CURSO DE CAMPO Ecologia e conservação da Mata Atlântica

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1 CURSO DE CAMPO Ecologia e conservação da Mata Atlântica Promoção: Grupo Brasil Verde; Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Diaulas Abreu Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena; Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas IF Sudeste MG Campus Barbacena. Guaraqueçaba, Curitiba, Ponta Grossa e Tunas do Paraná Paraná Brasil 13ª Turma 21 a 31 de Julho de 2011

2 INFORMAÇÕES GERAIS SOBRE A EXPEDIÇÃO E CURSO DE CAMPO ECOLOGIA E CONSERVAÇÃO DA MATA ATLÂNTICA O que é o curso de campo: Ecologia e Conservação da Mata Atlântica? O curso oferecido pela ONG Grupo Brasil Verde, através do seu centro de capacitação técnica em conservação da natureza e pela Fundação de Apoio à Pesquisa e Extensão Diaulas Abreu, do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena. Ocorre desde de julho de 2002 e tem por objetivo apresentar diferentes estratégias de conservação da natureza, bem como estimular discussões sobre ecologia e conservação com ênfase na Mata Atlântica. Para isso, durante os onze dias de curso, visitamos diferentes modelos de Unidades de Conservação e outras instituições (tais como: ONG s, centros culturais, Universidades, Museus de História Natural, Zoológico, Jardim Botânico e outros). Além das visitas, promovemos debates, palestras com professores convidados e gestores das áreas. Também são exibidos vídeos. Assim, os participantes têm a oportunidade de formar opinião e adquirir ampla experiência em Ecologia e Conservação da Natureza. Quem é o Grupo Brasil Verde? Trata-se de uma Organização Não Governamental que tem como vocação a capacitação e formação de profissionais para atuarem em Conservação da Natureza. Temos como perfil a realização de atividades de campo, a participação de vários profissionais (especialistas, mestres e doutores) e a distribuição de vasto material didático produzido pelo GBV e/ou parceiros ou nos é doado por outras organizações nacionais e internacionais. Através do nosso Centro de Capacitação Técnica em Conservação da Natureza (CECACN/GBV), oferecemos desde 2000 cursos de capacitação em diferentes áreas da Conservação, expedições e cursos de campo, cursos de extensão e pós-graduação Lato Sensu em parceria com Instituições de Ensino Superior de Juiz de Fora. Já tivemos cursos financiados por organizações nacionais e internacionais. Mais informações podem ser acessadas no nosso site O Centro de Capacitação em Conservação da Natureza GBV: O Centro de Capacitação em Conservação da Natureza (CECACN) surgiu em 2000 graças a uma parceria com a Escola da Comunidade Prof. Sérgio Ferreira CNEC de Além Paraíba com o objetivo de capacitar profissionais para atuarem de forma responsável, de disseminar e democratizar Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 2

3 a informação técnico-científica sobre os assuntos relacionados à Conservação da Natureza e suas múltiplas faces. O Centro surgiu para disciplinar as ações do GBV direcionando esforços na formação e capacitação profissional de qualidade. Por não existir fisicamente, foi possível a realização de cursos, palestras e treinamentos em dezenas de municípios brasileiros envolvendo estudantes, professores, ambientalistas, gerentes de Unidades de Conservação, funcionários públicos, representantes de empresas e ONG s, além de pessoas interessadas na Conservação da Natureza. Nesse período, foram realizados dezenove cursos presenciais de média e longa duração, três cursos de pós-graduação, 40 cursos de campo no Parque Estadual de Ibitipoca e 12 expedições técnicas à Unidades de Conservação da Mata Atlântica do Paraná na região de Guaraqueçaba, capacitando 1378 profissionais a atuarem em questões que envolvam a Conservação da Natureza e a Educação Ambiental. Contamos com um grupo técnico formado por 07 (sete) pesquisadores de reconhecida competência. Além de nossa equipe técnica, recebemos o apoio de professores colaboradores, especialistas, mestres e doutores e mantemos parcerias e convênios com várias organizações governamentais ou não, brasileiras e de outros países. A união desses profissionais e entidades permitiu e permite a elaboração de uma rica coleção de material didático e a experiência adquirida até hoje, nos aproximou da Fundação Diaulas Abreu que passou em 2011 a promover em parceria com o GBV os cursos de capacitação. Além dos cursos de capacitação, o CECACN é responsável pela realização de palestras, simpósios, cursos de curta duração e cursos de campo em vários locais do Brasil. Dentre os cursos de campo, dois acontecem regularmente: Curso de campo em Ecologia e conservação de campos rupestres Curso realizado no Parque Estadual de Ibitipoca em quatro edições anuais; Curso de campo em Ecologia e conservação da Mata Atlântica Curso ministrado durante a Expedição Mata Atlântica que acontece em janeiro e julho durante onze dias quando visitamos várias unidades de conservação e instituições de pesquisa do estado do Paraná. As atividades do GBV e do CECACN estão se expandindo para outros países graças a parceria com instituições européias e da América Latina o que tem possibilitado um rico intercâmbio de experiências em estratégias de conservação da natureza. Nosso diferencial: Ampla experiência e professores qualificados de diferentes origens e formações; Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 3

4 Estimulamos as redes de relacionamento entre os participantes dos cursos (diferentes origens, formações etc.); Aliamos teoria e prática; Aulas práticas (em campo), estudos de casos e experiência na organização de expedições; Amplo material didático distribuído; Grande rede de parcerias; Harmonia, dedicação e amplo apoio aos participantes dos cursos; Exibição de vídeos de alta qualidade Estimulamos uma visão macro da conservação da natureza. A Fundação Diaulas Abreu IF Sudeste MG Campus Barbacena: A Fundação Diaulas Abreu FAPE foi criada em 08/08/2000. É uma instituição sem fins lucrativos, autônoma, administrada por um Conselho Diretor, uma Diretoria Executiva e um Conselho Fiscal. Iniciou suas atividades em abril de 2001 e atualmente gerencia Projetos de Extensão, Ensino, Seminários e Cursos financiados e em parceria com empresas de fomento, tais como: SEBRAE, SEDESE, SENAR, UNESCO Paris Ministério da Saúde, FNDE, Prefeitura Municipal de Barbacena, Sindicatos Rurais, outros municípios e órgãos representativos da região. Com cursos de curta duração, ministrados nas dependências do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena (antiga Escola Agrotécnica Federal de Barbacena), a FAPE otimiza oportunidades para a inserção no mercado de trabalho. Desde sua criação, a FAPE promove o desenvolvimento profissional e social de adultos e de adolescentes de baixa renda, qualificando profissionais de Barbacena e região. Trabalhando com autonomia e independência, a Fundação mantém-se compromissada com seus objetivos e com sua missão, respeitando os princípios éticos e legais e colaborando e promovendo o fortalecimento de Barbacena e da região. Enfim, a FAPE é um instrumento de transformação e desenvolvimento da comunidade regional através da educação, do ensino e da inclusão social. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 4

5 A Fundação tem por finalidades: a) apoiar as atividades do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena, relativas ao ensino, à pesquisa, à extensão e ao desenvolvimento institucional, científico e tecnológico, e também, atividades de natureza de infra-estrutura, através da prestação de serviços, assessorias e gestão de recursos humanos, materiais e financeiros; b) apoiar e promover serviços técnico-científicos para atender demandas da comunidade e dos setores público e privado; c) promover, exercer e apoiar as atividades científicas e culturais do Instituto e da Comunidade; d) conceder bolsas de estudo, pesquisa e extensão à comunidade acadêmica do IF Sudeste MG Campus Barbacena; e) promover a geração, a adequação e a difusão de tecnologias e informações, bem como organizar e apoiar congressos, seminários e atividades congêneres; f) fomentar o desenvolvimento sustentável em territórios rural e urbano; g) apoiar, promover e estimular a Educação para a cidadania, a geração de trabalho e renda; h) promover a comercialização e gestão dos produtos oriundos de projetos desenvolvidos pela Fundação e/ou IF Sudeste MG Campus Barbacena em atividades de ensino, pesquisa e extensão, por meio de instrumentos jurídicos específicos; i) trabalhar em prol da excelência das atividades desenvolvidas pela Fundação; j) promover a assistência jurídica a seus colaboradores e à comunidade em atividades relacionadas com os objetivos da Fundação. Experiências Desde 2001 que a Fundação Diaulas Abreu - FAPE, em parceria com o IF Sudeste MG Campus Barbacena, vem atuando com qualificação profissional com ênfase na inclusão social. Destacamos que em 2003 realizamos Capacitação Profissional para cerca de professores do Ensino Fundamental da região, fomentada por uma verba do FNDE, em parceria com a Prefeitura Municipal de Barbacena, com a qual também somos conveniados e atendemos as comunidades circunvizinhas do CRAS. Há que se ressaltar que atuamos em parceria com entidades que qualificam indivíduos contemplados por benefícios na Agência Executiva Barbacena do INSS, realizando em 2007 duas Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 5

6 ações em qualificação profissional. Realizamos nove Ações de Capacitação para profissionais da área de saúde, financiados pelo Ministério da Saúde/UNESCO-Paris, além da realização de Ações de Qualificação Profissional junto à SEDESE: no ano de 2008, foram realizadas cinco ações através da Usina do Trabalho: Balconista, Guia Turístico, Fruticultura, Cozinheiro Básico e Pintor; no ano de 2009, realizamos cinco ações através da Política Estadual de Fomento à Economia Solidária: Doces e Salgados e Gestão em Economia Popular Solidária, para os municípios de Barbacena e Barroso e o Seminário Regional de Economia Popular Solidária, no município de São João Del Rei. Em 2010, realizamos duas ações de Corte e Costura do Projeto Usina do Trabalho e três ações do PlanTeq: Pedreiro de Acabamento, Padeiro e Costureiro em Couro. Parcerias A Fundação Diaulas Abreu, FAPE, em parceria com o IF Sudeste MG Campus Barbacena, gerencia os seguintes projetos: 1. Laboratório de Análise e Fertilidade do Solo, onde são realizadas cerca de análises por ano; 2. Piscina Núcleo Aquático Diaulas Abreu Projeto Nadar, onde funciona uma escola de natação para servidores e público externo. A partir de 2009, a FAPE vem promovendo, em parceria com a Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos - Ministério das Comunicações, com a Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos-CBDA, com a Prefeitura Municipal de Barbacena e com o IF Sudeste MG Campus Barbacena, o Projeto Social de Natação de Barbacena Raias do Futuro, que atende a 500 crianças da rede pública municipal de ensino, com idade entre 7 e 17 anos. Através do Projeto, as crianças atendidas têm acesso gratuito às aulas de natação, além de receberem lanches e os equipamentos necessários, com o objetivo de resgatar a cidadania de crianças e jovens carentes através do esporte, incentivando a prática esportiva e a descoberta de novos talentos. 3. Está em andamento uma parceria entre a Prefeitura de Barbacena e a Secretaria de Estado de Ciência, Tecnologia e Ensino Superior que visa a implantação de um Centro Vocacional Tecnológico CVT, com objetivo de qualificar profissionalmente cerca de pessoas. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 6

7 4. A partir de 2011 estabelecemos parceria com a Organização Não Governamental Grupo Brasil Verde para a promoção de cursos de capacitação nas diversas áreas da Conservação da Natureza. O Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas IF Sudeste MG Campus Barbacena: O Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas nasceu em 2011 por iniciativa de professores e alunos do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena, com o objetivo de tornar-se referência no planejamento, implantação e gestão de Unidades de Conservação e outras áreas protegidas no estado. Integram o grupo professores e alunos estagiários de diferentes áreas do conhecimento com o objetivo de promover uma visão multidisciplinar através de ações socioambientais que permitam uma integração maior entre a conservação e o desenvolvimento regional. Institucionalizado e reconhecido pelo CNPq, o grupo pretende mapear e levantar, em detalhes, as condições gerais das Áreas Protegidas de Minas Gerais e acompanhar suas gestões, iniciando suas ações pela Zona da Mata e o Campo das Vertentes, além de manter atualizado um banco de dados sobre essas áreas no estado. Quem forma a equipe do curso? A parte pedagógica (programação de visitas, palestras e outras atividades) é de responsabilidade do Prof. Geraldo Majela Moraes Salvio, Coordenador Geral e Fundador do Grupo Brasil Verde e professor de Ecologia e Biologia da Conservação do IF Sudeste MG Campus Barbacena. Currículo Lattes disponível em: Toda a logística (reservas, pagamentos, contratos etc.) é de responsabilidade do Diretor Financeiro e de logística do Grupo Brasil Verde, Anderson Resende Pedrosa. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 7

8 Normalmente quem participa desse curso? Temos um público bastante variado em formação, idade e origem, o que enriquece a expedição. Na maioria, é claro, estão pessoas que estudam ou trabalham em alguma área relacionada à Ecologia e Conservação. São estudantes de graduação e pós-graduação, além de professores e profissionais liberais. Também são freqüentes pessoas que se interessam por ecoturismo (profissionais ou não) ou simplesmente ambientalistas e/ou amantes de viagens por ambientes naturais. Recebemos pessoas de diferentes estados brasileiros e de países da Europa e América Latina. O curso é certificado? Aqueles que participam de todas as atividades consideradas obrigatórias do curso, recebem um certificado emitido pelo Grupo Brasil Verde com duração de 100 horas de atividades teóricas e práticas. Quando começa e termina o curso? A expedição sempre sai de Juiz de Fora (MG) numa quinta feira no final da tarde. Como pegamos pessoas no trajeto até o Paraná (São Paulo, principalmente), consideramos o início na sexta feira pela manhã quando reunimos todo o grupo para a primeira atividade que se realiza tradicionalmente na entrada da Estrada da Graciosa que faz parte da Área de Especial Interesse Turístico do Marumbi que é composta por vários parques estaduais do Paraná. O término se dá no Curitiba Eco Hostel, nossa base em Curitiba, no segundo domingo do curso, à noite, antes de iniciarmos a volta para casa. Quais palestras serão ministradas? Normalmente somos recebidos pelos Gestores das áreas, RPPNs, APA, PARQUES ESTADUAIS, FLORESTA ESTADUAL, RESERVA ECOLOGICA, PARQUE NACIONAL, MUSEU DE HISTORIA NATURAL, FUNDAÇÂO O BOTICARIO, ZOOLOGICO, etc. em cada lugar visitado temos uma palestra. Além disso, poderemos ter alguma apresentação de professores convidados e com o Prof. Geraldo Majela sobre o tema do curso. É bom salientar que qualquer participante poderá apresentar alguma palestra sobre algum assunto relacionado ao curso ou sobre sua organização de origem. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 8

9 A programação é predefinida? Sim, porém a mesma pode sofrer alterações em função da disponibilidade dos lugares visitados e das pessoas que nos recebem. Ex: Um PARQUE ou uma RPPN pode ser fechado na ultima hora por força maior. Nesse caso, alteramos o programa. Até a data da viagem mantemos contato com o pessoal das áreas visitadas e com os participantes, atualizamos a programação sempre que necessário. Que locais são normalmente visitados? Usamos como base as cidades de Guaraqueçaba e Curitiba. Normalmente, são visitadas as seguintes áreas: Área de Especial Interesse Turístico da Graciosa; Município de Morretes (PR); Caminho do Itupava (IAP); APA de Guaraqueçaba (ICMBIO); Município de Guaraqueçaba (PR); RPPN Sebuí; Sociedade de Proteção da Vida Silvestre e Educação Ambiental SPVS; RPPN Morro da Mina (SPVS); RPPN Rio da Cachoeira (SPVS); Estação Ecológica de Guaraqueçaba (ICMBIO); Parque Nacional de Superagui (ICMBIO) Ilhas de Superagui e das Peças; RPPN Salto Morato (Fundação O Boticário de Proteção à Natureza); Associação dos artesãos do Morato; Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 9

10 Associação dos artesãos de Guaraqueçaba; Associação dos artesãos da Ilha das Peças; Associação dos Fandangueiros de Guaraqueçaba; Parque Estadual de Ilha do Mel; Estação Ecológica da Ilha do Mel; Trem pela Serra do Mar (Serra Verde Express); Parque Estadual do Pico do Marumbi (IAP); Município de Curitiba; Museu de História Natural Capão da Imbúia (Prefeitura de Curitiba); Parque Iguaçu Zoológico (Prefeitura Municipal de Curitiba); Parque Estadual de Vila Velha Ponta Grossa/PR (IAP); Parque Estadual de Campinhos (IAP) Parques Municipais de Curitiba; Jardim Botânico de Curitiba (Prefeitura Municipal de Curitiba); Estação Natureza (Fundação O Boticário de Proteção à Natureza); OBS: O roteiro poderá ser alterado por determinação da Coordenação do Curso. Aceitamos sugestões. Como são as hospedagens durante a expedição? Utilizamos duas cidades como base, Guaraqueçaba e Curitiba, ambas no estado do Paraná. Em Guaraqueçaba, ficamos hospedados no Hotel Guarakessaba, com vista para a Baía onde pululam golfinhos. O hotel conta com piscina na cobertura. São de três a quatro pessoas por quarto. Em Curitiba, ficamos hospedados no Curitiba Ecohostel Internacional, esse hotel tem um apelo ecológico Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 10

11 e está localizado num bairro nobre de Curitiba, também tem piscina (inclusive aquecida) e fica em meio a um bosque de Araucárias. Nesse, a hospedagem é feita em quartos coletivos, de quatro a oito pessoas. Caso alguém queira ou precise ir ao centro de Curitiba, do Hotel são cerca de 8 km, aproximadamente 15 reais de táxi. OBS: É possível hospedagem individual ou casal, porém o custo será maior para quem optar por isso, e está condicionada a capacidade de atendimento dos hotéis. Essa opção deve ser informada no ato da inscrição. Lembramos que a interação do grupo é parte importante do curso, assim, estimulamos a coletividade. Como é o transporte? Utilizamos empresa de Juiz de Fora com experiência em transporte turístico. Viajamos em ônibus confortável, com cabine exclusiva para os motoristas, TV s, DVD, CD, sistema de sonorização, banheiro, freezer, travesseiros e cobertores. Somos acompanhados por dois motoristas, experientes em turismo, que se integram a equipe e são responsáveis pelo bem estar de todos. Não temos ar condicionado por uma questão técnica da viagem, de Morretes a Guaraqueçaba são 90 km de estrada de chão pela APA Guaraqueçaba, caso o ônibus tivesse ar o mesmo chegaria quebrado, mesmo estando desligado. O ônibus tem de 46 a 52 lugares e, como vamos ao máximo em vinte e cinco pessoas ao todo, é uma situação bem tranqüila e confortável. Em casos excepcionais, com grupos menores, podemos usar uma Van ou micro ônibus para a viagem, nesse caso, acabamos ganhando agilidade, apesar de ser um pouco menos confortável. Quanto aos barcos utilizados? Nosso principal meio de locomoção em Guaraqueçaba são barcos. Podemos usar um dos 03 tipos de barcos disponíveis na área, VOADEIRA (uma lancha rápida com capacidade para cinco pessoas), TOQUE TOQUE (um barco mais lento para até 10 pessoas) ou um barco grande (com capacidade para 60 lugares). Todos têm equipamentos de segurança exigidos pela Capitania dos Portos. Usamos os mesmos barqueiros a anos, são moradores da região e com grande experiência. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 11

12 Sobre o TREM? Nossa viagem de Trem pela Serra do Mar começa em Morretes e termina em Curitiba no terminal Rodo-ferroviário, onde o ônibus estará nos aguardando. Usamos a classe econômica, através do nosso convênio com a Serra Verde Express e BWT Operadora de Turismo. Empresas responsáveis pelo passeio, nos contemplam com guia especializado como forma de cortesia em função de sermos uma ONG, inclusive com serviço de bordo. Quanto custa o curso? O valor é de R$ 1.500,00 (mil e quinhentos reais) que podem ser parcelados em até seis vezes com cheques pré datados. O que está incluído no preço? Transporte Juiz de Fora/Morretes/Guaraqueçaba/Morretes/Curitiba/Ponta Grossa/Curitiba/Tunas do Paraná/Curitiba/Juiz de Fora, 06 diárias de Hotel em Guaraqueçaba com café da manha, 03 diárias de Hotel em Curitiba com café da manha, entradas em alguns lugares, palestras, material didático e certificado. O que não está incluído? Alguns gastos extras não são incluídos no pacote, por sofrerem pequenas alterações com freqüência em função de temporada, de número de pessoas, de aumento de combustível etc. Entretanto, para efeito de mensurar valores aproximados, temos os seguintes gastos extras previstos: 03 passeios de barco com custo aproximado de R$ 50,00 reais cada, um passeio de trem R$ 36,00, as entradas de parques variam de R$ 5,00 a R$ 12,00 reais, porém temos isenção e descontos, que nos são dados em função de parceira com o GBV. A alimentação, exceto café da manhã, é toda por conta dos participantes, variando de R$ 8,00 a R$ 15,00 cada. Como estaremos em grupo é possível conseguir negociar preços, nos esforçamos para isso. É bom lembrar também que na maioria dos dias não há tempo para almoço e jantar. Normalmente temos apenas a oportunidade de jantar, assim, os participantes levam lanches de casa, o que ameniza os custos. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 12

13 Deve-se ainda considerar gastos extras como compra de artesanatos, camisas, lanches durante a viagem, saídas à noite em Curitiba etc. Como fazer minha inscrição? Envie um para ou falando de seu interesse em participar da expedição e aguarde o nosso contato. Você receberá um contrato que deverá ser lido, preenchido, assinado e nos enviado em seguida. O valor à vista ou a primeira parcela é depositada em conta indicada pelo nosso Diretor Financeiro, Anderson Pedrosa. As demais parcelas, em cheques, devem ser encaminhadas por sedex junto com o contrato e termo de responsabilidade assinados em duas vias, para o endereço a ser indicado por ele. Caso prefira, pode entrar em contato direto conosco pelos telefones indicados abaixo. Quantas vagas são oferecidas? As vagas são limitadas inicialmente a 20 participantes. Caso haja demanda e dependendo de acordos com os locais a seres visitados, o número pode passar para 25. Além dessas, viajamos com uma equipe de apoio de três a cinco pessoas, entre professores, organização e monitores. O que levar na viagem, o que calçar, o que vestir, como se comportar? Durante o período pré-viagem, serão enviados aos inscritos, todas as informações necessárias sobre esses temas. Quanto ao material pedagógico e didático? No material didático estão incluídos: o Apostila com a programação, detalhes dos locais visitados, alguns artigos científicos e outros textos (aproximadamente 170 páginas de texto); o Um DVD com vários e-books, artigos etc; o Outros materiais, dentre livros, vídeos etc. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 13

14 O GBV também disponibilizará a cada participante que compartilhar suas fotos digitais, um DVD com todas as fotos tiradas durante a expedição. Todo dia à noite, todas as máquinas são descarregadas em notebook para compor o DVD, assim podemos ter a visão de cada um sobre os locais visitados e demais atividades desenvolvidas. Obs. Nos lugares visitados nos é oferecido muito material, como folders, livros, CD s etc. Esse material, se em quantidade suficiente, é distribuído aos participantes, se não, é sorteado durante a viagem. O GBV também sorteia vários brindes (livros, cd s, dvd s, revistas etc). Informações Importantes e contatos: Outros detalhes podem ser acessados em ou em contato direto conosco pelos s / / ou pelos seguintes telefones: Anderson Pedrosa (32) / (32) / (32) Prof. Geraldo Majela (32) No site podem ser acessadas fotos da expedição realizada em janeiro de 2009 no link expedição Mata Atlântica ou no endereço: Informações podem também ser acessadas em outros sites ligados a questões ambientais, tais como: Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 14

15 Esperamos ter sanado todas as dúvidas, porém, caso ainda tenham alguma outra, entre em contato conosco. Nos vemos na expedição. Atenciosamente... Anderson Resende Pedrosa Diretor Financeiro do Grupo Brasil Verde Geraldo Majela Moraes Salvio Coordenador Geral do Grupo Brasil Verde Coordenação Geral: Prof. Geraldo Majela Moraes Salvio Prof. Geraldo Majela, biólogo e ambientalista, é fundador e Coordenador Nacional do GBV e do Centro de Capacitação Técnica da ONG. Mestre em Ciências Biológicas Comportamento e Ecologia Animal - pela Universidade Federal de Juiz de Fora. Foi professor do Dep. de Zoologia da Universidade Federal de Juiz de Fora responsável pelas disciplinas: Manejo e Conservação da Fauna Silvestre, Cordados Amniotas, Fundamentos de sistemática animal e Protistas, Poríferos, Ctenóforos e Cnidários. Ex-professor de Biogeografia e Ecologia da FAFI/PRONAFOR, de Biologia Geral, Microbiologia e Bioestatística da Faculdade de Ciências da Saúde Archimedes Theodoro, ambas Faculdades da Fundação Educacional de Além Paraíba. Foi Professor convidado do curso de especialização Lato Sensu em Gestão Ambiental em Municípios da Universidade Federal de Juiz de Fora, responsável pelas disciplinas O meio biótico e Parques, jardins, matas e florestas ; ex-professor de Prática de Formação e de Zoologia da Universidade Vale do Rio Verde (UNINCOR) em Três Corações MG; Ex-professor de Ecologia, Biogeografia e Conservação da Biodiversidade e Educação Ambiental do Centro de Ensino Superior de Juiz de Fora (CES/JF). Também ministrou as disciplinas Ecologia e Biogeografia e Conservação da Natureza no curso de Gestão Ambiental do Instituto Vianna Junior. Atuou ainda no ensino médio ministrando Zoologia e Evolução em vários colégios de diferentes cidades e no Centro Técnico Universitário da Universidade Federal de Juiz de Fora. Atuou como professor e Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 15

16 Coordenador Acadêmico do curso de especialização Lato Sensu em Conservação da Natureza, uma parceria entre o GBV e o Instituto Metodista Granbery em Juiz de Fora, responsável pelas disciplinas Introdução ao estudo da biodiversidade, Biogeografia Ecológica, Fundamentos em Ecologia, Genética e conservação da natureza, Biologia da Conservação e Biologia, Conservação e Manejo de Habitats Fragmentados. Idealizador e coordenador dos cursos de campo Ecologia e Conservação da Mata Atlântica, ministrado durante a expedição Mata Atlântica e Ecologia e Conservação de Campos Rupestres ministrado mensalmente no Parque Estadual de Ibitipoca. Trabalha como consultor na criação, implantação e gestão de Unidades de Conservação. Atualmente é Professor em regime de dedicação exclusiva do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia do Sudeste de Minas Gerais Campus Barbacena, onde coordena o curso Técnico em Meio Ambiente, é Gerente do Núcleo de Ciências Biológicas e membro do Grupo de Pesquisas em Planejamento e Gestão de Áreas Protegidas. Ministra as Disciplinas Ecologia, Biogeografia e Conservação da Natureza, Planejamento e Gestão de Áreas Naturais Protegidas, Biologia da Conservação Poluição do Ar, e Ecoturismo e Interpretação Ambiental para os cursos Técnico em Meio Ambiente, superior tecnológico em Gestão Ambiental, Licenciatura em Ciências Biológicas e Bacharelado em Engenharia Agronômica. Desenvolve pesquisas nas áreas relacionadas às suas disciplinas. Membro da Society Conservation Biology. Curso de campo em Ecologia e Conservação da Mata Atlântica 16

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