DIRETIVA DO FSC. Diretiva do FSC sobre Madeira Controlada FSC FSC-DIR POR. Forest Stewardship Council

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1 Forest Stewardship Council DIRETIVA DO FSC Diretiva do FSC sobre Madeira Controlada FSC Última atualização: 15 de Dezembro de 2014 CADEIA DE CUSTÓDIA CADEIA DE CUSTÓDIA

2 Título: Código de referência do documento: Aprovado por: Contato: Diretiva do FSC sobre Madeira Controlada FSC FSC Board of Directors FSC International Center - Unidade de Normas e Políticas do FSC Charles-de-Gaulle Str Bonn, Germany +49-(0) Forest Stewardship Council, A.C. Todos os direitos reservados. Nenhuma parte deste trabalho coberta pelos direitos autorais (copyright) do editor pode ser reproduzida ou copiada de qualquer modo ou por qualquer meio (gráfico, eletrônico ou mecânico, incluindo fotocópia, gravação, gravação em fita ou sistemas de recuperação de informações) sem a permissão prévia por escrito do editor. Cópias impressas são somente para referência. Por favor, obtenha a cópia eletrônica no site do FSC (www.fsc.org) para garantir que está utilizando a última versão. Esta é uma tradução do IMAFLORA da versão oficial do documento em inglês. Em caso de dúvidas ou de que haja alguma diferença entre esta tradução e o documento original, o documento original deve sempre governar e ser considerado correto. O Forest Stewardship Council (FSC) é uma organização independente, sem fins lucrativos, não governamental criada para apoiar o manejo ambientalmente apropriado, socialmente benéfico e economicamente viável das florestas do mundo. A visão do FSC é apoiar as florestas no mundo que atendem aos critérios sociais, ecológicos e econômicos e as necessidades das gerações atuais sem comprometer as futures gerações. 2 de 26

3 Prefácio O FSC recebeu vários comentários de Organismos de Certificação e interessados solicitando uma redução no número de documentos normativos para fazer com que o sistema documentado de certificação fosse mais compreensível. Portanto, o FSC combinou todas as Notas Informativas relacionadas com uma norma em documentos únicos que são denominados diretivas. Uma diretiva inclui todos as notas emitidas em relação a uma única norma. A relação com uma norma é refletida no código do documento. Quando a nova interpretação for aprovada, essas serão adicionadas à diretiva e o documento revisado será reemitido. A finalidade deste documento é normatizar a compreensão e a implantação dos requisitos do FSC por organismos e portadores de certificados. Este documento será revisado conforme a necessidade. O conteúdo da diretiva será incorporado nas normas relacionadas em cada revisão principal conforme for viável. Mudanças e emendas na diretiva serão anunciadas para a Rede do FSC imediatamente. Observação sobre o uso desta diretiva Todos os aspectos desta diretiva são considerados como sendo normativos, incluindo o escopo, a data de vigência, referências, termos e definições e anexos, a não ser em caso de declaração em contrário. 3 de 26

4 ÍNDICE A Escopo B C D E Data de vigência Referências Documentos normativos do FSC substituídos por esta Diretiva Termos e definições Parte 1 Assuntos gerais Parte 2 Notas Informativas do FSC NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA NOTA O conceito de distrito em avaliações de risco Reclamações sobre atividades controversas em UMFs de fornecedores Um local de fabricação ou de comércio pode ser definido como um "distrito" para fins de conduzir uma avaliação de risco? Que tipo de documentação e controle é necessário para verificar o distrito geográfico de origem? Inclusão de locais de fabricação / comércio no programa de verificação de Madeira Controlada da empresa Disponibilidade pública de avaliações de risco Conteúdo mínimo e revisão de resultados de avaliações de riscos disponíveis ao público O que fazer em casos onde duas empresas alcançam resultados contraditórios nas suas avaliações de riscos de um distrito? Uso orientações e designações de riscos desenvolvidos pelas Iniciativas Nacionais do FSC homologadas Quando um código de Madeira Controlada FSC pode ser emitido pelo organismo de certificação? Outras partes da norma precisam ser implantadas ou avaliadas para as atividades de vendas de Madeira Controlada FSC? Uso do Índice de Percepção de Corrupção da Transparência Internacional (CPI) em avaliações de riscos Existe qualquer diferença na interpretação de Florestas com Altos Valores de Conservação (HCVF) entre a norma de Madeira Controlada FSC e os Princípios de Critérios do FSC? Como baixo risco pode ser confirmado para a Categoria C da Cláusula 1.1 da FSC-STD V2-1? Auditorias de verificação de campo, resultados, tomadas de decisões e ações necessárias Qual é a taxa de amostragem e grupo que organismos de certificação devem usar para avaliações de campo de suprimentos de fontes com risco não especificado? Documentação e os requisitos processuais para demonstrar o distrito de origem geográfica dos co-produtos Independência do programa de verificação da empresa Aplicabilidade de Legislações e Regulamentações Nacionais e Locais para Avaliação de Risco de Madeira Controlada de Empreendimentos Fornecimento de co-produtos sob as regras da EU Timber Regulation 4 de 26

5 A Escopo Este documento fornece a interpretação formal dos requisitos incluídos na FSC- STD B Data de vigência A data de vigência está especificada para cada nota informativa separadamente. C Referências Os documentos referenciados a seguir são indispensáveis para a aplicação deste documento. Para referências sem data, a última edição do documento referenciado (incluindo quaisquer emendas) se aplica. FSC FSC-STD Norma para a avaliação de empresas de Madeira Controlada D Documentos normativos do FSC substituídos por esta Diretiva: FSC-ADV V Implantação dos Requisitos da Madeira Controlada FSC em FSC-STD V2-1 e FSC-STD V1-1 E Termos e definições Os termos e definições são fornecidos no glossário de termos FSC-STD do FSC e na Norma para a Avaliação de Madeira Controlada FSC FSC-STD V2-1. Definições de orientações adicionais são fornecidas no contexto de cada nota informativa. 5 de 26

6 Parte 1 Assuntos gerais 1 A Diretiva do FSC está proporcionando aos organismos de certificação e outros interessados orientações claras sobre a implantação das políticas e normas internacionais do FSC. Uma diretiva foi projetada para fornecer uma nota informativa formal em relação a um único assunto ou questão específica levantada com o FSC International Center. Todas as notas informativas sobre uma série de assuntos relacionados com uma política ou norma internacional específica do FSC são coligidos em um documento para melhorar a acessibilidade das interpretações para os organismos de certificação, portadores de certificados e partes interessadas. 2 Se um organismo de certificação estiver em dúvida sobre a implantação correta de qualquer política ou norma do FSC, o organismo de certificação deve solicitar esclarecimentos da Unidade de Políticas e Normas do FSC. Se necessário, tais esclarecimentos serão fornecidos na forma de uma nova diretiva. 3 Antes da finalização de uma nota informativa, um organismo de certificação pode tomar a sua própria decisão em relação a uma questão para a qual um esclarecimento foi pedido. Em tal caso, a responsabilidade pelas consequências da decisão será exclusivamente do organismo de certificação pertinente. As notas informativas formais fornecidas subsequentemente pelo FSC International Center serão aplicáveis retrospectivamente. 4 As notas informativas fornecidas neste documento representam a posição formal do FSC International Center, a não ser até que sejam substituídas pela aprovação de uma política, norma ou nota mais recente. Em tais casos, os requisitos especificados no documento mais recente devem ter precedência. 5 Organismos de certificação devem cumprir com as notas informativas formais mais recentes, e a Unidade de Negócios de Homologação do FSC baseará as suas avaliações e emitirá ações corretivas neles. 6 As notas informativas finalizadas são aprovadas pelo Chefe da Unidade de Políticas e Normas ou pelo Diretor Geral do FSC. Se um organismo de certificação desejar contestar a nota proporcionada, ele poderá fazê-lo solicitando uma revisão e uma decisão formal pelo Comitê de Política e Normas do FSC. Até e a não ser que tal revisão e decisão tenham sido finalizadas, o organismo de certificação deve continuar a obedecer a posição do FSC International Center. 7 Diretivas estão sob contínua revisão e podem ser revisadas ou retiradas em resposta a novas informações, experiências ou circunstâncias em mudança, por exemplo, pelo desenvolvimento de novas políticas ou normas aprovadas pelo Conselho de Diretores do FSC. 6 de 26

7 Parte 2 Notas Informativas do FSC NOTA O conceito de distrito em avaliações de risco Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 8.1 e Anexo 2 No contexto de avaliações de risco, o termo distrito se refere ao nome genérico para denominar a escala geográfica na qual a avaliação de risco é realizada. Portanto, um distrito pode ser definido por país, estado, ecorregião, região, condado, UMF etc. As avaliações de risco para qualquer categoria podem ser conduzidas em qualquer escala geográfica onde informações confiáveis e independentes seja disponíveis para a empresa e onde as condições em relação às categorias da Madeira Controlada FSC sejam suficientemente homogêneas para avaliar o risco Nota Informativa 1. Para as categorias de Madeira Controlada FSC A, B, D e E (ver Cláusula 1.1 da FSC-STD V2-1), a avaliação de risco pode começar no nível nacional como o nível mais amplo. Neste caso, distrito significa o país. 2. A FSC-STD V2-1 define a ecorregião como a unidade para avaliação da categoria C de Madeira Controlada FSC (ameaças a HCVF (FAVC - Florestas de altos valores de conservação)). Isso ocorre principalmente porque as informações que precisam ser verificadas de acordo com os indicadores do Anexo 2 estão disponíveis principalmente no nível da ecorregião. 3. Para os fins de avaliação de risco da HCVF, a avaliação deve ser realizada primeiramente em um nível de país para avaliar se o distrito de onde se origina a madeira está localizada em quaisquer das ecorregiões listadas como de altos valores de conservação (e.g. Biodiversity Hotspots, Global 200 Ecoregion, Frontier Forest, Intact forest landscapes). Se a madeira não se origina de um distrito que esteja dentro de uma das ecorregiões designadas, a empresa pode classificar o distrito como de baixo risco e a madeira como Madeira Controlada para a dada categoria. Entretanto, se a madeira for originária de um distrito dentro de uma das ecorregiões designadas, a empresa deve classificar o distrito como risco não especificado. Neste caso, a empresa pode decidir conduzir uma avaliação de risco em uma escala menor (província, município, UMF) para a uma designação de baixo risco, desde que haja informações independentes verificáveis disponíveis para apoiar essa conclusão. OBSERVAÇÃO: As avaliações de riscos podem ser confinadas a certo escopo claramente definido em um distrito, como um tipo de floresta (e.g. plantações) ou escala (e.g. SLIMFs). Neste caso, o escopo confinado deve ser claramente refletido nos resultados de avaliação de riscos. 7 de 26

8 NOTA Reclamações sobre atividades controversas em UMFs de fornecedores Referência normativa FSC-STD V2-1 Seção 14, Cláusulas 14.1, 14.2 e 14.3 ; revisada em 25 de julho de 2011 Tem havido alguns casos em que, em distintos de baixo risco, estavam ocorrendo atividade controversas por fornecedores no nível da UMF. Não é a intenção da Norma de Madeira Controlada permitir que madeira advinda de atividades controversas como conversão ou violação de direitos humanos, mesmo se essas atividades estiverem ocorrendo em distritos considerados como de baixo risco em uma escala mais ampla. Nota Informativa Em casos de reclamações relacionadas com atividades controversas nas UMFs de fornecedores relevantes a quaisquer das cinco categorias de Madeira Controlada FSC, a empresa deve realizar uma consulta com os interessados pertinente à categoria de Madeira Controlada controversa para o distrito onde o fornecedor está localizado para coletar informações adicionais. Se as informações não permitirem uma designação clara de baixo risco, a empresa deve conduzir uma auditoria de verificação de campo de acordo com o Anexo 3 da FSC-STD V2-1 para determinar se as UMFs dos fornecedores pode ser confirmadas como baixo risco NOTA Um local de fabricação ou de comércio pode ser definido como um "distrito" para fins de conduzir uma avaliação de risco? Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 8.1 Algumas empresas têm usado o local de seu comerciante ou fabricante fornecedor para conduzir a avaliação de risco em casos onde a origem geográfica da matéria prima não era conhecida. Nota Informativa 1. A definição de distrito de origem do material fornecido é definida geograficamente para o país, região, ecorregião ou floresta onde as árvores foram colhidas originalmente. O conceito de distrito não pode ser aplicado a empresas ou organizações que fabricam e/ ou comercializam produtos florestais em qualquer local da cadeia de suprimento da cadeia de custódia. 2. Se o distrito geográfico de origem do material florestal adquirido não puder ser determinado, não pose ser realizada uma avaliação de risco e subsequentemente o material não pode ser usado como um insumo de material controlado FSC. NOTA Que tipo de documentação e controle é necessário para verificar o distrito geográfico de origem? Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 8.1 revisado em 01 de julho de 2010 revisado em 08 de dezembro de 2010 Termos e definições Empresa: A entidade legal que deve cumprir a FSC STD V2-1, a qual 8 de 26

9 Nota Informativa As empresas são obrigadas a manter documentação que demonstre o distrito de origem. 1. Para demonstrar conformidade com o item 8.1, as empresas devem manter registros para demonstrar o distrito de origem no nível da floresta. Esses registros devem incluir, mas não estão restritos a, documentos de transporte legalmente obrigatórios e prova de compra da unidade de manejo florestal de origem. Documentos para demonstrar a origem devem estar disponíveis ao organismo de certificação durante auditorias e quando requisitados. Uma declaração do fornecedor somente pode ser usada como uma parte do conjunto de documentação para demonstrar o distrito de origem. Uma declaração de fornecedor isolada, mesmo se coberta por um acordo contratual, não é considerada prova suficiente da origem da madeira. 2. Além do item 1.1 (acima), para fornecedores localizados em países com uma CPI abaixo de 5, as empresas devem realizar um teste de plausibilidade das informações coletadas conforma o item 8.1. Este teste deve incluir critérios de plausibilidade definidos pela empresa, como a distância e os meios de transporte, espécies florestais, relacionamento com fornecedores etc. OBSERVAÇÃO 1: É d e responsabilidade da empresa avaliar os critérios de plausibilidade e chegar a um juízo justo e objetivo relacionado com a plausibilidade e a confiabilidade das informações fornecidas. O princípio de precaução deve ser aplicado. OBSERVAÇÃO 2: Se o resultado do teste de plausibilidade for negativo, o material não deve ser usado como um insumo de madeira controlada. Notas de implementação 3. Organismos de certificação devem confirmar se a documentação adequada é mantida e verificada em cada auditoria de monitoramento. 1. O termo distrito de origem no nível florestal é incluído para permitir que a documentação proveniente de um nível administrativo diferente do nível da UMF possa ser aceito para demonstrar o distrito de origem. Cada entidade precisaria faturar a madeira proveniente de um distrito de risco homogêneo. É essencial, que cada sistema de faturamento seja capaz de demonstrar um vínculo a um específico distrito de risco homogêneo. 2. Documentos de transporte legais exigidos e provas de compra do responsável pela Unidade de Manejo Florestal de quem a madeira foi originada são considerados suficientes para demonstrar o distrito de origem no nível florestal. No entanto, quando tal documentação não é comumente a regra, outras formas de evidência, que possuam pelo menos o mesmo grau de integridade, podem ser suficientes. Tais evidências podem incluir identificadores únicos, tais como marcadores não removíveis, que estejam diretamente ligados à UMF de origem. 3. Uma declaração do fornecedor por si só não é considerada evidencia suficiente para as regulamentações em vigor. Se tal declaração for feita, é necessário que ela seja embasada por outras documentações que formalmente demonstrem o distrito de origem ao nível da floresta (ver nota de implementação 02). 4. Onde tal documentação não está disponível, o fornecimento não pode ser aceito como Madeira Controlada. Em tais casos uma Cadeia de Custodia para Madeira Controlada devera ser requerida para relacionar o fornecimento com o distrito de origem no nível florestal, tanto para FSC-STD ou FSC-STD de 26

10 NOTA Inclusão de locais de fabricação / comércio no programa de verificação de Madeira Controlada da empresa Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 8.1, 9.1 Uma empresa pode decidir incluir um estudo completo da cadeia de certo suprimento em seu programa de verificação de madeira controlada para rastrear o material de volta ao distrito de origem. Isso pode ser aplicado em situações onde a matéria prima não é adquirida diretamente da floresta. Nota Informativa 1. Para incluir uma cadeia de custódia no programa de verificação de madeira controlada todos os fornecedores (comerciantes e fabricantes) nesta cadeia de custódia específica devem ser incluídos. 2. A empresa deve demonstrar satisfatoriamente ao seu organismo de certificação que certo suprimento é identificável e rastreável até o distrito de origem por documentação ou registros verificáveis (faturas, notas fiscais etc.). 3. A empresa deve implantar um processo para verificar a autenticidade da documentação especificada para confirmar o país e o distrito de origem da madeira. 4. A empresa deve ser capaz de demonstrar que a madeira não foi misturada com madeira de fontes não controladas através da cadeia de suprimento. Isso pode ser demonstrado por auditorias no local da cadeia de suprimento conduzidas pela empresa. NOTA Disponibilidade pública de avaliações de risco Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula Nota Informativa 1. A empresa deve fornecer as avaliações de risco conforme exigidas pela FSC-STD V2-1 Anexo 2 para o seu organismo de certificação para a revisão da suficiência técnica e adequação das avaliações de risco. 2. O organismo de certificação deve publicar os resultados das avaliações de riscos no prazo de sete dias depois da revisão do registro da COC da empresa no banco de dados do FSC em 3. Para que uma empresa inclua um novo distrito em seu programa de verificação de madeira controlada, ela deve primeiramente submeter às respectivas avaliações de risco ao seu organismo de certificação e obter os resultados de sua revisão antes de usar materiais desses distritos em grupos de produtos do FSC. 4. Os resultados das avaliações de risco devem incluir as informações mínimas conforme especificado na NOTA de 26

11 NOTA Conteúdo mínimo e revisão de resultados de avaliações de riscos disponíveis ao público financeiro Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 11.2 Os requisitos de conteúdo para as avaliações de riscos disponíveis ao público não são especificados na FSC-STD V2-1. Esta Nota Informativa define a interpretação do FSC do requisito de disponibilidade ao público, com base na necessidade de transparência da implantação da Norma de Madeira Controlada FSC, mas ao mesmo tempo, considerando a necessidade de confidencialidade da empresa. A Nota Informativa a seguir é relacionada com uma decisão dos membros da Assembléia Geral de 2008 por meio da Moção # 24. Nota Informativa 1. Os resultados de avaliações de riscos disponíveis ao público devem incluir no mínimo, as seguintes informações: a) Nome e endereço do organismo de certificador homologado pelo FSC aprovador b) Data da avaliação de risco c) Data da revisão pelo organismo de certificador homologado pelo FSC d) Nomes dos distritos para os quais a avaliação de risco foi conduzida e) Conclusão de risco para cada uma das cinco categorias de Madeira Controlada FSC (refere-se à FSC-STD V2-1 Anexo 2) para cada um dos distritos f) Uma breve justificativa para cada uma das categorias de madeira controlada consideradas de baixo risco g) Listagem das fontes de informações usadas para avaliar os indicadores 2. Espera-se que as empresas revisem suas avaliações de risco ao menos uma vez ao ano para verificar a correção contínua de suas designações de risco para cada indicador das cinco categorias de Madeira Controlada FSC. Isso deve ser conduzido antes da auditoria anual pelo organismo de certificação na qual o organismo de certificação deve fazer a verificação do processo de revisão. Quando mudanças significativas do perfil de risco se tornar evidentes (i.e. mudanças na lei, quebra do estado de direito devido a tumultos e distúrbios civis etc.), a empresa deve revisar sua avaliação de risco. NOTA O que fazer em casos onde duas empresas alcançam resultados contraditórios nas suas avaliações de riscos de um distrito? Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 11.2 A Nota Informativa a seguir é relacionada com uma decisão dos membros da Assembléia Geral de 2008 por meio da Moção # de 26

12 Nota Informativa 1. Em casos onde um organismo de certificação estabelece que os resultados de uma avaliação de risco por um de seus clientes contradiz o resultado de uma avaliação de risco de outra empresa para o mesmo distrito de origem, aquele organismo de certificação deve obter esclarecimentos do Programa de Homologação do FSC. OBSERVAÇÃO: O FSC recomenda enfaticamente que organismos de certificação homologados consultem avaliações de risco publicadas previamente (banco de dados do FSC) para identificar potenciais conflitos relacionados com conclusões diferentes de riscos. 2. Em casos onde uma empresa recebe informações contraditórias sobre a avaliação de risco de qualquer das categorias de Madeira Controlada, o princípio de precaução deve se aplicar. 12 de 26

13 NOTA Uso orientações e designações de riscos desenvolvidos pelas Iniciativas Nacionais do FSC Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 8.1 e Anexo 13.3 Desde que o conceito de avaliação de risco foi introduzido, surgiram perguntas sobre quais informações seriam evidência conclusiva para fundamentar conclusões de avaliação de riscos e como assegurar a credibilidade de avaliações de riscos conduzidas por empresas. Nota Informativa 1. Designações de risco para um país específico / região específica conduzida pelas Iniciativas Nacionais homologadas pelo FSC e aprovadas pelo FSC IC devem ser consideradas como conclusivas e serão usadas por qualquer empresa que adquira material originário de florestas não certificado sob um programa de verificação de madeira controlada daquele país específico / região específica. 2. As empresas terão um período de até doze meses depois da data de aprovação para alinhar seus programas de verificação de madeira controlada com a designação de risco aprovada por uma Iniciativa Nacional. Os organismos de certificação serão responsáveis por informar seus portadores de certificados sobre designações de risco aprovadas recentemente. 3. A FSC-STD V2-1 Cláusula 13.3 também requer que qualquer orientação formal (diferente das designações de risco) produzida por uma Iniciativa Nacional homologada pelo FSC deve ser usada pela empresa. A orientação pode incluir detalhes sobre interessados relevantes, áreas de elevados valores de conservação ou procedimentos de consultas. Ignorar a orientação é considerado uma não conformidade. OBSERVAÇÃO 1: Procedimentos do FSC para desenvolver designações de risco por Iniciativas Nacionais Homologadas pelo FSC estão incluídos na FSC-PRO V1-0 Designação de Risco de Madeira Controlada FSC desenvolvida por Iniciativas Nacionais do FSC. OBSERVAÇÃO 2: O FSC está trabalhando em uma solução técnica para estabelecer um local central na Internet para informações sobre riscos e avaliações de riscos realizadas Iniciativas Nacionais. Em um estágio mais avançado, o FSC está considerando que tal plataforma da Internet conterá informações conclusivas para países específicos. OBSERVAÇÃO 3: O FSC está planejando liderar o desenvolvimento de avaliações de riscos em áreas do mundo onde não há nenhuma Iniciativa Nacional do FSC. NOTA Quando um código de Madeira Controlada FSC deve ser emitido pelo organismo de certificação? Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 15.1, 15.2 f; FSC-STD V2-0, Cláusula f. 13 de 26

14 O código de Madeira Controlada FSC geralmente representa que a empresa incluiu a venda de Madeira Controlada FSC para ao menos um grupo de produtos do FSC no escopo de seu certificado de Cadeia de Custódia do FSC. Nota Informativa 1.Um código de Madeira Controlada FSC deve ser emitido para todas as empresas que queiram fazer alegações do FSC relacionadas com Madeira Controlada FSC em documentações de vendas e de transporte. Para outras atividades sob a FSC- STD V2-1 relacionadas com o suprimento de materiais não certificados FSC (e.g. identificação de origem, avaliações de riscos, verificação de campo), nenhum código deste tipo precisa ser emitido. OBSERVAÇÃO: Os códigos de Madeira Controlada FSC que já foram emitidos serão mantidos. Novos códigos de Madeira Controlada FSC podem também ser emitidos para atividades sob a FSC-STD V2-1 relacionadas com o suprimento de materiais não certificados FSC. 2. O organismo de certificação não deve emitir o código de Madeira Controlada FSC se houver não conformidades maiores em aberto com os requisitos da FSC-STD V2-1. NOTA Outras partes da norma precisam ser implantadas ou avaliadas para as atividades de vendas de Madeira Controlada FSC? Referência normativa FSC-STD V2-1 Cláusula 10.1 e Anexo 4 Há situações onde a FSC-STD V2-1 é aplicada apenas para o propósito de compra e/ou venda de Madeira Controlada FSC. Isso se aplica a casos onde empresas adquirem Madeira Controlada FSC de fornecedores certificados FSC e gostariam de transferir o material com a alegação Madeira Controlada FSC ou usá-la juntamente com material certificado pelo FSC em grupos de produtos FSC Misto, resultando em uma proporção de material de saída FSC Misto e Madeira Controlada FSC. Considerando que as alegações de Madeira Controlada FSC somente podem ser feitas por empresas que portam um certificado válido de Cadeia de Custódia do FSC e que os requisitos de compra e de registros são em grande parte cobertos pela FSC-STD V2-0: Norma do FSC para a Certificação de Cadeia de Custódia, a seguinte Nota Informativa é fornecida: 14 de 26

15 Nota Informativa 1. Para a compra de Madeira Controlada FSC (i.e. material que já foi controlado por um fornecedor certificado pelo FSC e que desde então foi transferido com alegações do FSC por meio de uma cadeia de custódia certificada do FSC) somente a seção a seguir da FSC-STD V2-1 precisa ser implantada por empresas e avaliada por organismos de certificação: a) Parte 2, Cláusula 10.1 (conforme aplicável); 2. Para a venda de Madeira Controlada FSC somente as seções a seguir da FSC-STD V2-1 precisam ser implantadas por empresas e avaliadas por organismos de certificação: a) Parte 2, Cláusula 10.1 (conforme aplicável); OBSERVAÇÃO: Tanto importações quanto exportações de Madeira Controlada FSC de espécies listadas nos Anexos I, II ou III da Convention on International Trade in Endangered Species of Wild Fauna and Flora (Convenção sobre o Comércio Internacional das Espécies da Fauna e da Flora Selvagens Ameaçadas de Extinção) (CITES), devem ser acompanhadas pelas licenças e/ou alvarás aplicáveis do país de origem. b) Parte 4: Venda de Madeira Controlada pelo FSC, e c) Anexo 4: Disposições para alegações relacionadas com a Madeira Controlada FSC NOTA Uso do Índice de Percepção de Corrupção (CPI) da Transparência Internacional em avaliações de riscos Referência normativa FSC-STD V2-1 Anexo 2 Seção B.1, Indicador 1.4 O Índice de Percepção de Corrupção (CPI) da Transparência Internacional publicado anualmente foi identificado pela PSU como uma fonte que deve ser usada pelas empresas ao avaliar a categoria 1 Madeira Controlada Extraída Ilegalmente em certo país. O índice classifica os países de acordo com a percepção de quão difundida é a corrupção entre funcionários públicos políticos. Embora este índice não se concentre na concessão de alvarás de extração e outras atividades relacionadas com a implantação de disposições legais relacionadas com a extração de toras, espera-se que a corrupção generalizada no setor público inclua o setor florestal em países onde as atividades de extração e de comércio de madeira são reguladas e controladas por autoridades governamentais. A FSC-STD V2-1 exige uma abordagem de precaução por empresas ao avaliarem riscos. Isso significa que se houver falta de informações sobre a corrupção no setor florestal, um país / distrito deve ser definido como de risco não especificado para o indicador referenciado e, portanto, para toda a categoria de Madeira Controlada. O CPI apresenta um sistema que classifica a corrupção com uma faixa numérica de 1 a 10, considerando 1 como a indicação mais elevada e 10 como o nível corrupção mais baixo. 15 de 26

16 Nota Informativa Considerando a faixa numérica do CPI, as empresas podem considerar um limiar de 5 para determinar risco não especificado/baixo. Países com um índice de menos de 5 devem ser considerados como de risco não especificado para o indicador 1.4 no Anexo 2 da Seção B da FSC-STD V2-1, a não ser que haja informações específicas independentes e de crédito em uma escala mais baixa (e.g. sistemas de rastreamento independente de toras implantados) que demonstrem o contrário. OBSERVAÇÃO:Como o CPI é atualizado todos os anos, as empresas devem também revisar suas avaliações de risco ao menos anualmente (ver também 6.2). NOTA Existe alguma diferença na interpretação de Florestas com Altos Valores de Conservação (HCVF) entre a norma de Madeira Controlada FSC e a norma Princípios e Critérios do FSC? Referência normativa FSC-STD V2-1 Anexo 2 Seção B O conceito de florestas de alto valor de conservação foi introduzido primeiramente pelos Princípios e Critérios do FSC. A Nota Informativa a seguir é relacionada com uma decisão dos membros da Assembléia Geral de 2008, por meio da Moção n de 26

17 Nota Informativa 1. Não há nenhuma diferença na definição de HCVF e suas diferentes categorias entre os Princípios e Critérios do FSC e as Normas de Madeira Controlada FSC. 2. A principal diferença está relacionada com os objetivos de ambas as normas. Enquanto os Princípios e Critérios do FSC requerem a manutenção e a melhoria de atributos de alto valor de conservação no nível da unidade de manejo florestal, a Norma de Madeira Controlada requer que a empresa evite madeira que seja originária de florestas onde valores altos de conservação estão sendo ameaçados no nível ecorregional. 3. A avaliação de risco (Anexo 2 da FSC-STD V2-1) Os principais aspectos em relação ao conceito de HCVF são: a) A norma FSC-STD V2-1 requer a identificação de altos valores de conservação que sejam ecorregionalmente significativos, o que em termos práticos implica que valores relevantes localmente não estão no foco desta etapa da avaliação de risco. b) A norma FSC-STD V2-1 requer a identificação de ameaças a HCVs causadas por atividades de manejo florestal. 4. Programa de verificação da empresa (Anexo 3 da FSC-STD V2-1) Se um distrito foi identificado como risco não especificado para HCVF na avaliação de risco de acordo com o Anexo 2, a empresa pode decidir conduzir uma auditoria de verificação de campo de acordo com o Anexo 3 da FSC-STD V2-1 para chegar a uma designação de risco baixo. Esta auditoria deve incluir: a) Avaliação para identificar a presença de altos valores de conservação, apropriados ao tamanho da UMF e à intensidade do manejo; b) Evidências de consultas com interessados relevantes na presença e ameaças de altos valores de conservação na UMF avaliada; (c) Uma lista dos de altos valores de conservação identificados juntamente com a evidência que eles não estejam ameaçados na UMF avaliada. OBSERVAÇÃO: O FSC está desenvolvendo um documento de orientação para apoiar a implantação do Anexo 2 e do Anexo 3 da FSC-STD V2-1 em relação a HCVFs. NOTA Como baixo risco pode ser confirmado para a Categoria C da Cláusula 1.1 da FSC-STD V2-1? Referência normativa FSC-STD V2-1 Anexo 2 Seção B.3-17 de 26

18 Nota Informativa 1. A conformidade com o Indicador 3.1 pode ser demonstrada como segue: a) O distrito de origem da madeira não está localizado em qualquer das áreas mapeadas de altos valores de conservação (como listado em 3.1) em certo país, ou b) Não há nenhum alto valor de conservação ecorregional significativo no distrito de origem de acordo com informações independentes verificáveis no nível do distrito/ UMF (relatórios de ONGs, avaliações de impactos ambientais etc.). 2. A conformidade com o Indicador 3.2 deve ser demonstrada como segue: a) Um forte sistema de proteção de altos valores de conservação está implantado. A definição de forte deve ser baseado na eficácia da vigência da lei no país. Isso pode ser demonstrado através de uma classificação elevada ( 75%) no índice do estado de direito do Banco Mundial (www.govindicators.org), e b) Apoio significativo Poe interessados relevantes nacionais / regionais do distrito avaliado, ou c) A empresa concordou com uma abordagem de proteção de HCVF no nível do manejo florestal com interessados ambientais nacionais / regionais do distrito avaliado. 3. A conformidade com o Indicador 3.2 não pode ser demonstrada se houver uma objeção substancial de interessados relevantes nacionais/ regionais contra uma designação de baixo risco para a categoria HCVF. NOTA Auditorias de verificação de campo, resultados, tomada de decisões e ações exigidas Referência normativa FSC-STD V2-1 Anexo 3 - Nota Informativa 1. Empresas que não são capazes de identificar e de fornecer documentos ou provas necessárias para demonstrar que um suprimento de madeira está em conformidade com os requisitos de Madeira Controlada FSC para cada uma das cinco categorias de Madeira Controlada FSC devem considerá-las como risco não especificado e implantar uma auditoria de verificação de campo no nível da unidade de manejo florestal (UMF) antes de aceitar material dessas unidades de manejo florestal como controlado. A verificação de campo somente precisa ser feita para as categorias CW previamente identificadas como risco não especificado. 18 de 26

19 2. As auditorias de campo do organismo de certificação para fornecedores de madeira de fontes de risco não especificado podem ser conduzidas em conjunto com a auditoria de verificação de campo pela empresa. 3. Se qualquer UMF no programa de verificação de campo não cumprir os requisitos como especificado no Anexo 3 da FSC-STD V2-1, a madeira daquela UMF não será aceita como controlada. Além disso, a empresa deve escolher aleatoriamente outra UMF no conjunto de UMFs similares para cada uma que for removida e conduzir uma auditoria adicional no mesmo ano que permitirá tomar uma decisão final sobre a qualidade de seu programa de verificação de Madeira Controlada. O último somente se aplica a UMFs que podem ser avaliadas com base na amostragem. NOTA Qual é a taxa de amostragem e grupo que organismos de certificação devem usar para avaliações de campo de suprimentos de fontes com risco não especificado? Referência normativa FSC-STD V2-1 Anexo 3 - Nota Informativa 1. A base para a fórmula de amostragem a ser conduzida pelos organismos de certificação deve ser a amostra utilizada pela empresa (i.e. x = 0.8* y, onde y representa a amostra usada pela empresa). 2. O grupo de amostragem anual para organismos de certificação devem ser as UMFs que a empresa visitou como parte do programa de verificação da empresa. 3. Se outro organismo de certificação homologado pelo FSC conduziu uma visita de campo a uma UMF como parte de programa de verificação da empresa, aquele local pode ser excluído da amostra. NOTA Documentação e os requisitos processuais para demonstrar o distrito de origem geográfica dos co-produtos Referência normativa FSC-STD V2-1 Clausula 8.1; ADVICE Data de vigência 01 de Abril de 2011 Termos e definições Empresa: A entidade legal que deve cumprir a FSC STD V2-1 deve ser a portadora do certificado ou uma candidata à certificação. Empresas são obrigadas a manter a documentação que demonstre o distrito de origem do material fornecido e deve implementar um processo de verificação da autenticidade da documentação. Este é um desafio específico para empresas que utilizam os co-produtos, como tal, materiais recuperados são comumente misturados nas fases iniciais da cadeia de abastecimento e são quase impossíveis de serem associados às faturas com base em transações comerciais. Assim, para co-produtos os requisitos de madeira controlada haviam sido dispensados por uma isenção especificada na norma FSC-STD (Versão 1) e posteriormente em FSC-ADV (versão 1 e 2). Esta 19 de 26

20 isenção irá permanecer até 31 de dezembro de 2012 para grupos de produtos registrados como sendo comercialmente produzidos antes de 01 de abril de Os grupos de produtos que não forem registrados terão de cumprir essa Nota Informativa a partir da data de vigência. Nota Informativa 1. Para entradas de co-produto, a empresa deve documentar o distrito geográfico de origem pelo comprovante de compra da unidade de manejo florestal de origem ou por um acordo legal que seja eficaz e exeqüível, feito com o fornecedor dos coprodutos, que inclui uma declaração sobre as fontes de origem. 2. Um acordo com o fornecedor deve ser feito por escrito e deve incluir: a) A informação sobre a origem geográfica (por exemplo países, regiões, unidades de manejo florestal) dos co-produtos fornecidos, que é a informação necessária para a análise de risco da empresa. O tipo de informação deve coincidir com a escala geográfica do distrito definido para a avaliação de risco da empresa. b) Um compromisso que, nos casos em que o material é considerado como proveniente de áreas de risco indeterminado, o fornecedor vai apoiar a empresa na coleta de informações para identificar a floresta de origem e toda a cadeia de abastecimento relativas a esse fornecimento. 3. No caso de um acordo com o fornecedor, a empresa procederá a uma verificação de plausibilidade para verificar as informações sobre a fonte de origem fornecidas. Estes controles devem incluir, no mínimo, os critérios de evidência a seguir: - A espécie de madeira fornecida é comercialmente colhida no distrito declarado (e tem um certificado CITES, se necessário)? - O tipo e a qualidade do material fornecido é disponível comercialmente a partir do distrito declarado? - A distância e os meios de transporte para a empresa (ou para o site do fornecedor no caso de o fornecedor ter entradas de coproduto) são compatíveis com a área declarada e economicamente viável? NOTA: É de responsabilidade da empresa avaliar os critérios acima e chegar a um julgamento justo e objetivo sobre a plausibilidade e confiabilidade das informações prestadas pelo fornecedor. O princípio de precaução deve ser aplicado. Se o resultado do teste de plausibilidade for negativo, o material não pode ser aceito como entrada de material controlado através de um acordo com o fornecedor. NOTA Independência do programa de verificação da empresa Referência normativa FSC-STD V2-1 Parte 3 Aprovação Aprovado pelo Diretor Executivo do FSC em 14 de Junho de Esta Instrução está baseada na recomendação desenvolvida pelo Comitê 20 de 26

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