Diagnóstico do sector do capital de risco

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2 ÍNDICE Objectivos:... 2 Metodologia... 2 A. Revisão Bibliográfica... 4 B. Pesquisa de campo... 4 C. Análise e Síntese... 4 Resultados... 4 A. Revisão Bibliográfica Triagem dos aspectos relevantes a pesquisar... 4 B. Pesquisa de campo Lista de contactos de empresas e pessoas relevantes Preparação de um questionário / guião de entrevista

3 OBJECTIVOS: Avaliar o comportamento dos gestores de fundos de capital de risco: preferências e tipologias de investimento dos actuais players Avaliar os parâmetros chave do processo de investimento efectuado por Sociedades de Capital de Risco e Banca de Investimento (Private equity) Avaliar as condições para a oferta de fontes de fundos de investimento Avaliar o valor gerado, as dificuldades e necessidades percepcionadas pelas entidades gestoras de investimentos de capital de risco nacionais Avaliar a existência de oportunidades de criação de outros instrumentos financeiros complementares. METODOLOGIA Fases da Metodologia de Pesquisa de Mercado Desk research Pesquisa de Campo Análise dos Resultados Pesquisa bibliográfica Publicações Estudos... Pesquisa junto de Entidades/pessoas relevantes Pesquisa Qualitativa Focus Group Entrevistas Pesquisa Quantitativa Surveys Mail Telefónicos Face a face Agregação dos resultados qualitativos e quantitativos Análise comparativa com outros estudo Nas figures seguintes cada uma destas três fases é desagregada nas actividades chave que a compõe. Desk research Pesquisa de Campo Análise dos Resultados Identificação de documentos e publicações Identificação de pessoas/entidades Triagem de aspectos relevantes 2

4 Desk Research Pesquisa de Campo Análise dos Resultados Análise Qualitativa Análise Quantitativa Segmentação Empresas e dos serviços Selecção do focus group Focus group (Discussão de Grupo) Reflexão sobre os resultados Focus group (Entrevistas) Desk Research Pesquisa de Campo Análise dos Resultados Análise Qualitativa Análise Quantitativa Selecção da amostra representativa das populações Estruturação do Questionário Execução Survey Análise quantitativa preliminar Desk Research Pesquisa de Campo Análise dos Resultados Consolidação e revisão dos dados Análise crítica e comparativa com outros estudos Recomendações do trabalho 3

5 As principais técnicas utilizadas neste trabalho consistiram numa revisão bibliográfica e numa pesquisa de campo, seguidas de análise e síntese dos resultados obtidos: A. Revisão Bibliográfica Pesquisa para identificar publicações, artigos e bases de dados relevantes Preparação de uma lista de bibliografia e algumas notas sobre pessoas a contactar Triagem dos aspectos relevantes a pesquisar Discussão em equipa sobre os aspectos e pontos seleccionados. B. Pesquisa de campo Preparação de uma lista de contactos de empresas e pessoas relevantes Preparação de um questionário e de um guião de entrevista Execução das entrevistas pelo telefone ou face a face, complementadas por e correspondência para troca de informação Compilação e análise preliminar da informação obtida C. Análise e Síntese Consolidação e revisão da informação obtida na revisão bibliográfica e nas entrevistas e inquéritos. Análise crítica e comparativa da actividade de capital de risco desenvolvida em Portugal, identificação de padrões e aspectos chave. Resultados sobre os factores de sucesso, obstáculos,... Conclusões e recomendações do trabalho de diagnóstico. RESULTADOS A. Revisão Bibliográfica 1. Triagem dos aspectos relevantes a pesquisar Avaliar o comportamento dos gestores de fundos de capital de risco - Como é que os investidores detectam os negócios - Como avaliam os negócios - Processo de due diligence - Que tipo de mecanismos de controlo utilizam com as empresas investidas - tipologia de contratos e Instrumentos financeiros mais utilizados - Decisões de saída do investimento - Padrões de Networking e sindicação - Padrões de tipologia de investidores vs sectores alvo de investimento. 4

6 Avaliar os parâmetros chave do processo de investimento efectuado por Sociedades de Capital de Risco e Banca de Investimento (Private equity) - Factores que levam o investidor a efectuar um investimento - Experiência dos investidores Indagar sobre as condições para a oferta de fontes de fundos de investimento - Expectativas dos investidores no retorno - Regulamentos e políticas públicas favoráveis - Massa crítica de profissionais do sector - Que tipo de mecanismos de controlo são usados pelos investidores que participam nos fundos relativamente à SGFI Indagar sobre as maiores dificuldades que os investidores encontram - Deal-flow - Desenvolvimento de critérios rigorosos para avaliação dos investimentos ao longo do tempo - Gestão do risco - Acesso e disponibilidade de pessoal qualificado para gestão dos investimentos - Resistência dos empreendedores ao controle e gestão por parte dos investidores - Pouca percepção por parte dos empreendedores, da diferença entre equity e valor 100% de nada ou 10% de B. Pesquisa de campo 1. Lista de contactos de empresas e pessoas relevantes ADAMASTOR CAPITAL - SGPS, S.A. Rua D. Luís I, 19, 4º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Pedro Ferreira Pinto Amorim Desenvolvimento Edifício Amorim Rua de Meladas, nº Apartado Mozelos VFR Tel.: Fax: API CAPITAL - Sociedade de Capital de Risco, S.A. Rua Laura Alves, 4, 6º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Francisco Soares Banco EFISA, S.A. Av. António Augusto de Aguiar, 132, 4º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dra. Eugénia Magro BCP CAPITAL - Sociedade de Capital de Risco, S.A. 5

7 Av. José Malhoa, LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Luís Filipe Feria BIG CAPITAL, S.A. Edifício Atrium Saldanha, Praça Duque de Saldanha, 1, 8º E/F LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Mário Bolota CAIXA CAPITAL - Sociedade de Capital de Risco, S.A. Rua Barata Salgueiro, 33, 6.º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. José Carreiras Carrilho CENTRAL - Banco de Investimentos, S.A. Av. da República, LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Luís Lagarto Cofina.com Rua Joaquim António Aguiar, 41-3º Lisboa Tel.: Fax: URL: CHANGE PARTNERS - Sociedade de Investimento, S.A. Av. da Boavista, 1281, 3º PORTO Telef: Fax: Contacto : Dr. Mário Pinto Espiríto Santo CAPITAL - Sociedade de Capital de Risco, S.A. Rua Alexandre Herculano, 38, 1º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. João Arantes e Oliveira F. TURISMO - Capital de Risco, S.A. Rua Ivone Silva, Lote 6-3º Esq LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. Orlando Pinto Madeira Carrasco FINPRO, SGPS, SA Av. de Berna, nº 52-8º Lisboa Tel.: Fax: URL: Fundo para a Internacionalização das Empresas Portuguesas (FIEP) Edifício Heron Castilho Rua Braamcamp, 40-11º Lisboa Tel.: /5 Fax: URL: INTER RISCO - Sociedade de Capital de Risco, S.A. Av. Boavista, 1180, 6º PORTO Telef:

8 Fax: Contacto : Dr. Rui Ferreira PME CAPITAL - Sociedade Portuguesa de Capital de Risco, S.A. Av. Dr. Antunes Guimarães, PORTO Telef: Fax: PME INVESTIMENTOS - Sociedade de Investimento, S.A. Av. de Berna, 24, 7º Dtº LISBOA Telef: Fax: Contacto : Dr. José Fernando Figueiredo SDEM - Sociedade de Desenvolvimento Empresarial da Madeira, SGPS, S.A. Rua da Mouraria, 9, 1º FUNCHAL MADEIRA Telef: Fax: Contacto : Dr. Paulo Neves TOTTAFINANCE - Serviços Financeiros, SGPS, S.A. Av. Eng. Duarte Pacheco, Amoreiras, Torre 1, 6º LISBOA Telef: Fax: Contacto : Eng. Manuel Arouca 3i Europe - plc Sucursal em Portugal Av. Da Liberdade, 110-1º, Lisboa Tel.: Fax: Novabase Capital Av. Engº Duarte Pacheco Amoreiras, Torre 1-9º piso Lisboa Tel.: Fax: URL: 2. Preparação de um questionário / guião de entrevista Com base nesta estrutura efectuou-se uma análise quantitativa com base num guião de entrevista que se efectuou a 5 SCR com mais experiência e mais representativas do sector. A análise quantitativa foi efectuada através do preenchimento de um questionário. 7

9 Diagnóstico das necessidades e oportunidades da oferta de investimento de capital de risco Este questionário servirá de base ao diagnóstico e caracterização da oferta de investimento de capital de risco, cujos objectivos são: - Avaliar o comportamento dos gestores de fundos de capital de risco: preferências e tipologias de investimento dos actuais players - Avaliar os parâmetros chave do processo de investimento efectuado por Sociedades de Capital de Risco e Banca de Investimento (Private equity) - Avaliar as condições para a oferta de fundos de investimento - Avaliar o valor gerado, as dificuldades e necessidades percepcionadas pelas entidades gestoras de investimentos de capital de risco nacionais Este questionário será tratado de forma absolutamente confidencial. Quando o espaço disponível para resposta não for suficiente poderá ser anexada uma folha para o seu desenvolvimento com indicação do número da questão a que se reporta. Sempre que não pretende responder a determinada questão, assinale o motivo ao lado da mesma: - "n.a." - não se aplica; - "n.r." - não responde por outros motivos. 8

10 1. Características da Sociedade de Capital de Risco (SCR) 1.1 Identificação da Empresa Nome: Website: Ano de criação da empresa: Tipo de SCR: Sociedade de Capitais Privados (SP); Corporate Venture-Empresa (CV); Afiliada de um Banco (AB); Sociedade maioritariamente participada pelo estado ou entidades públicas (PU): Principais Accionistas/Associados (com mais de 10%): 1.2 Características gerais e indicadores de actividade a) Caracterize a sua actividade de investimento de capital de risco em termos de: Montante de fundos geridos* (milhões ) Montante de fundos angariados no ano (milhões ) Montante de fundos aplicados no ano (milhões ) Montante acumulado de fundos aplicados no final do ano (milhões ) Nº de Fundos geridos Nº de propostas entradas Nº de projectos analisados (due diligence) Nº de projectos negociados Nº de participações concretizadas (novas) Nº médio de participadas Nº de desinvestimentos** Montante de desinvestimentos do ano (milhões )*** Nº médio de participadas em que a SCR está representada no Conselho de Administração * valor líquido global dos fundos no final de cada ano e capitais próprios da sociedade (se destinados a investimentos em capital de risco) ** alienação total da participação de capital *** inclui alienação total ou parcial de participações de capital e reembolso de empréstimos às participadas (suprimentos, obrigações e outros) 9

11 b) Qual o tempo médio de permanência em carteira das empresas participadas? anos c) Qual o montante médio de investimento por empresa? Milhares d) No âmbito da sua actividade, quais os métodos mais utilizados para detectar as novas oportunidades de investimento? (seleccione as duas formas mais habituais) Contacto directo dos promotores Contacto de intermediários (consultoras, bancos de investimento, BIC/ninhos de empresas, outros) Contacto de sindicantes Contacto promovido pela SCR Outros 1.3 Capital Humano a) Qual o nº de administradores e quadros técnicos nos últimos 3 anos? Nº de administradores executivos da sociedade Nº de quadros técnicos para análise e acompanhamento Nº de quadros técnicos para actividades administrativas e financeiras

12 b) Qual a formação académica e experiência profissional dos actuais administradores e quadros técnicos da empresa? Qualificação Doutoramento Nº de administradores executivos Nº de quadros técnicos para análise e acompanhamento Formação académica Mestrado / MBA Pós-graduação Licenciatura Bacharelato Cientifica e Engenharia Área de formação Experiência Profissional Economia e Gestão Ciências Sociais e Humanidades Financeira e Contabilidade Comercial / Marketing Consultoria Indústria Jurídica Outra 11

13 1.4 Carteira de participações a) Classifique os seus investimentos de acordo com o estado de desenvolvimento e o sector de actividade em que se inserem, nos anos de 2003 e 2002 (% do nº total de participadas em cada ano) Estado de desenvolvimento 2003 % 2002 % Sectores 2003 % 2002 % Semente Telecomunicações Start-up Tecnologias de Informação e Internet Expansão Electrónica Substituição Automação Industrial Buyout Comércio e serviços Automóvel Aeronáutica Transportes Serviços Financeiros Têxtil e Vestuário Couro e Calçado Agro-Alimentar Energia Química e Materiais Medicina e Saúde Biotecnologia Construção Outros sectores Industriais* Outros** * Metalomecânica, Extractiva, Cerâmica, Metalúrgica, Madeira e Cortiça, Papel e outros industriais ** Pescas e Aquacultura, Imobiliário, Alojamento e Restauração, Consultoria 12

14 2. Comportamento dos gestores de fundos de capital de risco 2.1 Padrões de cooperação e sindicação a) Classifique o tipo de cooperação que efectua no âmbito da sua actividade de investimento de capital de risco de acordo com a sua relevância utilizando a seguinte escala: 1 não relevante; 2 pouco relevante; 3 relevante; 4 muito relevante; 5 - extremamente relevante (assinale com uma cruz) Tipo de Cooperação c/ Business Angels c/ SCR c/ Corporate investors (Empresas) c/ Banca de Investimento Outros Relevância b) Qual o nº médio de parceiros, incluindo a sua empresa, que participaram nos investimentos que efectuou em sindicação no passado? parceiros c) Qual o nº de investimentos sindicados em 2003 e 2002? d) Hierarquize por ordem de importância as motivações que o levam a investir em sindicação (1 o menos importante; 6 o mais importante) Partilha risco Reconhecimento de competência específica Acesso a recursos de informação ex-ante Acesso a recursos de informação ex-post Acesso a negócios e/ou reciprocidade de sindicações Diversificação da carteira de participações e) Tem parceiros habituais com os quais costuma fazer as sindicações? Sim Não 13

15 f) Relativamente às sindicações efectuadas no passado, distribua-as pela nacionalidade dos parceiros Apenas parceiros nacionais Pelo menos 1 parceiro Europeu Nº de sindicações Pelo menos 1 parceiro Norte Americano (EUA) Outros: Pelo menos 1 parceiro de 2.2 Processo de due diligence a) No processo de due diligence que tipo de análises costuma subcontratar ao exterior? (assinale as mais relevantes) Auditoria / Certificação Legal das Contas Tecnológica Mercado Legal / Jurídica Outra b) Quais as principais motivações que o levam a subcontratar? (assinale as mais relevantes) Falta de competências específicas para avaliar a tecnologia Falta de competências específicas para avaliar o mercado Nº excessivo de propostas para os recursos humanos disponíveis Necessidade de ter outra opinião independente Outra. Qual? Outra. Qual? 14

16 c) Classifique os factores que o levam a efectuar um investimento de acordo com a seguinte escala: 1 não relevante; 2 pouco relevante; 3 relevante; 4 muito relevante; 5 - extremamente relevante (assinale com uma cruz) Factores Qualidade da equipa de gestão/capacidade de gestão dos promotores Conhecimento do negócio demonstrado pelos promotores / Know-how / Experiência Objectivos/Estratégia delineada Performance histórica Sector Potencial de rentabilidade Base de clientes estabelecida Capacidade de inovação da empresa Tecnologia Dimensão do mercado Potencial de crescimento do mercado Vantagens competitivas Ciclo de vida do produto Perspectivas de saída do investimento Importância d) Seleccione os 5 factores que, na sua opinião, mais influenciam a decisão de não participação num determinado projecto de investimento (assinale as cinco opções) Estrutura familiar da empresa / Perfil do promotor Promotores com reduzido conhecimento do negócio Promotores com dificuldades em partilhar a gestão Negócio com dimensão reduzida Empresa deficientemente estruturada Promotores com reduzida experiência de gestão Promotores sem qualificações académicas Sede da empresa afastada da sede da SCR Restantes accionistas com reduzida capacidade financeira para investimentos adicionais 15

17 2.3 Tipologia de contratos com as participadas a) Identifique o tipo de instrumentos financeiros que utiliza nos contratos de investimento com as participadas: Instrumento Financeiro Acções ordinárias Acções preferenciais s/ voto Acções preferenciais remíveis Obrigações Obrigações convertíveis Suprimentos Prestações suplementares/acessórias Outros % de contratos b) Indique o tipo de cláusulas de salvaguarda que mais utiliza nos contratos de investimento com as participadas (assinale as opções): Direito de veto em decisões estratégicas Obrigação de permanência dos promotores/gestores Mandato de venda da participação dos promotores Obrigação por parte dos membros do órgão de gestão de renunciarem ao mandato em determinadas condições Direito a presença no C.A. Cláusulas de não concorrência dos promotores Direito a indicar o ROC e/ou membros do órgão de fiscalização Recompra pelos promotores com remuneração mínima Obrigação de efectuar uma auditoria externa anual às contas Direito a indicar auditor externo Outras: 2.4 Acompanhamento e monitorização das participadas a) Em média, com que frequência é que as suas participadas prestam informação económicofinanceira? anualmente semestralmente trimestralmente mensalmente mais frequentes b) Em média, com que frequência é que efectua visitas às suas participadas? anualmente semestralmente trimestralmente mensalmente mais frequentes 16

18 2.5 Decisões de desinvestimento a) Nas estratégias de desinvestimento efectuadas no passado, quanto tempo durou a fase de desinvestimento (a contar da data em que começou a preparar a saída)? meses b) Nas estratégias de desinvestimento efectuadas no passado, quais as maiores dificuldades com que se deparou? (assinale as mais relevantes) Os promotores não efectuam a recompra prevista Participação minoritária da SCR dificulta a venda Ausência de compradores a um preço adequado Desvalorização da participação Outras: c) Indique as estratégias de desinvestimento efectuadas no passado (milhões ) Montante desinvestido Montante desinvestido Venda no mercado a investidores IPO/OPV Liquidação / Write off Recompra dos promotores Venda a outra SCR Amortização de suprimentos e empréstimos Outras 17

19 3. Características dos Fundos de Capital de Risco (FCR) 3.1 Composição dos FCR geridos pela empresa a) Em média, qual a composição dos FCR geridos pela sua empresa em termos de tipologia de investidores participantes do fundo? Banca Privada Corporate Investors (empresas) Investidores em nome individual Fundos de Pensões Companhias de Seguros Estado/Fundos Comunitários Outros % 3.2 Estratégia/Expectativas dos participantes dos FCR e/ou accionistas das SCR a) Quais as principais motivações que levam os detentores do capital a participar no capital da SCR e/ou nos FCR geridos pela sua empresa? (assinale as três mais frequentes) Rendibilidade e oportunidade do investimento Fomentar o empreendedorismo Diversificar a carteira de investimentos Interesse estratégico ou político Atractividade fiscal / legislação favorável Outras: b) Que tipo de condições são usadas nos contratos celebrados com os detentores do capital (participantes dos Fundos ou accionistas da SCR)? (assinale as mais relevantes) Realização do capital ou aumentos do capital sob gestão em condições determinadas Definição da política de investimentos, com limites globais e individuais de investimento Delimitação das competências da sociedade gestora Participação nos comités de investimento Remuneração da sociedade gestora (fixa e/ou variável) Delimitação dos custos a suportar pelo Fundo / SCR Definição de regras de acompanhamento das participadas Acesso regular às contas das empresas participadas e/ou dos Fundos Periodicidade no reporte de informação Outra: Outra: 18

20 3.3 Monitorização dos fundos a) Em média, com que frequência é que faz relatórios para os investidores dos fundos? Anualmente Semestralmente Trimestralmente Mensalmente (ou com maior frequência) b) Em média, com que frequência é que faz a valorização da carteira de participações para os investidores dos fundos? Anualmente Semestralmente Trimestralmente Mensalmente (ou com maior frequência) c) Em média, com que frequência é que os investidores o/a visitam ou solicitam uma apresentação? Anualmente Semestralmente Trimestralmente Mensalmente (ou com maior frequência) 3.4 Angariação de novos fundos a) Nas angariações de novos fundos efectuadas no passado, quanto tempo durou, em média, a fase de angariação até à 1ª realização/subscrição de capital (a contar da data em que começou a preparar a abordagem)? meses b) Classifique as dificuldades com que se depara na actividade de angariação de novos fundos de acordo com a seguinte escala: 1 não relevante; 2 pouco relevante; 3 relevante; 4 muito relevante; 5 - extremamente relevante (assinale com uma cruz) Dificuldades na angariação de novos fundos Dificuldade em encontrar investidores interessados ou com disponibilidade de capital Negociação das condições de remuneração e de gestão da entidade gestora Entraves legais e/ ou burocráticos Rentabilidade histórica do sector capital risco / private equity Outra: Outra: Importância

21 4. Enquadramento legal e fiscal do Capital de Risco 4.1 Considera que o enquadramento legal actual do Capital de Risco é adequado ao desenvolvimento desta actividade? Sim Não 4.2 Como considera que pode ser melhorado? 4.3 Considera que a legislação fiscal actualmente em vigor no Capital de Risco é adequada? Sim Não 4.4 Como considera que pode ser melhorada? 20

22 5. Outras dificuldades ou sugestões Que outras dificuldades é que sente no âmbito da sua actividade de investimento em capital de risco e que gostaria de ver respondidas? Que sugestões tem para um melhor desempenho nacional da actividade de capital de risco? Agradecemos a sua colaboração no preenchimento deste questionário. 21

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