Perícia, Arbitragem e Mediação

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1 CRC - CONSELHO REGIONAL DE CONTABILIDADE DE SÃO PAULO Gestão: Domingos Orestes Chiomento 22ª Convenção de Contabilistas do Estado de São Paulo Santos Perícia, Arbitragem e Mediação Antonio Carlos Bordin

2 ARBITRAGEM ARBITRAGEM Nova cultura na solução de conflitos/litígios É a liberdade para quem sabe ser livre 1. Lei de setembro de O que é Arbitragem É um meio de solução de controvérsias e conflitos, realizado fora da Justiça Estatal. 3. O que pode ser resolvido Qualquer controvérsia, conflito que diga respeito a direitos patrimoniais, que as partes possam transacionar. Ex.: Contratos em geral (áreas cível e comercial) 4. O que NÃO pode ser resolvido Questões as quais as partes não podem efetuar transações. Não podem dispor como quiserem. Ex: Nome da pessoa, estado civil, impostos, delitos criminais, separação de casais, guarda dos filhos.

3 ARBITRAGEM 5. VANTAGENS Celeridade : simplificação do processo e prazo de 6 meses. Sigilo: não expõe fatos, documentos, segredos profissionais e industriais. Liberdade das partes na escolha dos árbitros: conhecimento especializado. Informalidade, flexibilidade, segurança e confiança. Nem sempre é vantajoso: Demanda envolvendo pequenos valores.

4 ARBITRAGEM 6. Utilização da Arbitragem As partes, em contrato, devem incluir uma cláusula contratual que eventuais litígios serão resolvidos por Arbitragem Contrato ou qualquer documento à parte. Assinado pelas partes. É a cláusula compromissória ou cláusula arbitral (conflito por arbitragem). Não existe cláusula contratual e surge a controvérsia? As partes assinam um documento particular 2 testemunhas ou escritura pública 7. Como instituir a Arbitragem Convenção de Arbitragem O compromisso arbitral e a cláusula-compromissória são igualmente designados como convenção ou pacto arbitral.

5 ARBITRAGEM 8. Como Operacionalizar 8.1. Arbitragem Institucional Cláusula determina a escolha da Instituição Arbitral Exemplo Câmaras: FIESP AMCHAM CAMARA CANADENSE CAMARB INTERNACIONAIS (Credibilidade) CCI Verificação e Determinação dos Regulamentos Procedimentos Prazos Razões produção de provas Forma de indicação dos Árbitros (lista) Custas Decisão Dos Árbitros não da Instituição.

6 ARBITRAGEM 8.2 Arbitragem adhoc Para isto Para um determinado ato As partes e os Árbitros que disciplinarão os procedimentos. Não segue o regulamento da Instituição. 9. Arbitragem Expedita Procedimento mais rápido (60 dias). Quesitos resolvidos em base: - Provas documentais; - Parecer de Perito; - Testemunhas (notário público); - Partes optam por procedimentos simplificados que privilegia a velocidade do procedimento.

7 ARBITRAGEM Santos 10. Arbitragem Compulsória ou Obrigatória No Brasil não Obrigatória Canadá Segundo Pesquisa Espanha, E.U.A. 70% / 80% 11. Decisão da Arbitragem De Direito Árbitros decidirão a controvérsia fundamentada nas regras de direito. Por Eqüidade Árbitro decide fora das regras do direito com seu real saber e entender.

8 ARBITRAGEM 12. Composição: Advogados / Árbitros / Peritos / Partes / Testemunhas. Porto de Santos 13. Árbitro Qualquer pessoa maior que tenha confiança das partes Ser independente, imparcial, competente, diligente e discreto 21 anos, perfeito domínio mental Especialista na matéria controvertida Lei estabelece código de ética para o Árbitro São livres para decidir Seu compromisso é com a sua consciência É nomeado por terceiros, parte ou Câmara Arbitral 14. Tribunal Arbitral Constituído após nomeação dos Árbitros Número impar Escolha de um presidente

9 ARBITRAGEM 15. Sentença Laudo Arbitral Será deliberado por maioria de votos. Cabe a cada Árbitro um voto O voto vencido deverá ser fundamentado É definitivo, ficando as partes obrigadas a cumpri-lo na forma e prazo Poderá ser executada judicialmente 16. Recurso Judicial contra Sentença Arbitral O Árbitro estava impedido Sentença não fundamentada Quando não decidir toda a controvérsia Quando for comprovado que foi proferido por prevaricação (corromper, trair, má fé), concussão (desvio, roubo) ou corrupção passiva Quando não observou os princípios da igualdade das partes e do direito de defesa Quando for proferida fora de prazo

10 ARBITRAGEM ROTEIRO FASES DO PROCESSO A) Correspondência à Câmara (partes) Individual (Intimar outra parte) Conjunto (com os possíveis árbitros) B) Partes Cópia do Contrato Esclarecer o Litígio (resumo) C) Providências Câmara Análise Contrato (Cláusula Arbitral) Correspondências às partes Árbitros Árbitro Único Lista Questionário Independência Termo de Confidencialidade Indicação Presidente Manifestação das partes

11 ARBITRAGEM D) Termo de Arbitragem ROTEIRO FASES DO PROCESSO Documento Inicial nome qualificação de partes Controvérsia Prazo Lei Aplicável Local de Arbitragem, Custas, Honorários Intimação Minuta a partes e advogados Câmara verifica e libera E) Tribuna Arbitral Audiência Preliminar Manifestações e provas solicitadas Prazos (10 dias) Indicação Peritos e Assistentes Manifestação das partes e provas produzidas Alegações finais Finalização e 20 dias para prolatar a sentença arbitral Elaboração e divulgação da sentença para as partes Prazo final para solicitar esclarecimentos Finalização da Instância Arbitral

12 CONCILIAÇÃO / MEDIAÇÃO CONCILIAÇÃO É um dos meios voluntários de solução de conflitos, em que um terceiro, neutro e imparcial, ajuda as partes a identificar, discutir e resolver as questões do conflito. Aproxima as partes, procura encontrar o ponto de discórdia e sugere soluções de acordo. MEDIAÇÃO Semelhante à Conciliação. O mediador não faz sugestões de acordo. Aproxima as partes, procura identificar os pontos controvertidos e facilitar o acordo. APLICAÇÃO Vários campos de conflito: Familiar Divórcio Comercial, Empresas Familiares, Sucessão Empresarial Trabalhista, Condomínios DIFERENÇA MEDIAÇÃO E ARBITRAGEM O Árbitro decide o mediador e conciliador não.

13 ARBITRAGEM PERITO / ÁRBITRO / MEDIADOR Diferença entre a Justiça Comum e o Sistema Arbitral Na JUSTIÇA COMUM, o Juiz julga a Lei No SISTEMA ARBITRAL, os Árbitros podem julgar por equidade PERITO nomeado pela Justiça PERITO nomeado pelo Tribunal Arbitral ÁRBITRO nomeado pelas PARTES e decide MEDIADOR / CONCILIADOR nomeado pelas PARTE e NÃO decide

14 ARBITRAGEM Perícia Arbitral 1. Elaborada por Ordem do Tribunal Arbitral. 2. O Perito é nomeado após as partes se manifestarem, elaborarem quesitos. 3. ASSISTENTES As partes nomeiam. 4. Não é Judicial, mas o seu laudo tem o mesmo valor como prova. 5. Seguem todas as premissas da Perícia Contábil Judicial. 6. Honorários Periciais Estimativa. 7. Maior proximidade entre o Perito e os Assistentes Eliminar Controvérsias. 8. Controvérsias Sempre respondidas pelo Perito do Tribunal. 9. Perito é inquirido em audiência pelo Tribunal e pelas partes. 10. O Contador pode exercer a função de Árbitro. 11. Absoluto Sigilo Justiça comum Processo Público.

15 PERÍCIA CONTÁBIL PROFISSÃO, TEORIA, PRÁTICA PRECEITOS LEGAIS QUE REGULAM A PERÍCIA CONTÁBIL Código de Processo Civil Normas Brasileiras de Perícia Contábil Resoluções Conselho Federal de Contabilidade CONCEITO PERÍCIA CONTÁBIL A Perícia Contábil constitui o conjunto de procedimentos técnicos e científicos destinados a trazer a instância decisória os meios de prova necessários a subsidiar à justa solução do litígio, mediante Laudo pericial Contábil e/ou Parecer Técnico-Contábil, em conformidade com as normas jurídicas e profissionais, e a legislação específica no que for pertinente. CONCEITO PERITO CONTÁBIL / ASSISTENTE É o contador regularmente registrado em CRC, que exerce a atividade pericial de forma pessoal, devendo ser profundo conhecedor, por suas qualidades e experiência, da matéria periciada. O OBJETIVO da Perícia Contábil são os fatos controvertidos, para cuja apreciação exige-se conhecimentos de contabilidade, economia, administração, tributação, matemática financeira e estatística. Objetivo produzir uma Prova.

16 PERÍCIA CONTÁBIL PROFISSÃO, TEORIA, PRÁTICA PROVA é a alma do processo, a luz que deve guiar o Juiz (Prof. Alfredo A. Costa). FUNÇÃO fornecer a convicção do Juiz sobre a veracidade, ou não, dos fatos alegados pelas partes. Destinatários: o Juiz (destinatário direto) e as partes (indiretos) como justa a decisão da causa (Dr. Dorival R. Pavan). A PERÍCIA CONTÁBIL» A Perícia Contábil, Judicial, Extrajudicial ou Arbitral tem por objetivo produzir a prova material, robusta e eficaz da verdade real dos fatos de modo a esclarecer pontos controvertidos de um processo.» O Perito Contador é o profissional nomeado por órgão da Justiça que, após diligência, investigação e exame, reunirá as provas que serão juntadas aos autos do processo. As provas podem consistir de documentos contábeis, fiscais, societários, relatórios gerenciais, correspondências, mapas e planilhas, fotos e tudo aquilo que contribuirá para elucidar a verdade e auxiliar o Juiz ou Árbitro na solução de litígios e a restaurar o direito.» O Laudo Pericial demonstra a realidade dos fatos e constitui-se na principal peça que será juntada aos autos do processo. Equipe = Assessor-Bordin RAMOS DA PERÍCIA» Contabilidade, Administração de Empresas, Economia, Engenharia em suas diversas especialidades, geologia, gemologia, grafotécnica, medicina, arquitetura, biologia, etc.

17 O EXECUTOR DA PERÍCIA CONTÁBIL 1. O Perito Contador (Autonômo ou Escritório). 2. SER CONTADOR Formação Acadêmica e conhecimento técnico da matéria. 3. O SER MORAL - Essência Ética Decência Trabalho Ganhar dinheiro 4. SABER LER, INTERPRETAR E ESCREVER 5. DOSAR HUMILDADE E NÃO SUBSERVIÊNCIA

18 PERÍCIA EXTRAJUDICIAL PERÍCIA CONTÁBIL EXTRAJUDICIAL É A QUE SE REALIZA FORA DO PROCESSO. NÃO DEPENDE DE TRAMITAÇÃO JUDICIAL Vasto campo para os contadores! Contratadas entre as partes (pessoas físicas ou jurídicas): Laudos Técnicos TIPOS Cisão, fusão, incorporação e dissolução de sociedades Liquidação e apuração de haveres Avaliação do fundo de comércio Goodwill Avaliação de bens e direitos (física e jurídica) Litígio entre sócios Cálculo de indenizações/desapropriações Venda e compra de empresas Due Diligence Autos de infração fiscal - erros Comprovação de fraudes, desvios Levantamento de créditos de impostos Partilha de Bens Separação Consensual Processos Trabalhistas

19 PERÍCIA EXTRAJUDICIAL LEI 6404/76 S/A Avaliação de Empresas / Cisão / Fusão / Incorporação Empresa especializada ou 3 Peritos nomeados em Assembléia Valor mercado ou livros (aspectos contábeis/societários e fiscais) EXAMES E DILIGÊNCIAS Fase 1 LAUDO / RELATÓRIO Fase 2

20 O PERITO CONTADOR JUDICIAL E PROBLEMAS NA ATIVIDADE DE PERÍCIA Os olhos do Magistrado Estar Perito não Ser Perito A função do Perito Judicial é decorrente de Nomeação (individual e confiança) Exercer função de Bacharel na matéria objeto de investigação. Outras profissões Credibilidade - experiência - ética Prazo para Laudo 20 dias antes da Audiência de Instrução e Julgamento Impedimento / Suspeição Novo Perito- substituição Reunião com Assistentes Técnicos» Discussão dos trabalhos e do Laudo Difícil de Agendar Imparcialidade» Independente para expressar a opinião Sentenciar ou ser o advogado

21 O PERITO CONTADOR JUDICIAL E PROBLEMAS NA ATIVIDADE DE PERÍCIA Falta de qualificação / desonestidade / orgulho exacerbado Crise de autoridade decorrente da assunção de função pública Honorários, na função de Perito Judicial, ao arbítrio dos Juízes Desembargadores e sujeito a contestação das partes envolvidas no processo Avaliação dos serviços Atenção pagar para trabalhar - Valorizar Correlação e concorrência com outras profissões ASSISTENTE TÉCNICO As partes contratam. Honorários = Horas / Fixo / 2/3

22 PROVA PERICIAL O Perito e Assistentes podem valer-se de todos os meios necessários para elaboração do Laudo e Pareceres. MODALIDADES EXAME VISTORIA OU AVALIAÇÃO (documentos e livros) Indagar pessoas verificação, avaliação de coisas (Bens) Constatação in Loco Diligência Fixação de Valor (Bens ou Direitos) Testemunhas, plantas, fotografias, informações Solicitar documentos em poder das partes ou Repartições Públicas BUSCA DA VERDADE Questões que as partes não perguntaram A Prova Pericial Contábil não deve ficar submetida somente aos quesitos É DEVER DO PERITO ASSISTIR O JUIZ TRAZENDO PARA O LAUDO CONTÁBIL TODA A AMPLITUDE DA QUESTÃO TÉCNICA

23 PROVA PERICIAL NOMEAÇÃO DO PERITO E PRAZO PARA O LAUDO (Juiz) PARTES (prazo 5 dias) Indicar Assistente Técnico Formulação de Quesitos QUESITOS (redação) Suplementares (partes durante a diligência) Indeferir (Juiz) (Quesitos Impertinentes) Formulados (Juiz) (Próprios) Cruzeiro Ponta da Praia

24 PROVA PERICIAL INDEFERIMENTO PERÍCIA EM JUÍZO Prova não depende conhecimento técnico Provas produzidas já suficientes Verificação for impraticável FORÇA POLICIAL (Denunciar fatos ao Juízo) Busca e apreensão de documentos Proteção pessoal DOCUMENTOS DEPOSITADOS EM JUÍZO - Partes não atendem o Perito DISPENSA (Partes) Pareceres Técnicos ou Documentos Elucidativos Nova Perícia (Determinação do Juízo) Esclarecimentos em Audiência (Partes solicitam ao Juízo) Formulando quesitos Intimados 5 dias antes da audiência

25 LAUDO PERICIAL O Laudo Pericial Contábil é a peça escrita na qual o Perito-Contador expõe, de forma circunstanciada, clara e objetiva, os estudos as observações que realizou, bem como as sínteses do objeto da Perícia, das diligências adotadas e dos resultados fundamentados e suas conclusões. (Normas Brasileiras de Perícia Contábil) 1. Abertura 2. Considerações Preliminares Descrição sucinta e aspectos gerais Diligências realizadas- não somente Exame dos Autos Procedimentos técnicos adotados Aspectos jurídicos, doutrinários (não entrar neste campo) 3. Resposta aos Quesitos Magistrado Autor Réu 4. Atenção: Redação do Laudo: Escrever para quem não conhece a matéria

26 LAUDO PERICIAL 4. Considerações Finais 5. Aspectos a serem considerados Ordem- -estética - conteúdo clareza- leitura fácil 6. Encerramento Anexos / Documentos 7. Prazo Apresentação em cartório prazo fixado pelo Juiz Pelo menos vinte dias antes da audiência de instrução e julgamento

27 PARECER PERICIAL CONTÁBIL Elaborado pelo Perito Contador Assistente O Parecer Pericial Contábil deve ser uma peça técnica, escrita de forma objetiva, clara, precisa, concisa e completa, devendo sua escrita ser sempre conduzida pelo perito-contador assistente, que adotará um padrão próprio. Quanto à forma, segue as mesmas linhas que devem ser observadas no Laudo Pericial Contábil. O Parecer Pericial Contábil deve expressar o resultado final de todo e qualquer trabalho de busca de prova que o perito-contador assistente tenha efetuado por intermédio de peças contábeis e outros documentos, sob quaisquer tipos e formas documentais. Prazo 10 dias após a apresentação do Laudo Prefeitura Municipal

28 ENCERRAMENTO A Perícia é uma especialização que requer um universo diversificado de conhecimentos, não bastando, apenas, a contabilidade acadêmica, porque, na Perícia, o Perito precisa enxergar onde não há luz, ler o que não está escrito e encontrar o que parece não existir. Manual Prático Perícias Contábeis Prof. Alcides Vaz

29 Assessor-Bordin Consultores Empresarias Serviços Profissionais e Trainees Contabilidade/ Fiscal / Pessoal Outsourcing Auditoria e Consultoria Imposto de Renda Pessoa Física Perícias Judiciais, Extrajudiciais e em Tribunais Arbitrais Devido ao constante crescimento de nossa empresa, estamos contratando profissionais e trainees em busca de desafios e superação para fazer parte de nossa equipe. É uma ótima oportunidade para você se desenvolver profissionalmente. Contato:

30 AOS ESTUDANTES / CONTADORES / CONTADORAS Ser Corinthiano é ir além de ser ou não ser o primeiro / ser Corinthiano é ser também um pouco mais brasileiro Toquinho Não se olvidem, perder ou ganhar é mero detalhe... O IMPORTANTE É SER CORINTHIANO! Bordin Fonte: Google Fonte: Google Fonte: Google

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