CINEMA: ASPECTOS HISTÓRICOS, INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO E CONTRIBUIÇÕES AO ENSINO DE MATEMÁTICA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CINEMA: ASPECTOS HISTÓRICOS, INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO E CONTRIBUIÇÕES AO ENSINO DE MATEMÁTICA"

Transcrição

1 CINEMA: ASPECTOS HISTÓRICOS, INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO E CONTRIBUIÇÕES AO ENSINO DE MATEMÁTICA Rosangela Silveira da Rosa Programa de Pós-Graduação em Ensino de Ciências e Matemática PPGECIM -(FURB) Blumenau - Santa Catarina Elcio Schuhmacher Universidade Regional de Blumenau, Departamento de Física Rua: Antônio da Veiga, 190 Blumenau - Santa Catarina Resumo: O presente trabalho de pesquisa constitui-se em uma revisão literária acerca do cinema, reportando-se a alguns fatos históricos e a influência desta cultura no Sistema Educacional Brasileiro. Desse modo, nosso objetivo é o de construir um trabalho de dissertação que tenha como norte a questão: Que contribuições a utilização de filmes cinematográficos podem trazer ao aprendizado da Matemática? Na busca por respostas, o referencial teórico principal foi pautado nos estudos bibliográficos de livros, revistas e artigos científicos que tratam especificamente do potencial educativo do cinema. Ao realizar o estudo, verificou-se a importância de realizar práticas pedagógicas utilizando-se de recursos audiovisuais, como filmes, pois tal recurso serve tanto para introduzir, exemplificar ou complementar o conteúdo matemático. Assim, é possível incentivar e motivar o aluno para o aprendizado, haja vista que além de ilustrar o conteúdo, constitui-se num ensino rico e repleto de significados que podem ser transmitidas para a vida cotidiana. Palavras-chave: Cinema, Educação, Filmes cinematográficos, Ensino de matemática, Práticas pedagógicas I. INTRODUÇÃO O ensino da Matemática no âmbito escolar sempre foi o foco das atenções, pois na maioria das vezes é marcado por dificuldades e rejeições. Muitos alunos questionam as metodologias e criticam as aulas como monótonas e desinteressantes. Isso porque, muitos educadores da disciplina não utilizam os atuais recursos de comunicação e tecnologia. Contudo, em uma sociedade globalizada e dinâmica, a leitura de imagens é extremamente necessária às práticas educativas, tendo em vista que a atual demanda de alunos tem acesso a

2 diversos canais da mídia, utilizando-se dos mais diversificados aparatos tecnológicos que fazem do lazer um momento de aprendizagem interessante e prazeroso. Buscando contribuir para a construção do conhecimento científico matemático, mediante aprendizagem significativa, procurou-se junto a referenciais literários, alternativas pedagógicas que pudessem contribuir com o ensino da Matemática. Dentre os recursos didáticos encontrados, o interesse por filmes cinematográficos foi determinante, já que o cinema foi considerado uma importante ferramenta educativa desde o século XIX. O interesse na investigação do tema proposto, bem como nos resultados que poderiam ser obtidos, com o emprego de filmes nas aulas de Matemática, originou a seguinte questão de pesquisa: Que contribuições a utilização de filmes cinematográficos podem trazer ao aprendizado da Matemática? Para responder a esse questionamento na fundamentação teórica, buscou-se na literatura obras que explicitem os aspectos históricos do cinema, bem como a influência no sistema educacional brasileiro e, por fim, as contribuições quanto as práticas educativas de ensino da Matemática. Dentre as obras selecionadas estão os livros: Bilharinho (2009), Bruzzo (2011), Hennebelle (1978), Lopes (2010), Mascarello (2006),Morettin (1995) Napolitano (2004), Ramos (1987), Santos (2013), Setton (2004), Silva (2001)Souto (2013) e Vianna (2011). Em revistas e artigos foi encontrado: Aristarco (1992), Berti (2013), Klaus (2003), Morettin (2011 e 2013), Santos (2013), Viana (2013) e Bruzzo (2010). Assim, o texto foi elaborado. II. ASPECTOS HISTÓRICOS: Considerado o meio de expressão que provocou maior embate no segmento das telecomunicações da era moderna, o cinema surge na França em 1895, pelo cinematógrafo (VILARON at al., 2005). A responsabilidade pela criação desta promissora engenhoca, com efeitos de persistência retiniana, foram os irmãos Auguste e Louis Lumiére, aos quais foi creditado o título de inventores do cinema, embora tenham surgido outras denominações. Não existiu um único descobridor do cinema e os aparatos que a invenção envolve, não surgiram repentinamente num único lugar. (MASCARELLO et al.,2010, p.18). Em sua obra: História do Cinema Mundial, o autor nos alerta para o fato de que Thomas Edison já teria registrado a patente de outro aparelho com função cinematográfica: Quinetoscópio. As primeiras exibições de filmes com uso de um mecanismo intermitente aconteceram em 1893, quando Thomas A. Edison registrou nos E.U.A., patente de seu quinetoscópio e 28 de dezembro de 1895, quando os irmãos Louis e Auguste Lumiére realizaram em Paris a famosa demonstração pública e paga do seu cinematógrafo. (MASCARELLO et al., 2010, p.18) A luta pelo título de inventor do cinema travou uma batalha iminente entre Thomas Edison, os irmãos Lumiére e outros concorrentes, que segundo Hennebelle (1978) ficou conhecida como Guerra das patentes. Edison já produzia filmes com seu quinetoscópio em um pequeno estúdio, todo pintado de preto, conhecido como Black Maria. O estúdio situavase nos fundos de seu laboratório, porém ainda não havia divulgado estas primeiras imagens em movimento. Entretanto, Auguste e Louis Lumiére, negociantes experientes, logo saíram divulgando a sua nova invenção: o cinematógrafo, tornando pública a ideia de que eram os inventores do cinema. (MASCARELLO et al., 2010) De acordo com Cesar Coll (2000), no início o cinema era em preto e branco e não tinha som, era mudo. Para interpretar as cenas fílmicas, era necessário ler cartazes que se

3 alternavam com as imagens. Logo, inventou-se uma forma de acrescentar som aos espetáculos e hoje prevalece um cinema riquíssimo em cores, sons e efeitos especiais. O primeiro documentário de curta metragem foi exibido por Louis Lumiére no Grand Café, em Paris, e tinha aproximadamente 45 segundos de duração. Este curta-metragem intitulava-se La sourtie de I usine Lumiére a Lyon, que significava: A saída da fábrica Lumiére em Lyon (MASCARELLO at al., 2010; VILARON et al, 2005). Segundo Mascarello et al (2010), em 1903, o americano Edwin Stanton Porter, considerando os estilos de documentários realizados pelos irmãos Lumiére e os de ficção criados por Mélies, produz The great train robbery, (O grande roubo do trem), um característico filme de ação, popularizado Filme de cawboy, com duração de 8 minutos. Esse foi o primeiro grande clássico do cinema americano, que inaugura o gênero Western, trazendo grande aporte à popularização do cinema naquele país. No Brasil, o cinema aporta com Affonso Segretto, em dezenove de junho de 1898, que se tornou o primeiro cinegrafista e diretor de cinema brasileiro. Segretto, imigrante vindo da Itália, com uma câmera francesa, filmou a Baía de Guanabara, no Rio de Janeiro, sendo a pioneira das imagens em movimento, realizadas no Brasil. (VILARON et al, 2005) De acordo com o autor, a história do cinema brasileiro tem o formato de uma montanha russa, com altos picos de pujança e variadas depressões. Os picos de pujança foram registrados na década de 20, com o cinema falado de Almeida Fleming; na década de 30, com o cinema sertanejo de Humberto Mauro; na década de 50, com as Chanchadas e o estúdio de Vera Cruz em São Paulo; na década de 60 com o cinema novo e na década de 80 com a empresa estatal Embrafilme, que administrava este segmento cultural. Pode-se ainda acrescentar a esse processo acidentado, o período da Retomada, ocorrido na década de 90, após a extinção da Embrafilme, com incentivos fiscais e autossustentação do cinema. Na década de trinta explode o cinema falado, provocando forte concorrência com o até então pioneiro cinema nacional. Apesar de o cinema brasileiro ter se desenvolvido, essa disputa pela atenção do público estende-se até os dias de hoje, em que se observa a diversificada oferta cinematográfica, tanto de filmes nacionais quanto internacionais (VILARON at al., 2005). Na década de 60, surge o cinema novo, constituído por jovens cineastas que desenvolveram obras fílmicas de forte temática social. As referidas obras procuravam mostrar temas como: o racismo, o trabalho escravocrata, a conjuntura econômica do país, o processo de desumanização por consequência do avanço tecnológico, etc. Hennebelle (1978), destaca o objetivo do Cinema Novo: Realmente, o cinema novo manifestou o alto interesse da intelligentsia pelas classes desfavorecidas, pelos milhões de brasileiros que vivem à margem da produção e do consumo. Exprimiu sua vontade de ser um Cinema sobre o povo e para o povo. (Hennebelle, 1978, p.130) De acordo com Vilaron et al. (2005), em 1974, com o interesse de reorganizar o mercado cinematográfico e ao mesmo tempo impressionar o público, para que se tornassem admiradores do atual regime político, o governo Geisel cria a estatal Embrafilme, que foi extinta em 1990 no governo de Fernando Collor de Mello. A partir daí, o cinema nacional entra em colapso, restando a produção de pouquíssimos longas-metragens nacionais que seguiram nos anos subsequentes. Contudo, depois desta crise no mercado cinematográfico brasileiro, surge a Retomada, que se concretiza por consequência de incentivos fiscais e mecanismos de financiamento, objetivando que os realizadores desta arte conseguissem se reerguer, mesmo que de forma desigual aos milionários investimentos estadunidenses.

4 O cinema brasileiro, desde então, tem crescido e vem-se diversificando gradativamente. Devido ao grande sucesso interno de público, chama a atenção dos grandes distribuidores internacionais, bem como se promove a participação de filmes brasileiros nos mais importantes festivais de cinema no mundo. III. INFLUÊNCIA NO SISTEMA EDUCACIONAL BRASILEIRO Do contexto educacional brasileiro, com a introdução dos princípios da Escola Nova, Setton et al. (2004) destaca o lançamento do primeiro livro cuja temática do cinema está interligada à educação. Trata-se da obra: Cinema e educação (1930), escrito por Jonatas Serrano e Francisco Venâncio que descreveram o potencial educativo do cinema. Em seguida, Canuto de Almeida Mendes lança: Cinema contra Cinema (1931). Sobre o potencial educativo do cinema, nas décadas de 20 e 30, também fala Morettin (1995): O cinema educativo, entendido como um importante auxiliar do professor no ensino e um poderoso instrumento de atuação sobre o social, foi debatido e defendido por muitos pedagogos e intelectuais paulistas e cariocas nos anos 20 e 30, como Manuel Bergstron Lourenço Filho, Fernando de Azevedo, Edgar Roquete Pinto e Jhonatas Serrano, entre outros, que também estavam preocupados com a introdução dos princípios da chamada Escola Nova nos currículos. (Morettin, 1995, p. 13) Conforme o autor, em 1932, o serviço de censura, foi nacionalizado pelo governo provisório de Getúlio Vargas, dificultando a evolução desta cultura artística no Brasil. Contudo, já teriam ocorrido outras tentativas frustradas de controle sobre esta arte, vista, neste contexto, como incentivadora da corrupção moral. Como exemplo, pode-se citar o decreto nº de 10 de dezembro de 1928, na qual a censura estaria sob os cuidados do Ministério do Interior e da Justiça, cabendo aos chefes de polícia a fiscalização direta. De acordo com Setton et al. (2004), em 1937, foi fundado o Instituto Nacional do Cinema Educativo, em que ocorre a recomendação do cinema às práticas escolares. No entanto, esta recomendação, assim como outras que existiram, nunca foi efetivada, pois até os dias de hoje, poucos filmes são apresentados por educadores em sua prática pedagógica. Morettin (1995) também dá sua contribuição a este respeito: Apesar desse revés, o movimento pelo cinema educativo obteve uma grande vitória com a criação, em 1936, em caráter não oficial, do Instituto Nacional de Cinema Educativo (INCE). O Instituto representou de fato a concretização do projeto, através da proposta de uma produção contínua de filmes, pela primeira vez encetada pelo Estado (Morettin, 1995, p.17) Conforme nos fala Setton et al (2004), o cinema surge no Brasil, ao lado da música popular e do teatro, sendo que se percebia nesta arte um possível potencial de resgate do humanismo; perdido por consequência da centralização da Ciência e da Tecnologia. Como exemplo, pode-se citar o Clube do Cinema, denominado Chaplin Club, fundado em 1928, por Octavio de Faria, Plínio Sursekind Rocha e outros, que viam em Carlitos (personagem do filme), o símbolo da luta pelo humanismo. De acordo com a autora, em 1941, com a realização da Conferência: O cinema e sua influência na vida moderna, por Anibal M. Machado, é demonstrado novamente o valor cultural do cinema, suas tendências e efeitos, cujo texto editado em plaquete na conferência, tornou-se um marco da bibliografia brasileira. A partir da década de 50, com a repercussão do cinema, inicia-se uma fase de estudos psicopedagógicos, a fim de avaliar a influência desta cultura artística sobre crianças e

5 adolescentes. Ocorre então, a interferência da UNESCO (Organização das Nações Unidas, para a Educação, a Ciência e a Cultura), mediante a elaboração de um documento explicitando a necessidade de cuidados em torno da escolha de filmes para crianças e adolescentes. O documento gera uma série de discussões e são publicados diversos textos em revistas especializadas. Como exemplo de textos, é possível referenciar a obra: A criança e o cinema, de Samuel Pfromm Neto; Cinema e saúde mental, de J.Carvalho Ribas e Aspectos pedagógicos da influência do cinema sobre a criança e o adolescente, de Enzo Azzi. (SETTON et al., 2004, p.10) Conforme Morettin (1995), acreditava-se que o cinema poderia servir como estímulo, tanto para o bem, quanto para o mal. Um dos primeiros educadores que argumentam a respeito do poder de interferência negativa na formação moral dos jovens foi Lourenço Filho, em Nas palavras de Morettin (1995), apesar do perigo representado pelo cinema, haveria uma possibilidade de salvá-lo, ou melhor, de livrar os indefesos espectadores da má sugestão causada pela sétima arte. Estamos falando do seu aproveitamento para fins educativos. Este raciocínio aparece, por exemplo, no já citado Cinema e Educação, onde os autores acreditam que o novo meio de comunicação poderia ser utilizado tanto para o bem como para o mal (Morettin, 1995, p.14). Todavia, o artigo: Inocência do cinema, de Paulo Emílio Salles Gomes, procura inocentar o cinema das acusações moralistas sobre a decadência moral da juventude que, segundo a sociedade, estava banalizada pela influência desta arte. Na década de 60, ocorre um novo surto de interesse pelo cinema educativo, denominado Cinema Novo, entretanto o objeto agora é de interesse político e social, uma vez que as cenas fílmicas denunciavam a realidade do povo. A exemplo, pode-se citar a obra Tempos Modernos, que de maneira satírica, revelava a grande crise econômica e social que atravessavam os estados americanos na década de trinta. Em meio à pujança do desenvolvimento científico e tecnológico, o homem sente-se ameaçado a perder sua subjetividade, tornando-se totalmente escravizado pelas máquinas das grandes indústrias. Durante o período do cinema novo, surgem documentários e filmes de curta-metragem, que buscam revelar a realidade brasileira, resgatando algumas produções anteriores como as de Humberto Mauro, de larga repercussão. O cinema, então, é valorizado e reconhecido além do entretenimento. Nas décadas seguintes, permanece o interesse pelo cinema educativo, que mediante diversos segmentos políticos de esquerda, fizeram desta arte moderna, um meio capaz de formar opiniões e rever conceitos, refletindo em universidades, museus de arte moderna entre outros espaços culturais. Quando inicia-se o movimento CTS (Ciência-Tecnologia-Sociedade), a escola deposita grandes expectativas no cinema, acrescentando nos currículos escolares a necessidade de utilização de recursos audiovisuais nas práticas educativas, reafirmando a presença direta do cinema na escola. Todavia, mesmo se firmando a função didático-pedagógica do cinema e os Parâmetros Curriculares Nacionais explicitarem a importância da utilização deste recurso audiovisual na construção de valores éticos e morais, muito pouco se tem observado acerca deste segmento nos planejamentos escolares, especificamente na disciplina de matemática, que se constitui objeto de nosso estudo. IV. POR QUE FILMES NAS AULAS DE MATEMÁTICA?. Um dos grandes problemas enfrentados pela maioria dos educadores da disciplina consiste na ausência de pré-disposição dos alunos em aprender determinados conteúdos. No

6 entanto, grande parte dos professores ignoram as novas tecnologias, transformando o potencial educativo desses recursos em utopia tecnológica. Como exemplo, pode-se citar o próprio cinema, cujo poder educativo de revolucionar o ensino ficou reconhecido desde o século XIX com sua descoberta. Contudo, a utilização desse recurso ainda é precário na educação. Souto (2013) acredita que ao utilizar filmes cinematográficos em sala de aula, explicitamse outras formas de ver o mundo, conduz pessoas a viver situações imaginárias em ambientes que jamais se pensava vivenciar ou frequentar. Trata-se de um ensino rico e repleto de significados que podem ser transmitidos para a vida cotidiana. Para Bachelard, os educadores precisam estar em um permanente estado de mobilização, procurando substituir o tradicionalismo do usual livro didático, por conhecimentos mais abertos e dinâmicos, permitindo aprimorar o conhecimento discente. Os alunos também necessitam ser mobilizados para o aprendizado: A criança mobiliza-se em uma atividade, quando se investe nela, quando faz uso de si mesma como de um recurso, quando é posta em movimento por móbeis que remetem a um desejo, um sentido, um valor. (CHARLOT, 2000, p. 55). Ao utilizar-se de filmes em nossas práticas educativas, as crianças sentem-se motivadas a aprender e viver a experiência do personagem. Identificam-se, incomodam-se, comovem-se, alegram-se e, por fim, atuam. Por outro lado, vale lembrar que: o professor também é um consumidor audiovisual contemporâneo e deve buscar a natureza dos processos de desenvolvimento da linguagem audiovisual. Esse conhecimento o capacitará como um espectador especializado, capaz de saciar a curiosidade do aluno em torno da mitologia do mundo das mídias. (Setton et al, 2004, p.19). O cinema que está presente nas escolas, na maioria das disciplinas, é visto como um incremento ou um tapa-buracos, para substituir a onerosa falta do professor e, quando surge no planejamento escolar, a possibilidade de contextualizar o conteúdo matemático por intermédio de um filme, o assunto é tratado como forma complementar, dando prioridade ao tradicional método repetitivo e mnemônico dos livros didáticos. Conforme Viana (2001), infelizmente, nossa cultura ainda valoriza mais a linguagem escrita, seja por meio de leituras extracurriculares ou do próprio livro didático, do que a leitura de imagens, bem como a prática de análise e debate acerca dos filmes, que é considerado, do ponto de vista educacional tão relevante quanto à leitura de obras. O filme além de ilustrar conteúdos, desperta o interesse dos alunos pela área em estudo. A utilização de filmes cinematográficos nas aulas de Matemática não se restringe apenas a demonstração de fórmulas e equações. É importante salientar que o conteúdo fílmico, também pode ser utilizado para introduzir, exemplificar ou complementar o conteúdo matemático, além auxiliar na função da escola, que também assumiu o papel de cuidadora e participante nos processos de formação e construção de valores morais. Os filmes funcionam como campos de problematização moral, pois colocam valores em discussão para espectadores de distintas origens e tradições morais e culturais. A apresentação de situações de conflito, em que determinadas decisões são tomadas tendo como referência estes ou aqueles guias de valor, esta ou aquela norma de ação moral, leva os espectadores a analisar e (algumas vezes colocar em cheque), suas crenças e pressupostos, porém dificilmente, pode impor-lhes a adoção de valores muito distintos daqueles que eles compartilham nos espaços de sociabilidade por onde transitam (SETON et al, 2004, p.48). Vale ressaltar que para a utilização de filmes cinematográficos na escola, faz-se necessário um planejamento, especificando os objetivos, as questões para debate e a forma de avaliação dos educandos, bem como a relação do filme com os conteúdos disciplinares. A interação sobre os conhecimentos prévios dos alunos também se constitui em um fator

7 importante para a apresentação do conteúdo fílmico. Dessa forma, possibilita-se a compreensão e a participação dos educandos nas questões para debate. Para Napolitano (2004), alguns fatores podem influenciar a prática pedagógica de utilizar filmes cinematográficos na sala de aula: (...) Os fatores que costumam influir no desenvolvimento e na adequação das atividades são: possibilidades técnicas e organizativas na exibição de um filme para a classe; articulações com o currículo e/ou conteúdo discutido com as habilidades desejadas e com os conceitos discutidos; adequação à faixa etária e etapa específica da classe na relação ensino-aprendizagem (NAPOLITANO, 2004, p. 16) De acordo com o autor existem duas possibilidades de abordagem para trabalhar com o conteúdo fílmico na sala de aula: Texto gerador e Fonte. Quando a escolha do filme se dá pela abordagem como Fonte, faz-se necessário direcionar a análise com base no argumento, no roteiro, nos personagens. Quando está articulado a um conteúdo específico, é o filme que conduz as questões para debate. Este tipo de abordagem permite o desenvolvimento do senso crítico dos aprendizes. Já na escolha da abordagem como texto gerador, o educando tem menos compromisso com o filme em si, e mais com as questões e o tema trabalhado. O importante é não ficar preso somente nas ilustrações fílmicas, mas utilizar-se das críticas acerca da narrativa, estimulando os alunos à pesquisa e aos debates temáticos. A escolha do filme deve ser coerente com o conteúdo a ser trabalhado, bem como pode ser apresentado em recortes de cenas selecionadas com a finalidade de atender aos objetivos do planejamento da aula. Como exemplo, pode-se fazer uso nas aulas de Matemática de filmes como sugere Viana (2013), A corrente do bem, que motiva ao aprendizado do conteúdo de Progressões Geométricas, tendo em vista que o roteiro, apresenta claramente essa ideia, além de contribuir na formação de valores morais, com o enfoque de praticar o bem. Napolitano (2004), também dá sua contribuição para diversas disciplinas e entre elas a Matemática. Uma mente brilhante, um filme que aborda o conteúdo de Análise Combinatória e O céu de outubro, que se dá em torno da análise e aplicação de uma fórmula, podendo ser estudado com foco nas técnicas para aplicação de fórmulas, além de inserir o conteúdo de Trigonometria, utilizado para fundamentar o cálculo no roteiro. Nesta pesquisa, exploraram-se também, alguns filmes para verificar a possibilidade de apresentação nas aulas de Matemática e se considerou pertinentes filmes como: Uma noite no museu 2, que fala do número PI, sendo a senha no roteiro do filme, e Como estrelas na Terra, toda criança é especial, um filme lindo que faz referência à situação de uma criança com transtorno de aprendizagem, que ao encontrar um professor que realmente a entenda, mediante diferentes metodologias, ele a ensina a ler e a compreeender a matemática. Sem esgotar o assunto, cabe a observação de que na educação matemática, os recursos audiovisuais não se fazem presentes no cotidiano escolar dos alunos, haja vista que os planejamentos curriculares estão repletos de conteúdos fragmentados, cujos educadores sentem-se angustiados por não conseguirem dar conta do esbelto planejamento e, por conseguinte, sentem-se inseguros ao dedicar o precioso tempo da disciplina em alternativas diferenciadas de ensino. Assim, verifica-se a necessidade de uma formação continuada mais crítica, prática e reflexiva, baseada no planejamento de atividades didáticas que estejam associadas aos recursos audiovisuais que compõem a mídia educativa e se fazem presentes no mundo-vida dos alunos. V. CONSIDERAÇÕES FINAIS:

8 Com auxílio das obras pesquisadas, pode-se concluir que é notável a necessidade da utilização, cada vez maior, de recursos audiovisuais às práticas educativas, tendo em vista, que os objetivos educacionais e a integração do cidadão à sociedade precisam ser atendidos à medida que os alunos sintam-se realmente contemplados no processo de aprendizagem. A escola como instituição mediadora, que deveria ser responsável pela disseminação de informações privilegiadas e como integrante de uma sociedade dinâmica, não pode ficar à margem deste processo de transformação social, haja vista que muitos alunos superam os professores em conhecimentos tecnológicos. A disciplina de Matemática, por si só, submete-nos a um convite para a utilização de diferentes recursos pedagógicos, já que se trabalha em sala de aula com variados níveis de evolução dos processos cognitivos. Alguns alunos tem facilidade com a utilização de determinado recurso, já outros precisam de algo mais concreto para significar o conhecimento. Nesse caso, defende-se o uso de filmes cinematográficos como recurso auxiliar de ensino. Por outro lado, muitos educadores julgam a utilização de filmes nas práticas educativas como perda de tempo, enquanto, na maioria das vezes, numa aula expositiva e dialogada, utilizando-se somente dos tradicionais recursos pedagógicos uma minoria de alunos conseguem se manter atentos durante toda explicação do tema proposto. É importante ressaltar que o uso de filmes cinematográficos no cotidiano pedagógico, pode contribuir para o ensino da Matemática, desde que esteja vinculado a um projeto que contemple o planejamento da aula, tendo em vista a necessidade de adequação ao conteúdo a ser abordado. A escola precisa atender com qualidade às necessidades da sociedade. Para que isso ocorra com sucesso, é necessário que haja profissionais capacitados e competentes, dispostos a aprender e lançar mão dos diferentes recursos midiáticos disponíveis, pois a educação que dantes provinha da escola para casa, considerando a escola como referência na comunidade, hoje se inverte, isto é, vem de casa para a escola. Diante do exposto, pode-se observar o quanto a arte cinematográfica marcou a história da humanidade. Os aspectos históricos confirmam todo um esforço em busca da evolução desta técnica artística, conhecida como a 7ª arte. A influência desta cultura no Sistema Educacional Brasileiro foi determinante, sendo recomendada nas práticas educativas e, por conseguinte, nos Parâmetros Curriculares. Além disso, incentivou-se a escrita de vários documentos e a fundação de diversos órgãos que marcaram a história do cinema no Brasil. Neste contexto, observa-se ainda o quanto a utilização da leitura de imagens, por meio de filmes, pode contribuir com a educação matemática. A linguagem cinematográfica, considerada uma das principais linguagens da atualidade, além de contribuir ao desenvolvimento cognitivo, conduz o aluno a um aprendizado prazeroso, repleto de significados que auxilia e facilita notavelmente a aproximação entre os conteúdos curriculares e os conhecimentos do senso comum; contribuindo, dessa forma, para uma aprendizagem significativa. VI. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS ARISTARCO, G.; ARISTARCO, T. (Org.). Il cinema: verso il centenario. Bari: Dedalo, BERTI, Andreza and CARVALHO, Rosa Malena.O Cine Debate promovendo encontros do cinema com a escola. Pro-Posições [online]. 2013, vol.24, n.3, pp ISSN

9 BILHARINHO, Guido. O cinema brasileiro nos anos 50 e 60. Uberaba: Instituto Triangulino de Cultura, BRUZZO, Cristina. (2010). O cinema brasileiro em busca do seu público na escola. São Paulo, out HENNEBELLE, GUY. Os cinemas nacionais contra Hollywood. Rio de Janeiro: Paz e Terra, KLAUS, Viviane.Cinema & educação: refletindo sobre cinema e educação. Rev. Bras. Educ.[online]. 2003, n.23, pp ISSN LOPES, Denilson. Cinema, globalização e interculturalidade. Chapecó, SC: Argos, 2010 MORETTIN, E. Cinema educativo: uma abordagem histórica. Comunicação & Educação,Brasil,v.2,n.4,2008.Disponivelemhttp://revistas.univerciencia.org/index.php/comed uc/article/view/4266/3997. Acessado em 16 ago MASCARELLO, Fernando(org). História do cinema mundial. São Paulo: Papirus, NAPOLITANO, Marcos. Como usar o cinema em sala de aula. São Paulo: Editora Contexto, SETTON, Maria da Graça Jacinto (org.). A cultura da mídia na escola: ensaio sobre cinema e educação. São Paulo: Anablume: USP, SOUTO, Romélia Mara Alves. Cinema e História da matemática. São Paulo: Editora livraria da Física, VIANA, Marger C.V. A formação de professores vai ao cinema: 51 roteiros para serem usados na sala de aula. Ouro Preto: UFOP, VIANA, Marger C. V. A corrente do bem: um filme pode motivar a aprendizagem de progressões geométricas: educação matemática: retrospectiva e perspectivas. In: ENCONTRO NACIONAL DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA, Curitiba Paraná. Anais...Curitiba-Paraná: SBEM, p VILARON, André Botelho; Guimarães, José Emílio de Castro; Sena, Raquel Ferreira.Cinema Brasileiro Contemporâneo. Ministério das Relações Exteriores, Athalaia Gráfica.

10 CINEMA: HISTORICAL ASPECTS, INFLUENCE ON EDUCATION SYSTEM BRAZILIAN AND CONTRIBUTIONS TO THE TEACHING OF MATHEMATICS Abstract: The present research is on a literature review about films reporting some historical facts and the influence of culture in the Brazilian Educational System. It aims to build a dissertation that is guided by the question : "What contributions the use of cinematographic films can bring to the learning of mathematics?" In search for answers to the question, we used books, magazines and papers dealing with this subject. Upon study we verified the importance of making pedagogical practices using audiovisual resources, adapting the reading comprehension of the images in mathematical classes. Through this resource in math classes, sometimes considered boring and uninteresting, it was observed that it can also be used to introduce, illustrate or complement the content, so that the student feels motivated and inspired to learn, since it not only adds to the learning and teaching process, but can have meanings transmited to everyday life. Key-words: Film, Education, Cinematographic film, Teaching Math, Teaching practices.

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza

CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE. Elaine Fernanda Dornelas de Souza Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 721 CINEMA PEDAGÓGICO COMO INTERVENÇÃO PARA PRÁTICA DOCENTE Elaine Fernanda Dornelas de Souza Serviço Nacional de

Leia mais

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP

Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP Contribuição da metodologia de pesquisa na Educação Tutorial: A formação dos petianos do PET Pedagogia da UFOP ALVES, Crislaine 1; CARVALHO, Daiane 1; CRUZ, Júlia 1, FÉLIX, Michelle 1; FERREIRA, Juliane

Leia mais

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE

PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE PROJETO FAZENDO ESCOLA: UMA EXPERIÊNCIA DO ORIENTADOR NO COMPROMISSO DA CAPACITAÇÃO DOCENTE Sérgio Dal-Ri Moreira Pontifícia Universidade Católica do Paraná Palavras-chave: Educação Física, Educação, Escola,

Leia mais

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano

Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano Produção de vídeos pelos Educandos da Educação Básica: um meio de relacionar o conhecimento matemático e o cotidiano SANTANA, Ludmylla Siqueira 1 RIBEIRO, José Pedro Machado 2 SOUZA, Roberto Barcelos 2

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO

PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO PROJETO PEDAGÓGICO DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIO APRESENTAÇÃO O Projeto Político Pedagógico da Escola foi elaborado com a participação da comunidade escolar, professores e funcionários, voltada para a

Leia mais

O CINEMA COMO EXPERIÊNCIA CRÍTICA NA SALA DE AULA- PALMELO-GO

O CINEMA COMO EXPERIÊNCIA CRÍTICA NA SALA DE AULA- PALMELO-GO O CINEMA COMO EXPERIÊNCIA CRÍTICA NA SALA DE AULA- PALMELO-GO REZENDE,Liberalina Teodoro 1 Resumo Este trabalho se traduz na descrição e análise acerca de algumas experiências ocorridas no ano de dois

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3

Índice. 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 GRUPO 6.1 MÓDULO 4 Índice 1. Metodologia na Educação de Jovens e Adultos...3 1.1. Desenvolvimento e Aprendizagem de Jovens e Adultos... 4 1.1.1. Educar na Diversidade... 5 1.2. Os Efeitos da Escolarização/Alfabetização

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO: PARAÍBA: ARTE, SABER E CULTURA ATRAVÉS DAS OBRAS DE ARIANO SUASSUNA E LEANDRO GOMES DE BARROS.

PROJETO PEDAGÓGICO: PARAÍBA: ARTE, SABER E CULTURA ATRAVÉS DAS OBRAS DE ARIANO SUASSUNA E LEANDRO GOMES DE BARROS. PROJETO PEDAGÓGICO: PARAÍBA: ARTE, SABER E CULTURA ATRAVÉS DAS OBRAS DE ARIANO SUASSUNA E LEANDRO GOMES DE BARROS. RESUMO SANTOS, Enia Ramalho os UEPB enia.ramalho @hotmail.com SANTOS, Patricia Ferreira

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA

O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA O ENSINO DE LÍNGUA INGLESA NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS- EJA RESUMO Alba Patrícia Passos de Sousa 1 O presente artigo traz como temática o ensino da língua inglesa na educação de jovens e adultos (EJA),

Leia mais

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB.

Cinema como ferramenta de aprendizagem¹. Angélica Moura CORDEIRO². Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. Cinema como ferramenta de aprendizagem¹ Angélica Moura CORDEIRO² Bianca da Costa ARAÚJO³ Universidade Federal de Campina Grande, Campina Grande, PB. RESUMO Este artigo pronuncia o projeto Criancine que

Leia mais

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.

A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu. ISSN 2316-7785 A IMPORTÂNCIA DO PIBID NA FORMAÇÃO DE FUTUROS PROFESSORES Vitor José Petry Universidade Federal da Fronteira Sul - UFFS vitor.petry@uffs.edu.br Resumo O artigo é resultado da análise de

Leia mais

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO

LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO LUDICIDADE E EDUCAÇÃO: O ENCANTAMENTO DE APRENDER BRINCANDO Tatiane Testa Ferrari e-mail: tatitferrari@ig.com.br Ticiane Testa Ferrari e-mail: ticiferrari@ig.com.br Araceli Simão Gimenes Russo e-mail:

Leia mais

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino

Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino Título: A formação do professor para o uso do jornal na sala de aula no ensino fundamental Resumo O projeto de iniciação científica está vinculado à pesquisa Uso do jornal em sala de aula e compreensão

Leia mais

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças

A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças A BONITEZA DO OLHAR INFANTIL NA PERSPECTIVA EMANCIPADORA: Ensinar e aprender em diálogo com os saberes das crianças PADILHA, Aparecida Arrais PMSP cidarrais@yahoo.com.br Resumo: Este artigo apresenta uma

Leia mais

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático.

A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA. Palavras-chave: Ensino de química; histórias em quadrinhos; livro didático. A ABORDAGEM DAS HISTÓRIAS EM QUADRINHO NOS LIVROS DIDÁTICOS DE QUÍMICA Fabricio Santos Almeida 1 Márcia Cristiane Eloi Silva Ataide 2 1 Licenciando em Química, Universidade Federal do Piauí - UFPI. 2 Professora

Leia mais

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO

ANAIS DA VII JORNADA CIENTÍFICA DA FAZU 20 a 24 de outubro de 2008 ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO ARTIGOS CIENTÍFICOS COMPUTAÇÃO SUMÁRIO AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES... 2 AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES PESQUISADORES SILVA, M.M Margareth Maciel Silva

Leia mais

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES

ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES ESTRATÉGIAS PEDAGÓGICAS DO ENSINO DE CIÊNCIAS NO FUNDAMENTAL I: UMA ANÁLISE A PARTIR DE DISSERTAÇÕES Tamiris Andrade Nascimento (Mestranda do Programa Educação Cientifica e Formação de Professores da Universidade

Leia mais

Sua Escola, Nossa Escola

Sua Escola, Nossa Escola Sua Escola, Nossa Escola Episódio: Andréa Natália e o Ensino na Fronteira Ponta Porã Resumo Esse vídeo integra a série Sua Escola, Nossa Escola, composta por dezessete programas, os quais mostram experiências

Leia mais

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM

USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Introdução USANDO A REDE SOCIAL (FACEBOOK) COMO FERRAMENTA DE APRENDIZAGEM Paula Priscila Gomes do Nascimento Pina EEEFM José Soares de Carvalho EEEFM Agenor Clemente dos Santos paulapgnascimento@yahoo.com.br

Leia mais

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS

ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS 1 ESTRATÉGIAS NA EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NA PERSPECTIVA DAS NOVAS TECNOLOGIAS INTRODUÇÃO Marilda Coelho da Silva marildagabriela@yahoo.com.br Mestrado Profissional Formação de Professores UEPB As

Leia mais

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012

BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 BOLETIM DO LEGISLATIVO Nº 11, DE 2012 Educação e Sustentabilidade Tatiana Feitosa de Britto A Conferência das Nações Unidas sobre o Desenvolvimento Sustentável (Rio+20) tem como tema o futuro que queremos,

Leia mais

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto

Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI. Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Coordenação Prof. Dr. Marcos T. Masetto 1 Curso de Formação Pedagógica para Docentes da FEI Professor Doutor Marcos T. Masetto Objetivos Desenvolver competências

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI

PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI PORTFÓLIO COMO INSTRUMENTO DE AVALIAÇÃO FORMATIVA: A ANÁLISE DO PROCESSO NO CMEI VALÉRIA VERONESI Resumo Rosangela de Sousa Cardoso Stabenow1 - UEL Cassiana Magalhães2 - UEL Grupo de Trabalho - Didática:

Leia mais

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes

A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL. Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes A FORMAÇÃO DE SUJEITOS CRÍTICOS NO ENSINO SUPERIOR: UM POSSÍVEL CAMINHO PARA A TRANSFORMAÇÃO SOCIAL Marijara de Lima Monaliza Alves Lopes FACULDADE ALFREDO NASSER INSTITUTO SUPERIOR DE EDUCAÇÃO III PESQUISAR

Leia mais

Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM

Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM INTERAÇÃO PROFESSOR/ALUNO MEDIADA PELO AUDIOVISUAL: UMA ANÁLISE DO FILME OS MISERÁVEIS Carmem Silvia Rodrigues Pereira, GEPEIS-UFSM Resumo: Este estudo tem como objetivo investigar o processo de ensino

Leia mais

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR

OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR OS PRINCÍPIOS DA GESTÃO DEMOCRÁTICA NO COTIDIANO ESCOLAR Alex Vieira da Silva 1 RESUMO O presente artigo pretende discutir os princípios da gestão democrática no contexto educacional, visando perceber

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS.

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. PRÁTICAS PEDAGÓGICAS PARA O ENSINO DE ESPANHOL: EDUCAÇÃO BÁSICA E O CLIC/UFS. Maria da Conceição da Cruz (PIBIX/PIBID-UFS) marynni@hotmail.com Tayane dos Santos (PIBIX -UFS) tayaneyat@gmail.com Resumo:

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR

PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR PÓS-GRADUAÇÃO EM DOCÊNCIA DO ENSINO SUPERIOR Instituição Certificadora: FALC Amparo Legal: Resolução CNE CES 1 2001 Resolução CNE CES 1 2007 Carga Horária: 460h Período de Duração: 12 meses (01 ano) Objetivos:

Leia mais

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa

Pedagogia. Objetivos deste tema. 3 Sub-temas compõem a aula. Tecnologias da informação e mídias digitais na educação. Prof. Marcos Munhoz da Costa Pedagogia Prof. Marcos Munhoz da Costa Tecnologias da informação e mídias digitais na educação Objetivos deste tema Refletir sobre as mudanças de experiências do corpo com o advento das novas tecnologias;

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2005 Nome Aluno(a) Título Monografia/Artigo Orientador/Banca Annelise Lima

Leia mais

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação

A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação A ditadura civil-militar brasileira através das artes: uma experiência com alunos do ensino médio no Colégio de Aplicação Beatrice Rossotti rossottibeatrice@gmail.com Instituto de História, 9º período

Leia mais

A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1

A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1 1 A CONSTRUÇÃO DE UM CIDADÃO CRÍTICO POR MEIO DO PROGRAMA MAIS EDUCAÇÃO. 1 Fabiana Bezerra Mangili Edilene Précoma Marcela Bianca Malosso Graça Caroline Felizardo Carrazedo de Souza 2 RESUMO: O presente

Leia mais

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR

TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR TÍTULO: PERCEPÇÃO DE MÃES EM RELAÇÃO À INCLUSÃO ESCOLAR DE SEUS FILHOS DIAGNOSTICADOS COM AUTISMO EM ESCOLA REGULAR CATEGORIA: CONCLUÍDO ÁREA: CIÊNCIAS HUMANAS E SOCIAIS SUBÁREA: PSICOLOGIA INSTITUIÇÃO:

Leia mais

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL

AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL AGENDA DE CURSOS SEMESTRAL Sobre a AIC A Academia Internacional de Cinema (AIC) abriu suas portas no dia 5 de agosto de 2004 em Curitiba, PR, oferecendo cursos livres na área de audiovisual além de curso

Leia mais

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula

O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula O olhar do professor das séries iniciais sobre o trabalho com situações problemas em sala de aula INTRODUÇÃO Josiane Faxina Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho Câmpus Bauru e-mail: josi_unesp@hotmail.com

Leia mais

Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch

Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch Fractais e o Geogebra: Construindo a curva de Koch Regis Alessandro Fuzzo Universidade Estadual do Paraná Campo Mourão Brasil regisfuzzo@gmail.com Talita Secorun dos Santos Universidade Estadual do Paraná

Leia mais

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual

CINEMA NOSSO. Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual CINEMA NOSSO escola audiovisual Ação educacional pela democratização e convergência do audiovisual Nossa História Em Agosto de 2000, um grupo de duzentos jovens de áreas populares cariocas foi reunido

Leia mais

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA

O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA 1 O ENSINO DE LITERATURA BRASILEIRA ATRAVÉS DA MÚSICA José Ozildo dos SANTOS Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia da Paraíba Rosélia Maria de Sousa SANTOS Instituto Federal de Educação,

Leia mais

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS

PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS PROPOSTA DE UMA METODOLOGIA PARA ELABORAR PROJETO DE ENSINO INTEGRANDO RECURSOS TECNOLÓGICOS Fortaleza Ce Agosto 2009 Liádina Camargo Lima Universidade de Fortaleza liadina@unifor.br Categoria C Métodos

Leia mais

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL

O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL O PORTFÓLIO ENQUANTO INSTRUMENTO DE REFLEXÃO DA PRÁTICA DOCENTE NA EDUCAÇÃO INFANTIL Telma Maria Pereira dos Santos Graduada em Pedagogia pela Universidade do Estado da Bahia UNEB e Pós-graduada em Educação

Leia mais

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR

OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR OS RECURSOS AUDIOVISUAIS NO ESPAÇO ESCOLAR Fundação Universidade Federal do Tocantins Maria Jose de Pinho mjpgon@mail.uft.edu.br Professora orientadora do PIBIC pedagogia Edieide Rodrigues Araújo Acadêmica

Leia mais

EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA PESQUISA E PRÁTICA

EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA PESQUISA E PRÁTICA A EDUCAÇÃO ESTATÍSTICA PESQUISA E PRÁTICA Prof.ª Ms. Keli Cristina Conti keli.conti@gmail.com Doutoranda em Educação pela Unicamp Licenciada em Matemática e Pedagoga Participante dos Grupos Prapem (Prática

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia

Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Sociologia Proposta Curricular do Estado de São Paulo para a Disciplina de Ensino Médio Elaborar uma proposta curricular para implica considerar as concepções anteriores que orientaram, em diferentes momentos, os

Leia mais

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014

PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 PIBID HISTÓRIA 1 COORDENAÇÃO: PROFA. DRA. KARINA KOSICKI BELLOTTI SUPERVISÃO: PROF. DANIEL JACOB NODARI COLÉGIO D. PEDRO II 28 de novembro de 2014 RELATÓRIO FINAL ATIVIDADE SOBRE DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA

Leia mais

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO

ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO ATIVIDADES EXPERIMENTAIS PARA O ESTUDO DA ASTRONOMIA: CONSTRUINDO O SISTEMA SOLAR REDUZIDO José da Silva de Lima¹; José Rodolfo Neves da Silva²; Renally Gonçalves da Silva³; Alessandro Frederico da Silveira

Leia mais

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO

METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO METODOLOGIA PARA O ENSINO DA MATEMÁTICA: UM OLHAR A PARTIR DO ESTÁGIO SUPERVISIONADO Flávia Nascimento de Oliveira flavinhamatematica@hotmail.com Rivânia Fernandes da Costa Dantas rivafern@hotmail.com

Leia mais

A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL.

A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. A PEDAGOGIA PROGRESSISTA LIBERTÁRIA E SUA INFLUÊNCIA NA PRÁTICA PEDAGÓGICA DOCENTE DOS ANOS INICIAIS DO ENSINO FUNDAMENTAL. ALVES, Patrícia Cristina Discente do 7º Período do Curso de Pedagogia da Faculdade

Leia mais

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema.

Palavras-chave: Aquecimento global, Mídias, Tecnologias, Ecossistema. Aquecimento Global e Danos no Manguezal Pernambucano SANDRA MARIA DE LIMA ALVES 1 - sandrali@bol.com.br RESUMO Este artigo procura enriquecer a discussão sobre o fenômeno do aumento da temperatura na terra

Leia mais

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA

EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA EDUCAÇÃO GEOGRÁFICA E RISCOS SOCIOAMBIENTAIS: EXPERIÊNCIAS EM ATIVIDADES DE EXTENSÃO UNIVERSITÁRIA Carla Juscélia de Oliveira Souza Departamento de Geociências, Curso de Geografia, Universidade Federal

Leia mais

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL

A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL V EPCC Encontro Internacional de Produção Científica Cesumar 23 a 26 de outubro de 2007 A TEORIA E A PRÁTICA NO CURSO DE PEDAGOGIA: O LIMITE DO POSSÍVEL Celeida Belchior Cintra Pinto 1 ; Maria Eleusa Montenegro

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO. Orientações para a elaboração do projeto escolar MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO MÉDIA E TECNOLÓGICA Coordenação-Geral de Ensino Médio Orientações para a elaboração do projeto escolar Questões norteadoras: Quais as etapas necessárias à

Leia mais

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS

FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS FORMAÇÃO INICIAL DE PROFESSORES: PARTILHA DE SABERES E VIVÊNCIAS COMUNICACIONAIS Lourdes Helena Rodrigues dos Santos - UFPEL/F/AE/PPGE Resumo: O presente estudo pretende compartilhar algumas descobertas,

Leia mais

A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE

A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE A VISÃO DOS ALUNOS SOBRE AQUECIMENTO GLOBAL A PARTIR DO DOCUMENTÁRIO VERDADE INCONVENIENTE Érica C. A. Dell Asem & Silvia L. F. Trivelato Universidade de São Paulo/ Instituto de Física erica.asem@gmail.com

Leia mais

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE

CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE CURSINHO POPULAR OPORTUNIDADES E DESAFIOS: RELATO DE EXPERIÊNCIA DOCENTE INTRODUÇÃO Lucas de Sousa Costa 1 Universidade Federal do Sul e Sudeste do Pará lucascostamba@gmail.com Rigler da Costa Aragão 2

Leia mais

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do

crítica na resolução de questões, a rejeitar simplificações e buscar efetivamente informações novas por meio da pesquisa, desde o primeiro período do Dimensão 2 As políticas para o ensino, a pesquisa, a pós-graduação, a extensão e as respectivas normas de operacionalização, incluídos os procedimentos para estímulo à produção acadêmica, as bolsas de

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA

JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA RESUMO JOGANDO COM A MATEMÁTICA: UM RELATO DE EXPERIÊNCIA Farias, Airan FAP airanzinh@hotmail.com Omodei, Letícia Barcaro Celeste FAP leticia.celeste@fap.com.br Agência Financiadora: FUNPESQ Este trabalho

Leia mais

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES

NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES NÚCLEO DE EDUCAÇÃO MATEMÁTICA E ENSINO DE FÍSICA E AS NOVAS TECNOLOGIAS NA FORMAÇÃO DE PROFESSORES Edson Crisostomo dos Santos Universidade Estadual de Montes Claros - UNIMONTES edsoncrisostomo@yahoo.es

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO

REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO REFLEXÕES SOBRE AS POTENCIALIDADES DE UM PROJETO DE EXTENSÃO Fátima Aparecida Queiroz Dionizio UEPG faqdionizio@hotmail.com Joseli Almeida Camargo UEPG jojocam@terra.com.br Resumo: Este trabalho tem como

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

A importância da Educação para competitividade da Indústria

A importância da Educação para competitividade da Indústria A importância da Educação para competitividade da Indústria Educação para o trabalho não tem sido tradicionalmente colocado na pauta da sociedade brasileira, mas hoje é essencial; Ênfase no Direito à Educação

Leia mais

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031

Centro Acadêmico Paulo Freire - CAPed Maceió - Alagoas - Brasil ISSN: 1981-3031 COORDENADOR PEDAGÓGICO E SUA IMPORTÂNCIA NO PROCESSO DE ENSINO-APRENDIZAGEM Polyana Marques Lima Rodrigues 1 poly90lima@hotmail.com Willams dos Santos Rodrigues Lima 2 willams.rodrigues@hotmail.com RESUMO

Leia mais

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES

MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES MÚLTIPLAS LEITURAS: CAMINHOS E POSSIBILIDADES EDIT MARIA ALVES SIQUEIRA (UNIVERSIDADE FEDERAL DE VIÇOSA). Resumo Diferentes instrumentos de avaliação (ENEM, SIMAVE) tem diagnosticado o despreparo dos alunos

Leia mais

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor

Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Atividades CTS em uma abordagem argumentativa: a reflexão de um futuro professor Ariane Baffa Lourenço 1, Maria Lúcia V. dos S. Abib 2 e Salete Linhares Queiroz 3 1 Programa de Pós-Graduação Interunidades

Leia mais

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL

VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL VAI E VEM DAS EQUAÇÕES: UMA EXPERIÊNCIA NO ENSINO FUNDAMENTAL Tanise Coppetti Universidade Federal de Santa Maria tani_coppetti@hotmail.com Resumo: Este trabalho apresenta uma atividade a respeito de equações

Leia mais

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1

Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 Texto base para discussão na Jornada Pedagógica julho/2009 O PLANO DE ENSINO: PONTE ENTRE O IDEAL E O REAL 1 É comum hoje entre os educadores o desejo de, através da ação docente, contribuir para a construção

Leia mais

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO

O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO RESUMO O ENSINO DA ARTE NO NÍVEL MÉDIO INTEGRADO AO TÉCNICO: UMA EXPERIÊNCIA NA EDUCAÇÃO DO CAMPO Mara Pereira da Silva IFPA- CRMB pereiracantora1@hotmail.com RESUMO A pesquisa foi realizada mediante análise

Leia mais

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE

PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 PRÁTICAS LÚDICAS NO PROCESSO DE AQUISIÇÃO DA LÍNGUA ESCRITA DO INFANTIL IV E V DA ESCOLA SIMÃO BARBOSA DE MERUOCA-CE 1 Rochelle Lopes da Silva- UVA 2 Andrea Abreu Astigarraga- UVA INTRODUÇÃO De acordo

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA,

REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, REFLEXÕES SOBRE A PRÁTICA INTERDISCIPLINAR DA EDUCAÇÃO AMBIENTAL NO CONTEXTO ESCOLAR LIMA, Maria Jacqueline Girão Soares. jaclima@centroin.com.br GT: Educação Ambiental / n. 22 Introdução Entre professores

Leia mais

PROGRAMAs de. estudantil

PROGRAMAs de. estudantil PROGRAMAs de empreendedorismo e protagonismo estudantil Ciclo de Palestras MAGNUM Vale do Silício App Store Contatos Calendário Fotos Safari Cumprindo sua missão de oferecer uma educação inovadora e de

Leia mais

Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA"

Mostra de Projetos 2011 PROJETO DIREITO E CINEMA Mostra de Projetos 2011 PROJETO "DIREITO E CINEMA" Mostra Local de: Cornélio Procópio. Categoria do projeto: Projetos finalizados. Nome da Instituição/Empresa: (Campo não preenchido). Cidade: Cornélio

Leia mais

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA

VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA 1 VIDEOAULAS: UMA FORMA DE CONTEXTUALIZAR A TEORIA NA PRÁTICA Curitiba PR Maio 2014 Alexandre Oliveira Universidade Positivo Online alexandre@alexandreoliveira.com Pâmella de Carvalho Stadler Universidade

Leia mais

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA

O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA O ENSINO DE FUNÇÕES AFINS E QUADRÁTICAS COM O AUXÍLIO DO COMPUTADOR E DO SOFTWARE GEOGEBRA 1 Samara Araújo Melo; 2 Arthur Gilzeph Farias Almeida; 3 Maria Lúcia Serafim 1 E.E.E.F.M Professor Raul Córdula,

Leia mais

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS

INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE QUÍMICA: UMA PROPOSTA DE AÇÃO INTEGRADA ENVOLVENDO ESTUDOS SOBRE ALIMENTOS Kelly Karina Cardoso (kkimica@hotmail.com) Eniz Conceição de Oliveira (eniz@univates.br) Marlise

Leia mais

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM CINEMA COMO UMA ESTRATÉGIA NA DIVULGAÇÃO CIENTIFICA

10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM CINEMA COMO UMA ESTRATÉGIA NA DIVULGAÇÃO CIENTIFICA 10º FÓRUM DE EXTENSÃO E CULTURA DA UEM CINEMA COMO UMA ESTRATÉGIA NA DIVULGAÇÃO CIENTIFICA Suellen Laís Vicentino 1 Débora de Mello Gonçales Sant Ana 2 Há uma crescente preocupação com a divulgação da

Leia mais

Palavras chave: Interdisciplinaridade; Ciências da Natureza; Formação de professores; Concepções de professores.

Palavras chave: Interdisciplinaridade; Ciências da Natureza; Formação de professores; Concepções de professores. INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS DA NATUREZA: DIFICULDADES DE PROFESSORES DE EDUCAÇÃO BÁSICA, DA REDE PÚBLICA BRASILEIRA, PARA A IMPLANTAÇÃO DESSAS PRÁTICAS. GIMENEZ DA SILVA AUGUSTO, THAÍS

Leia mais

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE

TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA ESCOLA CONTEMPORÂNEA: NOVOS DESAFIOS DA CARREIRA DOCENTE Resumo O estudo objetiva discutir os desafios dos cursos de formação de professores frente à inserção

Leia mais

O PAPEL DA PROPAGANDA NO AMBIENTE ESCOLAR

O PAPEL DA PROPAGANDA NO AMBIENTE ESCOLAR O PAPEL DA PROPAGANDA NO AMBIENTE ESCOLAR Izabele Silva Gomes Vívian Galvão Barbosa Universidade Federal de Campina Grande UFCG izabelesilvag@gmail.com viviangbarbosa@msn.com INTRODUÇÃO Termos como Era

Leia mais

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL.

SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. SABERES ADQUIRIDOS NO PIBID (PROGRAMA INSTUCIONAL DE BOLSA INICIAÇÃO À DOCÊNCIA) PARA O SUCESSO PROFISSIONAL. TayaraCrystina P. Benigno, UERN; tayara_bbg@hotmail.com Emerson Carlos da Silva, UERN; emersoncarlos90@hotmail.com

Leia mais

A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA

A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA A DIVERSIDADE CULTURAL A PARTIR DO FILME URGA UMA PAIXÃO NO FIM DO MUNDO : UMA (RE)LEITURA DE ATITUDES, VALORES E CULTURA 1 Maria Lindaci Gomes de Souza Universidade Estadual da Paraíba lindaci26@hotmail.com

Leia mais

Seminário do 16º COLE vinculado: 10

Seminário do 16º COLE vinculado: 10 Kelly Cristina Ducatti da Silva. Doutoranda UNICAMP/Campinas-SP, Professora do Ensino Fundamental (Prefeitura Municipal de Bauru) e Docente UNESP/BAURU kellyducatti@hotmail.com RELATO DE EXPERIÊNCIA: UM

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA

CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA CENTRO UNIVERSITÁRIO DE CARATINGA RELAÇÃO DE RESUMOS DE MONOGRAFIAS E ARTIGOS DE PÓS- GRADUAÇÃO Lato sensu Curso: Língua Inglesa/2003 - Érika Nunes Martins Simões Formação do Professor de - Sheila Andrade

Leia mais

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia

de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia Anais do I Seminário Internacional de Ciências do Ambiente e Sustentabilidade na Amazônia A CONTRIBUIÇÃO DA DIDÁTICA CRÍTICA NA INTERLIGAÇÃO DE SABERES AMBIENTAIS NO PROCESSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

Leia mais

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico

PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico PROJETO TREZE HORAS: Uma Proposta Para o Ensino Médio Integrado ao Ensino Técnico Vanessa Lopes da Silva 1 Leandro Marcon Frigo 2 Resumo A partir do problema dicotômico vivenciado pelo Ensino Técnico Integrado,

Leia mais

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem.

Palavras-chaves: Jogos matemáticos; Ensino e aprendizagem. Emanuella Filgueira Pereira Universidade Federal do Recôncavo da Bahia O JOGO NO ENSINO E APRENDIZAGEM DE MATEMÁTICA Resumo O presente artigo apresenta resultados parciais de uma pesquisa mais ampla que

Leia mais

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS

WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS WORKSHOP DE ORIENTAÇÃO PROFISSIONAL EM ESCOLAS PÚBLICAS 2014 Gisele Vieira Ferreira Psicóloga, Especialista e Mestre em Psicologia Clínica Elenise Martins Costa Acadêmica do curso de Psicologia da Universidade

Leia mais

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL

O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL O DIÁLOGO COM AS CRIANÇAS PEQUENAS - REFLEXÕES SOBRE O COTIDIANO INFANTIL Viviane Cardoso¹ Resumo: O objetivo desse artigo é refletir como os ideais da pedagogia freireana tem contribuído para as práticas

Leia mais

UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1

UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1 UM PROJETO COMO CATALISADOR DA INTERDISCIPLINARIDADE NO ENSINO DE CIÊNCIAS 1 Christian Dias Azambuja christian.dias.92@gmail.com Bianca Silveira silveirabianca41@gmail.com Geovânia dos Santos geovania_dos_santos@hotmail.com

Leia mais

A LITERATURA ESCOLARIZADA

A LITERATURA ESCOLARIZADA Revista Eletrônica da Faculdade Metodista Granbery http://re.granbery.edu.br - ISSN 1981 0377 Curso de Pedagogia N. 12, JAN/JUN 2012 A LITERATURA ESCOLARIZADA Raylla Portilho Gaspar 1 RESUMO Esse artigo

Leia mais

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática

Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Desenho: da imagem mental à representação gráfica - uma proposta para o ensino da Matemática Patricia Andretta 1 Ana Maria P. Liblik 2 Resumo O presente projeto de pesquisa terá como objetivo compreender

Leia mais

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO

OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO OLIMPÍADA BRASILEIRA DE MATEMÁTICA DAS ESCOLAS PÚBLICAS (OBMEP): EXPERIÊNCIAS VIVENCIADAS A PARTIR DO PIBID UEPB MONTEIRO Cícero Félix da Silva; Izailma Nunes de Lima; Ricardo Bandeira de Souza; Manoela

Leia mais

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES

O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES O ENSINO DAS FUNÇÕES ATRAVÉS DO JOGO BINGO DE FUNÇÕES Marcos Aurélio Alves e Silva- UFPE/CAA Alcicleide Ramos da Silva- UFPE/CAA Jucélia Silva Santana- UFPE/CAA Edelweis José Tavares Barbosa- UFPE/CAA

Leia mais