CINEMA: ASPECTOS HISTÓRICOS, INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO E CONTRIBUIÇÕES AO ENSINO DE MATEMÁTICA

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1 CINEMA: ASPECTOS HISTÓRICOS, INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO E CONTRIBUIÇÕES AO ENSINO DE MATEMÁTICA Rosangela Silveira da Rosa Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática PPGECIM -(FURB) Blumenau - Santa Catarina Elcio Schuhmacher Universidade Regional de Blumenau, Departamento de Física Rua: Antônio da Veiga, 190 Blumenau - Santa Catarina Resumo: O presente trabalho de pesquisa constitui-se em uma revisão literária acerca do cinema, reportando-se a alguns fatos históricos e a influência desta cultura no Sistema Educacional Brasileiro. Desse modo, nosso objetivo é o de construir um trabalho de dissertação que tenha como norte a questão: Que contribuições a utilização de filmes cinematográficos podem trazer ao aprendizado da Matemática? Na busca por respostas, o referencial teórico principal foi pautado nos estudos bibliográficos de livros, revistas e artigos científicos que tratam especificamente do potencial educativo do cinema. Ao realizar o estudo, verificou-se a importância de realizar práticas pedagógicas utilizando-se de recursos audiovisuais, como filmes, pois tal recurso serve tanto para introduzir, exemplificar ou complementar o conteúdo matemático. Assim, é possível incentivar e motivar o aluno para o aprendizado, haja vista que além de ilustrar o conteúdo, constitui-se num ensino rico e repleto de significados que podem ser transmitidas para a vida cotidiana. Palavras-chave: Cinema, Educação, Filmes cinematográficos, Ensino de matemática, Práticas pedagógicas I. INTRODUÇÃO O ensino da Matemática no âmbito escolar sempre foi o foco das atenções, pois na maioria das vezes é marcado por dificuldades e rejeições. Muitos alunos questionam as metodologias e criticam as aulas como monótonas e desinteressantes. Isso porque, muitos educadores da disciplina não utilizam os atuais recursos de comunicação e tecnologia. Contudo, em uma sociedade globalizada e dinâmica, a leitura de imagens é extremamente necessária às práticas educativas, tendo em vista que a atual demanda de alunos tem acesso a

2 diversos canais da mídia, utilizando-se dos mais diversificados aparatos tecnológicos que fazem do lazer um momento de aprendizagem interessante e prazeroso. Buscando contribuir para a construção do conhecimento científico matemático, mediante aprendizagem significativa, procurou-se junto a referenciais literários, alternativas pedagógicas que pudessem contribuir com o ensino da Matemática. Dentre os recursos didáticos encontrados, o interesse por filmes cinematográficos foi determinante, já que o cinema foi considerado uma importante ferramenta educativa desde o século XIX. O interesse na investigação do tema proposto, bem como nos resultados que poderiam ser obtidos, com o emprego de filmes nas aulas de Matemática, originou a seguinte questão de pesquisa: Que contribuições a utilização de filmes cinematográficos podem trazer ao aprendizado da Matemática? Para responder a esse questionamento na fundamentação teórica, buscou-se na literatura obras que explicitem os aspectos históricos do cinema, bem como a influência no sistema educacional brasileiro e, por fim, as contribuições quanto as práticas educativas de ensino da Matemática. Dentre as obras selecionadas estão os livros: Bilharinho (2009), Bruzzo (2011), Hennebelle (1978), Lopes (2010), Mascarello (2006),Morettin (1995) Napolitano (2004), Ramos (1987), Santos (2013), Setton (2004), Silva (2001)Souto (2013) e Vianna (2011). Em revistas e artigos foi encontrado: Aristarco (1992), Berti (2013), Klaus (2003), Morettin (2011 e 2013), Santos (2013), Viana (2013) e Bruzzo (2010). Assim, o texto foi elaborado. II. ASPECTOS HISTÓRICOS: Considerado o meio de expressão que provocou maior embate no segmento das telecomunicações da era moderna, o cinema surge na França em 1895, pelo cinematógrafo (VILARON at al., 2005). A responsabilidade pela criação desta promissora engenhoca, com efeitos de persistência retiniana, foram os irmãos Auguste e Louis Lumiére, aos quais foi creditado o título de inventores do cinema, embora tenham surgido outras denominações. Não existiu um único descobridor do cinema e os aparatos que a invenção envolve, não surgiram repentinamente num único lugar. (MASCARELLO et al.,2010, p.18). Em sua obra: História do Cinema Mundial, o autor nos alerta para o fato de que Thomas Edison já teria registrado a patente de outro aparelho com função cinematográfica: Quinetoscópio. As primeiras exibições de filmes com uso de um mecanismo intermitente aconteceram em 1893, quando Thomas A. Edison registrou nos E.U.A., patente de seu quinetoscópio e 28 de dezembro de 1895, quando os irmãos Louis e Auguste Lumiére realizaram em Paris a famosa demonstração pública e paga do seu cinematógrafo. (MASCARELLO et al., 2010, p.18) A luta pelo título de inventor do cinema travou uma batalha iminente entre Thomas Edison, os irmãos Lumiére e outros concorrentes, que segundo Hennebelle (1978) ficou conhecida como Guerra das patentes. Edison já produzia filmes com seu quinetoscópio em um pequeno estúdio, todo pintado de preto, conhecido como Black Maria. O estúdio situavase nos fundos de seu laboratório, porém ainda não havia divulgado estas primeiras imagens em movimento. Entretanto, Auguste e Louis Lumiére, negociantes experientes, logo saíram divulgando a sua nova invenção: o cinematógrafo, tornando pública a ideia de que eram os inventores do cinema. (MASCARELLO et al., 2010) De acordo com Cesar Coll (2000), no início o cinema era em preto e branco e não tinha som, era mudo. Para interpretar as cenas fílmicas, era necessário ler cartazes que se

3 alternavam com as imagens. Logo, inventou-se uma forma de acrescentar som aos espetáculos e hoje prevalece um cinema riquíssimo em cores, sons e efeitos especiais. O primeiro documentário de curta metragem foi exibido por Louis Lumiére no Grand Café, em Paris, e tinha aproximadamente 45 segundos de duração. Este curta-metragem intitulava-se La sourtie de I usine Lumiére a Lyon, que significava: A saída da fábrica Lumiére em Lyon (MASCARELLO at al., 2010; VILARON et al, 2005). Segundo Mascarello et al (2010), em 1903, o americano Edwin Stanton Porter, considerando os estilos de documentários realizados pelos irmãos Lumiére e os de ficção criados por Mélies, produz The great train robbery, (O grande roubo do trem), um característico filme de ação, popularizado Filme de cawboy, com duração de 8 minutos. Esse foi o primeiro grande clássico do cinema americano, que inaugura o gênero Western, trazendo grande aporte à popularização do cinema naquele país. No Brasil, o cinema aporta com Affonso Segretto, em dezenove de junho de 1898, que se tornou o primeiro cinegrafista e diretor de cinema brasileiro. Segretto, imigrante vindo da Itália, com uma câmera francesa, filmou a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, sendo a pioneira das imagens em movimento, realizadas no Brasil. (VILARON et al, 2005) De acordo com o autor, a história do cinema brasileiro tem o formato de uma montanha russa, com altos picos de pujança e variadas depressões. Os picos de pujança foram registrados na década de 20, com o cinema falado de Almeida Fleming; na década de 30, com o cinema sertanejo de Humberto Mauro; na década de 50, com as Chanchadas e o estúdio de Vera Cruz em São Paulo; na década de 60 com o cinema novo e na década de 80 com a empresa estatal Embrafilme, que administrava este segmento cultural. Pode-se ainda acrescentar a esse processo acidentado, o período da Retomada, ocorrido na década de 90, após a extinção da Embrafilme, com incentivos fiscais e autossustentação do cinema. Na década de trinta explode o cinema falado, provocando forte concorrência com o até então pioneiro cinema nacional. Apesar de o cinema brasileiro ter se desenvolvido, essa disputa pela atenção do público estende-se até os dias de hoje, em que se observa a diversificada oferta cinematográfica, tanto de filmes nacionais quanto internacionais (VILARON at al., 2005). Na década de 60, surge o cinema novo, constituído por jovens cineastas que desenvolveram obras fílmicas de forte temática social. As referidas obras procuravam mostrar temas como: o racismo, o trabalho escravocrata, a conjuntura econômica do país, o processo de desumanização por consequência do avanço tecnológico, etc. Hennebelle (1978), destaca o objetivo do Cinema Novo: Realmente, o cinema novo manifestou o alto interesse da intelligentsia pelas classes desfavorecidas, pelos milhões de brasileiros que vivem à margem da produção e do consumo. Exprimiu sua vontade de ser um Cinema sobre o povo e para o povo. (Hennebelle, 1978, p.130) De acordo com Vilaron et al. (2005), em 1974, com o interesse de reorganizar o mercado cinematográfico e ao mesmo tempo impressionar o público, para que se tornassem admiradores do atual regime político, o governo Geisel cria a estatal Embrafilme, que foi extinta em 1990 no governo de Fernando Collor de Mello. A partir daí, o cinema nacional entra em colapso, restando a produção de pouquíssimos longas-metragens nacionais que seguiram nos anos subsequentes. Contudo, depois desta crise no mercado cinematográfico brasileiro, surge a Retomada, que se concretiza por consequência de incentivos fiscais e mecanismos de financiamento, objetivando que os realizadores desta arte conseguissem se reerguer, mesmo que de forma desigual aos milionários investimentos estadunidenses.

4 O cinema brasileiro, desde então, tem crescido e vem-se diversificando gradativamente. Devido ao grande sucesso interno de público, chama a atenção dos grandes distribuidores internacionais, bem como se promove a participação de filmes brasileiros nos mais importantes festivais de cinema no mundo. III. INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO Do contexto educacional brasileiro, com a introdução dos princípios da Escola Nova, Setton et al. (2004) destaca o lançamento do primeiro livro cuja temática do cinema está interligada à educação. Trata-se da obra: Cinema e educação (1930), escrito por Jonatas Serrano e Francisco Venâncio que descreveram o potencial educativo do cinema. Em seguida, Canuto de Almeida Mendes lança: Cinema contra Cinema (1931). Sobre o potencial educativo do cinema, nas décadas de 20 e 30, também fala Morettin (1995): O cinema educativo, entendido como um importante auxiliar do professor no ensino e um poderoso instrumento de atuação sobre o social, foi debatido e defendido por muitos pedagogos e intelectuais paulistas e cariocas nos anos 20 e 30, como Manuel Bergstron Lourenço Filho, Fernando de Azevedo, Edgar Roquete Pinto e Jhonatas Serrano, entre outros, que também estavam preocupados com a introdução dos princípios da chamada Escola Nova nos currículos. (Morettin, 1995, p. 13) Conforme o autor, em 1932, o serviço de censura, foi nacionalizado pelo governo provisório de Getúlio Vargas, dificultando a evolução desta cultura artística no Brasil. Contudo, já teriam ocorrido outras tentativas frustradas de controle sobre esta arte, vista, neste contexto, como incentivadora da corrupção moral. Como exemplo, pode-se citar o decreto nº de 10 de dezembro de 1928, na qual a censura estaria sob os cuidados do Ministério do Interior e da Justiça, cabendo aos chefes de polícia a fiscalização direta. De acordo com Setton et al. (2004), em 1937, foi fundado o Instituto Nacional do Cinema Educativo, em que ocorre a recomendação do cinema às práticas escolares. No entanto, esta recomendação, assim como outras que existiram, nunca foi efetivada, pois até os dias de hoje, poucos filmes são apresentados por educadores em sua prática pedagógica. Morettin (1995) também dá sua contribuição a este respeito: Apesar desse revés, o movimento pelo cinema educativo obteve uma grande vitória com a criação, em 1936, em caráter não oficial, do Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE). O Instituto representou de fato a concretização do projeto, através da proposta de uma produção contínua de filmes, pela primeira vez encetada pelo Estado (Morettin, 1995, p.17) Conforme nos fala Setton et al (2004), o cinema surge no Brasil, ao lado da música popular e do teatro, sendo que se percebia nesta arte um possível potencial de resgate do humanismo; perdido por consequência da centralização da Ciência e da Tecnologia. Como exemplo, pode-se citar o Clube do Cinema, denominado Chaplin Club, fundado em 1928, por Octavio de Faria, Plínio Sursekind Rocha e outros, que viam em Carlitos (personagem do filme), o símbolo da luta pelo humanismo. De acordo com a autora, em 1941, com a realização da Conferência: O cinema e sua influência na vida moderna, por Anibal M. Machado, é demonstrado novamente o valor cultural do cinema, suas tendências e efeitos, cujo texto editado em plaquete na conferência, tornou-se um marco da bibliografia brasileira. A partir da década de 50, com a repercussão do cinema, inicia-se uma fase de estudos psicopedagógicos, a fim de avaliar a influência desta cultura artística sobre crianças e

5 adolescentes. Ocorre então, a interferência da UNESCO (Organização das Nações Unidas, para a Educação, a Ciência e a Cultura), mediante a elaboração de um documento explicitando a necessidade de cuidados em torno da escolha de filmes para crianças e adolescentes. O documento gera uma série de discussões e são publicados diversos textos em revistas especializadas. Como exemplo de textos, é possível referenciar a obra: A criança e o cinema, de Samuel Pfromm Neto; Cinema e saúde mental, de J.Carvalho Ribas e Aspectos pedagógicos da influência do cinema sobre a criança e o adolescente, de Enzo Azzi. (SETTON et al., 2004, p.10) Conforme Morettin (1995), acreditava-se que o cinema poderia servir como estímulo, tanto para o bem, quanto para o mal. Um dos primeiros educadores que argumentam a respeito do poder de interferência negativa na formação moral dos jovens foi Lourenço Filho, em Nas palavras de Morettin (1995), apesar do perigo representado pelo cinema, haveria uma possibilidade de salvá-lo, ou melhor, de livrar os indefesos espectadores da má sugestão causada pela sétima arte. Estamos falando do seu aproveitamento para fins educativos. Este raciocínio aparece, por exemplo, no já citado Cinema e Educação, onde os autores acreditam que o novo meio de comunicação poderia ser utilizado tanto para o bem como para o mal (Morettin, 1995, p.14). Todavia, o artigo: Inocência do cinema, de Paulo Emílio Salles Gomes, procura inocentar o cinema das acusações moralistas sobre a decadência moral da juventude que, segundo a sociedade, estava banalizada pela influência desta arte. Na década de 60, ocorre um novo surto de interesse pelo cinema educativo, denominado Cinema Novo, entretanto o objeto agora é de interesse político e social, uma vez que as cenas fílmicas denunciavam a realidade do povo. A exemplo, pode-se citar a obra Tempos Modernos, que de maneira satírica, revelava a grande crise econômica e social que atravessavam os estados americanos na década de trinta. Em meio à pujança do desenvolvimento científico e tecnológico, o homem sente-se ameaçado a perder sua subjetividade, tornando-se totalmente escravizado pelas máquinas das grandes indústrias. Durante o período do cinema novo, surgem documentários e filmes de curta-metragem, que buscam revelar a realidade brasileira, resgatando algumas produções anteriores como as de Humberto Mauro, de larga repercussão. O cinema, então, é valorizado e reconhecido além do entretenimento. Nas décadas seguintes, permanece o interesse pelo cinema educativo, que mediante diversos segmentos políticos de esquerda, fizeram desta arte moderna, um meio capaz de formar opiniões e rever conceitos, refletindo em universidades, museus de arte moderna entre outros espaços culturais. Quando inicia-se o movimento CTS (Ciência-Tecnologia-Sociedade), a escola deposita grandes expectativas no cinema, acrescentando nos currículos escolares a necessidade de utilização de recursos audiovisuais nas práticas educativas, reafirmando a presença direta do cinema na escola. Todavia, mesmo se firmando a função didático-pedagógica do cinema e os Parâmetros Curriculares Nacionais explicitarem a importância da utilização deste recurso audiovisual na construção de valores éticos e morais, muito pouco se tem observado acerca deste segmento nos planejamentos escolares, especificamente na disciplina de matemática, que se constitui objeto de nosso estudo. IV. POR QUE FILMES NAS AULAS DE MATEMÁTICA?. Um dos grandes problemas enfrentados pela maioria dos educadores da disciplina consiste na ausência de pré-disposição dos alunos em aprender determinados conteúdos. No

6 entanto, grande parte dos professores ignoram as novas tecnologias, transformando o potencial educativo desses recursos em utopia tecnológica. Como exemplo, pode-se citar o próprio cinema, cujo poder educativo de revolucionar o ensino ficou reconhecido desde o século XIX com sua descoberta. Contudo, a utilização desse recurso ainda é precário na educação. Souto (2013) acredita que ao utilizar filmes cinematográficos em sala de aula, explicitamse outras formas de ver o mundo, conduz pessoas a viver situações imaginárias em ambientes que jamais se pensava vivenciar ou frequentar. Trata-se de um ensino rico e repleto de significados que podem ser transmitidos para a vida cotidiana. Para Bachelard, os educadores precisam estar em um permanente estado de mobilização, procurando substituir o tradicionalismo do usual livro didático, por conhecimentos mais abertos e dinâmicos, permitindo aprimorar o conhecimento discente. Os alunos também necessitam ser mobilizados para o aprendizado: A criança mobiliza-se em uma atividade, quando se investe nela, quando faz uso de si mesma como de um recurso, quando é posta em movimento por móbeis que remetem a um desejo, um sentido, um valor. (CHARLOT, 2000, p. 55). Ao utilizar-se de filmes em nossas práticas educativas, as crianças sentem-se motivadas a aprender e viver a experiência do personagem. Identificam-se, incomodam-se, comovem-se, alegram-se e, por fim, atuam. Por outro lado, vale lembrar que: o professor também é um consumidor audiovisual contemporâneo e deve buscar a natureza dos processos de desenvolvimento da linguagem audiovisual. Esse conhecimento o capacitará como um espectador especializado, capaz de saciar a curiosidade do aluno em torno da mitologia do mundo das mídias. (Setton et al, 2004, p.19). O cinema que está presente nas escolas, na maioria das disciplinas, é visto como um incremento ou um tapa-buracos, para substituir a onerosa falta do professor e, quando surge no planejamento escolar, a possibilidade de contextualizar o conteúdo matemático por intermédio de um filme, o assunto é tratado como forma complementar, dando prioridade ao tradicional método repetitivo e mnemônico dos livros didáticos. Conforme Viana (2001), infelizmente, nossa cultura ainda valoriza mais a linguagem escrita, seja por meio de leituras extracurriculares ou do próprio livro didático, do que a leitura de imagens, bem como a prática de análise e debate acerca dos filmes, que é considerado, do ponto de vista educacional tão relevante quanto à leitura de obras. O filme além de ilustrar conteúdos, desperta o interesse dos alunos pela área em estudo. A utilização de filmes cinematográficos nas aulas de Matemática não se restringe apenas a demonstração de fórmulas e equações. É importante salientar que o conteúdo fílmico, também pode ser utilizado para introduzir, exemplificar ou complementar o conteúdo matemático, além auxiliar na função da escola, que também assumiu o papel de cuidadora e participante nos processos de formação e construção de valores morais. Os filmes funcionam como campos de problematização moral, pois colocam valores em discussão para espectadores de distintas origens e tradições morais e culturais. A apresentação de situações de conflito, em que determinadas decisões são tomadas tendo como referência estes ou aqueles guias de valor, esta ou aquela norma de ação moral, leva os espectadores a analisar e (algumas vezes colocar em cheque), suas crenças e pressupostos, porém dificilmente, pode impor-lhes a adoção de valores muito distintos daqueles que eles compartilham nos espaços de sociabilidade por onde transitam (SETON et al, 2004, p.48). Vale ressaltar que para a utilização de filmes cinematográficos na escola, faz-se necessário um planejamento, especificando os objetivos, as questões para debate e a forma de avaliação dos educandos, bem como a relação do filme com os conteúdos disciplinares. A interação sobre os conhecimentos prévios dos alunos também se constitui em um fator

7 importante para a apresentação do conteúdo fílmico. Dessa forma, possibilita-se a compreensão e a participação dos educandos nas questões para debate. Para Napolitano (2004), alguns fatores podem influenciar a prática pedagógica de utilizar filmes cinematográficos na sala de aula: (...) Os fatores que costumam influir no desenvolvimento e na adequação das atividades são: possibilidades técnicas e organizativas na exibição de um filme para a classe; articulações com o currículo e/ou conteúdo discutido com as habilidades desejadas e com os conceitos discutidos; adequação à faixa etária e etapa específica da classe na relação ensino-aprendizagem (NAPOLITANO, 2004, p. 16) De acordo com o autor existem duas possibilidades de abordagem para trabalhar com o conteúdo fílmico na sala de aula: Texto gerador e Fonte. Quando a escolha do filme se dá pela abordagem como Fonte, faz-se necessário direcionar a análise com base no argumento, no roteiro, nos personagens. Quando está articulado a um conteúdo específico, é o filme que conduz as questões para debate. Este tipo de abordagem permite o desenvolvimento do senso crítico dos aprendizes. Já na escolha da abordagem como texto gerador, o educando tem menos compromisso com o filme em si, e mais com as questões e o tema trabalhado. O importante é não ficar preso somente nas ilustrações fílmicas, mas utilizar-se das críticas acerca da narrativa, estimulando os alunos à pesquisa e aos debates temáticos. A escolha do filme deve ser coerente com o conteúdo a ser trabalhado, bem como pode ser apresentado em recortes de cenas selecionadas com a finalidade de atender aos objetivos do planejamento da aula. Como exemplo, pode-se fazer uso nas aulas de Matemática de filmes como sugere Viana (2013), A corrente do bem, que motiva ao aprendizado do conteúdo de Progressões Geométricas, tendo em vista que o roteiro, apresenta claramente essa ideia, além de contribuir na formação de valores morais, com o enfoque de praticar o bem. Napolitano (2004), também dá sua contribuição para diversas disciplinas e entre elas a Matemática. Uma mente brilhante, um filme que aborda o conteúdo de Análise Combinatória e O céu de outubro, que se dá em torno da análise e aplicação de uma fórmula, podendo ser estudado com foco nas técnicas para aplicação de fórmulas, além de inserir o conteúdo de Trigonometria, utilizado para fundamentar o cálculo no roteiro. Nesta pesquisa, exploraram-se também, alguns filmes para verificar a possibilidade de apresentação nas aulas de Matemática e se considerou pertinentes filmes como: Uma noite no museu 2, que fala do número PI, sendo a senha no roteiro do filme, e Como estrelas na Terra, toda criança é especial, um filme lindo que faz referência à situação de uma criança com transtorno de aprendizagem, que ao encontrar um professor que realmente a entenda, mediante diferentes metodologias, ele a ensina a ler e a compreeender a matemática. Sem esgotar o assunto, cabe a observação de que na educação matemática, os recursos audiovisuais não se fazem presentes no cotidiano escolar dos alunos, haja vista que os planejamentos curriculares estão repletos de conteúdos fragmentados, cujos educadores sentem-se angustiados por não conseguirem dar conta do esbelto planejamento e, por conseguinte, sentem-se inseguros ao dedicar o precioso tempo da disciplina em alternativas diferenciadas de ensino. Assim, verifica-se a necessidade de uma formação continuada mais crítica, prática e reflexiva, baseada no planejamento de atividades didáticas que estejam associadas aos recursos audiovisuais que compõem a mídia educativa e se fazem presentes no mundo-vida dos alunos. V. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

8 Com auxílio das obras pesquisadas, pode-se concluir que é notável a necessidade da utilização, cada vez maior, de recursos audiovisuais às práticas educativas, tendo em vista, que os objetivos educacionais e a integração do cidadão à sociedade precisam ser atendidos à medida que os alunos sintam-se realmente contemplados no processo de aprendizagem. A escola como instituição mediadora, que deveria ser responsável pela disseminação de informações privilegiadas e como integrante de uma sociedade dinâmica, não pode ficar à margem deste processo de transformação social, haja vista que muitos alunos superam os professores em conhecimentos tecnológicos. A disciplina de Matemática, por si só, submete-nos a um convite para a utilização de diferentes recursos pedagógicos, já que se trabalha em sala de aula com variados níveis de evolução dos processos cognitivos. Alguns alunos tem facilidade com a utilização de determinado recurso, já outros precisam de algo mais concreto para significar o conhecimento. Nesse caso, defende-se o uso de filmes cinematográficos como recurso auxiliar de ensino. Por outro lado, muitos educadores julgam a utilização de filmes nas práticas educativas como perda de tempo, enquanto, na maioria das vezes, numa aula expositiva e dialogada, utilizando-se somente dos tradicionais recursos pedagógicos uma minoria de alunos conseguem se manter atentos durante toda explicação do tema proposto. É importante ressaltar que o uso de filmes cinematográficos no cotidiano pedagógico, pode contribuir para o ensino da Matemática, desde que esteja vinculado a um projeto que contemple o planejamento da aula, tendo em vista a necessidade de adequação ao conteúdo a ser abordado. A escola precisa atender com qualidade às necessidades da sociedade. Para que isso ocorra com sucesso, é necessário que haja profissionais capacitados e competentes, dispostos a aprender e lançar mão dos diferentes recursos midiáticos disponíveis, pois a educação que dantes provinha da escola para casa, considerando a escola como referência na comunidade, hoje se inverte, isto é, vem de casa para a escola. Diante do exposto, pode-se observar o quanto a arte cinematográfica marcou a história da humanidade. Os aspectos históricos confirmam todo um esforço em busca da evolução desta técnica artística, conhecida como a 7ª arte. A influência desta cultura no Sistema Educacional Brasileiro foi determinante, sendo recomendada nas práticas educativas e, por conseguinte, nos Parâmetros Curriculares. Além disso, incentivou-se a escrita de vários documentos e a fundação de diversos órgãos que marcaram a história do cinema no Brasil. Neste contexto, observa-se ainda o quanto a utilização da leitura de imagens, por meio de filmes, pode contribuir com a educação matemática. A linguagem cinematográfica, considerada uma das principais linguagens da atualidade, além de contribuir ao desenvolvimento cognitivo, conduz o aluno a um aprendizado prazeroso, repleto de significados que auxilia e facilita notavelmente a aproximação entre os conteúdos curriculares e os conhecimentos do senso comum; contribuindo, dessa forma, para uma aprendizagem significativa. VI. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARISTARCO, G.; ARISTARCO, T. (Org.). Il cinema: verso il centenario. Bari: Dedalo, BERTI, Andreza and CARVALHO, Rosa Malena.O Cine Debate promovendo encontros do cinema com a escola. Pro-Posições [online]. 2013, vol.24, n.3, pp ISSN

9 BILHARINHO, Guido. O cinema brasileiro nos anos 50 e 60. Uberaba: Instituto Triangulino de Cultura, BRUZZO, Cristina. (2010). O cinema brasileiro em busca do seu público na escola. São Paulo, out HENNEBELLE, GUY. Os cinemas nacionais contra Hollywood. Rio de Janeiro: Paz e Terra, KLAUS, Viviane.Cinema & educação: refletindo sobre cinema e educação. Rev. Bras. Educ.[online]. 2003, n.23, pp ISSN LOPES, Denilson. Cinema, globalização e interculturalidade. Chapecó, SC: Argos, 2010 MORETTIN, E. Cinema educativo: uma abordagem histórica. Comunicação & Educação,Brasil,v.2,n.4,2008.Disponivelemhttp://revistas.univerciencia.org/index.php/comed uc/article/view/4266/3997. Acessado em 16 ago MASCARELLO, Fernando(org). História do cinema mundial. São Paulo: Papirus, NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema em sala de aula. São Paulo: Editora Contexto, SETTON, Maria da Graça Jacinto (org.). A cultura da mídia na escola: ensaio sobre cinema e educação. São Paulo: Anablume: USP, SOUTO, Romélia Mara Alves. Cinema e História da matemática. São Paulo: Editora livraria da Física, VIANA, Marger C.V. A formação de professores vai ao cinema: 51 roteiros para serem usados na sala de aula. Ouro Preto: UFOP, VIANA, Marger C. V. A corrente do bem: um filme pode motivar a aprendizagem de progressões geométricas: educação matemática: retrospectiva e perspectivas. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, Curitiba Paraná. Anais...Curitiba-Paraná: SBEM, p VILARON, André Botelho; Guimarães, José Emílio de Castro; Sena, Raquel Ferreira.Cinema Brasileiro Contemporâneo. Ministério das Relações Exteriores, Athalaia Gráfica.

10 CINEMA: HISTORICAL ASPECTS, INFLUENCE ON EDUCATION SYSTEM BRAZILIAN AND CONTRIBUTIONS TO THE TEACHING OF MATHEMATICS Abstract: The present research is on a literature review about films reporting some historical facts and the influence of culture in the Brazilian Educational System. It aims to build a dissertation that is guided by the question : "What contributions the use of cinematographic films can bring to the learning of mathematics?" In search for answers to the question, we used books, magazines and papers dealing with this subject. Upon study we verified the importance of making pedagogical practices using audiovisual resources, adapting the reading comprehension of the images in mathematical classes. Through this resource in math classes, sometimes considered boring and uninteresting, it was observed that it can also be used to introduce, illustrate or complement the content, so that the student feels motivated and inspired to learn, since it not only adds to the learning and teaching process, but can have meanings transmited to everyday life. Key-words: Film, Education, Cinematographic film, Teaching Math, Teaching practices.

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