGS.

2 interior do estado do Rio Grande do Sul. E, específicos: a) descrever a organização do trabalho para o atendimento às urgências eemergências; b) identificar as concepções dos profissionais que atuam nos serviços de emergência sobre o seu processo de trabalho. Metodologia: A abordagem qualitativa de pesquisa foi utilizada como referencial teórico-metodológico (MINAYO,1997). A investigação assumiu uma característica de Estudo de Caso, na qual o objeto de pesquisa é analisado profundamente. Trata-se de um estudo da particularidade e da complexidade de um caso singular (STAKE, 1998), para compreender sua atividade em circunstâncias importantes de todo contexto do trabalho em uma unidade de emergência. O espaço de pesquisa foi à unidade de emergência de um hospital do interior do estado do Rio Grande do Sul. A escolha desse serviço como campo da pesquisa deveu-se ao fato de ele fazer parte de um hospital público, universitário tendo, dessa forma, uma grande rotatividade de atendimentos e também por ser o único que oferece atendimento de alta complexidade para região centro-oeste do Estado do Rio Grande do Sul. A coleta dos dados foi realizada por meio da observação livre por amostragem de tempo e entrevista semi-estruturada com os profissionais que atuam nesta unidade de emergência. O estudo abrangeu os trabalhadores que atuam na equipe de emergência que prestam assistência aos indivíduos adultos: médicos, residentes, doutorandos, acadêmicos de medicina, enfermeiros, técnicos de enfermagem, auxiliares de enfermagem, bolsistas de enfermagem, acadêmicos de enfermagem, fisioterapeuta, nutricionista, secretária, recepcionista e vigilantes. A análise dos dados constituiu-se em três etapas: ordenação, classificação dos dados e análise final (MINAYO, 2000). Os princípios éticos foram respeitados, de forma a proteger os direitos dos envolvidos na pesquisa, considerando-se os aspectos apontados por Goldim (2000). Resultados: A atenção às urgências e emergências passa a ser regulamentada pelo Ministério da Saúde a partir de Nessa data foram estabelecidos os princípios e as diretrizes dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência, as normas de funcionamento, a classificação e os critérios para habilitação dos serviços que devem participar dos Planos Estaduais de atendimento às urgências e emergências, quais

3 sejam: regulação médica de urgência e emergência, atendimento pré-hospitalar fixo, atendimento pré-hospitalar móvel, atendimento hospitalar, transporte interhospitalar, além da criação dos núcleos de educação em urgência, que visa à capacitação de recursos humanos da área (BRASIL, 2006). O Regulamento Técnico dos Sistemas Estaduais de Urgência e Emergência preconiza que os serviços sejam providos de acolhimento com triagem classificatória de risco e atendimento subseqüente, conforme a necessidade do caso. Nos casos de demanda inadequada o regulamento preconiza que ocorra o redirecionamento para a devida inserção no SUS ou para o prosseguimento do tratamento (BRASIL, 2006). Entretanto, mesmo com os avanços recentes em termos normativos, a atenção às urgências ainda reúne muitas das fragilidades encontradas no SUS. Muitas vezes é na atenção às urgências e emergências que aparecem de forma mais clara essas fragilidades, que são denunciadas pela deficiência na atenção primária, ausência de leitos, falta de recursos humanos para realização do trabalho e, por fim, baixa qualidade no atendimento ao usuário. De acordo com, Cecílio (1997, p.474) é necessário que novas tecnologias de trabalho e gestão capazes de viabilizar um Sistema de Saúde comprometido com a vida das pessoas sejam pensadas a partir das necessidades e desejos dos usuários. Por outro lado, percebe-se que as unidades de emergência têm se organizado, mesmo que de forma impositiva pelo Sistema, a fim de dar conta das necessidades dos usuários que procuram esses serviços. Resta-nos refletir, a respeito da organização tecnológica dessas unidades e sua relação com a verdadeira finalidade do trabalho nas unidades de emergência, tendo como referência o trabalho das equipes no exato momento de sua realização. O fato é que, a organização atual dos serviços de emergência tem trazido conseqüências desfavoráveis à prática assistencial dos trabalhadores que enfrentam dificuldades em garantir um atendimento com qualidade e resolutividade aos usuários que chegam a esses serviços. Muitas vezes, esses profissionais deparam-se com conflitos de natureza técnica e ética, provocados por problemas relacionados ao processo de trabalho, o que se identifica em situações de superlotação e na deficiência de recursos humanos. Partindo dessas reflexões, entende-se que a

4 organização tecnológica do trabalho em saúde merece destaque, em especial nas unidades de emergência, tendo em vista a complexidade do trabalho nessas unidades e a necessidade da realização de um trabalho coletivo, dinâmico e integrador para garantir a qualidade da assistência prestada ao usuário do serviço, bem como para melhorar a satisfação do profissional com o objeto do seu trabalho. De acordo com Cecílio (1997), o modelo assistencial idealizado pela população ainda é o da atenção médico-hospitalar, centrada no atendimento médico. O hospital representado pelas unidades de emergência, apesar de superlotado, impessoal e atuando sobre a queixa principal, aparece como local que reúne um somatório de recursos da medicina oficial, quais sejam: consultas, remédios, procedimentos de enfermagem, exames laboratoriais e internações, enquanto as unidades básicas oferecem apenas a consulta. Para Marques (2004) a maioria da população, incluindo os trabalhadores de saúde, ainda acredita que é a estrutura hospitalar que oferece maior segurança e resolutividade aos pacientes. A respeito das concepções de trabalhadores e usuários sobre a atual organização dos serviços de emergência, Cecílio (1997) diz que os profissionais de saúde têm consciência que o seu trabalho é inadequado e que, da mesma forma os usuários reconhecem que o atendimento recebido é paliativo e insatisfatório, entretanto ambos continuam participando desse processo. Conclusão: Torna-se então necessário estimular reflexões sobre a organização do trabalho em unidades de emergência, no sentido de pensar como esse poderia ser planejado para prestar uma assistência adequada às reais necessidades dos usuários. Palavras chave: Emergência, Serviços Médicos de Emergência, Organização e Administração. Área temática: Organização e Gestão do Trabalho Referências

5 BRASIL. Ministério da Saúde. Política Nacional de Atenção as Urgências. 3. edicão Ampliada. Brasília, ed Ministério da Saúde p.: il. (Série E. Legislação de Saúde). CECÍLIO, C. de O. Modelos tecno-assistenciais em saúde: da pirâmide ao círculo, uma possibilidade a ser explorada. Cadernos de Saúde Pública, Rio de Janeiro, v. 13, n. 3, p , jul./set DESLANDES, S. F. Frágeis Deuses : profissionais da emergência entre os danos da violência e a recriação da vida. Rio de Janeiro, Fiocruz, GOLDIM, J.M. Manual de iniciação à pesquisa em saúde. 2. ed. Porto Alegre: Dacasa, 2000,180 p. GOMES A.L. Emergência: planejamento e organização da unidade. Assistência de enfermagem. São Paulo: Pedagógica e Universitária; LIMA, S. B. S. de; ERDMANN, A. L. A enfermagem no processo de acreditação hospitalar em um serviço de urgência e emergência. Acta Paulista de Enfermagem, São Paulo, v. 19, n. 3, p , LUDWIG, M.L.M. O contexto de um serviço de emergência: com a palavra, o usuário. Dissertação de mestrado. Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. Porto Alegre, f. MAGNAGO, T. S. B. S. Uma reflexão crítica sobre o modo de fazer da enfermeira perante o doente traumatizado grave em unidade de prontoatendimento f. Dissertação (Mestrado) Universidade Federal de Santa Catarina, Florianópolis, MARQUES, G. Q. Demandas do pronto atendimento e os processos de trabalho em serviços de porta aberta f. Dissertação (Mestrado)

6 Escola de Enfermagem, Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, MINAYO, M. C. de S. Pesquisa social: teoria, método e criatividade. 7. ed. Petrópolis: Vozes, M. C. de S. O desafio do conhecimento: Pesquisa qualitativa em saúde. 7 ed. São Paulo Rio de Janeiro: Hucitec Abrasco, ROSA, N. G. Dilemas éticos no mundo do cuidar de um serviço de emergência. Dissertação (Mestrado) - Escola de Enfermagem da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Porto Alegre, STAKE, Robert E. Investigación con estudio de casos. Madrid: Morata, Contatos: Estela Regina Garlet - Avenida integração, 2290, Pinhal Grande, Cep: , fone: (55) ,

O PROCESSO DE TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE QUE ATUA EM UNIDADES HOSPITALARES DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS 1

O PROCESSO DE TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE QUE ATUA EM UNIDADES HOSPITALARES DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS 1 O PROCESSO DE TRABALHO DA EQUIPE DE SAÚDE QUE ATUA EM UNIDADES HOSPITALARES DE ATENDIMENTO ÀS URGÊNCIAS E EMERGÊNCIAS 1 Estela Regina Garlet 2 José Luis Guedes dos Santos 3 Giselda Quintana Marques 4 Maria

Leia mais

ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR FIXO: Uma análise do nível de conhecimento dos enfermeiros de PSF, à luz da Portaria 2048/GM (2002).

ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR FIXO: Uma análise do nível de conhecimento dos enfermeiros de PSF, à luz da Portaria 2048/GM (2002). ATENDIMENTO PRÉ-HOSPITALAR FIXO: Uma análise do nível de conhecimento dos enfermeiros de PSF, à luz da Portaria 2048/GM (2002). Considerando que a área de urgência e emergência constitui um importante

Leia mais

PESQUISADORES RESPONSÁVEIS

PESQUISADORES RESPONSÁVEIS PESQUISADORES RESPONSÁVEIS Professora Doutora Regina Vieira Cavalcante da Silva - Professora Adjunto do Departamento de Pediatria - Hospital de Clínicas - Universidade Federal do Paraná (reginavcs@uol.com.br)

Leia mais

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde

CURSO DE ATUALIZAÇÃO. Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde 1 CURSO DE ATUALIZAÇÃO Gestão das Condições de Trabalho e Saúde dos Trabalhadores da Saúde REESTRUTURAÇÃO DE UM SERVIÇO DE SAÚDE DO TRABALHADOR EM UM HOSPITAL GERAL PÚBLICO MUNICIPAL EM BELO HORIZONTE

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 07/2016 Assunto: Atribuições da equipe em procedimentos estéticos e necessidade de especialização para realização das técnicas. Palavras-chave: Estética, Atribuições da equipe

Leia mais

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante:

c) Aplicar os princípios de pesquisa operacional mediante: GOVERNO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO SECRETARIA DE ESTADO DE SAÚDE SUBSECRETARIA DE VIGILÂNCIA EM SAÚDE ATRIBUIÇÕES DOS PROFISSIONAIS DA EQUIPE DE SAÚDE PROGRAMA MUNICIPAL DE CONTROLE DA HANSENÍASE 1. Atribuições

Leia mais

FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq

FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq FORMAÇÃO CONTINUADA ONLINE DE PROFESSORES QUE ATUAM COM ESCOLARES EM TRATAMENTO DE SAÚDE Jacques de Lima Ferreira PUC-PR Agência Financiadora: CNPq INTRODUÇÃO Este texto apresenta a pesquisa em andamento

Leia mais

PARECER SETOR FISCAL Nº 35/2015. Assunto: Parecer Técnico sobre coleta de sangue arterial para fim de realização de gasometria arterial.

PARECER SETOR FISCAL Nº 35/2015. Assunto: Parecer Técnico sobre coleta de sangue arterial para fim de realização de gasometria arterial. PARECER SETOR FISCAL Nº 35/2015 Assunto: Parecer Técnico sobre coleta de sangue arterial para fim de realização de gasometria arterial. 1-Do Fato: Venho por meio deste solicitar um parecer do Coren/CE

Leia mais

Descrever os processos necessários para cadastro, liberação de perfil, vinculação de assinaturas digitalizadas.

Descrever os processos necessários para cadastro, liberação de perfil, vinculação de assinaturas digitalizadas. Setor: Escritório da Qualidade Pág. 1 de 10 Código:.QLD.NOR.002 Versão: 00 ÍNDICE 1. OBJETIVO... 2 2. ABRANGÊNCIA / NÍVEL DE DISTRIBUIÇÃO... 2 3. SIGLAS UTILIZADAS... 2 4. GLOSSÁRIO / CONCEITOS... 2 5.

Leia mais

Resultados Processo de Trabalho Oficina 1

Resultados Processo de Trabalho Oficina 1 Universidade Federal de Pelotas Faculdade de Medicina - Departamento de Medicina Social Faculdade de Enfermagem Departamento de Enfermagem Monitoramento e Avaliação do Programa de Expansão e Consolidação

Leia mais

Como inovar transformando velhos dilemas em novas práticas.

Como inovar transformando velhos dilemas em novas práticas. Como inovar transformando velhos dilemas em novas práticas. Letícia Andrade Assistente Social HC-FMUSP: Ambulatório de Cuidados Paliativos e Núcleo de Assistência Domiciliar Interdisciplinar Cuidados Paliativos:

Leia mais

INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS.

INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS. INCLUSÃO EDUCACIONAL DE ALUNOS COM DEFICIÊNCIA VISUAL: DESAFIOS E PERSPECTIVAS. INTRODUÇÃO Nayara Viturino dos Santos Faculdades Integradas de Patos Nayara.edu@hotmail.com A ausência de conhecimento sobre

Leia mais

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES

CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES CURSO DE GRADUAÇÃO EM FONOAUDIOLOGIA PROPOSTA DE DIRETRIZES CURRICULARES 1 1. PERFIL DO FORMANDO EGRESSO/PROFISSIONAL Fonoaudiólogo, com formação generalista, humanista, crítica e reflexiva. Capacitado

Leia mais

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção

Curso de Engenharia de Produção. Organização do Trabalho na Produção Curso de Engenharia de Produção Organização do Trabalho na Produção Estrutura Organizacional Organização da Empresa: É a ordenação e agrupamento de atividades e recursos, visando ao alcance dos objetivos

Leia mais

CANAL MINAS SAÚDE: A COMUNICAÇÃO E A EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM MINAS GERAIS

CANAL MINAS SAÚDE: A COMUNICAÇÃO E A EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM MINAS GERAIS CANAL MINAS SAÚDE: A COMUNICAÇÃO E A EDUCAÇÃO EM SAÚDE EM MINAS GERAIS Belo Horizonte, 02 de maio de 2010 BONTEMPO, Verlanda Lima Secretaria de Estado de Saúde de Minas Gerais verlanda@fastmail.fm DALMAS,

Leia mais

Escola de Turismo e Hotelaria Canto da Ilha PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO. Educação Integral dos Trabalhadores

Escola de Turismo e Hotelaria Canto da Ilha PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO. Educação Integral dos Trabalhadores Escola de Turismo e Hotelaria Canto da Ilha PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO Educação Integral dos Trabalhadores ESCOLA DE TURISMO E HOTELARIA CANTO DA ILHA - CUT Projeto Político Pedagógico da Escola de Turismo

Leia mais

APENDICE A INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS PESQUISA SOBRE INOVAÇÕES GERENCIAIS EM INSTITUIÇÕES HOSPITALARES PRIVADAS DE SALVADOR

APENDICE A INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS PESQUISA SOBRE INOVAÇÕES GERENCIAIS EM INSTITUIÇÕES HOSPITALARES PRIVADAS DE SALVADOR APENDICE A INSTRUMENTO DE COLETA DE DADOS UNIVERSIDADE FEDERAL DA BAHIA NÚCLEO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO MESTRADO EM ADMINISTRAÇÃO Data da entrevista.../.../... PESQUISA SOBRE INOVAÇÕES GERENCIAIS

Leia mais

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão

Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Pólos de Educação Permanente em Saúde: a participação na Roda de Gestão Introdução Em 13 de fevereiro de 2004 o Ministério da Saúde emite a Portaria Nº 198/GM/MS instituindo a Política Nacional de Educação

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA

PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA PÓS-GRADUAÇÃO EM ENFERMAGEM EM UTI E URGÊNCIA/ EMERGÊNCIA Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 530h Período de Duração: 12 meses

Leia mais

Hospital Geral de São Mateus

Hospital Geral de São Mateus Hospital Geral de São Mateus Projeto Referência Hospital Amigo do Idoso Perfil Instituição Hospital Geral, de caráter público, subordinado a Secretaria de Estado da Saúde, da administração direta, com

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DO RIO GRANDE DO SUL Autarquia Federal Lei nº 5.905/73 PARECER CTSAB Nº 05/2014 Porto Alegre, 22 de setembro de 2014. Atribuições da Enfermagem na realização de coordenação e desenvolvimento de educação em saúde. I RELATÓRIO: O presente parecer visa atender

Leia mais

ENSINO E SENSIBILIZAÇÃO PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: NOTA PRÉVIA

ENSINO E SENSIBILIZAÇÃO PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: NOTA PRÉVIA ENSINO E SENSIBILIZAÇÃO PARA DOAÇÃO DE ÓRGÃOS: NOTA PRÉVIA Simone Lysakowski 1 Rita Catalina Caregnato 2 Aline Sudbrack 3 RESUMO Atualmente existe um percentual de 49% de negativa familiar para a doação

Leia mais

INTRODUÇÃO. FIEP BULLETIN - Volume 85 - Special Edition - ARTICLE I - 2015 (http://www.fiepbulletin.net)

INTRODUÇÃO. FIEP BULLETIN - Volume 85 - Special Edition - ARTICLE I - 2015 (http://www.fiepbulletin.net) A PARTICIPAÇÃO DO PROFISSIONAL DE EDUCAÇÃO FÍSICA EM UM NÚCLEO DE APOIO A SAÚDE DA FAMÍLIA: PROTAGONISMO PROFISSIONAL ALÉM DA APLICAÇÃO DE ATIVIDADE FÍSICA INTRODUÇÃO JEFERSON SANTOS JERÔNIMO Universidade

Leia mais

Critérios utilizados pelas empresas para fazer o provisionamento (RM) por porte Processos e ações trabalhistas em curso

Critérios utilizados pelas empresas para fazer o provisionamento (RM) por porte Processos e ações trabalhistas em curso PROJETO RUMOS DA INDÚSTRIA PAULISTA PASSIVO TRABALHISTA, CONDIÇÕES DE TRABALHO E TRABALHADORES TERCEIRIZADOS Setembro/2010 OBJETIVO: Esta pesquisa tem como objetivo avaliar o controle de geração de passivo

Leia mais

Formação de Merendeiras: análise das formações pelos Cecanes. Lorena Chaves Nutricionista/RT COTAN/FNDE Cecane UnB Mestranda Unifesp

Formação de Merendeiras: análise das formações pelos Cecanes. Lorena Chaves Nutricionista/RT COTAN/FNDE Cecane UnB Mestranda Unifesp Formação de Merendeiras: análise das formações pelos Cecanes Lorena Chaves Nutricionista/RT COTAN/FNDE Cecane UnB Mestranda Unifesp Estrutura de apresentação Levantamento bibliográfico Projeto de pesquisa

Leia mais

1.1. Caracterização do Problema. Capítulo 1. Introdução 20

1.1. Caracterização do Problema. Capítulo 1. Introdução 20 1 Introdução Projetos de software normalmente estão bastante suscetíveis a passar por inúmeras modificações ao longo do seu ciclo de vida. Muitos deles falham ao atingir seus resultados necessários dentro

Leia mais

COREMU/COREME. Edital 002/2015 Edital conjunto da COREMU/CEULP e COREME/FESP-Palmas, TO

COREMU/COREME. Edital 002/2015 Edital conjunto da COREMU/CEULP e COREME/FESP-Palmas, TO COREMU/COREME Edital 002/2015 Edital conjunto da COREMU/CEULP e COREME/FESP-Palmas, TO SELEÇÃO DE TUTORES E PRECEPTORES PARA COMPOREM CADASTRO RESERVA PARA ATUAR NO PROGRAMA INTEGRADO DE RESIDÊNCIAS EM

Leia mais

Título do projeto Avaliação do estado de saúde de idosos cadastrados em uma estratégia de saúde da família no município de Anápolis - GO

Título do projeto Avaliação do estado de saúde de idosos cadastrados em uma estratégia de saúde da família no município de Anápolis - GO PRÓ-REITORIA DE PÓS-GRADUAÇÃO, PESQUISA, EXTENSÃO E AÇÃO COMUNITÁRIA. COMITÊ DE ÉTICA EM PESQUISA OFÍCIO 169 2010 CEP Número de Protocolo: 2896/2010 Anápolis, 2 de setembro de 2010. Título do projeto Avaliação

Leia mais

INTERAÇÃO DE ACADÊMICOS DE MEDICINA COM AS CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO PRIMÁRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA

INTERAÇÃO DE ACADÊMICOS DE MEDICINA COM AS CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO PRIMÁRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA INTERAÇÃO DE ACADÊMICOS DE MEDICINA COM AS CONDIÇÕES SENSÍVEIS À ATENÇÃO PRIMÁRIA: RELATO DE EXPERIÊNCIA Lucas Garcez Novaes Piccinato 1 ; Renan Rocha Cabrera 2 ; Willian Augusto de Melo 3 RESUMO: O presente

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI

Política de Responsabilidade Socioambiental da PREVI 1.1. A PREVI, para o cumprimento adequado de sua missão administrar planos de benefícios, com gerenciamento eficaz dos recursos aportados, buscando melhores soluções para assegurar os benefícios previdenciários,

Leia mais

Universidade Federal da Bahia Instituto de Psicologia

Universidade Federal da Bahia Instituto de Psicologia Universidade Federal da Bahia Instituto de Psicologia PRÁTICAS E SABERES NO DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL E NA PROMOÇÃO DA SAÚDE EM TERREIROS DE CANDOMBLÉ DO MUNICÍPIO DE SÃO FRANCISCO DO CONDE, BAHIA Projeto

Leia mais

O ensino da música através da criação e sonorização de uma história para a produção de um vídeo educativo

O ensino da música através da criação e sonorização de uma história para a produção de um vídeo educativo O ensino da música através da criação e sonorização de uma história para a produção de um vídeo educativo Paulo Ricardo Ulrich 1 Israel Silva de Oliveira 2 Cristina Rolim Wolffenbüttel 3 cristina-wolffenbuttel@uergs.edu.br

Leia mais

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A

SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A número 12 - outubro/2015 DECISÃO FINAL RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE informações sobre recomendações de incorporação de medicamentos e outras tecnologias no SUS RELATÓRIO PARA A SOCIEDADE Este relatório é

Leia mais

DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014

DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014 DECISÃO COREN-MA Nº 09/2014 Define as Atribuições do Enfermeiro Responsável Técnico no âmbito do Estado do Maranhão. O Conselho Regional de Enfermagem do Maranhão Coren/MA, em observância aos dispositivos

Leia mais

LEI N 2908 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2001.

LEI N 2908 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2001. LEI N 2908 DE 21 DE DEZEMBRO DE 2001. CRIA CARGOS DE PROVIMENTO EFETIVO NO PLANO DE CARREIRA DA SECRETARIA DE SAÚDE, LEI N 1811 DE 18 DE OUTUBRO DE 1994, E DÁ OUTRAS PROVIDÊNCIAS. GLAUCO SCHERER, PREFEITO

Leia mais

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora ADA MELLO I RELATÓRIO

PARECER Nº, DE 2008. RELATORA: Senadora ADA MELLO I RELATÓRIO PARECER Nº, DE 2008 Da COMISSÃO DE ASSUNTOS SOCIAIS, sobre o Projeto de Lei do Senado nº 364, de 2008, que altera o art. 8º da Lei n 9.250, de 26 de dezembro de 1995, para permitir a dedução de despesa

Leia mais

PARECER COREN-SP 041 /2013 CT PRCI n 101.064 Tickets nº 291.263, 300.088

PARECER COREN-SP 041 /2013 CT PRCI n 101.064 Tickets nº 291.263, 300.088 PARECER COREN-SP 041 /2013 CT PRCI n 101.064 Tickets nº 291.263, 300.088 Ementa: Passagem de plantão ao turno seguinte. Quando caracteriza-se abandono de plantão. 1. Do fato Enfermeiro solicita parecer

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ4012 EDITAL Nº 005/2010 1. Perfil: TR 007/2010-CGS - CIÊNCIAS SOCIAIS APLICÁVEIS 3. Qualificação educacional: Graduação na área de CIÊNCIAS SOCIAIS

Leia mais

PRODUÇÂO OFICINA FORMAÇÃO CONTINUADA 24/02/16 PET- GRADUASUS

PRODUÇÂO OFICINA FORMAÇÃO CONTINUADA 24/02/16 PET- GRADUASUS PRODUÇÂO OFICINA FORMAÇÃO CONTINUADA 24/02/16 PET- GRADUASUS ORIENTAÇÃO AOS DOCENTES DAS DISCIPLINAS COM CONTEÚDOS INTEGRADORES PRIMEIROS PERÍODOS DOS CURSOS DO CCS EMENTA: Conceito ampliado de saúde e

Leia mais

O MEIO AMBIENTE: TEMA TRANSVERSAL

O MEIO AMBIENTE: TEMA TRANSVERSAL O MEIO AMBIENTE: TEMA TRANSVERSAL Lucas, Rosa Elane Antória; 1 Timm, Cari Rejane Fiss; 2 Gomes, Mario Conill. 3 PALAVRA-CHAVE: EDUCAÇÃO AMBIENTAL e TRANSVERSALIDADE. INTRODUÇÃO A Educação Ambiental (EA)

Leia mais

LEI Nº 856/2013. Art. 2º O art. 2º da Lei Municipal nº 808/2012 passa a ter a seguinte redação:

LEI Nº 856/2013. Art. 2º O art. 2º da Lei Municipal nº 808/2012 passa a ter a seguinte redação: LEI Nº 856/2013 Altera a Lei Municipal nº 808/2012, que dispõe sobre a Implantação das Equipes de Saúde da Família - ESF, cria vagas, altera referência de cargo e fixa valor, cria gratificação e dá outras

Leia mais

SICA: Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) Prof. Walfrido K. Svoboda

SICA: Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) Prof. Walfrido K. Svoboda ATENÇÃO BÁSICAB SICA: Programa de Saúde da Família (PSF) ou Estratégia de Saúde da Família (ESF) Programa de Agentes Comunitários de Saúde (PACS) Disciplina: SAÚDE PÚBLICA P I (MS-052) Prof. Walfrido K.

Leia mais

configura-se como garantir ofertas de cuidados domiciliares apoiadoras dos projetos

configura-se como garantir ofertas de cuidados domiciliares apoiadoras dos projetos Serviço de Atenção Domiciliar de São Bernardo do Campo Proponente: Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo, SP. CNPJ: 46523239/0001-47 Endereço: Rua Luiz Ferreira da Silva, 172, Parque São Domingo,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR

PLANO DE TRABALHO DO PROFESSOR EIXO TECNOLÓGICO: AMBIENTE, SAÚDE E SEGURANÇA CURSO/MODALIDADE: Curso Técnico em Meio Ambiente Subsequente COMPONENTE CURRICULAR: METODOLOGIA DE PESQUISA E CÓDIGO: APRESENTAÇÃO DE TRABALHOS TÉCNICOS Currículo:

Leia mais

Horário de atendimento Segunda a Sexta-feira das 7h às 19h.

Horário de atendimento Segunda a Sexta-feira das 7h às 19h. CENTRO DE REFERÊNCIA DE DST/AIDS PENHA Endereço: Praça Nossa Senhora da Penha, 55 (subsolo) Penha CEP 03632-060 Telefones: 2092-4020 / 2295-0391 Supervisão Técnica de Saúde Penha Coordenadoria Regional

Leia mais

Gestão de Processos. Gestão de Processos na Saúde. Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos

Gestão de Processos. Gestão de Processos na Saúde. Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos Gestão de Processos na Saúde Marcelo.Aidar@fgv.br 1 Gestão de Processos Identificação, mapeamento, redesenho e aprimoramento dos processos 2 O Ambiente de Negócios e os Stakeholders AMBIENTE DE AÇÃO INDIRETA

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO PROCESSO COM SOBRESTAMENTO DETERMINADO PELO DESPACHO SERES/MEC Nº 97/015, DE /1/015, PUBLICADO NO DOU DE 3/1/015, SEÇÃO 1, PÁG. 70. MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO INTERESSADA: Fundação

Leia mais

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO 001 AGENTE DE APOIO ESCOLAR

ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO 001 AGENTE DE APOIO ESCOLAR ANEXO II ATRIBUIÇÕES DOS CARGOS CARGO 001 AGENTE DE APOIO ESCOLAR 1. Constituir a Equipe Administrativa das Escolas Municipais de Educação Básica; 2. Proporcionar suporte necessário ao processo educativo;

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM NUTRIÇÃO HOSPITALAR - BH Unidade Dias

Leia mais

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000

A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 1. A Norma NBR ISO 9001:2000 A Implantação do Sistema do Sistema da Qualidade e os requisitos da Norma ISO NBR 9001:2000 A ISO International Organization for Standardization, entidade internacional responsável

Leia mais

Seminário FGV Governança e Gestão dos Hospitais de Atendimento Público no Brasil. A Governança e Gestão do HRTN. O Modelo de Linhas de Cuidado

Seminário FGV Governança e Gestão dos Hospitais de Atendimento Público no Brasil. A Governança e Gestão do HRTN. O Modelo de Linhas de Cuidado Seminário FGV Governança e Gestão dos Hospitais de Atendimento Público no Brasil A Governança e Gestão do HRTN O Modelo de Linhas de Cuidado MONICA COSTA DIRETORA TÉCNICA ASSISTENCIAL OUTUBRO DE 2014 Reitor

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento.

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 5. Cronograma de Aulas. Coordenação Programa e metodologia; Investimento. SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento Etapas do Processo Seletivo Pág. 5 Matrícula Cronograma de Aulas Pág. PÓS-GRADUAÇÃO EM DOR Unidade Dias e Horários Período

Leia mais

A Regulação da Atenção

A Regulação da Atenção XXVI CONGRESSO DO COSEMS Marília Março de 2012 Curso de Regulação A Regulação da Atenção Troccoli CONCEITOS Dicionário Houaiss 1. estabelecer regras, sujeitar a regras; 2. regrar; 3. dirigir em conformidade

Leia mais

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social

Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social Prof. Dra. Michelly L Wiese Assistente Social 1988: Constituição Federal do Brasil Carta Cidadã do Brasil. Art. 194 - A Seguridade Social compreende um conjunto integrado de ações de iniciativa dos Poderes

Leia mais

12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PSICOLOGIA APLICADA NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DE DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (NEDDIJ)

12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PSICOLOGIA APLICADA NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DE DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (NEDDIJ) 12º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM A PSICOLOGIA APLICADA NO NÚCLEO DE ESTUDOS E DEFESA DE DIREITOS DA INFÂNCIA E DA JUVENTUDE (NEDDIJ) Fernanda Quaglia Franzini (apresentador) 1 Maiara Tatiane Dias

Leia mais

EDITAL Nº023/2013 PROGRAD/CIPEAD

EDITAL Nº023/2013 PROGRAD/CIPEAD EDITAL Nº023/2013 /CIPEAD EDITAL DE CHAMADA PÚBLICA PARA SELEÇÃO DE TUTORES PRESENCIAIS PARA O CURSO DE APERFEIÇOAMENTO EM MÍDIAS INTEGRADAS NA EDUCAÇÃO 2013 A Universidade Federal do Paraná (UFPR), por

Leia mais

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS

REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS REGULAMENTO DO PROJETO INTEGRADOR DOS CURSOS SUPERIORES DE TECNOLOGIA DA FACULDADE ARTHUR THOMAS Rua Prefeito Faria Lima, 400, Jardim Maringá, Londrina PR Fone: (43) 3031-5050 CEP: 86.061-450 1 REGULAMENTO

Leia mais

Curso de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária de Medicamentos, C...

Curso de Pós-Graduação em Vigilância Sanitária de Medicamentos, C... 1 de 6 23/11/2010 09:48 Portal Racine Cursos Agenda de Eventos Revistas Livros Serviços Home Institucional Sobre o Instituto Racine Coordenadores de Cursos Protocolos de Cooperação Educacional Bolsas de

Leia mais

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO

COORDENAÇÃO DO NÚCLEO CURRICULAR FLEXÍVEL PRÁTICAS EDUCATIVAS FICHA DE OBSERVAÇÃO FICHA DE OBSERVAÇÃO ATENÇÃO PRIMÁRIA À SAÚDE E ESTRATÉGIA DE SAÚDE DA FAMÍLIA Acadêmico: Curso: Período: Turno: Disciplina: Atenção Primária à Saúde e Estratégia de Saúde da Família Local: Profissional

Leia mais

PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹

PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹ PINTANDO COM SAÚDE: RELATO DE EXPERIÊNCIA NO PROCESSO DE CONSTRUÇÃO DA CARTILHA INSTRUCIONAL DO PROFESSOR. ¹ HENRIQUE, Helen de Oliveira²; BIZERRA, Adais Alves³; SILVA, Laiana Luiza da⁴; LIMA, Lorrany

Leia mais

ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO*

ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO* ABORDAGEM METODOLÓGICA EM GEOGRAFIA: A PESQUISA DE CAMPO* Agostinho Paula Brito CAVALCANTI Pós-Doutor, Departamento de Geografia (UFPI) agos@ufpi.br RESUMO O presente trabalho tem por objetivo uma abordagem

Leia mais

ATRIBUIÇÕES DO PESSOAL NA SALA DE OBSERVAÇÃO ( AMARELOS E VERDES )

ATRIBUIÇÕES DO PESSOAL NA SALA DE OBSERVAÇÃO ( AMARELOS E VERDES ) ATRIBUIÇÕES DO PESSOAL NA SALA DE OBSERVAÇÃO ( AMARELOS E VERDES ) DO SERVIÇO MÉDICO da emergência: Receber o paciente na sala de observação ( amarelos e verdes ), priorizando-o em relação aos consultórios

Leia mais

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento

SUMÁRIO. Sobre o curso Pág. 3. Etapas do Processo Seletivo Pág. 6. Cronograma de Aulas Pág. 10. Coordenação Programa e metodologia; Investimento 1 SUMÁRIO Sobre o curso Pág. 3 Coordenação Programa e metodologia; Investimento 3 4 5 Etapas do Processo Seletivo Pág. 6 Matrícula 10 Cronograma de Aulas Pág. 10 2 PÓS-GRADUAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLE

Leia mais

PARECER COREN-SP 020/2014 CT PRCI n 100.473/2012 Ticket n : 277.785, 280.399, 281.427, 284.665, 288.133, 289.653, 291.712, 292.543, 293.445, 299.381.

PARECER COREN-SP 020/2014 CT PRCI n 100.473/2012 Ticket n : 277.785, 280.399, 281.427, 284.665, 288.133, 289.653, 291.712, 292.543, 293.445, 299.381. PARECER COREN-SP 020/2014 CT PRCI n 100.473/2012 Ticket n : 277.785, 280.399, 281.427, 284.665, 288.133, 289.653, 291.712, 292.543, 293.445, 299.381. Ementa: Abertura de clínicas de estética e formação

Leia mais

RESENHAS REVIEWS RESPONSABILIDADE CIVIL DA ATIVIDADE MÉDICA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR

RESENHAS REVIEWS RESPONSABILIDADE CIVIL DA ATIVIDADE MÉDICA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR 248 RESENHAS REVIEWS RESPONSABILIDADE CIVIL DA ATIVIDADE MÉDICA NO CÓDIGO DE DEFESA DO CONSUMIDOR Octávio Luiz Motta Ferraz Elsevier, Rio de Janeiro, 2009 Estela Waksberg Guerrini ( * ) Não é preciso explicar

Leia mais

2 PLANEJAMENTO AMBIENTAL. 2.2 Conceito de Planejamento Ambiental

2 PLANEJAMENTO AMBIENTAL. 2.2 Conceito de Planejamento Ambiental 2 PLANEJAMENTO AMBIENTAL A crescente degradação das bacias hidrográficas evidencia a necessidade de se viabilizar um planejamento ambiental que garanta efetivamente a resolução dos problemas e conflitos

Leia mais

DESENVOLVIMENTO DE UMA CAMISOLA QUE PROPORCIONE O ALEITAMENTO MATERNO

DESENVOLVIMENTO DE UMA CAMISOLA QUE PROPORCIONE O ALEITAMENTO MATERNO DESENVOLVIMENTO DE UMA CAMISOLA QUE PROPORCIONE O ALEITAMENTO MATERNO Nunes, Caroline; Tecnologa; Universidade Católica de Pelotas carolinepnune@gmail.com Ribeiro, Marília; Acadêmica; Universidade Católica

Leia mais

#PESQUISA CONEXÃO ABAP/RS E O MERCADO PUBLICITÁRIO GAÚCHO NOVEMBRO DE 2015

#PESQUISA CONEXÃO ABAP/RS E O MERCADO PUBLICITÁRIO GAÚCHO NOVEMBRO DE 2015 #PESQUISA CONEXÃO ABAP/RS E O MERCADO PUBLICITÁRIO GAÚCHO NOVEMBRO DE 2015 Metodologia e Perfil da Amostra Quem entrevistamos, como e onde? Perfil Objetivos Tomadores de decisão em Agências de Propaganda

Leia mais

PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2016

PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2016 PROGRAMA TALENTOS DA EDUCAÇÃO 2016 O programa Talentos da Educação é uma iniciativa da Fundação Lemann para apoiar pessoas talentosas e comprometidas com a melhoria da educação no Brasil. A proposta é

Leia mais

Treinamento e Desenvolvimento - T&D. Capacitação e formação dos colaboradores do HSC

Treinamento e Desenvolvimento - T&D. Capacitação e formação dos colaboradores do HSC Treinamento e Desenvolvimento - T&D Capacitação e formação dos colaboradores do HSC Políticas de RH As práticas de Recursos Humanos do Hospital Santa Catarina estão de acordo com as diretrizes apresentadas

Leia mais

VAGAS TÉCNICO EM INFORMÁTICA

VAGAS TÉCNICO EM INFORMÁTICA VAGAS TÉCNICO EM INFORMÁTICA QUA PRÉ-REQUISITOS FORNECIDOS PELAS EMPRESAS. A EXPERIÊNCIA TEM QUE SER COMPROVADA EM CARTEIRA 01 Masculino, experiência em hardware, manutenção de computadores, de redes,

Leia mais

CRMV-RN reforça sistema de fiscalização para o cumprimento da Resolução 1069

CRMV-RN reforça sistema de fiscalização para o cumprimento da Resolução 1069 CRMV-RN reforça sistema de fiscalização para o cumprimento da Resolução 1069 Instituída com a finalidade de fortalecer o Sistema de Fiscalização do Conselho Regional de Medicina Veterinária do Estado do

Leia mais

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016

UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016 UNIDADE DE ESTUDO 2ª ETAPA 2016 Disciplina: Natureza e Sociedade Professoras: Anália, Carla, Fabiana e Roberta Período: 2º Segmento: Educação Infantil OBJETIVOS GERAIS: Identificar as diferenças e semelhanças

Leia mais

Benchmarking Hospitalar

Benchmarking Hospitalar Seminário Governança e Gestão dos hospitais de atendimento público no Brasil Rio de Janeiro, 20 de Outubro de 2014 Benchmarking Hospitalar Uma ferramenta para a melhoria do desempenho Bernard F. Couttolenc

Leia mais

PROJETO: CURSO DE REABILITAÇÃO PULMONAR: DA ATUAÇÃO HOSPITALAR A DOMICILIAR

PROJETO: CURSO DE REABILITAÇÃO PULMONAR: DA ATUAÇÃO HOSPITALAR A DOMICILIAR PROJETO: CURSO DE REABILITAÇÃO PULMONAR: DA ATUAÇÃO HOSPITALAR A DOMICILIAR 1. OBJETIVO Promover uma atualização em Reabilitação Pulmonar da atuação a nível hospitalar e domiciliar incluindo pectos de

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA CÓDIGO DISCIPLINA REQUISITOS. SAU 223 PESQUISA EM SAÚDE SAU 222 Metodologia da Pesquisa em Saúde II

UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA CÓDIGO DISCIPLINA REQUISITOS. SAU 223 PESQUISA EM SAÚDE SAU 222 Metodologia da Pesquisa em Saúde II UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA U.E.F.S DEPARTAMENTO DE SAÚDE CURSO DE ENFERMAGEM PROGRAMA DE DISCIPLINA CÓDIGO DISCIPLINA REQUISITOS SAU 223 PESQUISA EM SAÚDE SAU 222 Metodologia da Pesquisa

Leia mais

Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação

Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação Registro Hospitalar de Câncer Conceitos Básicos Planejamento Coleta de Dados Fluxo da Informação Registro Hospitalar de Câncer Este tipo de registro se caracteriza em um centro de coleta, armazenamento,

Leia mais

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva

PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015. Ensino Técnico. Professor: Renato Custódio da Silva PLANO DE TRABALHO DOCENTE 1º Semestre/2015 Ensino Técnico Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Componente Curricular: Ética e Cidadania Organizacional Eixo Tecnológico: Gestão e

Leia mais

PROGRAMA DE PO S-GRADUAÇA O EM PROMOÇA O DA SAU DE

PROGRAMA DE PO S-GRADUAÇA O EM PROMOÇA O DA SAU DE PROGRAMA DE PO S-GRADUAÇA O EM PROMOÇA O DA SAU DE 1. Apresentação A saúde é um conceito positivo, que enfatiza os recursos sociais, naturais e pessoais, bem como, as capacidades físicas do indivíduo.

Leia mais

CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS

CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS 1 Rede Observatório de Recursos Humanos em Saúde/MS Organização Pan-Americana de Saúde CARACTERIZAÇÃO DOS RECURSOS HUMANOS NOS SERVIÇOS PÚBLICOS MUNICIPAIS DE SAÚDE BUCAL NO BRASIL Belo Horizonte Junho

Leia mais

ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO: UMA REALIDADE NO CEFET/SC - TRABALHANDO A INTERDISCIPLINARIDADE NO PROJETO CASA DO VIDRO PARA A ARESP

ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO: UMA REALIDADE NO CEFET/SC - TRABALHANDO A INTERDISCIPLINARIDADE NO PROJETO CASA DO VIDRO PARA A ARESP ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO: UMA REALIDADE NO CEFET/SC - TRABALHANDO A INTERDISCIPLINARIDADE NO PROJETO CASA DO VIDRO PARA A ARESP Thyrza Schlichting De Lorenzi Pires; Fernando José Fernandes Gonçalves;

Leia mais

Esta política abrange a todos os departamentos da Instituição.

Esta política abrange a todos os departamentos da Instituição. I. OBJETIVO Esta Política de Responsabilidade Socioambiental (PRSA), tem como objetivo estabelecer os princípios e as diretrizes compatíveis com a natureza e complexidade das atividades e produtos da Instituição,

Leia mais

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002....

GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... GIL, Antonio Carlos. Como elaborar projetos de pesquisa. São Paulo, Editora Atlas, 2002.... 1 Como encaminhar uma Pesquisa? A pesquisa é um projeto racional e sistemático com objetivo de proporcionar respostas

Leia mais

Metodologias Ativas de Aprendizagem para a Educação Médica Permanente

Metodologias Ativas de Aprendizagem para a Educação Médica Permanente Metodologias Ativas de Aprendizagem para a Educação Médica Permanente I Seminário Estadual de Educação Médica Permanente Prof. José Batista Cisne Tomaz ESP-CE Questões para reflexão Por quê utilizar Metodologias

Leia mais

CONTEXTOS E REFLEXÕES EM FITOTERAPIA: ANÁLISE CRÍTICA DESCRITIVA DE UMA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PARA GRADUAÇÃO DE SAÚDE

CONTEXTOS E REFLEXÕES EM FITOTERAPIA: ANÁLISE CRÍTICA DESCRITIVA DE UMA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PARA GRADUAÇÃO DE SAÚDE CONTEXTOS E REFLEXÕES EM FITOTERAPIA: ANÁLISE CRÍTICA DESCRITIVA DE UMA EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA PARA GRADUAÇÃO DE SAÚDE Área Temática: Saúde Pública COUTINHO, Mayrla de Sousa. Discente de Enfermagem da

Leia mais

Educar pela Pesquisa?

Educar pela Pesquisa? UNIVERSIDADE FEDERAL DE MATO GROSSO Rede de estudos e colaboração para inclusão social e desenvolvimento da cultura científica Projeto nº: 67049. Aprovado pelo Edital 055/2012 Programa Novos Talentos Capes

Leia mais

AFINAL, O QUE É SITUAÇÃO DIDÁTICA?

AFINAL, O QUE É SITUAÇÃO DIDÁTICA? AFINAL, O QUE É SITUAÇÃO DIDÁTICA? O planejamento consiste em sistematizar o trabalho docente na intenção de ajudar o aluno a desenvolver competências e habilidades que deem significação para efetivação

Leia mais

OS ESPAÇOS COLETIVOS, A TERRITORIALIZAÇÃO E A

OS ESPAÇOS COLETIVOS, A TERRITORIALIZAÇÃO E A OS ESPAÇOS COLETIVOS, A TERRITORIALIZAÇÃO E A IMPLANTAÇÃO DAS LINHAS DE CUIDADO EM SÃO BERNARDO DO CAMPO Curso: Redes de Urgência e Emergência no SUS Secretaria de Saúde de São Bernardo do Campo Departamento

Leia mais

Universidade Federal de Mato Grosso. I Congresso Mato-Grossense de Medicina de Família e Comunidade

Universidade Federal de Mato Grosso. I Congresso Mato-Grossense de Medicina de Família e Comunidade Data: 17, 18 e 19/03/2016 Horário: 07h 30 às 19h 00. Universidade Federal de Mato Grosso I Congresso Mato-Grossense de Medicina de Família e Comunidade Local: 17/03 (Teatro da UFMT); 18 e 19/03 (INPP)

Leia mais

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias

Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Implantação de um serviço de limpeza terminal a vapor em salas operatórias Sandra Terumi Yoshino 1 1. Enfermeira graduada pela Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e pós graduada em Enfermagem em

Leia mais

IDOSOS VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO E VIOLÊNCIA ATENDIDOS POR UM SERVIÇO PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL

IDOSOS VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO E VIOLÊNCIA ATENDIDOS POR UM SERVIÇO PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL IDOSOS VÍTIMAS DE ACIDENTES DE TRÂNSITO E VIOLÊNCIA ATENDIDOS POR UM SERVIÇO PRÉ-HOSPITALAR MÓVEL Hilderjane Carla da Silva Universidade Federal do Rio Grande do Norte / E-mail: hilderjanecarla@hotmail.com

Leia mais

A CERTIFICAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE: DCEBAS - AVANÇOS E DESAFIOS PARA A GESTÃO DO SUS

A CERTIFICAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE: DCEBAS - AVANÇOS E DESAFIOS PARA A GESTÃO DO SUS MINISTÉRIO DA SAÚDE - MS SECRETARIA DE ATENÇÃO À SAÚDE - SAS DEPARTAMENTO DE CERTIFICAÇÃO DE ENTIDADES BENEFICENTES DE ASSISTÊNCIA SOCIAL EM SAÚDE - DCEBAS A CERTIFICAÇÃO NA ÁREA DA SAÚDE: DCEBAS - AVANÇOS

Leia mais

Implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco nas unidades ambulatoriais do Tribunal de Justiça de São Paulo

Implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco nas unidades ambulatoriais do Tribunal de Justiça de São Paulo Implantação do protocolo de acolhimento com classificação de risco nas unidades ambulatoriais do Tribunal de Justiça de São Paulo Josinete Ap.da Silva Bastos Cerullo Doutora em Enfermagem Noemi de Melo

Leia mais

SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005

SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005 SENSIBILIZAÇÃO PARA WORKSHOP DAS NORMAS ABNT NBR ISO 10015:2001 E ABNT NBR ISO 10002:2005 1 ABNT NBR IS O 10002:2005 S atisfação do cliente Diretrizes para o tratamento de reclamações nas organizações.

Leia mais

8 a 10 de outubro de 2015 Auditório da Universidade FUMEC (Rua Cobre, 200, Bairro Cruzeiro BH/MG)

8 a 10 de outubro de 2015 Auditório da Universidade FUMEC (Rua Cobre, 200, Bairro Cruzeiro BH/MG) 8 de outubro 8h30 - ABERTURA OFICIAL 8 a 10 de outubro de 2015 Auditório da Universidade FUMEC (Rua Cobre, 200, Bairro Cruzeiro BH/MG) - CRP-MG - SES/MG - Coordenação Estadual de Saúde Mental de Minas

Leia mais

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO

ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO XIV CURSO DE CAPACITAÇÃO EM PREVENÇÃO E CONTROLE DE INFECCÇÕES RELACIONADAS À ASSISTÊNCIA À SAÚDE ATUAÇÃO DO ENFERMEIRO DA CCIH NO CENTRO DE MATERIAL E ESTERILIZAÇÃO Bernardo França Enfermeiro da CCIH

Leia mais

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM

PPC. Aprovação do curso e Autorização da oferta PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC - DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA PRÓ-REITORIA DE ENSINO CENTRO DE REFERÊNCIA EM FORMAÇÃO E

Leia mais

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA

CONSELHO REGIONAL DE ENFERMAGEM DE SANTA CATARINA RESPOSTA TÉCNICA COREN/SC Nº 06/CT/2016/RT Assunto: Curativo por Pressão Subatmosférica (VAC) Palavras-chave: Curativo por Pressão Subatmosférica, Curativo por pressão negativa, Estomaterapeuta. I Solicitação

Leia mais

Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13.

Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13. Edição Número 2 de 02/01/2004, páginas 12 e 13. PORTARIA Nº 2.458, DE 29 DE DEZEMBRO DE 2003 O MINISTRO DE ESTADO DA SAÚDE, no uso de suas atribuições, e Considerando a necessidade de criar mecanismos

Leia mais