UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE SERVIÇO SOCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO CAPÍTULO I DA NATUREZA

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1 UNIVERSIDADE DE SANTA CRUZ DO SUL UNISC CURSO DE SERVIÇO SOCIAL REGULAMENTO DE ESTÁGIO CAPÍTULO I DA NATUREZA Art. 1º O presente regulamento fixa diretrizes e normas básicas para o funcionamento dos estágios obrigatório e não obrigatório em conformidade com a Lei de 25 de setembro de 2008, resolução CFESS- Conselho Federal de Serviço Social nº 533 de 29 de setembro de 2008, Política Nacional de Estágio da ABEPSS- Associação Brasileira de Ensino e Pesquisa em Serviço Social de 2010, regras gerais da Universidade relativas ao assunto, as Diretrizes Curriculares Nacionais do Curso de Serviço Social e Projeto Pedagógico do Curso (PPC) de Serviço Social. CAPÍTULO II DAS NORMAS GERAIS Art. 2º O estágio se constitui num processo educativo de aprendizagem e de formação profissional e compreende o estágio obrigatório e o não obrigatório e efetiva-se mediante atividades de aprendizagem profissional, proporcionadas ao estudante pela participação em situações reais de trabalho na área do Serviço Social. 1º O estágio obrigatório é aquele definido como estágio supervisionado em Serviço Social no PPC, cuja carga horária é requisito para aprovação e obtenção de diploma e deve ser planejado, executado, acompanhado e avaliado em conformidade com este regulamento e plano de estágio obrigatório do curso de Serviço Social. 2º O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional conforme PPC de Serviço Social, podendo ser aproveitado exclusivamente como horas de atividades cumpridas para o Núcleo Flexível, mediante acompanhamento de profissional assistente social no campo e do coordenador do Curso. 3º O estágio obrigatório e não obrigatório, em conformidade com a Lei /2008, não cria vínculo empregatício de qualquer natureza. CAPÍTULO III DA ESTRUTURA DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Art. 3º O estágio obrigatório conta com orientação de um professor assistente social, sendo desenvolvido através das seguintes disciplinas com os correspondentes níveis e enfoques, conforme matriz curricular do curso: I - Estágio Supervisionado I: ênfase na observação e análise institucional; II - Estágio Supervisionado II: ênfase no planejamento; III - Estágio Supervisionado III: ênfase na execução; IV - Estágio Supervisionado IV: ênfase na avaliação. Parágrafo único. A carga horária dos estágios deve ser descrita nos respectivos planos de ensino a ser entregue aos estagiários no início do semestre da oferta da disciplina Art. 4º O estudante está habilitado a realizar os Estágios Supervisionados desde que regularmente matriculado nestas disciplinas, quando de sua oferta no Curso de Serviço Social da UNISC e tendo cumprido com aprovação os pré-requisitos acadêmicos previstos na matriz curricular.

2 CAPÍTULO IV DOS OBJETIVOS E ASPECTOS LEGAIS DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Art. 5º A realização do Estágio Supervisionado em Serviço Social dar-se-á mediante termo de compromisso celebrado entre o estudante e a parte concedente através do Núcleo de Integração e Fomento das Atividades de Estágio na UNISC NIFAE, a partir de acordos com organizações públicas e/ou privadas, organizações do Terceiro Setor e junto a projetos de extensão da própria Universidade. CAPÍTULO V DOS ESTUDANTES DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Art. 6º São considerados estagiários, os estudantes de Serviço Social, regularmente matriculados nas disciplinas de Estágio Supervisionado. Parágrafo único. Ao estagiário, sujeito investigativo, crítico e interventivo, cabe conhecer e compreender a realidade social, inserido no processo de ensino-aprendizagem, construindo conhecimentos e experiências coletivamente que solidifiquem a qualidade de sua formação, mediante o enfrentamento de situações presentes na ação profissional, identificando as relações de força, os sujeitos, as contradições da realidade social Art. 7º Os estagiários, além de seguirem as normas estabelecidas pelo Regimento Geral da UNISC têm os seguintes direitos e deveres: I - conhecer previamente os locais de estágio credenciados, dirigirem-se aqueles de seu interesse e participar de processos seletivos, concorrendo, quando necessário, a vagas de estagiário nos mesmos; II - receber orientação realizada por docente assistente social do Curso de Serviço Social, bem como supervisão de campo por Assistente Social credenciado pelo Curso de Serviço Social; III - observar e zelar pelo cumprimento dos preceitos ético-legais da profissão, dos acordos pedagógicos estabelecidos com os orientadores e supervisores de campo e das normas contidas neste regulamento; IV - informar ao orientador, ao supervisor de campo ou ao coordenador de estágio conforme o caso, qualquer atitude individual, exigência ou atividade que infrinja este regulamento; V - apresentar ao orientador, ao supervisor de campo ou ao coordenador de estágio, conforme o caso, sugestões, proposições e pedido de recursos que venham a contribuir para a qualidade de sua formação profissional ou, especificamente, o melhor desenvolvimento de suas atividades; VI - procurar desenvolver competência técnica, teórica e política nas ações sob sua responsabilidade na organização em que realiza o Estágio Supervisionado, requisitando o apoio do supervisor de campo quando necessário; VII - participar de atividades afins ao Estágio Supervisionado, conforme indicação do orientador; VIII - comunicar e justificar com antecedência ao orientador, ao supervisor de campo ou ao coordenador de estágio, conforme o caso, quaisquer alterações, relativas à sua frequência, entrega de trabalhos ou desenvolvimento de atividades previstas; IX - apresentar ao coordenador de estágio no início do período, atestado de vacinação, no caso de realizar seu estágio em estabelecimento de saúde. CAPÍTULO VI DA COORDENAÇÃO DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO

3 Art. 8º As atividades de estágio obrigatório são coordenadas por um docente indicado pela Coordenação do Curso de Serviço Social e aprovado pelo Colegiado do Curso, recebendo créditos para essa atividade, por semestre, de acordo com resolução específica. Parágrafo único. O prazo de permanência do docente no cargo é determinado pelo Colegiado do Curso, considerando o interesse e o desempenho na atividade. Art. 9º Compete a Coordenação de estágio obrigatório: I - divulgar, junto aos estudantes, na primeira semana letiva de aula o Regulamento do Estágio e até a quarta semana letiva os locais de estágio e seus respectivos supervisores de campo e orientadores, estes últimos organizados preferencialmente por área temática; II - elaborar critérios voltados a complementar ou retificar este Regulamento no que trata do credenciamento e descredenciamento de locais de estágio, avaliação dos estagiários, infração ética, solicitações de quebras de pré-requisitos, entre outros; III - organizar os grupos de docentes assistentes sociais e estagiários para orientação, procurando respeitar o interesse do aluno e a disponibilidade de tempo do docente. IV - propor datas de encontros e coordenar as reuniões mensais do fórum de supervisores de estágio curricular obrigatório e não obrigatório; V - proceder a captação de campos e vagas de estágio, providenciar o contato inicial, o credenciamento e o descredenciamento desses campos, juntamente com o Coordenador do Curso e o NIFAE; VI - orientar os supervisores de campo quanto a Política Nacional de Estágio da ABEPSS e as normas regulamentares de Estágio Supervisionado do curso de Serviço Social; VII - orientar a elaboração e arquivar os projetos de trabalho onde constam as propostas de supervisão de estágio em serviço social dos assistentes sociais de campo; VIII - acompanhar e visitar quando julgar necessário, os locais de estágio para verificação das condições ofertadas, tendo em vista seu credenciamento, recredenciamento, descredenciamento ou mesmo o conhecimento da organização e/ou das ações desenvolvidas pelo estagiário; IX - deliberar, juntamente com o orientador, o supervisor de campo e a Coordenação do Curso, sobre questões que envolvam desligamento de estudantes do local de estágio; X - informar ao CRESS a abertura de campos/vagas ao longo do semestre, até 15 dias após sua abertura; enviar ao mesmo Conselho comunicação formal e escrita indicando os campos credenciados com endereços, contatos, nome e nº de registro no CRESS dos profissionais responsáveis pela orientação e supervisão de campo, junto ao nome de cada estagiário e o semestre em que está matriculado, até 30 dias após o inicio de cada semestre letivo; XI - elaborar e assinar declaração que comprove o cumprimento por parte do estudante dos estágios curriculares obrigatórios, em papel timbrado da Universidade constando a organização onde foi realizado o estágio e sua carga horária total, para efeito de inscrição no CRESS- Conselho Regional de Serviço Social. Art. 10. Gastos com passagens, material de consumo e expediente relativos a atividades de estágio, reuniões de trabalho e visitas a organizações estão limitados conforme resolução específica da Universidade. CAPÍTULO VII DA ORIENTAÇÃO E SUPERVISÃO DE ESTÁGIO CURRICULAR OBRIGATÓRIO Art. 11. A orientação e supervisão de estágio refere-se ao processo de orientação, acompanhamento e avaliação dos estagiários e é pedagogicamente obrigatória para Estágios Supervisionados, compreendendo:

4 I - a orientação, realizada por um docente assistente social, vinculado à UNISC, recebendo remuneração pela atividade, definida conforme resolução que trata da matéria; II - a supervisão de campo não renumerada pela UNISC, que é realizada por um assistente social vinculado à organização credenciada como local de estágio junto ao NIFAE Núcleo de Fomento das Atividades de Estágio da UNISC, devidamente inscrito no CRESS. Art. 12. Aos orientadores compete o papel de orientar os estagiários e avaliar seu aprendizado, em constante diálogo com o supervisor de campo, visando à qualificação do estudante durante o processo de formação e aprendizagem das dimensões teórico-metodológicas, ético-políticas e técnico-operativas da profissão, em conformidade com o plano de estágio. Art. 13. São atribuições dos orientadores: I - auxiliar os estagiários na construção do plano de estágio, onde constem papéis, funções, atribuições e dinâmica processual da supervisão, no início de cada semestre letivo; II - receber, ler, manter sigilo e observar criticamente as sínteses profissionais construídas pelo estagiário constante em seus registros, conduzindo a orientação por considerações teóricas, éticas, ideo-políticas, técnico-operativas e interdisciplinares à produção apresentada; III - propor, indicar ou organizar seminários de estudos sobre temáticas em foco nos estágios de seu grupo de estagiários orientados; IV - avaliar ao final do semestre o estagiário, emitindo parecer sobre sua frequência, desempenho e atitude ético-crítica e técnico política no exercício do estágio, atribuindo a respectiva nota; V - decidir, juntamente com a Coordenação de Estágios, sobre os casos de desligamento e/ou remanejamento de estagiários; VI - participar das reuniões do fórum de supervisores; VII - encaminhar à coordenação de estágio, relato de irregularidade ou demanda específica sobre a atuação dos campos, para efeito de realização de visita; VIII - fornecer à coordenação de estágio, os documentos necessários para compor o prontuário de cada estagiário. Parágrafo único. O número máximo de estagiários sob a responsabilidade do orientador é, preferencialmente, de até 9 (nove) estudantes. Art. 14. Aos supervisores de campo cabe a inserção, acompanhamento, orientação e avaliação do estudante no campo de estágio, em conformidade com o plano de estágio, elaborado em consonância com o projeto pedagógico e com os programas institucionais vinculados aos campos de estágio, garantindo diálogo permanente com o orientador no processo de supervisão. Art. 15. São atribuições dos supervisores de campo: I - comunicar à coordenação de estágio o número de vagas para estagiários por semestre, datas de seleção e definir o início das atividades de estágio do respectivo período; II - elaborar e encaminhar a coordenação de estágio do curso de Serviço Social, no momento da abertura do campo de estágio, o projeto de trabalho onde consta sua proposta de supervisão para o estagiário; As informações do projeto de trabalho deverão ser atualizadas e entregues a coordenação de estágio ao início de cada ano letivo; III - realizar a inserção do estudante no campo e auxiliá-lo na construção do plano de estágio, onde constem papéis, funções, atribuições e dinâmica processual da supervisão, no início de cada semestre letivo; IV - proceder a supervisão direta e sistemática do estagiário, além de observar criticamente a ação profissional do estagiário;

5 V - participar da avaliação dos estagiários com imparcialidade, emitindo ao final do semestre parecer sobre sua frequência, desempenho e atitude ético-crítica e técnico-política no exercício do estágio; VI - decidir, juntamente com a Coordenação de Estágios, sobre os casos de desligamento e/ou remanejamento de estagiários; VII - participar das reuniões do fórum de supervisores. Parágrafo único. A definição do número de estagiários a serem supervisionados deve levar em conta a carga horária do supervisor de campo, as peculiaridades do campo de estágio e a complexidade das atividades profissionais, sendo que o limite máximo não deve exceder um estagiário para cada 10 horas semanais de trabalho. CAPÍTULO VIII DOS LOCAIS DE ESTÁGIO OBRIGATÓRIO Art. 16. São considerados locais de estágio as organizações públicas e privadas, bem como as organizações do Terceiro Setor e os projetos sociais de extensão comunitária, continuados ou circunstanciais que ofereçam ao estudante condições qualitativas de aproximação com o exercício profissional e suas demandas. Parágrafo único. As atividades de estágio nos locais ou projetos credenciados podem ser ofertadas, extensivamente, no período regular, durante o semestre letivo, bem como poderão realizar-se em finais de semana, desde que a proposta não ofereça prejuízo à formação profissional do estudante. Art. 17. Tendo em vista a base legal que disciplina a categoria profissional e a formação profissional, para habilitação e credenciamento dos locais de Estágio Supervisionado em Serviço Social exige-se: I - disponibilidade e interesse da organização credenciar-se junto a Universidade sediando estágio em serviço social; II - disponibilidade de espaço físico e equipamentos adequados para a realização do estágio, que garantam o sigilo profissional e demais recomendações da Resolução CFESS nº 493/2006 de 21 de agosto de 2006; III - a existência de assistente social funcionário do quadro de pessoal da organização, com inscrição no CRESS que apresente à Universidade proposta de supervisão para o estagiário e valide, ao final de cada semestre, instrumento específico de aferição da frequência dos estagiários; IV - a liberação do assistente social para que ele participe das reuniões do fórum de supervisores e de outras, junto a Coordenação de Estágios e/ou Coordenação do Curso quando necessário; V - firmar convênio e termo de compromisso com a UNISC, respeitando este regulamento. Art. 18. Uma vez habilitadas pela UNISC como locais de estágio, as organizações estão liberadas para a realização de processos seletivos dos estagiários, sendo responsáveis pela condução da seleção e pelos critérios admitidos. Art. 19. Compete às organizações credenciadas como locais de estágio possibilitar ao assistente social, responsável pela supervisão local do estudante, cumprir suas atribuições, constantes no art.15. CAPÍTULO IX DA AVALIAÇÃO DO ESTÁGIO OBRIGATÓRIO

6 Art. 20. A avaliação do Estágio Supervisionado é efetuada pelo orientador e supervisor, através da observação, de indicadores e de instrumentos específicos dentro de prazos definidos e divulgados pela Coordenação de Estágios, nas seguintes dimensões: I - pelo orientador: capacidade de crítica e autocrítica do estudante; desenvolvimento de relações interpessoais adequadas; postura autônoma e propositiva na condução dos trabalhos; assiduidade e pontualidade nas supervisões; II - pelo supervisor de campo: comprometimento com o estágio pontualidade, engajamento nas atividades e processos do local e postura propositiva; desenvolvimento do papel profissional postura ética e desenvolvimento de relações interpessoais adequadas e planejamento adequado das intervenções; III - pelos instrumentos de monitoramento (relatórios, diário e plano de estágio): clareza de texto e propostas apresentadas, fundamentação teórica e articulação teoria-prática; IV - pelo relatório final (síntese reflexiva do estágio): ampla descrição das atividades, profundidade na análise, articulação teoria-prática, redação do texto e apresentação geral do trabalho. Art. 21. O estudante é considerado aprovado quando atingir 100% de frequência no campo de estágio e 75% de frequência nos encontros de orientação individual e de grupo e quando obtiver nota igual ou superior a sete (7,0) como resultado final do processo de avaliação. Parágrafo único. No caso do estudante não atingir a nota mínima sete (7,0) será concedido um prazo de 15 (quinze) dias para redefinição de sua avaliação. Art. 22. O estudante reprovado em uma disciplina de Estágio Supervisionado deve avaliar junto com o Coordenador de estágio a pertinência ou não de sua permanência no mesmo campo de estágio. Parágrafo único. O estudante que reprovar duas vezes na mesma disciplina de Estágio Supervisionado, deve ser submetido a uma comissão avaliadora, constituída por professores orientadores, definida em Colegiado do Curso, que será responsável pela avaliação de sua situação e encaminhamentos posteriores. Art. 23. Em caso do estudante interromper o estágio antes do término do período letivo e após o período de ajustes de matrícula pela Universidade, é necessária realização do mesmo no semestre subseqüente, competindo ao orientador comunicar formalmente ao Coordenador de Estágio para que este providencie o registro do fato em ata mediante ciência do estudante. Parágrafo único. Todos os casos de desistência devem ser analisados pela Coordenação de Estágios. CAPÍTULO X DA ORGANIZAÇÃO DO ESTÁGIO NÃO OBRIGATÓRIO Art. 24. O estágio não obrigatório é aquele desenvolvido como atividade opcional do estudante, de acordo com o projeto político pedagógico do curso acrescido à carga horária regular e obrigatória, a ser realizado em local de seu interesse e, de acordo com suas peculiaridades, podendo ser considerado como atividade complementar para o núcleo flexível, desde que devidamente comprovado. Parágrafo único. Para a realização de estágio não obrigatório é imprescindível a presença de um profissional assistente social no local, devidamente inscrito no CRESS, responsável pelo acompanhamento do estudante e supervisão das atividades desenvolvidas. Art. 25. São atribuições do Coordenador do Curso, no âmbito dos estágios não obrigatórios: I - fornecer as informações necessárias ao adequado desenvolvimento de estágio ao NIFAE; II - prestar informações ao NIFAE quanto às atividades que podem ser desenvolvidas pelos estagiários e os pré-requisitos específicos para desenvolvimento de estágio relativo ao curso;

7 III - avaliar o semestre ou disciplina a partir do qual pode ser realizado estágio curricular não obrigatório; IV - acompanhar, a partir do plano de estágio e relatório de atividades, o desenvolvimento do estágio; V - enviar ao CRESS comunicação formal e escrita indicando os campos credenciados com endereços, contatos, nome e nº de registro no CRESS dos profissionais responsáveis pela supervisão de campo, junto ao nome de cada estagiário e semestre em que está matriculado, até 30 dias após o início de cada semestre letivo. Art. 26. Ao final do estágio, o estudante deve apresentar um relatório de atividades, acompanhado da avaliação do responsável no campo de estágio e comprovante da carga horária efetivamente cumprida. Parágrafo único. O relatório de atividades do estágio não obrigatório, elaborado pelo estagiário, deve conter a relação de tarefas e atividades desenvolvidas pelo mesmo durante o estágio e deve ser entregue à Coordenação do Curso de Serviço Social e à unidade concedente, com periodicidade mínima de 6 (seis) meses. CAPÍTULO XI DAS DISPOSIÇÕES COMUNS DOS ESTÁGIOS OBRIGATÓRIO E NÃO OBRIGATÓRIO Art. 27. A jornada de atividade em estágio é definida de comum acordo entre a UNISC, a parte concedente e o estagiário ou seu representante legal, devendo constar do termo de compromisso, ser compatível com as atividades acadêmicas e não ultrapassar seis horas diárias e trinta horas semanais. Parágrafo único. Considerando que a UNISC adota verificações de aprendizagem finais, fixadas anualmente no Calendário Acadêmico, nos períodos de avaliação a carga horária do estágio deve ser reduzida pelo menos à metade, segundo estipulado no termo de compromisso, para garantir o bom desempenho do estudante, desde que ele necessite realizar os exames finais. Art. 28. A duração do estágio, na mesma parte concedente, não poderá exceder dois anos, exceto quando se tratar de estagiário portador de deficiência. Art. 29. O estagiário pode receber bolsa ou outra forma de contraprestação que venha a ser acordada, sendo compulsória a sua concessão, bem como a do auxílio-transporte, na hipótese de estágio não obrigatório. 1º A eventual concessão de benefícios relacionados a transporte, alimentação e saúde, entre outros, não caracteriza vínculo empregatício. 2º O estagiário pode inscrever-se e contribuir como segurado facultativo do Regime Geral de Previdência Social. Art. 30. É assegurado ao estagiário, sempre que o estágio tenha duração igual ou superior a um ano, período de recesso de trinta dias, a ser gozado preferencialmente durante suas férias escolares. 1º O recesso de que trata este artigo deve ser remunerado, quando o estagiário receber bolsa ou outra forma de contraprestação, no caso de estágio não obrigatório. 2º Os dias de recesso previstos neste artigo são concedidos de maneira proporcional, nos casos de o estágio ter duração inferior a um ano. Art. 31. Aplica-se ao estagiário a legislação relacionada à saúde e segurança no trabalho, sendo sua implementação de responsabilidade da parte concedente do estágio. CAPÍTULO XII DAS DISPOSIÇÕES FINAIS

8 Art. 32. As normas constantes deste regulamento podem ser modificadas por iniciativa da Coordenação de Estágio e do Colegiado do Curso, com a aprovação do Conselho de Graduação da Universidade. Art. 33. Os casos omissos são analisados e julgados pelo Colegiado do Curso e quando excederem o poder de decisão do mesmo são encaminhados aos conselhos superiores da Universidade. Art. 34. Este regulamento entra em vigor na data de sua aprovação. Aprovado, pelo Conselho de Graduação CONGRAD, em reunião do dia 11 de novembro de 2003, alterado pelo CONGRAD, em reunião do dia 19 abril de 2005; alterado pelo CONGRAD em reunião do dia 08 de julho de 2006 e alterado pelo CONGRAD, em reunião do dia 12 de abril de 2011.

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