O cinema de animação em Coraline e o Mundo Secreto 1. Danieli dos Santos PIMENTEL 2 Universidade do Estado do Pará, Belém, PA

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "O cinema de animação em Coraline e o Mundo Secreto 1. Danieli dos Santos PIMENTEL 2 Universidade do Estado do Pará, Belém, PA"

Transcrição

1 O cinema de animação em Coraline e o Mundo Secreto 1 Danieli dos Santos PIMENTEL 2 Universidade do Estado do Pará, Belém, PA Resumo O artigo se ocupa do estudo do cinema de animação como técnica empregada na produção fílmica de Coraline e o Mundo Secreto (2009). Para tanto, na investigação desse procedimento técnico digital, perfaz-se o trajeto histórico inventivo do gênero interativo mediante as principais produções cinematográficas do século XX. Desse modo, no sentido de identificar os recursos de animação no filme, recorre-se ao procedimento de análise fílmica, a partir da observação de planos, sequências narrativas, cromatismo e demais procedimentos digitais empregados na composição fílmica, nesse trajeto, recorre-se se aos estudos da teoria cinematográfica no que concerne o gênero animação, dentre eles, destacam-se os autores: Lucena Júnior (2005) e Carolina Fossatti (2011). Palavras-chave: cinema de animação; interatividade; análise fílmica. O cinema de animação: percurso histórico Hoje, as interfaces interativas têm conferido maior amplitude às obras e permitindo que o espectador as explore e as transforme com sua ação (PARENTE, 2011, p. 56). O percurso histórico do cinema de animação é a inventiva da descoberta de importantes progressos técnicos, como expõe Fossatti (2011, p. 27) em sua obra Cinema de animação: um diálogo ético no mundo encantado das histórias infantis. Conforme a autora, o cinema de animação estaria ligado às transformações das técnicas e das novas tecnologias do cinema. Desse modo, foi neste cenário que os primeiros filmes destinados ao público infantil se desenvolveram. Aprimorando cada vez mais seus recursos visuais e seus procedimentos artísticos, os filmes anteriormente destinados ao público infantil abarcariam, mais tarde, o público em geral. O cinema de animação tem como referência Walt Disney. De acordo com Fossatti (2011, p. 27), o estilo Walt Disney continua a inspirar a animação mundial, consolidando suas obras como marcos referenciais. Sua técnica, estética e sensibilidade 1 Trabalho apresentado no DT 04 Comunicação Audiovisual do XIV Congresso de Ciências da Comunicação na Região Sul, realizado de 30 de maio a 01 de junho de Mestra em Educação pela UEPA,

2 para dar vida a suas criações perpetuam-se por gerações. Nesse percurso histórico, o universo dos desenhos animados continua a se reproduzir e com o tempo ganha novos contornos, a partir do surgimento de animadores, estúdios, filmes e personagens, que juntos vão dando consolidação ao gênero (FOSSATTI, 2011, p. 27). De modo abrangente, Locena Júnior (2005, p. 59) discute que Na verdade todo desenho animado é um cinema de animação, mas o inverso não ocorre. Isso significa que o conceito de cinema de animação é mais amplo e abrange diversas técnicas, como o desenho animado. Talvez exista essa confusão porque o desenho animado se proliferou com mais intensidade do que qualquer outra técnica. Por outro lado, a transposição dos contos infantis para a linguagem cinematografia encontra no recurso de animação novas possibilidades de recriação do universo simbólico. Desta forma, as animações inclinam-se para os gêneros de ação e farsa, de alta aventura, ou ainda, para as tramas de maturação cuja visualização e se presentificam em diversos filmes animados. No aprimoramento da linguagem poética, os filmes de animação exploram o cenário da fantasia e do sonho, ou seja, quase sempre os filmes animados envolvem o caráter onírico em sua linguagem discursiva. 3 Fossatti (2011) ao citar a obra El cine de animación, de José Mascardó Guillén (1997) assegura que o desenho de animação revela-se apenas como uma das possíveis técnicas do gênero, estendendo-se as películas com figuras recortadas, às sombras chinesas, às marionetes, ao cinema de bonecos, bem como aos efeitos especiais daquelas películas interpretadas por atores. A hábil faculdade de recobrir a vida de objetos inanimados, é descrita pelo autor como o grande milagre da animação. 4 A evolução e aprimoramento dos meios tecnológicos do cinema de animação recorreram, desde cedo, ao recurso do efeito phi, efeito responsável pela impressão dos movimentos. A partir daí, surge a incorporação de novos recursos técnicos na produção do gênero animação. Por volta do ano de 1645, o desenvolvimento da animação começa a instigar muitos cientistas. Neste mesmo ano, Athanasius Kircher expõe ao 3 Em termos etimológicos a origem do termo animação recobra sua gênese latina na palavra animare, cujo significado seria: dar vida. De forma contundente, no século XX, o termo animação passa a ser evocado para as imagens em movimento (LUCENA JÚNIOR, 2005, p. 29). 4 Dessa maneira, o cinema de animação se utiliza de outros recursos, como a animação de pessoas, animação de objetos, animação com carvão, animação com massa de modelar, animação de recortes, animação direta na película e desenho animado com filme ao vivo (MORENO, 1979).

3 público a lanterna mágica. Adiante, no século XVIII, Pieter Van Musschenbroek daria continuidade aos estudos de Kircher ao produzir a ilusão de movimento no ano de 1736, data da primeira exibição animada (FOSSATTI, 2011, p. 28-9). Ainda para Fossatti (2011, p. 29), em decorrência da exploração da inventividade da lanterna mágica, os mecanismos foram se popularizando, ao serem utilizados como veículo de entretenimento para exibições itinerantes. Posteriormente, no ano de 1794, Etienne Gaspard Robert, em Paris, exploraria de forma comercial o potencial da lanterna mágica, com o espetáculo Fantasmagorie. 5 Mediante as novas descobertas, foram acrescidos outros experimentos de animação. Nesse contexto, as tiras em quadrinhos aos poucos ganharam movimentos em versões cinematográficas. O processo de sequenciação das histórias em quadrinhos já prenunciava o cinema animado, pois o gênero, a partir de uma narrativa em quadros, assemelha-se ao padrão dos fotogramas. Essa constatação é confirmada por Moacy Cirne (2000, p. 134), quando o estudioso afirma que Cinema e quadrinhos artes essencialmente narrativas, enquanto bens simbólicos, enquanto produção social de sentidos (estéticos e culturais), são formações semióticas, como o são outros discursos artísticos e/ou literários. Nos dois, há uma primeira aproximação semiótica: a imagem. Mesmo que no cinema a imagem fotografada esteja em movimento, através do processo mecânico provocado pela projeção de 24 fotogramas por segundo, e nos quadrinhos veiculados pela mídia impressa, a imagem desenhada seja congelada. Nas primeiras décadas do século XX, Georges Méliès, também tem seu nome aventado na utilização de técnicas de ilusionismo como gênero animação. Alguns de seus filmes foram coloridos manualmente e, por meio da montagem, criavam ilusões de espaço e de movimento das personagens. 6 Nesse universo de animação em diálogo com técnicas artísticas, Não se tratava de desvencilhar a arte da animação da técnica que lhe permitia existir (algo impossível), mas submetê-la a determinações artísticas afinal, parte da riqueza artística está justamente na habilidade da exploração da técnica. Para a emergência da animação como arte, tornava-se imperativo o 5 Ainda citando Fossatti (2011, p. 30), a história de animação revela-se bem mais antiga que o próprio cinema dos irmãos Lumière em 1895, ano da primeira apresentação, com o cinematógrafo. 6 As vanguardas históricas radicalizariam esse processo de imagens em movimento, ao quebrar a sequência de fotogramas, criando universos paralelos e de estranheza. Nessa perspectiva cinematográfica, o Surrealismo francês, sobretudo, trouxe para as telas de cinema, espaços paralelos ao real, em que é possível visualizar imagens que contradizem o plano da razão.

4 deslocamento da técnica de animação do centro de atenção do espectador (LUCENA JUNIOR, 2005, p ). Nos anos de 1920, em consonância com as transformações no âmbito da montagem cinematográfica, Walt Disney despontaria no cenário de produção dos filmes animados. Fundada em 1923, a companhia Disney Brothers, que mais tarde viria a trocar de nome para Walt Disney Studios, produziria seus primeiros curtas-metragens e daí em diante uma série de desenhos animados sairiam dos Studios Disney: Oswald ( ), Alice, Mickey Mouse (1928), Flowers end Trees (1932), primeiro filme de animação colorido por Disney, os Três Porquinhos (1933), Pato Donald (1934), Branca de Neve (1934), Pinóquio (1940), Dumbo (1941), Bambi (1942), Cinderela (1950), Alice nos país das maravilhas (1951), Peter Pan (1953), A Dama e o Vagabundo (1955), 101 Dálmatas (1961), Mogli, o menino lobo (1967) dentre outros. Mesmo com o intenso trabalho de animação, as produções dos Estúdios Disney não cessariam suas produções. Não é nenhum exagero afirmar que o século XX não teria as feições culturais que o caracterizaram sem a influência do imaginário do mundo da fantasia criado a partir dos desenhos animados de Walt Disney. E esse sucesso se deve, inicialmente, ao enfrentamento dos problemas então existentes para a formulação de uma linguagem que verdadeiramente dotasse a animação de características artísticas próprias a correta equação envolvendo imagem desenhada e seu movimento no espaço/tempo. A mais pura conquista da arte sobre a tecnologia que lhe permitia existir. Em outras palavras, ao sujeito que possuía o lápis (a tecnologia) foi oferecido um alfabeto (a arte), para que ele pudesse expressar-se (LUCENA JÚNIOR, 2005, p. 97). Com a intensa produção dos filmes animados dos Estúdios Walt Disney, a sua atuação marca presença na história da animação. Em contrapartida, neste cenário, emergem os novos estúdios e a era da televisão. No entender de Fossatti (2011, p. 43), a eclosão dessa nova tecnologia e dos nascentes estúdios exigiu a apresentação de novas possibilidades estéticas que desacomodariam o antigo formato das animações. Diante das novas produções, concorriam com as animações de Pato Donald e Mickey Mouse personagens como: Betty Boop, Popeye, Olívia e Brutus dos produtores Fleischer. No ano de 1939, os irmãos Fleischer lançam As viagens de Gulliver, estabelecendo assim, a concorrência em resposta ao filme Branca de Neve e os sete anões dos estúdios Disney (FOSSATTI, 2011, p. 44). Nos anos seguintes, as adaptações dos super-heróis dos quadrinhos para o cinema de animação inspiraria outro público consumidor. Assim, outro cenário de produção se

5 apresenta, frente ao panorama da Segunda Guerra Mundial. Surgem, nesse período, os personagens símbolos de heroísmo, e, por conta do patriotismo e dos regimes totalitários, os desenhos animados fazem representações da história americana, por meio de personagens como, por exemplo, o Superman e o Capitão América. No ano de 1923, surge a Warner Brothers dos irmãos Albert, Sam, Harry e Jack L. Warrer e de Bill Hanna e Joe Barbera pela MGM. São apresentados ao público os personagens: Pernalonga, Patolino, Frajola, Piu-Piu, Para-Léguas, Coiote, Pepe Lepew, Diabo da Tasmânia e Tom & Jerry. Em contraposição aos estúdios Disney, as duas novas produtoras lançariam uma animação marcada por distorções e exageros, cujos efeitos ilógicos e descompromissados produziam resultados cômicos e surrealísticos (FOSSATTI, 2011, p. 44). Com os novos recursos de animação, surgem os filmes que se utilizavam do estilo UPA, ou seja, os filmes que se utilizavam de referências artísticas como o cubismo. Dessa forma, os animadores que fundaram a UPA já haviam integrado o grupo Disney e essa experiência lhes proporcionava uma extensa base artística (LUCENA JÚNIOR, 2005). Conforme Fossatti (2011, p. 46), a grande popularidade da televisão ( ) continuou desafiando a animação. A proposta e os interesses alavancados por essa tecnologia estimularam diferentes formatos, motivados pela necessidade em atender a uma demanda crescente. O estilo UPA, atendia diretamente as necessidades do público televisivo, com produções de baixo custo interferia na qualidade dos filmes animados. No entanto, Fossatti (2011, p. 47) anota: reagindo ao rumo que a animação seguia, os estúdios continuavam buscando alternativas para baratear seus custos, preservando alguns critérios de qualidade estética. Posto isto, com o objetivo de atender as necessidades televisivas a técnica Hanna-Barbera era a mais popular e possibilitava o desenvolvimento de novas séries de animação. Tal técnica caracterizava-se pela simplificação, valendo-se de poses-chave demarcadas pelo movimento das extremidades de seus personagens. Assim, tais quadros podiam ser aproveitados em animações subsequentes, simplificando o trabalho dos animadores, baixando os custos e favorecendo o lançamento contínuo de novas animações para a televisão, no período que se estendeu de 1950 e 1960 (FOSSATTI, 2011, p. 47).

6 De acordo com a concorrência dos novos estúdios de animação, a Disney também se intensificava em suas novas produções, mesmo que em menor quantidade, e, para não perder espaço, insistia na produção dos gêneros de animação. Ao perceber que estava perdendo espaço para as novas produtoras que atendiam diretamente o público televiso, decidiu então dar continuidade aos novos projetos de animação. Pelos idos de 1980, o estúdio Disney retoma a sua produção com a sequência dos filmes: A pequena sereia (1989), A Bela e a Fera (1991), O Rei Leão (1994) e Toy Story (1995). Neste último filme, a Disney vale-se dos meios tecnológicos de animação da Pixar Animation. O referido estúdio esteve, desde o início de sua trajetória, envolvido com o aprimoramento das técnicas digitais. Desta vez, aliada as novidades técnicas atuais, o cinema de animação passa a utilizar-se da computação gráfica. Surge com isso o chamado cinema de animação digital, logo, as novas tecnologias do meio digital seriam utilizadas pelo gênero de animação mediante ao fato que as novas possibilidades digitais foram sendo gradualmente apropriadas pelos estúdios conduzindo sua arte final a um resultado expressivo pela ilusão 3D. As tecnologias digitais tiveram influência de cineastas como Steven Spielberg e George Lucas, uma vez que se valeram de suas potencialidades para o desenvolvimento dos efeitos especiais de suas produções (FOSSATTI, 2011, p. 49). Nos anos de 1990, com o advento da computação gráfica os estúdios alcançariam depuramento da técnica do cinema de animação digital, a partir de então se incorporam aos filmes os procedimentos computadorizados tridimensionais em 3D. Desta maneira, os estúdios Walt Disney e Pixar, que nesse momento passaram a ser referência na técnica em 3D, foram ligeiramente ameaçados pela concorrência de novos estúdios que nesse período se formaram: o Dream Works Animation SKG e a 20th Century Animation. Criada no ano de 1994 e a Dream Works Animation SKG. Nessa época, surgiram os filmes de animação Formiguinhaz (1998) e Príncipe do Egito (1998). Resultante da produção dos estúdios Dream Works Animation SKG, advém a série de filmes, como, por exemplo, Shrek (2001). Após a consolidação e larga produção do gênero animação no ano de 2000, a Academia de Artes e Ciências Cinematográficas (AACC) criaria uma nova categoria do Oscar para atender as premiações dos filmes na categoria animação. Sem dúvida, as novas tecnologias digitais apontam para outro percurso da história do cinema animado, uma vez que o formato em 3D reflete uma aposta da indústria frente ao momento de revisão

7 que passa o cinema. Assim, independentemente dos DVDs, Blue ray e dos downloads, tal tecnologia (...) aponta para o futuro do cinema (FOSSATTI, 2011, p. 55). Coraline e seu mundo secreto O filme Coraline e o Mundo Secreto (2009) corresponde à livre adaptação cinematográfica da obra Coraline (2002) do escritor britânico Neil Gaiman. A obra literária ganhou versão para o português no ano de 2003 e teve também sua rápida adaptação para as telas de cinema. Sob a coordenação roteirística do próprio Gaiman, em parceria com o diretor Henry Selick, o filme instaura o olhar imagético a partir da técnica do cinema de animação e narra a história da personagem Coraline Jones. O universo infantil da personagem é descrito a partir de sua nova morada, a mudança para o Palácio Rosa. Nesta antiga mansão ela passa a conviver com a indiferença e falta de atenção afetiva de seus pais, uma vez que ambos vivem imersos nas preocupações dos trabalhos científicos que desenvolvem. Nesse contexto de solidão, a menina se depara com uma pequena porta, que ao ser descoberta por ela, abriga segredos tenebrosos que serão vivenciados por Coraline. Adiante, a porta secreta a levará a um mundo paralelo, diferente daquele em que ela vive; um mundo de perfeições, alegrias e belezas. A personagem depara-se com outra casa, réplica de sua primeira morada. Neste outro cenário onde a narrativa se desenvolve, a menina se vê diante de seus novos pais, fisicamente idênticos aos seus pais biológicos, a não ser por um detalhe percebido por Coraline: eles trazem botões negros costurados nos olhos. A menina, de início, acha isso muito intrigante, mas termina por se envolver afetivamente com os novos pais, já que estes são muito mais atenciosos e amorosos. A partir desse primeiro encontro e instigada pela nova vida, todas as noites Coraline atravessa a porta colorida para visitá-los no mundo secreto. Recebida sempre com muito amor e atenção, a personagem não percebe o verdadeiro destino ameaçador e tenebroso que a nova morada esconde. A técnica de animação em Coraline Herdeiro do gênero animação, o filme Coraline e o Mundo Secreto (2009) explora os recursos das novas tecnologias digitais ao ser filmado em 3D. A animação artesanal em Stop Motion se utiliza de uma sucessão de fotogramas encadeados. A animação em Stop

8 Motion pode ser realizada a partir de diversos materiais como, bonecos de massinha, brinquedos, recortes de papel e até mesmo seres humanos. Desse modo, os materiais a serem utilizados são devidamente movimentados e fotografados numa sequência quadro a quadro. Em seguida o conjunto dos quadros é transposto para a película cinematográfica. Nesta fase surgem as primeiras impressões do movimento provocado pelas imagens. Assim como nos filmes O estranho mundo de Jack (1993), A fuga das galinhas (2000), A noiva cadáver (2005), O fantástico Sr. Raposo (2009) e atualmente Frankenweenie (2012), a produção de Coraline e o Mundo Secreto se serve de um cenário artesanal e lúdico, a narrativa fílmica adquire densidade pelos movimentos tridimensionais, a partir da exibição dos personagens e do ambiente narrativo, onde o jogo cromático intenso dialoga com o psicológico de Coraline, numa estética visual que surpreende pela sua criatividade e movimentos de câmera. A abertura do filme inicia com a confecção de bonecos de pano. Tal sequência se liga, de maneira metalinguística, ao trabalho com o estilo de animação em Stop Motion. A trilha sonora acompanha o movimento das agulhas e os movimentos em câmera lenta correspondem à leveza da cena, em que o ato de tecer se articula, de maneira harmônica, com os travelling. O espaço lembra um ateliê ou uma fábrica de bonecos, pois, visualizam-se caixas de botões, tesouras e pedaços de tecidos. Adiante, Coraline Jones, personagem central da narrativa fílmica, ganha movimento a partir das ações descritas, ao chegar à nova morada (Palácio Rosa). A película, em cor cinza e bronze, compõe a atmosfera do lugar. O filme usa câmeras em plano geral e ângulo em plongée, capazes de dar ao espectador uma visualização da grandeza do espaço e a pequenez de Coraline. Surge um jardim em forma de espiral, como se fosse labirintos contínuos. Essa unidade cromática desvela um espaço sem vida, seco e com árvores retorcidas, apenas a roupa amarela da menina se contrapõe à tristeza do lugar. Em seguida, a narrativa sofre transformações a partir da descoberta da passagem secreta que a conduzirá ao outro universo, o da fantasia alimentada pela curiosidade da menina. Sua mãe usa uma chave para abrir uma porta na parede da casa. Coraline se decepciona ao visualizar uma parede isolada por tijolos. Ao dormir, o quarto de Coraline ganha um tom azul que sugere a passagem para a dimensão onírica. Em seu quarto, um abajur em movimento retoma a imagem das primeiras projeções fílmicas da história do cinema. Além disso, pequenos ratos em

9 duplicata aparecem girando como numa ciranda. Pode-se afirmar que essas formas circulares trazem de volta a imagem dos dispositivos de produção de movimento, técnica bastante utilizada pelo cinema de vanguarda do início do século XX (PARENTE, 2011, p.59). Essas abstrações se configuram como imagens-sonhos em movimento circular que objetivam demonstrar como funcionam os signos no imaginário de um espectador de cinema. Como explica André Parente (2011), o fluxo contínuo de imagens numa profusão circular é uma herança de vanguardas como o Surrealismo, que propõe uma ruptura com a lógica do chamado mundo real. O filme Coraline faz essa retomada demonstrando que mesmo usando recursos em 3D, o cinema tradicional continua como alicerce para os filmes na contemporaneidade. 7 Voltando a narrativa fílmica, após um breve tempo de sono, Coraline levanta-se e depara-se com um pequeno rato que a leva ao encontro da porta, numa alusão intertextual ao livro Alice no País das Maravilhas, de Lewis Carroll. Ao abrir a porta, a película novamente se enche da cor azul-violeta e a câmera em plano médio reforça a curiosidade da menina. O trajeto feito no túnel é acompanhado da densidade dos movimentos em 3D e pelo colorido em todo o percurso. Ao adentrar noutro plano, a câmera subjetiva segue os passos de Coraline e desvenda um espaço que lembra sua casa, porém, ela observa outros matizes cromáticos que compõem o ambiente. No interior da nova casa, a personagem se depara com uma beleza inusitada e uma convivência harmônica em relação aos pais. A riqueza visual e cores dos objetos presentes nas cenas desta passagem do filme confirma a importância do cromatismo na composição das personagens, objetos e cenários em movimento. Ao adentrar ao quarto, acompanhada dos pais, Coraline atenta para os objetos de decoração que se movimentam, depois volta a dormir. No dia seguinte, desperta em sua primeira morada. Surpresa, ela observa que está de volta ao seu quarto sem a decoração animada. O quarto de Coraline é um exemplo de como o estilo Stop Motion recria os cenários fílmicos, ao atribuir movimentos e ações aos bonecos, animais, objetos e cenários. O filme explora muitas possibilidades do recurso de animação, nesse aspecto, a montagem do cenário e o movimento gerado a partir do procedimento técnico exploram linguagens como o desenho, a fotografia, a pintura, o teatro e a música. A convergência entre a 7 Segundo Carlos Gerbase (2003) em seu livro, Impactos das tecnologias digitais na narrativa cinematográfica, apesar dos avanços concernentes às novas tecnologias, não haveria diferenças significativas (estruturais) na forma de contar uma história audiovisualmente, desde o início do cinema até hoje. O estudioso quer dizer que toda base da linguagem do cinema se mantém: planos, ângulos e movimentos de câmera, por exemplo, entre outros recursos diegéticos.

10 multiplicidades artísticas funcionam no texto fílmico a partir de uma consonância entre as artes. No caso da evocação ao gênero teatral, se observa claramente a alusão ao teatro de sombras, do qual o cinema de animação foi herdeiro na fase inicial dos primeiros experimentos visuais. Ademais, a relação entre cinema e teatro no filme analisado, recompõe de maneira lúdica, referências ao mito das sereias e o nascimento de Vênus, como referência intertextual a obra O Nascimento de Vênus (1486) do pintor italiano, Sandro Botticelli cena em que as duas atrizes (Spink e Forcible) apresentam-se no teatro. Outras referências intertextuais no filme são também sugeridas, como por exemplo, a cena de exibição e apropriação da pintura Noite estrelada (1889), de Vincent Van Gogh. Essa profusão de signos, hibridizações e relações artísticas é das características do cinema digital que possibilita ampliar as potencialidades estéticas do cinema contemporâneo que, segundo Parente (2011, p. 54), trata-se de máquinas relacionais em que as noções de simulação, cognição e experiência ganham novos contornos. As descrições visuais do jardim são, nesse percurso, acompanhadas de constantes animações e impactos cromáticos. Nesse universo surreal, os elementos da natureza se compõem de vários matizes. A película se colore na medida em que Coraline caminha entre plantas, flores e animais, numa visualidade tridimensional. Outro recurso visual de animação está presente na iluminação do cenário. Segundo Marcel Martin (2007, p. 57), a técnica de iluminação serve para dar vida e contorno aos objetos, atuar na recriação dos espaços, além de proporcionar um efeito emocional no espectador. Nesse sentido, o uso da luz acompanhada de cores no filme Coraline intensifica os efeitos multidimensionais do cinema em 3D. Todas as noites, Coraline atravessa o túnel e vai ao encontro de seus pais. Numa das visitas, na ocasião do jantar, a mãe da personagem propõe um acordo: que Coraline permita que seus olhos sejam costurados e no lugar deles sejam pregados dois botões pretos. O acordo proposto inclui a permanência da menina, para sempre, na casa dos novos pais. Coraline assustada com a possibilidade de não mais retornar a sua antiga morada, rejeita o acordo, dizendo que irá pensar sobre o assunto. No dia seguinte, ao despertar percebe que seus pais biológicos estão desaparecidos. Em seguida, com a ajuda de seus amigos, descobre o verdadeiro plano macabro arquitetado por sua mãe virtual. Desse modo, a menina decide retornar à casa dos sonhos para por fim ao acordo e a trapaça da malvada mãe. Esta ao perceber que Coraline não irá aceitar sua proposta

11 de costurar os olhos, revela-se, de fato, sua personalidade malévola. Dali em diante há uma transformação visual na caracterização da personagem-mãe. A película de mudar de cor, adquirindo uma atmosfera sombria acompanhada de uma metamorfose do aspecto físico da mãe. A constante alteração dos recursos de computação gráfica ganha uma nova dimensão a partir desses acontecimentos. O espaço do Palácio se modifica, os móveis de decoração transformam em animais peçonhentos e os papéis de parede transformam-se em teias de aranha. Nesse aspecto, modifica-se também a cor da película, que se torna predominantemente verde com tons escuros, reafirmando o momento de medo e perigo. Nesta sequencia fílmica, a animação adquire novos contornos e cores. É nessa passagem do filme que se dá a cena da fuga de Coraline. Ao tentar fugir do mundo secreto, ela se depara com a descoloração do mundo de sua imaginação. Nesta sequência, a personagem se depara com a armadilha de sua malvada mãe. Durante a fuga, Coraline enreda-se no emaranhado da teia de aranha. Neste cenário, o recurso de animação interativa adquire dimensões tridimensionais, acompanhado do momento clímax do filme, o espectador interage com as possibilidades digitais empregadas na visualidade das cenas. Nesse ponto, a animação adquire o que Parente (2011, p. 55) chama de simulação sensorial do espaço, em que é possível imergir nesse processo de interatividade. A técnica de animação em 3D, no filme, é explorada em toda a sua densidade poética. O procedimento adotado pelos estúdios Laika Entertainment e Focus Features, a animação em Stop Motion, configura-se como recurso de animação responsável pela recriação dos cenários, onde os movimentos e imagens digitalizadas se configuram na potencialidade sensorial cognitiva infinita (PARENTE, 2011). As cenas que representam os momentos finais mostram o Palácio Rosa coberto por uma película predominantemente azul simbologia da noite e da escuridão, aos poucos o cenário ganha a tonalidade branca, onde Coraline caminha em círculos. Finalmente, o universo onírico desaparece por completo e a personagem se vê diante do mesmo cenário inicial do filme. Considerações finais A partir da seleção do filme, Coraline e o Mundo secreto, objetivou-se estudar os procedimentos de animação a que recorreram os produtores do filme. Frente aos estudos

12 sobre o gênero de animação, procurou-se também observar o percurso histórico desse gênero fílmico, destacando, dessa forma, algumas produções do gênero digital nos séculos XX e XXI. Em meio à intensa produção de filmes interativos, Henry Selick se destaca pela forma de recriação do cenário fílmico e domínio da linguagem técnica interativa, na adaptação de Coraline e o Mundo Secreto para o cinema. Nesse ponto, pode-se afirmar que o recurso de animação em Coraline e o Mundo Secreto revelou-se como mais uma das produções cinematográficas que recorreu ao uso das novas tecnologias da era digital. A hipótese que norteou esta abordagem ancorou-se em estudos contemporâneos que objetivam debater a presença desses novos procedimentos de animação nas produções cinematográficas. Todavia, os recursos digitais de animação ganham novas potencialidades a partir do advento da computação gráfica, e das novas formas de projeção em salas de cinemas. Neste cenário, as salas de cinema da era atual se adaptam aos novos avanços da cinematografia, convidando os espectadores a novas experiências sensoriais, a partir dos filmes em 3D. Sobre a questão, Luiz Gonzaga de Luca (2004, p. 14), afirma que a opção pelo digital depende quase que exclusivamente do consumidor, a implementação de técnicas digitais nas salas de cinema abrange uma série de questões de diferentes âmbitos. Já do ponto de vista de Parente (2011, p. 54), o cinema digital, a principal novidade do digital reside no fato de que ele vale, sobretudo, por suas potencialidades. A tecnologia se dá não como um objeto, e sim como um espaço a ser vivido, experimentado, explorado. Indubitavelmente, o cinema de animação acompanha as novas descobertas do mundo digital e dela se serve como possibilidade e potencialidade diferenciadoras de novas produções, e do gênero animação que a cada dia tende a crescer. Foi diante deste novo cenário que muitos estúdios surgiram e continuarão a surgir pelo mundo inteiro com o objetivo de explorar os novos procedimentos de animação no cinema interativo. A busca por um cinema capaz de interagir frente ao espectador, segundo Parente (2011, p. 55), culmina na atualização da obra fílmica pelo espectador-interator, em que o espaço digital se configuraria como um campo de possíveis relações em que sujeitoenunciador fornece elementos e o sujeito-atualizador realiza parte de suas potencialidades. Com isso, o espectador pode ser encarado como autor de uma obra digital. Frente às novas experiências provocadas pelo cinema interativo, pode-se se

13 dizer que o gênero inaugura, em todas as suas potencialidades, uma expressão estética e experimental prenhe de ser estudada e compreendida. Referências bibliográficas CIRNE, Moacy. Quadrinhos, sedução e paixão. Petrópolis, Rio de Janeiro: Vozes, CORALINE E O MUNDO SECRETO. Direção de Henry Selick. Produção de Henry Selick. Estados Unidos, FOSSATTI, Carolina. Cinema de animação: um diálogo etino no mundo encantado das histórias infantis. Porto Alegre: Sulina, GERBASE, Carlos. Impactos das tecnologias digitais na narrativa cinematográfica. Porto Alegre: EDPUCRS, GUILLÉN, José. Mascardó. El cine de animación: Em más de 100 longametrajes. Madri: Alianza, LUCA, Luiz Gonzaga Assis de. Cinema Digital: um novo Cinema? São Paulo: Imprensa Oficial do Estado de São Paulo, LUCENA JR. Alberto. Arte da animação. Técnica e estética através da história. São Paulo: Senac, MARTIN, Marcel. A linguagem cinematográfica. Trad. Paulo Neves. São Paulo: Brasiliense, MORENO, Antônio. A experiência brasileira no cinema de animação. Rio de Janeiro: Artenova, PARENTE, André. Cinema em trânsito: cinema, arte contemporânea e novas mídias. Rio de Janeiro: Beco do Azougue, 2011.

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens

Para pensar o. livro de imagens. Para pensar o Livro de imagens Para pensar o livro de imagens ROTEIROS PARA LEITURA LITERÁRIA Ligia Cademartori Para pensar o Livro de imagens 1 1 Texto visual Há livros compostos predominantemente por imagens que, postas em relação,

Leia mais

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios...

Sumário. PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... Sumário APRESENTAÇÃO DA EDIÇÃO BRASILEIRA... 13 PREFÁCIO... 19 PARTE 1 A arte do cinema e a realização cinematográfica 1 CAPÍTULO O cinema como arte: Criatividade, tecnologia e negócios... 29 Decisões

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação LINHA DE PESQUISA: Inovações na Linguagem e na Cultura Midiática PROFESSOR

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

Animação. Animação História da Animação (Instrumentos óticos) Algumas técnicas Stop Motion

Animação. Animação História da Animação (Instrumentos óticos) Algumas técnicas Stop Motion Animação Animação História da Animação (Instrumentos óticos) Algumas técnicas Stop Motion O que é animar? Significa alma, sopro de vida Animar é : Dar vida Ação Movimento A história da animação vai desde

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR

O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR O CHÃO DA PALAVRA: CINEMA E LITERATURA NO BRASIL: A CULTURA CINEMATOGRÁFICA E LITERÁRIA BRASILEIRAS SOB O OLHAR DE JOSÉ CARLOS AVELLAR Matheus Oliveira Knychala Biasi* Universidade Federal de Uberlândia

Leia mais

História da Animação

História da Animação História da Animação 1 Sombras Chinesas Originárias na China por volta de 5.000 a.c., foram disseminadas na Indonésia e depois da Europa do século XVII. Os teatros de sombras utilizam marionetes articulados,

Leia mais

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO Constelação 1 Bruno Henrique de S. EVANGELISTA 2 Daniel HERRERA 3 Rafaela BERNARDAZZI 4 Williane Patrícia GOMES 5 Ubiratan NASCIMENTO 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este

Leia mais

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados

Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Não Era uma Vez... Contos clássicos recontados escrito por Vários autores Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

ANIMAÇÃO DE IMAGENS. Como dar vida às ideias.

ANIMAÇÃO DE IMAGENS. Como dar vida às ideias. ANIMAÇÃO DE IMAGENS Como dar vida às ideias. O que se entende por Cinema Cinema, abreviação de cinematógrafo, é a técnica de projetar fotogramas de forma rápida e sucessiva (24 fotogramas por segundo)

Leia mais

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação.

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Transcinema e a estética da interrupção Kátia Maciel Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Se o cinema

Leia mais

Relato de Experiência Educativa 1 JUSTIFICATIVA:

Relato de Experiência Educativa 1 JUSTIFICATIVA: Relato de Experiência Educativa Título: A Fotografia na Escola: A Escola aos olhos dos alunos Escola Estadual de Ensino Fundamental e Médio Maria de Lourdes Poyares Labuto Cariacica-ES Série: 2 Ano do

Leia mais

Meu Mini Mundo 1. PALAVRAS-CHAVE: livro; mini mundo; literatura infantil; kirigami; comunicação.

Meu Mini Mundo 1. PALAVRAS-CHAVE: livro; mini mundo; literatura infantil; kirigami; comunicação. Meu Mini Mundo 1 Marleyde Alves dos SANTOS 2 Alexandre FERREIRA 3 Bruno César de SOUZA 4 Mayra Magalhães GOMES 5 Thiago Arthur GOMES 6 Lamounier Lucas PEREIRA Jr. 7 Centro Universitário Newton Paiva, Belo

Leia mais

Os diferentes modos de registro imagético expressam. o espírito de seu tempo utilizando materiais. e meios que são produtos próprios da época.

Os diferentes modos de registro imagético expressam. o espírito de seu tempo utilizando materiais. e meios que são produtos próprios da época. IMAGEM E HISTÓRIA Os diferentes modos de registro imagético expressam o espírito de seu tempo utilizando materiais e meios que são produtos próprios da época. Pintura Rupestre mãos pincéis de penas e pêlos

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0

FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 FEUP 2006/2007 Mestrado em Tecnologias Multimédia Doc. Apresentação V0 TÍTULO: Animatic - Marionetas Digitais Interactivas ORIENTADORES: Professor Doutor Aníbal Ferreira Professor Doutor Rui Torres ALUNO:

Leia mais

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches

PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches PRÁTICAS PEDAGÓGICAS E O USO INTEGRADO DE TECNOLOGIAS DIGITAIS Sérgio Abranches A presença de tecnologias digitais no campo educacional já é facilmente percebida, seja pela introdução de equipamentos diversos,

Leia mais

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB

HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB HISTÓRIA EM QUADRINHO: A CRIAÇÃO E A EXPRESSÃO NA WEB Luzivone Lopes GOMES - PPGFP UEPB luzivone@gmail.com Kennedy Machado OLIVIERA prof.kennedy@hotmail.com RESUMO: Este artigo trata de um relato de experiência

Leia mais

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G)

MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) MATEMATICANDO, BRINCANDO, APRENDENDO E PRODUZINDO ANA PAULA TOMAZ (Finan - G) DIVA TOGNON (Finan - G) Resumo: Este artigo procurou abordar o ensino da matemática na Educação Infantil através de brincadeiras,

Leia mais

Mais informações e marcações Elisa Aragão servicoeducativo@zeroemcomportamento.org 213 160 057 www.zeroemcomportamento.org

Mais informações e marcações Elisa Aragão servicoeducativo@zeroemcomportamento.org 213 160 057 www.zeroemcomportamento.org Apresentamos de seguida várias sessões temáticas compostas por curtas-metragens de animação, às quais chamamos de Filminhos Infantis. Estas propostas são complementadas com uma oficina com uma duração

Leia mais

Brincadeira de criança 1

Brincadeira de criança 1 Brincadeira de criança 1 Cynara Bastos 2 Alex Melgaço 3 Luciana Guimarães 4 Ana Paula Mathias de Paiva 5 Centro Universitário de Belo Horizonte Uni-BH RESUMO O mercado editorial inova seus conceitos e

Leia mais

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581

Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS. Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Universidade São Marcos Pedagogia Comunicação, Educação e Novas Tecnologias RELEITURA DE OBRAS Jane Ap. Fiorenzano RGM: 048581 Lenivani S. Brandão RGM: 047438 Melissa F. Caramelo RGM: 049607 Sandra P.

Leia mais

Festa de Aniversário Tabela de Serviços

Festa de Aniversário Tabela de Serviços Festa de Aniversário Tabela de Serviços Serviço Condições Preço FESTA DA IMAGEM - bolo de aniversário brinde da casa para o aniversariante Sábado e Domingo: 8* FESTA DA CASA - bolo de aniversário brinde

Leia mais

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com

ANIMAÇÕES WEB AULA 3. princípios da animação. professor Luciano Roberto Rocha. www.lrocha.com ANIMAÇÕES WEB AULA 3 princípios da animação professor Luciano Roberto Rocha www.lrocha.com Animação - conceito É a técnica que cria a ilusão de movimento a partir de uma sequência de desenhos ou imagens.

Leia mais

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa

UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa CULTURAS E CONHECIMENTOS DISCIPLINARES ANO 3 EDIÇÃO 16 UM MINUTO PRA FALAR DO MUNDO Davina Marques Ludmila Alexandra dos Santos Sarraipa O sabiá Teco vai fugir da gaiola em busca de um lugar melhor para

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CENTRO-OESTE - UNICENTRO CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM MÍDIAS NA EDUCAÇÃO FERNANDA SERRER ORIENTADOR(A): PROFESSOR(A) STOP MOTION RECURSO MIDIÁTICO NO PROCESSO DE ENSINO E DE APRENDIZAGEM

Leia mais

PADRÃO PLÁSTICO TOM.

PADRÃO PLÁSTICO TOM. PADRÃO PLÁSTICO TOM. Os princípios de dinâmica de um padrão tonal são muito parecidos com o que vimos em relação aos da linha. Ao colocarmos algumas pinceladas de preto sobre um campo, eles articulam uma

Leia mais

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES

OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES OS DOZE TRABALHOS DE HÉRCULES Introdução ao tema A importância da mitologia grega para a civilização ocidental é tão grande que, mesmo depois de séculos, ela continua presente no nosso imaginário. Muitas

Leia mais

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão Neste teste, a resolução da questão 1 exige a audição de uma sequência de três músicas que serão executadas sem interrupção: uma vez, no início do teste; uma vez, dez minutos após o término da primeira

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As histórias do Senhor Urso. 2. EPISÓDIO TRABALHADO "A peça". 3. SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Em um dia de verão, os brinquedos aproveitam o sol

Leia mais

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa

A Cobronça, a Princesa e a Surpresa elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO A Cobronça, a Princesa e a Surpresa escrito por & ilustrado por Celso Linck Fê Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN

O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN O Bilhete 1 Ricardo Costa FELIX 2 Ana Cecília Aragão GOMES 3 Gustavo Henrique Ferreira BITTENCOURT 4 Universidade Potiguar - UnP - Natal / RN RESUMO O curtametragem em animação stop-motion O Bilhete, com

Leia mais

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar.

Universidade Federal de Santa Maria, Santa Maria, RS. PALAVRAS-CHAVE: Stop motion; animação; filme publicitário; Universitar. Universitar: o Desafio da Cidadania na versão stop motion 1 Annelena Silva da LUZ 2 Filipe Mendes AYOUB 3 Giandra Carla dos SANTOS 4 Mariângela Barichello BARATTO 5 Juliana PETERMANN 6 Universidade Federal

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO

A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO A CONSTRUÇÃO ATRAVÉS DA FRAGMENTAÇÃO: UM PROCESSO ENTRE CRIATIVIDADE E O DESENHO Jéssica Dalla Corte¹ Márcia Moreno (Orientadora) ² Universidade Comunitária da Região de Chapecó-Unochapecó Resumo: Esta

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS

A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS A LINGUAGEM ESCRITA COMO UMA DAS MÚLTIPLAS LINGUAGENS DA CRIANÇA Professor(a), no tema anterior, A criança de seis anos no ensino fundamental, falamos sobre quem são e como são essas crianças que ingressam

Leia mais

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo

A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. Resumo A UTILIZAÇÃO DE TECNOLOGIAS NO ENSINO DE ARTES VISUAIS NA EDUCAÇÃO INFANTIL Camila Lacerda Ortigosa Pedagogia/UFU mila.lacerda.g@gmail.com Eixo Temático: Educação Infantil Relato de Experiência Resumo

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE

ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE Unidade II ESTRUTURA E ORGANIZAÇÃO DA ESCOLA DE EDUCAÇÃO INFANTIL Profa. Ana Lucia M. Gasbarro A formação pessoal e social da criança, áreas de conhecimento e desenvolvimento da criança Introdução A importância

Leia mais

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05

QUESTÃO 04 QUESTÃO 05 QUESTÃO 01 Arte abstrata é uma arte: a) que tem a intenção de representar figuras geométricas. b) que não pretende representar figuras ou objetos como realmente são. c) sequencial, como, por exemplo, a

Leia mais

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior.

Cotas Pra Quê? 1. PALAVRAS-CHAVE: Documentário; Educação; Sistema de Cotas; Ensino Superior. Cotas Pra Quê? 1 Sarah Rocha MARTINS 2 Luan Barbosa OLIVEIRA 3 Camilla Alves Ribeiro PAES LEME 4 Instituto de Ensino Superior de Rio Verde, Rio Verde, Goiás RESUMO Este documentário foi planejado e desenvolvido

Leia mais

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA

UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA UNIVERSIDADE ESTADUAL DO RIO GRANDE DO SUL UNIDADADE LITORAL NORTE/OSÓRIO GRADUAÇÃO EM PEDAGOGIA - LICENCIATURA CLAINES KREMER GENISELE OLIVEIRA EDUCAÇÃO AMBIENTAL: POR UMA PERSPECTIVA DE RELAÇÕES ENTRE

Leia mais

1ª SEMANA DE JANEIRO (DE 03 À 06)

1ª SEMANA DE JANEIRO (DE 03 À 06) 1ª SEMANA DE JANEIRO (DE 03 À 06) 03/01/12 a 06/01/12 Museu- Experimentando a História da Arte Propositores: José Antônio Fontes e Priscila Holanda. Sinopse: A oficina tem como objetivo proporcionar, através

Leia mais

EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA

EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA EVOLUÇÃO DA MÍDIA AUDIOVISUAL ANDRÉIA SOARES F. DE SOUZA Cronograma de Evolução da Mídia Audiovisual no Brasil Gráfico representativo do desenvolvimento de mídia audiovisual no Brasil década a década A

Leia mais

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade

Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Resumo Aula-tema 01: A literatura infantil: abertura para a formação de uma nova mentalidade Pensar na realidade é pensar em transformações sociais. Atualmente, temos observado os avanços com relação à

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO 1 CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA EM DESIGN GRÁFICO EMENTÁRIO DAS DISCIPLINAS BRUSQUE (SC) Consuni nº. 63/14, 2011 de 10 de dezembro de 2014. 2 SUMÁRIO 1ª FASE... 3 01 INTRODUÇÃO AO CONHECIMENTO TECNOLÓGICO...

Leia mais

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO Arte Moderna Expressionismo A busca por expressar os problemas da sociedade da época e os sentimentos e emoções do homem no inicio do século xx Foi uma reação ao impressionismo, já que o movimento preocupou-se

Leia mais

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Jamer Guterres de Mello 1 Resumo Este trabalho pretende demonstrar de que forma as imagens digitais produzem

Leia mais

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido

1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido 1. O feminino e a publicidade: em busca de sentido No estudo da Comunicação, a publicidade deve figurar como um dos campos de maior interesse para pesquisadores e críticos das Ciências Sociais e Humanas.

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO II A GRUPO II B GRUPO II C GRUPO II

Leia mais

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM

EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM EXERCÍCIOS E EXPERIMENTAÇÕES: ABORDAGENS DO ENSINO DE ARTE EM Resumo: SALA DE AULA Mariza Barbosa de Oliveira mariza.barbosa.oliveira@gmail.com Escola Municipal Professor Eurico Silva As experiências relatadas

Leia mais

e-scrita ISSN 2177-6288

e-scrita ISSN 2177-6288 194 e-scrita ISSN 2177-6288 COMO LER IMAGENS? SANTAELLA, Lucia. Leitura de imagens. São Paulo. Melhoramentos. 2012. 184 p. (Coleção Como eu ensino). Rodrigo da Costa Araujo 1 Como ler imagens? Como elas

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1 TÍTULO DO PROGRAMA Balinha e Dentinho. 2 EPISÓDIO TRABALHADO Conhecendo o Rosquinha. 3 SINOPSE DO EPISÓDIO ESPECÍFICO Balinha e Dentinho encontram um cachorro perdido

Leia mais

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE

PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE PROJETO TERRA CHÃO - DANÇA E ARTE 1. JUSTIFICATIVA A região do Baixo Tocantins apresenta-se na área cultural e artística, é um grande celeiro de talentos, que vem enraizado culturalmente em nosso povo,

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

Os Amigos do Pedrinho

Os Amigos do Pedrinho elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Os Amigos do Pedrinho escrito por & ilustrado por Ruth Rocha Eduardo Rocha Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento de subsídios práticos

Leia mais

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL

CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL Claudia Maria da Cruz Consultora Educacional FEVEREIRO/2015 CURRÍCULO NA EDUCAÇÃO INFANTIL A ênfase na operacionalização escrita dos documentos curriculares municipais é

Leia mais

Semana do Design 2009. Programação dos workshops 3/11-3ª-feira

Semana do Design 2009. Programação dos workshops 3/11-3ª-feira Semana do Design 2009 Programação dos workshops 3/11-3ª-feira Workshop 1. Tema: Design de personagens e Toy Art Professor: Marcelo Bosqueti Data: 3/11 Local: Oficina de marcenaria Proposta da atividade:

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades;

Brincar, expressando emoções, sentimentos, pensamentos, desejos e necessidades; INFANTIL II OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações:

Leia mais

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil

VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil VISÃO: ser referência na comunidade na área de educação Infantil NOSSA MISSÃO: Por meio da educação formar cidadãos felizes, independentes, éticos e solidários VALORES: Respeito, honestidade, boa moral

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo.

Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Peça teatral Aldeotas : processos de criação e relações entre o teatro narrativo, a encenação e a voz cênica do ator Gero Camilo. Palavras-chave: teatro narrativo; corpo vocal; voz cênica. É comum que

Leia mais

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio

A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio A linguagem da fotonovela Isabel S. Sampaio No segundo semestre de 1970, as revistas que publicavam fotonovelas no Brasil ocupavam o segundo lugar em tiragem e circulação, perdendo apenas para as revistas

Leia mais

A transposição da Literatura para o Cinema: reflexões preliminares. 1. Palavras-chave: cinema; literatura; semiótica; transtexualidade.

A transposição da Literatura para o Cinema: reflexões preliminares. 1. Palavras-chave: cinema; literatura; semiótica; transtexualidade. A transposição da Literatura para o Cinema: reflexões preliminares. 1 Érica Eloize Peroni Ferreira 2 Centro de Ensino Superior Promove Resumo: Trata-se da investigação da intersemiose existente entre texto

Leia mais

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA

VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA VANGUARDA DISCIPLINA: ARTES PROFESSORA: ANA PRISCILA Em seu sentido literal, vanguarda (vem do francês Avant Garde, guarda avante ) faz referência ao batalhão militar que precede as tropas em ataque durante

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc

Como citar este artigo Número completo Mais artigos Home da revista no Redalyc Diálogos - Revista do Departamento de História e do Programa de Pós-Graduação em História ISSN: 1415-9945 rev-dialogos@uem.br Universidade Estadual de Maringá Brasil Amarante Oliveira, Wellington Em busca

Leia mais

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL

BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL BASE NACIONAL COMUM CURRICULAR DA EDUCAÇÃO INFANTIL 1988 CONSTITUIÇÃO FEDERAL ANTECEDENTES Art. 210. Serão fixados conteúdos mínimos para o ensino fundamental, de maneira a assegurar formação básica comum

Leia mais

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se

A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se VOZ DO LEITOR ANO 4 EDIÇÃO 30 On/off-line: entreolhares sobre as infâncias X, Y e Z Amanda M. P. Leite A imagem idealizada de uma infância saudável e feliz hoje se prende a uma espécie de saudosismo da

Leia mais

Casu Filmes 1. Antonio Cassio Pimentel HAZIN 2. Fábio José da SILVA 4 Universidade Potiguar, Natal, RN

Casu Filmes 1. Antonio Cassio Pimentel HAZIN 2. Fábio José da SILVA 4 Universidade Potiguar, Natal, RN Casu Filmes 1 Antonio Cassio Pimentel HAZIN 2 Suerda Maria Ribeiro de MORAIS 3 Fábio José da SILVA 4 Universidade Potiguar, Natal, RN RESUMO A presente Vinheta de abertura de filmes é uma marca que foi

Leia mais

Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART

Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART Rodrigo Pascoal Lopes da Silva Vinicius Araújo Mille Wladas Savickas OPTICAL ART SÃO PAULO 2011 OPTICAL ART Movimento da arte abstrata que se desenvolveu na década de 1960. A OP ART (abreviatura de óptical

Leia mais

CONEXÃO CULTURAL. Projeto Itinerante de Teatro

CONEXÃO CULTURAL. Projeto Itinerante de Teatro CONEXÃO CULTURAL Projeto Itinerante de Teatro O teatro reflete a cultura da população. Ele permite que a sociedade tenha a possibilidade de apreciar a realidade em mudança por meio da exploração de idiomas

Leia mais

GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/

GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/ GRADE CURRICULAR DO BACHARELADO INTERDISCIPLINAREM ARTES E DESIGN http://www.ufjf.br/biad/ ESTRUTURA CURRICULAR DO 1º CICLO Bacharelado interdisciplinar em Artes e Design 3 anos Componentes curriculares

Leia mais

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL

PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL F PIXEL - DO DESENHO À PINTURA DIGITAL Carga Horária: 96 horas/aulas Módulo 01: Desenho de observação DESCRIÇÃO: Neste módulo o você irá praticar sua percepção de linhas e formas, bem como a relação entre

Leia mais

Introdução e utilização da Ópera Quântica AlletSator 4.5 de Pedro Barbosa & Luís Carlos Petry

Introdução e utilização da Ópera Quântica AlletSator 4.5 de Pedro Barbosa & Luís Carlos Petry Introdução e utilização da Ópera Quântica AlletSator 4.5 de Pedro Barbosa & Luís Carlos Petry por Luís Carlos Petry Seja muito bem-vindo(a) à Ópera Quântica AlletSator. Com a edição da Revista CIBERTEXTUALIDADES

Leia mais

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira

Colégio Cenecista Dr. José Ferreira Colégio Cenecista Dr. José Ferreira QUADRINHOS NA CIÊNCIAS Área de Concentração: Ciências Naturais Disciplina de Concentração: Ciências Professores: Maria José Lima, Polyana Noronha e Thaianne Lopes Uberaba

Leia mais

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu).

CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento europeu). 43 RELAÇÃO DE EMENTAS CURSO: ARTES VISUAIS DISCIPLINAS OBRIGATÓRIAS DISCIPLINA: Artes Visuais I CÓDIGO: APL008 Concepções e manifestações artísticas da pré-história ao início da idade moderna. (renascimento

Leia mais

Jambo! Uma Manhã com os Bichos da África

Jambo! Uma Manhã com os Bichos da África elaboração: PROF. DR. JOSÉ NICOLAU GREGORIN FILHO Jambo! Uma Manhã com os Bichos da África escrito por & ilustrado por Rogério de A. Barbosa Eduardo Engel Os Projetos de Leitura: concepção Buscando o oferecimento

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte *

A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte * DOI: 10.1590/1807-57622013.0890 A arte da sobrevivência ou sobre a vivência da arte * criação The art of survival or about experience of art El arte de la sobrevivencia o sobre la vivencia del arte Carla

Leia mais

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté

Guia Curta Fácil 1 Festival Nacional Curta no Celular de Taubaté 1 Conteúdo TIPOS DE PLANOS... 3 PLANO GERAL... 3 PLANO MÉDIO... 3 PLANO AMERICANO... 4 PRIMEIRO PLANO OU CLOSE-UP... 4 PRIMEIRÍSSIMO PLANO... 4 MOVIMENTOS DE CÂMERA... 5 PANORÂMICAS - PANS... 5 PANORÂMICA

Leia mais

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine

WORKSHOP Sanguecine Sanguecine WORKSHOP Sanguecine é um workshop sobre a história, a produção e o mercado de cinema de gênero em âmbito mundial. Ele é derivado de um cineclube dedicado exclusivamente ao cinema fantástico e de gênero

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas. RELATÓRIO DE GRUPO MATERNAL A 2º SEMESTRE DE 2014 Professora: Jéssica Oliveira Professora auxiliar: Elizabeth Fontes Coordenação: Lucy Ramos Torres Tripulação do Maternal A e as viagens com os piratas.

Leia mais

Projetos. Outubro 2012

Projetos. Outubro 2012 Projetos Outubro 2012 Assunto de gente grande para gente pequena. No mês de outubro os brasileiros foram às urnas para eleger prefeitos e vereadores e a Turma da Lagoa não poderia ficar fora deste grande

Leia mais

TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO. Prof. Mario Mancuso

TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO. Prof. Mario Mancuso TÉCNICAS DE ANIMAÇÃO Animação de Recortes 2 A animação de recortes é uma técnica específica de animação que utiliza personagens, objetos e cenários recortados de materiais como papel, cartão, tecido ou

Leia mais

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL

DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL DICA PEDAGÓGICA EDUCAÇÃO INFANTIL 1. TÍTULO DO PROGRAMA As Histórias do Senhor Urso 2. EPISÓDIO(S) TRABALHADO(S): O piado da coruja 3. SINOPSE DO(S) EPISÓDIO(S) ESPECÍFICO(S) O episódio O piado da Coruja

Leia mais

Programa Sonora Eletrônica 1. Márcio Farias de MELLO 2 Raquel RECUERO 3 Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, RS

Programa Sonora Eletrônica 1. Márcio Farias de MELLO 2 Raquel RECUERO 3 Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, RS Programa Sonora Eletrônica 1 Márcio Farias de MELLO 2 Raquel RECUERO 3 Universidade Católica de Pelotas, Pelotas, RS RESUMO O uso e a produção áudio-visual no jornalismo hoje, não depende mais exclusivamente

Leia mais

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina.

É possível conjugar uma sessão de cinema com uma oficina. 12 18 Anos ESTAS IMAGENS SÃO UM RODOPIO!/////////////////////////////////////// 3 CINEMA EM CASA!////////////////////////////////////////////////////////////////////// 4 BRINQUEDOS ÓPTICOS///////////////////////////////////////////////////////////////

Leia mais

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL

MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL MATERNAL I OBJETIVOS GERAIS DA EDUCAÇÃO INFANTIL Desenvolver uma imagem positiva de si, atuando de forma cada vez mais independente, com a confiança em suas capacidades e percepção de suas limitações;

Leia mais

DESIGN DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO

DESIGN DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO DISCIPLINAS QUE PODEM SER OFERECIDAS PARA OUTROS CURSOS CURSO DE ORIGEM DA DISCIPLINA DESIGN NOME DA DISCIPLINA EMENTA C.H. OBSERVAÇÕES PREVISÃO Raciocínio Lógico Matemática Financeira A disciplina trata

Leia mais

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS

CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS CTCH Centro de Teologia e Ciências Humanas CRIANÇAS E FILMES: HÁBITOS E PRODUÇÃO DE SENTIDOS Cíntia dos Santos Gomes, 1 Rosália Maria Duarte. 2 Departamento de Educação PUC-RIO 2007 1 Aluno de Graduação

Leia mais

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games

4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games 4 Cursos de nível superior no Brasil para formação de Designers de Games Este Capítulo apresenta o levantamento realizado dos cursos de nível superior no Brasil voltados para a formação de Designers de

Leia mais

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL

II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL II FESTIVAL NACIONAL CURTA NO CELULAR GUIA CURTA FÁCIL O FEST CURT CELU Guia Curta Fácil 2 A câmera de cinema funciona como se fosse uma máquina fotográfica que dispara milhares de foto em um espaço muito

Leia mais

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS

TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS 1 TRIANGULAÇÃO DE IMAGENS Profa. Teresa Cristina Melo da Silveira (Teca) E.M. Professor Oswaldo Vieira Gonçalves SME/PMU 1 Comunicação Relato de Experiência Triangulação de Imagens foi o nome escolhido

Leia mais

A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ

A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ A PROFUSÃO DE IMAGENS EM AS MENINAS DE DIEGO VELÁSQUEZ JOÃO MARIA CLAUDINO UFRN O mundo se faz de imagens. Imagens de representação, imagens além da representação, além da referência e além da estética.

Leia mais

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014

Atividades Pedagógicas. Agosto 2014 Atividades Pedagógicas Agosto 2014 EM DESTAQUE Acompanhe aqui um pouco do dia-a-dia de nossos alunos em busca de novos aprendizados. ATIVIDADES DE SALA DE AULA GRUPO I A GRUPO I B GRUPO I C GRUPO I D I

Leia mais