Visão Geral da Lei de Inovação: Avanços e Desafios após 10 anos.

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1 Visão Geral da Lei de Inovação: Avanços e Desafios após 10 anos Henrique Frizzo

2 1 Conceitos Gerais da Lei de Inovação

3 Conceitos Gerais da Lei de Inovação Lei / Lei de Inovação: Norma que regula o relacionamento entre a indústria e institutos públicos de pesquisa com os seguintes propósitos: Permitir e contribuir para que que o alto nível das pesquisas puras nos ambientes de pesquisa públicos fossem refletidas em pesquisa aplicada, resultando em produtos (e serviços) com aplicação comercial. Aparelhar os centros de pesquisa públicos com órgãos de incentivo de atividades de pesquisa aplicada e administração da propriedade intelectual desenvolvida. Facilitar o financiamento das pesquisas e incentivar o pesquisador público. Dar segurança jurídica aos investimentos e projetos comuns entre empresas e centros de pesquisa públicos. Incrementar o número de patentes e invenções com aplicação comercial, de forma a melhorar o posicionamento do Brasil nas estatísticas sobre pesquisa e desenvolvimento, além de permitir a redução na balança de pagamentos de royalties (alterar a posição brasileira de grande pagador para também recebedor) Trench, Rossi e Watanabe Advogados 3

4 2 Instrumentos da Lei de Inovação

5 Instrumentos da Lei de Inovação A Lei de Inovação prevê os seguintes instrumentos: Compartilhamento ou Utilização de Infraestrutura: Micro e pequenas empresas (incubadoras) podem compartilhar e outras empresas se utilizar das instalações da ICT. O acordo pode prever definição de compensação, e os resultados das pesquisas podem ser integralmente apropriadas pela entidade privada. Participação Minoritária em SPE: O governo pode injetar capital em empresa que foi organizada para desenvolver produtos inovadores. No âmbito Federal, depende-se de decreto presidencial e orçamentos específicos. A propriedade intelectual sobre os resultados obtidos pertencerá aos detentores do capital social, na proporção da respectiva participação. Prestação de Serviços por ICTs: ICT pode prestar serviços voltados à inovação e à pesquisa científica e tecnológica no ambiente produtivo. Pesquisadores públicos podem receber compensação adicional. A propriedade intelectual decorrente do contrato pode ser negociada, mas em geral pertence à entidade Contratante Trench, Rossi e Watanabe Advogados 5

6 Instrumentos da Lei de Inovação A Lei de Inovação prevê os seguintes instrumentos (cont.): ICT como contratante de serviços de empresa privada: A ICT pode contratar empresas privadas para o desenvolvimento de tecnologias específicas ou para resolver obstáculos críticos dentro do projeto de R&D. A compensação poderá ser condicionada aos resultados. A propriedade intelectual decorrente do contrato pertencerá à ICT. Parceria entre a ICT e entidades privadas: O acordo deve prever a posse da propriedade intelectual decorrente e a participação nos resultados da exploração das invenções. As partes tem seus direitos de licenciamento garantidos. No entanto, a proporção da posse sobre a propriedade intelectual deverá respeitar o valor agregado das alocações de recursos entre as partes. Concessão de linhas de financiamento especiais para P&D e outros tipos de subvenção econômica. Transferência de tecnologia: a ICT pode conceder licença ou transferência de teconologia para a exploração comercial de um produto/serviço inovador. Se a transferência ou licença for exclusiva, um tipo de procedimento competitivo deve ser adotado Trench, Rossi e Watanabe Advogados 6

7 3 Quase 10 anos da Lei de Inovação: Avanços e Desafios

8 Avanços A Lei de Inovação completa 10 anos, desde então: Maioria das ICTs conseguiram desenvolver uma política de inovação e organizar um NIT para gerir sua política de inovação. O número de funcionários responsáveis pela política de inovação aumentou. Percebe-se incremento no número de proteções requeridas e de contratos de exploração comercial firmados. Os resultados financeiros das criações desenvolvidas por ICTs tem crescido significativamente ao longo dos anos. Algumas empresas incubadoras já conseguiram se firmar no mercado. Uma série de mecanismos de financiamento e incentivo foram estabelecidos, como linhas especiais de financiamento e benefícios tributários Trench, Rossi e Watanabe Advogados 8

9 Desafios Porém: Ainda há muita incerteza quanto à divisão dos resultados: Pouco espaço para negociação da propriedade intelectual resultante de projetos. Apoio a incubadoras e ao inventor ainda é incipiente. Atenção ainda é concentrada em inventos. Pouco foco em serviços. Insegurança jurídica em relação a limitações à exploração comercial dos produtos e processos inovadores. A exploração comercial exclusiva deve ser submetida a uma espécie de licitação. Necessidade de detalhamento antes da assinatura do contrato de pesquisa. A cultura da inovação nas ICTs ainda não foi devidamente absorvida. Encontra-se muita resistência por parte de pesquisadores, decorrente do sentido de propriedade sobre o invento e confusão sobre direitos autorais. Os NITs ainda precisam se sofisticar em relação a suas práticas e formalização. Muito do trabalho precisa ser realizado em casa. Deve haver mais atenção à micro-gestão. Detalhes são essenciais nestes projetos Trench, Rossi e Watanabe Advogados 9

10 Desafios ao investimento A experiência prática demonstra os seguintes desafios ao investimento: Formalização inadequada dos acordos e dos respectivos procedimentos administrativos. Incertezas em relação aos pedidos de patente: Depósitos de patentes realizados por partes ilegítimas, pedidos insuficientemente instruídos e respeito à titularidade. Ausência de clareza em relação à parte com que se está contratando. Contabilidade atrapalhada no começo das empresas, falta de planejamento em relação às obrigações empresariais. Ausência de observância dos procedimentos regulatórios específicos. Descompasso entre as expectativas ICTs e pesquisadores visam os benefícios sociais e a empresa ao resultado empresarial. Posições distintas quanto a extensão da transferência de tecnologia Trench, Rossi e Watanabe Advogados 10

11 Desafios ao investimento Recomendações a ICTs, start-ups e incubadoras: Estabelecimento de políticas claras de inovação e NITs, prevendo expressamente os direitos e obrigações dos pesquisadores. Atenção às formalidades desde o início. Assinatura de acordos que prevejam com clareza as obrigações das partes, possibilidade de rescisão e o compartilhamento de resultados. Preocupação com organização de livros, licenças e documentos, e governança da entidade. Investimento em consultorias especializadas para realizar a divulgação de sua abertura ou busca de parceiros estratégicos Trench, Rossi e Watanabe Advogados 11

12 Desafios ao investimento Recomendações a investidores: Realização de due diligence na incubadora/startup, com especial atenção aos contratos, gestão da propriedade intelectual e regularidade das operações (livros, contabilidade e licenciamento). Alinhamento inicial das expectativas e verificação da intenção das partes em relação às obrigações e resultados. Celebração de pré-contratos (carta de intenções, memorandos de entendimento) estabelecendo as condições mínimas de negociação, confidencialidade e encerramento do projeto Trench, Rossi e Watanabe Advogados 12

13 4 Projetos de Lei

14 Projetos de Lei Dois Projetos de Lei: Projeto de Lei da Câmara dos Deputados nº 2.177/2011, Dep. Bruno Araújo Projeto de Lei do Senado nº 619/2011, Sen. Eduardo Braga Em comum, os projetos almejam: Flexibilizar as contratações de ICTs públicas e o respectivo processo de importação de bens associados à pesquisa. Incrementar a autonomia da gestão dos processos de inovação. Aprimorar dos mecanismos de financiamento e ampliação dos beneficiários da Lei de Inovação (incluindo ICTs constituídos por empresas). Apoiar os pesquisadores públicos Trench, Rossi e Watanabe Advogados 14

15 Projeto de Lei nº 2.177/2011 Primeiro texto era basicamente um compilação da legislação esparsa sobre o tema. Em relação aos temas polêmicos, mantinha basicamente a mesma redação. Texto substitutivo apresentou diversos avanços em relação aos acordos de parceria e P&D em empresas: Definição de ICT privada como entidade sujeita à Lei de Inovação; Apoio à criação de ambientes promotores de inovação (parques tecnológicos, incubadoras, etc.); Esclarecimento da dispensa de oferta tecnológica pública para exploração comercial exclusiva por parte do parceiro privado; Autonomia das ICTs em relação à definição da proporção da titularidade da propriedade intelectual. Flexibilização da prestação dos serviços por parte das empresas privadas; Detalhamento dos instrumentos de estímulo à inovação (incluindo bônus tecnológico) Trench, Rossi e Watanabe Advogados 15

16 Projeto de Lei nº 619/2011 Pontos positivos: Maior detalhamento dos instrumentos de financiamento e subvenção das atividades de inovação. Criação do conceito de ICT Privada, com definição de mecanismos de apoio a essas entidades; Especial atenção aos pesquisados público, com novas formas de incentivo e compartilhamento dos ganhos. Aspectos Negativos: Não aborda os aspectos cruciais das parcerias com empresas privadas, mantendo a definição de proporção sobre a titularidade da propriedade intelectual e as incertezas quanto ao licenciamento exclusivo do parceiro privado; Excesso de detalhes e engessamento dos procedimentos; Demasiado foco nas contratações públicas praticamente cria novo procedimento licitatório. Dificulta aprovação legislativa Trench, Rossi e Watanabe Advogados 16

17 l QUESTÕES? HENRIQUE KRUGER FRIZZO [change title in View/Header and Footer] 17

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