SUMÁRIO. Ano 2 - Nº 20. novembro/2010 EMPRESAS VÃO ABOLIR "SEGURÊS" DAS APÓLICES AUDITORIA JURÍDICA É ARMA PARA EMPRESAS EM NEGOCIAÇÃO

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1 Ano 2 - Nº 20 novembro/2010 SUMÁRIO EMPRESAS VÃO ABOLIR "SEGURÊS" DAS APÓLICES AUDITORIA JURÍDICA É ARMA PARA EMPRESAS EM NEGOCIAÇÃO EXPERTS - A GESTÃO INTELIGENTE DE CONTRATOS 2 4 5

2 EMPRESAS VÃO ABOLIR "SEGURÊS" DAS APÓLICES Fonte: Jornal Valor Autor: Jane Rocha Depois de dobrar a participação do mercado segurador no Produto Interno Bruto (PIB) para 3% nos últimos cinco anos, as seguradoras chegaram à conclusão que, para o próximo salto, será necessário melhorar o atendimento e a comunicação com o consumidor. Uma das primeiras providências será utilizar uma linguagem mais acessível. Conceitos considerados herméticos para a compreensão da média dos brasileiros como "sinistro" e "prêmio" estão prestes a ser abolidos dos folhetos e da publicidade dos seguros. Prêmio, que no jargão "segurês" não significa um presente, mas sim uma conta a pagar, será substituído por expressões mais próximas como pagamento, contribuição, mensalidade. Sinistro, palavra que por si só remete a coisas ruins, na nova linguagem será substituída por acidente ou evento que gera indenização (morte, reembolso de despesas médicas, colisão). Essa é uma das principais recomendações do Comitê de Relações de Consumo da CNSeg, a confederação das seguradoras. Composto por representantes da alta direção das 16 maiores seguradoras, o grupo já está desde o início do ano trabalhando no tema. O objetivo é ampliar a "transparência e a proximidade" com o consumidor, afirma Maria Helena Darcy de Oliveira, presidente do comitê. As mudanças vão começar pelo segmento de vida e previdência, porque é o produto que a clientela entende menos, acredita Oliveira. O seguro mais conhecido e compreendido no Brasil é o de automóveis, que também será alvo de uma campanha, assim como o seguro saúde. "A visão que o público tem do mercado segurador é distante", reconhece Oliveira, que também é ombudsman da Icatu Hartford Seguros e Previdência. O comitê montou uma agenda de trabalho cujo principal item será recomendar que toda venda de seguros venha acompanhada de uma espécie de roteiro rápido, no qual estejam destacadas, em letras grandes, as dez principais recomendações para cada tipo de seguro, entre elas aquilo que o contrato não cobre. Oliveira diz que a linguagem hermética das apólices de seguros é uma exigência do próprio regulador, a Superintendência Nacional de Seguros Privados (Susep), órgão ligado ao Ministério da Fazenda, mas que isso também está em rediscussão. O "clausulado" é tão complexo que mesmo pessoas com nível superior demonstram incapacidade de compreensão do funcionamento do seguro, diz Fernando Bertasson, gerente de Varejo da Aliança do Brasil Seguros, também membro do comitê. Bertasson relatou um caso ocorrido dentro da Aliança em que um advogado se recusava a ceder documentos para receber um seguro de vida deixado pela esposa falecida porque não entendia o funcionamento do produto. De acordo com a presidente do comitê da CNSeg, o glossário inserido nos documentos por exigência da Susep não tem sido suficiente: "Ninguém lê". O comitê tem uma agenda de trabalho que está em andamento desde janeiro e envolve a organização de fóruns de discussão (congressos e conferências), elaboração de pesquisas e documentos institucionais, e de uma cartilha de "boas práticas, por linhas de negócios, de contratos de consumo em seguros". Uma grande conferência para discutir a proteção ao consumidor de seguros foi realizada em março no Rio de Janeiro, e outra está programada, para os dias 10 e 11 de setembro, em São Paulo. 2

3 Oliveira conta que, da agenda de trabalho, constam ainda a criação de "novas pontes com as ouvidorias" e maior proximidade com os órgãos de comunicação. Ela acredita que há muito desconhecimento na imprensa sobre o que seja seguro e que isso implica frequentemente divulgação de informações equivocadas. Haverá uma recomendação para que as seguradoras não respondam com a frase "problema já resolvido com o cliente" quando haja divulgação de queixas nas colunas especializadas em direito do consumidor. "Esse tipo de resposta", diz, "se transforma em um instrumento de pressão que não colabora em nada para esclarecer as dúvidas dos consumidores". "Queremos que o público conheça os produtos, tenha clareza da composição dos custos." O diagnóstico do grupo de trabalho da CNSeg é que hoje o consumidor compra seguro sem entender o que está comprando, sem saber o que está ou não coberto e, no caso do automóvel, que é o mais conhecido e disseminado produto do mercado segurador, as pessoas compram por obrigação, motivados pela alta violência urbana, não porque reconheçam seus benefícios. Oliveira alerta ainda que a prática de levar o consumidor a comprar seguro inadvertidamente, que vem se disseminando com a criação dos seguros massificados, não ajuda em nada. "O seguro embutido em outras vendas, que o cliente compra sem saber, é um desserviço, não contribui para a indústria". O trabalho também tem sido motivado pelo fato de que a partir deste ano as seguradoras serão obrigadas a manter departamentos de ouvidoria para atendimento ao consumidor. As ouvidorias começaram a ser abertas em 2004, por indução da Susep que dava incentivos em termos de redução de multas, mas até agora não era obrigatório. Maria Helena Darcy de Oliveira diz que outro motivador é que as seguradoras se deram conta da necessidade recriar os canais de distribuição, ao mesmo tempo em que se preparam para um provável "boom" nas vendas para as classes C e D quando o microsseguro estiver regulamentado no Congresso. Há um receio de que, com a popularização, o seguro seja rapidamente alçado ao topo do ranking dos setores com maiores reclamações no Procon, acompanhando as empresas de telecomunicações, bancos e cartões de crédito. 3

4 AUDITORIA JURÍDICA É ARMA PARA EMPRESAS EM NEGOCIAÇÃO Fonte: Matéria publicada no jornal DCI, coluna Judiciário 30/09/2010 A due diligence legal, espécie de auditoria jurídica feita por escritórios de advocacia nas empresas, já é utilizada em larga escala por compradores que querem investigar e, assim, obter benefícios na hora da aquisição ou fusão com outras companhias, como ter noção da real situação da empresa e redução do preço inicial ofertado. Mas a due diligence preventiva, feita pelo próprio vendedor, já começa a crescer e ser vista como uma importante forma de valorizar as empresas nas negociações. A advogada Cristiane Cordeiro, do escritório Emerenciano, Baggio e Associados Advogados, afirma que cerca de 80% dos casos de due diligence são feitos por parte dos compradores, que querem verificar o que estão comprando e os problemas que podem enfrentar. Na auditoria, são verificados aspectos de todos os ramos do direito: societário, contratuais, tributário, trabalhista, passivo ambiental, licenças e autorizações e questões relativas à áreas reguladas, como energia, telecomunicações e transporte. A due diligence preventiva, segundo a especialista, serve para identificar os problemas e regularizar a situação. Os problemas são geralmente de solução possível e efetiva, e a empresa fica mais atraente para os investidores, que também farão o procedimento, diz. Na prática, ela lembra que a due diligence começa a ser feita quando há a intenção da companhia ser vendida ou ter seu quadro societário reestruturado. Agrega-se valor à companhia ao resolver ou mitigar os problemas. A empresa se torna mais interessante e ganha valor no mercado. É importante olhar para dentro, olhar os documentos e a administração, afirma. A advogada cita um exemplo de due diligence que diminuiu o passivo de processos trabalhistas por meio de levantamento dos casos e posteriores acordos ou execuções. Em outra frente, os contratos não mais executados podem ser encerrados para diminuir o risco de futuras reclamações. O custo da auditoria, segundo a advogada, não são caros e dependem da área de atuação e porte da empresa. A advogada Vivian Pratti, sócia do escritório Patrícia Peck Pinheiro Advogados, afirma que a prática cresce na mesma medida em que aumentam as fusões e aquisições e com a melhoria da consciência do mercado. Só no primeiro semestre desse ano, o Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) recebeu só nos primeiros sete meses desse ano 384 novas operações e a expectativa é que o número de 2010 seja recorde. A due diligence aumenta a transparência nos negócios e a segurança jurídica dos envolvidos, afirma. De acordo com Vivian, é essencial que o processo seja sigiloso, para evitar uma exposição indevida da empresa em processo de auditoria jurídica. O advogado Frederico Dieterich, da Azevedo Sette Advogados, confirma que a prática é cada vez mais comum. A due diligence pode ser feita para tudo, desde oferta pública de ações [IPO, na sigla em inglês], até para quem está comprando ou vendendo uma companhia, afirma o advogado, que ressaltou que chega até a fazer quatro operações desse tipo ao mesmo tempo. Segundo ele, os principais benefícios são melhorar o preço de venda e quantificar os riscos para quem compra. Os dogmas internos de uma empresa são ignorados em uma due diligence. É exposto o que ocorre de fato, complementa. Dieterich estima, por baixo, que o escritório tenha feito 20 operações de due diligence nesse ano. O escritório faz avaliação jurídica em operações de aquisição, alienação, fusão, associação ou emissão de títulos, envolvendo agentes no Brasil ou no exterior, além de auditoria legal ambiental para a obtenção de certificados. A due diligence legal, espécie de auditoria jurídica feita por escritórios de advocacia nas empresas, já é utilizada em larga escala por compradores que podem obter benefícios na hora da aquisição ou fusão. 4

5 EXPERTS - A Gestão Inteligente de Contratos Fonte: financialweb Autor: Enio Salu É bem maior do que se imagina a quantidade de empresas que perde o controle dos seus contratos. Nossa empresa atua no mercado com foco nisso e nos deparamos rotineiramente com casos que surpreendem os que nem desconfiam como é instável a gestão dos contratos nas empresas. Quando comentamos sobre este assunto alguns dizem: isso só acontece em empresa pequena ou desorganizada: grande engano! Temos contato com empresas de altíssimo nível de compliance SOX, ISO, ONA, etc. que não tem controle efetivo sobre seus contratos: na maior parte das vezes nem sabe disso, e algumas vezes sabem e mascaram a deficiência nos dois casos perde dinheiro (as vezes muito dinheiro). Para reduzir este problema é necessário primeiro admitir que o problema exista. Parece algo meio óbvio mas não é. Pensar que os contratos estão sob controle é mais ou menos como pensar que o time dito como favorito vai ganhar o campeonato! Todo contrato tem algo que a maioria das pessoas negligencia: a vigência. Não se atenta para o fato de que durante a vigência (geralmente um ano) o contrato não se altera, mas a empresa e o mercado mudam. O contrato é estático e a empresa e o mercado são dinâmicos. E todos os contratos têm algo que de certa forma também é negligenciada: por mais que se escreva, o que está formalizado não representa tudo que envolve a relação comercial entre as empresas. Ou seja, o que está escrito não é suficiente para representar o que realmente ocorre. Mas o contrato não é o vilão solitário junta-se a ele os fatos que comumente ocorrem na empresa que detonam completamente a relação comercial, que são velhas conhecidas de todos nós: O turn-over e o job rotation interno. Basta mudar o gestor do contrato que o controle afrouxa. Se alguém argumentar que se o contrato estiver bem feito independe das pessoas é porque certamente não conhece o ciclo de vida dos contratos: deve ser alguém que participa da formalização e não tem intimidade com o que ocorre depois; As mudanças de sistemas de informação. Uma alteração no sistema, ou pior: a troca do sistema. Não existe mudança sem o ônus do descontrole. Quem diz que o novo sistema vai melhorar sabe muito bem o que está dizendo... em relação ao sistema anterior... mas não em relação aos processos que envolvem a gestão do contrato! Podemos afirmar isso com 110 % de certeza; Fusões, aquisições e mudanças organizacionais. Você já presenciou uma reunião entre as partes para repactuar o contrato em conseqüência de um desses fatos? Se nunca presenciou e é, ou foi, gestor de contratos quando isso aconteceu sabe muito bem das conseqüências de não ter ocorrido. Se presenciou ou participou sabe o quanto é difícil a negociação. Juntando este cenário com o fato de que o gestor de contratos odeia contratos vem o descontrole que não é pequeno na maioria absoluta dos casos, e como são fatos (não são suposições) é de se concluir que se não existir uma boa metodologia de controle o prejuízo pode ser grande. Se concluir baseado nisso é difícil, podemos relatar inúmeros casos: Multinacional que não tem o controle adequado de contratos de locação (ela é a locadora!) a ponto de não reajustar preços há anos; 5

6 Grande empresa de Telecom que não renegocia o contrato de locação de equipamentos de informática há mais de 2 anos, e paga por equipamentos obsoletos mais do que pagaria por equipamentos de ponta; Empresa do segmento da construção civil que recebeu pesada multa por não ter aferido adequadamente a apresentação de exigíveis trabalhistas do fornecedor de mão-de-obra terceirizada; Grande indústria que não afere o SLA contratual e o fornecedor não cumpre e não é penalizado. Nem mesmo manutenções preventivas mensais eram feitas, embora descritas no contrato. Parece absurdo... mas é a realidade do mercado e não é incompetência do gestor ou má fé do fornecedor (pelo menos nestes casos) é a falta absoluta de metodologia e gestão estruturada: só isso. Pronto para admitir a possibilidade de que os contratos não estão sendo geridos adequadamente? Então seja bem vindo ao grupo de gestores que trazem resultados à empresa apesar de odiar contratos! 6

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