POLÍTICA DE INVESTIMENTO 2012

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1 POLÍTICA DE INVESTIMENTO 2012 PLANOS DE BENEFÍCIOS: TELEMARPREV, PBS-TELEMAR, TCSPREV, BRTPREV E FUNDADOR/ALTERNATIVO Vigência: a Aprovada na 86ª Reunião Ordinária do Conselho Deliberativo realizada em 25 de novembro de 2011 A Fundação Atlântico de Seguridade Social é uma entidade fechada de previdência complementar (EFPC) cujo objetivo é a concessão de benefícios suplementares ou assemelhados aos da Previdência Social aos nossos Participantes, quando de sua aposentadoria. Nosso principal patrocinador é o Grupo Oi / Telemar. Nossa governança é liderada por Conselho Deliberativo, e somos supervisionados pela PREVIC, Superintendência Nacional de Previdência Complementar. 1. Os Planos de Benefícios 1 Adotamos modelo de gestão unificada de ativos, para os nossos cinco Planos de Benefícios: TelemarPrev, PBS-TELEMAR, TCSPREV, BrTPREV e Fundador/Alternativo. Com a unificação obtemos ganhos significativos de escala e diversificação, além de evitarmos um tratamento discriminatório entre os diversos grupos de Participantes. As principais características destes planos de previdência privada são: TelemarPrev, aberto a novas adesões, é um plano instituído na modalidade Contribuição Variável (CV). - O Plano de benefícios TelemarPrev conta com aproximadamente 19,2 mil participantes e assistidos e possui em torno de 67% dos recursos relativos a benefícios já concedidos. PBS-Telemar, plano fechado a novas adesões, instituído na modalidade de benefício definido. Conta com aproximadamente 1,6 mil participantes e assistidos e possui em torno de 96% dos recursos relativos a benefícios já concedidos. TCSPREV, plano fechado a novas adesões, instituído na modalidade contribuição variável e constituído por Participantes oriundos dos planos PBS-TCS, TCSPREV, PBT-BRT, TRCA e CA. Conta com aproximadamente 3,4 mil participantes e assistidos e possui em torno de 58% dos recursos relativos a benefícios já concedidos. BrTPREV, plano fechado a novas adesões, instituído na modalidade de contribuição variável. Conta com aproximadamente 4,8 mil participantes e assistidos e possui em torno de 94% dos recursos relativos a benefícios já concedidos. 1 Os números descritos nesta seção referem-se a setembro/

2 Fundador/Alternativo, plano fechado a novas adesões, instituído na modalidade de benefício definido. Conta com aproximadamente 188 participantes e assistidos e possui em torno de 91% dos recursos relativos a benefícios já concedidos. As taxas mínimas atuariais para cada plano de benefícios são: Plano de Benefícios TelemarPrev PBS-Telemar TCSPrev BRTPrev Fundador / Alternativo Taxa Mínima Atuarial INPC + 5,5% a.a. INPC+5,0% a.a. INPC+5,0% a.a. INPC+6,0% a.a. INPC+6,0% a.a. Estas taxas correspondem aos nossos objetivos de rentabilidade de médio e longo prazo. 2. Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ) Designamos Marcio de Araújo Faria, Diretor de Investimentos, como Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado (AETQ), sendo o responsável pela gestão, alocação, supervisão, controle de risco e acompanhamento dos recursos, para todos os segmentos de aplicação, bem como pela prestação de informações relativas aos mesmos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos demais administradores. 3. Diretrizes para Alocação de Recursos e Limites por Segmento de Aplicação Realizamos periodicamente estudos de gestão de ativos e passivos (ALM) e assemelhados, que fornecem cenários e indicações relativas a cada segmento de aplicação. Analisamos estes estudos e suas sugestões, vis a vis a conjuntura econômica e as características de nossos planos, desconsiderando os recursos administrativos, contemplados na Política de Investimento do Plano de Gestão Administrativa (PGA). A partir destes estudos e considerações revisamos anualmente nossa Política e estabelecemos limites mínimos e máximos de alocação de recursos por segmento, compatíveis com o horizonte de longo prazo que norteia a gestão de nossos ativos: Segmentos de Aplicação Resolução CMN nº 3792 Margem de Alocação (%) Limite Superior Limite Inferior Limite Superior Renda Fixa Renda Variável Investimentos Estruturados Investimentos no Exterior Imóveis Operações com Participantes

3 Segmento de Renda Fixa Dadas as características de nossos planos, privilegiamos este segmento, com ênfase na aquisição de títulos de emissão do Tesouro Nacional, onde usufruímos da segurança, liquidez e rentabilidade. Investimos especialmente nos títulos denominados NTNs-B, cuja rentabilidade é composta pelo indexador IPCA (inflação) mais uma parcela de juros reais, apresentam características muito desejáveis como proteção do passivo dos nossos planos e são detidos através de fundos de investimento exclusivos e dedicados. Ainda há recursos aplicados em outros fundos de investimento em renda fixa exclusivos, cujos mandatos buscam complementar a rentabilidade do investimento em títulos federais, independentemente de características de juros prefixados ou pós-fixados, e inclusive de forma nocional. Também aplicamos via fundos de investimento exclusivos da categoria multimercado, com forte concentração em renda fixa. Nestes fundos objetivamos inclusive usufruir de janelas de oportunidade nos diversos mercados financeiros. Alguns desses fundos podem vir a utilizar instrumentos derivativos, de acordo com a legislação, objetivando agregar rentabilidade ou liquidez. O segmento de renda fixa é ainda complementado por ativos de crédito do setor privado, adquiridos tanto diretamente, quanto indiretamente. Investimos diretamente mediante operações denominadas compromissadas, Letras Financeiras e Certificados de Depósito Bancário simples ou subordinados e ainda valores mobiliários de natureza creditícia, especialmente debêntures. Investimos indiretamente, através de fundos exclusivos dedicados, basicamente em debêntures e estruturas de securitização. Estas aplicações buscam rendimentos superiores aos dos títulos públicos, mitigando-se o risco adicional de crédito através de limites estritos de investimento e monitoramento constante, e, no que diz respeito a fundos dedicados, mediante a existência de comitês de investimento, observação de ratings, diversificação de ativos e utilização de serviços de gestores e consultoria de risco independentes. Segmento de Renda Variável Investimos neste segmento principalmente via participações societárias relevantes. Dentre estes investimentos destacamos nossa presença em Telemar Participações S.A., empresa controladora da principal Patrocinadora, Oi/Telemar. Esta participação é objeto de avaliação periódica por instituição especializada independente e compreende significativa parcela de valor decorrente de prêmio de controle. Adicionalmente, visando trazer diversificação e complementar a rentabilidade dos investimentos neste segmento, investimos também mediante fundos de ações. Também fazem parte deste segmento os investimentos em ações através dos fundos multimercados. Estas posições em geral possuem volume reduzido e giro superior aos investimentos tradicionais em ações, pois buscam usufruir de momentos de mercado para impulsionar sua rentabilidade

4 Segmento de Investimentos Estruturados Aplicamos em fundos de investimento em participações (FIPs) e em fundos mútuos de empresas emergentes (FMIEEs), todos não exclusivos, onde, em condomínio com outros investidores institucionais, objetivamos diversificação e rentabilidade a longo prazo. Ainda nesse segmento aplicamos em fundos multimercados não exclusivos com uma estratégia diferenciada dos fundos multimercados exclusivos. Permanentemente analisamos oportunidades de investimento neste segmento também via outras modalidades, tais como fundos imobiliários e fundos multimercados não exclusivos. Segmento de Investimento no Exterior Ainda não possuímos investimentos neste segmento. Avaliamos periodicamente alternativas, visando identificar oportunidades que proporcionem diversificação à nossa carteira e que apresentem um nível atraente de relação risco/retorno. Segmento de Imóveis Neste segmento nossa política tem sido de ocupação plena de nossos imóveis; eventualmente vendemos aqueles cuja perspectiva de rentabilidade ou liquidez não mais satisfaça nossos objetivos. Estamos também considerando investir no segmento imobiliário, seja diretamente, seja por meio de fundos imobiliários ou CRIs (certificados de recibos imobiliários). (Apesar de relativos a imóveis, estes ativos se enquadram formalmente, pela Resolução do CMN de nº 3.792/2009, nos segmentos de investimentos estruturados e renda fixa respectivamente. Esta Resolução, emitida pelo Conselho Monetário Nacional, é uma das principais normas a que estamos submetidos.) Segmento de Operações com Participantes Oferecemos empréstimos aos Participantes de todos os planos; em setembro de 2011 existiam cerca de contratos em vigor. Não realizamos investimentos por meio de financiamento imobiliário. 4. Meta de Rentabilidade para cada Segmento de Aplicação As metas de rentabilidade para cada segmento são: Segmento de Aplicação Renda Fixa Renda Variável Investimentos Estruturados Investimentos no Exterior Imóveis Operações com Participantes Meta de Rentabilidade INPC+6,00% a.a. IBOVESPA INPC+7,00% a.a. INPC+7,00% a.a. INPC+6,00% a.a. INPC+6,00% a.a

5 5. Utilização de Instrumentos Derivativos As operações com derivativos, quando ocorrem, são realizadas por terceiros gestores profissionais, apenas na medida em que venham a acrescentar rentabilidade, proteção ou liquidez aos nossos investimentos, sem acrescentar riscos desnecessários e observando a regulamentação em vigor. Exercemos estrito monitoramento sobre elas, além dos controles realizados por parte dos próprios gestores, administradores, custodiante qualificado e consultor independente de risco. Em particular instruímos nosso custodiante a monitorar nossa exposição em mercados futuros e a adequação das operações às restrições legais e regulamentares dos diversos fundos em que aplicamos. Nosso monitoramento interno é efetuado através do acompanhamento diário das operações realizadas, observando a exposição, a margem e os prêmios envolvidos. Outro instrumento que utilizamos visando complementar o monitoramento das operações com derivativos e de nossa exposição a risco como um todo, temos como atribuição e controle de orçamentos de risco, o uso dos instrumentos VaR, teste de estresse e expected shortfall, aplicados tanto aos fundos de investimento quanto ao investimento direto. 6. Apreçamento de Ativos Nossa Instituição Custodiante, além da guarda, é a principal responsável pela nossa política de apreçamento (atribuição de valor ao ativo), possuindo independência e notória reputação nestas atividades. Sua metodologia está disponível em manual de precificação e segue as melhores práticas de apreçamento existentes. Nossos ativos financeiros são preferencialmente precificados na modalidade a mercado. Ou seja, é atribuído a cada investimento seu valor corrente, a mercado. Excetuamos desta prática os investimentos considerados estratégicos, nos quais se entende haver um prêmio de controle, e aqueles com liquidez reduzida, ou não negociados em bolsa de valores ou mercado de balcão organizado. Os investimentos estratégicos relevantes são apreçados a valor econômico, mediante avaliação independente realizada com periodicidade de, em princípio, até dois anos, exceto se recomendado de forma diversa pela Diretoria Executiva e aceita tal recomendação pelo Conselho Deliberativo. Para tal são contratados avaliadores especializados e de notória reputação. Os investimentos com liquidez reduzida, ou não negociados, serão apreçados conforme recomenda a instrução CVM 438 de 12 de julho de 2006, seção Critérios de Avaliação e Apropriação Contábil 2, item 4.c) último valor patrimonial do título divulgado à CVM. Além disto, os investimentos em empresas realizados através de fundos não exclusivos seguem metodologia de avaliação específica, neste caso decorrente das disposições definidas pela Comissão de Valores Mobiliários - CVM. Os demais investimentos destes fundos não exclusivos seguem as regras das instituições controladoras responsáveis pelo apreçamento dos ativos de cada fundo

6 Por fim, para avaliação do preço de mercado dos investimentos diretos em imóveis contratamos regularmente empresas avaliadoras especializadas, seguindo parâmetros e regras definidas pela legislação. 7. Metodologia e os Critérios de Avaliação de Riscos Conforme estabelece a Resolução CMN nº 3.792, acompanhamos e gerenciamos o risco e o retorno esperado dos nossos investimentos com o uso de modelos que limitam a probabilidade de perdas máximas. Este acompanhamento se apóia em monitoramento permanente por parte de administradores terceiros, formalmente responsáveis junto à CVM, pelo custodiante qualificado e por consultor independente de risco, mas assenta-se fundamentalmente em nosso modelo e equipe própria de monitoramento. Avaliamos os riscos de crédito, de mercado, de liquidez, operacional, legal e sistêmico. A seguir estão descritos os critérios adotados: a) Risco de Crédito: avaliamos este risco de diversas formas. No caso de operações diretas com instituições financeiras, exclusivamente instituições de primeira linha, nossa avaliação fundamenta-se nos ratings de agências classificadoras e na análise das informações disponibilizadas pelo Banco Central. Os limites pretendidos são periodicamente atualizados por nosso Comitê de Investimentos e submetidos à aprovação da Diretoria Executiva e do Conselho Deliberativo. As aquisições de títulos de crédito de emissão de empresas não financeiras ocorrem basicamente através de fundos e são analisadas a partir de recomendação fundamentada do gestor, observados ainda ratings de agências classificadoras, que são submetidas ao Comitê de Investimento do respectivo fundo. Por fim, nos fundos não exclusivos que envolvam investimentos em crédito privado, tipicamente FIPs e FMIEEs, temos preferência aos investimentos com assento, direto ou alternado, nos respectivos Comitês de Investimento; requerendo material formal e prévio para análise tanto interna quanto compartilhada com os demais cotistas. Ressaltamos, porém, que a existência de assento nos respectivos Comitês de Investimento não se constitui em aspecto eliminatório na análise do investimento. b) Risco de mercado: é controlado principalmente através da diversificação de ativos. Acompanhamos este risco diariamente através da ferramenta VaR (Value at Risk), testes de estresse e expected shortfall. Para cada mandato de fundo de investimento exclusivo definimos limites específicos de tolerância à risco (orçamento de risco), sendo alguns expressos em valores absolutos e outros relativos ao descolamento do seu benchmark. Periodicamente monitoramos e reavaliamos estes limites e os confrontamos com o objetivo de rentabilidade do veículo de investimento. c) Risco de liquidez: para gerenciar o risco de liquidez utilizamos estudos de ALM, que apontam as necessidades de liquidez ao longo do tempo. No caso do segmento de renda fixa, este risco é controlado através da limitação do volume alocado a crédito privado, tanto em nível de emissor quanto a nível agregado. No caso do segmento de renda variável este risco é mitigado ou mediante preferência por valores mobiliários líquidos ou pela formação de carteira de longo prazo - 6 -

7 compatível com as demandas atuariais, onde se objetiva tanto retorno quanto liquidez. Uma pequena parcela investida nesse segmento de aplicação possui nível de liquidez inferior. Esta é composta por investimentos em renda variável e que perseguem objetivos de longo prazo (fundos value). d) Risco Operacional e Legal: adotamos, através de nossa área de compliance, diversas medidas objetivando controlar e reduzir esses riscos. e) Risco Sistêmico: monitoramos a possibilidade de um possível risco no sistema como um todo através do acompanhamento dos mercados financeiros nacional e internacional. 8. Contratação de Terceiros Administradores, Gestores Externos e Instituições Custodiantes e Controladoras Utilizamos preferencialmente terceiros e instituições especializadas, na gestão, administração, custódia e controladoria dos recursos aplicados nos segmentos de renda fixa e variável, exceto quanto à aplicações estratégicas, em títulos de crédito, simples ou subordinados, de emissão de empresas financeiras, de liquidez, ou ainda nos investimentos de natureza episódica ou transitória. Nos segmentos imóveis e empréstimos, a gestão também é própria. Na seleção de prestadores de serviços avaliamos a capacitação técnica e a existência de potenciais conflitos de interesse, requerendo ainda o registro junto à CVM, quando aplicável. Cabe aos gestores externos a recomendação e execução de política específica dentro dos princípios gerais por nós estabelecidos, a partir do Comitê de Investimentos e da Diretoria de Investimentos, ratificados pela Diretoria Executiva e Conselho Deliberativo. Avaliamos nossos gestores terceiros periodicamente através da Diretoria de Investimentos, responsável pelo acompanhamento de seu desempenho. Quando se faz necessária a seleção ou substituição dos mesmos, aquela Diretoria identifica e avalia as características que aqueles fornecedores devem possuir, considerando o histórico de risco e retorno dos recursos por eles geridos, bem como demais características desejadas, tais como atendimento, middle, controle de risco, backoffice e reputação no mercado; estas conclusões e recomendações são submetidas à Diretoria Executiva. Nos processos de seleção, acompanhamento e substituição de Administradores, Instituições Financeiras Custodiantes e de Controladoria observamos, no que for aplicável, os procedimentos relativos a Gestores. 9. Princípios de Responsabilidade Socioambiental Buscamos, para o cumprimento adequado de nossa missão - administrar planos de benefícios, com gerenciamento eficaz dos recursos aportados - ter uma atitude e um comportamento que contribua para um ambiente sustentável. Para tal: - 7 -

8 a) Objetivamos, nas relações com os nossos Participantes, propiciar condições dignas e seguras de trabalho, que induzam o desenvolvimento profissional e que combatam práticas discriminatórias de emprego de qualquer natureza, sempre em observância às leis e costumes; b) Comportamo-nos, inclusive nos processos de decisão de investimento, de forma ética, repudiando práticas de corrupção ativa e passiva, privilegiando, em igualdade de condições de rentabilidade, segurança e liquidez, aqueles investimentos que apresentem melhor sustentabilidade e/ou governança corporativa. Instamos nossos Gestores, e as empresas nas quais detenhamos participação acionária, a proceder de forma análoga; c) Incluímos, nos processos de seleção, contratação e gestão dos relacionamentos com demais fornecedores e prestadores de serviços, além dos aspectos técnicos apropriados, a ética, o combate à corrupção e a contemplação, sempre que aplicável, dos aspectos sócio ambientais; d) Objetivamos, no trato e comunicação com Participantes, Patrocinadores e Entidades Representativas, respeito, transparência, diálogo e tempestividade; e e) Pautamo-nos, no relacionamento com Entidades Reguladoras e órgãos de governo em geral, por conduta ética e transparente. A Administração - 8 -

9 Glossário AETQ Administrador Estatutário Tecnicamente Qualificado. Pessoa Física credenciada e responsável pela gestão, alocação, supervisão e acompanhamento dos investimentos da entidade, bem como pela prestação de informações relativas às aplicações dos recursos. O AETQ responde administrativa, civil e criminalmente pelas atividades de aplicações de recursos, sem prejuízo da responsabilidade solidária dos respectivos administradores, custodiante ou Administrador Fiduciário. ALM Sigla em inglês de Asset Liability Management. É definido como o gerenciamento conjunto de ativos e passivos de uma instituição ou, mais especificamente, o processo de formulação, implementação, monitoramento e revisão de estratégia relacionada aos ativos e passivos, na tentativa de alcançar os objetivos financeiros a partir de diferentes níveis de riscos e retornos. Benchmark Expressão em inglês que significa ponto de referência ou unidades-padrão. É utilizado para que se estabeleçam parâmetros entre produtos, serviços, títulos, taxas etc. com o intuito de saber se eles se encontram acima ou abaixo do que serve como referência. Benefício concedido Benefício cujo valor já foi pago ou está sendo usufruído. Benefício definido Significa aquele benefício cujo o valor está previamente determinado, com base nas regras do Regulamento do Plano. Benefício em formação ou a conceder Benefício ainda não concedido, estando em processo de acumulação financeira ou sendo relativo a Participantes que ainda não atingiram as condições de elegibilidade. Compliance É a aderência, ou conformidade, das práticas ao prescrito na legislação e regulamentação. Contribuição Definida Significa que os benefícios serão obtidos em função do saldo acumulado de (i) suas contribuições mensais, (ii) de seus Patrocinadores, e (iii) do resultado líquido dos investimentos realizados. Contribuição Variável Um plano de contribuição variável é aquele onde os benefícios programados apresentam características tanto de Contribuição Definida (CD) quanto de Benefício Definido (BD). EFPC Entidade Fechada de Previdência Complementar. Expected Shortfall É uma medida que demonstra o valor esperado da perda de um ativo ou carteira, para um determinado horizonte de tempo, condicionado a um percentil

10 Ratings Classificações atribuídas por empresas especializadas (rating agencies) e dizem respeito à qualidade de crédito de empresas ou de países. Teste de Estresse Procedimento utilizado para verificar os resultados de um modelo ou estudo quando se adota premissas extremas. VAR Sigla em inglês de Value at Risk. É uma medida que demonstra a maior perda esperada de um ativo ou carteira, para um determinado horizonte de tempo e dada probabilidade de ocorrência

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