4. Análise de Tarefas

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1 Interacção com o Utilizador 4. Análise de Tarefas Nuno Miguel Gil Fonseca

2 Identificar necessidades e problemas dos utilizadores Avaliar solução Conceber uma solução Prototipar solução (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 2

3 Identificar necessidades e problemas dos utilizadores Análise de tarefas! Avaliar solução Conceber uma solução Prototipar solução (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 3

4 Em que consiste a análise de tarefas? Estudo do modo como as pessoas realizam as tarefas com os sistemas existentes. O que fazem Como fazem Quando fazem O que utilizam para fazer O que têm que saber previamente para fazer (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 4

5 Porquê fazer a análise de tarefas? Eficiência vs Eficácia Um sistema maravilhoso que não faz o que é necessário será um fracasso! Quais as necessidades dos utilizadores? Sistema deve suportar as reais tarefas dos utilizadores (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 5

6 Fases do processo de análise de tarefas Descobrir quais as tarefas que os diferentes tipos de utilizadores precisam de desempenhar Observar práticas correntes Criar cenários de tarefas Experimentar ideias novas antes de começar a codificar a interface (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 6

7 Utilizadores e tarefas Para desenhar uma boa IU é necessário: Saber quem a vai usar e para fazer o quê Ter requisitos baseados em informação sobre Utilizadores reais Tarefas reais que eles querem realizar Focar nos utilizadores e nas tarefas e não na tecnologia (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 7

8 As perguntas chave Quem vai utilizar o sistema? Que tarefas executam actualmente? Que tarefas são desejáveis? Como se aprendem as tarefas? Onde são desempenhadas as tarefas? Quais as relações entre utilizadores e informação? Que outros instrumentos tem o utilizador? Como comunicam os utilizadores entre si? Qual a frequência de desempenho das tarefas? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 8

9 As perguntas chave (parte II) Quais as restrições de tempo impostas? Que acontece se algo correr mal? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 9

10 Quem vai utilizar o sistema? Quem são? Qual o seu contexto? Quais as suas capacidades? Hábitos de trabalho e preferências Características físicas/cognitivas. Características de utilização de hardware e software. (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 10

11 Que tarefas executam actualmente? É importante saber isto para permitir automatizar algumas tarefas e descobrir novas funcionalidades É possível saber a importância relativa das tarefas Pode ser feito através da observação dos utilizadores (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 11

12 Que tarefas são desejáveis? Útil para determinar quais as funcionalidades que os utilizadores gostariam de poder utilizar mas que de momento não estão disponíveis (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 12

13 Como se aprendem as tarefas? Permite identificar o(s) modo(s) como os utilizadores aprendem a utilizar as tarefas Manual de utilizador Formação Observação Sempre que possível, um novo sistema deve ser simples e semelhante aos sistemas existentes (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 13

14 Onde são desempenhadas as tarefas? Escritório, Oficina, Em qualquer lugar? Quais os efeitos do ambiente nos utilizadores? Utilizadores sob pressão? Confidencialidade necessária? (ex.: PIN, passwords) Mãos pegajosas, molhadas, sujas, escorregadias? Condições de Iluminação? Ruído? Etc (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 14

15 Relações entre utilizadores e informação É sempre utilizada a mesma máquina? Ou é possível utilizar qualquer uma? E o dados pessoais necessários? Estão sempre disponíveis? Acesso remoto necessário? Acesso restrito à informação? Qualquer um pode aceder à informação? Como é feita a identificação? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 15

16 Que outros instrumentos tem o utilizador? Que outras ferramentas usa para realizar as tarefas? Como o utilizador interage com panóplia de equipamentos existentes Há algum tipo de interligação entre os diversos equipamentos/ ferramentas? De que modo isso é feito? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 16

17 Como comunicam os utilizadores entre si? Quem comunica com quem? Sobre quê? Quem inicia a comunicação? Seguem processos organizativos /canais hierárquicos? Como se processa essa informação? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 17

18 Qual a frequência de desempenho das tarefas? Qual a frequência de utilização das ferramenta? Utilizadores frequentes lembram-se de mais detalhes Utilizadores não frequentes precisam de mais ajuda Quais as funções mais utilizadas? Por quem? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 18

19 Qual a frequência de desempenho das tarefas? Qual a frequência de utilização das ferramenta? Utilizadores frequentes lembram-se de mais detalhes Utilizadores não frequentes precisam de mais ajuda Quais as funções mais utilizadas? Por quem? Em caso de dúvida, proceder a observação (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 19

20 Quais as restrições de tempo impostas? Há funcionalidades que utilizador utilize quando está com pressa? Quais? Quais as funcionalidades que o utilizador pode utilizar com mais calma? Existe uma relação temporal entre tarefas? Ex.: Só poder fazer a tarefa2 depois de fazer a tarefa1 É possível desempenhar mais de uma tarefa em simultâneo? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 20

21 Que acontece se algo correr mal? Como reagem as pessoas se algo correr mal? Há consequências graves se algo correr mal? Há algum plano de contingência ou forma de recuperar dos erros? É possível rastrear o que aconteceu? (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 21

22 Resumindo Antes de começar a conceber uma interface deverá conseguir responder a todas as perguntas apresentadas Em alguns casos algumas perguntas poderão não fazer sentido As respostas devem ser dadas de acordo com o que se passa AGORA e não para o Futuro! (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 22

23 Resultado da análise de tarefas A informação recolhida pode ser usada para: Recolha de requisitos e desenho detalhado da IU Identificação de requisitos do sistema Desenho para um novo sistema Produção de material de treino e documentação Análise de sistemas existentes Para sistemas actuais (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 23

24 Como fazer análise de tarefas? Falar com potenciais utilizadores Questionários Entrevistas Observar os potenciais utilizadores Na verdade as várias técnicas são complementares Falar para obter informação que não pode ser observada Observação - O que realmente acontece Falar no local de trabalho + observação quando surgem dúvidas (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 24

25 Questionários Conjunto de perguntas para extrair informação específica Questões com respostas de tipos diferentes: SIM/NÃO Escolha múltipla (1 ou várias) Ordenação por preferência Resposta livre / Comentários Usados em conjunto com outras técnicas (observação) Obtêm informação quantitativa e qualitativa Bons para obter respostas de grupos grandes e dispersos de pessoas (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 25

26 Entrevistas Fórum de conversa com utilizadores Estruturadas Sem organização/estrutura Semi-estruturadas Permitem estudar propostas usando Possíveis cenários de utilização e/ou Protótipos Boas para explorar novos tópicos, mas Consomem muito tempo Impraticável para muitas pessoas (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 26

27 Observação Passar tempo com os utilizadores no seu dia a dia observando-os a trabalhar Adquirir visão das tarefas dos utilizadores Bom para perceber a natureza e contexto das tarefas Mas... Requerem tempo e compromisso de um membro da equipa de desenho Pode produzir uma grande quantidade de informação (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 27

28 Outras opções Estudar documentação Estudar sistemas e produtos existentes (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 28

29 Que utilizadores questionar/entrevistar? Procurar potenciais utilizadores Se não for encontrado nenhum é grave Estão muito ocupados? Por vezes é necessário dar algo em troca da participação Em termos gerais, deve ser feito um processo de modelação de utilizadores semelhante ao apresentado no capitulo anterior. (c) Nuno Miguel Gil Fonseca - Escola Superior de Tecnologia e Gestão de Oliveira do Hospital - Interacção com o Utilizador 29

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