CURSOS TÉCNICOS EM TURISMO NO CONTEXTO SÓCIO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: CONCEPÇÕES E SIGNIFICADOS

Tamanho: px
Começar a partir da página:

Download "CURSOS TÉCNICOS EM TURISMO NO CONTEXTO SÓCIO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: CONCEPÇÕES E SIGNIFICADOS"

Transcrição

1 CURSOS TÉCNICOS EM TURISMO NO CONTEXTO SÓCIO HISTÓRICO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL: CONCEPÇÕES E SIGNIFICADOS Celso Maciel de Meira 1 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Mário Lopes Amorim 2 Universidade Tecnológica Federal do Paraná - UTFPR Resumo O presente artigo busca investigar, por meio de uma pesquisa exploratória bibliográfica de corte longitudinal, a partir da segunda metade do século XX até os dias que correm, aspectos históricos de cunho político que se relacionaram com as concepções e significados atribuídos a formação da mão de obra de nível técnico para as atividades turísticas no Brasil. Como resultado das análises temporais, se verifica que o ensino de nível técnico para os segmentos turísticos teve seus resultados condicionados às tomadas de decisões políticas que influenciaram nos rumos da imagem do país como destino, bem como impactou numa formação inconsistente e generalista que não deu conta de atender ao campo da hospitalidade e nem no quesito que, prioritariamente, se espera da educação profissional, que é uma formação para aqueles que vivem do trabalho, por meio de uma escola unitária e liberta das imposições da escola dualista que historicamente segregou os menos favorecidos. Introdução Primeiramente, importa ressaltar que este artigo justifica-se pela escassez de produções acadêmicas que tratem do ensino técnico em turismo e pela pouca atenção que se tem dado aos desdobramentos históricos e políticos que impactaram na educação profissional, principalmente nos adventos mais recentes, conforme relata Ciavatta (2005, p.102) No Brasil, hoje, á um déficit de pesquisa para conhecer os estragos e as conquistas deflagradas com a imposição do Decreto no /97. A sua revogação e a aprovação do Decreto no /2004 trouxe a abertura e o estímulo à formação integrada, mas não trouxe a garantia de sua implementação. A partir de tais dados de realidade, buscamos referências bibliográficas e documentos que abarcassem tais temas com o objetivo de compreender os processos históricos e políticos no desenrolar da educação profissional brasileira, a partir da segunda metade do século passado até os nossos dias. 1 Programa de Pós-Graduação em Tecnologia (PPGTE). Av. Sete de Setembro, 3165 Rebouças - CEP: Curitiba - Paraná - Tel.: (41) / Programa de Pós-Graduação em Tecnologia (PPGTE). Av. Sete de Setembro, 3165 Rebouças - CEP: Curitiba - Paraná - Tel.: (41) /

2 2 Perpassam por nossas análises documentais as principais reformas na educação profissional e os seus impactos nos rumos do ensino técnico em turismo no Brasil, entre os quais fizeram parte das nossas investigações: a Lei nº 5692/71, a LDB 9.394/96, Decreto Lei nº 2208/97 e o Decreto Lei 5154/04. Quanto aos resultados obtidos, percebemos que, historicamente, a educação profissional esteve condicionada a fatores econômicos, determinados pelos interesses do capitalismo, os quais influenciaram a formação insuficiente para os trabalhadores dos segmentos turísticos. Assim, como proposta às incongruências da realidade vigente, na formatação dos cursos técnicos em turismo, sugerimos uma reforma nas estruturas de seus currículos, na perspectiva de ordenar uma área de ensino relativamente ampla, pois o modelo de estruturação curricular atual não tem dado conta da formação profissional na modalidade de ensino em questão dada a amplitude das atividades turísticas. Desdobramentos da educação profissional no contexto sócio histórico dos cursos técnicos em turismo no Brasil Se, na sociedade industrial, o trabalho constitui o cerne das preocupações, na sociedade flexível, o tempo livre, o lazer, o turismo e o prazer passam também a exigir atenção. Certamente Marx, se vivo fosse, estaria investigando as contradições desse fenômeno, por sua magnitude, sua relação com o trabalho, com o modo de produzir que sugere a alguns acrescentar adjetivos à sociedade contemporânea como sociedade do ócio e pós-industrial. (CORIOLANO & MELLO e SILVA) Para se compreender o lugar do turismo no mundo do trabalho, exige-se o conhecimento das mudanças históricas e o entendimento de qual a importância dessa atividade para o desenvolvimento de uma região ou de um determinado lugar. (CORIOLANO & MELLO e SILVA, 2005, p. 41). Não menos importante, há de se dar historicidade ao debate e a ação. A história nos coloca num terreno contraditório da dialética do velho e do novo de lutarmos contra ideologia e a democracia burguesas, no espaço restrito desta democracia burguesa em que vivemos. (FRIGOTO et al, 2005, p. 27) Entretanto, para se estabelecer relações entre as atividades turísticas contemporâneas e o mundo do trabalho na perspectiva da formação de trabalhadores e no embate entre os que lucram por meio do trabalho alheio e daqueles que vivem do trabalho, se faz necessário um estudo cuidadoso, pois uma análise acurada do turismo como fenômeno remete ao estudo do par dialético, trabalho-lazer, integrante de um mesmo processo. (CORIOLANO & MELLO e SILVA, 2005, p. 41). Tais reflexões nos levam a citar as transformações no mundo do

3 3 trabalho impostas pelos modelos taylorista/fordista e toyotista, as quais promoveram uma série de condicionantes aos trabalhadores, como por exemplo, a fadiga, o estresse e as pressões diárias provocadas pelos instrumentos de controle e pela produtividade em larga escala. Em contrapartida ao dado de realidade, pontualmente no caso brasileiro, as conquistas dos trabalhadores em função das prerrogativas das leis trabalhistas, notadamente a partir do governo de Getúlio Vargas, com as férias remuneradas e outros benefícios, bem como os comportamentos e atitudes ligados ao tempo livre das obrigações laborais, levaram tanto patrões quanto empregados, logicamente com menos intensidade estes últimos, a aproveitarem melhor os seus tempos livres, fato que impulsionou a valorização do lazer, do entretenimento e do turismo. Tais fatores se mostraram como importantes motivações para o surgimento dos cursos em nível técnico no Brasil, nos primeiros anos da década de 70 do século passado, além do fomento financeiro estatal, notadamente aos equipamentos de hospedagem (TRIGO, 2002). Numa fase anterior, na segunda metade dos anos de 1960, pode-se pontuar o desenvolvimento de políticas públicas, com a criação da Empresa Brasileira de Turismo (EMBRATUR), no ano de 1966, no sentido de tentativa da ordenação às atividades turísticas em âmbito nacional. Com efeito, situados num contexto o qual Trigo (2002) denominou como primeira fase de grande de expansão do turismo brasileiro sinalizava à necessidade de formação de mão de obra específica e qualificada para atender às novas demandas, motivadas por um marketing agressivo - porém inócuo e muita agitação cívica baseada na conquista do tricampeonato de futebol (1970), nas vitórias de Emerson Fittipaldi na Fórmula 1 e na beleza das brasileiras, sempre finalistas nos então famosos concursos de Miss Universo 3. (TRIGO, 2002, p. 94) Durante o regime militar ( ), como se não bastasse os inúmeros golpes institucionais pautados pela proposta de modernização conservadora em termos econômicos e políticos, contribuindo para a histórica estrutura de desigualdades sociais, uma das intenções do regime foi mostrar o Brasil para o restante do globo. Fase esta, na qual o mundo passou a ter uma visão de imagens e representações turisticamente estereotipadas do Brasil. 3 Apesar do esforço concentrado, a primeira fase do turismo brasileiro acabou em fracasso. Dois conjuntos de motivos ocorridos concomitantemente afetaram a área: o primeiro foi estrutural, ou seja, a série de desastres econômicos provocados pela crise do petróleo e o aumento das dívidas brasileiras provocaram a inflação e a recessão que comprometeram o desenvolvimento nacional, inclusive do setor turístico. O segundo conjunto de motivos foi conjuntural, pois os planejadores não se importaram com preservação ambiental, com a conquista de padrões internacionais de qualidade e com a formação intensiva de profissionais qualificados em todos os níveis, o que afetou a operação gestão dos serviços turísticos. Todas essas deficiências do setor turístico, aliadas à crise econômica mundial, resultaram em fracasso. (TRIGO, 2002, p. 94)

4 4 Para se entender a criação da Embratur é necessário fazer uma análise e uma contextualização histórica do período da ditadura militar. A ditadura foi uma época em que o governo brasileiro se aliava integralmente aos interesses políticos e econômicos dos Estados Unidos, com total apoio aos investimentos e à ideologia norte-americana. Neste contexto de crescimento econômico apoiado pela ideologia desenvolvimentista, a Embratur cria uma imagem de um país com ausência de contrastes sociais agravados pelo período ditatorial, demonstrando a existência de um paraíso tropical receptivo, exótico e com belas mulheres (SANTOS FILHO, 2008, s/p.) Voltando ao assunto sobre a formação de nível técnico para as atividades turísticas, os levantamentos realizados para confecção deste artigo revelaram que o Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (SENAC) deu início às atividades ligadas à formação profissional de trabalhadores para o setor do turismo e hospitalidade no país. O desenvolvimento das instituições de educação em Turismo e Hotelaria no Brasil data da década de 50 e teve seu início e forte desenvolvimento nas Regiões Sudeste e Sul do País, liderados sobretudo pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial - SENAC, de abrangência nacional e com administrações autônomas em cada estado da Federação. Os cursos do SENAC nos diversos estados das regiões citadas atendiam à qualificação de quadros operacionais de base para hotéis e restaurantes, em diversos restaurantes-escola. No final da década de 60, instalou, no Estado de São Paulo, seu primeiro hotel-escola, também priorizando aquela qualificação. (RCNs, ÁREA PROFISSIONAL: TURISMO E HOSPITALIDADE, 2002, p. 19) Durante o regime militar, além do exposto sobre as condicionantes utilizadas para a nossa divulgação em terras estrangeiras, a figura da mulher 4, comumente, esteve na vanguarda de tais propagandas. Ainda em tempos ditatoriais, com relação à formação técnica de mão de obra especializada às atividades turísticas, antes mesmo da promulgação da Lei nº 5692/71 5, de forma pioneira, o estado de São Paulo dá início ao ensino técnico em turismo. Data de 30 de março de 1971 a deliberação do Conselho Estadual de Educação que institui o Curso Técnico de Turismo no sistema de ensino do Estado de São Paulo. O interesse das escolas de Nível Médio em oferecer esse curso foi, a princípio, bastante restrito: - a clientela escolar não demonstrava interesse pelo curso e as perspectivas profissionais oferecidas eram muito vagas, além da concorrência representada pelo curso do SENAC 6. 4 Tais apelos estereotipados da mulher brasileira aguçaram e aguçam o imaginário daqueles, principalmente de estrangeiros, que se deslocam ao Brasil a procura de sexo, caracterizando a exploração sexual por meio das atividades turísticas em núcleos receptores, como é o caso de algumas capitais na região Nordeste, contribuindo para o aumento de suas mazelas sociais. 5 [...] a Lei nº 5692/71 pretendeu substituir a dualidade pelo estabelecimento da profissionalização compulsória no Ensino Médio; dessa forma, todos teriam uma única trajetória. (KUENZER, 2000, p. 15) 6 Disponível em: Acesso: 02.abr.2012.

5 5 A partir das prévias ações do SENAC no que concerne à qualificação profissional visando a formação de mão de obra para atuação nos segmentos do turismo, observa-se que somente há pouco mais de seis décadas é que se deu o interesse em formação de profissionais com conhecimentos específicos a partir da sistematização de cursos técnicos direcionados à atividade turística. Os cursos nesta área, especificamente, denominados técnicos em turismo, são em maior número, ainda herdeiros da profissionalização obrigatória imposta pela Lei Federal nº , implantados quase sempre pela facilidade e pelo baixo custo. Estes cursos, em sua grande maioria, não têm laboratórios ou ambientes especiais, nem recursos tecnológicos, nem biblioteca especializada, são distanciados do processo produtivo da área e seus docentes muitas vezes não têm experiência ou efetiva atuação no mercado de trabalho. (RCNS, ÁREA DE TURISMO E HOSPITALIDADE, 2002, p. 20). Destarte, num contexto marcado por questões desfavoráveis em se tratando de recursos materiais e humanos, os estudantes estavam sendo preparados na expectativa da lógica das empresas, ou seja, do mercado de trabalho, das demandas do capital, divorciados de uma formação que os conduzissem à compreensão do mundo do trabalho e, logo, da representação integral dos processos laborais que envolvem tal atividade. Ao analisar a história, os cursos de turismo em nível técnico foram menos ofertados em relação, por exemplo, a cursos de nível médio de outras áreas e aos cursos superiores, muito embora a formação técnica tenha se iniciado antes de 1970, enquanto os cursos superiores foram implantados a partir de 1971 (MATIAS, 2002). As iniciativas relativas à profissionalização na área de hospitalidade restringem-se ao SENAC e Escolas Técnicas Federais/CEFETs. Só a partir de 1988 vêm surgindo outras iniciativas, inclusive de escolas públicas estaduais. (RCNS, ÁREA DE TURISMO E HOSPITALIDADE, 2002, P. 20). Se compararmos, por meio dos desdobramentos temporais, a situação desfavorável e as precárias condições destes cursos nos sentidos estruturais, materiais e humanos, pode-se verificar que pouca coisa se modificou no desenrolar do ensino técnico em turismo no país. As expectativas de mudanças, na década de 1990, foram desacreditadas frente à reforma da educação profissional proposta à época, pois não sinalizavam para alterações do panorama apresentado, marcadas pelas intenções políticas explicitadas nos documentos 7 O texto da Lei nº 5692 fornecia os parâmetros para elaboração do currículo do ensino de 2º grau, ao determinar que, nele, a parte especial, isto é, a propriamente profissionalizante, deveria prevalecer sobre a educação geral, assim como o seu objetivo geral deveria ser o de propiciar a habilitação profissional de cada aluno. (CUNHA, 2005, p. 189). Sequencialmente, o Parecer 45/72 estabeleceu 130 cursos técnicos, dentre os quais constavam os cursos de Hotelaria e Turismo, na área de hospitalidade.

6 6 oficiais da época, as quais apontavam para a separação da educação profissional em nível técnico, em contraposição à formação unitária, consubstanciados pela própria LDB 9.394/96. Nesta legislação, a educação profissional é apresentada como uma modalidade educacional, mantendo o caráter dualista 8 característico dessa oferta educacional, na perspectiva de formar sujeitos minimamente qualificados ao sabor do desenvolvimento econômico, evidenciando as propostas de reestruturação da educação profissional à época. Não obstante, o ensino em turismo de nível técnico e, consequentemente, a formação profissional às atividades turísticas sofreriam tais influências, num período que a atividade no país vinha sendo concebida e desenvolvida basicamente de forma estrutural (operacional). Em relação aos segmentos turísticos, no tocante ao ensino para as atividades do turismo, os planejadores não se preocuparam com a qualificação intensiva de profissionais em todos os níveis, afetando a gestão e operacionalização dos serviços, caracterizando um setor marcado pelo amadorismo e improvisação de toda a cadeia produtiva, do planejamento à implantação, gestão e operação turística. Evidentemente o setor possuía uma qualidade medíocre ou comprometida. (TRIGO, 2002, p.95). Durante o governo de Fernando Henrique Cardoso, sob a égide do Decreto 2208/97 e do Parecer 04/99 a situação se agravou e a educação assume o ideário pedagógico do capital e do mercado pedagogia das competências para a empregabilidade como base nas Referências e Diretrizes Curriculares Nacionais (RCNs e DCNs). (FRIGOTTO et al, 2005, p. 13). Fomentou-se a face mercantil da educação e os ensaios das décadas anteriores se materializaram numa visão unidimensional, na perspectiva da produtividade e da empregabilidade. A política de educação profissional no governo de FHC não se resumiu ao ensino técnico. Ela abrangeu ações voltadas para a qualificação e a requalificação profissional, desviando a atenção da sociedade das causas reais do desemprego para responsabilidade dos próprios trabalhadores pela condição de desempregados ou vulneráveis ao desemprego. (FRIGOTO et al, 2005, p. 38). Assim foi caracterizada a educação profissional em um dos referidos documentos: 8 No Brasil, o dualismo das classes sociais, do acesso aos bens e aos serviços produzidos pelo conjunto da sociedade, se enraíza no tecido social através de séculos de escravismo e de discriminação do trabalho manual. Na educação, apenas na metade do século XX, o analfabetismo se coloca como uma preocupação das elites intelectuais e a educação do povo se torna objeto de políticas de Estado. Mas sua organicidade social está em reservar a educação geral para as elites dirigentes e destinar a preparação para o trabalho para os órfãos, os desamparados. Esse dualismo toma um caráter estrutural especialmente a partir da década de 1940, quando a educação nacional foi organizada por leis orgânicas, segmentando a educação de acordo com os setores produtivos e as profissões, e separando os que deveriam ter o ensino secundário e a formação propedêutica para a universidade e os que deveriam ter formação profissional para a produção. (CIAVATTA, 2005, p.87)

7 7 Não se pode tratar da educação profissional sem referência à trabalhabilidade, desafio maior de um tempo em que a globalização e a disponibilidade de ferramentas tecnológicas avançadas, rápida e continuamente recicladas ou substituídas, determinam que produtividade e competitividade são condições de sobrevivência e, portanto, palavras de ordem nos negócios e empreendimentos produtivos contemporâneos. (RCNs, 2000, p.9) [grifos nossos] Num explícito determinismo, visaram-se as bases tecnológicas do mundo contemporâneo como soluções redentoras, de maneira generalista, para os históricos problemas sociais/estruturais ligados ao trabalho e ao emprego. Outro ponto a se destacar foi que houve uma proposta universal para áreas que careciam de tratamentos diferenciados, como também é o caso das atividades turísticas. Estabelecendo relações com as exposições acima, quanto às atividades turísticas e a formação profissional na área de turismo e hospitalidade, vale lembrar que a globalização é um fator degenerativo do ponto de vista do processo de aculturação que vivem nossos destinos turísticos e que, em muitas experiências, os aparatos tecnológicos disponibilizados por tal processo, nem sempre vêm ao encontro de nossos anseios, pois vivemos realidades e necessidades diferentes daqueles que as produzem, e estas nos são empurradas compulsoriamente. Entre os grupos humanos, as maiores vítimas são as populações, já em desvantagem, nas áreas de turismo, particularmente no Hemisfério Sul: mulheres, crianças, minorias étnicas e povos indígenas. (KRIPPENDORF, 2002, p. 44). Sendo assim, não se trata de analisar somente os impactos da globalização das e nas atividades turísticas, mas a imposição vertical que vem a reboque por meio das díspares relações sociais a que são acometidos os núcleos receptores turísticos. Numa época de conflito entre o local e o global, também no desenvolvimento do turismo, as soluções, se não pelo global, pelo nacional e internacional regionalizado [...] é a capacidade local de atração que constitui o primeiro e um dos mais poderosos elementos na organização do circuito turístico numa escala global [...] A diversidade das localidades é o princípio da motivação turística. (MOESCH, 2002, p. 9). Se pudéssemos apontar algo determinante às atividades turísticas, seria pluriculturalidade (BENI, 2005), pois nós nos deslocamos atrás do novo, do inusitado, do pitoresco, e não de produtos enlatados, padronizados e esteriotipados pela globalização, pois para além de fenômeno econômico de peso, o turismo é, cada vez mais, visto como um fenômeno fundamentalmente social, por suas implicações humanas (MOESCH, 2002, p. 9).

8 8 Retomando ao foco do texto, ainda em análises às políticas para educação profissional do governo de Fernando Henrique Cardoso, especificamente, no que tange aos cursos técnicos em turismo, em paralelo às RCNs, numa espécie de documentos complementares, foram elaborados vinte referenciais específicos para áreas profissionais distintas 9, entre eles um para a área turística, o qual foi denominado área de turismo e hospitalidade, tendo como foco as habilidades na perspectiva da pedagogia das competências 10. Com a revogação do decreto nº 2208/97 e a promulgação do decreto nº 5154/04, no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, (re)apareceu uma luz ao fim do túnel. Não que tal promulgação se materializasse na salvação estrutural (material e humana) dos cursos técnicos, mas poderia se considerar uma histórica conquista, pois a partir de tal advento, vislumbrou-se a possibilidade de integração do ensino médio à educação profissional como algo concreto. Todavia, na prática, os compromissos de campanha não se efetivaram, pois nos interstícios do governo Lula, conforme citou Frigotto et al (2005, p. 14), se visualizava cada vez mais é a reedição de políticas focalizadas no campo social e educacional. De acordo com o referido autor, no campo político, a esquerda, que poderia ser um dos pilares das transformações, perdia força, e assim se gerava mais desigualdade, tanto na área social como na educacional. Nos desdobramentos das políticas para educação profissional no que tange a formação de nível técnico às atividades turísticas, no ano de 2008, foi lançado pelo Ministério da Educação e Cultura (MEC) o Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Esse documento foi dividido em doze eixos tecnológicos, um deles denominado Hospitalidade e Lazer, o qual trouxe em seu conteúdo sete subáreas 11, as quais foram incorporadas pelas instituições de ensino técnico, basicamente à modalidade subsequente (pós-médio). Do ponto de vista da segmentação às atividades no setor turístico, a ação do MEC, a partir do referido Catálogo, se mostra relevante, pois numa área que abrange 52 segmentos (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2006, p.8), uma matriz curricular tendo como base exclusivamente o turismo, na tentativa de contemplar sua abrangência, se mostra muito ampla 9 Agropecuária, Artes, Comércio, Comunicação, Construção Civil, Design, Geomática, Gestão, Imagem Pessoal, Indústria, Informática, Lazer e Desenvolvimento Social, Meio Ambiente, Mineração, Química, Recursos Pesqueiros, Saúde, Telecomunicações, Transportes, Turismo e Hospitalidade. 10 Em síntese, encontramos os seguintes problemas nas orientações oficiais para os currículos da educação profissional de nível técnico, muitos próximos dos problemas próprios do condutivismo: a) reduzem as competências profissionais aos desempenhos observáveis; b) reduzem a natureza do conhecimento ao desempenho que ele pode desencadear; c) consideram a atividade profissional competente como uma justaposição de comportamentos elementares cuja aquisição obedeceria a um processo cumulativo; d) não coloca a efetiva questão sobre os processos de aprendizagem, que subjazem aos comportamentos e desempenhos: os conteúdos da capacidade. (RAMOS, 2002, p. 412) 11 Técnico em Agenciamento de Viagem, Técnico em Cozinha, Técnico em Eventos, Técnico em Guia de Turismo, Técnico em Hospedagem, Técnico em Lazer e Técnico em Serviços de Restaurante e Bar.

9 9 e genérica. Para se ter uma ideia dessa dimensão, citamos o segmento de turismo de aventura que se desdobra em vinte e três atividades (ABETA, 2010). Outro exemplo é o caso dos meios de hospedagem que, segundo Davies (2001), possuem 154 cargos e funções. Para finalizar, recentemente assistimos a mais um capítulo da saga da educação profissional, não somente no que concerne à formação de trabalhadores para o turismo, mas para vários outros segmentos. O PRONATEC 12 lançou 288 cursos 13 em várias áreas, com uma proposta de formação (cursos de 160 a 300 horas) que não foge das propostas que, historicamente, almejaram atender o mercado e o desenvolvimento econômico com formações aligeiradas e desintegradas 14. Ainda, verificamos mais um episódio da educação profissional, as secretarias de educação das unidades da federação são as instituições que estão fazendo as seleções dos alunos para os referidos cursos (PRONATEC) em atendimento ao SENAC e aos Institutos Federais. No caso do SENAC, se caracteriza a utilização de uma instituição pública a serviço dos interesses privados. Não podemos afirmar se é mera coincidência ou mesmo analogia, mas essa situação nos remete a citar um episódio dos anos 1990, mais precisamente por meio do Projeto de Lei 1603/96 que tramitava na época, na perspectiva do desmantelamento das escolas técnicas, conforme KUENZER (1996, p. 83), preconizava: [...] cursos profissionais básicos de curta duração ou de módulos independentes [...] esses cursos devem ser oferecidos obedecendo a lógica do mercado (e da mercadoria, porque devem reverter em recursos captados junto ao setor privado) por meio da identificação de perfis, estudos de demanda e acompanhamento de egressos, bem ao gosto da velha Teoria do Capital Humano. Quanto ao turismo, justificam-se tais ações em atendimento aos eventos esportivos emblemáticos 15 que o país sediará nos próximos quatro anos, o que a nosso ver dá continuidade à formação dual, além de devolver novamente à iniciativa privada, como é o do caso do SENAC, as rédeas da educação profissional no Brasil. Portanto, a educação profissional no Brasil caminha num constante embate político entre duas alternativas: a implementação do assistencialismo e da aprendizagem operacional; 12 Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego. Disponível em: 13 Entre os cursos lançados, no tange ao turismo, estão: Auxiliar de Agenciamento de Viagens, Camareira em Meios de Hospedagem, Recepcionista em Meios de Hospedagem, Condutor de Visitantes, Recepcionista de Eventos, Recepcionista de Turismo Rural, Agente de Informações Turísticas e Monitor de Recreação. 14 Além das ações do Ministério do turismo com cursos relâmpagos em diversas áreas, inclusive na área de idiomas na modalidade de educação à distância (EAD). 15 Copa das Confederações, Copa do Mundo e Jogos Olímpicos.

10 10 versus a proposta da introdução dos fundamentos da técnica e das tecnologias, o preparo intelectual. (CIAVATTA, 2005, p.88). Conclusões Após as análises, nos resta salientar que pouco se alterou ao longo da trajetória brasileira da educação profissional. Os processos ocorreram e ocorrem em meio a ajustes políticos e partidários visando adaptação às demandas do capital, que culminaram e culminam em formações interessadas mascaradas por ações assistencialistas, e desinteressadas quando se trata em construir efetivamente uma política voltada para os que vivem do trabalho, principalmente com a possibilidade de empregos dignos e remunerações satisfatórias, diferentes da realidade imposta 16. No que concerne ao ensino técnico em turismo, o mesmo obedeceu aos históricos estímulos da educação para o mercado com formação (operacional) de trabalhadores, deficitária e insuficiente à complexidade das atividades que envolvem o turismo e seus espectros. Por outro lado, ações interessadas visaram e visam àqueles que podem pagar pelos produtos e serviços turísticos em detrimento daqueles que os recebem nos núcleos receptores. Não obstante, um questionamento que importa lembrar com relação à formação técnica em turismo na modalidade do ensino médio integrado, diz respeito às recentes experiências dos estados do Espírito Santo e do Paraná que, se valendo do Decreto 5154/04, implantaram em seus sistemas de educação os referidos cursos. Porém, no caso capixaba tal tentativa não durou muito, pois na primeira troca de governo, logo após a implantação, a proposta de integração foi desmantelada. No caso paranaense, a implantação ainda resiste, mesmo com todos os obstáculos, desafios 17 e a diminuição dos cursos na atual gestão de um governo com apelos neoliberais propostos à desintegração do ensino médio na modalidade integrada. 16 [...] O salário médio pago aos empregados do setor ainda é muito baixo, o que é uma das razões porque a atividade é relativamente desprestigiada e por vezes tem dificuldade em atrair pessoal qualificado, por exemplo, para os destinos turísticos no interior do País. O trade é conhecido pela alta-rotatividade, horas de trabalho pouco usuais, empregos sazonais, instabilidade e baixo status, imagem que acaba por afetar também as agências e operadores de turismo. Essas características também reforçam a concentração da receita do setor nas mãos de algumas poucas empresas, como a CVC, que podem oferecer condições diferenciadas a alguns funcionários principais. (MINISTÉRIO DO TURISMO, 2006, p.27) 17 Para aprofundamento, vide: GARCIA, Sandra R. O. A educação profissional técnica de nível médio integrada ao ensino médio: obstáculos e avanços na rede pública do Paraná. Curitiba. SEED: 2006.

11 11 No que refere ao ensino do turismo em nível subsequente (pós-médio), a partir do lançamento do Catalogo Nacional de Cursos Técnicos e o do eixo tecnológico de Lazer e Hospitalidade, os cursos com a denominação de Técnicos em Turismo têm se mostrado insuficientes para que os egressos consigam dar conta da complexidade dos segmentos, da dimensão de suas respectivas atividades e com remunerações adequadas. Entretanto, os cursos técnicos em turismo de nível médio integrado ainda vêm sendo ofertados, como no caso do Estado do Paraná, com a nomenclatura de Técnico em Turismo por meio de uma matriz generalista diluída em disciplinas de 80 horas, como por exemplo, turismo e meio ambiente e meios de hospedagem, segmentos que já foram acima exemplificados e apontados seus relativos espectros, os quais em suas atividades, cargos e funções demostram complexidades que põem em dúvida a capacidade dos egressos contemplarem ao menos parte do todo destes segmentos, haja vista o número reduzido de horas/aulas da realidade vigente. Outra questão que merece destaque tanto nos cursos subsequentes como nos médio integrados são as reduzidas cargas horárias em língua estrangeira (inglês e espanhol), sendo que para os primeiros, em sua maioria, as disciplinas para os idiomas são ofertados em cargas horárias de 120 horas para o primeiro caso e 80 horas para o segundo. Frente ao exposto, não há como deixar de perguntar: será que com tal carga horária em língua estrangeira o egresso dará conta, mesmo que de maneira instrumental, das demandas internacionais antepostas? Por fim, como proposta para um ensino técnico em turismo próximo da realidade e da complexidade das atividades turísticas, sugerimos que os cursos de nível médio integrado acompanhem a ordenação preconizada no Catalogo Nacional de Cursos Técnicos, pois assim poderemos oferecer uma formação mais consistente, se distanciando da formação generalista dos nossos dias, dando oportunidades mais realistas aos egressos, pois como vem sendo organizados tais cursos, não atendem nem sequer as demandas capitalistas alteradas constantemente pelas leis do mercado, muito menos àqueles que vivem do trabalho e que urgem por uma compreensão totalizante dos desdobramentos do mundo do trabalho neste terceiro milênio. REFERÊNCIAS ANSARAH, Marilia Gomes dos Reis. Segmentação do mercado turístico: estudos, produtos e perspectivas. Barueri-SP: Manole, 2009.

12 12 BENI, M.C. Turismo: da economia de serviços à economia da experiência. Lisboa: IFETUR. Disponível em: Acesso em 01.abr BENI, Mario Carlos. Análise estrutural do turismo. 2. edição. São Paulo: SENAC, BRASIL, LDBEN: Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional: lei nº 9.394/96. BRASIL. CNE/CEB. Parecer nº 16, de 5 de outubro de Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional. de Nível Técnico. Disponível em: Acesso em 19. abr BRASIL. Decreto Lei nº 2.208, de 17 de abril de BRASIL. Decreto Lei nº de 11 de agosto de BRASIL. Decreto Lei nº 5154, de 23 de julho de BRASIL. Decreto Lei nº , de 26 de outubro de BRASIL. MEC. Referenciais curriculares nacionais da educação profissional de nível técnico. Brasília: MEC, BRASIL. Resolução nº 4, de 8 de dezembro de Institui as Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Profissional de Nível Técnico. Disponível em resolucao.shtm. CIAVATTA, M. A formação integrada: a escola e o trabalho como lugares de memória e de identidade In: FRIGOTTO, G. et al. (Orgs.). Ensino médio integrado: concepção e contradições. São Paulo: Cortez, CORIOLANO, L. N. M. T; MELLO e SILVA, S. C. B. Turismo e Geografia: abordagens críticas. Fortaleza: EDUECE, CUNHA, Luiz Antonio. O ensino profissional na irradiação do industrialismo. São Paulo. 2. ed. UNESP; Brasília: FLACSO, DAVIES, Carlos Alberto. Cargos em hotelaria. Caxias do Sul. 3. ed. Caxias do Sul. EDUCS FRIGOTTO, Gaudêncio; CIAVATTA, Maria; RAMOS, Marise. Ensino médio integrado: concepção e contradições. São Paulo: Cortez, 2005.

13 13 GARCIA, Sandra R. O. A educação profissional técnica de nível médio integrada ao ensino médio: obstáculos e avanços na rede pública do Paraná. Curitiba: SEED, GASTAL, Suzana; MOESCH, Marutschka (Orgs). Um outro turismo é possível. São Paulo: Contexto, KUENZER, Acacia Z. Ensino médio e profissional as políticas do Estado Neoliberal. São Paulo: Cortez, KUENZER, Acacia Z. (org.). Ensino médio: Construindo uma proposta para os que vivem do trabalho. São Paulo: Cortez, MATIAS, Marlene. Turismo: formação e profissionalização. São Paulo: Manole, MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO E CULTURAL. Catálogo Nacional de Cursos Técnicos. Disponível em: Acesso em 19.abr.2012 MINISTÉRIO DO TURISMO. Estudos da competitividade do turismo brasileiro. Disponível em Acesso em:15.abr MINISTÉRIO DO TURISMO. Perfil do turista de aventura e do ecoturista no Brasil. São Paulo: ABETA, MINISTÉRIO DO TURISMO. Segmentação do turismo: marcos conceituais. Brasília: Ministério do Turismo, MOREIRA, H e CALEFFE, L. G. Metodologia da pesquisa para o professor pesquisador. Rio de Janeiro: DP&A, PRONATEC. Disponível em: Acesso em: 15.abr RAMOS, Marise Nogueira. A educação profissional pela pedagogia da competências e a superfície dos documentos oficiais. Educ. Soc., Campinas, v. 23, n. 80, setembro/2002, p Disponível em Acesso 19.mar.2012 RIELI. Disponível em: Acesso: 02.abr SANTOS FILHO, João. Embratur omite a verdade sobre a história do turismo: faz uma leitura politicista dos fatos. Disponível em: Acesso em: 19.mar WEBARTIGOS. Disponível em: Acesso em: 19.mar

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE

OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE OFICINAS DE REESTRUTURAÇÃO CURRICULAR REFLEXÕES SOBRE O ENSINO MÉDIO INTEGRADO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E A AÇÃO DOCENTE NASCIMENTO, Elaine Cristina Universidade Tecnológica Federal do Paraná AMORIM, Mário

Leia mais

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA X INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: CONTEXTUALIZANDO A DISCUSSÃO

UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA X INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: CONTEXTUALIZANDO A DISCUSSÃO UNIVERSIDADE TECNOLÓGICA X INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: CONTEXTUALIZANDO A DISCUSSÃO Arminda Rachel Botelho Mourão Universidade Federal do Amazonas RESUMO: Este trabalho visa refletir

Leia mais

DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO INSTITUTO FEDERAL: DUALISMO OU POLITECNIA?

DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO INSTITUTO FEDERAL: DUALISMO OU POLITECNIA? DA ESCOLA DE APRENDIZES ARTÍFICES AO INSTITUTO FEDERAL: DUALISMO OU POLITECNIA? CÍNTIA MAGNO BRAZOROTTO Núcleo de Estudos e Pesquisa: Política e Gestão Educacional - Mestranda Orientadora: Profa. Dra.

Leia mais

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação

PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação PROFISSIONALIZAÇÃO E ESCOLARIZAÇÃO: A EXPERIÊNCIA DE ARTICULAÇÃO DO SENAI-PA CARNEIRO, Verônica Lima UFPA GT-09: Trabalho e Educação Introdução A investigação e análise contidas neste trabalho tomam por

Leia mais

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná.

A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. A PRÁTICA DE FORMAÇÃO DE DOCENTES: DIFERENTE DE ESTÁGIO Maria de Fátima Targino Cruz Pedagoga e professora da Rede Estadual do Paraná. O Curso de Formação de Docentes Normal, em nível médio, está amparado

Leia mais

O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL

O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL O ENSINO PROFISSIONAL NO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO: OFERTA, ATENDIMENTO E FORMAÇÃO DO PROFISSIONAL Introdução Prof. Dr. Carlos da Fonseca Brandão 1 O Ensino Profissional no Brasil está estruturado a partir

Leia mais

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ.

FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ. FORMAÇÃO E CAPACITAÇÃO PROFISSIONAL NA ÁREA DE HOTELARIA E HOSPITALIDADE TURÍSTICA ESTUDO DE CASO DOS HOTÉIS DE PONTA GROSSA PARANÁ. SILVA, Isiele Mello - Faculdade Santa Amélia 1 SILVA, Nivaldo Pereira

Leia mais

FORMAÇÃO INTEGRAL PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARTICULADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ANÁLISE DO PLANO DO CURSO DE SEGURANÇA DO TRABALHO

FORMAÇÃO INTEGRAL PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARTICULADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ANÁLISE DO PLANO DO CURSO DE SEGURANÇA DO TRABALHO FORMAÇÃO INTEGRAL PARA A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL ARTICULADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS: ANÁLISE DO PLANO DO CURSO DE SEGURANÇA DO TRABALHO Simone Sandri FECILCAM Mayara Cristina Pereira Yamanoe - UNIOESTE

Leia mais

5 Proposta pedagógica da escola

5 Proposta pedagógica da escola 5 Proposta pedagógica da escola A escola onde este estudo se realizou localiza-se na periferia da cidade do Rio de Janeiro, e passou a integrar a rede FAETEC (Fundação de Apoio à Escola Técnica do Rio

Leia mais

Palavras-Chave: EJA e PROEJA, Ensino Técnico, Inserção Social, Estudante/Trabalhador.

Palavras-Chave: EJA e PROEJA, Ensino Técnico, Inserção Social, Estudante/Trabalhador. A EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS COMO INSERÇÃO SOCIAL DO ESTUDANTE/TRABALHADOR: ESTUDO DE CASO. Prof. Dr. Paulo Sergio da Silva geopassa@estes.ufu.br Escola Técnica de Saúde ESTES/UFU A proposta consiste

Leia mais

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR?

INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR? INSTITUTOS FEDERAIS DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA: UMA NOVA POLÍTICA PARA A EDUCAÇÃO SUPERIOR? Priscila Caetano Bentin Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO) Programa de Pós-Graduação

Leia mais

Educação técnica e desenvolvimento humano e social

Educação técnica e desenvolvimento humano e social Educação técnica e desenvolvimento humano e social Nacim Walter Chieco(*) 1. Educação e desenvolvimento social A partir de 1996 teve início, no Brasil, um processo de ampla e profunda reforma educacional.

Leia mais

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

TÉCNICO EM HOSPEDAGEM Imagens para explicar que às vezes o turista quer um lugar simples, no meio da natureza para descansar, basta estar limpo, asseado e arejado, nem todos querem luxo, existe vários perfis de clientes.(grifo

Leia mais

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014

A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 2006 E 2014 A ORGANIZAÇÃO CURRICULAR DO CURSO DE FORMAÇÃO DE DOCENTES NO PARANÁ A PARTIR DOS DOCUMENTOS ORIENTADORES DE 006 E 014 Resumo Eduardo Marcomini UNINTER 1 Ligia Lobo de Assis UNINTER Grupo de Trabalho Políticas

Leia mais

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular

PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular PRÁTICA PROFISSIONAL INTEGRADA: Uma estratégia de integração curricular Daiele Zuquetto Rosa 1 Resumo: O presente trabalho objetiva socializar uma das estratégias de integração curricular em aplicação

Leia mais

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia

O Proeja no IFG: o processo seletivo para admissão aos cursos ofertados no Campus Goiânia MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDRAL DE EDUCAÇÃO, CIENCIA E TECNOLOGIA DE GOIÁS MARCELO MENDES DOS SANTOS O Proeja no IFG: o processo seletivo para

Leia mais

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS

CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS CURSOS TECNOLÓGICOS EM NÍVEL SUPERIOR: BREVES APONTAMENTOS Alan do Nascimento RIBEIRO, Faculdade de Políticas Públicas Tancredo Neves Universidade do Estado de Minas Gerais Maria Amarante Pastor BARACHO,

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA

CURSO SUPERIOR DE TECNOLOGIA MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação Superior - DAES SISTEMA NACIONAL DE AVALIAÇÃO DA EDUCAÇÃO SUPERIOR

Leia mais

EDUCAÇÃO DOS NOVE ANOS, CONTEÚDO FORMATIVO E CIDADANIA: ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS

EDUCAÇÃO DOS NOVE ANOS, CONTEÚDO FORMATIVO E CIDADANIA: ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS EDUCAÇÃO DOS NOVE ANOS, CONTEÚDO FORMATIVO E CIDADANIA: ANÁLISE DAS POLÍTICAS PÚBLICAS Joselaine Andréia de Godoy Stênico (1) (1) Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho UNESP Campus Rio

Leia mais

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PARANÁ: A INTEGRAÇÃO COMO PRESSUPOSTO DA FORMAÇÃO HUMANA PARA O TRABALHO

A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PARANÁ: A INTEGRAÇÃO COMO PRESSUPOSTO DA FORMAÇÃO HUMANA PARA O TRABALHO A EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS NO PARANÁ: A INTEGRAÇÃO COMO PRESSUPOSTO DA FORMAÇÃO HUMANA PARA O TRABALHO SIMONE SANDRI 1 MAYARA CRISTINA PEREIRA YAMANOE 2 RESUMO: A

Leia mais

1 Este subtítulo se reporta ao texto de Antonio Gramsci: Homens ou Máquinas, que na qual o autor nos fala

1 Este subtítulo se reporta ao texto de Antonio Gramsci: Homens ou Máquinas, que na qual o autor nos fala 1 EDUCAÇÃO PROFISSIONAL EM SAÚDE NAS UNIVERSIDADES CORPORATIVAS: CRIAÇÃO DE MONSTROS ÁRIDOS, DE OLHOS ÁGEIS E MÃOS FIRMES 1? RIBEIRO, Nayla Cristine Ferreira FIOCRUZ GT-09: Trabalho e Educação Agência

Leia mais

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1 PROCESSO : CF-2297/2014 INTERESSADO : Confea ASSUNTO : Estudos sobre o PRONATEC ORIGEM : Comissão de Educação e Atribuição Profissional CEAP (Deliberação n 766/2014-CEAP) INFORMAÇÃO Nº 0086/2015-GTE 1

Leia mais

PORTARIA FAIBI Nº 016/2008 de 08/10/2008 RESOLVE:

PORTARIA FAIBI Nº 016/2008 de 08/10/2008 RESOLVE: PORTARIA FAIBI Nº 016/2008 de 08/10/2008 O Diretor pro tempore da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ibitinga FAIBI, no uso de suas atribuições legais e tendo em vista a reformulação do Projeto

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC)

PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO DE FORMAÇÃO INICIAL E CONTINUADA (FIC) INGLÊS INTERMEDIÁRIO Florestal 2014 Reitora da Universidade Federal de Viçosa Nilda de Fátima Ferreira Soares Pró-Reitor de Ensino Vicente

Leia mais

A FORMAÇÃO INICIAL DOS EDUCADORES AMBIENTAIS NAS LICENCIATURAS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DE CURITIBA E AS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL

A FORMAÇÃO INICIAL DOS EDUCADORES AMBIENTAIS NAS LICENCIATURAS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DE CURITIBA E AS POLÍTICAS DE EDUCAÇÃO AMBIENTAL Encontro de Ensino, Pesquisa e Extensão, Presidente Prudente, 22 a 25 de outubro, 2012 553 A FORMAÇÃO INICIAL DOS EDUCADORES AMBIENTAIS NAS LICENCIATURAS DAS UNIVERSIDADES FEDERAIS DE CURITIBA E AS POLÍTICAS

Leia mais

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos

Aprovação do curso e Autorização da oferta. PROJETO PEDAGÓGICO DE CURSO FIC Português para fins acadêmicos MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DE SANTA CATARINA CAMPUS GAROPABA Aprovação do curso e Autorização da oferta

Leia mais

APONTAMENTOS SOBRE A POLÍTICA DA INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL AO ENSINO MÉDIO NO PARANÁ. Introdução

APONTAMENTOS SOBRE A POLÍTICA DA INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL AO ENSINO MÉDIO NO PARANÁ. Introdução 1 APONTAMENTOS SOBRE A POLÍTICA DA INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL AO ENSINO MÉDIO NO PARANÁ Eliane Cleide da Silva Czernisz - UEL 1 Isabel Francisco de Oliveira Barion - UEL/SME-LD 2 Marci Batistão

Leia mais

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS

EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS EXPANSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO STRICTO SENSU CAPTANDO DESAFIOS Maria da Graça Ramos GEUIpesq/UFPel Resumo: No presente texto procura-se estabelecer as relações fundamentais entre a produção da ciência com a

Leia mais

Audiência Pública Senado

Audiência Pública Senado Audiência Pública Senado A situação nacional e os caminhos para melhorar a qualidade do ensino profissionalizante Francisco Aparecido Cordão Presidente da Câmara de Educação Básica do Conselho Nacional

Leia mais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais

Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Presidência da República Federativa do Brasil Ministério da Educação Secretaria Executiva Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira INEP Diretoria de Avaliação da Educação

Leia mais

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil

RESENHAS. Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil RESENHAS Marketing Turístico e de Hospitalidade: Fonte de Empregabilidade e Desenvolvimento para o Brasil Erika Helena Bautto Completa, abrangente e extremamente didática, Marketing Turístico e de Hospitalidade:

Leia mais

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL

MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO SECRETARIA DE EDUCAÇÃO PROFISSIONAL E TECNOLÓGICA INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO RIO GRANDE DO SUL CÂMPUS CANOAS PROJETO PEDAGÓGICO CURSO FIC PRONATEC Canoas

Leia mais

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica

O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica O Ensino a Distância nas diferentes Modalidades da Educação Básica Francisco Aparecido Cordão Conselheiro da Câmara de Educação Básica do CNE facordao@uol.com.br 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 13 14 15 16

Leia mais

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autores: ANNARA MARIANE PERBOIRE DA SILVA, MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA RELAÇÕES ENTRE A EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA E O SETOR DE HOSPITALIDADE: um estudo de caso aplicável ao curso Técnico de Hospedagem Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco Autores: ANNARA

Leia mais

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA

Autora: MARIA HELENA CAVALCANTI DA SILVA PERSPECTIVAS PARA OS CURSOS TÉCNICOS DO EIXO HOSPITALIDADE E LAZER: um estudo de caso aplicável ao Curso Técnico de Nível Médio em Eventos da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Meio Ambiente de Pernambuco.

Leia mais

Institutos federais de educação, ciência e tecnologia: novos desafios para a rede federal

Institutos federais de educação, ciência e tecnologia: novos desafios para a rede federal Institutos federais de educação, ciência e tecnologia: novos desafios para a rede federal Resumo Este trabalho apresenta uma análise sobre a evolução da titulação e da produção acadêmica dos docentes e

Leia mais

Marcos Antônio de Oliveira 1

Marcos Antônio de Oliveira 1 POLÍTICA DE TREINAMENTO DE PROFESSORES DE MATEMÁTICA DA REDE ESTADUAL DE ENSINO NO PARANÁ: A MATEMÁTICA CONTEXTUALIZADA - CORD/SEED E O AJUSTE DA ESCOLA AO MUNDO DO TRABALHO CAPITALISTA Marcos Antônio

Leia mais

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS

RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS RESUMO PROJETO PEDAGÓGICO DO CURSO SUPERIOR DE EVENTOS SALVADOR 2012 1 CONTEXTUALIZAÇÃO Em 1999, a UNIJORGE iniciou suas atividades na cidade de Salvador, com a denominação de Faculdades Diplomata. O contexto

Leia mais

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES

O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES 1 O ESTÁGIO SUPERVISIONADO NO CURSO DE FORMAÇÃO DE PROFESSORES GUEDES, Shirlei Terezinha Roman 1 SCHELBAUER, Analete Regina 2 A proposta deste texto é compartilhar algumas idéias a título de primeiros

Leia mais

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO

Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: Turismo, Hospitalidade e Lazer CURSO: Gestão de Turismo FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura ( X) tecnólogo

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROEJA E O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROEJA E O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO O PROGRAMA NACIONAL DE INTEGRAÇÃO DA EDUCAÇÃO PROFISSIONAL COM A EDUCAÇÃO BÁSICA NA MODALIDADE DE EDUCAÇÃO DE JOVENS E ADULTOS PROEJA E O TRABALHO COMO PRINCÍPIO EDUCATIVO YAMANOE, Mayara Cristina Pereira

Leia mais

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão

SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO. Missão SÍNTESE PROJETO PEDAGÓGICO CURSO: TURISMO ( bacharelado) Missão Formar profissionais humanistas, críticos, reflexivos, capacitados para planejar, empreender e gerir empresas turísticas, adaptando-se ao

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO (INTEGRADO): A DUALIDADE NA PRESCRI(A)ÇÃO DO ESTADO RESUMO

AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO (INTEGRADO): A DUALIDADE NA PRESCRI(A)ÇÃO DO ESTADO RESUMO AS NOVAS DIRETRIZES CURRICULARES PARA O ENSINO MÉDIO (INTEGRADO): A DUALIDADE NA PRESCRI(A)ÇÃO DO ESTADO Daniella de Souza Bezerra IFG CAPES daniella.bezerra@ifg.edu.br RESUMO Este trabalho adentra ao

Leia mais

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL

DSCIPLINAS DE FORMAÇÃO BÁSICA GERAL CURSO DE BACHARELADO EM TURISMO Turno: MATUTINO Currículo nº 9 Currículo nº 10 Reconhecido pelo Decreto Estadual n. o 5.497, de 21.03.02, D.O.E. nº 6195 de 22.03.02. Renovação de Reconhecimento Decreto

Leia mais

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA

PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA PRECARIZAÇÃO DO TRABALHO DOCENTE NA UNIVERSIDADE PÚBLICA BRASILEIRA Carlos Eduardo Queiroz Pessoa Bacharel em Filosofia e Direito; Mestrando em Ciências Sociais pela Universidade Federal de Campina Grande

Leia mais

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO

CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO CONSELHO NACIONAL DE EDUCAÇÃO ELEMENTOS PARA O NOVO PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO EDUCAÇÃO BÁSICA: EDUCAÇÃO BÁSICA: 1. Definir os padrões mínimos de qualidade estabelecidos pela LDB, considerando as especificidades

Leia mais

RESOLUÇÃO CONSEPE 33/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE HOTELARIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA.

RESOLUÇÃO CONSEPE 33/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE HOTELARIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. RESOLUÇÃO CONSEPE 33/99 ALTERA O PLANO CURRICULAR E O REGIME DO CURSO DE HOTELARIA, DO CÂMPUS DE BRAGANÇA PAULISTA. O Presidente do Conselho de Ensino, Pesquisa e Extensão - CONSEPE, no uso da atribuição

Leia mais

Estágios para alunos de ensino médio: análise da relação entre uma escola pública e uma ONG na cidade de São Paulo

Estágios para alunos de ensino médio: análise da relação entre uma escola pública e uma ONG na cidade de São Paulo Estágios para alunos de ensino médio: análise da relação entre uma escola pública e uma ONG na cidade de São Paulo FERREIRA, Moisés Carlos terraemar@gmail.com O texto aqui descrito representa um resumo

Leia mais

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS

CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS História da Cultura CURSO SUPERIOR DE GRADUAÇÃO EM TURISMO GRADE DETALHADA DO CURSO COM AS EMENTAS DAS DISCIPLINAS 1º PERÍODO Repassar ao alunado a compreensão do fenômeno da cultura e sua relevância para

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2008.1A 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Prática: 15 h/a Carga Horária: 60 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO

NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO NORMATIZAÇÃO E REGULAÇÃO DOS DOCUMENTOS OFICIAIS DAS INSTITUIÇÕES DE EDUCAÇÃO SUPERIOR LASSALISTA CURSOS DE GRADUAÇÃO PROVÍNCIA LA SALLE BRASIL - CHILE APRESENTAÇÃO O Setor de Educação Superior da Província

Leia mais

OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR

OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR OS PLANOS DE CARREIRAS DOS MUNICIPIOS DO PRIMEIRO ANEL DA REGIÃO METROPOLITANA DE CURITIBA: A FORMAÇÃO COMO UM ELEMENTO DE VALORIZAÇÃO DO PROFESSOR Resumo O presente artigo é parte de um projeto de pesquisa

Leia mais

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS

VESTIBULAR 2015 INFORMAÇÕES SOBRE OS CURSOS VESTIBULAR 2015 SELEÇÃO PARA ENSINO PROFISSIONAL INTEGRADO AO ENSINO MÉDIO, EM REGIME INTEGRAL COM DURAÇÃO DE 3 ANOS, DO INSTITUTO FEDERAL DE EDUCAÇÃO, CIÊNCIA E TECNOLOGIA DO TOCANTINS 2015 INFORMAÇÕES

Leia mais

UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Gabinete da Rei CONSELHO UNIVERSITÁRIO

UNIVERSIDADE FEDERAL DA INTEGRAÇÃO LATINO-AMERICANA Gabinete da Rei CONSELHO UNIVERSITÁRIO Processo/Assunto: 23422.000892/2014-97/NORMAS PARA ALOCAÇÃO DE VAGAS DOCENTES NAS UNIDADES ACADÊMICAS DA UNILA. Conselheiro: Fábio Borges 1. FUNDAMENTOS DO PEDIDO (razão do pedido): No parecer da relatora

Leia mais

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO

A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO A QUESTÃO DA POBREZA NA SOCIEDADE DE CLASSES E SEU ACIRRAMENTO NO NEOLIBERALISMO Maria Cristina de Souza ¹ Possui graduação em Serviço Social pela Pontifícia Universidade Católica de Campinas -PUCCAMP(1988),

Leia mais

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet

UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA. Ivo Tonet 1 UNIVERSIDADE PÚBLICA: O SENTIDO DA NOSSA LUTA Ivo Tonet Introdução Para melhor orientar e sustentar a nossa luta, é importante compreender as dimensões mais gerais em que ela se situa. A convicção, gerada

Leia mais

A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL

A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL A LEGISLAÇÃO E A FORMAÇÃO DOS PROFESSORES PARA A EDUCAÇÃO INFANTIL INTRODUÇÃO Márcia Barbosa Soczek 1 Este texto tem como referência básica os documentos oficiais que orientaram a implantação das políticas

Leia mais

POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE

POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE POLÍTICA EDUCACIONAL PARA O ENSINO FUNDAMENTAL NO BRASIL: DO PNE AO PDE EM BUSCA DE EQÜIDADE E QUALIDADE SUELI MENEZES PEREIRA Professora Doutora em Educação. Lotada no Departamento de Administração Escolar

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM 1. OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais que consigam compreender o espaço social e as interações do mundo do trabalho na cadeia produtiva do Turismo e Hotelaria

Leia mais

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006.

Revista Especial de Educação Física Edição Digital v. 3, n. 1, novembro 2006. UM ENSAIO SOBRE A DEMOCRATIZAÇÃO DA GESTÃO NO COTIDIANO ESCOLAR: A CONEXÃO QUE FALTA. Noádia Munhoz Pereira Discente do Programa de Mestrado em Educação PPGE/FACED/UFU - noadia1@yahoo.com.br Resumo O presente

Leia mais

uma realidade de espoliação econômica e/ou ideológica. No mesmo patamar, em outros momentos, a negação da educação disseminada a todas as classes

uma realidade de espoliação econômica e/ou ideológica. No mesmo patamar, em outros momentos, a negação da educação disseminada a todas as classes 1 Introdução A ascensão do sistema capitalista forjou uma sociedade formatada e dividida pelo critério econômico. No centro das decisões econômicas, a classe proprietária de bens e posses, capaz de satisfazer

Leia mais

História da Educação Profissional no Brasil: algumas considerações RESUMO:

História da Educação Profissional no Brasil: algumas considerações RESUMO: História da Educação Profissional no Brasil: algumas considerações Camila Gomes Nogueira Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Rio Grande do Sul - Câmpus Sertão Ana Sara Castaman Instituto

Leia mais

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB.

I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. I Semana de Educação Matemática da Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia UESB. Tema: Educação Inclusiva. Palestrante: Professor Nivaldo Vieira Santana Inicialmente desejo agradecer aos organizadores

Leia mais

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO

XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO XIII Encontro de Iniciação Científica IX Mostra de Pós-graduação 06 a 11 de outubro de 2008 BIODIVERSIDADE TECNOLOGIA DESENVOLVIMENTO MPH0813 PLANO NACIONAL DE TURISMO: UM CAMINHO PARA A BUSCA DO DESENVOLVIMENTO

Leia mais

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais.

Palavras-chave: formação continuada, educação básica, ensino de artes visuais. 4CCHLADAVPEX01 O ENSINO DE ARTES VISUAIS NAS ESCOLAS PÚBLICAS DE ALHANDRA: UMA PROPOSTA DE FORMAÇÃO CONTINUADA PARA OS PROFESSORES DO ENSINO FUNDAMENTAL Cláudia Oliveira de Jesus (1); Adeílson França (1);

Leia mais

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM

CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM CONTEXTO EDUCACIONAL BRASILEIRO E OS ANOS INICIAIS DO CURSO DE LICENCIATURA EM CIÊNCIAS BIOLÓGICAS DA UFSM Carla Vargas Pedroso - UFF e UFSM Sandra Lucia Escovedo Selles - UFF Agência Financiadora: CAPES

Leia mais

Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis

Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis Catálogo do Curso de Especialização em Educação Ambiental com Ênfase em Espaços Educadores Sustentáveis 1. Dados Gerais 1. Área Temática: Educação Ambiental 2. Nome do curso: Educação Ambiental com Ênfase

Leia mais

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014

Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Tema 2 CONAE 2014 Diretrizes gerais para intervenção do PROIFES-Federação na CONAE 2014 Eixo I O plano Nacional de Educação e o Sistema Nacional de Educação: organização e regulação. Instituir, em cooperação

Leia mais

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2

Ementário do Curso de Pedagogia, habilitações: Educação Infantil e Séries Iniciais 2010.2 01 BIOLOGIA EDUCACIONAL Fase: 1ª Carga Horária: 30 h/a Prática: 30 h/a Créditos: 4 A biologia educacional e os fundamentos da educação. As bases biológicas do crescimento e desenvolvimento humano. A dimensão

Leia mais

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA?

EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? EDUCAÇÃO MUDANÇAS O QUE ESTÁ REFLETINDO NA ESCOLA? Elisane Scapin Cargnin 1 Simone Arenhardt 2 Márcia Lenir Gerhardt 3 Eliandra S. C. Pegoraro 4 Edileine S. Cargnin 5 Resumo: Diante das inúmeras modificações

Leia mais

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015

PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 PROJETO PEDAGÓGICO DE POS GRADUAÇÃO LATO SENSU 2014/2015 1- JUSTIFICATIVA O setor de eventos vem passando por uma grande reformulação. Dos eventos corporativos, hoje mais bem estruturados e com foco específico,

Leia mais

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE

REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE A REALIDADE DAS ESCOLAS MULTISSERIADAS FRENTE ÀS CONQUISTAS NA LEGISLAÇÃO EDUCACIONAL HAGE, Salomão Mufarrej UFPA GT: Educação Fundamental/ n.13 Agência Financiadora: CNPq Introdução Este texto apresenta

Leia mais

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019

PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 PLANO DE TRABALHO CAMPUS DE FRANCISCO BELTRÃO QUATRIÊNIO 2016-2019 Candidato Gilmar Ribeiro de Mello SLOGAN: AÇÃO COLETIVA Página 1 INTRODUÇÃO Considerando as discussões realizadas com a comunidade interna

Leia mais

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS REFLEXÕES

A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS REFLEXÕES A CRIANÇA DE SEIS ANOS NO ENSINO FUNDAMENTAL: ALGUMAS REFLEXÕES Renata Cristina de L. C. B. Nascimento Mestranda do Curso de Mestrado em Educação da UNEMAT, Departamento de Pedagogia da UNEMAT/Cáceres

Leia mais

Palavras-chave: Centralização de poder. Gestão democrática. Conselhos Escolares.

Palavras-chave: Centralização de poder. Gestão democrática. Conselhos Escolares. CONSELHOS ESCOLARES: (DES) CENTRALIZAÇÃO DA GESTÃO ESCOLAR? Gabriele Maier 1 Natália Von Ende Cardias 2 Sueli Menezes Pereira 3 Resumo: Com a aprovação da Lei da Gestão Escolar Democrática Municipal de

Leia mais

VIII COLÓQUIO INTERNACIONAL DE MARX E ENGELS

VIII COLÓQUIO INTERNACIONAL DE MARX E ENGELS 1 VIII COLÓQUIO INTERNACIONAL DE MARX E ENGELS OS FUNDAMENTOS MARXISTAS E GRAMSCIANOS À LUZ DA PROFISSIONALIZAÇÃO DO ENSINO MÉDIO DO INSTITUTO FEDERAL DE SÃO PAULO Problematização Juliana Gimenes Gianelli

Leia mais

Ações e Projetos Sociais

Ações e Projetos Sociais Ações e Projetos Sociais 1º - TROTE SOLIDÁRIO O Trote Solidário tem como objetivo principal atender às necessidades das Instituições beneficentes carentes da região de Barretos através da arrecadação e

Leia mais

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EJA: A PRODUÇÃO INTELECTUAL SOBRE CURRÍCULO INTEGRADO

EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EJA: A PRODUÇÃO INTELECTUAL SOBRE CURRÍCULO INTEGRADO EDUCAÇÃO PROFISSIONAL INTEGRADA À EJA: A PRODUÇÃO INTELECTUAL SOBRE CURRÍCULO INTEGRADO Josué LOPES; Silvani dos Santos VALENTIM Centro Federal de Educação Tecnológica de Minas Gerais-CEFET/MG RESUMO:

Leia mais

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal

GOVERNO DO DISTRITO FEDERAL SECRETARIA DE ESTADO DE EDUCAÇÃO Conselho de Educação do Distrito Federal Homologado em 16/5/2014, DODF nº 98, de 19/5/2014, p. 6. Portaria nº 103, de 19/5/2014, DODF nº 100, de 21/5/2014, p. 7. PARECER Nº 82/2014-CEDF Processo nº 084.000083/2014 Interessado: Secretaria de Estado

Leia mais

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013

ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 LEGENDA: EM VERMELHO O QUE INCLUÍMOS NO FÓRUM EJA / RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE AMARELO PROPOSTA DO FÓRUM PARANAENSE, INCORPORADA NA DISCUSSÃO DO FÓRUM EJA/RJ DE 17/6/2013 ILUMINADO DE VERDE PROPOSTA

Leia mais

Palavras-chave: Mulheres Mil, trabalho e educação, programas sociais, educação profissional. NO MOMENTO NÃO ESTOU TRABALHANDO: ANSEIOS DAS

Palavras-chave: Mulheres Mil, trabalho e educação, programas sociais, educação profissional. NO MOMENTO NÃO ESTOU TRABALHANDO: ANSEIOS DAS NO MOMENTO NÃO ESTOU TRABALHANDO: ANSEIOS DAS ESTUDANTES DO PROGRAMA MULHERES MIL NO IFSUL- CÂMPUS SAPIRANGA/RS Gisele Lopes Heckler UNISINOS Agência Financiadora: CAPES/PROEX Resumo Esta comunicação objetiva

Leia mais

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica

Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Música nas escolas: uma análise do Projeto de Resolução das Diretrizes Nacionais para a operacionalização do ensino de Música na Educação Básica Luis Ricardo Silva Queiroz Presidente da ABEM presidencia@abemeducacaomusical.com.br

Leia mais

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus

Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus Política Nacional de Museus Bases para a Política Nacional de Museus APRESENTAÇÃO Ao se propor a sistematização de uma política pública voltada para os museus brasileiros, a preocupação inicial do Ministério

Leia mais

Rua Esmeralda, 430 Faixa Nova Camobi -97110-767 Santa Maria RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: prensino@iffarroupilha.edu.br.

Rua Esmeralda, 430 Faixa Nova Camobi -97110-767 Santa Maria RS Fone/FAX: (55) 3217 0625 E-Mail: prensino@iffarroupilha.edu.br. Plano de Ensino IDENTIFICAÇÃO EIXO TECNOLÓGICO: TURISMO, HOSPITALIDADE E LAZER CURSO: TECNOLOGIA EM GESTÃO DE TURISMO FORMA/GRAU:( )integrado ( )subsequente ( ) concomitante ( ) bacharelado ( ) licenciatura

Leia mais

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM

APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM APRESENTAÇÃO DO CURSO TÉCNICO EM HOSPEDAGEM 1. OBJETIVO DO CURSO Formar profissionais que consigam compreender o espaço social e as interações do mundo do trabalho na cadeia produtiva do Turismo e Hotelaria

Leia mais

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR

PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA PARA SOLUCIONAR E/OU MINIMIZAR PRÓ-REITORIA DE PLANEJAMENTO COORDENADORIA DE ACOMPANHAMENTO E AVALIAÇÃO INSTITUCIONAL SÍNTESE DE RELATORIO DE AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL E DE AVALIAÇÃO EXTERNA PONTOS FRACOS E PONTOS FORTES E PROPOSTA

Leia mais

GRADUAÇÃO HOTELARIA BACHARELADO. NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação

GRADUAÇÃO HOTELARIA BACHARELADO. NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação NOTA MÁXIMA NO MEC Ministério da Educação TITULAÇÃO: Bacharel em Hotelaria CARGA HORÁRIA: 3.104 horas DURAÇÃO: 2 anos DIFERENCIAL 2 ANOS A Castelli ESH propõe-se a ofertar o Curso de Graduação em Hotelaria,

Leia mais

Classe trabalhadora no Brasil sob a luz da teoria de Bárbara Weinstein

Classe trabalhadora no Brasil sob a luz da teoria de Bárbara Weinstein Classe trabalhadora no Brasil sob a luz da teoria de Bárbara Weinstein Irene Domenes Zapparoli - UEL/ PUC/SP/ehps zapparoli@onda.com.br Ferdinando Vinicius Domenes Zapparoli. UEL Ferdinando@uel.br Introdução

Leia mais

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1

O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 O PROJETO POLÍTICO-PEDAGÓGICO NO CONTEXTO DA GESTÃO ESCOLAR 1 Janete Maria Lins de Azevedo 2 Falar sobre o projeto pedagógico (PP) da escola, considerando a realidade educacional do Brasil de hoje, necessariamente

Leia mais

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE

XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE XLIII PLENÁRIA NACIONAL DO FÓRUM DOS CONSELHOS ESTADUAIS DE EDUCAÇÃO - FNCE O Futuro da Educação a Distância na Educação Básica Francisco Aparecido Cordão facordao@uol.com.br Dispositivos da LDB e DECRETOS

Leia mais

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL. Geografia Leituras e Interação

Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL. Geografia Leituras e Interação Apontamentos das obras LeYa em relação ao Currículo em Movimento do DISTRITO FEDERAL Geografia Leituras e Interação 2 Caro professor, Este guia foi desenvolvido para ser uma ferramenta útil à análise e

Leia mais

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional

REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS. PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional REFERENCIAIS ESTRATÉGICOS Projeto de Lei nº 8.035, de 2010 PLANO NACIONAL DE EDUCAÇÃO 2011-2020: metas que envolvem a Educação Profissional O PNE é formado por: 10 diretrizes; 20 metas com estratégias

Leia mais

Panorama da EPT. Fonte: Manpower/BBC

Panorama da EPT. Fonte: Manpower/BBC Panorama da EPT 1/3 dos empregadores brasileiros tem dificuldades de contratar; (64%) (Média mundial - 31%) EUA 2006: 44% - 2010: 14% Irlanda 2006: 32% - 2010: 4% Grã-Bretanha 2006: 42% - 2010: 9% Espanha

Leia mais

Seminário Nordestino de Pecuária Turismo no Espaço Rural e Natural. Porque capacitar meus funcionários é fundamental para o sucesso da minha empresa?

Seminário Nordestino de Pecuária Turismo no Espaço Rural e Natural. Porque capacitar meus funcionários é fundamental para o sucesso da minha empresa? Seminário Nordestino de Pecuária Turismo no Espaço Rural e Natural Porque capacitar meus funcionários é fundamental para o sucesso da minha empresa? O atual mundo do trabalho ANTIGO Qualifica para o trabalho;

Leia mais

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO

CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO CONCEPÇÃO DE CURRÍCULO EM CURSOS DE LICENCIATURA EM QUÍMICA: UM ESTUDO DE CASO VAITEKA, SANDRA; FERNANDEZ, CARMEN Instituto de Química da Universidade de São Paulo, Brasil; Programa de Pós Graduação Interunidades

Leia mais

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA)

Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Resgate histórico do processo de construção da Educação Profissional integrada ao Ensino Médio na modalidade de Educação de Jovens e Adultos (PROEJA) Mário Lopes Amorim 1 Roberto Antonio Deitos 2 O presente

Leia mais

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko

Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana Turibio Maria Nhyara Fernanda K. Halila Cecilia Hauresko O PROJETO POLITICO PEDAGÓGICO NA ESCOLA: ANALISE DOS PPP DO COLÉGIO ESTADUAL PADRE CHAGAS E COLÉGIO ESTADUAL DO CAMPO DA PALMEIRINHA, PELO PIBID- GEOGRAFIA 1 Resumo: Dalriliane Schultz Josilda Silva Juliana

Leia mais

Categoria Temática- Sequenciamento Proposto Modelo de Comércio Exterior- Padronização das Ações Preparação

Categoria Temática- Sequenciamento Proposto Modelo de Comércio Exterior- Padronização das Ações Preparação 1 1. Apresentação A ideia de investigar o processo de internacionalização de micro, pequenas e médias empresas, em Pernambuco, surgiu de observações iniciais realizadas pelo pesquisador enquanto profissional

Leia mais