LIVE CINEMA É CINEMA? RESUMO

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "LIVE CINEMA É CINEMA? RESUMO"

Transcrição

1 1 LIVE CINEMA É CINEMA? Guilherme Malo Maschke 1 RESUMO Live cinema é um conceito amplo e significa variadas formas de produção audiovisual. A intenção desse artigo não é buscar um conceito final e preciso para o termo. Ao contrário, visamos mostrar as problemáticas estéticas e conceituais que encontramos ao estudar esse objeto. A produção de live cinema está associada a um desenvolvimento tecnológico, em especial dos microcomputadores, que permitem esse tipo de processamento de imagens em tempo real. Visamos delimitar o que pode ou não ser live cinema, assim como sua relação com o cinema, em especial com as experimentações estéticas das vanguardas do século XX. PALAVRAS-CHAVE: Live cinema. Live eletronics. Performance. Vanguarda soviética. Música eletroacústica. 1. INTRODUÇÃO Entre as mudanças que a tecnologia eletrônica e a informática geraram na vida humana, ressalta-se, no campo filosófico e estético, uma em especial: a relação com a arte, tanto na sua produção, como na sua percepção e possibilidade de divulgação. O século XX foi turbulento por suas vanguardas, guerras, expansão e consolidação de uma indústria cultural, crise dos grandes discursos utópicos, movimentos totalitários e tantos outros eventos. Nas artes as vanguardas aparentemente esgotaram as experimentações das linguagens, e com os avanços tecnológicos se consolidaram novas mídias, tal qual, o cinema e mais tardar, o vídeo. Dentro de áreas ou formas de artes milenares, a tecnologia criou seu impacto, transformando maneiras de apreciar. No caso da música, as experimentações com mecanismos de gravação e reprodução sonora abrem caminho pra música concreta. A eletrônica abre caminhos para produção de sons através de mecanismos puramente técnicos, gerando a música eletrônica. Diante desses experimentos criam-se novos 1 Graduando do Curso de Filosofia pela Unisinos.

2 2 problemas estéticos: alguns mais banais, outros radicais e que geram discussões até os dias de hoje. As formas de audição da música eletrônica/concreta alteram radicalmente a maneira de apreciar a música. Também altera o objeto sonoro, não sendo mais os instrumentos tradicionais com suas alturas, timbres, etc. O objeto sonora passa a ser os ruídos cotidianos, as ondas senoidais, as filtragens eletrônicas e osciladores. 2. O QUE É LIVE CINEMA? Faço essa breve explicação da música e suas transformações no século passado, pois meu contato com o Live cinema se relaciona com a música eletroacústica. Dentro das experimentações eletrônicas com os sons, existe a modificação e alteração de sons em tempo real, denominado de live electronics music 2. Ou seja, os sons são modificados, repetidos, passam por diversos efeitos em tempo real com o live cinema ocorre o mesmo procedimento. Apesar de um conceito amplo, live cinema representa qualquer intervenção, modificação ou produção de imagens em tempo real. Além disso, em muitos casos são usados softwares semelhantes em uma apresentação de live cinema e live electronics music. Cito o caso do Max/MSP, que foi inicialmente desenvolvido para produção sonora, porém hoje se apresenta como um software muito versátil e é usado para processamento de imagens/vídeos. O termo live cinema designa precisamente produção, mixagem, edição de imagens em tempo real. É um termo bastante amplo, envolvendo variadas formas de produção. Desde projetos usando imagens de arquivo de outros filmes, modificadas e mixadas em tempo real, como produção de imagens em tempo real de forma mais rústica, usando câmera e materiais diversos, se aproximando de um espetáculo ilusionista 3. Também podemos definir live cinema como edição do filme em tempo real. Todavia, o que existe em comum nesses experimentos diversos é o fato de intervirem em tempo real na estrutura narrativa, nas imagens e até mesmo na trilha sonora do filme. Como afirmar Makela (2012), As there are many different genres in live cinema, and as the material can be both abstract and figurative, it is impossible to name just one approach in order to create meaning in a performance. Live cinema performance can be experienced as live painting as well as live montage. 2 BOSSEUR, Dominque e Jean-Yves. Revoluções musicais. Lisboa: Caminho, 1990, p Como no projeto Eile de Yrotto. Disponível em: <http://www.livecinema.com.br/port/135,2935>. Acesso em: 2 dez

3 3 Nessa passagem percebemos a multiplicidade de elementos que o termo live cinema pode significar. Curiosamente, para Mia Makela, live cinema não é cinema, pois não apresenta uma forma narrativa convencional e linear. A estrutura do live cinema é essencialmente não-linear, se aproximando de filmes experimentais e das vanguardas cinematográficas do século XX. Também é importante problematizar a relação de live cinema com VJ s. Entendemos por Vj performances visuais em tempo real, podendo representar efeitos feitos em tempo real para uma apresentação de música eletrônica, como efeitos luminosos ou projeções. Para Mia Makela, a diferença fundamental de ser um VJ e fazer live cinema está no processo de produzir suas próprias imagens. Alguém que produz live cinema, em geral, produz seu próprio material para depois editar em tempo real. Todavia, Vjing e live cinema estão em uma relação estreita, muitas vezes sendo atribuído aos Vj s como precursores ao live cinema. 4 Mia Makela complementa a definição ao dizer que o trabalho do VJ se diferencia do trabalho do artista do live cinema pelo fato de que o primeiro não produz o seu material, trabalhando em cima de material alheio, enquanto que o segundo, em geral, o produz. (COUTINHO, 2012) 3. O QUE NÃO É LIVE CINEMA? Importante destacar que o live cinema se diferencia do cinema interativo. No primeiro, ocorre uma espécie de apresentação onde acontece a projeção de imagens, porém, quem direciona o espetáculo é o diretor, ou alguém que tenha conhecimentos e opere os equipamentos. Já no cinema interativo existe a participação/intervenção do público de forma direta, ou seja, o publico pode direcionar os acontecimentos do que se passam na tela. Um elemento essencial do live cinema é a performance; as apresentações de live cinema se dão como um show. Vemos as pessoas trabalhando em seus laptops, assim como a tela onde mostram os seus resultados. Também é comum ter música feita por um DJ em tempo real ou por uma banda. Isso destaca sua característica de baixa interatividade, porém, trata-se de um acontecimento único e impossível de repetir. Esse 4 Conforme descrição feita no site do festival de live cinema. Disponível em: <http://www.livecinema.com.br/artigo/77>. Acesso em: 2 dez

4 4 elemento do live cinema é precisamente interessante, pois mostra uma ruptura com a produção padronizada do cinema industrial. Vemos isso como uma possibilidade de pensar um cinema não industrial, que pode ser único em cada apresentação, quebrando com a própria essência do cinema como uma produção audiovisual padronizada. Mia Makela apresenta uma concepção interessante ao defender que live cinema não é cinema. Pois, não apresenta uma história linear, nem mesmo é baseado em falas e em atores. Ademais, Makela defende que a linguagem do cinema e do live cinema não são a mesma, apesar de apresentaram certa semelhança em alguns pontos, live cinema acaba por desenvolver uma linguagem própria que é dividida em três elementos: montagem, composição e efeitos visuais. A montagem é o elemento constituinte do cinema, sendo basilar nas experimentações das vanguardas do cinema Russo. Makela faz referência a essas experimentações como começo ou, inicio do live cinema. Como esclarece a autora: Eisenstein s montage techniques could also be seen as the beginning of VJing. The way he used sound as the basis of the visual montage is how contemporary live visuals are often presented (MAKELA, 2012). Percebemos, apesar de defender live cinema is not cinema (MAKELA, 2012), que as vanguardas trazem elementos de experimentação que estão fortemente presentes nos trabalhos atuais de live cinema. Dessa maneira, o live cinema se relaciona com os elementos mais radicais e técnicos do cinema, como a montagem, composição de imagens e utilização de efeitos, distanciando-se do cinema comercial e, de outro lado, aproximando-se do cinema de vanguarda soviético. Apesar de não poder ser considerado cinema, o live cinema é constituído pelos elementos centrais da técnica do cinema, mostrando, antes de uma ruptura com o cinema, uma continuação nos processos de experimentação de imagens em movimento. O caso de Peter Greenaway também é interessante para pensar o live cinema. Peter Greenaway levanta Eisenstein como um grande nome do cinema, ou como um dos únicos que fez cinema, por suas experiências estéticas. Greenaway (2012) também representa o live cinema em seu projeto Tulse Luper VJ Tour, apesar das declarações apocalípticas com o cinema, Greenaway parece continuar fazendo cinema. Porém, suas proposições provocativas mostram seu esclarecido desprezo pelo cinema mainstream. De outro lado, a morte do cinema parece mostrar que algo novo está surgindo das cinzas dessa velha mídia industrial.

5 5 De forma mais especifica, Greenaway defende o que vimos até agora de texto ilustrado e não cinema. O diretor inglês parece preocupado com uma linguagem própria do cinema e defende que cinema deve criar imagens e não ilustrar histórias. Ambas as concepções de Greenaway e Makela parecem apontar para uma crítica ao cinema mainstream, apontando para uma ruptura com as formas tradicionais do cinema e continuação das experimentações do cinema de vanguarda, entre outras formas de experimentação audiovisual. 4. CONCLUSÃO Apesar de live cinema não representar o cinema tradicional narrativo, existe uma convergência estética com as experimentações das vanguardas da primeira metade do século XX. Assim, o live cinema mantém uma relação com elementos radicais do cinema experimental, como a não-linearidade, montagens complexas, mistura de imagens, imagens abstratas. Em nossa concepção, essa relação mostra a ligação com conceitos basilares da produção cinematográfica, mostrando uma relação de experimentação com as vanguardas, vídeo arte, cinema expandido, e demais experimentação em audiovisual. O live cinema, segundo nossa concepção, trabalha com os elementos mais radicais da produção cinematográfica, qual sejam, montagem, composição de imagens e efeitos visuais. Por certo, essa forma de experimentação resignifica as estéticas do cinema antigo, reconfigurando suas experimentações com a tecnologia atual. Antes de uma ruptura com o cinema, live cinema retoma o cinema antigo e os elementos basilares da linguagem cinematográfica. REFERÊNCIAS BENJAMIN, Walter. Obras escolhidas: v. 1. São Paulo: Brasiliense, BOSSEUR, Dominque e Jean-Yves. Revoluções musicais. Lisboa: Caminho, COUTINHO, Eleonora Loner. O live cinema e o cinema interativo: uma análise a partir do filme Ressaca. Disponível em: <http://www.revistas.ufg.br/index.php/lucianahidemi/article/view/18371>. Acesso em: 2 dez GREENAWAY, Peter. 105 anos de texto ilustrado. Disponível em: <http://www.letras.ufmg.br/poslit/08_publicacoes_pgs/aletria%2008/peter%20greena way.pdf> Acesso em: 2 dez

6 6 LEW, Michael. Live cinema: designing an instrument for cinemaediting as a live performance. Proceedings of the 2004 Conference on new interfaces for musical expression. Hamamatsu, MACHADO, Arlindo. Pré-cinemas & pós-cinemas. Campinas: Papirus, MAKELA, Mia. The practice of live cinema. Disponível em: <http://www.miamakela.net/text/text_practiceoflivecinema.pdf>. Acesso em: 2 dez MANOVICH, Lev. The language of new media. Cambridge: Massachussets Institute of Technology, MENEZES, Flo. Atualidade estética da música eletroacústica. São Paulo: Fundação Editora da UNESP (FEU), 1999.

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação.

Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Transcinema e a estética da interrupção Kátia Maciel Transcinema é o cinema situação, ou seja, um cinema que experimenta novas arquiteturas, novas narrativas e novas estratégias de interação. Se o cinema

Leia mais

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki

Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Por uma estética das imagens digitais: um olhar sobre Parallel, videoinstalação de Harun Farocki Jamer Guterres de Mello 1 Resumo Este trabalho pretende demonstrar de que forma as imagens digitais produzem

Leia mais

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR

FACULDADE DE ARTES DO PARANÁ CURSO DE BACHARELADO EM CINEMA E VÍDEO Ano Acadêmico de 2008 MATRIZ CURRICULAR MATRIZ CURRICULAR Carga Horária Semestral por Disciplina Disciplinas 1º semestre 2º semestre 3º semestre 4º semestre 5º semestre 6º semestre 7º semestre 8º semestre Total Obrigatórias Optativas Fundamentos

Leia mais

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO

PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO PROJETO POLÍTICO PEDAGÓGICO DA DISCIPLINA AUDIOVISUAL DA ESCOLA POLITÉCNICA DE SAÚDE JOAQUIM VENÂNCIO 1. AUDIOVISUAL NO ENSINO MÉDIO O audiovisual tem como finalidade realizar-se como crítica da cultura,

Leia mais

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som

Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida. por Caio Amon. Imagens Sonoras. A Expansão da Imagem pelo Som Imagens Sonoras por Caio Amon A Expansão da Imagem pelo Som Todos os direitos reservados a Fluxo - Escola de Fotografia Expandida Aprenda a produzir som e trilha para seus projetos. Imagens Sonoras A Expansão

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA

UNIVERSIDADE FEDERAL DO PAMPA CAMPUS JAGUARÃO CURSO DE PEDAGOGIA PLANO DE ENSINO 2011-1 DISCIPLINA: Arte e Educação - JP0029 PROFESSOR: Ms. Clóvis Da Rolt I DADOS DE IDENTIFICAÇÃO Carga Horária Teórica: 60h Carga Horária Prática: 15h II EMENTA A disciplina de Arte e

Leia mais

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo?

A essa altura, você deve estar se perguntando qual é a diferença entre cinema e vídeo, audiovisual e multimídia, não é mesmo? Pré-Vestibular Social Grupo SOA Suporte à Orientação Acadêmica Ela faz cinema Ela faz cinema Ela é demais (Chico Buarque) CINEMA Chegou o momento de escolher um curso. Diante de tantas carreiras e faculdades

Leia mais

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE

UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE UNIVERSIDADE DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO - INSTITUTO DE ARTES ESCOLA DE ARTES VISUAIS DO PARQUE LAGE CURSO DE ESPECIALIZAÇÃO EM ENSINO DA ARTE - TURMA 2015 PÓS-GRADUAÇÃO LATO SENSU EMENTAS DOS CURSOS Arte

Leia mais

Regulamento das oficinas

Regulamento das oficinas Regulamento das oficinas As oficinas oferecidas pelo Cine Festival Inconfidentes Festival Nacional de Cinema e Vídeo de Mariana são gratuitas e abertas à participação da comunidade; Cada pessoa poderá

Leia mais

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo

17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO. 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo 17º FESTIVAL BRASILEIRO DE CINEMA UNIVERSITÁRIO 06.08 a 12.08 Rio de Janeiro 13.08 a 19.08 São Paulo APRESENTAÇÃO O 17º Festival Brasileiro de Cinema Universitário acontecerá de 6 a 12 de agosto de 2012,

Leia mais

17:47:08. Introdução à Informática com Software Livre

17:47:08. Introdução à Informática com Software Livre 17:47:08 Introdução à Informática com Software Livre 1 17:47:09 Audacity 2 Audacity 17:47:09 Audacity é um Software Livre de edição digital de áudio, disponível principalmente nas plataformas: Windows,

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ARTES VISUAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA VISUAL MESTRADO PLANO DE ENSINO DISCIPLINA:

UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ARTES VISUAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA VISUAL MESTRADO PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: UNIVERSIDADE FEDERAL DE GOIÁS FACULDADE DE ARTES VISUAIS CURSO DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CULTURA VISUAL MESTRADO ANO: PLANO DE ENSINO DISCIPLINA: Disciplina: Tópicos Especiais em Arte e Visualidades - Imagem

Leia mais

NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda.

NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda. 2 NÖOS RESFEST é o festival da cultura pop de vanguarda em suas várias formas: cinema digital, música, design gráfico, arte e moda. Na sua 5ª edição no Brasil o NÖOS RESFEST tem duração de 3 dias e será

Leia mais

MusiTec: tutorial multimídia no ensino da música contemporânea

MusiTec: tutorial multimídia no ensino da música contemporânea MusiTec: tutorial multimídia no ensino da música contemporânea Henderson J. Rodrigues PPGM/UFPB GMT/UFPB e-mail: henderson_rodrigues@hotmail.com Sumário: Nesta comunicação apresentamos os resultados da

Leia mais

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre

PROGRAMA DE DISCIPLINA. Produção de Áudio. 72 5º semestre Faculdade Anísio Teixeira de Feira de Santana Autorizada pela Portaria Ministerial nº 552 de 22 de março de 2001 e publicada no Diário Oficial da União de 26 de março de 2001. Endereço: Rua Juracy Magalhães,

Leia mais

UNOCHAPECÓ - ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS ENGENHARIA MECÂNICA - P.I. PROF. EDERSON MOREIRA PAZ

UNOCHAPECÓ - ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS ENGENHARIA MECÂNICA - P.I. PROF. EDERSON MOREIRA PAZ UNOCHAPECÓ - ÁREA DE CIÊNCIAS EXATAS E AMBIENTAIS ENGENHARIA MECÂNICA - P.I. PROF. EDERSON MOREIRA PAZ PESQUISA DE MERCADO Alguns fatores específicos e relevantes para a confecção de uma proposta. CONSUMIDORES

Leia mais

Missão. Objetivo Geral

Missão. Objetivo Geral SÍNTESE DO PROJETO PEDAGÓGICO Curso: CINEMA E AUDIOVISUAL Missão O Curso de Cinema e Audiovisual da Universidade Estácio de Sá tem como missão formar um profissional humanista, com perfil técnico e artístico

Leia mais

Autor: Diego Tischeler Rosso Co-autor: professora Raquel Guerra RESUMO DO PROJETO DE PESQUISA (N 034352 - GAP/CAL)

Autor: Diego Tischeler Rosso Co-autor: professora Raquel Guerra RESUMO DO PROJETO DE PESQUISA (N 034352 - GAP/CAL) MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO UNIVERSIDADE FEDERAL DE SANTA MARIA PRO REITORIA DE GRADUAÇÃO PROGRAMA DE LICENCIATURAS/ EDITAL 01/2013. CENTRO DE ARTES E LETRAS CURSO DE LICENCIATURA EM TEATRO Autor: Diego Tischeler

Leia mais

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005.

RESENHA. SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. 1 RESENHA Mónica Santos Pereira Defreitas 1 SANTAELLA, L. Por que as comunicações e as artes estão convergindo? São Paulo: Paulus, 2005. O livro de Lúcia Santaella, Por que as comunicações e as artes estão

Leia mais

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL

PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO DISCIPLINA FLEXÍVEL PONTIFÍCIA UNIVERSIDADE CATÓLICA DE SÃO PAULO FACULDADE DE FILOSOFIA, COMUNICAÇÃO, LETRAS E ARTE CURSO DE COMUNICAÇÃO E MULTIMEIOS DISCIPLINA FLEXÍVEL Disciplina: Música-voz-som e processos criativos:

Leia mais

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO

Constelação 1 RESUMO. PALAVRAS-CHAVE: haicai; minimalismo; poesia; imaginação INTRODUÇÃO Constelação 1 Bruno Henrique de S. EVANGELISTA 2 Daniel HERRERA 3 Rafaela BERNARDAZZI 4 Williane Patrícia GOMES 5 Ubiratan NASCIMENTO 6 Universidade Federal do Rio Grande do Norte, Natal, RN RESUMO Este

Leia mais

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico

Plano de Trabalho Docente 2015. Ensino Técnico Plano de Trabalho Docente 2015 Ensino Técnico Etec Etec: Paulino Botelho Código: 091 Município: São Carlos Eixo Tecnológico: Informação e Comunicação Habilitação Profissional: Habilitação Profissional

Leia mais

Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica

Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica Projeto: O cinema vai à escola Do enredo à trilha sonora: os desafios da linguagem cinematográfica Profª Mariana Villaça SESC-SP, 23/5/2013 Elementos da linguagem cinematográfica: identificando o enredo

Leia mais

Interação Música-Imagem 1

Interação Música-Imagem 1 Interação Música-Imagem 1 Sérgio Basbaum Quase todo o material disponível em português sobre a questão do uso do som no cinema é bastante ingênuo. Esta aula visa mapear o território a partir dos livros

Leia mais

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h

Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR. Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Curso Técnico Integrado em Comunicação Visual CÂMPUS PALHOÇA BILÍNGUE MATRIZ CURRICULAR Módulo/Semestre 1 Carga horária total: 400h Introdução à Comunicação Visual 40 horas Não tem Desenho I 40 horas Não

Leia mais

APRESENTAÇÃO O CURSO

APRESENTAÇÃO O CURSO APRESENTAÇÃO A Especialização em Áudio para Rádio, TV e Cinema destina-se para quem quer trabalhar com broadcast e/ou radiodifusão, mercado em franca ascensão no Brasil. Além da microfonação, fundamental

Leia mais

APÊNDICE 1. Plano de Aula: Luz e Cor

APÊNDICE 1. Plano de Aula: Luz e Cor APÊNDICE 1 Plano de Aula: Luz e Cor Tempo previsto: de 6 a 8 aulas. Conteúdos: interação física entre a luz e a matéria; processo de percepção das cores pelo olho humano; processamento das cores pelo olho

Leia mais

Guerra dos Mundos em São Luís 1

Guerra dos Mundos em São Luís 1 Guerra dos Mundos em São Luís 1 Ana Paula Silva de SOUSA 2 Dara de Sousa SANTOS 3 Silvanir Fernandes da SIVA 4 Polyana AMORIM 5 Universidade Federal do Maranhão, MA RESUMO O documentário Guerra dos Mundos

Leia mais

Prof. Gamba Jr. Departamento de Artes e Design (PUC-Rio) Êta, Seu Bonequeiro! A Interdisciplinaridade e sua dimensão política

Prof. Gamba Jr. Departamento de Artes e Design (PUC-Rio) Êta, Seu Bonequeiro! A Interdisciplinaridade e sua dimensão política Prof. Gamba Jr. Departamento de Artes e Design (PUC-Rio) Êta, Seu Bonequeiro! A Interdisciplinaridade e sua dimensão política A Vida na lembrança torna-se um filme mudo. Todos nós temos na mente a imagem

Leia mais

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE

CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL. DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE CENTRO EDUCACIONAL CHARLES DARWIN ENSINO FUNDAMENTAL 2015 DIRETRIZES CURRICULARES 1º ao 5º ANO ARTE OBJETIVOS GERAIS Conhecimento da Arte enquanto auto expressão e conhecimento, apreensão e comunicação

Leia mais

Aula 05. CINEMA: profissões

Aula 05. CINEMA: profissões Aula 05 CINEMA: profissões Profissões do Cinema O cinema pode ser dividido em diversos processos, onde se envolvem diferentes tipos de profissionais: Roteiro Produção Realização Decupagem Decupagem de

Leia mais

Currículo Referência em Música Ensino Médio

Currículo Referência em Música Ensino Médio Currículo Referência em Música Ensino Médio 1º ANO - ENSINO MÉDIO Objetivos Conteúdos Expectativas - Conhecer a área de abrangência profissional da arte e suas características; - Reconhecer e valorizar

Leia mais

ATIVIDADES COMPLEMENTARES

ATIVIDADES COMPLEMENTARES EMENTÁRIO 1 ANO ATIVIDADES COMPLEMENTARES DESIGN GRÁFICO E EDITORAÇÃO Ementa: A história do design gráfico e sua relação com as várias formas de linguagens (gravura, desenho, pintura, fotografia e vídeo).

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO PUBLICIDADE E PROPAGANDA GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS Cultura Brasileira 1º PERÍODO O fenômeno cultural. Cultura(s) no Brasil. Cultura regional e

Leia mais

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível

Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Composição musical na educação infantil: uma experiência possível Francine Kemmer Cernev francine@cernev.com.br Universidade Estadual de Londrina/ Colégio Nossa Senhora do Rosário, Cornélio Procópio/PR/

Leia mais

2 pontos para cada comprovação. Limite: 10 pontos. 5 pontos para cada 60 horas comprovadas. Limite: 20 pontos. 2 pontos para cada comprovação.

2 pontos para cada comprovação. Limite: 10 pontos. 5 pontos para cada 60 horas comprovadas. Limite: 20 pontos. 2 pontos para cada comprovação. ANEXO III - PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE CURRÍCULO LATTES PONTUAÇÃO PARA AVALIAÇÃO DE CURRÍCULO LATTES LINGUAGEM AUDIOVISUAL NA ESCOLA reconhecido ou validado pela CAPES, em campos relacionados às áreas

Leia mais

Oficinas da "II Semana Digiarte: cibercultura"

Oficinas da II Semana Digiarte: cibercultura Oficinas da "II Semana Digiarte: cibercultura" As oficinas da segunda edição da "Semana Digiarte" permeiam conceitos da arte na contemporaneidade, caminhando em direção às pesquisas tecnológicas e experiências

Leia mais

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário

Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Guia de como elaborar um Projeto de Documentário Prof. Dr. Cássio Tomaim Departamento de Ciências da Comunicação Universidade Federal de Santa Maria (UFSM)/Cesnors Adaptação: Prof. Claudio Luiz Fernandes

Leia mais

Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados

Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados Programa Petrobras Cultural 2007/2008 Projetos Contemplados CURTA-SE VIII Festival Ibero-Americano de Curtas-Metragens de Sergipe Protocolo: 4 Proponente: Centro de Estudos Casa Curta-SE Estado do Proponente:

Leia mais

Apostila Artes Audiovisuais

Apostila Artes Audiovisuais INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO CAMPUS SERTÃOZINHO Apostila Artes Audiovisuais ROTEIRO Cinema,Televisão e Vídeo 3a. Revisão 2010 Prof. MS. Ricardo Stefanelli 1 Projeto para Roteiro Audiovisual Vídeo Artes

Leia mais

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO)

JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) JUSTIFICATIVA PEDAGÓGICA DA PRODUÇÃO DE CONTEÚDOS DIGITAIS NA FORMATAÇÃO DO SOFTWARE EDUCACIONAL (SIMULAÇÃO E ANIMAÇÃO) De acordo com o Edital de produção de conteúdo digitais multimídia, alguns aspectos

Leia mais

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO

MATERIAL COMPLEMENTAR PARA ESTUDOS HISTÓRIA DA ARTE- 2ª SÉRIE ENSINO MÉDIO Arte Moderna Expressionismo A busca por expressar os problemas da sociedade da época e os sentimentos e emoções do homem no inicio do século xx Foi uma reação ao impressionismo, já que o movimento preocupou-se

Leia mais

SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH

SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH SOFTWARE EDUCATIVO DE MATEMÁTICA: SHOW MATH Anderson Clavico Moreira Profª. Ms. Deise Deolindo Silva short_acm@hotmail.com deisedeolindo@hotmail.com Curso de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de

Leia mais

SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CIENTÍFICAS E CULTURAIS NO PROCESSO DA 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE

SOBRE O DESENVOLVIMENTO DE ATIVIDADES ARTÍSTICAS, CIENTÍFICAS E CULTURAIS NO PROCESSO DA 3ª CONFERÊNCIA NACIONAL DE JUVENTUDE RESOLUÇÃO 08/2015, DA COMISSÃO ORGANIZADORA NACIONAL A Comissão Organizadora da 3ª Conferência Nacional de Juventude, no uso de suas atribuições regimentais, em conformidade com o artigo 6º, objetivo específico

Leia mais

Edição de Videos online - JayCut

Edição de Videos online - JayCut Edição de Vídeos A atividade de professor exige com que muitas vezes se criem apresentações sobre temas de aulas. O que muitas vezes se deseja é que a apresentação criada possa ser exibida como um filme,

Leia mais

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo

Pontifícia Universidade Católica de São Paulo ESPECTROS SONOROS Plano de aula Autor: Prof. Alessandro Washington Daniel (E.E. José Chaluppe) Alunos da 2ª série Ensino Médio da E.E. José Chaluppe Bruna Alves Freires Teixeira Oscar Hugo Lunguinho Falchetto

Leia mais

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL.

LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. LINGUAGENS ARTÍSTICAS E LÚDICAS NA EDUCAÇÃO INFANTIL. ANA PAULA CORDEIRO ARTE ARTE? O QUE É? QUAL SUA NECESSIDADE? QUAL SUA FUNÇÃO? ARTE: O QUE É? ARTE Uma forma de criação de linguagens- a linguagem visual,

Leia mais

Realidade Virtual Aplicada à Educação

Realidade Virtual Aplicada à Educação Realidade Virtual Aplicada à Educação Sandra Dutra Piovesan 1, Camila Balestrin 2, Adriana Soares Pereira 2, Antonio Rodrigo Delepiane de Vit 2, Joel da Silva 2, Roberto Franciscatto 2 1 Mestrado em Informática

Leia mais

Paisagem Sonora. Paisagem Sonora e Classificação dos sons Prof. Lawrence Shum. Leia a seguir o conceito de Paisagem Sonora (SCHAFER, 1977, p.

Paisagem Sonora. Paisagem Sonora e Classificação dos sons Prof. Lawrence Shum. Leia a seguir o conceito de Paisagem Sonora (SCHAFER, 1977, p. Paisagem Sonora Leia a seguir o conceito de Paisagem Sonora (SCHAFER, 1977, p. 366): Paisagem sonora O ambiente sonoro. Tecnicamente, qualquer porção do ambiente sonoro vista como um campo de estudos.

Leia mais

Vídeo institucional para a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá: apoio e solidariedade 1

Vídeo institucional para a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá: apoio e solidariedade 1 Vídeo institucional para a Santa Casa de Misericórdia de Cuiabá: apoio e solidariedade 1 Welytton Cesar Cabral Mazzer HERRERA 2 Ailton Pereira BARBOSA 3 Gilson Moraes da COSTA 4 Antonio Carlos do AMARAL

Leia mais

Radionovela para e com deficientes visuais 1

Radionovela para e com deficientes visuais 1 Radionovela para e com deficientes visuais 1 Gabriela Rodrigues Pereira CAPPELLINI 2 Raquel PELLEGRINI 3 Christian GODOI 4 Centro Universitário do Monte Serrat, Santos, SP RESUMO Narrar histórias a deficientes

Leia mais

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação

PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS. CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação PROJETO DE PESQUISA TÍTULO: CINEMA E PUBLICIDADE: RELAÇÕES INTERTEXTUAIS E MERCADOLÓGICAS CURSO: Programa de Mestrado em Comunicação LINHA DE PESQUISA: Inovações na Linguagem e na Cultura Midiática PROFESSOR

Leia mais

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS

Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS Comunicação LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO DE IMAGENS EM MÍDIAS DIGITAIS - ESPAÇO DE (RE)SIGNIFICAÇÃO DO OLHAR POR VIA DE IMAGENS TÉCNICAS SANTOS, Noeli Batista dos 1 Palavras-chave: imagem, ensino, tecnologia.

Leia mais

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO

Mestres 1 RESUMO. 4. Palavras-chave: Comunicação; audiovisual; documentário. 1 INTRODUÇÃO Mestres 1 Tiago Fernandes 2 Marcelo de Miranda Noms 3 Mariane Freitas 4 Tatiane Moura 5 Felipe Valli 6 Bruno Moura 7 Roberto Salatino 8 Conrado Langer 9 Prof. Msc. Luciana Kraemer 10 Centro Universitário

Leia mais

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker.

Resumo expandido CONPEEX 2011. A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. Resumo expandido CONPEEX 2011 TÍTULO A Construção da Narrativa Fílmica Através do Discurso Fotográfico na Obra de Chris Marker. NOMES DOS AUTORES, UNIDADE ACADÊMICA E ENDEREÇO ELETRÔNICO Luciana Miranda

Leia mais

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno)

Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Ementa das disciplinas optativas 2011.1 (em ordem alfabética independente do curso e do turno) Disciplina Ementa Pré- requisito C.H. Curso Assessoria de Comunicação Conhecimento geral, reflexão e prática

Leia mais

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE ARTE TEMA: CIRCO

PROGRAMAÇÃO CURRICULAR DE ARTE TEMA: CIRCO TEMA: CIRCO 1. ano Reconhecimento e análise de formas visuais presentes na natureza e nas diversas culturas Utilização de elementos da linguagem visual: linha, cor, forma Representação por meio de colagem,

Leia mais

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL

FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL FACULDADES INTEGRADAS BARROS MELO PROCESSO SELETIVO PARA ALUNOS/ESTÁGIARIOS EDITAL A Profª. Ivânia Maria de Barros Melo dos Anjos Dias, Diretora Geral das Faculdades Integradas Barros Melo, no uso de suas

Leia mais

A mlc 2011 acontecerá no teatro do Oi Futuro Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro, dos dias 01 a 04 de setembro de 2011.

A mlc 2011 acontecerá no teatro do Oi Futuro Ipanema, na cidade do Rio de Janeiro, dos dias 01 a 04 de setembro de 2011. apresenta: IV MOSTRA LIVE CINEMA mlc 2011 APRESENTAÇÃO A IV MOSTRA LIVE CINEMA (mlc 2011) é uma mostra expositiva de performances audiovisuais, de Live Cinema, Live Images e de qualquer outro tipo de manifestação

Leia mais

RESUMO. Palavras-chave: Dramaturgia. Oralidade. Ator. Improvisação. ABSTRACT

RESUMO. Palavras-chave: Dramaturgia. Oralidade. Ator. Improvisação. ABSTRACT SILVEIRA, Patrícia dos Santos. Jogos de linguagem e oralidade na construção do texto teatral. Florianópolis: UDESC; CAPES; Mestrado; Orientador Prof. Dr. Stephan Baumgärtel. Atriz. RESUMO Este artigo visa

Leia mais

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO

ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO ANEXO 1 - QUESTIONÁRIO 1. DIMENSÃO PEDAGÓGICA 1.a) ACESSIBILIDADE SEMPRE ÀS VEZES NUNCA Computadores, laptops e/ou tablets são recursos que estão inseridos na rotina de aprendizagem dos alunos, sendo possível

Leia mais

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL

JORNALISMO CULTURAL ONLINE: EXPERIÊNCIAS DE COBERTURA JORNALÍSTICA DO SITE CULTURA PLURAL 12. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ÁREA TEMÁTICA: ( x ) COMUNICAÇÃO ( ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE ( ) TRABALHO ( ) TECNOLOGIA JORNALISMO

Leia mais

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL

WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL WORKSHOP DE EXPRESSÃO AUDIOVISUAL PROGRAMA Tronco Comum SESSÃO 1 Apresentação do Workshop e Introdução à Linguagem Audiovisual 3 horas Apresentação dos intervenientes (formador e formandos). Apresentação

Leia mais

USO DOS RECURSOS EDUCACIONAIS BASEADOS EM MÍDIAS INTERATIVAS INTEGRADAS ONLINE (RE-MIIO) NA GEOGRAFIA

USO DOS RECURSOS EDUCACIONAIS BASEADOS EM MÍDIAS INTERATIVAS INTEGRADAS ONLINE (RE-MIIO) NA GEOGRAFIA USO DOS RECURSOS EDUCACIONAIS BASEADOS EM MÍDIAS INTERATIVAS INTEGRADAS ONLINE (RE-MIIO) NA GEOGRAFIA BEATRIZ RENEIS LUIS¹, FELIPE DE PAULA RUI² e LUCIENE APARECIDA GOUVÊA NOGUEIRA³ biareneis@gmail.com,

Leia mais

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas

PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS. 1. Qualificação Social 100 horas PROGRAMA TRILHA SETRE NA TRILHA DAS ARTES CURSOS DE 400 HORAS 1. Qualificação Social 100 horas INCLUSÃO DIGITAL - 30 horas (15 h de prática) Ementa: Introdução à informática, hardware e software. Descrição

Leia mais

PLANO DE ENSINO ETIM DADOS DA DISCIPLINA. Ementa

PLANO DE ENSINO ETIM DADOS DA DISCIPLINA. Ementa PLANO DE ENSINO ETIM DADOS DA DISCIPLINA Nome da Disciplina: ARTES Curso: Técnico de Nível Médio Integrado em Contabilidade Período: 1 ANO Carga Horária: 2 a/s - 80 h/a 66.67 h/r Docente Responsável: Ementa

Leia mais

Vanguardas Históricas I

Vanguardas Históricas I Vanguardas Históricas I As transformações do início do século XX e as vanguardas históricas Os avanços da ciência realizados a partir do século XIX mudaram a percepção da realidade e conduziram, no campo

Leia mais

PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA

PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA Ano 3 Nº 14 Jul 2015 ISSN 2316-8102 PERFORMANCE COMO PROCESSO: PRÁTICAS DE EMBODIMENT À DISTÂNCIA por Daniel Pinheiro, Lisa Parra O projeto visa abordar práticas no desenvolvimento de estruturas que potenciem

Leia mais

INVESTIGANDO A PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO NO CONTEXTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA

INVESTIGANDO A PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO NO CONTEXTO DO LABORATÓRIO DE FÍSICA IX CONGRESO INTERNACIONAL SOBRE INVESTIGACIÓN EN DIDÁCTICA DE LAS CIENCIAS Girona, 9-12 de septiembre de 2013 COMUNICACIÓN INVESTIGANDO A PRODUÇÃO DE VÍDEOS POR ESTUDANTES DE ENSINO MÉDIO NO CONTEXTO DO

Leia mais

obras e procedimentos:

obras e procedimentos: obras e procedimentos: uma análise dos Mestrando em Multimeios na Unicamp cinemas ao vivo RESUMO Análise de classificação de obras significativas dos Cinemas ao vivo, a partir das tendências do Cinema

Leia mais

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO

SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO 1 SERVIÇO PÚBLICO FEDERAL UNIVERSIDADE FEDERAL DA PARAÍBA CONSELHO SUPERIOR DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO Resolução n 75/ 2011 Aprova o Projeto Pedagógico do Curso de Cinema e Audiovisual, Bacharelado,

Leia mais

h p://www.confabulefilmes.com.br/fes vais inscrições até junho/11

h p://www.confabulefilmes.com.br/fes vais inscrições até junho/11 1 de 5 21/06/2011 17:55 FESTIVAIS inscrições até junho/11 1ª MOSTRA DE VÍDEO UNIVERSITÁRIO DA UNICAP A 1ª Mostra de Vídeo Universitário da Unicap é uma atividade integrada à programação de comemoração

Leia mais

II Simpósio Bienal de Educação Musical PUC-PR nov/2012. 1 Miguel Ratton

II Simpósio Bienal de Educação Musical PUC-PR nov/2012. 1 Miguel Ratton 1 Miguel Ratton O vínculo da música com a tecnologia Desde que surgiram os primeiros instrumentos, a execução musical sempre esteve associada a alguma tecnologia Nos instrumentos acústicos, o resultado

Leia mais

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca

Figura 56. Tema Folclore. Figura 58 Personagens ou Imagens do Folclore Brasileiro: Cuca O tema do folclore pintado pelos alunos passou por uma seleção de imagens escolhidas por eles mesmos, desenhadas anteriormente em classe para depois tais desenhos serem apresentados para a votação. As

Leia mais

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM

Vinheta Sala de Cinema 1. Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM Vinheta Sala de Cinema 1 Felipe Bruno 2 Graciene Silva de SIQUEIRA 3 Universidade Federal do Amazonas, Parintins, AM RESUMO Esse trabalho surgiu a partir das atividades de um projeto de extensão (Pibex)

Leia mais

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo

Palavras-chave: 1. Artes; 2. Audiovisual 3. Educação; 4. Rádio; 5. Vídeo Artes Audiovisuais: Estratégia cooperativa na modalidade Educação Jovem e Adulta - EJA STEFANELLI, Ricardo 1 Instituto Federal de Educação Tecnológica de São Paulo RESUMO O presente trabalho na disciplina

Leia mais

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA

A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA A LINGUAGEM MUSICAL DO MUSICOTERAPEUTA Rita Bomfati. UNESPAR- FAP ritabomfati1@gmail.com Resumo: A importância da formação musical do musicoterapeuta (conhecimento de ritmos e instrumentos, história da

Leia mais

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio

Plano de Trabalho Docente - 2014. Ensino Médio Plano de Trabalho Docente - 2014 Ensino Médio Código: 0262 ETEC ANHANQUERA Município: Santana de Parnaíba Área de Conhecimento: Linguagens, códigos e suas tecnologias. Componente Curricular: Artes Série:

Leia mais

Produção fonográfica: Etapas e Envolvidos

Produção fonográfica: Etapas e Envolvidos Produção fonográfica: Etapas e Envolvidos A produção fonográfica começou no início do século XX e passou por diversas transformações por conta de aspectos tecnológicos, culturais e econômicos. Hoje, com

Leia mais

NACIONALIDADE: PIS (ou número de Inscrição do Contribuinte Individual junto a Previdência Social):

NACIONALIDADE: PIS (ou número de Inscrição do Contribuinte Individual junto a Previdência Social): EDITAL DE SELEÇÃO DE PROPOSTAS DE ARTES VISUAIS PARA REALIZAÇÃO DE EXPOSIÇÕES NA GALERIA DE ARTES DO SESC LONDRINA 2013 FICHA DE INSCRIÇÃO NOME COMPLETO/RAZÂO SOCIAL: REPRESENTANTE LEGAL: NOME ARTÍSTICO:

Leia mais

Figura Nº 70. Figura Nº 71

Figura Nº 70. Figura Nº 71 Figura Nº 70 Figura Nº 71 Figura Nº 69 Outra constatação é que o processo de solarização decorre de uma iluminação adicional feita no decorrer da revelação da imagem ou filme, assim sendo poderíamos com

Leia mais

Cinema e Pintura: transtextualidades num diálogo entre Eisenstein e Aumont ¹. Vanessa Gomes de QUEIROZ ² Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ

Cinema e Pintura: transtextualidades num diálogo entre Eisenstein e Aumont ¹. Vanessa Gomes de QUEIROZ ² Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ Cinema e Pintura: transtextualidades num diálogo entre Eisenstein e Aumont ¹ Vanessa Gomes de QUEIROZ ² Universidade Federal Fluminense, Niterói, RJ Resumo Este trabalho tem como objetivo o estudo do Cinema

Leia mais

KANDINSKY: TUDO COMEÇA NUM PONTO Até 12/1/2015

KANDINSKY: TUDO COMEÇA NUM PONTO Até 12/1/2015 Galerias I e II, Pavilhão II e Sala Multiuso Kandinsky Amazonas com Leões Azuis KANDINSKY: TUDO COMEÇA NUM PONTO Até 12/1/2015 Classificação indicativa: livre. Entrada franca. qua - qui - sex- sáb - dom

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS

UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO CONSELHO DE ENSINO, PESQUISA E EXTENSÃO SECRETARIA DOS ÓRGÃOS COLEGIADOS DELIBERAÇÃO Nº 65, DE 11 DE MAIO DE 2012 O DA UNIVERSIDADE FEDERAL RURAL DO RIO DE JANEIRO, tendo em vista a decisão tomada em sua 257ª Reunião Extraordinária, realizada em 11 de maio de 2012, e considerando

Leia mais

CRÍTICA GENÉTICA E ROTEIROS DE CINEMA

CRÍTICA GENÉTICA E ROTEIROS DE CINEMA CRÍTICA GENÉTICA E ROTEIROS DE CINEMA Carlos Gerbase 1 Resumo Este ensaio mostra as diversas fontes que podem ser utilizadas na crítica genética de roteiros de cinema (incluindo não só textos, mas também

Leia mais

Público-Alvo Aberto a todos os interessados em Audiovisuais, Arte Multimédia, Som e Vídeo. Estudantes, Professores e Profissionais do Audiovisual.

Público-Alvo Aberto a todos os interessados em Audiovisuais, Arte Multimédia, Som e Vídeo. Estudantes, Professores e Profissionais do Audiovisual. CURSO LIVRE PROJECTO AUDIOVISUAL Coordenação: Rogério Taveira Formadores: Fernando Fadigas e Luís Soares Data / Horário 28 e 29 de Julho e 1, 2, 3, 4 e 5 de Agosto 18H00-22h00 Duração total Nº total de

Leia mais

Daniel Senise Fernando Cocchiarale

Daniel Senise Fernando Cocchiarale Texto publicado no catálogo da exposição do artista na XX Bienal de São Paulo, em 1989 Fundada na necessidade essencial de marcar sua diferença em relação à representação naturalista, elaborada pelo Renascimento,

Leia mais

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM CONTEXTO DE EAD

CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM CONTEXTO DE EAD CONTAÇÃO DE HISTÓRIAS EM CONTEXTO DE EAD Mary de Andrade Arapiraca 1 Luciene Souza Santos 2 Kelly Cristine Ribeiro 3 Introdução: Recursos midiáticos na narrativa A contação de histórias é a arte da palavra

Leia mais

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções)

ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) 13. CONEX Apresentação Oral Resumo Expandido 1 ISSN 2238-9113 ÁREA TEMÁTICA: (marque uma das opções) ( ) COMUNICAÇÃO (X ) CULTURA ( ) DIREITOS HUMANOS E JUSTIÇA ( ) EDUCAÇÃO ( ) MEIO AMBIENTE ( ) SAÚDE

Leia mais

Linguagem: (X) Instalação ( ) Performance ( ) Música ( ) Fotografia ( ) Vídeo ( ) Game ( ) Outra. Qual?

Linguagem: (X) Instalação ( ) Performance ( ) Música ( ) Fotografia ( ) Vídeo ( ) Game ( ) Outra. Qual? Linguagem: (X) Instalação ( ) Performance ( ) Música ( ) Fotografia ( ) Vídeo ( ) Game ( ) Outra. Qual? Título: Desprogramamdo Programado Nome do artista/coletivo:luiz Antonio Zahdi Salgado Mini-currículo

Leia mais

APRESENTAÇÃO O CURSO

APRESENTAÇÃO O CURSO APRESENTAÇÃO A cena de música eletrônica tem crescido muito. Se apresentar-se como DJ já era considerada uma forma de expressão artística, ainda que desvalorizada, com o passar do tempo isto está mudando.

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular

UNIVERSIDADE FEDERAL DE PERNAMBUCO. Relatório Perfil Curricular PERÍODO: 1º MU096- CANTO 1A OBRIG 0 60 60 2.0 Fórmula: MU055 MU055- PERCEPCAO RITMICA MU271- CANTO CORAL 1 OBRIG 0 30 30 1.0 Fórmula: MU096 MU096- CANTO 1A PRÁTICA DA POLIFONIA VOCAL A DUAS E TRÊS VOZES.

Leia mais

ATUALIZAÇÃO E REVISÃO DE DVD DE VÍDEOS DA DISCIPLINA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO

ATUALIZAÇÃO E REVISÃO DE DVD DE VÍDEOS DA DISCIPLINA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO Universidade Estadual de Campinas UNICAMP RELATÓRIO FINAL ATUALIZAÇÃO E REVISÃO DE DVD DE VÍDEOS DA DISCIPLINA INSTRUMENTAÇÃO PARA O ENSINO Harti Luiz Sachser Jr. RA 016267 José J. Lunazzi Orientador 1.

Leia mais

FAQ (Frequently Asked Questions) PERGUNTAS FREQUENTES

FAQ (Frequently Asked Questions) PERGUNTAS FREQUENTES 1. Onde faço a inscrição dos meus projetos? No site www.oifuturo.org.br. 2. Há alguma forma de fazer inscrição dos projetos por outro meio? Não, somente online. Os anexos não serão aceitos por correio.

Leia mais

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão

Questão 1 / Tarefa 1. Questão 1 / Tarefa 2. Questão 1 / Tarefa 3. Questão Neste teste, a resolução da questão 1 exige a audição de uma sequência de três músicas que serão executadas sem interrupção: uma vez, no início do teste; uma vez, dez minutos após o término da primeira

Leia mais

MANUAL DE TRANSMISSÃO AO VIVO DO JUNTO E MIXADO UTILIZANDO SERVIDOR DEDICADO DE STREAMING

MANUAL DE TRANSMISSÃO AO VIVO DO JUNTO E MIXADO UTILIZANDO SERVIDOR DEDICADO DE STREAMING Junto e Mixado Cultura DJ, Música e Informação MANUAL DE TRANSMISSÃO AO VIVO DO JUNTO E MIXADO UTILIZANDO SERVIDOR DEDICADO DE STREAMING 1. SOBRE O JUNTO E MIXADO 26 de setembro de 2014 Por CleverDJ O

Leia mais

O processo criativo e as poéticas digitais apresentação da pesquisa

O processo criativo e as poéticas digitais apresentação da pesquisa O processo criativo e as poéticas digitais apresentação da pesquisa Daniel Peixoto Ferreira e Gilberto dos Santos Prado Resumo: Neste artigo, apresentamos em linhas gerais a nossa pesquisa sobre as poéticas

Leia mais

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo

PIC. Componentes da PIC 2. o bimestre. Produção Integrada ao Conteúdo PIC VERSÃO PARA O PROFESSOR VERSÃO PARA O PROFESSOR 9. o ano Ensino Fundamental Produção Integrada ao Conteúdo Componentes da PIC 2. o bimestre Arte Ciências Geografia História A nota da PIC é a média

Leia mais

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes

Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes Posicionamento Global da marca FSC e Ferramentas de Marketing - Perguntas e Respostas Frequentes 1. Perguntas e Respostas para Todos os Públicos: 1.1. O que é posicionamento de marca e por que está sendo

Leia mais

A música e a voz. A música e a voz. Síntese musical. A música e a voz. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho. Tópicos: Definição:

A música e a voz. A música e a voz. Síntese musical. A música e a voz. 2001 Wilson de Pádua Paula Filho. Tópicos: Definição: A música e a voz Tópicos: A música e a voz Técnicas de síntese digital de som Definição: Técnicas de produção de seqüências de áudio a partir de uma seqüência de eventos musicais. Tipos de síntese: tempo

Leia mais