A Due Diligence : confira o que você vai comprar

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1 A Due Diligence : confira o que você vai comprar Luis Galvão: nada substitui uma Due Diligence bem executada A 1ª Turma do Superior Tribunal de Justiça acaba de condenar o Rio de Janeiro em uma ação por danos morais. O município terá de pagar 40 saláriosmínimos a um motorista pelo guinchamento de um carro estacionado regularmente, em local pago. Como era um estacionamento público, embora mantido pela Companhia de Engenharia de Trânsito do Rio de Janeiro (CET- Rio), empresa vinculada à Secretaria Municipal de Transportes, a Justiça entendeu ser o município responsável pelo dano causado ao cidadão. A aquisição de empresas, conforme a dimensão dos envolvidos, é um processo complexo. Compreende inúmeras avaliações, sem as quais são enormes os riscos de prejuízos de toda a sorte e até de desfazimento de negócio já fechado e até pago. Em primeiro lugar, é preciso avaliar se a aquisição não depende de autorização do governo, principalmente do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), especialmente relevante no caso de a empresa compradora e o negócio alvo da transação serem concorrentes. Lembrem-se do caso da aquisição da Garoto pela Nestlé que está pendente há anos. Depois, há que se perguntar se a aparência do negócio que pretendemos adquirir corresponde à realidade. É a chamada Due Diligence, um processo de investigação em profundidade do negócio a ser adquirido. Por ele, busca-se apurar, com o auxílio de uma equipe de advogados, contabilistas, técnicos etc., a real situação da empresa, especialmente se existem as chamadas contingências fiscais, trabalhistas, comerciais, de meio ambiente e outras. Antes que informações confidenciais sobre o negócio a ser vendido sejam disponibilizadas, convém assinar um contrato de confidencialidade. O principal objetivo da Due Diligence é confirmar o valor e se os ativos relevantes da operação pertencem ao negócio alvo. A abordagem correta é desafiar as informações disponíveis com ceticismo saudável. As revelações vão determinar se e como as negociações devem prosseguir; se os ativos e passivos são o que esperamos, identificando os riscos associados ao negócio. É preciso identificar os funcionários-chave e prever ações para que não deixem a companhia após a aquisição. A falta de Due Diligence adequada tem sido causa de muitas dores-de-cabeça e prejuízos decorrentes de fraudes na escrituração, obrigações fiscais não reveladas/declaradas, falta de registro regular de produtos e de marcas relevantes ou ainda patentes que caducaram. Essas ocorrências afetam o valor do negócio e, naturalmente, é melhor saber antes de assinar o contrato. Ao se determinar a amplitude da Due Diligence, há de se focar os elementos mais críticos, tais como a força das marcas, o potencial de crescimento, as margens atuais e projetadas, as sinergias prováveis, os investimentos futuros, a compatibilidade da cultura e ética da adquirente e O ideal é desafiar as informações disponíveis do alvo. É aconselhável pensar no que de pior pode suceder para o acionista da adquirente, caso o processo de aquisição dê prejuízo. Esse exercício ajuda muito a se estabelecer a amplitude adequada do trabalho prévio. Há quem sustente que uma Due Diligence fraca ou mal feita pode ser suprida ou remediada com a utilização, no contrato de compra e venda, de cláusulas com fortes declarações e garantias, as famosas reps & warranties. Isso pode ser um erro grave. É inegável que pode haver circunstâncias em que o comprador tenha de depender mais das reps & warranties e, nesse caso, a prioridade nas cláusulas contratuais de garantia, deve focar: a) a contabilidade do negócio-alvo; b) os documentos de propriedade (em sentido mais amplo) dos ativos que se vai adquirir; c) os mecanismos que assegurem a responsabilidade do vendedor por possíveis contingências não declaradas. A forma de se colher as informações na Due Diligence pode variar muito. É preciso muito cuidado pois o interesse de um vendedor é, muitas vezes, limitar ao máximo as informações prestadas ao comprador, oferecendo-lhe informações tendenciosas ou irrelevantes. Naturalmente o vendedor vai sempre enfeitar a noiva, apresentando o seu negócio nas famosas data room e nas visitas às fábricas e instalações, da forma mais favorável possível. É necessário cuidado quando do exame da documentação nesse e em qualquer tipo de processo de aquisição, dado que o que for revelado é considerado conhecido e não pode depois ser objeto de reclamação do comprador (cláusulas do contrato podem dar alguma proteção, mas o risco de se ficar na mão depois é muito real). No processo informal/privado, os recursos disponíveis podem ser muito mais modestos, sem os luxos de uma data room aparelhada, mas, se de um lado as informações que precisamos podem não estar rapidamente disponíveis, de outro temos mais possibilidades de solicitar as informações de que realmente precisamos. Do ponto de vista do vendedor, também se aconselha a realização de um bom processo de Due Diligence prévio, já que é sempre muito melhor identificar falhas e problemas no negócio antes que possíveis compradores o façam. Concluída a avaliação do negócio, o foco se volta para a redação do contrato, mas isso é uma outra história. Luis Galvão Diretor-titular do Departamento Jurídico do Ciesp 2

2 Termina dia 11 de janeiro prazo para adaptar o contrato social Sociedades, associações e fundações têm só até o dia 11 de janeiro para adaptar seus contratos sociais ao novo Código Civil (Lei nº /2002). Apesar de o tempo que resta ser curto, deixar de fazer a adaptação não é aconselhável, adverte o advogado Thiago Teixeira de Almeida, do escritório Braga Nascimento e Zilio Antunes. Se a mudança não for feita dentro do prazo, a empresa passa a ser irregular e fica sujeita a uma série de limitações que podem prejudicar os negócios. Entre as principais dificuldades estão o impedimento de a empresa participar de licitações públicas e a possibilidade de não conseguir financiamento bancário. Outro problema possível mexe diretamente no bolso dos sócios. Nada impede que o Judiciário determine que os bens dos sócios respondam pelas dívidas da empresa, devido ao fato de o contrato estar em desacordo com a lei, ou seja, de ela estar em situação irregular, alerta Almeida. Burocracia - Segundo o advogado, a mudança da legislação afeta principalmente as sociedades empresárias, que devem obrigatoriamente especificar no registro procedimentos da organização da sociedade. A lei deu essa denominação à união de dois ou mais empresários para a exploração de atividades econômicas, diferenciando-a das sociedades simples, Excesso de formalidade aumenta a burocracia nas deliberações voltadas às atividades intelectuais, de natureza científica, literária ou artística, as associações e fundações. A principal alteração é o aumento da burocracia a que estão sujeitas aquelas sociedades, diz. O código exige que todas as questões referentes à condução da atividade constem do contrato social, da realização de assembléias a hipóteses de exclusão de sócios, além de toda a parte financeira e contábil da empresa. Se, por exemplo, o administrador de uma limitada não for sócio da empresa, isso deve estar bem claro no contrato social, uma exigência que não existia na lei anterior, explica. De acordo com o advogado, as mudanças trazidas pela nova lei geram dois resultados. Se, por um lado, as alterações mostram uma maior preocupação em evitar fraudes, dando mais segurança a quem faz negócios com a empresa, por outro o excesso de formalidades torna as deliberações mais burocráticas, afirma o advogado. Para conseguir atender à lei, a empresa pode se valer de uma assessoria jurídica que analise o contrato e proceda à adaptação. Empresa pode ter acesso à Justiça gratuita Muitas pessoas já foram informadas do benefício da Justiça gratuita, concedido a pessoas físicas que não tenham recursos para pagar as custas e demais encargos provenientes da decisão de abertura de uma ação judicial. O que pouca gente imagina é que esse direito pode ser estendido também a pessoas jurídicas. Procurado recentemente, o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) determinou que basta a comprovação Almeida: empresa pode ficar fora de licitação da debilidade financeira da empresa, mediante as declarações de renda da pessoa jurídica e do sócio majoritário, para que a concessão da Justiça gratuita seja possível, de acordo com Tatiana Mazzetto, do escritório Braga Nascimento e Zilio Antunes. Já o Superior Tribunal de Justiça ampliou esse entendimento colocando a possibilidade tanto para entidades filantrópicas e similares quanto para pessoas jurídicas com fins lucrativos. Para as primeiras, determinou ser suficiente a declaração do estado de pobreza. Para as demais, afirmou ser preciso comprovar a impossibilidade de pagamento das despesas do processo sem comprometer a existência da empresa. O fornecedor deve tomar cuidado com a propaganda que faz para comercializar seus produtos ou serviços. O Tribunal de Justiça de Minas Gerais acaba de confirmar a decisão de 1º grau e condenar uma montadora a vender a um casal um veículo no mesmo preço e nas mesmas condições de pagamento descritos no anúncio. Apesar de a oferta ter sido veiculada em jornal de grande circulação, o casal ouviu em várias concessionárias que a promoção era desconhecida. Não encontrou alternativa, a não ser propor ação para poder adquirir o veículo. De acordo com o tribunal, se antes havia apenas uma oferta via propaganda, no momento em que o consumidor toma conhecimento dela, dá-se o efeito vinculativo, e a partir do instante em que este consumidor manifesta sua aceitação pelo produto, a oferta torna-se parte integrante do contrato. 3

3 Empresas que apuram o resultado com base no lucro presumido e sofreram tributação de PIS e Cofins podem pedir a restituição de valores pagos a mais nos últimos cinco anos. De acordo com a Justiça, a base de cálculo é indevida. O STF declarou inconstitucional o parágrafo 1º do artigo 3º da Lei nº 9.718/98, que definia a base de cálculo como a totalidade das receitas, e determinou que ela deve ser a receita bruta ou faturamento, o que exclui outras receitas financeiras e de locação e sublocação. Empresa que apura o resultado com base no lucro real pode pedir restituição, mas só referente a 2001 a 2002 (PIS) e 2001 a 2003 (Cofins). Para que todos os contribuintes possam se beneficiar da decisão, o STF terá de enviar ao Senado uma mensagem determinando a edição de resolução nesse sentido. 4 Indústria pode reclamar ICMS pago a maior sobre a energia As empresas que contratam energia extra para suprir suas necessidades e não utilizam o total reservado na distribuidora podem recuperar o Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) pago a maior. Isso porque o tributo é cobrado não só sobre a energia consumida, mas também sobre a parte não utilizada. De acordo com o advogado Celecino Calixto dos Reis, do escritório Braga Nascimento e Zilio Antunes, a cobrança do tributo sobre a energia não utilizada pode ser questionada na Justiça. Segundo o tributarista, o que motiva a cobrança do ICMS (o chamado fato gerador) é a circulação da mercadoria. Nesse caso, não há circulação da energia, que a lei equipara a uma mercadoria. Se parte da energia reservada não é utilizada, ela fica na distribuidora, e, se não há transferência, não pode haver cobrança do imposto sobre essa parcela, defende o advogado. O impacto desse custo pode ser muito pesado para uma companhia e prejudicar seus negócios. Se uma empresa contrata, por exemplo, 10 quilowatts, no valor total de R$ 1 milhão, deve pagar R$ 250 mil de ICMS (25%). Mas, se utiliza apenas sete daqueles 10 quilowatts reservados, terá de pagar imposto sobre o valor da energia efetivamente consumida, ou seja, 25% sobre R$ 700 mil, um total de R$ 175 mil. A diferença de R$ 75 mil entre o valor pago e o devido pode ser reclamada, com ótimas chances de êxito. O Cálculo para se chegar à alíquota onera ainda mais o contribuinte Apropriação da tarifa via ICMS Brasil, 2002 Brasil, ,1% 12,8% 19,3% Superior Tribunal de Justiça já se manifestou pela ilegalidade da cobrança do ICMS sobre a energia não consumida. Uma outra forma de encarar a questão é dar à energia não utilizada o tratamento de uma mercadoria devolvida. Se a empresa contrata energia e resolve que não vai utilizá-la, é compreensível que tenha de pagar por ela, por ter impedido ou ao menos atrapalhado a venda para outro, mas não pode ser obrigada a pagar ICMS sobre o que não consumiu, defende. Agravante De acordo com Reis, além de pagar imposto sobre o que não utiliza, outra questão relativa ao ICMS prejudica o contribuinte: a fórmula para se chegar à alíquota. Na realidade, o contribuinte desembolsa bem mais do que os 25% que a maior parte das pessoas acredita estar pagando. Isso ocorre porque o cálculo é feito de uma forma diferente, em que o próprio imposto é considerado na base de cálculo. Para chegar à alíquota, a conta que se faz é 1/1-0,25 1 x 100, o que resulta em uma alíquota real de 33,33%. Trata-se do chamado cálculo por dentro. O contribuinte pode mover ação para recuperar o ICMS pago a maior sobre a energia não consumida nos últimos cinco anos, atualizado pela unidade de correção monetária do Estado de origem no caso de São Paulo, pela Ufesp, acrescenta o advogado. 15,1% 16,4% 25,7% + 50% Energia Elétrica Telecomunicações Combustíveis Fonte: Associação Brasileira de Grandes Consumidores Industriais de Energia + 28% + 33%

4 Resposta rápida na Justiça evita prejuízo maior para setor Uma vitória judicial garantiu a continuidade dos serviços de fiscalização sanitária e zoofitosanitária sobre as mercadorias que entram e saem do território brasileiro. A liminar, concedida em ação proposta pelo Ciesp em face da greve dos fiscais agropecuários, que durou 18 dias e acabou em 25 de novembro, beneficiou todas as indústrias do Estado de São Paulo. Com isso, foi possível evitar graves prejuízos que grande parte das importações e exportações brasileiras de indústrias de outros Estados sofreu em virtude da paralisação. Segundo o diretor-adjunto de Comércio Exterior do Ciesp - Regional Campinas, Anselmo Felix Riso, as empresas da região de todos os setores, como alimentício e farmacêutico, se valeram da liminar obtida pelo Ciesp, evitando prejuízo de paralisação de suas linhas de montagem e conseqüente perda de prazos de exportação. A liminar permitiu que as indústrias conseguissem dar continuidade ao fornecimento, afirma. De acordo com o diretor, é difícil abrir mercados e movimentos como esse, de greve, acabam prejudicando a credibilidade da indústria. A greve impediu o embarque de vários tipos de mercadorias, como carne de frango, e atrapalhou o envio de outras para muitos destinos, onde os importadores rejeitam produtos sem o selo de fiscalização federal. As empresas enfrentaram enormes dificuldades de armazenamento, sofreram ainda os prejuízos com as despesas portuárias e até a mudança no ciclo da cadeia produtiva. De acordo com alguns produtores, a greve fez com que tivessem de adiar os abates de animais, que continuaram em suas propriedades e impediram a substituição por novos. As empresas ficaram sujeitas ainda a perder contratos e a ter de renegociar valores. A liminar assegurou que as mercadorias passassem pelos procedimentos necessários para que o comércio internacional fosse normalizado. O juiz federal João Batista Gonçalves, da 6ª Vara Federal, que apreciou o processo (mandado de segurança - processo nº ), entendeu que os requisitos para a concessão da liminar, os chamados fumus boni iuris e periculum in mora, estavam presentes no pedido do Ciesp. O primeiro requisito, traduzido como a fumaça do bom direito, pode ser entendido como indício de que a pretensão de quem entrou com ação é legítima, que tem fundamento. Segundo o juiz, na ação isso se manifestou no fato de que o exercício do direito de greve não Precedentes na jurisprudência Ementa Mandado de segurança. Remessa oficial. Greve do serviço portuário. Embarque de mercadoria. Resumo da decisão do juiz: A paralisação da atividade portuária por motivo de greve não pode prejudicar o embarque e desembarque de mercadorias, causando prejuízos a terceiros. Por isso, cumpre a autoridade portuária competente adotar as indispensáveis providências do seu ofício objetivando o desembaraço da carga. Precedentes desta Corte. Para pesquisar: REO /BA, DJ 10/04/2003, p. 67. Ementa Constitucional. Administrativo. Desembaraço aduaneiro. Greve de servidores públicos. Liberação de mercadorias. Regularização do procedimento de desembaraço. Resumo da decisão do juiz: Tratando-se o desembaraço aduaneiro de um serviço público essencial, incumbe à autoridade aduaneira assegurar a continuidade das atividades de desembaraço alfandegário e portuário, uma vez que o particular não pode arcar com qualquer ônus em virtude de greve deflagrada por servidores públicos. Precedentes do eg. Superior Tribunal de Justiça e desta Corte Regional Federal. Para pesquisar: AMS /BA, DJ 25/06/2003, p. 84. pode gerar, como contrapartida, o aniquilamento de garantias outorgadas pela Constituição aos demais membros da sociedade, principalmente em se tratando de serviços públicos, os quais encontramse submetidos aos princípios da continuidade e do atendimento aos pedidos de caráter urgente. Quanto ao segundo requisito, que significa perigo da demora, o juiz observou que a liminar deveria ser concedida naquele momento em face da possibilidade de graves prejuízos, se a resposta do Judiciário ao problema fosse dada apenas na decisão final. O magistrado citou ainda precedentes (veja quadro) que reforçam o entendimento da Justiça de que a autoridade não pode se omitir de prosseguir com os serviços de fiscalização sanitária e zoofitosanitária porque é garantido o direito aos cidadãos de continuidade na prestação de serviços públicos. Com isso, concedeu a liminar, determinando que os serviços fossem retomados de imediato, inclusive procedendo à chancela de fiscalização das mercadorias se estivessem de acordo com as determinações legais, sob pena de responsabilização penal por crime de desobediência. O Superior Tribunal de Justiça negou o direito a uma empresa de receber o chamado créditoprêmio, previsto no Decreto- Lei nº 491, de Criado para estimular a exportação, o crédito-prêmio consistia no recebimento de créditos tributários referentes ao Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) recolhido sobre a fabricação de produtos destinados à exportação. A decisão vale só para a empresa que foi parte na ação, mas mostra a orientação do tribunal. A questão poderá ser ainda apreciada no Supremo Tribunal Federal, já que envolve também a discussão sobre a questão constitucional e não só sobre a legalidade. 5

5 Patrimônio pode ser mantido com planejamento sucessório Denise: legislação provocou mudanças nos costumes O prazo para buscar na Justiça indenização por defeito do produto ou do serviço é de cinco anos, de acordo com o art. 27 do Código de Defesa do Consumidor. Esse foi o fundamento da decisão proferida em benefício de um caminhoneiro, que conseguiu obter indenização no valor de R$ ,43 para reparar os prejuízos de ter perdido fretes, pelas despesas de guincho e pelos gastos com a retífica correta do motor. O empresário brasileiro deve fazer um cuidadoso planejamento sucessório para manter seu patrimônio, recomenda a advogada Denise Zilio Antunes, sócia do escritório Braga Nascimento e Zilio Antunes. Algumas mudanças introduzidas pelo Código Civil (Lei nº /2002, que passou a vigorar em janeiro de 2003) provocaram uma alteração de costumes no nosso País. Se antes uma pequena minoria tomava o cuidado de fazer testamento, hoje a grande maioria vem ao nosso escritório em busca de assessoria jurídica para fazer o documento ou incluir no contrato social cláusulas que garantam o desejo de continuidade e de preservação do controle do patrimônio nas mãos do cônjuge sobrevivente, observa a advogada. Herdeiro - Entre as diversas mudanças previstas no novo Código Civil a que O Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-SP) mudou a decisão de 1º grau e isentou uma empresa de pagar indenização por danos morais a um ex-funcionário. O trabalhador havia proposto ação alegando ter sido interrogado na sala do advogado da empresa, na presença do gerente. Mas o empregador argumentou que o funcionário teria Maioria quer manter negócios nas mãos do cônjuge mais afeta a sucessão é a inclusão do cônjuge como herdeiro necessário, o que significa que ele tem direito à parte da herança. Com isso, no caso de casamento em regime de comunhão de bens (hoje o regime legal, que prevalece se o casal não fi zer pacto antenupcial), o cônjuge sobrevivente passa a dividir a herança com os fi lhos, em partes iguais. Se, por exemplo, o pai morre e deixa esposa e dois fi lhos, a herança é dividida em três. No regime de comunhão parcial, o entendimento é o de que os bens anteriores ao casamento e a herança recebida por cada um dos parceiros não se comunicam. O mesmo não ocorre se o regime do casamento é de comunhão universal. Isso porque, como a regra nesse sistema é a de que todos os bens presentes e futuros dos cônjuges se comunicam, metade do patrimônio do que morre é do sobrevivente ele é meeiro, e não herdeiro. Testamento - A maior parte dos casais que vêm aqui mostra preocupação de garantir que o controle da empresa fique com o cônjuge sobrevivente, e só passe aos fi lhos depois que ele também morra, afi rma a advogada Denise. Uma das formas de garantir que isso ocorra é deixar em testamento para o cônjuge os 50% de que toda pessoa pode dispor. Segunda a lei, 50% do patrimônio obrigatoriamente é dos herdeiros necessários, e os outros 50% podem ser deixados para quem se quiser, explica. Desejo - Dessa forma se, no exemplo acima, a mulher tem garantido um terço da metade que cabe a todos os herdeiros necessários, ou seja, tem 1/6 do total, passa a ficar com 4/6 (ou melhor, 2/3) de todo o patrimônio do casal, se o cônjuge que morreu determinou que os outros 50% disponíveis, que ele poderia deixar para qualquer pessoa, instituição ou até para um animal de estimação, fiquem com ela. Outra forma de preservar o patrimônio e de se assegurar que tudo será como o desejado é inserir cláusulas no contrato que definam o que deve ocorrer no caso de falecimento de um sócio: quem administra, quem controla e como deve ser a transição. Para TRT, funcionário pode ser interrogado trocado dinheiro do caixa por cheques seus, sem fundos, e por esse motivo, abriu procedimento administrativo. Alegou ter interrogado o trabalhador de forma individual e tê-lo demitido sem qualquer alarde. A Justiça concluiu que não houve rigor excessivo na apuração dos fatos que pudesse justificar o pagamento de indenização por danos morais e entendeu que a empresa tem o direito de interrogar seus empregados, de forma discreta, para apurar fatos relacionados à sua conduta. Com isso, decidiu a favor do empregador. 6

6 corporativo inadequado pode causar perda de emprego A introdução de tecnologias gera a necessidade de fixação de regras para seu uso. Com a revolução da informática e a introdução no ambiente de trabalho do corporativo, os trabalhadores passaram a contar com uma ferramenta indispensável que, se não utilizada corretamente, pode causar sérios prejuízos à empresa. Como ela responde solidariamente pelos atos de seus funcionários, a empresa pode ser processada e ter a sua imagem abalada por uma mensagem que cause danos a alguém - por exemplo, um e- mail com termos discriminatórios. Para alguns tribunais, o funcionário que faz mau uso do de trabalho pode ser demitido por justa causa, mas esse entendimento não é pacífico. O jeito é tomar precauções e avaliar se é melhor liberar a utilização ou monitorar o corporativo e até restringir o acesso a páginas da internet. Os advogados do escritório Braga Nascimento e Zilio Antunes recomendam a execução de um monitoramento geral e moderado, mas o controle deve ser exercido sobre todos os funcionários - a individualização pode caracterizar perseguição -, e o acompanhamento deve ser feito de forma preventiva, diz o advogado Rodolpho de Macedo Finimundi. Há meios de monitoramento que podem ser utilizados pela empresa, o que não quer dizer que TST admite rastreamento de mensagens e demissão O empregador pode controlar o de trabalho de seu funcionário. Se houver mau uso, pode demiti-lo por justa causa. Essa foi a decisão da 1ª Turma do Tribunal Superior do Trabalho (TST), na ação movida por um funcionário do HSBC Seguros Brasil. A empresa demitiu o funcionário, após descobrir que ele enviava aos colegas fotos de mulheres nuas, através do do trabalho. Inconformado, o empregado entrou na Justiça. O juízo de 1º grau afirmou que a violação do fere a Constituição Federal (CF) e anulou a demissão por justa causa. O HSBC recorreu e teve êxito. O TRT da 10ª Região (Distrito Federal e Tocantins) entendeu que não há qualquer impedimento em rastrear os s, porque não haveria qualquer intimidade a ser preservada, posto que o não poderia ser Mensagem que causa danos pode prejudicar a empresa todos os s devem ser lidos, mas que haverá algum tipo de controle, explica. Uma possibilidade é o bloqueio de todos os s com anexos, por exemplo, diz. O advogado recomenda a adoção de uma política clara sobre o assunto. É fundamental haver diálogo entre o setor de tecnologia e os demais funcionários da empresa para detectar necessidades (por exemplo, as páginas da web que podem ser úteis ao trabalho ou que mantenham o funcionário atualizado com notícias) e definir a política de comunicação eletrônica da empresa, aconselha. O empregador deve especificar quais páginas da internet quer liberar e comunicar ao trabalhador se pretende monitorar o de trabalho. Para evitar problemas, pode determinar as regras por escrito e obter a assinatura do funcionário. A empresa não deve monitorar o pessoal. Entrar no pessoal constitui violação da intimidade e da correspondência, direitos garantidos pela Constituição, explica. Por isso, fica a critério do empregador a permissão do uso do pessoal no ambiente de trabalho, mas sempre é importante separar os dois, especialmente se há a previsão de exercer o monitoramento. utilizado para fins particulares. Para os ministros do TRT-10, os princípios da boa fé e da lealdade, que norteiam os contratos, impedem qualquer raciocínio favorável à utilização do para fins moralmente censuráveis, mesmo que não haja restrições ao uso do no contrato de trabalho. O trabalhador, então, recorreu ao TST. Mas os ministros entenderam que a prova para demissão, obtida pelo rastreamento das mensagens, é legal. Afirmaram que o corporativo é propriedade do empregador, que o cede ao funcionário e, por isso, ele pode exercer controle sobre as mensagens. O relator do processo, ministro João Oreste Dalazen, enfatizou que os direitos do cidadão à privacidade e ao sigilo de correspondência dizem respeito apenas à comunicação estritamente pessoal, o que não é o caso do corporativo. Finimundi: é essencial o diálogo entre empresa e funcionários CARTAS Se você perdeu edições do Conselheiro Legal, basta entrar no site do Ciesp, o www. ciesp.org.br, para acessar a versão eletrônica. É só clicar no ícone Conselheiro Legal, logo no lado esquerdo da página principal do site, e escolher a edição que você procura. Este espaço é reservado para sua mensagem. Se quer ver publicado um assunto sobre problemas jurídicos do dia-a-dia de sua empresa, envie sua sugestão para nós. Participe! O do Conselheiro Legal é 7

7 A conquista do comprometimento Divulgação 8 Gaudêncio: a receita para empresas é antiga O prazo para entrar com ação diante da recusa da seguradora de pagar indenização é de um ano. Essa foi a decisão da 4ª Turma do STJ em ação contra uma seguradora que negou cobertura para cirurgias. Ela obteve êxito no juízo de 1º grau, que determinou pagamento de indenização por danos materiais e morais, mas o tribunal mudou a decisão, em parte. Entendeu que não é caso de dano por fato do produto ou do serviço, com prescrição de cinco anos pelo Código do Consumidor, mas de aplicação do Código Civil. Paulo Gaudêncio É sabido que o funcionário pode se relacionar com a empresa de duas formas: ele participa ou se compromete. É também conhecida a jocosa diferença entre eles. Pode ser entendida no bife a cavalo. Neste, a galinha participa e o boi se compromete. Mais profunda, no entanto, é a diferença nas empresas que têm funcionários que participam ou que, diferentemente, se comprometem. A diferença será vista na qualidade do trabalho e no clima organizacional. No respeito ao ambiente. Nos processos trabalhistas. Hoje, estou convencido de que o que caracteriza uma empresa vencedora é o nível de comprometimento de seus funcionários, do boy ao presidente. Empresa vencedora é a que consegue o comprometimento de todos. Consegue? Isto significa que o comprometimento pode ser conquistado? Sim, e a receita é antiga. Foi dada em 1788, por um filósofo alemão chamado Immanuel Kant. Num de seus textos, Kant diz que, no mundo, há coisas e pessoas. E o que marca a diferença entre elas é o seu valor. O valor das coisas é o preço. Nós atribuímos valor às coisas e isto nos permite intercambiar coisas, apenas intermediando pelo atributo chamado preço. O valor das pessoas não é um atributo, mas uma característica essencial do ser humano chamada dignidade. Intercambiar pessoas é, por isso, inviável. Posso compará-las, usando, para isso, seus atributos. Mais alta ou mais baixa, mais ou menos gorda etc... Posso substituí-las, A Cetesb está convocando 80 mil empresas que se instalaram no Estado de São Paulo até 2002, para fazerem a renovação de suas licenças ambientais. A renovação está sendo exigida porque a legislação específica (Decreto /2002, que alterou o Regulamento da Lei Estadual 997/76) trouxe mudanças e só as licenças concedidas a partir de 2003 estão adequadas à lei, explica Sergio Ojima, gerente do Departamento de Meio Ambiente (DMA) do Ciesp. Entre as alterações, está a fixação de um prazo de validade entre dois e cinco anos, de acordo com o grau de impacto ambiental da empresa no modelo antigo, o prazo mas quem vai, leva e quem vem, traz sua dignidade. Mas, além de comparar e substituir, posso coisificar, transformar uma pessoa em coisa. Faço isso ao usar só o critério de utilidade para avaliar uma pessoa. Ela se transforma numa coisa e adquire um preço. Isto é mulher objeto. É uma pessoa de quem eu desconsidero a dignidade porque a avalio apenas por sua utilidade sexual. Mas, o que é critério de utilidade na empresa? Competência profissional. Todos devem ser profissionalmente competentes. Mas não pode ser um critério exclusivo. A primeira condição para o resgate da dignidade é a de que a pessoa seja vista como uma totalidade, não só pela sua competência profissional. A segunda condição é que seja tratada como maior, para que possa ser autônoma. Maior significa que ela pensa com a própria cabeça, ninguém pensa por ela. Se ela pensa por si mesma, quando é colocada diante de normas, pode entender seu significado. A norma passa a ser própria dela, auto, daí autônoma (auto = própria, nomos = norma). Se ela é tratada como menor, isto é, se alguém pensa por ela, não entenderá nem assumirá as normas. Só as seguirá se quem pensa por ela estiver tomando conta. Ela estará pendurada, pendente nele. Será dependente. Se ela mesmo pensa, estará pendurada dentro de si, in, independente. Pessoas menores, heterônomas e dependentes, participam dos processos. Para que elas se comprometam, é fundamental que: 1. Sejam tratadas como maiores, para que possam ser autônomas e independentes. 2. Sejam vistas como um ser humano total, podendo viver suas emoções no papel profissional, e não apenas pela sua competência profissional. Aumentam custos com licença ambiental Paulo Gaudêncio é psiquiatra com grande experiência em questões de recursos humanos nas empresas era indeterminado. Segundo Ojima, a empresa que não fizer a renovação será multada e até interditada. A Secretaria da Fazenda exigirá a licença ambiental antes de conceder a Inscrição Estadual, tanto para abertura de empresas quanto para alterações. Para o gerente, a licença ambiental renovável atende mais à necessidade de arrecadação da Cetesb do que a uma prioridade ambiental. Além do prazo de validade, o custo para emissão também aumentou. Para uma empresa com área de m2 obter Licença de Instalação, os valores podem variar de R$ 3.924,00 a R$ ,00. Para as micro e pequenas, quando se tratar de Certificado de Dispensa de Licença, o valor cobrado é de R$ 93,10. Nestes valores não foram consideradas as despesas com publicações obrigatórias no Diário Oficial e na mídia local. Para obter mais informações:

8 CONSELHEIRO LEGAL PUBLICAÇÃO DO DEPARTAMENTO JURÍDICO DO CENTRO DAS INDÚSTRIAS DO ESTADO DE SÃO PAULO Ano 1 - NÀ 4 Dezembro de 2005 Ciesp assessora empresas nos planos de negócios CONSELHEIRO LEGAL Publicação do Departamento Jurídico do Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) Av. Paulista, 1.313, 13º andar, São Paulo, SP Tel.: (11) TPT Comunicações Rua Tabapuã, 422, 5º andar, São Paulo, SP CEP: Tel: Fax: As milhares de empresas associadas ao Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp), especialmente as micro, pequenas e médias, não precisam necessariamente recorrer a consultorias privadas para elaborar seus planos de negócio. Segundo o diretor-titular do Departamento Econômico, Boris Tabacof, as indústrias podem se valer da assessoria da entidade, que acompanha, discute e sugere posições em relação a novas políticas econômicas que afetem a atividade do segmento. O departamento realiza estudos sobre os mais diversos temas relevantes para a tomada de decisões, como as expectativas de comportamento dos indicadores macroeconômicos, o câmbio, a taxa de juros, entre outros. O empresário encontra na entidade todas as informações que interessam ao planejamento da indústria, como dados de conjuntura, preços de commodities, cotações de insumos, expectativas de índices econômicos. Tabacof, que há 30 anos atua no segmento de papel e celulose, chama a atenção dos associados Tabacof: estudos estão à disposição do setor para o fato de que o Ciesp quer amplificar os mecanismos capazes de detectar os interesses, as dificuldades e as expectativas do setor. Os Departamentos de Economia e Jurídico, entre outros, buscam aumentar a interatividade entre nossa sede, na Avenida Paulista, e as indústrias, com o objetivo não só de oferecer soluções às questões que interessem aos negócios e que reduzam seus custos, como também discutir e ouvir o que as empresas têm a dizer, afirma Tabacof. A convite das diretorias das regionais (são 42), temos a oportunidade de ter contato com indústrias de todos os tamanhos, de todo o Estado, diz. Colaboração: Braga Nascimento e Zilio Antunes Advogados Associados Tel: Jornalista responsável: Antonio Gaspar Reportagem: Adriana Gordon Edição de arte: Marcos Magno Fotos: Juan Guerra Tiragem: exemplares Aumenta a procura por planejamento sucessório Adaptação de contrato social pode ser feita até 11 de janeiro Indústria pode reclamar ICMS pago a mais por energia O acaso é uma palavra sem sentido. Nada pode existir sem causa. Voltaire

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