O DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS NO CINEMA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS NO CINEMA"

Transcrição

1 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI CLAUDIO YUTAKA SUETU O DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS NO CINEMA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO MESTRADO EM DESIGN PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU São Paulo, 2010

2 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI CLAUDIO YUTAKA SUETU O DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS NO CINEMA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Design. Orientadora: Profª. Drª. Luisa A. Paraguai Donati São Paulo,

3 UNIVERSIDADE ANHEMBI MORUMBI CLAUDIO YUTAKA SUETU O DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS NO CINEMA DISSERTAÇÃO DE MESTRADO Dissertação apresentada ao Programa de Pós- Graduação Stricto Sensu em Design Mestrado, da Universidade Anhembi Morumbi, como requisito parcial para a obtenção do título de Mestre em Design. Profª. Drª. Luisa A. Paraguai Donati Orientadora Mestrado em Design Anhembi Morumbi Banca: Prof. Dr. Vicente Gosciola Profa. Dra. Míriam Cristina Carlos Silva Profa. Dra. Rachel Zuanon São Paulo,

4 Todos os direitos reservados. É proibida a reprodução total ou parcial do trabalho sem autorização da universidade, do autor e do orientador. CLAUDIO YUTAKA SUETU Formado em Comunicação Social Rádio e TV pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo. Produtor audiovisual, atualmente é coordenador acadêmico na Universidade Anhembi Morumbi, no curso de Rádio e TV (Escola de Comunicação). S942d Suetu, Claudio Yutaka O design de efeitos especiais no cinema / Claudio Yutaka Suetu f.: il.; 30 cm. Orientadora: Profª. Drª. Luisa A. Paraguai Donati Dissertação (Mestrado em Design) - Universidade Anhembi Morumbi, São Paulo, Bibliografia: f Design de produção. 2. Efeitos especiais. 3. Cinema. 4. Linguagem cinematográfica. 5. Direção de arte. I. Título. CDD

5 Dedicatória: Dedico aos meus pais, pela força, incentivo e carinho durante todo o período desta dissertação. 4

6 Agradecimentos Ao profs. João Garção e Josiane Tonelotto pelo apoio e incentivo; À profa. Luisa Paraguai, por ter aceitado o desafio de me orientar; Ao prof. Mauro Baptista, pelas primeiras orientações; Aos profs. Jofre Silva e Elizabeth Wada, pelo voto de confiança; Aos meus amigos, professores do curso de Rádio e TV. 5

7 RESUMO A presente dissertação apresenta possibilidades de atuação do designer no cinema, por meio do estudo do design de efeitos especiais, como atividade conectada ao design de produção de um filme. Dessa forma, são objetos da pesquisa a conceituação da linguagem cinematográfica, a história dos efeitos especiais, a relação entre arte e design na produção audiovisual, bem como os aspectos de construção e os processos de intervenção da imagem. O método de análise envolve o estudo de caso de três filmes que materializam distintamente o uso do efeito especial como elemento de linguagem: O Livro de Cabeceira (1996), de Peter Greenaway; Rebobine Por Favor (2008), de Michel Gondry e Kill Bill (2003), de Quentin Tarantino. Tais análises identificam também elementos do design presentes nas obras, relacionando-os com o conceito visual do filme. Nosso objetivo é aproximar a área de efeitos especiais no campo do design, classificandoa como atividade criativa e projetual, para além dos atributos exclusivamente técnico-operacionais. Palavras-chave: design de produção, efeitos especiais, cinema, linguagem cinematográfica, direção de arte 6

8 ABSTRACT This paper presents designer s performance possibilities in a film by studying special effects design. Thus, the objects of research are: the concept of film language, the history of special effects, the relationship between art and design of a film, as well as aspects of construction and intervention processes of the image. The analysis method involves a case study of three films that embody distinctly the use of special effects as part of language: The Pillow Book (1996, Peter Greenaway); Be Kind Rewind (2003, Michel Gondry) and Kill Bill (2003, Quentin Tarantino). Such analysis also identifies design elements, linking them with the visual concept of the film. Our goal is to approach the special effects department in the design field, classifying it as a creative and project-oriented activity, beyond the purely technical-operational attributes. Key words: production design, special effects, cinema, film language, art direction 7

9 SUMÁRIO LISTA DE IMAGENS E ILUSTRAÇÕES... 9 INTRODUÇÃO OS EFEITOS ESPECIAIS E A LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA A LINGUAGEM CINEMATOGRÁFICA: RELAÇÕES ENTRE DESIGN E ARTE DESIGN DE EFEITOS ESPECIAIS: O DESIGN DE PRODUÇÃO + DIREÇÃO DE ARTE PANORAMA HISTÓRICO DOS EFEITOS ESPECIAIS ASPECTOS CONSTRUTIVOS DA IMAGEM A IMAGEM STILL A IMAGEM EM MOVIMENTO INTERVENÇÕES NA IMAGEM Camadas e composições REBOBINE POR FAVOR, KILL BILL E O LIVRO DE CABECEIRA: EXPERIMENTAÇÕES E DESCONSTRUÇÕES DA LINGUAGEM MICHEL GONDRY: REBOBINE FOR FAVOR QUENTIN TARANTINO: KILL BILL - PARTE I PETER GREENAWAY: O LIVRO DE CABECEIRA CONCLUSÃO REFERÊNCIAS FILMOGRAFIA

10 LISTA DE IMAGENS E ILUSTRAÇÕES FIGURA 1: CENA DO FILME QUERO SER GRANDE (BIG, 1988) FIGURA 2: O PERSONAGEM CURINGA EM BATMAN (1989) EM THE DARK KNIGHT (2008) FIGURA 3: CENA DE ABERTURA DE SWEENEY TODD (2007), DE TIM BURTON FIGURA 4: TIPOGRAFIA UTILIZADA NA ABERTURA DO FILME ROMEO + JULIET (1996) FIGURA 5 CENA DO FILME JURASSIC PARK (1993) FIGURA 6 FENACISTOSCÓPIO FIGURA 7 TAUMATRÓPIO FIGURA 8 - KINEÓGRAFO FIGURA 9 - LANTERNA MÁGICA FIGURA 10 PHANTASMAGORIA FIGURA 11: QUADRO DO FILME LE VOYAGE DANS LA LUNE (1902) FIGURA 12: QUADRO DO FILME LE MÉLOMANE (1903) FIGURA 13: QUADRO DO FILME L'HOMME A LA TETE EN CAOUTCHOUC (1901) FIGURA 14: EFEITOS COM MÁSCARAS E DUPLA EXPOSIÇÃO FIGURA 15: ESQUEMA DE MONTAGEM DO PROCESSO SCHÜFFTAN FIGURA 16: RESULTADO FINAL DO EFEITO SCHÜFFTAN FIGURA 18: ESQUEMA DO FUNCIONAMENTO DO GLASS PAINTING FIGURA 19: COMPOSIÇÃO FINAL NO FILME THE GOLDEN VOYAGE OF SINBAD (1974) FIGURA 20: PROJEÇÃO TRASEIRA EM UMA CENA DE PERSEGUIÇÃO FIGURA 21: ESQUEMA DE PROJEÇÃO TRASEIRA PARA CENAS DENTRO DE VEÍCULOS FIGURA 22: CENA DO FILME SUPERMAN (1978), UTILIZANDO PROJEÇÃO FRONTAL FIGURA 23: MODELO BÁSICO DE PROJEÇÃO FRONTAL FIGURA 24: COMPOSIÇÃO VISUAL DO FILME OUTUBRO (1928), DE EISENSTEIN FIGURA 25: CENA DA PATINAÇÃO DE CARLITOS EM TEMPOS MODERNOS (1936) FIGURA 26: EXEMPLO DE COMPOSIÇÃO UTILIZANDO UMA MINIATURA EM PRIMEIRO PLANO FIGURA 27: NARRATIVA TEMPORAL NÃO-LINEAR NO FILME BACK TO THE FUTURE (1985) FIGURA 28: RECRIAÇÃO DO AMBIENTE EM 2001 A SPACE ODYSSEY (1968) FIGURA 29: COMPOSIÇÃO DE DZIGA VERTOV EM CHELOVEK S. KINO-APPARATOM (1929) FIGURA 30: USO DA PROFUNDIDADE DE CAMPO EM CITIZEN KANE (1941) FIGURA 31: COMPOSIÇÃO COM FUSÃO DE IMAGENS E ENCADEAMENTO SIMULTÂNEO DE TELAS FIGURA 32: DUPLA EXPOSIÇÃO NO FILME NOSFERATU (1922) FIGURA 33: COMPOSIÇÃO DE TELAS EM THE PILLOW BOOK (1996) FIGURA 34: EXEMPLO DE SPLIT SCREEN EM TIMECODE (2000) FIGURA 35: EXEMPLO DE SPLIT SCREEN ILUSTRATIVO FIGURA 36: EXEMPLO DE COMPOSIÇÃO EM CAMADAS FIGURA 37: ESQUEMA DE COMPOSIÇÃO DE UM CHROMA-KEY

11 FIGURA 38: LA SCIENCE DES RÊVES (2006) FIGURA 39: CENAS DE MATRIX (1999) E MATRIX - BAIXO ORÇAMENTO (2006) FIGURA 40: FILMES SUECADOS EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 41: CENA DE ABERTURA DE REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 42: CARROS FEITOS DE PAPELÃO EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 43: SEQUÊNCIA DO EFEITO DE SOBREPOSIÇÃO EM REBOBINE, POR FAVOR(2008) FIGURA 44: MIKE E JERRY VESTIDOS DE CAÇA-FANTASMAS EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 45: MONSTRO DE MARSHMALLOW EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 46: MÁSCARAS XEROCADAS EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 47: SUECAGEM DE DIVERSOS FILMES EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 48: INTERFERÊNCIA NA CÂMERA EM REBOBINE, POR FAVOR (2008) FIGURA 49: CENA DE ABERTURA DE KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 50: SEQUÊNCIA DO LANÇAMENTO DA FACA EM KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 51: SEQUÊNCIA DO TIRO EM KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 52: PRÓTESE EM LÁTEX EM KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 53: FLASHBACK EM KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 54: A HISTÓRIA DE O-REN ISHII EM KILL BILL PARTE I (2003) FIGURA 55: BRUCE LEE EM JOGO DA MORTE E A NOIVA (B) EM KILL BILL (2003) FIGURA 56: A EVOLUÇÃO DO FETICHE DE NAGIKO EM O LIVRO DE CABECEIRA (1996) FIGURA 57: DOES IT MAKE SENSE? DE APRIL GREIMAN FIGURA 58: COMPOSIÇÃO DE TELAS EM O LIVRO DE CABECEIRA (1996) FIGURA 59: CAMADAS EM O LIVRO DE CABECEIRA (1996)

12 Introdução O objetivo deste estudo é compreender os efeitos especiais no campo do design como um dos elementos constitutivos da linguagem cinematográfica, inseridos no contexto do design de produção de um filme. No cinema, o design é mal interpretado, ou melhor, tem uma interpretação limitada, genérica. Este é, portanto, um momento oportuno de trazer à tona essa discussão e a área de efeitos especiais parece ser a mais carente nesse aspecto, além de ser a que mais sofre com o tecnicismo. Ela é, portanto, o objeto de estudo ideal, na medida em que constitui um bom exemplo dos resultados que podem ser obtidos ao alinhar os conceitos de design à realização cinematográfica. Vale a pena lembrar que a edição ou montagem fílmica, por exemplo, não era muito entendida ou valorizada até o aparecimento de estudos mais aprofundados, a partir pesquisadores e realizadores como Kuleshov, Vertov, Pudovkin, Eisenstein e outros. Nos dias de hoje isso acontece com relação ao estudo do potencial estético-narrativo dos efeitos especiais. Deste modo, analisálos como linguagem, e não apenas como técnicas soltas, pode ser de grande valia para o reconhecimento dessa área no meio acadêmico. Também representados pela sigla SFX (special effects), os efeitos especiais constituem um campo de ação extremamente amplo e rico em possibilidades. Eles podem atuar diretamente no set 1, como nas cenas de explosões e pirotecnias em geral; podem ser construídos pela manipulação do filme na edição ou pósprodução, como os efeitos de recorte e mascaramento, e podem ser recriados totalmente, por meio da construção de personagens e locações tridimensionais em computador. São técnicas de ilusionismo que, muitas vezes, tiram proveito das características óticas ou limitações das lentes, com uso de miniaturas, engenhocas 1 Set é denominação genérica para o local (locação) ou estúdio em que ocorre a captação (filmagem), na etapa de produção do filme. 11

13 eletrônicas ou grandes maquinários para criar a atmosfera demandada pelo filme. Pode-se dizer que uma de suas funções primárias é a persuasão do público, a fim de fazê-lo acreditar na história. Os SFX são tão antigos quanto a própria narrativa cinematográfica. Foram descobertos nos experimentos de Georges Méliès, já no final do século XIX, e aperfeiçoados nos projetos de Fritz Lang, nos anos de A partir de 1970 ressurgiram como elemento de impacto nos filmes de ficção científica, ação e aventura, como Tubarão (Jaws, 1975) e Caçadores da Arca Perdida (Raiders of the Lost Ark, 1981), ambos de Steven Spielberg. De fato, segundo Pinteau (2004), o renascimento da indústria cinematográfica norte-americana nesse período se dá, em especial, devido ao protagonismo dos efeitos especiais na produção dos filmes voltados ao grande público. A popularização dos efeitos pela indústria de Hollywood fomentou o desenvolvimento tecnológico, inicialmente baseado em sistemas analógicos e, algumas décadas depois, nos digitais. Essa proliferação dos SFX gerou também certa banalização, dando início aos chamados filmes de efeitos, nos quais a narrativa fica em segundo plano, e a ênfase é dada, principalmente, às cenas com explosões, perseguições e grandes acidentes. Por outro lado, no Brasil, o Neorrealismo Italiano 2 e o cinema moderno francês, em especial a Nouvelle Vague 3 foram fonte de inspiração para críticos e 2 O Neorrealismo Italiano surgiu no final da II Guerra Mundial. No cinema, buscava-se um enfoque realista das histórias, evitando o uso de estúdios, efeitos especiais e outras manipulações no filme. Os principais diretores desse movimento foram Roberto Rosselini, Vittorio De Sica e Lucchino Visconti. 3 Nouvelle Vague foi um movimento iniciado no cinema francês por jovens cineastas como uma forma de protesto e também busca de novos padrões estéticos e narrativos, em oposição, principalmente, às convenções da indústria cinematográfica norte-americana. Esse movimento influenciou (e ainda influencia) gerações de cineastas e foi, juntamente com o Neorrealismo italiano, uma das bases iniciais do Cinema Novo no Brasil, encabeçado pelo cineasta Glauber Rocha. Os principais cineastas da Nouvelle Vague foram: Claude Chabrol, Jean-Luc Godard e François Truffaut. 12

14 realizadores. O Cinema Novo 4 brasileiro, embasado nesses movimentos, surgiu nos anos de 1950, politicamente alinhado contra o imperialismo norte-americano, desprezando a produção cinematográfica de Hollywood (Rocha, 2004). É nesse contexto histórico e político que as ficções científicas e os filmes de efeito são classificados como uma categoria irrelevante da produção cinematográfica nacional. A criação de efeitos especiais era percebida como uma forma cara e comercial, que não contribuía muito para a construção do cinema em nosso país. Rejeitava-se até mesmo as filmagens feitas em estúdio, segundo Rocha (2004): Um diretor que acredita na realidade, que pretende filmar um fato falo do cinema de ficção no local em que se passou a verdadeira ação, com ou sem atores, mas dentro de uma cenografia viva, captando ou não esse som, mas captando o som fundamental desse lugar, o som que mais representa, as cores e os elementos, está fazendo um filme de verdade. É um diretor que acredita na realidade e não na imagem, que não vai para o estúdio fazer uma imagem forjada, num cenário forjado, acrescentando na imagem dados de alienação, porque todos esses dados estetizantes são dados de alienação (Ibidem, p.42). Assim, os efeitos especiais também eram percebidos como elementos dos filmes de mercado e não constitutivos de uma obra autoral. Talvez por esse motivo ainda sejam vistos no cinema brasileiro apenas como um conjunto de tarefas operacionais e técnicas. Ainda não estão no mesmo patamar de importância, em termos de reconhecimento enquanto linguagem, que a Direção de Fotografia, por exemplo. Pensar sobre um sistema de criação, no qual a organização dos efeitos especiais ocorre a partir do design pode facilitar os procedimentos e as etapas não tão claras na maioria dos projetos. Faltam processos mais definidos, atividades projetuais, formação especializada e metodologia consistente. Assim, a possibilidade de discutir os procedimentos atuais de geração de efeitos especiais, 4 O Cinema Novo, surgido nos anos de 1950, alinhava-se contra as grandes produções cinematográficas norte-americanas e as chanchadas, defendendo um cinema de baixo custo, politizado e que refletisse a realidade do país. Alguns dos cineastas de destaque desse movimento foram: Glauber Rocha, Nelson Pereira dos Santos, Cacá Diegues, Rogério Sganzerla, Ruy Guerra, Joaquim Pedro de Andrade e Leon Hirszman. 13

15 contrapondo-os com as propostas e soluções oferecidas pelo design é o grande desafio deste trabalho. Pretende-se defender o design de efeitos especiais como um campo do design, ampliando também suas possibilidades como recurso estético do cinema. Quanto à metodologia adotada, buscou-se entender, por meio da análise bibliográfica, o conceito específico de efeitos especiais, isto é, quais são os elementos técnicos, de linguagem ou projetuais que os caracterizam. Um ponto importante foi a análise dos efeitos especiais como expressão das novas tecnologias e do design, feita a partir do estudo de textos que relacionam o design e a produção audiovisual. Foram também escolhidos três filmes que representassem o universo criativo que poderia ser abarcado pelo design de efeitos especiais, ou seja, obras nas quais poderíamos identificar um projeto claro e bem definido na orientação da construção de tais efeitos. No primeiro capítulo são discutidos os aspectos que caracterizam a linguagem cinematográfica, bem como a relação entre arte e design na construção de filmes. A seguir, os efeitos especiais são apresentados a partir de uma perspectiva histórica e dos processos e técnicas que os constituem. Na área de linguagem cinematográfica foram consultados os autores Jacques Aumont (1994), Vilém Flusser (2008), Lev Manovich (2007), Juan Droguett (2004) e Donis A. Dondis (2003). Para a análise entre arte e design no cinema, boa parte das referências vieram dos estudos de Luiz Antônio Coelho (2008), em sua análise dos conceitos-chave para o design e Bernhard Bürdek (2005), Gui Bonsiepe (1997) e Richard Hollis (2001), nas definições relacionadas especificamente ao design. Para os conceitos ligados à arte, Debrix e Stephenson (1969), Anatol Rosenfeld (2002) e Lucimar Frange (2003) foram as referências utilizadas. Especificamente nas áreas de direção de arte e design de produção para cinema foram consultados Charles Tashiro (1998), Vincent Lo Brutto (2002), Michael Rizzo (2005) e Mauro Baptista (2006). A base teórica para a história do 14

16 cinema, em especial nos anos de 1960 e 1970, foram os autores David Cook (2002), Fernando Mascarello (2006) e o trio Thomas Elsaesser, Alexander Horwath e Noel King (2004). Para o estudo das características do cinema clássico foi adotada a definição de David Bordwell e Kristin Thompson (2003). Na reconstrução da história dos efeitos especiais foram de fundamental importância os autores Pascal Pinteau (2004), Richard Rickitt e Jay Harryhausen (2007). No segundo capítulo são reconhecidos e analisados alguns elementos de linguagem determinantes para criação da identidade visual de um filme. Tais elementos são abordados a partir de três perspectivas diferentes: do frame ou imagem estática, da imagem em movimento e das intervenções imagéticas realizadas em ambas as situações anteriores para a construção do universo ficcional representado pelo filme. São fundamentais para essa análise as contribuições de Susan Sontag (2004), Marcel Martin (2007), além de retomarmos alguns dos autores já citados, como Flusser (2002), Debrix e Stephenson (1969). Na parte relacionada às intervenções na imagem, temos em especial as contribuições de Vicente Gosciola (2003) e Luiz Leocádio da Nova (2009). No estudo das camadas e composições, acrescentam-se os autores Hélio Jorge de Carvalho (1999) e Bruno Munari (2006). No terceiro capítulo, a produção de efeitos é analisada em três filmes: Rebobine Por Favor (Be Kind, Rewind, 2008), de Michel Gondry; Kill Bill (2003), de Quentin Tarantino e Livro de Cabeceira (The Pillow Book, 1996), de Peter Greenaway. Nesses três exemplos serão abordados os diferentes usos dos efeitos especiais como elementos projetuais da linguagem do filme. Em Rebobine, Por Favor (2008), utilizam-se alguns dos conceitos ligados à gambiarra, descritos por Rodrigo Boufleur (2003). Há também aspectos da bricolagem, discutidos por Maria Cecília Loschiavo dos Santos (2003), contrapondo com o conceito de projeto, defendido por André Villas-Boas (2003). Em Kill Bill (2003) são utilizados Elizabeth Gonçalves e Denis Porto Renó (2009), Maria Teresa 15

17 Denser (2008), Patrick McGee (2007) e Ana Vicentini Azevedo (2006). Para a análise de Livro de Cabeceira (1996), além de Nova (2009), Gosciola (2003), Carvalho (1999) e Manovich (2007), temos Randolph de Souza (2009) que traz os aspectos da colagem e Rick Poynor (2003). É importante salientar que os termos relacionados à linguagem cinematográfica ou fílmica aqui utilizados, enfatizam a análise visual da obra. Embora o som tenha papel fundamental na construção, significação e impacto das cenas, não será tratado de forma aprofundada. 16

18 1 Os efeitos especiais e a linguagem cinematográfica Para entender como os efeitos especiais podem contribuir com o conceito visual de um filme é preciso uma compreensão mais clara do significado da linguagem cinematográfica e das relações entre design e arte. Por esse motivo é fundamental conhecer o papel do design de produção 5 e da direção de arte na materialização dessa linguagem. É importante explicar aqui que a função de direção de arte em um filme é muito diferente daquela aplicada na área gráfica, no design ou na publicidade, por exemplo, embora a denominação seja a mesma. A direção de arte no cinema está ligada à supervisão e gerência de três departamentos básicos: figurino, maquiagem e cenografia. Desse modo, as tarefas do diretor de arte em uma agência de publicidade têm um paralelo mais próximo, no cinema, às responsabilidades delegadas ao designer de produção. Ao discutirmos arte e design, abordaremos também o papel do design de efeitos especiais na construção do filme, quais os seus principais objetivos e como ele pode dialogar com as demais áreas, a fim de obter um efeito que esteja afinado com a proposta da direção. Com esses elementos, pretende-se traçar uma linha conceitual norteadora, partindo da definição básica de linguagem, para transpô-la ao cinema. Depois será feita a análise de como a direção de arte e o design de produção contribuem para a construção do conceito visual do filme e de que modo o design de efeitos especiais pode colaborar com a aplicação desse conceito. 5 Entende-se por design de produção no cinema a área responsável pelo projeto e/ou planejamento estético do filme. Essa definição, no entanto, pode variar de autor para autor ou ter atribuições diferentes, dependendo do país em que se aplica. 17

19 Por fim, será apresentada uma perspectiva histórica dos efeitos especiais, com destaque para algumas das principais técnicas e realizadores que revolucionaram a área em cada período. 1.1 A linguagem cinematográfica: relações entre design e arte Segundo Aumont (1994), o conceito de linguagem cinematográfica surgiu com os primeiros teóricos do cinema, em especial Ricciotto Canudo e Louis Delluc, para definir um novo meio de expressão, considerado, na época, universal e distinto da linguagem verbal. O autor destaca diversos movimentos entre intelectuais e cineastas, russos e franceses, no sentido de criar uma gramática cinematográfica, que adequasse a linguagem do filme ao uso de bons autores, permitindo a aquisição de um bom estilo cinematográfico, ou de um estilo harmonioso (AUMONT, 1994, p.166). Ramos (2005), porém, questiona esse tipo de abordagem: Um filme específico oferece um texto ou um discurso; um grupo de filmes, idem. A analogia da linguagem é atraente porque permite aos críticos a aplicação de protocolos de interpretação literária. (...) A maior parte dos acadêmicos da área de cinema continua a sentir um certo desconforto com a análise dos aspectos visuais e sonoros dos filmes, preferindo, em lugar deles, os aspectos que se ajustam ao comentário literário tradicional trama, personagens e diálogos (RAMOS, 2005, p.49). Percebe-se aqui uma primeira tensão no que diz respeito ao entendimento do conceito de linguagem cinematográfica. Por um lado, procura-se compará-la à linguagem verbal ou escrita, utilizando os mesmos parâmetros aplicados ao léxico na compreensão do filme, por outro, existem teóricos que reivindicam ao cinema uma linguagem própria, fundamentada principalmente na geração de significado a partir das imagens em movimento, mas ainda em desenvolvimento. Quanto a isso, Flusser (2008) mostra-se pessimista, ao afirmar que demoraram séculos, desde o surgimento da escrita, para que o ser humano aprendesse a narrar e que, do 18

20 mesmo modo, ainda vai levar muito tempo para que descubramos o que é filmar ou fotografar. Arnheim (2005) entende que a insegurança em relação ao entendimento da obra visual é fruto de nossa educação, focada nas palavras e não na compreensão e expressão por meio do audiovisual. Esse desconforto, gerado pela relação dominante do discurso verbal sobre o visual, pode ser observado em muitas obras e autores contemporâneos como Peter Greenaway, que aborda o tema no filme O Livro de Cabeceira (The Pillow Book, 1996). Para Manovich (2007), a questão já começa na hora de interagir com a interface: o livro ou a revista são objetos sólidos, criados a partir de páginas separadas, de modo que as ações envolvem a navegação linear de uma página à outra, podendo haver marcação de páginas individuais ou o uso do índice; por outro lado, no caso do cinema, sua interface física envolve a organização específica da arquitetura de uma sala de projeção, sendo que a sua metáfora é uma janela aberta para um espaço virtual em 3D (MANOVICH, 2001, p.83). Na verdade, a linguagem cinematográfica desenvolve-se a partir dessa costura entre as linguagens escrita, oral, musical e visual. Para Droguett (2004), a linguagem cinematográfica pode ser analisada também pela perspectiva da sintaxe visual: o ângulo, a câmera, a linha e o contorno acrescidos da cor e dos gradientes tonais (DROGUETT, 2004, p.91). O autor acrescenta que a linguagem visual, flexível e complexa, tem maior maleabilidade do que a linguagem verbal, opinião corroborada por Dondis (2003), ao afirmar que a característica dominante da sintaxe visual é a complexidade. A autora utiliza o termo alfabetização visual, mas afirma que tentar estabelecer uma relação entre a inteligência visual e a linguagem verbal é inútil. Além disso, distancia-se da idéia simplista de que a linguagem é meramente uma técnica aplicada. Segundo Dondis (2003, p.27), a habilidade técnica para o manuseio do equipamento não é suficiente, a autora afirma que a capacidade intelectual para criar e compreender mensagens visuais é necessidade vital para quem deseja atuar no campo da comunicação. 19

21 No entanto, o estudo da linguagem ou da sintaxe visual cinematográfica perpassa a análise da imagem congelada ou frame: é preciso entender a relação entre os planos, estabelecida na etapa de edição ou montagem do filme. De acordo com Eisenstein (2002b, p.16) a justaposição de dois planos isolados através de sua união não parece a soma de um plano mais outro plano, mas o produto. Para o autor, esse produto tem um resultado qualitativamente diferente de cada um dos planos originais. Esse conceito também é conhecido como montagem dialética ou intelectual de Eisenstein. Carrière (2006, p.16) concorda com a idéia de que a relação entre os planos é um dos diferenciais da linguagem cinematográfica: foi aí, na relação invisível de uma cena com outra que o cinema realmente gerou uma nova linguagem. Percebe-se, então, que a montagem do filme e mesmo a movimentação da câmera inserem novas variáveis à noção de sintaxe imagética, e que o próprio conceito de linguagem cinematográfica, segundo as definições apresentadas, transita entre diferentes princípios e teorias. Em uma definição mais próxima ao design, Coelho (2008, p.41) afirma que a linguagem surge da combinação de associações e referências, com base em código e repertório partilhados por sujeitos de um grupo social e histórico, gerando informação e comunicação. Aqui, acrescenta-se à discussão a questão do contrato invisível entre pessoas de um mesmo grupo, estipulando normas e chegando a um consenso para a validação eficaz da inteligibilidade e comunicabilidade inerentes a uma linguagem convencionada. Para Royo (2008), existe um ciclo, de modo que as tecnologias de comunicação servem à cultura de uma época por meio da linguagem, que é configurada pelo design, condicionado, por sua vez, pela cultura. É uma cadeia imbricada de influências e referências, mas tendo o design como um dos motores dessa mudança. De acordo com Bürdek (2005), a vida da maioria das pessoas seria inimaginável sem o design. Ele nos acompanha o dia todo nas mais diversas atividades, como: trabalho, lazer, educação, serviços ligados à saúde, esportes, transporte de pessoas e bens, setor público, etc. Todas essas situações contêm 20

22 objetos do design. Ele pode estar muito próximo, como na moda, ou distante, como nas viagens espaciais. Para o autor, o design determina não apenas a existência, mas também a natureza, ou a essência, de algo. Essa essência manifesta-se pelos símbolos utilizados por cada grupo social. Porém, para Flusser (2008), o ser humano perdeu o contato direto com os símbolos e, por esse motivo, criou os sistemas de códigos como uma forma de superar o abismo entre ele e o mundo. Uma dessas materializações do código é o próprio design. Bürdek (2005) afirma que nossa comunicação com outras pessoas se dá por meio de produtos, que definem também os grupos sociais aos quais pertencemos, marcando o nosso lugar individual na sociedade. Flusser (2008) acrescenta que esses produtos não precisam ser necessariamente objetos materiais, ou seja, é possível a aplicação do design em softwares, por exemplo. De qualquer modo, a comunicação é sempre de modo a atender as necessidades ou expectativas de alguém. Para Hollis (2001) essas expectativas são atendidas na aplicação das três funções básicas do design: identificar (dizer o que é determinada coisa e de onde ela veio), informar/instruir (relacionando duas coisas de acordo com a direção, posição e escala) e apresentar/promover (no caso do design gráfico significa prender a atenção, tornando a imagem inesquecível). No caso do cinema, a execução dessas funções passa invariavelmente pela direção de arte e pelo design de produção. Design de produção e direção de arte são dois termos que definem áreas específicas da realização de um filme e que, curiosamente, destacam já em suas respectivas nomenclaturas, dois conceitos importantes para o estudo da linguagem cinematográfica: design e arte. Por esse motivo é de suma importância entender de que modo essas duas áreas completam-se e/ou tensionam-se na realização cinematográfica e como, dessa sinergia e/ou conflito, é construída a linguagem visual do filme. Abordando o conceito de arte, Rosenfeld (2002, p.208) acredita que através da manifestação sensorial e individual, a arte faz transparecer uma dimensão mais 21

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação LINHA DE PESQUISA: Inovações na Linguagem e na Cultura Midiática PROFESSOR

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL

UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL UM CAMINHO DE UMA PRODUÇÃO AUDIOVISUAL Existem infinitas maneiras de organizar, produzir e finalizar uma obra audiovisual. Cada pessoa ou produtora trabalha da sua maneira a partir de diversos fatores:

Leia mais

EMENTAS DAS DISCIPLINAS

EMENTAS DAS DISCIPLINAS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 514502 INTRODUÇÃO AO DESIGN Conceituação e história do desenvolvimento do Design e sua influência nas sociedades contemporâneas no

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO Constelação 1 Bruno Henrique de S. EVANGELISTA 2 Daniel HERRERA 3 Rafaela BERNARDAZZI 4 Williane Patrícia GOMES 5 Ubiratan NASCIMENTO 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este

Leia mais

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA

TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA TÍTULO / TÍTULO: A DIVULGAÇÃO CIENTÍFICA AUDIOVISUAL ENTRE O TELEJORNALISMO E O CINEMA AUTOR / AUTOR: Iara Cardoso INSTITUIÇÃO / INSTITUCIÓN: Laboratório de Estudos Avançados em Jornalismo (Labjor) Unicamp,

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais

Tecnologia em. Design Gráfico

Tecnologia em. Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico Tecnologia em Design Gráfico CARREIRA O Curso Superior de Tecnologia em Design Gráfico oferece oportunidade para o trabalho profissional em diversas profissões relacionadas

Leia mais

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1

Fotografia e Escola. Marcelo Valle 1 Fotografia e Escola Marcelo Valle 1 Desde 1839, ano do registro da invenção da fotografia na França, quase tudo vem sendo fotografado, não há atualmente quase nenhuma atividade humana que não passe, direta

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS

TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS Saída Profissional 03.01 TÉCNICO DE ARTES GRÁFICAS O Técnico de Artes Gráficas é um profissional qualificado, conhecedor do fluxo de produção gráfica, e apto para o exercício de profissões ligadas à composição,

Leia mais

AULA 2. Aspectos Técnicos. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com. MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES

AULA 2. Aspectos Técnicos. Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com. MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES MBA em Marketing Digital SOCIAL GAMES AULA 2 Luciano Roberto Rocha Aspectos Técnicos Ponta Grossa, 31 de agosto de 2013 ROTEIRO Papéis Processos Plataformas Ferramentas 2 PAPÉIS O desenvolvimento de um

Leia mais

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO

FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO FACULDADE REDENTOR NUCLEO DE APOIO EMPRESARIAL CURSO DE ADMINISTRAÇÃO Justificativa: As transformações ocorridas nos últimos anos têm obrigado as organizações a se modificarem constantemente e de forma

Leia mais

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola

Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Elvira Cristina de Azevedo Souza Lima' A Utilização do Jogo na Pré-Escola Brincar é fonte de lazer, mas é, simultaneamente, fonte de conhecimento; é esta dupla natureza que nos leva a considerar o brincar

Leia mais

Fazendo cinema na escola

Fazendo cinema na escola Fazendo cinema na escola Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Alex Moletta FAZENDO CINEMA NA ESCOLA Arte audiovisual dentro e fora da sala de aula Copyright 2014 by Alex Moletta Direitos desta

Leia mais

Aula 05. CINEMA: profissões

Aula 05. CINEMA: profissões Aula 05 CINEMA: profissões Profissões do Cinema O cinema pode ser dividido em diversos processos, onde se envolvem diferentes tipos de profissionais: Roteiro Produção Realização Decupagem Decupagem de

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES

CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES CENTRO UNIVERSITÁRIO UNIVATES REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM FOTOGRAFIA REGULAMENTO DE ESTÁGIO CURRICULAR NÃO OBRIGATÓRIO Das Disposições Gerais O presente

Leia mais

SIMULADO DE RÁDIO, TV e INTERNET - 2015/1 Devolutiva das questões

SIMULADO DE RÁDIO, TV e INTERNET - 2015/1 Devolutiva das questões SIMULADO DE RÁDIO, TV e INTERNET - 2015/1 Devolutiva das questões 1) Questões objetivas Questão nº 1 - Resposta E Justificativa: O rádio se reinventava para tentar não perder espaço para a televisão. Questão

Leia mais

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL O FEST CURT CELU Guia Curta Fácil 2 A câmera de cinema funciona como se fosse uma máquina fotográfica que dispara milhares de foto em um espaço muito

Leia mais

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté 1 Conteúdo TIPOS DE PLANOS... 3 PLANO GERAL... 3 PLANO MÉDIO... 3 PLANO AMERICANO... 4 PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP... 4 PRIMEIRÍSSIMO PLANO... 4 MOVIMENTOS DE CÂMERA... 5 PANORÂMICAS - PANS... 5 PANORÂMICA

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1

Ementário do curso de Design de Moda Grade 2004/1 1 1 ACESSÓRIOS Fase: 5ª Carga Horária: 30h/a Créditos: 02 Concepção e desenvolvimento de desenho. Modelagem. Montagem. Técnicas de aprimoramento. Fichas técnicas. Processo de padronização. Mostruário.

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO. MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com

DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO. MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com JOGOS DIGITAIS DESENVOVIMENTO DE GAMES APRESENTAÇÃO MARCELO HENRIQUE DOS SANTOS http://www.marcelohsantos.com marcelosantos@outlook.com Bacharel em Sistema de Informação Pós Graduado em Games : Produção

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA

AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA AS PERSPECTIVAS DA ECONOMIA CRIATIVA NO BRASIL PARA GERAÇÃO DE EMPREGO E RENDA Miranda Aparecida de Camargo luckcamargo@hotmail.com Acadêmico do Curso de Ciências Econômicas/UNICENTRO Luana Sokoloski sokoloski@outlook.com

Leia mais

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS

EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS EXPERIÊNCIAS SIGNIFICATIVAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL DA REDE MUNICIPAL DE ENSINO DE PINHAIS-PR: COMPARTILHANDO IDEIAS E IDEAIS Cordeiro, Juliana SEMED/Pinhais, vínculo efetivo, Pinhais, Paraná, Brasil juliana.cordeiro@pinhais.pr.gov.br

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

Videoclipe: Só sei dançar com você 1

Videoclipe: Só sei dançar com você 1 Videoclipe: Só sei dançar com você 1 Bruno Olhero BOTAS 2 Gabriela dos Santos SILVA 3 Grazielli FERRACCIOLLI 4 Guilherme Henrique de SOUZA 5 Isa Dias Colombo SANTOS 6 Rahessa da Silva VITÓRIO 7 Yasmin

Leia mais

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial

remuneração para ADVOGADOS advocobrasil Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados porque a mudança é essencial remuneração para ADVOGADOS Uma forma mais simples e estruturada na hora de remunerar Advogados advocobrasil Não ter uma política de remuneração é péssimo, ter uma "mais ou menos" é pior ainda. Uma das

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA

CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA 1 CURSO DE COMUNICAÇÃO SOCIAL PUBLICIDADE E PROPAGANDA EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) 2012 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 4 01 INTRODUÇÃO A PUBLICIDADE E PROPAGANDA... 4 02 HISTÓRIA DA ARTE... 4 03 COMUNICAÇÃO

Leia mais

ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE DISEÑO. Universidad de Palermo. Para ser publicado en Actas de Diseño.

ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE DISEÑO. Universidad de Palermo. Para ser publicado en Actas de Diseño. ENCUENTRO LATINOAMERICANO DE DISEÑO. Universidad de Palermo. Para ser publicado en Actas de Diseño. Autores: HOMMERDING, Tales. ; BERARD, Rafael de Moura. ; MERINO, Eugênio. Título: A contribuição do design

Leia mais

2 Editoração Eletrônica

2 Editoração Eletrônica 8 2 Editoração Eletrônica A década de 80 foi um marco na história da computação. Foi quando a maioria dos esforços dos desenvolvedores, tanto de equipamentos, quanto de programas, foram direcionados para

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

Apostila Artes Audiovisuais

Apostila Artes Audiovisuais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CAMPUS SERTÃOZINHO Apostila Artes Audiovisuais ROTEIRO Cinema,Televisão e Vídeo 3a. Revisão 2010 Prof. MS. Ricardo Stefanelli 1 Projeto para Roteiro Audiovisual Vídeo Artes

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos?

TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? 1 TV Analógica e TV Digital: como conviver com os dois formatos? Willians Cerozzi Balan Setembro/2009 Autores, pesquisadores e profissionais da área de produção em televisão reconhecem que a imagem exerce

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade

Designer gráfico. elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade Rubens de Souza Designer gráfico O designer gráfico desenvolve projetos ou planejamentos a partir de elementos verbais e não-verbais que irão compor peças gráficas com a finalidade específica de atingir

Leia mais

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO

Eletiva VOCÊ EM VÍDEO Eletiva VOCÊ EM VÍDEO E.E. Princesa Isabel Número da sala e sessão Professor(es) Apresentador(es): Adriana Prado Aparecida Pereira da Silva Realização: Foco A Escola Estadual Princesa Isabel, por meio

Leia mais

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores.

com níveis ótimos de Brand Equity, os interesses organizacionais são compatíveis com as expectativas dos consumidores. Brand Equity O conceito de Brand Equity surgiu na década de 1980. Este conceito contribuiu muito para o aumento da importância da marca na estratégia de marketing das empresas, embora devemos ressaltar

Leia mais

Design Manual do curso

Design Manual do curso Design Manual do curso Informações gerais INFORMAÇÕES GERAIS Nome: curso de Design, bacharelado Código do currículo: 2130 Nível: curso superior de graduação Início: o curso de Design com habilitação em

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 1 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) Consuni nº. 63/14, 2011 de 10 de dezembro de 2014. 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 INTRODUÇÃO AO CONHECIMENTO TECNOLÓGICO...

Leia mais

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com ANIMAÇÕES WEB AULA 3 princípios da animação professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com Animação - conceito É a técnica que cria a ilusão de movimento a partir de uma sequência de desenhos ou imagens.

Leia mais

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS

TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Sétimo Fórum Nacional de Professores de Jornalismo Praia dos Ingleses, SC, abril de 2004 GT: Laboratório de Jornalismo Eletrônico Trabalho: TELEJORNALISMO E ESTUDOS CULTURAIS Autora: Célia Maria Ladeira

Leia mais

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL

ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA PRODUÇÃO DE TEXTOS DO JORNAL REPORTAGEM RESENHA CRÍTICA TEXTO DE OPINIÃO CARTA DE LEITOR EDITORIAL ORIENTAÇÕES PARA OS GRUPOS QUE ESTÃO PRODUZINDO UMA: REPORTAGEM Tipos de Textos Características

Leia mais

Alfabetização e Letramento

Alfabetização e Letramento Alfabetização e Letramento Material Teórico A Escrita no Processo de Alfabetização Responsável pelo Conteúdo e Revisor Textual: Profª. Ms Denise Jarcovis Pianheri Unidade A Escrita no Processo de Alfabetização

Leia mais

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO

A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO A COMUNICAÇÃO ORGANIZACIONAL: UMA DISCUSSÃO SOBRE AS ESTRATÉGIAS DE GESTÃO DO CONHECIMENTO Priscila Gomez Soares de Moraes 1 Fabrício Ziviani 2 RESUMO: O presente trabalho tem como objetivo questionar

Leia mais

CHAMAMENTO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ORIENTADORES ARTÍSTICOS EM TEATRO PARA O PROJETO ADEMAR GUERRA Edição 2013

CHAMAMENTO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ORIENTADORES ARTÍSTICOS EM TEATRO PARA O PROJETO ADEMAR GUERRA Edição 2013 CHAMAMENTO PÚBLICO PARA SELEÇÃO DE ORIENTADORES ARTÍSTICOS EM TEATRO PARA O PROJETO ADEMAR GUERRA Edição 2013 PROJETO ADEMAR GUERRA Conceito e Eixo Curatorial I-Apresentação O Governo do Estado de São

Leia mais

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software

JOSÉ AUGUSTO FABRI. Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação e a Organização de Processos de Produção em um Contexto de Fábrica de Software São Paulo 2007 JOSÉ AUGUSTO FABRI Uma Proposta de Modelo para a Criação

Leia mais

Roteiro. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto. Autor Professor Conteudista Rafael Moralez

Roteiro. Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto. Autor Professor Conteudista Rafael Moralez Roteiro 1 Coordenador do curso Prof. Dr. Francisco Isidro Massetto Autor Professor Conteudista Rafael Moralez PACC Programa Anual de Capacitação Continuada Curso: Produção de Vídeo. de Massetto, F. I.,

Leia mais

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO

3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO 3 DICAS QUE VÃO AJUDAR A POUPAR DINHEIRO EM SEU PRÓXIMO PROJETO DE VÍDEO Fazer vídeos hoje em dia já não é o bicho de 7 cabeças que realmente foi a pouco tempo atrás. Nesse e-book você vai começar a aprender

Leia mais

Apresentação da FAMA

Apresentação da FAMA Pós-Graduação Lato Sensu CURSO DE ESPECIIALIIZAÇÃO 444 horras/aulla 1 Apresentação da FAMA A FAMA nasceu como conseqüência do espírito inovador e criador que há mais de 5 anos aflorou numa família de empreendedores

Leia mais

Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil. bbbrothers@bbbrothers.com.

Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil. bbbrothers@bbbrothers.com. Gerência de projetos: arte ou disciplina? By André Barcaui, MsC, PMP is a consultant and management coach, Brazil bbbrothers@bbbrothers.com.br O equilíbrio necessário para se tornar um excelente gerente

Leia mais

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014. Curso Profissional de Técnico de Multimédia. Planificação

ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014. Curso Profissional de Técnico de Multimédia. Planificação ESCOLA SECUNDÁRIA DR. GINESTAL MACHADO Ano lec.2013-2014 Curso Profissional Técnico Multimédia Planificação Disciplina: Design, Comunicação e Audiovisuais Ano: 11º Conteúdos Objetivos Estratégias/Atividas

Leia mais

Projeto: TE Conhecer, aprender, saber...

Projeto: TE Conhecer, aprender, saber... Colégio Pe. João Bagozzi Formação de Educadores Tecnologias da Informação e da Comunicação - TICs http://blog.portalpositivo.com.br/ticbagozzi Projeto: TE Conhecer, aprender, 1 Objetivos e Atividades:

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar.

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar. Universitar: o Desafio da Cidadania na versão stop motion 1 Annelena Silva da LUZ 2 Filipe Mendes AYOUB 3 Giandra Carla dos SANTOS 4 Mariângela Barichello BARATTO 5 Juliana PETERMANN 6 Universidade Federal

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação

4 Metodologia. 4.1.Metodologia de observação 56 4 Metodologia O objetivo desse trabalho é observar o uso de textos de multimodais na sala de aula de língua inglesa, assim como a escolha do professor no uso de este ou aquele texto multimodal, de modo

Leia mais

12 Guia prático de história oral

12 Guia prático de história oral parte i Fundamentos 12 Guia prático de história oral 1. TEMA Ao longo dos últimos anos, muitas abordagens se somam à chamada história oral, termo, contudo pouco explicado e confundido com gravações de

Leia mais

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão.

Cadê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Cinema; curta-metragem; ficção; roteiro; visão. Cadê? 1 Mirielle Katarine do Nascimento CAHUHY 2 Claudilma Marques Mendes da SILVA 3 Karen Alves de LIMA 4 Sara Raquel REIS 5 Anaelson Leandro de SOUSA 6 Universidade do Estado da Bahia, Juazeiro, BA RESUMO

Leia mais

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se VOZ DO LEITOR ANO 4 EDIÇÃO 30 On/off-line: entreolhares sobre as infâncias X, Y e Z Amanda M. P. Leite A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se prende a uma espécie de saudosismo da

Leia mais

Fig. 247 Storyboard 2

Fig. 247 Storyboard 2 173 Fig. 247 Storyboard 2 174 Fig. 248 Storyboard 2 Fig. 249 Storyboard 2 175 176 3.2.5 Edição visual e sonora Foram realizadas algumas etapas: análise, seleção e edição da imagem (correção de cor, luz,

Leia mais

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO

POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO 1 POR TRÁS DA LENTE E DIANTE DA CÂMERA A EVOLUÇÃO DO RETRATO RESUMO Colégio Londrinense Alunos (as): Laís Knott Oliveira Silva; Clóvis Begnozzi Neto; Lucas Assis; Rafael Noriaki Yamamoto Orientadora: Wiviane

Leia mais

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3

ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3. A série... 3 WORD 2007 E 2010 ÍNDICE ÍNDICE... 2 INTRODUÇÃO... 3 A série... 3 01 CAPTURAS DE TELA WORD 2010... 3 02 IMAGENS 2007/2010... 5 03 NOTAS DE RODAPÉ... 13 04 NUMERAÇÃO DE PÁGINAS... 15 05 CONTAR PALAVRAS...

Leia mais

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo

Produzindo e divulgando fotos e vídeos. Aula 1 Criando um vídeo Produzindo e divulgando fotos e vídeos Aula 1 Criando um vídeo Objetivos 1 Conhecer um pouco da história dos filmes. 2 Identificar a importância de um planejamento. 3 Entender como criar um roteiro. 4

Leia mais

CURSO DE DESIGN DE MODA

CURSO DE DESIGN DE MODA 1 CURSO DE MATRIZ CURRICULAR 2016.1 EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) Consuni nº. 49/15, 2015 de 7 de outubro de 2015. SUMÁRIO 2 1ª FASE... 4 01 DESENHO DE MODA I... 4 02 HISTÓRIA: ARTE E INDUMENTÁRIA...

Leia mais

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013

MATRIZ CURRICULAR CURRÍCULO PLENO/ 2013 Curso: Graduação: Habilitação: Regime: Duração: COMUNICAÇÃO SOCIAL BACHARELADO MATRIZ CURRICULAR PUBLICIDADE E PROPAGANDA SERIADO ANUAL - NOTURNO 4 (QUATRO) ANOS LETIVOS Integralização: A) TEMPO TOTAL

Leia mais

Contrata Consultor na modalidade Produto

Contrata Consultor na modalidade Produto Contrata Consultor na modalidade Produto PROJETO 914BRZ1134 EDITAL Nº 001/2014 1. Perfil: I - Consultoria para monitoramento e avaliação acerca de como se dá a apropriação de conteúdos, conceitos e novas

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL O BRINCAR, A BRINCADEIRA, O JOGO, A ATIVIDADE LÚDICA E A PROPOSTA PEDAGÓGICA PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL Josiane Lima Zanata (Seduc) josianezanata@hotmail.com Ivani Souza Mello (UFMT) ivanimello1@hotmail.com

Leia mais

Mais informações e marcações Elisa Aragão servicoeducativo@zeroemcomportamento.org 213 160 057 www.zeroemcomportamento.org

Mais informações e marcações Elisa Aragão servicoeducativo@zeroemcomportamento.org 213 160 057 www.zeroemcomportamento.org Apresentamos de seguida várias sessões temáticas compostas por curtas-metragens de animação, às quais chamamos de Filminhos Infantis. Estas propostas são complementadas com uma oficina com uma duração

Leia mais

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural

Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Uma Perspectiva Sócio-Histórica do Processo de Alfabetização com Conscientização do Contexto Sociocultural Camila Turati Pessoa (Universidade Federal de Uberlândia) camilatpessoa@gmail.com Ruben de Oliveira

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

A MAIOR ESCOLA DE FOTOGRAFIA DA AMÉRICA LATINA INTENSIVO

A MAIOR ESCOLA DE FOTOGRAFIA DA AMÉRICA LATINA INTENSIVO A MAIOR ESCOLA DE FOTOGRAFIA DA AMÉRICA LATINA CURSO COMPLETO BELO HORIZONTE INTENSIVO & RIO DE JANEIRO DE FOTOGRAFIA TODO FOTÓGRAFO EXPERIENTE UM DIA FOI INICIANTE. Vinícius Matos O Curso completo de

Leia mais

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo PIC VERSÃO PARA O PROFESSOR VERSÃO PARA O PROFESSOR 9. o ano Ensino Fundamental Produção Integrada ao Conteúdo Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências Geografia História A nota da PIC é a média

Leia mais

As diversas fases da produção publicitária e institucional

As diversas fases da produção publicitária e institucional As diversas fases da produção publicitária e institucional Roteiro Projeto Preparação Pré-produção Filmagem Desprodução Finalização Projeto Uma vez finalizado o roteiro pela agência, o produtor (da produtora)

Leia mais

PÓS-GRADUAÇÃO PROJETOS DIGITAIS

PÓS-GRADUAÇÃO PROJETOS DIGITAIS PÓS-GRADUAÇÃO PROJETOS DIGITAIS Coordenadora: Pedro Segreto 06/04/2015 > 09/2016 400 horas Idioma: Português Aulas: Segundas e quartas das 19h30 às 22h30 PÚBLICO-ALVO Profissionais e pesquisadores das

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO "A peça". 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Em um dia de verão, os brinquedos aproveitam o sol

Leia mais

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA.

O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. O MODELO DA TELEVISÃO BRASILEIRA NA CONCEPÇÃO DE VIDEOAULAS: UMA EXPERIÊNCIA INOVADORA DO IFSC NA EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA. Autor: Paulo Vitor Tavares, Ms. Palavras-chave: EAD, Televisão, Videoaula, IFSC.

Leia mais

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009.

ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Resenhas 161 ROJO, Roxane. Letramentos múltiplos, escola e inclusão social. São Paulo: Parábola, 2009. Márcia Moreira Pereira* marcia.moreirapereira@gmail.com *Possui graduação em Letras pela Universidade

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

Curta-metragem Se Houver Quórum 1

Curta-metragem Se Houver Quórum 1 Curta-metragem Se Houver Quórum 1 Marcelo GERNHARDT 2 Giancarlo Backes COUTO 3 Luan Menezes KONRATH 4 Lucas de Quadros POOCH 5 Leonardo COUTO 6 Fábio SCHMITZ 7 Donesca CALLIGARO 8 José Francisco Mendonça

Leia mais

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem

UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem UNIDADE II Conhecendo o Ambiente Virtual de Aprendizagem 2.1 Introdução Caro Pós-Graduando, Nesta unidade, abordaremos o Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) que será utilizado no curso: o Moodle. Serão

Leia mais

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio

Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio Currículo Referência em Artes Visuais Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

Design gráfico: Programas de Disciplinas e Seus Componentes Pedagógicos.

Design gráfico: Programas de Disciplinas e Seus Componentes Pedagógicos. Design gráfico: Programas de Disciplinas e Seus Componentes Pedagógicos. 1º PERÍODO Área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas DISCILINA: Metodologia Científica CARGA CÓDIGO CRÉDITOS HORÁRIA H11900 04

Leia mais

Um estudo sobre a geração e narração automática de estórias. Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção

Um estudo sobre a geração e narração automática de estórias. Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção Fabio Wanderley Guerra Engenharia de Estórias Um estudo sobre a geração e narração automática de estórias Dissertação de Mestrado Dissertação apresentada como requisito parcial para obtenção do grau de

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais