COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS"

Transcrição

1 COMPLIANCE ANTICORRUPÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS

2 O QUE É COMPLIANCE COMPLIANCE Estar em conformidade e fazer cumprir regulamentos internos e externos CORRUPÇÃO É CONSEQUÊNCIA DA AUSÊNCIA DE COMPLIANCE TANTO DO AGENTE CORRUPTO QUANTO DO CORRUPTOR

3 PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO TRANSPARÊNCIA INTERNACIONAL 176 países entre Arábia Saudita e Macedônia

4 IMPACTOS DA CORRUPÇÃO ÀS CORPORAÇÕES TOTAL COST: MUITO ALÉM DAS PENALIDADES

5 COMPLIANCE NO BRASIL PESQUISA ICTS DEZ2013

6 COMPLIANCE NO BRASIL PESQUISA ICTS DEZ2013

7 COMPLIANCE NO BRASIL PESQUISA ICTS DEZ2013

8 COMPLIANCE NO BRASIL PESQUISA ICTS DEZ2013

9 PREVENÇÃO DA CORRUPÇÃO NAS CORPORAÇÕES PREVENÇÃO A VIOLAÇÕES, SANÇÕES E IMPACTOS N E C E S S I D A D E S 1 5 Regras claras e conhecidas Estrutura organizacional preparada e efetiva Riscos conhecidos Controles efetivos Mecanismos de combate adequados e disponíveis

10 PROGRAMA EFETIVO DE COMPLIANCE 1. Assessment de Riscos 8.Canal de denúncia, mecanismos de investigação e disciplinares 7.Comunicação e programas de treinamento contínuos 2. Comprometimento com a cultura de compliance 3. Supervisão e recursos para o compliance 6. Controles internos e monitoramentos efetivos 4. Código de conduta ética, políticas e procedimentos 5. Atividades de Due Dilligence

11 ABORDAGEM PROPOSTA 6 FOCOS DE TRABALHO COMPLEMENTARES Programa Focos de trabalho 1. Assessment de riscos de corrupção Programa de Compliance 2. Código de conduta ética 3.Estrutura de compliance 4. Comprometimento da alta administração Oito requerimentos para um programa anti-corrupção para terceiros Protiviti 5. Programa de Treinamento e Conscientização 6. Serviços de compliance para Terceiros

12 SERVIÇOS DE DUE DILLIGENCE 8 REQUERIMENTOS Patrocinadores do Negócios A designação de um patrocinador interno como o responsável por cada terceiro no âmbito do programa é um fator crítico de sucesso 2 Justificativa Para cada relação proposta, avaliar a justificativa para o relacionamento proposto em comparação com os riscos potenciais identificados 3 Determinar o Escopo Determinar quais as categorias de terceiro estão no escopo e quais não, 1 Coleta de Dados Corrigir eventuais deficiências de dados, a fim de garantir um programa anticorrupção adequado 4 Certificação Anticorrupção Obter representatividade dos terceiros para garantir a responsabilidade global 5 Comunicação Fornecer diretrizes para terceiros e parceiros de negócios para enfatizar a exigibilidade das práticas anticorrupção 8 Avaliação de Risco Aplicar critérios objetivos de pontuação de risco para concentrar os recursos limitados de conformidade com os terceiros que representam o maior risco potencial 6 7 Acordos escritos Celebrar um contrato com cada um terceiro, indicando sua concordância com a política anticorrupção da empresa

13 SERVIÇOS DE DUE DILLIGENCE DIFERENCIAIS DA SOLUÇÃO Completa e abrangente: única que integra as fontes de informações mais relevantes do Brasil e do mundo, com fontes de informações em 28 línguas de 200 países mais bases do governo Brasileiro como SIAFI, CEPIM, CEIS, Trabalho Escravo, CGU, Processos STF, STJ, PGR, TRF, TJ, etc Solução Turn Key Data Intake; ; Risk Scoring proprietário; Gestão de Casos, Work Flow e Documentos; Due-diligence investigativa integrada; Trilhas de auditoria; Métricas de gestão e gestão do projeto Pontuação automática do risco - Significativamente estreita foco permitindo o uso mais criterioso de recursos limitados Plataforma GRC reconhecida grande experiência em anticorrupção e investigações Solução altamente adaptável - faz uso extensivo de lógica condicional / questionários dinâmicos Reforça responsabilidade - pode ser usado para gerenciar comunicações entre as partes, links para Treinamento Online e Certificação Anual Solução única - gerencia o Programa de Terceiros em múltiplos países, línguas e linhas de negócios

14 SERVIÇOS DE DUE DILLIGENCE FLUXO de FUNCIONAMENTO Solicitante Informações do terceiro Dados de contato Questionário A Cliente Terceiro Questionário B Upload de documentos TERCEIRO Pesquisas e Análises Integração com bases de dados externas Buscas manuais específicas conforme o negócio do terceiro Listas internas de sanções (Cliente): Canal, RH, Suprimentos. ICTS Risk Scoring Avaliação com base no resultado das buscas e respostas do questionário Alto Risco, Médio Risco, Baixo Risco Due Dilligence Nível 1 Due Dilligence Nível 2 ICTS Decisão Contratação/Formalização de acordo Avaliação em Nível 3 ou 4 Aceite ou Declínio Cliente Due Dilligence Nível 3 Due Dilligence Nível 4

15 SERVIÇOS DE DUE DILLIGENCE NÍVEIS DE DUE DILIGENCE Nível 1 Nível 2 Nível 3 Nível 4 Levantamento de informações sobre pessoa física ou jurídica, incluindo: CGU Processos STF, STJ, PGR, TRF, TJ Receita Federal CVM CEPIM - Cadastro de Entidades sem Fins Lucrativos Impedidas CEIS - Cadastro de Empresas Inidôneas e Suspensas SIAFI - Sistema Integrado de Administração Financeira do Governo Federal Google (quantitativo) Diário oficial (quantitativo) Trabalho escravo Questionário A e B (divergências) Preenchimento de ferramenta Geração de relatório sintético Análise individual e coleta de evidências: Google (qualitativo) Diário oficial (qualitativo) CGU (qualitativo) Processos STF, STJ, PGR, TRF, TJ (qualitativo) Receita Federal (qualitativo) CVM (qualitativo) CEPIM (qualitativo) CEIS (qualitativo) SIAFI (qualitativo) Trabalho escravo (qualitativo) Geração de relatório detalhado Levantamento de informações sobre pessoa jurídica, incluindo: Antecedentes criminais Histórico profissional Dívidas Participações societárias Mídia social e sentimento Relação com o funcionalismo público Doações de campanha Coleta de evidências Geração de relatório detalhado Levantamento de informações sobre pessoa jurídica, incluindo: Auditoria in loco de compliance relativo às suas políticas, processos, controles internos e práticas relativas à anticorrupção Análise do cadastro de fornecedores contratados (auditoria nos pagamentos) Visita in loco para avaliação do local de operação, estrutura e análise social (ambiente inserido) Alterações de contrato social e avaliação dos sócios anteriores Consulta de certidões de regularidade fiscal Identificação de filiais e locais de operação atuais e passados

16 SERVIÇOS DE DUE DILLIGENCE RELATÓRIOS E COCKPIT Questionários em 3 línguas (POR/ESP/ENG) Workflow e Case-Management em sistema Relatório Nivel 1

17 QUESTIONS MARKS & MATURIDADE DO PROGRAMA Estamos preparados para atender aos requisitos da lei (Lei /13)? Temos uma estrutura adequada e preparada para responder e combater a corrupção? Estamos resguardados caso um evento aconteça? Sabemos o que fazer em caso de incidente? E no caso de recebimento de uma denúncia? Temos regras claras e completas, alinhadas com o código de conduta ética da cia.? Nossos colaboradores conhecem as nossas regras e os impactos da sua não aplicação? Possuem os instrumentos e conhecimento para lidar adequadamente com situações adversas, como canal de denúncia? Nossas ações são baseadas em risk assessment? Conhecemos os principais riscos da empresa associados à lei? Medidas de mitigação destes riscos são efetivas? Os controles que dispomos são suficientes, adequados e efetivos? Podem ser aprimorados? Temos indicadores e capacidade de monitoramento suficientes, confiáveis e adequados? Gerenciamos adequadamente os nossos terceiros e riscos advindos desta relação? Nosso processo de M&A contempla due dilligence anticorrupção adequada?

18 COMPLIANCE ANTICORRUÇÃO IMPACTO E IMPORTÂNCIA AOS NEGÓCIOS

programa anticorrupção

programa anticorrupção A importância de um programa anticorrupção Corrupção no mundo - percepção Corrupção no mundo - realidade Marcos anticorrupção: leis e pactos 1977 EUA 2000 OCDE 2002 ONU 2006 Inst. Ethos 2010 Reino Unido

Leia mais

CONBRAI 2015. Nome proposta. O papel da Auditoria Interna. combate à Fraude e Corrupção

CONBRAI 2015. Nome proposta. O papel da Auditoria Interna. combate à Fraude e Corrupção CONBRAI 2015 Nome proposta O papel da Auditoria Interna Nome no atual clientecenário de combate à Fraude e Corrupção Data Fernando Fleider Sócio -Diretor Alessandro Gratão Marques Executivo Líder de Auditoria

Leia mais

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15

Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações. São Paulo, 22/09/15 Compliance e Gestão de Terceiros A Importância para as Organizações São Paulo, 22/09/15 Nossa Agenda 1. Preocupações atuais no ambiente corporativo 2. Gestão de riscos e controles internos 3. Terceiros

Leia mais

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14

Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Lei 12.846 Anticorrupção CMI- SINDUSCON RJ - 09/09/14 Aprovada em agosto de 2013 Lei de âmbito Federal, entrou em Vigor em janeiro de 2014, prevendo punições para as empresas que cometerem atos de Corrupção

Leia mais

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014

A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE. Agosto, 2014 A LEI ANTICORRUPÇÃO E AS POLÍTICAS DE COMPLIANCE Agosto, 2014 Lei Anticorrupção Brasileira: Lei 12.846/2013 Aspectos Gerais: Vigência: Entrou em vigor em 29/01/2014; Será regulamentada. Objetivo: Responsabilizar

Leia mais

Indicadores Gestão da Ética

Indicadores Gestão da Ética Indicadores Gestão da Ética Identificação Segmento: Diversos Resultados Sua Pontuação: 0 Sua Avaliação: INICIANTE Descrição: A empresa utiliza muito pouco ou praticamente nenhuma ferramenta de gestão de

Leia mais

INTRODUÇÃO. Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS

INTRODUÇÃO. Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS INTRODUÇÃO Fernanda Jaccoud Gerente Executiva Regional Rio de Janeiro ICTS RESULTADO ANÁLISE PORTAL DE COMPLIANCE ICTS PROTIVITI DADOS COMPARATIVOS 2014 VS. 2015 AUMENTO DE 10% NA PARTICIPAÇÃO DE EMPRESAS

Leia mais

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015

Norma Permanente Assunto: Política de Combate à Corrupção Código da Norma: NAD-41 Data da publicação: 01/09/2015 Página 1 de 7 Resumo: Estabelecer os princípios de combate à corrupção no relacionamento da Organização com os agentes da Administração Pública, seguindo as diretrizes estabelecidas na Lei nº 12.846/13

Leia mais

Governança Corporativa

Governança Corporativa Governança Corporativa POLÍTICA DE INTEGRIDADE A política de integridade (conformidade), parte integrante do programa de governança corporativa. Mais do que nunca as empresas necessitam de estruturas consistentes

Leia mais

PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012

PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012 PERFIL ÉTICO DOS PROFISSIONAIS DAS CORPORAÇÕES BRASILEIRAS RELATÓRIO BIENAL 2010/2012 FRAUDE Vantagem sobre outro por meio de sugestões falsas ou omissão da verdade COMPLIANCE Estar em conformidade e fazer

Leia mais

PROGRAMA COMPLIANCE VC

PROGRAMA COMPLIANCE VC Seguir as leis e regulamentos é ótimo para você e para todos. Caro Colega, É com satisfação que compartilho esta cartilha do Programa Compliance VC. Elaborado com base no nosso Código de Conduta, Valores

Leia mais

Programa de Compliance da CCEE

Programa de Compliance da CCEE Programa de Compliance da CCEE O que é compliance São processos e procedimentos adotados pela empresa visando detectar, prevenir e combater fraudes e infrações às leis e regulamentos, bem como assegurar

Leia mais

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE

I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE POLÍTICA DE COMPLIANCE Revisado em Março de 2013 I. PROGRAMA GLOBAL DE COMPLIANCE A The Warranty Group, Inc. (corporação) e suas empresas subsidiárias têm o compromisso de realizar seus negócios de modo

Leia mais

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013]

LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] LEI ANTICORRUPÇÃO [LEI NO. 12.846, DE 1º. DE AGOSTO DE 2013] PROGRAMA DE COMPLIANCE E ACORDO DE LENIÊNCIA SÃO PAULO RIO DE JANEIRO BELO HORIZONTE BRASÍLIA SALVADOR www.scbf.com. br SUMÁRIO A Lei Anticorrupção

Leia mais

Risk Audit Summit 28/04. Luciano Bordon Sócio - Advisory Grant Thornton. 2015 Grant Thornton International Ltd. All rights reserved.

Risk Audit Summit 28/04. Luciano Bordon Sócio - Advisory Grant Thornton. 2015 Grant Thornton International Ltd. All rights reserved. Risk Audit Summit 28/04 Luciano Bordon Sócio - Advisory Grant Thornton Empresas americanas objetivo da pesquisa foi de identificar como os departamentos de auditoria interna de empresas de grande porte

Leia mais

PENALIDADES E RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS LEI Nº 12.846/13

PENALIDADES E RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS LEI Nº 12.846/13 PENALIDADES E RESPONSABILIDADE DE TERCEIROS LEI Nº 12.846/13 21/02/2014 E v y M a r q u e s e v y m a r q u e s @ f e l s b e r g. c o m. b r 01. PENALIDADES Penalidades Esfera Administrativa Multa de

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS 1. INTRODUÇÃO Em atendimento a Resolução do BACEN Nº 4.327 de 25 de abril de 2014, a EASYNVEST definiu sua Política de Responsabilidade Socioambiental que, considerando a natureza de suas operações e a

Leia mais

PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015

PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015 PRSA - POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL Julho/2015 RELATÓRIO DE ACESSO PÚBLICO Este Manual/Relatório foi elaborado pela ATIVA com fins meramente informativos. É proibida a reprodução total ou

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL

POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL POLÍTICA DE PREVENÇÃO À CORRUPÇÃO DO BANRISUL A Política de Prevenção à Corrupção tem como objetivo dar visibilidade e registrar os princípios e valores éticos que devem nortear a atuação dos empregados,

Leia mais

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo

Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo Esclarecimentos sobre a demonstração dos itens do Questionário Avaliativo MEDIDAS DE ÉTICA E CONDUTA 1 - A empresa se encontra em situação regular com a Fazenda Federal? A empresa deve apresentar documento

Leia mais

Revisado em Agosto de 2015

Revisado em Agosto de 2015 Confidencial Este documento é propriedade intelectual da TWG/Virgínia, contém informações confidenciais e não deve ser lido por pessoas não autorizadas. Se você não está autorizado a lê-lo, devolva-o ao

Leia mais

Declaração de Apoio Contínuo Amostra

Declaração de Apoio Contínuo Amostra Geral Período coberto pela sua Comunicação de Progresso (COP) De: A: Declaração de apoio continuado pelo Diretor Executivo (CEO) Forneça uma declaração do diretor executivo da sua empresa expressando apoio

Leia mais

MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS

MMK EDITORIAL. Ética Corporativa e Compliance CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS EDITORIAL CGU LANÇA DIRETRIZES SOBRE PROGRAMAS DE INTEGRIDADE PARA EMPRESAS PRIVADAS EQUIPE: Thiago Jabor Pinheiro tjabor@mmk.com.br Maria Cecilia Andrade mcandrade@mmk.com.br Em 22.9.2015, a Controladoria-Geral

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS. Conteúdo Conteúdo O Instituto Ethos Organização sem fins lucrativos fundada em 1998 por um grupo de empresários, que tem a missão de mobilizar, sensibilizar e ajudar as empresas a gerir seus negócios de forma socialmente

Leia mais

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE

RIO 2016 POLÍTICA DE COMPLIANCE COMITÊ ORGANIZADOR DOS JOGOS OLÍMPICOS RIO 206 RIO 206 POLÍTICA DE 25/02/205 / 2 Sumário. OBJETIVO... 2 2. DEFINIÇÕES... 2 3. ATRIBUIÇÕES E RESPONSABILIDADES... 5 4. DIRETRIZES... 7 4. Programa Geral de...

Leia mais

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014

Compliance e a Valorização da Ética. Brasília, outubro de 2014 Compliance e a Valorização da Ética Brasília, outubro de 2014 Agenda 1 O Sistema de Gestão e Desenvolvimento da Ética Compliance, Sustentabilidade e Governança 2 Corporativa 2 Agenda 1 O Sistema de Gestão

Leia mais

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance

14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance O Compliance e as metodologias para monitorar riscos de não conformidade 14º Congresso de Auditoria Interna e Compliance 11 de novembro 2014 14 horas Agenda Os principais objetivos do nosso encontro 1.

Leia mais

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO

POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO POLÍTICA CORPORATIVA DE PREVENÇÃO À FRAUDE E CORRUPÇÃO 1. OBJETIVO A Política Corporativa de Prevenção à Corrupção ( Política ) tem o objetivo de reforçar o compromisso da empresa Via Boleto de cooperar

Leia mais

Perguntas e Respostas

Perguntas e Respostas Perguntas e Respostas Versão de 04/05/2016 Este documento foi construído com a compilação dos principais e mais recorrentes questionamentos das Unimeds referente ao Selo Unimed de Governança e Sustentabilidade

Leia mais

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI

PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI GUIA PARA MELHORAR O SEU Principais Práticas para a Proteção de PI PROGRAMA DE PROTEÇÃO DE PI 2013 Centro para Empreendimento e Comércio Responsáveis TABELA DE CONTEÚDO CAPÍTULO 1: Introdução à Proteção

Leia mais

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH

Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Pessoas no centro da estratégia Soluções para desafios em RH Os papéis do executivo de RH Pessoas são os principais ativos de uma empresa e o executivo de Recursos Humanos (RH), como responsável por administrar

Leia mais

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional

Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada. Política de Gerenciamento de Risco Operacional Western Asset Management Company Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários Limitada Política de Gerenciamento de Risco Operacional Ratificada pela Reunião de Diretoria de 29 de abril de 2014 1 Introdução

Leia mais

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE

RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE RESUMO FUNÇÃO DO COMPLIANCE O foco da Cartilha Função de Compliance é integrar as atividades de compliance com as boas práticas de governança corporativa e de Gestão de Riscos, os quais os bancos têm buscado

Leia mais

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05

RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 RESOLUÇÃO CFC Nº 1.036/05 Aprova a NBC T 11.8 Supervisão e Controle de Qualidade. O Conselho Federal de Contabilidade, no exercício de suas atribuições legais e regimentais, Considerando que as Normas

Leia mais

COMPLIANCE NO BRASIL

COMPLIANCE NO BRASIL COMPLIANCE NO BRASIL C OMPLIANCE NO A existência de um programa de compliance demonstra comprometimento com a ética e integridade na prática de negócios O Que É Compliance Compliance, termo em inglês muito

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA

Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA Política de Responsabilidade Socioambiental - PRSA Versão Consolidada: 1.0 Data da Aprovação: 29/12/2015 Aprovado por: Diretoria Data da última revisão: 29/12/2015 ÍNDICE OBJETIVO E ABRANGÊNCIA... 3 VIGÊNCIA...

Leia mais

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes

POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes POLÍTICA DE SEGURANÇA, MEIO AMBIENTE E SAÚDE - SMS. Elaboração Luiz Guilherme D CQSMS 10 00 Versão Data Histórico Aprovação 00 20/10/09 Emissão de documento Aldo Guedes Avaliação da Necessidade de Treinamento

Leia mais

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos

Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos Março de 2010 UM NOVO PARADIGMA PARA AS AUDITORIAS INTERNAS Por que sua organização deve implementar a ABR - Auditoria Baseada em Riscos por Francesco De Cicco 1 O foco do trabalho dos auditores internos

Leia mais

Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira.

Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira. Corrupção, fraudes, desvios e má conduta são problemas graves que cada vez mais fazem parte da realidade empresarial brasileira. Considerar o risco humano é um dos fatores primordiais quando se busca a

Leia mais

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k)

Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) Modelo de caso de negócios para um Sistema de Gestão de Segurança da Informação (SGSI) com base nas normas da série ISO 27000 / IEC (ISO27k) por Gary Hinson - Versão 2, 2012 Resumo executivo Benefícios

Leia mais

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004

A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 A Norma Brasileira: ABNT NBR 16001:2004 São Paulo, 17 de junho de 2010 1 Retrospectiva Dezembro de 2003 - Criado o ABNT/GTRS para discutir posição brasileira em relação ao desenvolvimento de uma norma

Leia mais

QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE

QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE QUESTIONÁRIO DE COMPLIANCE O combate à corrupção é parte essencial na forma como a CPFL Energia conduz seus negócios. Este posicionamento é declarado no Código de Ética e de Conduta Empresarial da CPFL

Leia mais

Código de Fornecimento Responsável

Código de Fornecimento Responsável Código de Fornecimento Responsável Breve descrição A ArcelorMittal requer de seus fornecedores o cumprimento de padrões mínimos relacionados a saúde e segurança, direitos humanos, ética e meio ambiente.

Leia mais

Adequação de Contratos Comerciais e Trabalhistas

Adequação de Contratos Comerciais e Trabalhistas Adequação de Contratos Comerciais e Trabalhistas As Cláusulas de Anticorrupção nos Contratos De modo a dar efetividade às normas de Compliance da Radix Engenharia & Software, bem como às da Controladoria-Geral

Leia mais

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS

INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS INDICADORES ETHOS PARA NEGÓCIOS SUSTENTÁVEIS E RESPONSÁVEIS Os Indicadores Ethos são uma ferramenta de gestão, de uso gratuito, que visa apoiar

Leia mais

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII)

Apresentação Plano de Integridade Institucional da Controladoria-Geral da União (PII) PRESIDÊNCIA DA REPÚBLICA CONTROLADORIA-GERAL DA UNIÃO Secretaria-Executiva Diretoria de Planejamento e Desenvolvimento Institucional Plano de Integridade Institucional (PII) 2012-2015 Apresentação Como

Leia mais

FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE. (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015

FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE. (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015 FUNDAMENTOS DE UM PROGRAMA DE COMPLIANCE (Art. 41 Decreto 8.420/15) 25/08/2015 O PROGRAMA DE COMPLIANCE DEVE SER: - CLARO - OBJETIVO - DISPONÍVEL PALAVRAS FÁCEIS DE ENTENDER DIRETO AO PONTO RÁPIDO ACESSO

Leia mais

Política de Responsabilidade Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r

Política de Responsabilidade Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r Sócio Ambiental (PRSA) w w w. b a n c o g u a n a b a r a. c o m. b r ÍNDICE: 1. SOBRE A DOCUMENTAÇÃO... 3 1.1. CONTROLE DE VERSÃO... 3 1.2. OBJETIVO... 4 1.3. ESCOPO... 4 2. RESPONSABILIDADE SÓCIO AMBIENTAL...

Leia mais

Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF

Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF Regulamentação e Aplicação da Lei Anticorrupção: uma visão do MPF ANTONIO FONSECA Subprocurador Geral da República Coordenador da 3ª Câmara de Coordenação e Revisão - Consumidor e Ordem Econômica SEMINÁRIO

Leia mais

Diretoria Executiva de Controles Internos e Risco Operacional

Diretoria Executiva de Controles Internos e Risco Operacional Diretoria Executiva de Controles Internos e Risco Operacional Seminário de Segurança da Informação 2014 Painel "A dinâmica do cenário de ameaças à rede interna frente a um contexto GRC e às novas ferramentas

Leia mais

O Módulo Risk Manager fornece workflow para tratamento dos riscos identificados nas avaliações e priorização das ações.

O Módulo Risk Manager fornece workflow para tratamento dos riscos identificados nas avaliações e priorização das ações. GRC - Governança, Riscos e Compliance já é uma realidade nas organizações. Sua adoção, no entanto, implica no desenvolvimento e na manutenção de um framework que viabilize a integração e colaboração entre

Leia mais

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE

RELATÓRIO DE CONFORMIDADE RELATÓRIO DE CONFORMIDADE Consta no CEIS? Não (informação checada em 10/08/2011) Empresa Nome Fantasia Siemens Ltda. Siemens CNPJ 44013159000116 A empresa é É subsidiária? De qual empresa? Porte da empresa

Leia mais

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6

1 Introdução... 2. 2 Definições... 3. 3 Compromisso e adesão... 5. 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 Manual Anticorrupção Versão 1 Abr/2015 SUMÁRIO 1 Introdução... 2 2 Definições... 3 3 Compromisso e adesão... 5 4 Indícios que podem caracterizar corrupção... 6 5 Violações e Sanções Aplicáveis... 6 6 Ações

Leia mais

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN

POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN POLÍTICA ANTICORRUPÇÃO EVEN 1 Introdução A EVEN conduz seus negócios de acordo com os altos padrões éticos e morais estabelecidos em seu Código de Conduta, não tolerando qualquer forma de corrupção e suborno.

Leia mais

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa

Manual do Sistema de Gestão Ambiental - Instant Solutions. Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Manual do Sistema de Gestão Ambiental da empresa Data da Criação: 09/11/2012 Dara de revisão: 18/12/2012 1 - Sumário - 1. A Instant Solutions... 3 1.1. Perfil da empresa... 3 1.2. Responsabilidade ambiental...

Leia mais

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.

Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7. Módulo 5 Interpretação da norma NBR ISO 19011:2002 requisitos: 7, 7.1, 7.2, 7.3, 7.3.1, 7.3.2, 7.3.3, 7.3.4, 7.4, 7.4.1, 7.4.2, 7.4.3, 7.4.4, 7.5, 7.5.1, 7.5.2, 7.6, 7.6.1, 7.6.2 Exercícios 7 Competência

Leia mais

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA

DECLARAÇÃO DE POSICIONAMENTO DO IIA: O PAPEL DA AUDITORIA INTERNA Permissão obtida junto ao proprietário dos direitos autorais, The Institute of Internal Auditors, 247 Maitland Avenue, Altamonte Springs, Florida 32701-4201, USA, para publicar esta tradução, a qual reflete

Leia mais

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos

ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230. Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos ITAÚ UNIBANCO HOLDING S.A. CNPJ. 60.872.504/0001-23 Companhia Aberta NIRE. 35300010230 Política Corporativa de Prevenção e Combate a Atos Ilícitos Estabelece os conceitos e as diretrizes do Itaú Unibanco

Leia mais

Nossas soluções para o setor sucroenergético

Nossas soluções para o setor sucroenergético www.pwc.com.br Nossas soluções para o setor sucroenergético Centro PwC de Serviços em Agribusiness Outubro de 2013 Agrícola Gestão de fornecedores de cana Revisão da estrutura de relacionamento entre usina

Leia mais

COMPLIANCE COMO BOA PRÁTICA DE GESTÃO NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO

COMPLIANCE COMO BOA PRÁTICA DE GESTÃO NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO Daniel Cavalcante Silva José Roberto Covac COMPLIANCE COMO BOA PRÁTICA DE GESTÃO NO ENSINO SUPERIOR PRIVADO A ORIGEM E OS PARCEIROS DA OBRA 1 A concepção e a ideia 2- A necessidade de inovar para novos

Leia mais

Lei Anticorrupção nº 12.846/13 Aspectos Operacionais de Compliance e Gestão de Riscos

Lei Anticorrupção nº 12.846/13 Aspectos Operacionais de Compliance e Gestão de Riscos Lei Anticorrupção nº 12.846/13 Aspectos Operacionais de Compliance e Gestão de Riscos Brasília, 22 de Maio de 2014 Para Começar Quem somos? Por que estamos aqui? Quais as expectativas? Quais as preocupações?

Leia mais

Programa de Compliance Anticorrupção Case ArcelorMittal

Programa de Compliance Anticorrupção Case ArcelorMittal Programa de Compliance Anticorrupção Case ArcelorMittal Suzana Fagundes Ribeiro de Oliveira Diretora Jurídica e de Relações Institucionais Compliance Officer Setembro de 2014 Números ArcelorMittal - 2013

Leia mais

Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências atuais Quais competências necessitam de aprimoramento Como

Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências atuais Quais competências necessitam de aprimoramento Como 1ª Pesquisa Protiviti/Audibra sobre as Tendências da Auditoria Interna no Brasil Junho, 2010 Objetivo da Pesquisa Apresentar benchmarks considerando: Como os auditores internos avaliam suas competências

Leia mais

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO

POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO POLÍTICA INSTITUCIONAL ANTICORRUPÇÃO Belo Horizonte, Fevereiro de 2016. Diretoria Executiva de Controladoria, Compliance, PLD e Riscos Diretoria de Compliance, PLD e Riscos ÍNDICE 1. INTRODUÇÃO... 3 2.

Leia mais

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020

PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 PUBLICADO EM 01/08/2015 VÁLIDO ATÉ 31/07/2020 INDICE POLÍTICA DE RESPONSABILIDADE SOCIOAMBIENTAL 1. Objetivo...2 2. Aplicação...2 3. implementação...2 4. Referência...2 5. Conceitos...2 6. Políticas...3

Leia mais

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010

Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional - 2010 Sumário 1. Introdução:...3 2. Abrangência:...3 3. Estrutura do Gerenciamento de Risco Operacional:...3 3.1. Estrutura de Gerenciamento do Risco Operacional:...4

Leia mais

Compromissos de Sustentabilidade. Coelce

Compromissos de Sustentabilidade. Coelce Compromissos de Sustentabilidade Coelce ÍNDICE 5 5 5 6 6 6 7 8 8 9 INTRODUÇÃO 1. DIRECIONADORES DAS RELAÇÕES E AÇÕES 1.1 Valores 1.2 Política de Sustentabilidade 2. COMPROMISSOS INSTITUCIONAIS 2.1 Pacto

Leia mais

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa

Políticas de Segurança da Informação. Aécio Costa Aécio Costa A segurança da informação é obtida a partir da implementação de um conjunto de controles adequados, incluindo políticas, processos, procedimentos, estruturas organizacionais e funções de software

Leia mais

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa.

Ser sincero em sua crença de que todos devem ir para casa todos os dias com segurança e saúde - demonstre que você se importa. A Liderança Faz a Diferença Guia de Gerenciamento de Riscos Fatais Introdução 2 A prevenção de doenças e acidentes ocupacionais ocorre em duas esferas de controle distintas, mas concomitantes: uma que

Leia mais

Fundamentos de um Programa de Compliance: Responsabilidades da Auditoria, do RH e do Jurídico. Rogéria Gieremek

Fundamentos de um Programa de Compliance: Responsabilidades da Auditoria, do RH e do Jurídico. Rogéria Gieremek Fundamentos de um Programa de Compliance: Responsabilidades da Auditoria, do RH e do Jurídico Rogéria Gieremek 12 de Dezembro 2013 Fundamentos de um Programa de Compliance Compliance é uma palavra de origem

Leia mais

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS

POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS POLÍTICA DE PREVENÇÃO E COMBATE À CORRUPÇÃO E OUTROS ATOS LESIVOS 1. Introdução A presente Política, aplicável à WEG S/A e todas as suas controladas, representa uma síntese das diretrizes existentes na

Leia mais

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais.

Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. RESOLUÇÃO Nº 306, DE 5 DE JULHO DE 2002 Estabelece os requisitos mínimos e o termo de referência para realização de auditorias ambientais. O CONSELHO NACIONAL DO MEIO AMBIENTE-CONAMA, no uso das competências

Leia mais

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS

CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS CORRELAÇÃO COM OUTRAS INICIATIVAS do conteúdo dos Indicadores Ethos com outras iniciativas Com a evolução do movimento de responsabilidade social e sustentabilidade, muitas foram as iniciativas desenvolvidas

Leia mais

Compliance Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva

Compliance Porque Educação Executiva Insper Cursos de Curta e Média Duração Educação Executiva 1 Porque Educação Executiva Insper A dinâmica do mundo corporativo exige profissionais multidisciplinares, capazes de interagir e formar conexões com diferentes áreas da empresa e entender e se adaptar

Leia mais

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional

Gerenciamento do Risco Operacional. Gerenciamento do Risco Operacional Gerenciamento do Risco Operacional Controle do documento Data Autor Versão Outubro/2010 Compliance 001 Dezembro/2011 Compliance 002 Dezembro/2012 Compliance 003 Agosto/2014 Compliance 004 Revisão do documento

Leia mais

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa

3 Metodologia. 3.1 Tipo de Pesquisa 3 Metodologia Neste capítulo é descrita a metodologia da presente pesquisa, abordandose o tipo de pesquisa realizada, os critérios para a seleção dos sujeitos, os procedimentos para a coleta, o tratamento

Leia mais

Sustentabilidade e Ética: Diferencial nos Negócios

Sustentabilidade e Ética: Diferencial nos Negócios Sustentabilidade e Ética: Diferencial nos Negócios Palestra IBGC Capítulo Pernambuco Recife novembro 2014 Sergio Mindlin (sergio.mindlin@gmail.com) Nossa agenda hoje Uma conversa sobre: 1. Sustentabilidade

Leia mais

Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção. 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA

Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção. 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA Responsabilidade do Setor Privado na Prevenção e no Combate à Corrupção 23º encontro Comitê de especialistas MESICIC/ OEA O Instituto Ethos Fundado em 1998 por um grupo de empresários Conselho Deliberativo

Leia mais

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD

www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD www.imcdgroup.com CÓDIGO DE CONDUTA. IMCD O SUCESSO DA IMCD É BASEADO NO ESTABELECIMENTO DE UM AMBIENTE QUE PROMOVE A RESPONSABILIDADE, CONFIANÇA E O RESPEITO. IMCD Código de Conduta 3 1. Introdução O

Leia mais

FID - Fraudes, Investigações e Disputas A Nova Lei Brasileira Anticorrupção 12.846/13 Câmara de Com. e Ind. Japonesa do Brasil

FID - Fraudes, Investigações e Disputas A Nova Lei Brasileira Anticorrupção 12.846/13 Câmara de Com. e Ind. Japonesa do Brasil FID - Fraudes, Investigações e Disputas A Nova Lei Brasileira Anticorrupção 12.846/13 Câmara de Com. e Ind. Japonesa do Brasil Page 1 BDO Brazil TÓPICOS BDO Brazil Valores BDO no Brasil Serviços Departamento

Leia mais

Política de Responsabilidade Socioambiental

Política de Responsabilidade Socioambiental Política de Responsabilidade Socioambiental SUMÁRIO 1 INTRODUÇÃO... 3 2 OBJETIVO... 3 3 DETALHAMENTO... 3 3.1 Definições... 3 3.2 Envolvimento de partes interessadas... 4 3.3 Conformidade com a Legislação

Leia mais

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM

SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001. Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Curso: Ciências Biológicas - UFAM SISTEMA DE GESTÃO AMBIENTAL: ISO 14001 Material Didático: IBB 254 Gestão Ambiental / 2015 Conceitos Gerais A gestão ambiental abrange uma vasta gama de questões, inclusive aquelas com implicações estratégicas

Leia mais

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS

MANUAL DE CONTROLES INTERNOS POLÍTICAS CORPORATIVAS 8 - Política de segurança da informação 8.1 Introdução A informação é um ativo que possui grande valor para a COOPERFEMSA, devendo ser adequadamente utilizada e protegida contra ameaças e riscos. A adoção

Leia mais

Ambiente de Controles Internos

Ambiente de Controles Internos Ambiente de Controles Internos Agosto/2012 Gerência de Gestão de Riscos, Compliance e Controles Internos Gestão de Controle Interno Responsabilidades GESTÃO DE RISCOS AUDITORIA INTERNA Mapeamento dos Riscos

Leia mais

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo

A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo A atuação do Banco Central do Brasil na prevenção à lavagem de dinheiro e no combate ao financiamento do terrorismo Wolney José dos Anjos Coordenador do Decon Estrutura de Governança de PLD/CFT HISTÓRICO

Leia mais

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança

Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Perguntas para avaliar a efetividade do processo de segurança Questionário básico de Segurança da Informação com o objetivo de ser um primeiro instrumento para você avaliar, em nível gerencial, a efetividade

Leia mais

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS

SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL SGA MANUAL CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS CESBE S.A. ENGENHARIA E EMPREENDIMENTOS SISTEMA DA GESTÃO AMBIENTAL MANUAL Elaborado por Comitê de Gestão de Aprovado por Paulo Fernando G.Habitzreuter Código: MA..01 Pag.: 2/12 Sumário Pag. 1. Objetivo...

Leia mais

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar.

C O B I T. Gerenciamento dos Riscos Mitigação. Aceitação. Transferência. Evitar/Eliminar. C O B I T Evolução Estratégica A) Provedor de Tecnologia Gerenciamento de Infra-estrutura de TI (ITIM) B) Provedor de Serviços Gerenciamento de Serviços de TI (ITSM) C) Parceiro Estratégico Governança

Leia mais

Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015

Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015 Compliance e Legislação Tributária: Desafios para as empresas em 2015 Eduardo Nascimento (eduardo@morad.com.br) Antonio Carlos Morad (acmorad@morad.com.br) www.morad.com.br 2015 Outlook for Legal Issues

Leia mais

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO

PODER JUDICIÁRIO TRIBUNAL REGIONAL DO TRABALHO DA 3ª REGIÃO Controle de Versões Autor da Solicitação: Subseção de Governança de TIC Email:dtic.governanca@trt3.jus.br Ramal: 7966 Versão Data Notas da Revisão 1 03.02.2015 Versão atualizada de acordo com os novos

Leia mais

Porque devemos combater a corrupção?

Porque devemos combater a corrupção? Porque devemos combater a corrupção? Para garantir que os recursos públicos cheguem ao cidadãos? Para criar um ambiente organizacional e negocial favorável? Para deixarmos de ser bobós? Esforços anticorrupção

Leia mais

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS

COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS COMPETÊNCIAS FUNCIONAIS RECURSOS HUMANOS DESCRIÇÕES DOS NÍVEIS APRENDIZ Aprende para adquirir conhecimento básico. É capaz de pôr este conhecimento em prática sob circunstâncias normais, buscando assistência

Leia mais

SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS

SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS VISÃO GERAL DE CAPACIDADES SEGURANÇA GLOBAL, GERENCIAMENTO E MITIGAÇÃO DE RISCOS AT-RISK International oferece Análise de Riscos, Proteção, Consultoria, Investigações e Treinamento em Segurança, nas Américas,

Leia mais

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08

COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E. Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 COMPLIANCE FUNÇÃO, CONSOLIDAÇÃO E DESAFIOS Vanessa Alessi Manzi 19/09/08 Agenda 1. Compliance conceito e missão 2. Atuação de Compliance nas instituições 3. Ferramentas de Compliance 4. Auditoria e Compliance

Leia mais

MANTENEDOR E CONTADOR

MANTENEDOR E CONTADOR MANTENEDOR E CONTADOR No ano de 2000, Darci de Paula, Contador formado pela Pontifícia Universidade Católica de São Paulo, em Ciências Contábeis e Pós graduado em MBA IFRS(Normas Internacionais de Contabilidade),

Leia mais

8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária. Rio de Janeiro Agosto - 2010

8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária. Rio de Janeiro Agosto - 2010 Normas Internacionais de Supervisão 8º Congresso Brasileiro & Pan-Americano de Atuária Rio de Janeiro Agosto - 2010 Sumário: 1. Solvência II 2. International Association of Insurance Supervisors IAIS 3.

Leia mais

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS

CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS CobiT 4.01 OBJETIVOS DE CONTROLE PARA INFORMAÇÃO E TECNOLOGIAS RELACIONADAS METODOLOGIA DE AUDITORIA PARA AVALIAÇÃO DE CONTROLES E CUMPRIMENTO DE PROCESSOS DE TI NARDON, NASI AUDITORES E CONSULTORES CobiT

Leia mais

02 e 03/06/2014 BRASÍLIA - DF LEI ANTICORRUPÇÃO E LEI DO ACESSO À INFORMAÇÃO

02 e 03/06/2014 BRASÍLIA - DF LEI ANTICORRUPÇÃO E LEI DO ACESSO À INFORMAÇÃO Apresentação Oferecer ao agente público conhecimento dos atos lesivos contra a administração pública e as sanções previstas em Lei. Dotar o agente público de habilidades mínimas para conduzir de forma

Leia mais

POLÍTICA, PADRÕES E PROCEDIMENTOS DE INFORMAÇÃO. Rogério Nunes de Freitas

POLÍTICA, PADRÕES E PROCEDIMENTOS DE INFORMAÇÃO. Rogério Nunes de Freitas POLÍTICA, PADRÕES E PROCEDIMENTOS DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO Rogério Nunes de Freitas Política : texto de alto nível, que dá direcionamento geral e significado aos objetivos e intenções da administração

Leia mais

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL

Avenida Presidente Wilson, 231 11 andar 20030-905 Rio de Janeiro- RJ ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL ESTRUTURA DE GERENCIAMENTO DE RISCO OPERACIONAL MARÇO, 2015 ÍNDICE OBJETIVO 3 ESCOPO 3 DEFINIÇÕES Risco Inerente 4 DEFINIÇÕES Risco Operacional 4 DEFINIÇÕES Evento de Risco Operacional 4 FUNÇÕES E RESPONSABILIDADES

Leia mais