Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014

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1 Anexo à Política de Investimentos 2010 a 2014 Diretrizes para Seleção e Avaliação de Agentes Fiduciários (aprovadas pelo CDE em sua 18ª reunião realizada nos dias 14 a 16 de dezembro de 2009)

2 Índice Anexo à Política de Investimentos a Introdução Consultores Externos de Investimentos Atribuições Processo de seleção Gestores Externos de Investimentos Atribuições Processo de Seleção e Avaliação de Gestores de Renda Fixa e Renda Variável Gestão discricionária Fase de Pré-Qualificação Fase Quantitativa I Fase Quantitativa II Fase Qualitativa Exigências contratuais Gestão Não Discricionária Processo de avaliação Gestão discricionária Gestão não discricionária Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Processo de seleção Processo de avaliação Processo de Seleção de Gestores de Investimentos Estruturados Fundos Imobiliários Fundos Multimercados Processo de seleção Processo de avaliação Fundos de Participações (FIP) e Fundos de Empresas Emergentes (FMIEE) Processo de seleção Processo de Seleção de Gestores de Investimentos no Exterior Agente Custodiante / Administrador Atribuições Processo de seleção Processo de avaliação Corretoras... 16

3 5.1. Atribuições Processo de seleção Ranking de corretoras Pontuação de Corretoras Gravação Envio da gravação Relatórios Aprovação de corretoras Rodízio de Corretoras Avaliação Periódica Observações gerais Código de Ética... 21

4 1.Introdução Este documento, anexo à política de investimentos aprovada pelo Conselho Deliberativo (CDE) para os exercícios de 2010 a 2014, possui a descrição do processo de seleção e de avaliação dos agentes fiduciários do SERPROS. A contratação de pessoas jurídicas especializadas nos serviços de consultoria e gestão financeira é uma ferramenta importante para permitir que os recursos confiados ao SERPROS sejam administrados com vistas à otimização dos resultados. Dessa forma, conforme determina a legislação aplicável às EFPC, o SERPROS define nestas diretrizes quais devem ser as atribuições dos consultores e gestores contratados, bem como os critérios de seleção e de avaliação dos serviços prestados. Qualquer gestor externo contratado deve comunicar à entidade, por escrito, num prazo máximo de cinco dias úteis, qualquer ação que possa causar impacto às carteiras do plano. Exemplos dessas intenções de ações incluem, mas não se limitam a: Designação de um novo gestor para a carteira da entidade. Alteração na estrutura societária do gestor de recursos. O processo de seleção deverá ter critérios específicos para cada agente fiduciário. Qualquer que seja a especificidade, os agentes fiduciários selecionados devem atender e ou representar instituições que atendam ao requisito de reconhecida idoneidade, experiência e capacidade técnica, nas respectivas áreas de atuação. 2.Consultores Externos de Investimentos 2.1.Atribuições As atividades rotineiras desenvolvidas pelos consultores são determinadas quando da celebração do contrato de prestação de serviços e seus respectivos aditamentos. Contudo, os membros da Diretoria de Investimentos (DRI), desde que autorizados na forma dos regulamentos internos, poderão solicitar serviços adicionais, a fim de subsidiar seus trabalhos. Compete às áreas da DRI prover ao Diretor de Investimentos recomendações quanto à continuação ou término das atividades desenvolvidas pelas consultorias. Abaixo, são relacionadas algumas das atribuições dos consultores contratados pelo SERPROS, a saber: Trabalhar com os membros da DRI orientando a condução do processo de investimento; Realizar reuniões regulares para apresentar uma perspectiva independente acerca: (1) dos seus objetivos; (2) das suas estruturas de investimento; (3) do desempenho dos seus investimentos; e (4) do desempenho dos seus gestores;

5 Analisar criticamente a alocação dos ativos e a performance dos investimentos em conjunto com os membros da DRI, fazendo as recomendações necessárias; Auxiliar na preparação de relatórios de performance de investimentos e de avaliação dos gestores selecionados pelo SERPROS; Auxiliar no processo de seleção de gestores externos; Notificar prontamente os membros da DRI de fatos relevantes referentes aos gestores e aos ativos integrantes das diversas carteiras, bem como o impacto destes eventos na gestão de recursos; Manter atualizado o banco de dados utilizado pelos membros da DRI referente às informações pertinentes ao desempenho e à classificação de risco de crédito do segmento bancário, alertando, prontamente, para as eventuais alterações ocorridas no âmbito financeiro; Prover informações sobre balanços, notícias, cotações e proventos de empresas negociadas em bolsa de valores no Brasil; Contribuir na análise retrospectiva e prospectiva do comportamento do mercado e divulgar informações sobre empresas abertas, abordando temas relevantes relacionados ao mercado de capitais; Analisar periodicamente a composição das carteiras sob gestão interna ou externa do SERPROS, manifestando-se quanto às recomendações de venda, compra e manutenção dos ativos; Participar de apresentações ao CAP, à DE e ao CDE, quando solicitado; Importante ressaltar que toda Taxa de Intermediação e/ou Sucesso deverá ser regulada por um documento contratual entre as partes. 2.2.Processo de seleção As empresas que prestam serviços de consultoria são selecionadas por critérios definidos pela DRI e a aprovação de sua contratação deverá ser dada pelo respectivo diretor, na forma dos regulamentos internos. São passíveis de contratação pelo SERPROS apenas aqueles consultores externos de investimento que possuem serviços especializados em segmentos de atuação em que ou não compensa financeiramente ao SERPROS atuar, ou por ele não possuir equipes e recursos com a especialização desejada. A contratação dos serviços de consultoria deve ser aprovada pelo DRI e deve levar em consideração, no mínimo, os seguintes aspectos: Registro ou credenciamento pela CVM, conforme artigo 14 da Resolução CMN 3792, dos prestadores de serviços de gestão, análise e consultoria a serem contratados pelo SERPROS; Especialização da empresa de consultoria no segmento em que atua; Observância da relação custo-beneficio para a contratação;

6 Experiência comprovada, de preferência tendo em carteira de clientes entidades fechadas de previdência complementar que utilizem ou tenham utilizado o mesmo serviço; Idoneidade e independência da empresa de consultoria. 3.Gestores Externos de Investimentos 3.1.Atribuições O SERPROS poderá optar por uma formatação estrutural de seu patrimônio segmentada em gestão interna (não discricionária) e gestão externa (discricionária). Qualquer terceirização da gestão terá por objetivo alocar recursos em instituições que possuam experiência na condução de estratégias voltadas para promoção de resultados e proteção dos investimentos, visando a estabelecer uma parceria que fortaleça qualitativamente a gestão direta sobre o patrimônio, através da absorção dessa expertise e do aprimoramento constante dos conceitos e controles praticados internamente. A gestão interna (não discricionária) poderá ser através dos seguintes veículos: carteira própria de títulos e valores mobiliários, cotas de fundos de investimentos de condomínio fechado e cotas de cotas de fundos de investimentos de condomínio fechado. A gestão externa (discricionária) poderá ser através dos seguintes veículos: carteiras administradas, cotas de fundos de investimentos de condomínio aberto e cotas de fundos de investimentos de condomínio fechado e cotas de cotas de fundos de condomínio aberto ou fechado. Os gestores externos de investimentos são selecionados pela DRI e submetidos ao CAP para aprovação, e desempenham atividades definidas nos respectivos regulamentos, no caso de fundos exclusivos, ou as atividades previstas nos regulamentos dos fundos abertos selecionados. Os gestores externos de investimentos devem possuir excelência em classes de ativos ou em estilos de gestão específicos. No caso de fundos exclusivos, o SERPROS elaborará o regulamento dos fundos, e seu teor estará necessariamente subordinado à legislação vigente e à política de investimentos aprovada pelo CDE. As carteiras de investimento montadas e geridas por estes gestores deverão atender à filosofia de investimento e aos requisitos definidos nos regulamentos e pela política de investimentos. Esses regulamentos consideram, no mínimo, os seguintes pontos: Ativos elegíveis; Estilo de gestão; Diversificação; Custos de administração; e Objetivos de performance. 3.2.Processo de Seleção e Avaliação de Gestores de Renda Fixa e Renda Variável Nessa seção, é descrito o processo de seleção dos gestores aptos a prestar serviços ao SERPROS. Esse processo de seleção deve ser aplicado tanto a gestores de fundos fechados (exclusivos) como a gestores de fundos abertos e também para as carteiras administradas (títulos ou recursos entregues à administração de gestor externo).

7 Em função de algumas peculiaridades, serão mencionadas, oportunamente, as diferenças ao longo do processo, quando se considera cada um dos tipos de fundos Gestão discricionária Entende-se por gestão discricionária aquela em que o gestor decide sozinho pelos investimentos que vai realizar, desde que respeitando o regulamento do fundo e a política de investimentos da Entidade. Os gestores discricionários externos de investimento deverão selecionar, comprar e vender os instrumentos financeiros específicos que atendam às diretrizes estabelecidas em mandato, sempre de acordo com as regulamentações aplicáveis às EFPC. Os gestores deverão encaminhar periodicamente ao SERPROS relatórios de performance de investimentos em formato previamente estabelecido pelo SERPROS. O processo de escolha de gestores discricionários engloba a gestão dos segmentos de Renda Fixa, Renda Variável e Investimentos Estruturados. A metodologia sempre se dá através de estudos de fundos de investimentos administrados exclusivamente por esses gestores. Entretanto, os critérios de qualificação atenderão a peculiaridades das exigências específicas de cada categoria. A seguir, descreve-se brevemente esse processo Fase de Pré-Qualificação É passível de participação do processo seletivo qualquer empresa gestora de recursos financeiros autorizada a funcionar segundo definição dos órgãos reguladores em especial o BACEN e a CVM. A fase de pré-qualificação consiste na escolha da categoria de fundos que venha a ser objeto de investimento do SERPROS. Tais fundos devem apresentar um histórico mínimo de cotas de 1 (um) ano. Ademais, para fundos de investimento de renda variável administrados pelas instituições financeiras que serão analisadas, deverá ser atendido um valor mínimo de patrimônio líquido médio de cinquenta milhões de reais Fase Quantitativa I Essa fase destina-se à análise de cotas dos fundos. Constituem-se os passos dessa fase: Escolha do período de análise dos fundos e dos sub-períodos, caso seja necessário (por exemplo, se o período de análise escolhido for muito extenso); Caso o período seja dividido em sub-períodos, devem-se definir os pesos de cada sub-período, para fins de atribuição de nota; Definição dos indicadores utilizados para a análise de desempenho. É importante ressaltar que os indicadores e análises selecionadas devem atender às peculiaridades de cada categoria, incluindo-se o uso da série temporal contra o benchmark, índice de Sharpe, entre outros; Com base nas variáveis e critérios acima, são atribuídas, em cada sub-período, notas aos fundos. As notas de todos os sub-períodos serão somadas, ponderando-se pelos respectivos pesos atribuídos a cada um deles; Os fundos serão classificados de acordo com a nota obtida; Passarão para a próxima fase os fundos que obtiverem uma nota mínima a ser determinada.

8 Fase Quantitativa II Essa fase se destina à análise dos ativos da carteira dos fundos. Constituem-se os passos dessa fase: Selecionados os gestores de melhor desempenho na Fase Quantitativa I, devem-se solicitar as carteiras abertas de seus fundos classificados na análise de desempenho de cotas, segundo um formato padrão e com periodicidade de recebimento das carteiras a ser estipulada; De posse da carteira, serão observados alguns critérios com base nos ativos que compõem a carteira dos fundos. Os fundos selecionados serão avaliados novamente, agora segundo os critérios estabelecidos para a carteira aberta. Dentre outros, serão observados os seguintes aspectos: qualidade e percentual de crédito privado, valor em risco (VaR), alavancagem e marcação a mercado Fase Qualitativa Os gestores de fundos exclusivos considerados satisfatórios nas etapas anteriores serão submetidos a uma análise qualitativa, a qual consistirá do envio de um questionário que permita avaliar aspectos importantes do processo de condução dos fundos de investimento Exigências contratuais No caso de investimento em fundos abertos, o gestor está dispensado do aceite de exigências contratuais adicionais, uma vez que o SERPROS não detém o poder de impor restrições a sua gestão. No caso de fundos exclusivos, o gestor deverá aceitar o regulamento padrão elaborado pelo SERPROS, submetendo-se às taxas de administração e performance à apreciação do SERPROS. Não serão admitidas taxas de performance em caso de gestão passiva. O SERPROS resguarda-se o direito de saque ou de destituição a qualquer momento por sua decisão exclusiva, que será formalizada internamente, justificando-se as respectivas razões. Também o processo de destituição e respectivas etapas e prazos devem se fazer constar de maneira formal entre as partes, prevendo-se as penalizações em caso de inadimplência Gestão Não Discricionária Os fundos de investimento em cotas de fundos de investimento (FIC) e fundos de investimento poderão ser não-discricionários, incumbindo à DRI determinar o direcionamento dos correspondentes recursos, observadas as aprovações do CAP. O processo de escolha dos FICs e FIs não-discricionários deverá observar, no mínimo, os seguintes aspectos: Se o custo está dentro dos níveis atuais de taxas praticadas pelo mercado financeiro; Se o administrador tem expertise nesta tarefa Processo de avaliação Ao fim de cada semestre, a Divisão de Análise, Controle e Gerenciamento de Riscos (DIAR), gerência responsável pelo acompanhamento do desempenho dos gestores externos discricionários e não

9 discricionários, deve apresentar à DRI um parecer contendo informações sobre a qualidade e conteúdo dos serviços prestados. Esse parecer concluirá também pela manutenção ou pela substituição dos serviços, conforme decisão do CAP. Além disso, o processo de avaliação considerará os critérios descritos nos tópicos a seguir Gestão discricionária O SERPROS adotará os seguintes procedimentos para acompanhamento do desempenho dos gestores de veículos discricionários: A DRI determinará, observado o mandato do gestor, medidas de aderência dos fundos a seus mandatos. Essa aderência poderá ser medida utilizando-se, dentre outras: sucesso do fundo sobre o objetivo do fundo declarado no mandato, volatilidade comparada com o benchmark, presteza e qualidade do atendimento do gestor e dos serviços prestados por ele. Será determinado o período de 6 (seis) meses para avaliar a consistência de resultados do gestor. As metas a serem cumpridas pelo gestor serão, no mínimo: níveis de índice de Sharpe, divergência não planejada, dentre outras Gestão não discricionária O SERPROS adotará os seguintes procedimentos para acompanhamento do desempenho dos gestores de veículos não discricionários: Presteza dos serviços; Precisão das informações; Recursos de tecnologia disponibilizados; Os custos comparados à concorrência; A documentação relativa às operações do fundo; O livro de atas de assembléias gerais; O livro de presença do cotista; Os pareceres do auditor independente; O registro de todos os fatos contábeis referentes ao fundo; O fornecimento periódico do documento contendo informações sobre o valor, a composição e a movimentação diária das cotas Fundos de Investimento em Direitos Creditórios (FIDC) Processo de seleção A seleção de FIDCs será determinada no mínimo pelos seguintes critérios: rentabilidade em comparação à meta alvo estabelecida pelo fundo, nota de crédito (rating) e avaliação do fluxo financeiro dos recebíveis dos fundos.

10 Dadas as características específicas do mercado de FIDCs, tais como a baixa liquidez e a peculiaridade de constituição de cada FIDC que vem a mercado, o SERPROS deverá avaliar cada potencial investimento levando em conta alguns dos seguintes aspectos: Características dos direitos creditórios; Critérios de elegibilidade adotados; Regulamento do FIDC; Metodologia utilizada para avaliação de ativos; Garantias praticadas; Principais instituições participantes da estrutura do FIDC: cedente, originador, administrador, gestor, custodiante, agente cobrador e agência de rating; Qualidade dos eventos de liquidação e/ou avaliação e/ou amortização especificados em regulamento que devem estar adequados as características do passivo do SERPROS; Compatibilidade da avaliação de risco realizada por agência de rating com as faixas consideradas como baixo risco de crédito pelo SERPROS; Estrutura do fluxo de caixa dos recebíveis Processo de avaliação O acompanhamento dos FIDCs adquiridos deverá contemplar pelo menos os seguintes pontos: Monitoramento da rentabilidade das diversas classes e séries de cotas do FIDC adquirido; Monitoramento da razão de subordinação, quando houver; Monitoramento da reavaliação trimestral de rating exigida pelas normas baixadas pela Comissão de Valores Mobiliários. 3.3.Processo de Seleção de Gestores de Investimentos Estruturados Tendo em vista o cenário macroeconômico que se apresenta, caracterizado pela estabilização da economia, é esperado também que haja um movimento em busca de Investimentos Estruturados que possibilitem a obtenção de retornos mais atrativos. Tal movimento deve ser cuidadoso, uma vez que existem critérios a serem observados e estudados de acordo com o tipo de investimento em questão. O SERPROS poderá optar em alocar recursos em tais investimentos, desde que atentem, no mínimo, aos critérios aqui fixados. Nos itens seguintes, são apresentadas algumas métricas de seleção de tais investimentos alternativos a servirem como guias e balizadores para a decisão de alocação dos recursos por parte dos gestores ligados à entidade Fundos Imobiliários O SERPROS só poderá adquirir cotas de fundos imobiliários se forem atendidas, cumulativamente, as seguintes condições:

11 Todos os agentes envolvidos na gestão, administração, custódia ou qualquer outro tipo de serviço prestado ao fundo deverão ter sede no Brasil; Os eventuais títulos de renda fixa que compuserem a carteira do fundo deverão ter como emissor o Tesouro Nacional; O regulamento do fundo deverá conter cláusula que assegure que o administrador do empreendimento imobiliário objeto do fundo não poderá possuir ligação com o administrador, gestor ou cotistas do fundo (parentesco ou sociedade com a administradora, as empresas ligadas economicamente à administradora). Qualquer caso que caracterize interesse do administrador, gestor ou mesmo de outros cotistas no empreendimento imobiliário em questão, os mesmos devem se declarar conflitados, não podendo ter o direito a voto; Verificada a impossibilidade da recuperação dos valores envolvidos pela insuficiência ou pouca qualidade das garantias exigidas pelo administrador do fundo, este deverá restituir ao SERPROS quaisquer taxas de administração ou performance que tenha recebido tendo por fundamento o correspondente empreendimento; A alienação dos investimentos em Fundos Imobiliários deverá ser de acordo com os interesses do SERPROS, bem como das condições da proposta recebida, e encaminhada a Diretoria de Investimentos (DRI) com parecer técnico da DIME, para análise e posterior apresentação ao Comitê de Aplicações (CAP) Fundos Multimercados Os fundos multimercados podem ser separados em duas categorias: os institucionais e não institucionais. Consideram-se fundos multimercados institucionais aqueles que seguem as restrições de investimentos impostas pela legislação vigente aplicável às EFPC. Os fundos multimercado não institucionais, por sua vez, são aqueles cujas estratégias não observam a legislação vigente aplicável às EFPC. O SERPROS somente poderá alocar recursos em fundos multimercados institucionais Processo de seleção Os mandatos multimercados possuem uma flexibilidade legal maior no tocante às opções de investimento e seleção de ativos. Por conta disto, tais mandatos assumem riscos financeiros maiores, que devem ser monitorados continuamente. Os investimentos tradicionais apresentam estratégias padronizadas, benchmarks bem definidos, em alguns casos alta liquidez, e maior transparência. Já os fundos multimercados e hedge funds apresentam estratégias altamente diferenciadas, busca por retornos absolutos, estruturas reduzidas, baixa liquidez de forma geral e gestão fundamentada na filosofia dos gestores. Dentre as diferenças mencionadas, uma das mais importantes é o fato de os investimentos tradicionais possuírem benchmarks bem definidos, permitindo que sua análise quantitativa seja feita mais facilmente. Portanto, todas essas diferenças necessitam de um processo de seleção específico. A natureza deste tipo de mandato requer, então, uma análise mais qualitativa do que quantitativa e, como esse mercado também é dinâmico, o monitoramento dos gestores deve ser contínuo.

12 Neste contexto, o processo de escolha de gestores para mandatos multimercados deverá atribuir um peso maior para aspectos qualitativos. Como se trata de mandatos especializados, entender o processo de investimentos do gestor é um aspecto chave. Entender onde está o diferencial do Gestor e como é composta a equipe (é importante saber quem são, seu passado e o que fizeram) também é fundamental. Portanto, a fase de Due Diligence é a etapa mais importante desse processo. Em suma, o processo de escolha terá 3 fases: Etapa Quantitativa (de caráter não eliminatório): análise de desempenho e de carteira; Análise Qualitativa (caráter eliminatório); Due Diligence (caráter eliminatório): visita à sede do gestor para se conhecer a estrutura física e equipe de gestão. O processo de escolha será composto inicialmente por uma etapa quantitativa (que não terá um caráter eliminatório), onde será feita uma análise da indústria dos fundos multimercados considerando, dentre outros aspectos, indicadores de desempenho. No caso da seleção de gestores para FIC (Fundos de Investimento em Cotas de Fundos de Investimento), serão analisados os fundos da categoria Fundos de Fundos. Nesta etapa serão analisadas: Participação do gestor na indústria em questão (tradição e representatividade do gestor em relação ao tamanho do Patrimônio Líquido da indústria de fundos de fundos), quantidade de fundos geridos, tamanho dos fundos geridos, características gerais dos fundos, quem são os principais Clientes do gestor; Análise quantitativa dos fundos levando em conta indicadores de rentabilidade, volatilidade e variação do patrimônio líquido; Verificação da performance do gestor nos momentos de crise; Análise das estratégias de escolha dos FIs que estão por baixo dos FICs. A segunda etapa consiste em uma avaliação qualitativa do gestor, e terá caráter eliminatório. Como já mencionado, os fundos multimercados, fundos de fundos multimercados e hedge funds apresentam algumas características peculiares que os diferenciam dos investimentos tradicionais. Essas características denotam a importância de se ter um processo de seleção diferenciado. Inicialmente, deverá ser encaminhado um questionário que deverá ser respondido pelos candidatos a gestores; Após o recebimento destes questionários, serão discutidos e avaliadas quais foram as melhores respostas; Por último, serão agendadas Due Diligences nos candidatos a gestores, para que eventuais dúvidas nos questionários sejam respondidas e, principalmente, para se conhecer a estrutura física e a equipe de gestão; O questionário tem, por objetivo, avaliar a estrutura, processos e as estratégias de gestão de um gestor, por exemplo: Análise da estrutura e dos processos da instituição (por exemplo, questões acerca de processos e controles de riscos de mercado, de crédito, de liquidez e operacional, questões relacionadas a

13 Sistemas / Segurança da Informação, questões relacionadas a compliance, mitigação de fraudes, informações acerca dos envolvidos na gestão e nos controles, políticas de contigência etc); Análise dos processos de seleção e de rebalanceamento de estratégias dentro dos FICs. Outra questão importante, e que deverá ser analisada, é em relação à transparência e agilidade nas informações. Este fato pode ser decisivo na escolha do gestor (o disclosure total das informações é importante no caso de fundos multimercados institucionais). O teor deste questionário, assim como a parametrização das respostas a serem apresentadas pelos gestores poderá ser discutido com o SERPROS. Por último, a terceira etapa consiste na Due Diligence, que também tem caráter eliminatório. Trata-se de uma visita à sede do gestor para se conhecer a estrutura física (infra-estrutura e organização da instituição) e equipe de gestão (até para conhecer a qualidade, preparação e experiência dos profissionais), e discussão de eventuais pontos pendentes que não foram devidamente esclarecidos na Etapa anterior. Deverá ser observado quem são os responsáveis pela gestão das carteiras dos fundos e se houve alteração na equipe que possa potencialmente impactar a qualidade da gestão, o profissionalismo, a integridade ou a situação financeira do gestor Processo de avaliação Os fundos multimercados alocados pelo SERPROS poderão ser mensurados em relação aos seus benchmarks específicos, de acordo com a estratégia do gestor Fundos de Participações (FIP) e Fundos de Empresas Emergentes (FMIEE) Processo de seleção O SERPROS somente adquirirá cotas desses fundos que atenderem, cumulativamente, as seguintes condições: As taxas de administração e de performance deverão estar compatíveis com as mesmas praticadas pelo mercado; Os serviços de gestão, administração e custódia desses fundos serão prestados por pessoas jurídicas autorizadas pela CVM; A carteira do fundo somente poderá comprar títulos emitidos por sociedades que atendam as exigências previstas na legislação aplicável às EFPC; Caso o gestor/administrador não garanta a política de investimento do fundo, poderá ocorrer a substituição do gestor/administrador, sendo vedada a participação na respectiva deliberação de qualquer pessoa, física ou jurídica, sob a qual o gestor/administrador possa ter influência, por relação de parentesco, trabalho, prestação de serviços ou patrocínio, direto ou indireto; A prorrogação da vida do fundo somente poderá ser decidida por assembléia de cotistas; Os eventuais títulos de renda fixa que compuserem a carteira do fundo deverão ter como emissores o Banco Central do Brasil ou o Tesouro Nacional ou instituições com baixo risco de crédito privado; O gestor do fundo deverá possuir equipe com experiência e a capacidade técnica nesta categoria de fundos de investimento.

14 O SERPROS deverá necessariamente analisar outros fundos geridos pelo proponente, verificando seus históricos de rentabilidade e sua aderência a Política de Investimentos do referido fundo. 3.4.Processo de Seleção de Gestores de Investimentos no Exterior O SERPROS não poderá alocar recursos nesse segmento. 4.Agente Custodiante / Administrador 4.1.Atribuições As atividades do agente custodiante incluem, mas não se limitam a: Controlar e movimentar os títulos, valores mobiliários e demais operações integrantes das carteiras do SERPROS; Executar a liquidação física e financeira das operações; Gerenciar a documentação e informações referentes aos eventos associados aos títulos e valores mobiliários; Receber e exercer direitos, resgates, amortizações e/ou reembolsos devidos pelos títulos e valores mobiliários do SERPROS; Atualizar a carteira e emitir o fluxo de caixa; Efetuar a conciliação dos saldos e das movimentações da custódia; Gerar relatórios de estoque da carteira; O apreçamento de ativos na forma aprovada pelo SERPROS; Cálculo diário de cotas dos Veículos de investimentos; Preparação de relatórios legais para os órgãos reguladores e/ou fiscalizadores; Atendimento à auditoria externa; Consolidação de informações dos recursos aplicados pelos administradores. A instituição financeira responsável pelos serviços de custódia dos títulos e valores mobiliários administrados pelo SERPROS não poderá acumular função de gestora de recursos da entidade. 4.2.Processo de seleção O agente custodiante é selecionado pela Diretoria de Executiva. A contratação desses serviços deve levar em consideração, no mínimo, os seguintes aspectos: Se a empresa é autorizada a operar pelo Banco Central do Brasil; Especialização da empresa no segmento em que atua; Custo do serviço prestado perante a concorrência relevante; Número de entidades fechadas de previdência complementar que utilizam o mesmo serviço.

15 4.3. Processo de avaliação O agente custodiante será avaliado em relação aos seus concorrentes no mercado, com base em aspectos como custo, qualidade e conteúdo dos serviços prestados. A decisão sobre a continuidade dos serviços cabe à Diretoria Executiva. 5.Corretoras 5.1.Atribuições As atribuições e obrigações das sociedades corretoras compreendem, pelo menos: Atuar no melhor interesse do SERPROS e na manutenção da integridade do mercado, fazendo prevalecer elevados padrões éticos de negociação e comportamento nas suas relações com as bolsas de valores, com outras sociedades corretoras, com os emissores de títulos e valores mobiliários e com o SERPROS; Cumprir, fielmente, as regras e parâmetros que o SERPROS estabelecer relativos ao recebimento, registro, prazo de validade, execução, distribuição e cancelamento das ordens recebidas; Possuir normas e métodos de controle interno que reduzam o risco operacional e proporcionem plena garantia ao SERPROS, relativamente às importâncias recebidas, pagas, bem como aos títulos e valores mobiliários entregues à sua guarda; Não contribuir para a veiculação ou circulação de notícias ou de informações imprecisas sobre os títulos e valores mobiliários negociáveis e respectivos emissores, tampouco sobre as operações realizadas pelo SERPROS; Não contribuir para a criação de condições artificiais de demanda, oferta ou preço, ou para o uso de práticas não eqüitativas, conforme definidas na regulamentação em vigor; Providenciar o envio, em tempo hábil, ao SERPROS de toda a documentação relativa aos negócios realizados; Respeitar os limites operacionais fixados pelas bolsas de valores e pela Comissão de Valores Mobiliários; Evitar ocorrências de conflitos de interesse, e em casos onde não exista a possibilidade de serem evitados, assegurar ao SERPROS e a seus outros clientes tratamento justo e eqüitativo, de acordo com as regras e parâmetros estabelecidos; Manter sigilo sobre as operações realizadas; Manter os registros e documentos relativos à comprovação do recebimento, transmissão e execução das ordens recebidas; e Cumprir fielmente os dispositivos legais e regulamentares aplicáveis aos negócios realizados em bolsas de valores.

16 5.2.Processo de seleção As corretoras poderão atuar na intermediação de operações de títulos e valores mobiliários nos segmentos de renda fixa e renda variável, quer seja no mercado primário ou mercado secundário. Anualmente serão selecionadas 30 (trinta) corretoras habilitadas para operarem com o SERPROS. As corretoras habilitadas deverão, necessariamente, atender a todos os requisitos exigidos pela Fase de Pré- Qualificação descrita abaixo. Requisitos exigidos pela fase de pré-qualificação (fase eliminatória): As corretoras devem estar listadas entre as 50 (cinquenta) primeiras na ordenação por volume anual de negociação no ranking da Bovespa; Verificação do último status da Corretora junto a Comissão de Valores Mobiliários (CVM), a fim de se apurar eventuais infrações. Em caso de penalidade de falta grave a Corretora será excluída do processo seletivo; As corretoras deverão prestar as informações cadastrais e sobre suas condições técnicas mínimas de atendimento, tais como: dados sobre o uso de automação e de sistemas de controle fiduciário incluindo-se o uso de boletagem eletrônica que garanta o registro individual da realização dos negócios a cada lote e a gravação das ligações telefônicas nos contatos entre os profissionais do SERPROS e da corretora; As corretoras deverão estar habilitadas na Comissão de Valores Mobiliários (CVM) e na BVM&F para prestação dos serviços de corretagem; Desconto oferecido sobre corretagem: 80% para operações à vista e opções; e 90% para operações de contratos futuros. Se existirem as condições mínimas de atendimento e não houver fatos que desabonem a corretora nas exigências da fase descrita acima, a corretora estará pré-qualificada. Serão entendidos como fatos que desabonem a corretora aqueles assim julgados pela DRI com aprovação da Diretoria Executiva Ranking de corretoras Devem ser atribuídas notas de zero a dez para as corretoras em análise. A nota é atribuída com base nas ferramentas de controle operacional e pesquisa da corretora Pontuação de Corretoras Uma vez tendo sido aprovadas para operarem para o SERPROS, em bolsa, as corretoras serão submetidas a um sistema de pontuação que levará em consideração a capacidade de responder de forma eficiente as necessidades de segurança operacional e qualidade de informações necessárias ao SERPROS Gravação Foi definido como tempo máximo necessário para guarda das gravações o prazo de 1 (um) ano. Essa capacidade leva a nota máxima do item, 10 (dez) pontos.

17 Cada mês a menos que a corretora guardar suas gravações a levará a perder um (1) ponto por mês. Assim, se uma corretora guardar 11 meses, tem nota 9 (nove). Guardando 10 (dez) meses, nota 8 (oito), assim por diante, e não pontuando a partir de 2 meses Envio da gravação Foi definido como tempo ótimo para envio da gravação de uma determinada ligação telefônica, quando necessário, o prazo de 5 (cinco) dias úteis. Essa capacidade leva a nota máxima do item, 10 (dez) pontos. Cada 2 dias úteis a mais que a corretora levar para enviar a gravação a levará a perder 1 (um) ponto. Assim, se uma corretora levar 6 (seis) ou 7 (sete) dias úteis para enviar uma gravação, tem nota 9 nesse item. Levando 8 (oito) ou 9 (nove) dias úteis, nota 8 (oito), assim por diante, não pontuando a partir de 24 dias úteis Relatórios Foi definido que o envio de relatórios de atualização de informações, análise de empresas, cenários e afins, diariamente, levará a corretora a pontuar nota máxima nesse item, 10(dez). Cada 2 (dois) dias úteis a mais de intervalo entre os recebimentos de relatórios a levará a perder 1 (um) ponto. Assim, se uma corretora não puder enviar relatórios diários, e sim a cada 2 (dois) ou 3 (três) dias úteis, terá nota 9 (nove) no item. Enviando a cada 4 (quatro) ou 5 (cinco) dias úteis, nota 8 (oito), não pontuando se seus relatórios só chegarem a cada 20 (vinte) dias. Entretanto, a DIAR e a DIMO poderão considerar relatórios de periodicidade maior, porém de maior profundidade de análise, merecedores também de nota 10 (dez). A nota final de cada corretora corresponderá a uma média ponderada de suas notas. Dentre as corretoras pré-qualificadas serão pré-selecionadas as corretoras que operarão com o SERPROS, conforme aprovação da Diretoria Executiva. Finalmente, deve-se estabelecer um ranking com as corretoras avaliadas. A periodicidade do processo de seleção será anual Aprovação de corretoras As corretoras selecionadas serão as que apresentarem as 30 maiores notas. No caso de empate, será escolhida a corretora com maior volume anual de negociação, com base nos mesmos dados utilizados na fase de pré-qualificação. Se a DRI julgar insatisfatório qualquer um dos aspectos citados acima a corretora estará eliminada. A DRI poderá suspender ou eliminar uma determinada corretora. Os motivos para suspensão ou eliminação de determinada corretora devem apresentar fundamentos objetivos e ser documentados, além de apresentados ao CAP. Deverá ser dado conhecimento ao CAP sobre todos os passos do processo de seleção de corretoras Rodízio de Corretoras A Divisão de Investimentos Mobiliários DIMO, em conformidade com as operações aprovadas pelo CAP, encaminhará as ordens de negociação de Bolsa inicialmente para as corretoras que, dentre as cadastradas,

18 no contato via telefone, estiverem representadas pelos assessores que demonstrarem maior nível de conhecimento de Mercado e dedicação ao cliente SERPROS. A DIMO cuidará para que nenhuma corretora, quando do encerramento do exercício anual, esteja com o grau de concentração superior a 30% do valor total pago em corretagens até aquela data. Tal grau de concentração só ocorrerá em função de situações extraordinárias, cujas justificativas devem ser levadas ao conhecimento do DRI e do CAP, como, por exemplo, a perda de condição operacional por forte variação de preço de ativos, entre outras. A DIMO procurará terminar o exercício com o grau máximo de concentração de 10% do valor total pago em corretagens, por corretora Avaliação Periódica Será realizada a cada seis meses uma avaliação das corretoras aprovadas e inscritas no cadastro do SERPROS visando a sua permanência no mesmo. Neste procedimento serão considerados critérios de desempenho operacional e técnico Observações gerais Poderão ser utilizadas corretoras não incluídas no ranking somente nos seguintes casos: Operações de block trades, ofertas do BNDES, lançamento de ações e privatizações, caso esses ativos sejam elegíveis; Venda de papéis de baixa liquidez (isto é, de ações que não fazem parte do conjunto que, em ordem decrescente de peso no Ibovespa, somem 70% do peso relativo do Ibovespa, IBrX e FGV-100). Essas corretoras (não incluídas no ranking) deverão oferecer desconto no valor da corretagem de 80%. Permite-se a operação de compra e/ou venda de títulos públicos ou privados, quer seja no mercado primário ou no mercado secundário, também através de bancos autorizados pelo Banco Central Código de Ética Todos os administradores e demais participantes do processo decisório dos investimentos do SERPROS e agentes fiduciários contratados devem conhecer e se submeter ao Código de Ética do SERPROS, e outros que ele venha aderir, também a toda a legislação e regras governamentais ou de agências reguladoras aplicáveis ao seu funcionamento, jamais participando ou apresentando conivência, em quaisquer atos de violação destas leis ou regras.

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